Levou o filho a fazer atrocidades...
Caso Joseph Kallinger
Lily
- Caso Joseph KallingerInfância e adoção · Abuso e punições severas · Violência sexual e fantasias · Casamentos e divórcio · Violência doméstica contra filhos · Denúncias e retratação · Assassinato de José Colazo · Morte suspeita de Joseph Jr. · Atos violentos com Michael Kallinger · Julgamento e condenação · Entrevista na prisão e livro · Joseph Kallinger · Michael Kallinger · José Colazo · Joseph Jr. · Maria Feistin
- Insensatez: Conceito e NaturezaInfluência da infância nos crimes · Predisposição à violência · Consciência dos atos
Você sempre sente violento? Sim, eu estou. O que você sente que está fazendo? Tirem pessoas. Você ainda sente que tirem pessoas? Sim. Descria o sentimento que você sente que tirem pessoas. Bom, no 11 de março, eu estava me ilusinando. E eu tomo um刀 e cortei um homem. Aqui no hospital? Aqui no hospital. Você acha que você ia me matar, Joe? Sim. É um estúdio, Joe. É um estúdio.
Bem-vindos a mais um vídeo no canal. Se você gosta com todo assustador, bizarro e misterioso, vou estar no lugar certo. Toda semana tem pelo menos três vídeos longos. Todo dia tem vídeo curto, então tem muito conteúdo pra vocês.
Se você gosta desse tipo de conteúdo, não esquece de deixar seu like, se inscrever no canal, comentar outros temas que vocês querem ver aqui. As fontes e os créditos estão sempre na descrição do vídeo. E como vocês podem ver, o caso de hoje é bem pesado. Eu vou descrever muita coisa, muito brutal.
Ficou estranha essa frase, né? Mas esse é um dos casos que eu peço pra vocês ficarem atentos, porque eu acho que tem alguns gatilhos de violência doméstica, de tortura. E eu vou tentar não falar todas as palavras, como vocês sabem, porque eu tive muito problema com vídeos assim no YouTube, alguns vídeos antigos.
Então, não é querendo amenizar o que aconteceu, mas vocês sabem que essas coisas são muito explícitas e eu não gosto também de ficar descrevendo tão perfeitamente, porque me deixa mal também. Então, esse caso eu acho que é um exemplo pra gente de como coisas que aconteceram com a gente podem influenciar coisas que a gente vai fazer no futuro. E eu quero muito saber a opinião de vocês. Então, sem mais enrolação, bora pra história de hoje.
Esse caso vai ser um caso que eu vou começar na ordem cronológica. Vocês sabem que normalmente eu não faço isso, mas eu acho que é o que vai fazer mais sentido. O Joseph Kalinger, ele nasceu em 1935 na Filadélfia. Na família dele, as três últimas gerações tinham o mesmo nome. Então o pai dele se chamava Joseph Brenner Jr. Isso porque o Kalinger foi um nome que ele conseguiu depois e já já vocês vão entender melhor. Mas até então ele era Joseph Brenner também.
O pai dele não era um cara muito legal, ele tinha muito problema com compromisso, principalmente com o casamento dele. E quando o Joseph, filho, tinha só 4 anos de idade, ele desapareceu. Então agora o Joseph vivia só com a mãe, a Judith, mas ela também tinha problemas de cuidar do filho sozinha.
Vocês sabem que ser uma mãe solo na década de 30 não era algo fácil. Então ela optou por deixar o filho em um orfanato católico por determinado período até ela conseguir se estabelecer financeiramente e pegar ele de volta. Essa decisão foi difícil pra ela e foi mais difícil ainda ela se estabilizar. Então algo que era pra ser temporário acabou se tornando permanente.
Um casal imigrante austríaco visitou esse orfanato e olha que curioso, o cara também se chamava Joseph. Ele e a esposa, a Anna Kellinger, pareciam querer oferecer para o Joseph filho algo que ele precisava, uma família. Então os dois o adotaram e eles eram católicos, devotos, super conservadores, mas também carinhosos. Nos dois primeiros anos que o Joseph viveu com eles, parecia que tudo ia correr bem. Foi aí que ele deixou o sobrenome Brenner e passou a se chamar de...
Joseph Kalinger. Agora, as coisas se tornaram complicadas quando a Judith, a mãe biológica, decidiu aparecer e pedir o filho dela de volta. E não é que ela queria que eles só entregassem o filho, ela queria uma compensação financeira por eles terem adotado o filho dela.
Os Kellengers se recusaram a pagar o valor e eles falaram, olha, você já deu seu filho para adoção, não adianta você vir aqui e falar que você quer ele de volta. Não, o processo vai seguir e tchau. Então a Judith não teve muito o que fazer, ela foi embora e aí o Joseph seguiu morando com esse casal.
Quando ele tinha seis anos de idade, ele viu um coleguinha ali da vizinhança falando um palavrão. E aí quando ele chegou em casa, ele repetiu essa palavra. Só que ele não sabia o que essa palavra significava. A reação dos pais foi muito desproporcional. O Joseph ficou de castigo por uma semana e durante esse período, os dois se revezavam batendo nele com um cinto e uma colher de pau.
Só que eles nunca explicaram para o Joseph o significado da palavra ou por que ele não poderia falar aquilo. Então ele era uma criança que não entendia por que ele estava sendo punido. A única coisa que ele aprendeu é que ele cometer algum erro ia resultar em um abuso físico. Logo isso se tornou um padrão para todas as interações naquela casa.
Essas agressões foram se intensificando à beira da tortura. Então, por exemplo, muitas vezes ele era obrigado a se ajoelhar em pedras pontiagudas e lixas, ele era obrigado a comer fezes, ele era trancado em armários, privado de comida e queimado com ferros em brasa. Ele também muitas vezes era forçado a colocar as mãos no fogo. Nesse mesmo ano, quando ele ainda tinha seis anos, uma das agressões foi tão séria que ele foi obrigado a fazer uma cirurgia de uma hérnia.
As coisas só foram piorando para o Joseph. Três anos depois, quando ele completou nove anos, ele foi abusado sexualmente por um grupo de garotos da vizinhança. Então, assim, ele não tinha segurança dentro de casa e nem fora. Com o tempo, ele foi se tornando mais retraído, ele foi se tornando uma criança bem difícil de conviver. Ele não tinha amigos de verdade, não tinha ninguém que ele pudesse confiar.
E aí, ele mesmo foi se tornando violento. Por exemplo, quando chegou no aniversário dele e ele não recebeu nenhum presente, ele cortou os casacos dos colegas de sala. Ele também começou a ter algumas fantasias sexuais violentas. Então, ele conseguia algumas fotos de homens e mulheres que ele colava na parede dele. E aí, ele sempre precisava de uma faca junto pra ficar excitado. Então, ele cortava essas imagens.
Ele também começou a roubar dinheiro dos pais, porque ele acreditava que podia comprar as amizades dos colegas. Então, ele roubava esse dinheiro pra levar os coleguinhas no cinema. Cada vez que ele era pego, ele era punido e tinha que queimar as mãos dele no fogão. Então, isso criou um ciclo vicioso ali dentro, que o Joseph se rebelava, daí ele era punido, daí ele fazia pior, daí os pais faziam pior. Quando ele fez 15 anos, ele acreditou ter encontrado o amor da vida dele. Era uma garota chamada Hilda Bergman.
O relacionamento deles incluía relações sexuais antes do casamento, e vocês sabem que os pais dele eram católicos extremamente devotos. Eles proibiram o Joseph de ver a Hilda, e aí ele tomou uma decisão de abandonar a escola, sair de casa e conseguir um emprego, que era um emprego na sapataria do pai dele. Esse emprego rendeu depois um apelido que ele ficou conhecido mesmo depois que ele cometeu os crimes, que seria de o sapateiro.
Quando ele tinha 17 anos, mesmo com a desaprovação dos pais, ele se casou com a Hilda. Os dois tiveram dois filhos juntos, mas depois de três anos de casamento, a Hilda deixou ele. Eles passaram por um divórcio. E aí o motivo seria um outro homem. Ela teria abandonado Joseph porque conheceu outro cara. Mas na prática, ela o abandonou porque ele tinha se tornado violento não só com ela, mas também com os próprios filhos.
Durante o processo do divórcio, o Joseph foi hospitalizado com fortes dores de cabeça e também perda de apetite. Os médicos não conseguiram encontrar nenhuma causa física para esses sintomas e eles só assumiram que ele estava se sentindo assim por estar passando por um processo emocional difícil de se divorciar. Agora, muitas pessoas dizem que esse foi um dos primeiros sinais do estado mental deteriorado que ele tinha. Em sete meses depois do divórcio, ele se casou de novo e ele teve mais cinco filhos com essa segunda esposa.
O comportamento dele continuou a piorar. Ele tinha internações frequentes e perda de memória. E aí ele começou a causar demais. Ele colocava fogo nas próprias propriedades para ver se ele conseguia o dinheiro do seguro de incêndio. Ele também tentou tirar a própria vida muitas vezes.
Em 1972, três dos filhos do Joseph foram até uma delegacia e contaram exatamente o que o pai fazia com eles. De acordo com as crianças, o Joseph teria criado uma sala de castigo no porão, que era iluminada só com uma lamparina de querosene. Ele levava as crianças para lá sempre que ele dizia sentir uma coceira na mão. E aí as crianças já entendiam que eles tinham feito algo errado.
Agora, alerta de gatilho, mas essa sala continha cordas para amarrar as vítimas e uma vez que elas estavam ali imobilizadas, o Joseph fazia todo tipo de tortura. Uma das filhas dele, a Mary Jo, a quem o Joseph chamava de a espertinha, suportou esse tratamento cinco vezes por semana durante três anos da vida dela.
E olha só o motivo, o Joseph dizia que a Mary tinha que escolher quais cavalos seriam os vencedores para ele poder apostar lá no hipódromo. Só que quando o cavalo que ela falava perdia, ela era punida. Eu não vou citar aqui as torturas que ele fazia com ela, mas muitas vezes ele ameaçou tirar a vida dela, ele também arremessava agulhas nela enquanto ela estava em pé na frente dele.
Então, o resumo é que todos os membros da família viviam em um medo constante. Todos iam dormir por volta das sete ou oito horas da noite, porque eles sabiam que toda noite, pelo menos dois deles, iam ser convidados para uma viagem até aquele porão à meia-noite. Os castigos eram tão severos que um dos filhos, que também se chamava Joseph, ele tentou fugir de casa. Já o Joseph pai, quando viu que isso estava acontecendo, perseguiu o filho com uma arma, trouxe ele de volta, amarrou ele na geladeira,
e espancou ele com um martelo por cerca de uma semana. Então, quando os filhos foram até a delegacia, os policiais ficaram extremamente chocados e prenderam o pai com base nesses depoimentos. Enquanto ele estava ali preso, os policiais perceberam que parecia que ele estava tendo alucinações e conversando com uma pessoa chamada Charlie, que não estava presente.
Ele também alegou que Deus tinha mandado mensagens para ele sobre a cura de 40 mil pessoas através dos pés. Alguns testes psicológicos revelaram que o Joseph sofria de esquizofrenia paranoide e que ele tinha um QI de 84.
Então agora tudo estava pronto para manter o Joseph preso ou internado em uma instituição psiquiátrica. Só que não, os filhos dele chegaram na delegacia e retrataram toda a confissão. O Joseph então foi libertado. Pouco depois de sair da prisão, ele atacou um garotinho de só 10 anos, porto-riquenho, chamado José Colazo. Ele não só o torturou, como também cortou as genitais dele e depois tirou a vida dele.
Não tinha nenhuma ligação entre os dois, então esse caso permaneceu sem solução por muito tempo e o Joseph continuou livre. Logo depois, ele fez um seguro de vida bem grande para todos os filhos. Alguns meses se passaram e o Joseph Jr., o mesmo filho que tentou fugir, foi encontrado morto em um prédio abandonado em construção. O Joseph Pai entrou com o pedido de seguro de vida, só que a indenizadora achou a morte muito suspeita. Eles recusaram a pagar a indenização.
A essa altura, o Joseph já tinha encontrado uma coisa mais convincente do que o dinheiro, e essa coisa era um cúmplice. Quem se tornou cúmplice dele foi o filho de só 12 anos, o Michael. Parecia que de todos os filhos ali, o Michael era o que mais compartilhava desses pensamentos doentios do pai. E aqui que a história fica ainda mais complicada, né? Porque a gente vê que uma criança sendo criada...
com um pai extremamente violento, começou a ter esses comportamentos também. E aí entra naquela discussão, né, que muitas pessoas falam, a pessoa nasce boa, nasce ruim, ou ela se torna ruim. Durante seis semanas, no ano de 1974,
O Joseph e o Michael aterrorizaram pessoas em três cidades diferentes. Eles apareciam nas portas das casas fingindo ser vendedores, e uma vez que eles conseguiam entrar lá, eles roubavam e abusavam das vítimas, tanto física quanto sexualmente. Em um dos incidentes, eles interromperam um jogo de bridge que estava rolando entre uma família e se depararam com oito vítimas.
Só que essas oito vítimas, elas não estavam todas juntas. Quando eles entraram na casa, essas outras iam chegando com o tempo pra essa reunião que eles iam fazer. Então, isso deu tempo pro Joseph e pro Michael lidarem com poucas pessoas de cada vez. Eles ordenaram que todos eles se despissem e depois amarraram eles com fios elétricos.
A última pessoa a chegar foi uma garota de 21 anos chamada Maria Feistin. Ele se recusou a obedecer às ordens do Joseph e aí ele esfaqueou ela no pescoço e nas costas. Durante essa confusão toda, uma das vítimas conseguiu escapar até o lado de fora e começou a gritar por socorro. Os vizinhos também viram o que estava acontecendo e chamaram a polícia, mas infelizmente, quando os policiais chegaram, os Kellinger já tinham fugido.
Eles usaram um ônibus da cidade como veículo de fuga e descartaram as armas e uma camisa ensanguentada pelo caminho. A polícia conseguiu pôr as mãos nessa camisa ensanguentada e eles também coletaram depoimentos dos vizinhos e da vítima que até então tinha sobrevivido.
Logo, eles descobriram o histórico de violência doméstica dos Kellinger. Eles também viram aquela morte não solucionada de um dos filhos e uma série de incêndios criminosos contra prédios que eram da propriedade do próprio Joseph. Eles não conseguiram escapar por muito tempo e logo eles foram levados para a prisão e colocados sobre acusação de sequestro e de estupro. O Joseph acabou sendo acusado de três homicídios. O do filho dele, o Joseph Jr.
o da Maria Feistin e daquele outro garoto da vizinhança, o Rosé. Quando ele foi enfrentar essas acusações, ele alegou insanidade, falando que Deus tinha ordenado que ele matasse. O Michael, como era menor de idade, ele foi enviado para um reformatório até que ele fizesse 21 anos nos Estados Unidos.
E aí quando ele atingiu essa maioridade, ele mudou de nome e desapareceu. A gente não sabe que fim que ele deu. Apesar das alegações de insanidade, o Joseph foi considerado apto para julgamento e aí ele foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Ele tentou tirar a própria vida diversas vezes quando ele estava na prisão e depois ele foi encaminhado para um hospital psiquiátrico. Ele faleceu de insuficiência cardíaca quando ele tinha 59 anos, em 1996.
Ele passou os últimos 11 anos de vida sob vigilância para a prevenção de suicídio e pelo menos 5 desses anos em confinamento solitário. Em 1976 foi quando saiu aquela entrevista com o Joseph Kellenger na prisão em que ele se mostrava violento, ele fala que ele mataria o próprio entrevistador e ele também diz que ele esperava que ele não saísse da prisão. Ele fala que ele tinha esse instinto violento e que mesmo preso ele tentou...
agredir violentamente outros presos que estavam ali com ele. Essa entrevista serviu como base para um livro sobre o caso. O título traduzido é mais ou menos O Sapateiro, a anatomia de um psicótico em 1983.
Esse livro depois foi alvo de um processo judicial movido pela família de uma das vítimas, já que o Kellinger recebeu os direitos autorais sobre a obra. Um juiz concedeu à família os rendimentos não só do Joseph, mas também da editora, deixando o próprio cara que escreveu o livro com uma dívida pessoal de quase 100 mil dólares por conta das despesas com a pesquisa para o livro.
Só para ele fazer as ligações mensais para o Joseph, para pesquisar a história dele, ele tinha que gastar mais ou menos 1.200 dólares. Depois teve um painel de apelação que concedeu à família só o valor dos direitos autorais do Joseph. O Michael Korda, que era o editor do livro, ele falou que durante muitos anos ele recebia cartões de Natal do Joseph e os dois ele...
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Eles mantiveram uma relação muito próxima. Parece que durante anos eles trocaram cartas e telefonemas até a morte do editor, do Michael, que aconteceu em 88. Esse caso é ainda mais perturbador porque a gente vê aqui que tiveram muitas oportunidades de alguém intervir no que estava acontecendo ou no que estava prestes a acontecer. Por exemplo, se as denúncias iniciais dos filhos do Joseph tivessem sido devidamente investigadas, o caso já poderia ter sido levado para julgamento e várias vidas teriam sido poupadas.
Se o Joseph também tivesse recebido um tratamento para saúde mental adequado quando ele foi solto, talvez essa onda de assassinatos nunca teria acontecido. Agora, alguns outros detalhes é que muitas das vítimas do Joseph, ou pessoas que tinham contato com ele, falavam que ele tinha um cheiro muito forte, muito ruim, e depois os policiais descobriram que esse cheiro era cheiro de cola de sapateiro. Então isso foi uma das coisas que ajudou ele a ser capturado.
E também quando eles encontraram aquela camisa ensanguentada, eles conseguiram ir atrás de diversas coisas, como a loja em que produzia essa camisa, quando ela tinha sido comprada, quem comprou essa camiseta. E aí quando eles chegaram finalmente no nome do Callinger, eles foram até a casa dele e o Joseph não estava lá. Quem estava era o Michael. E eles descobriram que na casa tinha um buraco na parede que interligava a casa deles com a casa da mãe.
do Joseph. E aí quando eles chegaram pra capturar ele, ele já tava no telefone falando com o advogado. Ele também falou várias outras coisas estranhas na prisão, ele continuou falando dessa voz chamada Charlie, que falava com ele, e ele também falou que ele já vivia nesse mundo há mais de mil anos na forma de uma borboleta.
Um detalhe que eu não mencionei pra vocês é que, além dele ter deixado aquelas pessoas amarradas dentro da casa, eles também abusaram sexualmente de todas elas, o Joseph principalmente. O Michael tentou abusar de uma porque o pai pediu e disse pras vítimas que eles iam ter que fazer tudo que o Michael quisesse.
mas ele não conseguiu. A alegação do Michael, quando ele foi preso também, é que ele estava sob as ordens do pai e estava fazendo o que o pai pedia. Então, eu acho que esse é um caso muito complexo, que a gente tem que pensar em diversas coisas diferentes, né? Se foi a criação do Joseph que fez ele cometer todos esses crimes, ou se ele já era uma pessoa que ia cometer todos esses crimes e...
a infância foi só um fator extra, se ele tinha consciência do que ele estava fazendo. Eu acho que pelo julgamento ficou claro que ele tinha consciência sim, e eu acho que ele mesmo tinha consciência do quanto ele era perigoso e do quanto ele não deveria sair da prisão, porque senão ele ia cometer outros crimes. Enfim, essa história é muito absurda, me dá arrepios, eu fico muito triste que isso aconteceu, e por todas as vítimas também, como sempre, né?
mas quero saber a opinião de vocês se vocês já conheciam esse caso comentem aí e até a próxima
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