Episódios de Assustador, Bizarro e Misterioso

A órfã brasileira

11 de junho de 202616min
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Caso Amanda Oliveira

Participantes neste episódio1
S

Speaker A

Host
Assuntos6
  • Caso Amanda Oliveira (Gabrielly)Amanda Maria Souza de Oliveira · Gabrielly · Joinville · Família acolhedora · Farsa de 11 anos · Comportamentos infantilizados · Agulhas no corpo · Golpe em 5 famílias
  • Histórico de Golpes de Amanda OliveiraContagem, Minas Gerais (2017) · Carolina · Projeto Compaixão · Minas Gerais (2018) · Beatriz Oliveira Xavier Maciel · Nova Iguaçu, Rio de Janeiro (2023) · Maria Eduarda da Silva Ferreira · ONG Mães que Abençoam com Amor
  • Golpes Recentes de Amanda OliveiraMato Grosso do Sul (Novembro 2023) · Chapecó, Santa Catarina (Junho 2024) · Melissa · Goiânia · Montes Claros, Minas Gerais · Prisão em flagrante (3 de Junho de 2026)
  • Produção de Curta MetragemGravação de terceiro curta · História da loira do banheiro · Lenda brasileira · Pós-produção
  • Impacto da IA na saúde mentalExame de sanidade mental · Advogado de defesa · Prisão preventiva
  • Críticas às Redes de ProteçãoInstituições de acolhimento · Checagem de documentos · Fraude
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Voz A:E essa semana acordamos com uma notícia bombástica de que existe uma órfã brasileira. Gente, essa história é muito doida! Bem-vindos a mais um vídeo no canal. Se você gosta de conteúdo assustador, bizarro e misterioso, você tá no lugar certo. Toda semana tem pelo menos 3 vídeos longos, todo dia tem vídeo curto, então tem muito conteúdo para vocês. Se você gosta desse tipo de conteúdo, não esquece de deixar seu like, se inscrever no canal, comentar outros temas que vocês querem ver aqui. As fontes e os créditos estão sempre na descrição do vídeo. E gente, primeiro, primeiro Primeiro, antes de falar sobre esse caso, queria falar pra vocês que semana passada não teve vídeo no canal, como vocês perceberam, porque estava gravando o terceiro curta da minha vida. Gente, vocês não estão preparados pra essa história, tá? Vocês sabem que os dois primeiros curtas foram sobre a história da loira do banheiro e esse terceiro vai ser sobre uma lenda brasileira também, que não é da loira do banheiro, vai ser uma nova. E a gente teve duas diárias de gravação, na verdade três, porque a primeira foi uma preparação de elenco ali e a gente reconhecendo o lugar que a gente ia gravar. E cara, foi assim, cansativo, mas o resultado eu espero que fique muito legal. Porque é o tipo de filme que a gente só vai entender se deu tudo certo depois que ele estiver montado. Então tô muito ansiosa pra mostrar pra vocês. Eu sou super ansiosa também, tá? Eu quero que termine essa pós agora em uns 2 meses. Será que a gente consegue? Não sei. Mas enfim, tô ansiosa pra mostrar, foi por isso que não teve vídeo. E aí agora voltando pro caso de hoje, uma curiosidade sobre mim. Vocês sabiam que o primeiro vídeo meu que viralizou no TikTok quando eu comecei a criar conteúdo fui falando sobre o caso da Orphan da vida real. Naquela época, né, o caso que eu falei foi o caso da Natalia Grace, que vocês já devem ter visto aqui no canal, porque o filme A Orphan seria inspirado, né, em duas histórias que existem aí de mulheres que se passavam por crianças. E aí esse vídeo viralizou, e aí de repente surgiu essa história aqui no Brasil que, cara, quanto mais você procura, mais doida ela fica, tá? Lembrando vocês que é um caso meio que em andamento, acho que a gente ainda vai descobrir novas informações, mas a gente já tem muita coisa sobre ele aqui. Então, sem mais enrolação, bora pra história de hoje! Hoje a gente vai falar sobre a história da Amanda Maria Souza de Oliveira. Mas quando esse caso foi apresentado, ela tava usando o nome falso de Gabrielly. Tudo teria começado não agora em 2026, mas quase 10 anos atrás, em 2017. Mas vou falar pra vocês as informações que saíram agora e depois a gente volta nessa linha do tempo. Esse caso foi descoberto por conta de um parente da família em que a Gabrielly tava vivendo. Então, o que aconteceu? Agora, em maio de 2026, a Gabrielly tava vivendo com uma família em Joinville há 14 meses. Essa família teria acolhido a Gabrielly acreditando que ela era uma criança de 11 anos de idade que ia fazer 12. Ela se aproximou dessa família por intermédio do pastor pastor de uma igreja. Inicialmente, quando ela chegou nessa igreja, ela teria dito que ela tinha 18 anos, ela tinha experiência em panificação e tava procurando oportunidade de emprego. Com o passar do tempo, no entanto, ela começou a relatar alguns problemas de saúde. Ela também disse que ela tava com dificuldades financeiras. E aí esse casal decidiu acolher ela na casa deles. Depois que ela conquistou a confiança da família, ela alterou essa versão da história que ela tinha apresentado inicialmente. Ela disse que, na verdade, ela só tinha 11 anos de idade e era uma vítima de abusos. Ela dizia que ela tinha um pai muito abusivo. Por conta disso, ela fugiu do Pará e foi até Santa Catarina. Como vocês podem ver pelas fotos da Amanda— Gente, surreal isso, tá? Na minha cabeça não faz sentido. Mas dá pra ver que ela não é uma garotinha de 11, 12 anos. A gente percebe que ela tem a aparência de ser bem mais velha. E a família também percebeu isso. Só que daí a Gabrielle, né, como ela se autodenominava, ela dizia que ela tinha tomado, ela tinha sido forçada a tomar hormônios quando ela era mais nova. E por conta disso ela ficou com essa aparência mais envelhecida. Ela também falava que ela era do espectro autista. Pra ajudar nessa farsa, ela tinha alguns comportamentos bem infantilizados. Então ela pedia mamadeira, ela pedia chupeta, ela também ficava comendo coisas mais de criança, tipo danoninho. Ela usava até aromatizantes pra ela dormir. Durante a noite, às vezes ela forjava crises de pânico pra ser minada pela mãe adotiva. Os pais adotivos ficaram muito preocupados com ela. Até porque a Amanda, ela fazia alguns desenhos enquanto ela tava ali na casa que mostrava algumas figuras monstruosas. Então parecia que ela tava sendo o tempo todo atormentada por aquele trauma que ela dizia ter passado. Os pais ofereceram remédio pra emagrecer, tratamento médico. Eles até organizaram uma festa de aniversário de 12 anos pra ela. Ela também não quis ser matriculada em uma escola porque ela convenceu os pais de que o pai abusivo dela iria encontrá-la caso ela tivesse no local público assim. E ela também nunca apresentou nenhum documento oficial dela. Então, né, não consigo nem imaginar como era a convivência da Gabrielle ali com a família e com os parentes da família que visitavam a casa e viam toda aquela situação do nada. Um dos parentes da família começou a desconfiar da história e foi pesquisar sobre isso na internet. Esse parente teria encontrado alguns relatos de um golpe muito parecido que tinha acontecido no 1º de janeiro. Depois dela reunir algumas informações, ela alertou o pai adotivo, que foi até a polícia. A polícia agora tá investigando o caso e já descobriu várias outras famílias que a Gabrielly, que na verdade é a Amanda, tinha enganado. E é isso que não entra na minha cabeça, gente. Como que ela enganou 5 famílias com esse golpe? Juro, eu tô rindo, mas não é engraçado, tá? É assim, é complicado. Até as mulheres que estavam cuidando dela agora deram alguns depoimentos e falaram que ela era extremamente manipuladora. A gente alugou uma kitnet, a Renata Me ajudou a pagar junto com o pastor. Eu trouxe meus móveis, meus móveis eu doei, a gente pegou doação de outras pessoas e ela começou a conviver. Ela me conquistou. Eu fiz mamadeira pra ela, eu dava chupeta, eu fazia ela dormir, eu cantava musiquinha pra ela. Uma coisa que aconteceu também é que a Amanda, ela tinha diversas agulhas enfiadas no corpo. Quando você faz um raio-x do corpo dela, você percebe que tem muitas agulhas ali. E aí eu tava vendo uma reportagem que tava justificando isso, que Por um lado, poderia ser porque ela queria mostrar que ela sofria esses maus-tratos, então ela tinha uma prova médica que ela mesma fazia em si mesma para mostrar que olha como eu fui abusada, né, enfiavam agulhas dentro de mim. E por outro lado, pode ser alguma coisa mais compulsiva dela, que em alguns momentos de estresse ela enfiava essas agulhas. Então, voltando um pouquinho na linha do tempo, como eu falei para vocês, em 2017 a gente já teve um primeiro caso em que a Amanda ela tava se apresentando como Carolina. Isso ela tava na cidade de Contagem, Belo Horizonte e ela foi acolhida por um projeto social chamado Compaixão. Uma assistente social disse que começou a desconfiar da idade dela e relatou ter comunicado à rede de proteção, o Conselho Tutelar e a promotoria. Então a gente teve esse primeiro relatório de que talvez ela tava mentindo. Depois, em maio de 2018, ela tentou aplicar um novo golpe, de novo em Minas Gerais. Dessa vez ela usou o nome Beatriz Oliveira Xavier Maciel, alegou ter 12 anos e denunciou um falso abuso sexual. Esse caso levou a uma investigação e eventualmente a uma ação penal que aconteceu em Minas Gerais. Em 2023, a gente teve um caso um pouco mais elaborado que aconteceu em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Nesse caso, o nome da Amanda era Maria Eduarda da Silva Ferreira. Ela também falava que ela tinha 12 anos e que ela era só uma garota que tinha escapado de uma rede de exploração sexual supostamente comandada pelo próprio pai dela. Ela dizia que o pai dela no Nordeste era conhecido como Bruxo Chique Jeitoso. Ela também falava que o pai dela realizava rituais de magia negra no corpo dela. Essas palavras que ela usou. Ela também falou a mesma história de que ela tinha sido obrigada a tomar hormônios desde criança e que ela expelia agulhas pelo corpo. Foi aí que ela entrou em contato com uma ONG chamada Mães que Abençoam com Amor, que era de Nova Iguaçu, por meio das redes sociais. Duas pessoas que trabalhavam nessa ONG ouviram o relato, elas se sensibilizaram, afinal quem não se sensibilizaria com uma coisa dessas? E aí elas tentaram ajudar. E aqui um parênteses, tá, gente? Eu digo quem não se sensibilizaria porque eu acho que num primeiro momento, quando alguém tá contando uma história dessa pra você, por mais que você desconfie, eu acho que a primeira coisa que a gente pensa é que é verdade. Eu não sei vocês, mas eu tenho essa percepção, sabe? Eu acho que se alguém viesse me contar uma história dessas, mesmo eu vendo que a pessoa parece claramente mais velha, eu ia ficar tipo: "Nossa, mas e se isso realmente tá acontecendo e aí eu não vou ajudar?" Sei lá, essa pessoa pode se prejudicar ainda mais, né? Eu acho que a nossa intuição, tipo, a primeira coisa que a gente pensa é querer ajudar. Claro que depois a história vai ficando estranha, né? E aí depois o quanto você avança, que é uma coisa um pouco questionável. As duas, né, dessa ONG, elas alugaram e imobiliaram uma casa para ela no bairro Carlos Sampaio, compraram roupas, compraram alimentos. Os gastos que elas tiveram chegaram a cerca de R$2.000. Durante esse período em que ela tava com essas mulheres, a Amanda usava a voz infantilizada, ela usava roupas largas e Ela falava de novo que ela era do espectro autista. Nesse caso, uma coisa que gerou bastante desconfiança é que a Amanda foi vista consumindo conteúdo adulto. E aí elas ficaram tipo, tá, se você é uma criança de 12 anos, por que você tá consumindo esse tipo de conteúdo sendo que você se apresenta para gente como uma pessoa muito infantilizada? A farsa foi descoberta depois que Amanda começou a criar conflito entre as integrantes da rede de apoio. Foi aí que o grupo procurou ajuda na Delegacia de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu. E aí, durante a investigação Então a polícia constatou que ela tinha 35 anos e não 12. E aí vocês devem estar se perguntando: "Nossa, mas se ela já tinha esse histórico, como que essa família, como que ela conseguiu aplicar esse golpe de novo?" Pois é, na época, lá em 2023, ela firmou um acordo de não persecução penal. Então ela confessou os crimes e ela se comprometeu a prestar serviços comunitários, mas depois disso ela tava livre. Então imagina, esse caso aconteceu em junho lá no Rio de Janeiro. Logo em novembro, no Mato Grosso do Sul, ela aplicou o mesmo golpe. Gente, foi quase que em seguida. Agora ela tinha 34 anos e ela fingiu ser uma garotinha de 13 anos para entrar em uma unidade de acolhimento. Nesse caso, ela foi ouvida e foi autuada por falsa identidade. Antes do caso repercutir agora em 2026 em Santa Catarina, já tinha tido outro caso em Santa Catarina também, em Chapecó, em junho de 2024. Ela voltou a se apresentar como uma garota de 12 anos, ela foi até uma igreja evangélica usando o nome Melissa e ela tinha um documento de uma terceira pessoa. O pastor achou estranho, ele acionou a guarda municipal nesse caso. E vocês acham que acabou? A gente só tá começando. Saindo de Santa Catarina, descoberta, ela foi até Goiânia e a história continuava se repetindo. Ela afirmava que ela era uma criança vítima de abuso e aí depois a verdadeira identidade dela foi questionada depois de alguns contatos entre os conselhos tutelares e algumas checagens viagens interestaduais. Aí ela foi para Montes Claros, em Minas Gerais. Ela recebeu um atendimento lá e dessa vez ela dizia que ela tinha 18 anos. Foi em fevereiro de 2025 que ela conseguiu se infiltrar pela primeira vez na casa da família em Joinville. Com o nome Gabrielly, a família passou a custear o sustento dela por mais de um ano. No dia 3 de junho de 2026, então agora, foi quando ela foi presa. A prisão foi em flagrante por estelionato e falsa identidade. E aí dizem que logo no interrogatório ela confessou o crime. Um fato importante que eu acho que vocês vão perguntar é a questão das agulhas. Interessou muita gente quando eu falei assim de forma breve sobre esse caso, mas lá em 2023 a Amanda ela já tinha dado entrada em um hospital alegando dores abdominais. Ela tava vivendo em uma casa de acolhimento e aí os médicos eles detectaram essa enorme quantidade de agulhas no corpo dela. A gente não teve muitas informações sobre a origem das agulhas, como aconteceu, só que com a suspeita de que ela tivesse sofrendo maus-tratos, o hospital, ele entrou em contato com o Conselho Tutelar. O Conselho Tutelar só foi acionado porque ela tava alegando ter 13 anos. Uma das farsas foi descoberta por ter acionado o Conselho Tutelar, porque aí, que que aconteceu? Quando tem essa suspeita de maus-tratos, o hospital ele notifica, marca uma consulta no ambulatório, e aí nessa consulta no ambulatório foi investigado que a paciente já tinha feito isso e aplicado relatado essa mesma queixa em outros locais. E aí foi o próprio hospital que acabou ligando para polícia. Então aqui, gente, a gente tem registros de que a Amanda aplicou esse mesmo golpe em pelo menos 5 estados diferentes. O advogado de defesa dela afirmou que ela vai passar por alguns testes de sanidade mental. E aí vocês devem estar pensando, tá, mas qual era a motivação dela? Ela queria roubar a família? Ela queria algum ganho financeiro? Pois é, nas investigações a polícia ela determinou que tipo a Amanda não tava recebendo nenhum dinheiro desses familiares. Na verdade ela vivendo às custas deles, ela tava desfrutando de uma boa vida no período em que tava com essa família. Um outro detalhe é que apesar da Amanda sempre alegar que ela era paraense, ela é natural do Ceará. A nota que a defesa deu para mídia diz o seguinte: a defesa identificou elementos que justificaram o pedido de realização de exame de sanidade mental. O requerimento foi acolhido pelo juízo, que determinou a realização de perícia oficial para avaliação da sua condição psíquica. Nesse momento, a investigada permanece à disposição da Justiça em razão da decisão que converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva e da necessidade de realização do exame pericial já determinado. A defesa aguarda a conclusão da perícia técnica, que poderá contribuir para o adequado esclarecimento das circunstâncias relacionadas ao caso e para adoção das medidas processuais cabíveis. Então aqui a gente vai aguardar o exame de sanidade mental. Não sei se exatamente esse é o nome, mas enfim, eles vão ver se ela tem alguma questão de saúde mental para poder seguir com seguir com o processo, seguir com uma internação. Então o padrão da Amanda se repetiu nos últimos anos. Ela começava com aproximação de igrejas ou de projetos sociais, o relato de ser menor de idade, vítima de abuso e uma busca por acolhimento familiar ou comunitário. Agora, um ponto que tem sido muito criticado, principalmente pelas autoridades com a repercussão desse caso, é que tem virado meme, né? Muitas pessoas têm criticado as instituições de acolhimento porque, assim, como eles não perceberam que ela era maior de idade? "Então aqui a gente percebe que o foco do caso saiu da fraude da Amanda, do que ela tava fazendo, para uma desqualificação das redes de proteção e das famílias acolhedoras." E assim, são essas redes acionadas quando a gente tem a situação de uma criança vulnerável. Então é isso que eu falei para vocês, né? Eu acredito que assim, em um primeiro momento, quando você recebe uma denúncia dessas, o nosso papel como sociedade é a gente tentar ajudar, né? Até a gente confirmar que aquilo não é verdade. Não sei, eu prefiro— eu preferiria ajudar e e tipo ser culpada por ter tentado ajudar do que por ter deixado uma pessoa que realmente precisava ali, né. Eu acho que talvez esse caso foi mais criticado porque foi longe demais. Na minha opinião, como a gente poderia resolver isso? Eu acho que quando essas instituições forem acolher alguém, é imprescindível que haja uma checagem de documentos, né, que tenha uns exames ali para confirmar se aquilo é realmente real, se pode ser um golpe, né. Acho que E talvez falta um pouco isso. Provavelmente esse caso vai ter novos desdobramentos nos próximos dias. Eu acho que depois que a gente tiver o exame de saúde mental dela, as coisas vão ficar mais claras ou não. Qualquer atualização eu trago aqui para vocês, nem que seja em um vídeo curto. Mas eu precisava falar desse caso. Inclusive, nem era esse caso para trazer hoje no canal, tá? Eu ia falar de uma outra história, mas não teve como não falar. Então quero saber a opinião de vocês. O que vocês acham? Comentem aí e até a próxima!