Episódios de Frango Fino

CISCADINHAS 19

06 de março de 202650min
0:00 / 50:19

No Ciscadinhas dessa semana, respondemos os comentários do Troféu Cocô #90 e Frango Fino #568.

Arte do episódio por ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Eddy Fortunato (@eddy_fortunato)⁠⁠⁠⁠⁠

Apoie o Frango!! 

NOVO PIX: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠pixdofrangofino@gmail.com ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Apoia.se: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/frangofino⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Orelo: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://orelo.cc/frangofino⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Patreon: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://patreon.com/frangofino⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Instagram dos Frangos:

Doug Bezerra (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@dougbezerra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠), Doug Lira (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@liradoug⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e Rafa Louzada (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@rafaelouzada⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠)

Para falar com a gente:

E-mail:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠frangofinopodcast@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@frangofinopodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Whatsapp: 11 94547-3377

Assuntos17
  • Leitura de comentáriosTroféu Cocô #90 · Frango Fino #568 · Feedback de ouvintes · Engajamento da comunidade
  • Novo spin-off: As Aventuras de Doug e RocaViagens da dupla · Formato mensal · Monetização do projeto · Enquete com ouvintes · Custos de produção
  • Solidao e IsolamentoExperimento do governo finlandês sobre amizade · Falta de tempo para socializar · Diferenças culturais Brasil vs Finlândia · Pertencimento e imigração · Solidão urbana
  • Histórias Pessoais e de ViajantesDificuldade em fazer amizades · Pandemia na Finlândia · Falta de pertencimento · Comunidade brasileira no exterior · Retorno ao Brasil
  • Metrô e vida urbanaEvitar contato visual · Ignorar conhecidos · Diferença comportamental Brasil · Educação finlandesa · Constrangimento social
  • Gastronomia e culinária regionalLanches do Piauí · Receitas tradicionais · Carne seca com queijo · Propriedades nutricionais de gorduras · Fritura e saúde
  • Roberta MirandaCarreira de Roberta Miranda · Xuxa gospel · Grupos de canto em igrejas · Quartetos religiosos · Músicas de época
  • Óleos e tipos de gordura na culináriaAzeite vs óleo de soja · Reutilização de óleo · Custos de ingredientes · Dose e moderação · Impacto à saúde
  • Ouvinte relata situação pessoalIsolamento cultural · Dificuldade de conexão · Comunidade de suporte online · Falta de pertencimento · Impacto emocional do exílio
  • Testes CientificosMúsica transformada em outro gênero · Dificuldade de reconhecimento · Músicas originais reinterpretadas · John and Fantastic · Rafa Louzada
  • Musculacao e TreinoInterrupção durante treino · Senhor na academia · Julgamento de outros frequentadores · Tempo de treino perdido · Etiqueta em academia
  • Sonhos e Aspiracoes PessoaisPesadelo realista · Defesa contra agressão de cão · Casos reais de ataque · Estratégias de defesa · Trauma de pesadelo
  • Arte CorporalDor ao tatuar · Aclimatação do corpo · Traços de tatuagem · Tatuador Zé de Londrina · Cicatrização
  • Congresso NacionalConceito de calor em comida · O que comer sem caloria · Quantidade ideal de consumo · Vídeo de criador de conteúdo · Convidado especialista
  • Sociabilidade UrbanaVizinhos idosos conversadores · Apartamento vs isolamento · Cultura de aproximação · Síndrome do condomínio · Relacionamento entre vizinhos
  • Transformação PessoalImplante de cabelo · Comparação antes e depois · Aparência com cabelo versus cabeça raspada · Investimento em estética
  • Hospedagem em Londrina e variedades de caféExperiência em casa de ouvinte · Seleção de cafés · Nomes técnicos de café · Recepção calorosa
Transcrição100 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Muito bem, Roquinha, estamos aqui para gravar o Ciscadinhas 19, para ler comentários. Vamos ler comentários, então, no Troféu Coco 90, esse especial que a gente fez, a gente contando a minha viagem para o Paraná e a sua recepção. E também o Frango Vino 568, Música de Iá, você já foi enganado? Essa é a pergunta desse programa que a gente tocou uma música que a Iá fez para o Rafa Lousada, né? Nossa, maravilhoso. Fiquei emocionado, achei que foi certinho. Para quem diz que Música de Iá não é emocionado,

Emociona, né? Toma aí, né? Essa música do Rafa te emocionando. Vou falar que você me enganou, tá? Você foi enganar? Me pegou desprevenido. Me pegou desprevenido. Vamos lá, então. O Trofa Cocô 90, né? Que teve eu e o Roca falando sobre o feriado de carnaval, né? Vou começar com o comentário do Nathanael, que é o seguinte, Roca. Eles estão deixando a gente acreditar. Olha aí. Eles estão deixando, Roca, porque o Nathanael falou o seguinte. Mexendo com o nosso coraçãozinho. Isso.

frango, as aventuras de Doug e Roca. Arroba marcas patrocinem viagens da dupla. Vale lembrar, Roca, que a gente esqueceu de comentar isso. Mas, a gente tá meio que estruturando aí uma viagem, Roca Family e Doug e Cris. Exato. Tem esse papo aí que a gente, assim, chegou nesse consenso de que precisamos viajar juntos. O Doug chegou à conclusão que é, tipo, é...

A viagem que eu faço com a minha família, ela é, na maioria das vezes, muito excêntrica. Isso. Pra dizer o mínimo, né? Não queremos também. Eu preciso de um pouco de caos na minha vida. Vamos viajar junto, Roca? Foi isso que eu fiz. Na verdade, o que aconteceu foi que eu vivo a família inteira com a pulseirinha da família e eu fiquei, pô, se eu tivesse ido junto, talvez eu teria ganhado a pulseira da família. Ganhar a pulseirinha. A gente chegou a comentar aqui no programa, acho que não, mas basicamente essa pulseirinha

que a gente comprou juntos, eu, Duda e as crianças lá no Ceará. E aí a gente colocou aqui pra usar pra sempre. E eu me senti excluído ao ponto de... Eu vou comprar uma... A gente vai comprar uma pulseirinha da viagem, da próxima viagem. Na próxima viagem. Perfeito, demorou. Combinado. Ah, e outra coisa, né? Teve comentado o Leonardo Henrique falando assim, ó, vaquinha pra bancar uma viagem de 10 dias os dois juntos.

Quero um programa de, no mínimo, duas horas. Por favor, Marcas. Assim, eu entrego, viu? Aliás, nós entregamos. Bota eu e o Doug aí numa viagem qualquer aí pra... Uma viagem, assim, uma viagem boa, né? Não vai mandar a gente pra Osasco. Rende, tá? Vai rende. Não, rende, com certeza. Vai com um dogão ali no... Já visita a família do Doug. Exato. A loja de portas do

pai do Rafa, a troca de óleo do Doug também, que ele trabalhou lá. Entendeu? A gente faz um De Volta Pra Minha Terra do Doug, né? Sem o Doug, no caso. A gente vai fazer um documentário lá. Isso. Colhendo as histórias da vida dele. Mas, porra, adorei a ideia, viu, gente? Faz esse barulho aí pra que o universo traga isso pra gente. Sabe o que eu tô pensando aqui, Roca? Vou jogar essa braba. Não joguei isso. Você é testemunha que eu não joguei essa braba antes pra você aqui.

Quero saber de quem acompanha a gente se eles pagariam para uma vez por mês ter um programa especial meu e seu. Que ia se chamar As Aventuras de Doug e Roca. Esse é o nome do programa. E vai ser tipo um troféu cocô tirando a história de alguém. Não vai ter a parte da história de alguém. Vai ser só você e eu conversando. Cara, acho uma ótima ideia. Inclusive, para quem ainda não entendeu, temos custos envolvidos aí porque estamos em...

localidades diferentes. Então, seria acho que esse valor... Mesmo que não tenha custo, mesmo que a gente faça online aqui desse mesmo jeito, entendeu? Eu acho que assim, é um programa a mais na grade. É verdade. Vocês topam custear? Eu vou fazer o seguinte, Roca. Eu vou fazer uma enquete. Pronto. Vou fazer uma enquete. Vou colocar a enquete aqui nesse episódio, deixa aí pra gente. Você assistiria, ouviria, um programa só meu e do Roca

trocando ideia. E aí pode ser só uma viagem que a gente fez, ou pode ser alguma notícia que a gente viu, ou alguma coisa na nossa vida, é a gente trocar ideia. Ou desvendando a árvore genealógica da tia Natália. Exato. A avó Natália. Desculpa, desculpa, eu chamei ela de tia. Eu cometi essa falha. Mas é isso, tá? Vou deixar aí a enquete, responde aí pra gente. Se vocês engajarem, a gente pode fazer um projeto piloto.

Aí talvez role uma outra pergunta pra saber até quanto vocês pagariam. Enfim, tá? Vamos ver. Adorei. Porque, Roca, eu vou ser honesto com você, tá? Tá difícil conseguir patrocínio pelas coisas, cara. Natan, que nos acompanha aí, tá de prova, que é o coitado que tá rasgando o couro aí, ó, pra tentar conseguir patrocinador pra gente. Tá difícil. Então, assim, às vezes a gente depender de patrocínio pra lançar o programa,

vamos depender de vocês que acompanham a gente aí, que gostam, que vão consumir o programa. Vamos pensar num valor. Vamos pensar primeiro se vocês pagariam. Porque assim, só vai receber quem pagar. Dito isso, a gente vê o valor. Não vai ser um valor exploratório, nada muito alto. A gente pode agregar vantagens, outras coisas. Meuzinho por ouvir. Meuzinho por ouvir. Nada demais. Eu preciso aposentar. Cansado já de trabalhar.

seria um programa uma vez por mês, você paga ali, de repente pode ser para algum apoiador a partir de tal valor, a gente pode negociar isso. Mas a primeira enquete que eu quero saber de vocês é, você pagaria para acompanhar um programa chamado As Aventuras de Doug e Roca, que é a gente contando sobre a nossa vida. É isso, tá bom? Adorei, adorei, adorei. Eu pago, eu sou o primeiro contribuinte.

Ó, Roca, comentário da, do, da, não sei, Uni, falando assim, não tô aguentando com a imagem da Cassiane no fundo. Vamos em torno da vitória? Teve gente, Roca, falando que a Cassiane era Bruna Marquezine. Que ideia é essa, cara? Não, eu vi um comentário, eu não lembro onde foi, de alguém perguntando quem é essa mulher. E essa mulher, como o Dogo já falou, é a Cassiane, que é a... É a Roberta.

Miranda do... Ela é a... Ela é a Roberta Miranda. Assim como a Aline Barros, ela é a Xuxa da... Xuxa Gospel. Eu ia falar que ela é a... Caramba, tinha a Xuxa, a Angélica. A Eliana. Eu ia falar que ela é a Mara Maravilha, mas a Mara Maravilha já é... Já é crente, né? É, já é crente. Então, assim, ela é a... Inclusive, Mara Maravilha é crente, crente mesmo, né? Mas crente, assim. Crente, crente.

de mentira, assim, tipo, de mentir pra converter os filhos, sabe? Crente, assim, de ser hipócrita, de, né? De ficar fofocando e falando mal dos outros e condenando os outros pro inferno. Exatamente. True, true crente mesmo. Mas é Cassiane, Roberta Miranda do Cenário Gospel. Quem nunca? Todo crente aí. Hino da Vitória. Nossa, muitas das vezes. Eu não consigo lembrar de outra música dela, sabia? Ainda bem. Rompendo em Fé.

Ela rompendo em fé, nossa. Minha vida... O grupo Califórnia lá, da mocidade da... Da mocidade do... Cara, o episódio não saiu ainda. Semana que vem. Segunda-feira vocês vão saber do que eu tô falando, tá? Mas o grupo Filadélfia, que era a mocidade lá do que eu e o Roca cantava, a gente cantava rompendo em fé. Verdade. Nossa, cara. E é muito louco isso, né? Porque, tipo, você tem essas layers. Você tem a igreja, que tem normalmente

meio estranho. Aí você tem os grupos, né, dentro da igreja. Tipo, o que é isso? É o grupo... O grupo das irmãs? Isso, era o Rosas de Saron, o grupo das irmãs. A minha irmã cantava num grupo de, tipo, sei lá, umas quatro meninas ali, que chamava Primícias. Era um quarteto? Era um quarteto. Como é que chamava? Primícias. Primícias, tá. Eu lembro, a gente tentou... Não sei se você vai lembrar, mas a gente tentou montar um quarteto no Jardim Líbano.

Não era eu, você, o Ricardo e mais alguém? Caralho, sério? De cantar? De cantar. Eu tenho quase certeza disso, Roca, que você tava nesse rolê. Era eu, o Ricardo e você e mais alguém. É que não foi pra frente. Eu tenho quase certeza. Um era crente demais, o outro não era crente. Não fala. Não fala isso do outro. Não fala. Pronto. Então, vamos lá.

O que é, o que é? Baratinho, com milhares de ofertas. Tem frete grátis. É muito prático, com entrega rapidinha. E ainda tem cupons de desconto todos os dias. Valendo! É o app Magalu! E a resposta está... Certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner, baixe o app e aproveite. Vamos lá, ó. Comentário também, eu separei aqui.

do Zé Cuervo, o nosso tatuador de Londrina, Roca, porque você vai tatuar com ele também. Vou lá, Zé, vou lá. Vou lá. Olha só, vou falar aqui, hein. Estava olhando hoje o Instagram do Zé, assim, só imaginando. Será que esse aqui dói? Olhando os flashs dele. Olhando para o desenho, né? Esse desenho não é o caldo. Eu olhando para os flashs dele, assim, isso aqui, acho que dói, acho que dói, tem muito traço. Mas vou fazer, Zé, eu vou fazer.

A real, Roque, é que eu acho que se tiver mais traço, talvez seja... É, né? Talvez seja até melhor. Porque chega um momento ali que a sua... Não vou falar pra você que não dói mais, tá? Mas o seu sistema acomoda um pouco a dor ali, entendeu? Dói menos em algum momento. Mas dói tudo, tá? Dói. Obrigado pela sinceridade. É, eu sou sincero com você. Porque muita gente vai falar pra você... Vou chegar loucaço lá pro Zé. Eu acho que chegar louco é pior, porque aumenta a sensibilidade, né?

Ah, é? É, eu acho que é pior. Chegar engatinhando lá pro Zé. Louco de checkmate na cabeça. Aí o Zé, ó, peguei o comentário do Zé, então, e da Jeanne Lopes, que é quem recebeu a gente lá com o brownie maravilhoso dela. Ela falou assim, ó, Jeanne, voltem sempre, queridos, foi muito gostoso receber vocês aqui em casa. Agora temos oito perfis de café pra vocês escolherem na próxima. Colocou entre parênteses, favor,

não escolher todos de uma vez, Douglas. Delicionou, né? Eu adorei que ela falou assim, temos oito perfis de café. Que era isso? Que era isso que a gente tava precisando falar, Roca. A gente tava precisando falar no programa, a gente não conseguiu, que a gente não sabia o nome técnico. Não sabia o nome técnico. Pra mim, assim, se você vier aqui em casa, eu vou falar assim, tem quatro sacos de café, tem quatro marca aqui em casa. Quatro gosto. Que gosto que você quer? Tem quatro gosto e a maquininha ali de Nescafé. Isso.

Exatamente, é isso. O Zé Cuervo mandou um abraço pra gente. Meus queridos, muito legal te tatuar de novo, Doug. Roca, a sua tá aguardando. Tá aguardando você, Roca. Parece lá no Pioneiros, tá bom? Vou lá. Sobre o restaurante do Goiano, Roca, talvez a gente tenha descoberto aí o que deixa a comida do Goiano tão gostosa, tá? O Elidio Júnior, ele é lá de Goiás, ouvinte clássico aqui do Frango, já gravou com a gente e tudo, ele falou assim, se o senhor Goiano for Goiano do pé rachado, o segredo lá da comida,

é banha de porco. Pô, e fica bom com banha, hein? Minha tia cozinha, minha tia aqui de Londrina, inclusive, ela cozinha as paradas com banha de corpo. Então? Banha de corpo, ela... Por isso que você engordou tanto, depois você lembra. Exatamente. Banha de corpo. Que é uma parada que não é, deve ser muito higiênica, né? Banha de corpo. Mas banha de porco, porque segundo ela, e aí os nossos...

ouvintes da saúde, da ciência pode falar, que ela falou que segundo o que ela viu, banha de porco é melhor pra saúde, minha tia falando, tá? Porque nos outros olhos, outros tipos de gordura, quando ela esfria, ela tipo meio que empelota na veia, e a banha de porco não, banha de porco ela desliza. É mais ou menos isso. Onde será que ela viu isso, cara? Exato. Não deve ser.

roca, não deve ser. Mas fica bom, hein? Nossa, assim, mas eu queria, essa curiosidade eu queria saber, assim, tipo, se alguém puder comentar aí, se a banha de porco, ela faz tão mal quanto um óleo, eu acho que o azeite nem tanto, eu acho que eu, eu no meu, na minha, no meu pouco conhecimento, eu diria que o azeite é o mais saudável, só que assim, né? 750 reais, o pote de azeite. Isso. E aí, cozinhar

coisas, você vai lá, você vai fritar aquele ovão, aquele ovão da hora. Mete um óleo soia, nem sei se tem ainda. Tem. Ou vai de banho de corpo. Olha, eu diria, pelo pouco conhecimento que eu tenho, que o óleo, o óleo de soja, que é isso que você está falando, ele não é tão prejudicial assim quanto o povo fala, tá? Tem o lance lá de saturação, depois que esquenta,

sei o que, mas quem faz o remédio sabe quem que é, né? Aliás, quem faz o remédio, quem faz o veneno é a dose, entendeu? Então, vai do quanto você usa, do quanto de fritura que você come, entendeu? Se você é um cara que é tranquilo com fritura, não tem problema. Com certeza eu sou. Sim, né? Aqui em casa não se vê fritura, cara. Aqui em casa... Cara, quando a gente vai fazer uma batata, por exemplo,

Cara, eu não frito num óleo que fica crocantezinho, gostoso. Que fica... Que o sal gruda perfeito, assim. É, nossa, cara. Que aí você morde, assim. Se você usou um óleo que já veio de outros carnavais, já, ele já tem no DNA deles, ele já tem uma carnezinha ali que você fritou antes. Você faz aquela batatinha, nossa, cara, é um mix. É um mix de sabores. O problema é isso agora, tipo, ah, você vai fazer ali um arroz,

um feijão, né? E você quer... Como é que chama? Fazer o refogado? É só você não pesar a mão no azeite. Aí, tipo, tem o tipo certo de azeite, né? Tem isso também. Mas é só você não pesar a mão, porque a quantidade que você vai ingerir é uma quantidade muito baixa, entendeu? Desde que você coloque pouco. Andréia, comenta aí pra nós pra ver se eu tô falando besteira ou não. Muito provavelmente tô, tá? A gente tem outros ouvintes também que são nutricionistas, Roca. Comentem aí.

Sim. Não que eu vá mudar meus comportamentos. Brincadeira, eu já mudei, André. Já mudei, já mudei. Sobre a sorveteria, Roca, que a gente tomou sorvete de Doritos e o Piauí Lanches, nosso cachorro quente predileto do planeta. Pelo menos o meu, o seu, o seu. Não estou falando aqui por mim, tá? Carol Bertinho falou o seguinte, a sorveteria, o nome dela é Diadore. Diadore. Passamos longe, hein? Passamos longe demais. Eu nem lembro.

Ela falou que esse lanche do Piauí, que o Doug falou, é maravilhoso. Ele vai carne seca com queijo coalho. Sim, gente. Piauí lanches. Eu tô até seguindo no Instagram, Roca, que eu quero tentar uma permuta a próxima vez que eu for aí, tá? Piauí lanches. Você vai lá, pede o carne seca, o hot dog carne seca. Eles trocam o purê, que daí não tem purê, trocam aquele fricassê de frango por carne seca e ainda põe um queijo coalho. Nossa.

É um arregaço esse lanche, tá? Maravilhoso, tá? É um arregaço. E é grande. Douglas, e o Douglas, esse menino aí, esse rapaz aí, dividiu. Dividi, sim. Eu ia falar agora. Meu Deus, coitado da Cris, cara. Que dá pra dividir. Dá pra dividir. É muito grande, Roca. Você comeu o seu inteirinho? Não lembro. Oi? Você comeu o seu inteirinho? Não lembro. É, mas é claro. É claro. Mentira, viu, Andréia? Não comi. Levei pra viagem. Mas é claro que eu comi. Maci inteiro. E ainda fui lá e comprei.

Comprei um pó de sorvete. Mas eu corri, eu corri esses dias aí. O mesartana tá em dia. Pô, Andréia. Não, o mesartana aqui, ó. Glifagem? Vixe, isso aqui, ó. Mas não perco um dia. Não perco um dia. Aqui, inclusive, ó. Comprei umas caixinhas novas, ó. Aqui, ó. Eita, que legal. O que é fazer? Vamos fazer um... Aqui, ó. Vamos lá, galera. Ó, ó, ó, ASMR, ó.

Olha aqui, ó. É cápsula e comprimido, Roca. É comprimido, olha só. É comprimido. Aqui, ó. Aqui, ó. Olha só, que bonito. Ó, vou me ensertar. 20 miligramas aqui, ó. Tá bom. Você toma antes de dormir? Você toma quando você acorda? Eu tomo antes de dormir. Tá bom. Uma vez por dia?

por dia, uma vez por dia. Eu, inclusive, assim, agora em março eu termino de... Termino não, né? Não sei se eu vou continuar tomando, enfim. Mas os seis meses de simvastatina pra baixar o colesterol, vai dar agora em março. E aí eu tenho que refazer meus exames pra ver se baixou, tá? Vamos ver. Trago novidades aí. Trago novidades. Mas sempre assim, aí você vai fazer o exame e melhorou o colesterol, mais o ácido úrico. Aí tem que tomar alopurinol.

Baixa um, aí vai outro. Sempre assim, a gangorra. Vamos ver. Outro comentário aqui, Roca, da Maria Lissandole. Muito bom ouvir vocês falando de Maringá e Londrina. Parece que somos amigos. Parece que somos muito amigos. E a Diadori é a melhor sorveteria com o melhor custo-benefício. Realmente, não achei caro lá. Bem falado. Mas é que, Roca, eu estou com o preço de São Paulo, né? Que a gente paga R$25,00 uma casquinha de sorvete. Não, mas eu diria até assim, tentando lembrar que,

valor, é que assim, a Diadori, ela parece ser alguma coisa ali no nível da Borelli. Acho que a Borelli é um pouco mais premium, assim. Talvez a Diadori é mais ali, desculpa galera aí se eu fizer uma comparação errada, mas assim, é mais um The Best Açaí. Então, tipo, tá entre um The Best Açaí e um coisa ali. Então, assim, achei o preço bem generoso. Eu achei sim. Ah, e ainda não terminou o episódio, mas vocês precisam ir no merenda,

não tenha ido em Londrina, principalmente de sábado, que tem a feijoada mais gostosinha da cidade. Eu já fui no Merenda, porque a Jeane me levou lá pra tomar um sorvetinho. E no dia eu chamei o Roca também. Lembra, Roca? Você foi lá também? Você conhecia lá já? Não, não, isso que eu ia falar. Conhecemos o Merendas, foi nesse evento. Depois eu e a Duda e as crianças voltamos lá mais vezes. Eles estavam com uma raspadinha muito boa lá, que a gente acabou não conseguindo pegar,

porque foi muito rápido. Esgotou muito rápido. E aquela sorveteria que eu estava tentando lembrar o nome, que na verdade eu achei que era Jadores, tem uma sorveteria muito boa aqui da próxima vez. Não sei se eu te levei da outra vez que você veio, que é a Menos Duz. Não. Não sei. Teve uma que a gente foi depois que eu fui no Goiano. Que ela fica meio numa ladeirinha, numa ruazinha. Isso. Muito boa. Muito boa também. Muito boa. Roca, sob o seu banheiro aí,

com barra de segurança. Eu separei o comentário do Igor Santos. O banheiro de casa também tem barras, pois moro na casa que era da minha avó e realmente é a melhor coisa ter barra de apoio dentro do box. Acho que me perco se tomar banho em um banheiro comum sem barra pra escorar na hora de lavar o pé. Eu voltei triste, Roca. Eu voltei triste. Eu tô assim... Há um passo.

de ir na próxima casa aí que a gente for, que inclusive tem uma galera, eu sempre tô comentando de Campinas, tá? Mas, gente, a gente fala de Campinas, mas a gente tá ainda vendo ali. Provavelmente vai ser alguma cidade no entorno, assim. A galera tá muito querendo. Acho que já vi umas duas, três vezes um comentário da galera falando pra ir pra Jundiaí. Jundiaí está no radar também, tá, gente? Mas o que eu ia dizer é que na próxima casa, cara, eu quero chegar no nível de ter uma cadeira no banheiro. Lá na Finlândia, por exemplo, tinha uma banheira bem daquela

clássica mesmo de uma pessoa e tal. É muito legal nos primeiros dias. Depois, você fica numa preguiça da porra de encher a banheira. E aí você enche e lá não tinha, tipo, não era uma banheira que ficava aquecida, né? Aí logo a água esfria, fica uma merda. Aí a gente passou o resto do tempo tomando banho em pé dentro da banheira. Agora, uma cadeirinha, mano, pode ser até aquela cadeirinha de bar que você deixa ela dobradinha dentro do banheiro.

abre aqui, senta aqui. Pra lavar o pé fácil. É, pra lavar o pé fácil. Eu tenho vontade de colocar a TV dentro do banheiro. Eu tenho essa vontade, não vou mentir, tá? Cara, eu tava esses tempos atrás pensando, mas isso é uma coisa... Assim, eu tenho o péssimo hábito de levar o celular comigo pro banheiro, tá? Eu também tenho. Começa ali no meu assento ali. Isso. Eu tenho um suporte dentro do box, tá? Então, eu vi isso na sua casa. Eu falei, não, o Douglas

mas ele tá em outro nível, tá em outro nível, entendeu? Roca, experimenta tomar banho no TikTok, você vai ver a alegria que é. Eu faço isso, só que eu faço com o bracinho fora do chuveiro, assim, sabe? Não acredito. Aí eu fico só o dedinho aqui, aí eu assistindo, passando. Não acredito que você vai tomar banho com uma mão só. Não, aí depois, aí beleza, aí quando é pra fazer o fubá aqui, aí eu coloco lá, aí deixo ele encostadinho,

e assistindo, e cara, é uma merda isso, é uma merda, mano. Não, foi um suporte. É tão bom, cara. Inclusive, vende que estraga. É, dizem que estraga. É, vende dizer que estraga o celular. Bom, eu tô com o celular aí faz dois anos, tá tudo bem até agora, tá? Tem um suporte que ele tem a proteçãozinha, ele tem uma capinha, assim, toda bonitinha, ele meio que sela, então não entra vapor. Dá pra você fazer com isso, só que é ruim,

o TikTok fica ruim, né? Porque às vezes tem anúncio, aí você não consegue passar, entendeu? Sim, sim, sim. Então o que eu faço? Eu jogo minha toalha em cima do box, ponho o celular no suporte e toda vez que eu quero passar o vídeo, eu vou lá, seco a pontinha dentro da toalha e passo, entendeu? Muito bom, cara. Eu tô falando você em outro nível. Cara, sério, sério. Melhorou o meu banho em 50%. Ele é muito mais

Em compensação, não sei porquê a conta de luz de água tá checando mais caro. Exato, exato. Tem vezes que a Duda vai... Tem vezes que a Duda vai checar se eu tô vivo. Bate na porta. Não sei se ela... A Cris também, a Cris também. Teve um AVC dentro do banheiro, né? Qualquer coisa. Bate lá, tá bem aí? Tá vivo ainda? A Cris também. A Cris também vai fazer a mesma coisa. Principalmente quando eu emendo, né? Quando a gente emenda aquele trabalhinho no trono com banho, né? Que no meu caso são todas as vezes, né? Porque eu já...

Eu faço sempre esse combinado, entendeu? Já faço ali e depois eu vou pra lá. Você faz a... Eu vou no troninho primeiro e isso é. Não, eu não tenho esse hábito, Roca, confesso. É, então eu consegui já deixar meu cu treinado pra fazer isso aí. Então, sempre nesses momentos. Agora, uma coisa que eu considerei sério mesmo, porque assim, antes do celular, olha que coisa, né, mano? Antigamente, o que eu usava muito tempo?

banheiro pra ficar pensando, bolando coisa e tal. E eu escrevia, eu escrevia as coisas, tipo ideias, assim, no box do banheiro com sabonete. Às vezes eu precisava, sei lá, fazer conta, é, ah, preciso pagar isso aqui e tal, e ficava desenhando com o sabonete no box. É uma merda, né? Ficar depois tudo lambuzado. Tudo gorduroso, isso. E aí eu cheguei a pensar em colocar, tipo, uma mini lozinha, tá ligado? Dentro do banheiro. Porque, cara, às vezes você tá ali pensando, aí você fala, putz, pá, pá, pá,

anotou, tal. Ó, vou falar pra você, Roca, se você pensar que o que você poderia fazer é trocar uma parte fixa do box por uma lousa. Uma parte fixa, tipo... É, porque o box, geralmente, ele, sei lá, ele tem três partes. Ah, tá, tá, tá. Duas são porta e tem a fixa. A fixa, que você transforma ela numa lousa, num quadro mágico lá, não sei qual que é o nome daquela lousa branca. Não uma lousa, não vai colocar uma lousa. Não, não, não, entendi. Ou aqui, outra coisa mesmo, você pode pintar,

parede com aquela tinta de lousa. Tem gente que faz isso. E aí você usa giz. É que eu acho que o giz vai molhar, não sei se é uma boa, entendeu? É, teria que ser uma caneta, tipo quadro branco, né? Isso, aquele quadro branco. Não é quadro mágico que chama esse quadro, né? Não sei. É, esse aí que você usa a caneta piloto lá pra você marcar. Então, cara, aí o celular veio, aí hoje não tenho mais ideia. Hoje, agora, o horário do banheiro é pro meu

ele vai derreter. Cara, sério, o meu horário de banho é o meu horário de TikTok. Ah, sim, eu também. Eu não uso TikTok o dia inteiro, eu não uso ele o dia inteiro, entendeu? É, é. Em minha defesa, exatamente. É o horário do meu banho. Eu vou lá, eu vou ver, poderia usar esse tempo pra aprender muitas outras coisas? Poderia. Ou poderia simplesmente tomar um banho rápido? Exatamente. Porque às vezes acontece de pintar um vídeo, tipo, tem aquele cara, Operação Barba Russa, não sei se você conhece ele. Sim, sim, sim.

aparece vídeo dele, eu fico assim embaixo do chuveiro. Caralho, bichão. É mesmo? Caralho. Não, e esses dias eu tenho a impressão que eu tenho um meio hiperfoco, assim. Eu tenho notado isso bastante no meu comportamento. E esse tempo atrás, cara, eu entrei no hiperfoco de Bad Bunny, que assim, a Duda me chama agora de garoto latino. Que aí, cara, foi, juro, foi tipo uma parada assim, eu vi o Super Bowl lá. Até então, eu nunca tinha ouvido,

assim, ouvi uma música do Bad Bunny. Falei, deixa eu ver esse álbum aí. E é bom para caralho esse álbum, tá? Assim, musicalmente, cara, performance, representatividade latina, mano, tudo muito bom. E aí eu fiquei louco, e aí comecei a ouvir outras coisas, inclusive a descobrir um artista argentino, que é nessa pegada, tipo, super trazendo a cultura argentina,

Apesar de ser argentino, o cara é legal. Eu até fui procurar pra ver se o cara era um babaca, mas não, o cara é um moleque muito bom. Que é o Milo Rota. Cara, e as músicas dele sensacionais. E aí eu comecei a criar playlist, então eu fiquei nessa. E aí um dia no Instagram, eu fiquei, aliás, no banho, eu fiquei tipo maluco vendo um monte de coisa do Bad Bunny. Tipo, ah, Bad Bunny, o que ele fez? Quais foram os outros? Mãozinha fora do box. Mãozinha fora do box. Mãozinha fora do box. Aqui, ó. Aqui, ó. Aí dedinho, aí tal. E saboando, cara.

Tá bom no rostinho, lavando a barbinha e schlepe no Instagram. Caralho, Bad Bunny, caralho, caralho. Caralho, Bad Bunny, é mesmo? Eu quero muito ser amigo do Bad Bunny agora, cara. Nossa, cara, eu queria muito ser amigo dele. Dá pra gente esquematizar isso aí, tranquilo. Vamos, vamos agitar, vamos agitar. Vamos, ó, continuando aqui, Hugo, sobre o Mr. Olimpia, nosso amigo Leonardo, que treinou a gente na academia, Roca. O Brandon BWS falou o seguinte, nossa, essa história do Mr. Olimpia,

Me lembrou uma vez que eu estava na academia e apareceu o Mr. Olympia Senior. Inclusive, se eu não me engano, tá? Posso estar maluco, Roca. O Brandon, o Brandon, é o ouvinte que mandou a história que o pastor fez ele tocar no casamento e o pastor fez ele reformar a igreja, fazer uma igreja. Lembra disso? Explorado. Isso, eu acho que é o Brandon, tá? Que foi uma história de duas partes, né? Foi uma história de duas partes, exatamente.

foi dividido em duas partes. Foi tanta desgraça que a gente teve que dividir. Exatamente. Essa história do Mr. Olimpia me lembrou uma vez que eu estava na academia e apareceu o Mr. Olimpia Senior. Um senhorzinho que interrompeu meu treino e perguntou quantos anos você acha que eu tenho? Aí eu tiro meu fone pra ser simpático e disse acho que uns 49. Ele responde tenho 62. Daí ele começou a falar de que apesar

da idade, ele consegue fazer muita coisa que os jovens não conseguem e do nada começa a julgar em voz alta a execução das pessoas. Perdi 30 minutos ouvindo o velho. 30 minutos na academia, Roca. Desculpa, é uma tortura pra mim, tá? Nossa, é metade de um treino, assim, tipo... Perfeito, metade de um treino. Se você treinar uma horinha por dia, é metade de um treino. Porque assim, eu não sei você, eu até... Bom, você já deixou claro que você não tá ainda no tesão,

de treinar, né? Eu ainda curto ir pra academia, mas assim, porque eu sei que vai ser uma parada que eu vou lá e eu fico no máximo uma hora e quinze, uma hora e vinte e vem embora. Porque se eu for falando que, putz, eu vou ficar duas horas lá, não vou. Já perde o... Entendeu? Não vou. É, é. Sacou? É, então. E assim, quando ele falou do, tipo assim, ah, o senhorzinho abordou ele e começou a falar da idade e fala que ele... Que é, tipo assim, é o... é a... é a fala bem padrão de vários

senhorzinhos, né? Tipo, fala, pô, olha meu shape, olha como que eu tô bem. Isso aí é legal. Agora, ele me perdeu aí quando ele começou a julgar a galera. Até aí ele tava velhinho, fofinho. Ô, Roca, você cutucar alguém pra o cara perguntar a sua idade também? E assim, assim, eu vou falar pra você, não sei, tá, mas eu tenho uma desconfiança que o Breno não fala aqui, né? Daí ele começou a falar que apesar da idade, ele consegue fazer muita coisa que os jovens não conseguem. Eu tenho quase que certeza, o Breno

cara que não quis falar, mas tenho quase certeza que tem algo a ver com sexo. Ah, tem essa lei. Provavelmente. Então, pelo amor de Deus, cara, eu torço pra eu nunca ser um velho doido desse, de ficar abordando do nada as pessoas na rua, cara. Eu prefiro ser um velho rabugento, tá? Se eu tiver que escolher entre ser um velho que aborda as pessoas desse jeito pra falar nada, se a pessoa tá interessada, e ser um velho rabugento, isolado, sozinho, eu prefiro ser o velho rabugento,

lado sozinho. Sério, mano. Eu acho que existem grandes chances de você ser o velho abudente. Grandes chances, eu diria. E pra fechar aqui o comentário do Trofão Cocô, a Karina falou assim, cara, acho, ainda falando sobre o nosso Leonardo Míster Olímpia, que treinou a gente, cara, acho que se um desconhecido começa a me incentivar na academia, infelizmente eu teria que me desviver na frente dele. É muita

vergonha, cara. Porque é uma situação que você... Como é que você vai falar pro cara, mano? Tipo... É, gente. Fica na moral aí, velho. Eu tô treinando aqui. Não quer ideia, não. Não, muita gente... Eu vi os comentários da galera. Muita gente... Teve até um que falou alguma coisa, tipo assim, ah, que coragem, né? Ir pra academia sem fone. Isso. Como os antigos faziam. Isso. Mas é que, galera, a gente tava no contexto que assim, eu e Doug, a gente tava junto, conversando. Não faria nem sentido a gente ir com fone, né? Mas quando eu estou sozinho... Vou falar pra você. Eu já treinei em dupla. E a minha dupla levou

o fone conversando comigo, eu fiquei um pouco insultado. Isso aí não é legal, não. Você vai de dupla, você tá indo de dupla. Você tá indo de Batman e Robin. Essa pessoa acompanhou o programa, sabe o que eu tô falando com você. Essa pessoa sabe o que eu tô falando com ela. Fiquei bolado. Olha, Roca. Tranquilo Fino 568, Música de A. Você já foi enganado? A gente comentou lá duas notícias, duas matérias, né? Primeiro,

Falando sobre a questão da solidão, que agora lá na Suécia o governo tá com um experimento novo sobre ter a hora da amizade pra você... Você tem 15 minutos por semana pra fazer amiguinhos. Cara, eu vou falar que vocês falaram, assim, foi perfeito. Acho que foi você que falou, inclusive. Que bicho, a gente fica de 8 horas de trabalho, 4 horas é de WhatsApp. 4 horas é assim, ó, figurinha, memezinho, ha, ha, ha.

divide, né? Entre um WhatsApp, entre uma cagada remunerada, entre um café... Um cafezinho com os brother ali. Com os brother, entre uma reunião desnecessária, que é assim, é sempre uma reunião assim, tipo, a reunião mesmo acontece em 15 minutos. Aí tem mais 30 minutos que antecede essa reunião e mais 40 minutos que é depois da reunião ali. Exatamente. Então, cara, a gente tá, assim, 15 minutos, é sério, o pessoal realmente precisa muito interagir lá. E aí você falou, né, porque você comentou uma parada

que acontece isso porque eles respeitam muito o espaço deles. Isso. E é muito cultural mesmo, né? Quando a gente morava na Finlândia, cara, é muito isso mesmo. Tipo, a galera não cruza olhares no metrô. É muito bizarro, bicho. E assim, pra bem ou pra mal, tem gente que gostaria disso, de ter isso aqui no Brasil, mas assim, o pessoal não tem nenhum constrangimento em te ignorar e não falar com você. Tipo assim, sabe essa coisa que a gente tem aqui,

brasileiro, né, que a gente tem mais, um pessoal, um povo mais caloroso, se você entra num elevador, por exemplo, e aí tem aquela outra pessoa, que aí você semi-conhece aquela pessoa, fica aquela coisa, né, né, né, sabe, aquela conversa de elevador, cara, zero constrangimento, zero necessidade de small talk, assim, sabe, de tipo, o pessoal não precisa mesmo. Isso eu acho bom, não vou mentir não. Sim, essa parte é bom. Eu acho que eu já relatei aqui,

mas vale comentar de novo, da vez que eu trabalhava lá no estúdio de game lá. Na Finlândia, né? Vale lembrar. Na Finlândia. Isso, na Finlândia. E aí a gente, eu tava com os meus colegas de trabalho, meu, e a gente se dava super bem. Tinha um cara lá, eu dava muito bem com ele. Deu o horarinho de ir embora, todo mundo desceu, eu fiquei um pouquinho ainda mais, tava terminando o negócio, ele foi na minha frente. Mas beleza, terminou meu dia, peguei minha mochilinha, fui. Quando eu saí do prédio, ele tava saindo do prédio, ele deve ter dado uma enrolada

lá embaixo. Aí eu, tipo, dei um oi pra ele, imaginando assim, pô, a gente tá indo pro metrô junto, a gente vai ficar ali trocando uma ideinha. Ele falou, oi, e continuou andando. E assim, me ignorou. Tipo, ele, estávamos a, sei lá, três passos de distância. Ele não esperou, ele não, tipo, ele não falou assim, oi, virou e esperou e a gente se acompanhou. Oi, está indo pro metrô? Pô, tô indo, vamos lá. Exato. Ele falou, oi, tchau, e continuou. E tipo assim, foda-se. É, então é muito isso, cara.

Até andou mais rápido. Quando você andou mais rápido, ele começou a também andar mais rápido. Ficou com medo do brasileiro, né? Meu Deus, me livre. Ele desconfortávelzinho, você... Não, eu fiz questão, quando a gente chegou no metrô, eu fiz questão de ir para o outro lado. Falei, mano, se eu vou para o mesmo lado, eu só vou aumentar esse constrangimento, que aparentemente não estava afetando ele, mas estava me matando. Então, é isso. Muita gente... Ah, e a outra notícia que a gente comentou também foi, né?

as pessoas não conseguem identificar a música de ar. Foi isso que a gente comentou também no programa. Testamos Jonathan, testamos Joninho e testamos também... O Jonathan tá um gato, né? Muita gente comparando o Jonathan com o Idris Elba, tá, Roca? Exato. Nossa, eu não imaginava que aquele queixo existia embaixo daquela barba. Porque tem um risco aí, né? Assim, né? Ele não existia. Você chegou a ver a foto que eu postei

o episódio, eu coloquei uma foto dele. O Jonathan Shrek, né? Caralho, muito Shrek, bicho. Eu quero chegar lá. Ele tava muito diferente, cara. Ele tava muito diferente. Mas sim, aquele queixo existe e eu empejo. Mas ó, pra ser justo também, Rafa tá um gato também, tá? Tirou, tá de bigodinho também, tá um menino bonito. Esses dias ele postou foto do Instagram dele já com o cabelinho crescidinho. Vai chegar esse cabelinho aí, hein? O cabelinho de chaxim dele que ele implantou lá, de feijãozinho,

de qualquer... Sim. Sabe aquele bonequinho de alpística? Cabelinho de alpística. Aquele verdinho, aquelas bonequinhas, né? Isso, aqueles bonequinhos. Cabelinho que ele fez. Esse dia ele postou toda coisa. Daqui a pouco ele aparece no programa aqui sem boné. É, vocês vão ver. Aquele cabelinho militar assim, né? Isso, cabelinho. Ele vai mandar um buzz cut, você vai ver. Daqui a pouco ele enxerga o cabelinho raspadinho do lado e não sei o quê. Mas, ó, vou lançar a polêmica aqui,

e o Rafa vai chorar de ouvir essa. Mas o Rafa de cabelo raspado, talvez seja até melhor de Rafa cabeleira. Eu perguntei isso pra ele. Se ele sabia que ele ficava tão bem de cabeça raspada e se ele não se arrependia. Eu perguntei isso pra ele. Ele ia estar, sei lá, 15 mil reais mais feliz, né? Sim, pelo menos, né? E aí outra coisa, o pessoal falando... Ah, tá, a gente comentou o negócio do ataque de cachorro, do sonho que eu tive.

né, Roca? O sonho que o cachorro tá atacando o seu gumercindo, meu hipotético avô, namorado da minha avó, ele, a gente comentou sobre como você tirar o ataque, você desfazer, né, o ataque do cachorro. Eu falei de puxar as pernas, o Jonathan falou de enfiar o dedo no botão do cachorro. O pessoal falou que a melhor forma de soltar ataque de cão é enforcando o cachorro. Nossa, bicho. Parece cruel, mas é isso, né? Ou é você ou é ele, né?

É, num caso desse, eu acho que é uma emergência. Aí, assim, não sei como é que vai enforcar, se é com as duas mãos, se é um mata-leão, assim, mas... Cara, faz sentido. A bem da verdade, se você tá sendo atacado por um pitbull, irmão, assim... Ai, cara... Sinto muito. Roca, eu vou falar pra você. Eu, nesse dia, eu acordei desesperado, né? Porque eu... Foi um sonho bem real, assim, né? Sim, sim.

Porque é engraçado, eu lembrei de um caso de uma escritora aqui em São Paulo. Acho que ela estava em São Vicente, na praia, uma coisa assim. Ela foi sair para dar uma caminhada de manhã, assim, logo cedo. E o cachorro do vizinho atacou ele. Os cachorros, não sei quantos cachorros eram. Acho que eram dois cachorros. Era um pitbull. Um deles era pitbull. E acabou amputando o braço da coitada, da mulher. E aí eu lembrei desse caso.

vivido de trombar já com cachorro solto assim. E aí eu falei, eu preciso pesquisar no celular como é que faz pra escapar dessa porra. Aí eu fui pegar o celular e falei, não, não vou fazer isso porque era tipo, sei lá, quatro da madrugada. Eu falei, se eu mexer com isso agora eu não vou nunca mais dormir. Aí eu não mexi assim, mas eu fiquei, eu acordei muito assustado, deve ser muito assustador uma situação dessa, tá? Deus me livre, cara. Deus me livre. Bom, sobre solidão, Roca, Kaori Matsumoto que vai gravar com a gente aqui. Kaori, eu vou te chamar.

Quero que o Roque esteja junto, porque é um assunto que muito interessa a ele. Já tem a pauta definida aqui, que é o que a gente faria se não existisse calorias, tá? O que a gente comeria, o quanto a gente comeria, tá? A ideia é da Kaori. A Kaori fez um vídeo, Roque, sobre isso. Eu achei maravilhoso. Mesmo não combinando com a skin dela. Depois procura a Kaori no TikTok lá, você vai ver. Não combina com a skin dela, mas eu achei uma pauta maravilhosa. Vou trazer ela aqui. Tantas ideias. Vamos lá, tá, Kaori?

chance de levar o carro mais vigiado do Brasil pra casa. O Dili EX2, carro do líder do BBB 26, pode ser seu. Reserve agora com uma condição especial e ganhe mil reais em recarga. Mas atenção, o estoque é limitado. Dili, a marca de carros oficial do BBB 26. Clique no banner pra garantir o seu. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Vai rolar. Ela fala assim, um dos meus maiores desafios no

ela tá morando no Japão, né? Tá sendo justamente com a solidão. Tô passando por um momento da vida que eu não consigo ter conexão com ninguém ao meu redor. Mesmo tentando muito. E o que salva um pouco da minha saudade é justamente acompanhar o Frango, o Fábrica de Filmes e outros podcasts queridos. Acho que eu não devo ser um caso isolado. Então, vai aqui o meu muito obrigado a vocês que sempre alegam a minha semana. Tamo junto, Caury. Que legal, gente. Muito bacana isso aí. De verdade.

Qual a sensação de solidão você teve lá na Finlândia? Mesmo você mesmo com a sua família? Sim, porque, assim, obviamente, somado à questão da Finlândia, tinha a pandemia, né? A gente passou a pandemia lá. E, assim, cara, é difícil, né? Porque é muito... Primeiro, tinha coisas que a gente imaginava que nunca sentia. Por exemplo, a falta de pertencimento. Cara, é uma parada muito pesada, assim, de você falar assim, porra, eu não pertenço a esse lugar. E aí, quando você volta pro Brasil, você fala,

Caralho, mano, é isso, sabe? Você pode falar daqui, você pode... Ah, não, pô, isso aqui é galera... As referências, né? Eu acho que é uma das referências também, né? Exato, exato. Então, assim, isso eu acho que ajuda muito. E dependendo, por exemplo, lá a gente tinha uma comunidade de brasileiros muito próxima, porque ou finlandês é muito difícil fazer, pelo menos a gente ouviu muito desse relato e experienciou muito isso. Difícil fazer amizade, demora bem mais tempo, né? Imagino que lá no Japão possa ser a mesma coisa, porque são culturas muito diferentes,

Então, cara, tive sim, cara. Foi difícil, assim. Você acha que esse foi um dos motivos de você ter voltado também, Roca? Você acha que rolou um home seek, assim? É, porque assim, estávamos lá, eu trabalhando local, e aí no momento que eu mudei para uma empresa que era totalmente remoto, cara, foi a primeira ideia que a gente teve, assim. E agora? Tipo, pô, a gente precisa ficar aqui? Obviamente, tinha muitos motivos para a gente ficar, porque, né, é isso. A gente já relatou aqui.

existem coisas que são entendidas como qualidade de vida, mas isso é muito louco, cara, porque... Sabe esses papos, assim, quando você nunca teve experiência de morar fora, aí você vê uma pessoa voltando de um país dito de primeiro mundo, aí você fala, nossa, que pessoa idiota. Que desperdício, né? Que desperdício. Nossa, se fosse eu... Cara, aí quando você vivencia, você começa a dar valor para outras coisas e coisas que você nem imaginava que...

que tinha um peso na sua vida, por exemplo, essa questão de pertencimento, de você chegar e falar assim, mano, eu tô entre os meus, sabe, a minha cultura, a minha língua, sabe, tipo, lá você sente, assim, pisando em ovos, assim, sabe, tipo, ah, não sei se isso aqui pode, ah, isso aqui, como que eu tenho que lidar, então, é, eu sinto muito por ela, espero que ela consiga encontrar uma galera aí, uma comunidade que ela se sinta acolhida, mas fato é que, assim, o lance do pertencimento, eu acho que, cara, você pode morar muitos anos no lugar,

mas você nunca vai se sentir tão bem quanto no seu país. Tiago Oliveira, Roca, comenta aqui. O Tiago, inclusive, já gravou aqui com a gente também, já foi apoiador nosso aqui. Ele fala assim, nunca ouvi falar... Ele mora na Suécia, tá? Ele fala que ele nunca ouviu falar desse projeto, mas socializar aqui não é fácil mesmo. E outro número para reforçar essa solidão é que 50% da população mora sozinha em casa. Aqui é normal,

olhar pelo olho mágico antes de sair pra ter certeza que não tem vizinho no corredor. E não é zoeira, é real. Ah, aqui ele fala a jornada é 5x2, 40 horas semanais. Só que a maior parte dos empregos de escritório são híbridos. É tranquilo trabalhar de casa uma ou duas vezes por semana. Abraços de Estocolmo. Pô, o Thiago então trouxe aí essa experiência dele que é parecida com a sua, né? Suécia e Finlândia não são tão diferentes assim, pelo menos nessa parte

sociabilidade, né? Cara, e esse negócio que ele falou das pessoas evitarem os vizinhos, assim, é muito real, assim, de, tipo, esse negócio de você ver se o vizinho tá saindo, porque eles realmente evitam muito o contato, e aí, né, tem essa dificuldade, a gente é um povo muito caloroso, a gente gosta de estar junto, sabe, de, tipo, você encontrar uma pessoa e falar, cara, no mesmo dia que você conheceu a pessoa, ele fala assim, mano, porra, vamos tomar uma breja, porque você fala, caramba, você é uma pessoa tão legal, vamos tomar uma breja. Lá, isso, pra evoluir pra esse momento, cara, demora muito tempo.

Pra fechar, Roca, Fernanda Calé fala assim, moro em apartamento aqui no Rio e é impossível ter solidão. Meu condomínio tem muitos idosos e eles reparam em tudo, conversam sobre tudo, parece que estão sempre abertos pra fazer amizade. Sempre me cumprimento, às vezes eu nem lembro da pessoa, mas ela lembra de mim. É, gente, parece um zão isso aí mesmo. É bem o que vocês falaram, né? Precisa ter um seu Gurmercindo, uma dona Jacira ali pra ficar cuidando da vida de todo mundo.

lá pros suecos, pra eles entenderem o que é sociabilidade, né, velho? Tem que exportar uns velhinhos pra lá, eu acho. Tem que exportar uma terceira idade lá. Independente do velhinho, é bom levar mesmo, né? Porque tem uns velhinhos também que tá louco, né? É. Tem que escolher uma boa safra. Pegar uma safra boa aí. Só pra fazer um comentário aqui rápido sobre as músicas lá, eu consegui junto com o Joninho. Tava junto com o Joninho, hein? Antes de ouvir, assim, a gente tava casando ali as opiniões. Então sinto, me sinto representado

pelo Joninho e consegui acertar Você acertou tudo? Eu acertei tudo, cara. Mas assim, bicho, é uma linha tênue. Aliás, vale comentar aqui que uma ouvinte você até compartilhou lá no Instagram do Frango, né? Sobre a questão da música lá, que na verdade ela é de um artista, né? Um MC. Só que é isso, né? Pelo que eu entendi ali, algumas dessas músicas são músicas originais que são transformadas

em músicas de época, ou muda o gênero ali e tal. E aí sim, feito com IA, né? É, é muito difícil, hein? É, pelo que eu entendi, é isso, né? É uma música que, ela existe e aí ela foi transformada na música que o Jonathan gosta. É isso, né? Isso, é, é que ele colocou no treino lá. Mas, cara, é muito bom e difícil, difícil de pegar. Seguinte, se você tá ouvindo a gente aqui na sexta-feira, bom final de semana pra você, no final de semana também, bom final de semana, se você vai assistir,

ouvi a gente ou assisti a gente durante a semana. Um beijo pra você. Uma boa semana. Vai com força, guerreiro. Eu acho que vou deixar a música do Rafa pro final aqui. A que a IA fez pro Rafa. Eu acho que seria um... É o hino. É o novo hino, né? O hino. O hino do frango fino.

Tchau, gente. Que massa. Falou, galera.