Episódios de Flow Games

LUCAS INUTILISMO - #flowgames #190

25 de março de 20261h53min
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Figura incontornável das timelines da Gen Z e dos millennials nativos dos memes e das distorções de guitarra, Lucas Inutilismo é músico antes de ser youtuber e usa uma comunidade de mais de 11 milhões de seguidores não como ponto de chegada, mas como plataforma de lançamento. Mas o Lucas Inutilismo também curte games e a resenha de hoje vai cobrir de tudo um pouco!Vai perder essa? Acompanhe o LVCAS: https://beacons.ai/lvcasmusicSiga o Lucas no YouTube  @canalinutilismo 

Participantes neste episódio3
D

David Jones

HostApresentador
M

Micali Micalha

HostJornalista
L

Lucas Inutilismo

ConvidadoYoutuber e músico
Assuntos5
  • Carreira Criador ConteudoTransição para a música · Experiência na internet · Reinvenção como criador de conteúdo
  • Mudancas Consumo MusicalReferências de rock e metal · Mistura de gêneros musicais
  • Shows ao VivoDesafios de performar ao vivo · Preparação para turnês
  • Indústria MusicalMudanças no público de shows · Dificuldades enfrentadas por artistas
  • Gaming e diversãoTrilhas sonoras de jogos · Relação entre música e games
Transcrição310 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala, pessoal do Flow Games, sejam bem-vindos a mais um Flow Games. Dessa vez a gente vai receber um cara muito especial, muito talentoso pra falar de música, mas também games, porque a gente é o Flow Games. Mas antes de tudo, Zerinho, como você tá, cara? Tô bem, Filipe. Seja bem-vindo.

Muito obrigado. Família, sejam bem-vindos, né? Afinal de contas, hoje é dia de falar de coisa boa, né? Coisa boa. Não é TechPix, tá? Hoje é dia de falar de música, de games, de nova carreira. Tem muita coisa que o Lucas... A gente vai fazer tier list? Vamos fazer tier list. Ó, tem surpresa, tem surpresa. Eu tô em qual cantão? Eu tô na de quatro, lá ele? Não, de... Não é cinco, eu acho. Não é de cinco? É, quatro é ele. Família, deixa o like aí, porque hoje a gente vai fazer, ó.

Tem um negócio novo que a gente vai apresentar pra vocês. Mas, principalmente, a gente vai ver como é que tá o Lucas. Como é que tá o Lucas hoje? Afinal de contas...

Resiliência é o nome desse cara, né? Boa, boa, boa. E o gancho pra isso é, como você tá, Lucas, o inutilismo? Lucas, resili... Resilismo. Tô resiliente, contente... Seja bem-vindo aí, cara. Honrado, feliz, preparado, destemido, amado. Você tá no Lucas Prime hoje, você acha? Pensa sobre isso, sabe? Porque eu tô... Já é essa pergunta, assim, já, tipo... É, cara. Falando da minha vida?

É, eu penso sobre mim porque eu fiz 29 anos agora. Ah, sim, sim. Aí eu penso, pô, eu tô na internet desde os 14 anos. Será que eu tô no meu Prime nesse momento? Eu não sei. É, você tá há mais tempo que eu, né? É, né? Eu tô desde os 17, eu tenho 30 agora, fiz 30 recentemente, nos últimos... Mas é muito tempo ainda, é 13 anos. É, ainda assim é bastante tempo.

Mas é, eu tendo a pensar que sim, né? Eu acho que a gente sempre tá no nosso prime, né? Se você considera que suas experiências e as coisas que você acumula vão se transformar em uma pessoa melhor, né? Junta isso ao fato de que você ainda consegue fazer as coisas, né? No meu caso...

fisicamente, não existe nada me impedindo de fazer nada, né, talvez esse é o grande lance da vida e do seu equilíbrio que você vai acumulando sabedoria você pode acumular burrice também, né a gente vê vários casos de velho burro por aí faz isso, faz isso mas o natural é você ir se aperfeiçoando conforme você vai observando e tendo experiência de vida

Só que em algum momento você já não consegue mais fazer as coisas com a mesma vitalidade que você faria, né? Eu acho que os 30 anos são um momento bom de equilíbrio entre essas duas coisas, né? Que você tá ali maduro, espera-se que você esteja já, pelo menos, situado na vida, né? É, é. E eu acho que eu tô assim. Boa. Você se sente assim também? Eu tô...

Eu também me sinto assim, cara. Porque a gente que tá na internet, a gente tem que se reinventar muito, né? Às vezes. E é muito doido, porque você passou por muitas dessas reinvenções, mas desde o início eu acho que seus sonhos sempre foram mais esse lado da música, né? Do que qualquer coisa.

É, eu acho que sim, né? Eu sempre segui muito com esses dois sonhos em paralelo, assim, né? Eu sempre gostei muito de fazer graça e fazer vídeo e de fazer música, né? Então, eu acho que os dois estão ali meio que em pé de equivalência, só que em um eu já tenho uma história, né? Que é na internet fazendo vídeo e produzindo conteúdo e entretenimento e humor e tudo mais.

Agora, no ramo da música, eu sinto que ainda é uma página meio quase do zero ali, né? É. E, Lucas, a gente sabe que, principalmente sobre a gente, nós mesmos, criadores de conteúdo, nos reinventarmos, a internet é um lugar muito dinâmico, volátil, né? E se a gente não se reinventa, a gente acaba ficando pra trás. Com certeza. Quando você começou a sua vida como criador de conteúdo lá atrás, fazendo esses vídeos de humor e tal...

Você, hoje, você acha que foi importante? Eu acredito que sim. Mas você acha que o momento que você decidiu fazer essa virada foi extremamente importante para você não sofrer, possivelmente, uma frustração por não ter mais essa energia que você falou que era necessária para poder estar o tempo todo se reinventando? Porque, afinal de contas, o Lucas de hoje, por mais que você seja um cara extremamente criativo, eu acho que você não tem mais aquela energia do Lucas mais novo, né?

Ah, com certeza, né? Não é só... Eu não sei se é simplesmente energia ou se é também... O peso do mundo vai ficando... Sim. Você vai sentindo o peso do mundo no seu ombro, assim, e às vezes não é nem só o lance da energia, mas é que, pô, quando...

Quando você é jovem mesmo, assim, né? Quando você tá chegando ali na fase adulta, e principalmente eu com aquele leque de infinitas possibilidades na minha frente ali, de você ter um canal no YouTube e as pessoas estão te assistindo pra fazer o que você quer, não tinha medo de porra nenhuma, né? Não tinha nada, assim, não tinha filtro.

Então isso tudo me ajudava bastante a explorar esse meu lado criativo. E que hoje não é que ele... Eu ainda sou uma pessoa que eu gosto muito de criar e tal, mas eu acho que hoje existe muito mais esse compromisso com a responsabilidade, algumas amarras aqui e ali, que acabam inibindo um pouco parte desse lado criativo, né? O que é uma pena, né?

Eu queria ainda ter um pouco desse meu lado que não tá nem aí pra nada, porque afinal eu acho que ele é bem importante, né? E ele é uma parada bem rock'n'roll, assim. E que eu acho que é uma coisa que é natural que se perca com a idade, né? Até porque, pô, tem coisas que eu fazia com 17, 18, 19 anos que não cabe mais eu fazer hoje, né? Tipo, tudo bem, eu sou e espero continuar pra sempre sendo um idiota, mas...

Hoje em dia, né, porra, fazer algumas idiotices com 30 anos é um pouco... Então você tem que recalcular sua rota de idiotice, assim, né? Então acho que eu tô meio nesse processo aí. Porque eu sou um completo idiota e... Acho que a gente também, né? Todos nós temos que ter esse mesmo. Eu acho que se o cara tá sério na internet fazendo vídeo e tal, ele tem que ser idiota. Não dá, tem que ser um pouco flexível. E, cara...

Eu acho que o Fênix também lembra disso. Eu particularmente lembro muito. E eram os vídeos no começo com a sua mãe. Aqueles vídeos que viraram mãe, mãe, mãe, mãe. Tipo, o que você tá fazendo? Pô, Lucas, me ajuda aqui. Mano, eu tô trabalhando, meu. Esses vídeos que fizeram você explodir na internet. Esses vídeos trazendo esse seu no-sense. Que era muito gostoso de ver naquela época. Que combinava com aquela época.

Como é que a tua mãe hoje em dia te vê, Lucas, músico, com uma carreira um pouco mais séria, uma coisa mais voltada pra musicalidade, fazendo turnê e tudo mais, como é que tá isso? Cara, minha mãe sempre foi muito nota 10 nesse sentido, assim, né? Ela sempre teve muito ali comprando qualquer barulho que eu fizesse, então...

Ela fica muito feliz sempre em me ver caminhando na realização, na direção do que parece ser minha realização, assim, né? Pessoal, profissional, enfim. Ela sempre, pô, me deu 100% de apoio, assim, nos vídeos da... Nessa época que eu fazia os vídeos e enchei no saco dela.

Ela adorava, ela era a primeira a incentivar, dava ideia e tudo mais. Então sempre foi uma relação muito boa, assim, muito tranquila. E hoje é bem parecido, na real, né? Hoje a gente, né, eu há seis anos não moro mais com ela, né? Faz seis, sete. Vai fazer sete anos que eu saí da casa da minha mãe. E...

A nossa relação é muito legal. Em tudo que é tipo de projeto que eu tive, como o Fênix falou, eu sou um cara que eu mudei muito de direção na vida. E não é nem um negócio premeditado por eu tenho que me reinventar. Eu não consigo ficar fazendo a mesma coisa. Começa a me dar um...

nervoso, uma ansiedade, assim, eu tenho que sair, eu tenho que mudar de rota e ela sempre sempre teve muito ali, assim prestando apoio seja participando ou se não participando enfim, me incentivando então, é uma pessoa extremamente importante nessa minha caminhada aí eu sei que, né, hoje é um pouco mais aceito, mas na época que eu comecei que a gente começou na internet, era uma parada completamente tá?

Bizarra, né? Você olhar pra isso como uma profissão E ela nunca teve esse olhar de julgamento Ela sempre me deu muito esse Voto de confiança, assim, sabe? Tipo, vai lá, sabe? Quando eu não tinha um puta ainda Não que ela tivesse muitos, né? Mas Ela, porra, fazia um esforço ali pra Me ajudar, às vezes, a interar Pra comprar uma camerazinha melhor Um negócio melhor, assim, tipo, sabe? Vai, se você quer Vai, porque eu acredito e, né?

deu certo, esse apanho da família é muito importante, eu tive muito também, eu passei por isso e nossa, que bom que a minha família me ajudou a Taiga tem uma história engraçada que ela contou que ela fez um powerpoint pra explicar pra família dela o que que ela fazia porque é um negócio novo mesmo, né, é difícil explicar, mas antes de eu seguir nesse papo e eu vou eu tenho algumas coisas pra puxar aqui interessante, se falar com a galera aí que não é gravado, tem umas pessoas no chat perguntando, tá né, né, né, né, né, né, né

live não é grávida. É isso, não é grávida. Não é gravada, é ao vivo, a gente está ao vivo, você pode mandar suas perguntas, tanto no Superchat ou no LivePix, que a gente tem aí livepix.gg barra FlowGamesTV, a gente dá um play aí e aí a gente ouve a sua mensagem. E pode falar pra eu fazer qualquer coisa aí pra eu provar que a live não é gravada. Lucas, lambe a cabeça do Goku, eu vou lamber. É um negócio aleatório assim, é difícil que a gente prever, né?

Então o cara tem que ser bom na eletralidade Porque a gente previu muitas coisas Nós somos igual um Simpson O Simpson previu as coisas Ah, verdade Os acontecimentos históricos A Fox já soltou

muito interessante. Eu nunca entendi esse negócio dos Simpsons. Tem uns que são fake, né? Que a galera fala que ele previu ou não previu nada. Não é, mas a golação dos Simpsons é simples, na verdade, né? Depois que você faz 413 trilhões de episódios, meio que você já explorou todas as possibilidades de acontecimentos do mundo, né? Alguns vão lá e acontece. Tem que jogar na loteria todos os números possíveis. Uma hora você vai, né? Acerta. Mas, ó...

pra provar que a gente tá ao vivo, o Goku Torcedor não teria como ser combinado isso, cara. O Goku Torcedor virou membro por 31 meses. Boa. E eu vou lamber o cabelo dele. E ele falou, mês que vem te vejo no Circo Voador. Olha aí, que legal. Goku Torcedor Carioca, né? Então deve ser ou Flamenguês, Fluminense, Botafoguense. Pode ser, pode ser. 31 meses, mano. Muito obrigado, cara. Ou Torcedor do Bangu, da Portuguesa do Rio de Janeiro. Não, Portugueses do Rio, ninguém... Você falou, né?

Pode lambar aí, cara A vontade A gente nunca limpou isso aí, cara Mas meus anticorpos, eles São todos tementes a Cristo Que bom, cara, os meus não são bons não Tá provado que a gente tá ao vivo aí Deixa o like na live A hé hé E aí

Mas o Lucas, a gente tava falando, né? E uma coisa que pegou dessa conversa Que é essas mudanças e tal Eu queria falar sobre Os seus vídeos de retrospectiva Que você fazia e você parou Me explica como foi esse processo Primeiro, como que veio pra você Começar a fazer esses vídeos E imagino que era um empenho muito grande Todo ano pra fazer eles E o que que levou você a parar E o que que você pensa no futuro sobre isso?

Tá, vamos lá, vou tentar, eu me perco às vezes no raciocínio, tá? Se eu estiver indo muito longe, me puxa de volta que eu venho. Eu puxo, puxo, pode deixar. Errou. A ideia desse vídeo, ela surge de, né, eu sempre tive muito interesse e sempre coloquei muito em prática isso de, de alguma forma, inserir música nos meus vídeos, né? Desde 2014 lá, mas se você for no meu canal, se eu achar, vira e mexe vai aparecer num vídeo tocando alguma coisa, ou fazendo um dingo, uma musiquinha e tal, sempre foi uma coisa muito...

Muito presente ali. E aí teve um momento em 2017. Em 2017, o Polado, Mr. Polado Full, ele me chamou pra fazer um vídeo com ele. Ele falou assim, mano, eu quero fazer um vídeo musical. E eu queria que você fizesse a parte instrumental. Então eu falei, tá bom. Aí ele falou, não, então eu tô indo na sua casa agora.

mano, ele chegou na minha casa mostrou a relação de música pra mim, eu literalmente pluguei a guitarra no PC e comecei a criar arranjos com ele do meu lado, assim, tudo na hora que maneiro, cara que maneiro isso isso é muito gostoso, esse processo de criação que vem e faz e já sai, não, ele falou vamos daí eu falei vamos, mas eu não imaginava que ele ia falar tipo, tá bom, então tô indo aí

Aham, na hora, né? E aí eu fui lá em casa. E você tava livre nesse dia? Tava de boa? Tava pelado em casa, cara? Normalmente eu tô pelado, mas eu coloquei uma roupa. E aí, cara, foi tipo coisa de uma hora e meia, assim, e a gente saiu com essa parada pronta, assim, pelo menos a parte de arranjo. E aí ele cantou, e era meio que essa ideia, assim, né? De fazer um medley de músicas.

E eu falei, pô, isso é legal, né? Aí eu lembro que no ano seguinte ele me chamou pra participar de novo, só que eu não pude fazer. Não lembro porque, nesse dia eu não tava pelado em casa. Talvez seja por isso que não rolou, né? É, eu tava ocupado com alguma coisa, enfim, não consegui fazer. E aí em 2019 eu falei, poxa, eu gostei de fazer aquilo, né? Seria legal se eu conseguisse...

colocar 100% da minha identidade na parada pra ver o que que sai. E aí em 2019 sai a primeira retrospectiva, né? 2019 é uma música que... Aí eu tive a ideia de fazer... Eu tocando os instrumentos que eu sabia tocar, né? Que é bateria, arranho bem mal arranhado, um teclado ali. E cordas, né? Baixo, guitarra, violão.

E eu comecei a cantar também, porque, né, eu falei, bom, se eu quero fazer tudo, eu tenho que botar a cara pra cantar lá. Você já cantava antes disso? Nunca? Nem treinou, aula, nada? Zero? Não, é. Caralho. Mas você tem um dom da voz, você sabe disso, né? Não, não é dom, eu tenho...

Não, mas você tem uma voz especial, eu quis dizer. É, sim. Entendeu? Eu já usei minha voz pra muitas coisas, né? É isso. Mas cantar é um universo completamente novo pra mim até hoje. E eu... Mas eu falei, bom, vamos lá, né? Vamos ver o que sai aí, sem saber muito bem o que eu tava fazendo. Mas aí rolou e a recepção do pessoal foi bem... É, rolou muito. Ah, cara, porque você cantando é muito...

Muito foda também. Obrigado. Obrigado. O processo de criação, esse vídeo de alguma coisa em uma música, principalmente os anos, essa vibe de retrospectiva, a gente tinha, acredito que o Fênix também, você também, o YouTube tem essa parada de YouTube Rewind. Tinha, não tem mais. O YouTube Rewind. Eu acredito que você trouxe uma identidade nossa, entendeu? Um brasileiro, de fazer um Rewind brasileiro. E com essa sua musicalidade...

Pô, bateu muito com a época, né? Muita gente se identificava e ficava esperando isso. Eu acho que teve um lance ali de... Já era um negócio que já tinha um futuro promissor já desde a primeira edição, por como a galera recebeu e tal. Mas acho que ele chega num momento que tem um lado terrível, né? Que é ali o começo da pandemia e tal.

Mas tem um outro lado que era um momento que as pessoas estavam muito carentes de poder ter alguma coisa pra assistir ali no final do ano, né? Pra poder celebrar esse momento de alguma forma. E as pessoas estavam se juntando pra fazer coisas de maneira um pouco mais reservada ali. E eu acho que acabou que foi num lugar certo, na hora certa, que esse negócio veio. E aí eu comecei também a me empolgar nas edições, né? Eu fiquei crescendo com o projeto cada vez mais, me aprimorando nos instrumentos que eu tocava cada vez mais. E... E aí

Até culminar na última edição de 2023, que no ano de 2023 eu tomei a decisão de que seria a última, né? Porque eu não... No meio do ano já. É, antes disso eu não sabia o que eu ia fazer, porque eu tava, né...

Tinha muita coisa acontecendo, né? Eu voltei a fazer a minha turnê da playlist de funk lá, que era um projeto que eu tinha que, de alguma forma, se assemelha com as retrospectivas, né? Mais ou menos um formato parecido. E... Aí eu decidi que seria o último por alguns motivos. Primeiro porque é meio que aquela...

Filosofia de eu preciso acabar com isso antes que isso acabe comigo. Porque era muito trabalho. E não que eu não gostasse de fazer. Eu adorava fazer. Mas era um trampo absurdo.

Inclusive, desculpa perguntar, mas se você quiser não responder, pode não responder. Mas isso, eu imagino que com o tempo você foi crescendo o vídeo como você falou, foi ficando mais custoso também, né? É um projeto que custa. Por mais que seja um vídeo por ano, eu não sei nem se o vídeo em si se pagava com AdSense só, né?

Não, né? Nem difere. Mas nem... O último vídeo... Eu acho que eu até já falei isso em algum lugar, mas o último vídeo, a conta final deu mais de 300 mil reais. Pra fazer um vídeo pro YouTube e que aí o robozinho pegou lá a música da Billie Eilish e ele foi todo desmonetizado. Então, tipo, não tem nem...

é só um dinheiro que vai embora mesmo e assim, tem a parte de que eu gostava muito de fazer eu gostava muito de ter esse trabalho na pista mas não é uma coisa sustentável você gastar essa grana eu não conseguiria fazer isso no ano seguinte de novo ou ia ter que dar passos pra trás e eu não queria dar passos pra trás eu também não queria eu também tinha medo de acabar virando uma pessoa refém daquele tipo de material R hélas

E isso é um negócio que a gente vive muito, né? Quando a gente fica muito num conteúdo, a gente fica com medo de ser conhecido por esse conteúdo e a galera não querer a gente por hoje. Eu sempre tive um pouco de pavor desse lance, assim, de ser atribuído a uma coisa específica e só, sabe? Eu quero que as pessoas possam confiar em mim e que eu sempre vou estar trabalhando o máximo pra fazer algo interessante, algo que elas vão gostar. E talvez eu vá errar, como eu já errei, mas vou errar, vou acertar. Mas...

Eu acho legal essa ideia de você lembrar as pessoas que as coisas têm final, tá ligado? Porque a gente vive num mundo hoje onde tá se normalizando muito essa ideia de que as coisas não vão acabar nunca, tá ligado? A gente acabou de ver o trailer aí do Harry Potter.

é verdade não vai acabar nunca beleza né mano, eu entendo, a máquina tem que girar tem gente que quer assistir, tá tudo certo, mas eu sou de uma outra filosofia né, a minha filosofia é muito mais do Breaking Bad, do próprio Smiling Friends agora que acabou meio do nada né, no auge mas o que que é o que que é mais, pra mim é muito bonito você poder olhar pro Smiling Friends por exemplo, que é uma série totalmente nova né, de animação que eu tava pirando muito Smiling Friends

E não é muito mais... Pra mim é muito mais bonito, muito mais legal você olhar pra... No futuro, pra essa e falar, nossa, lembra daquela série que foi perfeita ali, foi... Beleza, por um curto período de tempo, mas foi maravilhoso do que você, sabe, falando, ó... Os caras foram até estragar o negócio, né? Foram até...

Mas esse é um conceito muito nesse meio de artistas, né? A gente vê isso muito na música, né? Bandas que, pô, a gente viu que elas com o tempo foram perdendo a qualidade e outras que acabaram no auge. Mas foi um momento, tipo, eu gosto muito, muito, muito, muito de Beatles. E eu penso muito sobre isso, porque os Beatles duraram muito pouco, né? Era de 62 até 69.

E eles que acabaram, supostamente, no out mesmo, era a melhor fase deles musicalmente. Mas eu acho que foi muito saudável pra eles, como músicos que acabaram, né? E é isso, é um projeto que se encerrou ali. Eles continuaram com a rega-soro. Isso rola muito, né? Nesse meio de encerrar. Cara, o Led Zeppelin. O Led Zeppelin, eles acabaram... Acho que foi porque o baterista morreu, né? É, morreu. E... Ahem.

e tipo assim, eu não sei a veracidade disso né, mas vira e mexe eu vejo notícia falando de que não sei quem ofereceu 400 quadrilhões de dólares pros caras voltarem, e os caras falam, mano nós não vamos voltar, mano porque não é sobre isso, sabe, é sobre tipo

Deixa lá o que tá lá, sabe? E às vezes voltando não dá certo. Algumas dão. Por exemplo, Linkin Park eu acho que deu muito certo. Linkin Park eu acho que deu muito certo também. A vocalista nova encaixou muito bem. E eu acho que, se eu não me engano, o Charlie Brown vai voltar a fazer show também. É, o Charlie Brown faz show, né? Mas agora vai voltar com... Se eu não me engano, vai voltar com dois bateristas. Porque os dois fizeram parte da formação original.

Eu não sei se eu tô falando a grande besteira aqui, mas eu acho que isso aí é... Algumas bandas que voltam... Por exemplo, eu sou um cara que eu gosto muito de Queen. E eu senti que quando o Queen acabou, pelo falecimento do vocalista, acabou a banda. Só que aí volta com o Ed Lambert, né? Tipo assim, eu não consigo enxergar o Queen nele. Mas eu acho que ele fez com que a música do Queen continuasse e atravessasse gerações. Eu acho válido, né? O cara, pô, querer fazer mais uma turma. Até porque o Queen...

O Queen não acabou em comum acordo, né? O Queen acabou por conta de uma fatalidade, né? É, é isso. Então, tipo, não teve uma... Os caras não conseguiram dar tchau, sabe? Foi um negócio completamente... Uma tragédia, né? E aí o Adam Lambert não tem nada do Fred Merckx mesmo.

Desculpa cortar, mas é só esse fato que você falou do o Ellen Lambert, ele tem que viver essa sombra do Fred Mercury, né? E é inevitável, cara. E isso é difícil, né? É difícil pra ele. Você passou por isso, você sente isso quando você foi pra música, você, pô, como que eu tiro esse estímulo do que a galera já conhece de mim e apresentam algo novo? Ou será que eu vou viver na sombra disso? Cara, eu não senti tanto isso, porque como foi um processo gradual,

Eu sinto que eu tô no maior desafio hoje da minha vida. E quando eu falo de transição, não é sair de um lugar pra outro, né? Porque eu não me vejo deixando de estar na internet como criador de conteúdo. Eu gosto muito dessa parada, sabe? Eu posso não estar tão ativo hoje quanto eu já estive. Mas a meta é que eu volte a estar. Mas eu tô indo pela primeira vez na minha vida. Que eu considero a minha vida, né? Porque eu comecei o YouTube quando eu tinha 17 anos. Então antes eu era um...

um embrião e pela primeira vez na minha vida eu tô indo começar uma jornada num lugar onde eu não sou nada

Isso é, ao mesmo tempo que muito desafiador e ilegal, é absolutamente aterrorizante, né? É outro template, né? É outro template. Eu tô saindo de um lugar onde eu tinha... Também não sou, né? Mas eu tinha muita coisa, né? Tem uma imagem, as pessoas me conhecem, tem uma certa credibilidade, tem um carinho de pessoas que estavam ali comigo. Eu tô indo desse lugar pra um lugar onde eu não sou ninguém, mano.

É claro que transfere o público, mas é outra coisa, né? Sim, claro. Esse público que transfere, até ele julga. Acho que é injusto eu falar que eu tô começando do zero, do zero, porque eu tô trazendo comigo um grande público, uma coisa que corta muitos caminhos.

Em relação a, porra, bandas do underground aí que estão penando há 10, 15 anos. E que, porra, hoje em dia vão sofrer pra colocar, pra fazer um show do tamanho que eu faço hoje, né? Porque hoje eu tenho uma estrutura que eu trouxe de outro lugar, né? E eu acabei passando na frente nesse sentido. Mas é isso, no sentido de mercado e de universo mesmo, assim, é... Cara, começar...

Remar lá de trás, né? É um processo de reinício, né? Reinício total. E, Lucas, voltando um pouco lá na parte dos teus projetos, como é que foi pra você, um cara do rock, né? Um cara acostumado a tocar instrumento de corda, fazer uma playlist de funk? Como que foi isso? Tipo assim, como que um cara que gosta de rock pensa em fazer um projeto chamado Minha Playlist de Funk? E, além disso, como que você fez essa... Pô, eu acho que é muito difícil você transformar a música de um estilo em outro.

Que nem você fez com essa playlist, né? Como que é isso pra você? É, pra mim sempre foi uma coisa meio intuitiva. Porque eu sempre me conectei com a música, acho que de maneira muito profunda. E isso acabou fazendo com que esse lado de eu enxergar tudo como uma coisa só...

ficasse um pouco mais um pouco mais apurado vamos dizer assim, né, eu sempre fui um cara que escutou muito de tudo, né, eu sempre escutei bastante funk, eu sempre escutei bastante hip hop, eu sempre escutei bastante de muitos gêneros distintos assim, que a princípio são antagônicos, vamos dizer assim, né, que são rivais, né eu acho ridículo isso, mas por muitas pessoas é assim que é visto né, mas eu... Mas você ouve todos os gêneros, até K-pop R hélas

Cara, tem muita coisa de K-pop que eu acho muito massa. Eu acho Blackpink iradíssimo. É, Blackpink é bom mesmo. Tem algum, eu não diria muitos pra mim, mas alguns pra mim eu gosto bastante. Algumas músicas? É, algumas músicas. Eu acho... Alguns artistas, né? Mano, e tem metaleiro envolvido ali, hein?

Ah, é? Vocês não me enganam, não. K-pop e tal? Não, porque pela prod ali, o bagulho tem breakdown, tem peso, tem várias coisas. Eu acho que tem alguém mal intencionado ali. No bom sentido. E... Eu...

Sempre escutei muito de tudo, assim. Aí, pra mim, fazer essa mescla acaba sendo um pouco natural pra eu enxergar esse lance da música como uma unidade. E pra mim, eu acho meio tosco a pessoa falar que ela é contra um gênero musical. Porque, cara, música ruim existe em todos os gêneros.

No rock existe música ruim pra caralho. Muita música ruim. Metal, nossa senhora. Eles têm muita música ruim. E eu falo que tem muita música ruim. O K-pop tem muita música ruim. Tem muita música ruim em todo lugar. Mas não existe pra mim um gênero que é ruim. Eu sei falar uma música boa de qualquer gênero que você falar pra mim.

Não que só exista uma, né? E aí eu acho que Eu sempre achei bobeira Você querer Segregar a música dessa maneira É óbvio que existe gente que se identifica mais Com um tipo de música e mais com outro tipo Assim como eu, né? É óbvio que eu me identifico mais com metal, com rock Todas

toda versão que eu vou fazer acaba tendo essa roupagem, acaba trazendo esse peso, né? É como eu enxergo o Lucas músico. Mas, pra transformar isso, eu sempre me interessei muito pelo desafio de fazer coisas que a princípio são contrastantes funcionarem.

Fazer o Ratatouille mesmo ali, né? Misturar o doce com o salgado e ver o que acontece. E muitas vezes a mistura é muito legal e é muito boa e é inusitada e faz a pessoa olhar e falar, caramba, olha.

Não é que... Eu já ouvi várias vezes o cara falando só o Lucas vai me fazer ouvir funk, só o Lucas vai me fazer ouvir rock. Então eu fico feliz de alguma forma conseguir quebrar esse preconceito, esse paradigma, esse tabu de que as pessoas só podem ouvir um estilo de música, sabe? Eu acho que, né, você ser aberto a...

Você só vai ser benéfico pra você, né? E vai enriquecer você culturalmente. E a cultura do Brasil, ela é muito rica, né? Sim. Não falo nem, obviamente, não falo só do funk. Falo de tudo, da música do sertão. Falo da música nordestina, do axé, do maracatu. Música indígena. Os instrumentos que você tem, que são usados pelo povo nativo daqui. É uma coisa muito rica, sabe? Então, por que não explorar essas coisas, né? Sim.

E o metal é o seu gênero favorito? Por que você escolheu ele, então? Nessa sua fase musical? Eu acho que sim. Sempre foi o que eu mais me identifiquei. Porque eu acho... Cara, aí a gente vai precisar de um estudo psiquiátrico. Talvez pra mapear de onde vem esse meu interesse. Mas é...

O Black Sabbath, né, que é o berço do metal, que é os caras que mostraram que dava pra fazer música diabólica de verdade, né? Contrário dos Beatles, que as pessoas achavam que o Beatles era a música do diabo. Sim, sim. Tem uma música dos Beatles, é Helter Skelter, que é a única que é mais pesada, né?

E a galera falava que era do capeta. Mas não é nada de pesado mesmo, né? Pois é, não tem nada de pesado nos Beatles. Essa é uma coisa... Parece música de céu, né? Cheguei no céu, os Beatles vão ficar lá pra me receber. Mas você pensa, os caras chegaram ali no nascimento do rock e a galera tipo... Gente, vai, manda bem ser. E aí chega o Black Sabbath, que aí sim, o Black Sabbath, mano, ele traz os elementos de rock and roll e ele mistura isso tipo assim com...

terror, né? O cara comeu um morcego achando que era uma pelúcia. O Black Sabbath é uma banda de terror, né? Ele tá... É um bagulho de loucura. Dá uma sensação de medo, assim, e eu sou muito fã dessa vertente, assim, eu adoro filme de terror, eu adoro esse clima, esse lance soturno, meio melancólico, assim, eu sempre me identifiquei muito, eu acho que o metal traz muito isso, né? Liderado pelo...

pelo Black Sabbath e depois tantas outras bandas que vieram, acho que

Tem muito a ver com isso, né? É um estilo muito... Muito visceral, né? Muito de expressão ali, de entrega, né? De entrega, não que seja o único, né? Você tem entrega em vários lugares, mas... Eu acho que o metal você tem esse negócio saindo mais... Sabe? Mais... É um lance de extravasar muito... Tudo que tá dentro, assim. Acho que é uma expurgação de...

É essa palavra. Inclusive tem uma música do Black Sabbath que eu gosto muito, que é o Ozil falando, é Patient No. 9, que ele fala justamente sobre isso. O cara tá recluso ali no manicômio, ele querendo ir embora, é uma agonia, ele querendo extravasar. É muito bom essa música, cara, e é um som diferente.

É o Black Sabbath pensando um pouco fora da caixa Fazendo um mix de música E é magnífico o trabalho que os caras fizeram E aí você vê que E não tem nada a ver com a pessoa ser Do mal, ser do diabo O Ozzy, toda pausa de música Ele God bless you God bless you

Cara, mó velhinho bonzinho mó tiozinho sangue bom Total Só porque ele comeu morceguinho de leve Eu queria, pô, pra tá muito bom o papo mas eu queria puxar um pouco de games pro nosso papo Eu adoro games Então, eu queria muito falar sobre games Zerou todos Isso é importante Tem certeza, cara?

Qual que é a diferença? Ó, mas antes, deixa eu passar aqui pro Superchat do Braulio Matsu. Ele mandou. Salve! Pergunte ao Lucas o que diverte atualmente. O que o diverte atualmente. O que diverte você hoje, Lucas?

É uma boa pergunta dessa. O que me diverte? Cara, eu tenho várias coisas que me divertem. Eu gosto bastante de jogar tanto videogame quanto coisas analógicas. Jogos de carta. Não tão nerd como o Magic. Jogos de carta mais casuais. Eu gosto bastante.

Mano, eu não sei jogar truco, é porque eu não fiz faculdade. Eu também não fiz esse curso. E ele foi lá atrás, a gente perdeu e não tem volta, né? Então, já era. O trem saiu da estação. E os caras falam assim, não, deixa eu te ensinar, fala, velho, algumas coisas eu vou ter que lidar com o ônus. Exatamente. Não aprendi lá, já era. Não, vamos consertar, mano. Algumas coisas eu vou ter que assumir que eu perdi. Eu também sinto isso, cara.

Que bom que eu encontrei alguém. Aqui em São Paulo não tem uma pessoa que não joga essa...

todo barzinho você vê os caras tão jogando truco e eu não sei o que é só sei que gritam, truco e aí o outro truco eu sei que rola trucada o que a gente grita é no Uno o Uno já é mais simples mas enfim, a gente diverte eu gosto muito de jogar bola gosto muito de assistir futebol legal, forte

Eu gosto muito de ver esportes no geral, mas pra mim o futebol ele tá muito acima de qualquer outro, assim. Sim. E eu gosto de vários, acho que em segundo lugar eu colocaria o basquete. Maneiro. Em terceiro talvez tênis e vôlei ali, mas eu gosto muito de ver futebol. Você torce pra que time? Eu sou corinthiano. Ah, corinthiano, eu sei muito bem disso. A gente...

Quase se viu na arena umas três vezes. Sim, lembro o que você falou. Eu sou muito corintiano. Você foi nesse último jogo contra o Flamengo? Não, não fui porque eu tava no Lollapalooza. Ah, então, eu também. E, pô, que bom que eu não fui, porque foi um jogo muito irritante.

É, cara, eu vou te falar, eu... Isso pode ser... Você pode questionar aí, você de casa, a minha postura de corintiano por falar um negócio desse. Mas eu tava esperando, pelo retrospecto recente, pros caras, sabe? Quando você assiste futebol, você já sabe algumas coisas que são lei, né? Quando o técnico é novo, os caras tão empolgados. É aquela coisa, é o Flamengo, o Corinthians tá naquela nhaca, que ele não sabe, você não sabe se o Corinthians tá...

tá bem ou se não tá, porque parece que tá todo mundo meio sem vontade. É, e eu falei, mano, caralho, eu tô com medo de... Porque eu pensei, mano, vou deixar de ver o Turnstyle pra ver o Corinthians. Eu falei, porque, mano, tá a chance de eu sair da minha casa lá na puta que pariu, pra ir pra Itaquera. E ficar triste. E ver uma tragédia. É, é, é.

Então, assim, considerando... E aí eu tava lá, eu tava acompanhando, né, enquanto eu esperava o show do Tyler, de Creator, lá, e aí apareceu lá o Lucas Paquetá, dois minutos do primeiro tempo. É, é, desgraçado, cara, no comecinho do jogo. Aí a gente já começa a sofrer. Imagina estar lá no estádio assim, é... Mas enfim, né, até que foi um... Se a gente não tivesse sem ganhar há oito meses...

Seria um resultado não tão ruim, né? Sim, mas era pra ganhar, pô. Falaram que teve lambança do juiz. É, teve pênalti que não deu. Teve uma expulsão lá e que eu não sei o que dá no Corinthians que expulsa um do Flamengo e para de jogar. Rolou isso na Supercopa, rolou agora também. É, igual algum técnico falou aí. Quando expulsa um jogador do outro time, o jogo fica mais difícil.

Por quê, né? Como que pode? E eu gosto também muito de... É um fan play. Coisas que me divertem. Eu gosto muito de viajar. Eu gosto muito de... Conhecer novos lugares. Sou um cara bem... Você já foi na Champions? Já fui pra Champions.

Quatro vezes, acho. Quatro vezes, muito maneiro. É, eu lembrava aí. Como que é essa sensação de estar lá? Cara, é muito foda, é muito foda. Quais jogos você assistiu? Eu assisti... Mano, eu acho que eu vi o Real Madrid ganhar três ou quatro vezes. Caralho. Caralho. É porque eles ganharam muitos últimos anos, né? A última vez, ano passado, eu vi o PSG. Aham.

Ano retrasado, quem foi? O Real? Eu não lembro. Era Borussia? Borussia e Real? É. Aí o Real tomou um... Foi aquele negócio, o Borussia jogou bem, mas não conseguia fazer o gol, e aí o Real ganhou também. Eu lembro. Caralho, porque é o Real Madrid, mano. Caralho, caralho. Eu sempre torço pro mais fodido, né? Dá pra ver, eu sou corintiano, né? Então eu sempre torço pro pior ganhar, mano. E eu sempre o Real ganhava.

Mas é muito loucura, né? Eu fiquei muito impressionado com a torcida do PSG, mano. Muito impressionado. É verdade? Você, corintiano, falar isso... Os caras é tipo nós, assim. Eu soube que o Borussia tem isso. Não tem? A torcida deles é um louco. É uma torcida legal também. Mas, cara, o PSG eu fiquei impressionado. Eu não sabia, não. E era PSG e algum time da Itália? Quem foi que jogou?

Caralho, não consigo nem lembrar. Inter. Não é Inter? A Inter é o que tá melhorzinho. Ou a Juventus. Eu acho que não era Juventus. Eu acho que o Chupá era a Inter de mim. Olha ele aí. É. Olha lá, o homem. Igor, 3 mil. Só 29. Então agora os caras do Flow Game se fuderam, porque agora quase todo dia eu passo aqui pra dar um abraço. É, eu ia falar isso. É todo o programa, é isso? Não, se não viesse me dar um abraço, eu ia ficar putz sabendo que você tá dando abraço a todo mundo aí. Não, não, não. Não teve outros que ele deu um abraço, não. Não deixou mal.

Mas abraçar o Rolandinho é uma experiência Eu queria abraçar o Rolandinho agora Vou ligar pra ele saindo daqui Ô Lucas, você falou que curte viajar Como um lazer E conhecer lugares Tem algum lugar que você, como músico Como artista, tem aquele lugar Como seja a sua válvula de escape Aquele tipo assim, cara, eu gosto de ir pra esse lugar Pra poder

Ah, sim. Entendeu? Abaixar. O Iguinho tem um lugar desse, uma praia que ele curte aqui perto. Todo mundo tem um lugar que tem... Uma coisa mais a ver com um lugar pra você ir recolher um pouco de inspiração, deixar baixar a praia de São Paulo. Exatamente. Todo mundo tem aquele lugar que tu fala, cara, eu gosto de fugir pra esse lugar e é ali que eu... Às vezes esse lugar é o LOL, tá ligado? Não sei. Ah, eu acho que não. No meu caso era Dota por um tempo, cara.

Pra relaxar no LOL, eu acho que você é sadomasoquista. Cara, é. Infelizmente, eu tenho essa porra dessa doença aí que eu não consigo largar. Mas falando sobre refúgio, mano, eu... Não tem nenhum lugar específico que me venha à cabeça, assim. Mas eu gosto muito de ir pro meio do mato, mano. Eu sou muito... Ah, é? Sou muito um cara da natureza, assim. É mais mato que praia, então.

Se tiver os dois juntos, eu... Aí, mano... Ideal. Eu passei esse último Réveillon numa casa em São Sebastião. Acho que era Mareseza e São Sebastião, né? E... Pô, era uma casa que parecia que você tava numa chácara assim. Tipo, tinha árvore e tal. E era bem natureza. E você tinha praia ali também, bem próxima, né? Então pra mim aquilo ali era perfeito, mano. Eu falava, caralho... Pô, se um dia eu me aposentar, vai ser... Mano, vou meter... Meter linha na pipa pra cá.

comprar um sítio e tchau adoro, adoro, adoro bicho, adoro barulhinho de cachoeira, de rio rio, grilo sapo, assim, barulho, né não precisa ficar em cima de mim é, de preferência não, né mas de fora do Brasil os lugares ilegais que você foi aí que você curte, legais que eu já fui? é

Cara, eu... Os Estados Unidos tem muito lugar legal de ir, né? Apesar de ser um país que eu tenho vários... Agora tá meio merda, né? Eu tenho vários pensamentos a respeito dos Estados Unidos, assim, que... Eu tô tentando tirar minha vista até hoje, cara. Não consigo. Não, agora você não vai conseguir mesmo. Os caras acham que eu quero ir pra Lata Baiapã, não é possível. Eu só quero... Eu lá quero morar nessa quiosca. Porra, exatamente. Tô suave aqui, mano.

Mas enfim, tem vários lugares legais lá, tem muitos lugares legais na Europa que eu já fui, que tem um contexto histórico absurdo. A Itália, apesar de ser um lugar que eu fui muito maltratado, é muito bonito você estar andando e cada esquina que você dobra, você vê aquelas construções milenares, tá ligado? Você vê o Coliseu. Tô ligado. Você foi maltratado. Na Itália?

Porra. Como isso? Pelas pessoas? Pelas pessoas, como turista, você foi maltratado como turista? Mas demais. Mas você foi pra França também? Fui pra França. E foi mais maltratado ou menos? Bem menos. Ah, é? Ô, Lucas, fala pra gente, que tipo de esculacho tu levou na Itália pra você ficar com esse trauma? O que aconteceu aí? Pra poder eu entrar na sorveteria, o cara me vê assim, fazia assim, ó.

Cara... Cara, eu não sei nem o que eu faço quando acontece isso. Tipo, eu ia no restaurante com meus amigos almoçarem, o cara fala, tem como vocês pedirem tudo a mesma coisa? Porque... Eu não quero ter que voltar aqui. Quando pede diferente, assim, pedir outros pratos, pra gente dificulta bastante. Ah, tá. Eu não sei se é porque eu sou corintiano.

Mas, porra, tipo assim, eu falei, caralho, mano. Pode ter sido uma experiência coincidentemente terrível pra mim, assim, né? Mas é um país foda, com muita história, assim, muita coisa legal pra você ver, né? Enfim, tem vários lugares na Europa que eu fui, que eu achei foda. Eu sempre pontuo a Ucrânia, porque é onde eu fui pra Xenobinho, né? Que foi um dos rolês mais loucos que eu dei na minha vida. Então, cara, fala um pouco sobre esse rolê aí, que é muito louco.

Inclusive, eu tô assistindo agora uma série da Netflix brasileira que fala sobre o caso de Goiânia, Goiás, do Césio 117, sabe? Ah, sim, sim, sim. Quase sei que a gente teve um Chernobylzinho aqui. Isso, o Chernobyl... É, o nosso Chernobyl. E... Muito boa, hein, viu? Eu aconselho ver, hein? É, preciso ver. Mas como que foi isso, cara? Como que é ir pra Chernobyl? E primeiro, como que você compra isso? Ah, eu vou pra Chernobyl... Você viu a série do...

HBO? Sim, vi. Muito foda. Muito foda. Assistam, pessoal. O diretor é o Crazy Amazing, que é o diretor da série The Last of Us também. Só que no The Last of Us... No The Last of Us o desempenho foi... Não deu, não deu. Mas essa série é foda mesmo. E ela é uma série que tem começo, meio e fim, uma temporada, fechou, né? Acho que são cinco episódios. Lindo, coisa linda. Muito foda. Lindo demais.

Cara, Chernobyl é muito louco, né? Eu estive na Ucrânia pra final da Champions League de 2018. Ah, tá. Final de 2018. 2018 foi Real Madrid e alguém, Real Madrid ganhou. Acho que era Real e Liverpool, sei lá. Acho que era Real e Liverpool.

Na moral, esse take parece muito aqueles filmes de terror Found Furies Foi encontrada essa fita O começo do A Bruxa Exatamente, A Bruxa de Blair Um cachorro verde Olha eu fazendo color grade em 2018 Eu sou um imbecil, mano

Eu consigo responder muitas perguntas assim. Mas você não acha que, assim, a gente tá há tantos anos e a gente vê isso. O color grading muda ao longo dos anos? A tendência do color grading. Não é a tendência, né? Tem uma tendência dele. Mano, isso daí é muito bom. O Castanhari pegando na maçaneta com a blusa por dentro da mão, assim, ó, pra não pegar a radiação. Como se a blusa dele fosse antirradioativo, né? Pô, se os caras tivessem de moletom lá, os bombeiros, ninguém tinha morrido.

Então, Chernobyl é o cara... Mano, o cachorro aparentemente é imune. Aí, ó, o Castelo não queria encostar nos cachorros, não. Eu não sabia disso, mano. Eu não sabia. Não, peraí. Você tava dando um rolé no lugar que provavelmente tinha radiação. Você tava com algum contador... Provavelmente. Então, você estava com algum contador Geiger aí. Cara, o... Tá.

Não, ele tá com... Que isso, cara? A radiação tem até aqui. O cara falou que eu parava o meu mente. Aí, ó, eu inserindo música. Isso aí é antes da retrospectiva, ó. Tocando meu violão lá. E aí, ele tinha o... Tu tava com o contador gague lá? Eu... Mano, tinha um cara que ele era com roupa de militar que ele botou nós numa van e foi levar nós pra Chernobyl. E é isso, né? O bagulho parecia muita cara de clandestino, assim. E foi, mano... Foi papo de Google.

Estou na Ucrânia, como vai pra Chernobyl? O cara, ó, paga aqui e tal, encontra a gente nesse ponto de encontro, saca o dinheiro. A gente foi lá num beco lá, encontramos o cara, pagamos. Foi num beco? É, foi meio assim. Aí os caras falaram, ó, entra naquela van ali, aí nós entramos numa van, e inclusive essa van... Entra naquela van ali, ó.

Essa van tinha dois malucos que eram da Fiel de Sydney, na Austrália. Não, não é possível. Sério? Aham. Caralho, da Fiel de Sydney na Austrália? Tem corintiano em Chernobyl, é isso que você tá falando? Cara, tem corintiano no mundo todo. Isso a gente sabe, né? Corintiano em Chernobyl. A invasão corintiana no Japão deve ter deixado alguns corintianos pro lado. Pois é. Ficaram do lado da ponte pra lá. Isso.

E aí, eu... Mano, aí a gente foi. E aí tinha esse medidor, mano, e eu não lembro agora a unidade de medida da radiação e nem quanto deu resultado, Mas quando ele chegou perto do... O negócio fazia... Aí ele foi colocando perto do... Aí ele começa a fazer ruído de rádio. Aí eu... Bom...

É isso aí, né? Tem um momento aqui que minha câmera dá pau, mano. Eu não sei exatamente em qual parte do vídeo. A radiação tourando. Ah, por causa da radiação. E, tipo, eu até mostro depois, eu filmei o visor da minha câmera com o celular pra mostrar que não era efeito de edição, tá ligado? Porque o bagulho, tipo, deu uma bugada, assim, né?

E é doido porque faz tempo pra caralho que rolou esse acidente e ainda assim os objetos ficam de radioativos lá. Vai demorar anos e anos pra poder diminuir a radiação. E é doido porque a radiação... Eu tava pensando nisso enquanto eu assistia, mas é uma brisa muito doida, né? Mas eu assisti a série...

A radiação é elemento muito games, né? Que é um negócio que vai acumulando e se você deixar acumular, a gente se fuziu. É igualzinho nos games. É uma vida. Chegar no máximo, você falece. Eles explicam na série. Eu gosto muito porque ele fala que é tipo uma fogueira.

E quanto mais tempo que você fica perto da fogueira, mais você se fode. É basicamente isso. Se você for pra longe, você não se fode tanto. E... E é doido que... Pô, quantos anos fazem em Chernobyl? Eu acho que foi anos 80, né? Ah, sim. Foi... 40 anos já. Você acha que esse tipo de contato aí foi responsável por você se tornar um mutante músico de hoje?

Pode ter sido aí que você começou a virar um X-Men. E algumas situações mentais também trouxe comigo aí pro ano de hoje. Mas era muito foda. Pô, esse bagulho ali, mano. Parece PUBG. Parece PUBG. É, no PUBG tem uma cópia dessa antena. Deixei cair meu cartão do hotel no chão, mano. Deixa, deixa. Não pega, não pega. Dormi na rua. Já era. Nossa senhora. Eu não pego.

E é muito foda, historicamente, assim, você ir nos lugares. Pô, a gente foi até na própria usina lá. A gente foi na escola, a gente foi num parque de diversão. Mas essa usina não é... Na série eles botaram um domo. Ah, tá. Você só vai e até o domo. Você toma café? Toma. Então, vamos aqui. Temos café. Tá bom, obrigado. Cara, de preferência...

Não derrubaram café no mousepad. Ó. Brincadeira. A gente vai tomar no mousepad? Cafézinho. Coloca no mousepad ou... É... Bom, é... Outra viagem maluca como essa você fez? Ou essa é a viagem maluca que você fez? Cara, acho que essa é a top 1, assim. Ela é bem maluca. Mas essa daí foi a... Já foi pro Japão? Não, né? Cara, nunca passei pra lá. Você... Não, né?

A Arábia Saudita, teoricamente, é na Ásia, né? Eu acho. Ela não é teoricamente. Eu acho que geograficamente ela é na Ásia. É, em todos os sentidos possíveis ela é na Ásia. Mas aí, tipo, ela é o que eu tenho de experiência asiática. Mas eu não considero que eu fui pra Ásia, né? Então eu queria muito conhecer a Tailândia. Eu queria muito conhecer a China. Tô brisando muito na China, mano. É.

Fala que a China tem a parte muito tecnológica. Tem muita coisa. A China é gigante. É muito grande. Tem de tudo lá. Tem vários tipos de China diferentes. É, isso aí. E tem, cara, e é bizarro que os caras estão no futuro lá tão mesmo. Lá é, mano, bagulho... Eu fico vendo esses vídeos dos caras que viajam aí, do mundo de raiz, não sei quem viajante lá, eu fico...

Caralho, mano, é muito... Muito louco. Eu acho uma pena que eu nunca fui pra China também, mas é isso, né? A Ásia é muito grande, né, cara? A Ásia tem... A Rússia é a Ásia também, né? A Rússia tem um pedaço na Ásia. É, eu fui pro lado ocidental da Rússia, né? Quando eu fui pra lá. E foi pra Copa.

Ah, é? Ah, sim. Você viu o jogo na Copa da Rússia? Em Moscou? Moscou. Moscou os guarda levou. Qual que foi a final? França e Croácia. França e Croácia é uma bosta mesmo. Mas você não viu a final da última Copa?

É, eu vi no NotFest. Ah. Sabe o festival do Slipknot? Aham. Eu tava no NotFest e eu tava vendo... É sério? É. A final da Copa do Mundo é no dia do NotFest? Foi no NotFest, é. Pô, mas aí eu vacilo no NotFest também, né? É, pois é. A Copa é há quatro anos, cara. Ainda bem que não foi no... Ainda bem que... Quer dizer, ainda bem não, né? Mas, tipo assim, eu falava, mano, porque eu sabia que ia ter o NotFest, que eu ia muito querer ir.

Sim. E eu falava, mano, e se o Brasil for pra final? O que eu vou fazer? Não, aí não dava. Mas você não ia no NotFest, né? É.

Não ia, mas o Brasil não foi e a gente teve a maior final de Copa de todos os tempos. Exatamente, você não assistiu essa final de Copa? Assisti, tava passando no telão do McTay. Ah, então passou no telão, você assistiu ao vivo lá com eles. Ah, e a galera toda assistindo, deve ter sido maneiro, na real, né? Foi legal, foi legal. É. Porra, essa final foi inacreditável, cara.

Esses dias... O Bapê fez um hat-trick na final da Copa do Mundo e perdeu! E perdeu o jogo, porque o Messi fez dois gols, foi para os pênaltis. Nossa senhora, inacreditável esse jogo. O jogo em que a discussão acabou, né? Entre o Messi e o Cristiano Ronaldo. Eu também acho, cara. Ele decidiu ali, né? Agora eu quero saber. E ele vai jogar de novo esse ano, né? Isso que é doido. Nesse momento seu, um cara que tem experiência em Pachernobyl, fez vídeo no Sense...

transições, variedade de conteúdo, um cara que viveu de criatividade, gravações com a sua mãe, e aí hoje, como que foi esse processo de você se reinventar na música com outro nome, LV Lucas? Como surgiu o LV Lucas? Cara, é... Você pode falar só Lucas, tá? Eu sei que pode ser muito difícil. Livris, cara. Então, eu não sei, quando eu pensei nesse nome, eu falei, mano, não é tão difícil, tá ligado? É só falar Lucas, normal. Só que não rolou assim. Não pegou. A galera fala LV Lucas.

A galera fala todo tipo de... Mas LV Lucas é pior, né? Porque não é isso. Não, é porque é tipo... É LV Cass. Então, exatamente. LV Cass. Porque é o LV... Mas quando você fala a marca de roupa Bulgari, você fala o quê? Bulgari. Exatamente. Exatamente. É o U, só que é o V, né? A Volkswagen não é com o W? É. É, não é.

Que significa carro do povo em alemão. Exatamente. Exatamente. Inclusive o Fusquinha. É que a gente fala o W como o V, né? O Wagen. O Fusquinha foi criado para ser o carro do povo. É. Mas enfim. Vai. LV Kass. É. É.

E, mano, eu não sabia. O meu nome é muito ruim, mano. Tá ligado? Meu nome é muito ruim. Tipo, eu adoro... Eu não tenho nenhum problema com o meu nome. Mas ele é muito ruim pra ser artista. Eu não nasci. Eu nasci pra ser um mero figurante no planeta Terra. E você fazer contornar esse caminho é difícil, mano. E eu tentei falar assim, mano, eu quero encontrar um nome que... Beleza, vai ser meu projeto solo. Então tem que ser um nome meu, né?

E também eu não posso botar Anito. Anito ia ser incrível. Eu vou virar uma outra coisa, porque as pessoas já me conhecem. Então eu não posso sair de Lucas. Só que eu também não posso ser inutilismo, né? Não pode ter o nome artístico, né? Porque isso remete pra um lugar de humor, né? Do canal do YouTube. De graça. Então eu falei, mano, tá. Então eu vou colocar as iniciais do meu nome, que é Lucas Vinícius. Então é o LV, você pode me chamar de LV.

Então você pode me chamar de Lucas. E aí eu tentei juntar todas essas coisas, deixar simples pra pessoa poder falar só é o Lucas, é o Lucas no estilismo? Sim, mas esse aqui ele tá fazendo música. E eu tentei simplificar e... Não sei se deu certo. Mas assim...

E se uma música pudesse te levar mais longe? Tá perto de novas histórias, misturando sonhos, culturas e pessoas na energia da latinidade. Com a Latam, você garante sua viagem completa e chega onde todo mundo vai se encontrar. O Rio de Janeiro, Latam Airlines. Bem-vindo a ir mais alto, é viajar com o ritmo da música. Companhia Aérea Oficial do Todo Mundo no Rio 2026. Não sei se deu certo também, cara.

É, mas é isso, né? Não tem nada melhor. Sabe por que deu certo? Porque eu acho que, primeiro, LVKs é um negócio que não existe. Então é fácil de achar. A gente pesquisa e acha. Só a Alexa que não... Mas a Alexa também é bem burra, né? É, sério? Não dá? Ah, Alexa, toca... Como que você vai falar? É, LVKs. Ah, talvez... Não vou aproveitar.

Não foi possível. Ah, LV Casso aí. Primeiro autografado aí no Flow Games. LV Casso. Toma. Disso aqui que quase ninguém tem, eu imagino. Mano, eu tava vendo ontem, não sei porque, acho que isso é antigo, mas eu tava vendo o teu webbullying. E eu só preciso pontuar que... Cara, quando o Maurício falou do Alok lá, em palco 6...

Tô no palco seis, palco evangélico. Minha nossa senhora. Quase caí pra trás. E o Alok ligou pra ele. Mano, o cara é muito bonzinho, né? Acreditando em tudo. Bom, obrigado de novo aí. Desculpa atrapalhar, mas é que você tava falando... Você não atrapalha nunca, cara. Você tava falando de, porra, você não nasceu pra ser artista. Tu nasceu pra ser um cara qualquer, cara.

É sacanagem. Meu nome é Lucas Vinícius da Silva, mano. Vai se fuder. Eu acho que ele falou no sentido do nome mesmo. Meu nome é tipo nome de NPC. É tipo Steve. Nome de NPC. E aí você com esse nome simples é um dos caras que tem mais relevância no YouTube brasileiro. Com história e hoje em dia tá mostrando aí que Resiliência é teu sobrenome. Deveria ser Lucas Resiliente. Lucas Resilismos.

Resilha, opa aí, Luca, resilhismos, hein? É, então, mas aí foi isso, né? Eu ainda acho que é a melhor solução, assim, porque é só, ó, você que tá em casa, é Lucas, só eu falar Lucas, aí você escreve com o LV aí, porque é isso, né? Meu nome é Lucas Vinícius, e era pra fazer essa alusão ao meu nome e meu segundo nome, meu terceiro nome eu não preciso falar, né? Porque todo mundo tem esse nome no Brasil, que é Silva.

Ah, tá. Então, realmente, não ajuda muito você falar, né? Eu fui naquele... Teve um momento bem breve, acho que foi esse ano, no ano passado, que as pessoas estavam indo naquele site pra ver o quão comum era o sobrenome delas, né? Aham. O seu era quantos? Eu sou o primeiro.

O Silva é o mais usado. Lucas, Vinícius. Lucas já é top 5. Da história do Brasil. Da história do planeta. É Mohamed e Lucas. É quase isso mesmo. Mas é muito bom.

Cara, é... É... E aí, eu só queria antes de a gente falar sobre o seu... Você fez um álbum, um EP, que a gente ia até fazer o programa na data pra casar e a gente não conseguiu fazer. Mas antes de falar disso, eu queria falar dessa experiência de shows que você começou a fazer. Eu queria saber como que você foi.

pra esse lado, que tem outros desafios que a gente não tem na internet, né? Produzir um show, toda parte de produção, backstage do show, é outra complexidade que a gente não tem a expertise, né? Como que foi pra você transferir pra o palco e fazer o show num palco em vez de com edição, né? Tudo que a gente tá acostumado, que a gente faz com calma o produto ali, você tá entregando ao vivo na frente da plateia, é outra coisa.

É um processo bem louco, assim, mas que eu acho muito legal, né? Então, pra mim, acabou sendo um pouco mais... Menos doloroso, vamos dizer, porque também é um mundo novo, né? Mas foi um mundo que eu comecei a desbravar um pouco de antes, né? Com a turnê da playlist de funk. Sim. Eu consegui adquirir muita experiência de... De ao vivo e de como me portar em cima do palco e do que funciona e do que não funciona. Ou de como driblar um problema técnico que acontece pra caralho.

Ao vivo acontece merda pra caralho, tá ligado? Muita coisa que a gente tem que ali ou mascarar ou dar um jeito de driblar, né? Quando não dá pra mascarar ou lidar com isso, né? Explicar pra galera. Galera, deu pau, acabou a luz. Deu merda. Parou de funcionar o baixo. Pra fazer o quê, né? Parou de funcionar não sei o quê. E acontece. Acontece muito.

Então, tá preparado pra fazer essa turnê da Playlist Funk foi uma coisa que me ajudou muito a chegar mais preparado pra entender o que que requer, em termos de estrutura, você fazer um show, né? O quanto custa, o quanto isso... O quanto você converte de pessoas que te seguem pra pessoas que vão sair de casa pra ir te ver, que é uma coisa bem relevante também. Sim. Você tem que levar em consideração. E... Então, tá?

É uma conversão muito mais impactante que a conversão dos vídeos na internet, né? A gente tem que pensar isso. Isso é fazer a pessoa sair da zona de conforto dela para poder ir assistir alguém. E ainda mais quando paga, né? Para você colocar 3 mil pagantes dentro de um lugar, é uma coisa difícil, tá ligado? Muito difícil. É... E... Aí, para mim, esse processo...

de entender a estrutura do show, ele já começa de bem antes, então eu cheguei um pouco mais preparado, né, como eu tava dizendo. Mas ainda assim é um mundo também novo pra mim, né, que eu vou aprendendo conforme eu vou fazendo cada show, né, vou aprendendo o que eu posso melhorar em termos de performance, de entrega, né, eu sou um cara que se entrega muito no palco, assim, porque ali é o lugar que eu mais gosto de estar, então eu sempre tenho muita entrega nas minhas performances, mas tem sido muito legal, cara, é uma coisa que eu tenho mais gostado de fazer, assim. O show, né?

De tudo que você faz na internet e tal, é o que você mais curte, é fazer o show. Eu acho que é o que me deixa mais realizado. Eu gostava tanto da retrospectiva, porque me permitia ser meio Hannah Montana. Pra mim, eu tava...

Eu tava me realizando nesses dois mundos que eu tanto amo, que é o mundo do audiovisual, do entretenimento e o mundo da música, né? Fazendo esses dois universos colidirem ali, trazer uma coisa do meu lado musical pra esse meu lado que as pessoas já conheciam no YouTube, né? E aí, enfim, foi um projeto que acabou quando tinha que acabar. Eu acho que hoje, eu... Quando as pessoas falam, mano, vai voltar? Eu falo, cara, eu não sei. Hoje...

A resposta é não, né? Mas quem sabe... Vai dar 10 anos de... Vai variar da sua força de vontade. Cara, eu sinceramente queria muito que você fizesse, porque eu nunca vi um, eu queria muito ver. Inclusive a Mari, a minha namorada, beija, amor. Ela tá assistindo e ela viu e ela falou que é muito foda. Eu queria muito ter visto. Que legal, que legal. Então, e aí a gente... Cara, é uma coisa que esse lance de eu...

me identificar, deixa eu pensar, ó, 2023, vai fazer... 2023, faz três anos, né? Que eu parei. E ali eu já tava um pouco meio nessas de... Eu comecei a entrar numa brisa de que aquilo ali era um negócio muito show match, sabe? Deu uma parada que tinha um lado um pouco exibicionista demais que eu não tava mais me identificando tanto.

que não tem problema ser, né? Mas é uma questão de, como eu me via no momento, eu falava, putz, eu não sei se eu gosto mais desse lugar, assim, de caramba, o cara toca tudo, caramba. Sabe, eu não me via mais ser nesse. Então você tocou todos e sabe tocar todos.

É, sim, eu me dou muito melhor na guitarra, né? Eu acabei desenvolvendo uma paixão muito grande pela bateria, né? Até me desenvolvi bem, assim, em alguns fundamentos. Sei me virar ali, mas é uma coisa muito mais movida pela paixão do que um cara que parou pra estudar, de fato. Eu sempre fui assim, até na... É, eu ia perguntar isso. Você falou do canto.

Desculpa, que você não teve estudo, né? Depois que você começou a fazer a parte da música, você teve algum estudo em algum instrumento? Em 2022, eu comecei a dar uma olhada pra isso de canto com mais carinho, né? Você acaba tendo noção, porque você é músico, você tá com pessoas que estão cantando o tempo todo, né? Então você tem uma noção de campo harmônico, de escala, do que tá fora do tom, o que não tá. Isso já te ajuda muito, né?

a você saber, pelo menos, se você não tá cometendo uma grande atrocidade. Óbvio que é aptidão pra cantar e controle de respiração e apoio. Você não vai ter isso tudo sem praticar. É, você tem que praticar, mas a noção de tipo assim, mano, caralho, eu tô fazendo um negócio bizonho de feio, isso pelo menos já te ajuda a mais ou menos saber o que você tá fazendo.

Lucas, como que você, um cara que tem essa harmonização de ter a experiência em vários instrumentos ao mesmo tempo, e é um cara que saiu da zona de eu sou um criador de conteúdo, eu tenho as minhas ideias, eu faço do meu jeito, como é que foi pra você conceber a sua banda? Como é que foi que surgiu a sua banda? Como que foi o processo de você escolher os músicos? Porque a gente tem essa coisa de criador de conteúdo, a gente é muito, como é que eu posso dizer, a gente é muito perfeccionista, porque se uma coisa não sai do jeito que a gente quer, a gente não posta.

É, e isso tá um pouco ligado com o lance de eu fazer todos os instrumentos ali, porque eu falei...

Tipo, sabe, acho que aqui é o lugar que eu quero estar no controle de tudo. Então, se você acaba envolvendo mais pessoas, muitas vezes isso pode sair do controle, o que pode ser muito positivo, né? Você ter uma visão criativa de outro lado. Que agrega, né? É, que agrega. Mas, no caso de uma banda, não tem como... Tem que ter uma banda. E... Esse processo foi bem...

Também assim, pra mim é uma coisa que eu não sabia muito bem pra onde que eu tava indo, sabe? Eu lembro que eu tava fazendo o álbum e eu postei nos stories, eu falei, mano, alguém sabe algum baixista? O cara chamou no Instagram, pô, precisa... Tinha o story do Toguro, contrato cinco pessoas pra pensar.

Tocou, uma vez meteu essa no história e achei maravilhoso. Insano, incrível. E aí... Tocou muito bom. Eu, mano, um baixista, um baixista, um baixista, um baixista. Como que acha o baixista? Como que acha o baixista, né? E aí eu sempre produzi as músicas com o mesmo produtor, que é o Marcelo Braga, que é meu grande fiel escudeiro aí nessa minha empreitada musical, fez as retrospectivas comigo também. Maneiro. Era sempre tudo eu e ele. E a gente tava na composição do álbum.

Aí um dia eu olhei pra ele e falei, mano, não quer tocar baixo nessa porra, não? Aí ele falou, mano, acho que eu quero. Aí o Marcelo é meu baixista. Meu produtor é meu baixista. Aí, porra, é perfeito, porque ele é um cara que canta muito bem, então ele me ajuda muito nos vocais de apoio ali, nos backings, ele toca super bem também. E ele conhece as músicas de cabo a rabo melhor do que...

Ninguém, né? Porque eu e ele somos as pessoas que mais ouviram essas músicas, com certeza. Porque a gente ouve, reouve, reouve e grava tudo e faz e tudo. Então a gente tá em todo o processo ali. Desde o nascimento dela, a gente sabe o que ela quer dizer, como ela foi feita. Então a gente tem muito... Fora a sintonia que a gente tem entre um e outro, né? Esse entrosamento é muito importante. E eu quis montar uma banda onde as pessoas pudessem desempenhar...

mais funções assim né pra você ter um uma equipe mais enxuta e de pessoas que conseguissem se virar para pagar eventuais fogos que podem aparecer e que vão aparecer ele durante uma tour ou durante um um show né e aí foi meio que nessa onda do processo assim até e tem a nossa banda tem um dj não dj de scratch que não é não cara que toca músicas ele é um cara que ele toca o toca disco tá ligado não toca disco como se fosse um instrumento né como tem um link em parque como tem bíceps como tem

várias outras bandas aí. E eu sempre achei muito legal isso, né? Eu sou ali criança nos anos 2000, né? Então eu sou muito... Tenho muito esse lado meu de numeto, assim, né? Dessas influências de... Eu ia até perguntar isso. Quais são as influências que você tem nesse meio?

Até pensando, né? Tipo, quando você criou seu canal no YouTube, você deve ter tido referências pra fazer o canal no YouTube, né? A gente sempre tem. E aí no Muda da Música é outra referência, né? É totalmente diferente. E claramente, ouvindo as suas músicas, eu vejo um tonzinho de Linkin Park vindo ali. Tem. Quais são as referências assim?

Toda essa patota do Nu Metal aí Você consegue enxergar um pouco ali Linkin Park, Slipknot, Limbiscuit Deftones, Korn Também, enfim, várias outras bandas Algumas mais do Underground, Seven Dust E fora isso Tem todas as Outras inspirações Que são inspirações de vida Que é, porra, Black Sabbath Green, Green Day

Tem muita coisa ainda Que é minha referência E inspiração que eu ainda quero botar em prática Em trampos futuros Eu quero um dia fazer um álbum mais rock and roll Quero um dia fazer um álbum mais grunge Sou um cara muito fã Do grunge Eu gosto muito de Alice in Chains Gosto muito de Pearl Jam Nirvana pra caralho Eu gosto muito dessa fase Desse momento da música Não é um grande né Rúh

É, o Foo Fighters é um rock, um hard rock. É, porque tem o David Groove, né? Mas não levou o grunge. É grunge, mas acho que o Foo Fighters não dá pra fazer. Não, muito maneiro, mano. E aí, conta um pouquinho como foi esse...

processo aqui, você, em 23 fez o primeiro autoral, a Odisseia. Isso. Que foi isso que o Igor trouxe aqui, não foi? Não. Foi o álbum Humanamente que você lançou em 24. Que tem a Odisseia nesse álbum. Perfeitamente. Então a Odisseia foi o primeiro EP, assim.

E em 26 você lançou, né? Agora no finalzinho do ano, o AMND. E aí você anunciou numa turnê dele, né? Como que foi essa parada aí? Estão empolgados? E vai vir um álbum depois? Cara, a ideia é que a gente...

Eu quero ir pro estúdio esse ano, eu já tô me coçando já pra colocar... Porque eu sou um cara que as coisas pra mim ficam velhas muito rápido, né? Pra mim, eu... Eu lembro que eu sempre, cara, desde quando eu via... Pegava DVD pra ver, assim, tipo, DVD do Metallica, DVD do Pink Floyd, DVD do Iron Maiden. Eu via lá o Metallica tocando umas músicas, tipo, em 2011. Eu falava, mano, os caras tão tocando essa música faz 30 anos, né? Sim. Caraca, é verdade.

É, tipo Rolling Stones, cara. Rolling Stones, cara. Eles estão há 60 anos. Os caras estão definhando e tocando a música de 1970, tá ligado? Tipo, como que os caras não... E aí você vê, né? Quando você começa... Como não morre, né? É muita droga, né? Os caras são resilientes. É, muita droga.

Isso é resiliência. É, esses são os resiliências. O Kit Richards, mano. Pô, esse aí eu não entendo. Meu Deus do céu, mano. Só esquecer de avisar. Sim, a morte não veio buscar. Mas aí você vê, né? Quando você tem a experiência de estar num palco, você fala, pô, é legal pra caralho tocar o teu som. Várias vezes, tá ligado? Sempre é uma experiência diferente, né? Sempre é um público diferente. Sempre tem alguém ali que nunca ouviu.

Então é uma coisa que sempre me moveu isso de pô, Lucas, beleza, você enche o saco das coisas rápido, né? Tá? Mas pra alguém tá sendo a primeira vez. E tem que ser especial pra essa pessoa, tá ligado? E eu acho que é isso que move esses caras, né? Tipo, a pessoa que tá ali no show do Metallica em 2026, ela nunca ouviu, muitas ali nunca ouviram o One pessoalmente. E ela tava esperando a vida toda por esse momento.

Então você tem que fazer por ela, né? E aí eu comecei a entender, olhar mais por esse lado e tudo mais. E... Qual que era a pergunta mesmo, mano? Desculpa.

Como que vai ser essa nova turnê que você vai fazer? Então, essa nova turnê começou agora em fevereiro, né? Dia 27, inclusive depois de amanhã faz um mês certinho, que é o dia que a gente vai tocar em Belo Horizonte. Cara, tem sido bem legal toda a preparação, assim, porque a gente, né, é a nossa segunda turnê, então a gente tá...

Num momento bem mais entrosado, bem mais maduro, né? Pra mim, eu tinha um grande frio na barriga, assim, né? Porque, porra, você... É uma coisa você fazer uma turna aí fazendo releituras de músicas, né? Você tem ali um apoio, você tem ali uma segurança de que você tá num lugar confortável.

E aí você migrar pra esse lugar autoral, é mais uma vez, você virar uma página do zero ali e, tipo, se desafiar, né? E isso me trouxe bastante nervosismo na época. Hoje eu já tô um pouco mais tranquilo a respeito disso. Já tô sentindo que a gente, eu encontro cada vez mais, assim, um caminho de maturidade como compositor, né? Porque também é uma coisa, mano, muito difícil, né? Você criar uma música.

Você tem que se preocupar com várias coisas, com se vai soar bobo, com se isso tá querendo dizer alguma coisa, se isso tá indo pra algum lugar, se isso não tá genérico. Mas também tem um outro lado, né? Tá genérico? Mas se não tá genérico, tá sem sentido? Porque o cara fala assim, mano, eu não quero ser genérico. Então eu vou ser a coisa mais louca do mundo. E aí o negócio fica sem pé nem cabeça, assim, fica uma coisa gratuita. Então você saber equilibrar essas coisas, né? E você lidar também com...

com o público é desafiador porque o público da música não me conhece muita gente não me conhece, eu sou um estranho e pra não dizer que eu sou um estranho muitas vezes eu posso ser pior que um estranho eu sou um youtuber

Eu ia falar isso, cara Esse estigma pega, eu imagino Nesse meio ainda Que eu acho que pessoas do meio De rock, underground Do meio da música geral Olham e falam, opa, esse estranho aqui Não é bem-vindo esse youtuber Que o youtuber é foda, cara Super entendo isso, né Eu falo assim, pô, se eu tivesse do lado de lá também Talvez eu torcesse um pouco o nariz, né

Você pode falar, eu também não gosto dos youtubers. Eu tô com vocês. Lucas, você falou que é um cara que tá o tempo todo preocupado em reinventar. Algumas coisas estão ficando velhas, eu quero fazer algo novo logo. Eu acho que essa sua sensação tem muito com justamente o fato de você ser youtuber. Porque o YouTube, a internet é uma coisa volátil. Então, uma coisa que você fez hoje, um vídeo que você fez hoje, semana que vem já...

Você tem que pensar em uma coisa nova. Então essa sua ânsia de criar te prova o que você falou aqui ser completamente o contrário. Você, de longe, você não é um coadjuvante. Uma pessoa que tem a capacidade de criação desse tipo de preocupação não tem como ser coadjuvante, não tem como ser uma pessoa irrelevante.

Esse tipo de coisa é o que faz diferenciar hoje em dia. A gente não tem hoje em dia. Hoje em dia as pessoas dependem muito de inteligência artificial pra poder ter isso que você tem naturalmente, sabe? Hoje em dia as pessoas dependem de chat GPT, de cloud, pra poder formar roteiro e ter ideia. E essa sua vontade é graças à experiência que você tem no YouTube. Só que eu quero te dizer uma coisa. Você não acha que no meio que você tá, com a importância que você tem na sua música...

A sua música não tende a ser uma coisa atemporal? Porque a gente sabe que o rock, por exemplo, eu sou um cara que gosta de rock, eu sei que o rock que a gente tem hoje em dia é atemporal. Hoje em dia a gente vive do passado, né? E o público brasileiro, principalmente, tem uma dificuldade em assimilar bandas de rock.

Justamente porque a parte comercial de rock, a parte midiática, voltada para rock, é um pouco mais difícil no Brasil. E eu acho que a sua banda, a sua música, ela vai se tornar atemporal e vai afetar isso que você falou, né? Algumas pessoas vão escutar pela primeira vez, então tende ao teu processo de criação, as coisas que você coloca no nosso plano presente vão ser atemporal, vão ficar aí, né? Muito mais forte do que um vídeo no YouTube. Ah, sim.

E o que eu quero perguntar com isso? Você acha que o mercado de música hoje em dia, pelo nicho que você escolheu, você sente uma dificuldade em, vamos dizer assim, em emplacar e acertar o público, alvo que seria o público que gosta de rock hoje em dia, tem sido mais difícil do que antigamente?

Cara, eu acho que existem alguns fatores aí que levam pro lado que me deixa otimista e alguns outros que eu acho que acabam criando barreiras, né? Eu acho que o público no Brasil, o Brasil tem, sim, uma grande demanda de rock.

não dá, não, talvez não seja talvez não, não é o gênero principal, não é o que vai mais movimentar, mas eu tô 100% ok com isso eu acho que nem precisa ser, sabe porque é um realmente, algumas coisas ali não são pra todo mundo e tá tudo bem, sabe, mas a gente tem demanda a gente tem o sistema Fadal, vem aqui e faz duas datas de aliens, isso não pode ser ignorado, né, isso não tem como você olhar pra isso e falar, o Rock morreu, mas existe uma resistência Ressinha

por parte do público que consome rock, de você torcer o nariz pra muita coisa que é nova, já sem dar uma chance pra aquilo, né? E isso se deve a alguns fatores na minha visão, né? Que, tipo, eu acho que surgiram muitas coisas brasileiras de rock que são ruins, de fato. Eu acho que a gente... Tem muita coisa boa que não é vista, e tem muita coisa ruim que é vista e que acaba gerando essa...

essa resistência, né, e eu me posiciono aqui como artista não falando que minha música é muito boa e as pessoas só não gostam porque não ouviram, não, eu acho que ela é 100% passível de críticas e eu tô 100% trabalhando pra melhorar, me vejo longe do ideal ainda como compositor, né, mas eu acho que é muito importante esse movimento de você tá colocando o seu trabalho na pista, né, independente de ele tá perfeito ou não, até porque senão eu não faria música nunca, mas é... ... ...

Eu olho pra isso com otimismo, porque tem muita gente fazendo um trabalho muito legal, né? Bandas do underground, que eu sou muito fã aqui no Brasil, né? Bandas que cantam em português, tem a Odeon, que é do Marcelo, que é meu baixista, que, pô, ele...

ele é um cara muito, que sabe muito o que tá fazendo, né, e tem um trabalho muito legal ali, tem a Bullet Bane também, que já é uma banda mais das antigas, que também é um hardcore que, porra, eu acho fodas, e uma música de mensagem, tem várias bandas surgindo, a Bad Love, tem a Exit, que é de grandes amigos meus, que também, e eles já fazem um negócio que é, eles cantam em inglês, né, mas que o negócio tá também, viram lá fora.

Então a gente tem muita coisa boa aqui, né? Podia ficar citando por vários e vários minutos aí. Mas... Eu... Cara, eu enxergo as coisas com mais otimismo, acho, do que pessimismo. Porque eu acho que hoje o...

O rock no Brasil vive uma fase interessante, né? A gente tem muita gente legal vindo pra cá fazer shows, né? Pode parecer a impressão minha, mas parece que tá tendo muito show de rock no Brasil. Pô, veio todo mundo pra cá. Veio o Linkin Park, veio o System of a Down, veio o Limbiscuit, vai vir o Korn, vai vir o Iron Maiden, tá ligado? Tem o Turnstyle, Deftones.

É, deve estar agora no Lola, né? Tipo, tudo bem recente, tá ligado? Tudo, tipo, de agora. E você vê que existe uma...

uma energia que envolve, eu sou um pouco romântico, quando eu vou falar de metal e de rock, porque é o meu lugar de felicidade, então eu tendo a dar essa pincelada um pouco mais romantizada, mas eu acho que tem uma coisa muito única ali, uma coisa muito... e tem no Brasil, tem aqui no Brasil.

Tanto da velha guarda quanto o ICDC que veio aí agora e fez três datas aqui em Morumbi. Lotado, lotado, lotado. Inclusive eu tava vendo o vídeo do ICDC na Argentina, que foi, acho que segunda-feira, o show.

E cara, me dói falar isso, mano. Mas, infelizmente, a gente está um pouco atrás dos argentinos em questão de público. Não é possível. Em relação de audiência para a música? Não, de energia, mano. Ah, que energia. De energia da galera do... Não é possível, eu achei que a gente já era muito foda nisso. Cara, não, a gente é... Mas, aí eu não sei, né? Tipo, a gente é muito foda, a gente tem vários momentos muito...

bons, assim, que eu me orgulho, mas eu tenho olhado pra pra Argentina, assim, com uma certa inveja de alguma coisa, tá ligado? Tipo, quando eles ganharam a Copa do Mundo, cara, os caras quase destruíram o país, mano.

Eu acho que eles estão certos. Não, óbvio que sim. Mas eu falava, mano, caralho, isso era pra ser a gente, mano. Tipo assim, a gente, o brasileiro era pra ser os doidão, tá ligado? O Messi era pra ser o Neymar. É, mano. Não é? Tipo, porra, eu fui pra Buenos Aires em 2023, né, um ano depois, e cara, tipo assim...

prédio com o Dibo Martínez gigante, essa pintada ali, fazendo aquela defesa. E aí eu, enfim, eu entrei em outro assunto aí, porque, cara, a América do Sul tem muito país muito foda, assim, de energia, tá ligado? Eu acho que... Pode ser uma análise equivocada minha, mas eu acho que o público brasileiro, em algum momento, se perdeu um pouco nesse lance de ser mais uma galera que assiste, e eu atribuo isso um pouco ao lance do celular, do que uma galera que vive o show, tá ligado? E aí

Ah, entendi. É, o costume... Acho que o hábito de ir ao show também é muito geracional, né? Acredito que essa geração aí, ela tá... É, é... Acho que o advento da pandemia também impactou isso. As pessoas ficaram um bom tempo com medo e receio de sair. E isso aí impactou também na questão de eventos presenciais. Mas acho que tem mais a ver com a geração.

Deixa eu puxar os live picks Aqui que a gente tem alguns E infelizmente Lucas O papo tá muito bom, eu queria ficar por horas Porque a gente tem que falar de games ainda muito Mas eu tenho que sair umas 8 e 10 por aí E aí a gente vai puxando pro final e a gente fala de games ainda Mas antes A gente tem que falar com os live picks Aqui o Wellington Faiola mandou aqui E aí

Vai tocar aqui, ó. Wellington Faiola mandou 40 reais. Faiola. Boa noite, pessoal. Lucas conheceu Fever 333 por VC. Fever 333. Muito boa essa banda. Tem alguma outra ou outras nesse estilo pra me recomendar? Muito obrigado. Um abraço. O que é essa banda aí? Essa banda é...

sensacional mano, essa banda é uma banda relativamente nova e eu conheci, eu já conhecia eu escutava a música deles, mas eu vi eles abrindo pro Bring the Horizon 2019 em São Paulo, e mano é um dos shows mais enérgicos que você vai ver assim, o frontman deles é um piroca do caralho

É o Jason Butler, o cara é um Mano, um lelé, assim Eu vi aquele show e mano, tipo, eu conhecia poucas Músicas da banda e sabe, mano, você ir num show que você não Conhece legal e você fica hipnotizado É uma coisa muito... Recomenda pra galera aí, aproveitando esse live pizza aí Tipo assim, bandas que A galera provavelmente não conhece, mas você que é um Cara que vive da música, conhece, bandas relativamente Novas de rock, vou deixar o Viver 333 aí pra galera que não conhece Boa, Viver, boa E uma banda que segue mais ou menos a Esse piroca aí, ó, esse malucão R hélas, hélas, hélas, hélas

E vou deixar uma outra banda que é um... Ela nasceu do Fever, que chama House of Protection.

Dá uma olhada aí no Spotify, porque, mano, é uma sonzeira sinistra mesmo. E isso aí é muito foda, mano. Muito foda mesmo. Depois, joga um ao vivo aí desses caras que você vai falar, mano, eu preciso ir no show deles. Eu troco mensagem com ele no Instagram, né, com o vocalista. E eu falo, mano, você tem que vir pro Brasil. Faz acontecer. Muito maneiro. Um dia, se Deus que não, nós vamos tocar junto. Vai, com certeza. Quero ver isso aí.

Eles são de onde? Eles são dos Estados Unidos mesmo. Dos Estados Unidos mesmo, tá.

Ó, o Vini mandou aqui. Vini mandou 20 reais. Vini mandou? Lucas, acha que BMTH é a banda de metal mais inovadora desses tempos. E o fato de eles misturarem games e fazerem um arga é incrível. Te vejo no circo voador. E claro, vai Corinthians. Tem que ter, né? É... É nóis, Vini. Obrigado pela mensagem. Cara, Bring Me The Horizon com certeza, acho que da geração atual, assim, é a banda que meio que...

setou as regras do que seria o metal dali pra frente, né? Trazendo inovação, trazendo mescla de estilos, trazendo, mano, ideias muito legais e mano, dando uma revida mesmo pro gênero, né? Porque alguém tem que seguir esse caminho aí e levar esse bastão adiante. É importante. Inclusive... Qual que é essa parada aí do Argue? Eles fizeram a música do Death Stranding, acho. Ah, é? É. Qual?

Ah, é? Bring Me Horizon tem Death Stranding, pô. Platinum Death Stranding tem Death Stranding, verdade. E qual que é essa parada do ARG que eles fizeram? Você tá ligado nisso? O ARG é aqueles joguinhos na vida real. Que tipo assim, ah, eles deixam uns easter eggs. Não sei se no caso deles é na música, né? Mas nos games tem muito isso.

capturar coisa na vida real é tipo assim, imagina a sombra no Overwatch, quando vocês foram lançar ela, antes de anunciar ela, apareceu um QR Code num mapa do Overwatch, a galera escaneou dava num site que tinha um login que a galera hackeou e descobriu, aí achava a sombra isso é um arg, é um enigma que a empresa faz pra comunidade reagir eu não sabia que o tá bom

Bring Me The Horizon fez alguma coisa assim. Eu também não tenho essa informação muito a fundo, não. Mas foda. Mas é, eles estão muito ligados a games. Assim como o Avengers Sevenfold, né? Que é uma banda que ficou muito atrelada ao Call of Duty por muitos anos, né? Eles eram meio que a banda oficial, assim, do Call of Duty. Fizeram música pros zombies, fizeram música pro... É, o Avengers, eu tô ligado. O Bring Me, eu não sabia, não.

Eu não tava ligado do Death Stranding. Cara, é muito foda, assim. Eu acho que é o Ludens, se eu não me engano. É Ludens, né? É, né?

É isso aí mesmo. É isso aí mesmo. Porra, foda. Muito bom. Ó. Musicão da porra. Pauline Creikei mandou aqui. Pauline Pinho? Pauline Creikei mandou 20 reais. Boa noite, não banca, Lucas. Cadê o selão que não tá aí com você? Poderia falar pra minha querida namorada, Carol, que eu amo ela? Muito obrigado por você e o selão estarem comigo no meu fone toda quarta.

O cara... É, cara, o Paulinho Crecre te ama, viu? Ah, é ele? Eu achei que você tinha que falar, eu amo você. Não, ele vai falar, amo, para a namorada dele? É, eu achei estranho também. Não, não faria isso. Mas ele falou aqui...

O Celão, você tá falando do Marcelo, né? Porque eu tenho alguns Marcelos. É, o Marcelo é pai, mano. Eu tenho um podcast de áudio, né? Que eu faço eu e mais um amigo meu. E aí com o meu amigo que é pai e tal. E aí ele tá nas atividades de pai dele lá. É o jogo mais difícil do mundo, mano. É, é. É verdade. É o último nível aí. O último nível do RPG. É insano. Modo insano.

Eu ainda tô longe desse nível aí por um tempinho. É, eu pretendo também ficar um tempinho, mano. É, é muito hardcore pra mim ainda. E aí não tem volta, né? Não dá pra... Não tem volta. Alguns pais tem, né? Alguns vão pra Colômbia, alguns vão comprar cigarro. Ah, mas aí é os que game over no jogo, né? Porque o cara não conseguiu simplesmente. O cara simplesmente abre outro save como se nada. É, como se nada tivesse acontecido. É incrível. Ó, o Soares mandou aqui.

Soares mandou 20 reais. Qual estilo musical o Lucas acha mais desafiador dar essa roupagem de rock? Tipo um pagode, axé por exemplo.

Pagode Cara, pior que eu acho o Axé metal pra caralho Ah, é? Pra mim o Axé é muito metal O Axé? Porra, Ivete Sangalo Ivete? Vai buscar dali, lá Não, não, não, não Cara, o Dave ia gostar de ver isso O Dave é fã da Ivete Eu já consigo O Dave é chicleteiro Mas cara, como que você não é fã da Ivete Sangalo? Banana com chiclete Como que você não é fã da Ivete Sangalo? Ela é uma das maiores seres humanos que já pisou no Brasil Tem gente que não gosta dela, né? Não

Só a Cláudia Leite. É, a Cláudia Leite não gosta mesmo. Ela cantando Bola do Sabão lá. Só a Cláudia Leite. Mas enfim, ó. E o Mikali também não gosta. O Solarzinho mandou um superchat aqui e falou Salve, Lucas. Toquei todas as suas...

Todas. Suas músicas no Clone Hero. Ah, que legal. E os dois mil em uma música também. É só música bala. Aliás, depois de amanhã, vejo você aqui em BH. Olha aí, ó. Bora tacar o terror naquele Mr. Rock.

Mr. Rock aí, daqui dois dias tamo lá em Belo Horizonte, você que é de BH aí, ou região, cola lá que vai ser muito foda, é um show inédito. Muito maneiro. Quanto que você vai fazer o próximo em São Paulo mesmo? Em São Paulo a gente ainda não tem data. Mas tamo negociando aí pra lugares próximos a São Paulo. Talvez valha. Mas aí, ó.

Depois de amanhã, hein? Mr. Rock, aí, ó. Depois de amanhã. Ainda tem ingresso pra comprar quem quiser aí, ó. Ainda estamos nos últimos ingressos, ó. Vale lembrar que amanhã vai virar o lote. Amanhã, depois da manhã vai virar o lote. Solta aí no chat, Maldi. O link pra galera comprar o ingresso. Então tá mais barato agora e vai ficar mais caro. Exatamente. É, isso é negócio. Aproveita aí.

Largo o cartão de crédito do pai lá. O Pai e o Pix, o cartão. E vem ser feliz com a gente. O Café do Kakashi mandou aqui. O Café do Kakashi. O Café do Kakashi. E falou salve lindezus. Até que enfim, deu certo de fazer um programa com essa lenda. Pergunta pro Lucas, qual é o melhor Guitar Hero pra ele? E por que é o 3? Ele falou aqui, não tem como. Não tem nem discussão. Mas assim, ó. Calma aí. Se você pegar o Guitar Hero.

Junta com o DJ Hero. E o Rock Band. Todo Rock Band. Qual que é o melhor? DJ Hero, irmão. Eu não sei. Não dá. Eu só queria botar outros jogos além do Guitar Hero e o Rock Band. Sei lá, bota o Alpha Protocol. Tem o Rock Smith também. Rock Smith é legal, mas já é uma outra proposta, né? É, não. É outra coisa. É... Ressinha.

Mano, pode colocar quantos rock bands você quiser, todos os Guitar Hero, o Guitar Hero 3 ainda é o melhor, mas por... E o DJ Hero. Tem um Slash, cara, no jogo. Cara, o Guitar Hero 3 é o melhor jogo da história, não só do Guitar Hero. Ele é muito bom. É muito bom, cara.

toda a vibe dele é muito boa, né? os jogadores do Guitar Hero estão fazendo outro jogo, né? então, mas é esse que é o lance pra mim o Guitar Hero 3, ele é perfeito não é porque, caramba, você pode jogar as músicas, óbvio que tem essa parte que é legal, mas ele junta isso, esse universo da música e de você

sendo apresentado ali, no meu caso, eu comecei a jogar, o Guitar Hero eu jogava em 2000 e pouquinho, acho que o Guitar Hero 3 é 2006, 2007, eu era uma criança, então eu tava, mano, sendo inserido ali na teta da maldade do rock'n'roll, né? Dá até uma nostalgia, não dá não? Porra!

E além de você estar conhecendo músicas muito legais, você está jogando um jogo mesmo, tá ligado? Você está passando de fase, você tem chefão. E não é fácil. Seu primeiro chefão é o Tom Morello. Exatamente. Depois você tem o Slash. O Slash. E no final você tem que derrotar o Diabo. Tem a morte, tem o Diabo. Porque é o Guitar Hero, né? O Diabo é o Guitar Hero. Cara, tipo assim, a premissa do jogo é você assinou um contrato com o Diabo para a sua banda fazer sucesso, tá ligado? É incrível, pô.

Cara, eu conheci muita música no Guitar Hero. Nossa, eu muito também. E os outros que vieram, né? Rock Band também. Eu lembro até hoje que eu conheci a banda do Jack Black por causa do Guitar Hero. É, The Metal. Eu não lembro se foi no 3. O The Metal era o 3. É isso, The Metal. Exato. Conheci a banda dele por isso. Eu não tinha visto os filmes, tá ligado? Eu não lembro se já tinha o filme The Pick of Destiny. Mas eu conheci e virei...

Isso é True The Foreign Frames. É. Que é muito insana. É muito foda essa música. E eu virei grande fã do Jack Black e o Tenacious D, cara. Filmar só, ó. Pra você que nunca viu ainda, veja, Tenacious D é muito bom.

É muito bom. Jack Black é um cara fenomenal. Quando ele jogava isso aí, eu olhava pra parede depois. O mundo. O mundo mexendo. Você já viu um show do Tenacious D? Eles vieram no Rock in Rio. Cara, não viu Tenacious D. Eles vieram quando eles tocaram com o Junior Groovador. Isso, eu vi esse show. Eu vi. Foi um insano, cara. Não lembro por que eu não vi. É o Groovador. Subiu no palco. E o Jack Black, Groovador. Groovador!

Muito foda. Muito doido. O Jack Black é muito legal mesmo. O novo projeto da galera que fez o Guitar Hero é que eles querem usar o mesmo sistema que no Fortnite do Roblox. É retroalimentado pela comunidade. Eles querem tornar um jogo que seja infinito. Eu acho legal essa ideia do jogo infinito, mas eu acho que também eles têm que olhar pro jogo, olha eu aqui dando pitaco, mas como videogame, tá ligado? Eu acho que o Guitar Hero, o que ele faz... Ele é muito divertido, mano.

é um... Essa é a diferença do Clone Hero, que é muito legal você poder tocar as músicas. Mas eu quero a parte do jogo. Ele não é um simulador, né? Eu quero a parte onde eu passo de fase, onde eu zero, onde eu tenho um chefão, onde eu tenho algum lugar pra ir, tá ligado? Fazer essa mescla, assim. Eu acho... Isso, pra mim, era o que fazia o Guitar Hero ser muito especial, assim.

Cara, em 9 de nove de 2009, os Beatles lançaram o compilado, né, das músicas deles, remasterizadas. Eles fizeram um rock bem de Beatles. Rock bem de Beatles, eu joguei muito. No mesmo dia, muito bom esse rock. É por isso que o pessoal fala que Beatles é do demônio, né? 9 de nove de 2009, a gente vira de cabeça pra baixo, vira 66. E eu achei suzexido esse número mesmo, mas não é do demônio, não. Tem muita outra banda que é mais do demônio, né?

Ó, e Fenicão, eu sei que você vai puxar agora de games E eu quero lançar aqui Pra lançar pra você depois, mas Lucas Você participou do CBLOL? Ah, é Ah, sim, mano, nossa, isso aí foi uma loucura, mano Porque, né, as pessoas Mas participou como? Eu toquei, na abertura Ah, tá E ele joga LOL, né? Não, ele fala Você não é pro player

Ah, eu deixo pra galera que imagina um pouco mais do que eu. É um cara que é lolzeiro, tocando num torneio que é muito conhecido. Pra mim, isso foi muito louco, porque veja bem, né, a minha carreira na internet, ela começa diretamente ligada ao League of Legends. Que é eu pentelhando meu amigo jogando lol, né. E aí, 10 anos depois, 10 anos, 11, sei lá, enfim, foi, mas mais de 10 anos depois,

Eu sou o cara que toca na cerimônia de abertura do último CBLOL. Olha que foda. O que seria o último CBLOL ali, né? Acho que agora voltou, né? É porque encerrou, agora voltou, é.

Mas era pra ser o último CBLOL. E os caras botaram o eu pra tocar, mano. Virou LTA. Lá na gringa, quem tava fazendo isso era o Linkin Park. Aí, olha isso, Penicão. Imagina só a cabeça do cara, mano. Imagina como eu não tava com a cabeça completamente moída. Pô, isso é muito foda, pô. E é um cara que gosta legitimamente do jogo. Foi esse CBLOL? Foi em BH. Em BH, pode crer, eu lembro disso. E aí a ideia era fazer todas as outras edições e juntar elas em uma música só e fazer a minha releitura, né?

Aí eu fiz toda a parte instrumental, compôs a bateria, guitarra, baixo e tal. E...

E aí eu me apresentei aí com essa música e a banda de apoio era a X, que é uma banda que eu citei aqui ainda há pouco, que é um moleque muito foda.

Mas o que você tocou nessa apresentação? Eu toquei, tipo, todas as outras aberturas do CBLOL. Ah. Eu rearranjei elas e fiz um medleyzão. Entendi. Junto com uma música própria. Olha que superprodução. Muito maneiro, cara. Nossa, esse dia eu me caguei inteiro. Essas... Imagina, né, mano? Pelo amor de Deus. Não, o bagulho é tudo ao vivo, tudo coreografado, mano. Todo mundo fazendo o seu papel, tá ligado? O Echo indo lá e fazendo a ult do Echo. Todo mundo. Falei, mano, eu...

Vou estragar tudo. Eu vou ser o cara que vai estragar o dia de todo mundo aqui. E para você, deve ter muito doido, né? Porque você joga o jogo muito. É o jogo que você mais jogou na vida? Provavelmente, pelo tempo que eu jogo ele. Eu tenho 5.500 horas de Dota, mas eu larguei. Mas é o mais jogo aí na vida. Imagina você ainda apresentar um bagulho do Dota. Então, eu ia falar isso, cara. Quando você joga muito em um jogo deles...

Por mais que você... Eu sei que você odeia uma parte do jogo, porque quando a gente joga tanto, a gente odeia um pouco. Não tenho nada contra o jogo. É contra as pessoas que jogam o jogo. Eu tenho contra o ser humano, né? E o ser humano é o grande problema do planeta. É, mas como que é a pressão, né? De apresentar um torneio oficial, cara? Isso passou por aprovação da Riot e tudo? Que dodeiro é isso? Cada passo que a gente deu aí foi coreografado no dia anterior.

Que doido. Mano, quando eu tava... Porque eu tava... Eu tenho o retorno lá no fone, né? E aí eu tava ali atrás do palco. Entrada Lucas. Cinco. Quatro. Eu vou desmaiar. Eu vou desmaiar. Eu vou desmaiar. Eu vou desmaiar. Eu vou desmaiar. E aí eu tive que entrar e fazer. Que horror, cara. Parece que meu cérebro desligou na hora, assim. E eu... Mano. Nossa, sério. Só de lembrar, não é muito tempo. Sai correndo. Mas muito foda, cara. Muito foda. E deu tudo certo no final. Deu certo.

É, boa. Foda demais, cara. Ó, é... Puxar o superchat aqui do Toca do Elfo, ele mandou... Boa noite, bancada ilustre. Lucas, já pensou em fazer algo similar às retrospectivas, só que em games? Fazer tipo um rock misturando o tema de games, tipo Zelda, Final Fantasy, muito...

interessante essa pergunta, cara. Cara, já pensei sim. Eu penso em fazer... Eu sou muito apegado a musicais da Disney, né? Eu... Não tenho a ver com games, mas eu também já pensei em fazer. E acho que super dá pra fazer. Eu sou muito... Eu sou um cara que presta muita atenção em trilha sonora de jogos. Eu vou citar uma trilha sonora que eu gosto muito aqui e que eu... Mano...

Eu sou capaz de dar um mortal aqui, se vocês acertarem qual jogo eu vou falar. Porque eu tenho certeza que vocês não vão acertar. Melhor trilha sonora pra você? Não, não é melhor, mas é uma que eu falo, mano, caralho, o bagulho é muito sinistro. Tô dando uma dica. Sinistro? Bagulhos sinistros? Que medo! É Dead Space? Não é Dead Space. Silent Hill. Não é Silent Hill. Foge do óbvio completamente. Fala assim, mano, esse jogo aqui não tem nada a ver.

É Outlast. Não, essa ainda tá bem óbvia. É... Eu não faço ideia. Não, o Estádio Valley tem uma... O que a gente falou sobre o Beatles? Soundtrack muito boa. O que a gente falou sobre o Beatles? Que é o Demônio. É a melhor... Ah, ah, Demônio.

Demônio. É, parece que... Cuphead. Cuphead? Não, não. Ele falou que, tipo assim, não era pra ser, mas parece que tem um relacionamento ao demônio. Então provavelmente é algum jogo que não tem nada a ver com isso. Não, não. Tem a ver. Tem bastante a ver. Tem a ver com o demônio? Tem bastante a ver. Luigi's Mansion. Diablo. Não. Opa.

Ele falou não, que parecia que a Blizzard tá por perto. Cara, Perfobasile. Dante's Inferno, mano. Dante's Inferno. Mas Dante's Inferno é metalzão brabo também, né? Gostoso. Mano, é Dante's Inferno, Doom. Vocês já prestaram atenção na trilha sonora do Doom? Porra, Doom é metalzão. O Doom é gente.

Tem um negócio muito curioso, né? Que o cara que fez a trilha sonora do Doom, de todos os Dooms, quase, ele saiu, né? Da Bethesda, brigou com a Bethesda por causa de direitos das músicas e tal. E ele é lendário, cara. Ele é um desses grandes compositores e é um metal muito bem inserido. A gente já usou o Doom de referência pra várias coisas. Ah, é? O Doom é muito foda. Muito bom.

É, o último Doom que saiu agora foi o primeiro Doom sem esse cara, cara. Dark Age, né? É, que é muito bom. Cara, a trilha sonora do Dance Inferno, ela é aterrorizante. Cara, você já ouviu a trilha sonora de Clare Obscura Expedition 33? Não, mas eu tô... O meu amigo me recomendou esse jogo esses dias. Meu amigo, você gosta de jogo de turno?

Tipo assim, Final Fantasy, jogo que você tem um protagonista e cada um espera um momento pra você lançar um ataque. Ah, é. Não é o meu tipo de jogo principal. Eu também não gostava. Por exemplo, eu sou um cara que eu sou apaixonado por, por exemplo, jogos de sobrevivência e... Souls-like, por exemplo. Gosto de FIFA, pai. Então, o Clare Obscure... O jogo favorito é FIFA. O Clare Obscure consegue romper essa bolha porque ele é mais confortável, tá vendo? Ele é bem mais dinâmico.

Se você não souber montar porra nenhuma de build, você consegue esquipar, você consegue dar parry. Entendeu? A história é foda. Cara, ele é um JRPG simplificado. Simplificado. Pra ocidente. E a história dele é excepcional. E a trilha dele é realmente uma trilha sonora. É verdade, tem a lua. A mina chama a lua? Lune? Não, não. Lune? Não é? Não, é isso. É a Lune. Tem a Lune, que é a maga. Essa daí que tá voando agora.

Cara, esse tipo de jogo, Lucas, quando você entrar numa batalha e começa a subir a trilha sonora, você não joga porque... É, é muito bom, fica pelado. É, é muito bom, fica pelado. Eu tiro a roupa por qualquer coisa. Pode tirar a roupa por qualquer coisa. Eu falo, o que é isso? Que trilha sonora é essa? É bizarro esse jogo. Qualquer coisa, é. Vale a pena. Joga pra você ouvir a trilha sonora, é muito boa, cara. É muito bom. A maioria das coisas.

O rockzão bom. É, qualquer coisa demais, né? Tem coisas que a gente prefere não vir aqui a pelado, né? É. Né?

Tem uma... Na parte do... Na época que eu jogava muito Call of Duty, que acho que ia... Falando da franquia, acho que foi a segunda coisa que eu mais joguei na vida. Ah, é? O COD? É. Entendi. É, pelo menos até... E deles, qual que você mais gostava? M122? Pra mim, sem dúvidas, Black Ops 1.

Black Ops 1. Porra, Black Ops 1. É Black Ops 1 e MW2 na sequência, assim. Mas você é mais do multiplayer, né? Dele, mas você jogava as campanhas também? Jogava as campanhas pra caralho. Eram boas, né? Muito. Do Black Ops era muito foda. Era referência, né? O Cod tinha referência como boas de campanha. O do Black Ops é o The Number, Jensen.

O que eles significam? É, exatamente. O número. O cara sentado lá. E aí, mano, tem os Zombies. E nos Zombies... Os Zombies é muito maneiro. Tinha um easter egg na Kino der Totem, que é o melhor mapa pra mim, que é o do teatro lá.

E você ia atrás de três pedras que estavam espalhadas pelo mapa, e quando você ativava as três pedras, começava a tocar uma música que é o metal do caralho, que é, mano, uma música que chama 115, de uma artista que chama Helena Sigman, que eu sei lá quem é. Mas eu, mano, lembro que eu ia lá, ligava as pedras e...

Então, nessa vibe, já jogou Killing Floor? Não, mas tô ligado. Joga Killing Floor, porque ele é um jogo sobre hordas de zumbi, você vai matando sem parar, não joga o último, tá? O último é bem ruim. Joga os outros. Os dois outros, qualquer um dos dois. Mas vai vindo zumbi e tem uma playlist de metal, tocando no fundo, não é uma banda. São algumas bandas e músicas que existem de metal. E toca, cara, é uma... Tá bom.

É uma pauleira. Enquanto você tá, né, nesse frisnesi de vem zumbi. Então, esse é o último, né, Takeshi? Esse é o Black Ops 46? Não, então esse é o Killing Floor último. Ah, é o Killing Floor? Caralho, ele parece a Game of Thrones. Não, é, é o Killing Floor, é. Esse é o 2, Takeshi? O Killing Floor é de zumbi?

É o 2? É o 2, né? Esse é o 2. O Clean Floor é de zumbi. O 1 é um jogo meio indie. O segundo já tem um negócio melhor. Esse 2, ele é bem bom, mas eu joguei mais um. Mas enfim, aí você tem a Wave. Não, não, não. De Waves em equipe. Ele é tipo os zombies, só que a base do jogo é os zombies, entendeu? Tipo os zombies, só que o jogo inteiro é assim. Porque ele lembra bastante os zombies do COD, né?

Eu acho que o COD, na verdade, ele veio depois do Killing Floor 1. Eu acho que o COD se baseou pra criar o modo Zombies, inclusive. O primeiro Zombies do COD foi no World at War. No World at War. É, foi do... Eu lembro que eu tava na escola e o meu amigo chegou pra mim e falou assim, Mano, mano, você jogou o Call of Duty, mano. Depois que você...

Acaba o jogo, você vai matar os zumbis nazistas Eu falei Como assim? E era uma época que zumbi tava na moda Eu sempre gostei muito de coisa de terror De zumbi pra caralho Jogou Left 4 Dead? Left 4 Dead, já não joguei tanto Tem um jogo que eu quero te recomendar de música Chama-se Metal Hellsinger

Ele é basicamente Sobre a música É tipo um boomer shooter No estilo Doom Só que tudo que acontece É baseado na música É um rockzão E tem uma trilha sonora Própria pro jogo É muito foda E conforme você acerta O gameplay No ritmo da música Você vai fazendo Coisas mais fodas Tipo Baby Driver Aí ó Ele é um boomer shooter E aí tu Tá vendo ali ó Tem tipo um guitar hero No meio da mira Tá vendo?

Quando tu acerta, e aí a música, ela vai ficando mais intensa, que começa com vocalista, e aí entra um baixo. É muito foda, cara. Daqui a pouco, eu jogo... Aí a bateria entra, e quando você tá com o combo perfeito, a banda toca completa. E é muito insano, cara. Conforme você vai acertando o ritmo, a banda vai ficando... Muito bom. Isso aí vale muito a pena jogar, cara. Tem o Brutal Legend também, do Jack Black. O Brutal Legend é espetacular.

Muito bom, muito bom. Brutalange é muito bom. Ele é muito bom, né, mano? É, o Jack Black é foda. Ele é meio fanfarrão esse jogo. Ele é totalmente, né? Que nem o Jack Black, né? É tudo meio... Caralho, esse jogo merecia um remake, mano. E merecia, merecia. Porque ele é bem legal, né? É muito bom. Tipo, antes de você andar no carro lá do... Sim. Mano, nossa, é muito... Mas ele é do... Só que é muito velho, né? 360, né? Eu acho, é. É, 33, é muito velho.

passar por um live pix aqui do Brunão, nosso Brunão abraço Brunão ele mandou Lucas, perdão roubar seus arranjas da retrospectiva minha banda tocava várias PQP

Não, pop em versão rock. Ah, é uma boa. Você já ouviu Engine de Poitrine? Engine de Poitrine? Não conheço. Não conheço também. Nunca ouvi falar na vida. Ah, sim, sim, sim. Agora sei. Mano, isso daqui é muito foda.

É uma dupla que eles tocam uma parada muito louca, assim, tipo, cordas e bateria. E eles brincam bastante com o Loop Station, então, tipo, parece que é uma banda de dois, assim. E eles são essas figuras, eles usam essas máscaras, assim, eles são um mega esquisito. E eu vi esses dias eles num programa de... Não sei se era um programa de auditório, num lugar que eles vão dar uma entrevista, e eles têm um próprio dialeto. Tipo, os caras perguntam as coisas pra eles, e eles, roupa que tem alguma gada. Ai, caralho, que doideira.

É muito foda, mano E essas bolinhas nele? É muito massa Que doideira, mano É muito massa, mano É claro que a guitarra dele tem dois braços É uma guitarra e um baixo Ah, é uma guitarra baixo Guitarra em cima e baixo embaixo O próximo guitarrero tem que ter esse cara Se ele fosse em cima, eu ia ficar puto Mas é muito bom, mano E esse nariz dele aí, hein

Depois assiste isso aí, mano. Eu vou assistir. É uma brisa do caralho. Ending the Poitrine. O Kazuma Kuabara mandou. Lucas, você trocaria Pedro Raul por Arthur Cabral?

Essa é uma discussão que a gente tá tendo lá, né, no Corinthians Verso. E, cara, eu não sei o quão... A galera do Botafogo odeia o Arthur Cabral, né? Você sabe quem é esse, mano? Não sei, mas a gente odeia o Pedro Raul, né? Então, é isso, né? O Pedro Raul já deixou claro que por A mais B que ele não vai funcionar, mano. Não, não vai. Então eu falo, pô, às vezes é tentar trocar o cara, né? Se o cara for vim elas por elas ali, se for vim de graça...

aí, né, mano? Vamos lá. Eu acho que pior do que o Pedro Raul é difícil, né? É muito difícil mesmo. Mas, sei lá, o torcido botafoguense, às vezes o cara precisa de novos ares, né? É, tem um jogador que era ruim antes do Corinthians, chegou no Corinthians e ficou bom, né? Tem jogador que era bom, chegou no Corinthians e ficou ruim. Isso acontece muito. Acontece bastante. Era ruim, chegou no Corinthians e piorou. E aí sai do Corinthians e fica bom, de novo. É. O Samuel mandou aqui, Lucas, sou seu fã desde Decatotats.

De Catotas é o meu, falando de games é o meu personagem no jogo que talvez seja o ou um dos que mais mudou minha vida, que é o Club Penguin

Ah, é? Ah, Club Penguin. Ô, louco, cara. Você jogava bastante Club Penguin. Cara, esse jogo me formou como um ser humano. Ah, é? Esse jogo me deu tudo que eu tenho. Pô, eu queria muito ver o seu igloo, cara. Mano, tem... Era maneiro? Olha só que brisa, mano. Eu era famoso nessa porra desse jogo. Ah, é? Se você pesquisar o meu pinguim no Google, Decatotas, daquele jeito que tava escrito ali, você vai aparecer o meu card, mano. Porque eu era uma estrela.

Tinha o seu devido reconhecimento. Uma estrela. O cara era uma estrela no The Penguin. Você fez um vídeo disso? Fiz um vídeo, eu fiz uma Nostalgia Club Penguin. Decatotas, eu tô vendo aqui, ó. É esse aí? É esse aqui, ó.

Dá pra jogar na tela aí? O Takeshi vai pegar eventualmente Eu vou mandar uma foto pra você também Cara, pois é Eu Me penetrei Num dos maiores No maior portal de Clube Penguim do Brasil Que era o CP Brasil News CPBN Mano, eu enchi o saco do dono Até ele deixar eu virar um admin Admin não, né? Um editor Eu tinha

11? 10? Eu jogava Clube Penguin também, e a gente tem uma idade parecida, né? E é doido, porque eu tinha essa vibe também. Talvez. Mas eu tive essa vibe que eu queria ser a DM das paradas com 12 anos. Cara, sim, e eu consegui, mano.

E eu era um idiota, tá ligado? Eu era um idiota. Eu acho que eu ganhei o cara no cansaço, assim. Ele falou, mano, foda-se, o maluco é insuportável. Tá bom, vai, vira aí. E aí eu virei um cara... Mano, e era, tipo, era muito grande o portal. Você tinha aquele... Lembra na época dos blogs que tinha aquele contador de pessoas online? Sim. E sempre tinha, tipo, mano, muita gente, tá ligado? Mais de 100 pessoas. Caralho. 700 pessoas. Aham.

700 pessoas? é naquela época era gente pra caralho mano, visitando o site ao mesmo tempo é, simultâneos, né era gente pra cacete naquela época e você era a ADM desse site? é, eu comecei a virar eu virei um você realmente fez funções de ADM? claro não, eu postava, né eu postava as novidades ah que verdadeira, cara ou fazia postagem de memes

doideira isso. Porque eu também, antes do YouTube, eu fazia review de jogo do Clique Jogos. No fórum Clique Jogos, cara. Eu fazia isso. Jogo do Stickman. Isso, é esses jogos, mas tem os bons. Tem, tem. O jogo do Stickman é muito legal. O 8-Ball é um clássico, né? Olha aí. Ó, tá aqui a gente pegou esse site aí, porque não sei o que que... Ah, esse aqui é o Bob Sequeira, meu melhor amigo. Ah, tá.

Beleza, esse é o seu melhor amigo. É, um abraço pro Leozinho aí, tamo junto. E aí o Casuá... Casuazul, eu lembro dele, mas eu não lembro... Aham. E aí, decatotas! A primeira suspeita. Olha lá, a galera fazendo teoria sobre mim. Por quê? Porque eu era muito foda, mano.

E esse MP3 aqui? É, esse é o MP3000. Mas assim, ó, seja sincero comigo, Lucas. Esse jogo aqui tinha que gastar grana, mano. Não tinha? Então, mas eu... Aí que tá, mano. Aí que tá o pulo do gato. E ele como admin? Você lembra que eu fiz o cara botar eu como administrador lá? Perfeitamente. E aí eu falava assim, ó, alguém aí...

que tenha... Porque, mano, na minha casa nem dava pra eu assinar essa porra, porque na época precisava de cartão internacional. Porque não tinha o servidor brasileiro. Não tinha, não tinha. E aí... Mano, eu comecei a fazer as pessoas pagarem o assinante pra mim, mano. Caraca, mano. Não é possível. É? E aí as pessoas pagavam pra você. Eu não tinha dinheiro e nem ferramenta. Nem se eu tivesse dinheiro. Tipo assim, eu ia ter que...

Eu pegava uma cédula de dinheiro assim, só se eu enfiasse dentro do computador pra tentar pagar a assinatura do Clube Penguin.

Obrigado. Plim, plim, voltamos. E é isso. E aí eu tinha um quadro no YouTube que chamava TV Catota, mano. Ah! Que eram vídeos que eu fazia do Clube Paine. Então você fazia vídeo disso aí. Aham. Caralho, não tem mais isso? Cara, se você precisa da TV Catota no YouTube aí, talvez tenha alguma coisa. Não tenho certeza. TV Catota ou Catotas? TV Catota. Incrível. TV Catota.

Pior que tem. Olha, eu achei aqui. Tem? Tem uma animação. Mil views. Caralho. Decatotas Filmes Presents. É esse aqui, cara? TV Catota 14. É re-upload, mas é isso mesmo. Ai, caralho. Que susa, pô. É re-upload. Aham. Ah, é um re-upload. TV Catota Old. Isso é o preservacionismo. Eu não acredito que esse cara que vinha tanto esse tempo todo era o Lucas, véi. Aí, ó. Tem uns caras que eram... Ó, o Hypercam 2, véi. O Hypercam 2.

Foi aí que eu aprendi tudo Olha lá, filha da puta Guitar Hero Club Penguin Tudo que a gente tá falando aqui, velho É verdade Foi aí que eu aprendi tudo de edição de vídeo E das coisas que eu, mano Tudo que eu botei em prática Que porra dessa? Que música é essa, cara? 640, 480 Não, isso aí tá 24p 14p

Cara, que música é essa? Mano, eu não sei, deve ser Bang da Anitta. Pelas notas. Que absurdo. Ou é o hino nacional. Ou é, pode ser da França. Caraca, olha essa trilha de... Que isso, mano? E era isso, mano. Eu ficava fazendo esses vídeos aí. Cara, mas o Clube Penguin era muito bom mesmo, né? Cara, mas muita coincidência. Você abriu um vídeo que justamente eu tô misturando o Clube Penguin com Guitar Hero. É o que a gente tá falando agora, agora, agora.

Mas você vê que eu não tinha muita noção de timing, né? Porque já tá uns oito minutos passando isso aí e era pra ser só uma piada. Isso daí eu fui adquirindo depois. Ah, essa é uma piada, né? É tipo assim, ah, olha, jogando Guitar Hero Club Penguin. Mas você pode ver que eu me empolguei bastante aí, né? Você lembra daquele mini game do Club Penguin? Lembro de todos, mano. Do Minecraft? Sim, claro. E você tava no Minecraft e tinha que...

Muito bom, eu gostava desse. É, tinha um... A cambalhota. Olha lá, e eu segui, mano. Que absurdo essa música.

Eu segui aí, ó. O cara tá no streak de 1.700 notas. Não, não é possível sair doizinho. Ai, muito bom, o The Catotas. Ó, o Savi Oliver RN mandou, salve, Lukitas. Queria saber qual a sua opinião sobre a banda Pentakill da Riot Games. O que você acha do estilo dela e do vocalista Jornland, né? Eu acho que é assim que fala o nome dele. Jorn.

Cara, eu vou ficar devendo um pouco no lance da opinião sobre o vocalista em específico, porque eu não conheço o trabalho dele muito a fundo, mas eu acho todo trampo que... Mano, eu pago muito pau pra Riot, essa é a grande verdade, assim, né? Eu sempre achei muito foda o cuidado que eles têm pra fazer coisas que saem do âmbito do jogo, né? E tipo, o cuidado que eles têm, tipo, eles fizeram uma banda...

Mais de uma banda, acho que tem a banda KDA também, tem várias outras coisas. E é muito foda. Eu vi um show da Pentakill lá no Allianz Parque, quando eles fizeram o CBLOL no Allianz, acho que em 2015. Aham. E...

Se eu não me engano, tinha o Draven também. Eu não lembro se o Draven era um guitarrista ou alguma coisa assim. Posso estar juntando as informações aqui. Mas é muito foda. Essa banda lançou um álbum, tá ligado? Uma banda do LOL que lançou um álbum. Que dois, né? Eu acho muito foda esse cuidado que eles têm. A Lightbringer lá, que acho que é o grande hit que eles têm, é mó musicão, assim. É muito foda, mano. Acho legal demais o cuidado que eles têm com essas coisas que são extra jogo.

Muito bom. Cara, eu conseguiria ficar facilmente mais uma hora falando só de games com você, mas infelizmente eu tenho que ir mesmo, cara. Então eu queria finalizar aqui e abrir pra você falar um pouco aí o que você quiser. Seja dos seus shows que estão por vir ou do seu canal no YouTube, qualquer coisa que você quiser falar aí.

Fozes abertas. Gente, muito obrigado primeiro pela recepção, por me receber. Foi muito legal. Demorou, mas aconteceu. Que bom que eu não sei. Obrigado pelo papo. Eu gostei muito. Eu gosto muito de falar sobre os assuntos, sobre música, sobre jogos. Também poderia ficar aqui horas e horas. Queria agradecer todo mundo que assistiu aí, que tava aqui. Espero que tenha sido um papo legal. E só lembrar vocês aí que, né, eu tô começando o meu projeto autoral agora, que tá com uma turnê que tá começando agora, né? Então você que é da cidade de Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre...

e Rio de Janeiro, se prepare, porque nós estamos chegando aí, ó. A gente tem Belo Horizonte depois de amanhã, sexta-feira, lá no Mr. Rock. Maneiro. Aí, ó. Esse é o que tá mais próximo, então corre lá, porque amanhã, de amanhã, pra depois vai virar o lote, então fica ligadinho. Boa. A gente tem também Curitiba no dia 2 de abril, que é véspera de feriado, né? Acho que é véspera da sexta-feira santa. A gente tem em Porto Alegre, que é no dia 12 de abril.

E, pra fechar, pelo menos por enquanto, né, tem mais dados pra serem anunciados, mas a gente tem no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro é um lugar que a gente não foi ainda. Lá no Circo Voador, dia 25 de abril. Então garanto seu ingresso aí antes que eles se acabem. E, gente, muito obrigado, de verdade. Foi muito legal mesmo. Foi um prazer falar com você de novo, cara. A gente já se esbarrou em alguns eventos aí, cara.

Parabéns pelo trabalho mais uma vez. E ó, vou falar pra você, continua assim sendo esse cara criativo, né? Não se trave, porque a gente sabe que a indústria de música é uma indústria muito antiga, muito velha. E a gente sabe que a gente vem da internet com essa liberdade de criação. Isso é uma coisa que, de fato, falta no mundo. Mais pessoas criativas. Então continue com isso aí, que eu tenho certeza que vai dar muito certo. E ó...

Quero, se o Fênicão me permite aqui. Vai lançar esse novo jogo do Rock Band aí, que é da empresa que fez o Guitar Hero. Quando lançar, vamos chamar o Lucas pra jogar com a gente aí. Vamos fazer, vamos fazer. Nossa, pra mim vai ser um prazer. Cara, assim, eu quero controlar minhas expectativas, né? Pra não me frustrar, mas...

por favor, gente, acerta a mão nesse. Acerta a mão nesse, a gente tá tão carente. Eu acho que tem um problema também com o lance de direito autoral, né? Isso deve ser uma pica, né? Mas vocês resolvem aí, pô. É, tem dinheiro, né? O problema é vocês ter que resolver. É, não é a gente, né? É verdade. Vai dar certo. O tanto que eu joguei Guitar Hero, vocês devem ter ganhado algum dinheiro, né? Exato. Tudo bem que era tudo pirata, né? Mas assim, vai daí.

Mas é isso, muito obrigado, Lucas. Tamo junto, cara. Tamo junto. Vamos marcar uma volta mesmo. Com certeza, quando lançar esse jogo, nós vamos vir aqui ficar jogando por oito horas. É isso, combinado. E, galera, amanhã tem live da Xbox, do evento Xbox. Xbox Partner Presenter. É, vamos falar de Stalker. Eu quero muito saber o que eles vão falar.

E depois de amanhã tem o Flow Game News, como toda sexta-feira, às 6 horas da tarde. Ah, e tem gameplay de GTA também. Tem gameplay de GTA? Amanhã à noite, né, ô Marcelo? Amanhã à noite tem gameplay de GTA também. É, Balada Gay Tony. Eu e o Dava, a gente vai continuar nessa saga, jogando todos os GTAs até lançar os 6. Muito bom. Bom, muito obrigado, galera. Abraço a todos e até a próxima. Falou. Valeu.