Episódios de Flow Games

ESPECIAL INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL nos GAMES ft. ROLANDINHO e ADRIAN - #flowgames #189

24 de março de 20264h35min
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Nos últimos dias, uma discussão bastante acalorada sobre o papel da inteligência artificial nos jogos foi reacendida. Com a revelação do DLSS 5 pela NVIDIA, as opiniões ficaram divididas sobre os gráficos. Muitos veem os avanços da tecnologia, outros discutem se ela não compromete a visão dos criadores. O Flow Games de hoje traz o Rolandinho e o Adrian do canal  @8nfinitamente  para falar mais sobre o tema, as novas tecnologias e o futuro com da IA nos jogos.Vem que hoje a resenha tá incrível!

Assuntos14
  • Inteligencia Artificial em GamesIA generativa na indústria de games · Controle artístico dos desenvolvedores · Direção de arte vs tecnologia · Evolução das ferramentas (DLSS 1-5) · Neural shaders · Ray tracing e realismo gráfico
  • DLSS e Upscaling GráficoAnúncio da NVIDIA no GDC · Alteração visual de personagens · Reação negativa do público e memes · Comunicação precipitada da NVIDIA · Entrevista de Jensen sobre DLSS 5 · Comparação com gerações anteriores de gráficos
  • Realismo vs direção artísticaFotografia e cinematografia como inspiração · Luz e sombra em jogos · Preferência estética dos jogadores · Comparação com cinema · Evolução da percepção visual
  • Tecnologia Transformer e redes neuraisMecanismo de atenção · Diferenças entre CNN e Transformer · Processamento de imagens · Frame generation · Treinamento de modelos de IA
  • Ética e responsabilidade da IARisco de uso inadequado · Confiança em sistemas de IA · Papel das empresas desenvolvedoras · Regulação e governança · Impacto no mercado de trabalho
  • Criatividade e desenvolvimentoCapacidade de criar coisas novas · Diferença entre recombinação e inovação · Prova de teoremas matemáticos · Sentimentos e consciência da IA · Arte generativa vs arte humana
  • Lei de Moore e limites da computaçãoTransistores e nanometria · Efeito túnel quântico · Paralelização de processamento · Limites físicos da tecnologia · Necessidade de novos paradigmas
  • Futuro da computação gráficaTransição de rasterização para IA · Computação neural como paradigma · Impacto no design de hardware · Sustentabilidade energética · Próximas gerações de consoles
  • Analise Plataformas TecnologiaPrimeiras impressões sobre DLSS 5 · Reação pública negativa · Retratação pública · Papel dos analistas técnicos · Pressão de comunidade online
  • Frame Generation (DLSS Frame Gen)Geração de frames intermediários · Impacto na performance · Treinamento de modelo para interpolar frames · Comparação com upscaling · Aplicações em tempo real
  • Ficcao CientificaStar Trek Next Generation e o Data · Direitos de seres artificiais · Consciência vs inteligência · Sentience em máquinas · Responsabilidade legal
  • Exemplos visuais polêmicos do DLSS 5Graças em Resident Evil Village · Personagem em Hogwarts Legacy · Starfield · Assassin's Creed · Minecraft e memes
  • Impacto de decisões empresariaisCusto de desenvolvimento · Acessibilidade para pequenos estúdios · Margem de lucro · Modelo de negócio B2B · APIs e payment per use
  • Esquerdomachismo EmpreendedorismoEvolução do OpenAI · Mudança de missão para fins lucrativos · Competição com Google · Geração de imagens · Detectores de conteúdo gerado por IA
Transcrição2495 segmentoswhisper/

[Música]

Sáu, só família, eu seja um venvindo da mais um flow game,

e hoje um flow game especial chegou a hora dele.

Era inevitável que uma hora a gente ia fazer,

um programa sobre inteligência artificial nos games,

e chegou a esse momento, e a gente aproveitou o gancho do DLS65,

e tudo o que tem sido discutido no internet para falar sobre essa e-a nos games.

É um papo muito rico, a gente vai muito profundo nelho,

por isso que a gente trouxe até pessoas que são mais enteradas sobre inteligência artificial,

que a gente, porque a gente é nubi, nesse assunto,

mas eles vão ensinar a gente e dar muita aula hoje, eu quero ver.

E comigo aqui, antes de apresentar eles, eu estou com o VINAM, e aí VINAM,

ser o bono 8 bono de atores, cara, nunca viu uma tecnologia

que tanto falou em uma semana, a gente...

15 segundos de vídeo e tem centenas de materiais.

Exatamente.

Foi muito bom, a gente vai falar muito, tem uma pauta enorme aqui,

cara, esse programa é longe, então tem mais pauta, a gente.

Pauta, a gente.

Sem mais dolor, sem mais delongas.

A presença era vocês, rola, dinho, e adren, do canal, infinitamente.

Entre outras, né?

Olá, pessoal, o Brasil está aqui no Flo Games.

Prazer prazer, cara, e olha, a gente sempre se veja,

a gente sempre fala de tal, isso fazão o Flo Games sobre esse assunto.

O NINÉ, os dos canais, que eu fico isso, a comunhão lá no...

Nossa, o ítimo e fala, né, desde que eu gosto muito.

O Finnex teve um...

O Finnex teve um...

Nossa, dá os cartas.

É, é...

E aí, eu estou feliz que agora a gente encontrou

uma situação ideal.

E de al.

Pra gente estar aqui até porque eu assisto o Flo Games.

Ou é, vocês falando besteiras sobre o que eles acham.

É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é.

É bom, porque eu roladiu inclusive recentemente falou, pro...

Pra mim, sobre isso, tá?

Pra gente vinha aqui, discutir sobre o...

Mas foi legal, que agora a gente já poderia poder...

É, foi ideal, ele quer dizer, momento mais polêmico possível.

Vindo pra cario, falei pra mim numa hora da trancas de anelas, que nunca se sabe o que pode acontecer, né?

É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é,

Tem inclusive, cara, eu espero muito que a gente não seja odiado, depois de esse programa, porque a hysteria está muito alta sobre esse assunto, você quer que tem pontos pra discutir sim, tem alguns pontos que a gente vai trazer eles, mas no geral, tem sido muito abisturdo, tem me lembrado até a Chaparrone, agora que foi extrapolado no nível, que agora tem vídeo dos caramato, batendo criança, né?

Que tal, é, é o segurança dela, eu não gosto, é porque extrapolou quem, né?

É porque eu acho que é, inclusive tem vários exemplos sobre isso, né? Não sei se quem entrar agora, mas o que aconteceu, por exemplo, com o Digital Foundry...

Sim, eu acho que tem vídeo. Tem, porque, para quem não sabe o que aconteceu é que eles fizeram um primeiro vídeo, que eu acho que foi ali 7, 8 minutos, só comentando os primeiros impressões, logo depois que eles tiveram até que demos que foi direto com o vídeo.

E eles estavam muito positivos em relação ao fato de que era algo técnicamente muito impressionante, né?

Eu caso era algo que você nunca ia conseguir em tempo real, ali, com o seu lado, ele é de 16 mil e segundos que estão sendo feito.

E daí eles receberam massas de um ponto, então foi uma confusão assim muito grande nos comentários deles, ao ponto que eles fizeram um outro vídeo se retratando.

E, que inclusive eu achei um pouco feio, porque eles basicamente falaram, embora eu entendo o lado deles, de que eles deveriam ter esperado pra ver a opinião das pessoas antes de fazer o vídeo.

Oé, porque é uma coisa meio exigida, né, porque a minha editoria é assim, a gente viu que vocês acham primeiro, e aí eu dombro a opinião baseado de personagens.

Quando eles são, eles são o canal que não estão ali pra falar, ou a opinião sobre as coisas do público.

Eles estão ali pra dar uma visão técnica, então, embora eu entendo que se vocês se vêam massas de morte, eu to vejo você, começa a repensar a vida, mas essa...

Bora a treta interna, né, o meu irmão deixiu a foto perfil, uma foto preta, falou que ninguém avisou ele, e com teve discussão.

Ah, olha aqui, isso é o meu irmão, é assim, gente, falando aqui conversaram com o equipe, mano, deve ter vado uma breta interna lá dele.

Não, vai ser um papo muito louco, mas não nos matem, tá?

Bem, a gente vai dar umas opelhões aqui, nossas também, sobretodo esse assunto, e comentar também, tá aqui em camente sobre ele.

Na tecnologia, entendeu que ela faz mesmo, porque eu acho que, em certo ponto, muita da exteria vem, porque as pessoas não entenderam.

E o pior que o dia encenderam a entrevista muito ruim, que ele falou que todos os gamers estão errados.

Ele falou, é exatamente isso, cara, esse é um volte dele.

E isso é que isso é que eles alganizam discussa, ele faz, não, tudo bem, vamos só, é. Primeiro ponto, todos vocês vão dizer isso.

É, eles começaram uma conversa assim, né.

A gente até trocam o áudio e falou, mano, você viu que ele falou, foi cara, técnicamente.

Ele não errou, né, ele tá falando, a pessoa interpretou errado com as que eles queusam.

É, técnicamente, mas devia ter falado assim.

É, mas é o que o rosto falou também, né, é o jeito que eles comunicaram, né, parada.

Em certo ponto, é um negócio meio complexo também de se apresentar.

Até pra começar as em a pinceláua, assunto, eu acho que tem, eu vindo pra cá, fiquei pensando sobre isso.

Que muito se deve, o fato de que é difícil pro público separar e também pros técnicos.

Pra quem gosta da tecnologia tá pesquisando, separar, digamos assim, o fascinho com o avanço tecnológico,

ou seja, o que essa tecnologia é, o quanto que ela avançou em comparação com que já existe,

o que ela abre de possibilidade artística, de infim possibilidade de aplicações, e isso é uma coisa.

E o impacto artístico e mediato dessa tecnologia aplicada são coisas que digamos, um cara que é técnico,

às vezes ele vai olhar o resultado, eu ia falar assim, cara, na acredito que ele conseguiu isso.

Olha o avanço, é claro que todo mundo vai pirar de ver que essa tecnologia consegue gerar uma coisa tão fantástica.

E aí, às vezes ele, ele não, talvez não tenha passado na cabeça de quem montou as demos.

Alguns dos aspectos que incomodaram tantas pessoas, que eles estão muito dentro daquilo.

E pra eles, é tão óbvio que aquilo é uma coisa. E assim, eu acho que nem é a soma questão da inteligência artificial,

em si, digamos, a avanço, da inteligência artificial, mas como isso, se encaixa com o jeito que a renderização é feito em computador hoje.

Porque existe até um jogo que a gente pode entrar depois entre o que você obrigado a aceitar,

porque é simplesmente o jeito que os algoritmos são, e o quanto o artista pode lá e mexer nisso, e é uma dança entre essas duas coisas.

Não, é um que o artista não tem um controle total, tal qual alguém que está pintando uma tela, ou alguém fazendo arte digital,

onde a pessoa pode, de fato, escolher pixel a pixel e passar a sei lá um ano da vida dela, escolher todos os pixels de uma tela.

É algo onde você negocia com o sistema que você está usando.

Que ainda você escolheu?

É com os shaders que você está usando, os programas de shader, etc.

E eu acho que eles partiram do ponto onde eles já imaginavam bom, ok, é óbvio que tem esse tanto aqui,

que é algo que vem dos algoritmos, e esse tanto aqui que os artistas negociam em volta disso.

Então eles veem o que acontece e negociam em torno disso.

E daí eu acho que nem eles, eles didnem para pensar que eles em um recebeu uma carga que vem da outra discussão popular sobre inteligência artificial.

E eu acho que é muito isso que aconteceu.

Existe todo uma carga de coisas relacionadas a falar sobre o JTAPT e se lá modelos de imagem,

que foram transferidas assim para essa discussão, que nem sempre se aplica.

E eu acho que em vários casos, por exemplo, em discussões, principalmente com os DLSS antigos,

por 4,5, não se aplica em quase nada.

Sim, não sim, total, total.

Eu acho que é porque esse DLSS mexeu em certas coisas específicas que as pessoas fizeram essa conexão, mas...

É, foi, foi, cara, a conexão foi clara, ela vai lá em alta, assim.

É, que é o EIS LOP.

É, ela cara de EIS LOP, que é o que vai aparecer lá, inclusive a gente vai falar que o DLSS endeu um entrevista hoje, que ele se referiu assim.

E isso, ele falou que ele também não ama EIS LOP.

Ele mudou o discurso dele na real, né, em vez de encontrar os gamers, né, que ele falou que esse termo é um todos erraso.

Ele falou não, vem, não.

Eu concordo.

E eu entendo de onde veio, era até a falou.

Mas, como antes, e a gente entrar nesses assuntos, eu queria avisar pro chat que estamos leintos perguntas hoje.

Então vocês podem mandar superchetes aqui para os novos dos convidados ou para a gente,

para a gente discutir sobre esse tema.

Ou se vocês fizeram, pode ser um LivePix também que eu estou com ele aberto aqui, LivePix.jj,

vai raflow GamesTV.

Vocês podem mandar, aí, a gente vai dar play aqui e conversar com vocês, tá bom?

É...

Tem o que é a cold, na tela, cadê?

Aí, ó.

Aí, ó.

Aqui, vai vini.

É a ponto para o que é a cold.

Não, é.

É, ó.

Não, é, ó. Não, é, ó. Não, é, ó.

Não, é, ó.

Aí, ó.

Não, ó.

Eu tô com o que é, eu tô com o que é, ó.

Não, ó.

É, pode trocar agora, tá, que é, não, é, camém.

Aí, pode trocar, aí, vai, vini.

Aí, vai, vini.

Aí, vai, vini.

Aí, ó.

Então, é, você pode ir no mandal live, ver que a gente conversa aqui.

Isso é o no parede, eles falou os dos artistas, se eles queriam mostrar.

Isso é o plot do Jurassic Park, né?

os perguntamos tanto se debemos, o dia não nos perguntamos se pudimos.

- Ah, claro, sei lá. - Estou o dia mesmo.

- E o dia não se debemos, se debemos. - E o dia não se debemos.

- Conseguiamos, ou se debemos. - Exatamente.

- Pode ser muito sobre isso. - Foi muito maneiro, tá?

- Foi maneiro. - Foi maneiro.

- O que bom. - Poderia ter conseguido na verdade.

- Se pudimos, esse dia debemos. - Vai, vamos lá. Vamos começar.

Vamos falar sobre o caso do DLSS-5 inteiro.

Depois vamos falar sobre outros casos de anos games, que a gente trouxe aqui para discutir,

mas esse que está mais a notêndia, a gente já começa falando sobre ele.

Molaou, dia 16 de março, a conta é um oficial da NVIDIA,

resolveu publicar um vídeo no YouTube, na verdade, estava rolando no evento.

- Que é a NVIDIA da NVIDIA? - É.

- Tipa com o que ele se... - É o NVIDIA, né?

- GDC, né? - GDC. - GDC.

- É, de peú, tecnologia, confrín. - Confrín, confrín.

- Algumas vezes assim. Tá por favor lá no evento, leis?

E eles soltaram meio que de surpresa, porque assim...

A gente tá no DLSS 4.5 agora, quer que vai lançar o frame gen 6 vezes no final do mês, agora?

- Que um de março. - É, que a gente teve no... nos diz recentes.

Então, a gente achou que DLSS já tava meio coberto de novidades.

- Isso vive com brimos a GDC. - O brimos.

- Nós chamamos que o março é uma semana antes, mas aí depois teve esse evento, eles anunciaram

DLSS 5, uma nova versão DLSS, e eles mostraram que aologia funcionando no Resident Evil

Raccoon, está afio de nossa escritia.

- É. - Não é. - Chedos, é. E teve outras legas também, verdade.

E o dia de tanfondam, teve... vamos esquecer dessa.

- É. - E F C. E F C também.

Mas... e o dia de tanfondam, teve acesso a algum outro jogo, e alguma outra...

- Um remasto. - Oblivre um remasto, eles exatamente.

E enfim. E o que acontece é que eles instrucaram lá na emoção, inclusive, eu que trazer isso,

porque teve essa mudança de discusses da NVIDIA mesmo, primeiro eles anunciaram,

eles falaram que não era uma mudança estrutural da geometria dos objetivos,

eles mantiam a geometria, por isso que não tinha nenhum problema com arte do jogo.

Depois o dia em sem ver o público falando que não real a gente usa assim, muda-se de geometria

para alcançar o que a gente queria alcançar, e isso é um ponto que a galera está pegando...

Eu acho que eu acho que dá para analisar geometria, né, mas é uma muda.

- Ona de geometria que leva. - É, esse que é um nível de geometria.

Eu acho que dá pra gente andar depois, nisso, exatamente o que eu acho que ele tá acontecendo lá,

mas eu acho que isso é principalmente uma confusão de mar que é assim, com pessoas não sabendo

o que elas podem falar dentro da NVIDIA, só que ele confirmou na entrevista que ele fez ontem

em saio hoje do Lex Friedman. Eu visse, especificamente, a parte antes de vim pra cá sobre isso,

e ele denouvo ele fixa essa ideia de que não é para alterar a geometria.

Quer dizer que não pode alterar, mas o objetivo deles é ter uma...

- É, inclusive, esse tema é uma... - É, essa entrevista é o Kotaku, que a gente vai falar também do Lex Friedman.

- É, o Kotaku, o Kotaku, o Kotaku Republicona, é, mas nesse entrevista ele realmente menciona sobre isso,

e fala, ele fala antes sobre o que o ADLSS é, o pessoal, sim, então, no futuro poderiam as pessoas

por um petit criar um visual pra isso. E aí abre o outro, outro leque de discussão na real,

que eu queria passar depois que ele fala isso, principalmente já, se você quer um visual de corto,

a gente vai fazer isso, e esse é outra discussão na real, que ele abriu nessa entrevista,

que tem a pensar nessa possibilidade, mas beleza. Aí o que é um teste?

- O Jensen, até falou, em entrevistas que ele considerava um momento GPT dos grafos,

e é uma revolução mesmo de a pra gráficos, e só poderia vir na e-video, é, nessa revolução,

porque pra gráficos dos games, eles que estão na frente dessa iniciativa.

- E também falou que foi o março, salto o gráfico da história dos videogames, tá?

A gente teve o distalfondro, falando de vídeo deles, lembrando que o distalfondro teve acesso antecipado

a ferramenta, eles viram, então eles produziam no vídeo deles antes, e eles falaram no vídeo

que é como se há alguns casos de alguns jogos fossem o salto geracional de uma ou duas gerações até

só de ativar o DLSS5, é isso é um nível de espetacular do que eles trouxeram lá do nível da tecnologia.

Só que aí, aí o que a NVIDIA pelo visto não espirava, que aconteceu logo depois, foi que rapidamente teve uma onda de

aglarmações e memes que todo mundo conta da internet inteira e foi o assunto do momento, e foi impressionante como viralizar isso,

porque realmente pra quem não entendeu o conceito daquela tecnologia e tal, parece um negócio muito ruim mesmo.

Por que parece que aí, então agora a NVIDIA vai voltar um filtro que tudo vai parecer e aí eslop em cima dos jogos.

E é vestudo e realmente é um vestudo, porque parece, no caso da Grace que mostrou a parece, é no feio, mas tem umas vírgulas aí que muitas pessoas não estão levando em

uma construção, com o fato de que é uma ferramenta opcional, o usuário pode ativar o DLSS6 hoje, ou o fato de o segundo a NVIDIA,

o deve que usa como ferramenta o DLSS na construção do jogo, ele pode optar por não usar o DLSS5 ou usar menos, eles falaram muito na primeira

de uma construção, ele consegue costumizar bem pra o que ele quer. E uma espécie de mascar também, então você não quer que é o Tere, por exemplo, não passa.

Mas os controles de cor, eu acho que isso é uma cor, o que você tem, o que você vai falar, você lemma?

Ah, tá, vamos ajudar o que o Anúncio mostrou mais o rosto da galera, e não cenários, que é a gente vendo o Offscreen do Digital Foundrelá, aí deu pra entender o que tem um cenário.

Tem um outro uso também, porque o primeiro momento parece um filtro, isso quis dizer.

E especificamente, no caso da Grace, e no caso daquele cara do Hogwarts Legacy, que ele entra lá na... que tá no carrinho lá, no Greenboard, sabe?

E esses dois casos especificos ficaram muito estranhos.

E não, eles ficaram famosos, porque os argumentes que as pessoas arqueam interessante, aqui da Grace, por exemplo, lá numa situação, onde ela tá visitando um lugar lá, onde eu acho que a mãe dela tinha morrido, eu não sou muito por dentro de mim.

E aí ela tá assim, maqueagem, ela tá numa certa situação, e parece que o dele se não leva em psicoderação e tira um pouco da sinta nacionalidade de colocar a personagem de um certo jeito.

E no Hogwarts Legacy esse personagem especifico dessa cena, ele fica bem mais velho, porque o filtro marca um pouco...

Ah, tem dois dois, é real, tem essa velha, que fica mais velha. E tem cara, o cara que ele é uma adolescente, né, ele fica com uma cara de um sinta e cinco, três vezes.

E então essas caras muito famosos que entra nessa coisa do filtro que altera, né, pouco da...

Mas, ó, em um... alguns top, porque eu era aqui, um comentário aqui, ganhar muito like, não o vídeo da indivídea, mas de 20 mil likes foi o cara perguntando se era uma é uma pegadinha de primeiro dia.

Então assim, a galera ficou chocada com isso, e a gente tem os memes aí, tá aqui, de vocês conseguiu alguns, vamos ver os memes...

Porque a galera começou a fazer os memes e tem os bem engraçados, viu?

Porque o problema é que o tipo assim, é causando... Eu não te estranheza, porque a galera já fazia a mesma em tipo assim, de te acandras.

Play 2, Play 3, Play 4, Remaster, RTX ou Gero City, né, né, e pareceu muito que é exatamente isso, assim, especifico trão dia.

É, bota aí pra gente ver outra questão. E isso aí eu já vi, inclusive, que vai mostrar, e isso é um dos melhores, porque no final das condições, essa é a grande realidade.

Ah, de consegue botar aqui, tá aqui, gente, para a gente ver?

É, não, pode botar aí, ó.

Então é uma hora, né, 99 dólares, 100 de alisesse, mas conta alisesse, virou 700 dólares. E esse aí é verdade, isso aí não tá mentindo.

É, não é? Não é? E há como um todo, né.

Tem mais, eu gosto muito do Lola Moulusco bonito, cadê? Ah, então vai. Beleza, são filtros, gênerico dos metes, né, cheite?

Ah, é do Garaforn, né, gente, é o Garaforn.

-Ah, mesmo. -É, tá certo. -É, tá certo.

-Empou. -Empou. -Empou, tá certo.

-Ei, dois dias. -Ei, eu tinha visto aquela que vi-jão, que eles tinham mandado, mas eu achei que era brincadeira.

-Que vi-jão. -Ei, não, não.

E aí, rolou até uma polêmica sobre isso aí, porque o ator tem que ir a público falar, não acredita em...

Nos mentiras que vocês vêm, porque a galera tava falando que era uma imade de dia.

Mas é uma imade que eles divulgaram.

Então, eu acho que não é dia, né?

Mas a galera tá falando que era, não sei o quê?

É que você pode pensar que é, justamente, um momento muito ruim, que eles teriam pego numa situação ali, de alguém que vazou, mas não.

-Se eles divulgaram isso, eles escolheram. -Ei, com algo representativa.

-Vá, mano. -Ei, isso aqui.

Não queria entrar nesse assunto, mas é que aquela coisa de cumprir o feitiço do...

-Tem mais ou... -O que é que esteja representado, assim, por exemplo, o que é igual, eles foram muito nisso.

Eles fizeram o feitiço. -Tal.

-Tal. -Tal, tivisar.

Aí, ó, você de aí.

See, J. Carl Johnson, o Minecraft, o 4, o Minecraft é muito bom, cara.

Olha, você de aí, fico bom, mas o Minecraft, cara.

-Mas carros, cara. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

-Mas sardin. -Mas sardin.

É o vídeo, né, dele?

-É, agora é um fremono. Wake up, Mr. Fremono.

Ele é ali de baixa melhor, né, né?

-É um chá, hein. -É um chá, hein.

-O. -É.

Esse é muito bom, eu queria um...

A Torque faz um rauze, e podia fazer ele, não é?

-Fudio. -Fudio.

-Esquer essa ideia, né, né? -Eu acho que é ideia.

-Fudio a fazer. -Um live action, não nunca vai rolar.

Olha, ó, com o meu linho.

-Que que isso aqui? -De onde que é isso?

-Eu acho que é muito bom. -É, que maro que esse, né?

-Né, é um mario assim. -Ninho outro mario, cara.

-É, dele, dele, ele. -É.

Mas beleza aí, qual que é o ponto?

-É, tem mais? -Que que isso aí?

-Ah... -É isso aí, bota, né.

-É isso aí, bota, né. -É isso aí, bota, né.

-É isso aí, bota, né. -É isso aí, bota, né, clássico.

-É muito bom. -É do belo.

-É do bom. -É o que é isso aí, bota, lá, e mostra aquela imagem da Grace.

Eu acho que é importante de mostrar essa emblemática

em mais de da Grace do antes do depois que foi o ponto que a galera

mais batêu que foi o que ficou bizarro e ficou mesmo.

Mudou a função do personagem, o personagem não é isso.

E aí, esse é a ponto, né, de que você é?

-A maquiagem, né, porque ele interpreta também que esse fundo do olho

dela que tá um pouco excursido, ele manda fotografia, ele interpretou como se você tinha.

-O maquiagem, é uma sombra que ela passou, né. -É mudou até o formato do labio, né.

Então, isso aí, o pessoal até estava discutindo que, na teoria,

não mexe na geometria, então, o modelo não mudou, mas a textura, algo ali...

-Vou ter lado. -É que o contraste de cordas coisas,

consegue fazer você perceber que algo está maior, o menor, etc.

Embora, pode ser que ele tenha mudado isso em um pouco labio.

Porque ele tenta não mexer na geometria, porque ele foi feito pra isso.

Mas tem exemplos dele mexendo que é o caso do nariz do cara do Starfield,

não sei se vocês viram.

-Eu vi o, eu imago, mas não lembro do nariz, não é? -É, a princípio ele entendeu

que uma sombra do nariz era parte do nariz.

Então, do jeito que é feito pelo menos do que eles anunciaram, ele é determinista.

E ele é feito pra não mexer na geometria, então ele deve ter sido muito treinado especificamente

pra isso, mas pelo jeito, ele ainda tem esses problemas assim, vim.

Ele até falou que era que era um exemplo inicial,

mas eu acho que boa parte do que as pessoas vem como diferente aqui.

Eu coloquei as duas imagens bem perto da outra, antes de vim pra cá.

Principalmente uma dança de sombra e luz que faz, parecei que o nariz dela tá menor, uma efeito.

E aí, galera, uma artista, só que ele pegou o modelo dele, acho que era do Jensen.

É o cara do Supernatural, esse parceiro não me dou por.

Oi?

É, Coluzor, é isso aí, o cara é um dos pais do debois, também, né, que é o capão, o soldado...

-Nossa, meu Deus, vou? -Capa, então, um soldado...

- O que é o lugar do escudo? - O Peste de Bois.

- Dejo usar o... - Cara do escudo.

- Cara do escudo? - É do Cero, o Quarte para o Pai.

- E ele aparece... - Ele só, ele é o pai do Romo Elévio.

- Ele está ligado. - Ele quis mostrar tipo um modelo dele

com o celular.

- O chá de risado. - Normal e outro com RayTrace.

A gente podia mostrar como muda as feições alduos

com o sub-face-scattering em que a gente de luz na orelha,

na cartilagem, e muda a feição, o sombramento muda.

- Onde é boi? - É boi.

- É que ele deu um do cara. - Mas é no caso,

ele estava defendendo o fato de que talvez há muito da diferença

que seja só uma questão da aplicação da edição.

- Ele foi até muito sever de declaração dele

porque o Pico de Ignorância, galera, reclamando dele

essa é assim que ninguém sabe de nada.

E que todo artiste imagina a melhor forma possível

da própria obra.

- Bom. - Eu estou pedindo também.

Por conta a gente pegar aqui a imagem da NVIDIA e ficar no fundo.

Mas continuando a história.

A grande discussão lá em também, galera, está falando sobre

essa alteração da direção de arte, né?

O principal ponto que todo mundo vai pegar

é como essa tecnologia de alguma forma.

E, negávelmente, pode alterar a direção de arte do jogo

e aí, altera o jogo aí e mexe num vespiro

que ainda é sedo.

Mas eu acho que não vai ser mais tanto assim

que é sobre mexer em arte mesmo e fazer arte nos games

e a galera fica muito puta.

Mas o ponto da NVIDIA sempre é que não é isso que eles são fazendo.

- Não é isso.

Não é a mudança da direção de arte.

E na verdade, com a gente falou já, né?

O dev tem que tostar controle da ferramenta.

Então, ele monta o do jeito que ele quer.

Tem uma direção de arte e ele consegue manter.

Se ele quiser, né? Usando o DLSS.

E aí, só em resposta aqui, depois dessa história toda a NVIDIA

veio a público e, primeiro, fez um comentário fixado no vídeo oficial

que eles falam que os devs do jogo tentou

de controle artístico sobre a ferramenta.

Então, eles já escalaram isso desde o começo

porque foi um ponto que todo mundo

massetou muito.

E aí, na sequência, teve um entrevista ruim

que se o DLSS ruim, se que só piorou a questão para eles

que ele veio a público meio, eu acho que, no caso, foi prepontente.

E ele, mas ele não tava totalmente errado,

mas ele fara todo mundo, tá errado em menos ele.

Os gamers estão totalmente errado.

Esse é o cult dele.

Qual que foi o contexto da entrevista em buscar o ele na rua?

- Não, é o aparece esse tipo de entrevista.

- Não, eu acho que é o entrevista que ele deu mesmo.

Deixa eu ver aqui, não que um NVIDIA?

- Ah, então... - É, que teve, com tão hardware.

É que tem uma outra entrevista famosa dele, que em buscar o ele na rua

e ele tava pistola, então a gente...

- É, tem uma gente tem isso, tá? - Não, eu acho que o DLSS também

ele, com ele é o fundador da empresa, ele toma a do liberdade

de falar o que ele quiser, e sempre sempre pensar muito

e, como é DLSS? Como é isso aqui? É, é, é, é, é, é o DLSS da empresa, mas valeu-os do mundo, mas aí ele pode comentar e eu uso do jeito que ele fala como foi o caso agora, mas depois, né?

Ele é, inclusive, antes dessa entrevista que ele deu, que saiu no contaco,

é, a que é, com hoje, cedo, divulgou nas suas redes e eles fizeram não,

também, não, a reunião com investidores, que eles comentaram sobre uso de anos seus games

e eles falaram que... Não, é, esse é um cult deles, não implementaremos materiais criados por euiar generativa no conteúdo de nenhum dos nossos jogos

e, e, e, e, e, e, e eles são específicos falando que eles não vão lanchar os lançar jogos com, é,

é, nem uma arte de, e a, de generativa, lançar. Então, eles podem usar no, no, no, no, no, no, pré, né, do jogo,

como é um caso que a gente tem visto recentemente, né, em outro jogo.

- Que fica um depósito. - E a gente viu, não tem a obscura, tá?

O que a galera usa, mas enlançar o jogo.

E eles falaram também nessa conferência deles, que eles vão continuar

usando e a generativa nos processos da empresa.

Não na parte escrativa, nem na parte de arte, mas nos processos da empresa.

Então, aquele confeio é o público responder, sem falar do delenço e cinco,

mas eles meios que responderam a parte deles.

E aí, depois o Jason veio a público e deu essa entrevista que ele fala

que ele também não ama o AIs LOP, que é isso é o grande questão, né?

A gente até comentou, né, vindo. Que se não tivesse saído, parecem no AIs LOP, não ia ter essa desnção.

- Não, você é cenário, né? - Sim, você só usava...

- O que a gente viu do Dital Fondre, já temos que ter mostrando a sexta aqui no Pogames News,

que eles mostram tipo com Twig, né, tipo de HDR e com M, é algo que uma coisa que fica.

Só um pouco mais realista, mas nada exagerado, mas também...

- E eles também se reate dessa reação exagerada. - É.

E ele fala que ele entende de onde vem as raíveras das pessoas,

mas ele explica novamente como ele no match, na janui tri, aqui no match,

na parte atística e que os devis têm total controle sobre a ferramenta.

Pronto, agora a gente passou pela história que rolou essa semana aí,

sobre o anúncio e depois do que veio.

Então, vamos discutir, né, sobre esses pontos...

Primeiro de tudo, que vocês acham desse história toda,

e vocês tiveram um take aí pra dar pra iniciar uma alpapo.

- Posto, posto... - Então, a minha primeira impressão,

nossa está bem no momento que eu estou pensando sobre...

Aí, como ele fica diferente.

A minha primeira impressão é que 75% talvez as imagens,

três quartos delas são muito feias, de fato.

- Sim. - É, no sentido de como os personagens ficaram,

acho que aquela velha ali do Hogwarts lá em que se é pior de todas.

Isso aí, ó, até ficar... Ok, se ele ainda aparece aí, ó.

- Sim. - Cara dele, os personagens passaram aís, dá pra ver que aí aí.

- Esse pra mim foi o melhor caso. - Esse ficou bom.

Eu acho que os melhores, na pra mim, pelo menos, são um dos horas que são aquele...

- É, é que ela tem que ter mudado a indivídea, que os que não são enjaneiros.

Então, eles já tava preparado pra isso, inclusive,

foi uma tem que teríamos que já usava a neurocheidors,

que a gente pode falar também, não seria a questão delas.

Mas, eu acho muito impressionante mesmo assim.

Tem vários coisas de sombra, por exemplo, o jeito que o nariz das dos personagens

vai sombra no queixo deles ou as sombras próximas do olho.

- É, é. - Por exemplo, como é o maneira?

- A questão do... - Na sombra do olho.

- É, esse da velha, o pior de todas. - É, é.

Porque nem tem um ambiente atrás pra você preocupar, sei lá, velha.

Levanta o relacionamento, porque eles escolheram essas imagens.

Eles não tinham algo melhor. É tinho, né? E da tinho.

- Então, deviam ter. - E eu acho que eles estamos muito mais preocupados com essa ideia de que as pessoas

e eu não se focar tanto nisso que eu estou falando dessa questão de...

Como que é luta afetando os objetos, a onde estão as sombras, o fato que a gente tem sombra de jeito,

que é basicamente impossível de fazer mesmo com ray tracing torado.

E não iram olhar para o que eles, para o conbelo é a coisa de certa forma.

Mas, eu acho que o principal é...

Olhando para todos os ambientes, eles estão muito melhores em geral, pelo menos em relação ao iluminação.

- Eu estou meio. - Com algumas instituições.

Eu acho que, por exemplo, aquela que é do assassins Creed, que eu acho que não está parecendo aí, que é o lindo de cima.

- Ah, na forresta, né? - É, ele fica...

- Não, não é a forresta. - Não é a forresta. A forresta está muito mais ealista, tá tipo muito, muito mais ealista.

- Parece uma forresta. - Mas ela não está mais bonita.

E parte da razão do que não está mais bonita é a mesma pela qual você pega assim,

uma tângrafo, eles não filmam meio dia.

Porque quando a luz está muito clara, você lava, por exemplo, todo contraste da imagem.

- Sim. - Sim.

É mais agradável do que, por exemplo, ter uma luz que está com de anublado, com sombra, etc.

- E eu acho que muito se perde missão, né? - Isso, né. - É exatamente essa.

Porque é uma imagem muito mais contraste, bem mais interessante, assim, já está muito mais...

Apesar de que se você olha prazar, vris, é algo assustador,

quanto parece uma floresta de verdade, uma foto de uma floresta.

- Tem uma quantidade detalhe que ele acrescenta, né, que ele interpreta. - E daí traz essa pergunta,

que foi uma dos primeiros coisas que eu pensei, que é o quanto você quer realismo.

E a resposta é, eu acho que depende do jogo, porque em alguns jogos, você certamente quer muito elas.

Eu quero, sei lá, se eu for se pegar um berofio de um simulador de carros, um simulador de vião,

esse tipo de coisa, eu quero a coisa mais realista possível.

Mas não necessariamente eu quero isso em um jogo que nem o acessado.

- É sério. - É sério, por exemplo, na minha opinião, a original é muito mais bonita, assim.

- Nossa, é, é... - Porque a história, né?

É, eu acho que até uma questão do material do telhado, me parece um pouco...

Não sei, não sei, só que, por exemplo, aquele telhadinha ali agora,

eu acho que ele está bem mais interessante.

- A pegada agora me passa, não é? - Eu estou vendo um filme aqui.

E não sei, realmente, eu quero jogar um filme, entendeu?

- Eu acho que nem o filme parece que eu estou vendo uma visão de drone, de alíso,

que é uma filmagem... - É uma filmagem...

- É uma do ventário que passou ali, retratou, né? - Isso, justamente porque,

alguém que está fazendo um filme, ele ia fechar isso de um fascinistro ou um gravane.

- Sempre que, quando a gente está desculpa, hein, gata na sua... - Não, quando a gente...

Mas é que, quando a gente está falando de artes geral,

é alguns movimentos de artes buscam um realismo puro,

mas até os movimentos que são realistas, eles estão buscando uma versão da realidade,

que exaltam, uma série traço da realidade ou, digamos assim,

purifica a realidade, filtra a realidade, para dar um enfoque...

E a fotografia do cinema faz isso, por exemplo, o Aden está falando de você escolher,

filmar algo que vai passar impressão para a pessoa que, por exemplo,

é de dia, ou o que tipo, está meio dia, o pessoal está andando a rua de meio dia,

mas se você colocar imagem realmente, alguém andando na rua meio dia,

é feio, é desagradável, então você faz uma versão daquilo,

que a gente assistindo assim, então, como sendo...

Então já não é, já não é uma réplica da realidade...

Sim, tem vários paralelos com isso, por exemplo,

que você pode ver quando alguém vai fazer, por exemplo, um filme de um livro.

E vários fans normalmente preferem que, em vez de ser um filme que seja uma animação,

porque daí você vai conseguir ser um livro de fantasia e a ficção científica,

você vai conseguir muito mais se aproximar da alma, daquela coisa,

do que, de fato, você conseguiria em um filme.

E tem... sei lá, acho que, em arte, em geral, tem muito isso,

de como de representar essa briga, talvez, entre representar as coisas como elas são,

encontrar-se com representar as coisas como elas poderiam ser.

Então, por exemplo, se você vai leixer,

ele não está tentando representar o diálogo de pessoas como elas falam,

ele está representando como elas poderiam falar,

mesmo a coisa com camões, etc.

Agora, alguém como um machado de acisa,

tenta ir mais prorealismo de algumas pessoas, eu me enchefalam.

Então, é um adeito do que você está falando,

uma das coisas que se discutem muito hoje em cinema,

a tal luz Netflix, que nada tem sombra,

não tem contraste nenhum de uma pessoa maior inimigo disso.

Então, é algo que você popularizou, né, em série filme hoje.

E aí, isso já é discutido.

O DLSS-5, nesse caso, assim que você assistiu,

essa essa impressão de realista, de fato, nunca vi algo mais eles que isso.

Será que eu quero, algo tão realista, num jogo para quem causa o mistranheza?

O meu texto sobre a polêmica, de que o inicial vem do tudo,

vem na reação da galera aqui.

Depois a gente avança mais, mas eu acho que é muito se contraste entre

uma ferramenta tecnológica que pode fazer coisas incríveis,

versos uma percepção que foi precipitada

muito, foi precipitada do público e por culpa também do jeito que foi divulgado

que também, foi precipitado no sentido de não ter ver essa reação.

Então assim, foi precipitada o processo,

mas isso esconde um pouco com incrível são as possibilidades que algo assim abre,

porque fica parecendo diante de toda a repercussão,

que é uma coisa assim cohesitiva, sabe, se anam agora os jogos,

eles vão ser assim, com passar um filtro e pelo que o entendre,

isso é mais ou menos como se a gente descobrir se uma cor nova,

você lá um equipamento tecnológico do cinema,

e é alguém falar, "Ah, agora feroca, agora posso ser assim".

Vamos ser feitos? Não, não.

Até porque é uma coisa muito importante.

De todas essas demos, os jogos não foram feitos,

nem um desses, por exemplo.

Pensei no que isso ainda é passado.

E se você lembrar do começo do,

quando a nível é conseguiu trazer o ray tracing em ter o real pros jogos,

tinha teve essa discussão, talvez você saiba a dizer melhor que eu,

se teve também uma repercussão assim negativa nesse nível,

mas eu lembro que alguns exemplos eu olhando para eles,

eu tinha essa noção de que não,

isso aqui sem o ray tracing está mais bonito.

E é justamente porque as pessoas tinham feito,

elas tinham ficado tão boa assim,

os acheaders de maneira completamente malucaça

para te enganar, que é luz realmente está sendo emulada, quando ela não está.

O que fazia com que isso fosse melhor do que,

a coisa que está de fato simulando a realidade.

Ou às vezes você tinha um ambiente de meio a luz,

onde você, ou onde, por exemplo, as janelas,

do jeito que tava sugeria um nível de luz talvez maior,

mas seria o obvio que teria mais que estaria mais luminado,

mas era uma coisa muito mais abaixada,

e aí com o ray tracing, a coisa tipo,

tem mais reflexo total,

deixando a cena por um outro clima, né?

O ray tracing chega depois do perf tracing.

A gente passou pelo menos umas duas gerações

de gráficos mais realistas assim,

entendendo como uma sala escura com uma luz de só o batendo funcionava.

Isso foi assim, não.

Isso é realismo,

de repente se coloca o realismo de verdade,

simulando o rematimento de luz,

e foi assim, não, confeio, prefiro outro.

Não, mas a coisa...

Ou às vezes não é bem a direção artística que você queria.

Mas a luz se comporta assim, a cena é assim,

o resto era...

De fato seria assim na realidade, né?

E que é a realidade?

Essa é isso, é assim.

Só pra complementar com um da lista.

É assim, acho que tem um pouco da gente,

da nossa cabeça estar muito acostumado

como era antes também, né?

A gente teve um processo de adaptação.

Hoje a gente vê um raco,

em por exemplo,

vai ferrese a gente que ninguém nega aqui com ferrese.

Ele é muito superior ao uso de astralização normal,

até o retrese que a gente vê num pé 5.0, né?

É muito superior pra se que até os modelos,

a igreja pra estar em poliera, assim, né?

Pra se foi feito pra teu pé prefiro.

Já estamos acostumados.

Será que não pode ser o caso também,

de isso feito com um caltela,

sabe, com o certo grau de cuidado,

de também ser uma questão de costume,

da gente começar a acostumar com a tecnologia?

Eu acho que é algo fundamental do que você falou,

é o fato de as pessoas terem feito a coisa

para aquilo, de certa forma, né?

Então, no momento que o desenvolvedor,

ele faz...

Agora que ele tem o retrese,

é só chamar nero pra caramba,

por exemplo, o ambiço.

Sim, ó...

Isso, tá hora.

Então, no momento que o desenvolvedor,

ele tem o retrese.

E ele, por exemplo, coloca luz no quarto

e não ficou legal, agora,

como do jeito que ele faria.

Antes, agora, ele vai mudar as coisas,

ele vai botar essa luz em outro lugar.

Então, ele já vai pensar o mundo,

dele assumindo como que é o resultado do retrese.

E isso é algo que...

Não é só no retrese,

é algo que existe desde os primeiros jogos 3D,

porque, no momento que você não pode simplesmente pintar

uma tela, como você faz em 2D,

onde você pode digam uns pintar,

de fato, a mão, o fundo do personagem.

É de...

Primeiros, né?

Era pra renderizar.

Por exemplo, sei lá, o Castel Vone,

eu acho que você...

Colue foi tudo pinta, desenhado, né?

O desenhou o personagem, vários posições,

desenhou o fundo e etc.

Agora, no momento que você tem um ambiente 3D,

você não consegue mais de fato pintar

e escolher frame a frame,

na verdade de frame a frame não,

na verdade é triângulo, triângulo,

que vai ter ali, de fato,

como que é cor, o jeito que aquela luz está batendo ali,

você está...

Isso.

Não sei se quem entrar nisso de...

O que dá um...

Eu não entrei, eu acho que é um ângulo bom,

mas eu queria trazer dois pontos aqui,

que eu acho que realmente são bons,

os discutíveis, né?

Tendo posto que...

É...

Não é pra ter um talar de...

Não é pra...

pra desespero,

o dev vai escolher,

se for ruim,

não vai acontecer,

com certeza,

um mercado vai expurgar,

se for ruim,

entendeu, é tipo assim, o DLSS foi difícil

dele entrar no mercado como ele é hoje,

sabe? Não comece, tinha resistentes,

pessoas não?

DLSS deixam com o jogo mais pesado,

no seu queiro, no final dos coisas.

É o luto zero,

ele era muito borrado, né?

É...

É uma qualidade de imagens similar,

mas ganhando performance,

mas um ponto zero,

era borrado e ele era feito com...

uma aprendizagem do Neurau,

se tinha que passar o jogo inteiro,

treina várias e várias e várias,

centenas de horas,

a linguagem do DLSS,

para entender o jogo,

para dar e usar,

hoje em dia não é isso,

um DLSS,

não é isso,

não é isso,

não é isso.

Então ele demorou,

para evoluir,

em 2020,

entre o dois que...

E aí, cara,

toda esse contexto,

e a evolução,

que deve ter também,

nessa ferramenta,

pois a gente veio a ferramenta hoje,

ele já tá lá aqui,

ela não saia,

se tem o Bruno desse ano,

né?

É o Bruno, né?

Final do ano,

é, deve lançar no final dos desse ano aí,

e...

Eu acho que com essa...

esse furdúncio, todo o que deve,

se não tiver bonitinho,

eles não vão lançar nem esse ano,

eles vão de a pro outro ano,

para fazer o mais bem-faint,

bom, o Sonic,

tá ligado aqui,

avanzaram a porcaria,

e aí eles não,

não, não, calma aí,

a gente vai fazer direito e vão lançar.

Eu acho que aí na vídeo faria isso,

então não vai rolar isso,

nem tempo,

porque a gente discutir tanto sobre isso.

O que eu, que era discutir aqui,

é o dois pontos,

vocês falaram sobre a visão

da Netflix, né?

Ele é uma ação da Netflix, né?

Isso traz um ponto que eu queria trazer aqui,

que é o ponto que eu critico sempre sobriar,

ainda em Daniel Rio,

e é aquele feito generico,

jogo,

Daniel Rio,

dessa geração.

A gente tem essa...

Essa direção de arte,

que a gente tem vários jolegas,

que nem a gente viu nos imagens,

tipo assim, o rosto dos personais

do Hogwarts Legacy,

e do...

do Starfield,

e do Resident Evil,

são parecidos,

entre isso,

porque...

o que ele tá fazendo lá,

ele tá fazendo lá,

com aí, na próxima forma,

para ele...

A lanção não sei só um filtro generico,

que vai fazer todos os jogos ficaram imparicidos,

e o outro ponto que esse,

eu acho que é um ponto discutivo,

é aqui, a galera fala muito,

como ele delissesse, né?

Usado como um mundo moleta pelos devs,

porque tem esse lance de Ray's Prince,

que a gente falou antes dos devs,

eles faziam a progonação de cada raio,

em onde ele bate e reflete,

claro que eles não faziam muitas reflexões,

porque é muito trabalhoso,

mas a gente tem hoje,

muito...

muito imagem,

na internet,

sendo discutida,

em como um jogo,

como o Ralph Life 2,

é lindo,

em sombras e reflexos,

é um chate de quatro,

e isso é causado.

Mesmo antes da Era do Ray's Prince,

e...

Ah, também tem esse bom.

E esse que é um segundo ponto,

que não são jogos de luzes dinâmicas.

É bem.

E não vai ter a hora do dia.

Eu poderia ter uma luz dinâmica.

É o que eu coloco,

que eu acho esquisito nessa discussão,

aqui tem também uma...

uma camada dessa discussão,

que é meio conservadora,

no sentido de que...

É quase como se você tivesse medo

que as pessoas começassem a usar algo,

porque aquilo existe,

e aí é o passado maravilhoso,

onde as coisas não lindas,

vai morrer,

porque as pessoas têm mal gosto,

e elas vão querer jogar o jogo feio,

e aplicaram um filtro qualquer,

então assim...

É...

Na verdade, assim,

se você pegar o Ralph Life,

você pegar o Ante IV,

eu acho que o grande mérito dos jogos

sendo em bonitos,

é que os diretores de arte dos jogos

eram pessoas talentosas,

tinham várias ferramentas da disposição,

usaram algumas,

ou seja, o cara que eu artiste,

ele filtro, que vai entrar na obra dele, né?

Eu quero usar essa cama,

eu quero usar essa lente,

eu quero usar essa tecnologia

para fazer a minha obra,

e eles escolheram o que tinha dentro do...

da época deles,

da mesma forma que hoje,

em dia,

mesmo existindo

Ray Trace,

em várias outras tecnologias,

o diretor de arte de cada jogo,

falando isso aqui serve para mim,

isso aqui serve para mim,

isso aqui não quero.

Sim.

E é assim o carto, né?

Você pega as ferramentas que existem.

É, e ao mesmo tempo,

a gente tem exemplos óbitimos

de jogos que usam as ferramentas do DLSS,

e usam bem,

a gente veio linda,

o Resident Evil,

mesmo é um desses exemplos,

que eles usam todas as ferramentas do DLSS,

todas,

o Upscaler,

o Fremigien,

o Ray Trace,

- Sim, ou não real, o perfetra, sim, o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o rei o

É, é, na verdade, quando eu tenho que ver já surge, você vê um tech demo da tecnologia,

digamos assim, é, a primeira aplicação dela é uma coisa, agora vai ser uma espelha dela também, né?

Quando isso ganha a adherência, dentro do mundo artístico que as pessoas podem tomar decisões,

uma é passacionamentos, aí viram uma coisa completamente diferente, eu acho, né?

É, eu conto com isso, eu trouxe os dois argumentos, e eu sou meio contra eles dois, eu primeiro acho que

a real, a visão direta, da real, acontece por culpa, da real é da épique, tá bom?

E aí eu acho que não, não é o caso da NVIDIA, porque eu acho que é o DLSS, por ser o personal, não tem esse perigo,

não tem nenhum, porque o meu medo da real hoje é que todo jogo que eu vejo que é feita a real, já ficou o medo.

DLSS não, você pode não usar e sobre o DLSS como um moleta, eu acho que não faz sentido justamente

porque, cara, você culpa a falar que o DLSS fica prego e sozo por causa do DLSS, é culpa do DLSS, não do DLSS.

DLSS, é o DLSS, seja o Ray Tracing, eu appesqueler, ele ajuda a ultimizar um jogo e popar o trabalho da partida em uma ação do Dev.

Se ele quiser usar, porque ele pode montar o jogo sem isso, e pode lançar aí, não é obrigatório, ninguém é obrigada a usar.

Eles usam porque às vezes é muito bom, e se o Dev usa de uma maneira porca só com um leita, é culpa deles, que são devs incompetentes, né?

É igual a capa com que a gente viu o Mosque Anteruais, que eles recomendavam a placa de vídeo pra rodar em 60 frames, o computador era com um frame jane.

Tipo, ninguém recomenda que você parta de 30 para 60, mas tem que tomar atas de frames maior.

Então, tem os os errados de DLSS, a gente já viu, aquele jogo meio luta e chute que você gosta, que a gente começou os like de arma, como que era o Resident.

E isso, hoje, é uma polêmica, que ele era muito pesado, que a galera tá abusando muito a pesquerem de mágico, até em requisitos, né, usando já com a pesquena para funcionar.

Então, eu tenho discussões sobre isso, eu sei que tem, mas Dev, eu também acho que é o Dev, que não tá sabendo aproveitar a cara, porque o jogo tem que rodar sem ou no mesmo uso mínimo, né?

A problema é, neste vídeo, a uso é muito esse argumento, como é uma ferramenta, todos eles.

E eles usam muito isso pra você entender que eles não visam com essa ferramenta, substituí o trabalho nos Devs, eles querem que o Dev ter essa ferramenta pra usar no trabalho dele e possibilitar outras coisas.

E uma dessas coisas que é muito interessante dessa tecnologia, é como ela vai tirar o poder de processamento do hardware e trazer pra ir ai e poupar o GPU, né?

Eu queria ter trazer isso, vê-se vocês que vocês acham um disso, né? A gente já tá vendo, já faz um tempo que...

Rasterização, que é, para que não sabe o que o modo como é renderizado as coisas, não é de poder de fogo numa placa de vídeo, de shaders, né? Os terafobes de shaders, tá? Um dobra, mais. Leidmur, acabou, já faz tempo que o salto do play 5, play 6 não vai ser igual do play 4, play 5, que não foi igual do play 3, play 4.

Parcabando, cert, litografia de chip, cada vez menor pra ficar menor ainda vai ser muito caro, fica enviável, parece que tá todo mundo rumando pra computação neural de alguma forma. O DLS DLSS é, é, de certa forma, isso é um aprendizagem, tipo learning super simple, né?

Ele usa a ir para pegar o frame, fazer um upscale em dimagem, já tem isso sendo avançado aos poucos desde 2018.

O Mark Stern já falou que provavelmente já vai ser um papel muito importante em type line de jogo de intenção. Vocês acham que isso pode ser uma... não a mudança, mas talvez o início do uma mudança que a gente tá indo para um caminho de computação neural pra salto tecnológico, porque...

Não tem mais pra onde, parece que a gente tá arrumando pra isso, não sei, civil. Antes de vocês responderem, só lembrar a galera aí, muito obrigado, eu tenho uns 2.200 pessoas aqui assistindo, deixe o like aí, família.

A gente tem um pouco like, deixe o like de graça ajuda muita gente e lembram para vocês, temos superchets e LifePixel rolando, tem superchete aqui, eu vou ler já já, e a gente já recebeu um LifePixel aqui do Pedro Fraga.

E a gente vai ouvir, ele falando sobre o Galaxy S5, se você quiser mandar e apoiar a gente de quebra, mandar aí pra gente, mas responder aí a adra que você acha.

Então, eu acho que para contextualizar, porque dizem essa questão de que a lei de morta morrendo, né? Então, o que acontece é, dos últimos 70 ou 80 anos, a gente conseguiu deixar os transistors que são a coisa dentro do computador, que é presente que ele um exerio, cada vez menores.

E isso tanto na CPU quanto na GPU, exponencialmente, menores, não é? E isso, a cada 2 anos cair pela metade, então, atualmente os menores transistors, que a gente consegue fazer, eles têm um gate, que é o que abre fecha, portinha dele, de 2 nanometers.

E isso é muito pequeno, né? Para que eu trouxe esse pegado no micro-scop de 200 nanometers, já é um bagulho impressionante, 2 nanometres. Então, é tão pequeno que diminui além disso, que é digamos que a gente até conseguir fazer algumas poucas gerações, faria com que os elétrons que a gente usa para representar se tá ligado ou não, digamos, o elétron passar, eles fazem o efeito físico chamado quanto um tanelho, que é quando, o você tem uma barreira e mesmo assim o elétron, ele parece atravessar ela, porque é a posiciona.

A posicção dos elétrons, ela tem a ver com nuvens de probabilidade, a gente pode pensar assim. Então, nesse caso, ele atravessaria essas coisas e isso impediria que você conseguir se fazer, tu, na escada vez, que as vezes portou em escada vez menores.

Então, de fato existe um limite de quanta computação pelo menos usando elétrons e usando o silício do jeito que a gente usa, a gente conseguiria colocar em uma placa minusco.

E, claro, a gente pode só ficar aumentando, daria para pensar nisso, então, eles vão momentar o cada vez mais a placa de vídeo.

As jibas desta mãe, faz um chipmode, é uma grande pra cadê mais trinvista, o problema daí é que a informação que tá aqui, ela vai demorar muito para chegar em formação que tá aqui.

Então, se eu estou fazendo o pucoclando uma matriz, eu sou vou poder terminar de calcular essa matriz quando o número que tá desse lado e até o número desse lado e voltar.

E, tudo em meio que fiz isso, não é com aquele promax, né, o chipmode. É, ele é só um 2. Mas eles não conseguem usar, por exemplo, pra computar uma coisa só se ela for linear.

Se eles conseguiram dividir, eles tem um software muito avançado pra isso, que eles dividem um trabalho.

E é, parte do que tá acontecendo quando você faz o número compute, porque o número compute, sem eu usar e há pra fazer as coisas, não é de graça também.

Se a gente se computar em algum lugar, mas a mágica é que você consegue computar isso em paralelo em outro lugar do chip. Então, você tem aqui um núcleo que lida só com esse tipo de coisa, que é o Atencer Processing Units, né?

O Recrecimento que é isso também, né? São os pensos cores que eu acho que é parcialmente facilidade.

Pelo extensores cores. Mas o por exemplo, o dele é si.

E ele é si, tem seu cor, ele é do... de deless... deless... deless... é, eu acho que é dia a pesquíola. É que até o suite tem, né? O leio é o seu cor, mas enfim, que você é o lado da deless...

E daí o que acontece é só isso. Você consegue usar, basicamente, essas coisas em paralelo, isso de permite ter mais computação. Mas eu não acho que... que é... isso é parte do problema que gerou tudo isso. Mas também tem uma questão de que...

Quando a gente está falando da realidade de você tentar simular de fato algo foto realista, com um número de fotos que tem, por exemplo, nesse quarto aqui...

Se você... olha, qualquer imagem da vida real, de verdade mesmo, em alta resolução, você vai ver que tem um nível de detalhe ali, que é completamente absurdo de simular.

Então, não é nem tanto... não é nem tanto uma questão de você ter transistors suficiente para isso, mas...

É mais o ponto de que, mesmo que você continua se colher de muro, você demoraria ainda, mesmo com esses avanços, ainda, 40, 50, 60 anos... para chegar nesse nível de computação...

e também o aumento de nível de energia absurdo para isso. Porque, no fundo, no limite, seria comparável a energia dentro desse quarto aqui para simular todos os fotos dele.

Então, é algo completamente absurdo. E o que você consegue com algo...

Não seria o caminho inteligente para a gente chegar, talvez, na melhor resposta do lado da vida. É trabalhar mais luz, né? É trabalhar... mais arduamente, sim, mais inteligente.

Isso. E tem no caso, por exemplo, Neuro shaders, não estou nem falando do DLSS, mas essas coisas que eles anunciaram, vocês devem ter coberto aqui.

É muito mais... uma rede neural pequenininha, que, de algum jeito, ela tem o entendimento menos engem, ela não tá só fazendo uma computação de matriz para o lado e para o outro, mas ela...

ela tem um entendimento um pouco mais sofisticado, um nível de compreção da informação maior dentro dela, de forma que ela sabe que essa textura precisa lidar com a luz desse jeito e isso é um shortcut, você pode imaginar.

Assim, do mesmo jeito que, se você... é um ser humano inteligente, você vê, por exemplo, uma pessoa fazendo regras de uma computação, você pode dizer, não, final da isso.

Você não precisa esperar ela fazer aquilo até o final, é parte do porquê que funciona. Sim, mas não tido.

E como é parte, não só do porquê funciona, como parte do fato de que vale a pena, talvez usar isso como um caminho para chegar em restar os melhores.

Mesmo que, além de moro, mesmo que os tipos continuam a avançar, você tem uma forma de chegar em isso muito mais rápido, digamos assim, né?

Se você quer chegar em quanto você ainda está vivo e joga os jogos, é muito nesse sentido, porque é de fato o nível de computação que seria necessário.

Por exemplo, no cinema, se usa o Ray Tracing máximo, o P3 sim para fazer, para simular, por exemplo, se ela morango, uma cena de uma vir e etc.

E o que eles fazem é deixar, basicamente, algo renderizando por um mês, como super computador, para renderizar uma cena de algo,

ou alguns segundos de alguma coisa, porque daí eles estão de fato calculando cada rayo que vai em um lugar, volta e bate.

E você quer em um jogo que isso seja feito em 10 mil e segundos?

E temos arte de um jogo que tem ganado que parece que é igual do cinema, né? Mas você consegue mais caralho, é isso? - Sim, é alguns casos, é alguns que viram realismo.

E eu acho que esse ponto que você tocou, Adriana, é um ponto que eu acho que é muito vale do discutícomo, pro cinema, para essas amplificações,

e isso é que pode ser revolucionário, porque eles mostraram em realtime essa aplicação da ilunação de uma forma muito bem feita.

Isso melhorá-lo, vai ajudar muito nesses casos, né, de reenegização do cinema.

Eu consigo imaginar isso sendo usado sim. Embora, o cinema como eles têm tempo e a parte do CGI acaba não sendo...

Eu ia falar que acaba não sendo tão cara, mas depende do filme, por exemplo, a Vatar 2 é uma parte absurdamente cara, então, sim, poderia diminuir bastante o custo.

É algo interessante a pensar como o que o DLCs de fato está funcionando, porque, se a gente olhar para o 5,

eles não falaram, eles não deram nenhuma informação, a princípio de como aquilo funciona de verdade.

Mas eu acho que olhando para as informações que a gente tem e para como funciona o 4, 5 e o 4 dá para inferir como funciona.

E eu acho que explica essa relação entre o porquê que parece que muda as vezes e se vai ser algo genérico ou não.

Então, que é basicamente o seguinte, no chat GPU tem em geral, você ou qualquer uma dessasias de texto, você usa uma arquitetura de treinamento,

e essasias chamadas arquitetura transforma. O que arquitetura transforma de permite, a grande novação dela, é uma outra coisa de uma da tensão.

Se você tem uma frase que você colocou na sua 이야, que basicamente já eu fui na esquina comprar, ou melhor, eu fui descansar, eu fui descansar no banco, ou eu fui na esquina no banco, tanto fácil.

O que acontece no transforme? O cada uma dessas palavras vai se atentar a outra.

E basicamente ela pergunta para outra, quanto ela precisa prestar mudar o próprio significado dela, por causa do significado daquela palavra.

Então, se a minha frase foi, eu fui na esquina, eu fui no banco da esquina, e a para, por aí, se essa frase continuar com descansar, eu sei que é um banco de sentar, né?

É um banco de praça. Se a frase terminar com sacar dinheiro, esse banco significa completamente outra coisa, uma instituição financeira, eu filano uma dessas lojas da instituição financeira.

Então, essa palavra Banco vai se atentar, ela precisa se atentar muito a alçacar dinheiro, ou, por exemplo, a descansar para entender o significado dela.

Então, isso é o mecanismo de atenção.

No caso de o transforme de imagem, o que a gente faz é, a gente pega os pixels da imagem, na verdade a gente vai pegar um quadrado de pixels, talvez, por exemplo, um 10 por 10 algo nesse sentido.

E a gente vai chamar isso como um grande pixel, eu pegar a média deles, tudo bem. Daí você vai desencaixar tudo isso para virar uma lista.

Então, você vai representar cada pixel, basicamente, com 3 números, que vai ser o RGB, o vermelho, o verde, o azul, e você vai colocar isso tudo numa lista, e você vai passar nesse modelo.

E agora, cada pixel se atenta ao outro, o mundo mecanismo de acontecer ali, do mesmo jeito do exemplo que eu dei, como você fala. Isso permite uma coisa que não dá o pra fazer, por exemplo, no DLSC S3, que é os pixels que representam a roupa desse cara.

E sabem, a IA que está lidando com ela, sabe que é que load a roupa. Que é uma textura, basicamente, existe essa, ele tem essa noção global de eu faço parte de um pixel de árvore.

E eu sei, eu estou associado com todos os outros pixels de árvore que tem ali naquela imagem também.

Eu sou o parte de um pixel de rosto, e eu sei todos os outros pixels de pele, que tem um ali ligado.

Tem tempo real, reage, de acordo com o jogo adormeixa, câmera, e ele reage o de acordo, né, todos os pixels reagindo, de acordo isso, que é impressionante.

Eu lembro de ter aqueles comparativos do modelo C&N, do DLSC, para o Transformer, né, que tinha do Ryzen, que pegava-te por álgebraira, né, que de place da Loi e aí mostava-te palco.

Olha como coro, um taborrado, que ele tá entendendo, que isso é um material diferente.

Se a N&N, o pixel, ele só tinha o contexto dos pixels na volta dele, e daí ele usava aquilo para se informar.

Agora, um pixel, ele pode, por exemplo, o pixel deste heliado de um lado, ele se atenta ao do heliado, que tem lá do lado da imagem.

Por isso que ele acertei no minacão melhor.

E isso, por exemplo, tem de alusos do ambiente em pensão.

Se eu estou no lado esquerdo da imagem, tem uma luz do meu olho, o pixel da luz do meu olho, ele pode saber de algum jeito, que a luz que está lá do outro lado da imagem, é a que causa essa iluminação.

Então, essa ligação é algo que você consegue só fazer com o transforme.

No caso do delícia 5, a gente não sabe qual o de conforme eles estão usando o transforme.

Mas dá pra chutar, eu acho que a gente forma muito educada de que eles fizeram algo muito parecido com eles já fizeram antes, que eles tinham imagens.

Eles pegaram centas de jogos, numa Índia, e daí eles pegaram momentos onde você teve uma renderização ainda pequena.

Você pegou o ray tracing, deixou rodando ali normal, como seria um jogo normal.

E daí depois você pega essa mesma imagem e deixou rodando por um dia, não super computador.

Então, do jeito que se você tivesse duzentas de cinquenta noventas, rodando aquilo por uma hora, como seria essa imagem.

E agora eu tenho duas imagens da minha Índia, e eles provavelmente geraram trilhões dessas imagens, talvez pelo menos bilhões delas.

E usaram o transforme pra prever de um lado para o outro, como quem faz a Índia e como a Índia deveria ser.

Então, no fundo, a gente faz a ponte dessa para essa.

E isso, como seria essa imagem em seu tivésseco, como você está?

Mas em uma computação, a fratechela ainda é melhor, dentro da lógica da própria Índia.

Minha área de horas.

E nesse sentido, cara, só desculpa a cortar. E é um ponto que muita gente se indagou aqui falou, "Ah, mas por que eles chamaram essa tecnologia de delesses cinco?"

Porque que ainda é delSS, porque ele parece que não é o delSS, não é?

O delSS é a final é um "Opiscaler" e um "Retraice" e isso aqui é a "Eyslop".

Por que eles chamaram?

Eu acho que agora eu ouvindo a sua explicação faz muito sentido, porque, em certo ponto, a evolução de tudo que o delSS era antes, né?

Ele foi evoluindo, porque, no começo, quando ele fazia o "Opiscaler", era isso, né?

E ele entendia pelos pixels do lado, o que seria os pixels maior, e ele fazia isso.

E ele foi adaptando. Essa tecnologia evoluiu a ponte que hoje, na iluminação em Real Time Bank, consegue fazer essa comparação, né?

Inclusive, tem um vídeo no YouTube, que eu achei muito legal que é de um youtuber Gringo, que ele pegou e colocou.

Você lá, eu acho que foi o "Obilívio" em 77p. Ou seja, você pega 120% em 77p. E dá "Opiscaler" para 4K.

E assim?

"Opiscaler" tem esse resolução.

Cara, fica bom assim. Obviamente, fica zoado, as coisas tremem, etc. Mas fica bom no sentido de que impressionante que roda.

É isso que faz algum sentido?

-E é 7p? -Vá lá, não é 7p. -Cé tem o "Op" que ele colocou em 22p. Que daí fica completamente meio de 2p.

Muito horrível, mas eu tenho um 70 poucos. Mas eu achei muito legal dessa possibilidade, né? Que se afolque num da proteção e a mais dá para a gente estar ao invés inferir, alguma estratégia parecida com isso.

Porque é uma estratégia que se for essa mesma, é interessante, porque ela já live em consideração a própria característica do jogo.

Então, não por um caminho de, por exemplo, aplicar um filtro genérico, se ela não é, é pensar como que um próprio próprio endim de jogo se tivesse mais poder computacional ou mais tempo.

Ela mesmo geraria uma imagem mais rica. E aí, então, você tem um podado se de fato achar do mais tempo.

E aí, depois ela fica tentando, digamos assim, preveu o que é a imagem que a gente tem hoje, dado uma certa imagem como ela seria, se ela tivesse todo aquele tempo, aquele poder computacional.

Então, não é uma estratégia interessante, né? Que tenta de alguma forma preservar características do que a própria endim do jogo.

Sim.

Criaria.

Partido com o texto do, porque eu acho que é feito assim. E até fala com o ponto que você acabou de trazer dos outros DLCs.

É que o 4.5, a gente sabe que ele foi treinado em algo parecido com isso. Então, você tinha imagens e baixas a solução.

E você tinha as imagens em que são Ground Truth. Você fala na verdade de fato que a imagem 4K e ele aprendia com usando um transforme, também, a preve essas imagens.

Deu jeito que sua era feita era basicamente o Pixel ele aprendia.

O quanto ele era importante para os outros pixels grandes, porque você pode imaginar que quando você dá o psiquei em uma imagem, você poderia imaginar bom.

Se tem um Pixel verde aqui, eu sou o botar verde na volta dele. Foda seu aumenta a resolução. Mas não necessariamente, porque se esse Pixel verde, ele faz parte de uma árvore que acabou já, ele precisa saber.

Ele precisa se atentar aos outros pixels que compõe um árvore também. Então, é muito nesse sentido que o transforme é tipo permite, é isso.

Você ter informações de um lado de algo no outro.

Daí vem um frame jem, a geração de frame é um pouco disso. O frame jem ele não é um transforme.

Ah, não é do outro. Acho que eles não falam. É uma rede neural, porque eles falam em gênerica.

Mas faz sentido, não sei, porque o frame jem ele... o que ele faz é? Você tem o frame 1, você tem o frame 2, ele bota um no meio.

E o jeito que ele faz é. Agora ele bota 6, mesmo.

Porque é muito barato colocar o mais no meio. Depois que você já tem um... Mas no treinamento que acontece, ele gera 3, esconde o do meio.

E agora pede para o modelo previa aquele. Então, ele gera 3, 3 frames, tirou o segundo que está ali no meio, pede para o modelo prever.

E isso ele está falando do que que é barato gera no meio. Entendi, é uma modelo prever um, ele compara com o original. E isso ele compara com o original. E isso não precisa de transformar. Mas de um que eles não usam em transformar. Então, vocês mudam depois. Mas a cenha e é suficiente, porque nesse caso, você está tudo na mesma resolução.

E daí você precisa que aquele pixel seja previsto da maneira correta. E daí uma cenha e ela só pressa atenção na volta dela. E ela é um pouco mais...

E como disse que eu posso uma transurgia para a galera aqui, que é uma SNN. Uma convoluto no neural network. É uma rede convolutional.

Ela é, ela é basicamente, quando você tinha os primeiros teslas, o que eu não assim.

Eles iriam automaticamente. O jeito que o tesla via a rua e usava isso, para depois fazer uma computação, era principalmente uma SNN.

Era um dos modelos, por exemplo, você tenha aquelas aplicações que você vê doença no olho da pessoa, ver se ela é diabética, como a imagem do olho,

se tipo de coisa, é tudo como uma SNN. Que era o modelo demais, mas avançado que a gente tinha antes.

Daí, o transformar veio depois. E agora, inclusive, o tesla agora é um transformar também. Então, ele é um transformar ento ento, nesse sentido, né, de um lado.

Eu quero ver o tesla, o transformar me era agora, então...

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E só para... Relíbra galera aqui, o DLSS até o 3 era SNN, e agora você pode usar o modelo transformar.

E só para me corrisos, tiver errado, mas do que eles falavam um oficialmente, salvingano, é que o DLSS 5 usa cores próximas e vetores de movimento.

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Mas teve um youtuber que recebeu um email da NVIDIA, não sei se vocês viram isso.

Ele recebeu um email da NVIDIA, se você tiver qualquer dúvida, a gente está aqui para eu te responder. E daí, ele foi lá e tido. Pergunto sobre isso. Eu não acho que ele diz sentido. Eu acho que eles estão falando de coisas diferentes.

Sim, sim, eu concordo. Mas daí ele perguntou e o cara deixa o claro que ele só recebe um frame 2D.

Porque é frame 1, por frame 1, digamos assim, né, isso, né, ele...

Eu sou o frame... Ele pega o frame, ele pega o frame da Eus, vamos buscar na base de alguma forma, acesse uma coisa mais...

Por que eu acho que de qualquer jeito, o Jensen fala que o modelo sabe da geometria é porque primeiro tem uma bruxaia muito grande.

Por isso que é o fato de que quando você tem um modelo de imagem, por exemplo, que você usa, se alunando no Pro aqui, o do Diminário, aquele do chate a PT, que as pessoas usam para fazer aquelas imagens feias, como que eu seria daqui.

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Passa uma imagem que é presente a minha profissão, esse é tipo de coisa. E nesse tipo de coisa, se você perde a mesma, o mesmo prompt, a imagem vai ser diferente.

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Uma outra possibilidade é que tem coisas que o modelo está recebendo, que eles não querem falar sobre o que eles tem medo da competição.

Mas como o Jensen falou na entrevista, hoje que vai participar perto, igual.

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agora código você paga e pela API, normalmente o cara que está usando, ele vai engatar na API dele lá e ele vai pagar por geração de toque.

Então esse acaba sendo o maior uso que da lucro para entrou a PQC, e a maior parte dessas empresas, por exemplo, que tem de fato uma margem de grantesca, é totalmente baseada em vendendo para empresas e não para consumidor.

Eu bite o B, bite o B, mas acho que a adesão é mais simples.

Você vê muito a gente usando a imagem, usando para a testa atualmente?

Não, porque tem uma questão de adesão, tem a questão das facilidades de...

Por exemplo, muitas dessas que você falou assim, a adesão deveria estar resolvendo os problemas do mundo real.

Por exemplo, e aí poderia sobrar essa outra parte que é mais divertida.

Eu acho que assim, no estado das coisas hoje em disso, é perfeito, né?

E ela fazendo minha contabilidade para amanhã, e não ela faz um desenho. Eu prefiria pelo menos que no começo, começasse pela contabilidade.

Mas eu acho que tem muito a veta, como por exemplo, outros avanços tecnológicos, que são necessários para quem entregência a gente é o começo e adentrar esses campos.

Porque tá acontecendo agora com a roubótica central. Mas é isso, ela resolveu os prãos da alimentação, os trabalhos, os credenciais.

Então talvez, e de outras interfaces com o mundo, sendo que mais de geração de testo, é no próprio contador, né?

Já tá mais inmediato assim, né? E tem usos na ciência. Já são usados e já tem impacto, é pouco divulgado, acaba que tem menos publicidade do que.

A gente tem ou de poder usar isso, por exemplo.

Então, a gente fez um podcast, do infelidamente que é o continuamente, e da gente tem dois episódios que a gente veja o segundo, principalmente, a gente discusse essas coisas mais relacionadas a ciência entre a gente artificial,

porque eu estava respondendo a pergunta, se a gente pode usar o termo inteligência para falar de alunão.

Que é algumas pessoas que são impressionáveis. Então, a minha defesa é que sim, e é muito difícil você chegar no alguma definição de inteligência,

que seja minimamente azulável, sentificamente, que não se encaixe no termo inteligência que você definiu.

Não é um alto-complite de luz.

Não é, não é, mas...

Vai ter que ver o podcast. Não quer dizer que ela seja muito inteligente, né?

Não é algo que eu defendo lá, que elas são muito inteligentes, ou tão inteligentes, como ser o mundo que está bem distante disso.

Mas pelo menos o termo a gente tem que dar prela, assim, de inteligente.

Mas o que eu estava falando aqui?

Tem que dar aí de você para fazer isso, sento os vários exemplos, da inteligência artificial.

Ah, então, estão usadas na ciência.

Exatamente, então, tem vários usos, tanto para provas em física, para provas em uma temática,

descoberta de drogas, tem uma empresa, inclusive, que descobriu especificamente eles descobriram

um tipo de alvo para usar em drogas de longevidade, utilizando pesquisa automada.

Então, você pode imaginar que isso é uma utilidade que já está acontecendo, e vai subir muito de uso.

E agora tem todo esse questão da roubótica, que é onde você teria isso, onde você não precisa trabalhar e a eta trabalhando.

Foi hoje, por exemplo, fazer o tração, eu estou me expositável.

E a gente vai fazer outra ação morphológico, que é o mais importante da metade da gravidez.

Ela está com muito semana.

E lá nos poucos, porque o Einstein já tem uma máquina de tração, que é totalmente utiliza de modelo de inteligência artificial.

Ah, é?

E é insano a máquina, assim, o que saltei eu estava com o método, o que começou com o método, depois.

Ele falou que é insano a avanço, porque você tira do profissional que está fazendo o exame,

uma responsabilidade que é quase injusta com o ser humano.

Porque você tem que parar em padrões especificamente.

É a interpretação.

E não é que o cara não interpreta, ele vira uma redundância, porque a gente se passa a lautração.

E ele já vai fazer as medidas que a gente como é que essa é uma bolinha, você vai fazer clique e médio,

por exemplo, o tamanho do feminino e se está dentro de um certo parâmetro, porque está normal,

está um pouco mais baixo, está muito mais baixo, é perigoso, ou por exemplo, um tumor.

Se você está com um nódulo, para eles classificar em um nódulo, para ser funcionado,

por exemplo, aí lá e tira um pedaz daquele testi de "V",

é um testi do maligno benigno, canceloso e tal, tem uma classificação.

Então, o cara vai ver o nódulo, como é que ela se fica, ele é ponte agudo, ele é redundado,

ele é maior ou menor tal.

E isso era manual, o cara tava olhando, ele faz ele e meia de tal.

- Mas só que? - Esse cara era, né?

Não só ele era, como ele também vai criando certas certos vicios.

E a gente fala assim, cara, está aqui, já sei. - É importante, né?

Normalmente, é quando tá, e isso é um processo que a gente faz, que é muito difícil de você

você conforce ficar 20 anos, fazendo, se vai adquirindo uma série... - Aquela filha, né?

Aquela filha, em que às vezes, às vezes, é muito bom, né?

- É, ticamente. - E às vezes ela tem um cheio, né?

- Porque é o médico, ele tinha esse filho e mesmo, e às vezes não sabe nem explicar, né?

Por excessamento, ele que tá rodando, cara é muito inteligente, ele viu um milhão de coisas,

e aquele médico tradicional que a gente fala, "Vocara chegar, fala assim, meu".

Você já olhou só tirou, aí, de to vendo aqui, a pela cordas, o que é isso? - Sim.

- Cara, tinha um... - Sim.

- Legal, só que ele falou, cara, só que não dá pra competir, que é a base de dados da máquina de outração,

é tão sinistra, que ela faz um nível de comparação que que a gente não consegue fazer,

às vezes, a minha intuição tá certas, está completamente arrada, e o índice de acerto da máquina,

tá ficando cada vez maior, tirando que isso consegue ver o bebê tridimensional,

mas você consegue preveu um milhão de doenças que você tem, né? - É verdade, é verdade.

- Não, mas eu estou dizendo aqui, isso é uma aplicação realista. - O outro de emvelhes e mevelhes e mevelhes e mevelhes e mevelhes e mevelhes,

essa é a minha intuição realista, né? - Essa é a minha intuição realista, né?

- Mas essa é a área médica mais básica de exude, a gente tem que tá sendo...

A disrupção nessa área tá sendo muito rápida, sabe? - Sim.

E os médicos já estão usando isso no dia a dia, gente, então é... - Tudo é só pra falar que tem aplicações,

teríveis e tem aplicações boa, assim, e não é uma culpa da tecnologia em si,

é dos humanos e como eles vão? - É, como eles estão... - É, é...

- É, é... - É, é... - É, é... - É, é...

- Pra pra pra ir ao domingo, precisa ter uso suísta, meio de escolhão, eles se fala muito disso também, sobre a imédica,

e o pronta soquou, você já vira falando aqui em pronta, clou. - Ah, mas o que é do pronta soquou?

- Eu tenho que ter não lembrar que mas, tipo, alguma máquina de triagem, de "ah"

pra ver que ficar padrão às vezes o cara tá tendo em infarte num reconheço, entendeu? - Sim, sim.

Tem exemplos que podem, se você confiar demais, né, é você pode tipo... - É, é...

Eu acho que hoje a gente já vive no mundo que não dá pra confiar, 100% neleas ainda.

Não dá pra deixar o cara que tem que ter cada ataque, ter cada dia, com uma mão da máquina também.

É que eu não vi, exatamente.

E o horário absoluto, o horário absoluto.

É que eu bacente morreu.

Não é sobre morte, sobre o que é sobre tal tal tal e tal tal.

Sim, pra ser as coisas que me tem.

Não, é ser que eu não sei o exemplo específico e estatístico disso, mas aqui uma coisa que a gente

às vezes cometi o representacional os carros da autônomos.

Aí o carro bateu e matou uma pessoa.

É bom, mas dequiem as carros autônomos estão andando com autonomia na rua.

Essas quantas, né?

Então assim, numa triagem entre a gente, se eu fio a pode após de arrar, a questão é sempre a gente usar

um contraste com os sistemas humanos e o nível de falha deles, né?

Então a gente é que eu invita, eu não sei exatamente o exemplo, mas...

Mas tá de jeito que você falou que o que usar é um arte que tem o médico junto, eu acho que é importante

e não tal.

É porque de óleo que ela tá decidindo e tal não, isso aqui tá realmente tal e...

Oh, gais, a gente tá chegando em quatro horas de lábio, mas foi um papo muito denso e técnico

aí, então, espero que eu tenho gostado, eu acho que é muito rico, eu acho que a gente

passou em todos os pontos que eu queria tocar aqui, pra mim, não reçou nada, a gente conseguiu

passar bem por tudo, eu acho que a gente tá pra reusomir o que o papo, eu acho que a gente tá no momento

que no mínimo é interessante, eu tô muito curioso pra ver o futuro, não só da evolução

daí, ah, mas a evolução daí é nós games, como a gente comentou aqui, muita coisa vai

acontecer, e eu acho que as regras vão sendo formadas ainda, a gente ainda não tem nesse

momento que a gente não sabe regras, a gente discutiu aqui como filosóficamente é

tenho e essa linha do que que pode, que eu não pode, né?

E é ticamente ainda é muito discutível isso, tem artista que a gente sabe 3D, que é a favor

e usa, tem artista que é contra, tá, é muito tudo muito recente, né?

E a gente vai aprender mais com o tempo, mas fato é que a tecnologia é muito interessante,

não dá pra as pessoas que são apagadas, as pessoas são apachonadas, que manjam das

áreas, tem que começar pra estar um pouco mais de atenção, porque acho que elas são as

maiores colaboradoras pra como a gente vai usar essas tecnologias, então o que que eu

contendo normalmente assim, eu vou adescrever, não, não boto, bicho pra escrever, porque eu

tenho pra conceito um que eu adescrevo, a artista às vezes não tem experiência de ver o que

entre a gente certar que tava fazendo um art, e eu acho que ela vai ser de um exercício,

a gente se defruçar nisso no sentido de talvez dar uma chance, porque a coloporação maior, por exemplo,

pra arte, ser de um jeito da hora, com a ja, vai vir de artista, avançando as pelas arte,

se não, vai ser de algum tech guide, que vai, ele não tem parâmetro, ele não tem parâmetro,

tem do que ele não mangia daquilo, então às vezes o artista não quer colocar a sua arte na ja,

justamente por esse medo de se tornar o psoleto, ele treina a ja e a sobre estuíria, ele não é,

ele tem que evoluir, ele prefere que o tech guide vai lá, passe e vai ser a bosta, então,

mas aí ninguém usa, que já acha que é a mentalidade, a gente corre o risco e até até colocando

uma coisa assim na situação que a gente teve hoje, eu acho que pra maiorismo, agador, dos gamers,

que não entendo de nada. Não, não, não, não, não, não, eu tô brincando porque eu diço,

o Jason falou assim, é que eu tô dizendo assim, cara, o mundo real, a gente está

em uma arte aqui hoje, basicamente, não é, mas em um mundo das pessoas normais que vão pra casa,

depois de trabalhar em jogo um videogame, pessoas apertariam o botão do delS, esse pra cara, do rapaz,

ficar realista assim, sem pensar, já estariam super setesfeitas que eu não gosto de com pouco mais realista.

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

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-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

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-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

-Cantando e a, ou não? -Cantando e a, ou não?

O cara é só mudar uma palavra outra, não é igual o plágio do professor que ele não percebe, porque você mudou um pouco.

Não, ele... o detector perceber igual, mas precisa ser uma grande coisa, se o cara tá mudando a cada frase, ele muda uma parada já, provavelmente perderia essa questão.

- Um grande. - Mas atualmente só comentar isso porque tem algumas empresas que eu tenho certeza que elas pagam pessoas para falar sobre elas,

sobre esses detectors, se ela no Twitter e etc. e não funciona. Não funciona, eu fiz vários testes de uma função. - É, é, é, é, é, é.

E só pra comentar brevemente, a Openerai, né, antes de testiveter, era a empresa com outra visão total, né, ela é uma empresa mudou.

A gente... você lembra, a gente foi num campeonato de dota, e no ano que a de foi a gente viada, né.

A Openerai tava demonstrando um bote que ganha dos jogadores profissionais de dota, eles são muito específicos.

- É, era um exquisito. - É um exquisito, é um exquisito, mas quando foi um cinco e cinco, ele não ganhou, né, e a Openerai era isso.

E era um empresa no ano mesmo, é isso, também, sem fim, isso lucrativos. E o ano mesmo que diziam muito como a Openerai pra ele, era um empresa que queria que ia pra ser aiado bem,

que identifica ai e ajuda os humanos, né, e era, por isso que era sem fim, isso lucrativos, porque era para ser a empresa do eado bem, né,

vamos fazer a inteligência artificial e assim, de fato foi uma das primeiras, né, e percussoras nesse mercado.

Tanto que hoje é uma das principais, mas essa mudança, na história da Openerai mudou muito com o mercado é hoje, né, o Sena Ultimate assumindo,

ele abrindo a empresa pra fiz lucrativos e muita coisa muda, né, e a tecnologia evolui de forma diferente, por causa disso, né.

E eu acho que é muito por isso que a gente tem tido tanto a discussão sobre isso, porque também eu nem boloso tem muita coisa ruim, mas tem coisa boa, junto com a coisa ruim,

mas essa coisa boa às vezes é o fuscada justamente porque tem tanta coisa ruim, que a gente só vê ela e não vê a parte boa, né.

Eu acho que é isso que a maioria das pessoas tá nessa neblina que não enxerga parte boa, e por isso que ele só tem essa ação reactiva, né.

E a, né, um ponto que corrobora, o que você falou é que, por exemplo, o Dario Amodei, que é o Ciudan Tropic,

ele não faz modelos de imagem. E eu lembro de ter visto algo de um dos executivos da Google falando sobre como eles foram forçados pelo chatPT, a fazer modelos de imagem.

Então no fundo, foi Openerai que causou a existência, não que não fosse ter igual porque a estebe ou de Fusion é na verdade é mais antigo que o chatPT,

não que os GPT, mas que chatPT. Então teriam modelos de, de Fusion aqueles que erra, dê, dê, dê, dê, etc., mas talvez um tivesse a briga entre modelos de imagem, que agora tem com Google.

Então se é um puxo outro, né, um puxo outro, eu acabo com o que não faz para uma questão ética deles, né.

Eu acho que ele não faz principalmente para não perder tempo com isso, mas ele aproveita e fala que uma questão ética também.

Já que ele não fez isso? Não faz isso, não faz isso, não faz isso, então.

Ó, último a pergunta aqui do seu puxo é Super Chat, inclusive eu queria Super Chat.

Eu queria agradecer muito o nosso chat hoje porque vocês foram incríveis aqui, rolou muita discussão aqui, e eu sei que tem uma discussão calorosa que a gente não conseguiu incluir no programa.

Isso acontece porque são muitas mensagens, por isso que a gente privilegi aqui o Super Chat para não deixar nenhum, para trás, mas, pois, é muito rico.

Vê esse bate-pato no Chat, então muito obrigado a todos porque participaram quatro horas de programa aqui, até final, com um papo muito rico.

- E vai lembrar que a generosidade também, porque a gente está falando aqui é um record que é um assunto tão complexo. - Sim, é isso, né.

- E isso é. - Essas vezes pode parecer que as vezes você está sendo parcial num lado de outro, mas é porque a gente tá no freestyle aqui, né.

- É, total. - Não, eu queria agradecer muito vocês aqui, porque em requer ser muito esse papo, eu não sei o quanto a ouvir, mas eu saindo aqui, aprendendo muito, do que eu não sabia sobre a e é interessante, porque eu queria realmente tocar nesse assunto e trazer essa revisão por o nosso público que se preocupa tanto com os últimos games.

- E eu acho que é muito sobre o que vocês falaram, se você vai ao dia, pelo menos aprende ainda, exatamente como funciona para você ir ao dia com o direito, porque dá para ir ao dia ainda, é, pode ser.

- Não é para defender o criticar mais por distrincia, para se entender ele, pelo menos a discussão, né. - Isso.

- Isso. - Se não não tem pé, né, né, caso dessa, né, a gente começa a discussão, e a gente viu, né, a gente falou recentemente a gente viu pessoas da internet comentando sobre o DLSS 5 falando que, "Ah, mas aí perde a direção de arte do jogo e tal".

- E aí eu falei para o vídeo "Pô, esse argumento é totalmente inválido, porque se o diretor de arte tem controle da ferramenta, não tem como perder essa direção. - E ele decidiu? - É, se ele decidiu usar ferramenta daquele jeito, é a direção de arte é aquela.

- Com o DLSS 5, o DLSS é isso. - E isso é um fato de falando do jogo. - Talvez eu acredito alguma coisa, mas não, a direção de arte é, então, de outra coisa. - É, eu vou dizer que o DLSS 5 vai fazer com que a indústria perca a direção de arte no jogo, é um salto muito distante.

- Ainda mais com a nuance que o Aden entrou, se que já existem outras ferramenta, se que alteram o controle que o cara sim. - Sim, então, se você é uma direção de arte que já existe, você vai ter que chamar a direção de arte que vai existir, pois DLSS 5 se o criador decide que vai decidir que vai ser.

- Veja, se o Mirzac virasse, quando o GPT fez tudo aquilo, ele falava que tem muito da hora. A minha obra agora, todo mundo pode fazer, seria uma outra coisa, é tudo conceito.

- Isso eu estou querendo dizer. - É porque ele falou que ele gosta, que isso criou o seu negócio, e outros artistas também falaram, e tem todo o papo, tem lança estortos, como a recreação de ator morto.

- A gente viu como ele se alno, o Brasil estava isso, é tordo, é um negócio muito... - Mas muito inúmeno. - Mas, o meu ferramenta, ela não é... - Não é com a delas, é isso aí, não é com a delas, é que em pego, é um uso do público.

- Em peste que você consegue fazer ferramenta, mora nossa, aqui em pressionante. - A gente consegue fazer sométicos com todas as ferramenta. - Exato, não é? - Exato, não é? - E você cobrada e a delatada de estourindo o mundo, pensar que o mundo é o topco.

- Você vai dar essa ferramenta, acho que tem um tratamento para todo mundo, ninguém vai usar ela para nada. - Que vai gente não sem enjeno, e não tem as respostas, mas sim, uma parte dessa responsabilidade, a gente pode combinar aqui, vai ficar delegada às empresas que são donas, dessas ferramenta, a gente só precisa fazer de uma forma coerente, onde a empresa realmente possa fazer algo a respeito disso, e não criar uma situação onde a gente faz um tipo de cobrança que é impossível, no sentido de que você fala não, tem que ser uma coisa 100% gênica sem erros, se não dar pra ter.

Então é a mesma coisa que você não querer que a tecnologia exista, não é esse meio tempo aqui. - E aí, para responder a galera que tá no chate meio puta com a gente que a gente defendeu mais do que bater no AI, eu quero falar aqui, eu imagino o dia que eu estrime as fotos substituídos pela AI.

- Claro, pode eu consigo mesmo, tem que a análise de conteúdo e a, puramente, a que é loucutado e produzido, por aí, não sei se é editado, por aí, mas o roteiro e a loucunção e a abordou aqui, talvez substituir o roteirista, se substituir o escritor, a gente também tá com um... - A nossa torcida que seja usada a melhor forma, e eu acho que é isso, não tem como voltar pra trás.

- Eu não gosto, e vai me substituir do meu jeito. - E seu gostasse, e é me substituir do meu jeito. - É, bom, mais bem, só ler a última mensagem aqui do Depp Fernando 777, ele falou, vocês não acham que o maior problema da AI é nunca criar algo novo de fato, muita gente pega nisso né, filhosa que é realmente filosóficamente, ela não cria algo né.

Por exemplo, nunca teríamos um novo meazá que eu colgima innovadores da indústria. - Então, a AI ela cria coisas novos, da verdade é tão fácil criar algo novo, que, se eu simplesmente randomizar alguma coisa que essa coisa novos.

Então, no fundo que você tá falando não é só criar algo novo, é criar algo novo que é o mesmo tempo é bom, ou que é normalizar. - E é um elevante importante, algo de discutivo, algo... - E ele tá exemplificando aqui, também, os maiores nomes da uma realidade, né.

- Eu os grandes artistas, né, o cogima, o miazágui, o miamoto, ele vai referência, ah, a gente não teria o miamoto, então é, mas isso são ostopio humanos, não é? - Eu acho que tem... - Tem dois níveis para essa questão, tem uma questão de que existe a creça de que a AI é simplesmente impossível para ela, do jeito que ela construída, cria algo novo, porque ela tá simplesmente pegando probabilidades do que ela já viu e recombidando as suas coisas.

Essa visão é falso, no sentido de que é obviamente falso, porque seria combinatoreamente impossível que ela fosse assim, seria impossível fazer uma AI que ela consegue te responder do jeito que ela te responde, simplesmente se aproveitando e recombinando coisas que já aconteceram antes, ou que ela já leu antes.

Pelo fato de que não tem tanta coisa assim escrita, comparado com o espaço de possíveis coisas que podem se escritar. Se você entrar numa conversa com o chat PT e trocar uma cinco mensagens, com certeza que o leum é uma conversa única, na história da humanidade. Quase com todo certeza, talvez você emitir por lá ou lá ou lá ou lá ou lá, não é? Mas assim, você for uma conversa natural, quando que esse podcast se tornou uma conversa única na história da humanidade?

- Provavelmente, 30 segundos. - É, nem isso, talvez. Tô vezes que você não quer ninguém falou, ninguém falou, a ordem essa coisa.

E, em segundo lugar, outro, contra exemplo, disso aqui, a AI prova teoremos matemática, o que nunca foram provados, ela fala coisas de física, que nunca foram feitas.

Você tem vários exemplos de coisas novas que foram produzidos pré-á. Agora, a questão de a AI vai ter a sensibilidade artística de cria algo, desempitivo na visão dos humanos, né?

- E realmente não vai ter... - E você vai olhar para aquilo e você vai se sentir movido para essa coisa, realmente vai ser algo novo nesse sentido, nessa que em quintência,

que seria a mesma coisa da AI que, similar, talvez da AI que reediscubriu algo, similar à relatividade geral, igual a Albert Einstein,

que é realmente algo que revolucionou a física, não é só provou algo novo lá, aqui.

Isso aí, depende se a gente acredita um não, que é a vai melhorar para ficar tão inteligente como se ir humano.

- Se você diga melhor, se é melhor de seres humanos. - Se você acredita que o encefro humano é computável, que é a mesma questão, se ele é computável não.

Quase todo mundo da ciência acredita que é computável. E você acha que a vai se tornar inteligente, suficiente, ou até o que não são uma super inteligência,

me parece inevitável que, sim, talvez não do mesmo jeito que um ser humano faria, e provavelmente não, porque ela não vai ter a experiência de ser um ser humano,

mas ela vai, no mínimo, conseguir fazer algo diferente do ponto de vista de um aia.

Ou talvez ela seja desruptiva justamente porque ela não partiu um ponto humano, então ela vai em que,

quando ela começa a ter esse nível de novasão de uma super inteligência, ela vai fazer algo que pode,

o nosso radar e mediato, e isso vai ser uma coisa de vanguarda ou desruptiva, porque conta disso.

- E percebe que eu coloquei vários sisi, eu não acho que agora, você conseguiria, por exemplo, tirar do seu lado,

o seu lado, o seu tipo T, Cloude, o seu movimento artístico. - É, você creveu uma obra literária no nível de o licis, ou um que quer que seja.

Assim, você tirar o novo cheio e experta e agora, eu não acho que dá, agora.

Pode ser que eu tô gerado e já dei, se você fizer pronta, te zi fazer uma engenharia e pegar 60 bilhões de mensagens,

dei, você combina de um jeito, talvez eu dei. Mas eu acho que agora não dá, e, mas se torna uma questão de vai ficar bom, suficiente para isso ou não.

- É, é, acreditar, se você vai ficar tão inteligente, tem que ser computável, porque não pode ter alguma... - É, pode ser que, se você é flumando,

não seja computável e mesmo se não faz diferença. - Sim, mas se não faz diferença.

- Mas a mesma pergunta para vocês é, é, certes falar se ela vai ficar inteligente como a gente, se arte, não é sobre inteligência, sobre o sentimento humano,

é, não é, a criação da arte vem muito desse sentimento humano, que não é, necessitariamente, parte da inteligência nossa, mas a gente usa inteligência para criar,

mas eu diga assim, "ah, talvez nunca tenha essa criação de arte como a gente tem, porque ela não é humana".

- É, por si, mas isso, que ela não cacerá a humana. Ela não vai incompreender as coisas como a gente compreende, eu digo, aquele fin. - É experimentar as coisas.

- Mas é o filinho, ela não vai ter o filinho do humano, que a gente tem esse filinho, porque a gente tem a vida diferente dela.

- E a gente tem a vida diferente dela, ela é parte de outra, isso está mais frigado com a pergunta de si, é, vai conseguir ser sentiente ou não, que é diferente de inteligente mesmo, né?

- Ela vai ser consciente, tem gente que é argumenta que ela já consente agora, tem gente que é argumenta que todas as coisas são conscientes, inclusive que consciência é uma propriedade da matéria como um todo,

por qualquer tipo de processamento. E se ela vai conseguir esperenciador, espreenciar, por exemplo, não só o vermelho, mas a sensação de ver o vermelho, e se ela vai conseguir espreenciar, não só saber que ela perdeu alguma coisa.

- Ela está brincando com que o ser humano que ela conversava morreu, e ela vai realmente espreenciar aquilo com um adoro ou uma lâchima de alguma forma, é uma pergunta meio aberta assim.

- Se inteligência é preço-põe que vai ter sensência ao mesmo tempo, ela vai ser algo estéreo nesse sentido. Mas, de tudo isso, eu acho que mesmo assim, uma ideia inteligente, ela conseguiria fazer algo, e no valor que nós julgaríamos com arte, porque a gente sentiu.

- E arte nasceu no momento em ser humano e exprensiu a consciência, nesse caso. Então, nós temos a consciência, nós temos a capacidade sentimento aí, não tem, mas a gente olhou aquela arte de, e agora a gente exprensiu a consciência agora é arte.

- Nesse sentido, sim. Agora, se ela vai conseguir fazer arte, porque ela sentiu, sentiu o perda, sentiu o doro, sentiu a alegria, depende dessa outra questão de se ela é capaz de sentir.

- Me isso aí, a gente se sentiu com a gente, não sabe como se é possível, não? - É, não dá nem para provar que você sentiu. - É exatamente, é, esse é o problema, tipo assim.

Então, a gente não é uma solução do meio, né?

É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é

É, até hoje, a gente está em uma solução. De verificar sem ciência empiricamente, é você perceber essa própria sem ciência.

Pense o logo do Jesus? Eu sei que eu tenho sentimentos logo, eu tenho sentimentos. Eu sei que existe com ciência.

Cara, todo esse papo me lembrar um pouco do Star Trek, porque eu estar fake batindo muitos dilemas éticos, né?

E no Star Trek, a nova geração, que a próxima geração, que é descompicar dos anos 90, tem um personagem com o data, né?

Que ele é um Android, né?

E ele é a inteligência especial total, não tem uma base humanitália, o criador dele fez ele daquele jeito.

E o data tem vários dilemas ao longo das histórias de Star Trek, mas tem um específico que é muito bom que chegam em cara, um sentício da federação.

O humano, falar, a gente vai pegar essa data, vai desmontar ele, vai estudar ele, ele pode morrer, mas é isso, a gente vai aprender, vai fazer outros, que o científico que fez, é uma lucre que morreu e ninguém sabe muito.

Então, eu vou fazer isso porque esse emça, cara, e aí o Picaram, o capitão na nave, ele gosta do data.

Ele fala, não, eu vou defender o data no Tribunal, é eles fazem um Tribunal, é muito foda, esse episódio, que o Riker, que é o primeiro pessoal da nave,

é obrigado pela federação a ser o advogado contra o data, porque a federação por algum motivo tinha uma lucre na história faz isso,

e o Picaram o advogado ao favor do data, defendendo a data, e é muito foda, esse episódio, o que é, até River ele, com esses novos conceitos que a gente tem nesse mundo, porque quando eu vi ele, não existia, então era um outro conceito, né?

É mais outro, hoje que a gente vê isso, é muito doido como o Picaram, construir um argumento e venci, de alogando que o data sim é uma, é um ser consciente, e ele, portanto, merece os direitos que a gente tem.

E aí, a entra em outro papo que no futuro será que aí vai ter direitos que nem os humanos tem, e se ela tiver, será que vai ser tipos de estres do nove, que tem direitos, mas é, é os direitos mais empurrados, né?

É, é esse episódio mesmo, muito bom, tá aqui, esse broja é muito foda, cara, e esse é um operador de ederação, né?

É, eu vejo...

Eu tenho de ter visto já, os advogadores que eu, né, ele conhece, não é, perfeitamente, eu data ali, o homembe centenário também, né?

Tem, tem esses contextos, cara, é, é muito doi, é muito louco pensar como várias dessas inteligente textão, várias dessas ficções científicas, elas não eram, ou usadas, os ficientes, até, não, talvez esse caso não seja um deles, inclusive é, ainda assim...

O que eu vai estar aqui é, é um dos poucos exemplos que todos os casos eles são usados, eles estão lá na frente, pois a série de 60, o cara estava fazendo vídeo-calo da nave, já tinha vido-calo na década de 60, foi de era, né?

Mas várias ficções científicas que eu leio ficam pensando nossa, mas esse tipo...

Eles foram mais penos, chão, né?

É, esse, eu vou e tão burro, ele se eu saber responder, por exemplo, teve o projecte humor e, no cinema agora, eu...

Ah, eu quero muito ver, eu não vou falar, não dá spoilers, eu vou falar assim, tem um robô no filme,

- Que é? - Que não faz muito diferença, que é o corrobo da nave, que com jala da nave.

- Que ele é uma lexinha? - Ele é uma lexinha, é uma lexinha, é uma lexinha.

- Ele só sabia responder comandos e de sete. - Ah!

- Ele não é um aiar. - Não, ele é um aiar direito, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um aiarzinho aqui, ele é um ai

Não, não é um aiar.

Não, não é um aiar direito, ele é um aiarzinho aqui.

- É um aiarzinho aqui. - É um aiarzinho aqui.

- É um aiarzinho aqui. - É um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um aiarzinho aqui, é um

Não, assim, a gente vai se ver se é muito curra, cara, assim nem possível.

E a incrível, o chat é petecido 2020, né?

É, é põe ainda me fórlido.

Mas é pão fez uma farceira com a Google, não fez?

É, falar que agora vamos ao Google.

O Google não é, talvez é um Google, né?

É, esse ano, eu tô empolgando pra ver o que foi um plot twist, por não.

É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é

o lugar, agradecer vocês dois, é Phoenix Vini, eu acho que primeiro pela paciência de

nos ouvir falando bobagem, mas em segundo lugar pelo espaço, e também tem uma coisa engraçada

que quando eu estava saindo de casa, eu falei para o meu namorado para ela fechar as janelas

de casa, porque vai ter polêmica, isso que isso é isso, teve uma coisa que eles vão

vir e pegar, mas assim conversando com vocês, eu acho impossível, simplesmente impossível esse

tipo de reação das pessoas que escutaam aqui, porque vocês são pessoas que são muito

muito pensativas sobre as coisas, sabe, vocês têm pontos de vista diferentes, vocês

de escutem, esses pontos de vista, eu acho muito difícil que um cumprogram assim tem as pessoas

que vão me ameaçar de morte, então eu não vou falar onde eu moro, eu não vou ter salto

melhor no escarro, mas assim muito obrigado mesmo, eu tenho muito de estar aqui, e do infinitamente

o nosso Youtube é a rouba oito infinitamente aqui, olha só, perfeito, é que o oito representa o infinito e já tinha uma pessoa que pegou oi, porque o nosso

logo é um oito, parece um oito, é isso? Se você não precisa, você precisa de estar infinitamente, não é? Ele acha, não é o primeiro, e daí tem, você

acha também o descendor ali no início, tem os nossos portes que é o continuamente, vocês acham também, e isso a gente faz do comentário, os muito longos que, no geral, tem um infinitamente duração, que é uma hora, e, um

- Eles demoram muitos meses para fazer então... - Volta lá, tá aqui, deixa eu. Volta lá.

- Solve, solve, solve, solve. - Esse vídeo aí ó, e eu tava com ele, né?

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar, ele não vai passar. - É, ele não vai passar.

- É, ele não vai passar. - É, ele não vai passar, ele não vai passar.

- Que é, que é, que é, o Bruno é a gente novo e você fala "pú!" - Eu falo, tá? - É, ele não tá do frio, né? - A gente tava muito bem, né? - É, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é, ele não é.

- E vou receir, volando. - É, você quer falar um pouco, você também tá com seus canais pessoais, se quiser falar aí.

- E agora, da hora, bom, de novo, agradecer. É muito massa porque a gente gosta de ter esse espaço para falar do infinitamente ainda mais vindo conversar com o canal que é de videogame.

Sabe-se intercâmbio, assim, várias, é muito massa. E acho que dentro do agência de vocês deve ter muita gente que talvez curtiria o nosso conteúdo tanto do canal.

- Calça-se falar do nosso canal de podcast, mas assim, em especial o nosso trabalho principal que é o dos documentários.

E comentar para as pessoas que ouviram o somente de agência artificial aqui, os nossos dois vídeos sobre a que estão lá. - Sim, que são muito bons.

São documentários muito legais para quem quer ter acesso ao lado desse assunto, que é mais fascinante, que é pelo lado da ciência, pelo lado do deslumbre, de ver como respondo pequenas contribuições ou de correda história, que foram chegando nisso que foram muito desacreditadas.

Então, tem todo uma coisa muito, muito massa nessa história. - E a gente usou cinematografia, a gente faz brincadeiras visual, é uma coisa diferente, assim.

- Garanha, o que vai ser uma experiência diferente que a gente coloca muito energia num que só, e enfim, é isso. - E vai ter que a pessoa, meu viu, falando e pensou nem.

- Não, vai ser uma palavra, não, mas a gente tenta realmente que não seja de uma coisa interessante.

E bom, o resto das coisas eu tenho um canal também de cinema, sério, escultura, pop, você, mas assim, joga rolando e eu vou colocar que você vai me encontrar, mas é para todos os efeitos para o nosso papo, aqui o continuamente que é o nosso podcast, que a gente teve essa muito muito legais e o infinitamente.

- Não quer falar do seu livro, você vai lançar? - Eu quero muito falar do meu livro, talvez até pedir espaço para você para estar aqui em algum outro momento no flow, alguma, alguma situação para falar melhor, porque eu estou numa situação onde eu estou...

Na hora que virar o meio, eu vou falar título, vou atacar a plantar.

- E vai entrar em pré-vinda, né? - Vai ser uma nesta...

- Mas vou lançar mais. - Vamos acassir, vamos acassir.

- Vamos acassir. - Uma romância, uma fantasia.

E muito em breve que romância o estilo...

- Tino é estilucerado, né? - Sim.

- É um livro. - Sim.

- Tem bora, talvez, tem romância. - Tem romância.

- Ah, sempre tem româncias, né?

- Mas enfim, muito obrigado. - Muito obrigado.

- Muito obrigado. - Muito obrigado.

- Muito obrigado, que não, também, por favor.

- Por favor. - Obrigado.

- Obrigado a vocês que ficaram até afinal.

Se você está assistindo isso depois, como vídeo,

espero que tenham sido um conteúdo rico.

Para você, muito obrigado, chante aqui,

a cabeça de batata 15.

- O drôlio e Gartig. - E a galera...

- E o que eu não tinha visto? - É porque esses caras são...

A live intera aqui, cara, comentando...

O Ricardo Pinho, Lugas Skina, o talk do Elf, sempre está aqui...

- E a galera está sempre aqui.

- Pô, se o irmãs que tivesa aqui, cara.

Eu ia pedir dinheiro pra ele, né?

O que é a 1 milhão de dólares pra ele?

Mas você não viu a mensagem, que ele mandou no...

Na minha DM, que ele estava na nova plataforma de cripto.

Opa!

Eu vi, eu me recevi essa feta bem verde.

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