Episódios de Minha História

Juliana Malaquias

02 de maio de 202632min
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Ela cresceu em um lar cristão e entrogou sua vida ao Senhor muito cedo. Sempre esteve envolvida com a obra de Deus, influenciando pessoas de uma forma em que Jesus foi glorificado. Ela tinha um sonho na infância, que conseguiu realizar. Hoje, Juliana nos conta sobre como serve no Reino e também o valor da sua vida em Cristo.
Participantes neste episódio3
J

João Lucas Barroso

Host
J

Joelma Pontes

Co-host
J

Juliana Furtado Oliveira Malaquias

ConvidadoProfessora de artes e nutricionista
Assuntos8
  • Vida de CristoSalvador, Redentor e Esperança · Melhor amigo e dono dos dias
  • Ministério FamiliarCosmovisão cristã no ensino · Atuação como professora de artes e AEE · Oportunidade de ensinar a Palavra de Deus
  • Relacionamentos e CasamentoOração por um parceiro com a mesma fé · Conhecimento e namoro na igreja · Casamento com Clanilton e o serviço em Nova Russas · Conselho para jovens cristãs sobre a escolha de parceiros
  • Desafios da vida cristãInfluência de tias e professoras na infância · Primeiras experiências na igreja e ministério infantil · Conversão e batismo na infância · Discipulado com Tia Marlene e Tia Carmen
  • Fé e Confiança em DeusViver o presente e confiar nas surpresas de Deus · Não ser muito sonhadora e aproveitar o momento
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeAusência do pai na igreja e o desejo por um casamento com fé compartilhada · Ausência de crise de identidade ou fé na adolescência · Importância de uma igreja com doutrina saudável
  • Sucesso profissional e vida pessoalFormação em Nutrição e a ligação com o acolhimento · Conciliação de estudos, casamento e ministério · Serviço em Nova Russas e Mossoró
  • Fe e CriatividadeHistória da arte e artistas como Mozart e Bach · Deus como o maior artista e criador
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Agora na Rádio Seara. Minha história. Conheça a história de mais um pecador, alcançado pela maravilhosa graça de Jesus. Minha história. Rádio Seara. Uma sintonia de paz.

E estamos aqui de volta com mais uma edição do nosso podcast Minha História, onde você escuta testemunhos de pessoas alcançadas pela graça do Senhor Jesus. E é sempre muito bom ouvirmos histórias de pessoas que foram resgatadas pelo poder de Deus.

Eu sou o João Lucas Barroso e conosco, Joelma Pontes. Tudo bem, Joelma? Tudo bem, João Lucas. Estamos aqui mais uma vez. Graças a Deus que nos permitiu para conhecermos a história de mais uma pessoa salva, pela graça do nosso bondoso Deus. Olha como eu sempre digo, nossos convidados são sempre muito especiais. Ela é formada em nutrição, especialista em atendimento educacional especializado.

É professora de arte no Alfa e nutricionista no Laboratório Matos e Matos. É de Fortaleza. Está morando hoje em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

filha do seu Cláudio Honor de Oliveira e Adelma Maria Júlia Furtado. E eu estou falando dela, de Juliana Furtado Oliveira Malaquias. Olá, Juliana, bem-vinda. Olá, Jelma, é um prazer estar aqui conversando com vocês e tendo a oportunidade de contar um pouquinho de como a graça do Senhor me alcançou. Boa tarde, João Lucas, tudo bem?

Tudo ótimo, Juliana. Prazer recebê-la aqui na Rádio Seara. Como é bom poder ter essa oportunidade de ouvir como Deus transformou a sua vida. Eu quero pedir que você nos conte, nos apresente aí a sua família, tanto a de sangue como a da fé. Ou seja, a sua família e a sua igreja. Certo.

Sou casada com o Clay Newton. Esse ano nós fizemos 20 anos de casados. Então esse ano tem sido um ano bastante especial. O ano inteiro, né? O aniversário foi em março, mas a gente considera o ano inteiro especial para comemorar esses 20 anos de casados.

E sou de Fortaleza, sou uma cidade gema, sou a filha primogênita, tenho apenas uma irmã chamada Mariana, tenho duas sobrinhas lindas e maravilhosas chamadas Suzana e Giovana. E aqui em Mossoró, fazemos parte de uma igreja chamada Igreja Batista Regular da Fé.

Uma igreja que tem nos acolhido muito bem, uma igreja também que nós estamos servindo e crescendo juntos com nossos irmãos aqui em Mossoró. Que maravilha!

A palavra de Deus nos diz, em Romanos capítulo 10, versículo 9, se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. A salvação é um presente de Deus e Deus conquistou a nossa salvação através da obra do seu Filho. Cristo morreu ao terceiro dia, ressuscitou, está vivo.

E esta mensagem está sendo anunciada ao mundo. Quem crer em Jesus é salvo, é perdoado como garante a palavra de Deus. E a Juliana, ela creu em Jesus como um Senhor e Salvador. Ela foi alcançada por esta mensagem e vai contar para a gente sua história de vida, né, Joama?

Pois é, Juliana, vamos começar pela sua infância, né? Qual, assim, uma lembrança da sua infância que conversa com você até hoje? Pode ser uma coisa que marcou, uma alegria, uma mudança, ou talvez até uma superação. Como que você gosta de lembrar da sua infância?

Bom, na minha infância, uma recordação que eu tenho que é muito boa, que eu acho que eu aprendi na minha infância e hoje eu acredito que eu exerço esse papel muito bem, foi eu ter uma lembrança de ter tias que me ajudaram e cuidaram muito bem de mim na minha caminhada. Então, eu tenho recordação de ter tias maternas e paterna.

que essas tias me ajudaram no meu crescimento, meu desenvolvimento. Eu lembro delas com muito amor, com muito carinho, porque eu lembro delas me instruindo, cuidando de mim, tendo paciência. E hoje, quando eu me vejo sendo essa tia, para as minhas sobrinhas, eu vejo quantas pessoas importantes que Deus coloca, podendo ser da família. Eu tenho recordações importantes dessas tias mesmo de sangue de família.

E tem uma recordação muito importante de professoras, tias, também que eu chamava na época, da igreja. Então, assim, como eu me converti ainda criança, eu fui muito bem acompanhada por essas professoras, que eu chamava carinhosamente de tia, na igreja.

Então, hoje em dia, eu tenho esse papel como tia da Suzana e da Giovanna, e lembro com muito carinho, né? E tento passar esse amor para elas, e não só para elas, mas como qualquer criança que chega até mim. Como eu tenho a oportunidade de servir e trabalhar numa escola, então, essas crianças são muito importantes para mim, e eu tenho certeza que Deus...

tem me usado na vida também dessas crianças. Então, esse amor que eu recebi na minha infância, hoje eu tento repassar e retribuir com essas outras crianças que chegam até mim. Que bom! E a vivência com a sua irmã? É muito grande a diferença de idade entre vocês ou vocês foram criadas juntas?

É uma diferença de 5, eu sou mais velha que a Mariana há 5 anos e meio. Então não é tão grande a diferença. Eu não considero tão grande, né? Sim, sim. Então nós crescemos muito unidas, crescemos muito juntas e até hoje somos muito amigas. Que maravilha. E Jesus, chegou cedo na sua vida ou só mais na frente?

Graças a Deus, eu posso dizer que eu tive o privilégio, porque eu acho que é um privilégio ter sido alcançada ainda criança. Então, quando eu tinha cinco anos, eu comecei a ir para a igreja. Tinha uma igreja bem próxima da minha casa, que era a Igreja Cristã Evangélica do Beira Rio. Então, quando eu estava com cinco anos de idade, minha mãe começou a ir para essa igreja.

E a gente começou aí, eu, minha mãe, minha mãe estava grávida ainda da Mariana. E aí eu pude ter a oportunidade de ouvir a palavra muito cedo, ainda na infância. E eu lembro também com muito carinho dessa igreja e agradeço a Deus por ter também tido a oportunidade de ter...

Encontraram uma igreja com uma doutrina forte, saudável, e que tinha um ministério infantil muito edificante e com pessoas muito responsáveis nesse ministério infantil. Eram pessoas qualificadas para o ministério, eram pessoas que faziam esse ministério com muita responsabilidade.

Então, era um ministério frutífero, era um ministério que eu lembro que era um ministério crescente e que tinha um bom número de servos nesse ministério. E eu fui alcançada, ainda criança, por conta desse ministério infantil da igreja. Então, com cinco anos eu comecei a ir para a igreja. Aos nove anos eu entendi a graça de Deus pela minha vida aos nove anos e eu aceitei a Jesus com nove anos de idade.

E me batizei aos 10 anos. E eu fui muito bem discipulada, graças a Deus, por duas professoras, que eu tenho um carinho enorme. Uma que eu chamo carinhosamente até hoje, como Tia Marlene. Ela foi missionária, é uma época, no Amazonas.

e pela tia Carmen Sinira, que eu até hoje chamo carinhosamente um tia Carmen, tia Carmen, né? Então, essas duas mulheres, essas duas tias minhas também, elas foram também responsáveis para me ensinar a palavra, me discipular, e eu passei por um discipulado muito bom, apesar de ser criança ainda, até hoje eu lembro de ir para a casa delas, e delas me ensinando passo a passo.

Então, eu agradeço a Deus demais por Ele ter me resgatado ainda na minha infância. E como você era na escola? O desempenho nos estudos, também seu testemunho, já que você era uma criança cristã.

Então, na escola, eu sempre fui mais tímida, né? Sempre fui mais quietinha e eu sempre fui muito atenta, muito observadora. Então, eu observava muito onde é que eu estava, observava muito o comportamento das pessoas.

Como eu me converti ainda cedo, e nessa igreja que eu fazia parte, então eles falavam bastante do nosso testemunho e falavam bastante da gente já começar a falar de Cristo para as pessoas. Então eu lembro de desde cedo ter uma consciência que eu precisava dar um bom testemunho onde eu estava.

e convidar essas pessoas de alguma forma, se eu tivesse oportunidade, para ir para a igreja. E eu lembro que na minha igreja sempre teve EBF, né? Porque é a Escola Bíblica de Férias. E quando eu tinha oportunidade, eu convidava essas minhas amigas, colegas de sala, para que eles pudessem participar também. E às vezes eu conseguia que alguns desses fossem participar da EBF também.

Então, assim, a minha infância foi uma infância, sim, que eu considero uma infância tranquila, no crescimento dentro da igreja, e também no sentido da escola, né? Fora, com os amigos, sempre fui assim. Eu considero assim até hoje, né? E na infância você tinha algum sonho? Pronto, eu tinha. Eu tinha um sonho na minha infância, sabe? Qual era um dos sonhos que eu tinha na minha infância? Era fazer um bom casamento.

Era de pedir. Era. Era. Exatamente. Por quê? Por que eu estou dizendo isso? Porque, como eu disse no início, quem foi para a igreja foi a minha mãe. Minha mãe ainda estava grávida da Mariana. Então, no início, foi minha mãe e eu. Depois, Mariana.

E o meu pai nunca foi para a igreja, então eu via em casa que tinha valores diferentes, tinham ensinamentos de um lado e de outro, então eu via que isso não era tão interessante. Então, desde cedo, eu pedia a Deus, era um sonho meu, que Ele me desse uma pessoa que tivesse a mesma fé.

que tivesse os mesmos valores e princípios que eu tinha, que eu tenho. E eu acredito que eu realizei esse sonho. Então, esse foi um dos meus primeiros sonhos realizados. Que bom, graças a Deus. Inclusive, eu queria saber os detalhes dessa história de amor, como Deus enviou essa bênção para a sua vida.

Sim. É, no tempo certo você canta a história, viu? Daqui a pouquinho. Tá bom. Ju, chegando ali na adolescência, você teve alguma crise de identidade ou mesmo alguma crise com relação à sua fé, se você realmente era salva ou não? Ou foi tranquila a sua adolescência?

Foi tranquila, Joelma. Foi uma fase também tranquila. Eu não tive essa fase de ficar questionando se era aquilo mesmo, se o caminho era aquele mesmo. Eu acredito muito em relação a eu não ter tido esse questionamento devido a essa igreja que eu fazia parte, porque era uma igreja.

que era uma igreja de uma doutrina saudável, e eles ensinavam de uma forma muito correta os membros dessa igreja. Então, eu lembro que, além de eu morar perto da igreja, eu ia muito para a igreja. Então, cada oportunidade que eu tinha, eu estava dentro lá da igreja, eu estava aprendendo e eu estava em contato com esses professores, com esses mestres, com amigos.

Então, eu acredito que Deus usou isso de uma forma até para me proteger de ensinamentos ruins que pudessem roubar a minha atenção nessa fase da adolescência. Então, assim, o meu ciclo era todos praticamente irmãos na fé dentro da igreja. Então, eu acredito que muito disso, eu não ter tido essa fase de rebeldia ou então de questionamento do meu caminho, da minha fé, foi... Eu adus.

Tem ligação com isso, com essa igreja que eu fazia parte. Isso é tão interessante, não é, Juliana? A gente está numa igreja que realmente ensina a palavra, que fala, que faz um alicerce, um alicerce e uma construção bem feita da fé em Cristo Jesus, do conhecimento dele.

Então, fica a dica, se você está procurando uma igreja, procura uma igreja que prega a palavra realmente, verdadeiramente. Até porque o que realmente transforma a vida das pessoas é a palavra, é apresentar Cristo, isso faz toda a diferença.

Toda a diferença, inclusive, na vida de uma criança, né? Daí a importância de um ministério infantil, né? Exato. Mas aí como que você vai fazer isso? Você vai ler a Bíblia pra poder saber se a pessoa tá falando o que diz a Bíblia, né? Isso, exatamente. Exatamente. Você tem que trazer a parte de uma igreja forte, saudável, biblicamente correta, né? E você tem que averiguar mesmo na sua Bíblia.

estudar você para ver se realmente o que estão falando condiz com o que a Bíblia está falando. Então, acredito que foi um passo a passo da minha vida dessa maneira. Deus, graças a Deus, Ele me colocou nessa igreja, e eu louvo a Deus por Ele ter me colocado nessa igreja. Eu participei dessa igreja durante... Foi, deixa eu ver, uns 13 anos. Fiz parte dessa igreja há 13 anos.

E essa caminhada com essas pessoas que me instruíram, e também eu tive vontade de estudar também a palavra, né? Eu tive também o interesse de aprender e de continuar aprendendo, porque a gente não aprende só uma vez, não é? A palavra do Senhor é pra gente aprender a cada dia. Verdade.

Juliana, e a universidade? Como foi escolher a profissão? Tinha algo em vista como eu quero isso para eu servir ao senhor assim?

Tal tempo ou não? Não tinha nada em mente. Bom, como eu sempre gostei de cozinhar, eu sempre gostei dessa parte de culinária, de cozinhar, estava muito ligado também à questão do acolhimento. De acolher as pessoas como uma forma de comida. Então, eu sempre considerei a comida, a mesa, como uma forma de acolher as pessoas.

Então, quando eu vim para Mossoró, eu tive a oportunidade de escolher um curso, eu queria fazer uma faculdade, e aí eu tive essa oportunidade aqui de escolher esse curso de nutrição. Então, eu fiz em 2011, quando eu já cheguei em Mossoró, eu já tive essa oportunidade de iniciar também a faculdade de nutrição, terminei em 2015.

Então, foi um período muito rico na minha vida de estudos, foi um período muito rico de aprendizado em relação também a organizar o meu tempo, porque eu já era casada e já tinha outros cuidados, não só com estudos. Então, é diferente quando você é bem jovem ainda e tem só os estudos para dar conta.

Outra coisa é quando você já tem a sua casa, o seu marido, já tem ministério, e você tem que conciliar com a faculdade. Então foi um período onde Deus me ensinou e me conduziu bondosamente para que eu pudesse mexer em todos esses pratinhos e dar continuidade de uma forma que eu considerei eficaz, foi efetivo nesse período. Então foi um período de muito aprendizado do curso em si.

E também de vida pessoal. Interessante. Então você não conheceu o seu esposo na universidade. Aonde foi então? Já ia perguntar, né? Conta essa história de amor pra gente aí.

Então, voltando a essa história, eu comecei realmente a orar por isso, e eu pedi a Deus, assim, Senhor, eu quero que o Senhor me dê um bom casamento, eu quero que o Senhor me dê um bom namorado, um bom amigo e um bom marido.

E essa pessoa tem que te amar em primeiro lugar. Eu quero que essa pessoa tema a ti. Eu preciso que essa pessoa me ajude na caminhada, na minha fé. E aí, voltando para essa primeira igreja tão amada, tão querida por mim, eu conheci o Clanilton lá, nessa igreja. Então, nos conhecemos nessa igreja.

E começamos a nossa amizade e o nosso namoro nessa minha primeira igreja, na nossa primeira igreja, porque também foi a primeira igreja dele. Ah, então ele congregava lá, né? Ele já congregava lá, exatamente. Então, a gente namorou cidade, a gente se conheceu. E aí, o casamento veio logo, ou você esperou um pouco?

Teve logo a certeza que era ele? Então, eu comecei, começamos a namorar, e aí o período de namoro é para essa fase de conhecimento, né? De conhecer a pessoa. Então, Deus nos deu bons anos desse conhecimento, um do outro, então nós podemos nos conhecer, conhecer as nossas famílias. E como a gente fazia parte da mesma igreja, então as nossas famílias se conheciam, né?

Então isso foi muito bom e muito importante, porque foi algo tranquilo, não foi algo que causou espanto ou medo para as nossas famílias, porque as nossas famílias já se conheciam, né? Então os nossos amigos eram amigos em comum também. Então tudo isso contribuía para que esse período de conhecimento do namoro fosse um período tranquilo, saudável.

E aí, o Clangelo foi para a Palavra da Vida, no nosso primeiro ano de namoro. Ele cursou o projeto Marcos, na Palavra da Vida. E aí, ele sempre...

trabalhou servindo ao Senhor, com os dons que Deus deu a ele. Então, a nossa trajetória foi eu acompanhando muito esse passo a passo dele se capacitando, estudando e servindo ao Senhor. Quando nós casamos em 2006, nós fomos para Nova Russas. Então, quando nós casamos em 2006, nós casamos e já seguimos para Nova Russas.

E foi um período também muito bom nas nossas vidas. Nós passamos de 2006 até 2010 em Nova Russas, servindo na Igreja Cristã e Evangelica de Nova Russas. E foi um tempo muito bom. Eu já estava lá. Com certeza fez muitas amizades, né? E essas amizades continuam até hoje, né?

E essas amizades continuam até hoje. Foi um período muito... Eu lembro com muito carinho desses anos. Lembro de como nós fomos bem acolhidos aí na igreja, na cidade. De como foi bom servir aí, né? Sermos amados e amar esse povo aí de Nova Russa. Foi um período muito importante nas nossas vidas.

E é interessante que até hoje a gente chama o clenito de pastor, né? Quando eu vi o clenito de pastor. A Juliana falou algo interessante, né? Ela pediu a Deus alguém que, em primeiro lugar, amasse o Senhor Jesus. Isso é interessante porque às vezes a pessoa vai...

Escolher alguém e vai olhar para algo que não tem, às vezes, nada a ver com o nosso relacionamento com Deus. E acaba se frustrando depois. O que realmente faz a diferença, que pode realmente trazer muitas bênçãos para um casamento, é o nosso relacionamento com Jesus.

Se o seu cônjuge está amando a Deus, você mesmo vai ser beneficiado com isso. Então, para aqueles que estão orando e buscando, ore ao Senhor. Peça alguém que, de fato, ame a Cristo de verdade. Verdade. E um conselho e poder para as jovens é justamente isso que João Lucas falou.

Se você é uma jovem cristã, peça ao Senhor, busca o Senhor e não se enverede por um relacionamento que essa pessoa não ame o seu mesmo Deus.

porque a probabilidade de você de dar muito errado, esse casamento, esse relacionamento é muito grande e você vai ter um desgaste muito grande durante a sua vida. Então, assim, busque, é o conselho que eu dou, jovens cristãs, busque a Deus e peça a Deus uma pessoa que compartilhe da mesma fé, dos seus mesmos princípios e valores. Minha História Minha História Na Rádio Seara

Nós estamos conversando hoje, conhecendo a história da Juliana Portado Malaquias. E Juliana, depois que você saiu aqui de Nova Russas, vocês foram para Mossoró e estão até hoje, não é? Como é que vocês estão servindo ao Senhor aí? Hoje. Então, a gente chegou em Mossoró em 2011.

E o Clanilto foi chamado, foi convidado para servir numa escola chamada Alfa, que é o Centro Educacional Alfa. Essa escola é uma escola cristã, uma escola que tem uma cosmovisão cristã no seu ensino. Então, é uma escola conhecida e reconhecida aqui na cidade. Então, temos a oportunidade de ver diariamente várias crianças aprendendo sobre a Palavra do Senhor.

Então, o Clanyuto integra a direção dessa escola e eu sou uma das professoras da escola, sou professora de artes da escola e também faço alguns atendimentos na...

que se chama AEE, que significa Atendimento Educacional Especializado. Então, com crianças, algumas crianças autistas, algumas crianças com TDAH, dislexia. Então, eu tenho a oportunidade de atender algumas dessas crianças no alfa hoje. É interessante, é um privilégio ter uma escola assim, né? Com uma cosmovisão cristã, colocar seu filho lá, sabendo que ele está...

Aprendendo de Deus, além do conhecimento secular, que precisa aprender do currículo escolar. E é um grande privilégio, né, Ju? É um grande privilégio, porque a gente vê educação hoje, principalmente quem é cristão, quem é um pai, uma mãe cristã.

tem muito receio de colocar o seu filho em qualquer escola, que não vai compartilhar da mesma fé que eles têm como família. Então a gente tem a oportunidade de atender muitas famílias cristãs aqui, e a gente não atende só a família cristã. O grande público é sim a família, famílias que já são cristãs, mas a gente atende também famílias que não são cristãs e que têm a oportunidade de ouvir a palavra do Senhor.

Então tem a aula de ensino religioso, né? Então toda semana os alunos têm aula de ensino religioso. Então eles têm essa oportunidade de ouvir a palavra do Senhor. E antes de começar cada aula de manhã, toda sala, toda turma tem um devocional.

tem o nosso devocional também, então cada professor que ministra a primeira aula, eles levam o devocional. Então, assim, todos os professores são cristãos, então é realmente um privilégio poder fazer parte desse ministério e levar a palavra de Deus adiante com esse ministério. Isso é um sonho, João Lucas!

Maravilhoso. Agora, Juliana, eu queria saber, a escola trabalha com qual faixa etária? Então, já começa no infantil 2, então crianças com 1 ano e 8 meses a 2 anos já iniciam e vai até o 9º ano.

E você é professora de artes, menina. Qual é o seu dom, seu talento? O que você gosta de fazer? Eu admiro muito quem tem dom de arte. Qualquer uma que seja.

Na realidade, Joelma, quando a gente fala de arte, a gente já imagina alguma coisa bem manual, algum quadro, alguma pintura, algum trabalho manual. Mas quando eu falo que eu sou professora de arte, eu sou professora mais da história da arte.

Então, assim, a gente trabalha com livros que também têm a cosmovisão cristã, que são livros do Mackenzie, do sistema Mackenzie. E aí, nesse livro que eu vou falar da minha disciplina agora, que é de artes, então eu ministro muito a história da arte. Então, eu estou tendo a oportunidade esse ano de falar com a turma do quinto ano, do sétimo ano e do oitavo ano.

Então a gente vê, sim, a gente vê algum tipo de arte, como história da música, alguns artistas principais da música, como Mozart, como Bach, eles vão estudar um pouquinho desses artistas principais.

Van Gogh então assim, a gente passa um pouquinho das obras deles e de quem esses personagens artísticos foram, foi na época e a gente fala que o maior artista que o maior criador não foram esses tão reconhecidos que o nosso maior artista e criador foi e continua sendo Deus, então a gente tem a oportunidade de no meio da disciplina falar sobre e aí

o maior artista, que é o nosso Senhor, que ele criou todas as coisas, que ele é um Deus criativo, que em sete dias ele criou todo mundo, e cada dia ele fez algo acontecer. Então, no meio...

disciplinas comuns, a gente tem a oportunidade de falar de Cristo. Juliana, nota-se que você é uma mulher bem sucedida, graças a Deus, bem casada, fez aí a sua faculdade e tal, tem algum sonho que você ainda não realizou, que gostaria e possa compartilhar conosco ou não?

Um sonho que eu ainda não realizei. Eu não sei, eu não... Eu acho que eu não... Sou muito sonhadora. Eu acho que eu não lido muito bem com essa questão de sonho. Eu não sei por quê. Porque eu vou... Acho que eu vou aproveitando e curtindo a cada dia que Deus me dá. E vou querendo saber as surpresas. A cada mês, a cada ano. Eu não fico...

muito pensando assim, eu queria tanto fazer ainda isso. Eu não sou muito dessa questão de sonhos assim, dessa forma. Eu sou muito assim de querer saber o que Deus está me dando nesse momento e de querer usufruir, saber da melhor forma como é que eu posso aproveitar aquele momento. Para mim e como é que eu posso se deixar ser usada por Deus.

Naquele instante ali. Então eu não sou muito boa com essa questão de sonhos. De pensar o que eu ainda quero fazer. Pronto. Deu a receita contra a ansiedade. Exatamente. Confiar 100% em Deus. É isso aí. Juliana.

Obrigada por participar conosco, por falar um pouco da sua história. Tem algum capítulo que a gente pulou ou não falou que você queria compartilhar ou não? Acredito que a gente deu uma boa pincelada. Porque não dá para falar tudo, não é assim? A gente quer falar mais, mas acaba que não tem como se falar tudo por conta do tempo. Mas acredito que falei bastante de cada fase minha.

Agora temos uma última pergunta, Juliana. A gente faz para todos que passam por esse podcast. Quem é Jesus Cristo para você? Jesus Cristo para mim, Ele é meu Salvador, meu Redentor, a minha esperança, aquele que eu quero encontrar um dia.

meu melhor amigo, o dono dos meus dias, da minha vida. Amém. Juliana, obrigada por falar conosco, contar sua história. Deus abençoe. Continue usando você nesse ministério tão lindo, de abençoar tantas vidas, que você possa ser uma tia maravilhosa sempre. Adoro, adoro essa minha versão. É uma das versões que eu mais gosto de ser tia.

Deus abençoe você, Juliana. Obrigado pela participação. E você que quer compartilhar esse podcast, está no site radioceara.fm. Até a próxima, se Deus quiser. Você ouviu na Rádio Seara. Minha história. Rádio Seara. Uma sintonia de paz.

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