A melhor amiga cometeu só um erro...
Caso Katherine Foster
Katherine Foster
- Caso Katherine FosterKatherine Foster · Morte no campus universitário · Alabama · Mobile · Fisioterapia · Jamie · Tish · Tom
- Condenação de Jamie ReynoldsJamie (melhor amiga de Katherine) · Programa de TV sobre o caso · Ligação de Ricky · Sessões de Alcoólatras Anônimos · Carta de confissão · Obsessão por Tom · Análise de potássio no fluido ocular · Condenação à prisão perpétua
- Homicídios em ItuclaroCorpo encontrado na área arborizada · Ferimento na nuca e tiros de calibre 22 · Ausência de sinais de luta ou agressão sexual · Pistola calibre 22 encontrada próxima à cena · Teorias sobre vida dupla, assalto ou assassinato planejado · Exame toxicológico e inchaço cerebral · Suspeito Michael Morris (segurança do campus) · Gaiola na casa de Michael Morris
- Relatos de Casos BizarrosCasos de amigas que matam amigas · Caso Pam Hupp · Avanços tecnológicos na resolução de crimes
O caso de uma estudante universitária que foi morta dentro do campus se torna ainda mais bizarro quando um dos suspeitos é encontrado dentro da própria casa que contém uma gaiola de cativeiro. Bem-vindos a mais um vídeo no canal! Se você gosta de conteúdo assustador, bizarro e misterioso, você tá no lugar certo. Toda semana tem pelo menos 3 vídeos longos, todo dia tem vídeo curto, então tem muito conteúdo para vocês. Se você gosta desse tipo de conteúdo, não esquece de deixar seu like, se inscrever no canal, comentar outros temas que vocês querem ver aqui.
Os bons créditos estão sempre na descrição do vídeo. Gente, eu tô rindo porque eu tô gravando uma hora do dia, como vocês podem ver, tá batendo um sol no meu colo. Inclusive, a Arya tá sentada no meu colo aqui no solzinho e tá subindo um monte de pelo de gato, parecendo vários flocos de neve nesse vídeo. Tipo, poeira, deve ser tudo junto, né? Mas enfim, tava rindo disso. E hoje no cenário tem um item a mais que eu devia ter tirado daqui, que no caso é um presente para Mabê.
Conhecem a Mabê do Modus Operandi, Caso Bizarro, não sei o quê? Eu estou para entregar esse presente desde o aniversário dela, que já faz umas 2 semanas, e não é como se fosse uma caixa pequena para eu esquecer, né? Eu tava literalmente jantando com ela ontem e eu não levei o presente. Então tô tentando deixar mais à minha vista possível para a próxima vez que eu encontrar ela entregar. Nada a ver, né? Inclusive, ela no sofazinho da Ari, ela não tá deitada lá porque tá com presente aqui.
No vídeo de hoje eu queria pedir para vocês comentarem bastante outros casos que vocês querem ver aqui no canal. Eu gostei muito de ter falado de um caso sobrenatural no último vídeo, eu achei que tava faltando um pouco dessa variedade no canal de novo, além de ficar falando de tantos casos criminais. Então comentem outros casos, principalmente de histórias bizarras que vocês tiverem. E é isso, sem mais enrolação, bora para a história de hoje.
A história de hoje se passa no ano 1980, no Alabama. A cidade chamada Mobile era considerada uma cidade muito acolhedora. Os crimes lá eram muito raros e tinha um grande campus universitário que era o local onde a maioria das pessoas que viviam na cidade estudavam, além de ter algumas pessoas de fora que iam pra lá também. Esse caso é mais um caso em que a gente tem uma vítima que é considerada pelos pais e por todos os amigos como uma garota prodígio, extremamente amigável.
O nome dela era Katherine Foster. Os pais dela eram muito felizes de ver que a filha tava seguindo o caminho deles na religião. Então ela era uma cristã muito devota, ela seguia todos os ensinamentos da igreja, ela frequentava a igreja e, além disso, ela tava estudando fisioterapia. No momento em que o caso aconteceu, a gente estava no fim do verão e começo do outono. Então era aquela coisa de agosto, setembro. A Catherine tinha duas amigas que eram as melhores amigas da vida dela, a Jamie e a Tish.
Nossa, gente, um grande problema de eu gravar nesse horário aqui em casa é que tá passando avião que tá fazendo sombra nessa janela, então não reparem. Em uma quinta-feira, ela tava indo junto com as meninas no supermercado e ela lembrou que ela tinha esquecido alguma coisa dentro do dormitório da faculdade. Então ela falou pra elas que já voltava. Mas ela nunca mais voltou. Depois que ela falou isso pras amigas, ninguém mais a viu.
Então aquela quinta-feira foi ficando cada vez mais próxima do fim da tarde, da noite, e a Catherine não tava em nenhum lugar. Em um primeiro momento, as meninas não avisaram ninguém, não teve nenhum tipo de alarme. Até porque elas eram universitárias, elas estavam vivendo dentro de um campus universitário. Era super normal que a Catherine tivesse mudado de ideia e não queria mais ficar com as meninas, foi fazer alguma outra coisa.
De repente saiu com alguém à noite. Ou simplesmente tava dentro do quarto quarto sem querer conversar. A gente tava nos anos 80, não tinha redes sociais, não tinha celular como a gente tem hoje. O problema é que no dia seguinte elas tinham uma aula às 2 da tarde e a Catherine também não apareceu. Aquilo foi um sinal de alerta para os familiares e para os amigos porque ela não tinha esse costume de faltar aula, a não ser que algo extremamente importante tivesse acontecido.
As meninas decidiram ligar para família dela, avisaram que não estavam vendo a Catherine em nenhum lugar desde o dia anterior, e aí os pais preocupados Voltaram à universidade. Com esse alerta, alguns voluntários seguiram para fazer umas buscas nas proximidades e tentar entender o que poderia ter acontecido. Felizmente, a Catherine foi encontrada depois de 2 dias, mas infelizmente em situações que ninguém desejava. Ali próximo da universidade tinha uma grande área arborizada, tinham vários pinheiros, uma vegetação densa, e o corpo dela tava ali no meio.
Quem encontrou o corpo foram os próprios voluntários universitários que estavam andando por ali, e quando eles a encontraram Eles a descreveram como parecendo estar extremamente tranquila. Parecia que ela tinha se deitado ali para descansar. A polícia foi acionada, os peritos foram até a cena e eles descobriram que ela tava com um ferimento na nuca. Ela tinha levado 2 tiros de uma arma calibre 22. Um deles tinha sido na nuca e o outro tinha sido a queima-roupa próximo da têmpora.
Então aqui a gente vê que foi um caso em que ela foi morta num estilo bem de execução. Ela também não tinha nenhum sinal aparente de luta, e aí se abriu um grande mistério de quem teria feito algo assim com ela. O corpo foi levado para uma análise mais profunda e os investigadores disseram que ela tava com o cabelo arrumado, ela ainda tava maquiada, ela tava com as roupas limpas, arrumadas, não tinha nenhum outro hematoma no corpo dela e também não tinham indícios de agressão sexual.
Essa foi uma das primeiras hipóteses dos policiais, que talvez aquele se o crime tivesse sido cometido depois de uma agressão sexual. Eles pensaram: a Catherine é uma pessoa muito querida ali na comunidade, religiosa, tinha vários amigos, tinha uma família muito boa. Então qual seria o motivo para alguém querer matar ela daquela forma? Era uma pessoa que queria agredir ela sexualmente, depois não queria que ela contasse nada e acabou a matando?
Seria uma hipótese se a gente tivesse indícios de que a agressão teria acontecido, mas não tinha. 5 dias depois do corpo ter sido descoberto, os policiais encontraram uma pistola calibre 22 próximo da cena do crime, mas ela não era a arma do crime em si. Era— foi uma grande coincidência, tá, ter uma pistola do mesmo calibre ali perto. A arma oficial que foi usada ali nunca foi encontrada. Agora começava a parte mais difícil. Os investigadores foram fazendo interrogatórios com amigos da Catherine.
Isso envolvia as duas melhores amigas, que eram as pessoas mais próximas e que estavam com ela no dia anterior, e também interrogaram quem era o namorado da Catherine Uton? As 3 teorias principais até aquele momento eram que ou a Catherine tava vivendo uma vida dupla, então ela devia estar escondendo algum segredo da família dela que era extremamente devota. Então sei lá, às vezes no campus universitário ela tava usando drogas e aí tava devendo para alguém, alguém decidiu matar ela por conta disso.
A segunda teoria é que poderia ter sido um assalto aleatório ou até um assalto que deu errado. E a terceira teoria seria um assassinato planejado por uma pessoa próxima que já queria fazer aquilo. Mas se era uma pessoa próxima, quem era essa pessoa? Vocês sabem que nesses casos, né, quando uma mulher é executada dessa forma, uma das principais teorias é que talvez o marido, o namorado, um amante possa ter feito tudo isso. Algo bem interessante também é que o exame toxicológico da Catherine não apresentou nenhuma alteração.
Ela não tinha nenhum tipo de droga nem álcool no organismo. Ou seja, isso significava que quando os tiros foram disparados, ela tava alerta e consciente. E não só isso, o cérebro dela apresentava um inchaço que indicava que depois que ela recebeu o primeiro tiro, ela continuou viva. Então o cérebro teve tempo de inchar até ela ser executada de verdade com o segundo tiro. Pros investigadores, esse fato revelava que quem cometeu aquele crime seria uma pessoa que tivesse uma certa intimidade ou familiaridade com ela.
Agora, um outro motivo pra polícia desconfiar namorado dela é que recentemente o Tom tinha sido descoberto por ter beijado uma outra garota. Isso aconteceu pouco antes da Catherine falecer e os dois eles já namoravam há bastante tempo. Eles eram namorados desde o ensino médio, se formaram, foram para faculdade, continuaram namorando. Então era um cara que ela já tinha um relacionamento duradouro e isso, né, ele ter beijado outra menina pode ter sido uma quebra de confiança muito grande.
Não pode ter sido, né, Foi uma quebra de confiança muito forte que, sei lá, talvez o Tom se exaltou e acabou matando ela? Além do Tom ter sido descoberto, quando essa informação saiu ali pra cidade, isso abalou muito a confiança que as pessoas no geral tinham no Tom. Então ele virou mesmo esse principal suspeito. Ele foi interrogado de novo pela polícia e ele apresentou uma versão dos fatos que foi meio esquisita. Por exemplo, na noite em que a Catherine supostamente teria falecido, tinham 6 horas ali que ele não conseguia falar de um álibi ou falar com quem ele tava.
Ele só falou que ele tava sozinho a noite toda. A polícia estimava que a Catherine teria falecido mais ou menos às 2 horas da manhã. Isso porque no campus universitário tinha uma garota que ela sofria crises muito fortes de asma. E ela disse que durante a noite ela acordou e ela precisou abrir a janela do dormitório pra respirar um pouco. E no que ela abriu a janela, ela ouviu dois barulhos que, de acordo com ela, pareciam dois tiros.
Então os policiais trabalharam muito com essa ideia do horário que tinha sido a morte. O Tom continuou sendo pressionado pela polícia, mas ele manteve a história de que ele tava sozinho aquela noite toda. Então assim, história esquisita, mas ao mesmo tempo os policiais não tinham nada que colocasse ele na cena. Então ele ficou ali meio que de suspeito mesmo. As duas amigas da Catherine que foram investigadas, as duas também tinham álibis.
Isso tanto a Jamie quanto a Tish. Inclusive, a Jamie, ela tinha ido pra cidade dos pais dela, que se chamava Passigoula. Eu não sei se é assim que pronuncia. Então ela tava com a família e aí as duas foram descartadas como suspeitas. Os meses foram passando, que foram se transformando em anos, aquele caso foi esfriando. Os policiais estavam muito preocupados. Sabe aquele caso que sempre fica na mente deles, de tipo: "Como assim a gente não conseguiu solucionar?" Na verdade, tinha um outro suspeito muito forte naquela época que até então os policiais também não estavam conseguindo provar nada.
Mas era um cara que ele trabalhava como segurança do campus universitário. Esse segurança, ele tinha um histórico criminal antes de começar a trabalhar ali. Então a polícia também olhou bastante pra ele. A história dele voltou à tona 3 anos depois do crime. Esse suspeito, ele tirou a própria vida dentro da casa dele. Desconfiados, os investigadores já sabiam que ele tinha um histórico de um crime que ele tinha cometido em 1979.
Então, um ano antes da Catherine falecer, ele tentou sequestrar uma estudante de medicina e quando ela tentou escapar, ele atirou nela. Logo depois desse crime, quando ele foi solto, ele não ficou muito tempo preso, ele foi contratado como segurança de um campus universitário. Então todo mundo ficou tipo: "Como assim você tá contratando um segurança que tem um crime com uma universitária super recente e aí você vai deixar ele andando lá no meio de outras Universitárias, mas isso aconteceu.
No corpo da Catherine, a gente não tinha nenhum sinal dela ter sido amarrada, vendada, nada do tipo, porque uma teoria dos policiais é que ela teria sido sequestrada, ficado em cativeiro por umas horas e depois ela tinha sido morta, porque pela análise que eles fizeram do corpo quando ela foi encontrada, eles estavam estimando a hora da morte junto com depoimento da menina com asma. Naquela época, a gente também não tinha exames muito certeiros.
Na época em que o caso aconteceu, esse segurança, ele foi liberado porque ele tinha um álibi. Ele tava junto com um outro segurança do campus no horário em que a polícia acreditava que os tiros tinham sido disparados. Só que aí, quando eles foram olhar a casa desse cara, tava tudo muito bizarro. Ele tinha uma vasta coleção de matérias relacionadas ao caso da Catherine. Então, ele tinha muitas notícias, reportagens, jornal. Ele tinha o laudo da autópsia e até poemas que ele tinha escrito sobre ela.
Junto com essas coisas, ele também tinha alguns itens de pornografia. Ele faleceu por uma overdose de medicamentos. E aí, na casa dele tinha um cômodo muito bizarro. Era um cômodo tipo da série You, sabe? Que tinha tipo uma gaiola no porão. Quando você entrava lá, dava para ver que tinha uma parte da casa que era quase como um cômodo extra, que tava cercado de uma grade. Tinha um colchão ali. Então os policiais pensaram: é isso, a gente matou a charada!
Ele sequestrou a Catherine, deixou ela dormindo esse colchão durante algumas horas até ele levar ela para o meio da floresta e atirar na nuca dela. O nome desse cara aqui, né, do ex-segurança, era Michael Morris. Só que, de novo, apesar de todas essas evidências entre aspas, não tinha nada que conectava ele com a cena. E ao mesmo tempo ele tinha o álibi. Aquele segurança que tava com ele, ele jurava que eles estavam juntos no horário.
Então dava para ver que o Michael, ele não era um cara muito bonzinho, mas cada uma das coisas que foram encontradas ali tinha uma explicação. Primeiro, ele já tinha se aplicado para uma vaga no departamento de polícia, mas ele nunca foi aceito porque ele não passou no teste psicológico. Aí o que que ele pensou? Ele falou: olha, eu vou pesquisar tudo que eu posso sobre o caso da Catherine, eu vou solucionar, eu vou descobrir quem foi o assassino, e aí não vai ter jeito, a polícia vai ter que me contratar.
Agora vocês devem estar se perguntando: mas por que que ele tinha uma jaula na casa dele? Pois é, aparentemente o avô dele tinha algumas questões de saúde mental, ele tinha mania de sair de casa e ficar perambulando pela vizinhança, já tinha passado por algumas situações em que isso foi perigoso e aí, para ele, a alternativa era prender o avô na casa. Então parece que ele ficava isolado ali em momentos em que o Michael não ia estar em casa para garantir que ele não saísse.
Isso é certo? Com certeza não. O Michael tinha alguns problemas? Tinha alguns problemas, mas não tinha nada que colocasse ele na cena do crime com a Catherine. Mais alguns anos foram se passando, uma jornalista investigativa tava olhando bastante para esse caso o nome dela era Amy, e aí ela decidiu que ela queria fazer uma reportagem da TV, tipo aqueles programas de casos criminais. Ela queria fazer um episódio sobre o caso da Catherine.
E aí ela entrou em contato com os investigadores, conseguiu algumas autorizações e colocou isso no ar. Por um lado, né, quando esses programas são bem feitos, isso pode ajudar muito com alguns casos, porque tem pessoas que têm acesso à história que talvez não teriam de outra forma, que podem ter algumas informações. E foi isso que aconteceu. Depois que esse episódio foi pro ar, a emissora recebeu uma ligação de um cara chamado Ricky.
O Ricky entrou em contato dizendo que ele tava frequentando algumas sessões dos Alcoólatras Anônimos e lá ele conheceu uma pessoa. Essa pessoa criou uma amizade com ele, os dois compartilhavam muitas coisas pessoais e ela teria dito que tinha matado alguém. Ela também falou que matou alguém dentro de um campus universitário. O Rick, quando ficou sabendo daquilo, não acreditou. Então ela tentou convencê-lo. O que ela fez? Ela foi até a biblioteca local, encontrou muitas notícias sobre o caso e mostrou tudo para ele.
Ela falou assim: "Olha, essa foi a garota que eu matei." Ele ficou sem acreditar, ele tava achando que aquilo poderia ser só uma historinha, mas quando esse caso foi para TV, ele pensou: "Bom, sei lá, né, pode ser que os investigadores achem alguma coisa, encontrem alguma coisa a partir dessa pessoa, porque se não foi ela que cometeu "Crime", talvez ela acompanhou o caso, sabe de alguma coisa que pode ajudar. Quando os policiais perguntaram quem era essa pessoa, ele respondeu que ela se chamava Jamie.
Vocês lembram da Jamie? Uma das melhores amigas da Catherine? Ele só falou um sobrenome diferente pra ela, mas o sobrenome tava diferente porque ela já tinha se casado. E era a mesma Jamie que tinha sido investigada agora 20 anos atrás. A polícia tava muito certa. Ética, tá? O Rick, ele também não tinha um bom histórico. Ele já tinha sido preso por homicídio culposo e por perjúrio, que vocês sabem, quando a pessoa mente ali, né?
Então eles falaram: será que ele tá querendo os minutinhos dele de fama?" Ainda assim, esse caso tinha esfriado, então eles pensaram: "Tá, vamos tentar ir atrás, vamos falar com a família da Jamie." Um dos investigadores foi até a casa do padrasto dela e ele perguntou se ele já tinha ouvido falar de alguma coisa do tipo, se tinha alguma carta carta de confissão, alguma coisa que ele pudesse ajudar. Por incrível que pareça, ele respondeu que sim, que ele não tinha uma carta de confissão, ele tinha a carta.
Essa carta foi entregue para o investigador e ela dizia várias coisas, algumas delas tipo: Querida Catherine, depois de todos esses anos eu vim até você. É a Jamie, a garota que tirou sua vida. Eu não sei por onde começar. Eu era sua amiga, "Mas eu era obcecada pelo Tom e você tava no meu caminho. Pra compensar, o Tom me odiou depois da sua morte. Apesar de ninguém conseguir provar que eu te matei, todo mundo sabia que eu era obcecada pelo Tom, que eu manipulei o meu caminho pra vida dele.
E eu acho que muitas pessoas suspeitaram que eu tinha te matado." Agora, a polícia aparentemente tava com uma confissão em mãos. A Jamie, a melhor amiga da Catherine, dizia que tinha matado porque era obcecada pelo namorado dela. Mas será que aquilo era verdade? Os investigadores foram atrás da Jamie pra levar ela pra prestar depoimento. Ela seguiu com essa confissão e ela explicou detalhe por detalhe do que ela tinha feito. Ela disse que tinha traído a Catherine até uma floresta, que seria essa floresta ali perto do campus, com uma desculpa qualquer.
Lá ela teria atirado na nuca da Catherine enquanto ela tava andando na frente dela. Depois que ela caiu no chão, a Jamie disse que a Catherine ainda tava fazendo um barulho. Então ela chegou bem perto e deu esse tiro a queima-roupa. Roupa. Depois ela disse que só saiu da floresta, voltou para o dormitório e jogou a arma em uma caçamba. Realmente, ninguém encontrou essa arma do crime. Eu não sei se ela jogou na hora certa quando o caminhão de lixo estava passando, mas foi bizarro, ninguém achou ela.
Depois que os policiais ouviram essa confissão, eles ficaram ainda com um pé atrás porque a Jamie, ela tinha uma fama por mentir, por exagerar histórias. Isso acabava com a credibilidade dela. Então parecia que, sei lá, ela só tava se gabando. E aí vocês devem estar se perguntando: "Mas quem ia ficar se gabando por ter cometido um crime? Quem ia confessar um crime que não cometeu?" Infelizmente a gente tem muitos casos assim, né?
A gente tem pessoas que querem receber uma fama por terem cometido um crime. E infelizmente também, por incrível que pareça, quer vocês acreditem ou não, tem muitos grupos sociais que acabam gostando ainda mais de uma determinada pessoa se ela assumir que ela matou alguém. O que é bem bizarro. Essa confissão fez com que o caso fosse reaberto depois de todos esses anos. E agora, com os avanços na tecnologia que a gente tinha, a gente conseguiu estabelecer algumas coisas que estavam meio fora do lugar.
Agora, eles conseguiram fazer uma análise dos níveis de potássio no fluido ocular da Catherine. Essa análise revelou que a hora da morte tava errada por quase o dobro. A nova cronologia coincidia exatamente com a confissão da Jamie. A Catherine teria ficado na floresta por 48 horas. Então assim que ela desapareceu, no mesmo dia que ela desapareceu, naquela noite, ela já tinha sido morta. Não teve um período em que ela ficou sequestrada ou em cativeiro.
Pros investigadores determinarem como foi a decomposição, eles também usaram o chamado laboratório de corpos que tinha ali na universidade. Então o que que eles fizeram? Eles colocaram alguns corpos em condições semelhantes em uma floresta imitando o local onde a Catherine tinha sido encontrada. É claro que esses corpos que são usados são corpos que foram doados para ciência, né. Esses resultados permitiram concluir que ela poderia sim ter ficado 48 horas na floresta sem ter sido perturbada.
Isso, tipo, sem muitos insetos atacando, esse tipo de coisa. E sabe aqueles tiros que a menina com asma disse ter ouvido por volta das 2 da manhã quando ela acordou? Então, 2 seguranças no campus amigos afirmaram que eles também tinham ouvido o mesmo som, mas que depois eles descobriram que eram fogos de artifício. Então agora, a confissão junto com o resultado da perícia reforçava a possibilidade da Jamie estar falando a verdade.
Em um primeiro momento, ela ficou presa em uma casa de recuperação e aí de novo ela assumiu a culpa. Ela disse que ela tinha uma obsessão doentia pelo namorado da Catherine, o Tom. Ela falou até que ela mostrava fotos dele para a família dela dizendo que aquele era o namorado dela. A carta que ela escreveu com a confissão era uma carta que fazia parte das reuniões dela do Alcoólatras Anônimos. Então, não sei, acho que tinham alguns exercícios ali que eles estimulavam que eles escrevessem sobre algum trauma.
Parece que além do Rick, ela teria confessado esse crime também para madrinha dela dentro do programa do AA. Em 2010, a Jamie foi condenada à prisão perpétua. Esse caso para mim é um caso muito sinistro, né? Porque imagina uma pessoa que se passa como sua melhor amiga, na verdade em segredo tem uma obsessão pelo o seu namorado, a ponto de cometer um crime só para poder ficar com ele. Isso é muito bizarro, mas eu acho que é um dos crimes que a gente vê que poderia ter sido solucionado mais cedo, caso naquela época a gente tivesse alguns avanços um pouco melhores de tecnologia.
Então foi só a gente ter esses avanços que as coisas andaram. Esses casos de amigas que matam amigas, eles para mim assim são extremamente bizarros, de verdade. Eu tava até pensando nesse vídeo em fazer um compilado de vários casos assim. Tem um outro caso aqui que eu contei no canal que até fizeram uma série que é da Pam... Como chama? Vou até pesquisar aqui pra vocês. O caso é de uma mulher chamada Pam Hupp. Ela também matou a melhor amiga e quase se safou.
Então assistam esse vídeo também, é bem... É um caso muito doido, a série também é muito boa. E me dá arrepios. Então comentem aí o que vocês acharam. E até a próxima!