Dois anos de mandato de ABDUL GAFUR ISSUFO: Como está o Município da Matola-Rio hoje?
ABDUL GAFUR ISSUFO - PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DA VILA DA MATOLA-RIO
VEJA NA ÍNTEGRA: https://www.youtube.com/live/9VC0mW0s5Gk?si=384S0hvQtg99Y50p
Abdul Gafur Issufo
- Dois anos de mandato de Abdul Gafur Issufo
- Condições do município da Matola-RioInfraestrutura e urbanização · Gestão de águas pluviais · Desenvolvimento econômico
- InfraestruturaConstrução de novas estradas · Drenagem de águas pluviais
- Desafios enfrentados pelo municípioDesordem na construção · Falta de infraestrutura básica
- Relação com a MozalImpacto da saída da Mozal
- Gestão de Resíduos Sólidos
- Desenvolvimento de bairros modeloParcelamento de terrenos · Infraestrutura urbana
Saudações, estimados internautas. Bem-vindos ao SIPCAST. Estávamos aqui a conversar com o nosso convidado de hoje, que é Abdul Gafur Isuf, que é presidente do município da Matolario. Estávamos a ter uma pré-conversa aqui deste podcast.
Entendemos nós que é importante que os municípios apareçam ao público para conversar com os munícipes, para prestar contas aos munícipes. Os GDs são eleitos para cumprir as suas promessas e os munícipes existem para efetivamente fazer pressão para que os políticos possam efetivamente cumprir o que prometem.
Hoje temos esta entrevista que vamos fazer dentro de instantes, mas antes gostava de lembrar que nós temos uma parceria com as rádios comunitárias, estas que fazem a repetição do nosso podcast. Vou começar do sul do país, a Rádio Voz Coupe, Cidade do Maputo, Rádio Comate na Manhissa, Rádio Gesson em Manica, Rádio Pax na Beira.
Rádio e televisão Encontro em Nampula, Rádio Parapato em Nampula, concretamente Angos, Rádio e televisão Wanda naquela Porto, Rádio Esperança em Iassa, Rádio Comunitária de Nhamanumbir em Cabo Delgado e Rádio Suabo na cidade de Kilimane, concretamente na Zambésia. São essas rádios que fazem a repetição deste podcast.
e nós agradecemos por esta parceria, a parceria está aberta, podem efetivamente entrar em contato todos os órgãos de informação que queiram fazer esta parceria com o CIP, podem o fazer e podem, enfim, ter acesso aos conteúdos produzidos pelo Centro de Integridade Pública. Temos em estúdio o Edil Damatolario.
é um dos 12 municípios recentemente criados em 2022 pelo governo. Para quem não sabe, a Matolario é onde funcionava a gigante Mosal, que recentemente fechou portas depois de praticamente 25 anos de operação. Também está lá o Parque Industrial de Beliluane. Sr. Presidente, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite. Bem-vindo. É a primeira vez que participa de um podcast. Espero que esteja a sentir-se bem.
Muito bem, antes de mais quero saudar a todos os munícipes da nossa Matola Rio, chamamos eles de Matola Riense e a todos moçambicanos.
É a primeira vez, sim, que eu participo neste podcast aqui na CIP. Tenho participado em programas de televisão, mas esta é a primeira experiência. Acredito que vai ser uma boa experiência. Sr. Presidente, gostávamos de começar pelo passado para percebermos quem é Abdul Gafur, o seu presidente do município da Maturaria, o seu percurso até chegar.
ao município da Matola Rio. É uma área que está em constante crescimento, parece uma extensão da Matola. Quem é o presidente da Matola Rio?
Ora, o Abdul Gafur foi uma criança como todas as outras, que brincava, estudava, fugia da sala de aulas e tinha todas aquelas brincadeiras que toda criança faz na escola. Eu cresci de uma família humilde, fui criado por um tio militar que me levou a Maputo.
E daqui eu aprendi bastante com o meu tio, o tio Caralegre. Ele que deu-me todos os passos da vida. Que a vida não é muito fácil, tínhamos que trabalhar para poder sustentar a nossa família. Eu tive uma formação de professor de matemática e física, dei aulas durante três anos na Francisco Manianga, mas depois fui trabalhar para um grupo de sul-africanos, que eu queria era crescer um bocado mais.
E trabalhando com eles, em 2000 fui visitar aquela área da Mosal, a Mosal ainda estava com muitos técnicos estrangeiros, e eu vi uma oportunidade de fazer algum negócio ali. Portanto, adquiri um espaço que seria uma quinta.
E dali começou a surgir um pequeno bar e restaurante e gradualmente fui crescendo na Matola Rio. Portanto, foi a Matola Rio que me levou ao negócio, ao ramo de negócios. E este negócio foi visível e a partir dali fui colaborando com o partido. E este trabalho, negócio...
atividades partidárias que viram em mim um candidato a membro ativo do partido. Comecei ocupando as finanças do partido em Boan, fui vereador em Boan, eu fiz parte da instalação do município de Boan como presidente Loureiro, aprendi bastante com ele.
E dali fui à Assembleia da República. Portanto, candidatura, partiu de Boan, cheguei à Assembleia da República, fiz dois mandatos e o partido voltou a solicitar para que eu interrompesse a Assembleia da República e fosse candidato na Matalario, candidato da Fralim na Matalario. Portanto, aqui estou como presidente do município de Matalario.
Qual foi o sentimento quando recebeu, quando houve essa vontade do Partido Unical como cabeça de lista para o Presidente do Município de Maturari, um município que não existia praticamente foi criado do zero. Como foi o sentimento? Primeiro foi um sentimento de grande desafio e tinha que cumprir uma missão do Partido. Se me perguntasse...
Onde eu estaria bem? Estaria bem na Assembleia da República, mas como gosto de ir à luta e cumprir comissões, eu aceitei esta missão do partido e fui como cabeça de lista e assumi a presidência da Matola Rio. Portanto, um terreno onde faltava e ainda falta muita coisa.
Portanto, este é um grande desafio, é instalar o município, preparar este município, criar todos os pilares para que o município possa crescer. Sr. Presidente, vamos entrar agora mais a fundo, a questões mais profundas. Quando foi eleito presidente do município de Amatolariu, efetivamente, que condições existiam para operar?
Ora, o município de Matola Rio, como tem dito muita gente, meus amigos e a todos os colegas, o município de Matola Rio foi sempre uma machamba e criação de gado. Não havia infraestrutura. As construções foram acontecendo de forma desordenada.
O que que atrai muita gente para Matola Rio foi a entrada da Musal. A fábrica da Musal começou a atrair muita gente para Matola Rio, criação de negócios até para viver. Mas de forma desordenada, estava lá o posto administrativo, não tinha esta capacidade de ordenar Matola Rio. Então eu encontrei esta desordem na Matola Rio. O grande desafio foi parar com a desordem. As construções que já existem, ou que existiam,
continuaram, mas tudo o que fosse novo tinha que ser legalizado pelo município da Matola Rio. E gradualmente nós vamos criando essas condições de transitabilidade, de licenciar as construções que existem lá. Sr. Presidente, gostaria de se responder a questão que fiz antes, de que condições efetivas encontrou no terreno para operar. Existe alguma coisa quando o governo, em 2022, em dezembro, aprovou-se os municípios.
que condições efetivas o Estado deu para que, efetivamente, logo que as relações terminassem, tivessem condições de começar a operar, fazer alguma coisa como idealidade? Muito bem. Sabemos primeiro as dificuldades que o nosso país estava e ainda continua a enfrentar. Nós recebemos as pastas.
Nós tivemos, ainda continuamos a trabalhar no mesmo edifício onde está o posto administrativo, recebemos um outro edifício que é a localidade e é com estes meios que nós iniciamos a nossa governação. Recebemos também funcionários, de sete funcionários, vindo da administração. São técnicos emprestados ao nosso governo. Portanto, nós tivemos que usar os meios que nós tínhamos.
todo o resto nós tínhamos que usar meios pessoais, porque nós estávamos a entrar para um grande desafio, a criar condições para que este município pudesse ser os seus meios. Porque cada um, cada vereador, o presidente do município, todos tinham que usar o seu meio. Mas em alguns meses nós começámos a criar meios próprios do município.
Essa decisão de colocar a infraestrutura em engenharia locais no posto administrativo e na localidade, foi uma decisão do governo, já havia sido equacionada, logo se criou o município da Petulario, ou foi uma decisão ad hoc que se criou quando se viu que de fato não havia condições para a instalação?
Não, já tínhamos conhecimento disso, portanto o governo, principalmente o governo provincial, já estava preparado, porque eram as bases que nós tínhamos lá, portanto eram os edifícios, os únicos edifícios que o governo tinha, que o Estado tinha, eram esses dois edifícios, portanto nós recebemos e o governo provincial fez a entrega desses dois edifícios onde nós poderíamos trabalhar.
Neste momento há algum plano de um edifício de raiz? O município do ano começou mais ou menos, ou da mesma maneira como o município da Matonaria, não tinha instalações próprias. Creio que foi em dois mandatos que o presidente Jacinto Loureiro conseguiu edificar aquela infraestrutura. Há algum plano específico para edificar uma infraestrutura de raiz? Já se pensou nisso? Onde vai ser? Ou pensam em requalificar aquele posto administrativo, transformá-lo em município?
Qual é o plano que existe? Ora, pegando o exemplo de Boane, eu fiz parte da instalação, nós trabalhávamos num comportamento bem pequeno. E foi crescendo. É este exemplo que eu trago para Matola Rio. Portanto, do que nós tivermos, temos que usar para podermos crescer. A pergunta que fez sobre o local onde nós vamos, ou o espaço, se já temos o espaço ou não. Estamos sim já com o espaço à vista.
que está próximo à fábrica da Mousal, então o espaço já disponível, que estamos a criar essas condições, a retirada da pessoa que ia usar aquele espaço para um outro espaço, para podermos usar o espaço. Já temos o projeto, mas enquanto isso, enquanto não tivermos o nosso edifício, nós vamos usar aquele espaço onde está o posto administrativo, por isso colocámos lá contentores.
que são os gabinetes dos vereadores e de outros serviços, para usarmos da melhor forma os meios que nós temos. Portanto, nós vamos continuar ali no posto administrativo, enquanto estivermos a criar condições para o nosso edifício. Quer dizer que o edifício sede do município da Maturari vai estar próximo das instalações, muito próximo das instalações da Amozal, naquela via que vai da Amozal. Sim, é mesmo ali. Portanto, é uma área que nós achamos que é uma área...
visível para os investidores, para o munícipe em geral, e nós gostaríamos de ter um edifício que atraísse a atenção dos investidores. Portanto, quem chegasse ao município da Matola Rio, visse o edifício e ficasse atraído com o nosso edifício para poder investir na Matola Rio.
Este plano é curto, médio e longo prazo. Qual é a previsão que se tem? Atenido em considerando que o presidente só tem mais de três anos como presidente do município de Maturari. Qual é o plano que existe nação a esse edifício? É para agora, para daqui a dois anos, três anos?
Nós vamos iniciar com este projeto este ano. Nós gostaríamos, até o final do mandato, que tivéssemos a maior parte do edifício já pronto, e estivéssemos lá a funcionar. Mas tudo depende das negociações que estamos a fazer com as empresas, com os nossos amigos, para que tenhamos o nosso edifício neste mandato.
Se não for neste mandato, haveríamos de deixar todas as bases criadas para terminar no próximo mandato. Perfeito. Sr. Presidente, vamos entrar agora para a gestão de abas pluviais, que é um assunto bicudo, não só na Maturaria, mas também nos municípios aqui da província de Maputo. Sempre que chove...
caos. Quais são os planos concretos que o Presidente do município tem para a questão de drenagens e gestão de águas proviais? Muito bem, como eu já na introdução eu disse que Matola Rio foi sempre uma chamba e criação de gado. E viemos nós...
Todo cidadão foi para Matola Rio e foi construindo de forma desordenada. Não havia nenhum técnico para intervir, para dizer que aqui não pode, não deveria construir. Matola Rio é um corredor de águas. Nós temos o rio, por isso que em Matola Rio temos o rio, que todas as águas que vêm de Boane, e essas águas vêm da Suazilândia, passam de Boane, elas passam da Matola Rio para encontrar o rio Matola e dali para o mar. Portanto, há vários corredores de água.
E isso não foi acautelado quando as pessoas foram construindo. Nós estamos a ter problemas sérios. Sempre que chove, várias casas ficam inundadas, porque a água tem de procurar uma saída. E vamos descobrindo esses caminhos, vamos notificando as pessoas que serão...
removidas daquele local para deixarmos a água passar. Portanto, usando máquinas, nós temos que criar drenagens, e não será apenas uma drenagem, serão várias drenagens, porque a água, quando vem...
ela tende a seguir vários caminhos. Portanto, nós já temos este desenho de drenagem das águas pluviais, que estamos a desenhar, temos que ir buscar recursos para que as máquinas comecem a fazer a escavação. Este plano tem alguma previsão?
É um plano a curto, médio e longo prazo? Tem consciência de se esse plano pode ser executado dentro deste mandato ou não? Porque esta é uma questão crítica sempre que chove na matularia. Ora, dentro deste mandato nós vamos fazer de tudo para aliviar a situação. Nós vamos usar as máquinas para abrir caminho das águas.
E a longo prazo, a médio e longo prazo, o nosso plano é criar valas de drenagem, algumas cobertas, outras abertas, mas com betão. Então, neste momento, nós vamos iniciar a escavação para termos...
Apenas a passagem de água, para aliviar as nossas comunidades. Quais são as zonas mais críticas que o município vai atacar? Já tem este mapeamento das zonas mais críticas, que segundo este plano, devem ser estes locais primeiro a serem atacados. Nós temos o bairro de Jonás, que é o bairro que recebe as águas que vêm de Boan, é um bairro crítico, portanto é uma zona onde a água vem e vem com muita força.
Temos também a zona de Beluluã, que depois liga com Juba B. Então, dessas duas zonas, dois bairros, dois que acabam sendo três, são aquelas que recebem e levam as águas para o rio. Então, são estes dois bairros, o Jonas e Beluluã, onde nós temos que abrir os caminhos para fazer ligação com o rio.
Vamos agora falar sobre estradas, mas antes de falar de estradas gostava de recuar um bocadinho porque é uma questão que surgiu aqui, tem a ver com a decisão que o município tomou recentemente de avançar com demolições de infraestruturas. Como que se pensa fazer esse processo? Já se iniciou ou não? Como se pretende executar esta decisão municipal de demolir infraestruturas que estão no caminho das águas? Ora...
Durante as chuvas, quando estávamos a salvar vidas, nós íamos conversando com as famílias e elas estão cientes que não é uma zona para viver, porque estão no caminho das águas. Sempre que chove, elas têm de ser retiradas, acabam dando muito trabalho ao governo, temos de retirar, alimentar as famílias e é uma atividade cíclica.
E este ano nós estamos a parcelar uma área, que é uma zona alta de Jonas, onde essas famílias já foram recenseadas, já sabem que serão retiradas daquela área para esta área nova. Nós não vamos demolir para deixar as famílias no relento. Primeiro vamos terminar o parcelamento e não vamos precisar de terminar o parcelamento na totalidade. Gradualmente nós vamos movimentando as famílias.
Movimentando as famílias, elas vão começar a criar condições mínimas para a habitação e nós vamos gradualmente demolir aquelas casas, colocando as nossas placas para a proibição de construção.
Se você já tem um apelimento, quantas famílias, mais ou menos, quantas casas serão demolidas no âmbito deste processo de remoção das casas que estão no caminho das aves na maturaria? Nós temos a primeira fase, que é a fase crítica, famílias que estão em locais críticos, temos por volta de 100 famílias, então são 100 casas, dá mais ou menos 110, 112 casas.
Estas é a primeira fase. Por isso estamos a parcelar. Tem que bairro? Johnassi? Estão divididos em vários bairros. Existe uma área onde ocuparam a margem do rio, onde estão nos mangais, que é a Juba. E depois temos em Johnassi, que são zonas muito críticas. Em Johnassi são zonas de pastagem, que foram sempre zonas de pastagem. E é uma zona onde se conservava sempre água para pastagem.
e acabaram construindo. É lá onde as águas vão, nós teremos que retirar essas famílias todas para essa zona onde estamos a parcelar. Sr. Presidente, muitos municípios tomaram a decisão de ressentar famílias, tivemos casos de Maputo, da Motola, que houve projetos semelhantes de retirada de famílias que estão em zonas de risco, mas depois, quando chega a época de seca, as famílias voltam para görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün görün
Que garantias o município dá de que isso não vai acontecer com o Matora Rio, toda vez que há movimentação de famílias são custos. Ao invés de o município tirar dinheiro para fazer investimentos, tem que tirar dinheiro para voltar a assentar as famílias, colocar infraestruturas, as escolas todas. A questão que eu coloco é que garantias dá os municípios da Matora Rio que essa situação vai ser de fato resolvida.
Uma das situações é tirar a família e colocar num espaço onde não tem água, não tem energia e não tem vias de acesso. Esta zona de Dionassio, onde estamos a parcelar, vamos criar condições de vias de acesso?
A energia já está lá, portanto há um projeto que está em andamento, a água também está a caminho daquela zona. Portanto, nós vamos criar essas condições para que as famílias se sintam bem naquela zona. Há de ser uma zona apetecível para viver, por isso estão a sair de uma zona de risco para uma zona de conforto. Portanto, nós garantimos que essas famílias jamais voltarão para essas áreas e não gostariam de voltar a viver em Mangais.
A sensibilidade das famílias de que, de facto, este é o melhor caminho. Entende que o município entende que os municípios aceitam essa decisão de retirá-las do local onde estão para esse novo local? Sim. Eles viram a situação em que estavam. Conversamos longamente com as famílias. E são elas...
as primeiras, portanto foram elas, essas famílias, que pediram para que fossem retirados para zonas seguras. O senhor presidente do município disse que muitas dessas obras foram construídas num período em que o município não existia, mas nós tínhamos um Estado, tínhamos uma administração distrital, provincial. A questão que eu coloco é, não entenda que o próprio Estado devia ser responsabilizado.
permitido que isso acontecesse, porque na ausência do município estava lá a administração distrital de Boã. E a questão da terra era gerida pela administração distrital de Boã. Não entendo que deve haver responsabilização de quem permitiu que isso acontecesse, porque as construções não acontecem do nada. Hoje constrói Raul, depois aparece o João, o Calixto, vassi!
criando um problema maior. A questão que eu coloco é, não entendo que deveria haver responsabilização de quem permitiu que isso acontecesse. Ora, eu penso da seguinte forma, que uma administração, a administração de Wuhan, o território é extenso, e a administração está longe da Matola Rio, por exemplo. Os técnicos são poucos, né? E a Matola Rio foi sendo ocupada de forma desordenada.
onde os técnicos acabavam não intervindo nessas áreas a tempo de impedir. Por isso mesmo há necessidade de municipalizar os territórios.
Portanto, esta fase onde nós estamos de municipalizar o território é para evitar esses problemas. E nós como governo, é uma continuação do governo, nós vamos assumir essa responsabilidade, por isso que nós temos que criar condições em novas terras seguras e retirar essas famílias para essas áreas. Há indicações de que há pessoas que estão nessas zonas consideradas de risco, mas que têm documentos, têm doates.
Quer dizer que foi lá um técnico trabalhar, fez o seu trabalho e permitiu que a construção acontecesse. Nesse tipo de situações, devia ou não haver responsabilização. Estamos a partir do princípio que o Estado existe e tem seus agentes, e os agentes foram lá fazer a fiscalização e garantiram que de fato havia condições para haver uma edificação. Na minha opinião, sim. O técnico foi lá, legalizou uma área que não é habitável.
devia sim ser responsabilizado. Mas não cabe a nós como governo municipal, nós estamos lá para criar condições para o munícipe, criar condições para que todos aqueles que vieram ao município da Matola Rio encontrem condições para habitação. Vamos continuar, Sr. Presidente.
problema é um grande problema é um caos e agora estão a assistir a obras vou pedir ao meu colega Alberto Longora que está na realização para mostrar as imagens das obras que estão a acontecer na rua da Mousal vamos ver as imagens em poucos segundos voltar
Muito bem, são algumas imagens, vão passar quando conversamos com o Sr. Presidente, conforme ganhamos tempo, porque há muitas questões a fazer ao Presidente do município. O Sr. Presidente está a ver que as obras estão a acontecer na Rua da Mousal, essa é uma grande preocupação que existia dos munícipes da Matolario. O que está efetivamente a acontecer ali, nós vemos que são um tapamento de buracos, essencialmente. Podia nos explicar exatamente a essência daquele trabalho que está acontecendo.
Pelo rio encontramos esta estrada. É uma estrada que o material já está velho, já foi muito usada, e há caminhões de alta tonelagem, portanto vão degradando a estrada. Houveram ali alguns trabalhos de tapamento do buraco, mas bastasse chover, o alcatrão saía.
Nós estávamos à espera que fosse aprovado o orçamento para criar condições para a rua. Enquanto isso, nós não poderíamos ficar de braços cruzados. Por isso, nós fomos colocando algum saibro para minimizar a situação dos nossos munícipes. Mas no ano passado, já no final do ano passado, lançou-se concurso, aprovou-se, já tenho visto, e a empresa já iniciou o seu trabalho. Teve duas interrupções.
As primeiras chuvas, as máquinas tiveram que interromper o seu trabalho. Tivemos a segunda fase também que foi interrompida e agora voltamos ao trabalho. Portanto, se for a visitar agora, há de ver as máquinas a trabalhar.
O objetivo é, em partes críticas, fazer a retirada do material velho e recelar a estrada. Por exemplo, esta área que nós estamos a ver vai ser toda ela recelada para criar condições. Pela bracha depois da escola Nesson Mandela. Sim, toda ela, de uma ponta a outra, vai ser recelada. Se formos mais para frente, para quem vai a terminal, o trabalho já está terminado, por isso está um tapete e aquilo.
Portanto, um trabalho de engenharia, apesar do orçamento ser curto, ser baixo. Mas teremos, no fim desta obra, a estrada com condições de dois, três anos transitáveis, sem problemas nenhum. Nós temos uma área crítica, que é o cruzamento.
Vamos mostrar para o cheiro, Sr. Presidente, após o cruzamento. A pergunta que tem a ver com o orçamento desta obra, qual é o orçamento e qual é a previsão do término da obra?
Portanto, está por volta de 60 milhões, que é o trabalho que está sendo feito, mas não é suficiente. É o que estava disponível, gostaríamos de ter mais dinheiro que é para resselar a estrada de uma ponta a outra e criação de valetas de água. Mas o orçamento não é suficiente, estamos a continuar a bater portas para encontrarmos...
orçamento para as valetas de água, que são muito importantes para conservar a estrada. Quer dizer, neste momento, a obra não vai ser de ponta a ponta, vai terminar onde exatamente? Portanto, a obra é de ponta a ponta, mas não é a resselagem completa, não é completa. Portanto, vai-se aos locais críticos, retira-se o material e faz a resselagem.
Esses 60 milhões de meticais são para vir de onde? De fundo de estradas. De estradas. É de fundo de estradas. Muito bem. Vamos agora às imagens, Alberto, da zona do Cruzamento, que é uma zona crítica, sempre que chove na Amatola Rio. Vamos ver as imagens. Voltamos para a conversa.
Obrigado.
Muito bem, este cenário que se vive na zona do cruzamento, que é uma das zonas mais críticas naquela via, aquela via é a principal, é a via principal que dá a ligação praticamente a todos os bairros da Matolario. A questão que eu coloco é qual é o plano que existe em relação àquela zona. O que nós sabemos que há um histórico de intervenções naquela zona, mas que todas as intervenções não surtiram feitos. No âmbito desta reabilitação de acontecer, qual é o plano efetivo para aquela zona em particular?
Muito bem, é uma zona crítica. Primeiro, eu quero dizer que o que está a acontecer ali foi graças à intervenção humana.
A Mozal, quando constrói aquela estrada, criou todas as condições para evacuar as águas. Havia por baixo uma passagem de água que depois ia para um canal. Mas começaram a haver construções. As construções fecharam o canal de águas. O que se deve fazer agora, por exemplo, este projeto está em andamento, que a empresa está a trabalhar.
vai criar condições para reforçar este pedaço com ferro e betão e depois fazer o asfalto, que é para resistir mais à água. E ainda estamos à espera de alguns contactos que estamos a fazer, fizemos contacto com uma empresa e esta empresa que produz os tubos.
O que nós queremos fazer é a passagem de água subterránea. Portanto, tirarmos a água daqui para a Milo de Búzio, que é uma área onde vai desaguar as águas. Portanto, é um estudo que já foi feito, já está pronto o estudo. O que falta é apenas concretizarmos este sonho com esta empresa para nos apoiar no fornecimento desta tubagem. Portanto, nós vamos enterrar a tubagem.
E sempre que chover, essa água vai ser canalizada através da gravidade. Aquela baixa que está depois de Nelson... Depois de Emílio Guibos. Nelson Mandela e Emílio Guibos, sim. Está a dizer, Sr. Presidente, que em outras palavras, este plano de reabilitação da Rua da Mousal engloba esta solução de sucção das águas daquele ponto até a baixa para permitir que sempre que chove, ali não tenha água estagnada. Olha aí.
Sim, o projeto inclui isso, mas ainda não temos o valor para esta parte da drenagem das águas. Por isso estamos a negociar com esta empresa para fornecer a tubagem. Se nós tivermos a tubagem, nós temos a vida facilitada, porque com a nossa mão de obra podemos fazer a escavação e enterrar os tubos. Tudo bem.
E o que garantias existem neste momento do município de que há de haver dinheiro para fazer este trabalho? Porque isso é uma grande preocupação para os que vivem, para além do cruzamento, para quem vem para Nelson Mandela, para Juba Bay, Terminal da Mousal, por exemplo, com um carro baixo, nesses dias não consegue passar. Há pessoas que vivem, por exemplo, no Terminal e trabalham no município. E tem carros pequenos, quando chegam ali não tem como passar.
Que garantias existem agora, uma questão de compromisso com os próprios munícipes que estão a acompanhar o podcast agora, que o município vai garantir ou fazer esforço para ter esse dinheiro para fazer, para resolver esse problema, que é crítico para quem vive na Amatorade? A garantia que nós damos é o esforço que nós estamos a fazer. Eu não posso dizer hoje que amanhã teremos este valor, mas a nossa governação vai fazer de tudo para podermos ter este trabalho feito.
Qual é a previsão da conclusão de todas as obras? Esta obra que está sendo feita agora, tem um prazo de seis meses, mas vai terminar menos de seis meses. Portanto, pelo ritmo das obras, vai levar menos de seis meses. Para fazer esta drenagem, se nós tivermos todas as condições, em seis meses nós teríamos também a drenagem toda ela pronta. Sr. Presidente, a crosta desta aí, então?
passam-lhe caminhões de grande tonelada, tonelagem. A questão que coloco é, há um plano concreto para ter uma estrada que dignifique o município de Mato Lariu, se algo que está a ser pensado ou nem por isso? É o nosso sonho.
de ter uma estrada com faixas suficientes. Se for ver, Sr. Presidente, ainda neste momento é possível ter bermas de estrada, de aquela estrada, porque o que nós notamos noutros contextos é que quando o município não intervém, as pessoas vão ocupar os espaços.
as pessoas estão a fazer o comércio nas bermas da estrada. A questão é que o Maturaria, neste momento, tem a possibilidade de esticar a estrada, porque boa parte não está ainda assaltada por comerciantes informais, vendores informais e, de facto, há esse espaço. Não pensam em criar algo semelhante a isso, ter uma estrada maior, por exemplo.
e depois se é difícil num futuro retirado. Portanto, essa é a nossa pretensão. O projeto já existe. Nós tivemos o apoio da MoSAL.
E a Moçal investiu num projeto completo, portanto é um projeto completo de alargar a estrada, que inclui os passeios. Este projeto nós temos já desenhado, o que estamos a fazer agora é ir à busca de financiamento, para gradualmente podermos ter a nossa estrada, que dignifica a nossa maturaria. Muito bem, Sr. Presidente, aquela estrada que mostrou foi a Moçal,
E a Monzal já não está a operar. Sim, sim, sim. A questão que eu falo é que impactos esta situação, a realidade da Monzal, terá para o município de Amatulario. A atender e considerando que a Monzal era um parceiro forte para o município de Amatulario, é só lembrarmos que muito recentemente...
A Monsal ajudou algumas pontes que ajudaram a aliviar o sofrimento das populações que vivem mais para o interior. A questão que eu coloco é que impactos esta situação terá para o município da Mato-Larim? Nós já estamos a sentir o impacto da retirada da Monsal, porque, primeiro, a Monsal foi ela a responsável pelo crescimento da Mato-Larim. Foi ela que atraiu aquelas empresas todas.
Esta retirada significa retirar também os apoios que a Mozão fazia para a comunidade, não só as pontes, eles construíram a maior parte das escolas, os centros de saúde que existem na nossa Amatorade. E anualmente eles tinham no seu plano a inclusão de algum projeto para a comunidade. Portanto, isso significa que parou. Mas eu acredito, acredito bastante, que...
Até pode ser que a Mousal volte depois das coisas estarem muito bem claras ou uma outra empresa poderá voltar para explorar aquela área da Mousal, para a fundação de alumínio. Essa é a nossa grande esperança. Por isso, nós não vamos cruzar os braços, vamos fazer de tudo para continuar a trabalhar com as empresas que ainda lá existem, para não se retirarem da nossa motoraria.
A questão que lhe coloco, Sr. Presidente, é a corretária da Amozal. O município fica com este encargo de garantir a manutenção, por exemplo, da rua da Amozal. Há conduções efetivas para garantir a manutenção daquela estrada? Ora, aquela estrada, a Amozal já não estava a intervir. Já tinha feito a entrega ao Estado há bastante tempo. E quem estava a fazer a manutenção, através do fundo de estrada, é a ANE.
E neste projeto que está a avançar agora com os fundos de estradas, é para depois fazer a entrega ao município. Então estará na nossa responsabilidade e nós vamos criar todas as condições com os fundos que nós tivermos e acreditamos que a Matalarim vai crescer e teremos fundos suficientes para ir fazendo a manutenção.
Há quem entende, por exemplo, que apesar da Mozal ter construído a estrada, que é um pólio de desenvolvimento da Matulario, porque é o coração da Matulario aquela estrada, há quem entende que mesmo assim a Mozal não deu tudo o que devia dar aos municípios da Matulario. Tem o mesmo pensamento que a Mozal poderia ter feito mais pela Matulario? Não, eu não acredito nisso, porque a Mozal pode até não ter feito o seu máximo.
mas fez bastante coisas. Portanto, a nossa maturaria, a maior parte das infraestruturas, as escolas, nós temos lá grandes escolas, uma secundária e uma que é um instituto, que é a grande valia para a nossa educação. Temos escola primária, que eles fizeram uma remodelação total e é referência no nosso distrito e na nossa província.
aquela grande escola que foi a melhor do país, que é a Filipe Inhoz, foi a Mousal que investiu. Portanto, esses ganhos todos foram graças à Mousal. Para além do emprego, a vinda das grandes empresas para Matola Rio, foi graças à fábrica Mousal. Por isso, nós não podemos tirar mérito a esta grande fábrica.
Infelizmente, a fábrica está a sair, mas ela deixou várias realizações na nossa maturaria.
Gostei de perguntar sobre a operação, antes de me esquecer, tem a ver com o desvio para quem sai do mercado em direção à fábrica da Moza, se aquela estrada vai ser intervencionada ou não também, ou é só a via principal que vai ser intervencionada, no âmbito destes 60 milhões de medicamentos? Neste momento é apenas a via principal.
Mas inclui também tapamento de buracos. E já fizeram isso. Portanto, fizeram o tapamento de buracos que é para aliviar aquela situação. Aquela via para que vai para a Monsala, que o desvio também vai ser indivisionado. Sim.
Sr. Presidente, em novembro do ano passado, a Inglaterra lançou a primeira pedra de construção da estrada que parte do quilômetro 16 a Berluan. Muito recentemente, vimos imagens daquela estrada que está, depois das chuvas, está difícil de andar naquela zona.
Neste momento, qual é o plano que existe em relação àquela estrada? Qual é o nível de execução das obras? E quando é que efetivamente aquela via que é alternativa à Rua da Mousal estará concluída, edificada e que, de fato, possa garantir um maior crescimento daquelas zonas que dependem daquela estrada? Portanto, é o quilômetro 16, a rua do quilômetro 16. Aquela é a rua que nós queremos que seja o espelho.
do novo bairro, que é o bairro de Jonas, neste caso. É lá onde nós estamos a desenhar um bairro modelo do nosso município. Nós lançámos no ano passado, acho que foi em novembro, a primeira pedra, e as obras iniciaram a todo gás, mas nós tivemos as chuvas, que foram chuvas que devastaram a nossa Matola Rio, incluindo a estrada. Portanto, já estávamos a preparar a subbase e a base, as chuvas vieram e destruíram este trabalho.
tivemos que interromper os trabalhos, retomamos este ano, mas logo a seguir voltou a chover, voltamos a interromper. E ontem as máquinas voltaram ao terreno e amanhã de manhã, se não for hoje, que ainda estão a preparar, amanhã de manhã começamos o assentamento do pavê. Portanto, nós temos este ano, até o final deste ano.
se não houver nenhum percalço pelo caminho, a primeira fase da estrada, que é 8 km, pavimentado. Os quilómetros partem da... Dali do quilómetro 16, portanto, no cruzamento com a N2, até a primeira ponte. Nós temos duas pontes. Temos até a primeira ponte, que é a primeira fase, onde as máquinas estão a preparar a subbase e a base. E por detrás, os mestres vão colocando o seu pavé.
Então nós queremos que até final deste ano esta primeira fase seja concluída. A segunda fase? A segunda fase, para iniciar o próximo ano, que é para completar os 12 quilómetros.
Até pelo ano? Até pelo ano, sim. Perfeito. Qual é o orçamento desta obra? São 200 milhões. 10 milhões. Esses fundos são? Portanto, estes fundos, uma parte, que é a parte da subbase e a base, é este trabalho que está a acontecer, vem do fundo de estradas, e os outros fundos são os fundos próprios do município e parcerias com algumas empresas.
Há indicação de que algumas obras que estão acontecendo na maturaria não há placas que identificam as placas das obras, porque é obrigatório por lei ter a placa com informações relevantes como o custo da obra, o empreteio, a fiscalização. Há indicação de que nessas obras as placas não são visíveis. É real essa situação?
Tivemos agora, por exemplo, esta obra que arrancou, o fornecedor das placas demorou. Então teve alguns problemas e prometeu que hoje teria as placas. Então toda a estrada vai ser sinalizada.
Bem, esta é uma pergunta do Sr. Danny Mann, é um internauta do nosso Facebook, perguntou por que as obras municipais não têm placas. Vamos depois fazer as perguntas dos nossos internautas.
por uma questão de organização nossa aqui no podcast gostávamos de pedir aos nossos internautas para que possam subscrever os nossos canais, para que possam partilhar esta live, para que mais munícipes de Amatora Rio possam ter acesso a esta conversa que nós estamos a ter hoje com o Edil do município de Amatora Rio este novo município
que foi criado em 2022 e que hoje também está a fazer uma espécie do balanço dos dois anos de mandato do atual presidente, o primeiro presidente da Matola Rio. Gostava de perguntar, antes de ir às perguntas de internautas, são muitas, vou escolher algumas para fazer ao presidente. A Matola Rio está no meio entre Boan e também da Matola.
Algum tipo de coordenação entre vós para garantir que algumas atividades que sejam complementares possam fazer em coordenação? Sim, nós temos estado sempre juntos.
São municípios que um depende do outro. Por exemplo, nós estamos a retirar o material para estradas, que é a pedra, de Boane. Portanto, a custo zero. Portanto, Boane, eles oferecem a pedra, nós apenas mandamos os caminhões para lá para retirar o material. Temos uma estrada em comum que sai de Belouane até Boane.
Portanto, é uma estrada muito importante que vai fazer a ligação, que é uma alternativa quando o Meluse transborda e corta a ligação com o Boano, foi sempre a via que serviu para ir à Vila do Boano. Portanto, este é um projeto em conjunto que nós estamos a desenhar para podermos pavimentar a estrada da Matola Rio, que é de Balouano, neste caso, até Boano.
E com a Matola, nós temos tido esta cooperação, por exemplo, para a retirada das águas, eles têm bombas industriais, eles geralmente movimentam a bomba deles para nos apoiar. Sr. Presidente, qual é a ideia que se tem, já que essa coordenação com os municípios de Boane e também da Matola, que plano se tem em relação ao engrafamento que existe na ponte da Matolaria, que é um constrangimento muito grande e que os munícipes...
do pico, no final do dia, sempre um constrangimento passar por aquela zona. Qual é o plano que existe? Primeiro, internamente, nós temos uma via alternativa para desviar este tráfico, que está no mercado e vai pelos bairros. Segundo,
Ali na ponte, da ponte para Boan, existe um projeto, mas é um projeto do Governo Central, que se arrancar vai resolver todos os problemas. Portanto, é o alargamento da estrada para ter mais faixas. Isso vai resolver, de certa maneira, o problema. Mas nós também estamos a fazer de tudo para que haja uma terceira via.
que vai cortar pelo município. Portanto, sai da Matola, atravessa o rio e passa pelos bairros da nossa Matola-Rio. Portanto, esta é a terceira fase, ou a terceira hipótese que nós temos para retirarmos este sofrimento dos nossos municípios. Este plano prevê o alargamento da ponte, não é por isso? Este do Governo Central, sim. O alargamento da ponte e o alargamento de toda a estrada.
de toda a via que sai da ponte até Boalha. Já há alguma ideia de alguma previsão?
Tenho poucas informações, é um projeto que já está em andamento há um certo tempo, e eu acredito que o Governo Central ainda está à procura de investimento para esta estrada. O internauta Alfredo Libongo Tomás, que escreveu um comentário no Facebook, disse que gostaria de saber como se pensa resolver o problema do engrafamento no cruzamento da Mousal, sabendo que o maturário está encalhado.
entre os municípios da Vila de Boane e Mato Alá, acho que é a mesma questão que estava a colocar, mas a parte do cruzamento que vai dar a fábrica da Musal, também registrado um consternamento no período de manhã, por exemplo, muito cedo, quando há um fluxo de viaturas, que vivem mais para depois da terminal, Belurane A, algum plano que se existe em relação àquilo, aquele problema é particular.
Ali, um dos grandes problemas são os buracos, que acabam atrasando o andamento normal das viaturas. Segundo, é a polícia de trânsito. Nós estamos constantemente reunidos com a polícia de trânsito, com a nossa polícia, para que naquela hora a polícia esteja lá. Até isso é que poderá resolver este problema.
para que o município possa transitar à vontade. Vou fazer aqui algumas perguntas também dos internautas, para valorizarmos o esforço que os internautas fizeram para fazer questões aqui ao presidente. Se chama Silvério Gandar, tem uma inquietação sobre concurso, acho que é um concurso público, será que por lei é aceitável cobrar três impostos?
dos anos passados tendo em conta que a pessoa
não faz nada da vida. O pessoal da Secretaria Municipal da Maturaria está a obrigar as pessoas a pegarem impostos nos últimos três anos como critério para concorrer. Estou aqui a corrigir o texto. A minha pergunta é será que é obrigatório que isso aconteça? O internauta está a questionar o fato do município estar a cobrar de forma retroativa os impostos que não cobrou o município?
concorrer a uma vaga do município. Isto é verdade, Sr. Presidente? Sim, nós lançamos um curso, sim, para algumas vagas no município e os jovens estão a concorrer. Por lei, tanto de 18 a 60 anos, é obrigado a pagar taxas, tanto a taxa, imposto pessoal deste caso. São 220 por ano. Todo cidadão é obrigado a pagar essa taxa.
E porque nós temos esta cultura de não pagar taxas, nós encontramos esta forma, quem for a tratar qualquer documento, quer legalizar a sua casa, a sua terra, nós acabamos obrigando este pagamento de taxa. Portanto, por lei, o cidadão é obrigado. Neste momento, há esta reclamação do jovem que chega lá e ele nunca pagou a taxa e nós estamos a cobrar desde que nós entramos como governo municipal.
Desde 2020, quase, se ele não pagou, a lei obriga que ele pague. Perfeito. Está esclarecido a questão deste munícipe, em relação a esta questão do pagamento de imposto pessoal autárquico.
Vamos continuar, estou aqui a fazer um exercício para responder as questões que os nossos internautas têm para o presidente do município de Amatolario. O senhor presidente falou que a zona de Jonassi é uma zona que o município pretende criar uma zona, um bairro, um modelo.
Em que vai consistir este plano, este bairro modelo? O que vai estar lá de frente? Quando é que vai efetivamente este bairro modelo existir? Muito bem, é uma área que já temos uma parte já parcelada, já existem ocupações e estamos a terminar o parcelamento.
Vai ser modelo e vai ser diferente, porque a Matola Rio, praticamente toda, foi construída de forma desordenada. E as nossas ruas são ruas que não foram desenhadas como ruas, portanto, são ruelas. O que nós estamos a fazer lá é a criação de ruas, portanto, a abertura de ruas, onde a energia vai ser instalada, a água vai ser instalada e as casas vão ser construídas de forma ordenada.
E nós estamos a atrair o jovem a ocupar essas áreas para que seja um barro modelo. Por isso que é o barro modelo onde vai se sentir numa vila, o verdadeiro sentido de estar numa vila, a caminho de uma cidade.
O Sr. Danman tem outra pergunta aqui no Facebook. Quantas casas tem Amatola Rio? É o que ele pergunta. Qual foi o critério usado para optar pelo projeto de número de porta? Sendo que a autarquia tem várias prioridades. Quanto custou o projeto de número de porta financiado pelo Banco Mundial no âmbito do PDUL?
Já não sei o que é isso, o Sr. Presidente pode explicar. Temos visto em algumas autarquias projetos estruturantes financiados pelo Banco Mundial. Por que não vemos tal fenómeno na matura rio? Vamos, pois para responder as questões, por favor. Ok, portanto este é um projeto, sim, financiado pelo Banco Mundial e o Banco Mundial escolheu este trabalho de enumerar as casas, dar nome às ruas e aos bairros.
É uma oferta que o Banco Mundial está a nos fazer e não temos escolha. Não podemos dizer que não, não façam isso, façam outra coisa. A ideia deste projeto é ter a ideia de quantas casas existem. Sim, sim, sim. Quantas casas temos, as ruas todas elas com nomes, os bairros também com nome.
É um trabalho que ainda está a decorrer, por isso nós ainda não temos o número exato de casas que estamos temos. Portanto, é um trabalho que ainda está a ser feito, depois já vamos fazer a entrega oficial do trabalho que já foi feito. Qual é o orçamento desta atividade, deste projeto e quando que vai se prever o seu término? Porque a partir daí, suponho eu que o município vai ter a ideia de quando pode arrecadar com o imposto predial autárquico.
O orçamento não poderei dizer agora, portanto não tenho números exatos neste momento, mas poderei depois dar essa informação.
Mas qual é a previsão do término deste processo, deste projeto? Está previsto em dois meses, portanto, acho que vai ser até o final deste mês o trabalho vai terminar. A primeira fase, portanto, este não significa que vai ser para toda a Matola Rio, vai ser a primeira fase, depois vai arrancar a segunda fase para terminar o projeto. Não percebi, eu não tenho muito timing. Portanto, primeira fase nestes dois meses, o trabalho já está praticamente no fim.
Faz-se a entrega, depois faz-se o levantamento para a segunda fase que vai arrancar. Certo. E o término? Ainda não sabemos quando é que termina a segunda fase. Depende muito dos orçamentos. Muito bem. Sr. Presidente, vou pedir ao Alberto para que possa pôr imagens por cima. Enquanto faço a questão aqui, o internauta ainda, Deniman, pergunta qual é o critério usado para a escoda de adaptação e construção de estradas?
Quando será terminado o projeto de 8 km em continuidade aos 1.2 km? Creio que está a falar da estrada da paragem Cajueiro. Por isso para responder, Sr. Presidente? Ora, pelo que eu entendi, temos uma estrada, sim, que nós asfaltamos.
de 1.2 quilômetros. Este é um projeto que depende muito dos nossos parceiros. Portanto, é um projeto de parceiro. Fez-se 1.2, mas depois tivemos uma fase muito triste, que interrompeu-se o projeto.
Portanto, era um projeto circular e o financiador, o nosso amigo, ele interrompeu o projeto, terminou-se 1.2. Mas ainda estamos a negociar para ver se ele volta a investir para terminarmos este projeto.
Quer dizer que aquele não é um projeto do município, é de um parceiro? Não, é de um parceiro, sim. É uma oferta que o parceiro fez ao município. Mas isso são as conversas que nós temos com os nossos parceiros. Porque a nossa tarefa é ir buscar investimentos, ir buscar dinheiro para investir na nossa Matalaria.
A ideia que chegou depois da inauguração daquela infraestrutura é que aquela infraestrutura que rodou dos corredores, aqui esta zona vai dar a casa de pessoas de elite, por isso que foi o município que privilegiou esta rua, porque estão lá pessoas poderosas. Esta visão que existe na comunidade quando conversamos com as pessoas, quer dizer que essa visão é rada.
Não, é errado, totalmente errado. Portanto, quem vem para apoiar, ele vem, não fomos nós que escolhemos onde é que gostaríamos, nós gostaríamos que fizesse numa outra rua, por exemplo, a rua onde há muito movimento de transporte, mas o investidor veio e fez a estrada ali.
Ele escolheu de forma experimental. Ele fez aquela estrada e essa estrada ia continuar, haveria de fazer uma circular pelo bairro. Havia de resolver muitos problemas dentro do bairro.
Mas o projeto terminou, aliás não terminou, foi interrompido devido aos problemas que nós tivemos, manifestações e o que seguiu depois as destruições. Mas já há vontade desse parceiro de dar continuidade? Sim, continuamos a conversar com ele, que é para ele voltar a fazer, para terminar o projeto neste caso.
Vamos falar sobre lixo, Sr. Presidente. Uma parte dos municípios sempre dizem que não tem capacidade para recolher lixo. No entanto, os municípios pagam a taxa de lixo. Acontece também com o município da Maturaria. Como se pode explicar a um município que paga a taxa de lixo e seu lixo não é cobrado, não é retirado? E ainda mais, ele tem que pagar outros serviços privados para retirar o lixo da sua casa.
Matola é diferente, é um município novo, nunca se cobrou taxa de lixo. O que tem acontecido, o que já aconteceu, é que alguns munícipes iam a Matola, a cidade da Matola, para assinar o contrato de energia. O município, quando paga energia na Matola, é cobrado taxa de lixo. Sim, é o que eu estava a explicar. É que faziam o contrato na Matola.
E este contador é da Matola, é registrado na Matola. Por isso que alguns casos pagam a taxa de lixo. E nós estamos a fazer uma campanha, a explicar ao município, se estiver a pagar taxa de lixo, esta taxa é ilegal. Tente se aproximar ao balcão, mostrar desde quando é que está a pagar, para que este valor seja devolvido. Alguns já foram.
Está a haver este trabalho de devolução do valor ou que o valor fique cativo para as próximas contas. Portanto, Matola Rio não se cobra taxa de lixo. Nós estamos a fazer este trabalho de recolha de lixo em alguns pontos a custo zero. Portanto, o munícipe não é cobrado, por enquanto. Nós estamos a traçar um plano de cobrança de taxa de lixo.
que depois já devemos divulgar ao nosso município. Porque neste momento com a EDM ainda estamos a ter alguma dificuldade, é um processo um bocado complexo. Gostaríamos de estar no plano da EDM, mas como município novo, ainda é um processo complexo. Estou a dizer, outras palavras do Sr. Presidente, que todos os munícipes que estão a pagar taxa de lixo na Matula Rio, estão a pagar injustamente. Correto, correto.
Todos estão acompanhando os podcasts que estão a pagar lixo. Onde eles devem ir para contestar o fato de estar a pagar taxa de lixo? Ao balcão de Boane, é lá onde está a sede do distrito.
é preciso dirigir-se lá de EDM é preciso ir até lá e reclamar mas por detrás disso há um processo que está a andar em coordenação com o município nós fizemos uma carta para a EDM que é para anular toda a cobrança de taxa de lixo na Matora Rio é um processo que está em andamento vários munícipes foram retirados a taxa de lixo mas quem continuar a pagar taxa de lixo por favor vá e aí
ao balcão da EDM e reclame para ter o seu valor de volta. Muito bem, vamos continuar aqui com algumas perguntas.
dos nossos internautas que estão a acompanhar e acompanham o CIPCAST. Uma das grandes preocupações dos munícipes da Maturaria tem a ver com a água e luz, e concretamente nos bairros de Benuluan e Juba Bay. São esses bairros que me aparecem neste momento nas mensagens.
Qual é o plano que existe do município para resolver a questão da água e também da energia? O que é certo é que bem próximo do município está o FIPAC, está atrás do edifício do posto administrativo. No entanto, vende-se água ali aos fornecedores, mas a água não jora nas casas dos municípios. Qual a ideia que existe em relação a estes dois problemas?
Água. A Matola Rio cresceu bastante, de forma exponencial. O projeto das águas de Moçambique foi apanhado em contrapé, porque não se esperava que a Matola Rio tivesse 4 ou 5 vezes mais população que tem hoje. Portanto, o sistema que está instalado na Matola Rio já não responde à necessidade. E os bairros, os novos bairros estão a surgir. O Beluano, por exemplo.
Juba B e Jonas, parte de Jonas, são bairros de expansão. Portanto, muita juventude, muita família está a construir e está a precisar desses serviços para amanhã. O que nós fizemos foi conversar com o nosso parceiro Musal e a Musal ofereceu-nos o sistema de água que está em Belo Luan.
É um sistema que resolveu parte do problema, parte de Juba Bay e parte de Beluano. Não é suficiente. As águas de Moçambique, neste momento, estão a tirar, a fazer a ligação de uma tubagem que vai até Molotano. E a mesma tubagem há de vir para Matola Rio, que é para fazer esta conexão da tubagem, para aumentar o caudal de água.
Mas nós não paramos por aí, nós atraímos investidores privados. Existem, neste momento, por volta de três ou quatro investidores que estão a tirar a água de Boan e alguns barros já têm esta água de privados. Nós temos aí dois sistemas, um privado e um das águas Moçambique.
O privado está a apoiar bastante esses bairros que são de expansão. E nós estamos a incentivar a acelerar este processo, que é para ir fornecendo água às nossas populações. E eu acredito que este problema gradualmente nós vamos resolvendo.
Este projeto que falou das águas de Moçambique ou do FIPAG, muda sempre de nome FIPAG, Águas de Moçambique. A questão que coloca água da região do Maputo, água da região do centro, mudam-se muito os nomes de cada governo. A questão que coloca é qual é o horizonte temporal que existe neste plano de melhoramento do sistema de fornecimento de água dos bairros mais críticos.
Ora, até para a resolução do problema de Beluano, aliás, de Molotana, em dois ou três meses, no máximo, o sistema estará instalado lá. E é a partir dali que nós vamos começar a desenhar a água que vem para Matolarí, para apoiar este caudal das águas. Nós estamos a prever que até final deste ano, o privado,
que nós temos lá, os privados que nós temos lá, poderão cobrir a maior parte dos bairros com falta de água. E com este aumento caudal das águas de Moçambique, poderemos ter a nossa Matola Rio com este problema de água resolvido praticamente na totalidade. Perfeito. A promessa está a ficar aqui, Sr. Presidente. Nós vamos cobrar. Sr. Presidente, voltando à questão da EDM,
disse que a maturaria não está a cobrar imposto a taxa de lixo. Qual é a vossa visão sobre o modelo de cobrança deste imposto? O município da Bela, por exemplo, procura desmamar da ideia de que seja a EDM a cobrar a taxa e, por consequência, a EDM possa transferir ao município da Bela. Qual é a vossa visão sobre essa taxa? Entendem que deve ser o município a cobrar essa taxa ou entendem que este modelo da EDM é mais eficaz?
Ora, o modelo da EDM é eficaz, porque vai-se buscar a taxa quem consome energia. E todos consomem energia no motor ao rio. Seria eficaz. Mas tem um problema, é a burocacia, aquele levantamento todo tem de ser feito, provavelmente nós devemos ir até o final do mandato sem termos a taxa a partir da EDM.
Então, o que nós estamos a fazer é a auscultação nas comunidades, que é para iniciarmos a cobrança de taxas. Estamos a pensar qual é a taxa que nós vamos cobrar e esta taxa vai ser cobrada a partir da variação de salubridade. Portanto, vai ser vontade do munícipe ir pagar. Portanto, por isso eu gostaria que o munícipe fosse, por vontade própria, pagar essa taxa quando nós formos a publicar.
Edmilson Dingo fala sobre a questão de segurança. Há muitos roubos na Matola Rio, como o Edil, também tem essa responsabilidade de garantir aos munícipes uma tranquilidade. Tem essa informação, tem esse relato de casos de roubos, de assaltos que acontecem na Matola Rio? Sim, Matola Rio, porque cresceu bastante. Música
porque há muitas empresas, muita gente está a viver numa toro-rio, e acaba atraindo os malfeitores. Estamos a ter casos de assaltos, estamos a ter casos de crianças que arrancam os telefones, as pastas.
Mas nós estamos com a Polícia Municipal e a nossa Polícia da República a trabalhar em coordenação para desmantelar esses casos. Já temos vários grupos que foram desmantelados e é um trabalho que está a decorrer e acreditamos nós que gradualmente nós vamos criar condições para que o malfeitor não tenha um espaço para manobras na nossa matalaria.
Mobilidade urbana é o próximo tópico. Vamos conversar com o presidente da Amatola, do município da Amatola Rio. É inegável que o parque automóvel cresceu muito na região metropolitana. Qual é o vosso plano de mobilidade da Amatola Rio? Porque a Amatola Rio também depende da Amatola, porque há muita gente que vive na Amatola Rio, trabalha na cidade de Maputo. Qual é o vosso plano de mobilidade urbana?
Muito bem, nós temos tido várias reuniões com os municípios da área metropolitana, existe um projeto que está em andamento, já iniciou na cidade de Maputo e Matola, e este projeto vai abarcar Matola-Rio, Boan e Marraqueno.
que é para criarmos aqui condições para que o munícipe possa deslocar-se sem muitas dificuldades. Então nós temos que unir esforços para que os caminhos de ferro...
e assim como os autocarros, possam transportar os nossos munícipes, evitando que as viaturas particulares sejam meio único para movimentar os nossos munícipes. Nós temos tido alguns resultados, os comboios...
acabam transportando muita gente que vai à cidade de Maputo, portanto, vai à cidade de Maputo, de Maputo para as nossas vilas. Portanto, este é um trabalho que está a decorrer, é um projeto que está a decorrer e eu acredito que vai resolver a maior parte dos problemas. Isso inclui também o alargamento da N2, que é para criar essa transitabilidade sem muitos congestionamentos.
A empresa escreveu que a integridade da Matola Rio está a tensionar, criar uma empresa de transporte. Em que está ajustado este processo? A questão que se coloca aí, as empresas já existem, Matola está tendo dificuldades, mesmo tendo que criar uma empresa de transporte. A cidade de Maputo tem os mesmos problemas. Uma parte das empresas municipais de transporte, todas têm problemas. Certo, certo.
Até que ponto esta ideia é boa de se criar uma empresa municipal de transporte na Motelarim se os exemplos que nós temos aqui da Beira não o surtiram feito? Há uma nova forma de olhar para o transporte público municipal, retirar o pensamento de que vamos lucrar com o negócio. Este é um serviço público para beneficiar o munícipe.
Portanto, a aquisição dos autocarros vai ser para a obtenção de valor que vem da cobrança do ticket, do bilhete neste caso, vai ser para a manutenção dos autocarros, não para a criação de lucros. Portanto, é mesmo para servir o município. Este é o nosso pensamento, a empresa já está criada, já foi aprovada.
Estamos neste momento à espera que sejam decretos alguns autocarros através do Governo Central para iniciarmos a servir ao munícipe sem pensar no lucro. Pensa que até este ano é possível que a empresa municipal comece a trabalhar efetivamente? Tudo está a crer que sim. Estamos à espera apenas dos autocarros para iniciarmos com...
o transporte. Já há alguma previsão de quando os autocarros serão alocados a Matularia ou nem por isso? Não, neste momento não vou avançar com números, mas eu sei que devemos ter alguns autocarros. Já existe parqueamento onde vão estar o parque desta empresa, quando se adquire autocarros, também quer garantir a sua segurança, já há espaço para isso onde se vão colocar esses autocarros?
Temos sim, temos a previsão do edifício do município, prevê também o parque automóvel, onde vão estar as nossas viaturas e assim como os autocarros. Muito bem. Há uma pergunta do Sr. Helder Timba, internauta, diz qual o motivo dos duatos estarem super puxados, chegando às margens de 30 a 50 mil meticais para moradores já residentes há muito tempo?
Ou seja, eles medem o seu terreno e taxam. Avaliam a qualidade da sua residência e colocam uma taxa. A questão é por que não atribuem doates gratuitamente aos moradores que já residem no município há mais tempo. É a pergunta do Helder Timbal.
Muito bem, quanto aos doates, nós estamos, desde que iniciamos com essa campanha de regularização, no ano passado, no final do ano passado, nós lançamos uma campanha com desconto, que era para atrair o município a regularizar a sua terra, a sua casa.
Nós fizemos um desconto de 40% e vários munícipes apareceram, tiveram este serviço de doado e de outras taxas a 40%. Portanto, eu vou convidar aqueles que têm dificuldade, acham que a taxa que está a ser cobrada, que é de lei, está tabelada, têm esta dificuldade, se inscrever para o presidente do município e demonstrar com A mais B que têm a dificuldade, nós podemos...
o presidente do município tem a autonomia de baixar o valor, portanto, de reduzir o valor, dependendo da condição financeira que tem. Nós temos falado, quando vamos às reuniões dos bairros, para que o município, quando recebe este documento, a notificação para pagamento, se ele não tem condições, vem ao município e faça uma carta para o presidente, o presidente vai tomar uma decisão de redução de valor.
Essa possibilidade. Sim. Sr. Presidente, falou dessa campanha e nas conversas que falamos, de fato, são esses valores, 30, 50. Quando já foi arrecadado com esse exercício de regularização dos espaços na Matularia? Olha, no total, nós quando iniciamos a nossa governação em 2024, tanto a governação iniciou tarde, depois tínhamos que arrumar a casa,
A nossa receita total foi por volta de 22 milhões. De aerobiliação de espaços? Não, total. De todas as taxas.
E dobramos a receita, portanto, para o ano 2025, a receita dobrou. A regularização de espaço é correspondente a mais ou menos 50% da receita. Portanto, é uma receita considerável de regularização de espaço. Portanto, eu junto a regularização de espaço e o IPRA, que é o imposto predial. Portanto, esses dois impostos andam juntos.
Portanto, este é um imposto muito importante para as nossas atividades. Por isso, eu convido a todos os munícipes a pagarem essas taxas. Se não tiver esta possibilidade de pagar a taxa que é de lei, o Presidente do Município tem esta possibilidade de demonstrar esta falta ou que não tem a possibilidade de pagamento, o Presidente do Município tem a possibilidade de redução desta taxa.
Muito bem. Sr. Presidente, vamos dar continuidade. São dois anos de mandato. Fica para a história como primeiro presidente do município de Amatola Rio. Dois anos de mandatos já feitos. Está feliz com o seu desempenho.
Ora, eu digo que estou feliz porque estou a cumprir uma missão, estou com um desafio muito grande. Foi uma governação, está sendo uma governação muito difícil, nós assumimos esta governação e já no final do ano, antes de fazer um ano, nós tivemos o problema que tivemos de manifestações que destruíram por completo...
onde nós viemos a arrecadar receitas, que são o comércio e as empresas. E ficámos muito tempo sem arrecadar as receitas, mas nós não cruzamos os braços e continuamos a trabalhar. Por isso, eu estou satisfeito, porque eu gosto de grandes desafios. Continuarei a lutar para que o município da Matora Rio seja um município...
que está a caminho de uma cidade. Sr. Presidente, como querias da críticas dos munícipes que dizem que não sentem a presença do município da Baturaria?
Ora, eu digo aos munícipes para conversarem mais connosco, o presidente do município está com o telefone aberto para qualquer munícipe, portanto eu não tenho hora de receber o munícipe no meu gabinete, portanto o munícipe não precisa de marcar audiência, ele pode ligar para mim e apresentar a sua preocupação e o munícipe...
Pode até dizer que não está a haver o que nós estamos a fazer, mas há muita coisa que nós estamos a fazer. Quando nós encontramos o município da Matona Rio, o município da Matona Rio precisava e ainda precisa de tudo, a partir de estrada, água, energia, a recolha de resíduos sólidos, que é o lixo, encontramos a vila suja. Portanto, não havia nenhum sistema de recolha de resíduos sólidos.
e nós estamos a limpar a Matora Rio. Ou está diferente, ou estamos a fazer duas ruas muito importantes que até o final do ano o munícipe há de ver que nós teremos duas ruas principais totalmente pavimentadas. Sr. Presidente, daqui a três anos termina o seu mandato. Que marca gostava de deixar na impossibilidade de fazer o segundo mandato?
Primeiro, eu quero deixar o município da Matora Rio, o governo, neste caso, o município da Matora Rio, sim, com...
estradas pavimentadas, as principais pavimentadas, que é a quilômetro 16, a Rua da Mozal com asfalto em condições, e temos mais uma rua, a terceira rua, que é a principal, que sai do mercado, próximo à ponte da Mató-Ri, e faz a ligação com o bairro Juba. Portanto, é uma rua muito importante. Portanto, essas três vias em condições.
Gostaria de deixar o bairro Jonas com casas, com ruas, com iluminação pública, com água e energia. Eu...
sairia de peito aberto, sairia muito satisfeito com este bairro, como bairro modelo da nossa Matola Rio. Gostaria de deixar a nossa Matola Rio com bases para o edifício do município, do governo municipal. Gostaria de deixar o município da nossa Matola Rio em segurança. Portanto, a criação de todo o sistema de segurança para que o nosso município possa circular na nossa Matola Rio em segurança.
Alberto, vou pedir que possa colocar uma reclamação do munícipe de Juba Bay sobre uma questão particular que enviou-nos via WhatsApp. Vou pedir para que possamos ouvir esta inquietação deste munícipe da Matola Rio. Vamos ouvir. Até já.
Bom dia, boa tarde, conforme vai chegar o vídeo. Estamos a fazer este vídeo a partir de Djuba B, Quarteirão 2, a zona próxima ao PT, do outro lado da rua, na Rua do Meio, onde temos uma situação já reportada ao município.
esta rua. Temos esta situação dos postes, de um poste que tentou se reforçar e mesmo assim não deu efeito nenhum. E reportamos ao grupo de regamações do município, que era para pedirmos para que a IDM pudesse nos repor esta situação. Acabamos fazendo este vídeo porque cada dia que passa...
conseguimos notar que o poste vai caindo e este poste faz ligação da energia para esta rua. Estou a falar de mais ou menos acima de 12 casas, 10 a 12 casas que vão ficar sem energia.
Mas o perigo principal não mora aí. O perigo principal mora na questão de que esta rua é muito usada pelas crianças logo de manhã, às 10 e à tarde, quando vão, quando se fazem a escola. E passam viaturas aqui também, isso pode perigar a vida dos...
dos cidadãos, dessas crianças, talvez de nós próprios munícipes. Então, decidimos fazer este vídeo para encaminhar ao município, se calhar o nosso presidente possa ter atenção e tentarmos resolver e ultrapassar esta questão. Então, conforme vê esta rua, mais para lá, para o fundo,
Dependemos todos desta corrente elétrica que agora está em perigo por causa destes postes, por causa destes postes, como podem ver, como podem ver a situação em que estamos. Isso já foi reportado há mais ou menos mais de um mês e até aqui ainda não tivemos resposta.
Esta é a reclamação do município de Júbabé. A sua reação, Sr. Presidente, em relação a esta questão, este município disse que esta reclamação foi colocada no grupo de reclamações do município de Notar Rio, mas não foi resolvida. Muito bem. Eu lembro-me muito bem desta reclamação e fiz chegar ao engenheiro da EDM para resolver esta situação. Estou admirado que o problema não foi resolvido.
Portanto, eu vou chamar a atenção ao nosso engenheiro da EDM para servir bem ao nosso município. Portanto, eu gostaria que o nosso município enviasse de novo esta reclamação para o meu número, para poder apertar o engenheiro e que hoje, o mais tardar amanhã, este problema terá que ser resolvido. Portanto, pessoalmente, eu amanhã de manhã terei que ir visitar o bairro para ver se o problema foi resolvido.
Muito bem, Sr. Presidente. Já está respondida a questão deste município de Amatola Rio. Vamos correr, porque estamos a correr para terminar o podcast de hoje. Gostava de perguntar qual... Creio que respondeu, mas gostava que pudesse certificar a relação ao nível da recadação de receitas no município de Amatola Rio. Falou de 22 milhões de medicais no primeiro ano. No primeiro ano, sim. No segundo ano, duplicou. 44. 44. Qual é a previsão deste ano?
Nós estamos a prever ir para os 80, 85. A capacidade na Matola Rio? Sim, sim, sim. Temos essa capacidade, porque Matola Rio ainda não fizemos na totalidade do cadastro. Ainda há muitas casas, muitas empresas para cadastrar. É um trabalho muito sensível, que temos que convencer os nossos munícipes a pagar as taxas de impostos. Portanto, este é um trabalho...
que nós temos feito nos bairros, porque a nossa cultura, não só na Mataró-Ri, em quase todo o país, é não pagar taxas de imposto. E depois exigimos o trabalho. Então eu quero dizer aos nossos munícipes, quero informar que o nosso trabalho, a execução das atividades, das obras, depende muito da contribuição do nosso munícipo. Portanto, todos nós temos que estar juntos para que as obras aconteçam.
Sr. Presidente, quais são os setores que entendem que, falou da questão da regularização dos espaços, que é um dos setores que mais contribui, quer perceber quais são os outros setores que mais contribuem para a receita do município da Matularia? Temos a atividade econômica.
Portanto, é um trabalho também que temos que convencer os nossos empresários, os nossos comerciantes a pagarem a taxa mensal. Portanto, esta é outra taxa que aumenta bastante a fasquia de receitas. Temos os caminhões, os transportadores.
transportadores semocolitivos, os caminhões. Em Matola Rio temos vários armazéns, temos vários parques de caminhões. Esta é outra área onde nós temos que ir buscar receita. Portanto, é o trabalho também que estamos a fazer para convencer todo caminhonista a pagar uma taxa.
todo transportador sem coletivo a pagar a taxa. Há uma preocupação que existe no terminal da Mousal, que tem a ver com o comportamento dos transportadores, a indicação de que há desmandos, e gostava de associar essa questão ao descontrolo da informalidade que existe no terminal da Mousal.
no final do dia, ele fica abarrotado, é difícil se movimentar naquela zona. Qual é o plano que existe em relação aos dois assuntos? Que são o transporte, desmandos dos transportadores e também a questão do crescimento daquele mercado informal ali no terminal. Ok. Aquele mercado foi crescendo e hoje é um problema. Que estão lá os transportadores, estão os vendedores.
E eles saíram da zona onde estavam no mercado e já estão na rua. A nossa polícia está todos os dias a conversar com eles, vamos afastando gradualmente da rua. Os transportadores, esses também, nós temos a polícia permanente lá, que vai fazendo, vai criando ordem, que eles estacionam de qualquer maneira. Portanto, isso é que cria problemas. Mas nós temos uma solução definitiva, temos um terreno mais para frente,
onde vamos criar o terminal e o mercado. O terminal vai sair dali? Vai sair. Mais para frente. Sim, sim, sim. Ali no meio há um espaço onde já está reservado e estamos a criar condições para que o mercado vá para lá. Vamos criar condições de algumas infraestruturas lá, que são os sanitários.
e algumas sombras para que os vendedores possam se deslocar para lá, e os transportadores, para onde vai o transportador é lá onde o vendedor é atraído. Portanto, por isso temos que movimentar essas duas entidades. Qual é a previsão deste novo terminal? Nós gostaríamos que até final deste ano nós resolvêssemos esse problema.
Já teríamos resolvido no ano passado, mas algumas coisas legais no espaço onde nós estamos a preparar não foram acauteladas, mas estamos à espera de decisão final, que é para podermos ocupar o espaço. Perfeito. E em relação à rua que vai dar a Biduane A, aquela que sai o terminal, que sempre quando chove também é outro problema, há algum plano para aquela via?
porque temos notado no símbolo da Matulario, algumas ruas, metem algumas máquinas, sempre que chove, para minimizar o sofrimento. Coloco plano específico para aquela rua, vou pedir ao meu colega para que possa ilustrar a degradação das ruas que existem na Matulario, enquanto nós conversámos aqui com o Presidente. Quanto às ruas...
Para resolver este problema, não de forma definitiva, mas para minimizar, é a colocação de material, que é o saibre e a pedra. E este é um trabalho que vai avançar depois de terminarmos a obra que estamos a fazer no quilombo 16, porque todos os caminhões estão concentrados no quilombo 16 para a criação da subbase e a base. Depois disso, nós vamos para as outras ruas, onde vamos fazer a movimentação do material.
para estabilizar o solo. Porque sempre que chove, se é terra sem pedra, ela acaba criando os buracos, acaba se movimentando a terra e criando intransitabilidade. Sr. Presidente,
Com que proceder a questão da sustentabilidade financeira? Com que proceder o município recebe fundos de Fundo de Compensação Autárquica e também o Fundo de Investimento e Iniciativa Autárquica? O que acontece é que muitos municípios dizem que o Estado moçambicano não está a dar esse dinheiro. O município da Tome Maturaria está a receber o dinheiro ou não? É o problema de todos os municípios e nós entendemos, porque o governo central tem um país todo.
e este fundo é para apoiar os municípios, nós temos uma política que o município tem de criar os seus recursos. Não podemos depender apenas dos recursos que vêm do Governo Central, porque é um apoio que estão a dar, e nós temos gradualmente irmos criando a nossa independência, é o que nós estamos a fazer. Nós temos recebido, sim, os fundos, podem atrasar alguns meses, mas nós estamos a fazer de tudo para não dependermos desses fundos que vêm do Governo Central. Então...
Sr. Presidente, quando nós olhamos para os municípios do país, há municípios que parecem ser modelos, como por exemplo o município da Beira, que é governado pela oposição, que regra geral, mesmo em períodos críticos em que o Estado tem dificuldade de pagar de terceiro, ele aparece a pagar de terceiro sem dificuldades.
O que nós temos efetivamente é um problema de governação municipal ou há outro problema para explicar o fato de alguns municípios conseguirem fazer e outros não conseguirem fazer? Há vários fatores. O presidente do município é o gestor. Ele é que deve saber como fazer a gestão dos seus fundos. Nós, por exemplo, na Matola Rio, ainda não tivemos problemas de salários.
Desde que nós iniciamos, estamos a pagar o 13º, estamos a pagar os salários sem dever aos nossos funcionários, sem devermos à Assembleia Municipal. Portanto, eu acredito que é gestão.
Esta comparação com a cidade da Beira, a cidade da Beira tem os seus recursos, acredito eu, também deve estar a fazer uma boa gestão, mas eu acredito que a proveniência desses recursos, que é a base local e assim como a de fora.
Eu tenho conhecimento que há muito dinheiro que vem de fora do país para apoiar aquele município. Ele tem investidores de fora que fazem apoio ao município. E cada presidente faz de tudo para ir buscar esses apoios.
Portanto, esta é a nossa política, ir buscar investimento e ir buscar dinheiro fora para podermos ter as nossas despesas pagas. Sr. Presidente, uma questão também de equilíbrio, porque fiz a mesma pergunta dos outros dias, gostava de perguntar, sempre quando terminam os mandatos nos municípios, é uma questão que eu queria colocar e ouvir a sua sensibilidade.
Sempre quando termina um mandato no município, onde entra um novo edil, sempre queixa-se de ter dificuldades para executar os planos de governação, porque o edil anterior deixou dívidas. Como é que olha para essa questão? E já agora, porque está a iniciar o ciclo de governação municipal na Matulario, se tem sensibilidade em relação a isso, não vai deixar dívidas para o próximo edil?
A nossa governação vai ser de terminar este mandato sem dívidas. Por isso, até hoje, nós estamos a andar muito bem. Fazemos de tudo para pagar as nossas contas e nunca ir buscar dívidas. Eu gostaria de terminar o mandato sem dívida nenhuma para entregar a governação ao outro presidente.
e continuar com o seu plano, o seu programa, sem pensar no que o outro presidente deixou. Sr. Presidente, há ideia de que devia haver uma legislação que pudesse criar limites de atuação do governo municipal, que está em fim de mandato, para garantir com que...
ele não deixa dívidas para o próximo edil. Tem a mesma sensibilidade que, de facto, devia existir algum tipo de parâmetro ou algum tipo de travão para permitir com que o edil não faça nível de investimento que possa condicionar a governação a seguir? Sim, eu acredito que sim. Tem de haver alguns limites, que é para não prejudicar a governação a seguir, mas também a inspeção está lá. A nossa inspeção tem de trabalhar no sentido de não permitir e também... E aí
que uma governação deixe dívidas prejudicando a outra que vem a seguir. Sr. Presidente, esta é a última questão que vou colocar. Está praticamente a três anos do fim do mandato. Tensiona a recandidatar-se caso seja possível. É assim, as nossas candidaturas dependem muito do partido. Porque o poder municipal é do partido.
Portanto, o partido é que define se continua ou não e define se este é o candidato certo que vai avançar ou se vai se apostar num outro candidato. Mas tem vontade? Sim, eu gostaria de avançar com o segundo mandato para completar os planos que nós desenhamos.
Mas não é a minha vontade, a vontade é a do partido. Uma mensagem para os munícipes de Amatulario. Já deixou o compromisso para a reclamação daquele munícipe, que tem um poste quase a cair na zona de Juba B. Alguma mensagem para os munícipes de Amatulario sobre o que podem esperar de si como o primeiro idil de Amatulario?
Caros munícipes nossos matolarienses, o presidente Abdul é aquele... Acalma, só calma, se presente aquele ali, por favor. Ok. Caros munícipes matolarienses, o presidente Abdul é o presidente de todos os munícipes, o meu telefone está aberto para todos, mandem mensagem para mim, façam reclamação direta ao presidente, eu não vou cansar enquanto não resolver os problemas dos nossos munícipes.
Qualquer dificuldade que tiverem na tramitação de documentos, nas reclamações dentro do bairro,
podem contactar direto ao presidente e estarei convosco, sempre estarei convosco, para resolvermos os nossos problemas. Antes dos munícipes me criticarem no Facebook, porque houve algumas perguntas que têm a ver com o FIDAL, há quantos fica o FIDAL, a indicação de que o município da Matoleira não disponibilizou o valor do FIDAL, o que está acontecendo? Nós estávamos num processo, são vários candidatos, quase 3 mil candidatos, estávamos num processo de seleção.
e análise das candidaturas, dos projetos, já terminamos e brevemente vamos anunciar aqueles que vão ter direito ao valor. Não é muito, é pouco, mas todos que concorreram. E se o projeto estiver dentro daquelas linhas que são de um projeto que possa pagar por si, esses terão o valor, pode não ser nesta primeira leva, poderão ter na segunda leva ou na terceira leva.
Portanto, estes todos que concorreram estão na nossa base de dados e nós vamos dando o valor fase a fase.
Para quando vai começar o processo da entrega dos valores? Estamos à espera que próxima semana, se tudo correr bem, divulguemos os que vão se beneficiar nesta primeira fase e vamos depois ver qual é a disponibilidade dos valores, porque sabemos que estão a ser transferidos. Se o valor estiver disponível até o final deste mês, ou o princípio do próximo mês, nós vamos começar a desembolsar os valores.
Gostaria de agradecer ao Sr. Presidente por ter estado conosco, o Edil da Amatolario, Dr. Abdul Gafor Sof, Presidente do Município da Amatolario. Gostaria de agradecer a si, estimado internauta, pela companhia aqui no CIPCAST, por este momento de interação com o Edil da Amatolario. Lembrando que nós somos o Centro de Identidade Pública e este é o espaço que nós...
criamos para garantir com que possamos discutir de forma muito aberta sobre os problemas que nós moçambicanos temos e que somos nós responsáveis por arranjar as suas respectivas soluções. Sr. Presidente, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite, por estar aqui e por ter expalido as questões dos nossos internautas e também as perguntas do Centro de Intentidade Pública. Dizemos o meu sucesso para si e para a sua equipa. Muito obrigado. Foi o primeiro ministro, até uma próxima oportunidade. Que animal. Obrigado.