Supremacia de Cristo sobre tudo e todos — Série COLOSSENSES - Sermão #04
Seja bem-vindo!Este é o quarto sermão da série "Colossenses - A supremacia de Cristo sobre tudo e todos em todo tempo", pregado pelo pastor Maicon, no dia 03/05/2026, em Colossenses 1.15-23.Compartilhe conosco nos comentários suas impressões, testemunho (se tiver) e reações quanto ao que está sendo pregado, afinal, queremos muito saber como você está sendo impactado com essa mensagem especial da Palavra de Deus. Não perca nenhum dos nossos sermões!📌 Contribua também com a missão aqui em Novo Hamburgo/RS. Nossa chave pix: 🔗 pix.soma@gmail.com
Pastor Maicon
- Jesus e a CriaçãoJesus como cabeça do corpo (a igreja) · Jesus como princípio e primogênito dos mortos · Jesus como o centro e objetivo da nova criação · Jesus como o pacificador que reconcilia todas as coisas
- Cristo como cumprimento da LeiJesus como imagem de Deus e arquétipo de Adão · Jesus como primogênito com autoridade sobre a criação · Jesus como criador, agente e objetivo da criação · Jesus como a razão pela qual tudo subsiste
- Presença e Governo de DeusReconciliação e transformação de inimigos em santos · Apresentação diante de Deus como santos, inculpáveis e irrepreensíveis · A importância de permanecer na fé, alicerçado e firme · O Evangelho como esperança e a expansão da nova criação
- Vitória em CristoFalsos mestres e ensinos como fruto de espíritos demoníacos · Crentes não devem se deixar enganar ou iludir · Crentes não temem autoridades ímpias · Jesus como o verdadeiro tabernáculo e templo · Nós somos parte do templo de Deus e do corpo de Cristo · O Evangelho avançará independentemente de nós
A CIDADE NO BRASIL
Coisa boa. Mais uma semana. E agora nós estamos na semana 4 da série em Colossenses. E, cara, tem sido muito bom. E nós vimos até aqui, mais ou menos, primeiro sermão. A importância da igreja ter um posicionamento, de nós buscarmos ter um ensino.
Fiel às Escrituras. Segundo o sermão, a gratidão que nós temos que ter. Ver as coisas boas que Deus faz em nosso meio, mesmo aquelas que parecem mais insignificantes. Ainda assim é Deus fazendo. Porque nós não conseguimos fazer, nós não geramos. Lembram? Então nós temos que ser gratos ao Senhor.
Terceiro sermão, semana passada. Isso precisa nos fazer dobrar os joelhos e orar pelos irmãos, interceder pela vida dos nossos irmãos, para que eles cresçam, para que eles frutifiquem no Evangelho, para que eles tenham em si as virtudes cristãs, lembram? Fé, amor e esperança. E hoje nós vamos ver uma das mais belas revelações de Jesus Cristo. Nós estamos aqui falando sobre Jesus e no início, eu não sei se tu lembra,
Mas no início da série, eu falei que se nós encerrarmos a série tendo uma perspectiva maior e melhor de Jesus, se nós terminarmos essa carta de Paulo aos Colossenses entendendo um pouquinho mais sobre Jesus e vendo quão maior ele é do que nós entendemos, quanto melhor ele é daquilo que nos parece.
já terá sido um ganho. E hoje nós vamos ver exatamente isso. Paulo intercede pelos irmãos, e nós ainda estamos na segunda parte da carta, que é gratidão, ações de graças. E nesse encerramento da segunda parte, Paulo vai encerrar, ele agradeceu pela igreja aos Colossenses, dos Colossenses, Paulo intercedeu por eles, agora essa intercessão vai resultar num louvor.
Num hino, num poema.
E isso aqui é fenomenal, cara. Eu acho demais, porque Paulo está tratando os assuntos e às vezes ele joga um pouco de adoração no meio. Ele não deixa o texto dele seco. Ele sempre dá uma pitada de adoração, de doxologia. E hoje nós vamos ver isso aqui. Por quê? Porque vimos semana passada que um dos propósitos da carta é que Paulo quer que a igreja viva de modo a agradar o Senhor. Vocês lembram disso?
O modo digno do Senhor. Agora, não adianta nós queremos ter um modo digno de viver. Não adianta nós queremos agradar a Deus no nosso modo de viver se nós não conhecemos esse Deus. Se nós não sabemos a quem estamos querendo agradar. Entende? Então, para isso, Paulo vai encerrar essa segunda parte falando sobre Jesus. E eu quero convidar tu a ler.
Comigo, Colossenses, capítulo 1 ainda. Nós vamos dos versículos 15 até o 23. E nós vamos encerrar essa segunda parte da carta. Lembram? Então, semana passada nós vimos sobre a intercessão. Paulo quer que os irmãos transbordem em conhecimento. Paulo quer que eles vivam de modo digno e que eles entendam a posição exaltada em que estão vivendo. E agora ele vai encerrar essa parte. Esse poema, esse hino de exaltação.
que vai falar sobre a supremacia de Cristo e a suficiência de Jesus. Acharam aí? Colossenses, capítulo 1, versículo 15 até o 23. Vamos lá? Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.
Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
Versículo 18. Versículo 19.
Porque Deus achou por bem que nele residisse toda a plenitude. E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas. Quer sobre a terra, quer nos céus. Versículo 21. E vocês que no passado eram estranhos, inimigos do entendimento. Ah, glória a Deus.
inimigos no entendimento, pelas obras más que praticavam. Agora, agora, porém, ele os reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentá-los diante dele, santos, inculpáveis e irrepreensíveis. Se é que vocês permanecem na fé, alicerçados e firmes, não se deixando afastar da esperança do Evangelho, para que vocês...
que vocês ouviram, e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro. Bendito é o nome do Senhor! Glorificado é o nome de Jesus! A obra de Cristo é para render glória ao nome dEle, se nós entendermos. O que significa isso? Se nós entendermos, nós vamos viver de modo digno do Senhor. Se tu entender quem é Jesus, se tu entender aquele a quem tu adora, se tu entender...
Entender o que significa a obra de Cristo. Ah, tu vai viver de um modo diferente. A coisa muda. Ah, tudo muda. Bendito é o nome do Senhor. Bendito é o nome do Senhor. Esses versículos aqui, eles são vitais, são essenciais. Para nós entendermos o que significa viver de um modo digno. Para nós entendermos o que significa viver de um modo que agrade o Senhor.
E aqui entra o segredo de tudo, porque nós temos que saber quem Cristo é e o que Ele fez. Nós temos que saber exatamente isso, para saber quem nós somos e como nós devemos agir com base nesse entendimento.
Isso vai mudar completamente. Agora Paulo vai dar uma ênfase. Esses versículos aqui que nós lemos são uma ênfase de Paulo na supremacia de Cristo. Acho que tu reparou isso. Eu acho que tu percebeu isso. Paulo dá uma ênfase na supremacia de Cristo por quê? Porque ele está começando a dar um golpe inicial. Ele está pensando lá na frente em desmistificar, em derrubar, em pôr por terra o falso ensino. Então ele começa agora com isso aqui.
dando um golpe na crença que havia nas outras autoridades espirituais cósmicas que estavam sendo ensinadas lá em Colossos. Basicamente é isso que Paulo vai fazer. E nós vamos ver aqui hoje três formas como Jesus tem supremacia sobre tudo e todos. Três formas como ele é supremo, como ele está acima, como ele tem supremacia. E eu quero começar vendo contigo a supremacia de Jesus sobre a velha ordem.
Leia aí os versículos 15 até o 17 comigo. E nós vamos ver a supremacia de Jesus sobre a velha ordem. Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis. Vamos parar até aqui. Primeiro, Paulo está dizendo assim, ele é a imagem.
Por que Paulo está falando que ele é a imagem de Deus aqui? Porque ele está fazendo uma referência com Adão. É uma referência adâmica. Paulo pega agora Jesus e Adão e ele vai fazer um comparativo. Os dois foram criados à imagem de Deus, ok? Adão foi criado à imagem de Deus e Paulo está dizendo que Jesus é a imagem de Deus. Ou seja, é uma referência adâmica. Jesus é filho, mas mais do que isso.
O que Paulo está querendo dizer aqui, já que ele está iniciando essa ênfase na supremacia de Jesus, é que Jesus não só é o segundo Adão, não é só isso, vai além. Jesus tem uma imagem, ele é a imagem de Deus, mas mais do que isso, Adão, quando foi criado a imagem de Deus, ele foi feito a imagem de alguém.
Paulo está dizendo que essa imagem de Adão foi feita com base na imagem de Jesus. É isso que Paulo está falando. Está entendendo? Está pegando o raciocínio? Não é somente que Jesus também foi criado à imagem de Deus. Não. Jesus é a imagem de Deus, mas ele serviu como base, como padrão, para que Adão fosse criado à imagem de Deus. É isso que Paulo está falando. Ou seja...
Jesus tem supremacia, então, sobre a primeira criação, sobre a velha ordem. Jesus é o arquétipo, ele é o tipo principal, o padrão, mas ele é, na teologia isso é chamado de éctipo. Ele é aquele padrão que reflete, é como se fosse um reflexo. Vai e volta. Jesus é a imagem de Deus, mas ele é a primeira imagem, de onde foi feita a imagem de Adão.
Adão foi feito com base em algo. E esse algo é Jesus. É isso que Paulo está falando aqui. Jesus reflete a imagem de Deus, ou a imagem de si mesmo, que Adão e os outros deveriam ter refletido. Adão fracassou. Nós fracassamos. Agora Jesus faz isso. Ele é a imagem que serviu de base para essa criação.
mas não sendo o suficiente, porque essa criação falhou, fracassou, Jesus vem e ele faz, então, aquilo que nós deveríamos estar fazendo. Está entendendo? Jesus é esse cara, é esse alguém que faz, que cumpre. Ele é. Veja.
Paulo está dizendo que ele é a imagem, não é que ele foi, não é que ele tem, não é que ele será. É um é contínuo, eterno. Ele é a imagem de Deus. Ou seja, na eternidade passada, Jesus já havia sido planejado no seu corpo, está entendendo? Jesus, ele é Deus.
Mas o Jesus encarnado já havia sido estabelecido. Por isso que Deus, Pai, Deus Filho, Deus Espírito, na eternidade passada já haviam criado o plano de salvação que hoje nos beneficia. Bendito é o nome dele. É isso que Paulo está dizendo.
É um presente atemporal. Cristo, Jesus é eterna e originariamente a imagem de Deus. Veja, o foco aqui é óbvio que é uma eternidade completa, plena. Mas Paulo está falando tanto de agora, no presente, quanto na eternidade futura, mas a ênfase está na eternidade passada.
Por quê? Eu expliquei, lembra? Jesus serviu como base para a primeira imagem, para Adão. Ou seja, Paulo está dando uma ênfase na eternidade passada. Jesus tem supremacia sobre a primeira criação. Ele tem supremacia sobre a velha criação. Ele tem supremacia sobre a velha ordem. Basicamente, basicamente.
Filipenses 2, 6, 7 diz assim, na versão revista e atualizada, subsistindo em forma de Deus, tornando-se em semelhança de homens. Por quê? Porque aquela imagem dos homens já havia sido estabelecida ou criada com base no próprio Jesus, no próprio Filho, na eternidade passada.
Tem um teólogo que eu amo demais, um comentarista bíblico, e ele escreve assim, era apropriado que ele, mais tarde, fosse a imagem de Deus como homem, visto que desde a eternidade ele havia mantido a mesma relação com seu pai, que é a humanidade. Ao ser criada, fora designada a portar de forma ectópica, embora nenhum humano fosse chegar a fazer isso perfeitamente, como o Deus homem encarnado Jesus fez.
Jesus vem e ele cumpre o que nós precisávamos fazer. E não só então na criação, quanto agora, na sua vida terrena, ele demonstra que ele é superior, que ele tem supremacia sobre a velha ordem. É isso que Paulo está falando aqui. Além disso, continua comigo no versículo 15 ainda. Jesus então é a imagem do Deus invisível. Olhando para Jesus nós vemos Deus.
Como ele é o primogênito de toda a criação. E aqui por primogênito... Veja, Paulo não está ensinando o arianismo aqui. Que era o quê? É a ordem da criação, né? Deus sempre existiu.
E em algum determinado momento, na eternidade passada, ele cria o filho. Ele cria, ele concebe o filho, não é isso que ele está ensinando aqui. Quando Paulo fala de primogênito, tu precisa lembrar dos patriarcas. E eu acho que tu vai entender melhor se tu lembrar, voltar um pouquinho. Lembra dos patriarcas? Quem eram os primogênitos? Não era aquele que tinha autoridade sobre os outros filhos? Sim ou não? A ideia aqui é a mesma.
A ideia é exatamente a mesma. O que Paulo está falando sobre Jesus é que ele é esse primogênito, é alguém que tem autoridade sobre os demais. A ideia aqui da primogenitura de Jesus é que ele está acima, com autoridade sobre toda a criação. Basicamente, Paulo está fazendo uma alusão aqui ao Salmo 89. Salmo 89 fala sobre isso. Olha só, abre comigo aí. Salmo 89, versículo 27.
Salmo 89, versículo 27. Abre comigo e não esquece, deixa a tua Bíblia aberta. Não fecha. Nós vamos percorrer alguns versículos da Bíblia hoje e tu precisa estar acompanhando. Salmo 89, versículo 27. Vocês sabem que muitas promessas a Davi foram feitas.
Como um tipo. Davi aponta para alguém maior que ele. Aqui nesse Salmo é isso que está acontecendo. Salmo 89, 27 diz assim. Por isso farei dele o meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra. O que Deus está falando aqui para Davi é que ele teria autoridade sobre os outros reis da terra.
Está entendendo? Davi teria autoridade sobre os demais reis, sobre os demais reinos. A ideia é essa quando Paulo fala que Jesus é o primogênito de toda a criação. Ele tem autoridade sobre toda a criação. Versículo 16, vai comigo, acompanha. Versículo 16 de Colossenses, tá? Voltamos para Colossenses. Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra.
as visíveis e as invisíveis. O que é isso? Paulo está dizendo assim, Jesus tem soberania, ele tem soberania como imagem de Deus sobre tudo que foi criado. Deus criou, no princípio, Deus criou os céus e a terra. É essa a criação, tudo que foi criado.
Está a soberania desse primogênito, do filho. Jesus é a razão. E agora nós vamos ver isso. Jesus não só é a razão, como ele é o agente da criação. Olha comigo aí, versículo 16. Pois nele foram criadas todas as coisas. Versículo no final do 16. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
Ou seja, Paulo usa essas três expressões aqui, e isso nos lembra de Romanos capítulo 11, 36, lembra? Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. Ele eternamente é glória para todos sempre. O que Paulo está fazendo menção aqui?
Que Jesus, ele é o criador. Nele foram criadas todas as coisas. Ele é a origem, ele é a razão, ele é a causa da criação. Não fosse Jesus, presta atenção, não fosse Jesus, não haveria nada, nem eu e você. Nele foram criadas todas as coisas. Jesus é a causa da criação, ele é a origem da criação. Não fosse por ele, nada existiria.
Não fosse pelo Senhor Jesus. Tu percebe como isso tem que aumentar o nosso entendimento sobre Jesus? Isso tem que nos fazer crescer em conhecimento de Jesus? E fazendo isso nós vamos crescer também e viver de um modo digno dele? Nele foram criadas... O que Paulo está fazendo com isso aqui, cara? Qual é a ideia de Paulo? O que ele tem em mente? Os falsos ensinos. Paulo está dando uma chinelada na bunda do falso ensino.
Ele está pegando agora o falso ensino que falava sobre outras criaturas cósmicas, sobre seres angélicos poderosos, e Paulo está dizendo assim, tudo isso está sob a soberania de Jesus. Tudo isso está sob o domínio de Jesus. Ele tem autoridade sobre isso. Isso tem que responder a Jesus. Quando Jesus fala, tem que baixar a cabeça. Quando Jesus fala, isso se prostra. É assim que funciona.
Tudo foi criado nele. Nele foram criadas todas as coisas. É isso que Paulo está falando. Daí ele vai adiante. Por meio dele. Tudo foi criado por meio dele. Ou seja, ele é o agente, ele é o executor, ele é a forma como as coisas foram criadas. Tudo foi criado por meio dele. E além disso, para ele.
Jesus não só é a causa primária, mas ele é o objetivo, ele é o final, ele é a conclusão, ele é a razão de ser. Por quê? Porque no fim tudo deverá render glória ao nome dele. Paulo está dizendo isso por quê? Porque no fim, quando os seres angélicos maus forem lançados no lago de fogo, isso renderá glória ao nome de Jesus.
É isso que Paulo está falando. Tu não precisa temer seres angélicos. Tu não precisa temer os demônios. Tu não precisa temer nada disso. Seres espirituais que tu desconhece. Não precisa. Por quê? Porque isso está subordinado à autoridade de Jesus.
Bendito é o nome dele. Bendito é o nome dele. Não precisamos mais temer nada disso. E é extraordinário pensar nisso aqui. Porque aquele que foi crucificado como um criminoso, ele ofereceu a si mesmo. Ele ofereceu, como nós vamos ver depois no versículo 21, ele ofereceu o corpo da sua carne por meio da morte. É o objetivo da existência da criação. Bendito é o nome dele.
É ou não é de glorificar o Senhor? É ou não é de tu viver rendendo glória ao nome de Jesus? Bendito é o nome dele. Ele é a razão, ele é o fim, ele é o propósito. Para ele é a glória.
Nele, todos devem render, reconhecer, melhor dizendo, a soberania, tronos, soberanias, principados, potestades. O que Paulo está dizendo aqui é que não há ninguém que escape de render glória ao nome de Jesus. Não há ninguém que fique de fora em reconhecer a soberania de Jesus, a autoridade de Jesus. E quando Paulo fala dos tronos, soberanias, principados, potestades, é óbvio que ele está falando de poderes.
Ele está falando de poderes aqui. E isso aqui inclui poderes celestiais e poderes terrenos. Todos devem, isso é Jesus, todos devem dobrar a cabeça, baixar a cabeça diante de Jesus.
Basicamente, Paulo está dizendo assim, os poderes celestiais, aquilo que ele vai falar em outras cartas sobre o príncipe das potestades do ar, aqueles que ele vai chamar de demônios, que tu não pode participar da mesa de Cristo e da mesa dos demônios, são esses deuses, os falsos deuses, todos devem se prostrar diante de Jesus.
Todos, não interessa a quem, Alá, Tor, Zeus, todos eles vão chegar diante de Jesus, porque são falsos deuses, são demônios, e vão se prostrar diante dele. Porque ninguém permanece de pé diante do nosso Senhor. Ninguém. Ninguém. Exu, Ogum, essa semana eu estava, acho que foi com Davi, eu estava mostrando para ele uma...
Uma moça que eu conheci, e ela era cristã, ia na igreja, e agora está afundada até o talo, nesses Oxum, Ogú, sei lá o quê. Eu disse, a pessoa fica escravizada. Ela fica escravizada, e é isso que a Bíblia está mostrando para nós. Não tem por que você te escravizar, você te entregar a esses espíritos.
Porque Jesus é superior a isso. E nós temos acesso agora nele. Nós temos acesso a ele. Nós estamos nele. Não precisa mais. Jesus é suficiente. Jesus é suficiente. Não há necessidade de nós nos prostrarmos diante de outros seres. Não há necessidade. Jesus basta. Bendito é o nome dele.
E óbvio, quando Paulo está... Tem dois aspectos aqui. Ele está falando de poderes celestiais, mas também de poderes terrenos. Quando Paulo está escrevendo isso aqui, César era o imperador. Ele era a grande autoridade no mundo na época. E ele está dizendo assim, mesmo César deve rendição a Jesus.
Mesmo ele, o mesmo vale para nós hoje. Lula vai acabar se prostrando diante de Jesus. Ele só não sabe disso, mas ele vai. Alexandre de Moraes, ele só não sabe, mas ele vai dobrar os joelhos diante de Jesus.
Todos os tronos, poderes, potestades, todos vão se dobrar diante do nosso Senhor. Porque ele tem primazia, supremacia sobre a velha ordem, sobre a primeira criação. É isso que Paulo está falando. Bendito é o nome dele. Bendito é o nome dele. Versículo 17. Ele é. Veja, Paulo não está dizendo que ele foi, ele será, ele tem. Não, ele é.
Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. Por que antes de todas as coisas? De novo, presta atenção, porque eu falei, né? Durante a Carta de Colossenses, Paulo faz várias alusões. Ele está pescando várias coisas do Antigo Testamento. E se tu não estiver ligado, passa batido. Paulo está fazendo aqui uma alusão a Provérbios capítulo 8. Lembram da sabedoria? A senhora sabedoria, lembram?
A sabedoria, lá em Provérbios, ela está dizendo assim, que quando Deus criava todas as coisas, ele era o seu conselheiro. Ela era quem estava ao lado de Deus criando todas as coisas. E lá nós sabemos que é uma alusão a Jesus. Porque Paulo vai falar em 1 Coríntios, capítulo 1, se eu não me engano, que Jesus é a sabedoria de Deus.
Agora ele está dizendo assim, ele é antes de todas as coisas, porque ele está fazendo uma alusão a essa sabedoria. Jesus não é criado, ele é o Criador. E aí nós vamos ver três caracterizações de Jesus nesses versículos que nós lemos. A imagem de Deus, ele é o primogênito e ele é antes de todas as coisas. Que meramente são modos diferentes de se referir a Jesus, como essa figura adâmica que eu falei no início. Tu entendeu? Basicamente, são três formas de Paulo dizer que Jesus é...
A forma, o padrão no qual Adão foi criado. Basicamente é isso aqui. Nele tudo subsiste. Ou seja, Jesus é a esfera. Ele é o contexto em que tudo foi criado. Nele foram criadas todas as coisas. Mas não só isso, como ele é aquele onde tudo é mantido.
Jesus é quem mantém. Nele tudo subsiste. Lembra de Hebreus? Ele mantém todas as coisas pela sua palavra poderosa. É Jesus que mantém. Hoje tu acordou de manhã porque Jesus permitiu que os teus pulmões continuassem inflando durante a noite, mesmo tu não tendo controle sobre isso.
Tu acordou hoje pela manhã com teu coração batendo, pulsando? Porque Jesus continua continuamente. É uma atitude contínua. Ele continua fazendo os teus corações pulsarem no teu peito. Jesus é que mantém as coisas como são. Não fosse Jesus, tudo evaporaria, deixaria de existir. Nele tudo subsiste. Tudo, do grego, tudo.
Não há nada, não há nem uma partícula de poeira que em Jesus não subsista. É Ele que faz, é Ele que mantém, e é para Ele que está se voltando. A Bíblia de Estudo NA tem uma nota que eu achei fenomenal. Ele diz assim, Jesus é o Senhor, é o Criador, e Ele é o mantenedor de todas as coisas do universo. Ele é o mantenedor. Só existe por causa dEle, cara.
Bendito é o nosso Deus. Bendito é o nosso Senhor. É a esse Senhor que nós servimos. É a esse Senhor que nós nos rendemos. E isso tem que mudar a nossa forma de viver. Para que nós possamos viver de modo que o agrade. Amém? Amém? É muita coisa, né? Agora vamos para o segundo ponto. É muita coisa, cara. Em uma carta tão pequenininha. Eu acho fenomenal isso aqui. Bendita palavra de Deus. Em segundo lugar. Jesus tem supremacia sobre a nova criação.
Então, em primeiro lugar, ele tem supremacia sobre a velha ordem, a velha criação. Agora nós vamos ver que ele tem supremacia sobre a nova criação. Então veja comigo versículos 18 ao 20. Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para ter a primazia em todas as coisas.
Porque Deus achou por bem que nele residisse toda a plenitude. Grafa isso aqui. Grafa, sublinha, marca isso aqui. Toda a plenitude. E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. Agora, versículos 15 a 17, Paulo está mostrando para nós que Jesus é soberano sobre a primeira criação.
Agora, do 18 ao 20, que é o ponto principal dessa pequena porção, Paulo está mostrando para nós que ele é soberano sobre a segunda criação, ou a nova criação, ou aquela criação que é oriunda da ressurreição. É isso que Paulo está mostrando para nós. Então, vamos lá. Versículo 18. Jesus é a cabeça do corpo.
Aqui, Jesus de novo é apresentado como a autoridade. Ele é a cabeça. A cabeça, obviamente, é aquilo que comanda. Ok? Óbvio que em Paulo aqui vai haver uma segunda implicação, mas nós já chegamos lá. Primeiro lugar, Jesus é a autoridade principal. A igreja é de Jesus. A igreja é do Senhor. Jesus é o pastor da igreja.
Qualquer igreja que não seguir o pastoreio de Jesus, que não fizer, que não viver, que não trabalhar, que não pensar, conforme Jesus quer, não está subordinado à cabeça. Jesus é a cabeça do corpo e o corpo é a igreja. Ou seja, necessariamente, nós temos que seguir a liderança de Jesus. Necessariamente, a igreja tem que ser conduzida, pastoreada,
De acordo com o pastor Jesus. Todos os pastores da igreja são pastores auxiliares. E aqui há uma segunda implicação de Jesus como cabeça. Porque em Paulo nós vamos ver que a cabeça não só coordena, lidera, mas a cabeça é que alimenta, a cabeça é que sustenta, a cabeça é a fonte de crescimento.
É isso que Paulo está mostrando para nós. A igreja precisa estar ligada à cabeça. Caso contrário, é um corpo sem cabeça. Tipo aquela historinha da mula sem cabeça. Jesus é a cabeça. É por meio dele que a igreja cresce. É por meio dele que a igreja nasce. É por meio dele que a igreja subsiste. E é por meio dele que a igreja cresce. Ou seja, a igreja vive em função de Jesus.
Resumindo, a igreja vive em função de Jesus. Se não for dessa forma, tem problema. A igreja não tem como propósito ajudar os necessitados. Como assim? Nossa, que tóxico. O propósito principal da igreja não é esse. Nós devemos ajudar, não estou dizendo que não, mas não é o principal. O propósito principal da igreja não é missão.
Sabia disso? Não é fazer missão. Nossa, como assim? Esse pastor, tira de lá alguém, por favor. Tá falando bobagem. Cara, o propósito principal da igreja não é missão. O propósito principal da igreja é adoração. É relacionamento com Jesus. É viver em função dele. Para ele. Porque, afinal de contas, é por meio dele. Para ele. Entendeu?
É dele, por ele e para ele. A função da igreja é viver centrada em Jesus. É viver pensando em Jesus. É viver por causa de Jesus.
Jesus é a grande causa da igreja. Jesus é a verdadeira causa da igreja. Ele que dá origem à igreja. Essa nova criação. Que Paulo vai falar sobre isso em Efésios capítulo 2. Nós já tivemos um sermão aqui sobre isso. Jesus é quem faz nascer a igreja. Mas é Jesus que mantém a igreja. Caso contrário, ele não é a cabeça. Caso contrário, ele não é a cabeça. Amém?
E Paulo vai usar mais três termos. Ele é o princípio, ele é o primogênito e ele tem primazia. O que é isso aqui? Princípio. Paulo usa um termo aqui no grego que é basicamente o termo que dá origem a arcebispo, por exemplo. Sabe o prefixo arque?
Já viu arcebispo ou arquidiocese? Tem outros termos com arque, que começa com arque. A ideia aqui de Paulo, e o termo que ele está usando é esse, é que Jesus tem essa... Ele é o princípio, ele é o primeiro, ele é o começo da nova criação. Por isso que ele está dizendo que a nova criação existe por causa de Jesus. É Jesus quem dá origem a essa nova criação. Ou seja, quando Jesus ressuscita...
Não é somente uma volta à vida, não é só isso. Aquele corpo glorificado de Jesus, Jesus andando entre o povo com o corpo ressuscitado, Jesus se alimentando com o povo, aquilo ali é a demonstração de uma nova criação.
Aquilo ali é Deus mostrando uma nova criação. A primeira fracassou. A primeira ordem falhou. Agora Deus faz tudo novo. Em Jesus, tudo se fez novo. Por isso que Apocalipse fala isso. Nele tudo se fez novo. Jesus é esse princípio dessa nova criação. Ele é de fato o princípio. Ele é o primogênito. E aqui tem um aspecto diferente. Eu preciso que tu entenda. Para a gente não fazer confusão.
No versículo 15, Paulo está falando do primogênito como autoridade. E eu falei, né? Lá, ele não é o primeiro. Senão, nós estaríamos pregando o arianismo. É uma heresia, não é isso. Agora, aqui, na nova criação, sim, ele é o primeiro. Porque ele é o primeiro a ressuscitar glorificado. Ele é o primeiro, ele é quem dá o início. De fato, ele é o segundo Adão. Adão foi o primeiro homem. E agora, Jesus é o novo homem criado por Deus.
Então sim, agora, no versículo 18, ele é o primogênito dentre os mortos, porque ele é o primeiro, é quem dá início a essa nova criação. E ele tem primazia. De novo, Paulo está voltando a mencionar Jesus como o centro, o objetivo, a razão dessa nova criação. Entendeu? Amém? Entendeu? Então vamos adiante. A questão aqui é que Jesus triunfa sobre todas as coisas.
Ele não só tem supremacia, ele está acima de todas as coisas, mas como ele triunfa, mesmo sobre aqueles que se revoltam contra ele, aqueles que estão em inimizade contra ele, que são os poderes angélicos do mal. Está entendendo? Gente, atenção aqui. Está entendendo? Nem todos os anjos são bonzinhos. Você já entendeu isso. Alguns são mauzinhos.
esses também devem se render a Jesus. É isso que Paulo está falando. Jesus, ele domina, ele tem essa supremacia sobre a velha ordem, sobre a primeira criação, mas não só isso, como ele triunfa sobre a...
sobre esses poderes do mal. Nós vamos ver depois, mais adiante, quando Paulo falar lá no capítulo 2, versículo 15, se eu não me engano, que Jesus triunfou sobre eles na cruz. É esse triunfo aqui. Jesus triunfa sobre os inimigos, sobre o falso ensino, inclusive. Versículo 19. Porque Deus achou por bem que nele residisse toda a plenitude. O que é isso?
Jesus é a imagem, ele é a representação perfeita de Deus. Olhar para Jesus é ver Deus. Nós temos, eu acredito que tem um gráfico aí, é para ter pelo menos. Olha só, se tu conseguir copiar, se tu conseguir visualizar, melhor dizendo. Se tu conseguir, tu vai entender um pouquinho da ideia do que Paulo tem aqui. Paulo está mostrando assim, na primeira criação e a segunda criação.
Ele vai fazer um comparativo dos versículos do 15 ao 17 e agora do 18 ao 20, que foi isso que eu mencionei. Há uma distinção aqui. Há duas ordens criadas. A velha criação e a nova criação. E Paulo está mostrando que sobre as duas, Jesus tem supremacia. Não é uma ou outra. Não. Jesus é superior. Ele está acima de ambas. Bendito é o nome dele.
Não interessa se são anjos que servem, são ministros de Deus, se são anjos rebeldes que seguiram a rebelião que houve no céu. Todos estão subordinados a Jesus e Jesus triunfa sobre todos. Jesus triunfa sobre todas as coisas. Ele tem primazia em todas as coisas. Agora, no versículo 19, Paulo está mostrando para nós que ele...
Ele é a habitação de Deus. Jesus tem em si a residência. Se tu fosse dar o CEP de Deus, é Jesus. Entendeu? É tipo isso. Tem mais um gráfico depois desse. Passa aí, por favor. Pra tu... Passou... Aí. Volta. Mais um. Aí. O que que Paulo tá mostrando aqui? Ele tá fazendo, de novo, uma alusão aos salmos.
Vai comigo no Salmo 68. Salmo 68, versículo 16. Está tudo certo, gente? Estou falando dos poderes angélicos do mal e eles estão começando a... Salmo 68. Versículo 16.
Acharam? Por que olham com inveja, ó montes elevados, para o monte que Deus escolheu para a sua habitação? Aqui, o salmista está fazendo um comparativo entre o monte de Deus e os outros montes. Porque os montes eram locais de adoração. Ok? Montes eram locais de adoração. Nos altos. Lembra? Você vai ler reis, crônicas, você vai ver que o povo vivia adorando nos altos. Ou seja... Então...
O salmista está mostrando para nós aqui o quê? Os outros deuses. Os outros deuses e Deus. Os outros montes e o monte de Deus. E ele está dizendo, porque olham com inveja ao monte elevado. Para o monte que Deus escolheu para a sua habitação. O que que fala na continuidade? O Senhor habitará nele para sempre.
Paulo está fazendo alusão a isso aqui. Quem é esse monte? Que lugar de adoração é esse aqui? Jesus. Tu entendeu isso aqui? Qual era a grande expectativa do povo de Deus? Era ter um local de adoração. Tá entendendo?
Era ter um local de adoração. O povo foi para o exílio, Babilônia. Lá na Babilônia eles cantavam, lembrando de Jerusalém. Lembra? Tem salmos falando sobre isso. O que era a grande expectativa do povo? Era ter na sua terra um local em que Deus habitasse. O povo no tabernáculo, quando parava, Moisés cantava. Moisés dizia, venha a Deus e entra no local da tua habitação.
Paulo está pegando esse salmo aqui e ele está mostrando para nós que agora o local de adoração, o local em que nós temos acesso, o local da habitação de Deus, é Jesus, é o Senhor.
Ele é o verdadeiro templo. Tu não precisa subir uma montanha para adorar Jesus lá no alto do monte. E eu não estou fazendo menção aqui dos legionários, legendários, sei lá o que, endários. Não é isso, tá ok? O que Paulo está mostrando aqui é que não há mais um local específico. Basta que tu esteja em Jesus.
Jesus tem nele, porque Deus achou por bem que nele residisse toda a plenitude. Deus achou por bem de que em Jesus a plenitude da divindade estivesse presente. Bendito é o nosso Deus.
Porque nele nós temos acesso ao Pai. Tu quer ter acesso a Deus. Tu quer viver com Deus. Tu quer entrar no templo. Lembra do desejo do salmista? Ah, eu quero entrar nos teus átrios. Um dia na tua presença vale mais do que mil. Lembra? Nós temos isso.
Agora nós temos isso. Em Jesus nós estamos continuamente na habitação de Deus. Em Jesus nós estamos permanentemente inseridos. Nós estamos dentro do templo, o local que Deus habita. É isso que Paulo está mostrando para nós. Jesus, ele tabernaculou. Ele assumiu agora o templo.
Paulo está falando isso por quê? Porque a menção ao templo é muito importante em Colossenses, que era o que estava sendo um ensino falso sobre o templo, sobre a adoração. Paulo está pegando agora a supremacia de Cristo sobre tudo, e ele está dizendo assim, basta, Jesus basta, Jesus é suficiente, Jesus chega, em Jesus tem tudo o que você precisa.
Jesus tabernaculou o templo do Salmo. Esse que o salmista falou no Salmo 68. Ele é aplicado agora a Jesus. Por quê? Porque Jesus é o verdadeiro templo.
Bendito é o nosso Senhor. Bendito é o nome de Jesus. É por isso que em João capítulo 2, versículos 19 e 21, Jesus fala, destruam este santuário e em três dias eu o levantarei. Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.
Jesus é o templo. Jesus é o local de habitação de Deus. Jesus é onde Deus achou por bem que nele residisse toda a plenitude. Bendito é o nosso Senhor. Versículo 20. Versículo 20, Paulo vai fazer menção àquilo do texto que eu falei lá de Efésios. Jesus é o pacificador.
Porque ele cria, ele gera a paz. Versículo 20. E que havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz. Jesus, ele não só... Ele... Ele prepara a paz entre as pessoas. Não, não é isso. Ele cria paz. Porque o mundo não é um lugar de paz. Não existe paz no mundo.
Eu expliquei sobre isso aqui quando eu preguei em João, lembra? Não existe paz verdadeira no mundo. O mundo criando uma falsa paz, que é meramente uma ausência de conflitos. Paz não é isso. Por isso que Jesus cria a paz e ele diz para o seu povo, a minha paz vos dou. Não a dou como o mundo a dá. A paz em Jesus é diferente. E melhor dizendo...
Não existe paz fora de Jesus. Não existe paz a não ser em Jesus. Bendito é o nome do Senhor. E reconciliar-se consigo todas as coisas. Aqui Paulo está fazendo uma indicação de que na nova criação há uma harmonia. A nova criação agora em Jesus possui uma harmonia de todas as coisas. Ele criou todas as coisas.
A primeira criação. A segunda criação precisa incluir também, então, logicamente, todas as coisas. Por isso, reconciliar-se consigo todas as coisas. Em resumo, desse segundo ponto aqui. Jesus reverte o estrago do pecado. Jesus reverte a consequência do pecado. Jesus reverte os males feitos pelo pecado. Tu entendeu?
Jesus tem supremacia sobre a nova criação. Em terceiro lugar, Jesus tem supremacia tabernacular. Versículo 21 até o 23. Estamos indo para o final. E vocês, que no passado eram estranhos e inimigos no entendimento, pelas obras más que praticavam, agora, porém, ele os reconciliou no corpo da sua carne.
mediante a sua morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e irrepreensíveis. Até aqui. Qual é a ideia aqui? Paulo está falando agora sobre os efeitos e o objetivo da obra e da soberania de Jesus sobre tudo. Presta atenção. Paulo agora começa a falar porque ele mudou o foco, vocês perceberam? Ele mudou o foco, ele está falando de Jesus, ele é.
porque nele foram criados ele, é tudo ele, é nele, para ele. E agora Paulo muda o foco, ele fala vós ou vocês, porque antes, ou vocês que no passado eram estranhos, eram inimigos, ele muda o foco aqui, por quê? Porque Paulo vai começar a apresentar para nós agora os efeitos da obra de Cristo.
E os efeitos de Jesus ter soberania, supremacia sobre todas as coisas. Porque isso é muito importante. É muito importante. Jesus não somente é superior a todas as coisas, ele está acima de todas as coisas, como o fato de ele ter realizado toda a sua obra. E se tornado superior a todas as coisas, implica para nós. E aí que muda tudo. Aí muda completamente.
E Paulo vai fazer essa distinção. Olha aí versículos 21 e 22. Nós éramos estranhos, nós éramos inimigos no entendimento, nós tínhamos obras más, praticávamos obras más. E versículo 22, Paulo faz a distinção, o contraste, agora.
No passado, nós éramos assim. Agora, somos desse jeito. Paulo está fazendo um contraste aqui, mostrando o efeito da obra de Jesus. O efeito, a consequência de Jesus ter supremacia sobre a velha criação e sobre a nova criação. Qual o efeito disso? Muda em nós. Nós éramos inimigos e hoje não somos mais.
Nós éramos estranhos, hoje nós não somos mais. As nossas obras eram más, agora não. Agora, porém, ele os reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentá-los o quê? O que nós somos agora? Santos, inculpáveis, irrepreensíveis. Ah, cara, se tu não percebe a diferença disso aqui, se tu não percebe quem tu era,
E o que tu é hoje, tu não entendeu a obra do evangelho na tua vida. Se tu não entende o que tu era e o que tu é, o que tu fazia e o que tu faz, ou como deve viver, tu ainda não entendeu. Tu ainda está muito novinho, muito bebezinho no evangelho. E tu precisa crescer em conhecimento. A referência aqui do que Paulo está falando, ele está fazendo de novo uma referência ao exílio.
Ele está pegando a ideia do exílio. O povo é levado para o exílio e anseia voltar. E quer voltar. Ele está fazendo uma referência, uma alusão aqui a essa volta, a essa restauração, a volta à terra prometida, volta ao templo. E essa restauração ocorre onde? Nesse novo templo.
A restauração do povo, a restauração do povo com Deus, ocorre, então, em Jesus. É em Jesus que ocorre esse religamento, essa restauração, essa quebra de inimizade, essa reconciliação somente ocorre no Jesus. É em Jesus. Jesus é quem causa esse antes e depois. É antes de Cristo e depois de Cristo. Jesus...
antes de estar na tua vida, fazia de ti o quê? Um inimigo, um estranho, alguém que praticava obras massas. Agora, Jesus, estar na tua vida, tu precisa necessariamente estar reconciliado. Tu precisa ser santo, inculpável, irrepreensível. É isso que nós temos que fazer, é viver, esse modo de viver que é grade o Senhor. Amém? Ou seja, quando Jesus nos apresentar, apresentá-los, versículo 1,
22 ainda, para apresentá-los diante dele, santos, inculpáveis e irrepreensíveis. Por quê? Porque Jesus é esse sacerdote do novo templo. No novo templo, Jesus é o templo, ele é o sacerdote que apresenta a oferta e ele é a própria oferta. Agora,
Junto dessa oferta, no seu corpo, nós estamos inseridos. Então nós somos apresentados também. E esse sacerdote, ele pega você e eu, e ele conduz para dentro do templo e apresenta nessa habitação. Tu entendeu isso aqui? Acho que só o Davi e o Gerson entenderam. Jesus, ele te pega.
Ele faz toda a adoração. Ele presta culto perfeitamente. Mas ele te pega pela mão. Tu, estrangeiro, sabe? Estranho. Inimigo. Só pra te cobras más. Ele te pega pela mão. E ele te apresenta na presença de Deus. Na habitação do Senhor.
Nós estamos inseridos nesse culto aqui, porque um dia Jesus resolveu fazer isso por nós. Para apresentá-los santos, inculpáveis, irrepreensíveis. Nós somos apresentados assim hoje, porque nós somos obra, ou melhor, efeito da obra de Cristo. É por causa do que Ele fez, não é o que eu e tu fazemos.
Não é o que a gente faz ou deixa de fazer. Se fosse por nós, seria obras más. Se fosse por nós, eram obras más. Nós éramos inimigos, estranhos. É Jesus que realiza. É Jesus quem prepara. É Jesus quem vai e entra no santo dos santos, nos levando junto com ele. Bendito é o nome dele. Bendito é o nome dele.
Veja, é importante que tu entenda isso aqui, porque os termos usados por Paulo estão fazendo menção direta à obra levítica, aos sacerdotes e aos levitas. Eles deveriam, para entrar no templo, eles deveriam ser santos, inculpáveis e irrepreensíveis. Os termos que Paulo está usando aqui são exatamente os termos do Antigo Testamento para o sacerdócio. Tu está entendendo?
Paulo não desperdiça palavras. Ele pega exatamente os termos que eram para os levitas, para os sacerdotes no Antigo Testamento. E ele está dizendo que agora em Jesus nós somos prontos, estamos aptos a entrar no Templo de Deus. Nós estamos hoje aqui na presença de Deus porque em Jesus nós somos santos, inculpáveis, irrepreensíveis.
Nós viemos todo domingo aqui prestar culto ao Senhor, porque nele nós somos santos, inculpáveis, irrepreensíveis. É ele que nos torna santos, inculpáveis, irrepreensíveis. Bendito é o nome dele. Santos, inculpáveis, irrepreensíveis. Essa é a obra de Jesus na tua e na minha vida. Bendito é o nome de Jesus. Glorificado é o nome dele.
Versículo 23, que pra mim, cara, isso aqui é uma bomba. E Paulo vai começar assim, ó. Se é que vocês, tá vendo? Se é que vocês permanecem na fé. Veja, a ideia de Paulo aqui não é colocar dúvida no teu coraçãozinho, entendeu? Será que tu é salvo? Será? Não, Paulo quer que tu seja levado a pensar, a meditar.
A ideia aqui do texto que Paulo escreve, se é que vocês, é que tu seja levado a pensar, analisar tua vida. Eu estou de acordo ou ainda não estou? O que eu preciso fazer para mudar isso aqui e acabar me tornando de fato, em Cristo, santo, inculpável, irrepreensível? O que em mim precisa mudar? O que em mim não está sendo um modo digno de viver do Senhor? E aí Paulo vai dizer assim, Então...
Então, só pra concluir isso aqui, não é perda de salvação, tá? Não é que tu... Se é que vocês... Não, não é perda de salvação. Não é isso. É só pra tu ser levado a pensar. Mas pra mim, a bomba tá aqui, ó. Versículo 23. Se é que vocês permanecem na fé, o quê? Alicerçados e firmes. Cara, olha só. Qual é a ideia aqui?
do que Paulo está apresentando. Jesus tem a plenitude, ele é a habitação, porque nele residisse toda a plenitude. Qual é a ideia aqui? Jesus é o novo? Vamos lá? Jesus é o novo? Oi? Templo. Jesus é o novo templo. Só que Paulo estava pegando uma ideia aqui do templo e ele está trazendo para nós isso e ele está aplicando assim, vocês são esses aqui. Por que alicerçados e firmes?
Paulo está fazendo menção às colunas do templo. Ele está dizendo assim, se tu permanecer firme na fé, que é o que ele fala no versículo 23, se é que vocês permanecem na fé, alicerçados e firmes. O que é isso? É manter uma fé contínua. Só que para isso, Paulo usa uma linguagem arquitetural do templo. Ele está fazendo uma menção à arquitetura do templo. É como se nós fôssemos colunas do templo.
alicerçados. Em quem? Em Jesus. E firmes. É uma coluna que não é frouxa, ela não é infalsa, ela não titubeia. É firme. É firme. Agora Paulo está dizendo que nós fazemos parte do templo. Nós somos parte dessa construção.
É isso que resulta, esse é o resultado da obra de Jesus. É assim que nós experimentamos a redenção e o perdão dos pecados. É, sendo santos, inculpáveis e irrepreensíveis, e assim, sendo coluna do templo de Deus. Fazendo parte do templo, da construção do templo. E mais, firmes, alicerçados e firmes nesse templo.
Um comentarista bíblico comentou assim, ser uma parte permanente do templo em Cristo é não ser removido da esperança do Evangelho, visto que o Evangelho é sobre Cristo. Você entendeu?
Se tu tá firme no evangelho e tu cresce em conhecimento, necessariamente tu está mais firme e tu não é removido da esperança do evangelho. Tu não perde essa verdade do evangelho. Nada te abala mais. Nada mais agora vai fazer com que tu...
estremeça com que tu titubeie. A verdade do evangelho é firme e ela te faz ficar firme e ela te fortalece e nessa verdade tu está alicerçado, alicerçada. Bendito é o nosso Deus. Bendito é o nosso Deus. Tem um outro versículo que ele está fazendo menção aqui, mas vou deixar para o final. A ideia aqui é o quê? Paulo está fazendo um paralelo.
Por quê? Porque eu falei pra vocês, agora ele está encerrando a segunda sessão, né? Ele está encerrando a segunda sessão, a sessão de gratidão, ação de graças, intercessão. E pra fechar essa parte, Paulo vai fazer um paralelo aqui com os versículos 4 ao 7. Ele vai fazer um traçado aqui. E ele vai mostrar, em primeiro lugar, que ele está encerrando a sessão. É um fechamento.
Em segundo lugar, Paulo está mostrando a importância do evangelho no qual os colossenses puseram a esperança. Porque eles não podem ser demovidos dessa esperança. Entendeu? É esse evangelho que deixa essa esperança firme, palpável, experimentável. Mas não só isso, Paulo está mostrando a expansão do evangelho como essa nova criação que está invadindo a velha criação.
A esperança do Evangelho aqui é um reforço do que ele falou no versículo 5, mas também é uma preparação para o versículo 27, que nós vamos ver semana que vem, quando ele vai falar da esperança da glória. A esperança do Evangelho é o que trará a esperança da glória. E é isso que tu precisa estar firme. É nisso que tu precisa estar firme. E em quarto lugar, Paulo está...
Nesse fechamento aqui, ele está se mostrando como autoridade humana e apostólica. Porque ele encerra, versículo 23, olha comigo aí. E que foi pregado a toda criatura debaixo do céu e do qual eu, Paulo, me tornei ministro. Paulo está fazendo a menção a si mesmo aqui por quê? Porque a partir daqui...
E como ficou no primeiro sermão, nós vimos, Paulo faz uso da sua autoridade apostólica para ser ouvido. E basicamente ele vai dizer assim, o que eu vou falar a partir de agora, porque agora, na terceira parte da carta, é quando ele vai entrar de fato no conteúdo que ele quer tratar. E ele vai dizer assim, nisso vocês têm que me ouvir. A partir de agora. Por isso que ele está fazendo menção de novo a ele como ministro, do qual me tornei ministro.
Porque a partir de agora, o que ele falar está inserido na sua autoridade apostólica. E a igreja tem o dever de ouvir. Paulo está encerrando com isso porque, em outras palavras, ele está dizendo assim, aceitem o que eu vou escrever a partir de agora. Aceitem o que eu vou falar a seguir. Aceitem o que eu tenho para dizer. É por isso que Paulo encerra desse jeito. Entendeu?
Então, para nós encerrarmos, eu quero mencionar seis consequências da supremacia de Cristo sobre tudo e todos. Em primeiro lugar, e eu estou encerrando, gente, estou indo para o final. Falsos mestres ou falsos ensinos são fruto de espíritos demoníacos. Grava isso aqui. Falsos mestres e falsos ensinos
são fruto de espíritos demoníacos. Toda vez que tu ouvir alguém ensinando algo que não está de acordo com o Evangelho, como se fosse alguém encarregado de transmitir o Evangelho, tu está diante de alguém que está empoderado pelo poder das trevas.
Toda vez que tu ver um pastor, alguma pessoa ensinando algo que não é verdadeiro no evangelho, essa pessoa está sendo usada pelo poder das trevas, por espíritos demoníacos. Sem exceção. Sem exceção. Toda vez que alguém vier falar do evangelho e falar de Jesus mais alguma coisa, falso ensino. Ensino demoníaco.
E nós estamos vendo isso por demais nos dias de hoje. Nós estamos vendo isso aqui demais hoje em dia. As pessoas pregam o evangelho, mas esse evangelho vem carregado com Jesus e mais alguma coisa. Tu precisa ser assim. Tu precisa fazer isso. Tu precisa abrir mão daquilo. Tu precisa alguma coisa. Como se o fato de tu fazer ou ser alguma coisa muda na consequência do evangelho. Falso ensino.
Poder das trevas. Em segundo lugar, crentes não devem se deixar enganar ou iludir. Cristão, cristão, cristão, não pode se deixar enganar. Por isso que nós vimos semana passada, Paulo intercedendo pelos crentes colossenses e dizendo que deseja que eles cresçam em conhecimento. Lembra?
Esse crescimento no conhecimento é que te torna fortalecido para resistir o falso ensino. Se tu é cristão, tu precisa necessariamente crescer em conhecimento da palavra de Deus. Tu precisa necessariamente crescer em conhecimento de Cristo Jesus. Porque é isso que vai te tornar inabalável. Amém? Tu não pode se deixar enganar. Tu não pode.
Porque quem é fraco no evangelho, quem é fraco no conhecimento da palavra de Deus, acaba se tornando igual folha, levado por qualquer vento de doutrina. Nós não fomos chamados para isso. Nós fomos chamados para crescer em conhecimento. E por causa disso, estarmos alicerçados e firmes. Amém? Em terceiro lugar, crentes não temem as autoridades ímpias.
Crente não pode ter medo. Porque Jesus é superior a tudo. Então não tem por que temer. Ah, eu estava dormindo e eu vi um vulto. Acordei e vi um vulto. E daí? E daí? E daí? Na hora eu abri a Bíblia no Salmo 91 e deixei aberto.
Não precisa. Se tu ver um vulto, só... Boa noite, fecha a porta aí quando sair. E segue dormindo. E segue em paz. Porque Jesus está acima daquilo ali. Jesus é superior àquilo ali. Jesus tem supremacia naquilo ali. Não tem porquê tu ter medo. Não tem porquê porque Jesus já triunfou sobre eles. Não tem porquê.
E o mesmo vale para as autoridades ímpias humanas. Às vezes as pessoas ficam com medo, cara, e eu fico impressionado. Não porque meu pastor falou que se eu não for vai acontecer tal coisa, ou porque é uma praga pastoral, sei lá. Cara, esse cara aí, ele também é subordinado a Jesus. E um dia ele vai prestar contas diante de Jesus.
Amém? Não tem por que ter medo. Jesus não te chamou pra isso. Inclusive, Paulo fala que nós não somos dos que têm o espírito do medo. Ou o espírito de covardia. Nós não temos medo. Amém? Um detalhe. Não quer dizer que nós não passaremos por sofrimento. Não quer dizer que nós não passaremos por alguma crise, alguma dificuldade. Não é isso.
Mas tu tem que lembrar de que, mesmo em meio à dificuldade, o Senhor está contigo. Ou mesmo em meio à dificuldade, tu está no Senhor, tu está nele. Mesmo em meio à dificuldade, tu pode passar na fornalha que for. Jesus está contigo na fornalha. Lembra de Daniel, capítulo 7? Os amigos estão na fornalha, mas tem um junto com eles. Jesus é esse cara que anda com a gente o tempo todo.
E eis que estou convosco todos os dias até o fim dos tempos. Bendito é o nome dele. Em quarto lugar. Jesus é o verdadeiro tabernáculo. Jesus é o verdadeiro templo. É por isso que hoje nós podemos adorar a Deus em qualquer lugar. Lembra de João capítulo 4? A mulher samaritana, ela fala para Jesus, tá, mas e aí? Vamos jogar para o ímpar, vamos ver se é aqui ou é lá. Onde é que se adora a Deus? Quem é que está certo?
Porque naquele monte Jacó tinha erigido um altar, então eles achavam que ali era o lugar certo. Mas não, Jerusalém, eles achavam que lá era o local de adoração correto. E aí, onde, onde? E Jesus fala, vai chegar um tempo, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Jesus está dizendo o quê? Que não é o local que importa. Não é o local geográfico que importa.
O que importa é a situação espiritual em que tu está. Tu está em Cristo. O local espiritual que tu se encontra é em Cristo. Então nele tu adora a Deus. Independente de onde tu esteja fisicamente. Tu está no teu quarto. Tu está no teu trabalho. Tu está na rua. Tu está onde for. Tu está adorando a Deus. E aqui é que entra o grande X da questão. Por quê? Porque nós adoramos a Deus em tudo que fazemos. Tu não adora a Deus somente no domingo de manhã.
A tua vida deve ser uma adoração a Deus. Por isso Paulo fala do modo digno de viver no Senhor. Você entendeu? Nós estamos em Cristo. Por estar em Cristo, nós estamos inseridos no templo. Se estamos inseridos no templo, necessariamente a nossa vida toda é uma adoração. Tu tem que lembrar disso quando estiver em casa. Lembra disso quando teu marido deixar a toalha molhada em cima da cama. Amém?
Lembra disso quando tu for lembrar ele daquele serviço que tu pediu seis meses atrás. Em quinto lugar. Nós somos parte de algo muito maior e melhor. Nós somos parte, então, do quê? Teste rápido, vamos lá. De Cristo. E Jesus é o quê? O templo.
Ele é o templo. Se nós estamos em Cristo e somos parte de Cristo, nós somos parte do templo. Nós somos parte desse local de habitação do Senhor. Entendeu? Então, quando tu pensar assim, nós vamos à casa do Senhor. Amém! É isso. Mas a casa do Senhor é esse povo reunido. Isso aqui é que torna a casa do Senhor, a habitação do Senhor.
É o povo reunido, é o templo. Nós somos parte desse templo. Olha só, e eu falei que eu tinha um versículo na manga guardado para depois. Apocalipse 3, versículo 12. Abri, abri rapidinho. Apocalipse, lá no final. 3, versículo 12. Nós estamos encerrando, gente. Ô, Davi, tu achou? Vem cá.
12. Ao vencedor farei com que seja uma coluna no santuário do meu Deus, e dali jamais sairá. Aí, segura. Sério que ninguém deu glória nisso aqui? Tu não entendeu? Cara, ao vencedor farei com que seja coluna do templo, do tabernáculo.
O que nós estamos vendo aqui é Jesus falando aquilo que Paulo mostrou para nós agora. Jesus está dizendo, aquele que vencer, aquele que se manter fiel, aquele que estiver estabelecido, aquele que estiver firme, ele será coluna do templo, coluna do santuário de Deus, e dali jamais sairá.
Nós estamos no templo, nós somos parte de algo muito maior e melhor. Nós somos parte do templo de Deus. E daqui ninguém nos tira. Ninguém vai nos tirar. Bendito é o nome dele. Agora acha aí, 2 Pedro, ou melhor, 1 Pedro. 1 Pedro, capítulo 2, versículo 5.
A ideia é a mesma. E tu vai ver que isso aqui é um ensino do Novo Testamento que muitas vezes tu lê e passa batido, cara. Tu lê e passa batido. Tu não te dá conta. 1 Pedro 2, 5.
Também vocês, como pedras que vivem, são edificados casa espiritual para serem sacerdócio santo, a fim de oferecerem sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por meio de Jesus Cristo. Tá vendo? Tu é pedra. Pedro tá fazendo o quê? Ele tá pegando a imagem do templo.
Ele está dizendo assim, cara, olha só, está vendo esse templo que está sendo edificado? Paulo fala isso em Efésios. Nós estamos sendo edificados, o santuário de Deus. Tu é uma pedrinha desse templo. Tu é um tijolinho, está entendendo? É essa construção que está crescendo para a glória de Deus. E eu e tu somos parte, nós somos pedra desse templo. Nós somos parte disso. E nele, é nesse local que nós apresentamos sacrifício. É em Jesus.
Louco demais isso aqui. Louco demais isso aqui. Nós fazemos parte de algo muito maior e melhor. Nós somos parte do templo. Nós somos parte de Jesus. Nós somos parte do corpo de Cristo. Enquanto tu não entender isso aqui, a tua vida vai ser medíocre. Medíocre. É por isso que hoje no Brasil nós estamos encharcados de cristãos medíocres.
Cristãos que querem somente ter uma experiência com o Senhor e vão para o culto domingo somente para ter uma experiência. E querem...
Ouvir um sermão, participar dos louvores que emocionam, bota a mão no peito, canta, chora um pouquinho, vai para casa e vive sua vidinha medíocre até semana que vem e que vai continuar assim a vida toda. Por quê? Porque não se deu conta que é parte do templo. Em Cristo nós estamos adorando a Deus continuamente. Em Cristo nós apresentamos sacrifício. Não é à toa que Paulo vai dizer, portanto rogo-vos pelas compaixões de Deus que apresentem o vosso corpo como sacrifício vivo. É a tua vida! É a tua vida!
É hoje aqui, é amanhã no teu trabalho, é na tua casa. Tua vida é uma adoração constante. A tua vida é culto contínuo ao Senhor. Enquanto tu não entender isso aqui, a tua vida é medíocre. Medíocre, miserável, digna de piedade.
enquanto não entender isso aqui, enquanto isso não encalacrar no teu coração, para nunca mais sair dali, tu terá uma vida medíocre.
Nós fazemos algo de muito maior importância. Não há nada que se compare a isso aqui. Tu ser colocado parte do templo de Deus. A habitação de Deus. Tu ser coluna desse templo. Tu ser uma pedrinha desse templo. Um tijolo desse templo. Desse edifício que está sendo construído. Bendito é o nome do Senhor.
E por último, o Evangelho irá ao mundo todo, independentemente de mim ou de você. Não depende de mim e de você. Por isso Paulo encerra o versículo 23 falando. Não se deixando afastar da esperança do Evangelho que vocês ouviram e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu. Independente de mim e de você, o Evangelho vai continuar avançando.
Faça você ou não, o evangelho vai continuar. É um privilégio para nós, não é um favor que a gente faça. Deus não está com mãozinha no peito, olhando para ti e dizendo, ó, que queridinho, muito obrigado, obrigado por compartilhar a minha palavra. Obrigado, não sei o que eu faria se não fosse você. Deus não está fazendo isso. É um privilégio nosso participar disso aqui, porque independente de nós, o evangelho vai seguir avançando.
independente de mim e de você, o Evangelho vai avançar. Façamos nós parte disso ou não, Deus vai avançar com a sua palavra. O Evangelho vai chegar onde tem que chegar. Queira você ou não, queira eu ou não, a gente pode parar hoje com isso aqui. O Evangelho vai continuar avançando.
É um privilégio nosso. É um privilégio isso aqui. Nós somente faremos missão se nós de fato crermos que Jesus tem real supremacia sobre tudo e todos. Cara, deixa eu falar pra ti. Ontem, ontem ou anteontem, acho que foi ontem. Tinha um irmão nosso, um irmão nosso pregando.
E ele estava falando sobre Jesus ser maior, porque Jesus é maior. E ele falou que Jesus é maior que, sei lá o quê, uma facção lá da Bahia. Jesus é maior que Comando Vermelho. Jesus é maior que Fernandinho Iberamar. E ele foi morto por falar isso. Mataram ele por falar isso. O evangelho vai continuar crescendo, às vezes à custa de sangue. Mas e para nós, que até agora não custou nada?
E pra nós? Tem irmãos nossos dando sangue pro evangelho avançar. Tem irmãos nossos derramando sangue. Ele foi martirizado. Porque ele tava mentindo? É mentira? Jesus não é maior que isso? É ou não é? É, óbvio que é. Então ele não mentiu. Ele tava pregando o evangelho. E ele foi morto por falar isso.
A questão que eu quero te fazer aqui para encerrar, para tu poder ficar de pé, o Evangelho está avançando. Isso é fato, o Evangelho está avançando. Mas tu, tu está ajudando ou está atrapalhando? Porque Jesus falou, aquele que comigo não a junta, espalha. Ou tu está ajudando, ou tu está atrapalhando. Tu não fica neutro.
Não há neutralidade no avanço do evangelho. Ou tu ajuda, ou tu atrapalha. Aquele que comigo não a junta, espalha. Até rimou. O que que tu tá fazendo? O que que tu tem feito pra isso? Fica de pé.
Eu quero orar com você. E eu quero que nessa oração, tu lembre, lembre de como essa verdade de Jesus tendo supremacia sobre tudo e todos, implica na tua vida. E eu quero que tu não só reconheça isso diante do Senhor, que é uma coisa que nós temos que fazer, mas
Tente identificar na tua vida em que áreas, em que momentos, Jesus não tem sido essa autoridade na tua vida. Em que circunstâncias, às vezes, Jesus não está reinando. Em que momento que a supremacia de Cristo passa despercebida, ou ela pode ser um incômodo.
Eu quero que tu ore lembrando que Jesus é suficiente. Ele é suficiente. Aquela experiência no templo que os falsos mestres estavam ensinando lá em Colossos está sendo suplantada pelo verdadeiro ensino. Jesus é suficiente. Não há nada mais que nós precisemos a não ser Jesus.
Não existe nada mais. Não importa. Ah, eu vou na igreja, mas eu não sinto. Eu vou na igreja, mas lá não acontece tal coisa. Ah, porque o culto a Deus deveria ser assim. Não! Nós precisamos de Jesus. Ele é suficiente. Jesus é suficiente. Nada mais é necessário se tu tem Jesus. E se tu não tem, nada será suficiente. Vamos orar?
Glorioso Deus, nós queremos na Tua presença neste momento, Senhor, reconhecer que Tu é grandioso, que Tu é sublime, que Tu é lindo. Obrigado, Senhor, porque foi privilégio nós termos sido tornados participantes dessa Tua obra.
Obrigado, Senhor, porque Tu achou por bem de que em Jesus residisse toda a plenitude. E ao olharmos para Jesus, nós vemos a imagem de Deus. Ele que é a imagem de Deus por excelência.
Agora nós queremos reconhecer, Senhor, que nós, mesmo sendo a imagem de Deus, temos fracassado nisso. Nós temos pecado e os nossos pecados nos afastam, distorcem essa imagem e fazem com que nós demos mau testemunho ou um falso testemunho de quem Tu é. Nós precisamos do Teu perdão. Ah, Senhor, bendito seja o Teu nome, porque em Jesus nós temos perdão, nós somos reconciliados. A Tua palavra acabou de nos mostrar isso.
Nós fomos reconciliados em Cristo Jesus e hoje nós temos livre acesso. Nós estamos no templo, nós estamos participando desse culto que Jesus apresenta, essa verdadeira adoração, essa adoração perfeita e nós somos parte disso. Obrigado, Senhor, porque não fosse o nosso Senhor. Nós não teríamos condições, nós não poderíamos estar na tua presença, nós não poderíamos ter acesso a ti.
No entanto, eu peço, Deus, que essa soberania de Cristo, a majestade de Cristo, a supremacia de Cristo, invada a nossa vida a fim de que nós venhamos, de fato, nos render a isso e viver a nossa vida de modo digno do Senhor. Molda-nos, Senhor. Faz de nós pessoas que são moldadas à imagem de Jesus e que possamos aqui ser tornados à imagem de Cristo, esse que reflete perfeitamente quem Tu é.
Molde-nos, Senhor, transforma o nosso ser. Muda, Senhor, aquilo em nós que tem que ser mudado. Muda em nós aquilo que precisa ser mudado. Tira de nós aquilo que tem que ser tirado. Coloca em nós aquilo que tem que ser colocado. Tão somente faz com que sejamos cada vez mais parecidos com Jesus. Tão somente faz, Senhor, com que venhamos cada dia mais refletir a imagem de Jesus, o caráter de Jesus.
Em nome de Jesus eu te peço. É tudo sobre Jesus, Senhor, e nós queremos participar disso. Porque é por Ele, por Ele, para Ele. É por causa dEle. É por causa de Jesus. É por causa de Jesus. E nós queremos reconhecer isso aqui, Senhor. E nós queremos servir a isso aqui, Senhor. Se não for Jesus em nossas vidas, adeus.
Ah, Deus, cause-nos arrependimento, dê-nos arrependimento. Faz com que sejamos impactados com essa verdade, a fim de que não haja em nós nada próprio nosso, mas que nós possamos, Senhor, ser moldados e transformados e a cada dia a mais refletir Jesus em nós. Que as pessoas olhem para nós e vejam Jesus. Que nós sejamos miniaturas de Jesus andando nesse mundo.
Em nome de Jesus eu te peço. Em nome de Jesus eu te peço. Para a glória do teu nome, Senhor, é que eu peço. Para a glória do teu nome, Senhor. Amém. Amém. Vamos responder o sermão, gente?
Novo Hamburgo/RS
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