FRANGO FINO 569 | COMPADRE TASMÂNIA, O BARDO DO OUTBACK
No Frango Fino dessa semana, Doug Bezerra, Doug Lira e Rafa Louzada recebem Mauricio Costa, ouvinte que mora na Tasmânia, para contar como é viver por lá e explicar por que ele lembra tanto o Compadre Washington. No final, rola a volta do quadro “Ding Doug”.
MÊS DO CONSUMIDOR INSIDER: CLIQUE AQUI E USE O CUPOM FRANGOFINOVEM FAZER PARTE DO CLUBE DOS(AS) GOSTOSOS(AS)Arte do episódio por Eddy Fortunato (@eddy_fortunato)
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Imagine um portal se abrindo e você tendo a chance de levar o carro mais vigiado do Brasil pra casa. O Dili EX2, carro do líder do BBB 26, pode ser seu. Reserve agora com uma condição especial e ganhe mil reais em recarga. Mas atenção, o estoque é limitado. Dili, a marca de carros oficial do BBB 26. Clique no banner pra garantir o seu. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Então, vamos lá.
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música já lançada este ano. Eu acho o seguinte. É boa. O clipe é bom. Pronto. Nem ouvi a música, mas concordo com você. Ah, é bom mesmo. É... Seguinte, Doug, deixa eu falar pra você. Lá nos Ciscadinhas, uns semanas atrás, a gente colocou um desafio aí de aumentar o número de apoiadores. Não sei se você vai lembrar disso. Ah, sim. Sim. E aumentamos, Doug Lira. A gente queria... Nosso objetivo é chegar em 200 apoiadores. Estávamos com 175.
Caralho! E agora estamos com 184. Como diz o velho ditado, cavalo ou dado não se olha as mentes. Exatamente, assim se fala. De papo em papo a galinha enche o gargalo. Isso, exatamente. Enche o grão, não é isso? De papo em papo a galinha enche o grão. Enche a grama. A grama, perfeito, é isso aí. E aí é o seguinte, Doug, o que que é isso? O que que vocês estão falando? O que que é isso?
o Fino é apoiado aqui pelo pessoal que acompanha a gente, financiado pelo pessoal que acompanha a gente. Por que, Doug? Por que eu estou trazendo isso para o começo do programa? Porque está muito difícil conseguir anunciante, cara. É. Quem ouve a gente no Spotify, entram os anúncios ali no Spotify, eu vejo até o pessoal reclamando, pô, eu pago o Spotify e eu recebo anúncio. Não tem como, cara. O Spotify que, né, eu entendo que para quem paga, não deveria receber anúncio, mas a grande maioria
paga, então a gente também não, entendeu? Enfim, tá muito difícil o anunciante, então por isso que a gente tem insistido tanto em vocês apoiarem a gente, em vocês apoiarem a gente, então eu quero manter essa meta, Doug. Assim, ah, Doug, minha esposa do Apoiei, esse mês não vou conseguir. Diminui o valor. Pode diminuir, diminui bastante o valor, entendeu? Eu quero chegar nos 200 apoiadores, Doug. Falta só 16, é tão pouco, de verdade. Considerando a audiência que a gente tem, a gente até falou no
programa lá, que esse número não dá 10% da nossa audiência. É, é muito pouco. Não dá 10% da nossa audiência. Então, assim, vamos chegar em pelo menos 10% da audiência, vamos chegar em pelo menos 200 pessoas apoiando, ia ser muito, muito, muito legal. Como é que você faz pra apoiar? Muito simples. Tem o nosso Pix, tá aí na tela o QR Code. Quer segurar o QR Code, Doug? Ah, eu quero. Peraí, peraí. Segura. Põe ele aqui, ó. Isso, segura ele pra mim. Então, fica segurando aí, Nunu. Segura, tá? Você pode usar,
você pode só abrir seu celular e clicar nele aí no QR Code ou então você pode usar o pixdofrangofino arroba gmail.com Opa! É muito peso. Pode soltar agora, Doug. Pronto. Obrigado. Então, pixdofrangofino arroba gmail.com ou você pode usar aí o QR Code. E tem também o Patreon, para quem mora fora do Brasil, patreon.com barra frangofino. Esse que eu vou falar, está tudo na descrição, tá?
padrim.com, padrim não, apoia-se.com.br frango fino e tem também o Orelo. Por lá você pode apoiar pro cartão de crédito, então facilita um pouco pra você e você consegue colocar recorrente. Hoje em dia você consegue colocar o Pix Recorrente também, tá? Então apoia a gente lá por esses caminhos, pra gente chegar a 200 apoiadores, vai ser muito, vai ter festa. Vai ter festa. Será, ô Doug, aqui, não falei com eles antes, hein? Será que eu posso prometer uma live se a gente chegar em 200 apoiadores? É melhor.
A gente vai fazer uma festa e gastar todo o dinheiro do apoio nessa festa, sem convidar ninguém, né? Eu acho que rola, com certeza, da gente fazer essa live. Chama todos os amiguinhos. E na live, a gente tem a meta de tentar conseguir 250. Eu acho bom. Então tá, se a gente chegar em março agora, a 200 apoiadores, a gente vai fazer uma live. E aí, a partir da live, a gente tem chegado,
Se chegar em 250, outra live. É. E o que vai ter nessa live? Brincadeiras. Diversão. Chincanas, diversão, alegria e ó, uma rodada épica de Gartic Fone apenas. Ah, boa, Doug. A gente vai fazer Gartic Fone. É. Boa, boa. Essa é uma promessa concreta, né? É, exatamente. Porque todos os adultos eram subjetivas, né? Tem que trazer fatos concretos.
E uma coisa que eu acabo esquecendo de mencionar aqui, Doug, é que quem apoia a gente pelos Patreon, apoia-se, e o Orelo recebe lá no e-mail recompensas, né? Então tem a nossa loja, tem 20% de desconto na loja, você participa do nosso grupo do Telegram, o seu nomezinho aparece nos créditos finais aqui, que a gente vira e mexe e comenta os créditos finais, né? Tem também, você pode mandar um áudio pra gente, e você pode gravar aqui com a gente, seja só um quadro ou seja um programa inteiro, que nem a pessoa que vai gravar.
com a gente hoje aqui, tá? Então, é isso. Chegamos a 184, falta só 16 para 200. Se chegar a 200, tem live do Frango Fino. E se você não gostou do participante, faz melhor. Paga você. Isso, paga e vem participar. Faz melhor, é isso. Caraca, Rafa. Muito bom, muito bom. Esse cara, depois que, ó, depois que colocou cabelo, tá cheio de atitude. É, é isso aí. Começando mais um Frango Fino, eu sou o Doug Bezerra,
episódio de número 569. Estou aqui com o Doug Lira. Se você abrir a geladeira da tua casa e tiver 200 gramas de presunto, 200 gramas de mussarela, 200 gramas de motradela e rosbife, você é rico. Saiba disso. Dito isso, rosbife, queijo branco, tapioca. Sucesso tá. Pô, falar nisso, Doug. Você é rico, Doug? Não, só comprei o rosbife. Não tinha um resto.
É isso, eu ia falar claro. Se tiver os quatro, é isso, né, Doug? É isso, é a combinação dos quatro. Porque, cara, esse monte de opção tem que ser rico. Não, eu quando vou comprar, eu compro ou a mussarela, tipo, mussarela e mortadela, mussarela e presunto, um queijo prato, que se tiver mais barato que a mussarela, né? Sempre assim. É isso. É difícil você ter três frios diferentes em casa. Quatro, então? Eu tive no máximo dois.
Sério, roast beef, nunca nem vi. Se tem três, apartamento próprio. E se tiver salame, então? Porque o salame é uma loucura. Não, se tiver salame, assim, é vizinho do Pablo Marçal na sua vida. Na hora. E presunto tipo parma? Isso aí tem casa em Mônaco. Não, aí, Rafa, nem no Brasil está. É. Foi buscar na Itália, né? A pessoa que tem parma na geladeira tá assim, nossa, gente, o dólar tá muito, muito,
Atrapalhando investimentos. Ai, tá bom. Eu tô esperando aumentar pra eu receber. Ó, eu vou aqui, confissão, tá? Tá. Eu nunca comi presunto parma. É mesmo? É. Não sei nem o gosto. Eu comi na minha viagem épica para Barcelona. Quanto tempo, hein, Doug? Faz muito tempo. Quanto tempo? Para pra pensar quanto tempo faz. Aqui é pouco.
Muito pouco pra 10 anos. Isso que eu ia falar. Se essa viagem fosse uma criança que tivesse acabado de nascer quando você viajou, ela já estaria hoje indo pro quarto ano escolar. Doug, não tem 10 anos já, não? Não tem, foi 2018. Eu tô falando porque esse dia eu tava pensando, vira e mexe o documento. Não, quando eu fui pra Nova York, quando eu fui pra Nova York, faz 12 anos que eu fui pra Nova York. É, você foi antes. E você tá aqui com o Rafael Lousada? Ai, gente, eu tomei outro golpe.
Não é possível. Não é possível. Não é possível. Eu tava aqui pensando, não sabe o que você ia falar. Você já tinha preparado uma outra abertura, entendeu? Mas essa eu prometo que é rápida e eu tô com... Eu tô bem. Esse golpe foi um golpe rápido, esse. Foi um golpe muito rápido, assim. Foi certeiro. Tipo, sabe o golpe de samurai, assim? Que ele só... Na melancia, assim, sei. Cortou. Foi, foi.
Como é que foi, Rafa? Eu precisava pedir uma caçamba aqui em casa para tirar um lixo da minha reforma interminável. Que assim, spoiler, pelo menos o lixo se foi quando você estiver ouvindo esse podcast. Mas enfim, precisava pedir a caçamba. Aí eu atribuo isso ao meu TDAH não diagnosticado. Rafa, a culpa não é sua. Não pode culpabilizar a vítima. Não, claro, claro. Eu fiquei muito agitado para pedir o negócio.
você pra amanhã, e aí eu fui e achei no Google, mandei mensagem pra pessoa, mandei pra outra pessoa, e aí uma delas passou um valor, a outra foi, passou um valor mais baixo, 20 reais, eu falei, é essa. Aí pedi, combinei, a pessoa falou por mensagem só, tá aqui o número do Pix, aí você faz o depósito pra mim, aí a gente confirma amanhã a entrega da caçamba. Aí eu fiz o Pix,
o outro dia amanheceu passou o horário passou do meio dia era pra entregar as 8 da manhã comecei a ficar preocupado aí fui pesquisar na internet o CNPJ aí descobri que o CNPJ era de um de um salão de cabeleireiro em Itu aí eu já pensei comigo mesmo acho só acho que o cabeleireiro não não tem caçamba não tem caçamba no quintal pra poder me entregar e lá de Itu acho que vai demorar um pouco
Tá. Aí era isso, foi um golpe, gente. Eu entrei em contato com o banco e, infelizmente, eu não consegui reaver o meu dinheiro, porque ele já tinha sacado o dinheiro da conta. Porque dá pra você recorrer a PIX, assim, quando você acha que é uma fraude e tal. Tem um sistema do Banco Central lá que é MED, se eu não me engano, mas você faz direto pelo aplicativo do seu banco. E aí ele vai e analisa, né? Pede a documentação e tal. E aí o resultado positivo
Yes, foi fraude. Resultado negativo, já tinha sacado o dinheiro. Então, se não tiver dinheiro na conta, você não recebe. Mas, ó, Rafa, aqui, eu acho, não sei o Doug, Doug, mas eu acho que eu também cairia nesse golpe aí, tá? Ah, mas eu garoto... Não, eu até entendo. Esse foi menos pior do que o outro. Porque, assim, com quem que você vai falar pra alugar uma caçamba? Eu iria no Google, procurando no Google. Não conheço ninguém que pode alugar uma caçamba. Pois é, eu já fui no Google outras vezes. E eu já tive experiência de pedir duas vezes.
Caçamba? É. Por que você não tem no mesmo lugar? Porque eu perdi o contato. Não achei mais. Aí eu fui procurar outro. E geralmente quando você pede, eles entregam pra você e você paga na entrega com a caçamba no teu quintal. Sim. Ou alguns na retirada. Então aí começa a complicar pra você. E aí eu fui lá e meti um pix, entendeu? Porque eu tava ansioso pra poder fazer o negócio. E agora me ocorreu que talvez eu perguntaria pro pedreiro
Também, também. Eu perguntei. Não, eu não perguntei não. Ele me sugeriu depois que eu já tinha tomado o golpe. Agora acho que não vai dar, né? Rafa, você não tem culpa. A culpa é de quem te deu o golpe, tá? Todo dia sai um malandro, né? E um caçambeiro. Alguns não saem nem de casa, né? Só espera o idiota ligar, né? O otário ligar. A minha recomendação pra você, Rafa, eu não sei se você tem isso. Porque assim, eu às vezes tenho um pouco disso. Tenho uma certa ansiedade.
Em revelar pras pessoas o quão burro eu fui em certas situações. Às vezes eu tenho um pouco disso, tipo, hum, aí eu quero contar como eu fui idiota. Que vontade de passar uma vergonha. É, que vontade de contar isso, né? E eu, putz, tem umas aí que olha, ó, minha boca é um túmulo. Jamais. Ó, você ouvinte, saiba que você não é o único que não sabe, porque eu e Doug Bezedra, eu não tenho noção nenhuma.
dessas histórias aí. Daqui a uns três anos, um dia eu falo assim, galera, com palma pra você. E assim, nossa... O amigo do amigo meu. É, até lá a gente vai fazer um selo Rafa Lousada de golpe, ou de, sei lá, qualquer coisa, né? Tipo... Não precisa nem usar você, Rafael. O selo, você foi otário. E assim, nossa, eu tô merecendo um troféu. Mas assim... É, o... Mas você ia completar?
falar isso, nunca saberão. Nunca saberão. Ai, ai. Eu quis contar mais pra poder alertar as pessoas sempre de, olha, mesmo que você estiver indo atrás do negócio, assim, né, não faça depósito adiantado se você não tiver garantia de nada, assim, entendeu? Se não for uma recomendação. E você também, Rafa, você tá trazendo entretenimento pras pessoas. Isso. As pessoas gostam de me ver, contar as histórias,
Ninguém gosta de ver você sofrer, né? Mas assim, como foi o negócio... Eu queria economizar... Não, perdi mais. Perdi mais porque... Não, calma, pera. Você é burro, hein, cara? Não, brincadeira. Bom, não perdi menos, perdi menos. Eu refiz a minha conta totalmente aqui. Tô brincando. Porque assim, não, foi 350 reais, gente. Mas assim, eu quis economizar 20 e paguei 350 a mais, né? Porque eu tive que pedir outra caçamba.
Então no final eu gastei 700 e poucos reais Mas a outra já tá aqui em casa Já foi embora Já levou minha sujeira Já levou sua sujeira Inclusive o cara O cara é da caçamba Que tá sendo Descuidado nessa parte Porque ele me passou o pix E eu não paguei pra ele Ele entregou a caçamba pra mim Falou vou te pagar o pix lá Você faz pra mim agora que eu tô na correria
Peraí que eu vou abrir uma enquete aqui então agora. Ouvinte, se você acha que o Rafa deve... Porque Doug e Rafa tem um negócio que chama justiça divina. Entendi. Não, não. Isso é Rafa. Não, o cara... Eu tô brincando. Pago, cara, pelo amor de Deus. Cara, não tem nada a ver. E outra coisa, ele vai vir aqui na porta da minha casa tirar essa caçamba daqui, cara. Se eu não pagar, o que ele vai... Eu não sei, ele vai estacionar um caminhão aqui e nunca mais vai tirar, sei lá. Eu tô pensando no seguinte agora. Hipoteticamente.
de forma muito hipotética. Se eu compro um telefonezinho bem merda, um chipzinho, boto em outro celular, pego um CNPJ Schwelves na internet e faço um anúncio no Google de caçamba de trezentinhos reais ou duzentos e cinquenta e todo mundo que me mandava fala, puxa, já me manda o Pix que eu vou mandar o rapaz aí. Manda agora, já manda agora. Manda agora que eu já preciso do comprovante, senão eu não consigo liberar
menino aqui do caminhão. Isso. E aí, quanto tempo será hipoteticamente? Hipoteticamente. Quanto tempo será até dar merda? E assim... Você tá enxergando uma possibilidade de negócio aí, Douglas? Não, eu fiquei pensando, hipoteticamente, tem uma renda aí. Não tem, não. Para. Não tem renda nenhuma. Porra, umas duas contas tá garantida. Uma vez por mês, uma caçamba, já é um lucro. Já garante os bichos.
Puta merda. Olha, eu te avisei na segunda-feira, mas como eu sou seu brother, vou te relembrar de novo. Segue rolando a Semana do Consumidor da Insider. E sabe aquela situação clássica de abrir o guarda-roupa e pensar? Eu preciso dar uma organizada nisso aqui. Então, esse é um ótimo momento para resolver isso. Em vez de sair comprando um monte de coisa aleatória, vale atualizar as peças que você realmente usa no dia a dia.
E é aí que entra a Insider, porque ela tem roupas tecnológicas confortáveis, que não amassam, não desbotam, ajudam na regulação térmica. Aquelas peças que você usa uma vez e pensa, por que não comprei isso antes? Aconteceu comigo, tá? É verdade, real. E durante a semana do consumidor fica ainda melhor, porque você usa o cupom FRANGOFINO, ele soma com os descontos do site,
no total. É isso mesmo. Usa o cupom FRANGOFINO dependendo da peça, dependendo da promoção, você consegue pagar metade do preço. Então aproveita, porque o link tá na descrição. Usa lá o cupom FRANGOFINO pra garantir o seu desconto e de quebra você ainda ajuda o FRANGOFINO a continuar crescendo. Vai de Insider porque você apoia um projeto maneiro e ainda vai se vestir bem pra caramba. Olha só como vocês estão vendo. Hoje a gente tem visita.
Nosso apoiador diretamente da Austrália, que já mandou um áudio pro programa, que ele tava muito louco, Maurício Costa. Eu não tava louco. Eu não tava louco. Eu não estava. Eu não estava. Não, não, não. Isso é mentira. Eu tava louco quando eu assinei. Esse eu tava. Porque, cara, as palavras não foram... É, mas... Eu não sabia nem quanto que eu paguei. Eu fui ver no dia seguinte.
que tinha sub-encryption do Patreon. Eu falei, caralho! Muito bom, muito bom. Façam isso, gente. Ouçam o Frango Fino, tirilili, e apoiem a gente, tá? É porque eu escuto duas vezes o Frango. Eu escuto no carro, quando eu tô trabalhando durante o dia, e quando eu chego em casa, eu escuto de novo pra ver em vídeo, tá ligado? Ah... Pra ver se não passou nada ali, né? Uma piada, né? É porque às vezes conta uma coisa que aparece uma imagem, eu não consigo ver porque eu tô dirigindo. Tá.
Façam também como o Maurício. Ouçam e aí assistam depois em seguida que fortalece a gente. Maurício, eu falei aí que você está na Austrália. Me fala em que lugar da Austrália que você está. Eu moro em Hobart, na Tasmânia. É a capital da Tasmânia. Então não é necessariamente Austrália ou é Austrália? É Austrália. A Tasmânia é um estado da Austrália. E fica dentro do continentezão lá que a gente vê ou é uma ilha? Como é que é? Não, não, não.
A Austrália tem a ilhona, né? A ilhota zona e tem uma coisinha assim embaixo. Aquela pontinha é a Tasmânia. O estado é ali. É maior ou menor que Osasco? Puta, eu acho que é menor. Eu acho que é menor. Chupa, Tasmânia! A Tasmânia tem 200 mil habitantes, cara. É, Pirituba. Esses dias eu dei uma olhada, Pirituba, meu bairro lá que eu cresci, tem 120 mil. É, velho, o estado inteiro tem 200 mil aqui, cara. E você é daqui de São Paulo, Maurício? Não.
Eu sou de Curitiba, pô. Eu sou de Curitiba, doveleira. E você tá usando esse bigode charmoso aí, desde quando? Pô, faz muito tempo já, velho. Você é do bigode há mais tempo do que essa modinha que tá agora aí? Ah, velho, eu acho que sim, porque, tipo, eu comecei a crescer muito a minha barba na época que eu cheguei aqui na Austrália. Foi 2015. Eu tinha bigode de uma época que eu cresci tanto que eu fiz uma voltinha, assim. Ah, não. O Rafa tinha isso aí também, tá? Eu usei.
Aí tipo, sempre vem e vai, na real. Eu tiro a barba, aí deixo crescer, aí deixo o bigode, aí tiro de novo. Aí minha mulher reclama, não tira a barba, deixa o bigode. Eu falo, tá bom. Você tá com visual mais... Exatamente. É exatamente o objetivo. Na verdade, tem aquela música... Ah, esqueci o nome deles. Aquela música...
Ixi, o Doug que sabe dessas músicas aí, Doug. Essa música... Tem um cara, que é um cara que tem cabelo cacheado e bigode. O sonho dela é casar com aquele cara, então... Cara, me lembro um pouco também, você tava falando aqui, me lembro um pouco também o Lionel Richie. É, tem um Lionel aí. Tem, tem. Olha pra câmera e fala, hello. Hello. It's me. Ai, eu achei que era.
Eu, por mim, tinha cabelo raspado. Eu só deixo o cabelo crescer porque eu sou pau-mandado, né? Com orgulho. Não tem coisa melhor do que ser mandado por mulher. Como é que você saiu de Curitiba pra morar na Tasmânia, bicho? Porra, velho. Minha vida eu viajei muito. Eu morei... Eu nasci em Curitiba, eu morei em Joinville, Porto Alegre, Natal. E aí, tipo... Eu sei lá, cara. Eu tava pra terminar a faculdade e aí tinha...
Não muito recente, acho que um ano e meio, eu tinha tomado um relacionamento sério, assim, foi o meu primeiro relacionamento. E aí, eu tenho a sorte de ter condição no Brasil, a minha família teve como me financiar. E aí, tipo, meu pai falou, você quer ir pra fora do país? Eu falei, quero. A gente foi pesquisar, eu ia primeiro pra França, aí depois pensei em Inglaterra, aí ia pro Canadá, Irlanda, tinha muito brasileiro, eu queria aprender inglês mais e tal.
E aí o cara da agência falou, tipo, pô, por que você vai pra Austrália? Eu falei, cara, Austrália tem canguru e coala, o que mais? Ele falou, pô, Austrália é um país de desenvolvimento, blá, blá, blá, blá, blá. É, tem uma planta, você morre. Muito legal. É, aí, tipo, ele falou, tem essa cidade, e eu fui pra Brisbane. Que Brisbane é em Queensland, é mais pro norte aqui. É um lugar mais tropical, assim, é mais Brasil. Tá. Eu fui pra lá, só que eu odeio o calor. E aí, na época, negócio de vista e tal, eu fiquei uns quatro anos lá, e na época de vista,
eu vou vir pra Tasmania. Porque aqui tem um sistema de visto de imigração que é mais simplificado. Então, por causa de profissão, por causa de idade, vários motivos. E aí eu vim pra Tasmania, me apaixonei pelo estado e fiquei. No Brasil, cresceu aqui no Brasil, alegria. Que bom, tinha recurso. Abri sua geladeira e eu encontro três tipos de frios, incluindo roast beef? Dois, pelo menos. Um salaminho e um presunto.
Ele tem salame, Doug. É que, tipo, minha família, parte de pai tinha uma condição boa, parte de mãe uma condição muito, muito precária. Minha mãe escolheu, escolhia a refeição quando era criança. Almoço, janta ou café da manhã. Não tinha os três. Olha lá, Doug, a mãe dele podia escolher. Minha mãe só podia escolher se bebia água ou... Estou brincando. O sonho da minha mãe era beber água. Isso é o troféu cocô original.
Isso é troféu cocô original. Nossa, sonho da minha mãe era beber água, porque ela só bebia quando chovia. Na terra da sua mãe chovia? E o engraçado é que, tipo, eu tenho muito mais conexão com essa parte da família, então o pessoal da história do troféu cocô, essas coisas, tudo isso eu passei com a parte dos meus tios, a parte de mãe e tal, porque eu vivia lá, tá ligado? Andando na rua com eles, e tipo, é a Vila Hour lá em Curitiba. E, tipo,
O Troféu Cocô, eu me relaciono por causa dessa parte da família que eu passei muito tempo lá, tá ligado? E o que é a sua formação? O que você trabalha aí? Cara, eu sou... Eu fiz dois anos de engenharia. Ligou? Ah, engenharia, claro. Não, fiz dois anos de engenharia no Brasil. Desisti porque eu sou muito burro. Mas eu pensei, mas eu sou criativo, vou fazer design. Ah, legal. Aí eu fiz design. Aí quando eu peguei meu diploma, dois dias depois que eu peguei meu diploma, eu tava no avião pra vir pra Austrália.
Meu Deus do céu, cara. Aí, eu cheguei na Austrália no dia do meu aniversário. Então, meu aniversário, todo ano eu coloco meu aniversário e meu aniversário de Austrália. Cheguei exatamente no dia do meu aniversário. Que curioso. E aí, aqui, eu não faço nada de design. Eu gerencio pessoas. Eu sou gerente regional de uma empresa de limpeza. Caraca! Que plot twist! Eu trabalhei quatro anos na indústria de limpeza aqui, que é o mais fácil para estudante entrar. E é uma renda boa, tá ligado?
Renda boa que dá pra eu viajar pra Nova Zelândia, fui pro Brasil com a renda de limpeza, tá ligado? E aí, tipo, quando eu mudei aqui pra Tasmânia, eu tinha um pouco de... Eu fiz também MBA aqui e tal, eu estudei Masters in Business. Jogou basquete? Que legal. Tô brincando, gente, tô brincando. E aí eu tive como entrar na parte de administração. E aí eu tô fazendo isso agora. Aí você fica assim, ó, cafezinho, mãozinha na cintura,
e fica assim, John, esse tá errado, hein? Tá errado isso aí. You have to clean better this table. Aí, ó. É, isso aí. O Rafa gastando. Caramba. Gastando, gastando. Tá certo, tá certo. Tem que fazer mesmo, tem que falar. Tem, tem. Eu morro de vergonha de falar tudo errado. Sabe o que você faz quando você tem vergonha? Fica um pouquinho embriagado. Isso, fica embriagado e apoia o frango fino. Isso.
Faça isso. Mande áudio. Mas o que você mais gosta aí, Maurício? De comida. Você gosta de comer? Você gosta de comer um hotback aí? Não tem hotback aqui onde eu moro, pô. Você tá brincando? Esse é o humor do hotback, né? Não tem. Onde eu morava antes tinha, mas aqui, cara, aqui é um fim de mundo, tá ligado? É bem pequeno assim. Mas qual que é o próprio típico aí? Street View aqui.
Cara, não tem, velho, porque eles... Me desculpa, mas eles são colonizados por branco, por inglês, velho. Nossa, pessoal, peixe, feijão... O que tem nativo é povos que vêm pra cá. Cara, o aborígene é uma parada muito sensível aqui, porque eles quase dizimaram a população aborígene. Tem um monte de projetos aqui, proteção de aborígene e tal, tem que manter respeito por eles, talvez tenha uma coisa cívica, tem que demonstrar o respeito,
por eles, por causa de tudo que aconteceu no passado. Você mora lá em Farentine? Ou você mora ali em Lake Lake? Onde você é? Olhando o Google Maps. Eu acho que você tá perdido, que eu não sei nem do que você tá falando. Cadê? Eu tô em Robert, Tasmania. Peraí, Robert... H-O-B-A-R-T H! Não é Roberto, não. Ah, os caras
bota uns H aqui do nada, não tem acento nas coisas, quer que eu faça como? Pra saber se oxita, pra parar oxita. Eu tô me encontrando aqui, eu quero só passear no Google City View aqui. Maurício, deixa eu organizar de novo aqui. O que que tem aí que você curte comer, então? Cara, aqui o que eles têm que é o Fish and Chips, tá ligado? Ah, é o Fish and Chips. Sério? Fish and Chips. Eles têm... Eles são muito, assim, tradicional deles, mas eles comem muito... Caralho, esqueci o nome em português. Fala em inglês, não tem problema.
Meat pie. Meat pie. Torta de carne? Isso, isso. Torta de carne. É umas tortinhas, assim, de carne. É boa pra caralho, na verdade. Mas é umas tortinhas. Wellington, assim? Não, não tem nada a ver. Não, não. É uma... Tipo... Meio tipo bife. É uma coisa mais... Mais... É... Folhada, assim, que eles têm... Vai deixar uns ladeiros aqui que parecem Osasco, velho. Pô, só subir. É, a cidade aqui tem uma montanha. Mas, tipo... É. Eles têm essas comidas, sim, tá ligado?
tento muito agora fazer coisa do Brasil aqui, mas não tem os mesmos ingredientes. Eu até queria perguntar se você tem acesso ao feijão carioca, um feijão preto? Não, tem feijão preto, mas tipo, ou é enlatado, que convenhamos, né? Ou você compra o grão e aí você tem que fazer, mas é tipo, eles não tem uma panela de pressão, assim, igual no Brasil, tá ligado? Mas você não vê BBB? Eles ficam lá cozinhando por três dias lá numa panela. Ah, quem tem
pra isso, bicho. Três dias cozinhando. Não dá. Não, e daí aqui eu tive que comprar uma coisa de pressão eletrônica, tá ligado? Pra conseguir fazer feijão às vezes. Porque eu fiz feijoada uma vez pra minha mulher e ela agora ama feijoada, que eu faço toda hora. Maurício, qual que é o nome da sua companheira, hein? Kiarna. E ela é australiana, isso? Ela é australiana, isso. É, o nome dela é Kiarna Best. Porque é você que orna com ela.
Ele é impossível. Eu ao vivo, Maurício. Parabéns. Parabéns. Dói, né? Dói, né? Pra você. Dói um pouco? O sentimento é esse. É uma alegria com dor. Você faz... Que coisa boa, né? Que talento. Como é que vocês se conheceram? Puta, Tinderzão, né? Na verdade, eu saí um tempo com uma amiga dela e eu conheci ela numa festa. E aí eu parei de sair com essa amiga dela e aí eu...
Eu dei match com ela no Tinder e essa amiga que eu saí uns anos atrás falou, pô, devia sair com ele. Vocês combinam muito bem. E aí a gente saiu num date. Eu tomo muitas decisões quando eu tô alterado. Eu chamei ela pra sair comigo quando eu tava alterado. E no dia seguinte eu fui de ressaca. Coisa boa. Saí com ela. Engraçado. Engraçado. Coincidência. Porque eu conheci o Douglira assim também, né, Douglira? Foi. Né? Foi exatamente assim. Estava saindo com um amigo. Isso.
Tá sendo com o Roca, aí o Roca, tem o Doug Lira lá, ele super combina com você. Aí a gente gravou e é isso, estamos juntos. Aí estamos há uns três anos juntos, eu acho. A gente vai, tá tentando casar, mas caro demais, muito embaçado. Ô Maurício, o que que, assim, quando você começou aí esse relacionamento com ela, ou que seja pessoas que você foi conhecendo quando você chegou aí, o que que você achou de mais diferente, né, da nossa cultura BR,
é o inverso. O que a pessoa olhou e falou assim, que isso? Tu lava o seu subaco? Sei lá, tô chutando aqui, não sei. Putz, eu acho que de relacionamento assim, relacionamento afetivo, eles são mais frios que o brasileiro. Eles não são muito de... As pessoas não são muito de toque aqui, de abraçar. É muito... É mais frio, né? A gente que chega abraçando e cumprimentando e tal. Na questão de pessoas, eu, particularmente,
um brasileirinho que gosta de tomar dois banhos por dia, quiçá três, acho eles meio porquinhos, assim. Eu tive um amigo falando pra mim, você precisa tomar banho todo dia, às vezes eu fico dois dias sem tomar banho, eu falei, amigo, você vai começar a apodrecer. Assim, não sei se vocês vão pegar na minha mão aqui, tá? Mas num dia frio, dois dias frio, não vou encontrar com ninguém, trabalho em casa,
O ponto mais importante pra mim é muito frio trabalhar em casa. Entendeu? Assim, pra eu falar assim, putz, não vou tomar banho. Só que assim, tem um ponto muito forte também, Doug, que é o seguinte. Não, não tô falando assim, gente, não tô falando que eu faço isso. Não tô falando que eu fico três, quatro dias sem tomar um banho no frio. Você ouviu falar isso que eu tô falando. Que tem gente que faz isso. Mas um ponto importante é o seguinte, o frio que a gente passa no Brasil é diferente,
no Brasil, principalmente aqui em São Paulo, não tá adaptado. Elas não são preparadas, é. Não são preparadas pro frio. Por exemplo, mano, aqui no meu apartamento, quando faz frio pra caralho, maluco, entrar no banheiro, tirar a roupa, é tipo, é um desafio, assim. Você tá, tipo, tremendo, saca? Pior que isso é você sair do chuveiro depois, né? Porque você vai ter que desligar e você fala, puta merda, eu vou passar frio, porque vai vir o vento, meu corpo tá molhado. Já teve casa que eu morei que, tipo, mano, ficava aqueles buracos, assim,
no banheiro, assim, de entrada de ar, que, mano, era impossível, né? Mas aí, onde eu moro isso tá, por exemplo, pô, já tá preparado pra isso, né? Não tanto, não tanto. Então é isso aí, ó, chupa a Tasmânia, tá, ó, três pontos pausados. Não, a Tasmânia é mais frio e a Tasmânia, as casas mais antigas, não são preparadas pro frio, mas elas têm, em maioria dos banhos, tem aquecedor embutido. Então você liga o aquecedor. As ideias, cara, eu tinha muito essa impressão que a Tasmânia não,
lugar mais caliente justamente por conta do TAS mesmo. Não, não tem nada a ver. Aqueles ecossistemas que aparecem no desenho não tem nada a ver com a Tasmânia. A Tasmânia é verde, cheia de florestas, montanhas, tá ligado? A gente buscando coerência do estadunidense, né? Em respeito ao outro país. Exatamente. Lógico, no Loneitunes, né? No Loneitunes. Não vai ter nada. O diabo da Tasmânia tem. Tem. Ele é desse tamanho assim?
Já, já. Quase atropelei um uma vez. É mesmo? Rafa, isso tem no zoológico aqui no Brasil. Não, eu nunca vi. Eu acho que tem. Um empalhadinho, alguma coisa, tem. Ah, coitado, coitado. Tem o Vombat também, que é daí, não é? Esse tem, tem. Mas ele é mais pro meio da Tasmânia. Ele é grande. Ele é um bicho gordão. É tipo uma capivara, né? Capivara de vocês aí, da Austrália. É, tem... Tô vendo só a sua rua aqui, ô, Maurício.
Tá bom. Seguinte, Maurício. Toda vez que alguém grava aqui com a gente pela primeira vez, ela participa de um quadro. Você conhece esse quadro? Eu acho que sim, não sei. Então segura aí. Eu acho que eu vou ver um filme. Só não pode ser do Naruto. Nossa, que vinheta. Muito bem, Maurício. Você que tá no quadro, eu acho que eu vou ver um filme. Só não pode ser o do Naruto. Bate palmas. Palmas, palmas, gente.
Olha só, nesse quadro, Maurício, eu quero saber de você três figuras importantes na sua vida. Elas podem ser fictícias, podem ser figuras espirituais, podem ser pai, mãe, tio, primo, tia. Pode ser de verdade. Pode ser personagem de livro. Pode ser o que você quiser. Pode ser um cubo mágico. Pode ser algum objeto. Pode ser o que você quiser. Fique à vontade. Pode ser um cubo mágico? Pode ser. Pode ser uma caneta. Ah, essa caneta me influenciou a fazer algumas coisas. Eu babei. Não sei se vai pegar na câmera, mas sabe aquela...
de goto. Meu braço muito nojento. Muito preocupante, né? A pessoa que tem uma caneta como referência. É, Doug. Mas eu já li uns comentários. Enfim, depois a gente conversa sobre isso. Maurício, conte pra gente as três figuras importantes pra você, hein? Pô, eu vou ser um filho muito ruim. Eu não vou falar dos meus pais. Amo meus pais. São muito importantes pra mim, mas eles sabem disso. Todo mundo sabe disso. Eles são meus pais. Não, tá certo.
Então, assim, três pessoas importantes. A Kiarna, ela mudou a minha vida por completo. Totalmente. Eu tinha esquecido que era amar uma pessoa por muito tempo. Eu não tô brincando. Eu fiquei oito anos solteiro. Sem ninguém. Eu não conseguia entrar em relacionamento. E ela mudou totalmente isso. Então ela é muito importante pra mim. E você mudou a vida dela também, eu tenho certeza. Acredito que sim. Claro.
participar de algum podcast aí na Austrália, que ela gosta. Se tiver um quadro parecido com o nosso, ela vai colocar você como... Pô, se tiver, eu vou achar maravilhoso. Então, Kiana... Sempre que isso aconteça. Kiana... Vou roubar meus dois primos, que eu cresci junto. O Leonardo e o Henrique. Tem até uma tatuagem de um triângulo pra representar que a gente se completa num triângulo equilátero. O nome do maluco sertanejo, né? Henrique... Como é que é?
E o Henrique tem um filho chamado João Paula, que acabou de saber que vai ter um outro filho, e ele não vai chamar de Daniel, ele vai ser um absurdo. Perdeu a oportunidade de ouro. Então, meus primos, minha mulher, e eu vou fazer a entidade, que é o grupo de RPG que eu conheci aqui na Austrália. Não é uma pessoa. Sai daqui, cara! Sacané.
porque eu tava com uma depressão, tipo, muito profunda. Foi quando eu fui diagnosticar com depressão. E eu literalmente não saía do meu quarto a não ser pra jogar RPG com eles. Tá. E qual foi o nome do grupo? Tem um nome? Nerds in Brisbane. Nerds in Brisbane. E tem mais brasileiro lá ou só tem você? É só brasileiro. Só brasileiro. Ah, é só brasileiro. Aí agora mudou pra Nerds in Brisbane, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Robert, em Adelaide, porque todo mundo se dividiu. Ah. Mas todo mundo ainda está conectado. Ah, você joga online?
joga com alguns, joga online, mas, cara, a gente conheceu, tipo, um dos caras, a filha dele era bebê quando a gente se conheceu, então a gente viu ela crescer junto e tal. Chama o Rafa pra participar, ele quer participar, ele tá com vontade, olha a carinha dele, olha a carinha dele. Peraí, mas aí eu fiquei curioso agora, você joga com qual classe e qual o nome do seu personagem? Bardo. Bardo. Ah! Melhor classe do jogo. É o maionel mesmo. É uma guitarra, que é só pra enfeite, porque eu não sei tocar. Eu só gosto muito do design.
Instrumento aqui também e jogar... E jogasse no... Não, o meu bardo tocava um berimbau. É mais fácil, corda só, né? Tá, é. E vem cá aí, qual que é o nome do seu bardo, Maurício? Mordecai. Mordecai, o homem. Mordecai, o homem. Porque as pessoas confundiam ele com um pássaro, aí ele tinha que falar que ele era um homem. Puta, você foi no apenas um show lá atrás. Lá, essa foi, hein? Caralho! Foi boa. Uma puta referência, parabéns.
Porque poderia ser Mordecai ou pássaro, né, Rafa? Não, mas ele é o homem porque as pessoas confundem ele com pássaro. Ele é o homem porque ele é um tifling. É um tifling. É um meio demônio. Um demônio com menos quatro de aparência. Feio, feio, feio. Mas com muito carisma. Mas por que tem, então, o homem se ele é um tifling? Porque ele... Cara, eu não sei por quê. Eu não sei, aconteceu.
É, esse pessoal da RPG, né? Muito bem, vamos lá então, o Maurício. Entre a Kiarna, os seus primos, a dupla sertaneja, a Leonardo, Henrique, Henrique e Leonardo, o seu grupo Nerds, o seu grupo de RPG Nerds em Brisbane. Qual desse pessoal todo você leva para Osasco? Vai assistir um filme do Naruto?
lava o cabelo. Muita atenção aí. Bom, Osasco, com certeza a Kiarna. Com certeza. Com certeza. Eu não vejo a hora dela conseguir ter os prazeres da alimentação no Brasil. Entendeu? A comida do Brasil é a coisa que eu mais sinto falta na minha vida. É, cara, imagina. Uma coxinha assim, ó, de um lugar bem sujo, que você pega e ela fica transparente, papel, putz. Ô Maurício,
Tentou fazer o Hot Dog BR pra ela? Já tentei, mas não é a mesma coisa. Não adianta, cara. Não tem o suco do Brasil. Não, mas você fez com purêzinho? Como é que você fez? Eu não faço com purê porque eu não sou de São Paulo, né? Ah, verdade. Eu boto frango, catupiry. Que é uma delícia. É bom, é bom. Eu boto uma vina. Eu boto vina, exatamente. Mas é que não é a mesma coisa. Os sabores são muito diferentes por causa do jeito que é produzido as coisas aqui, né?
É diferente de produção, ingredientes e tal, então é muito diferente de sabor. Então, com certeza, ela Osasco. E aqui, plástico com sal. Exatamente. Um aginomoto. Um aginomoto, né? A poluição dos carros aqui é diferente. Exato. Não, mostra pra ela um comercial da Galinha Maggi, fala pra ela, ó, isso aqui mudou a vida de toda brasileira.
Tá, vamos lá, Maurício. Lavar o cabelo. Vou lavar o cabelo dos meus primos. Porque... É justo. Porque é... É uma intimidade, né? Eu acho uma delícia, tá? Eu já fui... Uma vez, um amigo meu, ele casou. E aí ele falou, ah, vamos fazer tipo o dia do noivo. Sabe o que as meninas fazem, né? O dia da noiva. E aí a gente foi na barbearia fazer as paradas.
juntos e tal. Cara, uma delícia, tá? Uma delícia. Então, assim, compartilhem esse momento com seus amigos. Vai no barbeiro junto, lava o cabelo junto, corta o cabelo junto, tá? Eu acho que tem que se prender das amarras sociais que, ai, é muito feminino, é muito masculino, só vai e faz. Isso, lava o cabelo do outro. Tem coisa melhor que encontrar um amigo seu, tomar banho com ele e falar assim, o que é isso aqui? E aí, deixa pra dar. E o restante é a história, Doug. Deixa na imaginação do povo. O restante é...
E filme do Naruto, os nerdão, né? Nerdão, tudo assistiu filme do Naruto, fantasiado, gritando, cantar Haruka Kanata, vai ser uma loucura. Você sabe que esse ano vai ter Asia Kung Fu Generation no Brasil, né? Eu já vi, hein? Eu já vi o Asian. Eu tô ligado. Eu já vi, teve um Anime Friends aqui em São Paulo. Não sei se foi Anime Friends ou se foi Ressaca, que eles tocaram e, cara, foi maravilhoso. Isso, isso, mais ou menos aí, Douglas.
mais ou menos. Eu fui e foi delicioso, tá? Não, eu só perco as coisas que acontecem no Brasil. Ah, mas ô, vem cá. Não vem pra cá, não vem pra cá. Não, não, mas calma, calma, calma. Daí de onde você tá pro Japão é um pulo, Maurício. É verdade, cara. É, não. Você vai pro Japão? É, é um pulo. Assim, eu tô vendo no Maps aqui, dá pra ir nadando. Tranquilo. Pegar um caiaquezinho. Eu tô vendo aqui, eu tô vendo aqui um Uber direto. Então,
Direto pro Japão. Uber Moto, não é isso aí que eu tô vendo aqui. É Uber Moto. Não tem Uber dos metis que... Porque aí você podia pegar um também, né? Pegar uma linha de pulo. A gente tá... Talvez a gente vá... Eu e minha mulher vai fazer a lua de mel no Japão. A gente tá pensando nisso. Aí pronto. É isso aí. Aí você assiste o Waza. Waza com o Good Food in the Nation. Eu já te convidei uma vez e vou convidar de novo. Venha fazer parte do Clube dos Gostosos e Gostosas. Essa dica é pra você que tá aqui em São Paulo e quer cuidar do visual com quem realmente
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E a gente tem que adivinhar. Lembrando que o nível de dificuldade desta brincadeira é altíssimo. E vai de acordo com o tempo que ele fica sem tocar também. Exato. E dado o nível de incompetência que eu tenho em não saber tocar. Inclusive, eu literalmente, literalmente, tirei o pó do piano hoje. Porque fazia muito... Mano, ele não conseguia. Foi difícil ligá-lo.
Nossa, foi muito difícil. Meu Deus do céu. Não, não esqueci, mas é que a tomada aqui tá uma merda. E aí foi muito difícil ligar ele. E aí, porra, aí eu fiquei, mano, eu vou tocar o quê? Tipo, as coisas que eu sei tocar de cabeça, todo mundo já reconhece. Já toquei aqui quatro vezes. Então eu tive que... Mas faz tempo também que você não toca, né? Então pode ser que a gente... Faz muito tempo que eu não toco. Faz muito tempo.
hoje aqui, eu fiquei triste. Falei, eu esqueci. Fiquei tristão, né? Mas aí eu tirei parte do meu dia hoje, uns 20 minutinhos, pra tentar aprender 4 músicas. Bom. Tá bom. Vamos lá, então, pra primeira. Muito bom. Ding Dong Pocket. Ding Dong... Assim, Pocket sempre foi, sempre foi, Rafa. Sempre foi, a mesma quantidade, é. Ele não pode gastar assim, não, Rafa. Você tá louco? É, lembrando que a regra é muito clara, que é, eu vou pedir um número de 1 a 3,
para um de vocês. Nós vamos escolher, né? Nós vamos escolher ali um... É de 1 a 300? Não era de 1 a 7, não? Ah, tá! Um instrumento, verdade. Vem lembrar, tá. Vamos escolher um instrumento, né? E aí, por exemplo, vou passar para o Maurício. Maurício, não sabe? Aí, Raph, Doug e Maurício, lembrar alguma coisa, né? E muito importante, ai, eu não sei o nome da música, mas se acertar o artista,
que é, cantar um trechinho, é ponto. Que isso? Passou o cara da motinha aí, Maurício? Passou. Não, não, não é que não. Caralho, o Peter aí? Ficou chocado. Eu acho que é a escola aqui atrás. A galera que é a nossa mesma tecnologia dos guardinhas, que foda. Deixa eu ver aqui se tá funcionando. Super. Dá pra ouvir? Demais. Dá pra ouvir. Pode ser, também tem aquele velho problema de eu ter que estudar a música aqui antes.
Então a pessoa que tá vendo o gravado, né? Ela tá de forma maravilha, né? Mas assim, a gente tá mais de 4 horas já aqui. Maurício, o número de 1 até 482. 18, 18, 18. 18. Você sabe, né? Você é músico. Ó, você é bardo. Ele é bardo, Doug. Ele é bardo. Vim escolher um orgãozinho de Deus.
Amém, senhor. Vai lá. Então, quantas notas você quer? De 1 a 7, tá, Maurício? Isso. 3. 3? Confiante. Então, peraí. Deixa eu ver a música aqui que eu tenho que tocar. Calma que ele não tava preparado. Ele reverou pra 5. 3 e não tava preparado, Maurício. Se eu passar pro próximo, não vai saber também? Então tá tudo bem. Vamos lá.
tocar aqui pra ficar mais alto. Parece aquele organzinho de estado de futebol, de beisebol. É, é beisebol, né? Achei que era basquete. Isso, Doug, isso! É isso, é tipo isso, né? Vamos lá, Maurício, qual que é a música? Esses foram três notas, tá? Quer mais uma? Bota uma. Mais uma. Puta que pariu. Mais uma vez!
Aí eu já errei, né? Faz parte da música. Faz parte da gincana também, o erro. O ritmo não me é estranho, mas eu não consigo lembrar a música, cara. Mais uma vez. Aí errei de novo. Tem outra parte da música que ela tá assim, ó. Quase isso. Não, vou conseguir. Alguém descobriu? Não?
Ah, gente. Me parece, cara, me parece muito uma marchinha de carnaval, assim, alguma coisa. Parece uma coisa assim. Peraí, deixa eu ver se eu lembro aqui, ó. É, não sei dessa vez. É a música que é. Eu não faço ideia do que você tá tocando. É a música do Fantástico. Gente, essa é Forever Young do Alphabie. Igualzinho, a gente que errou. Cadê?
Mas você tá tocando o quê? O refrão da música? Ah, é claro. Tá tocando alguma coisa. Tá bom. Próxima música. Vai, Doug. Ó, zero ponto pra vocês, hein? Muito burro. Isso, a gente é burro. Muito burro. Muito burro. O efeito do teclado que atroporou. Vai, agora você também. A gente que não conseguiu. Eu vou, ó, eu vou agora, peraí, deixa eu até ver aqui como é que é a música mesmo. É que é importante, é importante. Rápido ousada, o número de 1 a 487.
275 275 Nossa, vai meter um Van Halen aí Agora É verdade, muito Van Halen Quantas notas você quer, Rafa Lozada? Eu vou de 5 notas 5 notas Já errei, já Quer treinar antes? Não, é isso, o jogo é difícil
É o único jogo do frego que é difícil pra quem faz e que... Agora, agora, hein, Rafa? Agora, hein? Pegou? Não peguei. Faz de novo, de novo, de novo, de novo. Mais uma vez, hein, raposada. Puta merda, mano, eu já ouvi isso, hein? Tá aí, tá aí. Doug Bezerra, Maurício, é a chance de você.
Creedence Clearwater Revive tocado em sua perfeição. Pelo amor de Deus. Creedence Clearwater Revive. Nossa senhora. O caminho foi longo, mas valeu a pena. Essa tava muito fácil. Não acredito. Pô, o Rafa ainda cantou. Tudo bem. Rafa está com 32 pontos. Doug Bezerra. Vou marcar aqui. 32.
Maurício zero. Doug Bezerra, número de 1 a 482. 101. 101. Lá ele... Lá ele total. Lá ele 101 vezes. Uma marimbazinha. Parece aquelas músicas estereótipo de Japão.
Deixa eu ver aqui, Doug, a música que você vai ouvir agora. Nossa, Doug. Se você errar essa daqui... É. Mamão com chupeta, sim. Ou mel na chupeta. Como que é? Mamão com açúcar, mel na chupeta. Isso. Mamão com chupeta. Chupeta. Quantas notinhas, Doug? Cinco. Cinco notas? Isso. Qual é a música valendo 37 pontos?
Eita, vamos lá. Peraí, quantos pontos o Rafa fez mesmo? 32. É, agora é a segunda fase, é a terceira fase, né? Isso, é, exato. Aumentando, tá certo. Doug Bezerra, qual que é a música? Mais uma vez? Caraca, eu conheço essa maldita, essa música. Aí o erro, pra te confundir. Tá, claro. Doug Bezerra, Doug Bezerra. Maurício, Maurício não. Rafa, nada. Vai de novo.
Mais uma vez. Mais uma vez. Errei. Alho. Eu sei que música que é essa. Caraca, que raiva. American Jesus. Não é? Mas foi quase, mas foi quase. American Idiot. Não é como fugir com a Bad Religion. Mas ela tem. Isso foi muito bem, Maurício. 37 pontos para a Doug Bezerra. Sim.
Cinco pontinhos para o Maurício. Olha, Maurício, conseguiu cinco pontos. O importante é participar, né, gente? É, porra. Agora, gente, agora sim. Eu vou escolher um número aleatório. Tá. E quem acertar vai levar sete pontos. Tá bom. Vai acabar. Mas aí o Maurício não vai ter chance. Não, se o Maurício escolher bem, ele leva sete vezes sete.
Tá bom. Aí ele ganha. Isso. Quanto que é 7x7, Doug? Tá. Todo mundo sabe. Marinho, se eu falo o número de 1 a 400... Marinho, se eu falo o número de 1 a 482, já que você é o nosso convidado. 482. Quê? 482? É. Eu nem sei. Vai ser uma bateria. Puta horrível. Eu vou voltar lá.
Não dá, não dá! É o nosso view! Não dá, não dá pra cuidar, né? Vamos de 481 pra ver. Puta, péssimo também, ó. Vou voltar, até aparecer um. Ó, uma metralhadora. Passos, passos. Pra que isso, mano? Vai, 133, vai, Doug. 133, vai.
de novo, Rafa. Vamos lá, hein? Valendo. 7x7 é igual? Responda você, ouvinte. Baby, don't hurt me. Don't hurt me. Don't hurt me. What is love? Você tá mutado. Foi o Doug. Mutado, não acredito. O Doug tava mutado. Eu tava mutado. Olha, gente, gente.
Só cantar antes do rapaz. Calma aí, calma aí. Eu bati a mão no microfone, mano. Vai ser justo. Toca na minha câmera aqui, ó. Vamos fazer o VAR aqui pra ver se teve problemas técnicos no Doug aqui. Eu não sei, eu tava cantando já. Eu vou fazer o seguinte. Maurício, você como nosso convidado, faça justiça. Quem você acha que deve levar?
por uma incompetência ali dele. 100%. Ou o Rafa Lousada, que cantou após fazer a leitura labial de Dogme. Mentira. Não fiz. Ó, eu vou trazer um argumento aqui. No passo ou repassa, quando a pessoa batia lá no negócio lá e não funcionava, não tinha colher de chá. Eu vou trazer outro argumento. Não é passo ou repassa. Então o Dogme ganhou. Obrigado, Maurício. Sou sempre prejudicado.
Marmelada, Rafa. É porque eu que vi ele falando. É, mas ele viu, né, cara? O ouvinte sabe. E você sabe também. Uma pena que eu não sei quanto é 7x7. 49. Obrigado, Maurício. Ganhei 49 pontos, Dogueleira. Gente. Olha, muito obrigado. Se não for 49 também. Lembrando também que terça-feira eu vou estar ali no Sesc Taquera. Tá bom? Vou trazer um repertório.
novo. Já tem nome já seu show, Doug? Tem. Ah, você quer que eu fale? Isso. É muito simples, né? Eu fiz no ano passado o Dog Show e esse ano é o Dog Show 2. Muito perfeito. E o ano que vem vai ter novidades. O show agora é outro, né? O show agora é outro. Completamente diferente. Tudo que você ouviu aqui, ó, esquece. Vai ser tudo novo lá. Só coisa boa.
que vocês iam aceitar o Forever Young, cara, mas aí a minha incompetência foi muito maior, né? Então... Mas ele no pianinho, acho que daria pra sacar melhor, assim. É igual no... No 482. Putz, no 482. Ó, esse aqui no... Cadê? Cadê? Cadê? Esse What is Love aqui, ó, vocês iam matar na hora aqui, ó. Nia. Nossa. Faz ele no Assovio. Só pra eu ver. Nossa, no 482.
Olha como é que ia ficar. Impossível. Horrível. Legal, gente. Vamos fazer agora a valenda? Porque eu não gravei da outra vez. Ah, que legal. Tudo de novo. É bom que eu já decorei o nome de todo mundo aí. Mariane, Paulo. Tem a Mariane Oruê que eu fico sempre muito curioso para saber se esse nome dela é uma herança indígena, sabe? Eu acho muito brabo, Oruê.
O Luca Viana, filho do Webert Viana, também tá por aí. O Marcão, que eu já falei, ele deve ser... Eu tô com um empreendimento novo de caçamba, quem quiser indicação. Alexandre, Alex, Ana Luísa, Ana Luísa, Ana Luísa, Ana Luísa, Ana Luísa, Bárbara Medeiros, 320 da minha... Bruno Lacombe, você tem alguma indicação de caçamba pra dar pra gente? Felipe... Fernanda Zampo, você tem alguma indicação de caçamba? Só faz o Pix aqui pra mim. Ah, Guiães, adoro isso. Indicação de Kombi. João Paulo, Abax, maravilhosa, Luísa,
Só fazer o Pix que eu já entrego aí, Maria Alice. Entrega tudo. Fala o Vitor. Meu pai fazia caçamba. Ó, tem o Picoli também, que é quase Picoli. Tchau. Tatiane Rodrigues. Tchau, Vinícius. Valeu. Obrigado. Muito obrigado, meus queridos. Uma vez eu tava em Osasco, andando de madrugada, e o meu pai, ele trabalhava com caminhões de caçamba, mas não era uma caçamba comum. Era uma caçamba que parecia um cesto, um saco de lixo gigante. E eu achava irado aquilo.
Parecia mesmo uma sacola de supermercado, só que gigante, né? E de entulho. E aí foi a primeira vez que eu saí de madrugada mentindo pra minha família. Aí a gente passou perto de um boteco e tava lá meu pai tomando uma, esperando alguma chamada. E aí ele gritou. Douglas! E aí eu comecei a fingir que eu tava andando com outros movimentos assim, né? Fora do meu padrão. Ah, seu pai te pegou no flagra. Pegou, mas ele me viu de costas.
E aí eu comecei a andar meio troncha, assim, como se eu fosse outra pessoa. Aí, no outro dia, cheguei em casa e ele falou, você dormiu lá na casa do Hugo? Aí eu falei, dormi lá ontem. Nossa, a batata tá no fogo. E nada aconteceu. Nada aconteceu. É, gente, enganem os pais de vocês. Já pega ali e fala assim, mãe, você tem um CNPJ pra mim?
E o resto, o resto é história. O resto você já sabe. O pior que eu tô olhando aqui agora, eu devia ter desconfiado, né? Porque na foto do WhatsApp dele tá... Um salão de cabeleireiro. Ele diz assim, golpe. Não, tá escrito, não sei o que, cacambas. Não é caçamba, tá faltando... É, até aí, normal, né? Você acha que passa? Passa, eu sou ilustrador e não sei escrever nada também. Eu escrevo caçamba com dois S? É. Pera aí, como assim? Qual que é a piada? Não entendi.
Não estou entendendo.