Episódios de Frango Fino

FRANGO FINO 568 | MÚSICA DE IA: VOCÊ JÁ FOI ENGANADO?

04 de março de 202648min
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No Frango Fino dessa semana, Doug Bezerra, Jhonatan Marques e Rafa Louzada falam sobre solidão e o experimento na Suécia que paga funcionários para tirarem “hora da amizade” no trabalho. Depois, o papo vai pra música: tocamos 4 faixas e tentamos descobrir quais são humanas e quais foram feitas por IA.

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Arte do episódio por ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Eddy Fortunato (@eddy_fortunato)

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Comentado durante o programa:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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Doug Bezerra (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@dougbezerra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠), Doug Lira (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@liradoug⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e Rafa Louzada (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@rafaelouzada⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠)

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Então, vamos lá. O que é, o que é? Baratinho, com milhares de ofertas. Tem frete grátis. É muito prático, com entrega rapidinha. E ainda tem cupons de desconto todos os dias. Valendo! É o app Magalu! E a resposta está... Certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner, baixe o app e aproveite. Amo muito o Bis. Mas no dia que ele for embora, ele será meu único.

Não quero mais ter bicho, mas nunca mais na minha vida. Ponto tá gravado. Não, gravado. É verdade, você já botou aí. Ó, não, eu posso... Tá bom. Pra poder... Pra poder deixar o meu... Isso não vai pro ar, isso não vai pro ar. Isso não vai pro ar. Ah, então ok. Então nunca mais vai ter cachorro. Pau no rute de cachorro. Não desceu, Tobi. Não desceu. Mas nem um passarinho nessa gaiola? Sim, passarinho? Tem um dó de passarinho, sabia?

Não, não faz sentido. Passarinho e peixe é muito vacilo. Igual peixe. Peixe, eu tenho muita dó de peixe.

tem um mar aberto. Falei brincando aqui porque eu vi que você tá com essa camiseta pola, assim, meio canastrão, assim. Falei, pô, aí vai pro Rio de Janeiro direto, né? Tô bicheiro, né? Acendeu o cigarrinho aqui? Falta as correntes. Eu ia colocar corrente, mas eu falei, seria muito performático da minha parte? Talvez. Como é que você é um homem performático, né? Eu sou. Minha psicóloga meteu essa hoje. Ela falou que eu sou. Nossa! Ela jogou na minha cara.

Comentei de um problema pessoal com ela. Falei, talvez você esteja perfumando. Você é muito bom nisso. Falei, e aí? Calma aí, o que é isso? Sou muito bom nisso? Obrigado. É o ator, né? Te elogiou. Foi o elogio. Foi o elogio, né? Eu passo a verdade. Eu passo a verdade. É isso que eu gosto. Você quer usar esse trecho aí? Pode usar. Se for usar, só quero falar do meu futuro que talvez eu tenha um cachorro daqui uns cinco anos. Mas vai ter um grande...

Vai ter um gap. Vai ter uma pausa pra eu poder viajar. Você tem que pagar hotel.

Pra eu poder ter uma casa sem ter que passear com o cachorro todo dia. Vai ter um gapzinho, uma pausa com o Tobias se for, que eu espero que demore muito. Vai ter um gapzinho aí de uma tranquilidade de vida que eu preciso. Não vem jogar na minha cara quando aparecer aí com um labradoodle daqui a cinco anos. Não vem jogar na minha cara, não. Um border collie, né? Morando na kitnet. Um sharpen que aparecer com um bicho desse e não vem me julgar, não. Um labradoodle seria um labrador com poodle?

gigante. Esse Poodle é muito bom, né, cara? Porque eles fazem aqueles cortes de Poodle, assim, bizarríssimo, né? Que deixa aqueles pompons gigantes nas pernas, nas orelhas. Esse daí é o Poodle foda, é o Poodle alfa, né? Que é o grandão, assim. Que é só Poodle. Mas o Labradoodle, tipo, parece um labrador, mas tem pelo de Poodle. É um labrador cacheado. O meu sonho de consumo de cachorro mesmo, é um cachorro que eu consiga finalmente sair de casa sem ter vergonha de ter um cachorro pequeno. Queria ter um...

É porque você é muito grande, né, Jonathan? Então tem que ser proporcional, né? É, então. Mas eu queria um pastor alemão. Pitbull não, porque o Pitbull acha cuzão. Não fecha o Pitbull. Ô, na moral, você tá falando de Pitbull? E segunda pra terça, cara, eu tive um pesadelo que eu tava na casa de uma hipotética avó minha. E sabe aquelas vós que casam de novo? Sabe? Tipo, eu tive uma avó que casou de novo. E aí eu tinha um senhor, porque ele não era meu avô, mas ele também não era só um avô.

amigo da minha avó. Ele era o marido da minha avó. Então eu tratava ele com respeito de quase... Era quase um vô. Era isso. Tipo, quase um vô. E aí, seu Gumercindo. Aí eu tava lá na casa da minha avó, seu Gumercindo tava lá, de repente entrou um gato do mato em casa. Esse é o sonho, tá? Entrou um gato do mato em casa. E aí o gato que eu tinha, que a minha avó tinha naquela casa, começou a se estranhar com esse gato do mato. Nisso, seu Gumercindo veio espantar o

gato do mato, o gato do mato pulou pro vizinho e o seu gumercindo, não sei porquê, também pulou atrás do gato do mato do vizinho. A hora que ele chegou lá, o que que tinha? Um pitbull. O pitbull atacou o seu gumercindo. E aí a gente não sabia, Jonathan, o que fazer. Sacou? Começou a gritar, começou a dar vassourada no pitbull. Eu ouvi dizer que o ideal é você pegar as duas patinhas de trás dele e levantar, né? E o depois, Jonathan?

Mas se a patinha de trás dele levanta, qual que é a reação? Ele vai virar e dar um toque na foto, né? Então, não, não. Ele vai soltar. Você levanta e joga ele. Aí ele vai, mas entendeu? Tipo, depois que você joga, ele vai, tchum, cair de quatro. E aí, bicho, o que que acontece? Vai correr. Mas tem um lance. O que eu ouvi é que não é levantar a perna dele, realmente. Mas o pitbull é um bicho do mal. Eu não gosto de pitbull. Você tem pitbull, beleza. Você pode gostar do seu pitbull, mas eu não gosto. Pitbull é um bicho do mal.

que veio pra roubar, matar e destruir. E quando ele morde, ele não solta mais, aí tem que levantar a perna e enfiar o dedo no cu dele. Que aí ele vai virar a pata, tipo, o quê? E aí, nessa daí, você virou o foco. Aí tem que precisar de mais gente pra poder, tipo... Aí vai virar uma questão cachorral, né? Isso, exatamente. É, então, quando eu falei, porque, tipo, não é assim, você... Eu tô aqui mordendo a perna do seu comercido, na moralzinha aqui, sem te incomodar. Caralho!

problema, você tá doente? Mas é a melhor reação que tem, pô. Os cachorros, os bichos, eles não jogam limpo. Os bichos vêm na maldade, então a gente tem que responder no nível deles, enfiar o dedo no cu. Pra mim, esse negócio de enfiar o dedo no cu do pitbull, levantar as patas dele de trás, é a mesma lógica daquele de, pô, você for atacado por um tubarão, você dá um soco no nariz dele, tá ligado? É uma reação de desespero, mas você consegue

Conscientemente vai ver o tubarão chegando e só fala, mano, de boa. É só dar um soco no nariz dele, cara. E outra, embaixo d'água, né? É tranquilaço se você mandar um direto. Você coloca o murro assim, o murro que na direção do nariz dele é onde você acha que ele vai morder. Ele vai vir na fúria, aí o nariz dele acerta a sua mão. Eu acho que é mais fácil. Eu acho que o tubarão deve ter muito mais prática de desviar de soco no mar

A gente bateu em tubarão. Acho que eu não... Se eu ver o tubarão, galera... A esquiva do tubarão é boa. A esquiva do tubarão é boa. Ele tá no habitat dele, né, pô? Ele ganha mais 50 pontos de... Como é que fala? Pois é. Ele pode rodar 50 dados se ele quiser. Ele tem muita vantagem ali. E eu menos 5. Mas, cara, no caso de pitbull, assim, eu acho que é levantar a perna pra cima e desesperadamente gritar pelo dono. Que só o dono vai conseguir

livrar. Mas, nossa, eu não gosto de pitbull. É um cachorro que se... Eu não gosto de cachorro muito forte. Porque um cachorro muito forte, quando se descontrola, é um estrago, né? Tipo, ele vai fazer merda. Ele vai errar. Então, não fecha o cachorro muito forte. Quero um cachorro grande. Por isso que Labradoodle é foda. Ele é grande, mas é bobo. Quero um cachorro grande e bobo. Mas aí que tá. E se você pega um labrador e aí você cria igual as pessoas que criam pitbull pra deixar ele puto?

tá ligado? Tipo, na coleira, passando fome, tipo, maltratando bicho. Ele fica feroz, mas o que dizem é que um labrador, ele não sabe, ele mal sabe morder, né? Ele não tem uma mordida potente. O negócio dele é pastorear, né? É, ele não tem mordida potente. Claro que se ele morder você, ele vai te machucar, vai sangrar e tal. O problema é que o, é isso que o Jonathan falou, o pitbull quando morde, ele não solta mais, bicho. E é um peso absurdo a mandíbula dele. Toneladas. Se você entrar alguma pessoa na tua casa,

Ao invés dele morder, já que ele tá acostumado a pastorear, ao invés dele morder, ele vai chegar, pô, senhor, por favor, vai, chega do ladinho dele, ok, aqui é a saída, aqui, ó. Vai direcionando ele, assim. Se for uma gangue, melhor ainda, né? Porque tem mais gente, aí ele assimila com as ovelhas, né? O labrador fazendo o barulho de segurança de shopping, né? Ô, ô, ô, ô. Boa não, hein? Boa não, hein? Mas, cara, não. O labrador colando aquela plaquinha na frente do portão, assim, depois vem cobrar, né? Trinta conta no final do mês.

Eu não... Eu estava falando labrador guarda de guarita? É. Tem um labrador de guarita que não é labrador, né? Um vira-lata de guarita que não é arroz de trás. Por que esses caras tem mansão e tem um cachorro lá de fora da casa? Pelo amor de Deus. Porra. Tem dinheiro pra uma casa e você não tem dinheiro pra colocar câmera? Não, essa... Não, não é. São coisas diferentes. Mas assim, o que eu sempre achei curioso do guardinha, do apito, é que tipo...

E é o mesmo caso do negócio que eu tô falando aí, tipo, de você levantar as pernas do pitbull, você dar o soco no nariz. É. E o depois? Porque, tipo, ok, o cara da guarita, ele viu alguém. Ele vai o quê? Apitar, vai chamar a polícia. Beleza, é isso, né? É. Pare, senão eu apito. É isso? É. Ele vai lançar um pode não. Fala, ó, pode roubar aqui não, hein? Ele vai anotar a placa no dia seguinte de manhã. Quem vai tá lá na delegacia? Seu Gumercinho. Seu Gumercinho da mão.

Eu acho muito bom que esses maninhos das motoquinhas, né? Que a gente tá fazendo os... E você sempre passa na rua, se tá passando um desse, ele vai, tipo... E aí, boa noite, ele dá um... Ele sempre dá um joinha, cumprimenta, assim. Eu não sei se é a tática deles de, tipo, ó, se esse cara aqui me responder, eu sei que ele não vai roubar ninguém. Mas se ele não falar nada, eu vou ficar de olho, ó. É, porque você, Rafa, você tem essa cara mesmo de mal, né? Eu... Se você não cumprimenta o cara,

Você, Rafa, quando você tá na rua, se você não cumprimenta a pessoa, já fica com medo. Não, eu... É que você entra aqui sorrindo. Se você não entrar sério, eu falo, meu Deus. Mas aí, como é que você vai saber se eu não tô na má intenção e sou um bom ator ali? Rafa, acho que o crime que você cometeria é, sei lá, fraude e bitcoin. Você não consegue. Acho que um crime físico, acho que não vem de você, não. Isso é um elogio. Obrigado, obrigado. É verdade. Não, de fato é um elogio, né? Sim. Você tem cara de hacker.

Cara de... Crime de fazer de casa. Crime home office. Você tem cara de crime home office. Ah, é bom. Eu gosto. Se eu puder fazer o menos esforço possível, assim, eu... Eu agradeço. Eu acho que... É isso. É o crime do futuro, né? É o crime do futuro. Vem aí. Vem com tudo. Investe nisso, criançado. Fazer curso de adiantado online. Começando mais um Frango Fino, eu sou o Doug Bezerra. Este é o episódio 568. Estou aqui com Rafa Lousada. Olá. Mete o bigode, hein?

Tá lindo, tá lindo. Tá muito lindo. Isso, isso. Mas eu quero ligar de antemão que eu não tô te copiando. Tá sim, tá sim. Você mandou no meu stories, nossa, colocou bigode, que legal. Aí quando eu fui ver... Bigode. Logo na sequência. Logo na sequência. Impressionante, cara. Dez segundos depois que eu postei. Não consigo nem disfarçar, né? Cara, é impressionante. Como vocês perceberam, estamos aqui também com o tão solicitado que a pessoa não para de pedir, Jonathan Marques. Juninho, vida! Esqueça, esse cara,

É o único culpado, ouvinte, de eu não participar. Porque esse cara é um safado que você fala não pra ele uma vez. E não é nem porque eu não quero, é porque eu tava viajando. Aí ele fala, beleza. Então você não participa nunca mais. Ele pega a birra, né? Ele pega a birra. Doug Bezerra, olha, ele é o tipinho, viu? O menino. Mas você sabe que ele tava esperando você meter essa bigodeira aí também, né? Porque assim, era uma promessa que demorou muito tempo pra ser cumprida, né? É que precisa, né? Precisa ter negociações, tem todo um lance que...

Tive que provar que eu ficava bom sem barba pra poder ter um bigode. Aí me deixaram, me liberaram. Inclusive, eu tô muito impressionado com o formato do teu queixo, do teu maxilar, assim, cara. Cara, eu... Porque, assim, muita barba, né? Muito fechada, não dá pra ver, né? Eu quero fazer o seguinte. Esses dias, eu tava... Era madrugada. Eu tava no Instagram do Frango Fino. E aí eu vi um vídeo nosso aqui, Rafa, de uma gravação. Que eu até mandei pro Jonathan.

Você lembra disso, Jonathan? Lembro disso. Porque o Jonathan do Antigo Testamento, Rafa, ele parece o Shrek, cara. É inacreditável, assim. Eu tô colocando a imagem na tela pra quem quiser dar uma olhada. De exatamente o vídeo que eu mandei pro Jonathan. Cara, era o Shrek, assim. Mano, o que aconteceu? O suco realmente faz milagre. Não tem suco aqui. Não tem suco. Não tem suco. Só tem fosco de laranja. Tá bom. Vamos fazer o seguinte. Vamos chamar o Rodrigo Góes pra gravar aqui com a gente. Chama.

ao vivo. Vamos ver se ele vai dar um fake nere aí. Mais natural que eu só um suco de laranja. Eu tô falando. Super natural. Tem uma grama de... A única grama de remédio que tem é pra depressão e pra crença de cabelo. De resto... Exatamente. Afinal de contas, toda laranja tem agrotóxico, né? Não. A minha laranja... A laranja feliz. A laranja de valenda feliz. Não é... Não tem agrotóxico, não. É natural. Happy orange. Happy orange. Happy orange. Total happy orange.

em que você já sacou, já entendeu que a rotina veio, chegou, já viu que funciona e o que não funciona no seu guarda-roupa. Então, se é pra comprar, que seja certo, né? Com o cupom FRANGOFINO, você garante 20% OFF na primeira compra ou 15% OFF, se já for cliente lá no site da Insider, beleza? E o melhor, o cupom soma com os descontos do site, chegando a até 30% OFF durante o mês.

Na semana o consumidor chega a 50% de desconto. E aqui a lógica é simples, tá? Comprar melhor agora, evita arrependimento depois. Você me conhece, eu falo aqui, eu sempre penso em custo por uso. Menos peça, mais versatilidade e mais durabilidade. Então aproveita o mês do consumidor da Insider, usa o cupom FRANGOFINO, economiza e ainda ajuda o franguinho.

a crescer. A escolha certa começa agora e é com ela, com a Insider.

Um deles é um experimento que está rolando na Suécia contra a solidão, que paga para as pessoas tirarem hora de amizade no trabalho. E lá na segunda parte do programa, vamos falar sobre músicas feitas de ar. Porque saiu uma matéria super interessante sobre uma pesquisa que revela que as pessoas não conseguem ver a diferença. E para provar que as pessoas não conseguem ver a diferença, eu separei umas musiquinhas aqui para vocês também, para testar o conhecimento dos senhores.

Tá bom? Você, Antônio e Rafa e também você que tá acompanhando aí a gente, beleza? Antes de qualquer coisa lembrar, tá no YouTube? Dá like, se inscreve, compartilha a gente, tem um botãozinho de hype, aperta o botãozinho de hype que é importantíssimo. Ah, mas eu tô no Spotify? Compartilha também, dá like, se inscreve aí também, vai lá no botãozinho seguir, põe sininho, isso vale pro YouTube, vale também pro Spotify e pra todos os outros aplicativos, tá? Compartilha a gente, beleza? Mais algum recado que vocês querem dar?

Meu bigode tá torto? Tá, mas tudo bem. Todo mundo tem um bigode torto, porque o rosto não é simétrico. Pensem nisso. Não, eu odiei, agora eu vi. Diz aí, você acha que o bigode de Jonathan está torto? Não, eu não... Pente de bigode. É, eu preciso de um pentinho de bigode. Eu tenho um, mas tá longe agora e já era. Vai ter que ser assim, galera. Vai lá, pensa lá, a gente tem tempo. Tranquilo, Jonathan. Não tem tempo, não.

Seguinte, matéria sobre solidão. É uma matéria que eu falei pra você. Eu falei que é da época Negócios? Eu falei, não sei. Talvez eu tenha falado besteira, mas é da época Negócios. Chama o experimento contra a solidão na Suécia que paga para as pessoas tirarem hora da amizade no trabalho. É o seguinte, uma grande rede de farmácias aí da Suécia criou um programa piloto que paga os funcionários pra fazerem playdate. Ou seja, fazer a hora da amizade. Durante, importante falar isso, tá?

Não é fora, né? Basicamente, tempo remunerado pra você se conectar com amigos e fortalecer relações sociais. Com pessoas do trabalho, não vale trazer pessoas. Não necessariamente, no horário do trabalho. Pode ser com gente fora do trabalho. Ah, legal. Tirar uma hora pra fazer amizade com pessoas do trabalho, dentro do trabalho, aí... Deus que me livre. Aí ia ser, porra, não, quero trabalhar mais, me dá mais trabalho, pelo amor de Deus.

Fazer amizade com a Simone, que fala, ah, eu tenho uma personalidade difícil, eu sou louquinha.

Ah, sim. Inclusive, atividade de integração com funcionários, assim, imagino que deve ser o terror de qualquer empresa, assim, cara. Ah, sim. Horrível ter que socializar com gente que você trabalha, imagina isso, coisa terrível. A não ser que você tenha salvado a empresa, aí é tranquilo, eu acho, né? Raros momentos, isso nunca, nunca vai acontecer, mas tem pessoas que fazem a empresa. Será, Dio? Deve ter. Será que pra quem salvou a empresa não é legal conversar com as pessoas? Deve ser pra alguém, deve ser pra alguém. Eu nunca tive experiência. Tá bom.

do governo sueco aí, chama French Care. Ele é uma brincadeira com uma palavra sueca, que é uma palavra, cara, impronunciável, vanvard, sei lá, que remete a cuidados com amizade, tá? Talvez seja vanvard, vanvard, sei lá, alguma coisa do tipo. E aí é o seguinte, tem aquele, Rafa, tem a trema no primeiro A, e no segundo A lá de Vard, tem um desenho que eu não sei nem o nome em cima do A, que é tipo, é tipo como se fosse

aquela chuquinha de criança, sabe? Quando a criança tá, sabe? Que a mãe faz a chuquinha aqui, assim? Parece aquilo no ar. Não sei nem o nome disso, cara. Não sei nem o nome, tá? E aí, o que os funcionários podem fazer nesse horário de trabalho aí? Aliás, esse playdate na hora de brincar com os amiguinhos. Chama na hora da amizade. Eles podem telefonar pros amiguinhos, mandar mensagem e fazer planos, se encontrar pessoalmente com alguém, tá? Tudo isso enquanto ainda estão

horário de trabalho. Na verdade é o seguinte, tá? Eu vou explicar aqui qual o tempo e como funciona. O tempo reservado é 15 minutos por semana ou uma hora por mês. Caralho. 15 minutos por semana? Por semana. O capitalismo ele faz a gente se sentir tão especial com o mínimo, né? 15 minutos por semana eu vou falar com qualquer pessoa no mundo? Obrigado, chefe. Porra, vai tomar no cu, mano.

Como se eu já não passasse quatro horas no grupo do WhatsApp, né? Trocando ideia com a galera, trocando meme. Cara, tipo, se fosse 15 minutos por dia, ainda eu ia achar... Esquisito. Pouco, esquisito, porque isso eu já faço normalmente. Todo mundo faz, todo mundo perde, sei lá, gasta 15 minutos do dia não trabalhando, fazendo... No trabalho, inclusive, Rafa, quem fuma gasta mais tempo. Muito mais. Muito mais, agora...

por conta disso também. Porra, 15 minutos por semana, velho. Pra fazer amizade. Tipo, não deve ter acontecido nenhum amigo, né? Desse projeto. É, a ideia que você pega ali na sexta-feira... Vai saber, né? Às vezes eles não costumam muito, não devem conversar muito, né? Eles são 4 por 3 lá ou não? Cara, deve estar nesse rolê. Deve estar, deve estar já. Pelo que eu pesquisei aqui, são 40 horas semanais. Ah, então... É, a mesma coisa que a gente aqui. É a mesma coisa que a gente.

experimentos lá eles fizeram com 6 horas por dia, mas o normal é 8. Além disso, além do tempo reservado, 15 minutos por semana, 1 hora por mês, cada participante recebeu cerca de 1.000 coroas suecas, mais ou menos 600 reais, para ajudar a pagar atividades sociais durante o período de teste. O importante é um teste de um ano. Se for implementado, pode ser que eles aumentem o tempo, diminuem o tempo, aumentem o valor,

Diminui o valor, né? Importante também, mais uma parada. Tem treinamento online, tá? Tem treinamento online. Posso socializar? Caralho, que paizinho triste do caralho, né? Os caras vão, pilham um monte de cidade, destrói civilizações e não sabem socializar. Eles só sabem falar com o Machado, né? Treinamento online, então é o seguinte. Eles receberam um treinamento para reconhecer e lidar com solidão oferecido pela empresa a todos os funcionários, tá?

E por que isso está rolando? Esse experimento não surge do nada, ele está dentro de um contexto maior. O governo sueco está considerando solidão uma questão de saúde pública e quer que as empresas ajudem a combater o problema. Além disso, tem outras duas questões. Estudos sugerem que uma parte significativa da população se sente isolada. Por exemplo, uma pesquisa mostrou que 14% dos suecos se sentem solitários frequentemente

próximo. Além disso, fatores como invernos longos e a cultura de respeitar o espaço pessoal podem dificultar conexões no país, lá na Suécia. Faz tudo sentido, todo mundo sabe dessas coisas que existem lá mesmo, né? Mais uma coisa que me pegou, eu até brinquei que a gente gasta, sei lá, 3, 4 horas no WhatsApp, trocando ideia com os amigos em grupo e tal. Vocês consideram que isso aplaca a solidão?

E por que eu tô falando isso? Porque com esse rolê de trampar em casa e ficar sozinho em casa, tem dia que eu fico o dia inteiro sem ouvir a minha voz. Tipo, eu só falo com os gatos. E várias vezes já aconteceu, e isso porque o meu quarto onde eu durmo, o meu escritório, são ambientes diferentes, porque se não fossem ambientes diferentes, eu passaria 95% do meu dia, sei lá, no mesmo 3 metros quadrados,

Sacou? Olha o gato. Quebrou aí, Rafa? Olha o gato. Quebrou aí. Não tem coisa de se forçar, né? Não. Se cai uma bomba de Hiroshima na sua frente, como é que... Nossa. Enfim, depois da gravação eu vou ver o que aconteceu. Tá bom, tá bom. Mas é isso. Eu sinto bastante solidão nesses momentos, tá? Quando eu percebo que, tipo, eu levantei, tomei café, sentei pra trabalhar e eu voltei pra cama e a cama tá idêntica ao jeito que eu deixei.

Eu sinto muito isso, tipo, às vezes quando eu percebo que eu tô muito tempo sem falar, eu começo a falar sozinho, tipo, é, como a casa, né? É muito triste. Você fica fazendo uma reação em off. Eu fico, eu fico fazendo meu voiceover, tipo, é, tudo isso complicado. Eu vou sair do sofá. Porra, mas é foda. E essa questão da cama, realmente é triste, tipo, você levanta, te levanta,

Levanta uma de manhã e tá lá do mesmo jeitinho. Nossa. Do mesmo jeitinho, cara. É muito triste. Saca. Ah, eu arrumo uma cama, cara. Eu tento fazer coisas assim que... Pra tentar dar uma sensação de normalidade, assim, sabe? Como se você estivesse saindo pra trabalhar. Mesmo, normal. É... Pra eu não ter essa sensação de... Você põe uma roupa bonita. Não muda. Não, isso não. Ou você atrasa pra chegar na sua mesa aí no escritório.

Viu, Jonathan? Ele se atrasa pra sentar na mesa dele no escritório. Aí ele chega... Ele atrasa, ele demora, tá? E quando ele chega pra sentar, ele chega, sabe? Esmaforidinho, puto da vida. Só ele, ele sozinho em casa. Ele chega com uma mala no quarto dele. Ah, o trânsito tava uma loucura. Falando pros gatos. Gente, vocês não sabem a loucura que tava. Nossa, o metrô hoje tava uma loucura. São Paulo, meu Deus. Sabe como é que é?

Difícil demais, nossa. É isso que você faz? É assim que você faz? Um acidente aqui, ó.

Não teve jeito. Perdi o ônibus. O SPTV da casa do Lousada, né? Lousada TV. Gato derruba copo de cima da mesa. Veja imagens. Eu tenho seis gatos, né? Exatamente esse é o motivo. Pra conseguir eu ter algum tipo de ação na minha vida. É que acho que você exagerou um pouco aí, tá? Acho que você podia ter menos gato pra ter ação, tá? Talvez ação demais. Eu acho que pra resolver o problema... Da onde? A Suécia? Suécia. Eu acho que tinha que...

Tem que mandar uns brasileiros, que se tivesse uma Dona Maria sendo vizinha de todo mundo, duvido que ia ter espaço pessoal. Ela passando a janela, veio a janela aberta e falou, e aí, cozinhando, né? Ah, cozinhando o que hoje? Falta, acho que o melhor jeito é levar brasileiro pra Suécia. Uma senhorinha na janela, uma Dona Maria na janela, um selgo mercindo naquela cadeirinha, naquela cadeirinha de ferro com plastiquinho, assim, fiozinho de plástico, sabe? Sim.

varanda? Isso, uma tia Lúcia que esquece no mercado. Que é pra bater na porta. Você tem uma xicrinha de açúcar pra me emprestar? Mas ó, vocês estão aqui no Brasil. Vocês vivenciam isso? Não mais. Não, então, cara. É muito louco, cara. A gente tá... Aqui em São Paulo a gente tá muito isolado, bicho. Não, mas é a região que a gente mora, né? Eu tenho certeza que isso acontece muito ainda em cidades mais do interior, cidades menores.

senhores, entendeu? Que ainda tem casa, né? Que tem casa com Alpendre, sei lá. Sei lá, eu tenho muito minha dúvida, porque tá muita gente morando em apartamento, não é só na cidade de São Paulo, no Brasil inteiro, e você pega, o pessoal do sul fala muito, ah, o pessoal aqui é muito reservado, não sei o quê, então, tipo, essa é uma região que a gente quase elimina, né? Sei lá, cara, eu acho, essa sensação de solidão, eu já pensei muito a respeito dela, e eu acho que tem muito,

ver também com esse lance da gente tá demorando mais pra constituir família, tá? Ah, talvez. Eu acho que tem isso também. Porque, tipo, os nossos pais, eles não tinham essa oportunidade, porque, assim, nossos pais, eles estudavam, aí arrumavam um trabalho, arrumavam uma namorada, namorava, casava, tipo, ele saia da casa dos pais, que era uma loucura, porque era 5, 6, 7, 10 filhos, sacou? Aí ia morar sozinho, casava,

dava um ano e pouco, dois anos, filho. E aí, a partir de um ano, você tem filho, esquece. E digo mais, tinha homem que tinha tanto medo de solidão que tinha até três famílias. Tinha até... Tinha mais de uma família pra justamente não ter o risco de ficar sozinho. Pra não correr esse risco. Eu faço com os gatos, com meus gatos, a geração de nossos pais faziam. Exatamente. Exatamente. Tem muito pai aí que não vai morrer sozinho jamais. Depende, né? É, não vai morrer sozinho, mas na cabeça dele,

suave. Já espalhou a semente, já. Mas eu acho também, cara, que você tá comentando a questão da tecnologia e essa facilidade que a gente tem de se comunicar com as pessoas, né? Acabam fazendo com que a gente também se distancie delas, né? Porque a gente tá lá no WhatsApp, na rede social, mandando mensagem, conversando por texto, né? Às vezes mandando uma mensagem em áudio e tal, mas geralmente é por texto, né? E aí a gente tem aquela sensação de que a gente

estar com pessoas ali com a gente, né? No dia a dia. Mas a gente não tá fisicamente, né? A gente não tá... Quando a gente se encontra, nós aqui, do podcast do Frango, né? E tem sido cada vez mais rara essas oportunidades, inclusive. Então, e aí no final das contas a gente fica com aquela sensação de ter companhia, mas na verdade a gente tá sozinho, né? Trocando ideia pelo celular, velho. Eu tenho muito isso de tipo... Tem o meu podcast lá junto com os outros

na fábrica de filmes lá. E aí a gente tem um Discordzinho que tem os apoiadores. Aí os apoiadores já viraram nossos amigos, assim. E aí, tipo, o meu programa de sexta-feira à noite é triste. Porque eu entro sexta-feira à noite pra assistir filme com eles, assim. E aí, tipo, é muito legal, me divirto pra caralho, mas uma parte me fica pensando, caralho, poderia estar me dirigindo seres humanos reais, né? Tipo, ver pessoas na minha frente, gente, né? Mas aí... Que fique escrito aqui, ó,

gravado aqui, tá, câmera em mim, que fica gravado que eu nunca recebi uma mensagem na sexta-feira à noite do Jonathan falando, Doug, vamos fazer alguma coisa? Ó, mas é que assim, eu também não, mas é que sexta-feira à noite tem um lance também, eu não reclamo tanto que é o seguinte, eu gosto de ir lá no Discord, eu assisto meu filme, fico um pouco tipo, putz, se podia tá saindo e tal, mas assim, deu pra mim, eu só desligo o peço da minha pizza, assisto meu filme, fumo meu baseado e desligo,

Você quer que eu bipo essa última parte aí? O que? Aconteceram muitas coisas na minha vida, Doug. Você nem... Minha mãe sabe que eu fumo e ela me deu vários isqueiros de presente, inclusive. Ela é mãe de fumante real. Plot twist, assim, né? Não, é. Você esperando que ia tomar o maior esporro da sua vida e ela, tipo, tá te apoiando, né? Nesse teu caminho por um câncer de fumante. Isso, ela descobriu que eu fumo e falou, ah, filho, mamãe fuma também.

a gente tá fumando junto. Mamãe fuma também? Você sabia que ela fumava, Jonathan? Não sabia. E o que você pensou disso quando você ficou sabendo? Ufa, que legal. Vamos fumar junto, mãe. Agora não tem mais nada. A gente não precisa ficar escondendo um do outro mais, né? Isso, mas a gente prometeu que a gente vai parar. Porque ela já é uma senhora e tem que parar. Já deu pra ela, né, Jonathan? Mas não agora, mas vou parar. Mas ela só fuma tabaco só? Não, ela fuma cigarro. Então, cigarro só? Ah, sim.

cigarro. Não, mas ela sabe também, ela tava, ela veio aqui em casa, ela tava ajudando. Ela te deu vários deschavadores, né? Não, ela achou o pote com a coisa, com a situação. Falei, filho, o que é isso aqui? Orégano. Exatamente isso que parece, mano. Senta aqui, vamos conversar. E aí, tudo certo. Tá tudo certo, tudo bem. Eu acho que vai chegar o dia que vocês vão pitar umzinho junto. Vai chegar o momento. Tem que esperar, tem que esperar o momento certo. Me manda mensagem que eu vou correndo pra ir.

Eu preciso de muita gente de volta. Vê, porque eu não faço nada, vocês sabem. Eu só vou assistir vocês fumarem juntos. É disso que eu tô falando, tá bom? Ele é um santo. Deve ser uma conexão muito louca, assim, né, cara? Isso, né? Tipo, sei lá, você sentar e usar um entorpecente com o teu pai com a tua mãe. Porra, a minha namorada, os pais dela são suaves. E é, porra, acho legal demais. Acho muito legal. Tipo, é todo mundo lá fumando. Porra, que vibe.

de foda. Mas é isso. Eu digo isso porque geralmente não é um tipo de relação que você imagina ter com os pais. Geralmente você tá pensando que você vai tomar um esforço porque você tá fazendo isso. Você lembra logo das suas experiências de adolescência. Quando você morava com eles e tal. Se minha mãe fumasse maconha e escrevesse roteiro, nossa, a gente ia morar junto até hoje. Se minha mãe escrevesse comédia e fumasse maconha, a gente, nossa, inseparáveis. Você não ia ter

Pagar esse aluguel não adianta. Não. Não ia precisar. Seguinte. Próxima matéria aqui. Tá super interessante. E é a seguinte. Você consegue distinguir uma música real de uma criada puriá? A ciência revela. Quase ninguém consegue. Se você me perguntasse isso... Corte rápido. Pode cortar? Se você me perguntasse isso... Ah, já vou adiantando, hein? Há uns cinco anos atrás...

certeza eu falaria pra você que consigo. É, agora não dá mais. Eu, inclusive, eu caí na estatística, que eu coloquei uma música no meu playlist, tava ouvindo e normal ouvir, aí um dia um amigo meu falou assim, você sabe que a música é de Yá, né? Falei, sério? Pô, então deixa na mão deles. Muito bom. Sensacional. Ótimo, continue assim. Olha, é muito louco, né? Porque a nossa opinião sobre música de Yá, ela mudou bastante,

pouco tempo, né? Do surgimento pra cá, assim. Porque era uma repulsa imediata que a gente tinha, e até uma atiração de sarro, né? E agora a gente já tá sendo pego desse jeito aí, né? E fala, ah, foda-se, tudo bem, eu vou ficar ouvindo isso aqui mesmo, né? E uma música, assim, super inocente, a música que eu coloquei na playlist é o Predador de Perereca. Eu, tu, nós bota nela, o bondi chegou, é o Predador de Perereca. Essa música pra malhar,

Eu não sabia que era IA também. É IA, é IA. Porque eu vi umas versões de IA de funk. Mas aí eu não sei se eram de IA também, né? Porque eu não acompanho muito a cena do funk, tá? Mais profunda. Só conheço as coisas que todo mundo conhece. E aí eram versões de músicas dos anos 80, assim. Tipo, parecia um Tim Maia rolando, assim. Só que era com letra de funk proibidão, pesadão. É, o Predador de Pedereca meio isso. É isso, né? É.

Eu achava que eram versões de funks atuais, só que com um estilo retrô, assim. Eu não faço ideia se o Predador de Perereca tem a versão original ou humana, ou se é toda IA, assim. Sei que a IA já me contempla já no sentido de, tipo, ser uma música meio... É isso, oitentista, assim, sabe? Meio disco, assim. Aí me pega mais. E eu adianto, não percebi que era IA, tá? É, eu também não. Mas, assim, tá lá na minha playlist. Infelizmente, gostei e vai ficar lá.

Olha lá, seguinte, um estudo recente, matéria da Super, feito pela empresa de pesquisa Ipsos, com apoio também da plataforma Deezer, testou 9 mil pessoas em oito países, incluindo o Brasil e Estados Unidos. No experimento, os participantes ouviram três músicas, duas criadas por IAA e uma por humanos, e precisavam dizer qual era qual. Apenas 3% das pessoas acertaram todas, tá? Ou seja,

97% não conseguia distinguir o que era feito por IA, o que não era feito por IA. Mais a metade dos participantes ficou incomodado por não perceber a diferença. E muitos acreditam que a IA na música pode levar a um som mais genérico no futuro. Já está bem genérico. A gente fazer música pop é matemática. Todos os hits que tem de carnaval, essas coisas assim, é matemática pura.

Então, assim, os números interessantes. 71% dos ouvintes disseram que ficaram surpresos com resultados. 52%, que foi o que eu comentei, se sentiram incomodados por não conseguir sacar a diferença. 55% ficaram curiosos para ouvir música de A, mesmo assim, acho que o Jonathan está nesse meio aí. A Deezer falou que recebe milhares de faixas geradas por yetos dos dias e está tentando identificar e marcar claramente

quais são essas músicas para a gente, que é o usuário, identificar também, saber, tá? Tá informado ali. Eu separei algumas músicas aqui para vocês. Vamos testar os conhecimentos iaísticos de vocês? Vem comigo. A primeira é essa daqui. Ah, é importante, tá? Para evitar problema, porque eu não sei como é que o YouTube lida, YouTube e o Spotify também lidam com a questão de direito autoral. Então, para você que está ouvindo a gente aqui,

deixar no máximo 5 segundos da música. Pro Jonathan e pro Rafa eu vou tocar bastante, uns 15, 20 segundos, tá? Mas você vai ouvir só 5 segundos, beleza? Vai ter um corte aqui, você não vai nem perceber, tá? Prometo. Ou vai. E aí tudo bem, tá? Aí não reclama, né? É. Reclama lá com o YouTube, com o Spotify. É de graça isso aqui. Não, brincadeira. Também não é assim. Aí a gente vai fazer um corte com inteligência artificial, você não vai perceber.

A desabafar, né? É, eu sou assim. Se me deixar, eu vou. Não deixa, não. Vamos lá, então. A primeira, Jonathan e Rafa, é essa daqui. Talvez já tenha ouvido ela, mas é essa daqui. Eu preciso saber dos senhores se é IA ou se não é IA. E aí? É IA. E aí, Rafa? É IA também. Por que vocês acham que é IA?

metalizada, assim, sabe? Uma sensação, assim, metalizada, né? Eu acho a letra sem propósito nenhum e eu acho que alguém colocou no prompt e faz uma música estilo Imagine Dragons e foi isso aí que saiu. Tá. Essa música chama Walk My Walk do Breaking Rust, que é IA, tá? Parabéns, mandaram bem. Mas só pra vocês terem uma ideia, eu até fui atrás,

bem curioso, assim, porque tem alguns artistas que, o que você falou, a mistura de Imagine Dragons, tem um cantor americano que ele é meio country, meio rock, que ele tem essa idêntica, essa voz roca, assim, um monte de cantor country americano que tem essa voz, na verdade, né? E aí eu fui atrás pra ver, porque eu fiquei, cara, não é possível, né? Ela foi número um na Billboard Country Digital Song Sales dos Estados Unidos. Pra quem não conhece esse cenário, né, musical e tal,

A Billboard é uma revista muito famosa, muito popular, que é a referência para se a música está indo bem, está indo mal, nas paradas, nas paradas de sucesso, tá bom? Que é um feito inédito. Então, ficar nesse número um aí na Billboard Country Digital Song Sales é um feito inédito para uma música totalmente criada por IA. Além disso, tem outras questões aí, tá?

também liderou o Spot Viral dos Estados Unidos, junto com outra música também, que é a Living, Living on Bored Time, também do Breaking Rust, ficou também no top 10 da Billboard Emerging Artists, e no Spotify soma milhões de streamings, com 3.5 milhões de plays, e o artista,

em Rust tem mais de 2 milhões de ouvintes mensais. Caralho, que tri... É, isso aí me deprime. Vamos pra mais uma, então? Vamos lá. Essa aqui, ó. E aí? IA ou original feita por humanos? Essa é difícil porque eu tô com um pouco de medo de cair em pegadinha, porque agora já a gente começa a entrar nesse... Se eu for analisar pelo mesmo ponto que eu coloquei lá na primeira, eu diria

que também é IA, mas que eu sinto esse metalizadozinho, assim, mais nos instrumentos, na composição dos instrumentos todos juntos, do que na voz, nessa. Sim. Eu senti um errinho de alguma coisinha ali, alguma coisinha que tá errada ali no compasso de alguma coisa ali. Mas aí eu acho que eu não percebi. Isso faria a música mais humana, na verdade. Isso que eu tô pensando. Mas também pode fazer IA de IA, tipo, de errar,

na hora de criar. E aí? Por veredito, então. Eu acho que eu vou de A de novo. Eu vou de verdade. Jonathan vai de real, Rafa vai de A. Jonathan acertou. Yes! Eu sou um homem em humanidade, Rafa. Eu conheço. Eu sei. Essa música chama Take Down. O artista é, cara, Rilia. Eu acho que esse é o nome. Eu peguei essa música na plataforma Epidemic Sound, né?

Que é uma plataforma que diz não... É um banco, né? De trilhas e efeitos sonoros que diz não usar IA pra nada. Importante. O lance de não usar IA talvez seja mais ou menos, né? Assim, eles não compram música 100% IA. Feita por IA. Porque eu acho que os artistas hoje em dia estão usando uma coisa ou outra. Não tem pra recorrigir uma voz, né? Talvez estejam usando. Acho que todo mundo tá usando pelo menos um pouco em cada profissão pra... É isso, tipo...

Acho que o problema da IA é ela ser o trabalho final. Ela está fazendo parte do processo, acho que até ok, assim, mas ser o resultado final ser da IA, aí eu acho que é triste. É, é isso aí. Bom, vamos pra mais uma, então? Terceira, assim como os amigos lá da Ipsos, né, fizeram pro pessoal da Deezer, são três músicas. Vamos pra terceira, que é essa daqui, ó. IA pra caralho!

A letra. É ia também. Caralho. Eu tô impressionado que o Jonathan tá analisando a letra das músicas, né? Eu tô indo. Não tão em dia. Se falar pra repetir aqui, eu não vou lembrar, mas eu sei que falo coisa que não tem nem a concré, mas tá ruim. Essa música chama Let Go, Let God da Shania Monet, tá? Que é uma ia. Jonathan acertou 100% até aqui, porque eu separei

música extra aqui, que eu acho que vai ser difícil de identificar. É, pra desempatar. Então assim, eu acho que assim, valendo 600 pontos, essa última que eu vou tocar, aí quem acertar... Aí o Rafa vai acertar e eu vou perder. Eu sempre perco, cara. Não, da última vez ele roubou pra você. Ó, a Shania Monet, é só explicar, é uma artista realmente virtual. Ela foi criada por uma artista chamada Nick Jones, que é isso, ela usa IA pra

criar, tá? Telicha. É. Telicha Jones. Vamos lá. Como que é? Telicha Jones, né? Telicha Nick Jones, né? Isso, Telicha Nick Jones. Exatamente. Seguinte, vamos pra última música que pode desempatar tudo. É... Acho que dessa vez, talvez o Jonathan consiga, ou você talvez também consiga prestar atenção na letra, porque é em português. Eu peguei uma música em português e a gente vai descobrir se é ia, se não é. As nuances ali, né, Dom? Fica mais fácil, né? Eu acho.

Eu acho que foi a letra que o Dead Fish fez pra mim nesta música. É real demais. É, foi a letra que mais fez sentido até aqui. Até aqui foi a letra que mais fez sentido. Não sei de quem fala. E aí, Rafa? Pegou as nuances da letra? Peguei, peguei.

demais, assim. Tocou, me tocou, inclusive. Mas infelizmente é ótimo. O texto foi feito por um ser humano, né? Mas... Será? Execução, é. Não, texto não foi feito por um ser humano. Essa música é 100%. 100% da pessoa chega... Nossa, mas aí você deu o prompt lá. Faça uma música estilo hardcore. Melódico.

Paguei o que esquece de pauta, tem seis gastos. Sobre o integrante do frango fino. Tem um bigode lindo. Eu acho que é Iá, eu acho que é Iá. É Iá também. Que história é essa, né? Muito artificial. História de vida aí. Não bate. Achei muito real, assim. Mas... Se decide, né, Jonathan? É real ou é artificial? Não, eu achei real. A letra, a letra tem verdade. Mas não é...

É que hoje em dia tá muito difícil, né? O virtual já é muito real. O virtual já é. É quase impossível distinguir. Um avião desse problema aqui no Brasil. Tem que ficar falando pra tirar o som do... Já tá valendo isso? É isso? Baixa um pouco essa música aí, por favor. Obrigado. Tem que ficar falando das pessoas? É digno de um piano na sala, né? Essa ordem, né? Baixa o som, né? Harumi Nishioca, ela assim... Não me foda, eu ia comentar. Desculpa, eu sei que você não paga o frango fino pra me ouvir.

bacana desse jeito, viu? Assim como o Natan Vidal, nosso querido patrocinar. O Natan é o nosso parceiro, né, John? E Doug, né? Eu vou ficar falando sozinho, se não é isso? Vou. Eu vou deixar você falando sozinho, porque você é muito bom. O Cacoama não vai gostar. Ela disse que o Cleibson talvez Heitor Dias não sei. Nossa, a rotinha pra dentro do Rafa. Agora, o Fante, o João Félix, talvez, Luísa. Luísa é só Luísa. Cadê teu sobrenome? Just only Luísa? Foda.

Rafael Semen... Não, não vamos falar do Semen de novo. O Semen já falou da outra vez aqui. Mas é que não dá, cara. O sobrenome dele é real? Eu não sei. Eu me pergunto sempre quando eu leio, cara. Caralho, meu amigo, eu sinto muito. Porque ele é muito sábio como foi a sua infância. É, e o nome dele... O nome dele, tal qual a minha ejaculação, ela vem assim na cara da gente, assim quando aparece. O nome dele vem precocemente nos créditos, cara. Precoce?