Episódios de Programa 4 por 4 Oficial

TudoConsta - Lula armou uma bomba fiscal

07 de agosto de 20261h11min
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Olá, boa tarde a todos. Bem-vindos a mais uma live Tudo Consta, que é um oferecimento dos meus patronos, www.rodrigoconstantino.com. Vai lá, você pode se tornar um apoiador e contribuir com esse programa totalmente independente. Vamos lá, sem mais delongas, que temos muitos assuntos hoje. E eu quero começar, né, resgatando a minha tradição de falar sempre de guerra cultural antes. Mas esse meme aqui eu gostei, né? Esse meme aqui eu gostei porque ele retrata em boa parte a esquerda.

Não é exclusividade da esquerda, né, não querer enxergar a verdade, né? Meu amor, vou para casa do meu pai. Todos os dias na casa do seu pai, né? E o pai resolve ligar, né? Você sabe da minha filha? Ela não aparece nunca. Olha, eu ficaria esperto que eu acho que ela tem outro pai. Né, então eu achei legal esse meme para mostrar o seguinte, que é infelizmente uma característica comum da natureza humana: não querer enxergar a realidade quando ela é dura, né.

E isso nos remete automaticamente ao caso que tá sendo bastante comentado aqui nos Estados Unidos, não tanto no Brasil, né, as exceções aí de Gazeta do Povo Oeste para Doc, né? O resto tá em silêncio, que é o caso do Dr. Fauci. Não faz muito tempo assim a pandemia, mas a memória dos seres humanos costuma ser curta, né? A gente esquece com rapidez as coisas. E nós temos que usar esse caso dos diários do Dr. Fauci para lembrar do que aconteceu ali, porque houve uma espécie de hipnose coletiva por conta de medo, de pânico.

As pessoas aceitaram né, medidas totalmente draconianas, autoritárias, sem o devido respaldo da ciência. E em nome da ciência, muita coisa foi dita, muita baboseira, né, foi repetida, e ignorou-se ali o primeiro aspecto da natureza humana que a gente tem que lembrar sempre, sempre. Porque o Lord Acton dizia: o poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente. Aqueles que estão no poder, sejam os políticos, sejam os representantes do Poder Judiciário que nem eleitos foram, sejam os burocratas e tecnocratas, idem, né?

Eles acima de tudo são seres humanos com as mesmas fragilidades que todos. Ou seja, eles sucumbem muitas vezes à vaidade, à ambição. Isso foi esquecido no caso do Dr. Fauci. As pessoas acharam que estavam diante de uma espécie de Deus, né? E o que esses diários revelam, acima de tudo, é um homem extremamente vaidoso, para não dizer narcisista. Eu resgato aqui, né, o comentário, o resumo da inteligência artificial do Google, né?

O meu caso, né? O comentarista Rodrigo Constantino foi um crítico ferrenho dos lockdowns durante a pandemia, argumentando que essas medidas eram autoritárias, careciam de respaldo científico real e causavam danos econômicos e sociais maiores do que o próprio vírus. Ou seja, trade-off. As pessoas não queriam discutir na época os trade-offs, né? Faltou leitura, faltou conhecer Thomas Sowell e tantas coisas, né? Falei dos danos econômicos.

Falei que os gestores estaduais e autoridades em geral, né, e também ministros do Supremo e tudo, estavam usando a pandemia para fins políticos, de controle social, a pretexto de seguir a ciência. Fora a questão de roubalheira, claro, né, consórcio do Nordeste, a turma do PT e tudo mais. E disse que os protestos que começaram a eclodir eram legítimos, eram manifestações populares contra essas restrições. Né, porque os trabalhadores estavam vendo essas medidas como excessivas.

E de novo, né, ainda mais num país pobre como o Brasil, o Jair Bolsonaro tava coberto de razão quando ele falava: as pessoas precisam trabalhar, o lado econômico é fundamental na equação. E a turma da Globo, os artistas e companhia diziam: economia a gente vê depois, fiquem em casa. Com total falta de empatia em relação àqueles que precisam sair para trabalhar de tarde para ter o que comer de noite.

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Né? Então, se a gente não aprender as coisas importantes com esse caso do Fauci, ferrou. E a gente tá vendo, o deputado Nicolas gravou um vídeo didático, importante, a gente tá vendo a reação da imprensa, né? Folha de São Paulo, BBC News, todos eles, o consórcio, né, que é cúmplice do Dr. Fauci, de certa forma, da OMS, do revolucionário marxista Tedros Adhanom. Esse pessoal dizendo que Nicolas volta a disseminar fake news e blá blá blá.

Quer dizer, eles não vão ter humildade de reconhecer os seus erros, como por exemplo teve um jornalista esportivo aqui nos Estados Unidos que pediu desculpas, né, por sua postura nessa época. Recomendo a todos essa coluna aqui do meu amigo Ricardo Gomes, vice-prefeito de Porto Alegre, na Gazeta do Povo: Falte o tirano covarde. É duro, mas necessário usar essa linguagem, né, com base nas certezas da ciência, que é cientificismo, como diria Hayek.

Outra leitura fundamental para você não cair nessas picaretagens, né, do aquecimento global, da das medidas propostas durante a pandemia, né? Com base nessas certezas da ciência que faltam, governos atropelaram direitos constitucionais, estabeleceram medidas de exceção, impuseram restrições ilegais, calaram quem divergiu, inclusive cientistas, inclusive médicos, inclusive jornalistas que têm obrigação de questionar. Ele continua: além de os cientistas discutirem os aspectos médicos e biológicos, É fundamental que os cidadãos possam discutir os efeitos políticos e constitucionais da pandemia.

Ou seja, não é essa história, é um problema pandêmico, então para o raio que o parta com a Constituição e os direitos básicos. Impediram as pessoas de rezar durante a pandemia, né? E são medidas protegidas ali pelas Constituições. Então foi muito assustador o que vimos. Eu tenho orgulho de ter defendido o lado certo nessa história, né? Mas eu não sou tão otimista, né? Porque aprendemos com a história que poucos aprendem com a história.

Infelizmente, eu olho para tudo isso e falo: tá, vamos só esperar a próxima crise global, né? Talvez uma invasão alienígena, talvez a camada de ozônio— ah não, essa já foi. Talvez chuva ácida— essa já foi também. Aquecimento global ou esfriamento global, quem sabe? Né, pode, podem voltar ao esfriamento global lá da década de 70, né. Então já já vão vir com alguma coisa dessas, e por conta do medo, do pânico incutido nas pessoas, muita gente vai estar disposta a delegar o controle total de suas vidas aos especialistas que sabem apenas uma pequena parcela do que realmente se passa.

Tá tendo pelo menos uma reação, né? Apesar do que o Joe Biden, ou aquele AutoPen, que era a caneta que assinava pelo Joe Biden no final da sua gestão, né, garantiu um perdão preventivo ao Dr. Fauci. Só isso a gente já pensa, né? Meu Deus, o que aconteceu de fato, né, para fazerem algo assim? Mas o comitê do Senado nos Estados Unidos aprovou um pedido de desacato contra o Anthony Fauci. Ele poderia teoricamente pegar uma prisão aí de 1 ano, né, com isso.

?Voz F

É pouco.

?Voz B

Ele tem que ser denunciado nos tribunais de Haia contra, enfim, crimes contra a humanidade, né, que esse sujeito cometeu. Mas pelo menos tá tendo uma reação, ainda que política, né, para mostrar que o herói era um vilão disfarçado. Tem que ir atrás do Tedros Adhanom, do Bill Gates, de muitos outros ainda. E de jornalistas nem se fala. Mudando um pouquinho de assunto, né, indo para classe artística aí, né, e aquela postura esquerdista que na pandemia nós também vimos, né, muita hipocrisia.

O Bruno Gagliasso voltou aí aos noticiários, né, pelo menos as redes sociais, né, porque ele é alguém que vinha defendendo o fim da escala 6 por 1, na verdade a obrigatoriedade de o trabalhador trabalhar de forma limitada, porque a linguagem a gente vive perdendo na guerra cultural, né? Não é o fim da escala 6 por 1, é impedir que o trabalhador trabalhe mais se ele quiser. Esse é o termo certo. E ele foi pego então postando videozinho, né, e tudo mais, indignado porque o McDonald's Fechou 10 minutos mais cedo.

Ou seja, vamos botar a turma do McDonald's para trabalhar mais porque eu quero meu lanchinho na hora, mas depois eu vou lá e banco, né, o preocupado com os trabalhadores e tudo mais. Ele já veio pedir. Desculpas, né, mais ou menos. Diz que foi impulsivo e imaturo nessa queixa, né. Todo mundo tem direito de se arrepender, mas o problema é que o Bruno Gagliasso e tantos outros artistas são recorrentes nesse tipo de hipocrisia, né.

Falta uma autocrítica, falta realmente olhar para aquilo que eles praticam, para aquilo que eles fazem, e tentar casar a sua visão de mundo, a sua ideologia, a isso, que é justamente a definição de coerência. A hipocrisia, por sua vez, é aquilo que La Rochefoucauld disse, que é a homenagem que o vício presta à virtude. Ou seja, o sujeito sabe que tá defendendo algo errado, né, mas ele quer aparecer sinalizar falsas virtudes. É, ainda nessa linha de artistas também, né, o Wagner Moura deu uma entrevista lá para o Pedro Bial, né.

Eu gostei do Rafael Fontana resgatando uma cena do Chaves, né, em que tá lá Dona Florinda, o Professor Girafales e o Kiko discutindo sobre fome, inclusive mencionando o Chaves, tadinho, né, pobre, não tem muito o que de comer, e eles com um banquete na frente, comendo, comendo e falando, falando, e o Chaves atrás desesperado para pegar pelo menos um cookie e não consegue, sai cabisbaixo da casa, né? Então foi uma boa analogia do Rafael Fontana, né?

Porque parecia ali o Pedro Bial e o Wagner Moura discutindo como melhorar a humanidade, né, na Grécia, com visual maravilhoso e tudo, e defendendo de certa forma bandeiras que prejudicam os mais pobres. O Wagner Moura tá incomodado, né, com, enfim, a reação que muita gente tem às suas bandeiras lulistas, né, ao seu apoio direto a socialistas. E ele quer debater com a direita. Eu não sei o que que ele chama de direita, imagino que seja MBL ou PSDB, né, sei lá.

Mas se ele realmente quiser discutir com alguém de direita, eu Tô disponível, tá, Wagner? Pode dizer a hora e o lugar que você quiser, que estarei lá, né? E de forma respeitosa, tá? Não vou para xingar não, vou para debater. Eu sei que é uma missão difícil, quase impossível, porque figuras que defendem as coisas que o Wagner Moura defende raramente querem de fato debater. Eles querem monopolizar as virtudes, né? Isso dá para ver por uma própria fala na entrevista do Wagner Moura, né, que disse, ah, reclamam que eu fiquei rico, tive sucesso e não posso mais ser de esquerda.

Então, para ser de esquerda, eu tinha que ser o garoto pobre de antes? Não, não. Eu quero apenas que todos tenham as minhas oportunidades ou tenham o meu resultado, talvez. É aquela baboseira, né? Não, eu não sou contra ter iPhone, eu quero que todo mundo tenha iPhone. Todo mundo do Maranhão tenha lá o seu iPhone, e do Piauí, né? E como exatamente, né? Então o debate adulto, o debate sério, não é sobre finalidades, né? Não é sobre os resultados desejados.

Eu quero que todo mundo não precise mais trabalhar e possa ficar a vida inteira curtindo um iate em Ibiza. Olha que coisa linda, né? Mas não funciona assim. Então o debate adulto é: tá, quais meios você defende? E aí vamos discutir se eles são eficazes, se eles levam ao fim que você propaga, E por aí vai. Então, esse tipo de debate eu topo ter com qualquer um, com qualquer um, né? Porque eu tenho a minha bagagem, meus anos todos de leitura, conheço alguma coisa de economia, de história, e tô pronto, me considero pronto para debater isso com qualquer um.

Então, eu tentaria mostrar para o Wagner Moura, e claro, não seria eu e ele num quarto, senão acho que talvez seria perda de tempo, mas seria em público, né? Aí eu mostraria justamente que Um lado tem argumentos sólidos, né, e o outro lado tem tentativa de monopólio das virtudes. Ou seja, você é feio e bobo porque você é extrema-direita, fascista e tudo mais. E por falar em fascista, né, o Wagner Moura pelo menos criticou o identitarismo, chamou de fascismo de esquerda.

Ou seja, há progresso aqui, né, há esperança. De novo, é verdade, temos aqui alguma hipocrisia, talvez, né, porque ele fez, dirigiu, né, aquele, aquela série, o filme, né, do, do, aquele terrorista, terrorista brasileiro lá, o Marighella, né. E o personagem escolhido ali foi o Seu Jorge Negão, né. O Marighella era um mulato, enfim. Mas eu acho que são velas que precisam ser acendidas às vezes, né, no meio artístico, para se manter vivo.

Sobre imigração, nós estamos vendo essa crise aí na Espanha, por exemplo, com os marroquinos invadindo ali o país celta, né? E de novo, aqui há muita tentativa de monopólio das virtudes. Até o falecido Papa Francisco, né, ele dizia, né, que os muros e não sei o quê são terríveis, e o Vaticano Tem muro, né? É cercado, não entra qualquer um. Então, de novo, sinalização de virtudes, né? E esse texto aqui da Lígia Maria na Folha tá muito bom, né?

Empatia seletiva leva à radicalização. Parte da esquerda global evita enfrentar o extremismo islâmico em nome de uma luta contra o imperialismo ocidental, blá blá blá, né? Compreender as emoções do outro não deve implicar aprovação de suas ações e ocultação de suas motivações. Veja, tem um livro do Gahad novo, né? Eu inclusive tô terminando o anterior dele, o Mentes Parasíticas. Eu tô lendo muito devagar por causa da minha catarata, que felizmente eu no final do mês vou operar, e tá muito ruim para ler, né, livro.

E o livro novo dele fala justamente da empatia suicida. Do Ocidente. Se nós fecharmos os olhos para os resultados que estão acontecendo e por que que eles estão acontecendo, e ficarmos com a sinalização de virtude, né, encantados com a nossa própria voz defendendo ideias bonitinhas, cantando Imagine do John Lennon, nós vamos destruir o Ocidente. Isso tá muito claro, e cada vez mais gente tem se dado conta disso. Então Elon Musk tá certo.

Aí a jornalista lá da The Economist tenta lacrar para cima do Elon Musk. Você sabia que você é odiado por muita gente? Ele falou, não mais do que vocês da imprensa. Então essa turma devia tentar abrir os olhos, enxergar realmente o que está acontecendo em volta e compreender, compreender o fenômeno do nacional-populismo. Por que teve o Brexit? Por que o Trump foi eleito? Por que tem a ultradireita na Hungria? Na França e por aí vai.

Por isso, porque os globalistas estão fechando os olhos para problemas que as suas ideias estão causando, principalmente em relação à vida dos mais pobres, mas não apenas eles. Ainda na questão de guerra cultural, eu falei do Papa e tudo, né? Não entendo porque que a igreja realmente não excomunga o Júlio Lancelotti, né, que já foi pego em situações aí muito inadequadas, para dizer o mínimo, né, para um padre. Mas o assessor dele é réu por falsidade ideológica, comanda um instituto que recebeu R$500 mil.

Quer dizer, tem a questão lá da Cracolândia em São Paulo. Até onde vão permitir que alguém assim fale o nome da minha igreja, né? É muito triste para um católico ver esse tipo de coisa. Olha aqui, gente, pessoas mais inteligentes tendem a ser mais pró-mercado. Um estudo publicado na revista Intelligence investigou a relação entre habilidade cognitiva e opiniões econômicas. Foi publicado pelo Instituto Millennium, que eu fui um dos fundadores com Paulo Guedes, né?

Éramos 12 fundadores à época. Inteligência e visão econômica. O Brian Kaplan que eu gosto muito, tem um livro muito interessante chamado O Mito do Eleitor Racional, e basta ver as eleições para descartar a hipótese que são todos eleitores racionais, né, ali pensando e votando realmente nas melhores ideias e projetos. Junto com o Steven Miller, né, professor de economia, eles compararam a habilidade cognitiva e opiniões sobre mercados, né, e intervenção social.

E concluíram isso: quanto mais inteligente a pessoa, mais ela defende a economia livre, né, menos apoio a controle de preços. Até porque tem uma história, tem um livro bom, né, uma história de 4.000 anos de controle de preços que tiveram resultados terríveis. 4 séculos? Não, 4.000 anos, 4 milênios mesmo. Né, de modelos equivocados de controle de preço, menos protecionismo, menos defesa de estatais e menos apoio a empregos artificiais, né.

Vamos proteger a economia, o setor, com barreiras e tudo. Até hoje a gente estaria com lampião em vez de luz elétrica, porque os produtores de lampião ficariam sem emprego com o advento da luz elétrica, e por aí vai, né. Então Você conhecendo mais economia, você pensando mais, você tende a ser um liberal em economia. Por quê? Porque, como dizia Bastiat, grande economista liberal do século 19 da França, existe aquilo que se vê e aquilo que não se vê.

Aquilo que se vê é o resultado imediato, que a esquerda explora muito com populismo. Aquilo que não se vê é a segunda derivada, é a consequência ao longo do tempo, né? E isso exige o quê? Uma cadeia lógica de pensamento. Exige enxergar além do efeito imediato, né? Então é menos intuitivo, e pessoas que conseguem ter uma cadeia lógica mais longa conseguem jogar xadrez, né? Elas entendem que essas medidas populistas de curto prazo, de proteção de emprego, de conquistas trabalhistas, de empresas estatais que vão proteger o consumidor sem pensar no lucro, e blá blá blá, que elas levam a resultados terríveis, né?

Porque parte-se de uma premissa mais realista sobre a natureza humana, leva-se em conta o mecanismo de incentivos, não fica-se idolatrando políticos, e por aí vai. Então, mais inteligência, mais liberal na economia, né? Isso tá provado. Bom, aproveitar aqui para fazer um descanso de mudança de pauta, né, da guerra cultural para Lula. Antes, o meu livro novo, Não Tema a Tempestade, já está à venda nas principais livrarias. Uma história de fé, resiliência e esperança, né?

Meu enfrentamento do câncer agressivo. E a palavra-chave que eu chamo atenção aqui é resiliência, porque, meus amigos, nós vamos precisar de muita resiliência para encarar os próximos anos, mesmo se o Lula perder. Tomara, né? Porque é o título que eu dei para live hoje: a bomba fiscal armada pelo Lula é tão grande e vai explodir que mesmo se vencer o Flávio Bolsonaro ou Zema, eles vão ter um trabalho enorme de colocar o país de volta aos trilhos.

E é inevitável. A bebedeira, a bonança artificial, ela precisa passar por uma ressaca para o organismo se limpar. Então não alimentem falsas ilusões. Aqui na minha live a gente toca real sempre. Eu vou mostrar alguns dados para vocês de por que que a coisa está degringolando muito rapidamente. E vai estourar. E se o Lula for reeleito, isola, mas hoje ele é o favorito. Se o Lula for reeleito, aí, meus amigos, essa bomba vai explodir, vai explodir feio, vai explodir feio.

Talvez não já em 2027, porque como analisou o meu amigo Paulo Ghedini do mercado financeiro, né, o Lula vai enganar, que é o que ele faz a vida inteira, né. Ele vai enganar os agentes do mercado de novo com papo de que ele vai fazer algum ajuste fiscal, e vai ter gente querendo acreditar até a ficha realmente cair e todo mundo entender que ele não vai consertar nada das lambanças que ele mesmo criou e que o Brasil vai bater no muro.

Se for o Lula o presidente novamente. Antes de entrar nesse assunto mais da economia e tudo, né, operação da Polícia Federal que mira vice-líder de Lula, acha dinheiro vivo escondido até em livros fakes. Bom, quando eu vi essa notícia, né, a gente pensa automaticamente também, né, o cara deu bandeira, o cara é um petista e tem livro na estante, qualquer policial federal vai ver e falar, isso é fake. Petista não lê, é ou não é?

Afinal de contas, saímos disso, Dom Pedro II, que traduziu Odisseia e era uma referência intelectual no mundo inteiro, um iluminista. Saímos disso para Lula e ainda temos que aturar os jornalistas ridicularizando a monarquia, né? Antes de ir para pauta, então, do Lula e a destruição do Brasil que vem sendo promovida por ele, né? Só para fechar a questão de guerra cultural, porque tem a ver, eu chamo há muito tempo o socialismo de ideologia da inveja.

Quando eu vi essa imagem que viralizou, esse videozinho, eu pensei direto nisso. Não é exclusividade da esquerda ser invejoso. De novo, a inveja é da natureza humana. As pessoas têm que aprender a dominar a inveja. É uma paixão mesquinha, como diria Adam Smith, grande liberal, pai da economia, né? Inveja tá para todos. Agora, quando o sujeito deixa a inveja dominá-lo, ele já tá com um pé, se não os dois, no esquerdismo. E quando eu vi esse cara, com a cara que ele fez e tudo, Eu falei, esse sujeito, eu não sei em quem ele vota, mas eu arrisco e aposto grana que ele vota no PT.

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Sujeito vai lá com carrinho dele, vê um Tesla bonitinho, novinho, vai lá e risca o carro, né? Que coisa! Você vê que o Brasil, os problemas do Brasil, né, vão muito além de discutir eleição, digamos assim. Mas vamos falar, vamos falar de eleição e vamos falar do risco enorme que o Brasil corre se o Lula for reeleito. A gente lembra aqui do Armínio Fraga, né, que fez o L, declarou o voto no Lula, logo depois já tinha dito estou com medo quando começou a ver o Lula entre aspas governar, né, não indicou ele mesmo para Ministério da Economia e sim o Fernando Haddad, né.

A Gávea, a gestora do Armínio, fechou os fundos de multimercados e transferiu os recursos para o Bradesco Asset. Não é nada, não é nada. O Armínio Fraga tá, eu não vou dizer que tá enfrentando dificuldades, É um sujeito muito bem-sucedido, muito rico, né? Mas isso sinaliza que até ele tá tendo dificuldade, né, de gerir recursos para clientes e resolveu ficar só com os recursos proprietários na Gavi e fechou os fundos de multimercados.

E por quê, né? A gente vai voltar ao Armínio, porque o Brasil é crise atrás de crise. Exportações para os Estados Unidos, nosso maior parceiro comercial ali junto com a China, né, e responsável por 1/4 do PIB do mundo, caiu 12% a exportação nos 7 primeiros meses do ano. Ah, Rodrigo, mas foi o Trump que meteu tarifa. É, mas ele meteu tarifa em vários países, mas no caso, por exemplo, da Seção 301, ele já deixou claro que tem muito a ver com questões do Lula, do STF e do Lula.

Aí o Lula, reagindo a isso, acha que tá num eterno palanque e fica provocando, cutucando. Ele declarou guerra praticamente ao Trump, só não declarou guerra oficial porque o seu próprio ministro da Segurança Não, não é o ministro da Segurança, é o ministro das Forças Armadas. O Múcio disse que— ministro da Defesa, desculpa— disse que é mais fácil abrir os portões, que não tem condição de encarar os Estados Unidos. Todo mundo sabe, né?

Aliás, uma piada com aquele toque de verdade, né? Já que o Lula tá rifando o Brasil e o Brasil tá virando uma província chinesa, seria talvez a solução para o Brasil declarar guerra aos Estados Unidos e logo depois levantar a bandeira branca e virar colônia americana em vez de colônia chinesa, como estamos virando, né? Seria melhor para o país. Mas brincadeiras à parte, né, nós estamos colhendo as desgraças plantadas pelo Lula.

E isso é apenas um exemplo no âmbito da economia mundial, das contas externas. O historiador escocês, historiador de economia, Niall Ferguson, autor de vários livros excelentes, eu já li alguns, né? Ele vê no Brasil o mesmo roteiro das crises históricas da América Latina. Isso não é brincadeira, gente. Nós estamos falando aqui da crise da Argentina quando quebrou, da crise da Venezuela, do próprio Brasil lá atrás, né? Acho que o país vai se encontrar em uma boa e velha crise de dívida Latino-Americana.

Segundo o historiador, quando os juros reais superam o crescimento da economia, a crise pode chegar muito rápido. Neil Ferguson chamou atenção para a velocidade do problema. É impressionante a rapidez com que a dívida pública subiu, particularmente desde que o presidente Lula voltou ao poder. A nossa dívida tá chegando a 100% do PIB. É um patamar insustentável e sem precedentes e sem nada parecido no mundo emergente. Olha aí, a economista do UBS na mesma linha: regras fiscais ruíram E Brasil caminha para crise em 2027 sem reformas.

As regras fiscais estão completamente desacreditadas. Mais importante do que mudar o arcabouço é trazer políticas que façam o arcabouço ser factível, ser cumprido sem precisar nenhum tipo de exceção. Gente, tudo que o Lula fez é exceção, são pedaladas fiscais. Na linha do que fez a Dilma. De mais de R$200 bilhões que ele gastou esse ano a mais, ano de eleição, 90% tá fora do orçamento. A gente tá vivendo uma situação totalmente insustentável.

Não tem como a gente conseguir continuar crescendo em torno de 2% e manter a inflação controlada com juro real de 8% para todos os prazos. O governo brasileiro tá emitindo título de IPCA +8%, 8,5% ao ano. Não fecha a conta. R$10 trilhões de dívida gastando R$1 trilhão, R$1,5 trilhão por ano de juros. E não adianta chamar o Ciro Gomes e achar que a solução para isso é calote. Não adianta chamar alguns que se dizem de direita e elogiam Getúlio Vargas e achar que a culpa é do Banco Central.

A culpa é do Lula, do governo perdulário, da ausência de reformas. Para estabilizar a relação dívida-PIB e evitar a crise, o Brasil precisaria cortar o equivalente a 4% do PIB em gastos. Politicamente é muito difícil. Em um ano, esquece, impossível. Mas se não sinalizar nessa direção, a coisa vai explodir e vai explodir feio, feio. Já estamos vendo, né, a diáspora dos brasileiros que mais geram riqueza. Muita gente indo embora, milionários indo para Portugal, Uruguai, Paraguai, Espanha, aqui Estados Unidos. 1.200 brasileiros com patrimônio superior a 1 milhão de dólares deixaram o país e levaram juntos mais de 8 bilhões de dólares em patrimônio, fora fluxo, investimentos, criação de riqueza, ideias, aquilo que gera emprego.

Eu sei que eu tenho vários amigos aqui na Flórida que fazem parte desse grupo, gente milionária que tá empreendendo aqui, tá gerando emprego nos Estados Unidos. Fuga de capitais. O que essa gente toda procura? Segurança pública, estabilidade jurídica, previsibilidade econômica, ambiente favorável para investir e qualidade de vida. Nada disso nós temos mais no Brasil. E nem mesmo para elite paulista, que o sujeito pode ganhar dinheiro, pode ter uma empresa boa, morar bem, mas ele anda de carro blindado, o entorno tá horrível, não pode atender um telefone celular na Paulista, não tem nenhuma visibilidade para onde vai o país, nenhuma segurança jurídica para os seus negócios.

Porque como dizia Pedro Malan, no Brasil até o passado é imprevisível. Então alguém acha que PT com mais 4 anos vai fazer alguma coisa que na margem melhore um pouquinho isso? Claro que não, vai piorar tudo. Todos os pontos vão piorar se o Lula for reeleito. E aí sai de baixo. Você imagina a quantidade de gente boa que tem condições, que vai picar a mula, que vai embora do país. Magazine Luiza, da empresária petista Luiza Trajano, teve um prejuízo de R$72 milhões no segundo trimestre do ano, sendo que o prejuízo operacional foi de R$200 milhões, se eu não me engano.

Ou seja, para vender a geladeira ela tá tendo um enorme prejuízo. A empresa vai quebrar, já perdeu 98% de valor de mercado. Faz o L, defende os programas populistas, assistencialistas do PT e colhe o resultado. A empresa chegou a valer R$200 bilhões, vale R$3 bilhões. E a trajetória não é das melhores. Agora, não é o Estado só que tá se endividando como se não houvesse amanhã, e não são só as empresas que estão enfrentando várias dificuldades, são os indivíduos, os cidadãos, as famílias.

Endividamento bate recorde, atinge 82% das famílias, gente. Eu vou dar um número ainda mais assustador do que esse. Esse já é bem assustador. Mais de 15% dessas famílias consomem mais de 40% da renda para tentar rolar suas dívidas. O maior item de endividamento aqui é cartão de crédito. Você pegar um cartão de crédito e pagar a dívida do outro cartão de crédito e fazer isso com o que der de cartão de crédito que ainda aceita você como cliente é agiotagem.

Agora, não vamos colocar a culpa na Visa e no Mastercard. A culpa é do indivíduo, mas ele tá procurando um agiota. Muitas vezes é fruto de desespero por causa da situação econômica em que se encontra o país. Imagina mais 4 anos de PT. Essa vai ser a realidade de cada vez mais gente. Aliás, isso não é por acaso, isso é um projeto de poder do PT. O PT quer que esse número chegue a 100%, todo mundo endividado, todo mundo dependendo de alguma forma de migalhas estatais.

É o caminho do socialismo, é o caminho da Venezuela. Olha o endividamento público, a tendência de relação de dívida-PIB. O Brasil é o pior cenário, pior cenário. Não tem nada parecido acontecendo no mundo emergente. Não é uma questão global, é uma crise feita em casa. O Lula prometeu chuva de picanha. Teve muita gente que caiu, né, no Nordeste principalmente. Agora a classe C tá usando crédito para comprar comida. Ou seja, expectativa: chuva de picanha.

Realidade: pizza parcelada. Isso é uma loucura, isso é uma desgraça, é um caos. E não foi por falta de aviso, né? Aí o governo vai lá e avalia gastar mais R$750 milhões para evitar a paralisação do programa de reforma de casas à véspera da eleição. Ou seja, toma dinheiro, toma populismo, toma tentativa de compra de votos, porque é disso que se trata, é compra de votos. Isso tudo para não falar da questão de corrupção e tudo mais.

Vou entrar lá, mas antes, meus amigos, se esse quadro econômico te assusta e se você não sabe qual vai ser o resultado da eleição, ninguém sabe, mas o Lula parece ser o favorito ainda, pelo menos começa a agir dentro das possibilidades para se proteger. Né, eu recomendo o meu parceiro da Boss Capital, FAESP USA, sua consultoria de câmbio. O Adilson Góes tem 30 anos de experiência nesse mercado de câmbio, trabalhando com empresas enormes, com indivíduos, pessoa jurídica, pessoa física.

Tem aqui os dados para falar direto com o Góes e ele te ajudar. Não é muita burocracia, mas tem que preparar os documentos para ter a mão no gatilho e começar a poder fazer remessa e proteger o seu dinheiro. Porque eu não acho que isso tudo que eu tô mostrando e uma reeleição eventual do Lula está precificado no mercado, de jeito nenhum, não tá precificado. Então tem que estar precavido. Agora vamos falar um pouquinho do Lula questão da corrupção também, né.

Viralizou aí o corte que o Jeffrey Chiquini fez da ida dele ao Iron Talks do Felipe Cestaro, né, que ele saiu, fez o show. O Chiquini é muito performático, tá, não é o meu perfil, mas cada um com o seu jeito, né, não é o meu perfil. E ele também é, segundo outras testemunhas, que não só o Felipe Cestaro, né, que estavam presentes, ele meio que preparou a armadilha, fez a cama de gato, querendo ali filmar na hora que ele ia falar já aquilo, cobrando de se estar um posicionamento em relação ao Lula, para ele repetir: Lula é corrupto.

O que poderia gerar problemas para o seu programa. Ele vive disso, a mulher trabalha lá, o filho de 13 anos. Ele me ligou, né, porque ele viu uma postagem minha, ele me ligou para prestar esclarecimentos e tudo. E eu falei para ele o que eu vou repetir aqui. Eu falei, eu não vou dizer que você é um petista infiltrado e tudo mais. Muita gente, os nervos estão muito à flor da pele. Basta você pensar que teve gente bolsonarista que falou que eu sou petista, eu sou esquerdista, eu sou infiltrado, eu sou traidor e blá blá blá.

Isso é ridículo para quem acompanha de fato meus programas, minhas participações em outros programas, meus textos. Isso é ridículo. Então eu não acho que o Sextário seja um petista infiltrado, nada disso. Acho que ele quer bancar o independente, o isento, né? Isso leva ele às vezes a querer criar falsas equivalências ou a ser mais rigoroso em cobranças com o lado do Flávio do que com o lado do Lula, né? Porque o Lula é poder e porque todo mundo já sabe que o Lula é corrupto.

E o, e o cistaro quer bancar o independente, falando, ah, eu, eu não aceito nenhum malfeito, nenhum desvio. Então ele tem mais é que ser cobrado sobre isso. Agora, foi o que eu falei para ele, ele falou, ah, Rodrigo, tem a questão aqui do meu trabalho, né, da questão da lei eleitoral. Eu falei, por que que não foi essa sua resposta? Pronto. Então ele errou na resposta, errou feio. Se eu tô num programa que tem restrições da lei eleitoral, que nem a Jovem Pan lá na época, não podia chamar o Lula de ladrão, não podia chamar nem de descondenado.

Tudo bem, agora eu não dei a resposta que ele deu, nunca. Não, eu, já que não foi condenado, eu não posso dizer que é corrupto. Não, eu posso dizer, tem o sítio de Atibaia, continua lá, o triplex Eden, o Mensalão existiu, Petrolão existiu, são provas sobradas, são condenações em 3 instâncias por 9 juízes desembargadores, e depois um malabarismo lá do Fachin e companhia zerou a pedra. Não inocentou o Lula, não inocentou, descondenou o Lula.

Então o cara é corrupto e todo mundo sabe que ele é corrupto, mas tá com medo de falar com todas as palavras por conta de lei eleitoral e escambau? Fala isso, fala: advogado Chiquini, eu não posso responder da forma que você gostaria a sua pergunta, Porque você sabe tão bem quanto eu que tem uma lei eleitoral, e uma vez que anularam o processo dele, se eu afirmar aquilo que muita gente pensa e sabe, eu posso ter complicações na minha empresa.

Pronto, não precisava reagir da forma que ele reagiu, porque ele caiu na caixa de banana e errou feio.

?Voz F

O Lula é corrupto?

?Voz B

Não, não posso dizer isso, isso é crime. Não há nenhuma condenação contra ele hoje. Já. Você pode cometer crime, eu não cometo crime. Você é o maior corrupto da história do Brasil. E se você, no governo Lula, todas as corrupções e maiores— Brasil hoje descobriu quem é esse estado e o desserviço que você faz. Esse que acaba de dizer, e o desserviço que você faz. Estou me retirando porque temos um militante do Lula aqui. Ó, ó, é Lula, é Lula, Lula, você é Lula.

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?Voz C

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?Voz B

O Chiquini pode ter sido injusto ou ter armado ali, feito armadilha para você estar, mas ele caiu. E eu afirmo sem nenhum problema que o Lula não é só corrupto, corrupto, entre aspas, né? Não é apenas corrupto, é o maior corrupto do Brasil, é o maior corrupto que o Brasil já teve, quiçá do mundo, né? Então não podemos deixar isso de lado. E tá aí, né? Empréstimo de amiga de Lulinha deixa Lula com gosto de traição. Essa manchete foi escrita pelo Lula ou pelo Sidônio?

Claro, é a Daniela Lima, né? Bom, primeiro lugar, não é empréstimo, ninguém acredita nisso. Segundo lugar, não é amiga de Lulinha, é cúmplice ou amante ou sei lá o quê. E terceiro lugar, Lula traído? Meu Deus do céu, Lula traído pelo próprio filho? Lula traído pelo Dirceu, seu braço direito? Lula traído pelo chefe de gabinete que filtrava as cartas que chegavam para ele, as ligações? Haja traição, né? Claro que não, né? Marcola é Lula, e quem diz é o Estadão tucano.

Cara, a crise do INSS, o desvio de bilhões de velhinhos no Brasil, chegou à casa de Lula por meio do seu filho e seu irmão, e ao Palácio do Planalto. Só que o Palácio do Planalto é grande, mas chegou na sala ao lado, chegou na sala do Lula. Marcola não é qualquer um. Não dá, não dá para vir com esse papinho, né? Lobista de careca do INSS mandou dinheiro para assessor de Lula e ninguém acredita que era um empréstimo para um sujeito que ganha mais de R$40 mil por mês e poderia tranquilamente pegar um empréstimo em qualquer banco, ainda mais um empréstimo consignado.

Eles estão fazendo de tudo Para abafar as investigações do caso do INSS, que para azar deles está na relatoria do terrivelmente evangélico André Mendonça, indicado pelo Bolsonaro para o STF, que é o único que tá realmente combatendo essa podridão toda. Eu outro dia no programa até tinha escutado mais cedo a música do Engenheiro Davaí e fiz associação: é o exército de um homem só. O Mendonça hoje tá lutando contra essa podridão, e o Lula tentando impedir as investigações do Lulinha.

E o PGR, de onde menos se espera, é que não vem nada mesmo, se manifestando contra a operação de PF que mira suposta relação do senador Everton Rocha com o esquema de fraude do INSS também. Aí, nesse contexto, o Flávio vai lá e escolhe Alfredo Gaspar como vice. Eu estava fazendo meus exercícios, acompanhando a coletiva. Quando ele disse o nome do Alfredo Gaspar, minha reação impulsiva foi: boa escolha, gostei. Depois eu fui pensar com mais calma e reforçou a minha opinião inicial.

Eu gostei, gostei. Já escrevi sobre isso apresentando meus argumentos. Entendo os argumentos contrários. Ah, vai dar munição para imprensa que vai requentar aquela história de estupro. Agora já tá a Folha dizendo erramos, não tá sendo investigado por isso. O Lindbergh querendo acordo, porque o Gaspar meteu processo nesses caras, e tem que meter. Já aceitou coleta de material genético, escambau. Aquilo ali foi uma denúncia leviana para levantar cortina de fumaça e desviar o foco após o relatório impecável de mais de 4 mil páginas do relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar, pedindo indiciamento de mais 200 envolvidos no escândalo, inclusive Lulinha.

E isso incomodou a turma do PT, e o Lindbergh Farias e a Soraya Tronic se serviram a esse papelão. E eu denunciei isso à época, de tentar desviar o foco criando uma denúncia e expondo, tentando destruir a vida, a família de alguém. Então a gente sabia que a imprensa ia puxar da cartola isso, mas faz parte. Agora, por que que eu gostei do Alfredo Gaspar? Bom, nordestino, Alagoas, um estado menor e tudo. Também entendo a crítica de que ele liderava as pesquisas para Senado e agora o campo fica mais livre para Arthur Lira e Renan Calheiros.

E por ser Renan Calheiros um deles, o Flávio tá apoiando o Arthur Lira, que boicotou a direita até hoje, não quis votar anistia, nada disso. Mas enfim, menos pior do que o Renan Calheiros ele é. E o estado pode ser menor, ele pode ter aberto mão ali de uma vaga importante no Senado e tudo, mas ele agrega, não é só questão do nordestino e tudo mais, que eu não acho que isso é importante fazer esse parênteses antes, essa ressalva.

Eu sou daqueles, e venho dizendo isso há muito tempo, que acham que a escolha do vice não tem esse peso todo. O Fernando Henrique Cardoso derrotou o Lula no primeiro turno com Marco Maciel de vice, um abajur fino. Elegante, um abajur. Ninguém acha que o Fernando Henrique Cardoso venceu o Lula por causa do Marco Maciel. Agora, é uma questão simbólica muitas vezes. Se ele escolhe a Daniela Marques, ele tá sinalizando que ele vai ter um governo reformista, liberal na economia, Paulo Guedes continuação.

E ela tava ali do lado abraçando o Rogério Marinho e era uma das cotadas. Vamos ver alguns trechos aqui de entrevista dela já já. Tá mandando muito bem. Se ele escolhe a Michele Bolsonaro, mulher, entrada no eleitorado evangélico. Se ele escolhe a Bia Kicis, mulher. Se ele escolhe o Rogério Marinho, Nordeste, articulação política. Qualquer nome desses que foram aventados ali, Priscila Costa, desconhecida, mas firme no combate ao aborto e mulher.

Se é o Luiz Felipe de Orleans e Bragança, seriedade, reforma política, qualquer nome era bom, qualquer nome desses era bom. O Alfredo Gaspar foi uma surpresa inesperada, mas uma grata surpresa. Por quê? Porque ele é o cara que mandou prender o Lulinha, tá fresco na memória, e corrupção não tinha que voltar a ser uma pauta importante da eleição por conta das relações do Flávio com o Vó Caro e tudo isso. Essa coisa tinha sumido do mapa, ido para baixo do tapete.

Não dá para disputar uma eleição com Lula e ignorar a questão ética, não dá. E o Alfredo Gaspar recoloca essa bandeira no cerne, no centro da discussão. Além disso, ele é linha dura, ele foi, promotou por 24 anos em Alagoas foi secretário de segurança. E olha só a entrevista do homem bravo.

?Voz F

Olha, Valões, nenhum policial sai de casa para matar. Policial que sai de casa para matar é policial criminoso. Mas nenhum policial tá autorizado pelo secretário a sair de casa para morrer. O policial tem que sair de casa, cumprir o seu dever e voltar para sua família com vida. Entre um milhão de bandidos e um único policial, eu quero que morra um milhão de bandidos. Eu quero meu policial voltando para casa com vida após cumprir a sua missão.

?Voz B

O que nós—

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?Voz C

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?Voz B

Música para os nossos ouvidos, isso. Valorizar a segurança pública, a força policial, parar com o mimimi, com a vitimização de bandido, com o Lula falando que traficante é vítima do usuário. O cara é ponta firme, combate corrupto, combate criminoso, não é de hoje.

?Voz G

Mas eu tenho um padrão, o meu padrão é a Constituição. Fui eleito pelo povo decente de Alagoas pelo trabalho que me dediquei ao longo da minha jornada de vida. Por isso não estou nesta tribuna manietado por ideologia política nem para fazer favor a quem quer que seja. Eu devo respeito aqui apenas à Constituição e à minha consciência. É a primeira vez em quase 25 anos que um partido político pede a suspensão de uma ação penal. Não é a suspensão de uma ação penal por corrupção, por tráfico de drogas, por crimes hediondos, e muito menos por homicídio.

Esse pedido foi baseado em uma única temática: Ramagem está sendo vítima ou não de uma perseguição política.

?Voz A

Muito bem.

?Voz B

Ou seja, defensor não é de hoje, do império da lei, combatendo a perseguição, o abuso, o arbítrio do sistema do Alexandre de Moraes. O cara é ponta firme. Então, do ponto de vista de simbolismo, a escolha dele agrega, agrega. E teve aquilo que eu analisei, depois eu vi que o Eduardo Bolsonaro também comentou, né? De que, de certa forma, vice também pode ser blindagem contra impeachment. O Jair Bolsonaro escolheu por duas vezes militares, Mourão e Braga Neto, pensando provavelmente nisso também, né?

Vão querer puxar o tapete do Flávio, fazer um impeachment e colocar o Alfredo Gaspar lá no comando? Vão pensar duas vezes, né? Então também tem esse fator. Eu gostei, gostei da indicação, tá? Acho que ela foi acertada. Quanto a Daniela Marques, né, vamos ver aqui dois trechos de entrevista recente dela para deixar claro o seguinte: se ela tiver preparando esse programa econômico do Flávio, e tudo leva a crer que ela pode ser a ministra, né, nós estamos em boas mãos. É como alguém já brincou, Paulo Guedes de saia.

?Voz J

Quando eu conheci o ex-ministro Paulo Guedes, que foi meu sócio, eu trabalhei com ele 10 anos, que é uma mente brilhante, né, um cara genial. Ele fez o plano econômico da presidente Bolsonaro e eu vi ali uma chance. Eu falei, agora que eu tenho que ir me doar para o coletivo. E os meus sócios falavam assim, você tá doida, Dani, Paulo vai consertar o Brasil, a gente vai ganhar dinheiro aqui. Mas eu falei, mas e o Brasil? E meu filho tem 4 anos, que país a gente quer deixar?

A gente quer ficar rico, andar de carro blindado, enquanto é um país que você não tá seguro para andar? Eu vou. Porque Deus me disse que eu tenho que te ajudar e eu tenho um chamado que eu preciso ir. E aí eu fui, e foi uma experiência muito gratificante de país, né, e de pessoal principalmente, profissional muito, você aprende muito, mas pessoal. Eu fui para Brasília em 2018, eu tinha 38, 37, 38 anos, com Pedro Henrique embaixo do meu braço, assim, atravessar uma pandemia, trabalhar, abrir mão da distância da minha família, morava toda no Rio de Janeiro, eu tinha uma gestora, morava de frente para praia, numa vida confortável.

Meu pai dizia para mim, o que tá te faltando? Eu falei, me falta viver e servir, eu tenho que ir. Ele, não, você tá ingrata. Eu falei, ao contrário, eu tô grata, por isso que eu preciso retribuir. Então assim, fui muito questionada na minha decisão. Como você vai pegar uma criança, vai sozinha para Brasília, você não conhece ninguém? Eu falei, vou porque Deus vai me ajudar e vai colocar pessoas certas na minha vida. E foi. E realmente vivi algo ali que conectou mais ainda, um, comigo mesmo e com a minha essência também, de ter esse senso de impacto que nunca mais saiu, né?

?Voz B

Eu também fui, trabalhei com o Paulo Guedes 6 anos, não foi uma década, mas foi 6 anos. É isso, uma mente brilhante, cara sério, foi o melhor ministro da economia que tivemos. E a Daniela segue essa inspiração, inclusive de espírito público, que eu sei que o Paulo Guedes foi para servir. Não precisava ficar aguentando Zeca Dirceu falando que ele é tchutchuca, sei lá o quê. Não precisava disso na vida dele, mas foi por espírito público, como acredito que a Daniela foi e iria no eventual governo Flávio, como acredito que o Zema foi para política pelo mesmo motivo.

Meu amigo Girão, porque eu sei também, Girão, eu sou amigo antes dele virar senador e sei que ele foi para política por isso. Tanto que ele tem uma reeleição muito tranquila para o Senado, se ele quiser, pelo Ceará. Mas ele não quer. Ele queria disputar o governo e agora aceitou o convite de ser vice na chapa do Zema, que tem pouca chance, mas por uma missão. Então são essas pessoas sérias que a gente quer na vida pública. Olha a Dani aqui falando um pouquinho de economia.

?Voz K

Nem mais como mensurar a inflação, né? Então não chegou o impacto dessa gastança tá no carrinho de supermercado e tá na dívida de todo mundo. Então assim, 83% das famílias não se endividaram porque quiseram, se endividaram para sobreviver por culpa do Lula, do governo PT, que nessa gastança arrastou todo mundo junto. Não tem outro culpado. Então o plano basicamente é, tem 3 eixos principais, muito simples de entender. Arrumar as contas e recuperar a credibilidade.

Você fala, opa, curva de juros já vai, alivia o balanço da União, alivia as empresas, alivia as famílias. Segundo eixo: produtividade e competitividade. O que que é isso? É o negócio do pão de queijo, é a manicure que eu falei, é um cara que vai fazer uma barraquinha de pastel, vai fazer a barraquinha de pastel, tem que ter um projeto para dizer aonde descarta o óleo, aí vai na prefeitura, aí vai na onde, não atrapalhar o empreendedor.

Então desburocratizar, desregulamentar, simplificar, e vai fazer um revogaço brutal. Por isso que é o tesouraço, tesouraço nos impostos, na burocracia. Bota o país para crescer. Agora, aquela agenda bonita dos liberais de 20— a gente tá 20 anos atrasado. Olha, vamos promover investimentos privados, investimento gera emprego, emprego gera renda. O brasileiro não alcança mais esse emprego. Mais da metade da população adulta sem ensino médio.

Se o Estado não for o motor de ascensão, por isso a gente tem falado muito de prosperidade, de agenda digital para oferecer capacitação, crédito. Eu gostaria de estar debatendo um programa de capitalismo popular igual a Margaret Thatcher fez na Inglaterra, para você comprar, construir patrimônio, né, e comprar sua primeira casa. Aqui a gente vai ter que fazer esse programa de capitalismo popular e levar futuro para o brasileiro.

Primeiro, para tirar ele da dívida, ajuda ele a se formalizar, facilita abrir o negócio, dá um fôlegozinho para ele correr 12 meses, cria um programa Minha Primeira Empresa, tira— vamos apostar no brasileiro. O brasileiro merece um futuro melhor. O Estado tem que apostar nele, não tem que atrapalhar a vida dele.

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?Voz C

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?Voz B

Ou seja, uma liberal pragmática, alguém que tá vendo a realidade do Brasil, como Paulo Guedes foi durante a pandemia. Não é um liberal de torre de marfim, digamos assim, né? Atenta à realidade brasileira e querendo mais Brasil e menos Brasília, mais liberdade, mais progresso, mais prosperidade, mais investimentos. Mais abertura comercial, privatizações, e o Estado tendo um papel ali de auxílio e tudo. Quer dizer, uma transição tá certinha na agenda, como está também— isso tem que ser dito porque a gente vê essa disputa eleitoral.

E aí, para defender o voto já no primeiro turno no Flávio, tem que demonizar o Zema. Agora a gente vê aí professor sei lá o quê, professor balão, um monte de gente inventando um monte de coisa, detonando o Zema. Até brega agora ele é xingado. E isso, isso acima de tudo é injusto. Zema foi um bom governador. Vamos supor que o Zema desista da corrida e fecha apoio ao Flávio, aí ele deixa de ser tudo de ruim que estão falando dele, entendeu?

Então vamos ser um pouco mais sério nas análises. Zema é um empresário bem-sucedido com 400 lojas, com patrimônio declarado no TSE agora de quase R$180 milhões. Ele não ganhou esse dinheiro na política, ele não vive de política. A gente deve se irritar é com R$25 milhões de patrimônio do Jax Wagner, com os milhões todos do Lula, não com R$34 milhões do meu amigo Girão, que vem de uma família de empresários bem-sucedidos. Então hoje o Zema foi entrevistado no Sem Rodeios da Gazeta, uma boa entrevista.

Tenho visto outras entrevistas dele, não resta a menor dúvida de que é um cara preparado, com espírito público. E muita gente fala, o próprio Nicolas tentou convencê-lo a sair pelo Senado, mas ele hoje foi perguntado sobre isso na entrevista e disse, eu sou um cara que mete a mão na massa, eu sou um cara para Pra Poder Executivo. Isso prova que ele não quer poder por poder ou vaidade. Ele podia ser um senador facilmente eleito em Minas Gerais.

Ele não quer, não é o perfil dele. Isso tem que ser aplaudido. Então, meu público é qualificado, meu público não fica em picuinha: tem que elogiar o Flávio e detonar o Zema.

?Voz D

Não.

?Voz B

E no segundo turno já deixou claro que vai estar junto com qualquer um contra o Lula. Ele brincou de novo, aqui tem um copo, se for esse copo contra o Lula, eu apoio o copo. Já disse. Então, em vez da turma que fica tentando implodir pontes, vocês sabem de quem eu tô falando, vamos tentar construí-las, vamos tentar enxergar o capital político decente que ainda existe no Brasil. E o Girão sem dúvida é um desses nomes, o Zema também, vários do PL bolsonarista, vários do Partido Novo, né?

Então hoje ele foi lá, ele e o Girão, né? Primeira entrevista que eles concedem em conjunto foi para Gazeta. Primeira entrevista que o Girão concedeu quando foi escolhido e fechou também seu vice na chapa foi para Gazeta do Povo, um jornal sério também, conclamo todos a assinar a Gazeta. Ele tá defendendo a agenda liberal que o Brasil precisa. Por isso que eu já brinquei, o Zema é o presidente que o Brasil precisa, mas não merece, né?

Promete privatizar a Petrobras, fazer um choque fiscal. O Bolsonaro, no final do mandato, já tava querendo também privatizar a Petrobras. O Paulo Guedes já tinha convencido ele que esse é o caminho. Hoje, infelizmente, nós temos uma ala bolsonarista que passou a demonizar privatizações. Isso não é o caminho. O Girão foi uma escolha acertada, na minha opinião. Chapa puro-sangue também, que nem o PL, porque o Girão eu conheço, cara da melhor qualidade, e ninguém vai negar isso, ninguém.

Nem os que precisam detonar o novo porque são pagos para isso, porque estão pensando em nicho da direita. É uma das vozes mais ativas contra os abusos do STF, é inegável. Então alguém que vai levar essa questão da causa pela vida, que é a principal dele— aliás, a Daniela Lima já foi lá ridicularizar, né, que ele é apelativo na forma de defender a vida, né, que ele fica entregando bonequinho de borracha de 11 semanas de gestação.

Ele me entregou esse bonequinho, causou um baita impacto, apelou sim, apelou para minhas emoções, apelou para minha visão, para o meu senso. Me levou depois para marcha pela vida em Washington, eu e Ana Paula Henkel. Foi mais um momento ali de epifania. Eu era daqueles que falava, não, aborto até 3 meses, como prevê a Constituição. Ainda não é um indivíduo formado, um ser humano, vale ela, né? Então, se hoje eu sou intransigente com aborto, em boa parte isso se deve ao Girão.

Tá dando certo o método dele, viu, Dani? Quem sabe um dia você também se dá conta de que é assassinato de bebê aborto. Batido muito no arbítrio do STF, o próprio Zema e o Girão. Agora defendeu aqui uma lista tríplice, né, de indicação. Aí eu tenho minhas dúvidas, tá, porque na prática, né, é uma forma de despolitizar um pouco e criar um certo corporativismo. Mas porra, se ganha alguém de direita, a gente quer justamente que eles possam indicar.

Hoje quem é que tá fazendo a diferença no STF? O André Mendonça. Então a gente quer que a direita possa tentar mitigar um pouco o estrago causado pelo aparelhamento petista no Supremo. Se deixar na mão do corporativismo, isso não vai acontecer. A questão do patrimônio que ele declarou é mérito dele. No Brasil a gente precisa melhorar isso na guerra cultural, admirar empresário de sucesso que ganhou dinheiro no mercado. Não por meio do governo, né?

O brasileiro não tem problema com um bando de gente que vive só de política, ganhou dinheiro com política, nunca foi nada além de político, e tem problema com um rico que quer contribuir com a política, mesmo abrindo mão do próprio salário? Aí não, né? Vamos admirar o Zema, né? Porque isso é admirável. E o Novo também fechou o nome do Marco Antônio Costa, o Superman, para o Senado. Tem meu apoio. Imagina ele no Senado falando do jeito que ele fala contra os ministros do Supremo.

É disso, é disso que precisamos. Bom, o PT, por sua vez, não abandona jamais o seu DNA autoritário de censura, né? Tá querendo agora censurar o Discord. Quer dizer, eu já vi vários memes engraçados, né? Mas se um crime foi cometido em praça pública, fecha a praça pública. Se alguém combinou um crime pelo telefone, acaba com o telefone. E por aí vai. Quer dizer, a Janja deixando transparecer sua mentalidade chinesa, né? E na véspera da eleição, tudo bem, isso é ótimo, né?

A garotada de 16 anos que já vota e usa o Discord vai vai gostar muito. Parabéns aos envolvidos. Então deixa quieto, deixa eles fazerem. Por fim, né, isso não é coisa de país sério, gente. Eu gravei um videozinho curto, né. Nós não podemos normalizar esse tipo de coisa. Lula e Alcolumbre se encontram na casa de Moraes. Ah, que fofo, fizeram as pazes, né, harmonia entre os poderes. Isso não é republicano. Eles perderam o pudor.

A própria imprensa trata isso com banalização. Justiça seja feita, o Carlos Andreazza no Estadão desceu a lenha. Isso, isso transpassa e muito a questão de esquerda e direita. Nós precisamos atrair para o nosso lado qualquer um que olha para isso e fala: isso é bizarro. O Lula tá recebendo aí KGB no Brasil, o cara do Putin. O Brasil entrou no eixo do mal. Esse é o caminho do Brasil se der mais 4 anos de Lula: destruição fiscal, economia indo para o abismo como foi no final do governo Dilma, os Estados Unidos cada vez mais tratando o Brasil como inimigo.

E o Brasil fechando de vez com a China, com a Rússia, com o Irã, e tá lá no eixo do mal. Podemos aceitar mais 4 anos disso, com 4 indicações para o Supremo, para aparelhar de vez o STF? Fica meu apelo aqui a todo mundo que não suporta o Flávio, que não suporta o bolsonarismo. Fica meu apelo: não é isso que tá em jogo. Torne-se um crítico do Flávio e do bolsonarismo no dia seguinte à sua eleição, se for o caso, mas não permita que o Lula tenha mais 4 anos de poder, que isso é uma desgraça gigantesca, gigantesca.

Olha que quem tá falando é alguém que é atacado das formas mais baixas por uma ala bolsonarista. Mas não é o meu ego que tá em jogo, é o Brasil. E isso precisa ser levado em conta. Obrigado a todos pelo apoio. Quem quiser se tornar apoiador desse programa independente para ajudar que ele chegue a milhares de pessoas que não têm condições, vai lá no www.rodrigoconstantino.com e torne-se um apoiador hoje mesmo. E Aqui embaixo tem o contato também dos meus parceiros de imóveis nos Estados Unidos, Tormen Caltabiano.

Boto minha mão no fogo pela seriedade deles, né, delas no caso, Flávia e Cíntia. Trabalham de forma muito ética, muito competente. Se você quer comprar um imóvel para fugir do Brasil ou para investir, ou seja, fugir do risco Brasil com seu dinheiro, procura elas. Que elas vão atendê-los de forma impecável. Agora vamos de música. Eu toco de tudo, né? Já mais de 1.800 músicas tocadas na bateria. Eu resolvi tocar Lady Gaga, por que não?

Eu gosto. Que jogue a pedra quem nunca gostou de uma outra coisa meio, né? Bad Romance é o Brasil com o lulismo. Isso é um bad romance. Tá na hora de sair fora dessa, gente.

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