NYVI ESTEPHAN, apresentadora, streamer, games e esports - #flowgames #187
Uma das primeiras convidadas do Flow Games (no episódio 15!), Nyvi Estephan está de volta. Apresentadora, streamer e maior personalidade no universo de games e esporte, a Nyvi voltou para atualizar o papo com a gente.Vem conferir que hoje a resenha vai ser INCRÍVEL!
- King's League e Nível ZeroParticipação como presidente · Parceria com Resenha · Inclusão de Falcão · Estrutura do time · Competições e desafios
- Carreira de Nyvi EstephanTrajetória em esports · Apresentações de campeonatos · Evolução profissional · Parcerias com marcas · Reconhecimento internacional
- Eventos CulturaisMais de 30 jogos apresentados · Desafios em diferentes modalidades · Apresentações em português, inglês e espanhol · Eventos internacionais · Conhecimento técnico
- Manutenção do encanto e consistência profissionalRenovação constante · Dedicação aos projetos · Relações duradouras com marcas · Humildade e gratidão · Adaptação a novos desafios
- Evolução de esportes eletrônicosCrescimento do mercado · Investimentos de marcas · Profissionalização de atletas · Mundiais no Brasil · Impacto do público brasileiro
- Histórias Pessoais e de ViajantesPrimeira viagem internacional na E3 · Acidente de carro em Los Angeles · Viagem ao Japão agendada · Eventos em Montréal · Seguro e documentação
- Competicoes e EventosEstrutura de competição única · Regras dinâmicas e surpresas · Comparação com esports tradicionais · Game show e reality show · Repescagem e eliminações
- Carreira TV GloboPrimeiro programa de esports na TV aberta · Formato de game show · Apresentação do Big Brother · Rock and Hill · Transição para conteúdo televisivo
- Desafios pessoais e crescimentoSituações difíceis como combustível · Valorização da vida · Comprometimento vs desânimo · Resiliência · Aprendizado contínuo e educação
- Cultura e idiomas internacionaisPúblico brasileiro vs internacional · Paixão do público brasileiro · Impacto no mercado internacional · Representação do Brasil · Enchantment com brasileiros
- Parcerias Estrategicas8 anos com Esse · 6 anos com PlayStation · 10 anos apresentando prêmios Porto Brasil · Estratégia de relacionamento com empresas · Valores compartilhados
- Conteúdo de lives e streamsJogatinas de games retrô · Lives de terror · Sagas completas · Conteúdo cancelado · Planos futuros
- MultilinguismoPortuguês, inglês e espanhol · Apresentações em múltiplos idiomas · Desafios de comunicação · Aprendizado contínuo e educação · Confiança em apresentações
- Projetos de conteúdo visualInsais artísticos · Cosplay profissional · Produção de alta qualidade · Pausa em projetos · Planejamento futuro
Fala galera do Flow Games, bem-vindos a mais um Flow Games especial, com convidada especial, uma mulher que já veio aqui no comecinho do Flow Games, vocês não sabem disso, nem todos vocês sabem disso, nem metade de vocês não estava aqui na época, eu acho, mas em agosto de 2022 ela esteve aqui e foi uma das primeiras convidadas, então ela volta hoje, a gente vai falar muito sobre tudo o que rolou nesses últimos anos, e é muita coisa,
do meu companheiro também, Bruno Mikali. Boa noite, Bruno. Você tá com um relógio bonito aí, né? Eu gostei do seu relógio. É bonito mesmo. Já entendi porque você tá de relógio agora, cara. Ah, não. Ah.
conserto o mic do Mikali, eu vou apresentar a nossa convidado que é a Nive Stefan. Bem-vinda, Nive. Que prazer estar aqui e bom saber que eu praticamente ajudei a inaugurar esse programa. É, você vê. E não afundei o programa. Então, já estamos no lucro. Estamos bem ainda, né? Passaram seus anos e a gente tá bem. Não, foi ótimo. E a Nive, na real, ela já sabia do Flow Games antes do Flow Games existir, né? A gente já tava falando. Mas, você volta aqui depois de tantos anos e eu
Nossa, eu tenho tanta coisa pra falar com você, Nivi. A gente vai falar de Kings League. Ótimo. Não tem como não falar de Kings League, né? Vamos, óbvio. Mas antes, eu queria fazer aquela pergunta quebra-gelo casual. O que você tem jogado ultimamente? Boa. O que eu tenho jogado ultimamente? Pô, eu tô tendo tão pouco tempo pra jogar. Mas eu tava jogando o último jogo, lançamento mesmo, que eu joguei. Foi o Silk Song. E depois eu peguei pra...
Ah, não, mentira. Eu joguei o Donkey Kong Bananza também. Muito bom também. E eu também peguei...
Eu voltei, né? Agora que lançou o Switch 2, eu voltei a jogar o Tears of the Kingdom. Muito bom! No Switch 2, a 60 FPS, né? Em português, muito bom! Exatamente! E aí eu pensei, agora é uma boa oportunidade pra eu voltar, porque eu, no Breath of the Wild, eu praticamente platinei ele. Quase tudo que tinha pra fazer, só não peguei todos os corocos. Até porque, né? São muitos! São muitos! E aí, agora no Tears of the Kingdom, eu voltei a jogar
Porque eu gosto de fazer tudo e eu quero fazer tudo. Só que aí eu cometi um erro, né? Foi o seguinte, eu fui fazendo por partes. Aí eu fui céu, terra. Mas chegou no underground, eu falei, gente, não tem... É assim, eu não tenho lucidez pra passar, tipo, tantas horas lá no underground sem ficar voltando pro térreo. Ele é meio opressor, né? Ele é, ele é. E é engraçado, acho que isso é um ponto... Até por isso que, inclusive, eu não estou jogando Resident Evil ainda.
eu quero jogar, mas eu quero jogar. Eu tava até falando pro meu namorado pra gente jogar junto, mas ele agora também tá mega enrolado no campeonato também. Mas uma hora que a gente tiver um tempinho pra gente jogar junto, porque tem jogos, assim, muito densos que eu não gosto de jogar, assim, sozinha no meu quarto, no meu cantinho, porque senão dá um mal-estar. Vocês sentem isso também? Eu sinto. Alguns jogos eu sinto medo, mas o Resident Evil é um que eu consegui criar essa casca.
Mas assim, por exemplo, Amnija ou Penumbra, até aquele Outlast, esses jogos eu fico com muito medo de jogar ele. Eu fiquei traumatizada a partir do Outlast. É, o Outlast foi... O Outlast, ele é um... Meu microfone tá funcionando aí, gente? Tá funcionando? Não, então, bem-vindo, Mika. Boa noite, cara. Olá! Muito, muito boa noite. Bonito do meu relógio, cara. Ah, é, o pessoal não tinha ouvido, né? Obrigado, cara, eu voltei a usar, porque a minha consagrada falou, e aquele relógio que eu te dei, você não tá mais usando?
Muito bom, porque... Não, calma aí. Muito bom que a primeira vez que eu perguntei isso...
Ele falou que começou a usar porque tava parado lá em casa, aí bonito, não sei o quê. E aí depois ele falou da consagrada. Agora eu mudei a ordem. Quando você falou da consagrada, eu falei, ah, entendi porque você começou a usar. Aí agora, na segunda vez, ele nem tentou enfrentar. Só falou, ah, não, ela falou pra eu usar. Ela perguntou, mas... Olha, eu devo dizer que eu tô muito feliz de estar aqui na companhia da Nive. Eu e a Nive nos conhecemos aí de outros carnavais.
Já tive oportunidade, tivemos, né, Nidi, de fazer palco aí juntos. Inclusive, eu aprendi muito.
aprendi muito com a Nive, em termos de apresentação, sabe, de imposição de conteúdo, de organização, uma pessoa super organizada. Então, muito bacana que você está aqui, como você falou, né, Gui? Começou aqui, praticamente inaugurou o Flow Games, e agora a gente está aqui para trazer novos relatos. Então, legal que você está aqui. Obrigado mesmo. Boa. Boa. Agora sim, feita a introdução, é necessário. E a Nive não só inaugurou o Flow Games, mas grande parte do conteúdo de games no Brasil. É verdade. A gente vai falar sobre isso. Mas antes,
Uma palavrinha do nosso patrocinador. Mais uma vez está com a gente aqui a Acer. Vocês conhecem a Acer. A gente já falou muito. Está aqui comigo esse notebook lindíssimo. Acer Predator Helios Neo 16. E a Acer trouxe esse programa aqui para vocês com a Nive para a gente falar um pouquinho dos produtos deles. E tem um recadinho especial para vocês que é um cupom especial que está rolando a partir de agora de até 500.
de desconto em produtos selecionados do site da Acer. Tá aí embaixo na descrição e o cupom é o seguinte, é NIVX Acer. É isso, NIVX Acer, tudo junto com X mesmo, né, diversos. NIVX Acer. Vocês podem usar esse cupom aí no site, vocês estão vendo os produtos aí selecionados e vocês podem aproveitar esse descontar. Além disso, né, os produtos selecionados tem 12%
de desconto se pago no Pix e um frete grátis para as regiões sul e sudeste do Brasil. Então corre, porque esse cupom só é válido até a meia-noite de hoje. Então se você está assistindo esse vídeo depois, sinto muito, você perdeu. Mas até a meia-noite de hoje está valendo. Então corre lá e pega aí o descontarço que a Acer forneceu nesse programa especial aqui. É por isso que tem que acompanhar ao vivasco a gente. É esse tipo de oportunidade muito bacana mesmo. São produtos muito legais.
navegando lá pelo site, tô até surpreso que esse cupom dá um desconto muito generoso. É significante. Então aproveite, galera, aproveite, compartilha, traga os amigos, manda pros amigos essa oportunidade, tá? É muito bacana ter esse apoio de vocês, então só vai. É, e ao vivo é melhor também, por quê? Porque a gente pode ler mensagens de vocês. Então se vocês quiserem mandar mensagem no Superchat, a gente vai ler, mas se quiserem também no LivePix, vocês podem mandar no livepix.gg barra flowgames.tv, tá o link aí também no chat pra vocês,
a gente vai ouvir os live pics aqui durante o programa, durante esse papo que a gente vai ter com a Nivea aqui, tá bom? Então é isso. Show de bola. Posso até aproveitar? Por favor. Que é assim, a gente tava falando um pouco da minha história, a gente falando, pô, eu conheço vocês há sei lá quantos anos, né, Micali, desde a primeira vez que a gente trabalhou junto. E, assim, essas coisas sempre me deixam muito emotivas. E até você mencionando já na sequência aí, você já queria aproveitar e fazer esse gancho de que eu... É muito louco, assim, porque eu sempre fui uma pessoa que eu...
me dedico muito pra absolutamente todas as coisas que eu faço e era um pouco disso que você tava falando ali. E isso, eu acho que não tem exemplo melhor disso do que o fato de que já vão fazer oito anos que eu trabalho com a Acer. Então são oito anos da minha história, assim, de parceria. Boa! Agora vocês me ouvem? Vou falar mais pertinho. Então, assim, são oito anos de fazendo história, assim. Eles fazem muita parte da minha história e eu também faço parte
a história deles, porque esses anos vão completar 50 anos caraca, nossa meio século há muito tempo, então são 50 anos que eu faço parte de 8 deles acho que é só mais um plus de coisas da minha carreira que foram muito importantes impactantes, porque a gente sabe que não é fácil até você ficar se renovando criar coisas e manter um elo, uma parceria
é uma história, e eu sou muito assim com quase todas as coisas que eu faço esse ano eu faço 10 anos apresentando o Prêmio Esporte Brasil, nossa verdade, verdade esse ano eu faço 6 anos com a Playstation 6 anos com a Playstation então, eu até ia puxar isso, tava aqui nas coisas que eu queria falar com você Nive que a gente sabe que não é fácil estabelecer um relacionamento tão duradouro com as marcas, a gente que trabalha nesse
meio a tantos anos, né? Eu também tava falando esses dias mesmo com o Edu que, pô, eu fui ver a primeira live do meu canal. A primeira live do meu canal é, tipo, 2011. Falei, nossa, 2011? Eu não tinha noção que era tanto tempo atrás, né? E aí, cara, todo o tempo que eu tô, eu acho que eu não conheço outra pessoa que tem seis anos com duas marcas como você tem, Nivi. De verdade, é oito com a AC6 com a Playstation. É muito difícil de ver um relacionamento tão duradouro. E aí, fica a pergunta,
Qual que é o seu segredo? É, uma boa pergunta mesmo. Que você consegue cativar as marcas e, ao mesmo tempo, trazer esse conteúdo relevante pro seu público e inserir a marca no meio do seu conteúdo. Como que é isso pra você? Eu acho que é uma coisa que eu sempre apliquei na minha carreira, na minha história. Eu trabalhei com muitas coisas na minha vida antes de começar a trabalhar com games, né? Então, eu acho que um pouco do que eu sempre apliquei era o fato de que eu sou uma pessoa, assim, muito esforçada pra tudo que eu faço. Eu tento dar o melhor de mim. Então, às vezes, é uma coisa simples.
simples, que pede pra você fazer rapidinho, eu quero fazer ele o mais bonito possível, eu quero fazer o que mais agrade a empresa, porque eu sei que cada pessoa tá se dedicando pro seu trabalho ali, tentando fazer aquilo da melhor forma possível, e uma coisa que é muito importante é a gente não perder o encanto nas coisas, porque às vezes a gente tá, por exemplo, hoje eu já apresentei muita coisa incrível, trabalhei com muita marca incrível, e eu nunca deixo de ter o encanto, sabe? De algo,
alguma história nova ou uma história já antiga. Então, cada coisa na minha vida eu vou tentar me dedicar o máximo que eu puder, entregar tudo que eu puder, mesmo que isso faça eu ficar muito cansada, né? Desgastada. E eu acho que nesse meio de internet, às vezes as pessoas deixam de valorizar coisas importantes, né? Então, assim, eu valorizo muito. Eu acho incrível que isso era uma marca que me apoia há oito anos da minha história. Então, assim, quando eles começam a me apoiar, eu ainda não tinha
tinha explodido tudo que eu explodi. O alcance que você tem hoje, né? Exato, conseguido o alcance que eu tenho hoje. Então, ainda mais quando você para pra pensar, a gente mencionou aqui que eu vim em 2022, eu vim no Flow em 2020. Pô, de lá pra cá, olha quanta coisa mudou, né? No mercado de esporte eletrônico, o próprio mercado de esporte eletrônico deu um boom muito grande nesse interim. Então, assim, é você sempre valorizar as pessoas que te apoiaram desde sempre e ter esse senso de gratidão
esse senso de humildade, eu acho que isso faz muita diferença e por isso que, graças a Deus, todo mundo que trabalha comigo volta a trabalhar comigo. Isso é muito legal o que você está falando, Nif, porque a gente vive, né, Gui, todos nós que criamos conteúdo, seja como veículo, seja como criadores nas redes sociais ou YouTube, a gente vive uma espécie de novo momento, né, na criação de conteúdo. Tem muito a ver com o que você falou do encanto, da renovação, porque a gente sabe que em diversos pontos da carreira de qualquer pessoa que trabalha com internet, bate desânimo.
Isso acontece com todo ser humano que se questiona existencialmente. Mas isso que você está falando renova muito do que as pessoas pensam. Tanto para nós que estamos aqui presente nessa bancada, quanto para quem está acompanhando a gente. Muitas pessoas que acompanham o Flow Games têm um pouco disso, né Gui? Como que eu crio conteúdo? Me dá uma dica. Por onde eu começo? Sabe? Como que eu persisto? Então tudo isso que você está falando é uma espécie de lição.
Isso é muito importante que você falou, manter o encanto, não deixar... Quando você vê que a bola tá baixando, não, encontra alguma coisa pra se reanimar, né? Eu acho que essa parte de manter o encanto é muito importante ainda mais pra gente que trabalha com o que gosta, né? Porque realmente a gente tem muita sorte de poder trabalhar com o que a gente ama, né? A gente ama videogame e a gente tá nesse meio, é muito doido. E isso, muitas vezes eu meio que pego pensando que...
Nossa, muito doido que eu tô nesse meio, né? Sorte. Mas ao mesmo tempo vira trabalho. E quando vira trabalho, pode virar monótono às vezes, pode virar chato, pode virar...
no dia que você não quer, e a gente tem que tomar cuidado pra não ser chato o negócio que realmente não é, né? Por isso que eu gosto muito de jogar às vezes no off. Jogar no off eu sozinha, de boa, com ninguém. Justamente porque você resgatar isso, que é diferente de... Claro, tem muitas coisas que eu preciso jogar, não por obrigação, não preciso jogar nada por obrigação. Mas, por exemplo, quando eu vou apresentar um campeonato de repente de um jogo que eu não tenho tanta experiência, e é normal, porque eu já apresentei mais de 30 jogos competitivos, então é óbvio.
Que eu não jogava todos eles. Mas todas as vezes eu vou lá, me dedico, entro no jogo, me esforço pra conhecer o jogo, a comunidade, etc. Então, é... Isso, às vezes, é claro que isso acaba ficando um pouco maçante. Então, por isso é que é bom, às vezes, você pegar pra jogar fora desse ambiente, fora dessa realidade, fora dessa necessidade, entendeu? E ir lá no seu cantinho jogar de boa. Cara, Nível, você me trouxe uma pergunta que eu sempre pensei, assim.
30 jogos é muito jogo. É mais fácil eu perguntar pra você quais jogos você não apresentou do que os jogos que você apresentou. É mais rápido. E aí, o que me levanta a questão é, você sabe, estando em todos esses 30 jogos, que cada um desses jogos é uma bolha diferente, com uma comunidade diferente, e eles têm os gostos e desgostos diferentes deles. É muito difícil trabalhar com várias dessas bolhas, né? E muitas vezes elas nem se cruzam. Ou, às vezes, eles são inimigos.
Tem vezes que eles são inimigos, a galera desse jogo não gosta da galera daquele jogo. Como que é pra você vivenciar todas essas bolhas e tomar esse cuidado, assim, pra apresentar esses jogos? Isso é curioso, porque eu acho que, principalmente no início da minha carreira, demandava que eu fizesse exatamente isso, porque era o que fazia todo sentido. Tinha pouquíssimos campeonatos, a gente que organizava os campeonatos, né? Então a gente fazia aqueles campeonatos acontecerem e eu apresentava todos eles e fui aumentando
meu leque de campeonatos dessa maneira. Mas hoje, pelo jeito que ficou a minha carreira, ficou quase impossível eu ficar só com um jogo. Porque não faz muito sentido. Eu acho que teve algumas vezes que eu fiquei apresentando fixa o Rainbow Six, que eu apresentava a rodada do Brasil, o Brasileirão. Mas ter essa rotina de ficar toda semana, às vezes duas vezes por semana, apresentando o mesmo jogo, fica quase impossível pra mim.
Pela minha rotina hoje em dia, pela minha carreira hoje em dia. Então, eu acho que o mercado se acostumou com isso. Primeiro porque, assim, quando eu comecei, só tinha eu de apresentadora mesmo. Então, foi fácil isso acontecer. E eu acho que foi muito bom até. Até pra esses jogos que tinham, às vezes, um público muito pequeno, muito nichado. Então, às vezes, eu levava um público de um jogo pra outro jogo. Então, isso fez muito sentido dentro do universo. O fato é que, hoje em dia,
as pessoas me contratam, geralmente me contratam pra eventos maiores, né? Eu não faço mais tanto as ligas nacionais, eu faço muito mais eventos internacionais hoje em dia. Eles já me contratam justamente por isso. Porque eu vou trazer audiência de tudo quanto é jogo. E pra eles isso é interessante. Tipo, vou apresentar um campeonato mundial de Counter Strike. Mas já apresentei tantos outros jogos que aí eu vou trazer comunidade de todos os outros e essa visibilidade pras pessoas assistirem o campeonato. E assim sucessivamente.
pra outros jogos também. É engraçado, você falou que é mais fácil ver os que eu não apresentei. Eu acho que o único jogo da atualidade que eu não apresentei ainda foi Rocket League. E ainda assim, eu estive num... Apresentei um evento que foi na Arábia, na EWC, lá na Esports World Cup. E foi um evento que era com o Neymar. E o Neymar jogava com o filho dele. E aí, pra não dizer que eu não apresentei, um momento muito breve,
Eu apresentei um pedacinho de Rocket League que eles jogaram também. Também Rocket League. Eles jogaram outros jogos também. Mas acho que é o único jogo que eu realmente não apresentei em nada. Mas tirando isso... E é um jogo muito maneiro. Quantos atualidades eu já apresentei. Eu não sei se tem muito evento de Rocket League também. Principalmente aqui no Brasil, né? Pra apresentar. Mas realmente é muito jogo. Só um que você não apresentou.
Dota. Já apresentei. Dota o quê? Eu e o Mikali. Ah, o Dota a gente tava lá. Claro. Estávamos lá. BGS. BGS. BGS.
O campeonato da VGS era um campeonato clássico de Dota. Todo ano tinha. O que eu sei, as noções que eu tenho de esportes, muito por causa da Nive. Porque você trouxe muito da... Como é que se diz assim? Da temperatura de como é que funciona esse público, essa comunidade. E como você falou, cada jogo tem a sua comunidade. Mas hoje você, Nive, tem a sua comunidade. E isso que é legal. Você traz para os campeonatos a sua identidade. E o público vai esperar isso também.
Então muita gente vai acompanhar esses campeonatos porque você vai estar lá presente. Essa foi a identidade que você trouxe, a autoridade que você trouxe hoje. E por mais que um jogo seja às vezes difícil, você prodigia que é, pesquisa muito. Pô, eu lembro quando a gente chamou o Kojima lá no palco. E é assim, eu sou mega fã de tudo. A Nive também conhecia, mas ela falou assim, vamos bolar um plano aqui. Ela chegou assim com uma bíblia de coisas sobre o Kojima que eu nem sabia.
muito organizada. Mas eu deixei muito mais na sua mão, me lembro bem. Inclusive porque você tinha mais conhecimento do que eu, né? Eu trouxe ali, claro, fez minha pesquisinha, mas como eu naquele momento também trabalhava muito mais com esporte eletrônico do que com videogame em si, né? É, mas muito organizada. Isso mostra que organização, que é o que você tem, é muito importante. Sabe, organização, disciplina, uma coisa... Ainda mais quando muda tanto de jogo, né? Como a gente falou, porque, pô, cada jogo tem os seus termos, né?
você tem que tomar cuidado, sei lá, pra não usar o termo de um jogo no outro. Eu faria isso, sim. Ah, é verdade. Sempre, entendeu? Mas isso acontece. Mas tem coisa, assim, que eu já normalizei. Às vezes a gente vai chamar de boneco. Entendeu? É boneco, entendeu? Eu fico pensando, tipo... Esse daqui é herói, esse é operador. Ah, gente, é boneco. Eu falei isso porque, pô, no LOL é Minion, né? Os bichinhos. Os bichinhos. No DOT é Creepy. E aí, quando o cara fala o Minion,
que joga Dodgers, a gente fala Minion. Minion. Mas Minion é... A gente fala Minion, né? Todo mundo fala Minion. Então, assim, é essas coisas. Mas é as loucuras dos games. Mas você falou outra coisa aí, Nive, que me deixou pensando. Você falou, né, que atualmente você apresenta mais campeonatos internacionais maiores. E aí, como que é isso de... Primeiro, a responsabilidade de apresentar um torneio mundial de um jogo, que é muito legal, né? Eu já vi você em torneio mundial. Eu já fui no...
Rainbow Six lá em... Como chama? Cidade do Canadá? É Montreal ou... Montreal, né? É Montreal. Aquele você apresentou ou ainda não? Não, eu já fui pra lá. Você apresentou depois. Eu já fui pra lá, mas em Montreal eles tinham um apresentador próprio deles lá. E você apresentou no Brasil? Apresentei quando teve no Brasil. Todos os mundiais que tiveram no Brasil eu apresentei de Rainbow Six. De CS? De CS e os principais, sim. Todos os IAM e Major.
eu apresentei. Então, como é esse desafio de... Pô, agora a barra mudou, né? É apresentando pro Mundial, falando em inglês, que não é a nossa língua nativa. Como que foi pra você esse desafio? Eu acho que foi, assim, interessante porque eu... Eu acho que isso é uma das coisas que me mantém muito ativo no meu trabalho, que é essa coisa de você regredir passos, né? Porque quando você vai apresentar um campeonato em outro idioma, você regrede passos.
Então, todas as coisas que você já tem de mecanismos e de maneirismos ali que te ajudam
dia a dia de uma competição em português, você tem que criar novos, você tem que desenvolver novos. Então, isso é uma coisa que, graças a Deus, eu sou uma pessoa que gosta muito de desafios novos, de coisas difíceis. Eu gosto de me enfiar em coisas difíceis. O fato é que ano passado eu apresentei um evento, que foi um evento de lançamento da Kings League, que eu apresentei ele em português, em inglês e espanhol. Caraca!
Eu vou falar um monte de palavra que tá errada, porque é normal. Você tá trocando idioma ali o tempo todo. Mas, assim, eu gosto muito disso, desse desafio, de tentar, de você se esforçar, de tentar fazer acontecer. Às vezes não vai dar tão certo, você vai ficar mais ou menos. Mas você dá a cara a tapa e se esforçar muito pra isso, né? Porque isso eu faço muito. Eu sou uma pessoa, assim, que eu me organizo até demais sobre absolutamente tudo.
Esses dias eu tô lendo todo o manual de regras da Kingsley, que acabou de chegar o manual de regras.
começa segunda-feira, tem que ler o manual de regras. Porque eu não vou chegar lá sem ler o manual de regras. E isso fez uma grande diferença pra mim no primeiro split. Porque a gente teve circunstâncias ali que eu sabia a regra. E isso fez toda a diferença pra gente não ter problemas durante a competição. Mas é por causa dessa organização que você jogou onde tá, né? Claramente. E eu soube, você falou do inglês, espanhol, português.
Eu soube que você é poliglota. Você fala mais do que três línguas? Não, não. Ah, tá. Não é.
Eu falo português, inglês, espanhol e muitas merdas, né? Pode ser. É poliglota. É o idioma. É o quarto idioma. Eu não falo espanhol. Na verdade, o espanhol... Como que você faz com o sotaque? Com o sotaque? É, quando você tá trocando de idioma assim, você fica pensando o seu sotaque, como que tá no de inglês, por exemplo? Ah, nessas horas acho que a gente nem pensa, né? Eu não sei. Às vezes a gente tem que pensar. Às vezes a gente tem que pensar, porque tem vezes quando você não tá pensando muito, que você não...
Se você não força um pouco mais o sotaque, às vezes as pessoas têm um pouquinho mais de dificuldade de te compreender. Então, eu geralmente, eu penso sim no sotaque. Eu tento forçar um pouco o sotaque pra fazer diferença. Mas, às vezes, tem uns tricks, assim, no meio, né? Hoje, por exemplo, eu tava numa reunião em espanhol. E aí, eu ia falar o falcão. E aí, eu falcão? Falcão é uma palavra que não existiria nunca. Seria falcão. Não existiria nunca.
Esse eu não existe no espanhol. É, é muito português mesmo. É, muito português. Mas eu aprendi ao longo do tempo, entrevistando gringos, no começo eu tinha um pouco do perfeccionismo. Começo assim, sei lá, uns 12 anos atrás, 10 anos atrás. De controlar os seus tutais para não parecer os tutais brasileiros. Eu tinha um perfeccionismo de, ah não, quero parecer com o americano falando. Mas isso cai por terra. Primeiro porque a gente tem que assumir a nossa identidade. A gente não é americano. Ele falou sobre isso.
perguntaram pra ele também se ele tenta tirar o sotaque quando ele tá apresentando os filmes de inglês e ele falou que ele mantém o sotaque. Mantém de propósito. De propósito, é. E aí quando você liga essa chavinha, né, galera? Até fica essa dica pra todo mundo que quer de repente estudar um outro idioma. Eu acho que a gente tem que assumir que a gente não é daquele país. A gente é do Brasil. Então tudo bem ter sotaque. Eles esperam isso, né?
Assim como a gente tá aqui no Brasil, em São Paulo principalmente, você vai na Paulista, você ouve um monte de sotaque. Se você anda três quadras na Paulista entre a Consolação e o Paraíso, você escuta ali, né,
um sotaque espanhol, um sotaque, às vezes, americano. Você escuta. Pessoas falam em francês, né? Tem o nosso querido Bertrand. Bertrand. Grande Bertrand. Grande Bertrand. Então, assim, eu acho que esse é um segredo que talvez deva dar uma leveza pra você, Nenine. Com certeza. Na hora de você mudar, você nem... Com certeza, mas eu acho que, assim, tem uma coisa muito mágica também de quando você começa a estudar sotaque. Eu comecei a estudar sotaque em inglês, né? Não estudo ainda sotaque em espanhol. Ainda acho que o meu sotaque dos
Eu não tenho muita certeza, apesar da minha professora ser uruguaia, mas ele é um pouquinho mais mexicano. Mas é porque às vezes eu converso com espanhóis e eles me falam que é mais mexicano. Mas no inglês, eu comecei a estudar sotaque e me ajudou muito no listening. Porque tem coisas assim que às vezes, principalmente estadunidense, às vezes eles embolam quatro palavras juntas, uma na outra. E quando você começa a estudar e ver que eles fazem isso,
isso, isso te ajuda a entender o que eles estão falando. Porque às vezes eles vão falar, claro, você conhece todas as palavras, mas eles falam todas elas juntas, entendeu porra nenhuma. É verdade. Eles fazem muito conectar a última sílaba com a primeira sílaba da outra. Tipo assim, eles têm mais separação entre na palavra do que entre as palavras, né? Às vezes. Isso é muito doido. E pra apresentar isso com três idiomas pra você ver, isso requer pesquisa, requer estudo, requer jogo de cintura. Sim. Jogo de cintura,
acho que é o mais importante de tudo. Porque o jogo de cintura, basicamente, é quando uma situação acontece imprevista e você tem que improvisar. E no improviso, você tem que ser bom, que é o que a Nive dá aula nesse trabalho. E é muito legal, porque pode trazer muito disso, né? Kings League, você mencionou, já já a gente vai falar de Kings League, que é bem legal, né? Você falou de espanhol, o criador da Kings League é um espanhol, o Gerardo Piquet. E eu queria falar da Kings League, porque eu, você sabe,
Eu assisto aqui em Sleek. Inclusive, muito obrigado aquele dia que a gente foi lá. Ele foi na minha cabine, inclusive. É, na cabine do Nivelado. Não, mas foi um desaforado. Eu nunca mais convido. Ele chegou na minha cabine com uma camiseta do G3X. Mas calma aí. Eu falei, qual que é o seu problema? Não tinha jogo contra o G3X naquele dia. E eu botei a camisa depois. Quando foi o jogo deles. É pior ainda, mais desaforado ainda. Porque botou lá, né?
Não é que já chegou. Ou seja, não foi tipo assim, sem querer. Era a única camisa que eu tinha lavada. Não.
Ele meteu essa. Aí a Mari pegou uma camiseta, acho que pegou a do Nivelados e te deu a do Nivelados pra você tomar vergonha na cara, né? Próxima vez que eu for lá, eu posso usar... Bom, agora vai mudar, né? Bom, a gente vai falar sobre isso, sobre o time e as mudanças do time. Mas antes, falar sobre a sua entrada na Kings League. Porque isso é um negócio que eu fiquei pensando, Conor, você entrou, você foi a primeira presidente solo mulher lá da Kings League.
liga inteira. Você tinha um time só seu. Até agora, né? É. Ah, legal. E você tinha um time só seu e ao lado de enormes times, enormes audiências, e vocês foram lá e vocês tiveram dois splits bons. Os dois primeiros splits, vocês foram muito bem. O segundo foi maior ainda que o primeiro. E agora vocês vêm com uma grande novidade. Eu queria saber como que era pra você entrar e como foi encarar esses desafios, assim, na sua cara. Um lado até mais business, né?
Não ter medo foi uma aposta muito grande que você fez. É uma doideira até se você pensar, mas deu certo, né? Completamente maluca. Teve muitos momentos ali do ano passado que me deu muitas incertezas. Só que eu já tava lá e eu falei, eu vou me dedicar muito a isso. Mas exatamente, no primeiro ano, assim, a gente pagava tudo do bolso. Então eu pagava tudo do meu bolso. Então eu tava tirando dinheiro da minha casa, da minha família, entendeu?
Então não era, assim, não foi uma decisão simples. Foi uma decisão bem complexa.
mas que eu tive que pensar no empreendedorismo do negócio. Eu acreditei desde o começo que seria um grande estouro e, de fato, foi até melhor do que a gente imaginou. E eu tive que ter, claro, muito planejamento e muito esforço dentro de todas as possibilidades. Então, eu tinha muita estratégia sobre tudo que eu ia fazer. Então, tinha coisas que, às vezes, não era simples, não conseguia despender, não conseguia pagar, mas eu tinha que priorizar as coisas que eram mais importantes,
suporte aos atletas. E aí, agora, a gente vem com uma mudança de patamar muito grande, porque a gente fez uma parceria com o Resenha Futebol Clube, que, pra quem não conhece, foi a equipe de futebol set mais campeã da América Latina. Um absurdo que eles já ganharam de coisa. Os caras são gigantes. Eles são gigantes. Ah, eu indo bater o pênalti. Então, tem isso antes. Foi golaço, tá bom? Foi no canto. Por acaso, esse daí é o vídeo.
A gente vai falar do resenha mais, mas antes, falar sobre esse momento antes do resenha. Pô, como que foi isso aí, Nive? Você bater pênalti. Eu até falei pra Mari, eu acho que... Pô, foi perfeitinho, né? Pô, foi perfeitinho. O goleiro, o goleiro é dessa lapa, o goleiro é alto pra caramba, ele não alcançou. E ele pulou certo, hein? Não, e você chutou um rasteirinho assim, ó. No cantinho. Esse foi o seu primeiro gol de pênalti. Foi. E, bom, você ficou muito emocionada, né?
Você treinou também, né? Muito. Mas foi muito engraçado, porque os meninos tinham falado pra mim antes, meus atletas. Falaram que você não vai ter que criar uma comemoração pro gol. Aí eu, ah, tá bom, mas no fundo eu não acreditava que eu ia acertar. Então eu não fiz nenhuma comemoração. E chegou lá na hora, tudo que eu fazia era bater o pé no chão, assim, caraca, caraca, não acredito que eu consegui. E consegui, foi super emocionante, assim. E aí a gente, como eu tava explicando, aí a parte mais positiva de tudo isso
a gente criou uma história muito legal. Sim. Eu estive presente em todos os jogos. Fui muito presente ali. Então, me dediquei muito pro time, né? Eu vi. Vocês faziam várias ativações. Quando ia ter jogo contra outro time, vocês faziam uma loucura. E essa é uma parte legal da Kings League, né? Essa provação, essas brincadeiras que vocês fazem. E você participou muito bem disso. Eu gostei de quase todas. Até o Toro. O Toro foi muito bom.
E assim, com uma equipe minúscula, a gente com muita dificuldade no primeiro split. Fizemos...
Coisas, assim, surreais. E eu acho que, assim, justamente esse esforço foi, assim, reconhecido, inclusive. Até pra gente conseguir fazer essa nova parceria com o Resenha. E agora, o que acontece? A minha equipe está treinando no Piauí. No complexo. Eu tô com um vídeo que eu ainda não postei. A hora que a gente terminar aqui, eu vou postar. E, assim, eu fui até visitar lá. É a coisa mais incrível do mundo. Assim, é primeiro mundo, gente. Você não tem noção. A estrutura que eles têm lá.
um complexo gigantesco, com quatro campos de futebol, quatro quadras de areia, tem crossfit, academia, área de luta de boxe, Muay Thai, aí tem fisioterapia, tem cabeleireiro, barbeiro. Caramba, tem salão. Tem tudo, tem salão. No Piauí? No Piauí. Demais. E é o complexo do Resenha, era onde eles treinavam com a equipe do Resenha, e eles têm umas áreas lá em expansão,
ainda. É absurdo. É absurdo. Então, eu queria falar, então, sobre essa parceria do Resenha. E, pô, tem tantas perguntas sobre isso. Primeiro, como que isso aconteceu? Como que chegou o Resenha até você? Como que o Resenha fechou com vocês? O que aconteceu aí? Depois, como que o Falcão veio? Exato. E aí, a história é mais ou menos a mesma, né? A gente já tava precisando, assim, você vê que várias equipes, elas têm grandes
é empresas por trás, né? A própria FURIA é uma das maiores organizações de esportes do mundo, a FURIA, sabe? Do outro lado, a gente tem o G3X, que é uma equipe que tem um grande suporte do Grupo Omelete, de tudo. A gente tem o Fluxo, que já é uma equipe também que já acontece em outras modalidades, tem parceria com o W7M, tem a Laude. Então, a gente tem grandes organizações e mesmo as que não eram grandes organizações, já tinham conseguido se desenvolver de uma maneira
mais efetiva. O próprio Funkball, eles conseguiram fazer ali grandes parcerias, eles já tinham crescido um pouco mais o time. E o Nivelas não podia ficar pra trás. E a gente precisava trazer algo que mudasse o patamar da equipe, porque todas as equipes mudaram de patamar. E aí, assim, foi algumas coincidências do destino. Eu soube que o Daniel Trajano, que é o presidente do Resenha Futebol Clube, ele estava muito interessado em participar de alguma forma, de estar presente
Kings League. E aí, a forma que a gente encontrou, que foi assim, mais eficiente pra todo mundo, foi dessa maneira de fazer essa parceria. E ele é um cara extremamente apaixonado e dedicado em tudo que ele faz. Então, ele foi atrás de vários contatos pra gente, que a gente nem sabia, assim, não imaginava que ia conseguir, entendeu? Ele que intermediou o papo com o Falcão, ele que intermediou o papo com o Ferrão, que é o nosso assim,
Ele vai jogar, né? Ele vai jogar. Isso é loucura. É loucura. Isso é loucura. Pra quem não sabe, o cara é três vezes melhor do mundo. É um absurdo. O próprio Falcão, ele foi o maior atleta de futsal de todos os tempos. Ele é o Pelé do futsal. O Falcão é o. Ele é muito insano. O Falcão é o. Inclusive, teve um evento agora da Kings League que você foi.
a Mari foi também, vocês estavam com o Falcão lá e eu tava vendo vocês falando com o Falcão e eu perguntei pra ela, como que você consegue falar com ele? Como você dirige a sua palavra para o rei? Ele é uma entidade. Ele parece ser bem acessível, né? E aí agora o Falcão é presidente com você. Ele é presidente comigo e ele também é uma pessoa que está lutando dos bastidores comigo também. Isso é um ponto importante, porque assim, por muito tempo eu poderia ter tido outro presidente
meu lado, mas assim, era uma coisa assim, muito difícil de você escolher. Primeiro que o patamar da Kings League já é altíssimo. Então assim, eu tinha que trazer alguém bem forte, algum nome muito importante e impactante. Então tentar encontrar esse nome e ser alguém que estaria dedicado ao projeto era o mais difícil, porque era muito mais fácil arrumar alguém que vai tipo assim, ah, chega lá, aparecer. Só usar a cara, né? Dar a cara, não. O Falcão esteve participando hoje em reuniões nossas.
diretoria, sabe? Ele faz parte, ele tá fazendo parte do core da parada, porque ele também é um cara muito dedicado a tudo que ele faz. Então, é difícil você encontrar essas pessoas com esses mesmos valores pra estar do seu lado, mas a gente conseguiu encontrar. Ele tá acompanhando os processos, né, efetivamente. E a minha equipe, ela é assim, é muito bizarro. Todas as pessoas da minha equipe são, assim, pessoas que dão sangue, dão a vida. E isso tem sido, assim, muito incrível, porque isso elevou muito
o patamar da nossa equipe desde o começo, porque desde sempre a gente teve muita gente apaixonada por aquilo, muito esforçada, um lutando pelo outro. E isso é do caráter de todo mundo que tá envolvido no projeto. Então, assim, não tem uma pessoa lá dentro que não tem esse mesmo mindset e as pessoas que não fizeram parte mais da equipe. Perfeitamente. Muito bom, cara. E essa parte dele participar na parte do backstage que você falou,
Eu acho que é muito importante, né? Porque eu vejo que constantemente é essa maior briga que tem lá dentro. Tem que lutar pelos seus direitos, as coisas do seu time. Porque, sinceramente, é meio... Assim, as coisas vão mudando muito rápido na Kings League, né? E olha a experiência que o cara tem. Toda hora muda. Olha a experiência que o cara tem. Muita experiência. Pra trazer pra gente insights importantes, até nas nossas conversas entre gestores, o cara tem uma visão que, às vezes, a gente não tem. Eu não sou do futebol, entendeu? Então, assim, eu tenho...
uma visão muito forte de competição, porque eu trabalho com competição muitos anos, há 13 anos, mas não tenho essa visão no futebol. Então a gente se completa muito nesse aspecto. Trago todos os meus insights da minha história, ele traz a dele e a gente está conseguindo fazer algo muito legal. E você disse que você gosta de novos desafios, que é muito importante para qualquer ser humano seguir adiante com a cabeça erguida.
você vendo conteúdo. Isso é muito legal. Todos nós aqui, né, nascemos no conteúdo. Mas agora você tá assumindo esse lado mais negócios, certo? Até na função de presidente. Como é que tá sendo isso também? Porque muita gente, galera, na criação de conteúdo, acaba às vezes evoluindo pra um lado de negócios, né? Até mesmo você, Gui, você hoje, você é um cara que nasceu no conteúdo e hoje também se envolve com negócios além do conteúdo.
Então, meio que vale pra vocês dois, mas, né, Nip, acho que é legal você falar aqui, porque muita gente pode se identificar com essa pergunta.
essa chavinha, conteúdo do negócio. É diferente um pouco, bastante, né? Conta um pouco como é que tá sendo explorar esse mundo mais do lado negócios na função. A parte positiva é que eu sempre fui, desde o início da minha carreira, eu sempre via a minha carreira também como negócios. Não nos primeiros dois anos que eu fazia como hobby, não. Mas quando eu decidi que isso ia ser a minha profissão, eu sempre vi com esse mindset de negócios.
Então eu sempre via isso em estratégias dentro da minha própria carreira, dentro da minha
história. Então, porque querendo ou não, a Nive Stefan é uma empresa também. Então, são coisas que não foram tão difíceis, foram até um pouco naturais pra mim, porque eu sempre gostei de me envolver em absolutamente tudo. Eu nunca deixo na mão, assim, das outras pessoas. É claro que eu tenho equipe, é claro que eu tenho gente que me ajuda. O meu empresário tá comigo desde o início da minha carreira. Um beijo, Renato Tribuzzi. E ele tá comigo desde o início da minha carreira. Mas eu
participo ativamente de todas as discussões de qualquer coisa, assim, de negócios com ele. Gosto de estar presente, gosto de impor a minha opinião. E isso fez diferença desde sempre, assim. Então, acho que dessa vez não poderia ser diferente. Eu não estaria investindo num projeto desse, desse porte e não me dedicando absurdamente nos bastidores. Seria um contrassenso. Eu sou maluca, estou rasgando dinheiro. Não, eu tenho que me esforçar para aquele negócio, para que ele seja o melhor possível.
E você falou do Ferrão, eu vi que também tem o Dieguinho, né? Que é o outro que vocês anunciaram. Pô, como que vai ser esse novo time? Qual que é a sua expectativa para esse novo time do Nivelados com essa adição de estrelas aí no meio do elenco? E também o Ferrão, o Falcão, ele também incentiva os jogadores, né? A presença dele move com os jogadores. A gente sabe como funciona isso, né?
perspectiva pra isso? Cara, eu acho que assim, eu também não quero ser tão genérica, mas eu também não quero me aprofundar, né, em algumas coisas até de questões táticas da equipe, mas assim, a equipe tá muito consistente, tá muito boa, é claro que é preciso de adaptação da modalidade, né, os meninos são novos na modalidade da Champions League, ou o caso, tanto do Ferrão, quanto do Dieguinho, quanto do Neguinho Jr., Neguinho Jr. é o Neymar Jr. do Futset, você não tem noção, o cara é brabinho,
Então, assim, são algumas figuras novas que a gente tá trazendo, que vão ter que se adaptar à Kings League, mas que eles já estão treinando arduamente lá no Piauí, como eu mencionei pra vocês, com uma estrutura muito boa. Então, a gente vai meio que descobrir na segunda-feira como que vai ser, porque a gente vai ter um estreia já de cara contra a Fúria. Contra o campeão. Contra o campeão. Somente o maior campeão da Kings League. O maior não.
único campeão da Kings League, né? Que eles ganharam tudo que teve na Kings League. As duas que teve, né? Friozinho na barriga de leves. Friozinho de leves, com certeza, mas eu acho que quem tem que ter friozinho de leves é eles. Vamos combinar que eles é que são os campeões, eles é que têm a obrigação de vencer. É verdade. Eles são favoritos, vocês chegam como um everdog, mas é um everdog que fortaleceu, viu? Já era difícil, porque no último split vocês pegaram a fúria, não foi
pra Fúria também, né? Não foi. E foi, assim, engraçado. No primeiro split, a gente jogou contra a Fúria e a gente teve um jogo que eu acho que foi, sei lá, 5x1 o placar. Mas, assim, quando você olha 5x1, você fala, nossa, foi a massa o estouro, mas não foi. Não foi. Foi, tipo assim, durante o 7x7, eles não fizeram nada, não conseguiram fazer nada. Minha equipe defendeu tudo. Eles conseguiram se destacar no escalonado. O escalonado deles é muito bom, muito consistente, desde sempre. Eles tiveram o gol
do Chris Guedes, mérito dele, conseguiu fazer o gol do presidente, a conversão. Então, assim, eles tiveram uns momentos ali que foram, assim, pontuais desses momentos de escalonado, de dado, desses momentos da competição, de carta secreta, e conseguiram buscar e conseguiram fazer esse placar, mas quando você assiste o jogo inteiro, não foi esse estompe que parece que foi. Mas foi difícil, né? A gente perdeu pra eles e foi doloroso. A gente venceu do GTX, né?
e foi muito difícil, né? Sim. E fez uma história muito bonita, fez uma história super legal. Aí depois a gente joga contra eles e tem um amargor, porque eles que eliminam a gente da Kings Cup, né? Mas tudo bem, é aquela coisa. Fomos eliminados pro campeão, tá certo? É a melhor forma de se eliminar, né? Convinhamos. Desculpa. Mas agora a gente vem com sangue nos olhos, a gente vem com ódio, entendeu? A gente vem com ódio. Então pode ser que a gente não chegue, assim, com todo o ódio do mundo nesse jogo,
Porque, como eu disse, eu acho que a galera ainda tá se adaptando à modalidade, ao campo, tudo. Mas, cara, eu vou te falar uma coisa. Escreve o que eu tô dizendo. A hora que essa equipe engatar e vier com todo o ódio que a gente sabe que eles podem ter, a gente vai passar o carro. Eu quero muito ver. A gente vai passar o carro. Eu tô no hype pra ver esse time. Eu achei muito interessante esse movimento e eu quero muito ver como vai ser. Eu acho que vai chacolhar a Kings League mais uma vez, de verdade.
Acho que desse split do que eu acompanhei foi a maior novidade longe. A mais empolgante também. E eu quero muito ver isso em campo, né? Vai ser muito maneiro de assistir. Muito maneiro. E eu queria aproveitar e passar por uma correlação meio nada a ver. E você participou também de uma apresentação no BBB. E isso eu acho muito interessante. E ó, por que a correlação nada a ver? Queria perguntar pra você se você sente que a Kings League é um pouco reality show. 100%. Não é? Legal isso.
Porque ele tem uma pegada, assim, né? Os personagens, o backstage, as brigas, tem tudo isso. Então, eu notei isso também. É legal isso. Isso foi uma coisa que eu demorei até pra me adaptar, inclusive. Porque eu que venho de meio de competição, eu entrei com muita seriedade desde o começo, assim, de competição. Entrei com uma seriedade de competição. E aí eu comecei a entender que algumas coisas... Eu vou dar um exemplo. Um exemplo bem claro. No primeiro split, a gente terminou em terceiro na fase de grupos.
A gente só ficou atrás do G3X da FURIA. E aí, quando teve... Aí teve os... A gente fez tipo uma arrepescagem pro Mundial, só que era na maior regra do caos possível. Que era, quem ficou em sétimo lugar ainda tinha chance e tinha a mesma chance que o segundo. Porque quem ficou em sétimo ia jogar contra quem ficou em segundo. Quem ficou em sexto ia jogar contra quem ficou em terceiro. E quinto ia jogar contra quem ficou em quarto. Nessa, olha o caos. Esse jogo foi um jogo só. E nesse jogo, minha equipe
foi eliminado e G3X também foi eliminado. Então, nós dois ficamos, apesar de ter ficado uma campanha extremamente consistente, ganhada a maioria dos jogos e tudo, o G3X só tinha perdido pra gente e pra Furia, não tinha perdido pra mais ninguém. E acabou perdendo pro DEM dele ali nas quartas de final e foram eliminados da competição por causa de um jogo. E assim, e um jogo, a gente sabe que um jogo é dia. É dia. É dia. É totalmente dia. Até nos esportes, né? Em todos os esportes é assim, né?
Mas essa é uma das magias, né? Com certeza. Mas eu, que venho de competição, eu nunca ia imaginar que a gente ia jogar nove rodadas regulares pra ter uma eliminatória dessa maneira. Porque até então eu imaginava que seria uma coisa assim, o sétimo joga contra o sexto, quem vê você joga contra o quinto e tal. Que é, geralmente, você faz aquela jornada do herói do cara que tá lá atrás, que perdeu a maioria dos jogos. Então aí você pega uma equipe, que foi a história do Dendê. Eles estavam
perigando a eliminação. Eles classificaram pro sétimo lugar no último jogo. No último jogo deles, eles ficaram entre ficar em sétimo e oitavo. Eles conseguiram ficar em sétimo. Conseguiram vencer aquele jogo, que era o jogo mais importante da história. E deram tudo naquele jogo e conseguiram se classificar. Isso é muito louco. Essas histórias, né? Isso é muito legal. Isso pra audiência é maravilhoso. Mas pra mim, que tô acostumada com competição,
pra mim foi um baque absurdo. Eu não cogitava essa possibilidade disso acontecer. Então, assim, eu tive que me adaptar muito a isso. Entender que a Kings League é um grande show, é um grande reality show. E as coisas, e as dinâmicas mudam. E elas são de propósito pra criar caos. Eu mencionei pra vocês, por exemplo, o Manual. O Manual chegou essa semana. Menos de uma semana antes da competição. E as regras mudaram. Algumas regras, sim.
olha as entrelinhas, né? E aí você tem que procurar. É, tem que procurar. E é assim, e é pra você realmente chegar lá e não ter certeza. Não entendi. E dá caos, entendeu? Então, assim, isso é muito louco, mas é muito legal também. Acho que é por isso também que a audiência gosta tanto, né? É. Um dos aspectos do competitivo, de modo geral, em qualquer categoria ou modalidade, é a natureza imprevisível. Não é uma ciência exata. Não é uma ciência exata.
E por mais que você tenha, que a gente tenha alguma previsibilidade de quem a gente vai enfrentar,
vocês vão enfrentar, às vezes parecem pra bem ou pra mal, né? Serve pros dois lados. Nesse caso foi pra bem, porque você não imaginava isso, né? Posso dar um exemplo? Por exemplo, no próprio campeonato de Counter Strike. Antigamente eles tinham fases eliminatórias, que era MD1. Agora eles estão trocando todas as fases eliminatórias pra MD3. Por quê? Porque na MD3 você não tem tanto essa imprevisibilidade e você consegue ser mais justo com quem tá com um bom map pool e preparado
parado pra jogar com vários times em vários mapas e counterar vários times. Então, você acaba privilegiando o esforço nesse caso. Então, é esse exemplo que eu quis dizer. No competitivo, de uma forma geral, eles têm esses mecanismos pra que não tenha tanta imprevisibilidade. É claro que tem a imprevisibilidade que tem, muda a meta, muda a coisa assim, muda o map pool, e aí os times têm que se adaptar, e aí eles têm que fazer uma nova...
que o time pode estar mal no dia. E isso acontece. Tem um dia ou momento, né? Mas é muito mais difícil você ter umas coisas assim, algumas eliminações bizarras que não tem o MD3. Quando você falou, eu pensei que o Kings League encaixaria aquele formato que você deve conhecer, que tem a Winner's Bracket e a Loser's Bracket. Exato. Não é legal? Eu também achava. Eu acho que poderia ser uma boa, porque aí vai ter a eliminatória e o time que perde, mas ainda assim eu acho que poderia ser o MD3, mas aí não caberia no formato que eles
querem encaixar, né? Mas esse formato de winners e losers é muito legal porque muitas vezes tem a história do loser que vai lá debaixo da loser até a final e ganha. Só que ele tem que merecer, né? É a jornada do herói que você falou agora há pouco, né? É a jornada do herói. É a jornada do herói. É difícil dele chegar lá, né? Mas isso é muito louco. Mas foi assim, isso dá muito o que falar, então é muito legal. Então eu acho que hoje, eu acho que a grande sacada da Kingsley foi essa. Que eles entenderam isso e não é
você vê, em um ano, eles fizeram dois campeonatos no Allianz Parque, lotaram o Allianz Parque, mais de 40 mil pessoas. Impressionante. Isso é muito impressionante, você conseguir, em questão de seis meses, conseguir fazer duas finais dessa maneira. Dois eventos grandes assim, né? E olha que o Allianz é grande. É grande, mas não é Itaquera, né? Não, não, isso aí já foi demais. Eu queria aproveitar, fazer uma pausa aqui, falar da mensagem do Rodolfo Bauman, 7, 8, 9, 8, ele virou membro por 15 meses, muito obrigado,
Rodolfo. Ele mandou muito bom a força e dedicação que ela tem. Traz e inspira mulheres no mundo gamer. Excelente trabalho, Nive. Muito bom. Obrigada, lindo. E o Café do Kakashi virou membro. Muito bom. Café do Kakashi. Eu conheço ele. Ele faz cortes nossos. Tem alguns cortes bons seus lá. Obrigado, Café do Kakashi. Mas são só poucos cortes bons seus. É difícil fazer corte bom seu. Brincadeira. Precisa de um pouquinho mais de esforço?
Não, mas é muito legal o comentário direcionado para a Nive, porque acho que para toda a comunidade você é uma luz para a criação de conteúdo, e não apenas isso, mas manutenção. Porque você é um grande exemplo, Nive, de consistência. Consistência, renovação, charme, a manutenção do charme. A palavra que você usou foi encantar. Então isso é muito importante. Até nós que estamos aqui, pessoal, é sempre um aprendizado.
Porque uma das coisas mais legais disso, trabalhar com esportes, trabalhar com competição, com conteúdo... Eu tô fazendo uma pós-graduação, tá me dando trabalho esse negócio aí, viu? Mas tá legal. É, não dá trabalho? Pô, no meio da minha pós eu também falei, porra, por que que eu vou fazer isso aí? Por que que eu fui fazer isso? Por que que eu fui me enveredar nisso, né? Eu já tinha muita coisa pra fazer agora com isso. Eu tô sem brincadeira, umas 12 a 14 horas por dia ocupado com tudo que eu faço na minha vida hoje, incluindo a pós-graduação.
do eu, né, porque a renovação do que a gente faz é um desafio, né, sabe, pra onde a gente vai, eu vou pra cá, vou pra lá, estudar, dá trabalho estudar, tem que ler, PDF, então é, tudo isso que você tá falando, é, traz uma energia muito legal, sabe, tem muito a ver com o que eu tô estudando por acaso, que é justamente o encantamento pelas coisas, né, é muito importante ter isso como uma bandeira, um hino, né,
Acho que isso vale pra toda a vida, né? Pra tudo. Porque às vezes as pessoas acabam não valorizando coisas importantes da vida. E eu sou uma pessoa que eu, desde sempre, eu usei isso como lema da minha vida, porque eu sempre pensei que não existe nada ruim, que não possa ficar pior. E isso é muito real, muito fato. Eu tive uma infância muito difícil, assim, de questões familiares, assim, muitas coisas, muitos processos,
E aí isso me deu uma... Eu acho que isso me ajudou a valorizar muitas coisas da minha vida. Te deu um combustível. Me deu um combustível. Eu tenho uma frase também que eu sempre repito do Edgar Allan Poe, que ele diz que as coisas... Droga, agora eu vou ficar igual o Chapolin Colorado. Pode pegar esse corte aí. Buscando a frase. Buscando a frase. Fugiu agora. Bem nesse momento. Mas basicamente a premissa da frase é que
As coisas mais difíceis, elas te preparam pra você receber as coisas boas na sua vida. E você está preparado pra elas. Porque se você receber essas coisas sem você ter passado por situações muito difíceis, às vezes você acha que essas coisas são banais. São passes banais. Então, assim, hoje em dia eu normalizo o normal. Entendeu? O normaliza o normal. Tipo, o que tá normal tá ótimo, tá bom.
Às vezes o normal não é bom. Às vezes o normal é ruim, entendeu? Então a gente tem que valorizar. Valorizar sempre as coisas do nosso dia a dia. Assim, pra tudo. Valoriza sua mãe. Você não sabe até quando ela vai estar do seu lado. Valoriza sua irmã. Valoriza o parceiro que está do seu lado. Que às vezes você está há muito tempo com a pessoa. E perde um pouco o encanto, o brilho. Mas valoriza se a pessoa está do seu lado todos os dias.
volte, que esse encanto volte, que esse valor seja reconhecido diariamente. Isso é tão importante, porque no final das contas, o que é a vida? Não é mesmo? A vida é esse aglomerado de coisas, de momentos que vão ser difíceis, que vão ser fáceis, que vão ser legais, que vão ser muito ruins. E vai ser um pouco disso. E eu acho que se a gente não conseguir curtir, tirar um aprendizado de todos eles,
Eu tento muito isso, assim. Toda vez que eu tô, assim, em situação muito ruim, eu tento tirar o melhor aprendizado que eu puder daquela situação ruim. É o famoso que não tem remédio, remediado, está. Tudo que der errado, se eu souber que eu fiz de tudo pra dar certo, e mesmo assim deu errado, pelo menos eu fiz. Eu entreguei. Então, eu acho que isso fez, assim, isso é uma premissa que eu levo na minha vida. Desde sempre, isso fez muita diferença em tudo na minha vida. Tem um trecho, uma passagem que eu vi outro dia, só pra você continuar aí, Gui,
que também me pegou bastante. Que é assim, a gente não é obrigado a estar animado todos os dias. Todos nós temos direito a ter nossos dias de desânimo, né? Todo mundo é humano, certo? Então a gente não é obrigado a estar animado todo dia. Mas se você estiver comprometido, a rotina e a constância vão vencer o seu desânimo. Então, mais do que estar animado é ter comprometimento. Isso você tem que tentar ter todo dia. Você pode estar desanimado, mas se você se manter comprometido com o seu objetivo, esse comprometimento consistente, constante,
ele vai vencer, eventualmente, o desânimo, né? Porque o desânimo, às vezes, ele é pontual. Se você mantiver essa sua rotina atingindo, ali, mirando numa meta, essa rotina vai vencer o desânimo. Então, comprometimento fala mais alto que desânimo. Eu lembrei a frase, eu lembrei a frase. A frase é o seguinte, ninguém é suficientemente feliz sem ter sido equivalentemente triste. É justamente sobre isso, né? Porque, às vezes, é o normal. A pessoa tá feliz, normal. Não viveu uma...
situação muito difícil, e isso eu acho que é importante até pra quem está vivendo uma situação muito difícil, e aí esse programa virar um programa de alta ajuda. De filosofia, né? Não, muito bom, porque criação de conteúdo envolve tudo isso também. Mas é importante, é importante, porque a gente, cara, a gente passa por muitas, a gente passa por muitas coisas nesse universo, e muitas coisas que fazem muita confusão na nossa cabeça também, porque quando você está exposto ao público, à audiência, você está exposto à opinião de absolutamente
todo mundo sobre você. E você precisa lembrar todos os dias quem é você. E só quem sabe quem é você mesmo e as coisas que você passa é só você. Ninguém mais sabe. Então a gente tem que se conectar com a gente mesmo todo santo dia. Principalmente a gente que é figura pública. Tem muita gente falando, opinando. Perfeito. É isso aí. Nossa senhora. É a grande sacada do criador de conteúdo é ele conseguir se conectar com ele mesmo.
e não deixar o que as pessoas falam sobre ele se tornar verdade, né? Porque muitas vezes isso acontece. A gente fica tanto vendo as pessoas falando coisas da gente, que a gente fica bitolado com isso e vai deixando afetar. Mas é o bom e o ruim. Você não pode escutar. Porque se você escutar o bom, você vai escutar o ruim. Então mesmo o bom, você não tem que escutar. Ah, você é óbvio, você agradece, agradece o carinho. Mas no fim, mesmo quando a pessoa fala, nossa, porque você é perfeita. Não, gente, eu não sou perfeita. Eu tenho que saber que eu não sou perfeita.
Primeira pessoa a falar que eu sou péssima, eu vou acreditar que a pessoa... Entendeu? E não sou. Eu tenho que ser realista com quem eu sou. Eu não sou perfeita, também não sou péssima. Sou uma pessoa humana, cheia de falhas e cheia de esforços todos os dias, tentando cada dia ser uma pessoa melhor, basicamente. Exato. É mais acertar do que errar, né? Com certeza. É isso que a gente mira. Muito bom. Cara, que papo maluco que foi pra esse lado, mas é muito bom. Vamos voltar a falar de videogame? Então, resgatando um pouco aqui,
Eu queria falar sobre o cenário de esportes como um todo. Você tá nele há tantos anos e você viu ele formar, basicamente, né? Você acha que hoje em dia a gente tá num estado muito mais maduro? Até olhando pra última vez que você veio aqui em 22, de lá pra cá, evoluiu mais ainda esses cenários de esportes. Eu acompanho um pouco os cenários de esportes desde 2015, eu acho. Comecei a acompanhar alguns jogos específicos que eu gostava muito. E eu vi que desenvolveu muito.
viveu isso, de dentro de todas essas bolhas que a gente começou nos jogos. Como que foi pra você essa evolução e como que tá hoje o cenário? Foi muito louco, porque eu acho que foi algo que eu nunca... Assim, a gente não imaginava, né? Com certeza não imaginava, né, Mikael? Imaginava? Não, de jeito nenhum. Estádio lotado, né? Porque você falou da Kings, mas tem torneio de videogame que também lota estádio, né? Com certeza. Eu já apresentei vários com estádio. Inclusive, daqui a pouco eu tô indo lá pro I Am Hill, que é...
lá na Jonesse Arena, que eu já apresentei... Desculpa, ela não chama mais Jonesse agora. Ela mudou. É, eu sei. Farmazie. Farmazie? Muito obrigada. Boa. É a Farmazie Arena. Ela... Então, eu já apresentei desde antes dela se chamar assim. Caraca. Já apresentei muita coisa lá. E... Apresentei com você, não? Eu acho que... A gente não apresentou alguma coisa de GameXP lá? Eu acho que nesse... Eu acho que eu fui chamado, mas eu acho que eu não cheguei a ir lá. Doideira. Mas eu lembro que teve.
contato. Eu lembro que ia ser com você. Acabou tendo um conflito. Mas é, eu lembro. Eu lembro que ia ser, sim, com você. Mas eu e você acho que fomos dois ou três anos na BGS mesmo. Na BGS. É. E isso aí foi quando, Nivi, que você falou da GameXP? Você lembra o ano? Por acaso? Da GameXP no Rio de Janeiro. É. Ela foi em 2018. Esse foi um dos primeiros eventos, assim, desse tamanho no Brasil. É, já tinha a BGS, claro. Mas, assim, é... Porque a GameXP, ela foi muito doida, né? Porque ela...
lançou dentro do Rock in Rio. Tinha um kart gigante lá do Crash Bandicoot. Você lembra disso? Era bizarro. Era muito foda. Era tipo um parque mesmo, né? Era um parque. Fizeram um parque de diversões. Eles fizeram coisa acontecendo nas três arenas ao mesmo tempo. Foi uma coisa, assim, bizarra, surreal. E foi antes da pandemia. Mas, assim, voltando ainda um pouco à sua pergunta dessa coisa, desse desenvolvimento.
tempo, isso foi crescendo cada vez mais, e eu acho que o que mudou muito, eu que tô lá desde o começo, posso falar com propriedade, foi os investimentos das marcas. Então a gente tem marcas hoje que apoiam a Acer, a Acer apoia o I Am Hill, eles acho que apoiaram, se eu não me engano, a maioria dos campeonatos que teve aqui, os mundiais que tiveram de CS, e também os mundiais que tiveram de Rainbow Six. Então assim, a gente ter hoje essas marcas que apoiam esses campeonatos,
de fazer esses campeonatos acontecerem, muda completamente a dinâmica, a estrutura do campeonato, da história, né? Então, quando a gente começa, naquela época, a gente queria fazer esses campeonatos, queria dar premiação e era tudo muito difícil. Então, eu ia atrás de publicadora, bater na porta e pedir, olha, vocês não ajudam a gente a fazer o campeonato, a gente só quer o valor da premiação e mais uma ajudinha de custo aqui para os custos do campeonato. E aí, com o tempo para a gente tentar rodar patrocínio,
fazer verba de outras maneiras, porque antigamente, quando a gente fala de 2012, 2013, os campeonatos davam um mouse de presente, não é, gente? Uma Coca-Cola. Uma Coca-Cola, entendeu? Então era uma coisa, assim, complexa, até você ter realmente dinheiro rodando nesse meio, e demorou muito pra isso acontecer. Mas quando começa a acontecer é justamente a partir dos apoios das marcas. Então a gente começa a ter marcas apoiando o cenário cada vez mais, isso ajuda, acelera o crescimento dele, a gente começa
maiores campeonatos, porque agora a gente tem marcas envolvidas, então tem marcas envolvidas, consegue fazer um campeonato melhor, com uma maior permeação, que vai atrair mais audiência. E aí o cara que tinha o sonho de se tornar um atleta de esporte eletrônico, que jogava na casa dele, e já tava às vezes até num nível bom, mas tinha que trabalhar, tinha que estudar, e não tinha... Não era profissional ainda. Não era profissional, não tinha uma boa... não tinha um salário direito e tudo, uma coisa fixa. Então tudo isso começa a mudar através da entrada das
marcas. E aí é quando eu decido, ali em 2016, 2017, eu decido que eu queria ter um programa na televisão. Que eu falei, isso daqui, a televisão vai atrair as marcas pro meio. Então, claro, já tinha algumas, muitas marcas que apoiavam, mas era algo que eu achava que era muito importante, muito impactante. E até hoje eu gosto de repetir essa história porque a maioria das pessoas não faz ideia, mas eu tive o primeiro programa de esporte eletrônico que passou na TV aberta.
que foi na Rede Globo, que foi durante o Esporte Espetacular, que era o Start. E esse projeto, eu cavoquei pra esse projeto acontecer. Eu fiz um piloto, eu mandei pro Sport TV, eu fui atrás. Várias etapas de aprovação, né? Esse tipo de coisa não é da noite pro dia, né? Ainda mais TV. Não foi, foi mais de um ano. Tem muito processo em TV, né? Não é que na internet que é mais... Foi mais de um ano de processo. É. E vai primeiro, primeiro a gente começa, aí eles gostam do projeto, era eu e o Gordó que
Então foi super legal. E aí eles gostam do projeto. Só que aí a gente fez um negócio que era até complexo pra televisão. Porque a gente fez um programa que era tipo um game show super legal, super divertido. Mas que tinha entrada de vários quadros. Demandava, principalmente se você fosse fazer numa emissora, demandava orçamento. É que a gente fez baixo custo com amigos e fez acontecer. Mas a nível de televisão seria um programa caro.
nesse momento, eles não investem ainda nisso, mas eles trazem a gente pra fazer conteúdo pra... primeiro pro canal do YouTube, depois pro Sport TV, e depois pra Globo. E esse espaço, na realidade, ele me trouxe muitas oportunidades, né? Você mencionou do próprio Big Brother, foi uma das apresentadoras do Big Brother. Surgiu disso. Surgiu daí, né? Esse foi o início do programa, já tava inserida, né? E aí eu comecei a apresentar...
pra apresentar um projeto que era apresentar o Rock in Rio pela Globo. Que legal. Então eu apresentei o Rock in Rio. Muito maneiro. E aí, na época, o diretor do Rock in Rio era o Boninho. E aí o Boninho que me chama pra apresentar o Big Brother. Que doideira. Nossa, legal. Caraca. E aí, assim, cada história, assim, eu aprendi tanta coisa com essa galera, com esses diretores incríveis que eu trabalhei. E assim, muita coisa aconteceu nesse processo.
E eu sempre levei o esporte eletrônico comigo como a minha principal bandeira, que é de onde eu vim. Então eu nunca quis que fosse diferente. Você leva a cartilha ali embaixo do braço, né? Eu nunca quis que fosse diferente disso. Quando eu tava apresentando lá o Big Brother, eu falava gíria de game e explicava pra audiência. Eu falava do tipo assim, ah, porque o fulano foi lá comprar a briga, mas não conseguiu tancar. Só pra explicar a gente tancar.
E aí eu fazia o glossário. Então eu, assim, era uma coisa que eu nunca quis perder essa identidade.
entidade, porque é o que eu amo fazer. Mesmo, por exemplo, agora, faço o Kings League pra caramba. Não tem chance de eu deixar de apresentar o IMHU. Eles vieram atrás de mim, eu falei o quê? Se eu precisar faltar na Kings League, eu falto, mas não vou faltar num projeto desse que é tão importante pra mim. Inclusive, tem outra coisa muito incrível que eu vou apresentar logo na sequência, que... Ai, eu vou dar um spoiler aqui. Opa, é anúncio? Não, e o meu empresário vai me matar, porque...
Porque ainda tem que assinar contrato. Será que eu falo? Desculpa, Renato. Desculpa, viu? Desculpa. Eu vou deixar um pouco no ar. Eu vou falar o seguinte. Eu vou apresentar um negócio no Japão. No Japão? Pode pensar a coisa mais legal que você pode imaginar. É isso aí. Só isso que eu tenho a dizer. Eu já tenho o meu shooter. Não vou falar nada para não comprometer. Mas é isso que você pensou. É exatamente isso que você pensou. E foi muito louco. Essa história é muito legal.
Eu vou apresentar um evento esses dias de Pro Evolution Soccer, desculpa, de futebol. E aí eu encontrei o Bruno Correia e meu colega de Playstation. A gente trabalha junto. E aí a gente conversando e tal. E ele e a namorada dele tinham acabado de voltar do Japão. E aí eu falei, cara, é meu sonho visitar o Japão. Ah, é? Aí eles, ah, é? Mas por que você nunca foi? Eu falei, cara, vou ser sincera com você. Ultimamente, minha vida é tão corrida que eu vou onde o meu trabalho me leva.
Meu trabalho nunca me levou para o Japão. É isso que eu ia perguntar. Você não tinha ido ainda. Não. E juro para você. A gente teve essa conversa menos de uma semana depois. Eu recebi o convite. Rolou. O universo escutou. Foi a energia. Foi Kiko. Que loucura. E o universo escutou tanto. Que assim. Eu e o Yuri. Meu namorado maravilhoso. Lindo. Perfeito. Um beijo no amor. Se você estiver assistindo. Eu acho que não. Porque essa hora já está dormindo. Já? Já. É mais tarde lá. Verdade. Verdade. Em Malta é mais tarde. Malta.
a gente queria algum dia ir pro Japão juntos, né? Porque ele também ama cultura japonesa, animes e tal. E aí, eu falei, cara, vamos algum dia juntos. Vamos algum dia juntos. E aí, eu recebi esse convite pra ir. E aí, ele não tem data nunca na vida dele. Ele tem uma rotina, assim, punk, puxada pra caramba. Ele não tem, assim, não tem nunca folga. É muito bizarro, assim. Até ele conseguir ter uma folga, às vezes, é no meio do ano que tem as fériasinhas. Mas no resto do tempo, é um dia de folga no máximo.
na semana. Eles trabalham ali de segunda a sábado ou de terça a domingo. Eles estão sempre trabalhando muito e, às vezes, um dia de folga é o dia de trânsito entre um país e o outro. Então, não é nem exatamente um dia de folga. Ele quase não tem folga. Realmente é muito puxado o trabalho dele. É, porque é muito campeonato. E faz parte. E a nível competitivo do jeito que ele está é quase impossível. E quando não está no campeonato, ele está treinando. Não está no campeonato, está treinando. Exatamente. Está treinando
campeonato importante, não tem como. E toda hora tem campeonato, né? É impressionante como tem campeonato. E aí, olha a coincidência. E aí, olha a coincidência que era onde eu ia chegar. Ele vai ter uma semana de folga exatamente quando eu vou pro Japão. E ele vai comigo pro Japão. Que bom. Parabéns pra vocês. Porque vocês vão curtir muito. Eu já fui. E o Cardozão aqui também. É versado, né? No Japão, né? A gente ficou fã do Japão depois de ir. É um negócio, assim, de outro mundo mesmo. É surreal.
É sem dúvidas a viagem mais especial que eu fiz na minha vida. E a parte especial é justamente o Japão. Conhecer o país, a cultura dele, as coisas que eles têm lá. É tudo muito, muito, muito foda. Então, vocês vão aproveitar muito. Vocês vão nos parques? Vão conseguir? Vamos, vamos. Universal também tem Nintendo lá? A gente vai ter pelo menos três dias pra passear. Aí um dia que eu vou ensaiar e outro dia de evento. Eu imagino que sejam esses cinco dias,
depois dos outros dois dias é dia de trânsito. Então vai ser uma semana completa, né? Mas lá vão ser, acredito, cinco dias. Mas é mais do que eu tô acostumada, porque às vezes eu faço... Cara, isso é difícil. Às vezes eu faço tanto evento que é assim. Por exemplo, lá é um evento em Londres. Eu chego num dia, durmo, vou no dia seguinte no evento, no outro dia um day off no máximo, se tiver, quando tem, e no outro dia eu volto pro Brasil. Então eu faço muito isso, né? Então essa vez, como é Japão, não é uma viagem
Que dá pra você fazer bate-volta, porque é completamente impossível, você vai morrer se fizer um bate-volta de 30 horas. Então, dessa vez a gente vai ficar um pouquinho mais justamente pra poder aproveitar. Boa. Nossa, parabéns. Fica assim. Pô, vai ser muito legal. E vai cair depois da Kings League. Olha que bizarro. Casou as datas certinho. Bizarro. Vai acabar a Kings League e eu vou viajar na sequência. Então era pra ser. Era muito pra ser. Era muito pra ser. É muito bizarro. Como que explica isso?
O dia que eu for pro Japão tem muita vontade. Eu me caio e ainda não consigo ir, né? Não, mas o dia que eu for, o meu foco, não querendo desviar tanto do assunto, vai ser comida. É comida, com certeza. A comida lá é de outro mundo. É outra coisa, né? Isso é um problema. Eu sou alérgica a frutos do mar. Ah, é? Você também é? Ele aproveitou muito, né? Você come carne? Como mais ou menos. Mas um aguinhozinho. Um aguinho. Provavelmente um aguinho.
Não, não. Não vou comer um aguil. Sushizinho. Nem um espetinho. Ah, não, que é fruto do mar. Eu não como nada que vem do mar. E aí é uma coisa assim, desde criança. Eu tinha um problema com carne desde criança, gente. Não é aquela coisa tipo... Ideologia não é ideologia, gente. Simplesmente eu nunca gostei muito de carne. Então eu não gosto muito de carne. Eu como mais frango. Frango eu como. Mas às vezes fora do Brasil é difícil às vezes achar frango. Tem coisa que não tem frango.
Que bom, perfeito. Grande quantidade de frango. O Luizão é versado, viu, no Japão. Perfeito. Porque eu sei que nos restaurantes que tem aqui no Brasil, tem muito frango. Mas eu não sei se era uma coisa brasileirada. Mas eu acho que nos Estados Unidos não tem tanto, né? O costume de comer frango, só frito, né? Que eles gostam muito. Mas no Japão tem muito. Eles comem bastante frango. Mas, por exemplo, na Europa, eles comem muito pato. E não comem tanto frango.
Tem alguns lugares que servem aqui. É uma carne mais forte, né? Tem piro forte. Ô Nívio, você já foi na Gamescom a Alemanha alguma vez? Não, fui na Gamescom a Alemanha. E sabe o que é bizarro? Eu fui numa vez num evento lá em Colônia. E foi assim, acho que eu cheguei e tinha acabado de acabar a Gamescom. Ah, é? Bem pertinho ali. Pô, esse é outro evento pra você ir. É um evento bem legal, viu? Bem diferente. Bom, é parecido com a E3. Você foi na E3? Fui bastante. Ai, saudades!
Saudades, saudades. Não, eu tenho tanta história na E3. Tanta história. Era tão bom, né? Era uma época... Era tão bom. E assim, a primeira vez que eu fui na E3 foi a minha primeira viagem internacional. E eu gosto de contar essa história porque essa história foi muito engraçada. Porque eu achava que fazia toda a diferença se eu fosse pra um evento internacional, pra fazer mais contatos, não sei o que lá e tal. E eu queria muito fazer isso, né?
Então, na época eu tinha contrato de live. E aí eu acho que... Eu não sei se foi naquela época,
Meu primeiro acordo que eu fiz com a Acer, provavelmente, não sei se já era embaixadora deles ou não, mas eles me mandaram um notebook justamente pra eu poder levar e fazer as lives, fazer as transmissões, assim. Ah, que legal. E aí, eu cheguei lá, toda organizadinha, aluguei um carro. E aí, eu fui no... Ia ter um beta tester de cyberpunk. E você lembra o hype que era antes do cyberpunk.
falava de cyberpunk durante anos, né? E eu consegui me inscrever lá pro Betatester, ele tava muito feliz indo lá pro evento. E aí, eu, no meu carrinho, eu bato o carro. Nossa, nos Estados Unidos. Você acredita que eu bati o carro? E eu bati o carro, não foi assim, uma batida qualquer. Deu PT! Deu PT no veículo. Você ficou bem. Não, fiquei ótima na realidade, mas... Ninguém se feriu. Ninguém se feriu, ninguém saiu ferido. Nossos Unidos é hardcore.
dirigir lá. Não, não foi custoso? Não, não foi não. O estresse lá foi principalmente resolver coisa de guincho, seguro. Você imagina você na meio da rua nos Estados Unidos, o que eu faço? E você perdeu o negócio do Cyberpunk? Perdi o negócio. Perdeu, nossa. E o pior é que provavelmente o David Jones, acho que o David Jones estava lá, inclusive. Pergunta pra ele se ele tem a estatueta. Damiani. Ah, eu fui nesse. O David tem, o Alan tem. Eu tô ligado da estatueta. É, da menina.
todo mundo ganha essa estatueta raríssima e eu não quero e eu não ganhei essa estatueta por causa dessa batida de carro eu acho que foi 2018, não foi? eu acho que foi antes, não foi 2018 2017 acho que foi 2000 e um pouquinho antes mas eu lembro dessa demo aí eu sei que não foi 2018 porque 2018 eu já fiz bastante viagem internacional mas essa foi a minha primeira então eu tenho marcado assim mas eu acho que deve ser 2016
Tiros do menino Fênix aqui, que o cara é um cyberpunk. Eu queria muito essa estátua, inclusive. Muito, muito, muito, muito. Mas todo mundo que tem, não fui... Eu tenho aquela jaqueta que eles deram no ano seguinte. Ah, eles deram mesmo. Eles deram uma jaqueta muito irada. Samurai. Que ela é dupla, né? Você inverte ela, amarela, é muito legal. Eu perdi ela, ela foi roubada. E aí eu encontrei ela no eBay depois e mandei entregar.
É a mesma. Talvez seja a sua. Eu acho que era a minha mesmo. Eu comprei de novo ela.
Você comprou de quê? De novo não, né? Porque a primeira vez eu não comprei, mas aí eu comprei... Por quanto você comprou? Pô, foi baratinho, 30 dólares. Não foi nem caro. O cara do eBay fez a boa. O cara vendeu barato o negócio. Eu nem sei por que ele fez isso, porque é original. É a mesma e ele... Bom, azar dele. Se ele tivesse cobrado mais, você teria pago. Eu pagava até 100 dólares se ele expedisse. Essa jaqueta é muito foda.
Pior que você contando aí, Los Angeles, dirigir nos Estados Unidos é um negócio meio desconfortável. Tem aquela curva pra esquerda que tem carro vindo e você tem que...
Foi assim. É porque a curva à direita é fácil. Conversão à direita, você sabe que você pode fazer quando tá vermelho. Normal, pode fazer. Agora, a conversão à esquerda é que foi o problema. Eu tava numa via grande que parecia tipo a Avenida Paulista, com três, quatro pistas de cada lado. Ficou verde pra mim e eu fui. Ponto. E aí eu fui, veio um carro e bateu no meu. Pronto. Foi isso que aconteceu. E ele bateu no eixo da roda. Meu carro foi pra longe. E aí, como bateu no eixo da roda,
torto, não conseguia mais andar com o carro e aí da PT no carro não tem jeito então assim, não foi nem eu que bati, bateram em mim só que, e eu errada eu não achava que eu tava, porque eu tava verde, então quando eu fui falar com a moça a primeira vez, eu falei pra ela, mas eu não entendi, porque eu pensei primeiro eu fui falar pra ela, tá tudo bem tá tudo bem, mas eu achei inicialmente que ela que tinha errado, eu demorei pra entender que tem porque é confuso mesmo e aí eu peço um apelo aí pras autoridades de trans
dos Estados Unidos? Vocês têm dificuldade de fazer uma coisa simples? Porque não faz sentido. Por que que tá verde pra mim e tá verde pra quem tá vindo do outro lado? Não faz sentido? Mas vai ter gente aí que vai falar que tá fácil. Não faz sentido. É muito melhor aqui. E aí o que eu entendi, que depois que eu bati eu entendi, que aí eu tinha que fazer a conversão assim que ficasse verde, antes dos carros virem, ou se eu já chegasse e já tivesse verde, eu não vou. Eu tenho que esperar todos os carros
E quando ficar vermelho, pra mim, eu vou. Porque aí eu vou antes de vir os carros lá de lá. Então é praticamente entrar na corda, sabe? Você já pulou a corda na sua vida? E o mais estranho desse negócio é que eles todos lá fazem o seguinte. Abriu pra você, você não vai porque tem carro vindo, mas você vai até a metade. Aí você fica lá na metade, no meio do cruzamento, parado, esperando parar de vir o carro pra você conseguir entrar. Mas é muito estranho, você no meio do cruzamento parado.
Nossa senhora, eu tenho que ir logo, porque os caras vão vir aqui. É muito confuso mesmo. É muito melhor aqui que... Abre aqui e fecha lá pra você conseguir... Acabou, né? Acabou. Simples. Mais simples mesmo. Ou um caso que nem, por exemplo, a própria Avenida Paulista, você não pode fazer conversão à esquerda. Não existe. Então, pra você ir... Se você quer ir pra esquerda, você vai pra direita, direita e direita. E dá o balão, né?
E dá o balão. E aí, eu descobri que lá nos Estados Unidos, agora, a UPS... Eu não sei se ainda hoje é assim, mas na época eu descobri que era. O pessoal da UPS, que é...
o correio deles, eles obrigam os entregadores a só fazer a conversão à direita. Então sempre que ele quer ir à esquerda, ele vai direita, direita, direita e dá o balanzão. Porque quando eles fizeram isso, eles diminuíram absurdamente a quantidade de acidentes e os gastos deles. Então eles fizeram isso com uma estratégia de reduzir gastos. Então é isso. Não faça conversão à esquerda nos Estados Unidos. Mas a conversão à direita,
deles é melhor que aqui, porque é a direita livre. Muito melhor. Isso é muito bom, eu acho que devia ser assim aqui também. A direita livre melhoraria muito o nosso trânsito. Você espera passar os pedestres e vai. Claro, o pedestre é a prioridade, mas se você conseguir ir, tiver espaço, dá pra ir. Mas aqui eu ouvi de um taxista a confirmar se é real ou não, que aqui em São Paulo, ele falou que 80, 90% dos semáforos... Não, é. Um dado. O taxista te deu um dado. Ele falou assim,
90%, 90% do semáforo, você pode virar direita se não tiver vindo outro, que você não vai tomar multa. Entendeu? É garantido. É, no vermelho. Entendeu? Gente, crianças, não façam isso em casa, tá bom? Consulte a autoridade de trânsito local. 80%, 90%. É, então. E os 10%? Mas, olha, eu esses dias, eu esses dias, eu esses dias, eu tive essa discussão com... Não lembro com quem que eu tava conversando.
me falou assim que a noite é permitido atravessar o farol vermelho. Isso. E eu falei, gente, não. Asterisco. Calma lá. Eu já ouvi essa história também. Não, gente, é permitido. Depois da meia-noite. Gente, não é permitido. Não é permitido. Infelizmente nunca. O que acontece é que tem menos radares ligados durante a noite. Então, se você passar no vermelho, é possível que você não tome multa.
Só é permitido mesmo quando é o amarelo piscante. Segundo a legislação brasileira, esse é o correto. Só que os caras nunca ligam esse amarelo piscante. Ah, tá bom. É porque fica perigoso também. Tem carro aí, pode. Mas eu acho que não faz sentido poder justamente porque existe o amarelo piscante. Amarelo picante. Então, se existe o amarelo piscante,
podem só botar todos os faróis no amarelo piscante, depois das duas de manhã, ponto. Não, eu saio da zona sul pra vir aqui, zona leste. Quantos desses 10% vão estar contemplados de virar direita? E basta um, né? Basta um, né? Basta um. Então assim, mas realmente, isso aí que você falou é real, Nhi. Quando você tá dirigindo de madrugada aqui, por questões de segurança, né, infelizmente, a gente dá aquele, aquela olhadinha pra cá, pra lá, estilo faroeste, né? Você olha pros dois lados, não tem nenhum carro vindo, você vai.
surge um carro. Surge o radar. Mas você sabe que quando eu tô andando de madrugada, mesmo que esteja verde pra mim, eu faço isso em qualquer cruzamento. Porque você não sabe quem vai passar varado no vermelho durante a madrugada. Então, mesmo no verde, eu faço isso. Tem que dar uma paradinha. Ou, às vezes, dar um farolzinho. Tá aberto pra você, mas não tá pra outro? Dá um farol alto pra informar que você tá vindo. E o cara não vem que nem um maluco no vermelho.
A gente tá um exemplo aqui hoje, viu? A galera no chat tá falando aqui muito que a sua história do carro quer uma água menos gelada? E aí a galera falou aqui que lembrou a história do rato. Você soube da história do rato? A história do rato lá no celular. O rato é uma multa viva, né? Bom, tem tantas histórias do rato que eu não vou nem abrir. Ele é uma multa ambulante, assim, né? Você tá andando do lado dele, você tá sendo multado.
Coitado do rato, cara. Ele realmente não é... Não tem sorte. É isso. Ele não tem sorte. Ele tem má sorte, coitado. Mas ele teve essa história também que bateu o carro lá. Ele foi preso nos Estados Unidos. Ele foi fechado. Meu Deus. Tudo é... Mas agora já tá tudo resolvido lá, né? Mas agora tá tudo certo. Ele foi lá e respondeu lá num lugar recentemente. Tá tudo resolvido. Meu Deus. Não, sabe o que é mais bizarro? Que pra mim foi nesse momento da batida. Não sei se foi a experiência que ele teve.
como as coisas funcionam de maneira diferente, eu, em vários momentos, eu estava desconfiada das pessoas que estavam ao meu redor. Porque, assim, eu bati o carro, beleza. Aí, estacionei na calçada, fui conversar com a mulher, a mulher começou a gritar, e eu já fiquei... Achei uma Karen. Nossa. A Karen gritando comigo. A Karen. A Karen gritando comigo. E aí, assim, só faltou ela falar pra mim, volta pra sua terra. E aí, eu, assim, putz, entendo, né? Coitada, bateu o carro, né?
até a hora que ela terminar, pelo menos significa que ela tá bem, né? Não tá condicionado. Aí, do nada, do nada, aparece um guincho. Não fui eu que chamei o guincho. Não foi a Karen? Não foi a Karen que chamou o guincho, ela não saiu um segundo ali. Chegou ali. E o guincho veio pro meu carro, não veio pro carro dela. E o guincho veio, e o guincho começou a colocar o meu carro em cima do guincho. Sem você ter chamado nada. E eu tipo assim, moço, o que que tá acontecendo, né? Não entendi nada. E ele virou pra mim e falou,
olha, a gente tá indo levar seu carro pra garagem e tá vindo um táxi pra te buscar. Eu, tá bom, eu estou sendo sequestrada com 100% de certeza. E eu falei, gente, mas eu não chamei. Aí ele tentava me explicar e eu não sei se eu não entendi direito também, porque pensa que isso já faz quase 10 anos e tipo assim, meu inglês era muito mais difícil naquela época e eu tava assim, completamente em choque.
internacional, e eu fiquei, assim, muito em choque, e eu não tava entendendo direito. Até hoje, eu arrisco dizer que eu não entendi. Porque aí o carro veio, aí eu falei, gente, eu não tenho muita escolha, beleza, eu vou e fui, cheguei lá, e aí eles, eles mesmo me ajudaram a contatar a autoescola, e aí, depois eu entendi que eles fazem isso, porque aí eles já cobram da autoescola, porque eu, da autoescola não, desculpa, da locadora. Da locadora, é. Eles cobram da locadora porque eu tinha seguro. Então,
cobram deles, senão eles iriam cobrar de mim. Ah, você pegou o seguro quando você alugou o carro. Eu peguei o seguro completo e eu já... Peguem, óbvio. É porque nem quem não pegue. Não, porque a gente não pega. Era uma Mercedes o carro que eu tinha batido. Que bom que você pegou o seguro. E aí foi muito louco, porque aí a hora que eu entendi o que tava acontecendo, eu acho, agora eu tenho a minha teoria, a minha teoria própria, é porque esses...
Tipo, os carros da Mercedes, eles têm aqueles negócios de SOS e tudo. E tem coisas que eu...
Eu sei que faz parte, porque hoje eu tenho uma Mercedes, e eles ativam algumas coisas sozinhos, né? E esse sistema integrado deve ser incrível nos Estados Unidos pra isso. Então, eu acredito que eles devam ter um sistema bem integrado lá nos Estados Unidos, que quando teve uma batida, no momento que teve a batida, o carro deve ter sinalizado. É, ele deve ter um sensor, alguma coisa, ele identifica, né? Que deve ter identificado, e por isso que veio.
Eu acredito, pode ser que eu esteja extremamente errada, mas essa é a minha teoria. E aí, eu fui lá na locadora, né? Toda, com o rabinho,
pernas, né, dessa situação. E a moça falou pra mim assim, ai, sabe o que que é? Eu não tenho outra Mercedes pra substituir. Tudo bem se for um Volvo? Eu, tudo bem. Sem problema nenhum, moça. E aí eu entendi, tipo, o atendimento foi assim, surreal, incrível, de primeira. Ah, que bom. Botei lá o meu seguro, tudo, não tive que pagar nada. Nossa, que bom. Até aí tudo bem. Até aí tudo perfeito. Aí, um ano depois, um ano depois, que eu já tinha esquecido dessa história, chegou um boleto.
Chegou um boleto de 7 mil dólares me cobrando pelo conserto do carro. E aí eu falei, não, isso é impossível, porque eu tinha o seguro. E graças a Deus eu tinha guardado tudo do seguro. E eu guardei, porque eu pensei, gente, ainda bem que eu tenho esse seguro, eu vou guardar isso aqui, eu não vou perder isso por nada do mundo. E aí eu... Olha como as coisas são também, a sorte. Eu tava indo viajar pra São Francisco na semana seguinte. E aí quando eu recebi essa carta, eu falei, tá, então eu vou ligar pra ele.
eles, óbvio, eu liguei, mas aí eu vou pessoalmente lá pra ter certeza de que tá tudo resolvido, porque é difícil, né, você ligar e não sei o que lá, e falar com a central, e fica um tempão no telefone e tal, difícil, mas difícil você se fazer entender, né, e aí fui lá pessoalmente, resolvi tudo, não me cobraram, não tive que pagar, mas até hoje eu tenho guardado a nota desse seguro, eu tenho até hoje guardado. Pô, fica uma boa lição aí pra fazer o seguro e guardar os documentos do seguro,
pra comprovar o que fez, né? Que doido. É uma economia que não vale a pena fazer, galera. Seja pra seguro de carro ou de saúde. De viagem, né? De saúde, é. Porque eu já tive problema viajando de ter que ir no hospital em Orlando. Pô, e também aconteceu isso. Eu tive um problema que eu tive que ir no hospital que eu tomei lá dois sorvetes de quase um quilo cada um. Meu Deus do céu. Aí, naturalmente, o que vai acontecer? Né? Você vai passar mal.
Eu tomei lá um de... Como é que é o negócio que eles americanos adoram? De amendoim lá? Peanut butter.
Peanut Butter. Eu peguei trauma de Peanut Butter. Eu não quero mais saber de Peanut Butter. Você vai no mercado e é Peanut Butter. Peanut Butter. Eu peguei trauma. Jelly Time. Fui para o hospital, passei mal, mal. Fui lá na Disney, tomei aqueles sorvetões do Mickey. Ai, sorvete bonito, dois. Aí, né? Mas fica difícil te defender também, né? Sabe quanto eu gastei para fazer o seguro de saúde? 300 reais. Sabe quanto ele cobria? 70 mil dólares de hospital. E sabe quanto eu gastei no hospital? Fui fazer ultrassom.
eles fizeram o exame de sangue. 15 mil dólares. Mas aí, como funcionou? Você teve que pagar e depois... Não, não. É assim, você dá a pólice do seguro, eles já tem toda uma logística pra isso, os americanos. Como vai muito turista, muita gente pra lá, você informa o número, que é um número internacional, eles botam no sistema deles e já falam, ah, ok, ok, tá tudo certo. Só que, depois de quase um ano, chegou também o boleto lá em casa.
Caralho! O povo é safado, né? E chegou na minha casa. Eles fazem isso pra pegar a trouxa, mano. Foi.
É, eu acho que sim. Porque se o cara paga, valeu, né? Por isso que eu me identifiquei com o que você falou. Porque chegou um boleto, não é que chegou no e-mail, chegou na minha casa. Mr. Brunel, Mr. Brunel, que Mr., o quê? O que vocês querem? Eles ganham dinheiro, mano. E aí chegou esse boleto dos 15 mil. Meu, deu 14 mil e alguma coisa. Aí você toma um susto assim, você fala, caramba, vou vender um apartamento, né, pra pagar. Acabou, acabou.
Só que aí, eu entrei em contato, tinha um contatinho lá, um e-mail, escreveu um e-mail bonitão, inglês. Aí ela falou assim, ah, mas é que o seguro ainda
não resolveu totalmente. Falei, então, vamos botar em contato. Aí é problema do seguro, né? Deu uma dorzinha de cabeça. Botei em contato o seguro com o hospital. Aí eles se resolveram. Fiquei recebendo e-mail depois de um tempo ainda, mas resolveu. Tá tudo certo. Não pagou. Não, não paguei. Gente, eu não pagaria. Eu ia ficar com uma dívida nos Estados Unidos. Qual a chance da pagar? 14 mil dólares, quanto que dá? Não ia pagar. 100 mil reais.
O sorvete tava bom? Na hora. O sorvete foi bom? Cara, na hora tava bom. É, né? Eu cheguei a pensar que...
Valeu, mas depois... Não valeu porque eu perdi um dia de parque. Ah, isso é muito ruim mesmo. Eu perdi a fila do Guardiões da Galáxia, eu perdi vaga. Você não foi no Guardiões? Eu fui no outro dia. Aí tive que perder o outro parque. Mas a lição é essa, faça o seguro do veículo e faça o seguro de saúde. Cara, a gente tá muito responsável nessa live. Eu acho maravilhoso. Então assim, você que tá assistindo aí com seus pais, a gente convenceu você de que o nosso conteúdo é incrível e que é...
para toda a família, né? A gente trazendo dicas, autoajuda. Pra a gente ir pro final do papo, Nive, queria perguntar pra você que, assim, você já viveu muitos sonhos, imagino, nessa sua traditória. Ainda tem coisas que você bota lá na sua listinha de sonhos a conquistar ou você já atingiu todos? Como que você faz quando você atinge um sonho grande? Como que você faz pra se motivar
próximo, né? Como que é isso pra você? Cara, é muito doido isso porque a minha cabeça, ela funciona de um jeito diferente. Por mais que eu seja uma pessoa que faz muito planejamento pras coisas, em compensação, eu também não fico visando coisas muito longe. Eu viso as coisas que fazem sentido aqui, as conexões, os mais próximos e tal. E tem coisas que são presentes que a vida me dá, entendeu? Então, até porque é que nem eu dei o exemplo pra vocês de uma situação que eu tava tentando fazer um programa pra televisão.
Beleza, consegui. Mas assim, persegui isso, mas eu fiz também muitos outros projetos que não deram certo. Vários que foram frustrados. Então tem algumas coisas que quando eu boto na cabeça, ah, eu quero fazer isso daqui. Aí eu faço um projeto, às vezes dá certo, às vezes não dá. A maioria das vezes deu. E eles são importantes até pra gente se sentir motivado. Mas eu não coloco metas muito futuras na minha cabeça e nunca coloquei. Porque eu não gosto de ver o topo da escada tão longe.
Boa. Entendeu? Então eu traço muitas metas mais palpáveis pra mim. Legal. E vou... Degrau por degrau. Degrau por degrau. E vou seguindo um pouco nessa linha, assim. Perfeito. Mas eu digo assim, você não tinha lá, quando você começou a apresentar esses torneios e tal, você não pensava, pô, eu quero apresentar um torneio mundial. Eu quero falar... E chegou lá, né? Queria, com certeza queria. Acho que no começo, assim, talvez eu nem pensasse no começo,
Possível, é verdade. Até porque quando você para para pensar no mercado brasileiro, demorou um tempo para o mercado internacional reconhecer o mercado brasileiro de esporte eletrônico. Então, no começo, não achei. Era impensável, né? Era impensável. E eu fiz algumas coisas na minha carreira que foram impensáveis. Por exemplo, eu fui a primeira sul-americana indicada a qualquer categoria do Sports Awards. Eu lembro disso.
indicadas até então, eram só pessoas que já jogavam fora do Brasil, que foram alguns homens, que foi o Fallen, Coldzera, alguns atletas, eu não vou saber todos, mas poucos atletas brasileiros que tinham sido indicados pra qualquer categoria lá. Então, assim, eu conseguia algumas coisas que eu nem imaginava. Eu nem falava assim, nossa, quero fazer isso, quero ser a primeira, quero ser aquilo lá. Mas, às vezes, eu inventava coisa que acontecia.
Falava, não, vou tentar fazer acontecer. O Sports Awards você apresentou também, né?
apresentei. Aliás, obrigado por essa representatividade brasileira. Tem que agradecer porque você representou, né? Isso é uma representação. Eles abriram os olhos pro mercado brasileiro a partir dali, porque eles ficaram muito chocados quando eles viram a repercussão, o impacto, a galera votando em mim e não sei o que lá e tal. E aí, nas edições seguintes, eles começaram a chamar vários brasileiros. Isso de fato aconteceu. Esse é um ponto importante que o Mika trouxe, porque você realmente representa
o Brasil em muitos momentos da tua carreira, porque não foi só essa a primeira vez que o brasileiro estava lá no evento que você estava, entendeu? Teve evento de esporte e tal, e eu acho que é muito bom que você tenha essa raiz gamer sua e você representa bem a gente, sabe? Eu me sinto bem de ter você representando o Brasil. Nós sentimos representados. E quando você fala, por exemplo, que você sempre tenta trazer coisas de games quando você está em outro assunto, eu acho isso muito legal.
e mais uma vez mostra que a pessoa que está representando a gente lá é uma pessoa, é um mérito total dela estar lá e ela representa bem. E você traz olhos para o Brasil com isso. Olhos internacionais. A gente sabe como os gringos olham para o Brasil, né? E aí quando a gente abre o olho para eles, porque eles não sabem o que acontece aqui. Muitas vezes, né? Não sabem o impacto que o público está aqui. Mas eles ficam encantados.
Eles chegam aqui no Brasil, vão fazer evento aqui no Brasil, eles veem a audiência brasileira, todo mundo está encantado. É muito forte, né? O público aqui é muito forte. Não tem como.
Diferente. Você deu o exemplo de Montreal, por exemplo. Fui pra Montreal, uma cidade extremamente gelada. Caraca. Gelada no nível assim. Eu nunca passei um frio daquele na minha vida. Eu também. Menos 37 graus. Você não aguentava ficar mais do que 5. Acho que estourando 7 minutos fora do... Não dava. Mas eu cronometrava 5. Não dava. A gente não nasceu, né, pra isso, né? Pior nível, ver se você concorda. Eu lembro que teve uma vez que eu me agazelei muito. Eu botei muita roupa. Só que essa parte aqui do rosto não ia cobrir.
Não dá. Essa parte do rosto aberta, assim, o vento passa, corta você. De tão frio que ele tá, ele corta. Se ficar mais tempo, começa a congelar cílio, coisa assim. É, de verdade. É real mesmo. É neve que não para mais, né? Neve, neve, neve. A gente tem sangue tropical. E aí, o que acontece? Não tem como essa galera que vive num lugar que é menos 40 graus, não tem como eles terem o molho do brasileiro. O molho. Ele não vão ter esse pique do brasileiro, essa coisa,
que a gente tem, que a gente é muito apaixonado, que a gente grita, que a gente vibra, que a gente investe, que a gente vai atrás. Então, eu acho que é algo que eles se impressionam muito e brilham muito os olhos deles quando eles vêm. Que legal ouvir isso. E os quatro eventos, cara, quantos eventos, né? A gente que esteve juntos em muitas BGS. Você vê, a galera é muito apaixonada. É diferente. É diferente. Mesmo que a gente vá, por exemplo, ah, legal, muito legal a Gamescom.
Pô, E3 é uma magnitude, era bizarro. Era bizarro. E BlizzCon, não tem nem o que falar. BlizzCon, assim, era um dos eventos do mundo.
esse ano. Vai voltar esse ano. Tô doida pra ir. Era um dos grandes eventos do meu coração, porque eu amo a Blizzard e ter, assim, um evento desse que era um 360. E é um evento pra comunidade. Pra comunidade. Incrível. Mas, assim, quando você fala em termos de audiência, não tem pra ninguém. A audiência brasileira é a maior que tem, é a mais engajada, é a mais apaixonada. E é legal, vindo de você, dá pra botar toda a fé possível, porque você
Atenciou outros públicos de outros países. E é muito legal isso, porque eu lembro que nós recebemos lá o Phil Spencer, o Kojima. O Phil Spencer, né? Quando ele veio ao Brasil, ele veio mais de uma vez, umas três vezes, né? Que cuidava do Xbox. O Hideo Kojima. O Hidetaka Miyazaki. Miyazaki? Ele veio ao Brasil. Estávamos lá. Eu estava lá no palco. Eu encontrei ele. Ele autografou. Tirei. Ele autografou a minha cópia do Bloodborne. Eu tenho lá a mídia autografada pelo Miyazaki.
E eles falam, o pouco que eu interagi com eles, que a gente conseguia, né, ali no backstage, porque eles tinham sempre agentes, né, cercados ali de agentes. Mas o pouco que eu interagi, assim, o que eles faziam questão de falar é, pô, o Brasil é um negócio diferenciado. Porque, sei lá, o segurança já quer tirar foto com o Kojima. Eu lembro que o Kojima, você lembra disso? O Kojima tirou foto com a gente e postou no Twitter, né?
Postou. Você lembra no palco? Maravilhoso. Ele que puxou, não tava nem roteirizado. Ele que puxou, ele tirou a foto e ele postou. E assim, ele tirou a foto com o
com a equipe da organização. E todo mundo queria tirar foto. Ele estava encantado. Ele estava encantado. Mas é isso que você falou. Tudo isso que você falou é um encanto muito único do Brasil mesmo. Com certeza. E a gente está dando exemplos de coisas de palco, mas no chão da feira também, você sente essa paixão nos estandes. Eu tive muita oportunidade de estar em estandes também, não só no palco, em estandes da BGS, como, por exemplo, nos estandes.
No stand da Acer, por exemplo, que a gente fazia... Muita atividade lá. Muita atividade. Teve uma vez que a gente fez uma dinâmica com a galera, começou a chamar a galera lá da audiência que tava passando, que tava querendo tirar foto com a gente, pra jogar com a gente. Então a gente ia lá, puxava a galera, a galera ficava super apaixonada, super, assim, grata. Inclusive, em uma dessas ocasiões, eu joguei Valenus com a Malena. Ah, que legal. E ganhei dela.
Eu sou competitiva, eu lembro, até hoje. Porque ela joga muito melhor do que eu. E eu não jogo muito Valorant. Eu sou ruim em shooter hoje em dia. Olha, eu tô cada dia pior em shooter. Tô bem enferrujada. Mas fui jogar um vavazinho ali com ela e fiquei toda contente porque ganhei. A Acer é muito, em termos de ativação, presença em eventos, ela é gigante. As ativações, a maneira como ela interage, cria mecanismos de interação é muito legal.
chamando ali a galera, juntou assim, muita gente pra uma atividade bem legal, realmente é diferencial. E a galera entendeu a grande diferença, o grande diferencial da feira, né? Porque a galera vai na feira, desde que eu vou na BGS, desde o começo, a gente levava mochilinha. A gente levava mochilinha porque a gente ia querer ir passar de stand pra stand e pegar brinde, pegar coisa, ter experiência, jogar lá com a galera. Então essa é muito uma essência da feira que é muito forte aqui no Brasil, que a gente,
ama e faz muito bem, né? Como diz nosso querido Sarda, um grande abraço te vestindo, você sabe, né? Grande Sarda! Você sabe como é que ele fala, né? A nossa fala clássica brasileira pros gringos é do you have any brindes. Do you have any brindes. Do you have any brindes. Entendeu? Do you have any brindes. Porque brinde é a palavra mais brasileira que existe, né? É o que a gente mais busca na vida. Todo evento da gringa é do you have any brindes.
Do you have any brindes. Do you have any brindes. E os brindes são bons nesses eventos da gringa, né? Mas os gringos sabem o quanto a gente é sedento por brinde, né? Ah, e você falou Sarda, por exemplo,
Tem bastante coisa com ele também. O Sarda é incrível. Sensacional. Grande amigo. Eu vou mandar o coração pro Sarda também. Grande demais. Ó, Mívio, eu vou caminhar aqui pro final. A gente tem algumas perguntas. E... Mas antes das perguntas, eu queria falar de novo pra você que não tava no começo, né? A audiência rotativa. Sobre a Acer. A Acer tá fazendo uma promoção muito doida hoje. Que só vai até amanhã à noite. Então tem pouco tempo, ó. Tem três horas e meia. Pra você aproveitar essa promoção.
Usando o cupom NIVIXACER, você tem até 500 reais de desconto nos produtos selecionados que estão aí embaixo na descrição. Aí os produtos, se vocês quiserem. Lembrando que, além disso, frete grátis para sul e sudeste e até 12% de desconto se paga no Pix. Então aproveitem todas essas condições ótimas e garantem o seu Acer Predator agora aí, tá bom? Vamos lá, Nivi.
mês do consumidor. É! Mês do consumidor. Aí a chefinha tá maluca. Tá colocando aí um monte de condição especial pra gente. E, assim, deixar aí o leve spoiler pra você que se você não conseguir garantir hoje, a gente provavelmente vai ter outras, mas aí muda, né? Outras coisas, outra seleção, outros produtos em breve. Eu sei que vocês vivem me pedindo e eu estou de olho em todos vocês e tentando atender o máximo possível.
vai ficar de olho aí nas nossas redes sociais, da Acer, da Predator, as minhas, a gente o tempo todo traz coisa boa pra vocês. Que demais, e um breve complemento a isso que você comentou, eu arrisco dizer que março tem se tornado um período tão quente pra fazer compras, que às vezes ele fica no nível até superior da Black Friday. Sim. O março é o mês do consumidor, não é só uma semana, não é só um dia, é um mês. Então, março, galera, fica essa super dica, aproveite essa oportunidade da Acer, porque os preços que estão aí estão
Boa. E às vezes eles não se repetem nem Black Friday. Realmente é um momento muito, muito oportuno no mês de março. Boa. Tem que aproveitar mesmo. Vamos lá. A primeira pergunta aqui. Rei Hashi. Não vou nem ler o nome do cara. E eu vou ler a mensagem. É um live pix, mas eu vou ler porque é impublicável. Ele falou que o Mikali tá parecendo aquele maluco que fica te passando missão do GTA Vice City. Que o Tommy mata na mansão. O Dias? Ah, é. O Dias usa uma camisa vermelha.
É o Dias. Eu gostei da referência. Obrigado. Eu vou ser mais gentil. Eu vou dizer que você está parecendo o... Esqueci o nome dele agora. O pai da Eleven. Ah, é. O pessoal fala. Ah, fala muito. O Hopper. O Hopper. O David Harbour. Ele parece mesmo. Ele parece. Essa é uma boa referência, amiga. Pô, muito obrigado pela referência. É uma referência. Ele está com mais cabelo atualmente do que eu. Mas é uma excelente referência. O pessoal fala. E tem algum momento que ele usa uma camisa de mais. Ele usa. Ele usa.
Se era temporada, ele fica a temporada inteira usando uma camisa florida. É muito legal mesmo. E o outro LivePix, bom, não é tão melhor que o outro, mas eu consigo dar play nesse aqui, pelo menos. Vamos ouvir. Foi aí, Takeshi? O que aí? Não saiu o som. Saiu na live? Ah, legal. Eu vou botar mais uma vez.
Salve para o pessoal da bancada em Anivi. Pergunta para o Fênix. Você está solteiro? Não consigo prestar atenção na entrevista com essa pelagem ruiva seduzente. Ele não está solteiro. Ele namora. É uma das minhas melhores amigas, inclusive. Estou muito comprometido e muito feliz, inclusive. Uma pessoa espetacular. É verdade. Maravilhosa. E ela está assistindo. Beijo, amor. Ela está assistindo agora. Enfim.
Agora tem uma pergunta pra você, finalmente. Ó, o Luiz Felipe... Ai, eu não consigo ver o nome dele inteiro aqui. Veloz, alguma coisa assim. O YouTube tá... Veloso. Veloso. Ele mandou... Nive, quando os ensaios vão voltar? Era um conteúdo muito bom. Tem muitos personagens que queriam ver você fazer. E os últimos ensaios foram incríveis. Eu acho que... Tá falando de ensaios de cosplay e tal. De fotos, de cosplay. Cara, eu... Ultimamente eu não tô tendo tempo pra isso. Tempo, né? Imagina. É muito difícil, porque...
de fazer, assim, umas fotos mais bonitas, cosplay, mais artística. Eu sempre gostei de fazer. E depois, com o tempo, eu consegui fazer esse mecanismo que era bem interessante de estar sempre fazendo, renovando, fazendo uns ensaios diferentes e tal. E o pessoal tava gostando bastante. Mas eu fiquei muito sem tempo. Kingsley, que foi muito difícil. E eu entre ficar numa situação dessa que, às vezes, a pessoa paga assinatura e não tô conseguindo entregar. E aí, eu falei, é melhor eu parar.
Na hora que eu tiver tempo, talvez eu volte. Mas eu acho que nesse momento, cara, vai ser difícil nesse momento. Ainda mais porque cosplay, eu imagino que ocupa muito tempo. Dá muito trabalho, né? Porque dá todo o trabalho de fazer tudo, né? E os seus são muito profissionais. É, de fazer o figurino, de fazer, enfim, as fotos, os vídeos e tal. Então acabou que não estou conseguindo fazer agora. Não deu tempo. Bom, Nivi, estamos chegando finalmente.
final, alguma coisa final que você queria falar pra audiência, ou um assunto que você quer ainda discorrer, pode sinta-se livre aí. Considerações. Busquem conhecimento. Não é? O dedo? Não, acho que só agradecer aí o pessoal que tá acompanhando. A gente acabou fazendo uns papos mais filosóficos aqui, eu gostei. Gostei bastante, mas obrigada a todo mundo que acompanha e pra quem já conhece meu trabalho há muito tempo, muito obrigada
Ah, pra quem não conhece, tá me conhecendo agora. Eu sou apresentadora de games e esportes eletrônicos há mais de 13 anos. E dentro dessa história eu construí muitas novas histórias. E estamos aí cada dia mais construindo novas. Então, seja bem-vindo. Boa. E convida a galera pra acompanhar o Nivelados agora, né? Segunda-feira tem jogo. Exatamente. Onde eles acompanham. Segunda-feira tem jogo do Nivelados. Vai ser a nossa grande estreia com essa equipe que mudou absurdamente.
Amanhã meus atletas estão chegando aqui em São Paulo. E a gente já vai começar os trabalhos aí. E, cara, você pode acompanhar nos meus canais, né? Porque eu vou transmitir na minha Twitch, na própria Twitch. Twitch.tv.nivstephan. Já se inscreve lá. Mas depois também, se você perder o link, não tem problema. Me segue no Instagram, que no dia eu vou falar pra vocês. E, cara, vai ser um desafio muito grande, porque a gente vai jogar contra o atual campeão, que é a Fúria. Vai ser um jogo super legal. Vai ser um jogão.
Olha aí meu Instagram, muito obrigada, produção, mandaram muito. E é isso, segue nós aí, acompanha nosso trabalho aí, estamos aí. Na atividade, no esforço. Não tenho feito muita live de jogo, a galera me cobra muito isso. Eu antigamente fazia muito. Eu gostava de jogar jogo retrô, a galera gostava. Você fez do Zelda também, né? Fiz de tudo, eu fiz retrô, fiz jogo atual, eu peguei pra fazer sagas completas ali de, sei lá, todo God of War, todo Red Dead Redemption.
Eu joguei os jogos de terror que a galera me pedia, apesar de eu não gostar muito. Fazia muito live de VR, de tudo, de Just Dance, que eu adoro, inclusive. E aí eu já fiz muita coisa, assim, de console, de PC e tudo. E o pessoal sempre gostou bastante, mas eu também tô muito sem tempo. Mas eu quero voltar, é uma meta minha. Com certeza, uma hora eu vou voltar a fazer mais live pra vocês acompanharem. Mas pra quem já me acompanha desse universo,
acompanhar também o universo da Kings League. Não fiquem enciumados, porque eu sei que tem gente que fala pra mim, ai, porque agora você tá só na Kings League? Eu não tô só na Kings League, gente. Tô fazendo muita coisa de games também, então... Inclusive, lancei um quadro novo no meu Instagram, se vocês quiserem acompanhar, que é o Delegacia de Minas Suas Causas do Mundo Gamer e do Mundo Otaku, que eu também, o último episódio eu fiz falando sobre animes. Então, é uma forma legal, assim, de eu voltar a falar desse tema de games e...
geek, que são coisas que eu gosto muito pra quem tava me cobrando, inclusive, pra não ficar só, ah, só tem Kings League na sua rede social. Porém, eu te convido a acompanhar a Kings League, porque eu tenho certeza que vocês vão gostar. Eu me apaixonei muito por Kings League, sem gostar nada de futebol. Eu não gostava de nada de futebol. E eu sou apaixonada hoje por Kings League, porque é um universo muito diferente. É muito gamificado.
Então, o campeonato é um grande game show, um grande reality show. Ele é muito similar às mecânicas que a gente tem hoje de campeonato esporte eletrônico. Então, pra mim,
Eu levo a Kings League como um novo esporte eletrônico que eu tô apresentando. Não falei que eu apresentei mais de 30? Então, 31º. Então, eu acho que a galera, convido a galera que não acompanhou ainda, tentar acompanhar, porque eu acho que vocês vão gostar muito. Boa, muito bom. E é isso, gente. Sigam a Nive nas redes dela, tudo na descrição. Mais uma vez, muito obrigado ao Acer por esse programa aqui maravilhoso e por estar com a gente. E corre, aproveita a promoção que ainda tá falando, tá?
cupom de até 500 descontos pra vocês usarem lá aí no site da Acer nos produtos selecionados. Muito obrigado, Mica. Posso acrescentar? Pode acrescentar. E fora que tem mais 12% de desconto no pagamento via Pix, tem 12 vezes sem juros no cartão e prédio grátis pra região sul e sudeste. Perfeito, muito bom. Muito obrigado, Nive, por vir aqui mais uma vez. Sempre bem-vindo aqui. Quem sabe daqui a alguns anos a gente volta aqui e tem essa retrospectiva de novo e fala de novo.
Com novas histórias e filosofias. Já vamos marcar, fica aí a dica, pessoal da Acer, daqui a dois anos eu vou fazer dez anos de Acer e aí eu venho contar essa história. Muito bom, muito bom. Muito legal. É isso. Muito obrigado a todos que assistiram. Lembrando que a gente tem Flowgames agora, quanto? Tem que chegar amanhã. Amanhã é meu aniversário, mas amanhã tem live. Não comigo, graças a Deus. Que? Pô, eu vou curtir o meu aniversário, né?
Quase teve live de mara. Você pode dar um spoiler de onde você vai curtir? Amanhã?
Não, eu vou curtir em casa jogando videogame, mano. Sinceramente, é isso que eu vou fazer. Eu vou jogar Slay the Spire 2, porque amanhã lança. Vai no Japão. Slay the Spire 2, eu posso ir. No japonês, sim. Claro, né? Mas eu vou jogar muito videogame amanhã. Mas amanhã tem live de gameplay de Pocopia. O jogo que... Não sei se você sabe, Nivi. O Pocopia é o Pokémon mais bem avaliado da história do Metacritic. E é o jogo mais bem avaliado no Metacritic esse ano também. Porque é bizarro, porque ele já teve Resident Evil.
e ele está acima. Amanhã tem live de Paul Coping, vamos ver esse jogo aí, o Dave vai jogar, vai ser muito divertido. E ainda tem outra live amanhã, né, da Capcom, o evento da Capcom. Capcom Spotlight. Amanhã eles vão falar de Monster Hunter Stories, do Pragmata, que está para lançar em breve. Então tem coisas interessantes amanhã e sexta-feira, como sempre, Flow Games News. Estarei lá. É isso. Muito obrigado a todos e até a próxima live. Falou!