CISCADINHAS 20
No Ciscadinhas dessa semana, respondemos os comentários do Troféu Cocô #91 e Frango Fino #569.
Arte do episódio por Eddy Fortunato (@eddy_fortunato)
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- Histórias Pessoais e de ViajantesHistória do Kelvin como líder de louvor · Proibições religiosas na infância · Regras sobre comportamento e entretenimento · Impacto psicológico das restrições · Comparação entre criação religiosa restritiva e liberdade
- Atualizações de comentários de ouvintesConfirmação de informações sobre igrejas · Histórias adicionais de ouvintes sobre experiências religiosas · Comportamento de pastores · Dinâmica do grupo religioso
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Quem canta essa, Doug Lira? Rio Negro e Solimões. E quem canta essa daqui, Doug Lira? Um momentinho. É que tava muito agudo. Blind Guardian. Não, Angra. Não sei, então. Clotovares. Passei perto, vai. Pessoal achar que... Assim, tem toda uma brincadeira, né? Mas assim, o pessoal não sabe.
Isso, a verdade é que você voa. Eu sou formado no Conservador da Sousa Lima, gente. Tive aulas com Eduardo Anui, Kiko Loureiro, Rafa Bittencourt, né? Professor Gil. Gil! Beijo pra você. Mas é isso, né? Com o tempo, você vai esquecendo algumas coisas, né? Mas fica aí essa curiosidade, pessoal. Curioso que eu falei pra você assim, Doug, vamos gravar papum rapidinho, já faz cinco minutos que a gente tá aqui, né? Ah, mas é isso, né?
Vamos lá, vai. Vai, vai. Seguinte, Ciscadinhas 20. Que engraçado. Pronto, vai, gravou. Ciscadinhas 20 para ler comentários do episódio 91 do Troféu Cocô, a tentação do líder de louvor. E do frango, fim de 569, o compadre Tasmânia, o bardo do Outback. Porra, foi bom esse programa, hein, cara. No Troféu Cocô 91, a tentação do líder de louvor, a gente contou a história do Kelvin, que quando criança ele foi ali colocado como
líder do louvor. Ah, pô, eu não ouvi esse ainda. Mas, Doug, o que aconteceu com o Kelvin foi o seguinte, ele se apaixonou por uma das meninas do grupo e acabou levando um esporro da mãe por ter dado um beijo na menina. Nossa! E viu o grupo que ele tinha sido colocado como líder, desabar depois desse beijo aí, tá? Desabou o grupo. Acabou o grupo. Caralho, que doideira, bicho. Aí tem uma atualização do Kelvin, que ele deixou um comentário atualizando, Doug,
Porque a gente ficou na dúvida de que igreja que ele era. Que ele falou que era da Pentecostal. O Roca e o especialista que somos. Sim. Nunca ouvimos falar dessa igreja. Aí ele falou isso e contou uma outra curiosidade. Que é o seguinte. Aqui é um roteiro. A minha história lida aqui. Quanto à igreja Pentecostal. Não era nenhuma conhecida. Era uma igreja de bairro mesmo. Acho que vale comentar. Que não demorou muito para essa igreja fechar. O pastor vendeu a igreja. E virou um bairro. Como se os fiéis fossem cabeça de gado.
saiu quando descobriu e achou um traje, pois depois disso, salvo engano, fiquei sabendo que o pastor, olha só, Doug, tinha traído a esposa e deixado ela criando o filho que eles tiveram. Gente, mas que coisa incomum. Que surpresa, Douglas. Já diz a mulher do buraco aqui, ó, eu tô choqueado. O Roca, o Doug, em dado momento, falou que era muito triste você ser uma criança crente,
porque você não podia fumar, beber, usar droga, tatuar a cara, roubar, matar, né? É muito triste você ser uma criança crente e não poder fazer essas coisas. Ah, você não pode pegar um primo seu e falar pra ele assim, ah, olha pra lá, e dar uma facada no pé dele. Você não pode. Tá vendo? Não pode, né? Aí a Jéssica Magalhões falou o seguinte, o exemplo do Roca sobre o que os amigos faziam ao invés de ir na igreja, que era isso, né? O amigo do Roca fumava, bebia, usava droga.
de repudiar a galera, converteu umas 10 pessoas. O Roca tem que voltar a ser pastor. Ele tem um dom, né? Ele tem um dom. Outra coisa também, a gente comentou dessas proibições que a gente sofria na época da igreja, né? Essa coisa de não poder assistir Cavaleiro do Zodíaco. Nossa. Da mãe proibir a gente de usar. Esse que me deixa mais puto é que eu fui atrás pra sofrer com isso, né? Porque eu já contei a história que me chamaram lá e eu só fui
pra tomar, sei lá, pra comer pão com queijo e leite com pote. O lanche da tarde. É. Só fui pra isso, aí chegou lá e a pessoa, você não pode ver a Caruso Diego. Falei, vai te se fuder, rapaz? Porra é essa? Cara, é muita personalidade, tá? Já falei isso pra você. O dia que você contou essa história, eu comentei. É muita personalidade, tá? Não, eu fiquei muito desgraçado. E saí de boca cheia, hein? Desmungando de boca cheia. Saiu xingando de boca cheia, segurando as coxinhas. Era uns pãozinho, pãozinho de leite, ou pão de banho.
com presunto e queijo. Nossa, que delícia. Então teve muita gente falando das proibições que as crianças tinham nessa época por ser crente ou terem pais crentes. Eu separei alguns comentários aqui. O primeiro foi o seguinte, o do Leonardo. Ele falou assim, nessa questão de TV para os crentes, porque é isso, tinha igreja que não deixava a gente ter igreja. Ter igreja não, ter TV. Você não vai montar uma igreja agora não, você é muito novo. Tinha isso também.
tinha essa proibição. Mas o Leonardo fala assim, nessa questão da TV para os crentes, minha esposa tem uma história boa. Ela, quando criança, tinha um vizinho que era crente e gostava de ir na casa dela para ver desenhos, principalmente pica-pau. Quando a mãe dela, quando a mãe dessa criança, descobriu, ele apanhou de vassoura e eles se mudaram para outro lugar para ele não ir mais ver TV na casa da minha esposa.
Deus do céu, cara. É grosseria, cara. Aí o que eu achei incrível foi o comentário do Pedro Carvalho, que ele colocou assim, ó. Pica-pau. Não. Sua com vassoura. Beleza. Não, total. Total. E eu vou te falar, essa criança aí nos Estados Unidos, ela teria crescido um serial killer com certeza. Nossa, fácil. Facilmente. De entrar em igreja, talvez. É um documentário garantido na Netflix. Encenado lá, é. Todo encenadinho. Ó, quer ver uma coisa legal, Doug?
Olha isso aqui, ó. Você aprendeu a mudar a cor? Não, eu não aprendi. Eu só tinha esquecido de mudar antes, mas me incomoda eu ficar cinza. Enquanto você tá uma pessoa iluminada por Deus e a gente tá falando sobre... Né? Sim, claro. Falando sobre isso. Eu quero saber isso aí. Pra quem não viu, pra quem só tá ouvindo, é isso. O Doug mexeu na cor da câmera. É isso? O filtro, Doug? É um filtrinho? O que é isso? É a proporção de branco aqui da câmera que tá muito alto.
Evandro Byte, do Guilherme. Ele vai falar assim, tive um colega, ainda falando das proibições de ser crente, tá? Esse cara gosta de fazer aquela... De Byte? De pescaria, né? Ele gosta de fazer pegadinho, né? Click Byte, tá? Isso, é isso. Tive um colega que jogava videogame escondido naquelas TVs de porteiro que ficava embaixo da cama dele. Caraca! Nossa! Tá aí, hein?
uma memória que foi desbloqueada agora da minha cabeça. Você já jogou videogame na TVzinha? Naquela TVzinha de 9, 6 polegadas? Cara, eu joguei, cara. Era muito sofrido, cara. É o minigame, né? Quase assim. É, assim... Cara, eu acho que o celular tem 6 polegadas, talvez, não? É, então ela tinha... A diferença é que era quadradinho, Doug. A diferença é que era quadradinho. Muda só a proporção. Ah, é verdade, né?
O widezinho, né? É, o wide a TV era quadradinha. Acho que é o tamanho de um celular. E tem a questão da resolução, né? Era preto e branco? Preto e branco. Era aquela compridinha que vinha a rádio também. É, era isso mesmo. Cara, jogar Mario nela era tipo assim... Será que tem pra vender isso hoje em dia? Claro que tem! É? Claro que tem! Porra! Claro que deve ter! É... Bom, quem é jovem talvez não tenha nunca nem visto isso que a gente tava falando, tá, Doug? Mas era isso. Era uma TV portátil, que ela tinha uma TV de 6 polegadas.
Um celular de tubo, é isso. Isso, o celular... Puta, perfeito. Só que assim, não fazia ligação, né? Você não conseguia mandar... Era só um rádio e também uma TV. Era só isso que ele fazia. Com uma antena, assim, que captava o sinal. Deixa eu ver aqui. Tá procurando aí, Doug? Tá caçando aqui, ó. TV portátil. É bom pra virar objeto de decoração. Se conseguir uma coloridinha, tipo... Aquela cinza que a gente tinha era meio sem graça, mas você pegar um modelo mais colorido, acho que fica bem legal, hein? Cara, o foda é que a TVzinha...
aqui, mano. Quanto que tá? Achei. Ela está a 300 reais. Não, peraí. Deixa eu... Por favor, né? Vamos... Você ouvinte, que você tá vendo o vídeo aí, é... Fica com essa aí, ó. Você que é jovem... Cadê? Nunca viu? Olha essa criatura aqui, Doug. Que coisa fantástica. Ixi, a gata não gostou. Olha isso. A-M-I-V-H-F.
VHS? VHF. VHF, que era o sinal. Nesse sinal VHF, não sei se você lembra, não pegava MTV. A MTV era no UHF, lembra disso? UHF, exatamente. Aqui, ó. Ih, maluco, o que eu joguei, ó. Colocava aqui as caixinhas. Dava meu jogo aqui. Cara, 300 reais. E é colorida? Colorida. Ah, então. Meu Deus.
É isso, então. Olha isso, cara. E a gente... Cara, eu lembro que minha mãe comprou uma dessa e colocou... Uma dessa não, né? Uma preta e branca. E colocou na cozinha e assim, cara, foi... Assim, cara, ela ficou numa felicidade sem fim, assim, cara. É, não. Teve uma época que deu problema na TV. A gente colocou isso aí, tipo, no quarto que dormia todo mundo. Colocava em cima de alguma coisa e assistia a TV por isso.
e colocar o celular na parede pra assistir alguma coisa. É isso. É aquele episódio lá do Michael Scott e a TV dele. Sim, da TV que recolhe na sala. Ah, bota um gif aí, Doug, pra galera ver. A galera que não sabe. Ah, vira aí. Ó, o próximo comentário sobre as proibições, Doug. Esse aqui vai te pegar, tá? Paulo Santos. Ele falou assim, lembro que assistia Cyber Cops e um dia... Ah, tá. Isso aqui, Doug, foi um bagulho que eu comentei.
Que não era à toa que nossos pais ficavam malucos, né? Porque, tipo, olha os golpes que os personagens davam, né? Sim. Não sei o que lá do Diabo, não sei o que lá do Inferno, não sei o que lá do Lúcifer, né? Aí o Paulo Santos falou assim, lembro que eu assistia Cyber Cops e um dia meus pais estavam na sala e tinha um novo personagem que surgiu. Já se lembra qual que era o nome dele? Claro que eu sei, inclusive já devo ter contado essa história aqui no Frango Fino do Diogo, irmão do Diego, que é um querido,
amigo nosso que fez muitas capinhas aqui do frango, que ele conta que quando ele era criança, a mãe dele estava lavando louça, ele cutucou aqui a saiota da mãe pra falar, mamãe, eu quero ser o Lúcifer quando crescer. Ou tomou-lhe um tapão na cara. Exatamente. É porque é importante o pessoal entender que, mano, o Japão não tem em sua maioria acho que católicos. Não tem. É muito pouco lá. E aí, tipo, esse
O conceito de bem e mal, né? Demônio, o demônio é mal. É diferente, não é assim que funciona. Exatamente. E eles têm um monte de personagem lá com as nomenclaturas de demônio japonês também que ninguém liga pra isso. Era essa a unidade, o personagem que surgiu, o Lucifer. Aí ele fala, pra quê? Meu pai já me pegou e fez a pergunta. Você sabe quem é Lucifer, filho? Aí o Roca respondeu aqui o Paulo Santos uma coisa que eu tinha esquecido, Doug. O nome dos personagens dos Cyber Cops era
Isso. Marte, Saturno, Mercúrio e Lúcifer. Eu fui até atrás para entender por que era Lúcifer. É porque tem um lance da religião greco-romana que, na verdade, o nome seria Vênus, que é a estrela da manhã, que é Lúcifer. Então, ele seria o Vênus, entendeu? Não, e faz todo sentido, porque esse personagem, quando ele aparece no Cybercops, ele é o Ranger Verde, ele é o Outsider,
Ele é o cara que, assim, ele é diferente. O Estrela da Manhã, que era um anjo diferente. Exato. E aí faz sentido ele não ser o... Eu sou o Plutão, gente. Saca? Sim. Faz todo sentido ele ser essa coisa. E assim, cara, o cara tinha um ventilador no peito, na barriga, e duas pistolas. Isso nos anos 90? Mano, se tinha um bonequinho Rambo... Porra! Você é louco.
Cara, que mundo maluco, né? Eu não posso ser o Lucifer, mas eu posso apanhar de cabo de vassoura. Isso. Eu não posso ser o Lucifer. Mamãe, me dá uma pistola do Rambo. Toma. Toma. Eu tinha também o carrinho do Rambo. Um carro tipo um velotrol, assim, que era um carro do Rambo. O que é velotrol? Puta, velotrol é tipo um triciclo. Ah, tá, tá. O triciclo, sim. É, tipo um triciclo, assim. Ele era um carrinho que ele tinha uns pedalzinhos. Um triciclo com um nome do lado. Rambo. É o triciclo do Rambo.
Né? Essa época... Era muito fácil vender coisa pra criança, né, cara? Era muito fácil. Que coisa, né? Ó, ó. Olha aqui. Tá vendo aqui, ó, gente? Eu tô segurando aqui um tripézinho aqui, ó. Né? Pra celular. E ele é do... Da Marvel. É só colocar a etiqueta aqui, ó. Do lado. Marvel. É só... É do Flamengo, porque ele é peito vermelho. É do Flamengo. Pronto, isso. É do Flamengo. E aí, se for uma criança, vai aqui no The Flash. Doug, e a fábrica de chiclete da Eliana, você lembra disso? Nossa, não lembro.
Lembro. A Eliana tinha um presente que tinha um brinquedo que era a fábrica de chiclete da Eliana. E o comercial começava assim, quer chiclete? Faz o seu. Ah, lembro. Lembra? Então como é que era? Você comprava chiclete, colocava na máquina e a máquina, ela, a máquina, você cortava na mão, eles tinham uma forminha assim que cortava o chiclete. E era a fábrica de chiclete da Eliana, tá? Então era muito, realmente, muito fácil. Tá igual esses lugares, né? Mano, Mel, tem um lugar aqui,
na Vila Amadá, muito legal, muito raiz, assim. E aí você chega lá, a galera do atendimento é muito foda. Aí você chega numa mesa, tem uma panela de arroz cozinhando num forno, que você que tem que fazer, você que tem que cortar. Você tem que pegar a geladeira na cerveja. Você que tem que pegar. A cerveja na geladeira. E no final, no final, o atendente tá pagando pra você, e você tá falando, débito ou crédito, né? E você começa a trabalhar lá, e você fica seis meses lá trabalhando. É tipo o Chaves e o Seu Madruga.
sabe? É, o Chave sozinho, Chave sozinho lá comprando e pagando shoes. Isso. Para o meu filho, Kate 69, compadre Tasmanha, o bar do Outback, recebemos aqui o Maurício Costa, que mora lá na Tasmanha, um lugar bem curioso. Ele gravou aqui com a gente. Você viu o vídeo do Demônio da Tasmanha que eu te mandei no TikTok lá no perfil do... Não vi ainda. Cara, muito bom ele fazendo o gritinho dele. Parece um
Torquinha, assim, pequenininha, assim, muito engraçado. E, assim, dois destaques, tá, pra esse episódio. Primeiro, nosso convidado, maravilhoso, né? Mandou muito, assim, o cara, tipo, nem se esforça, o carisma, 80, assim, impressionante. E a nossa arte de episódio, que, nossa senhora, cara. Abraço pro Ed, tá? Ed mandou bem, bem, tá? Com a direção de arte dele. Do maior diretor de arte do Brasil, né?
Togue Bezerra. Segundo. Ah, não, foi... Não, não foi eu que dirigi, foi o Rafa. Ah, então o Rafa é o segundo. Tá certo. Isso, é. Tá certo, tá certo. Ó, comentário do Johans Dog. Lembrando que teve Ding Dog, né? Teve. No programa, então... Além da gente conversar com o Maurício. Cadê o Jô? Ah, acabei de tocar, pô. Eu não ouvi. Faz de novo, vai. Uou! Beijo do Eduardo. Eu fiz o contrário. Eu fiz assim, ó.
É verdade. Como é que ele faz? Ele faz... Não, ele fazia assim. Ah, é verdade. Eu fiz... O despedida e aí quando ele pede pra parar a música é uou! Mãozinha, tá bom. É a mãozinha. E o Hans falou o seguinte, Doug. O Rafa é muito malandro. Na abertura ele viu que... Ah, quando a gente começou a comentar ali, Doug, sobre frios, né? Os bifes e tal. Aí o Hans falou, Rafa é muito malandro. Na abertura ele viu que os meninos estavam chegando perto de falar.
na sala e mandou um cair em um golpe. Verdade. Pra gente, tipo, não dar, sabe? Pra gente não dar o golpe, não. Pra gente não falar, ah, você é rico, cara. Fala com isso. E eu tô até agora pensando sobre isso, cara. Por que contar isso, né? Por que contar? Por que? Por que? Por que revelar isso? Pra alertar as pessoas. Ele que tava aqui compartilhando o dobro. Entendeu? O Menegate respondeu o Johan falando assim, ele já tá caindo
golpe de propósito pra fugir de certos assuntos. Ele faz de propósito. Não, é isso, é isso. O cara, mano, vocês ficam aí, ai, que dó, não sei o que, faz tudo isso de propósito. Enquanto vocês estão vindo, o Rafa já tá, como é que fala? Enquanto vocês estão vindo com a farinha, o Rafa já tá com o bolo pronto. Exato. E no mínimo, o cara chegou lá com a caçamba, no horário, e ele falou, cara, vai pegar mauzão pra mim, cara, com os meus amigos, porque eles ficam me zoando, e
putz, é tipo o BBB eu tô com o enredo fraco, eu preciso de alguma coisa você não quer ir embora não? e aí o cara falou assim, cara mas isso é golpe, eu falo, não fica entre a gente, não tem problema e pô, mas você não vai divulgar meu CNPJ não, eu falo que é de um cabeleireiro lá de Rondônia, sei lá de tudo né, de tudo qualquer canto, o cara, pô obrigado, isso vai me salvar pra caramba esse dinheiro aí, não, tranquilo
ele é coração gigantesco. Então, é isso. Ele tem uma história e gasta dinheiro. O Raul Vieira falou assim, Doug, eventos anuais confirmados. Festa de Réveillon, Carnaval, Lollapalooza, Rafa tomando golpe, Todo Mundo no Rio, Festa Junina, CXP, Show do Roberto Carlos. É isso. E assim, a cota deste ano já foi muito rápido. Foi. E esse é o problema.
Isso é um problema. Porque, pô, tem muito tempo pra acabar o ano ainda, então... E é raro você ter duas CCXP no ano. Mas pode ser que a gente tenha, né? É engraçado porque eu tava refletindo aqui, né? O outro golpe que o Rafa tomou lá atrás com o cara da jardinagem, que foi duas vezes, né? Ele tava em casa. Era uma fase que ele trabalhava de casa. Não sei se você lembra disso. O cara procurou ele na semana. E agora ele tá em casa de novo.
Então, é isso, cara. Não pode deixar o Rafa sozinho em casa, Doug. É que nem criança. Olha, eu espero que a Sunciara tenha uma conta de investimento só para ela. Só para ela? Porque... Que eles não têm aquelas contas conjuntas, né? Nossa, que roubada. Que roubada. Mano, imagine. Todo dia é uma surpresa. Ela pode chegar um dia e falar assim, ué, por que agora a gente tem uma palmeira aqui no meio da sala?
Ah, não, o cara falou que a gente vai economizar, porque aí a água da chuva vai entrar, e falou que vai cair aqui pela palmeira, e tem esses canudinhos aqui, tem esses copos no chão, e a gente vai beber água aqui a partir de agora. Ai, Rafa, custou isso, 15 mil reais. E aí, com dois toques, a Sanseara descobre que é uma palmeira de papelão. Pra fechar, não gostou desse capítulo do Rafa, do João Galdino fala assim,
Se não registrou um boletim de ocorrência, por favor, registre. Nem que seja a versão online vinculada à polícia civil do seu estado de residência. Talvez o seu caso seja de difícil restituição, mas existem mecanismos para que esse PIX seja marcado e rastreado. Não deixando que outras pessoas honestas e preciosas como você caiam nesse tipo de fraude. Lamento, meu querido, sei a falta que Trezentão faz.
pensando nisso também, saca? Ouvindo o episódio, reouvindo ali, né? A história. O Rafael, não, porque eu quero ajudar as pessoas. Meu querido, você tem que ajudar fazendo um BO, pegando esse CNPJ, tá levando lá e falando assim, olha, recebi uma mensagem, foi esse celular aqui, não sei o que, foi esse Pix aqui. Ele provavelmente deu esse comentário, agora, se ele não fez, agora ele vai fazer. E eu acho que sim, Doug, divulgar também o que ele fez, contar o que aconteceu, é importante também, tá? Eu acho que tem que divulgar, sim. Bom, agora,
Foi João Neto, Doug, falando assim, dormi com fones de ouvido e sonhei que estava junto com vocês durante o programa, assistindo como se fosse um talk show. Detalhe, no meu sonho eu acertei mais músicas que o Rafa Lousada. Ah, mas aí, não, eu até agora, mano, assim, é ok, né? Tem essa proposta aí que é eu tentar aprender uma música em 10 segundos e não saber tocar, mas Forever Young estava muito fácil, cara.
Porra! Tava, mas eu não peguei também, né? Ninguém pegou. Ninguém pegou. Ninguém pegou. Até o Credence lá demorou. Fiquei chocado. Caraca, Credence. É que de repente a técnica também não tá ajudando, né? Vamos ver. Não, mas aí é a proposta. O jogo é difícil. É dificuldade. É, pô. Todo game dev foi desenvolvido em cima disso. Todo game dev.
de cima disso, cara. Mas diga lá, vai. Olha, Doug, pra fechar o comentário do Michel, ele falou assim, putz, o quadro de adivinhar a música me quebrou demais. Ri tanto que acordei minha mulher. Agora tô rindo no sofá. Mano, o pessoal quebrou no bagulho do som do Assovio, né, cara? Eu vi um monte de gente falando assim, caraca, bicho, eu tive, sei lá, com a fichina nas calças. Eu falei, que isso, mano? Só por causa do...
Um barulhinho escroto lá. É que é um barulho muito engraçado mesmo. Mas, ó, Doug, só pra gente fechar o programa, avisar, eu acho que vai ter live do Frango Fino, tá? Ah, é? A gente tá bem perto do número que a gente tinha proposto lá. Porra, que bom. De apoios pra ter a live. Então, assim, a gente vai saber no final do mês, no começo do mês que vem. Final do mês agora, começo do mês que vem, tá? Então, assim, eu acho que tá perto. Já aproveito, a galera que escuta aí,
Ciscadinha? Deixe nos comentários desse ciscadinha aqui. Qual música que eu tenho que aprender a tocar pra fazer o Ding Dong na live? Boa, Dong. Boa. Já manda aí, né? Porque às vezes eu fico meio perdido. Tipo, mano, eu vou tentar aprender a tocar o quê aqui, né? Mas não vem com música difícil também, não. Tem que usar duas mãos. Você acabou de tocar esses tratovários, pô. Mas isso aqui é 20 anos de eu tentando aprender. E ainda não aprendi. Se você tá acompanhando o ciscadinha,
Ciscadinhas, no final de semana, um bom final de semana para você, ou na sexta-feira, um bom final de semana aí. Se é a segunda, tem Troféu Cocô para você ouvir aí depois, tal. E uma boa semana para você, logo mais a gente está de volta, no Troféu Cocô, no Frango Fino, depois ciscadinhas. Ah, importante, uma coisa, Doug, um lembrete. Nas próximas semanas, eu vou mudar, estou mudando de apartamento. Ah, é verdade. Então, nas próximas semanas, pode ser que a gente tenha umas questões, tipo, de cenário, de microfone,
Então ao longo do mês pode ser que as coisas vão dando uma desgringolada. Mas a ideia é não faltar programa, sempre ter programa. Tá bom? Um beijo pra você e até o próximo Frango Fino na segunda-feira e o Troféuzinho Cocó. Que música é essa aqui, Doug? Já é ela? Já é? Agora vai. Não? Não faço ideia. Deixa no comentário aí se você pegou a música, tá? Ou essa aqui, ó. Imagine. Essa é Imagine. Essa eu peguei.
comentários, tá? Tchau, tchau, tchau, tchau, tchau, tchau. Imagine o Rafa não sofrendo o golpe. Fazer essa canção pra ele, pra adorar.