Episódios de Até aí, ok!

Manda áudio 28

08 de abril de 202623min
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Participantes neste episódio2
P

Paula Ateaiok

HostPodcaster
I

Isa

ConvidadoTécnica do IDR Paraná
Assuntos3
  • Feriados e ViagensJambore · Caio · imigração · damasco seco · lenço escoteiro · aeroporto · voo · experiência cultural
  • Importância do inglêsfluência em inglês · escolas de idiomas · cursinho
  • Dicas para aprender idiomasmúsica · tradução · internet
Transcrição61 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Oi! Você tem uma coisa bem legal, mas é muito curtinha pra mandar e-mail? Então, manda áudio, ok? Oi, Paula, tudo bem? Eu me chamo Isa e eu tô apaixonada pelos últimos quadros de mandar áudio. E eu gosto muito de perrengue de viagem, eu me senti motivada pra contar o meu, tá? Esse perrengue, ele aconteceu há uns anos atrás.

E ele começou com aquela pergunta que muitas adolescentes têm o privilégio de receber, que é você vai fazer 15 anos, você prefere fazer a viagem ou uma festa de aniversário? Só que a viagem proposta pra mim era uma viagem pros Estados Unidos e ela seria o Jambore. O Jambore, ele é um acampamento mundial que junta escoteiros de vários países em um país específico.

E no ano de 2019, foi a minha vez de escolher se eu poderia ir para os Estados Unidos com 160 países diferentes ali presentes, né? E é assim, é um encontro cultural, sabe? Tem show, tem amizades para você fazer. Então, juntou toda aquela oportunidade de viajar o mundo em um único acampamento e eu não poderia perder e dito e feito, só que tinha um problema. O meu inglês era muito miojo.

E quando você vai pra esses acampamentos de escoteiro, né? Eu sou escoteira, tá bom, gente? Não sei se eu deixei isso claro, mas aqui no Brasil nós temos escoteiros. A gente não vende biscoito, não fala com animais. Só que a gente se diverte pra caramba e esse acampamento não poderia ser diferente. Só que o meu inglês, ele era muito básico.

E no dia da viagem, meu pai me entregou aqueles guias, tipo, com frases prontas da língua local, que é quando o turista não sabe a língua, e falou, minha filha, seja feliz, entendeu? Seja vida. Pior que eu, doida pra aceitar, sou meu pai que é pior do que eu. E ele tinha uma fé em mim, Paulo, uma fé que esse homem faltava suar água benta, entendeu? E aí eu lembro que no dia da viagem eu fui pro aeroporto.

E quando você tá indo pra essas viagens que tem escoteiros, né, a gente se identifica pelo lenço. Quem tiver curiosidade e quiser pesquisar, joga no Google aí, lenço nacional escoteiro do Brasil. Que você vai ver que o nosso lenço é lindo e quando a gente vai pra um país diferente, a gente usa ele pra representar o nosso país. Guarda essa informação que é importante. E aí eu cheguei no aeroporto e eu olhei pra um menino.

E ele é assim, ele é do estilinho de pessoa que você olha e você fala, eu seria muito amiga dessa pessoa. E dito e feito, a gente começou a conversar, o nome desse menino é Caio. E a gente, coincidentemente, a gente tinha um assento um do lado do outro, no voo, que ia ligado de São Paulo até o Texas. E nós fomos, né? E, nossa, foi super legal a viagem, tinha um monte de adolescente junto, indo pro mesmo lugar.

E a companhia, né, já colocou a gente tudo juntinho, assim. Então, foi uma viagem muito gostosa até chegar no Texas. Porque no Texas, meus amigos, tinha um caixa, que é tipo uma imigração, que você vai responder algumas perguntas. É como se fosse um consolado, só que você vai respondendo digitalmente e quando você termina, aquele caixa, ele emite uma nota pra você. Tipo uma nota fiscal, sabe?

E aí você tinha que responder umas perguntas, enfim. E eu, apesar do meu pouco conhecimento, tinha coisas muito básicas que eu consegui responder sem dificuldade nenhuma. E a minha notinha fiscal saiu. E depois o Caio foi responder as perguntas. Só que ele não pediu ajuda. Ele só foi respondendo. E paula do céu. Na hora que este menino emitiu a notinha dele, saiu um X vermelho.

O X vermelho, que é a mesma sensação de quando você tá na escola e você vai pegar sua prova e você foi muito mal e tem aqueles riscos nas questões, tudo em caneta vermelha, foi o mesmo sentimento. Eu quase caí pra trás, eu sofro de pressão baixa, entendeu? Você imagina como eu fiquei, porque X vermelho nunca significa coisa boa. Você já reparou? Nunca, nunca, nunca.

E aí, eu olhei e falei, bom, vamos passar, né? E na hora que a gente foi passar, o nosso amigo Caio foi barrado pelos seguranças por causa do X vermelho que estava na nota dele. E até então a gente não tinha entendido o porquê. E aí algumas meninas, né, que tinham o inglês mais fluente, acompanhou o Caio até uma sala que pediram pra ele ir e que tinha outros seguranças desse aeroporto.

E ele foi lá, né, ficou um bom tempo. E um detalhe importante é que esse voo que a gente tinha pra chegar no Texas, ele tinha 20 minutos, mais ou menos, de diferença com outro voo que a gente ia pra Charleston. Então, era uma ligação muito rápida que deveria ter sido feita. Então, todo mundo começou a ficar desesperado, né? E esse menino ficou um minuto, ficou cinco minutos lá dentro e do nada ele saiu.

E aí a gente foi descobrir que foi porque na hora que ele estava respondendo ali, provavelmente na prece, não pediu auxílio, ele foi respondendo as perguntas e teve uma fatídica pergunta que ele respondeu, que ele disse que ele estava levando ervas, coisinhas do país dele, entendeu?

E fizeram esse menino abrir a mochila lá na salinha. Só que Paula e eu, todos nós fomos surpreendidos. Trinta adolescentes, todo mundo nessa faixa dos quinze, no máximo dezoito anos. Esse menino estava levando um quilo de damasco seco. Sabe esses damascos que você vê em mercadão? A gente achou um gosto meio peculiar, né?

um aperitivo diferente pra se fazer nos Estados Unidos, né? Trazer do seu país. E a gente falou, não, mas tá tudo bem. Pelo menos saiu. A gente tinha 10 minutos. Só que aí, minha filha...

simplesmente viraram pra gente e falaram assim, vocês todos que estão juntos, porque todos nós estávamos com lenço e com a jaqueta do Brasil, né, que é o que vem do kit, quando você vai pra essa viagem e a gente tem que usar ele pra identificação, falaram assim, vocês aí jovens, vocês vão ser agora vistoriados? Entendeu? E nós todos fomos barrados, só que a gente estava em uma quantidade de 20 a 30 jovens, entende? Então, todo mundo.

teve que tirar o tênis, todo mundo teve que abrir a mochila, todo mundo teve que abrir a jaqueta. E a gente estava com as mãozinhas na cabeça. Igual quando a polícia vai vistoriar, sabe? Bandido. E a gente estava igualzinho. E lembra que eu falei do lenço?

O lenço serve para a identificação. E quando a gente estava lá sendo vistoriado, tinha vários escoteiros de outros países vendo aquela situação. E eu falei, olha só, que maneira bonita de ser recebida em solo estaduniense. E os outros escoteiros dos outros países ficavam olhando assim, tipo, mas tinha que ser brasileiro, né? Tinha que ser brasileiro.

Só que aí acabou essa humilhação. Só que quando acabou essa humilhação, o que tinha acabado também foi o tempo pra gente entrar no outro voo. Né? Lembra do voo que eu falei? Que a ligação era muito rápida. Pois é, foi o tempo da gente perder o voo. E basicamente a gente até tentou correr, né? Mas eram muito jovens, assim, com mochila e, né? Enfim, aquela mochila de escoteiro que vem bem recheada.

E basicamente não havia mais pra o que fazer, né? O que a gente ia fazer? Pular no avião? Não tinha como. Aí sim ia ser vandalismo, ia ser feio. Mas aí a gente conseguiu, né? Um voluntário adulto que estava com a gente, conseguiu conversar com as moças que estavam lá num guichê do aeroporto. E o país, quando ele vai receber um acampamento mundial, com muitos escoteiros, eles já estão preparados pra esse imprevisto.

E aí elas falaram, bom, a gente consegue dar uma passagem nova, só que vocês vão ter que esperar aí um período de 10 horas. Paulo do céu, foram as 10 horas mais demoradas da minha vida. Por que a gente ficava andando naquele aeroporto? Entendeu? A gente ficava batendo perna, mexendo com gringo, tentando sobreviver. A primeira coisa que eu vi assim que eu cheguei foi aquelas lojas de docinhos, sabe? E eu lembro que eu me entuchei com aquelas balinhas cítricas.

Que me fizeram muito mal. Até hoje eu não chego perto dessas balinhas de gelatina. Que tem aquele açúcar ácido. Não gosto. Porque não tinha um legume. Uma maçã. A gente até conseguiu achar uma maçã depois. Só que era aquela maçã que você morde e ela faz fron. Ao invés de croque. Menina. Eu estava vivendo a base de donuts. Balinhas de gelatina e refrigerante. E aí depois.

de muitas horas esperando, a gente conseguiu entrar dentro do voo e aí virou piada, né? Aí virou aquele open bar de damasco seco, porque aí já não tinha mais problema, a gente foi comendo damasco seco do Texas até Charleston, e chegamos num acampamento atrasados, mas isso não interferiu na experiência maravilhosa que foi. Eu acho que se não tivesse tido esse perrengue, não teria sido tão legal.

E quem sabe futuramente eu já não tenha outras viagens com outros perrengues. Eu como escoteira tive muitos acampamentos com muitos perrengues. E quem sabe um dia eu não venho contar. Mas essa daqui é com certeza a minha favorita. E é isso. Um beijo. Adoro seu podcast.

Eu preciso muito dizer pra vocês que a parte que me arrancou uma gargalhada muito sincera foi na parte da maçã que faz fronk ao invés de fazer croque. Sabe por quê? Porque é aquele meme, eu odeio maçã farinhenta. A galera millennial aí sabe...

Que se hoje em dia o Orkut existisse, a gente teria comunidade. Talvez a gente já tivesse na época, mas eu não lembro. A gente teria uma comunidade. Eu odeio maçã farinhenta. E essa maçã, eu tenho raiva dela. Porque é a maçã argentina, se eu não estou equivocada. Eu acho que deve ter mais alguma. Mas era a maçã da Branca de Neve, né? Porque eu vi aquela maçã. Meu pai amava. Era a favorita do meu pai. Era aquela maçã linda.

vermelha, bordô, bem, coisa mais linda, eu via ela na fruteira e falava, meu Deus, que delícia, quando eu mordia que era fronk, eu tinha vontade de fazer voar essa maçã, maçã ela tem que ser firminha, ela tem que ser azeda, ela tem que ser

gostosa, aguada, meu Deus, eu tinha muito ódio dessa maçã dito isso, eu só não fiquei com raiva do Caio que eu acho que eu teria jogado ele pela janela do avião porra, damasco seco você tá de sacanagem com a minha cara quem que usa, quem que leva

Damasco seco pra algum lugar, gente. Não tem condição. Eu amo Damasco, tá? Não é uma crítica ao Damasco. Mas você vai fazer uma viagem internacional, você tem que ser muito podado.

Você tem que saber muito o que você está levando. Eu já falei para vocês que eu morro de medo de ser presa, né? Qualquer coisa eu tenho medo de ser presa. Mas para a viagem internacional, meu medo nem é ser presa no aeroporto. O meu medo é eu levar alguma coisa e eu ter que jogar no lixo, sabe? Porque não pode levar alguma coisa assim. Mas aqui, aqui eu vou fazer um merchan para todos os professores de inglês dessa vida. Gente, se vocês tiverem oportunidade e condições, estudem inglês.

Gente, estuda em inglês. E não é... Você não precisa estudar inglês pra você ser fluente. Pra você conseguir, pra você poder viajar. Não. É pra você sobreviver a algumas situações básicas. Quantas coisas vocês já compraram que você vai ler o manual de instrução? Tem inglês, tem francês, tem árabe, mas não tem português. Daí você fica procurando o espanhol, né? Que é o mais perto. E espanhol, eu acho dificílimo, tá? Eu acho dificílimo. Eu acho pior do que o inglês, gente. Juro pra vocês.

Ele tem tanto falso cognato, tanto... Eu não sou fluente em inglês, não sou, eu tenho um básico. E às vezes que eu viajei, eu me virei muito bem no inglês. Eu sobrevivi muito bem no inglês. E Punta Cana é Caribe, né? Então, lá o idioma predominante é espanhol. Mas a galera tudo falava inglês lá. Todo mundo falava inglês, sabe?

E, gente, não saía nada em espanhol. Nada, nada, nada, nada. Pra vocês terem noção. Eu sou tão ruim em espanhol que eu não sabia que ontem é ayer. Eu não sabia. É o básico. É o básico. Ontem, meu marido falou não sei o quê. Ele se virou lá no espanhol. Ele disse, ah, não sei o quê. Ayer. O que é ayer dele? Ontem. Eu falei, o quê? Porque, sei lá, eu pensava, hoje é oi. Então, ontem é... Tipo.

Mentira, eu não achava isso. Mas eu não tinha palpite pra dar, entendeu? Porque o espanhol é tão próximo do português que eu achava que seria, sei lá, ontem. Não sei, eu não tinha ideia. Agora, ayer, eu nem imaginava. Então, vocês verem como eu sou ruim no espanhol. E detalhe, tá? Na escola que eu estudei até o nono ano, a gente tinha inglês e espanhol. Quer dizer...

Nono ano não, oitava série. Na minha época era oitava série e não era nono ano. Sim, gente, me tornei a senhora que fala na minha época era assim. Porque na época do meu pai, por exemplo, da minha mãe, era tipo, ai, o ginásio, não sei o quê, né? Mas, enfim. É claro que em algum momento eu aprendi que ontem é a Ier.

Mas como o espanhol não é uma língua presente no meu dia a dia, né? Eu quase não ouço músicas em espanhol, quase não vejo filmes e tal. Como não é muito presente no meu dia a dia, eu acabei esquecendo. O espanhol não é uma língua que eu pratico.

E vocês sabem que isso me lembrou que quando eu dava aula, eu tava sempre conversando com os pais, assim, e eu falava, cara, coloca ele numa escola de idiomas e tal, né? E, sei lá, gente, vamos dar um exemplo aqui, vamos falar do inglês, tá? Eu sempre falava, coloca lá pra ele aprender inglês, né? Tipo, poxa, eu sabia quais pais que tinham condições, né? E, gente, os pais falavam assim pra mim. Ah, não, Paula, eu não vou ficar gastando com isso, não. Ele já tem na escola. Ele tem na escola que aprenda lá.

E aí aqui, eu acho, gente, eu tenho para mim uma opinião 100% leiga, tá? Zero fundamentada, é um achismo total aqui. Se alguém tiver algum conhecimento e quiser agregar sobre isso, pode comentar aqui. Mas eu tenho a leiga opinião de que eu acho que a escola fornece uma língua estrangeira.

Para, primeiro, eu acho que para manter essa área do nosso cérebro, que é responsável pela aprendizagem de outras línguas, para manter essa área ativa, e talvez para ela servir como pontapé para uma criança descobrir se ela tem habilidade ou gosto pela língua. Porque servir como um básico, é o básico do básico. E por que eu falo isso? Gente, é impossível uma criança sair fluente

De uma escola, claro, a não ser que seja uma escola bilingue ou internacional. Porque daí, nesse caso, a comunicação predominante vai acontecer na língua em que essa escola representa. Mas vamos fazer uma conta aqui bem rápida, tá?

Vamos supor que o ano tem 52 semanas, eu acho que é isso, né? Um ano letivo, ele não chega a 40 semanas, acredito eu, se a gente for tirar feriados, férias e tal, não chega a 40 semanas. Mas vamos arredondar para 40 semanas, que seria equivalente a 10 meses, tá?

a carga horária de inglês ou espanhol, enfim, vamos falar de inglês. Qual é a carga horária de inglês que uma escola tem, gente? Uma aula na semana no máximo. Como eu disse, isso não vale para escolas bilíngues e internacionais, óbvio. Escolas tradicionais. Você tem uma aula de inglês na semana e isso não representa uma hora. Normalmente é 45 a 50 minutos de duração. Então, se a gente falar na nossa carga do final do ano, são 40 semanas tendo uma hora por semana.

chutando alto uma hora, né? Gente, você fecha o ano tendo 40 horas de inglês. 40 horas. Isso é o que um adolescente, uma pessoa, aprende em quanto tempo fazendo um cursinho ou uma aula particular. É muito desleal.

Então, a escola, ela não tem, não tem. Você só vai sair fluente da escola se você for super dotado. Porque senão, é muito impossível. Então, eu acho que quem tem oportunidade, precisa ter domínio de pelo menos uma língua. E eu acho que a comunicação aí, né, uma língua que vale para quase que o mundo inteiro, de fato, eu acho que é o inglês. Mas o espanhol também é uma língua maravilhosa. E qualquer outra língua é super importante. Eu acho que não existe essa limitação.

Ah, eu me identifico mais com espanhol, eu me identifico mais com alemão, com francês. A tua vida, naturalmente, vai acabar se encaminhando para a língua com a qual você se familiarizar, com a língua que você aprender. Eu acredito nisso, mas não sei se é igual eu falei. Se alguém tiver aqui algum conhecimento fundamentado, pode acrescentar aqui a informação. Isso é um machismo meu, assim. Mas eu acho que é importante todo mundo...

Se puder ser fluent, melhor, né? Óbvio. Mas você pelo menos conseguir se virar. Você conseguir pelo menos sobreviver. Sabe? Então, esse negócio de achar que só o inglês da escola basta, gente. Não dá. É uma ilusão total. Você precisa recorrer para um cursinho, um professor particular, um curso online, qualquer coisa. Um professor particular sempre vai ser, né? Mais direcionado, mais personalizado conforme o aluno. Mas, enfim, se o Caio tivesse...

feito uma aula, por exemplo, ele não tinha colocado todo mundo nesse balaio. Imagina, gente, você perder conexão, você fazer tudo isso porque o menino só marcou um X errado. E tipo assim, pega ainda mais adolescente, sabe? O cara coloca que ele tá viajando com erva. Tipo...

Teria que ser muito away na vida pra você assumir que você tá fazendo um negócio desse sabendo que é proibido, né? Então, assim, coitadinho. Dá pena do Caio, porque eu não conheço nada do Caio, né? Não sei as oportunidades que ele teve na vida. Então, me dá pena. E é por isso que eu falo. A gente tem que ter pelo menos um básico, gente, do inglês. Meu Deus do céu. E eu achei muito fofo que ela falou do lencinho, que ela falou, não, no Brasil também tem escoteiro e a gente não faz biscoito.

Ai, meu Deus, maravilhosa. Porque eu nunca associei isso. Porque eu tenho uma conhecida que ela tem uma filha escoteira. Então, eu sou muito acostumada a ver sempre posts, assim, sabe? Publicações da menina. E eu acho maravilhoso, é super legal, né? Não é uma coisa que eu manjo. Mas é super legal. E eu nunca tinha associado os escoteiros de fora, que é quem faz não sei o que pra vender e tal.

Com os escoteiros aqui do Brasil, né? E é muito maravilhoso, gente. Eu não manjo nada, assim. Mas tudo que eu sei, eles têm muita autonomia, muita independência, né? E eu queria só falar aqui, pra encerrar, eu queria só falar uma coisinha pra vocês. Esse áudio aqui, ele passou de sete minutos e ele tinha potencial. Vocês têm que convir comigo. Esse áudio tinha potencial pra virar uma história de perrengue, né? Ele tinha muito potencial.

mas como ela foi maravilhosa contando a entonação dela, a risada dela, o jeito dela, eu não tive coragem de falar para ela que não rola. Mas lembrem-se que essas histórias aqui do Manda Áudio, eles têm de 3 a 7 minutos.

Tem gente que me manda áudio lá com 12 minutos. Gente, isso daí tem potencial para virar história. Daí você digita e manda lá no meu e-mail para que daí eu conto a sua história, tá bom? Eu queria contar essa história dela aqui no quadro de perrengue, que eu acho que seria maravilhoso de contar. Mas esse áudio dela está maravilhoso demais para eu não colocar ele aqui. Então eu abri essa sessão aí.

Mas lembrem-se que é até 7 minutos, tá? Mas mais do que isso, mandem no meu e-mail que eu tenho certeza que daí vai ter potencial para virar história. Mas dito isso, gente, se possível, estude em inglês. Eu nunca fiz cursinho, não lembro se eu falei isso aqui, aqui. Eu nunca fiz cursinho de inglês, eu nunca fiz escola de idiomas. Eu já fiz curso online, eu já fiz aula particular, mas a maior parte do meu vocabulário veio de música.

Então, se você não sabe por onde começar, começa a ler música, tradução. O próprio Spotify, você coloca lá a música. 99% das músicas em inglês, você clica lá, gente, e aparece lá a tradução da música. E aí você vai associando as palavras, sabe? E hoje em dia, com internet na mão, gente, inteligência artificial, chat GPT...

Você consegue ir pedindo ajuda para ele para ir aprendendo se você agora não tiver dinheiro. É um caminho um pouco mais lento, né? Quando você vai tentando juntar informações da internet e tal. Mas é muito melhor você recorrer para quem sabe, né? Para quem sabe o que fazer. Mas se você não tiver dinheiro e tal, hoje em dia, quem tem um celular na mão e acessa a internet não tem desculpa para falar, ah, eu não tenho nem o básico. Claro.

Aquele disclaimer chato, né? A não ser que você não tenha tempo, porque você trabalha o dia inteiro e tal. Todo mundo sabe, cada um sabe da sua realidade. Mas eu digo o quê? Não é desculpa mais, hoje em dia, você falar que você não tem dinheiro para fazer um cursinho. Porque você tem o celular na mão, você tem traduções de músicas, você tem chat de EPT para te ensinar e no que puder te guiar. Mas, como eu disse, nenhum desses vai substituir um trabalho humano, personalizado, voltado para você.

Então, quem puder aí, estude um idioma, se dedique, porque eu tenho certeza que em algum momento vai valer a pena e você não vai estar sendo o Caio que vai meter todos os teus amigos numa rascada dessa. Então, por favor, se poupem e também não levem damasco seco em viagem internacional.

Envie o seu áudio no meu Telegram com a hashtag mandaáudio. Se você for apoiador, você fura a fila e tem prioridade. Só me sinaliza por escrito que você é apoiador, além de mandar junto a hashtag mandaáudio. O link para o envio do seu áudio está aqui na descrição do episódio. E o link para você ser um apoiador e ganhar o direito de furar a fila também está na descrição, logo abaixo do primeiro link. Até a próxima fofoquinha. Tchau, tchau.

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