Por Que Tanta Gente Espiritualizada Está Perdida? | Wagner Borges | Saúde Energética Podcast #223
Neste episódio, Wagner Borges revela o perigo da espiritualidade sem consciência, sem prática e sem coração.
Neste episódio do Podcast Saúde Energética, Rafa Macedo e Pérsio Toledo recebem novamente Wagner Borges para uma conversa profunda, provocadora e necessária sobre energia, espiritualidade, energização da água, mantras, meditação, xamanismo, medo da morte e a chamada “indústria da espiritualidade”.
O papo começa pela energização da água e pelas diferentes tradições que trabalham com energia, prece, mantras, passe, prana, chi, ki e intenção. Mas a conversa vai muito além: Wagner mostra que o mais importante não é o método, e sim o estado de consciência, o amor e a intenção colocados na prática.
Ao longo do episódio, surge uma reflexão poderosa: será que o vazio espiritual que muitas pessoas sentem é realmente falta de espiritualidade — ou é excesso de informação espiritual sem vivência?
Um episódio para quem busca mais consciência, presença, discernimento e espiritualidade aplicada à vida real.
Neste episódio você vai aprender:
O que diferentes tradições têm em comum sobre energização da água
Por que energia não é “boa” nem “ruim” por si só
Como o pensamento e a intenção influenciam o campo energético
Por que fechar os olhos pode ser uma prática profunda de saúde energética
A diferença entre meditação, concentração e contemplação
O perigo da espiritualidade virar ego, fuga ou indústria
Como mantras podem perder força quando viram repetição automática
O que o xamanismo ensina sobre natureza, animais de poder e presença
Comente aqui: qual parte mais mexeu com você — energia, mantras, morte, xamanismo ou indústria da espiritualidade?
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🎙️ Anfitriões nesse episódio:
- Rafa Macedo
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- Pérsio Toledo
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🎙️ Convidado:
- Professor Wagner Borges
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🎙️ ANFITRIÕES/HOSTs:
- Rafa Macedo
- Pérsio Toledo
🎙️ PRODUÇÃO e EDIÇÃO: Pérsio Toledo
🎙️ PESQUISA e PAUTA: Rafa Macedo
🎙️ REALIZAÇÃO: Engenharia da Humanidade®
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- Energia e ReajustesEnergia não é boa nem ruim · Influência do pensamento e intenção · Energia como natureza e ferramenta
- Indústria da espiritualidade vs. vivênciaConfusão entre espiritualidade e indústria · Excesso de informação espiritual sem vivência · Espiritualidade como estado de consciência · Perigo da espiritualidade virar ego · Consumo de conteúdo espiritual na internet
- Meditação em caixõesDiferença entre meditação e concentração · Meditação andando · Contemplação da natureza · Capacidade de se admirar · O 'Eu Sou' como estado de consciência
- Energização da águaTécnicas e métodos de energização · Prana, Chi e Ki · Mantra e Bijamantra · Energização pela prece e intenção · Energização pelo sopro
- Exercício Físico e SaúdeEnergia e o sentido da visão · Sobrecarga do chakra frontal · Importância de fechar os olhos · Descanso psíquico e mental · Estresse pela incidência de luz e conhecimento
- O Papel da Fé e EspiritualidadeDiferença entre crença e método · Ciência moderna e energia · Doenças psicossomáticas · Poder da prece e fé · Projeção de energia negativa
- Animais de Poder no XamanismoValores naturais em diferentes culturas · Animais de poder e sua variação geográfica · Significado arquetípico dos animais · Diferença entre animal de poder e pet desencarnado · O perigo do ego em rituais xamânicos
- Equilíbrio e Slow DownA importância do contraponto na correria · Estratégia de descanso e produtividade · Música como ferramenta de pausa · Meditação tomando chá
- Medo de morteMorte como estação da natureza · Estudo da consciência além do corpo · Saudade como motivação para viver · O presente como máquina do tempo · O peso da ideia da morte
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Energização da água. Existem várias técnicas, vários processos, vários métodos, várias linhas dessa energização da água. E se a gente pudesse, ao invés de duvidar, melhor essa ou melhor aquela, e se a gente pudesse entender qual linha, o que liga todo esse modo de energizar a água? E aí você compreende e faz.
Bora fazer nesse episódio mais do que especial que a gente recebe aqui no nosso estúdio Wagner Borges. Seja bem-vindo. Vamos bater um papo bem legal aí sobre energia da água, espiritualidade. O que vocês mandarem, vamos aí no papo, vamos seguindo. Xamanismo, não é? Xamanismo. Olha, tema não falta nessa área. Wagner fala de todos os temas ao mesmo tempo. É, o que eu sei, porque tem um universo inteiro de coisa que eu não sei.
A gente aprende, né? A gente só leva um milhão de vidas pra saber. Exatamente. Sensacional. Seja bem-vindo ao podcast Saúde Energética, com mais saúde física, mental, emocional e espiritual na sua vida, no seu dia a dia. Eu sou o Rafa Macedo, estou aqui com o Pércio Toledo. Grande Rafa. E bora lá já entender todo esse processo, Wagner. Como que a gente já pode entrar nesse universo?
Olha, a gente pode entrar pelo lance da água, né? A água tem alta condutibilidade energética. Então, praticamente todas as tradições orientais ou ocidentais, em algum momento, toca no tema de energizar a água, seja com as mãos, seja pela prece, mantras, quer dizer, cada tradição desenvolveu o seu método, né? Aqui no Ocidente, a gente tem, por exemplo, a água benta na Igreja Católica.
então o católico vai lá, essa água para ele está energizada dentro da igreja, pela atmosfera dos valores dali, e para o católico aquilo é sagrado para ele, então essa água é especial. Vai na área espírita, você tem a fluidificação da água através de passe, fluidificação vem do termo fluido vital, que era como a energia era chamada na Europa.
do século XIX. Já os gregos chamaram energia, que é aquilo que dá vida e movimento nas coisas. Então, se eu chamar energia, eu falaria energizar. Se eu chamar fluido vital, falaria fluidificar. Na Índia, chamaram o princípio vital de prana, uma expressão muito usada no yoga, que é o sopro vital, o sopro da vida, a energia. Então, como é que o yoga energizaria a água com as mãos? Chamaria de pranificação.
Você vê que é a mesma coisa com métodos e nomes diferentes. Outra coisa, muitos iogues trabalham a respiração. Então havia uma maneira de passar energia que não era com as mãos, era através do sopro vital, tipo...
sopro prânico, chamado no ocidente insuflação. Respira e faz o prana fluir pelo sopro. É uma técnica que acabou se perdendo com o tempo. Hoje ela aparece em áreas de magnetismo, onde existe o sopro magnético por parte de magnetizadores. Aparece na Umbanda, nas baforadas do preto velho ou do caboclo lá, acoplado no médium. E entre os xamãs, a baforada, que é o sopro já dentro de elementos.
da natureza. Aí você vai na China, existe a aplicação de Ti. Ti é a força vital. No Japão, aplicação de Ki. Então, a mesma forma de passar vitalidade para dentro da água, só mudando a maneira. Um hindu também cantaria um mantra.
vibrando a força do manta para dentro da água. No Tibete, nas linhas do budismo tibetano, coloca-se uma tigela de água e os monjes ficam em frente cantando On Mani Padmi Hum, o manta da compaixão, ou On Tare Tutare Turi So Ha, que é o manta da Bodhisattva Tara, para energizar a água. Havia também a prática entre os Yogis de vibrar direto pelos chakras, os centros energéticos, para dentro da água.
Sem movimento. Sem movimento, diretamente, por exemplo, chacra da testa, chacra cardiorrespiratório. Tem uma que eu aprendi fora do corpo. Durante uma saída do corpo, um mentor espiritual hindu me explicou isso, que na época dele, séculos atrás, isso não era aberto. Pode ser que hoje alguém já tenha falado nisso. Que é o seguinte, cada um dos chakras, os centros vitais, tem um pequeno mantra.
que os hindus chamam de bijamantra, um mantra pequenininho, igualzinho você tem uma pílula multivitamínica, contém tudo na pílula, seria um mantra pequenininho que contém tudo. Então, por exemplo, o Shiva, ou o Namah Shivaya, você não lembra do grande, você fala, Hara?
Que é o pequeno. Então, como havia esses pequenos mantras das divindades, os yogis desenvolveram pequenos mantras para os chakras. E o bija mantra aqui se chama Yam, que é uma letra do sânscrito visualizada aqui com o som Yam. Então, o que era feito?
concentrava yam, yam para dentro da água, tipo assim, a luz no meu coração para encher de amor esse líquido. Depois disso, com o tempo, foi avançando. Eles pegavam a letra, visualizavam aqui, projetavam a forma mental da letra para dentro da água, concentrando nisso. Depois, para as pessoas, por exemplo, Rafa, concentraria aqui yam, yam para dentro do seu chakra cardio-respiratório, meu coração no seu, seu coração no meu, que nós somos um só, yam.
Quer dizer, é comunicação pelo coração. Então, vários métodos de passagem de energia, como você tem o reiki, o passe, a cura prânica, vários métodos surgiram para energizar água, com as mãos, chakras, mantras, bijas mantras, e isso é muito legal, porque o importante não é o método, é o amor que você coloca naquilo.
o objetivo de passar algo bom que ajude alguém, e isso é o melhor de tudo. Mas eu tenho uma pergunta crucial agora, que me surgiu aqui. Wagner Borges energiza como a água? É o que me dá vontade na hora. Pelo seguinte, como eu conheço vários métodos, é um combo, eu vou no que eu sinto. De repente me dá vontade de energizar, de repente me dá vontade de cantar um mantra.
De repente me dá vontade de projetar. É o que eu sinto na hora. Vai do momento, igual aquele restaurante. O que temos para hoje? Boa, boa. Então, isso que é legal. E aí o mais legal, independente dos métodos, religiões ou filosofias que trabalham com isso, o importante é que há uma noção de um princípio vital que interpenetra tudo, uma energia. Essa energia não é boa ou ruim, ela é a natureza.
quando ela entra em nós e nós a usamos para pensar, sentir e agir, nós tornamos ela construtiva ou destrutiva. Por exemplo, eletricidade. Acende aqui a iluminação para a gente. Mas a mesma eletricidade, eu posso pegar um cabo de 220 volts e eletrocutar alguém no assassinato. Energia nunca é boa ou ruim, isso é mito. Energia é a natureza.
Quando alguém fala assim, mas quando eu vou na praia e a energia é boa, vou no centro de São Paulo é ruim. Não é que ela é boa ou ruim, é que perto da praia ela é leve, sutil e limpa. No centro da cidade ela é poluída. Está mais carregada, poluída. Você vai para a montanha, não é que ela é boa, ela é rarefeita.
mais leve, mais limpo. Então, surgiu essa dictomia, essa energia boa, essa é ruim. Não é. É a maneira como você sente a energia. Pode ser muito boa ou muito ruim. A maneira como você passa. É o ser humano que faz essa diferenciação. Eu posso pegar uma pedra?
E aí você fala assim, tem um buraco aqui, está vazando, deixa eu tapar com essa pedra, vai buscar o encanador. Você fala, que pedra boa. No dia seguinte a gente discute, eu quebro tua cabeça com a pedra. Você vai falar que pedra ruim. A pedra não era boa ou ruim, é o meu uso dela. Em cima daquilo. Energia é a mesma coisa. A faca é a mesma coisa. A faca pode passar manteiga ou pode ferir alguém. Não é a faca que é o problema, é quem manipula a ferramenta.
sensacional, de acordo com o resultado esse tema, se a gente for nele cara, ele já vai esse tema de energia passagem, é um tema assim maravilhoso, inclusive a gente até trouxe no último episódio que o Wagner esteve aqui conosco, falando sobre as crenças limitantes, que é justamente essa interpretação diante do fato que foi no meio de abril
A gente estava brincando. Eu estava na véspera de viajar para o Japão. E agora de novo. Todo mês de abril, todo ano. Então nós já estamos na agenda do Wagner. Já estamos na agenda. Olha, o pessoal do Japão, quando marcar, fala uma semana que está no salvo de energia. Cara, as crenças limitantes, elas também se referem a isso. Se eu tenho a noção de que eu posso captar uma energia e passar, isso para mim não é crença. Isso é um método. Do mesmo jeito que... Então, vamos lá.
respirei, eu não tenho dúvidas que eu respiro e posso soprar ali então, alguém muitas vezes preso só no intelecto, eu não acredito nisso, como se ela própria não fosse uma manifestação da energia, e hoje a ciência moderna, o que ela fala pra nós
Matéria é energia condensada. Até a matéria é uma forma de energia. Como é que alguém fala que não acredita nisso? Se a própria ciência está dizendo que essa caneca, sendo matéria, é um campo energético. E hoje, o que a medicina atualizou? Doenças psicossomáticas. Psique, alma, em grego, soma, corpo. Meu estado mental e emocional afeta minha saúde, meu sistema imunológico. Há milhares de anos os chineses falam nisso.
A medicina ocidental está reconhecendo isso. Veja, o que eu penso em minhas emoções afeta o meu campo humano. Quer dizer, o lado psíquico afeta o lado somático. Isso é uma influência energética da mente sobre o corpo. Aí aparece alguém, não acredito nisso, está pesquisando um pouco. Está vivendo um pouco também. Adorei essa frase, está pesquisando um pouco. Pesquise um pouquinho mais. Porque a cada dia conhecimentos mais amplos vão surgindo.
Uma boa parte das pessoas que falam, eu não mexo com isso, não acredito, nem sequer pesquisou nada do que está rolando. Às vezes tem um estereótipo, um preconceito, em função de coisas antigas, que antes não tinham tanta explicação. Hoje tem um monte de coisa que, por exemplo, muitos médicos falam do poder da prece, o poder da fé.
que é algo psíquico afetando. Agora, alguém imbuído dessa força projeta essa força para alguém, e no fundo aquilo era energia. Energia para alguém, para água. E outra, imagina uma pessoa com ódio, pensando em alguém. Ela projeta uma energia mesmo sem saber o que é energia, porque o pensamento dela viaja levando àquela carga pesada. A energia não é boa ou ruim, mas ele tornou ela ruim. Vibração dela, frequência. E com um agravante.
Quando ela projeta o mal para alguém, até aquilo se vai chegar ou não, depende de alguém. Mas de toda forma já tem um prejudicado que é a própria pessoa. Porque para chegar lá antes já estava aqui. Eu posso emanar ódio, mas eu ferro a mim mesmo no processo. Começou por você, né? Começou por mim, causa gera efeito.
É, mas para acalentar o coração, eu sinto os pensamentos ali. Mas então eu posso receber uma energia negativa de alguém? Aí depende. Exatamente. Pega um casal que se separou. E uma das pessoas do casal já tem um ano e já está com outra pessoa. Essa que ficou aqui não aceita. E ela pensa muito mal.
Só que a outra pessoa está feliz, não há sintonia para se grudar. Então a melhor defesa fica bem. Bem, exatamente. Nenhum de nós é perfeito, só Deus é perfeito. Mas é possível ser razoável, que é o que dá para o ser humano fazer. Alguém razoável, estando bem, está fora dessas vibrações.
O ódio não te pertence. Quando você manda, envia uma carta, o carteiro bate lá e não tem ninguém, ou não aceita, volta para o remetente. Quando uma pessoa pensa algo ruim para alguém que não está naquela sintonia, acaba voltando para o remetente.
sensacional. Não precisa ninguém falar, vou mandar de volta. O universo faz isso, automático. Não precisa nem se preocupar também, basta estar bem. Se preocupar você está dando fofo na coisa também. Exatamente. Eu tenho falado muito também, suponhamos alguém que acha que tem uma presença espiritual prejudicando ela, uma obsessão invisível. Olha o erro que a pessoa comete.
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Rafa, peço. Tem uma entidade obsessora que me persegue. Ele veio das trevas. É um chefe de falando. O tempo inteiro está falando dele. E focando e dando força. O que você deveria falar? Tem algo pesado. Isso é motivo para eu melhorar mais ainda, para ficar impermeável. Tem algo pegando? Deixa eu aumentar minha prece, minha luz, minha sabedoria. Deixa eu tentar ficar melhor. Até porque eu sei que tem algo pegando. Preciso melhorar.
Se tá bom ainda é porque eu tô deixando Põe a força na reação Nossa, eu fico muito feliz Que essa consciência cada vez está Sendo levada pra mais pessoas Inclusive deixa o convite, vamos compartilhar Esse episódio pra que mais pessoas possam Receber essa informação E vibrar bem Vibrar alto, porque o maior presente que você Pode dar pra você mesmo e pro mundo Pras pessoas que você ama É estar bem, é vibrando alto
está bem, ela transborda naturalmente isso na aura dela. Não precisa fazer força nenhuma. Alguém que está feliz não enche o saco. Alguém que está feliz não está interessado em fazer um mal para o outro. Eu não estou falando euforia. Estou falando estado. Alguém que está bem, a naturalmente transborda. E a felicidade de margarina. Por exemplo, a felicidade de margarina foi ótima. Propaganda de margarina. Fake. É felicidade new age ou mística, sem aprofundamento.
Falando algo real, se você está bem, você transborda coisas legais. Então alguém fala assim, puxa, que legal que você ajudou alguém. Você nem percebeu que ajudou, porque aquilo era o teu natural, você já não acha que é o bem. Você acha que aquilo é o óbvio dentro do que você está. Agora alguém cheio de mal acha um absurdo ajudar alguém. Então você transborda no mundo o que você tem dentro.
Perfeito, perfeito. Que episódio incrível. Quanta saúde. E falando sobre saúde, deixo o convite aqui da Levem Saúde. Na Levem Saúde, você encontra um novo padrão de cuidado com a sua saúde. Aqui, você realiza os principais exames com rapidez, segurança e precisão. Com atentimento humanizado e agendamento muito fácil. Envie agora um WhatsApp. 11 9 6407 4420.
Mais saúde para você no seu dia a dia. Que episódio incrível, não é? Já começamos bem, hein? Que maravilha. Energização da água, né? E isso também tem dentro do olhar do xamanismo, né? Vamos estar nesse olhar. O que é o xamanismo? E só lembrando uma coisa que eu esqueci. É possível passar energia pelo olhar.
Porque se vocês repararem, o sentido da visão, os olhos são atraídos pelos movimentos. Mexeu algo lá, você olha para lá. Mexeu para cá, então o sentido da visão é atraído pelo movimento no meio. E aí o que acontece? Matéria é energia condensada e a energia em grego é movimento e vida. Então, qual dos nossos cinco sentidos sai mais energia?
Pelo olhar. O deficiente visual compensa com a hiperaudição, o hiperfoco no tato. Porém, quem enxerga normalmente, ao olhar para algo, já botou atenção e energia naquilo. O lugar por onde sai mais energia da gente é pelo olhar. E está regulado pelo chakra frontal. E aí tem um problema. Porque hoje a quantidade de luz que a gente está acessando é muito grande. Telinha.
Do celular, computador, televisão. Nossa, a voz não passar essa incidência de luz. Então a quantidade de movimento e luz aumentou. Isso sobrecarrega esse chakra. E aí você fala, essa pessoa está pilhada e agitadíssima. E ela vê algo ali, vê algo aqui, ela fica assim. Ela vai dormir. O corpo está moído de cansaço, mas a mente está acelerada. Então é legal a gente perceber.
A meditação, o lance de você fechar os olhos um pouco e interiorizar, ela é saúde energética. Por quê? Na hora que a maioria das pessoas fica o tempo inteiro olhando o mundo, só fecha os olhos para dormir, cara. Ela não tem um pause. Ou está na vigília, pilhado, ou está no sono, apagado. É necessário fechar os olhos um pouco sem ser para dormir.
Tirar um tempinho para interiorizar, quietinho. Isso descansa os olhos, descansa a mente. Você daqui a pouco fala, puxa, cochilei 20 minutos, estou recuperado. Por quê? Não foi o cochilo. Se não der o tempo das ondas cerebrais descerem por sono profundo. É o descanso psíquico dos olhos e da mente. Abriu o olho e comece de novo.
E essa é uma das causas de estresse atual, que é justamente a incidência de movimento de luz. E outra, a carga de conhecimento muito veloz entrando, sua mente não consegue processar. Se você não tirar um tempinho para fechar os olhos e ir para o mundo interno, você vai ficar refém do movimento do mundo externo e sua mente vai ficar uma zona.
Exatamente. Isso é uma coisa que é necessário. Tem que aprender a desacelerar um pouco. Desacelerar. Não significa que você não possa ser veloz no trabalho. É na hora. É hora para tudo. É o contraponto. Vai, né? Aqui entra muito bem a historinha do afiar o machado. Eu até brinco. Coitadinha da árvore. Mas, às vezes, afiar o machado ali, uma meditação de cinco minutinhos, e você vai para o trabalho... Exato. É investir. E você vai para o trabalho muito mais afiado. Muito mais focado. Eu dou um exemplo.
Você pega, aqui em São Paulo, vai chegar em breve o inverno, faz frio. Então, você acorda um dia de domingo que você está sem compromisso, fala assim, vou ficar o dia inteiro na cama, ou de pijama, ou tomando café. Vai se cobrando, né? O que acontece? Nesse dia, você está criando um espaço de descanso. Amanhã você acorda doido para trabalhar, isso não é vagabundagem, é estratégia. Só que, olha o problema.
tô tirando um dia tô perdendo um monte de coisa lá fora você começa a se lamentar você fica se comprando vai te criar outro problema então faz parte para criar melhor um dia de inércia todo dia não que é vagabundar mas um dia de pause tira para você não faça nada não tenha compromisso
Se quiser ler um livro, lê tranquilo, mas não por obrigação de um estudante. Quer assistir algo? Assiste porque você ama aquilo. Tira um tempo para você escutar a música, ficar com quem você gosta, prestando atenção na pessoa, não é a pessoa ali, ambos no celular, e não presta atenção.
um no outro. Então, isso é estratégico para dar um contraponto na correria que é necessária. Porém, é necessário o contraponto. E um dia, eu às vezes tiro um dia para fazer isso, e aí no outro dia estou doido, estou cheio de criativo para trabalhar para caramba. É porque você deu uma descansada, e você até se sente mais assim.
Estou com gás, né? É, então é uma estratégia que melhora a saúde mental, esse pause. É, e eu percebo que quando eu não dou esse pause, eu pioro muito, tipo, na próxima semana. Porque aí você cada vez achando que está produzindo mais, você produz menos, né? Você produz menos, é estratégico. Por exemplo, para mim, música é fundamental. Então, por exemplo, eu cheguei um dia corrido. Eu chego, tomo um banho, me alimento. Aí eu sento e falo, deixa eu escutar algo que me emociona.
Aí eu gosto muito de rock, guitarra, teclado. Eu pego, por exemplo, um som do Pink Floyd, a guitarra do David Gilmour. Eu fecho os olhos e falo, que dia maravilhoso. Mesmo dia tendo sido horrível. Mas aquele momento... Pega o Rush, que você gosta muito, que em breve vai estar no Brasil. Eu sou um dos poucos que conseguem dormir com o Rush. Cara, eu adoro o Rush. Eu tenho tudo.
E aí você pega o Alex Leipzig Aquele solo de guitarra O Gued ali no baixo, o teclado Não tem, mas o Neil Peet que era um dos maiores Bateristas do mundo Mas tá aí, tem lá uma moça alemã agora Batera, então eu fecho os olhos e escuto Eu falo, que bom tá vivo Pra escutar isso aqui Mesmo que o dia tenha sido muito corrido Aquele momento pra mim Ele me dá um pause Eu adoro fazer também o seguinte Um horas
fazer uma xícara de chá sem cafeína. E olha que eu adoro café. Eu acho que sem café não é possível ficar encarnado. Mas nunca à noite. Eu só tomo café de dia, dois cafés, não ultrapasso três. À noite, eu tomo chá de ervas sem cafeína, erva cidreira, camomila. Eu adoro sentar.
fecho os meus olhos, coloco algo para escutar, esse algo vai do que eu sinto no momento, pode ser new age, mantra rock, o que me der vontade mas eu vou fechar os olhos como o chá está quente eu não consigo virar tudo rápido vão ser pequenos goles, como eu estou de olhos fechados e não tem a atração para fora
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o sentido da audição capta a música melhor, o sentido do paladar sente o chá melhor, eu me obriguei durante cinco minutos a prestar atenção para dentro, sem os olhos me levar para fora. Quando aquele chá acaba, você abre os olhos e fala, engraçado, estou bem agora, descansei a mente. É uma meditação tomando chá. É, porque a meditação não é só calar. Não, não. Tomar chá de olhos fechados. Se eu chegar aqui na rua, no Brooklyn, e falar assim, por um transeunte.
Vamos meditar e falar, não mexo com esses negócios da Índia, não. A mente não é ocidental ou oriental, a mente é a mente. Relaxar é um comando mental que você dá para poder ir para dentro um pouquinho para evitar o excesso de fora. E existem vários métodos de meditação que culturas diferentes criaram, porém a que ficou mais famosa no mundo foi a do yoga. E aí todo mundo achou que meditação era algo yogui. O yoga é que trabalha...
Dentre os oito pontos, o sexto é darana, em santo, que é a meditação. Porém, tem a meditação zen budista, tem a meditação taoísta. Você tem, por exemplo, uma arte marcial chinesa que eu adoro e que eu aconselho para quem tem muita ansiedade, tai chi shuan. O tai chi shuan, você vai aqui no Parque da Aclimação de manhãzinha, você encontra senhores e senhorinhas japoneses
fazendo movimentos lentos, vestidos de kimono. Movimentos lentos no free, suando, cara. Com movimento lento. Por quê? O tai chi, tai é o que vem de cima, o supremo. Chi é a força vital. Chuan, movimentos.
Veio o Ti, enviado pelo Supremo, movimente-se, mexa-se. E movimento em grego é energia, olha só. E aí o chinês chamou de Ti. Então o movimento lento obriga toda a carga de ansiedade a sair no lento. Então se sua, sem acelerar o movimento. Toda agitação está indo.
no movimento calmo, que surgiu a partir da observação do movimento de animais. Por exemplo, o gesto da cobra fazer assim, muitos golpes de Kung Fu, o gesto do Groo com o Bico fazer a pata do tigre. Então, qual era o princípio básico? Os animais estão no fluxo da energia da natureza. Você não vai encontrar um animal com autoculpa precisando de uma terapia.
Se o animal se alimentou da sua presa, não tem julgamento de nada, não tem mente consciente, seja para melhorar ou para piorar. Então, qual foi o raciocínio chinês? Os animais estão no fluxo da natureza, por isso eles nunca ficam emocionalmente instáveis na natureza. Dorme quando quiser, come quando dá vontade, faz sexo pelo instinto. E não fica pensando por que eu fiz isso, por que eu comi aquilo ou não comi aquilo.
Vamos seguir o fluxo. Aí começaram a imitar o movimento de vários animais para ficar no fluxo. Não é que o Tai Chi seja isso. Eu estou dizendo que uma das formas de observação que os mestres chineses tinham era o próprio fluxo do Chi na natureza. E tem também uma história que um espírito chinês me contou. Veja, eu não posso garantir a autenticidade da história. Eu ouvi. Sabe aquela coisa? Foi meu primo que disse.
Eu estava numa saída do corpo e um espírito chinês que aparece há muito tempo para mim, ele falou assim, vou te dar uma explicação alternativa para vários trabalhos de artes marciais chinesas. Ele disse que tinha um mestre com um grupo.
de discípulos, esse mestre era taoísta, falava, o Tao, que é o princípio absoluto, o Tao está em tudo. Se o Tao está embaixo, ele está em cima. Se está dentro, está fora. Nada está fora do Tao. E o Tao preenche tudo através do Ti, que é a força vital. Os alunos não estavam entendendo. Então ele fez assim.
Sabe de uma coisa? O tal está lá, o tal está aqui, está ali, está lá, está aqui, está aqui, está aí, e criou movimentos. E aí, isso somado com a observação dos movimentos da natureza, criou linhas de artes marciais e um pouco do Tai Chi também.
Então o Tai Chi, pra quem é muito ansioso Se aprende a controlar na respiração E também nos gestos E o Yoga também Pra ansiedade é bom Por causa do controle do pranayama da respiração E eu fiz um Yoga uma vez Achando que era uma coisa super simples Saí morto e não consegui fazer Um décimo Muita gente acha que Yoga é aeróbico oriental Não tem nada a ver Você olha de fora achando que é super simples Vai lá
É, a gente fala muito que o problema não é o problema. Então, o que o Wagner está trazendo aqui é esse olhar de que você pode diminuir esse barulho mental se permitindo pensar menos e sentir mais. E não necessariamente sentar e ficar ali numa posição de lótus. É, exatamente. E outra, é possível a meditação andando. Existem linhas budistas que pregam isso, né? De um grande mestre vietnamita.
morou na França muito, Titi Nha Han, ele fazia meditação andando com os discípulos, tipo, ande sem compromisso de onde chegar ou onde voltar, apenas ande e deixa sua mente tranquila. Ele falava, isso é meditação e acalma a mente.
Então o estereótipo de que tem que estar sentado naquela posição de lóquio do yoga é apenas uma das maneiras. E essa é até pior, porque aí você não para de pensar e você fica pensando... Não é que não consegue nada, né? Uma imagem muito bonita. Era um rapaz do ocidental e um yogi sentado.
E aí aparecia assim o clima mental. O yoga estava assim. Era a única palavra. O outro estava assim. Quando for o jogo, amanhã tem que ir no banco. Tudo saindo aqui na hora da meditação. A mente não para, isso não é meditação. Isso não é meditação. Então, para a gente poder mergulhar um pouco mais nessa consciência, eu gostaria que você nos contasse aquela história do discípulo que questionou, o mestre questionou os discípulos para olhar para o céu.
Na minha percepção, que você está comentando aqui, a meditação é uma forma de contemplação. É contemplação. Exato. E outra coisa, meditação não é concentração. Quando você concentra, você tem que manter o foco, você gasta energia da mente, senão a imagem dispersa. É contemplação. Contemplação, meditação, você já não concentra, você e aquilo se tornaram um. Então, por exemplo, você tem uma corredeira violenta.
ela deságua num remanso. Concentração é corredeira, remanso é meditação. Muita gente não sabe a diferença. No yoga, o sexto passo é darana, que é concentração, o sétimo é dhyana, que é meditação. Para concentrar, porque sem concentração você não consegue a meditação. Focou. Você e aquilo são um, agora você descansa naquilo. Contempla. Enquanto que a concentração você não contempla, você gasta energia.
para manter a contemplação ou meditação, tanto que contemplação é o nome que monjos cristãos usam dentro dos mosteiros antigos, um estado de contemplação do divino. É a mesma meditação dos iogues, feita em outra cultura, de outra maneira, mas é o quê? Apaziguar a mente, torná-la um remanso. E esse exemplo que você falou do mestre, eu tenho falado isso em muitas lives, porque eu acho um exemplo incrível.
No antigo Egito, que não é o Egito atual, que só tem ruínas e hoje o Egito tem uma outra cultura, que é islâmica, mas aquele império egípcio de milhares de anos antes de Cristo era impressionante. E tem muita coisa enterrada embaixo das areias que a gente ainda não sabe. Documentos, papiros, que talvez com o tempo abrindo a gente vá conhecer melhor o passado da própria humanidade. Um mestre da tradição egípcia, dos tempos, não era a população,
levava seus discípulos à noite no deserto para olhar para o espaço sideral. Então ele está lá com dez discípulos e fala, meus discípulos, olhem para cima, olhem a abóboda sideral. Enquanto eles estavam olhando, ele ficava olhando para ver como cada um estava olhando o espaço. Isso determinaria se o candidato passava ou não. Então ele olhava um que lágrimas desciam.
E ele falava, esse vai passar, porque se ele se admira com o espaço sideral, que é apenas a criação, ele vai se admirar com o mundo invisível e a luz maior por detrás da criação desse espaço. Se ele se admira com o material, ele vai se admirar com o invisível, interpenetrante aí. Esse vai passar.
O outro, aquele olhar embaçado, já entediado, por que eu estou olhando? Esse não vai passar porque não se admira nem pelas ideias. Ele não vai se admirar por mais nada. Esse mesmo exemplo eu posso dar. Você imagina um cara igual o Buda, ou Jesus, por exemplo, ou Krishna, qualquer grande mestre, o Laozi na China, qualquer mestre, sei lá, Maria, mãe de Jesus também, seja homem ou mulher, imagina você estar numa praia à noite.
num dia de verão, a lua cheia pairando e você vendo o reflexo da lua nas águas. Aquela massa de água está sozinha ali, as pequenas ondas chegando na praia. Você olha e fala assim, caramba, eu estou emocionado de ver essa massa de água viva que nunca para chegar aqui. Cara, eu estou admirado com esse momento da natureza. Um ser humano pode se admirar.
Como é que Jesus, Buda ou Cristo andariam na mesma praia? Jesus olhando aquelas ondinhas chegando, ele falaria, olha a força da luz movimentando a natureza. Em cada ondinha, estou vendo meu pai em tudo. Olha o Buda olhando essas ondinhas. O mar com seu movimento plástico, o brilho plástico da lua, que momento tranquilo para meditar na natureza.
Krishna olharia e falaria caramba, parece uma dança da vida no movimento das marés, eu vou sair dançando. Então, se você não se admira com esses eventos, você está ferrado. Se um pôr de sol não te emocionar, se o momento da aurora não te emocionar...
Você está lascado, você não se emociona mais com mais nada. Por exemplo, vocês têm uns cachorros de vocês. Quando você chega em casa, você pode ter ficado meia hora ou um dia. A alegria dele, se você não se emociona quando você chega e o teu bichinho vem... Cara, se você chega e olha um filho teu e o olhar dele para você não te admira, ou o olhar de quem te ama...
Você já está lascado. Um dia de chuva pode ser muito legal numa seca e você se emocionar com a chuva. Do mesmo jeito que um dia de sol num dia de inverno pode te emocionar esse calor. Cara, o ser humano está perdendo a capacidade de se admirar.
com a própria natureza. Com o simples. A meditação te ensina a contemplar, não só para dentro. Porque se eu abro os olhos e olho a linha do horizonte e um pó de sol, isso não me agita, isso me acalma. Eu olho para a imensidão sideral e eu me faço a pergunta, quem criou isso tudo? Eu não tenho a resposta. Mas uma coisa eu sei, não fui eu.
E algo muito maior. E você sente. Você sente. Então essa admiração e contemplação é também meditação. Sensacional. Quanta consciência. Quanta consciência o Wagner trazendo aqui. Wagner, você tocou no assunto que eu gostaria de abrir aqui. Às vezes você também pode se espelhar e perceber nesse exemplo. Há algum tempo eu passei por um momento na minha vida.
que eu confundi espiritualidade com a indústria da espiritualidade. Sim, muita gente confunde. E isso me distraiu, me tirou a consciência, essa conexão com algo maior. Isso, na verdade, esse exemplo... Essa contemplação. Essa contemplação, olha só. No meu caso, e eu não vou exigir isso de ninguém, estou falando de mim.
Então, por exemplo, se me tirar a música, eu desencarno, cara. Porque sem música não dá. Aí alguém fala, isso aqui é o planeta de prova e expiações. Eu não posso escutar música, eu vim pra ralar. Aí chega alguém e fala, não pode fazer sexo, pode escutar. Porque eu não posso fazer nada. Imagina, você precisa de música pra te ajudar a superar a dificuldade, né? Então, essa falta de contemplação, se me tirar a parte espiritual, cara, eu viro zero. Eu fico seco por dentro. Então, eu não consigo entender.
Como não ter admiração por essa luz maior, que eu não estou dizendo que é de um jeito, eu estou dizendo que é um estado... Então, se eu estou admirado com o céu, eu também estou admirado com o céu do meu coração. E isso é a espiritualidade, que não é um lugar, é um estado de consciência. Então, eu não consigo entender quando alguém perde a admiração e faz disso uma indústria.
É esse o problema que te pegou. Te faltou o elo do coração, essa coisa de, caramba, espiritualidade é estado de consciência. Não é joguinho de ego, não é investimento místico. Você não vai virar um super-herói quântico, você não vai passar para a nona dimensão. Você está na Terra com os limites da Terra.
E a espiritualidade é para te ajudar a atravessar. Não é para te tirar do mundo, não é para te botar de roupa violeta ou te achar superior ou achar que quem está perdido no mundo, porque no México isso é inferior. Tudo isso está sendo vendido em vários lugares. Mas é justamente essa questão de usarem da espiritualidade como uma indústria e rotular o que é melhor, o que é pior, e usar disso como um meio para que as pessoas alcancem a espiritualidade. A gente entendeu?
O que os diversos segmentos religiosos fazem. Exatamente. Só que quem mexe com a parte espiritual não era para cair na mesma armadilha, mas acaba caindo. Porque não é consciência, é doutrina, é jogo místico. Estamos humanos. Coisinhas. Cara, se a parte espiritual não te melhorar enquanto ser humano, tem algo errado. Não quero buscar um celular, eu quero buscar aqui e viver aqui com isso. Senão não está adiantando nada. Eu bato muito nessa tecla, não é busca no mundo exterior, é para dentro. Para dentro.
E outra, estando dentro bem, não importa se você está no plano espiritual aqui, você vai fazer algo legal, você vai transbordar o que você tem. Estou no mundo? Transborda. Estou no plano espiritual? Vou transbordar. Não me interessa onde eu estou, me interessa como eu estou, onde eu vou. E é isso que é espiritualidade.
Exatamente, então, às vezes você pode conhecer alguém, ou até mesmo você que está ali com um vazio no peito, aí eu questiono, será que é um vazio ou é um excesso? Um excesso de informações dessa indústria da espiritualidade e viver pouco a espiritualidade. Na internet, o consumo de conteúdo espiritual é enorme e a vivência.
daquilo é quase zero. Exatamente. Isso não tem nada, é muita gente com muito conhecimento entubado na cabeça, sem alma, sem coração e sem ação. Muita teoria e pouca prática. E a internet é um saco de gato, tem coisa legal e coisa estranha. E aí o que um diz e o outro diz o contrário, a pessoa fica assim, ela não tem filtro para perceber. Isso aqui passou pelo crivo da razão e do bom senso, eu aceito. Isso não parece lógico, não vou aceitar. Não interessa se o sujeito veio da nona dimensão.
não está batendo com o que o meu raciocínio está me dizendo. O cara está me dizendo algo, tipo assim, você veio de outro planeta, você não pertence à Terra. E aí eu respondo, tá, mas o boleto que você tem que pagar, ele não te procura no outro planeta, procura você aqui. Então, preste atenção no boleto. A sua realidade. A tua realidade. Porque pensar lá, te tira daqui. Agora, o mais legal, eu acho que eu vim de outro lugar.
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Tomara que enquanto eu estiver aqui eu faça algo bom. Porque senão não está adiantando eu ter vindo de outro lugar e ficar com lembrança de lá. É igual você estar num novo relacionamento. E sempre pensando no anterior. Pensando no anterior. Não, você tem que viver isso aqui. Quem é a grande pessoa da tua vida que está comigo hoje?
Exato. Eu. Exemplo de uma viagem. Você vai ficar pensando lá no ponto de chegada, ou onde você quer, ou na viagem. Você vai acabar nem curtindo. Contemplar a viagem. Exatamente. E na viagem você conhece muita gente no trajeto. O lance todo, não se preocupe com a chegada, e sim com quem você cruza durante a jornada. Olha, a espiritualidade é muito mais simples do que muita gente acha. Não é você vestir um manto.
Não é você usar um medalhão com um nome místico, não é você trocar por um nome esotérico ou iogue que muda seu caráter. Espiritualidade é o que você pensa, o que você sente, o que você faz. É o seu caráter. Outra, tem muito materialista muito mais espiritualizado do que um monte de estudante espiritual totalmente zoado. E o que vale é o que você faz, não é o que você acredita.
A vivência, o quanto você vive Exatamente, e eu sempre fui do universo De crenças limitantes E quando eu entrei para a espiritualidade Vamos dizer assim Me permiti fluir mais na espiritualidade Eu percebi que eu me perdi Sabe, justamente nesse
tornou uma crença limitante para você. Exatamente. Exatamente. Então aqui a consciência é, perceba se esse vazio no peito não é excesso e se no fundo essa busca não é busca por validação do que você pode viver. É uma busca do ego. Na iluminação. Porque inclusive...
Qualquer pessoa com o mínimo de consciência espiritual não está buscando iluminação nenhuma. Ela está buscando estar equilibrada. E equilibrada ela sabe que causa gera efeito. Então, primeiro a minha luz de dentro, senão não encontra a luz de fora. Tinha um ditado hermético que dizia assim, para achar a luz, há de ter luz.
Exemplo, você vai peneirar, minerar para tentar achar ouro, só que você nunca viu ouro. Então, na hora que você está peneirando, passa o ouro e você não reconhece, você nunca viu. Então, para você ter ouro, há de ter um pouco de ouro para você reconhecer o ouro. Semelhante atrás semelhante. Para você reconhecer a luz, há de ter um pouco de luz, senão ela passa e você não vê, e pega algo escuro e chama de luz, que é o que está acontecendo na internet.
e no mundo hoje com a parte espiritual. Sim, inclusive, aí três pessoas me falaram a mesma coisa, inclusive uma delas é a minha mãe. E aí, Wagner, caiu no meu colo o livro de orante, enfim, diversas consciências, e hoje eu já me percebo muito mais diferente, isso há algum tempo atrás. Agora, para a pessoa que está passando por esse momento, você até comentou que o livro Na Luz dos Xamãs também traz esse olhar.
Como que a gente pode... Esse livro, eu trouxe um aqui para você, já está autografado. Aqui é um xamanote americano e aqui um xamanos tupi guarani. O livro foi editado pela editora Alfabeto em novembro, já esgotou a primeira edição e já está na livraria segunda. Que vagal! Eu fiz ele junto com o Samuel Souza de Paula.
Muito bom, o Samuel se formou em xamanismo nos Estados Unidos, então ele fez a parte técnica histórica do xamanismo e eu fiz uma visão espiritual em cima do xamanismo. Aí eu coloquei mensagem de xamanhos extrafísicos que eu peguei fora do corpo.
Coisas sobre espíritos da natureza. Assim, o outro lado espiritual. E esse livro tem várias mensagens de contemplação com a natureza. Isso que a gente estava comentando. Não é um livro de meditação, é um livro de valores xamânicos trazido numa releitura espiritualista aberta para quem mora na cidade. E o livro tem toques muito bons de todo mundo que está lendo.
gosta, e é uma maneira diferente de olhar, e leitura é fundamental para desenvolver discernimento, só que você tem que ler, isso vai para o teu intelecto, só que o intelecto sozinho te derruba, o intelecto tem que ter o calçamento do amor, alegria e ética, porque a história está repleta de exemplo de muita gente que conhecia muito e fazia besteira com o conhecimento, e manipulava e tripudiava sobre os outros que sabiam menos, então...
Sem alegria, tipo, se eu vou estudar algo, eu não posso estudar só intelectualmente. Eu tenho que estar apaixonado pelo tema do que eu estou estudando. Se você pegar um estudante de matemática, que ama matemática, ele é capaz de passar um sábado e domingo com um livro dessa grossura, estudando e feliz da vida. Aí você vai falar, que chato. Chato para você, para ele não. Ele é apaixonado por aquilo. Então, o segredo para o conhecimento se guardar, trazer memória, é ame o tema que você está estudando.
para que aquilo não seja algo de esforço intelectual, seja algo de realização na mente e no coração e que tua energia esteja naquilo. Então, literatura boa, nós temos em vários segmentos. Dentro da parte espiritual tem um monte de obras boas, só que as pessoas olham isso só pelo nível do intelecto. Fica preso em nomenclatura, preso nisso. Me disseram que eu tinha que fazer um mantra mil e oito vezes. Está preocupado com a conta do mantra, não com o mantra? E outra, o mantra on.
da tradição hindu, que é o mantra mais famoso do planeta, porque o Om Mani Padme Hum leva o Om, e os outros mantras também, outro dia um mentor espiritual hindu me falou, as pessoas fazem o Om no automático.
E eu falei, mas qual o problema? Elas esqueceram da origem. O on é só o efeito. A causa é o eterno que gerou, inclusive o on. Se alguém faz o on sem pensar na causa que gerou isso, não está adiantando. Ela está presa no efeito sem ver a causa. Piloto automático. Se ela faz o on sem pensar no eterno, tem algo errado. Piloto automático.
É o que eu falo, fazer algo, achar que está fazendo algo diferente, mas está fazendo na mesma energia. E nem sabe o que está fazendo, na verdade. Acha que está fazendo diferente. O manta do Shiva. Shiva é o transformador, o transmutador. Aí alguém fala Onamá Shivayá e não muda nada? Como que eu posso fazer um manta do grande transformador e eu não transformo nada? E eu vou no piloto automático, igual papagaio falando Onamá Shivayá. Mas cadê o poder de mudança que eu estou chamando? Cadê a intenção? E outra.
chama Onamashivayá e de repente a vida vira de ponta cabeça e fala, por que isso aconteceu? Você não pediu mudança? Ah, mas eu não queria mudar nada. Então, por que fez o mantra? Mas, Wagner, aí entra a questão de falta de fé ou até mesmo uma fé distorcida, colocando no mantra, responsabilizando no mantra e tirando a responsabilidade. Terceirização.
Cara, qualquer mantra que você fizer, ele está saindo de dentro de você. Então, é o transbordamento de você. Se eu pego um mantra relativo, por exemplo, o Om Mani Padme Hum, do sânscrito, muito conhecido em várias linhas hindus e budistas. Se eu pego esse mantra, Om Mani Padme Hum, a tradução é Salve a Joia no Lótus.
conhecido como o mantra da compaixão. Ele é um mantra para ser feito aqui, não com a boca, é coração. Igual sua mãe fala, não faça a prece da boca para fora, menino. Faz de coração. Mantra aqui, on mani padmi hum, e eu faço sem compaixão? Esse mantra só está sendo uma repetição. E outro, eu estou botando a força no mantra? Não.
Eu, ao fazer um mantra, eu sei que há algo maior no meu coração que eu quero dinamizar com um mantra, mas um mantra não é a minha compaixão. A compaixão é o meu estado de consciência, que ao jogar no mantra eu quero irradiar a compaixão para o mundo inteiro. Eu não posso depender de um mantra para eu ter amor no coração. Eu tenho que usar um mantra para expandir o amor.
através do mantra para todo mundo. O pessoal distorceu essas coisas. Mas vamos trazer mais consciência, Wagner, porque muitas vezes falam assim, ah, então eu estou fazendo errado, e não é por intenção de fazer errado. Às vezes até a crença... Distorcida. Distorcida. Eu digo assim, a crença de que você não é capaz de fazer o mantra e entender que você está gerando a causa. Você e o mantra tem que ser um só. Entende onde eu quis chegar. O mantra não pode ser uma parte.
para você melhorar. Você e o mantra, qual é o valor do mantra? É o mesmo valor que você tem que estar vibrando. Se não, não adianta. Mas aí falta a habilidade, ou sei lá, a capacidade de você se permitir se empoderar de ser essa totalidade. É uma prece linda, né?
um dos trechos, perdoai as nossas ofensas como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Cara, Jesus falando isso, ele podia falar. Agora, como é que eu vou falar enquanto ser humano? Perdoai as minhas ofensas assim como eu perdoo. Você não perdoa? É difícil perdoar. Quem é você para perdoar, né? Então, a prece, ela é colocada, repetida, assim que a pessoa... Mas Jesus falou, Jesus podia falar isso. Então, o que eu poderia fazer?
Perdoar as nossas ofensas Assim como nós estamos tentando Perdoar Ah, mas Jesus não falou tentando, ele não precisava falar tentando É a gente que precisa Então uma pessoa repete o Pai Nosso e depois sai para odiar o outro Sim Não tem liga Exatamente, mas você percebe Wagner, que eu até vou te dar de presente aqui O Eu Sou Eu Sou de lembrança aqui do Saúde Energética Você sabe disso aqui do Eu Sou? Diga
Muita gente hoje trabalha essa frase de efeito baseado nos mestres da fraternidade branca. Eu sou, em inglês, é I am. Porém, onde isto apareceu a primeira vez? Na velha Índia. Sorran, em sânscrito. Eu sou. No sentido, eu sou o quê? O divino manifestado. Eu sou o eterno. Eu sou o que sou, se dizia no antigo Egito. Então esse eu sou era sorran.
em sânscrito. Se olhar Jesus toda hora, eu sou o caminho, eu sou. Olha a técnica que ele usava. Krishna, vem a mim, eu sou o céu. Veja, então era uma técnica de repetir o eu sou, não por ego, é eu sou o eterno. Vem que eu te abro a porta para você também ter consciência disso. Hoje, um monte de gente repete eu sou sem consciência do divino que ela é. Ela fica repetindo igual um papagaio.
Ah, mas o mestre da fraternidade branca diz, grandes mestres falaram, mas você não é um grande mestre, nem eu. Então, eu sou, é uma autoafirmação de que eu não sou só a matéria, eu não sou só esse nome, eu sou o eterno na carne, eu sou uma luz e, portanto, eu vou fazer melhor. Mas as pessoas passaram a repetir como repetem preces ou mantras.
Sem pensar no piloto automático. Exato, aí chegou onde eu queria. Ou seja, há essa distorção para a gente poder trazer consciência que o nosso objetivo aqui no Saúde Energética é que você, no final desse episódio, tenha consciência e possa viver com mais saúde na sua vida, no seu dia a dia, através de práticas dinâmicas, exemplos. E aí, então, eu percebo que há uma distorção de dizer eu sou na sua personalidade e o eu sou na sua divindade, por exemplo.
Nenhuma meditação, nenhuma contemplação. Entendeu onde quero chegar? O eu sou que está todo mundo repetindo é o eu sou do ego. Eu sou melhor do que você. Eu sou superior. Eu sou espiritualizado e você não. Tudo isso é uma grande armadilha de ego, cara. Sim.
Então a clareza é, quando você estiver fazendo uma meditação, contemplando a vida, naquele seu dia off, que o Wagner falou aqui, tira o dia para você contemplar e fazer algo que você queira, não é racional, é no sentir, é nesse eu sou. Uma árvore só cresce se ela estiver bem enraizada. Se alguém quer...
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expandir a consciência, precisa estar bem enraizado no mundo. E ao expandir, ela não perde a essência de que ela está no mundo e que precisa estar por um tempo. Ela não vai expandir para fugir, ela vai expandir para enriquecer. Quando ela voltar, ela está melhor para tratar você.
Isso é espiritualidade. Muita gente, dentro de caminhos espirituais, passou a renegar o corpo, renegar a vida material. Ah, isso aqui é provas e expiações. E daí? Quem mandou você encarnar? A gente fica falando que é provas e expiações, a roda de samsara, não te tira disso. O que te tira? Melhoria. Melhora o que você pensa assim. Faz o que puder. Às vezes alguém fala, qual é a minha missão? Sua missão é de corpo.
faz o melhor que você puder, onde Deus te colocou para viver. Seja melhor hoje do que você foi ontem, é o que dá para fazer. Sabe, Wagner, uma frase bem impactante que você falou no outro episódio, que inclusive a gente deixa aqui o convite, se você ainda não assistiu, aqui dentro do Saúde Energética, você tem mais um episódio lá com o Wagner 2, né? Esse já é o terceiro, verdade. Esse é o terceiro. É, olha só que... É, é.
Daqui a pouco vira sócio do programa. É isso aí. Uma das frases que você falou assim, para quem pensa muito, não queria estar aqui, fica às vezes olhando para o céu, saudade de casa ou de outro lugar. Então, acho que isso é muito forte para a gente poder viver no aqui e agora, contemplar o aqui e agora, olhar para a vida, ter essa visão de mundo com mais amor, com mais alegria. Olha, o fato é...
Eu posso sentir saudade de outro plano. E essa saudade me motiva a viver nesse plano onde eu estou. Porque eu sei que se eu não estou lá e estou aqui, tem algo a fazer aqui. Se eu tentar sair daqui e voltar para lá, eu não completei o que eu tinha que fazer, vou ter que voltar. Já que eu estou, vou até o fim. E uso a saudade para me motivar. Um dia eu volto para casa. Enquanto eu não volto, igual dizia preto velho, vamos trabalhar, mesi filho.
Faz alguma coisa. E não fica pensando no futuro. Um dia, quando eu estiver lá, que eu vou ser feliz. A NASA tentou inventar uma máquina do tempo. Até hoje não se sabe se você conseguiu ou não. Mas não precisava. A máquina do tempo é a mente da gente. Quando você está ansioso, você já está no futuro. Quando você está com a autocupa, você está preso no passado. Você descobre que o que você não sabe é viver o presente, o dia a dia. É.
que é o que dá menos trabalho. Dá mais trabalho ficar raciocinando, pensando no... Aí o ego grita pra tudo quanto é lado. Tá falando com a turma. Às vezes morrer leva um segundo, um acidente, um enfate, alguma coisa assim. Só que a pessoa que carrega um medo da morte, ela leva 80 anos com isso na mente. O peso da ideia da morte é pior do que a própria morte, o que impede você de viver.
Nossa É uma porrada Olhando para a câmera, Wagner O que você tem para dizer quem tem medo da morte? Olha, é Por exemplo, o que eu diria para alguém Que tem medo do inverno E o inverno vai chegar em dois meses aqui em São Paulo Arranja um casaco E não se expõe no frio O que eu diria para alguém que
Não pode pegar muita luz do sol uma pessoa com um problema de pele, por exemplo. Não sai ao sol, se previne, porque agora é verão. Então, tanto o sol, o calor, quanto o inverno são estações da natureza. Eu não tenho como alterar nenhuma das duas. Não adianta eu falar maldito inverno. O inverno não liga a mínima para o que eu acho. Então, existem estações da natureza.
Tudo que está vivo passa pela estação da infância, juventude, maturidade e a velhice. Então existe um final da estação mudando que a gente chama de morte. Eu não estou dizendo que é bom ou ruim, estou dizendo que é...
Se eu falar assim, maldita morte, não vai evitar que eu morra um dia, porque eu nasci um dia e vou morrer. Não adianta gritar com a natureza, estude ela. Se vai fazer frio, se agasalha. Se vai fazer calor, se refresca. Se um dia você vai morrer...
Não foge do tema. Encara de frente para quando acontecer você ter ideia do que você pode fazer. Na natureza não liga mínimo. Ah, a morte existe. Existe e não liga mínimo para a tua opinião. Nem a vida. Vai estudar, porque às vezes o mídia é ignorância. Então, fatos da natureza, eles acontecem. Desde um terremoto, um maremoto, até você dar uma topada saindo do estúdio. A natureza é assim, o meio é denso, é caótico.
E tem morte no final, você não sai vivo daqui. Conclusão, esse não é um tema para se fugir. Era um tema para se estudar desde o jardim de infância. Para que tudo que está vivo entenda o conceito. Não estou dizendo gostar, não estou dizendo não ter saudade. Tem gente que acha que é fria. Isso é compreensão. É claro que eu estou com saudade de quem passou por lá de lá, mas eu sei que não está morto. Eu posso...
A saudade é aqui, mas eu não tenho a ideia do fim aqui. O estudo espiritual me tirou isso. Então, se alguém está batido pela dor da perda, o que ela deve fazer? Estuda sobre imortalidade tudo que você puder agora. Para lidar com isso. Existem yogis que estudam e dedicam a vida para esse momento da morte também. Olha, qualquer...
minuto de vida é um ponto a mais na direção do fim. Quando alguém faz mais um ano de idade, não é mais um ano, é menos um ano de vida. Exato. Porque, por exemplo, eu tenho 64. Eu tenho menos tempo à frente que 64 que eu vivi. Eu aceito isso. Ah, não falo disso. Como que eu não falo disso? Daqui a pouco isso acontece e eu não sei o que fazer com aquilo.
Então, dentro de estudos espirituais, seja em que linha for, o estudo da consciência além do corpo é vital para poder te trazer compreensão. Não tirar a saudade nem tirar o valor do mundo, mas para te trazer compreensão. Eventualmente, quem você ama pode ir e quem você também não gosta pode ir. Olha que coisa. Isso é da natureza. A terra gira, tem a gravidade e o que nasce morre. Precisamos estudar isso de frente. Não estou dizendo gostar do tema.
Mas cara, estuda para ter pelo menos um parâmetro de como enfrentar esse que é o grande medo, a mãe de todos os medos, senão a gente está lascado. É que tem os seis grandes medos da humanidade e um deles é o medo da morte, o medo de ficar sozinho, o medo de não ser amado, enfim.
E é por isso que eu te perguntei. Porque existem alguns que estudam, que se preparam para esse momento. E eu digo que o medo é uma ignorância. No bom sentido da palavra é falta de conhecimento. O legal é que você quer enfrentar a morte. Vive feliz todo dia. Porque a gente não sabe qual é o último dia. Se pegar o último dia, você vai ser mais feliz. Por exemplo, imagina. Peço.
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você acabou de escutar uma música do Rush. Vamos pegar... Vamos pegar Tom Soya do Moving Pictures. Aqui é um clássico absoluto. E aí você pega e está escutando aquela maravilha. Mal acabou.
é o momento da tua morte eu vou num momento tão feliz eu tava escutando e outra vou procurar o Neil Peart do lado de lá pra ver se ele tá tocando bateria e cantando os espíritos e se ele já não tiver fazendo o show lá e outra do jeito que tá
A maioria dos músicos bons está indo para lá. Aqui só fica o lixo musical. Por exemplo, George Harrison, os Beatles, John Lennon, Freddie Mercury, Tim Maia. Cara, para escutar música boa, você vai ter que ir para o lado de lá. Está melhor lá para cima do que aqui para baixo. Os grandes shows estão do lado de lá. A música é boa ao vivo. Você já imaginou a banda? John Lennon, George Harrison, o Freddie Mercury no vocal e o Neil Peet na bateria. Cara, até Jesus vai assistir o show desses caras.
Certeza, tomando um belo vinhozinho ainda. Nossa, quanta consciência, que episódio incrível. Deixa o convite para você se inscrever no canal, deixar o joinha e principalmente vamos compartilhar para que mais pessoas possam receber todas essas informações. Wagner, fale mais do livro, né? Como que pode comprar o livro, adquirir o livro? Toda livraria grande tem, mas pode ser adquirido pelo editor Alfabeto, no site da Alfabeto.
A gente vai deixar aqui na descrição. É um livro, não é porque é o meu décimo sexto livro já, mas da outra vez eu falei de saídas do corpo. Foi um viagem espiritual. E esse aqui, cara, ele ficou assim, o papel especial, bom de ler, capa legal. E aí ficou bacana, né? A química, a gente tem o Samuel aqui pra escrever.
Ficou bem legal. A gente deixa um grande abraço para o Samuel também. Exatamente. E a gente esteve no lançamento do livro. Foi incrível. E muita gratidão. Se quiser eu falo com ele. Vai no Saúde Energética de novo. Sim. Quem sabe vocês dois juntos também. Deixa aí nos comentários. Exato. Querem ver Samuel e Wagner juntos. Vou falar com o Samuel. E aí a próxima vez eu venho junto com ele.
E aí a gente fala diretamente dos temas xamânicos aqui do Bacanha. A gente vem junto. Vamos combinar. Olha que legal. Não, maravilha, maravilha, Wagner. E olha só, no outro episódio, não é? A gente colocou aqui o Eu do Futuro e nesse episódio a gente gostaria de te presentear com o Eu do Futuro turbinado. E só pra lembrar, o Wagner nos bastidores do outro episódio, ele pirou e ele queria levar o nosso Elzinho do Futuro de qualquer jeito.
E aí a gente está presenteando o Wagner com o Eu do Futuro turbinado, porque quando você liga na tomada tem um monte de luzes. Tem leite, tem nebulosa. Sabe perto de quem que eu vou botar? Uma estátua do Sr. Spock e uma estátua do Yoda. Ele vai ficar bem no meio.
Cara, obrigado. Adorei essa foto. Manda pra gente. Cara, que legal isso aqui. Controle remoto. Depois eu te explico tudo. Muito show. Obrigado. Sensacional. E vai, eu tenho uma última pergunta. Mas antes dessa última pergunta, eu deixo aqui o convite da comunidade neuroquântica. Escute só o que os nossos alunos têm pra falar.
Hoje quando eu olho pra trás eu vejo o quanto as técnicas da neuroquântica transformaram a minha vida. Elas me deram a certeza e a confiança que eu precisava pra tomar as rédeas do meu destino. E eu não poderia estar mais feliz por ter dado esse passo.
E se você também sente que algo está te prendendo, que o medo de mudar está te impedindo de viver a vida que você merece, eu só posso te dizer uma coisa, confie no processo. Vivencie as técnicas no seu dia a dia e prepare-se para a transformação.
Hoje posso dizer que o meu nível de autoconhecimento comigo, principalmente, é algo assim absurdo, né? E o quanto eu saí do meu papel de vítima, porque eu fui muito tempo vítima, né, gente? Pois é, mas a comunidade me ajudou.
mais do que um curso, a comunidade, são práticas, vivências, para que você possa viver esse caminho do autoconhecimento, que eu digo que autoconhecimento não é conhecer quem você acha que você é, é autoconsciência, expansão de consciência, e estamos juntos de mãos dadas, e quando você for fazer sua inscrição, coloque o cupom SAUDEENERGÉTICA, que você tem 10% de desconto, e aqui no QR Code, o link também na descrição, você já tem uma aula da PNQ, da Programação Neuroquântica.
E para você se aprofundar ainda mais, você tem o curso Formação em Negroquântica, curso reconhecido pelo MEC, pelo Ministério da Educação. E no final, além de você receber seu certificado, você também está apto a estar alinhado às exigências da NR1, da Norma Regulamentadora 1, que passa a exigir os fatores de risco psicossociais dentro das empresas. Venha participar desse movimento que é só o começo. Muito bom, né, Rafa?
E Wagner, bora lá então. De episódio, hein? Quanta consciência. Inclusive, dentro desse olhar do xamanismo, eu queria entender também animais de poder, mergulhar mais, inclusive nos pets, nos animais desencarnados. Então a gente pode até marcar aqui um outro episódio com esse tema. Vamos combinar. Aí eu venho com o Samuel, porque ele manja muito a parte animal de poder, e uma coisa que eu detectei, quase ninguém notou.
Você tem populações indígenas nas três Américas, e você tem um tupi-guarani aqui, você tem o asteca no México, Cheyenne lá na América do Norte. Você vai lá para a Austrália, você tem os aborígenes, sobe para Nova Zelândia, tem os maoris, vai nas ilhas do Hawái, tem os kahunas, vai na Sibéria, tem os esquimós.
Então, você tem populações indígenas em latitudes diferentes, porém, sem contato entre si, desenvolveram valores que são semelhantes, porque eles são naturais. O xamanismo trabalha com esses valores naturais que esses vários povos... Agora, a questão do animal de poder, que é muito forte no xamanismo, é de que cada pessoa tem um animal de frente. A mesma coisa, cada um tem um guia. O xamanismo, cada um tem um guia animal.
e fala até em quatro que se sucedem ao longo da vida. O que eu descobri é que, dependendo da topografia do lugar, o animal de poder pode variar. Então, por exemplo, se você tem uma comunidade indígena perto da costa marítima...
vários dos animais de poder vão ser animais marinhos. Porém, se você tem uma população indígena no centro de um país sem acesso ao mar, os animais vão ser das montanhas ou das planícies. E isso vai variando. Só que, por exemplo, você vai para o outro lado do mundo, lá na Oceania, na Austrália,
Lá tem o canguru, que não tem em outros lugares. Tem o ornitorrinco, aquele bichinho tão estranho. Então, o que eu descobri? Às vezes, o valor de uma população nativa no animal para o outro indígena que está na montanha, os animais são diferentes, mas vai ter um valor que liga eles. Então, um animal diferente aqui vai ter um valor correspondente no outro animal dentro daquela cultura.
E aí eu fui descobrir, se tem gente que chega com ego num ritual xamânico, eu quero que o xamã me diga que o meu animal de poder é um leão. É que todo mundo bebe. Agora imagina, cara. Chega lá e é um koala. Quem é que vai falar assim? Esse é o animal de poder lá, que é um ornitorrinho. Imagina se é o animal de poder, uma pulga.
Mas os valores... Você pega a formiga, qual arquétipo? Trabalho, força de trabalho e união. Trabalho em grupo. Não, eu carrega não sei quantas vezes. Aranha, que é o terceiro da vida. Aranha é um aracnídeo. Então você tem culturas diferentes? Por exemplo...
Na cultura xamânica, a aranha é a tecedora, a teia da vida. Se você pegar no ocultismo, vai ter um outro significado. Se você pegar dentro da área espírita, vai ter outro significado. Porém, os xamãs têm mais ou menos uma semelhança no valor daquilo. Qualquer indígena de qualquer lugar vai te falar que a aranha é a tecedora. Então, são valores que você vê, povos que não se encontravam tinham valores próximos. Deixa eu te dar um exemplo.
Nos Estados Unidos, o animal que voa mais alto e mais perto do céu, a águia. A águia. No Peru, na área andina, é o condor, que vai ter um valor semelhante ao da águia. Eles são próximos. Então você fala, o condor por aqui e a águia lá voam mais perto do grande espírito. Agora, tupi-gorani, o colibri, o beija-flor. Você fala, como beija-flor? O beija-flor bate as asas tão rápido.
que parece que ele não sai do lugar. Então, alguém fala, é o primeiro ser que Tupan gerou, representa Tupan, né? Por quê? Vibra em tudo sem sair dele mesmo. Olha isso. O colibri, então, valores diferentes, mas todos ligados a aves, mas com natureza e topografia diferentes. Que show isso. Mas encontrando, tanto na águia, no condor ou no colibri, qual que é a ideia? O grande espírito.
Então vê que animais diferentes, populações indígenas diferentes, acham o mesmo valor. Mas com a essência... Exato, e não com a visão distorcida da mente que já pré-jogou aquele animal como melhor ou pior. Você está num ritual xamânico, você viu, por exemplo, um cachorro. Ok, está num contexto.
Porém, você tem uma saída do corpo aqui no Brooklyn ou uma clarividência e vê um cachorro. Aí alguém fala, esse é um animal de poder. Que nada, é o Rex do vizinho da rua de cima que morreu ontem. É o Caramelão. É o Caramelo desencarnado, não é animal de poder. Então, até nisso tem confusão e distorção. Você viu o Rex e achou que era animal de poder. Sensacional. Wagner, como que a gente pode entrar em contato com você? Cara, meu Instagram é e tem mais de mil vídeos no meu canal, gratuitos.
que é Wagner Bosch com W. Ou clica meu nome no Google, abre um monte de coisa, porque eu estou lá na Rádio Vibe Mundial há 27 anos, com o programa Viagem Espiritual, tem um programa na Astral TV, que é o Despertar da Consciência, tem podcast ali no Consciência Próspera, aí acabou, e voam muitos podcasts, sempre falado de sistemas, aí acaba que com o tempo, isso já vem de antes da pandemia, eu estou lá há 27 anos na Rádio, mas depois da pandemia deu,
uma expandida, aí clica meu nome no Google, abre muita coisa. E quem é de São Paulo, e quem não é de São Paulo também, passando por São Paulo, tem o IPTB. Toda sexta eu faço palestra gratuita sobre temas espirituais variados, são 200 pessoas. E chega cedo para pegar lugar. Eu faço essas palestras aqui, gratuitas, e eu faço muita palestra no Rio, aqui, Rio Grande do Sul.
com entrada a Frank e arrecadação de alimentos para comunidades carentes e também para vários abrigos que eu ajudo, que é uma coisa que eu gosto muito. Vocês são apaixonados por cachorro, eu também sou pelo meu. E eu procuro ajudar vários abrigos. E não é para ganhar paraíso, é transbordamento. Eu me sinto ótimo de fazer aquilo. Não estou esperando nada, simplesmente é o que o meu coração está pedindo. Mesmo assim, tem gente chata, por exemplo.
Eu vou dar uma palestra sobre animais. Aí fizeram um banner botando um cachorro, como podia ter sido um gato. Eu vou estar falando de animais domésticos, principalmente. Aí você recebe uma crítica assim, por que você vai falar só dos cachorros e não fala do boto cor-de-rosa na Amazônia?
cara, não dá porque eu não tenho um desse na minha casa eu não tenho um desse, não tenho a menor ideia agora sei como é que é um cachorro, um gato, um cavalo que é o mais comum mas é pessoas radicais é o hater gonna hate ele quer só reclamar às vezes uma pessoa motivada por uma causa nova se torna chatíssima
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. E incomoda todo mundo uma causa nobre distorcida por um sujeito chato. Que é o que quer só bagunçar o coreto, como dizia. Por exemplo, gente que trabalha pela ecologia, ótimo. Mas cada vez mais vai surgir ecoterrorismo.
Quem pratica é o eco-terrorista. Deixa eu te dar um exemplo. Salve as baleias. Ok. Tá. Não dá para salvar? Larga uma bomba no baleia. Ele mata os caçadores.
Isso é ecoterrorismo. Vocês vão ver isso aumentar com o tempo. Em nome de uma causa nobre, você se torna pior do que aquilo que você criticava. Salve os golfinhos, mas tire esse moleque de rua da minha frente. É isso que eu estou falando. Agora, tem gente muito boa. Eu estou falando do exagero. Pessoas podem pegar uma causa nobre e transformar em uma coisa horrível. E dentro da parte espiritual também tem. Uma pessoa falando de espiritualidade, fazendo mal com aquilo. E ninguém está sabendo.
Foi isso que acabou me trazendo essa distorção De achar que a espiritualidade estava na indústria da espiritualidade E acabou me levando por toda essa... Distorção, né? Continuei vivendo, gente, bora lá É isso que eu desconfio de pessoas na área espiritual Que não tenham bom humor Porque se você está bem, é natural que haja bom humor Isso aí é transbordamento
Segundo, desconfia de qualquer pessoa dentro da área espiritual que não valorizar a vida material. Porque se o todo está em tudo, também está na madeira, no cimento, não dá para imaginar. E os boletões aí para eles. E nós estamos aqui para aprender algo. Terceiro, desconfia de alguém que fala que a verdade está só ali.
Sim. Que só é ele que é verdade. É o que mais eu sei, mais eu sei que menos eu sei. Desconfie de qualquer um que empodera o teu ego. E, Wagner, também, né? Seguir mais aqui. É, vai aqui. Exatamente. No fundo, no fundo, todo mundo sabe. E vê se quem está te falando daquilo tem brilho nos olhos quando te fala e se ela é motivada por aquilo. Você vê claramente quando alguém ama o que faz.
É igual alguém que está apaixonado por alguém. Quando fala dessa pessoa, os olhos brilham. Brilha. Você imagina alguém chega e fala assim, eu te amo. Porra, você está de sacanagem. Se você ama, o olho está brilhando só de falar daquilo. Então tem gente que não ama uma pessoa, mas ama um ideal. E quando fala aqui, opa. Isso aí é a maior coisa do universo, é para melhorar a gente.
Então, não existe empoderamento na parte espiritual. Existe desempoderamento do teu ego. Tipo, você não é especial. Você precisa crescer. Precisa melhorar. Sua aura não é violeta. O fato de você estudar um tema elevado não significa que você já é elevado. Você está tentando melhorar.
Mas o que eu mais vejo é justamente assim, como tem várias informações hoje, é como ter discernimento para poder perceber a melhor informação. Eu digo a melhor, a mais congruente. É o que mais faz sentido para você. E por isso que eu reforço, siga aqui. Porque quando você segue aqui eu falo, julgue menos, pense menos e sinta mais. E se você ama uma jornada, seja honesto com ela.
Seja que linha for. Se amou um ideal, não importa se é ocidental, oriental, se é Buda ou Jesus. Seja honesto com aquilo, melhora com aquilo. Não precisa competir com outra religião. Se você está melhorando na tua, você transborda de tal jeito que não importa a do outro. E nem precisa também ficar impondo que a sua é melhor. Se você gosta de uma área, prova que você é bom naquilo sendo feliz. Porque sendo feliz você vai transbordar.
Por isso que a gente disse e repete aqui, o maior presente que você pode dar para o mundo, para as pessoas que você ama, é ser feliz, é manter a sua energia interna sempre elevada. Eu ia perguntar outro dia, como ser feliz em uma humanidade tão zoada? Não dá para eu ser feliz sabendo que tem um monte de gente sofrendo. Porém, dá para eu ser feliz?
percebendo que mesmo nesse meio caótico eu ainda faço algo legal. Isso, um médico não vai acabar com a dor do mundo dando um bom plantão, mas ele acaba com o vazio dele dando um bom plantão. Então, esse médico pode sair feliz do hospital. Ele não erradicou a doença, mas ele foi feliz dando o melhor no plantão. Ele é de uma pessoa, duas que sejam, mas ali... Dá o teu melhor, que é possível você ser feliz dentro, mesmo não podendo ser feliz.
Fora, mas pelo menos, eu estou cumprindo uma função, estou fazendo, e isso me deixa honrado. Sensacional. E aí fica aqui a reflexão. Qual consciência que o Wagner acabou de trazer aqui você gostaria de nutrir mais na sua vida? Não é? Sensacional, Wagner. Quanta gratidão. Grande Wagner. Já a hashtag volta, Wagner, para a gente já tem muito mais assunto, não é? Wagner, gratidão imensa. Vou falar com o Samuel para a gente vir à próxima. Sim.
Seja sempre bem-vindo. Obrigado a vocês me receberem aí tão bem. Também só podia. Chego aqui, bate aqui, peço. Encontro um cara que é fã do West. Igual eu, eu dava para dar errado. Sensacional, sensacional. Gratidão. Gratidão, um beijo no coração. Se inscreva no canal, deixa o joinha. E bora compartilhar esse vídeo. Até nosso próximo episódio. Até nosso próximo episódio.
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