TROFÉU COCÔ 90 | BEZERRA & ROCCA: PARANÁ TOUR
No programa dessa semana, Doug Bezerra (@dougbezerra) e André Rocca (@roccailustra) contam como foi o Carnaval diferente que viveram no Paraná. Um episódio sobre viagem, perrengue, exageros e aquelas situações que só acontecem quando você vai para a casa do seu primo.
Arte do episódio por André Rocca.
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Comentado durante o programa:
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Oi, eu sou o Doug Bezerra. Este é o episódio de número 90. Estou aqui com o André Roca. Muito bem, Doug. Sobrevivemos, né? Eu estava reouvindo o episódio anterior. Aqui a gente estava anunciando que eu ia para a Sborne, que eu ia meter o louco e ia para Londrina. Exato. E aí a gente relata que caso não houvesse um programa depois daquele, se estivéssemos aqui Rafa e Doug, alguma coisa teria acontecido. Mas não aconteceu. Não aconteceu. Eu vou dizer que foi tranquilo. Mas não aconteceu nada assim.
Olha, Roca, foi tranquilo, mas, cara, foram, assim, acho que os quatro dias mais intensos que eu tive nos últimos meses aí. Porque, cara, os quatro dias passaram voando e a sensação que eu fiquei é que eu não fiz tudo que eu queria fazer. Exato, bicho, exato. Tipo, tinha vários planos. Inclusive, a gente até nem conseguiu se encontrar com a galera, né? Tinha várias ideias do que a gente conseguiria fazer aqui e tal, não sei o que lá. Mas, bicho, foi isso. É muito, muito rápido, né, cara?
cara. Muito rápido. Impressionante, assim. Eu cheguei aí no sábado, né? O sábado de carnaval, né? No final da tarde. Aí já levei a Cris pra comer no famoso goiano. O goiano. Inacreditavelmente bom. Cheguei lá, tipo, pra três e meia da tarde. Tinha almoço, sacou? Era um... O do dia era costela de boi no bafo, assim. Assada, sacou? Me pega. Mas, cara, lá, assim, você chegar lá e falar assim,
meu, eu quero comer arroz e feijão. E bota um ovinho em cima e já vai ser muito bom. Sim, o arroz e feijão. Eu acho que o grande lance do Goiano Roca, o grande... Eu tava tentando desvendar qual é o mistério. Porque é isso, né? Ele não vai além do arroz, feijão... Inclusive, você me mandou essa mensagem, né? Tipo, você falou assim, a Cris tá perguntando qual que é o mistério. Não foi uma parada dessa que você me mandou a mensagem no dia?
Sim. E você falou... Tentando desvendar o mistério, é. E você falou que era o quê? Suco, o que era? Suco.
Suor e... É, suor e lágrimas, alguma coisa assim. Porque, aparentemente, é tipo, é ele que cozinha. É o senhor goiano. É esse cara que ele faz, sei lá, 50 pratos a cada duas horas. Não, essa costela de boi, ele fez a hora ali pra mim. Tipo, eu fiz o pedido, ele anotou o pedido, sacou? Perguntou se a gente ia dividir o prato, eu falei sim, vamos dividir o prato. E aí ele pegou e foi lá fazer. Claro, né?
É típico, clássico, Dom e Bezerra, dividir o prato. Ainda bem que eu não tava lá. A Cris deu uma olhadinha meio torta, assim, depois que chegou o prato, mas assim, segundo ela, deu na medida, tá? E aí é isso, tipo, ele foi lá e foi fazer, assim. Eu até achei estranho, porque demorou um pouco, né? E aí, na loucura de chegar de São Paulo, eu falei, nossa, até demorando, ela falou, cara, você não tá em São Paulo, você tá em Londrina. Aí eu, ah, é verdade.
foi lá fazer. E aí ele tava lá na churrasqueira lá, fazendo, virando, não sei o quê. Eu falei, olha só, cara. Enquanto isso, eu tomei uma tubaína. Inclusive, eu achei muito barato o preço da tubaína. Tá, 4 reais. 600 ml. Ah, tá. Você pegou a tubaína mesmo. Porque tem uma aqui, a Refrico. Que aí você tem uma tampinha que ela já meio que embutida. A Refrico eu tomei lá no Arnaldos. No Arnaldos. Fomos no Arnaldos também. Que é o cachorro quente. Que a gente comeu no mesmo dia.
inclusive. É verdade, é verdade. Arnaldos, inclusive, que assim, é esse rolê do... Todo mundo fala muito do cachorro-quente de São Paulo e do Rio, né? Com as suas especificidades. Mas Londrina também, eu não sei se é típico de Londrina, tá? Mas assim, Londrina foi o primeiro lugar que eu vi isso. Que é o cachorro-quente com frango. Sim, ele tem tipo um fricassê no lugar do purê, né? Fricassêzinho de frango, assim. É quente, é o fricassêzinho de frango quente, mas é um franguinho desfiado.
com uma maionese ali, não sei exatamente o que que é. Ou você pode meter um hambúrguer também. Tem o cachorro-quente com o hambúrguer. Eu acho que a gente chegou a comer, tem uma vez, acho que é a segunda vez que eu fui na sua casa, que a gente comeu um hot dog que vinha esse fricassê de frango, o hambúrguer e a salsicha. Exato, exato. Aqui o cachorro-quente, ele é assim,
ela não é a protagonista. Não é a protagonista mesmo. Ela não é a protagonista, entendeu? Porque, assim, lá nos outros cachorro-quente dos outros lugares, a salsicha, ela é a proteína, né? Então, ela tá ali, ela tem esse destaque. Você tem, por exemplo, o ovo ali no cachorro-quente do Rio, mas, assim, ovo de codorna, uma coisa pequena. A salsicha, ela é a figura principal. Aqui, não. Ela tem... Ela tá nesse limiar, assim, tipo, é um hambúrguer com salsicha
ou é um dog com hambúrguer? Entendeu? Tem isso aí. Tem isso aí. Aí, ó, a gente fez isso, né? Comeu no Goiano, aí foi comer no Arnaldo, e foi desse dia que a gente já tentou jogar o Zumbicide? Acho que não, não foi? Porque também teve isso aí, a gente traumatizou minhas crianças jogando isso. Que é uma puta ideia, né? Jogar um jogo de zumbi com as crianças de 10 e 12 anos. Mas eu vou falar assim, elas curtiram muito, tá? Cagaram de medo?
Tadinha, a Luísa com um gatilho de ansiedade, foi de ouvido, foi ler livro, a gente teve que parar de jogar, tadinha. É, tadinha, mano. Assim, na real, de novo, elas gostaram muito, mas é isso, a Luísa ficou muito ansiosa por causa do jogo, porque é um jogo muito intenso, tipo, é que assim, a gente parte do princípio que, pô, eu com essa idade, cara, eu adoraria, é aquilo que a gente já falou em outros episódios, a gente não tinha,
muito amigo nerd, porra, adoraria ter amigos que jogassem RPG, Magic, coisas do tipo nessa idade, né? Então a gente achou uma boa ideia e foi legal, foi assim, experiência bacana, a gente foi, fizemos uma partidinha menor, né? Depois fomos com uma partidinha maior ali, mas aí ela não aguentou, tadinha, não aguentou. E uma coisa que eu ia comentar, que eu reparei, né? A gente vive falando que a gente tá velho e...
seu banheiro, né? Banheiro que a gente tava usando pra tomar banho lá, que você deixou lá pra gente. Que... Muito provavelmente as pessoas que moraram antes de vocês eram senhores, né? Sim, sim. E eu nunca tinha usado, Roca, um banheiro que dentro do box tem aquelas barras de segurança pra idoso. E não é um máximo. É uma delícia, Roca! É uma delícia. Todo banheiro tinha que ter barra de segurança. Porra, cara. Ô, barrinha
de segurança na frente ali da privada também, você dá aquela escorada na hora de levantar. Nossa, cara. Isso é bom demais, mas assim, no chuveiro, pra dar aquela lavadinha no pé. No chuveiro. No pé? Perfeito, cara. Eu já tô fazendo uns estudos pra colocar aqui em casa já. Falei, nossa, vou colocar. Imagina o pedreiro ainda na sua casa, né? Tipo, ah, eu queria instalar aqui. Eu falei assim, ah, tá, é o que? Sua mãe? É, seu papai, né, senhorzinho? Não, não, é pra mim mesmo.
Não, não, é pra gente. Quanto o senhor tem? Não, eu tenho menos de 40, mas tô precisando. Daí, domingo, o que a gente fez no domingo, Roca? A gente foi treinar, né? Coloquei você pra treinar um pouquinho, né? Nossa, cara, que insuportável. Não, o Doug, eu preciso comentar isso aqui, cara, que é o seguinte, o Doug, ele ficou me... Assim, eu sabia que ele ia inventar essas ideias idiotas de treinar. Eu avisei, tô levando roupa e tudo. Isso, é.
domingo de manhã, eu acordei de manhã, porque eu acordo de manhã, já tô mais acostumado de acordar de manhã. Aí esse safado, ele me manda um meme de manhãzinho, assim. Aí eu, cara, muito na inocência, eu fui lá e respondi, logo quando eu recebi de manhã. Só que não era um meme despretensioso. Esse filha da puta, ele queria saber se eu tava acordado. Aí, Nick, eu respondi. Você começou a digitar, eu já tinha escrito, tipo, eu mandei um meme,
deixei escrito. Nossa, cara. Vamos pra academia? Exato. Eu aqui, ó, o Lambarizinho aqui, vindo pra isca, sabe? Ele jogou a iscazinha lá e pegou, bora pra academia. Eu falei, ah, não, ah, não. Aí, Nikhil tava a responder, ele já tava saindo com o tenizinho, shortinho e tal. Tive que ir, tive que ir. Andréia, já tá pago. Já tá pago desse mês. Inclusive, Andréia, eu cheguei, eu cheguei a do mês, caralho. A Andréia comentou, ó, eu vou postar no stories lá, quem não me segue,
Perdeu, arroba dogbz, me segue lá no Instagram. E eu postei, ó, a gente treinando lá. André comentou, muito bem, põe ele pra treinar mesmo. Aí tal. Aí, viu, orgulho. O que a gente fez depois do domingo? Você lembra, Roca? Foi esse dia que a gente, não, foi na segunda-feira que a gente foi no boliche em Maringá, né? Fomos que eu amassei o dog, mentira, não amassei não. Amassei na primeira, o dog tava aquecendo só. Aí eu falei, nossa, agora essa segunda vai sair. Cara, que terrível, né?
dois sabem jogar nada, né? Nenhum dos dois sabe jogar nada. Não, na verdade, quem amassou foram as crianças, né? As meninas amassaram a gente, né? Então foi... A Helena tava super na competição comigo, né? Então, a gente inventou de, né? Ah, vamos fazer uma apostinha, não sei o quê. Eu fiz uma aposta com a Cris, a Duda, sua esposa, com a Luísa e o Roca fez com a Helena. E, cara, a Helena ficou...
Ficou chateada de não ter ganho, viu? Ela ficou. Ela ficou. Ela levou a sério. Ela levou a sério a ponto de, assim, em algum momento ela começar a ficar séria, assim. No começo ela tava... Aí depois ela viu que eu fui virando e ela... Não, não gostei. Não quero mais apostar. Não gostei. Começou a torcer pra mim, né? Exato. Começou a torcer pra mim. Começou a rolar essa disputa entre a gente. Mas o Doug levou. Depois a gente foi jogar um basquetinho na máquina de basquete. Depois a gente apostou na máquina de basquete. Você ganhou um, eu ganhei outro.
Que empatamos. Beleza. Ah, que bonito. Esse aí é o jogo. Tudo é alegria, entendeu? Como diria Vidani, alegria. Sem competitividade. E aí depois a gente foi amassar. Nossa, aquele lanche lá. É um hot dog também lá de Maringá. É o do Piauí, né? Piauí é o nome do cara que é dono do lugar. Que deu goiano. É o Piauí, né? E, cara, é um dog que é muito perfeito. Ele vai queijo coalho.
Isso. Lembra? É lindo, é lindo, lindo. Assim, se você é de Maringá e não conhece, por favor, quero agradecer o pessoal que muita gente recomendou vários lugares em Maringá, várias pessoas recomendaram do Piauí e recomendaram também, Roca, a sorveteria que fica ali do lado, né? Que eu também esqueci o nome. É, o que é? Daneluz? De Luz? Salvatore? Não é uma coisa assim? Não, era uma coisa de luz, não era? De Luz? Daneluz? Não era uma parada assim? Talvez seja, talvez seja.
Não lembro. Dois velhos aqui. Não sei, eu não tava segurando a barra na hora e não lembrei. Cara, o legal dessa sorveteria é que eles têm sorvetes deliciosos, mas eles têm uns sabores loucos, bizarros, né? Teve um que a gente comeu que é bizarro e gostoso, que a gente nunca achou que fosse combinar, que é o de manga verde com páprica. Com páprica. Lembra? Muito bom.
tem picolé de batata frita. Sim. De Doritos. Cara, erva doce. Tinha aquele lá muito bom também de queijo, o Mineirinho, que era queijo com goiabada, né? Com doce de leite? Era goiabada. O doce de leite. Hum... Olha o gordo. Queijo com doce de leite. Cara, tinha lá o cheesecake japonês, que é aquele de iogurte grego com bolacha. Tinha um que era o chá de EPT, que eles fizeram a receita.
Pediram uma risa de sorvete no chá de GPT, o chá de GPT criou, eles pegaram e fizeram. Cara, tinha muito sabor, Roca. E o melhor de tudo, né? Esses lugares deliciosos, extremamente gostosos e não tem uma fila. Porque se fosse aqui em São Paulo, a gente não ia conseguir ir nos dois lugares, tá? Exato, exato. Foi a noite, na hora da janta, assim. É, então, e era uma rua cheia desses bares,
e, enfim, lanchonetes e sorveteria. E tava, tipo, super tranquilo. E, meu, era... Tudo bem que era segunda noite, né? Mas, assim, segunda de feriado, né? Enfim, valeu muito a pena. Tinha um sorvete que depois... Você não me contou ainda qual que é o gosto? Que era o João... 13, 16, 15, 14, sei lá. Acho que é João 15, 12, eu acho. Que é esse que é isso. Um dilema. Cara, se eu te falar, Roca, que eu ainda não tomei sorvete, você vai acreditar? É, sério? Primeiro porque, assim, o que aconteceu? Gente,
assim, a gente comprou ele, foi na... Foi na segunda noite ou foi? Segunda-feira. Segunda-feira, isso, é. Foi na segunda hora. Por que a gente não comeu ele na terça-feira? O que a gente ficou fazendo na terça-feira? Por que a gente não comeu esses... Ah, não, a terça-feira foi o dia que você foi fazer a tatuagem. Ah, é, por isso. Então tá explicado, passei quase o dia todo lá, né? E aí, na volta, porque a gente comprou o Didoritos, comprou esse João, não sei o que lá, não sei o que lá, comprou... Cara, assim, eu acho que aquela
Corveteria, Roca, tem pra base de uns 40 sabores, tá? Nossa, fácil. Tirando, assim, os comuns, né? Isso, é. Filho, uva, limão, tem muitos desses malucões, assim. E aí o que acontece é que a gente, na estrada, a gente acabou voltando, né? De carro pra casa. Colocou até num... Coloquei num isopor, com gelo e tal. Só que, cara, 6, 7 horas de viagem, derreteu. Aí chegou aqui em casa, tava só líquido no saquinho. Eu coloquei no congelador.
E aí, assim, eu cheguei aqui na quarta. Quarta. Quando foi sexta-feira, eu tive uma virose absurda. Fiquei sem comer, cara, quatro dias, assim. Eu perdi quase três quilos, tá? Dois e pouco. Caralho! Eu não consegui comer, cara. E aí, eu tô recuperando agora. E aí, agora que eu vou começar a tomar o picolé, né? Aí a gente fala dos sabores. Tinha também o de melancia azeda também, né?
Eu pensei que era o mesmo, mas não, né? Não, não, são diferentes. Quais outros sabores que você comprou aí? Você lembra? Tem ainda e acabou já. Que ligeiro. Cara, teve Doritos, batata frita. Pô, não, mas eu acho que esses eram os mais absurdos. Aí a gente comprou outros aqui. Aí eu lembro que a Luisa pegou um de maçã verde pra ela, que é bem sem graça.
mas é legal. A Helena, por favor, de Pinta Língua. De Pinta Língua. Cara, tem muito sorvete. É muito legal lá, assim. Eu não vou lembrar o nome do lugar, nada, assim, desculpa, tá? Mas se você procurar aí, fica perto do Hot Dog do Piauí. É na esquina ali. É na mesma calçada na esquina, tá? Aí, na terça-feira, eu fui fazer a tatuagem com o Zé, né? Inclusive, fica aí meu agradecimento pro Zé. A pessoa paciente, da mão leve. Ele tem a mão muito leve. Ele tatua muito foda. As artes, eles são incríveis.
e a mão dele... Pra quem, ó... Você, inclusive, ganhou uma tatuagem, tá, seu safado? Vai lá fazer. Sim. Coragem, precisa criar coragem. Zé, eu vou lá. Calma aí, tá? Calma aí. Esse ano, Zé. Esse ano. Inclusive, fui lá visitar o espaço da Pioneiros, aqui de Londrina, que eu sempre passei na frente, sempre achei muito foda as artes lá, mas nunca tinha entrado. Até pelo esse meu medo de tatuagem, né? É... Nunca entrei porque eu tenho medo de tatuagem. Vai, vai. Vai que o Zé me prende lá na mesa e tatua. E tatua.
Mas, cara, sensacional. Porra, tá. O espaço é foda. Nossa, incrível, cara. Vale lá. Você pode ir como eu, assim. Tipo, vai lá, dá uma olhada. E já vale a visita. Mas, pô, os caras meteram um monte de arte nas paredes. Quase um museu, assim. Uma exposição, na verdade. De artes, assim. Porra, muito, muito. E o Zé é um cara muito querido. É incrível, cara. Ele é incrível. Gente boa demais. Eu fiz uma rânia com ele, né? Inclusive, era uma rânia que não estava.
Tava nem nos planos, eu não tinha decidido o que eu ia fazer ainda. E aí eu vi esse desenho dele. Roca, assim, ele mudou pra caçamba o desenho. Deu uma evoluída no desenho, porque era um desenho antigo dele. Você é maluco da cabeça de ter feito na canela? É maluco. Cara, eu achei que fosse doer mais, Roca. Não dói tanto não, viu? Tanto que eu já encomendei com ele, eu vou fazer outras máscaras do folclore japonês aí, né? Além da Rania. Mas é isso. Zé, obrigado. Tô deixando o Instagram do Zé também.
tá assistindo aqui o programa, tá vendo a tatuagem que ele fez em mim, eu tô muito feliz, tô ansioso pra fazer as próximas, muito provavelmente ainda esse ano eu vou voltar lá e vou fazer mais algumas, eu tô com uma ideia de fazer ainda na perna, na mesma região, mas umas três ou quatro, Roca, no mesmo jeitão, assim. Caralho! Fiquei bem empolgado, tá? Segue lá, o Zé. Você é de Londrina, cola no estúdio, no Pioneiros, que se, mano, não tem só o Zé lá, tem mais, acho que seis ou sete caras,
ainda, e são todos incríveis, cara, você vê os desenhos dos caras, os caras tem os desenhos na parte, você fala, caraca, não é possível que tá todo mundo concentrado aqui, assim, sabe? Pô, não levamos, queria ter levado ele no Parker Arthur Thomas, nos londrinenses vai falar assim, pô, você não levou ele lá? Cara, não deu tempo, não levei ele no Parker Arthur Thomas, não consegui levar ele na pastelaria da Itiro pra tomar pastel com vitamina de abacate, pô, não conseguimos nem dar um rolê no Parque Gapó lá, dar uma corrida, foi realmente, foi, bicho, tinha muita
coisa. Ah, não precisa mais. Foi uma coisa que eu lembrei, Roca. Gostou do checkmate? Gente, o programa é sobre isso hoje, tá? Hoje é o programa. Não sei se você percebeu essa gravação aqui. Não sei se vocês perceberam, mas é... Não, sacanagem, sacanagem. Então, você gostou do checkmate, Roca? Porra, então, não falamos do checkmate. Levei o checkmate pro Roca, porque aparentemente não tem em Londrina, a gente não viu por aí, né? Cara, não achei. Fui no mercado depois de novo.
Caramba, galera de Londrina aí, o pessoal que conhece dono de bar ou dono de mercado, vamos providenciar isso aí, cara. Porra, bom demais, bicho. Bom demais, assim. Pra quem não sabe, Doug, fala aí o que é essas bebidinhas aí. Você inclusive me falou, me contou esse movimento novo aí dos jogos. É, o que tá rolando é o seguinte, né? A molecada hoje em dia não tá gostando de beber cerveja mais. Tá certo, porque cerveja nem gostosa é.
Dá um barato, dá um barato. É divertido ser bebê com os amigos? É divertido ser bebê com os amigos. Mas gostoso mesmo, Roca? Não é, vai, assim. Ah, eu tô fazendo.
Você gosta, né? Tá bom, eu gosto. Eu não sou, eu não sou muito chegado. E aí tá rolando esse movimento da galera fazer esses, esses drinks que pra você beber na latinha, assim, né? Já sempre teve, né? Assim, tinha lá o Smirnoff Ice, 51 Ice, né? Só que tá evoluindo a coisa. E aí um pessoal de Minas, inclusive, não sei se eu te falei isso, Roque, é um pessoal de Minas, fez o Checkmate, que é uma bebida
Alcoólica, porque ela vai rum, e vai chá mate e limão. Então assim, pra você perder a mão, Roca... Nossa senhora! E perdemos, né? Pelo menos eu perdi. E assim, além do cheque mate, Roca, vale lembrar, eles lançaram mais outras duas bebidas. Na verdade, mais uma bebida que é a mascate, né? Que ela tem dois sabores. Cara, eu tô fazendo propaganda no negócio, e os caras não tão nem me pagando.
pra pessoa da checkmate, pô. Exato, exato. Quem sabe rola, né? A mascate é melancia, framboesa, rum, hibisco e limão siciliano. Nossa senhora. E o outro é o mascate sabor maracujá, caju e água de coco, que vai, né? Maracujá, caju, água de coco e rum, né? Esse... Roca. Pegou a dúvida. São essas que você... Então, essas mascates são as que você trouxe, né? Sim. Você trouxe também. Isso, exatamente.
Não, porque a Duda, ela falou assim, não, a Duda não é muito de bebê, assim, bebou aqui em casa sou eu. Mas ela tava, não, não quero bebê, não, não quero bebê, não. Aí o Douglas, não, mas toma essa aqui, toma essa aqui. É a voz do diabo, né? É, como o diabo, né? Porque aquela história, o diabo, o diabo, a gente aprendeu roca na igreja. O diabo, ele não aparece com rabo, chifre, demônio, assim. Ele aparece sedutor. Ele fala, ai, eu sou o primo do do, do, do, do roca. Vem aqui, o diabo é demais. Saca?
A primeira é de graça. A primeira é de graça. A gente aprendeu isso. O Diabo é o Zeca Pagodinho. O Diabo é o Zeca Pagodinho, entendeu? Ele chega já com uma original na mão ou então com uma mascate. Vai lá aqui, ó. Uma piada sua. Você entendeu? Uma piada sua. Fala, nossa, tá calor hoje, né? Pô, tá bom pra beber. E aí vai, bicho. Nicky, que você viu, já tá raiando o sol no dia seguinte já. Você tá na mesa do bairro.
o ouvido. Ai, cara, Nick, mano, a gente nem tá nesse planeta já mais. Nem sabe onde tá as crianças mais. Nick, Nick, Nick, você viu? Cadê as crianças? Nick, você tá na estrada, você fala, mas o que a gente tá fazendo aqui? Cadê as crianças? É, zoeira, gente, não aconteceu isso, não.
Pessoal já vai achar que hoje... Mas a Duda ficou bem altinha, né? Ela ficou assim, não bem altinha, não. Ela ficou... Ela ficou relax, assim. Foi aquele pontinho gostoso, assim. E assim, é uma bebida que ela é muito da pilantra, entendeu? Porque é isso. Ela vem... É isso que a gente falou. É tal qual diabo, entendeu? Ela é docinha. Você não sente o álcool nela, cara? Exato. Você não sente o álcool, né? A gente estava comentando aqui...
De que, enfim, a gente foi encontrar um tempo atrás a família da Duda. E, cara, tem uma sobrinha da Duda que ela faz uns drinks maravilhosos. E ela faz um que ela sempre... Ela sabe que é a minha fraqueza, assim. Eu não sou... Engraçado que eu não sou o tipo de pessoa que costumava beber, tipo, ah, essas bebidas, tipo, bombeirinho, saca? Tipo, essa... Aquela gummy. Drink. É, no... Drink, né? Mojito, essas paradas. Cara, mas eu não sei o que que é que ela consegue combinar
forma que, assim, não fica tão pesado. E aí, qual que é o que ela faz lá, que ela chama de melzinho? Ela pega aquelas gelo saborizado, né? Um gelo de maracujá, aí coloca aquele Jack Daniels com mel, sabe? Que tem um melzinho. Honey. Sim. É, o Honey. Nossa senhora, bicho aqui fica bom demais. Aí, assim, depois de algumas doses, o que que você faz? Você vai pra piscina sozinho, entendeu? Todo mundo ficou na casa, você anda sozinho à noite, vai até a piscina. Quando você vê, você tá de fio dental na
piscina. Daqui a pouco a Duda vem e fala assim, o que você tá fazendo aqui na piscina? Eu falo, não sei. Você vai gostar talvez, Roca, esse deve ter aí em Londrina, que é a Coca-Cola com o Jack Daniels Honey. Isso, Jack Daniels, esse eu tomei, esse é bom. E só pra fechar, o checkmate, eu esqueci de um ingrediente, tá? É mate, rum, guaraná e limão.
Eu, inclusive, vi no TikTok esses dias com o pessoal fazendo essa receita em casa, tá? Dá pra fazer em casa. Dá pra fazer em casa. Você pega chá gelado, chamate gelado, ou você faz o chamate, enfim, né? Gela ele, joga um pouquinho de rum, guaraná, compra um extrato, alguma coisa, espreme limão e chabal. E bota pra dentro. Nossa, bicho, é assim. Sabe o que me anima o coração? É que assim, com esses planos aí que a gente tá, né?
De ir pra Campinas, assim, a gente vai estar mais perto, cara. E aí, cara, esse...
Não, vou estar aqui, ó. Eu vou estar blindado de omisartana, de omeprazol. Omeprazol. Omeprazol também, remedinho, o glifagem vai também estar em dia. Cara, então a gente vai poder fazer isso com mais vezes, entendeu? Mais vezes. Não só esse pequeno período ao longo de todo o ano. Mas, cara, foi sensacional, bicho. E é isso, foi muito rápido. Foi muito rápido porque tinha muita coisa pra gente fazer junto e... Ah, pô, a gente quase...
esqueceu aqui o café que a gente teve. Com a Jeanne, claro. Com a Jeanne. Foi no domingo, inclusive. Foi no domingo. É, tá aí, viu? É dois idosos aqui. Tá tentando... Sabe aquela coisa? Você tem um... A memória é um quadrado cinza, assim. Aí você vai revelando partes, assim, sabe? Do mapa, assim. Mas, Roca, é que foi tanta coisa que a gente fez. É real mesmo. A gente fez muita coisa, cara. E aí a Jeanne, nossa amiga, recebeu lá a gente na casa dela. E, cara, o Brown,
O rei e o namorado fez um brownie inacreditável o brownie dela. Inacreditável. Maravilhoso. Com caramelo salgado. Sério, assim. Eu fiquei triste porque eu tinha... Na verdade, não. Eu não almocei nesse dia. É verdade. Eu fiquei feliz. Eu fiquei feliz porque eu enchi a cara de pão de queijo que ela fez o pãozinho de queijo pra nós. Isso, é. E depois ainda comi o brownie e o rei, né? O namorado dela fez café pra gente.
Gourmet, como diria essa madruga. O rei Gourmet. Cara, um café inacreditável café que ele fez. Não, eu achei assim que ele tava fazendo, cara, ele tava fazendo, sei lá, alguma parada no laboratório, sabe? Sim, ele tava, cara, só faltava o jaleco, né? Não, Breaking Bad, assim, eu falei, mano, ele tava fazendo metanfetamina, tá ligado? Porque ele tava, tipo, pingando o negócio, aí pega o outro, e aí junta, meu Deus. Aí vai devagarzinho,
Devagarzinho. Me lembrou, inclusive, rolou, porque assim, eu cheguei antes de você, né? Você saiu com as meninas, eu fui lá pra casa da Giane, e aí rolou um negócio assim, o Ray e a Giane são apaixonados por café, né? E eles têm vários cafés lá, né? E aí o Ray chegou com três pacotes, assim, e falou, ó, escolhe qual vocês querem, assim. Três cafés é foda. Um bagulho que parece vinho, outro que parece doce de leite, né? E o outro que parecia chocolate, um negócio assim. Aí eu...
Que, pô, eu fiquei, cara... Eu tive dificuldade pra escolher, Roca. Eu queria provar todos. Essa é a verdade, tá? Aí eu falei, ah, faz os três. Aí eu vi que ele arregalou o olho assim, ó. E aí ele falou, não, né? Você vai fazer o cara fazer os três cafés? Escolhe um só. Aí eu falei, ah, tá. Aí eu peguei, não. Faz isso aqui, então. Faz só isso aqui. Aí ele fez. Depois que você chegou, ele fez o outro. Tá me devendo um, ele. Tá me devendo o terceiro, tá?
É verdade. Que eu tô curioso pra provar. Não, e assim, e a gente foi... Bom, esse episódio,
sobre essa viagem mesmo, né? Então... Já. Vamos combinar? É da viagem, né? Ah, foda-se. Agora vai, é. Agora vai. Mas então, nesse dia, o que a gente fez de manhã que a gente foi tomar café tarde pra caralho? Roca, eu lembro que eu saí pra correr. Não, foi o dia que a gente foi treinar. Foi o domingo. A gente foi treinar? É, porque a gente tomou café fora. Por mais que você fale que a gente foi treinar cedo, não sei o quê, não foi tão cedo assim que a gente foi treinar.
Não foi tão cedo. Aí a gente voltou, tomou café. O dia que a gente foi comer naquele lugar que é um casarão... Calma aí. Tem uma coisa muito importante pra gente falar sobre o treino, que é o nosso amigo. O nosso amigo Leonardo. Treinador. Nosso amigo Léo. Espero que isso nunca chegue nele, cara. Mas assim... Fomos eu e Doug. Eu a contra gosto, claro, né? Fomos treinar. Eu, Doug e Cris.
Bonitinho lá com as nossas garrafinhas. Detalhe, tem outro detalhe aí. Vamos abrindo as paredes aí. Ô Doug, não sei se foi esse dia, tá? Posso estar misturando os dias aí. Mas em algum dia que a gente foi treinar, o Doug acordou, me chamou, insuportável, me chamou pra treinar. Fui lá, coloquei minha roupa. Aí estava eu, eu e Doug na cozinha. Chega a Cris e fala assim, você não vai treinar pra mim, né? Eu falei, ué, mas eu vou treinar. Aí ela chega e fala,
Eu me senti um... Um... Um nômade. Um... Um... Andarilho. Andarilho. Por que que acontece? Eu tenho umas roupas aqui, que é as roupas largonas. Eu gosto de treinar pra... Porque aí... Não tem aquele constrangimento que quando você levanta o braço, aí aparece a sua pochete. O baconzinho e tal. O baconzinho e tal, né? Não fica, tipo, muito grudado, que as tetas ficam muito aparecendo e tal. Mas aí,
a Cris, ela julgou minha roupa. Aí eu falei, não... Você tem assassino, as pessoas ficam julgando sua roupa. É verdade, é verdade. Você, né, você julgou as minhas, só porque eu uso quase todo dia minhas duas camisetas que eu comprei na Sabote. Não, não fui eu que julguei nada, não. Foi o Vidani que falou pela primeira vez. Foi o Vidani, é verdade. Foi ele que falou pela primeira vez. Vidani, eu vou te cobrar pra você comprar mais uma camiseta da Sabote. Agora, tipo, qualquer camiseta, qualquer loja de camisetas ali,
estrada que eu vejo, eu mando porroca no Instagram. Aí, ó, você que gosta dessas coisas aqui, essas roupas de criança, esse tipo de coisa aqui, roupinha do Chaves. Você que gosta de roupinha do Chaves, tá aí, ó. Pois então, depois a Cris ter julgado nossa roupa, fomos pra academia. Nossa, não. Sua roupa. É, minha roupa, minha roupa. Eu me senti mal, fui trocar. Ela falou, não, não precisa. Eu falei, não, vou trocar. Ela ficou muito constrangida, tá? Ela não fez nada
maldade, assim, tipo, sabe? Mas eu fui colocar, peguei minha roupinha taquetel. É só roupinha da dança, né? É a roupinha da dança, entendeu? Mas eu vou com a roupa, às vezes eu vou com a roupa de mulambo pra dança também. A Duda fica me zoando também. Ela fica comprando camiseta quatro vezes o seu tamanho. É tão confortável, cara. É, então, eu também, eu tento tomar cuidado com isso, porque agora que tá na moda esse
a usar roupa larga, é um caminho sem volta, tá? É um caminho sem volta, cara. Nossa, é gostosinho, gostosinho. E aí fomos, fomos pra academia. E aí, Doug, o que acontece na academia? Cara, no primeiro aparelho, a gente sentou pra usar o primeiro aparelho. E assim, vale lembrar, né? A academia do seu condomínio, né? Então não é uma academia gigante que tem 600 aparelhos, né? Você vai ter... Geralmente é isso que acontece numa academia melhor. Você tem um aparelho que serve pra várias funções e, assim, por... Cara,
Esse, Roca, foi o único dia que a gente foi que tava mais cheio a academia, assim. Não sei o que aconteceu. Não sei o que aconteceu. Sei lá, era domingo, foi por causa de feriado, sei lá. É, não sei o que foi, assim. E aí, cara, assim, a gente começou, a gente começou a, a gente foi fazer a puxada, né, pras costas aqui, né? Puxada com um triangulozinho ali. Cara, a gente, foi assim, a gente chegou pra pegar a máquina, colocou o triângulo, Leonardo chegou. Brotou. Brotou.
brotou do chão. E aí você fala, Doug, quem é Leonardo? Na época eu também não sabia quem era Leonardo. Quinze segundos depois eu já tinha o currículo completo de Leonardo. Cara, é assim, ó, amiguinho, vamos deixar uma coisa assim, estabelecida aqui. Se você tem algum, se você detém algum tipo de conhecimento, que é mérito seu, você fez, você, né, absorveu aí ao longo da sua vida, você estudou, isso, isso. Cara, esse conhecimento é seu.
Parabéns. Guarda pra você. Só compartilha com o amiguinho. Se o amiguinho falar assim, ô, caro amigo, você pode me ensinar aqui? Você tem como me ensinar aqui como que eu peço? E assim, vale colocar aqui que Doug, Doug é um cara que já tá aí na estrada fazendo academia com o treinador, fez com o personal e hoje tem um aplicativo lá que ele usa. Então assim, o legal que o Anand vai fazer, apesar de
odiar a academia. O legal de quando o Doug tá aqui é que, tipo, ele vai falando, ó, isso aqui é legal fazer assim, né? Porque eu sei que ele já tem um conhecimento. Mas, assim, é o conhecimento que eu peço pro Doug. Fala, Doug, como que faz aqui? Vou ver você fazendo, vou tentar repetir. É assim porque a gente é primo, entendeu? E importante também. Não significa que eu tô fazendo certo, tá, gente? É só isso que o Roca tava falando.
Tipo, eu tô há mais tempo treinando. É só isso, assim. Basicamente, não significa que eu saiba tudo e eu não saio metendo a mão em todo mundo na academia.
Faz assim, faz assado. Você entendeu? Aí o nosso amigo, nosso amigo Mr. Olimpia, chegou. E aí quis dar uns tutorial pra gente. E aí o nosso amigo Leonardo, sete vezes Mr. Olimpia, chegou e falou assim, posso revezar com vocês? Aí eu fiquei até com medo. Falei, pô, cara, sete vezes Mr. Olimpia, aquela altura do campeonato, eu não sabia. Orei pra ele e falei, claro, vamos, bora revezar. Aí ele falou, o que vocês estavam fazendo? Eu falei, pô, a gente tá fazendo uma puxada com o triângulo.
aqui. Ele, ah, eu preciso fazer outra coisa, mas tudo bem, eu faço com vocês, porque aí não desmonta a máquina. Eu falei, bora, vamos. Show de bola. Coloquei meu pezinho pra dar uma aquecidinha, primeiro aquecidinha, coloca deu aquecidinha dele, pode usar, Leonardo. E aí, cara, ele já estourou, colocou o pezão assim, fez a puxada, seis repetições, largou e falou, ó, sabe qual é o erro de vocês? Ter vindo pra academia hoje. Ter aceitado dividir a máquina com você.
E assim, cara, eu não consegui nem disfarçar a minha frustração, porque, de verdade, gente, pra mim, quando eu vou lá pra Londrina e eu vou treinar com o Roca, é um momento de prazer meu, assim, de verdade, Roca, eu te falei isso já. Eu adoro, eu adoro treinar acompanhado, eu amo, diferente da maioria das pessoas, eu adoro treinar em dupla. Com você é muito mais legal ainda, porque, cara, é a gente, né? E aí, eu fui murchando, porque, cara, ele não deixou a gente treinar em paz, cara. Não deixou, cara.
Cara, de verdade, assim, ele tava tranquilamente levantando duas vezes mais do que ele aguentava, porque, por dois motivos, ele fazia menos repetições, ele fazia só seis repetições, e a execução dele tava ridícula, assim, tava horrível a execução dele, entendeu? Cara, eu não sou entendedor, tá? Eu não sou entendedor, mas assim, claramente não tava certo, sabe? Tipo, sabe esses vídeos de meme que você vê da galera fazendo as paradas meio erradas na academia? Era o nosso amigo Mr. Olympia.
E assim, detalhe, puxava muito, tá? Tipo assim, é papo de o cara pegou 80 quilos, mas assim, aí qual que é o lance? Tipo, porra, você consegue puxar 80 quilos, mas vai puxar todo errado desse jeito, eu não sei qual que é o ponto. E aí, e foi exatamente isso que o Douglas falou, que assim, o Douglas, ele tava radiante, entendeu? A gente tava ali, cara, cenário do Teletub, solzinho tava lá no fundo, a gente tava lá, tink e wink, lá todo feliz, fazendo treino, aí chega o ministro,
Olimpia, cara, o Doug, ele foi murchando assim, foi murchando num nível, e aí foi o ápice disso, foi quando o Mr. Olimpia, a gente tava pegando, cara, continuamos no nosso peso, porque ele tava querendo falar assim, ah não, você tem que arregaçar no peso aí, vocês conseguem, vocês conseguem pegar o mesmo que a gente. Por causa de um cara que, e é isso, um cara que, mano, eu nunca vi na vida, que veio com um papo de não, porque eu sou, o Mr. Olimpia, tem uma teoria, Roca, não sei se você já ouviu falar,
Dunning-Kruger o nome. Dunning-Kruger. Que é quando você mais sabe, menos você tem coragem de divulgar, de passar o conhecimento. Porque você precisa falar, mano, eu sei bastante, mas eu não sei tanto. Você fica inseguro ali, né? Ele é o oposto disso. A impressão é que quando ele menos sabia, mais ele queria falar, assim, cara. Porque é isso, cara. Cara, a gente ficou dez minutos, cinco minutos conversando com ele. A gente já sabe.
Tudo que ele fazia, tudo que ele estudou, qual era a profissão dele. E aí, tinha... E sem a gente perguntar, tá? Sem a gente perguntar. Em momento nenhum, a gente falou assim... Mistura Olimpia, e o que você mais fez na sua vida? Não, a gente estava quieto. É, a gente não sentou no chão e perguntou. E pediu... Mistura Olimpia, conta mais coisas pra gente, por favor. Perninha cruzada, assim, sabe? Indiozinho, sentadinho, assim.
Não, cara. Tinha uma questão, Roca, que aí eu acho que é uma questão até de insegurança por parte dele,
isso porque eu percebi que é de fato uma insegurança dele porque ele falou isso, né? Ele falou, apesar do meu corpo não parecer, porque sim, ele tava acima do peso, né? Ele falou, apesar do meu corpo não parecer, eu sou instrutor físico, né? De futebol, uma coisa do tipo. E eu acredito, ele pode ser, não tô dizendo, mas a execução de treino de costas dele é uma bosta. Sim. Entendeu? É ruim, cara.
todo o peso dele. Tudo que a gente... É isso, Roca. Tudo que a gente vê em todos os lugares, as pessoas falam, não façam isso. Ele tava fazendo, assim. E é isso aí. E assim, eu tinha mais um... A gente tinha mais um exercício pra fazer na máquina, nas costas. Eu falei, não, depois eu faço. É. Não, eu acho que o ápice foi quando sem a gente pedir, a gente tava fazendo a execução, ele começou a ajudar. Ele começou a puxar. Vai, vai, tô te ajudando, tô te ajudando. Eu falei, não, amigão. Não, Mr. Olympia, eu não quero que você ajude.
Eu quero só fazer em paz aqui, sabe? Se a gente tivesse um fone na hora, que a gente tava, né, desprevenido. Ali. Olha, era aqui, ó, colocar o fonezinho aqui e bloquear toda a interferência externa. Mas assim, eu entendo. Era uma pessoa carente e queria conversar ali. Mas de novo, amiguinho, né? Fica uma dica aí, realmente, gente. Tipo assim, você quer puxar um assunto? Vai de leve. Vai, vai, sabe? Vai... Ô, posso dividir uma máquina aí? Começou. Deu a primeira investida. Segunda investida,
Pô, legal, hein? Gostei da execução. Vou fazer aqui. Cara, e é isso. Você vai de pouco em pouco, entendeu? Sem carteirada. E aí, pra coroar com cocô, né? Tudo isso que ele fez, né? Ele perguntou, vocês são irmãos? Lembra disso? Vocês são irmãos? Aí eu acho que o Rocco, a gente respondeu, não, não, a gente é primo. Aí ele falou, ah, eu perguntei se é irmão, porque hoje em dia é complicado, né? Vocês sabem como é.
Cara, assim, desnecessário. Mistura Olímpia, melhore, por favor. Uma coisa que eu tava lembrando aqui, Roca, é que a gente tava em carros separados, né? E aí a gente voltando de Maringá, já era tarde da noite, porque é isso, né? A gente foi, a gente se encontrou lá em Maringá, no boliche. Inclusive, cara, de novo, cara, marcamos o boliche, era segunda-feira de carnaval, ou seja, não tinha ninguém trabalhando. Seis horas e tinha mesa, tinha pista, tinha, sabe? Não tava uma loucura, você tinha que esperar horas.
totalmente diferente de São Paulo, né? Aí a gente jogou lá o boliche até umas, sei lá, umas nove e pouco da noite, depois foi lá no Piauí comer o cachorro quente, depois tomamos um sorvete, tudo isso assim, a gente saiu de lá de Maringá, era umas dez e meia da noite, talvez, mais ou menos. De Maringá pra Londrina dá o quê? Uma hora e meia? Uma hora e meia, é isso, uma hora e meia. Cara, a gente exalta a estrada escura, né? E aquela coisa, eu dirigindo na frente com a Cris,
e o Roca atrás com as meninas e a Duda e tudo, tá? E em dado momento, não sei o que aconteceu, o GPS, não sei se deu caminho diferente, eu não sei, porque assim, não tem a ver com velocidade, porque a gente dirige igual, assim, a gente dirige boa, não tem a ver com isso. Inclusive, eu preciso falar, preciso falar uma coisa, que o Doug, ele é, cara, a melhor pessoa pra você sair de rolê de carro, porque o Doug, ele fala assim, não, mano, eu coloquei no GPS aqui, vai no seu tempo e eu vou.
Porque, cara, uma coisa que eu odeio, não por causa da pessoa pedir isso, mas assim, eu não gosto, eu fico muito tenso quando eu tenho que, quando uma pessoa está me seguindo ou eu tenho que seguir uma pessoa, saca? Nossa. Porque fica aquela tensão de tipo, caralho, pessoa, sabe, tipo, alguém entrou na frente e aí você começa a dirigir que nem um maluco dando fuga. É perseguição de filme. É perseguição de filme. Quando o cara entra no táxi, siga aquele carro. É aquilo. Exatamente. Exatamente.
pânico, porque aí, tipo assim, aí às vezes, sei lá, e tem, assim, vamos combinar que também tem um negócio, assim, uma regra não estabelecida sobre a pessoa que corre e a pessoa que é roda-presa. Porque sempre tem isso, né? Tipo assim, por exemplo, eu, por causa das meninas, eu prefiro andar ali na... Quando estou com as meninas, eu ando na legalidade, né? Cara, eu vou ser... Não, assim, vamos lá, calma, vamos ser honestos. Não, vai.
De lado. Essa questão aí de ter uma habilitação pra conduzir, deixando isso de lado, tá? Se dirige tranquilo o tempo todo. Quando você não tá com as meninas também, se dirige tranquilo. Você tem uma direção passiva, você não é de encher o saco e tal. Exato, exato, exato. Que é o mesmo jeito que eu dirijo também, Roca. Eu também não tô tranquilo, entendeu? Super tranquilo. Porque assim, aí tem aquela situação, por exemplo, já aconteceu de ir dirigir com... Eu tô seguindo alguém e, mano, essa pessoa corre pra casa.
Caralho. Ou então dá seta em cima. Ou dá seta em cima. Nossa, cara, que bicho quer... Ou então passa no farol e foda-se você. Tipo, ela passa assim no amarelo avermelhando, no laranja, entendeu? Ela passa no laranja e aí assim, você que lute, entendeu? E aí você para no vermelho, aí você pensa assim, não, a pessoa vai... Claro, né? Ela vai encostar ali. Não. A pessoa vai embora, cara. Ela voa. Então assim, tem essas coisas que é muito difícil. E aí com o Doug, não, bicho.
pro Doug, tanto é que nessa hora de ir embora, eu até falei, você quer me seguir ele? Não, eu boto aqui no GPS, e cara, e deu muito certo. Aí, Doug, continue. É, não, e é isso, e assim, de verdade, gente, a gente fez muita, muita coisa, sério, Roque, eu tô tentando entender, cara, eu fiquei muito exausto, tô falando sério, assim. Sim, sim, sim. Nessa segunda, já era segunda-feira, já era o penúltimo dia que a gente tava lá, né? Esse horário eu já tava muito cansado,
Mas tinha que voltar pra Londrina. E tanto a Cris também dirige, né? Mas ela também tava cansada. Ela falou, ah, dirige você. Eu falei, tá bom, beleza, dirijo, né? E a partir do momento que eu começo a dirigir, vai embora. Cansaço, sim, tal. Não tava com som, nem nada. Mas não é a mesma coisa de você estar dirigindo de dia. Não conheço bem a estrada, enfim, né? Aí a gente, dentro da cidade, a gente tava junto. Em dado momento, a gente meio que se separou um do outro de novo.
Não sei se eu passei algum semáforo e o Roca não passou. Ou se o GPS deu caminho diferente.
Não sei, né? E aí, assim, ao longo da estrada, eu tava indo, até olhando pro retrovisor, procurando o Roca, não encontrava. Falei, bom, de repente tá na frente e tal. Quando chegou já em Londrina, faltando menos de 10 minutos pra chegar na sua casa, né? Já saindo da rodovia. Saímos da rodovia, entramos numa ruazinha paralela. Falei, olha o Roca, né? Ele tava atrás de mim. Aí eu falei, nossa, uma lombada, deixa eu frear. Olha o Roca, o Roca tá chegando perto, né, cara?
Eu sou o outro pneu. O Paulo está chegando bem perto. Ele estava aí o tempo inteiro? Ele estava o tempo inteiro colado em mim assim? Pá! Não, não chegou a bater. Mas eu freiei na lombada. Freiei normal, nada demais. Eu vi atrás o pneu cantando. É o que você falou? Nossa, você cantou o pneu? Eu falei, eu não, freiei de boa. Foi a pessoa atrás. Eu acho que foi o Roca. Ela, será que foi o Roca?
Cara, eu simplesmente esqueci da existência dessa... Cara, eu moro aqui. Eu sou a pessoa que mora aqui em Londrina. E essa, cara, essa entrada, na verdade, pra rodovia, pra quem conhece a PR445, sempre existiu essa lombada. Sempre existiu. E aí, cara, eu não sei o que eu tava, tipo, do nada, o Doug vai parando, niqui. Aí até o carro, ele tem aquele sensor, né, de tipo... Cara, é insuportável. Nossa, é insuportável.
ele é insuportável, ok? Ele dá um derroca, ele mata a gente do coração. Ele mata do coração. Mas dessa vez foi bom, viu? Porque, cara, eu dei aquela cantada de pneu, assim, e todo mundo que estava quase dormindo naquele carro, acordou na hora, assim. Eu achei engraçado que assim que a gente chegou, a Helena já chegou comentando isso, né? Exato, exato. Porque meu pai cantou o pneu, ele quase pegou você. Eu falei, ah, então foi seu pai.
Tudo, tudo no carro veio pra frente. Mas, estamos vivos hoje aqui, ó, pra contar todo esse episódio aqui, ó,
que na verdade era para ser um episódio sobre a história de alguém. Essa pessoa perdeu a oportunidade. E esse episódio, amiguinhos, hoje foi sobre essa viagem. Espero que vocês tenham gostado. Exatamente. Se você não conhece o Trofão Com o Trofão Com o programa, que a gente conta a história que as pessoas mandam para a gente. Hoje não teve isso, tá? Mas se você quer mandar a história para a gente, tem nosso WhatsApp aí na descrição.
Tá lá, chatadireto.com barra frangofino. Tem o nosso e-mail também, frangofinopodcast, arroba gmail.com.
a história pra gente, beleza? Agora eu quero ver onde você vai enfiar o o insert da Insider. Você que inútil.