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ESPECIAL DIABLO IV: LORD OF HATRED ft. Edson Ribeiro o PADRE GAMER - #flowgames #191

15 de abril de 20261h32min
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Prepare-se para o Acerto de Contas! A nova expansão de Diablo IV, Lord Of Hatred,será lançada em 28 de Abril de 2026 e já está em pré-venda para PC, Playstation 5 e Xbox. Phoenix, Davy Jones e Padre Edson Ribeiro batem um papo sobre as novidades do game para você ficar por dentro da próxima atualização da franquia!Compre agora a expansão na pré-venda e desbloqueie a nova classe Paladino para jogar na Season 12 de Diablo IV e já aquecer para o lançamento de Lord Of Hatred em 28 de abril de 2026.https://tinyurl.com/diabloivflowgames

Participantes neste episódio2
D

David Jones

HostApresentador
E

Edson Ribeiro

ConvidadoPadre e criador de conteúdo
Assuntos3
  • Diablo IV: Lord of Hatredexpansão de Diablo IV · Paladino · Mephisto · novas classes · atualizações de gameplay · história do Diablo · mecânicas de jogo · cultura nerd · reflexões espirituais
  • Cultura Nerd e Espiritualidadevideogames e religião · anime e cultura pop · evangelização através de jogos
  • Confessionário Gamerperguntas sobre jogos · reflexões morais em jogos · interação com a comunidade
Transcrição246 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala, galera! Bem-vindo ao Flow Games! Eu sou o David Jones, hoje estou aqui com o Fênix. Tudo bom, Fênix? Opa! Tudo bom, cara? Boa noite! Como é que é o negócio? Volta na minha câmera. O quê? Aí, vai um pouquinho pra frente só. Eu? Aí, ó. É. Não, não, volta pra minha câmera. Vai na câmera do David. Aí, ó. Não, olha lá. Olha ali, cara. Olha ali, cara. Que você pode vir até quando você pode vir, entendeu? Aqui, ó. Aqui, ó. Então tá tão... Aqui é o limite, ó. Isso. Foi. Tá bom, então, né? Perfeito. Tá bom, então. Eu não posso passar...

E galera, hoje a gente tem um programa muito, muito especial que vocês podem conhecer ele como o Padre Gamer do Instagram. Iremos conversar com ele hoje e falar também muito de Diablo Quadro, Lord of Hatred, né? Que a gente vai conversar aqui, agradecer a Blizzard por estar com a gente mais uma vez aqui e trazer o Padre aqui pra gente falar de Diablo e falar de outras coisas também. Boa tarde, boa noite, Padre. Tudo bem?

Tudo bem, David Jones. Muito obrigado pelo convite, obrigado pela acolhida. Vai ser uma alegria a gente bater esse papo e falar desse jogo. Eu acho que tem alguém que não gosta de diabo? Eu não sei. É um jogo histórico, já existe há muito, muito tempo, uma franquia colossal da Blizzard e não para de trazer conteúdo. A gente teve no final do ano, a gente mostrou aqui.

E o acesso antecipado do Paladino, né? A gente foi muito legal. A gente fez uma live com o Mephisto, inclusive. Muito divertido, é. Foi muito legal. E agora a gente está aqui para falar um pouco sobre isso. E a gente vai falar também, claro, do conteúdo que o senhor faz. Que é, assim, bem diferente, bem peculiar, né? Inclusive, eu nunca tinha visto algo parecido. E é muito curioso, né? Porque se você ver, você não é só de videogames. Agora, toda essa cultura nerd você curte, né? Sim, sim. No geral, né? Eu acho que...

É bom fazer um pouco as coisas fora do que o pessoal está acostumado para poder gerar um impacto e buscar interesse, né? Então é legal misturar um pouco disso, que é algo que faz parte da minha vida mesmo, né? Não é algo que, ah, vou falar sobre videogames, sobre cultura nerd na internet. Não, é algo que eu já fazia antes de ser padre. Então é só ter o útil ao agradável.

Já tá há quanto tempo? De padre, oito anos. E produzindo conteúdo na internet, quase a mesma coisa. Ah, é? Quase conjunto. Porque eu logo saí do seminário, já tive essa ideia de produzir e tal, no início de uma maneira mais tímida, e depois acabou o pessoal adotando. É, isso que eu ia perguntar pra você, foi tudo bem você postar os conteúdos desse jeito e tal, né? Dentro do...

Nunca teve, assim, nenhum momento que tenha sido algo ruim propriamente. Gera estranheza algumas pessoas, né? Como é que é isso? O padre gosta de videogame. Mas quando as pessoas começam a conviver e entender que não é algo que...

atrapalha o meu ministério, aí eles aceitam, não é bom, entendem que é só um hobby e que dá pra usar isso também pra evangelizar. Você joga videogame de quando? Desde criancinha? Desde criancinha, desde a época do Atari. Nossa, caramba! Primeiro jogo lá, jogava muito Enduro no Atari. Caramba! Mas depois eu passei a entender mesmo os jogos na época do Master System.

Joguei muito Sonic E depois Super Nintendo Nintendo 64, um jogo favorito da vida E aí foi embora Hoje você tá mais no console PC? Eu tô mais no PC Mas tem os outros Jogo no PS5, jogo no Xbox também Jogo no Switch Então vamos um pouquinho de cada um

É, o Switch é bom que assim, depois de… Que agora eu sou pai, né? E aí vê que o console portátil te ajuda muito quando você tem filho. Ah, é. E eu tenho um carinho muito grande pelo Switch, porque eu comecei a produzir conteúdo pelo Switch. Eu tive um podcast de Nintendo durante três anos. Olha que doido!

Agora não dá mais tempo de conciliar tudo. Aí teve que parar, mas começou ali. Legal, cara. Galera, só avisar que é o seguinte, cara. Hoje a gente vai ter um momento que a gente vai fazer o que o padre normalmente faz no Instagram dele, que é o confessionário gamer. Então vocês podem mandar no LivePix, podem mandar no Superchat as suas perguntas, que vai ter uma... A galera vai separar algumas para no final, mais para frente da live, a gente vai trazer aqui as perguntas. E você, olha só o que vocês vão perguntar, hein? Olha só! Mas vai ter uma seleção.

também, então assim seja esperto na pergunta porque ela pode ser selecionada ou não, né? E só falar que hoje tudo que vier no Live Pixel, no Superchat a gente vai doar na instituição que o Padre Edson trouxe aqui que é Associação Monsenhor Lincoln Ramos é isso, né? Então tudo que vocês mandarem vai pra associação, tá bom gente?

Boa. Padre, conta um pouco como é que é o seu conteúdo em geral. Você faz várias coisas ali, né? Mas como é que funciona isso aí? Então, hoje eu tento fazer, usar dos jogos ou dos animes, né? Cultura pop em geral. E fazer reflexões espirituais em cima daquele conteúdo. Mostrar que esse conteúdo pode trazer uma mensagem positiva. Não é só um joguinho, não é só um anime, mas que a gente pode levar...

e trazer boas mensagens para poder as pessoas se sentir bem, né? Porque...

Não é só ficar lá apertando o botão simplesmente. Não, tem uma história, tem um contexto. E principalmente desmistificar essa relação que as pessoas têm com videogame. Porque, infelizmente, a gente vem de uma cultura que as pessoas, principalmente no meio religioso, de achar que videogame é perda de tempo, videogame é associado a vício, a coisa ruim. Não, calma aí. Tem muita coisa boa, tem muito jogo que conta histórias legais, que dão para fazer reflexões espirituais muito profundas. Então, eu tento hoje fazer isso.

E aí, como é que surgiu a ideia do confessionário gamer? Você pegar as perguntas da galera? Porque você começou a receber muita pergunta desse tipo? Não, o confessionário nasceu numa brincadeira, cara. Eu tenho um grupo de amigos que a gente joga praticamente todo dia. E a gente tá sempre no Discord, conversando e tudo. E nenhum deles é religioso. Zero religioso.

E eles sempre ficavam brincando com isso. A gente tava jogando alguma coisa e tal, aí mata um personagem, alguma coisa, não é peça. Opa, isso é pecado, né? Não, você matou o carinha aí. Aí virou essa brincadeira, ele falou assim, cara, eu acho que dá um conteúdo legal isso aqui, eu acho que vai dar certo.

E aí, numa brincadeira, eu fui... O primeiro vídeo que eu fiz foi sobre se era pecado ou não deixar o lobo do Resident Evil 4 preso na armadilha. Aham. E isso estourou. E foi embora. E o pessoal falou, não. Então tem um negócio legal aqui. Dá pra gente poder fazer reflexões legais. Cara, mas isso é uma coisa muito doida de videogame, cara. Que assim... E é doido isso. Tem muitos jogos que você tem diversas escolhas, entendeu? E no meu caso, por exemplo, eu sei que tem gente que faz o contrário. Mas no meu caso, todo jogo que eu jogo que tem escolhas, cara...

Eu tento sempre fazer a coisa boa a primeira vez que eu jogo, né? Depois a gente faz loucura pra ver o que vai acontecer. Mas sempre tento fazer a coisa boa. É uma coisa que, tipo, eu me sinto mal de verdade se eu escolho a coisa que vai... E tem, às vezes, tem jogo que você toma uma escolha que você acha que é boa e acaba dando errado. Acaba dando errado. Fico mal.

da vez que acontecia isso. Ou se te coloca em uma decisão moral ali que é ambígua. É difícil. Inclusive, você citou uma situação, agora eu passei há pouco tempo com o Resident Evil 9. No final ali, eu escolhi, eu falei essa aqui é a melhor. E deu ruim. Pois é. Eu também fui de primeira não, aqui deu ruim. E a gente vê, cara, porque tem estatísticas que saem sobre isso?

Que a maioria das pessoas escolhe fazer o bem da primeira vez que joga, sabe? A maioria das pessoas escolhe, né? Do que fazer... Porque tem muitos jogos, você pode fazer o mal, se você quiser. Mas a maioria costuma escolher o bem na primeira vez que joga. Porque a curiosidade faz a gente fazer várias coisas no jogo de videogame, né? E também tem, assim, uma questão da gente pensar nos nossos valores, nos nossos princípios. Apesar do universo do videogame ser uma coisa ficcional, virtual, reflete muito de quem a gente é.

Então, assim, levando em consideração, por exemplo, um jogo multiplayer. E dependendo da postura que você tem junto com a comunidade, por exemplo, ela reflete quem você é de verdade. Se você é uma pessoa tóxica ali, irmão, isso reflete uma coisa no seu dia a dia também. Às vezes você tem esse tipo de atitude na sua vida, você não tá percebendo. Sim. Né, então. Total. E, galera, a gente vai falar sobre o Diablo porque a gente tá, né? Isso aqui é um programa sobre o Diablo 4, sobre a nova expansão Lord of Hatred, que a gente vai falar que vai sair ainda e tal. E aí o Padre do Grande Diablo.

né? Exatamente. Não só joga, mas gosta muito. Exatamente. E a gente vai falar sobre isso, então preste atenção, galera. Dia 28 de abril vai ser a nova expansão Lord of Hater, que a gente já tá falando há um tempo aqui. Já teve, né, o Paladino. O Paladino está aí, fez parte das últimas seasons, você vai poder usar, mas vai ter também o bruxo, né? Vai ter um novo Warlock.

Então, são as duas novas classes, o Paladino e o Bruxo Que vai estar disponível no lançamento Dia 28 de abril, o Bruxo Tem uma nova região, Escovas E vai ter Atualização de Armas de habilidades, novos sistemas de Itens, filtro de itens Vai ter pesca agora, que interessante E vai ter um endgame reformulado também E vai ter um novo arco narrativo Que é a Era do Ódio com o vilão Com o Mephisto, que a gente já conversou com o Mephisto

Conversamos, ele esteve aqui. Ele esteve aqui com a gente presencialmente. Antes de ir para a DLC, ele veio aqui. Não, por favor, por favor. Porque inclusive tem um mini Mephisto por aí em algum lugar. Cuidado. O que ficou ali, estou vendo ele. Pega para mim o Mephisto.

é um acarate é um acarate mas a gente sabe que o meu filho está dentro ele está possuído e galera, o Diablo 4, Lord of Hatred que é a nova expansão está disponível PC, Betonete na Steam, Xbox

Playstation 4, Playstation 5 também, tá? É, brabo. E você pode pegar... Ah, tem quatro opções de compra disponível, tá? Standard Deluxe, Ultimate e o Age of Hatred Collection, tá? Esse é legal. Então, os links estão aí embaixo. O QR Code também, tá? Todas as informações que vocês quiserem pra você participar aí e comprar, adquirir e jogar.

final de abril vai chegar, eu sei que a galera tá muito ansiosa pela nova expansão do Diablo, novos personagens sempre quando tem classe nova, é legal, né olha, o que vai ganhar na edição deluxe aí, a gente tá vendo aqui algumas opções, algumas coisas do Paladino, né, clássico, o Paladino chegando no Diablo 4 é um grande momento, né pra franquia, e ele tem que ficar bonito também, né, olha esse escudão aí, que vem com essa edição ***

Minha angelical, olha, fica mais forte ainda O troféu das costas ali, ó Muito bonito, a montaria É você, é porque tem a galera, né Que jogos, como o caso do Diablo Que tem muitas roupas, armaduras Ou você fica forte ou você fica bonito Tem isso? É aquilo do Diablo que você consegue botar os dois, né Mas tem isso, né Tem hora que a skin é mais importante do que a habilidade É, pois é Tem que brilhar, né, mas essa aqui tá incrível Essa tá muito bonita Troféu nas costas reativas e tal ***

E aí, Padre, comenta pra gente. Você já falou aqui que jogou bastante Diablo 4. Você tá jogando de Paladino, que é o novo, no caso. Claro, claro. Tem que jogar de Paladino. Tem que fazer jus ao Ministério, né? Sim. Mas o pessoal tem... Eu imagino que é a sua classe. Paladino tem que ser a sua classe, né? Tem que ser. Mas assim, o pessoal tem uma visão muito...

engraçada e deturpada do Diablo. Se a gente for voltar lá na história do Diablo, com certeza todo mundo sabe disso, né? O pessoal associava o Diablo à questão de ser uma coisa ruim, etc. E eu, assim, antes eu venho de uma família religiosa, mas nem sempre fui uma pessoa religiosa. E eu ficava muito encucado com isso. Falei assim, mas por que as pessoas não gostam desse jogo? Ah, porque o nome é Diablo. Mas o Diablo é o vilão do jogo. Não é o protagonista, não é...

O personagem com quem você joga? Pelo contrário, você tá combatendo ele. Então, inclusive, essa foi uma pergunta que apareceu lá no confessionário. Ah, é pecado jogar diabo? Por que seria? Tem um memezinho que o pessoal faz lá na comunidade, que eles falam que é o jogo mais cristão que existe, porque você combate o diabo. Você vai descer o...

Uma porrada no set PL, e o set arrasta pra baixo, entendeu? E é isso. Então, assim, não tem problema. Acho que é uma questão de saber separar as coisas. Tá tudo bem, tudo tranquilo. E agora, vamos ter que enfrentar o Mephisto, né? Que é o senhor do ódio. E eu acho que o ódio, infelizmente, tá em alta aí no meio das pessoas. Tá na hora da gente combater isso mesmo. Bom ponto. Mas é um grande momento, né? Enfrentar o Mephisto. Você tá ansioso por esse momento?

Cara, eu tô muito ansioso. Eu não sei se a gente pode dar spoiler. Não pode. Não, do que? Não, do Vessel feito. Ah, eu acho que pode, pode. Ah, do Vessel? Vamos falar rapidinho sobre o Vessel. Não, foi muito bom aquele final. E ele armou tudo pra esse momento, né?

E é próprio do ódio fazer isso. Quando se lida com o ódio, ele trama, ele arquiteta para poder chegar no seu objetivo. Então está todo mundo achando que vai dar certo. A Neirelli vai conseguir ir lá com a pedra e resolver todos os problemas e vão derrotar o Mephisto. E na verdade era tudo um plano dele para poder conseguir o corpo do Akaraj.

Então, e eu tava vendo muita gente na comunidade discutindo como o Eru, que traiu eles, né? É um símbolo muito de um personagem ambíguo, que é difícil de culpar ele, porque pra ele o Mephisto vai vencer. De qualquer jeito. E ele quer salvar a civilização dele. Sim. Então ele fez um acordo lá, com o diabo.

E não vai resolver. É, não vai resolver, a gente sabe, né? Não vai resolver. Mas você entende de onde ele vem, né, essa decisão dele. E, bom, o Mephisto tava lá no vidinho dele enganando dele, né?

O Eru, eu vejo ele muito como essa pessoa de que perdeu a esperança. Acho que não tem condição de resolver o problema, é melhor a gente ceder, é melhor a gente ficar com um mal menor. E aí, puxando um pouco para o ponto de vista cristão, nesse sentido, o inimigo age dessa forma, ele age na peculiaridade. Ele tenta te convencer de que, olha...

desiste, não vai dar certo não vai funcionar, então é melhor você ceder enquanto do outro lado você tem tanto o protagonista quanto a Neirelli falando não, a gente vai lutar até o final e vamos conseguir derrotar, tanto que depois da luta tem um diálogo interessante com o pessoal da Catedral da Luz lá que procuram e falam assim, não, agora a gente vai juntar todo mundo e colocar um fim nisso porque não dá pra gente achar que tá certo o que ele tá fazendo a gente precisa tirar esse ódio exato

E passando rapidinho por esse final, né? Pra quem não sabe, spoilers. O Senhor do Ódio possui o corpo do Akarat. Que é justamente esse símbolo da luz, né? Na história do Diablo. E é muito um negócio que ele faria mesmo, né? Ele pegou esse símbolo e transformou no ódio que ele é. E aí tem esse embate...

gigante agora, que é esse momento que a gente vai ver, né? Eu achei interessante esse plot twist de ele pegar justo o Akarati e agora o Mephisto é o Akarati, né? É contraditório até. Aí entra um pouco daquilo que eu me proponho a fazer nas minhas redes, porque tem muito daquilo que a gente vive de espiritualidade nisso.

Se você for pensar, teve até gente mandando essa pergunta pra mim, pra você, rapaz. Tá certo, porque o acarate é meio que, entre aspas, o Jesus do universo do diabo. Parece fisicamente, tem uma história parecida em alguns pontos e tal, e não tá errado nesse sentido. E, de repente, o Mephisto toma conta do corpo, mas eu vejo muito como uma crítica pertinente, a ideia do falso profeta.

Olha, se veste de uma coisa bonita, mas, na verdade, prega uma coisa que vai contra o que vai construir uma sociedade melhor, né? O senhor do ódio faz isso. Então, muita gente que pega essa carapaça, por exemplo, de uma palavra boa, mas que, na verdade, está preocupado só com destruição. Então, isso é uma crítica muito pertinente e dá uma senhora reflexão espiritual.

é, eu achei muito interessante esse ponto e aí tudo isso já prepara tudo pra esse momento que a gente vai ver e a gente vai em Escovos eu queria falar rapidinho sobre Escovos porque Escovos é uma ilha e aí vai ser interessante todo mundo tá discutindo sobre isso como

A gente vê muito no Diablo 4 lugares escuros, obscuros, né? Tudo meio sombrio, dungeons e tal. Escovo é quase uma ilha parasidíaca. Eu espero ver praias, areia e luz, né? Um negócio que não tem muito. E a batalha final ser lá é bem emblemático, né?

Eu acho que vai ser interessante, tanto pra isso, de mostrar uma outra característica do santuário ali, do diabo, mas também pra mostrar esse processo de corrupção do ódio, né? Que meio que vai estar acontecendo ali. O Mephisto tentando corromper tudo, algo que é belo e ele quer destruir, né? Então acho que isso vai dar pra gente ver bastante acontecendo. Bom, eu tô ansioso por esse momento. Também, demais, demais, demais. Ó, o Taquete falou que a gente... O que a gente tem que ver aqui? Ah, a gente tem uns vídeos também. Tem uns vídeos pra gente assistir.

Tem o teaser? Ah, é, tem... Tem aqueles vídeos que a gente... Que é do padre, inclusive. Ah, do padre? Ah, eu quero ver esse. Esse eu quero muito ver. Vamos dar uma olhada. Então, galera, segura aí. Acho que vai passar... A gente vai ver ali, né? Aqui. Ah, vai passar aqui, tá. Mas para lá vai passar na tela toda, né? É. Tá bom, vamos dar uma olhada aí.

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o que você pode falar pra gente? você aí, do acerto de contas ali eu não posso falar nada tá bom eu posso falar só que é algo muito legal muito, muito legal mesmo e tá vindo aí, vai ser muito legal de acompanhar nem quando a gente pode saber quando é que vai acontecer? não, então tá, mas aí na sua rede, provavelmente

Com certeza, redes da Blizzard, tudo, vai estar lá. Eu fiquei curioso, pô. Eu também fiquei. O negócio é conhecer acertos de contas aí. É. É porque a ideia do Loja F-Hater é isso, né? Prepare-se para o acerto de contas. Está na hora da gente resolver esse problema aí. Já foi tempo demais com esse problema do meio-pista. Já foi tempo demais. Inclusive, é um momento bem legal para quem não jogou o Diablo 4 para começar a jogar, porque você vai estar concluindo um arco.

É, a saga do ódio. É, a saga do ódio. Vai estar concluindo. Então, assim, ah, não acompanhei até agora. É o momento, cara. É o momento pra poder começar e pegar tudo. É, se nunca jogou, né? Isso é legal também, porque a gente viu isso quando saiu o Paladino, que assim, você começar...

do zero, criar o personagem novo, esse momento é um ótimo momento pra você voltar pra franquia, você tá um tempo parado e tal, sabe que são muitas temporadas, é um jogo que se mantém vivo por muito tempo, você pode começar e conseguir aproveitar tudo da expansão agora do Law of Hatred, com toda essa história nova e tal, e tem todos os vídeos também, né, que você pode ver pra recapitular tudo o que aconteceu e tal, isso aí não vai faltar... A Blizzard faz um bom trabalho de recap também da história. E as cutscenes, né, o Cinematics.

Da Blizzard, que são fenomenais. E se você não jogou o Diablo 4, você pode assistir o nosso vídeo sobre a história do Diablo inteiro, antes do 4 que a gente fez. E aí você recapitula tudo e assiste o do 4, que é muito boa também. A gente tem que fazer um update agora, depois que acabar essa expansão, com essa historinha fechada. Eu quero muito fazer, porque vai ser um momento bom agora.

Eu acho que vai ser um momento muito legal, porque tem algo que é muito próprio do Diablo. Eu gosto muito do Diablo, só não joguei o primeiro, mas o resto eu joguei todos. E algo que, assim, apesar de ter jogado todos, eu não sou o pro player de Diablo.

Eu jogo pra poder me divertir Casualmente, né? E cara, isso não é impedimento nenhum Pra poder jogar, eu acho que isso é a melhor parte do diabo Você pode jogar casualmente, mas você pode jogar também No hardcore se você quiser Porque tem função pra isso, vejo o pessoal Em fórum discutindo qual que é o melhor build Isso e aquilo, é legal Não é a minha praia propriamente Mas atende, então você tem pra todo mundo Tem pro hardcore, tem pro casual Tem pra quem nunca ouviu, assim, nunca teve nenhum contato Dá pra todo mundo E aí

E você jogou bastante o Diablo 2, o 3? O 2 eu joguei bastante na época, né? Era adolescente ainda, né? O 3 eu joguei muito em multiplayer com amigos. Aí já tinha saído todas as expansões e tal. Curti bastante o 3. Agora o 4 eu acho que é o que eu tô jogando mais. É o que eu tô me dedicando mais. Porque peguei na época que saiu, joguei. Aí depois joguei o... Jogo com amigos também, o 4?

algumas partes só, mas eu foquei mais no single player. Inclusive, é uma coisa muito legal. Esse eu gostei mais de jogar o single player do que os outros. Eu achei bem legal jogar single player com ele, super tranquilo. Qual classe você jogou a primeira vez? Qual foi a primeira? O Bárbaro. Primeiro foi no Bárbaro e agora o Paladino. Não tinha como fugir. Quando jogou com o Igor aqui, ele fez a bíblia daqueles martelos, cara. Aquilo ali vai rodando, vai embora. É muito legal.

Não, o meu paladino agora, eu não lembro os termos, gente, então não vou nem me arriscar falar pra não falar besteira, mas eu tava lá com uma armadura que ela tinha uma passiva de raio, então assim, eu nem precisava fazer nada, só deixava o boneco parado assim, o boneco viu o inimigo aproximando, já morria. Eu falei, cara, é isso aí, é o paladino. Ninguém mexe com ele, não. Muito bom.

E aí, uma coisa muito legal que você falou, né? Ah, lembrando, galera, mandem os LivePix e os Superchat com as suas confissões gamers. No finalzinho. E a gente vai escutar depois, então podem mandar, já tem algumas aqui, mas pode mandar mais. Temos os grupos também, Discord e tal, se vocês quiserem mandar lá, vai fazer uma curadoria aí pra pegar.

umas perguntas legais de vocês, tá bom? A galera aqui do chat está mandando também, então muito obrigado. Mas isso que você falou, cara, porque tem gente que tem a impressão, né, que o Diablo ele acaba sendo essa coisa muito hardcore e tal, e pode ser também, como você falou, porque tem muito, cara, se você entrar, a gente entrou no Diablo 4 naquele dia lá, no outro dia,

os níveis de dificuldade tem infinitos, assim, tem muita coisa, muito desafio pro cara que quer ficar ali jogando, grindando, luteando e tal, porque é muito satisfatório ficar luteando, essa que é verdade, pegar armaduras melhores e tal, mas o Diablo tem uma linha de história enorme há muito tempo e você pode jogar sozinho, você não precisa ter um monte de gente pra jogar também, assim, todo mundo pode dar uma chance pro Diablo e aproveitar o Diablo, você não vai ficar, é...

Não tem impeditivo pra você conseguir jogar e aproveitar o W4LG. O Paladino, que a gente tava falando até antes, né? Ela é uma classe perfeita pra jogar solo, porque realmente ele é muito tanque, você ficava parado e os inimigos morrendo. Ele é muito bom pra solo game, né?

E mudando os juramentos dele, você consegue deixar de qualquer jeito. Você deixa ele de tanque, você deixa ele ir mais pro ataque. Então você consegue variar da maneira como você quiser. O mesmo personagem, né? Então isso é muito legal. Sim. E o Warlock, você vai testar também quando sair? Então.

Vou pra testar, mas, né? O Warlock... Só jogar um pouco, né? Jogar um pouquinho... Não vai fazer um personagem novo. Não vou personagem novo, porque eu, real... Não é por eu ser o padre, né, gente? De verdade. Eu, real, gosto do Paladino. Eu gosto do estilo de jogo do Paladino. Então... É, e o que ele simboliza, né? Tipo, o Paladino é um personagem muito clássico, não só no Diablo, né? Mas nos RPGs e tal. Isso, isso. E faz sentido.

Mas o bruxo que vem aí também, ele tem umas paradas legais, porque ele trabalha mais com a questão da invocação e tudo. E apesar dele usar os poderes próprios do inferno no sentido de invocar, ele está contra o inferno. Então tem gente que pode confundir isso. Não, ele é o pior pesadelo do inferno, porque ele vai usar o poder deles contra eles mesmos. Contra eles mesmos.

É bem legal. Interessante. E, cara, você viu também que eles vão fazer algumas mudanças no método do jogo e algumas mudanças de qualidade de vida também. Eu tava vendo que eles vão fazer um filtro de loot pro lead game. Isso, pra mim é uma verdade de tudo. E muita gente tá falando que é uma mudança muito, muito importante. Isso é muito bom, porque, assim, depois de um certo nível no Diablo...

Você quer grandar pra poder fazer uma build legal. E aí você fica esperando cair o item e fica caindo aquele monte de item, assim, baixo, né? Que você tem que pegar, ou você ignora e polui a tela, né? Fica aquela coisa toda. E agora você consegue literalmente filtrar. Não, eu quero só que seja esse tipo de item que vai cair. Se não cair, você nem me mostra que eu vou ignorar porque vender não compensa. Então, isso pra mim é muito bom.

É, no late game, né? Principalmente que você já tem um monte de item e tá tudo lotado. É muito bom isso. É, eu acho que, assim, toda mudança de qualidade de vida, ela é muito bem-vinda em tudo quanto é jogo. E principalmente em todos os jogos que a gente joga há muito tempo, né? A galera que fica lá por mais tempo. Eu acho que isso é algo que a gente tem que... A Blizzard é muito boa nisso, na verdade, também. Fez muito com World of Warcraft e tal também.

Porque isso faz com que você continue querendo voltar lá. Porque tem várias coisas. E assim, é normal. Você lança o jogo e vão ter coisas ali que você só vai descobrir que não tá tão legal como a galera jogando, né? E aí escuta o que a galera tá dizendo, pedindo aqui, ali, não sei o quê. E vai melhorando. É muito importante ter essas melhorias, porque faz você continuar querendo jogar ali. E refina o jogo também, né? Vai ter uma coisa mais... Vai melhorando. Até porque é um feedback da comunidade. O pessoal tá jogando...

E, aliás, é sempre bom ressaltar, não tem ninguém melhor pra conhecer o jogo do que a comunidade. Claro. Porque, né? Ainda mais a comunidade de Diablo, que tá há tantos anos com essa franquia, né? Tem várias personas que estão lá nessa comunidade há muitos anos. É, tá lá. Não só o Diablo, né? Os jogos da Blizzard em geral. Eu acho muito legal, porque uma vez a gente conversou com um diretor. Diretor de videogame, né? Um gringo, né? O Pavel Sass. O nosso brother. Pavel.

Ele falou uma coisa muito interessante pra gente E isso é uma coisa que A Blizzard Não sei se é pioneira, mas foi uma das primeiras Que é essa coisa de você O jogo ser eterno Você vai construindo e evoluindo E ele disse pra gente que antigamente Pré-internet O desenvolvimento do jogo terminava na hora que você Mandava o jogo, acabou Hoje em dia ele fala que O desenvolvimento do jogo termina quando ele manda o jogo

ele vê alguém jogando e a pessoa teve a sensação que ele gostaria que ela tivesse quando ele estava fazendo jogo. Isso é legal. Isso é muito doido, né? Isso é legal, isso é legal. Então, hoje, aquele termo que o pessoal usa, né? Ah, o jogo entrou em gold. Não funciona mais, pode estar em gold. Pois é. Não funciona, porque vai sair e vai ter algumas questões para poder ajustar e é legal ver que a comunidade, nesse ponto, é ouvida, né?

é, isso, é, e assim bom que quem consegue né, como a Blizzard já faz há muitos anos, né, e por ser uma das pioneiras nisso tem muita experiência e sempre traz essas coisas

Porque a gente sabe como é que é a internet, né? Então assim, pô, a galera reclama de tudo. E tudo bem. Tem que talvez filtrar, né? Exato. É importante filtrar. Isso não é fácil, né? Pra você escutar um monte de coisa. O que é que faz sentido, o que é que não faz? Então assim, também vai o desenvolvedor ter a capacidade dele de ter a percepção daquilo ali. Tem muitas coisas que às vezes o desenvolvedor tá fazendo um jogo lá, cara, e ele...

Acho que tá bom. Tipo, ah, não vejo nada de errado aqui. Só que aí a galera joga e vê o problema. E eles vão lá e consertam. Hoje tem essa possibilidade de fazer essas coisas. Inclusive, é interessante você falar isso, Dave. Porque tem mais duas mudanças que vêm com essa expansão. Que é os talismas voltam...

Desde o Diablo 2 tem talismãs E é um negócio que a comunidade gosta muito E a comunidade pede Por isso que eles vão voltar E não só os talismãs Mas o curbo horádrico Sabe? De craft, de itens e tal Também vai voltar E essas melhorias pra mim, elas sempre são válidas Por quê?

Porque ela não só vai atender a demanda da comunidade, como também vai melhorar a gameplay. Você vai conseguir colocar mais itens, né? É mais conteúdo, né? Mais conteúdo, quanto mais, melhor. Então, assim, ótimo. É. Assim como o filtro de loot lá. É uma adição, assim, que eles ouviram a comunidade, né? Porque muita gente falava disso e fizeram essa melhoria. E é uma coisa, assim, o filtro de loot. É uma coisa que quando a gente para, assim, no primeiro momento, fala assim...

Pra que isso? Mas depois, só quem joga pra poder entender o Frank. É muito importante, é muito importante mesmo. De verdade. Quantos likes a gente tem? Opa, tá tudo certo? Deu uma piscada no desenho. Quantos likes a gente tem na live? Porque o chat tá falando umas fake news aqui.

Ah, 690, então. Que bom. Porque falaram aí um outro número. Deixa o like na live, inclusive. E agora, a gente tem um 3 de gameplay pra assistir. Boa. Do Lord of Hatred, Diablo 4 do Lord of Hatred. De novo, galera, dia 28 de abril. Tá chegando. Tá chegando. E você vai poder jogar a expansão. Tem todas as edições especiais aí, como vocês viram. Tem as básicas, claro, mas tem várias. Deluxe, tem várias que você vai adquirir, vai conseguir, vai ganhar vários.

vários benefícios, né? Que tem aí muitas esquinas, tudo pra ficar bonito. Esse aí eu acho que o Taquete bota, aí a gente vai comentando enquanto passa o Taquete. Pode ser? É. Pode ser com áudio, a gente ouve. Inclusive, eu queria ver cineméticos. Vai ter vídeo de cineméticos pra gente assistir? Porque eu vi, é muito assistir. Pega. Nossa senhora, cineméticos do diabo. Tem a do Paladino, que é muito legal. A do Paladino contra o Akaraty, é muito legal.

Vai lá. Já vai pegando essa do Paladino contra Karate aí. Ah, esse é o trailer de gameplay. A gente até chegou a assistir. Pra mim, você julga ter perdido tudo. E ainda assim, há muito mais que posso tomar.

Essa duplagem do Mephisto foi incrível mesmo. O que eu estou aqui? Não, era o Mephisto em pessoa. Em pessoa não, né? Um demônio. Aí, ó. O nosso paladinho. O escudão. Eu gosto do escudão do paladinho. Tem que ter.

Aí as escovas, como eu falei, é tudo claro, né? É bem diferente do que a gente já viu. Mostrar rapidinho a escova, né? Só pra falar, ó, escova. Aí tá lá. O cubo horrorármico, né, que a gente comentou. Fazendo as armas mais fortes.

Ah é, vão ter mais novas habilidades, né? Que vão aparecer mais opções pro você customizar o seu personagem. Skills novas. O Talismã. O Talismã é interessante porque ele dá passivas, né? Pra você. E aí o do Late Game reformulado. Ah, tem essa parada dos planos de guerra também. Warplanes.

Prepara sua cesta de conta. Não tema, criança, pois o inferno não está mais por ter. O inferno já está aqui.

Olha a cara dele. Desaguarde. É, ele vai ver, né? Ele vai ver. Deixa ele, deixa ele. Vai ver o paladino chegando pra ele. Achando que... Agora tem uma coisa legal também, que vai ter o modo horda agora também. Tem também. O horda é legal, porque o pessoal que gosta de testar build até o máximo aí vai poder brincar bastante.

Ainda mais agora com o cubo, que dá pra fazer umas armas mais fortes e tal. Nossa, tem muita possibilidade. Agora, eu gostei muito também dessa coisa da variação da árvore de habilidades, porque, assim, já tinha bastante. E eu confesso que eu sou uma pessoa bem indecisa. Tem hora que eu fico assim...

Quero fazer de um jeito. Quero fazer do outro. São muitas opções, né? São muitas. E várias são boas. Sim. É difícil de decidir. Mas é legal que você pode trocar. É. Você pode simplesmente tirar o ponto. Isso é muito legal. Isso é muito bom. O respect. Isso é uma coisa...

de mais moderna de videogame. Sim, sim. Cara, eu acho isso fantástico, porque em vários jogos, cara, eu acho que isso, inclusive, é uma barreira de entrada em alguns jogos. Porque você vai jogar um jogo que tem uma certa complexidade, RPG e tal, que são jogos complexos, aí você gasta o ponto e não volta nunca mais. Será que eu botei no lugar certo? Então, cara, ter o respect, eu sou a favor do respect...

todos os jogos que existem, tá? A gente tem que ter todos os jogos possíveis pra você poder testar, sabe? Porque tem, pô, tem... Isso aqui parece legal. Aí, às vezes, você vai, pô, não gostei. Sim. Aí, já era, gastei. Agora tem essas opções de você poder... A maioria dos jogos tá colocando respect, que é muito bom. Com o meu Paladino aconteceu isso. Eu comecei a jogar com o Paladino e tava lá e eu falei assim, pô, vou investir numa skill de escudo.

Aí eu comecei a usar uma skill que eu não lembro o nome agora, mas o Paladino ficava igual o Capitão América. Lançando escudo em todo mundo e quicando. Aí cansei dela, voltei e fiz a build dos martelinhos lá. Falei, pô, já ia, ó. Testei duas, foi legal, sem dor de cabeça. Sem ficar cobrando o item pra fazer isso. É, tem gente que faz isso, tem gente que faz isso. E é legal justamente isso que, pô, você pode...

É interessante porque você consegue testar, escolher a sua e você consegue falar pros outros. Entendeu? Tipo, ó, essa build aqui é assim, eu joguei, testei a outra e tal. Porque é muito... Eu sou totalmente a favor disso aí, cara. Isso aí é muito... Você tava falando, né, até, padre, sobre as builds que os caras fazem. E que o Paladino aí, como é uma classe nova, não tem muita build, mas o Warlock, quando lançar... Cara, eu aposto que o Warlock vai lançar dias depois, sei lá, um dia depois já vai ter build. Vai! Até é endgame dele. Não, assim, o Paladino hoje já tem.

hoje já tem bastante, você pode ter certeza disso. No dia, porque eu tô falando logo no início, eu comecei a jogar de paladino e falei assim, não, vou dar uma olhada aqui pra ver se já tem build. Aí tinha umas duas, três, hoje já teve um monte. Eu não olhei mais porque eu achei que eu gostava, então deixei. Ah, você...

montou a sua build mesmo ou você achou uma e foi e foi customizando ele tá falando pra poder investir nesse aqui, mas eu gosto mais desse outro tipo de ataque aí eu fui colocando cara, isso é uma coisa que assim, a gente que já tem uma certidade do Fênix, que é criança é... 29 anos, tô chegando aos 30 tá chegando, porque quando a gente começou né é... jogar videogame ***

Não tinha internet, né? Então, a experiência de jogar videogame era... Não era solitário, que a gente jogava com os amigos, não sei o que e tal. Mas não tinha essa coisa de, tipo, pô, vou ver a build ali. É, não tinha isso, não. Então, né, é... Hoje em dia, os jogos, eu acho que eles se beneficiam muito disso. Tipo, os desenvolvedores fazem o jogo já pensando que a galera vai compartilhar tudo o que faz, né? E é muito interessante ter essa visão hoje. Porque muitos jogos, tipo... É muito difícil a gente... É muito difícil a gente...

Tem as builds quebradas, builds muito específicas. E a gente sozinho nunca ia descobrir isso. E é um negócio muito interessante que aparecem coisas que a gente nem imaginava que tinha um jogo que as pessoas vão compartilhando, né? Porque dificilmente a pessoa sozinha descobriu tudo. Uma descobre um pedacinho, aí a outra descobre outro pedaço, aí todo mundo vai juntando, se comunicando, e aí consegue achar as coisas, né?

É, porque quando se trata, por exemplo, das habilidades, você tem lá a árvore pra poder você ler. Agora, e quando se trata dos itens? Os itens, é. Você não sabe que aquele item existe. É, os itens, o que que faz? É, porque o item que vai dar o buff lá, duas vezes aqui, nesse atributo, não sei o quê. Aí vai melhorando, né? E esse item você não sabe que existe. Aí é clássico, né? Aí você pesquisa na internet. É, aí você vai pesquisar. Best weapons for Paladino. Diablo 4. A gente tem também aqui, o padre falou, vamos dar uma olhada no trailer do Paladino?

Vamos ver o Paladino. O Paladino é muito massa. O Paladino é uma clássica, né? Do Diablo. Estava no Diablo 2, no Diablo 3. Está grato.

É, então, ele por ser dano sagrado é melhor. Outros demônios. Outros demônios, sim. Justamente. Aí era isso que eu tava usando. Vai quicando o martelo.

maneiro, maneiro. Falei, eu sou pra ver o padre de Paladino dando dano sagrado no Femifício. Com certeza, vai rolar. Quando você joga o de Paladino tem double damage? Porque é double sagrado? Então. No jogo não, mas na vida sim. Legal. Mas a gente tem também a do Bruxo, não é isso? O Bruxo que é a nova classe, tá? Que vai lançar agora junto com a expansão, com o Diabo 4 Lord of Hatred. E eu quero ver, porque eu também não vi nada do Bruxo. Manda pra gente aí, vamos ver.

Ele parece bem bem, mas não é. Ele é um pouco diferente do necromante, ele invoca, ele não... Ele faz os motos, viu?

Vai ser da hora isso aí. É, isso aí a gente ainda não viu nada, né? Além desse treino, porque ele não lançou, mas... É, mas se a gente for puxar um pouquinho dos outros, né? Diabos que teve, ele tem um combate um pouco mais... Requer um pouco mais de tática, né? Ele é diferente do Paladino, que você pode ser tudo. Ele precisa de mais um apoio, uma dedicação um pouquinho maior.

Pode crer. Padre, olha só, vamos falar algumas coisas aqui, que eu tava, a galera tava muito curiosa, assim, porque a gente tá falando Diablo, que você joga e tal, mas o que mais que você gosta? O que você curte, assim? Cara, no geral, no geral, eu gosto muito de jogo multiplayer que eu posso jogar com meus amigos, né? Eu gosto do single player, mas gosto bastante do multiplayer também. A gente tava até conversando aqui antes.

Eu sou um aficionado com Overwatch. Eu amo Overwatch. Joguei muito Overwatch também. Nossa, eu gosto demais de Overwatch. Gosto bastante de Fortnite também. Jogo praticamente todo dia com um grupo de amigos. E gosto também de... Da Nintendo geral, que eu falei. Mas Nintendo aí já não é multiplayer, né? Não, não é. Aí eu vou no single player, né? Você joga um Mario Party, um Mario Kart, assim?

O Mario Kart a gente joga, mas assim, é difícil, né? Porque como é que não xinga? Pois é, verdade. Eu não vi um cascação na cheira. O Mario Kart foi, eu acho que ele foi o elite dos jogos mais interessantes do mundo. É, é. É uma coisa de dois. Eu queria muito que a gente fizesse outro campeonato do Mario Kart pra eu vencer muito vocês. Entendi. Eu acho que eu venço muito. Eu tô no Blue Shell. E o Smash?

Ah, o Smash é muito bom, cara. Não, o Smash é bom. Muito bom, né? É muito divertido. Mas eu gosto de single player também. Igual eu tava falando, eu usarei o Resident Evil 9 há pouco tempo, né? Então é legal e tudo. Você chegou a jogar o Starcraft? RTS? Joguei, joguei. Joguei. Não muito, mas joguei. Joguei bastante o Age of Empires lá atrás e tudo no início, mas joguei algumas coisinhas. Boa.

E na Nintendo, qual que é o seu favorito? Se você fosse escolher um jogo, cara. Eu sei que é difícil. Um jogo ou uma franquia? Ah, pode ser franquia. A franquia é o Mario. O Mario mesmo? O Mario é meu favorito. O jogo da minha vida é o Mario 64.

É aquele jogo, tipo assim Preciso desestressar, liga o Mario 64 É muito gostoso E eu jogo no Nintendo 64 mesmo, tem uma televisãozinha de tour Liga na TV de tour pra jogar Porque hoje em dia tem uns adaptadores Não, tem No próprio Switch tem, pra poder jogar Mas eu gosto da experiência de jogar na TV de tour Já viu aquele analog? Analog Pocket Tem o Analog Pocket que é o de Game Boy, né

Mas tem o 3D. É o analogo 3D. É isso. Só que é meio difícil de conseguir. É muito difícil. É caro e esgota, né? Rapidinho aquilo. E como é que você faz pra conciliar a sua vida de padre jogando essas coisas todas e tal? Porque a gente sabe que toma tempo, né? É mais, é claro que eu, obviamente, padre também tem tempo pro seu entretenimento. Isso mesmo. Então, eu tenho uma regra de ouro. Essa regra de ouro é o seguinte. Eu só consumo videogame.

Ou então produzo meu conteúdo depois dos meus compromissos de paróquia. Então, por exemplo, dia de segunda-feira. Dia de segunda-feira é o dia de folga. Aí é o dia que eu tiro para jogar. Vou lá, faço meu serviço e vou jogar. Ou então, por exemplo, depois de missa. Meus compromissos acabam, por exemplo, todo dia, 8h30, 9h da noite. Aí é a hora que eu vou sentar, por exemplo, para poder jogar, que eu vou gravar um vídeo, que eu vou editar alguma coisa, que eu faço live com o pessoal para poder jogar e tudo. Aí é nesse momento.

E aí tem que ter disciplina, né? Porque não dá. A sua produção de conteúdo hoje é inteiramente você que faz? Você tem alguém que trabalha com você na edição? Agora eu tô começando a ter algumas pessoas pra me ajudar com a edição. Mas até há pouco tempo atrás era só eu mesmo. Eu gravava, editava, tudo.

Aí não tem tempo mesmo, né? Não tem. Aí é o que eu faço? Eu pego e na segunda-feira, por exemplo, eu gravo os vídeos a semana inteira. E de alguma coisa, por exemplo, eu tô aqui... O David já fez muito isso. Então, eu tô aqui hoje, hoje saiu o vídeo. Aí tava programado já, eu gravei, o resto da semana já tá todo programado. Então eu tento fazer isso, eu tento maximizar tudo, deixar ali no canto e depois eu poder me dedicar. E, Padre, assim, não é... É porque assim, a gente trabalha com isso há muitos anos e tal.

Não é demasiadamente estressante fazer isso também? Bastante. Mas é que você curte muito fazer. É. E eu só faço porque eu gosto. Porque se eu não gostasse, eu falo com o pessoal, eu já teria motivo pra poder largar muito tempo. Porque assim, pra mim...

A questão do ambiente, da produção de conteúdo, jogos, etc. Eu gosto da comunidade, de trocar experiência, de conversar com as pessoas, de estar próximo. Porque, na verdade, eu vejo isso um pouco daquilo que eu acredito no meu ministério. Porque o meu ministério é isso, é estar junto com as pessoas, conhecer as pessoas e tentar fazer o melhor para elas.

Claro que dentro do âmbito religioso Eu vejo isso pela fé, pelo meio da pregação, etc Mas dentro da comunidade Eu posso mostrar para as pessoas Que dá para poder ser uma pessoa boa E curtir o joguinho lá que ela gosta Não tem problema nenhum E já te reconheceram assim? Te giram foto? Como que é essa interação? É meio estranho para mim Porque eu não estou acostumado com isso não Mas acontece de vez em quando A pessoa chegar e tudo encontrar Mas É...

Porque junta duas coisas. Junta a questão do ser padre, e junta a questão da produção de conteúdo. Aí ficam os dois. Porque tem gente também que tem a curiosidade por conta do padre. Não é nem por conta do conteúdo, não. É o padre, aquela coisa toda. Mas aí a gente tenta mostrar, gente, não tem nada de mais. Eu acho que isso é interessante, porque assim, a minha avó, que já é falecida, ela é muito religiosa, sabe? Ela faleceu com 90 anos.

E a gente sempre sentia uma distância muito grande entre os fiéis e os padres, né? E a gente vê que nos últimos anos é feita uma questão de essa aproximação. Você acha que esse fato de você falar desse jeito com o videogame, que é algo que hoje em dia está no total mainstream, que é difícil ter um jovem que não joga videogame, é muito difícil, muito improvável?

você conseguiu trazer, aproximar essas pessoas da palavra, né? Que é o que você prega. Esse é o meu objetivo, sabe? Criar pontes com a comunidade e com as pessoas. Por quê? Como você falou,

É um ambiente onde existem pessoas e essas pessoas têm sonhos, planos, desejos, anseios. E por que não falar com elas usando a sua linguagem? Quando a gente olha, por exemplo, na vida de Jesus, ele fala por parábolas. E as parábolas são sempre baseadas naquilo que as pessoas vivem. Então, por exemplo, se ele está num ambiente onde as pessoas pescam, ele vai falar, eu vou fazer de você pescador de homens.

Se ele está falando para um povo que trabalha com agricultura, ele vai falar, o semeador saiu a semear, etc. Ele vai falando para o Parábos. Então hoje, se o jovem está lá jogando o diabo, eu falo assim, irmão, vamos juntos aqui fazer uma pare para poder a gente derrubar o inimigo e conseguir construir uma coisa melhor. É isso.

É usada a linguagem. Porque, no final das contas, tem uma frase que eu gosto muito, que é de um bispo já falecido, que ele dizia assim, aonde há povo há razão de ser pastor. Então, se tem povo na internet, jogando videogame, tem sentido ter alguém ali falando da palavra.

Mesmo que seja de uma maneira inusitada, mas que chega nas pessoas. E é legal ver isso, porque eu recebo quase que diariamente mensagens das pessoas falando Padre, eu tinha uma outra visão de igreja. Eu achava que, tipo assim, porque falaram comigo lá atrás que o anime que eu gosto é do diabo, que o jogo que eu gosto. Não, e tentando ter esse esclarecimento, as pessoas acabam se sentindo acolhidas.

Porque durante uma vida inteira falaram para elas que elas não podiam jogar, ou que elas não podiam consumir. E agora elas conseguem ver que dá para conciliar e está de boa. É só uma questão da gente saber separar o virtual do real, etc. E conseguir entender isso. Já tiveram outros padres que vieram perguntar para você como é que é? Tem, tem. Mas assim, hoje, como já tem um certo tempo que eu estou nesse ambiente, eles já acostumaram com isso.

já lidam muito bem e tal, conseguem acolher, mas no início era engraçado, porque como eu falei lá no início, o videogame faz parte da minha vida desde sempre. Então, quando eu fui pro seminário, eu larguei uma faculdade que eu fazia de sistema de formação, porque eu queria ser desenvolvidor de jogos. Só que na época, isso era 2006, e a única faculdade que existia no país de desenvolvimento de jogos nessa época, era aqui em São Paulo, no IMB Murumbi.

A minha esposa formou nessa faculdade de design games. Olha só. Então, eu sou no interior de Minas Gerais. Com todo respeito. Roça pequena, cidade pequena. Eu falei assim, gente, isso nunca vai acontecer. Eu consegui sair daqui para poder estudar lá. Então, o que eu fiz? Eu fiz o estipular e passei para poder fazer sistema de formação. E queria ser desenvolvedor. Ah, depois que eu formar, eu já botei um emprego. Eu trabalho para poder ser desenvolvedor. Só que no meio do caminho...

eu acabei percebendo que eu queria fazer esse outro caminho espiritual. Então, eu larguei a faculdade para poder ir para o seminário. E no seminário, eu carreguei toda essa bagagem minha de tecnologia e de jogos para dentro do seminário. Então, durante o tempo de seminário, eu era conhecido como um menino que sabe mexer no computador, que sabe resolver os problemas, que sabe fazer as coisas aqui. E era engraçado que a gente tinha um dia de folga no seminário.

E era toda quarta-feira. E aí era um dia que você podia fazer assim. Você pode ir pra rua, você quer sair com os amigos, você quer ir no cinema, alguma coisa, você tá ali pra fazer. Eu pegava um Gamecube que era emprestado num amigo meu e ligava na TV da sala e ficava jogando.

E aí o meu formador chegava, que era o padre responsável, falou assim, você vai ficar jogando videogame? Ele falou assim, vou, por quê? Proibido? Ele, não. Só achei engraçado. Porque os meninos estão fazendo outras coisas e estão jogando. Então, assim, não. É uma coisa que faz parte da minha vida. Então, os padres que me conhecem desde esse período, já sabem, olha, esse aqui é o Edson, é o jeito dele. Ele sabe que dá pra jogar, que dá pra conciliar as coisas. Então, não foi uma surpresa.

Agora, pra outros que não me conheciam, muita gente acha que foi uma coisa assim, ah, o padre resolveu falar de jogo na internet porque os jovens falam sobre isso. Aí eu me dou vontade de falar coisas. Vocês estão achando que eu vou ficar igual aquele meme do... Já viu o que? Meme do Didi vestido de skatista? Que é o cara querendo parecer jovem. E aí, galera? Não sei o quê. Não, cara, é porque isso faz parte da minha vida. Entendeu? Isso faz parte da minha história. Então eu não tô tentando emular uma coisa pra poder conseguir conversar com o jovem. Não, é uma coisa...

faz parte de mim. E você tem público justamente porque você fala com propriedade, porque você sabe o que você tá falando. Justamente. Esse é o ponto. Então, muitas pessoas chegam e falam isso. Dá pra ver que você assistiu isso mesmo. Que você jogou isso mesmo. Não foi alguém que leu um resumo lá e foi falar sobre isso. É.

E, cara, tem alguma coisa assim que... Alguma pergunta que vem demais, assim? O povo pergunta muito a mesma coisa sobre videogame em geral. Cara, tem algumas. Tem algumas que perguntam muito. Essa do Diablo, por exemplo, pergunta muito. Aí eu tenho que toda vez responder. Falar assim, gente, eu já fiz vídeo disso. Eu não vou refazer esse vídeo. Esse vídeo tá lá. É só olhar.

Mas todos os jogos mais polêmicos sempre aparecem. Sempre aparecem. E jogos que envolvem, por exemplo, questões de igreja, Assassin's Creed, por exemplo, de vez em quando aparecem algumas perguntas. E aí tem algumas coisas que eu tento evitar e tudo, pra poder não criar polêmica. Então coisas são desnecessárias, né? Sim. Deixa eu perguntar de um jogo específico. Você já ouviu falar do Kingdom Come Deliverance? Sim, sim. Já ouviu falar? Tava jogando dois até pouco tempo.

Ah, é? Então, eu ia falar que é um jogo interessante pra você, porque ele retrata de uma forma, né? Mesmo que seja em grande parte a história satírica, né? Ele tira muito sarro, mas ele retrata aquele período específico da história, e a igreja estava muito presente e tal, né? E você interage com isso E tem uma expansão, se eu não me engano, que é focado numa coisa da igreja, né? Eu não cheguei nessa parte Mas eu vi que tem ela É muito legal, cara E aí

Eu gostei muito, achei muito legal. E você jogou o primeiro? Desculpa. Não, não. Eu joguei só o 2. Tá, eu quero falar do primeiro, mas continua aí falando. Eu joguei só o 2 porque, assim... E, na verdade, eu fui jogar não por conta dessa coisa do medieval e da igreja. Eu fui jogar por um motivo muito específico. Eu tava jogando o Cléu Obscur. E tava já no final do Cléu Obscur. Gostei bastante e tal.

E aí eu vi o pessoal na época do Game Awards falando assim, não, mas o Kingdom Come tinha que ter ganhado o melhor RPG. Eu falei muito isso. Eu falei muito isso. Aí eu fiquei curioso.

Será que esse jogo é bom mesmo? E eu gostei. E eu gostei muito. Inclusive, gostei mais que o... O Claire. O Claire, por favor. É mesmo? Desculpa. É. Legal. Porque eu tenho muito problema com o Perry. Eu tenho muito problema com o Perry. Tanto que eu jogo, por exemplo, o Souls-like da vida, mas o meu problema é o Perry. Não uso o Perry. Não uso o Perry. Então, se o Kirua, você não pode jogar. É. Se o Kirua, é só o Perry. Enfim. E aí, eu gostei. Só que...

Tanta coisa, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, né? Infelizmente, lá onde eu tô, o Bastas deve ter acompanhado a notícia. Teve toda a enchente, né? Tragédia lá. Então, a gente acabou virando todo o foco pra isso. E eu não pude continuar jogando, né? Agora que as coisas estão voltando ao normal.

E é um jogo muito grande, né? Denso, você tem que realmente se dedicar. E eu confesso que eu tô tendo muita dificuldade ultimamente de jogar jogos muito longos. Eu prefiro coisas menores, né? Igual o Diablo, por exemplo. O Diablo, apesar dele ter uma coisa mais longa, ele tem uma gameplay tranquila. Você vai e joga. Ah, joga aqui uns 20 minutinhos, depois para, depois eu continuo. É, cara, eu acho, assim, a gente tá numa era que... É... Tem muito jogo grande demais. Nossa.

E assim, eu recentemente terminei o Monster Hunter Stories 3, mas eu platinei, né? Então foi tipo 120 horas. Meu Deus. Fazia um tempo que eu não jogava um jogo tão longo. Aí eu peguei um outro jogo agora, que eu tô jogando o Pragmata, né? Que é, pô, 15, 16 horas você termina, sabe? Isso eu tô doido pra jogar. Esse tá muito legal. Eu tô curtindo pra caramba. O mouse, o P.I. Que é 14 horas. Porque é legal ter, porque, cara, videogame é uma experiência muito complexa e muito particular de cada um, né? E assim, eu até aprecio os jogos longos também, mas aí depende, porque tem jogo que é muito longo, mas com todo meu raso.

É, é. Repetitivo e tal, não sei o quê. Mas tem jogos que são longos, porque tem que ser longos mesmo, né? O Resident, por exemplo, é o Resident mais curto. É. É que é, e você consegue perceber, é muito legal. Porque tem gente que tem uma impressão de fazer, ah, jogo bom é jogo longo. Não é verdade, né?

Mas não é mesmo. Tem jogo que é longo e que fica só repetindo, repetindo, repetindo a mesma coisa e tal. E assim, tem repetição que é boa. Tem repetição que é boa porque a gameplay é gostosa e tal. Tem uns embaixo. Agora tem uns que é repetido só pra encher linguiça mesmo.

Aquele clássico das missões de leve e trás, né? É o famoso leve e trás. Leve e trás. Salve o gato. O Kingdom Come é um jogo que realmente é 100 horas mais pra você zerar, né? Mas o 1, eu queria falar pra você do 1 porque eu acho que valeria pra ele, né? Depois de você zerar o 2, tentar jogar o 1. Eu queria muito ver a sua reação porque tem uma parte no jogo que imagina que o 2 não faz isso. Então eu não consigo nem comparar pra você. Inclusive foi uma das reclamações da comunidade. Não tem uma parte igual tem no 1 que é...

O Henry, ele entra numa missão que você tem que entrar no monastério disfarçado de um dos membros do monastério e você fazer todo o calendário de atividades do monastério. Caramba, agora você conseguiu me pegar. E assim, by the book mesmo, você acorda, tem que fazer a missa ou depois tem que fazer um não sei o quê e você fica preso nesse monastério, você não consegue sair. Isso tem nome, é a liturgia das horas pra gente. Isso. Aí é uma oração pra cada hora do dia.

Isso, e aí tem a hora de também ir pro quarto De dormir, sabe? E você tem que respeitar o horário Enquanto você anda pelo monastério escondido E descobre as coisas que você quer descobrir, sabe?

Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia. E também ter uma boa noite de sono, para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça, porque se cuidar é vital.

E o nosso podcast de hoje é pra você que adora viajar na maionese, se perder olhando pro espaço, sair de órbita. Você aí, tá desconectado? Experimente a deliciosa Del Valle Limonada e se reconecte. Agite seu dia com uma das incríveis versões limonada sabor pink, tropical ou clássica. O toque cítrico que te reconecta. Clique no banner e saiba mais.

inclusive, o dos monges é mais específico porque eles tem que fazer todas as horas mas a gente que é padre, a gente faz isso também a gente tem a oração da manhã, que é a laude tem a da tarde, que é as vésperas e tem as completas, que é da noite, as três a gente faz agora a dos monges é são mais extensas. Toda hora? Não chega a ser toda hora mas são intervalos de hora, coisas simples três horas, três horas

Padre, fala pra gente quais são... A gente tem o trailer da história pra ver do Rappo 4, do Angel of Retreat, mas a gente queria ver os canais do Padre. Você tá onde hoje? Eu estou hoje no Instagram. Cadê o que a gente vai colocar aí na tela? Instagram. Isso. Padre Edson Ribeiro. P.E. Edson Ribeiro. O Padre Edson Ribeiro. Aqui, ó. Isso, aí eu mesmo. Estamos aí. Desce um pouquinho aí pra gente ver.

Aí tem uns reacts. Não conseguiu perdurar o pé, hein? Muito bom. Esse aí foi legal também. Esse aí deu muito bom na época. E se as vocações fossem RPG, você botou ali? Interessante isso. É porque a gente tem um mês de agosto que é um mês vocacional que a gente fala dentro da igreja. Aí cada final de semana a gente reflete uma vocação.

Aí eu pensei assim, poxa, e se eu pensasse essas vocações como classe de RPG? Aí, deu certo. Aham. Nossa, e dá pra ver que você gosta de Overwatch, porque você fez ali Moira DFS. Moira DFS. O cara é muito fã mesmo. Não pode, gente. Moira DFS não pode. Não dá, não dá. Muito legal, cara. Então você gosta muito de animes. Gosto, bastante. Esse aí eu... Ah, você também faz no YouTube. Esse é o canal que eu faço no YouTube. Então é um pouquinho parado esses dias, mas eu vou voltar. Se Deus quiser. Volta.

Você foca mais em vertical, shorts? Não, eu estava focado no shorts, que é o conteúdo, mas agora eu vou começar a fazer uns em horizontal também, que eu tinha esse projeto que era o Devanejo, um padre deve voltar agora, que são reflexões espirituais em cima de temas mais específicos, né? Interessante. E aí tem uns reacts de coisa polêmica, reacts do Gilberto Barros. Eu estava vendo ao vivo isso.

É. O que aconteceu. Eu lembro. Há muitos anos atrás. Eu tava andando ao vivo isso aí. Porque eles falaram de Magic também. Porque eu amo card game assim. Eu sou pissurado. Eu sou a Hearthstone de maluca até hoje. Todo dia. Nossa, é muito tempo jogando jogo de carta. E aí vamos ver o vídeo da história. Mas o seu plataforma principal é o Instagram. Isso, o Instagram.

Você aposta diariamente? Diariamente. E faz stories também e tal? Stories, tudo. Diariamente não confessionário. Confessionário é segunda, quarta e sexta. Não dou conta de você, mas eu sou disso. É muita coisa. Não, é. Até você olhar todas as perguntas, filtrar tudo e tal. Tem algumas coisas que você tem que buscar? Tipo, a informação assim? Algumas coisas tem. É. Eu dou preferência para aquilo que eu conheço. Tá. Porque eu sempre falo com o pessoal, eu falo assim, gente, eu não respondo baseado em achismo. Eu vou, por exemplo, lá... Eles ficavam falando, por exemplo, do Berset, que eu tô de...

Ah, o anime, né? É pecado, o Leber segue, o mangá e tal. Eu fui ler o mangá pra poder responder eles. Aí eu falei assim, agora eu falo pra vocês. Entendi. Tanto que eles tinham meses pedindo pra vocês, só depois que eu li pra poder entender. Porque a comunidade, ela é boa, mas quando ela pega no pé... Sim. Então eu falei, eu não vou falar besteira não, eu quero conhecer pra poder falar o negócio certo.

E assim, que existe também essa anime, por exemplo, né? Tem muita gente que acha que anime é coisa de criança porque é desenho animado, né? Isso é muito... E não é verdade, mas nem de longe, né? Eu fiz um vídeo, que é uma série de vídeos, chama Guia Prático para Pais Perdidos. Ah, legal! É, porque assim, geralmente eu falo do... para os jovens, aí eu queria falar para os pais dos jovens.

Pra poder explicar, olha, o anime não tem nada demais. Aí eu expliquei o que é o anime pras pessoas. Tem uns tipos de anime, não é pra criança. Tem isso, tem que ver a classificação indicativa. Tem que conversar com o seu filho. Por que você assiste, o que você gosta, etc. Inclusive, Naruto era exibido nos canais pra criança, não é? O Naruto, ele é mais pra, sei lá...

12, 13 anos e tal. É, é jovem. Mas assim, anime para criança, criança também tem, tipo... Tem? Tem, pô. Tem anime muito de criança bobinho e tal. Tem, tem. Como para criança mesmo. Tem de tudo, cara. Anime tem para... Simplesmente todos os âmbitos de tudo existe um anime para... Todos os gêneros, né? Todos os gêneros possíveis. Até gênero que você nem imaginar que existia tem anime. É loucura, pô. Tem muita coisa. Então tem, tipo... Tem um canal... É... Eu acho que... Eu não sei se é do Pokémon, mas eu acho que o Pokémon tinha uma coisa assim. Que é japonês.

E é só desenho de criança com Pokémon, entendeu? É um anime lá. Então tem de tudo mesmo. E tem pra criança também, né? O Naruto, ele é a categoria que chama Shonen. Que é pra jovem, entendeu? O Naruto é bem violento. Ah, o Shonen é pra jovem. É porque é bem violento. Tem porradaria pra cacete. Tem sangue, não sei o que. Cavaleiro Zodíaco é a mais violenta.

ainda. É, tem uma questão do período, né, que é anos 80. É, porque o Dragon Ball e Naruto é violento e violento, mas não morre tanta gente assim, não tem gore, muito sangue, isso que o Cavalizou de Ojo já é mais. Tem bastante comédia também, né? Tem, em geral, o anime tem alguma coisa de comédia, normalmente. Mas vamos ver então o trailer da história, Diablo 4, Lord of Hatred, vamos ver. Bota aí, ó, Takeshi.

Nós escolhemos tão no início. Está no início. Está no início. ***

Começou com Lilith e Inaris, os criadores do Sanctuary. Eles comem e têm seus próprios planos. Lilith, muito mais. Eu não vim para salvar, mas para encontrar. A nossa única esperança foi um wanderer que foi fede do sangue do demônio.

Esse bonde com Lilith foi o clube para desvazer seus planos. O Lilith ficou muito maneiro. Eu, Lorath, fui um padrão de eles. Muito melhor, Lilith. Com os nomes das pessoas que fizeram um hardcore. Essa é a pedra. Ela tentou consumir seu pai, Mephisto, o rei do mal. Ele estava sendo renascido em sua vida.

Ele ainda é nele, vulnerável. Eu vou atirar antes que ele possa resistir. Ela não tem o que ele não tem, mas ele não tem o que ele não tem. Ele não tem o que ele não tem. Ele não tem o que ele não tem. Mas Mephisto tem o que ele tem que fazer. Ele sentou o heraldiço para ajudar os jogadores a impedir Lilith. Um barulho de Deus que esperamos evitar em todos os custos.

Nós seguimos Lilith sem ele, tão longe como pudemos nos altos e nos altos do inferno. E nós pagamos por ele. Certo. Isso é suficiente? No final, não tivemos a escolha de acertar Mephisto. A minha vida é escutada, né? Só sofreu. Puxou um riqueiro. Aí a outra expansão também sofreu. Perdeu o braço. O próximo, escolha de ser corretamente.

Está com isso no início da festa. Está no *** *** Está no *** Está no *** Denying Lilith a prize... A wanderer struck her down... ...and with her last breath... ...she warned us of a dire future... ...without me... ...you would have no... ...victory... ...I pray she was wrong...

Eu tô com a neve também na loja. O quê? A neve foi despreta, gente? Então, é isso aí. Devites, teorias, né? É isso aí, a gente até viu quando a gente tava fazendo a campanha do Vestal of Hatred, essa cinemática dela aí no começo.

Mostrando que a Pedra da Alma tá contaminando tudo, né? Tudo que ela passa perto. E é próprio do ódio, né? O ódio é onde ele vai tocando e ele vai confiando. Just as they had endured a list, who yet lingered in their own veins.

juntos eles encontram o que Neral estava procurando a tomba de Acara o final resting place de Sanctuary's holy prophet foi uma prisão que Mephisto nunca teria escapado ou ele não iria facilmente eu te daria a violência que você quer que você tenha

E aí, nesse momento, a gente achou que na expansão Vessel of Hatred a gente ia enfrentar ele no final, né? Eu joguei pensando. É. E aí, ele apostou do Akarad. Essa cena é muito maneira. E esse visual do Akarad com esse líquido, né, do ódio, parece. É. A ordem demanda que nós nos abençamos de novo.

Muito maneiro. Pô, Patrick, você tem que ver a live que a gente fez com a Blizzard. Com o Mephys, o acarate gigante. Imagina que tinha um desse, só que desse tamanho aqui. Eu conheci essa peça. Ah, você viu essa peça? Pô, muito maneiro.

Quando a gente gravou aquele teaser lá que vocês viram, ele tava lá. Você viu, é. A gente no final falou, pode deixar ele aqui? Eles, não. Aí você a gente leva. Pode ficar com o pequenininho. Queria tanto aquele. Mas maneiro.

Lembrando que o Diablo 4 Lord of Hatred Lança dia 28 de abril Já tem o Paladino Disponível, vai ter o Bruxo também Você vai ter uma nova história, um monte de melhorias no jogo Uma nova região pra você aproveitar E jogar, já pode fazer a pré-venda Tem todas as edições Tem quatro opções de edição Com cada uma mais benefícios que a outra Tem o QR Code aí, você pode entrar O link na descrição também, você pode olhar E deixa eu Tem uma pergunta aqui que veio, que eu achei bem legal E deixa eu ver

Porque, bom, eu tenho certeza que você escuta falar desse jogo, não sei se você já jogou, que é o Red Dead 2. Sim, sim, sim. Você jogou o Red Dead 2? O... O Nicolas falou aqui, né? Que a cena do top jogo é quando o Arthur Morgan conversa com a freira, né? Já deve ter falado sobre isso, né? Então.

Aí vem a parte ruim. Eu não cheguei nessa parte ainda. Eu estou jogando o Regé de Agora. O pessoal me cobra muito ele. E aí caiu nesse negócio. Ah, eu poderia muito bem pegar, abrir um videozinho lá e ver. Mas eu falei, não, cara, eu não quero isso. Porque o pessoal fala tanto desse jogo que eu quero jogar ele pra poder chegar lá. Pra poder conhecer a história, ver como é que foi o desenvolvimento. Porque a gente tá falando de redenção. Eu já entendi que existe esse processo de mudança.

Só que eu quero entender o que levou à redenção dele. Porque o pessoal fala, elogia, fala que é um jogo bem construído, contexto bem elaborado. Você jogou jogo algum ou não? Não. Mas é um jogo de 100 mais horas também. É por isso que tem que pagar. É, e é um jogo que, assim, na grande maioria dos jogos, grande maioria dos jogos, não todos, mas na grande maioria dos jogos, a gente controla os heróis. E os jogos da Rockstar, você normalmente controla, assim.

Ele é o herói do jogo ali, né? Mas ele normalmente é um criminoso, né? Então são jogos, todos os GTAs e Red Dead e tal, são jogos que tem um dilema moral muito grande do início ao fim do jogo, né? Inclusive, acho que uma das perguntas mais, assim, frequentes é ser pecado de jogar GTA. Direto, direto, direto, direto.

Mas enfim. E o que você responde, Anís? Nesse caso, eu já respondi mais ou menos. Mas eu confesso que eu tô esperando o jogo sair pra eu poder guardar. Ah, muito bem. Pra eu poder fazer essa resposta. Vai ser um bom momento. Vai ser um bom momento. Tem que aproveitar o encaixamento. É verdade, você tá certo, Padre. Tá certo, tem que fazer isso mesmo. Mas você tá ansioso pro GTA 6? Cara, eu vou ser sincero. Não é que eu não gosto do jogo, mas não é o jogo que eu vou jogar.

Não tô ansioso, eu tô ansioso pra outras coisas. Por exemplo, o jogo do Wolverine eu tô mais ansioso. Ah, legal. É porque eu sou, assim, maluco de X-Men. Então eu tô ansioso pra cada um. Na verdade, assim, eu tô animado com o jogo do Wolverine também, mas eu tô mais animado com a possibilidade que esse jogo pode trazer um jogo de X-Men no futuro. Entendeu? Também. Porque... Também é uma boa. Já existem vários jogos de X-Men. Sim. Tem jogos de luta de X-Men, tem jogo de beat'em up de X-Men, tem um monte de jogos de X-Men.

Mas no nível de qualidade que a gente tem os do Homem-Aranha, por exemplo, não tem. Não tem nada nesse nível, né? E só o trailer já me deixou empolgado, porque é cheio de referência. Então, para quem acompanha os quadrinhos, vê tudo ali aparecer, eu vou dizer, cara, legal, vai ser muito bom.

É, e hoje é que eu vou te falar que eu fiquei surpreso que você falou que você curte os multiplayer, né? Porque assim, a gente que é mais velho, né? Eu, assim, já joguei multiplayer por muito tempo também, mas eu dei uma segurada, assim. Eu parei de jogar multiplayer. Hoje eu parei de jogar multiplayer total e eu tenho jogado somente single player, sabe? Tipo, aproveitando...

Ah, trabalho, aí tem filho pequeno e tal. Então, o multiplayer é infinito. Você fica jogando, jogando, jogando. Assim, só para quando você decide parar. E eu estava deixando de jogar muito jogo por causa do jogo multiplayer. Sabe que eu só jogo multiplayer e o bagulho é infinito. Você fica ali, né? Ah, não, isso sim. Mas eu prefiro o multiplayer não no sentido de que o single player é ruim. Mas pela sensação de estar com o amigo. Tem hora que eu estou jogando single player e no Discord para poder conversar com os meus amigos. Então, tem hora que isso acontece também.

Pô, André, a pergunta é curiosa aqui. Já pediram pra você fazer ou você já fez algum casamento online? Não. Já rola isso? Não, isso não.

Porque tem muito jogo que dá pra casar dentro do jogo, né? Tem, tem, mas nunca pediram, não. O WoW é um jogo que teve muito casamento dentro dele já. É, mas esse pedido nunca teve, não. E essa coisa... E aí ia perguntar algo específico da sua função, compadre. Tem fiéis que chegam lá falando com você sobre as coisas de videogame? Tem. E aí, tipo, vai casar, quer ter uma coisa falando sobre... Tem, tem, tem. Tem gente que pede pra fazer o casamento. Porque, ah, não, porque você...

Não vai achar ruim da música que eu quero, cara. Não tem nada a ver isso. Mas já aconteceu também de gente, por exemplo, procurar confessar o mesmo real. De vir confessar. Falou, padre, eu quero confessar com o senhor porque o senhor entende o meu mundo. E aí vai falando dos problemas de acordo com isso. E aí uma pessoa específica uma vez fez isso, eu achei muito legal. Ela usou referências de coisas pra poder explicar o que que tava passando. Aí eu tive que usar também. Por exemplo, cara...

diferente, mas acontece. Cara, é doido, porque você chegou a jogar The Last of Us? Sim. O The Last of Us, principalmente, o 1, quer dizer, os dois tem muitos dilemas morais, né? Eu acho que o 2 é mais, né? Não, o 2 é mais, mas é que eu acho que o 1 é um jogo mais simples, ele é mais sutil, né? Tipo, a cena final, né? Do Joey com a Ellie, aquilo ali, tem cada nuância, e assim, é uma cena com pouquíssimas falas, né? E que...

encapsula tudo ali, e é muito interessante porque todo mundo, cada um chega a uma conclusão do que aconteceu ali, é porque assim, todo mundo fala, né, que faria a mesma coisa que o Diogo fez pra salvar a filha, que não é no caso da filha mas, é, se tornou digamos assim, e só que a questão

moral que todo mundo bota nesse é ele ter mentido pra ela. Então, um dos meus vídeos mais... O Atualiza Bling 2026 liberou os maiores lançamentos do ano para a sua gestão. Agora você tem inteligência artificial, margem por pedido, gestão de anúncios, gestão multi-empresa e um novo check-in de estoque. Chega de dúvidas. Clique no banner.

E explore as novidades. O mais visto é esse. Ah, legal. O pessoal perguntou, ah, o Diogo estava certo, estava errado. E eu falei com o pessoal, falei assim, gente, eu acho que aqui não tem um certo ou um errado nesse meio, não. É uma área cinza. Eu acho que se existe um problema aqui, é que a L não foi consultada. Ela não foi consultada. Nem pelos vagalumes e nem pelo Diogo. Nenhum dos dois lados.

ah, mas é uma criança. Gente, não existe criança naquele mundo. Não existe. O conceito de infância já foi destruído. O mundo acabou. A era já tinha matado gente. Então, assim, não existe mais essa coisa de infância. Você vai colocar uma decisão dessa na mão de uma criança. Não existe mais esse conceito. Então, assim, é um local...

moral ali muito complexo. Mas isso é legal, sabe? É legal pra gente se refletir, porque é o que você falou. A maioria das pessoas vão dizer, ah, eu faria o mesmo que o Joe. Eu falo assim, cara, como é que é isso? Porque se você for levar a, vamos dizer, a ferro e fogo na moral, é um amor egoísta. Sim, muito. Totalmente. Ah, mas é a filha dele. Tudo bem. Mas ele deixou de salvar um... Possivelmente salvar o mundo. Então, aí que tá o negócio. Não é possivelmente.

Porque o... Como é o nome do autor? Esqueci. O Diodrugman? Isso. Ele já deu uma entrevista falando que a L é a cura. É a cura. Então, tipo assim, naquele universo, ela é a cura. Se for cedido, ela vai curar todo mundo. Então, ou seja... É, ele só negou o mundo dessa cura, né? Galera, agora a gente vai ver um trailer cinematográfico aqui, tá? Que a gente não viu ainda. E a gente vai já já pro confessionário gamer. Então, é o seguinte. Manda o seu live pics.

Ou mande aqui o superchat também, pode mandar comentários e tal, a galera vai fazer aí uma... Vai separar as perguntas, e o padre vai responder algumas perguntas de vocês, tá bom? Então, esse aí a gente vai só dar o play e vocês vão assistir e vamos dar uma olhada. Manda aí, bota aí, tá aqui, por favor.

O caminho para a dominação está apavimentado com as almas dos que se dispõem. Em breve, todo santuário será banhado pelo ódio. E ninguém escapará da inundação.

Mephisto não mais trará as trevas a Lundum.

Haverá aqueles que acreditarão que sozinhos podem resistir ao inevitável. E eu os convido a lutar.

E a Blizzard faz umas lindas. Eu tenho alguns de Overwatch, inclusive, que é doideira, tá? Muito maneiro. Muito maneiro. A dublagem brasileira é sempre impecável, tá? E, galera, dia 28 de abril, tá? Não esqueça de ir nos links aí pra dar uma olhada. Vai ter classe nova, melhorias de qualidade de vida, novo mapa, um monte de novidade e, claro, a história nova que vocês vão poder...

vai ser finalmente a conclusão dessa história, né, essa saga a gente esperou tanto tempo por ela é, e aí vê o que vai vir adiante porque o diabo vai continuar parar não para a batalha contra os demônios é eterna, não é no mundo do diabo pois é gente, vamos então ver as perguntas da galera pra você eu tô ansioso por esse momento temos aí, Takeshi vamos nos preparar a gente tem que botar fone?

É porque às vezes a... A... A voz não dá pra entender muito bem, né? Então é bom... Garante com o foninho. É. Vamos lá. Bota aí, vê se você tem que escutar. Tá escutando a gente? Tá escutando. Ah, beleza. Então... Bora. Isaac mandou 20 reais. Jogar jogo ruim da indulgência plenária.

Poxa Plenária não, né gente? Plenária não, dá uma indulgênciazinha O que seria uma indulgência plenária? Seria uma espécie de um perdão Para pecados que às vezes você não se lembra Propriamente Jogar o jogo ruim seria uma penitência Seria uma penitência mais ou menos Então ele meio que libera E claro, falando de uma maneira resumida O conceito de indulgência é mais ou menos Para poder entender

Dá pra poder entender. Então seria um perdão. Então a plenária, ela perdoa de todos, absolutamente todos. Então, é um jogo ruim. De vez em quando... E o que é jogo ruim, né? Pois é. Pra uns... Pra uns é... Assim... Se bem que tem jogo ruim. Não, tem jogo ruim. Tem jogo que é tranqueira, realmente. Mas tem um jogo que o povo fala que pra uns é ruim, pra outros é bom. Pois é, verdade. Exatamente. O que temos mais aí, Taques?

Dodô Pires mandou 100 reais. Boa noite, senhores. Ô, Dodô. Perdão, padre. Obrigado, Dodô. Já usei muito o Omatic. E meu time, na quarta divisão, tinha dinheiro infinito no LFoot 98. E já quebrei mais controles do que gostaria de admitir no FIFA. Meu Deus, cara, LFoot. Tem muito tempo que eu não escuto. Caraca, LFoot jogaram no LFoot 98. Nossa, tá doido. O Omatic era pesado, tá? O Omatic era violento.

É legal não dar um jeitinho aí de fazer uma penitência, quem sabe ajudar alguém que precisa nesse dia, porque o Mati que é pesado. Mas ele fez uma colocação interessante, porque isso é muito comum, e eu já vi, tá? Eu já... Bom, já tive meus momentos também. Mas não é muito comum. De, tipo, de você, quando você tá jogando, você deixar a raiva tomar conta de você. Ah, não. Isso acontece. Acontece comigo. É difícil, não é? É, é difícil e tal. Então, assim, a gente...

tenta segurar, mas tem hora que não tem jeito. O que eu já vi. Mas aí, a raiva, sentimento não é pecado. Sentimento não é pecado. O que você faz com o sentimento que é o pecado. Entendi. Então, por exemplo, sentir raiva que é agora. É uma coisa. Eu senti raiva a ponto de eu pegar esse microfone e jogar ele longe. Aí já é uma atitude. Aí é pecado. Entendi.

E agora o Omatic não. O Omatic você fez deliberadamente, irmão. Você foi lá, você abriu, você ficou contando o numerozinho lá. Um escaneia, outro escaneia de novo. Porque dava trabalho pra usar. Então, deliberadamente, você errou. É, o que eu já vi o Igor quebrar controle é brincadeira, pô. Nossa senhora. Jogaram na parede, pô. Sério? Tá doido.

Mas era no The King of Fighters, você curtia? Demais da conta. Então, a gente gostava muito também quando a gente era adolescente. E aí a gente jogava junto. E aí o Igor... Aí tinha o controle meio ruim lá, né? E aí quando ele perdia porque ele dizia que não pegou ali, ficava maluco, pô. Ficava maluco. Ô padre, eu sei que já deve ter respondido essa pergunta alguma vez na sua vida, mas usar cheat em jogo single player, será que é pecado?

Cara, depende do cheat, né? É, depende do cheat. Porque, tipo assim, uma coisa é um cheat pra poder você desconsiderar, pra você poder brincar, uma coisa assim, ah, já joguei, já terminei o jogo, agora zerar com cheat, não dá, né? Na primeira vez, aí...

Mas aí usar cheat em jogo online aí é muito grave. Não, aí é gravíssimo. Não pode. É ser banido mesmo e tal. Tem que ser banido mesmo, também acho. Pois é. É, deixa eu... Aqui a Bubz mandou uma pergunta interessante. Ela falou o seguinte. Isso aí é texto, né? Não é o Netflix. Quanto Spaná e Nossa Ave Maria deu eu fazer depois de falar mal do lançamento que eu não gostei, mas me viciei um ano depois? Xiii!

Essa é uma boa pergunta. Acontece muito. É uma boa pergunta. Acontece muito. Essa é uma boa pergunta e bem específica. Ou seja, ela fez isso. Aconteceu com ela. Com certeza. Aconteceu com ela isso. Ó, pode rezar um rosário aí que tá valendo. Muito bem. É, a gente tem aqui... O Lão Oliveira falou. O Lão Oliveira é Mengão, tá? Falou aqui. É padre, eu tenho que confessar. Eu pequei, não resisti. Eu caí em tentação. Joguei FIFA. O que que eu faço?

Então, aí eu não posso falar do FIFA, porque os outros vão me xingar. Mas me mostra perdendo tempo. Vai jogar com outra coisa. Não curte futebol, padre.

Não sou muito fã não, mas assim, tudo bem. Tem quem goste. O meu futebol é o Pokémon. Ah, muito bom. Eu acho que essa aqui você já escutou muitas vezes, tá? O Mauro perguntou. É pecado começar um jogo novo sem ter terminado o atual? Pecado grave. Pecado grave, irmão. O pessoal tá com o backlog lá. Esse aqui, ó. Esse aqui é brincadeira.

Não, não, assim, ó. Eu tenho o backlog e eu tenho jogos que eu tenho na Steam que eu não tenho previsão de jogar nunca. Ah. Aí eu acho que é um pouco pegado, Capadre. Sabe o que eu faço? Os caras fazem promoções absurdas. Aí eu vou lá, compro um monte de jogo.

E eu não jogo todos. Você pelo menos partilha esses jogos? Com certeza. Verdade. A família já dá um aliviado. Que bom. É porque realmente tem vários que eu nunca joguei, cara. É realmente triste. Eu também tenho. É, mas você sabe como é. Ó, a Bubz mandou outra aqui. Boa também, tá? Ela falou, peguei e não me arrependo. Ela já tá dizendo que ficou. Demorei mais tempo jogando com o Leon do que a Grace. De propósito.

É porque o Leon é muito gato. Então, aí nós temos dois problemas. O primeiro delas é que ele não se arrepende. Se não se arrepende, não tem perdão. É verdade. É o pressuposto, né? Sim. Só pode ter perdão se você se arrepende. Agora o segundo, eu vou...

Eu vou desconsiderar a questão do Leon, porque realmente é um gameplay divertido. É, é bom. Apesar de que comigo foi o contrário, tá? Eu gostei mais de jogar com a Grace que com a gente. Eu também achei melhor. Eu também. Achei melhor não, achei a mais interessante. Mais interessante, isso. A parte do Leon é uma gameplay totalmente diferente, né? É uma ação. Mas a parte da Grace é muito tensa. Então, a parte da Grace, eu ficava assim...

pensava duas vezes antes de tomar uma decisão. É, claro. O Leo não, o Leo saia, você vai vir pra cima de mim, eu te dou uma bicuda, eu te jogo longe, cara. Eu acho que isso era o legal do jogo, justamente você passar sufoco com ela, depois com ele você só limpar tudo. Inclusive, eu acho que o 9, eu sei que tem muita gente que não gostou tanto do 9, mas eu gostei, eu acho que o 9 conseguiu equilibrar isso na medida. Eu gostei muito. Porque você tinha o 7 e o 8 que era tenso, e você tinha os antes que era tudo...

Só tiroteio. É, só tiroteio. Então agora, tá na fórmula, é só manter. É que assim, eu sempre tento pegar assim, quando eu vejo um filme ou jogo um jogo...

Eu tento pensar na experiência que eu tive quando eu terminei o jogo. Terminei o jogo e qual foi a sensação? Sim. Achei bom, achei bom. Porque muitas vezes depois você fica pensando naquilo, remoendo aquilo lá, e você começa a gostar menos do negócio. Só que na hora que você terminou ali, ele te deu a satisfação. Tem uns jogos que assim, você... Pode tirar, você não vai mais escutar não. Tem mais. Você zera o jogo. Sim. Só que o jogo tem um monte de outras atividades para fazer. Depois que você zerou, você foi fazer essas milhões de atividades.

E aí o jogo acabou ficando chato. Certo. Porque te enjoou, te encheu o saco. Só que a experiência do jogo total não é aquela, entende? Aí às vezes você tem a impressão ruim do jogo, mas a gente viu o 9. Eu zerei várias vezes, porque tem, né? Pra completar tudo, não sei o que vocês fizeram mais de uma vez. Mas tipo, quando eu zerei pela primeira vez, eu achei incrível, eu adorei. Foi uma experiência ótima. Ah, não, com certeza. Você termina e é legal. Até porque não é um jogo focado nisso. Aham.

É diferente, por exemplo, a gente tá falando do Diablo aqui. O Diablo é focado nisso. Você termina e o pessoal costuma dizer que o jogo começa depois que ele termina. É, exato. Que é aí que vai ter mesmo. É, mas é aquele negócio, né? É legal do jeito que o Diablo 4 tá hoje que ele consegue...

agradar vários estilos de gameplay diferentes que você quiser. Tanto quanto as classes, quanto o... Ah, quero só fazer história, quero jogar com os amigos, quero jogar sozinho. Você tem essas possibilidades também. Cara, uma coisa muito comum que eu vejo a galera muito perguntar aqui que vocês já devem ter respondido muitas vezes também, que é essa coisa. Tipo, cometer crime dentro de jogo. É pecado? Ou você é? Se eu tô matando os caras? Não, não é um pecado propriamente.

Só que assim, quando eu faço as reflexões, em alguns momentos eu vou falar que sim, no sentido de levar uma reflexão moral. Mas nunca vai ser algo que você fez no jogo, vai ser um pecado na vida real. A não ser que seja alguma coisa que envolva crime. Como do tipo, aí a Trapassa, por exemplo. Você hackeou lá pra você conseguir a skin que você queria de uma maneira legal. Aí é um crime e consequentemente um pecado.

Agora não, ah, tratei, fiz isso, isso, aquilo. Mas é um gatilho pra você pensar naquilo como você agiria na vida real, né? Por exemplo, se você tem um certo tipo de atitude de um cunho, vamos dizer assim, desumano, e você tem prazer nisso, olha, irmão, é hora que você tem que dar uma olhadinha aí pra ver se isso não é... não tem uma coisa errada, né? Eu acho que assim, depois que... Bom, eu virei pai, meu filho tá com três anos, né?

Você repensa tudo o que já aconteceu na sua vida, você repensa tudo, né? E na nossa época, quando a gente era jovem, videogame não era que nem hoje, né? Que é esse nível de qualidade gráfica absurda. E assim, a violência nos jogos antigamente era... Pô, era meio até galhofa, né? Não parecia nem... Não tinha impacto, né? Não tinha impacto. Hoje em dia, pô, a violência é muito... Então eu repenso todas essas coisas, cara. Tipo, eu tava jogando Resident Evil, é muito violento, é muito gore. É muito. E eu não jogava com o meu filho.

perto, porque a criança se impressiona muito fácil com as coisas, né? Então, assim, e isso antes, quando eu não era pra... Impressionante como mudou tudo. Tinha outra pergunta antes da gente terminar, padre, que talvez já tenha acontecido com você também. Já chegaram mães e pais virem falar com você e perguntar justamente sobre essa questão dos filhos jogarem videogame? Direto. É. E como é que é normalmente?

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Então, alguns perguntam, eu tento orientar para poder mostrar, olha, não tem mal, mas inclusive até levantar uma bandeira que em todos os lugares que eu vou eu gosto de levantar, que é o seguinte, respeite a classificação indicativa. Isso, isso é importante. Classificação indicativa. Se o jogo é, tem gente que chega, é pecado jogar o Diablo.

Não, cara, não é pecado. Mas você não vai dar pra uma criança pra poder jogar isso. Isso não é um conteúdo pra criança. É um conteúdo que tem uma idade apropriada. GTA também, mesma coisa. Então, e esse é um problema. Que a gente não teve esse tipo de preocupação, né? Sim, sim. Então, na nossa época, pegou lá o pessoal jogando GTA San Andreas com oito anos de idade. Sim. Aí vê, ah, o menino tá violento. Ele vai ficar mesmo. Ele não tá apropriado. Ele não tem capacidade cognitiva. É isso. Eu vou poder discernir isso.

então, aí eu tento orientar então, não só nos jogos quanto animes também eu tenho um paroquiano, que ele é pequeno e tem 8 anos de idade e, sem brincadeira todos os dias que ele me vê ele me pergunta num anime XYZ se ele pode assistir aí ele vem e pergunta e eu vou e respondo, olha, esse não pode vai ver esse outro, esse outro é melhor e tal e um dia, aconteceu um fato curioso ***

ele chegou com um mangá na missa e mostrou, olha o que minha mãe me deu. E é um mangá famoso. Posso até falar o nome? O Dan-Dadan. Então, eu olhei assim e falei assim, ô fulano, você não pode ler isso aqui. Não, quem te deu isso? Ah, minha mãe me deu. Aí eu chamei a mãe dele e falei assim, você deu isso pro seu filho? Dei, pá. Eu fui na livraria e falei assim, mas ele não pode ler isso. Aí eu fui e mostrei pra ela a classificação indicativa lá embaixo, 16 anos.

E aí eu falei assim, eu vou te mostrar só uma coisa, eu não quero que você veja mais. Eu abri logo no primeiro capítulo, que tem umas cenas mais descans e tal. Você fala, meu Deus, eu não podia... Pois é, tem que ler a classificação de cativo. Isso é muito importante. Essa é outra coisa que quando eu era mais jovem, eu achava uma bobagem, e não é bobagem, não é bobagem, sempre foi importante. É importantíssimo. É muito importante, tanto só pra... Porque assim, é que é só coisa que você falou, né? E tendo filho, eu vejo isso todo dia.

Que criança se pressiona muito com as coisas. Ela não tem capacidade cognitiva, você falou. Ela tem que até discernir o que é certo e errado, o que pode fazer, o que não pode fazer. E isso é um trabalho de educação de anos e anos e anos. E não pode desensibilizar vendo coisas que não deveria ver. Nós, adultos, estamos prontos pra ver esse tipo de coisa. E saber que, olha, isso aqui é mentira. Isso aqui não existe. Isso, claro. Isso aqui eu desliguei, apertei o botãozinho lá do PC, acabou. Agora, criança não consegue.

Eu agora, padre, eu quero duas perguntas sobre o pecado. Primeira.

Lembra quando o Diablo tinha aquele negócio que dropava o item e todo mundo podia pegar? E era uma corrida pra pegar o item. Nossa, isso aí era loucura. É pecado pegar o item que é melhor pro seu amigo e você pegar pra você só porque você quer usar o item? É pecado sim, cara. É egoísmo. É verdade. Tem que partilhar o pão e partilhar também os itens. Quando vem aquela arminha douradinha. De repente brilha o laranja lá, vai... Isso. Aí a pessoa pegou. Não dá, não dá. E outra, é pecado culpar o lag?

Por morrer? Rapaz, pecado também, porque é mentira, né? É. Mas aí você tem que saber qual o lag que é. É o lag da internet ou é o lag do seu dedo com o mouse? Pode ser o seu lag. Pode ser o seu lag também. O que está acontecendo. Paz, você falou que você joga PC. Como é que é o seu setup lá?

Hoje eu tô com uma RTX 4060. Porra! 32 de memória e um Ryzen 7. Acho que é isso mesmo. Você usa um monitor ou um viás? Não, tô usando dois. Tô usando dois, não tem como, né? Caminho sem volta, né? Quando você bota o monitor, não tem como, né? Não tem, não tem.

Eu uso três e hoje eu saí com um amigo meu que ele me mostrou uma disposição interessante. Ele comprou um monitor de 17 polegadas, pequenininho, e deixou embaixo do monitor principal. E aí ele deixa algumas e-mails e tal, coisas que dá pra resolver menorzinho, embaixo. Eu gostei porque os monitores do lado eu viro muito a cabeça. E fica doendo o pescoço. Eu já vi botar três e um em cima também. Eu também já vi isso. Eu já vi. Um maior em cima, né? Cara, eu assim, porque assim, eu só por muito tempo usei um só.

Aí quando eu coloquei o 2, ela também falou, vai ter que ter 3. Não tem como. Se for levar em consideração como é o setup lá, na verdade eu tenho 3. Porque tem um que é no gabinete, que é o pequenininho assim, comprido. É legal. Aí de vez em quando eu uso. Dá pra usar ele. Eu coloco lá uma animaçãozinha, mas de vez em quando eu puxo alguma coisinha pra ele. Deixa eu colocar aqui também.

E o seu GameNage tem RGB? Tem. Se não, não é gamer. Se não, não é gamer e RGB é sinal de FPS. Isso. Quanto mais RGB, mais FPS. É que agora tem esse negócio de frame generation aí. É, você usa o frame gen? Na 4060. Eu acho que tem na 4060. Até 2X, eu acho. Acho que é isso mesmo. É, né? Mas o DLSS, né? Isso, o DLSS também.

Bom, galera, lembrando mais uma vez, você agradecer muito a Blizzard por estar com a gente aqui nesse programa, ter trazido o Padre Edson aqui, foi muito legal, foi assim, foi incrível ter essa experiência aqui com você, Padre, muito obrigado por ter vindo, foi muito bom. É isso, eu que agradeço o convite, acompanho vocês e... Ah, sério? Ah, que bom! Legal!

Eu acompanho desde a época de gameplay De Mario Maker Nossa, faz muito tempo Desse período Então tem bastante tempo Galera, já 28 de abril Vai lançar o Diabo 4 Lord of Hatred De novo, nova

Nova região, duas novas classes. O Padre já está rolando aí, mas vai ter agora também o Bruxo, a nova história, vai enfrentar o Mephisto finalmente, depois de tanto tempo. E aí, Padre, a galera está querendo a sua bênção aqui para a galera da live, a nossa comunidade, é isso. Qual que é a cabeça aqui que eu estou muito bem.

Então que todos possam ser iluminados para poder, nesse grande confronto contra o ódio, nós possamos sair vitoriosos, usando sempre de uma comunidade unida, mas comprometida com o bem sempre. Deus abençoe.

Que legal, Padre. Muito obrigado por ter vindo aqui. E, bom, vamos aproveitar. Tem muito jogo esse ano, né? Pra gente aproveitar, né? Então, gente, obrigado a todo mundo que ficou com a gente aqui até agora. Todo mundo que mandou suas mensagens também. Ó, o Taqueixe.

sexta-feira eu vou falar as coisas que o Taques me disse aqui de vocês, tá? Ah, é? Ah, porque você acha que deu pra falar tudo o que falaram aqui. Ah! Tem até a galera que pega na pergunta já, entendeu? É, pra você ver. É isso aí, fica de olho aí, né? Então, se o Taques tá falando... Eu quero ver, não sei se a gente vai passar os pecados. Não, calma. Mas é isso, obrigado a todo mundo, gente. Tchau, até mais. Tchau, tchau.

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