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NovoCast #148 | Como o DESBLOQUEIO EMOCIONAL salva Empresas e Lideranças em 2026 com Juliana Aranda

09 de maio de 20261h37min
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"A MUDANÇA COMEÇA ONDE O SEU BLOQUEIO TERMINA."No episódio de hoje do NovoCast, recebemos a "Fera do Pantanal": JulianaAranda. CEO da RU Uniformes há mais de 32 anos, mentora estratégica epalestrante internacional, Juliana é a prova viva de que a resiliência é um músculo que se treina.Neste papo profundo, ela revela os bastidores do reality "Em Frente às Feras", sua trajetória como diretora da ACICG e como o Método VIVA tem desbloqueado a identidade de líderes e empresários que estavam prestes a desistir.Neste episódio, você vai descobrir:• O Código da Fera: Por que a resiliência emocional é o maior ativo de umempresário.• Método VIVA: Como retomar o controle da sua carreira após umademissão ou falha.• Bastidores do Reality: O que os grandes investidores buscam em umnegócio vencedor.• Voz na ONU: Como levar o nome de Campo Grande para as maiorespautas mundiais.• Desbloqueio de Identidade: Por que você trava na hora de crescer e comovencer esse medo.Se você sente que chegou ao seu limite ou precisa de uma virada de chave no seu posicionamento, este episódio foi feito para você.Conecte-se com o NovoCast Podcast:👍 Curta o vídeo 🔔 Se inscreva no canal e ative o sininho 💬 INTERAÇÃO: Deixe seu comentário!PARCEIROS DESTE EPISÓDIO:🚑 Qualisalva – Sua saúde em primeiro lugar.🪓 Ricardo Drews – A arte original em madeira personalizada para sua casa.Apresentadores:🎙 Sabrina Baes – @sabrinalbaes🎙 Werner Bezerra – @werner.bezerraConvidada:JULIANA ARANDA – @julianaaranda.oficialProdução:🎥 NC Studios – @novocastpodcast📚 Pauta e Roteiro:Samuel Figueira – @sam.figueiraf🎯 NovoCast Podcast – Inspirando transformação em cada episódio.#JulianaAranda #NovoCastPodcast #FeraDoPantanal#EmpreendedorismoFeminino #MétodoVIVA #DesbloqueioEmocional #Liderança#CampoGrandeMS #GestãoDeNegócios

Assuntos10
  • Trajetória de Jéssica VilelaInfância e superação de dificuldades · Empreendedorismo desde cedo · Experiências como CLT · Fundação da RU Uniformes · Participação na ONU
  • Método OICAVisão, Intenção, Velocidade e Ação · Desbloqueio emocional e financeiro · Planejamento para agir
  • Mentalidade EmpreendedoraCapacidade e disposição · Permissão interna e conflitos familiares · Gratidão e perdão
  • Vínculo emocional com São PauloTécnica de palavras de afirmação e batimento corporal · Alívio de dores emocionais · Impacto na vida pessoal e profissional
  • Impacto Emocional na FamiliaNão se sentir visto · Impacto da dinâmica familiar na carreira · A importância do perdão e da gratidão
  • Mulheres e EmpreendedorismoEspaços hostis para mulheres · Superação de 'nãos' · Equilíbrio entre vida pessoal e profissional
  • Bullying e inclusão socialDefinição de Ulin · Instituto Quais de Mim Você Procura · Pautas levadas à ONU · Sustentabilidade que inclui
  • Reality ShowsMetodologia do reality · Mentoria para empreendedores · Participação de homens e startups
  • Escrita e EdicaoProcesso de escrita de livros · Livro 'Amigas de Negócio' como desafio · Escrita terapêutica e autoconhecimento
  • Autoconhecimento e TerapiaTécnica do Método Viva · Necessidade de cura dos próprios traumas · Sigilo e ética terapêutica
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Fala, galera, eu sou o Werner Bezerra, sejam todos muito bem-vindos ao novo cast podcast, podcast que traz histórias reais de pessoas reais que superaram seus desafios e alcançaram grandes feitos, então aqui você cresce pessoal, financeiramente e profissionalmente. Legal, eu sou a Sabrina Baez e toda semana a gente traz alguém aqui pra te contar uma história que vai te inspirar, porque a gente acredita que você conheceu o bastidor da vida das pessoas que vêm aqui, pode te dar um insight aí pra você dar um próximo nível, um próximo passo na tua vida também.

Então, seja você empreendedor, profissional buscando evolução, alguém que deseja dar um novo rumo para a sua vida, este lugar é o lugar certo. Então, papel e caneta para não perder nada. Aqui a gente vai explorar erros, acertos, aprendizados dos nossos convidados. Hoje está muito especial, mulher super forte. Não vou dar spoiler, porque daqui a pouco a gente tem nossa apresentação, né, Sabrina? Sim. Então, começa aí para a galera já saber quem que está aqui com a gente.

Foi difícil colocar num roteiro só, enfim, numa sequência, um tanto de coisa que a nossa convidada faz no seu dia a dia. Então eu vou começar aqui, presta atenção, tá? Existem trajetórias que são escritas com suor, resiliência e uma coragem inabalável.

E a nossa convidada de hoje é uma veterana do campo de batalha empresarial, com mais de 32 anos de história na indústria. Ela é CEO da RU Uniformes e diretora da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande há mais de uma década e diretora de sustentabilidade do Instituto Quais de Mim Você Procura, um instituto que tem mais de 1.400 mulheres envolvidas no processo. Então, ela provou que quebrar nunca foi uma opção, ela faz muita coisa ao mesmo tempo.

Mentora estratégica, palestrante internacional, especialista em desbloqueio emocional. Ela levou a voz de Mato Grosso do Sul até a ONU. Com autora de mais de 10 obras. A gente está vendo vários livros aqui. Todos ela tem participação, tá? E também é mentora de empreendedores no reality Em Frente às Feras. Então, é uma fera, né? Porque Em Frente às Feras tem lendo outras feras. E ela é respeitada nacionalmente como a fera do Pantanal.

Ela também é terapeuta quântica e idealizadora do Método Viva e do Instituto Aranda, onde a sua missão é provar que a mudança real começa na sua identidade. Então, seja muito bem-vinda ao NovoCast Podcast, Juliana Aranda. É um prazer ter você aqui. Que delícia estar aqui com vocês. Que ambiente gostoso, energia positiva. É muito bom. Gratidão pelo convite. E vai ser uma honra contar um pouquinho dessa trajetória que me inspira todos os dias.

Que legal. Só de estar perto, né? A gente já sente um pouco de inspiração. Imagina quando você começar a contar um pouquinho da sua história. Vamos lá, então. Vou começar com uma pergunta, já aquela pergunta de impacto, pé na porta, que a gente gosta de fazer no primeiro... Primeira pergunta do podcast. Manda. Juliana, você é uma...

mulher que ocupa espaços há décadas, seja no campo empresarial, no campo político também. A gente sabe que é um campo hostil para as mulheres. Geralmente, o espaço é muito pouco. Você tem um método, um método de...

A gente falou sobre a sua especialidade em desbloqueio emocional. A minha pergunta, assim, que eu penso, quando você pensa no método, né? Geralmente um mentor, ele acaba passando por tudo aquilo que ele entrega no seu método. Quando você pensou no método, você pensou mais em outras mulheres ou você pensou no fundo, assim, que era uma coisa que era pra você? Você criou, foi criando o método que era pra você, pra que você conseguisse superar os desafios, conquistar esse espaço?

Ou só depois que veio, sabe? Essa, putz, eu preciso carregar algumas mulheres comigo. Conta um pouquinho pra gente. Bom, o Método Vive, ele saiu de dentro. Porque as pessoas chegavam pra mim e perguntavam assim, como é que você consegue? Como é que você faz tanta coisa? Me conta um pouquinho. Passa um pouquinho desse mel, falavam assim, né?

E aí surgiu, porque o que aconteceu? A primeira coisa que eu tive foi a visão. Então eu tive uma visão de onde eu queria chegar. Através dessa visão eu tive uma intenção.

Então, o que é o método Viva? É a visão, é a intenção, é a velocidade e a ação. Então, não adianta eu ter essa velocidade se eu não tenho uma visão, se eu não sei onde eu quero chegar, se eu não tenho uma intenção muito clara. Então, tudo isso foi surgindo ao longo dessa minha caminhada. Só que eu só descobri depois. Quando as pessoas falaram, mas vem cá, você é mulher, você nunca quebrou?

Porque assim, ó, é o seguinte, você não vai chegar no Vale do Silício. Porque lá no Vale do Silício, só entra quem quebrou. Porque assim, ó, só tem valor quem quebra. Porque quem quebrou, quem quebrou, já viveu a experiência de quebrar. Eu falei, eu nunca quebrei. Mas eu já bati no chão várias vezes. Eu já não tive dinheiro pra pagar os boletos várias vezes.

Eu já não tive dinheiro para pagar a conta de água, de luz e cortar algumas vezes. Então, tudo aquilo mexia muito comigo e eu falava não. E aí eu lembro que tem um palestrante que ele fala assim, cara, Deus assopra o tempo inteiro, né? Eu pensava assim, eu falava, gente, Deus assopra o tempo inteiro na minha vida. E ele assopra mesmo. Na hora que eu estou com dificuldade, às vezes eu tinha que pagar a folha de pagamento, não tinha um real.

Chegava um pedido, me dava uma entrada e eu fazia. Então, todo esse método viva é quando a pessoa tem uma dificuldade, tem uma dificuldade financeira, tem uma dificuldade de se olhar para dentro de si, entra no método viva. Porque você vai ter uma visão, você vai ter uma visualização, você vai achar a sua intenção, você vai achar a sua velocidade e você vai ter um planejamento para você agir. Que legal.

Caramba. A gente vai acabar entrando um pouquinho mais, aprofundar nesse método vivo. Então, assim, foi muito que você precisou. Você precisou criar isso. Precisei. Precisei. Mas foi depois de eu ter criado. Não foi intencional. Entendi. Foi vivencial. Então, eu vivi isso. E aí, as pessoas me perguntavam, porque elas falavam. Você não vai. Cadê? Você tem que ter uma história de quebrar. E aí, eu sou praticamente a única que falo que quebrar não é uma opção.

Pra mim, nunca foi uma opção. Legal. E nem mudar o meu ser MPJ, nem mudar o nome da minha empresa. Olha só. Então, vamos aprender com você hoje. Eu já tô me achando íntimo de você, até vou te chamar de Ju, tá? Ô Ju, me conta uma coisa. Antes de ser CEO, antes de ser a fera aqui do Pantanal, né? Antes de conseguir ter essa visão clara, que eu quero entender um pouquinho mais do Viva depois também.

Quem era a Ju pequena, né? Desde você era aqui de Campo Grande, você sonhava quando pequena viver tudo isso que você vive hoje. Conta pra gente uma brevidade ali do teu passado um pouquinho. Eu sou a quarta, sou a quarta filha e a primeira que veio ao mundo. Então, antes de mim, a minha mãe perdeu quatro.

Quando eu nasci, minha mãe morava em Três Lagoas, só que ela foi me ter em Miranópolis, para o hospital, para ela poder ter a condição de conseguir gerar uma criança. Porque antes não vieram os outros quatro. Quando eu nasci, três meses depois, a minha mãe teve uma reviravolta na vida dela. Ela resolveu fugir do meu pai e vir embora para Campo Grande. Ela queria entrar num trem e ir para Bauru. O trem que saía era para Campo Grande, ela veio para Campo Grande. Então veio eu, ela e uma bolsa. Só que nessa época, minha mãe tinha 21 anos.

Uma mulher loirinha, bonita, de olhos verdes, magrinha, uma bebezinha de três meses no colo, sem leite, não sei, materno, porque como ela perdeu um de nove meses antes de mim, ela teve que tomar remédio para secar o leite. E foi assim que a nossa trajetória... Às vezes eu me emociono um pouquinho. Foi assim que a nossa trajetória começou, aqui em Campo Grande. E eu me lembro e gosto de falar, quando eu retorno a essa história, porque minha mãe é uma guerreira.

E ela é uma guerreira que me inspira a todo momento. E aí ela chegou na ferroviária de Campo Grande, e ela chegou numa lanchonete que estava tudo sujo, bagunçado, e ela chegou para o rapaz e falou assim, você pode arrumar um copo de leite para a minha filha? Ela já toma leite no copo. Ele pegou e falou assim, sua vagabunda vai trabalhar. Porque, lógico, uma mulher bonita, loira, magrinha, de olhos claros, com uma bebezinha no colo, o que ele vai pensar? Uma mulher da vida.

né? E aí ele pegou e falou assim, ela falou assim, não, não precisa não, eu vou limpar seu bar aqui, depois você vai, minha filha fica quietinha. Eu vou forrar o chão, eu vou limpar e ela vai ficar quietinha e você vai dar o copo de leite pra mim. Não, não, não precisa não, agora eu vou lavar. Agora eu vou lavar essa louça e você vai. Então ela sempre foi muito decidida.

Mas aí nossa vida começou. Ela foi, começou andando, de repente ela parou num lugar assim, viu uma casa com um monte de criança e ficou impressionada. Falou assim, nossa, a senhora tem tudo isso de filho? Ela falou assim, não, minha filha, eu cuido para as pessoas trabalharem.

Aí ela foi, ah, então, você pode cuidar da minha filha? Posso, entra aqui, vamos conversar, toma um banho e coisa e tal. E ficou, aí ela conversou com a mulher, falou assim, não, mas hoje eu vou sair com a minha filha. Saiu comigo, fez um teste numa empresa, ali na 13, passou no teste, no outro dia ela voltou para trabalhar, no outro dia ela me deixou no chão para trabalhar. Mas no outro dia ela voltou, me deixou lá com a mulher, pagou a diária que ela tinha ganhado a diária, pagou, e voltou para trabalhar, e assim nossa vida começou, aqui em Campo Grande. Eu, a minha mãe e uma bolsa.

Nossa, Ju. Isso há 52 anos atrás. Nossa. E ela contava essas histórias pra você? Não. Eu só descobri isso depois. Eu descobri isso depois... Eu sou muito católica, sabe? Mas depois apareceram outras alternativas. Até um padre da paróquia São Verboso, que eu trabalhava muito nesse seno, enquanto casais, enquanto jovens e tudo. Eu era muito intensa e sou ainda muito intensa na igreja. Legal. E aí eu lembro que tinha a tal da constelação familiar. Aí eu fui fazer.

E aí, na Constelação, eu descobri que eu era quarta, né? Aí eu fui conversar com a minha mãe. Aí eu fui conversar, aí a minha mãe foi falar, aí eu fui explicar, e foi... E aí eu descobri. E aí eu comecei a escrever. Aí eu comecei o primeiro livro, que eu comecei, eu e minha mãe, que é Mulheres de Negócio, que foi aqui. Depois eu escrevi um outro livro, junto com a Tati Deandale, que é uma grande palestrante nacionalmente, né? E aí eu...

Depois eu entrei pro Instituto com a Gimim, e aí eu não parei mais de escrever. Porque hoje parece que é algo que eu tô deixando.

Sabe? Pra mim, pra outras pessoas, pra se inspirarem na história. Então, eu fico apaixonada por tudo, toda a minha experiência. Eu não acho que foi peso. Eu acho que foi bacana. E aí, meu pai, depois, eu tive contato com ele seis, oito vezes na minha vida. Ele veio pra cá, eu acompanhei ele na trajetória final dele, ficou internado na Santa Casa. Então, gente, eu consegui reestruturar minha vida, reestruturar minha família. Quando eu fui casar, meu marido chamou meu pai pra entrar comigo, de velho e guinalda. Então, eu entrei com ele.

Então, assim, eu acho que eu fiz aquela parte certinha. Sabe, inclusive na São João Bosco. Tudo foi dentro da São João Bosco que eu casei, basei meus filhos. Então, essa história, ela me complementa. Sim. E como isso é interessante, assim, né? Eu acho tão legal quando uma pessoa traz a história da família e traz pra dentro, porque isso constrói a identidade, né?

Quando a gente está diante de uma pessoa que tem uma identidade forte, que ela consegue contar a própria história. E eu vejo que isso nos jovens está tão raro. O jovem querer saber um pouco da história dos pais, como é que foi. Como é que começou? É muito bonito quando você traz assim que começou nessa história. E a narrativa fica bonita.

Eu, minha mãe e uma bolsa. E aí você consegue contar, você se emociona. Pô, isso é muito legal. Isso é uma... Talvez seja um conselho pra quem tá assistindo, mais jovem, né? Se quiser perguntar, pergunta pro seu pai um dia, pra sua mãe. Pai, como é que vocês chegaram aqui? Como é que foi? Era difícil? Enfim, eu lembro de meu pai me levar uma vez pra visitar a cidade dele no interior do Ceará. Eu me emocionei muito, assim. Muito, muito, muito. Ele contando como é que era, porque eu não tinha ideia.

de como era a dificuldade. Porque a gente não tem mesmo. Criança e adolescente, a gente não está preocupado com isso. O pai geralmente tenta minimizar o sofrimento do filho, o sofrimento que ele passou. E às vezes as crianças nem imaginam o que aconteceu até aquele momento.

Mas deixa eu te perguntar, nessa jornada da infância ainda, ou adolescência, quando que você percebeu que existia algum sinal de que você tivesse ali uma veia para o empreendedorismo ou para a liderança, que hoje você lidera centenas de pessoas? Você lembra de algum fato que você...

Se tocou e falou, puxa vida, foi ali que virou a chave, que eu seria uma empresária, que eu lideraria pessoas. Tem alguma coisa assim? Ou foi uma jornada mesmo? Na São João Bosco, eu sou da São João Bosco desde três aninhos de idade. Hoje eu tô na São Francisco, sou ministra. Lá tem mais de dez anos. Depois eu conto por que eu mudei, né? Foi algo assim, foi Deus que mudou, porque eu não tinha, né? E aí, eu sempre participava da festa da rainha e do rei na paróquia. Então eu tinha que vender rifa.

O que eu fazia? Vendia a rifa pra ser a rainha. Rei, meu amigo, que era um carequinha. Batia todas as metas de venda. Batia todas as metas. E sabe o que eu fazia? Sabe o que eu fazia? A minha avó fazia crochê. Então, uma época, eu peguei uma colcha de crochê, fiz uma rifa da colcha de crochê e batia de casa em casa ali na Rio Grande do Sul, que eu morava meia quadra São João Bosco.

Fazia uma coisa do lado do encontro ali. Fazia de casa em casa. Você não quer comprar uma rifa? Você quer comprar uma rifa? E peguei o dinheiro dessa rifa, da coxa de crochê e comprei tudo de votos. A minha avó me deu a ideia. E fui a rainha vários anos consecutivos. Então, assim, essa minha atitude de inovar, de empreender, de fazer diferente. Eu acho que trazia isso pra perto de mim. E depois eu entrei. Eu trabalhei numa CLT muito tempo antes de eu empreender. Eu comecei a empreender com 19 anos. Mas que eu montei o CNPJ.

Mas eu empreendo desde os 13. Então, primeiro foi 12, cuidando dos meus irmãos em casa, sendo o babá deles, porque eu tinha que cuidar. Aí minha mãe foi trabalhar. Então, aí minha mãe depois casou, construiu a família, depois ela separou, eu já tinha 12 anos, a gente ficou com uma dificuldade financeira muito grande. Então, eu tinha que cuidar dos meus irmãos para minha mãe trabalhar. Então, eu tinha dois irmãos.

E aí, o que aconteceu? Eu fui me desenvolvendo. Fui me desenvolvendo, tornando aquela mãezona também. Depois eu entrei pra trabalhar no Shopping Marrakech, lembra? Sim. Eu tinha loja Sul da Miranda, eu limpava a loja, eu arrumava, eu dobrava as roupas. Eu adorava fazer o que eu fazia. Aí eu trabalhei na livraria Lê, ali do lado do Sebrae, tinha Rua Brasil. Eu vendia uniformes escolares. A Lê vendia uniformes de todas as escolas aqui. Eu lembrei, agora há pouco tempo, tá? Não tem muito tempo.

E eu já fazia uniforme escolar. Você vê como que é? Inconsciente. Hoje eu sou especialista em uniforme escolar. E eu vendia lá com 13, 14 anos. Trabalhava lá. Depois eu entrei na Bigolins, sendo telefonista. Entrei na Colortec. Caraca. Trabalhando, revelando filmes. Então, assim, eu tenho uma história. Antes do empreendedorismo, eu trabalhei como CLT. Aí eu entrei no HSBC.

Aí, do HSBC, a minha mãe falou assim, minha filha, vamos empreender. Minha mãe trabalhava no Miguel Couto e eu trabalhava. Mãe, vamos empreender. Você é boa de venda e eu sou boa de fabricar as coisas. Ela nunca tinha fabricado, mas ela falou, eu faço de forma de vocês de escola, fazia roupinha de fantasia. Minha mãe fez o vestido de noiva dela, quando ela casou. E ela tinha menos de 20 anos.

ela fez o vestido, ela crescia no tear. Aí minha mãe fez o bolo dela, do casamento dela. Minha mãe casou com toda a família. Tossam muitas habilidades, né? E aí ela falou assim, vamos fazer? Eu falei, vamos. Você vai ter tempo de cuidar dos seus filhos, você vai ter tempo de ter uma vida mais tranquila. Então, né? O empreendedor não é assim. E foi assim. Com tudo isso, então começou na igreja, que a minha mãe falou assim, vai pra igreja. Entendi.

Que legal. Não, show. E assim, o fato de você ter passado por tudo isso, né? Faz com que você se torne uma líder muito melhor, né? Acredito que teve dificuldades, né? Você falou sobre a R Uniformes, que foi a especialidade. São 32 anos, né? 32 anos.

32 anos. E, assim, como é que faz para sustentar 32 anos? A gente tem uns estudos aí que as empresas acho que duram no máximo 5 anos. Se durar 5 anos, já está, assim, nossa, super bom na estatística normal. Você encarou muitos não? Como é que você encarava esses não? Porque eu percebo que a tua jornada não era uma jornada, por exemplo, que pode ter sido da tua mãe por necessidade mesmo, né?

A gente empreende por necessidade ou muito por propósito, vontade, a criatividade, quando você não faz por necessidade, ela acha que ela flora um pouco mais. Como é que foi esse período? Teve muitos nãos que não que... Qual foi o primeiro grande não, assim, que você lembra que você recebeu? E aí você teve que buscar força, de onde você buscou força?

Muitos, né? Porque eu comecei em 1993. Então, nós, mulheres, temos desafios e desafios. Os homens têm desafios, mas as mulheres têm mais. Então, eu chegava para atender um cliente. Quando você trabalha no banco, você trabalha, você atende o cliente ali. Eu pegava o telão de cheque, eu sabia de cor a conta dos clientes. Então, eu atende ali. Beleza, estou ali, sou a voz do banco. Quando você tem uma empresa, você é a voz de quem?

Uma menina de 19 anos. Então, eu chegava para atender. Nossa, menina, cadê seu pai? Cadê sua mãe? Cadê seu marido? É você que vai me atender?

Então, assim, a pessoa, para poder confiar em você, te entregar um pedido, para ela poder te entregar... Antigamente, não era assim. Lá em 93, não existia nem... Não existia simples nacional. Não existia CNPJ, era CGC. Então, tudo era diferente. Os impostos eram contribuícitos... Igual hoje é o lucro real, lucro presumido, era assim. Era tudo uma dificuldade muito grande de documentação para apresentar. Certo. Então, o que acontece? As pessoas tinham uma outra forma de enxergar.

Eu sofri muito, não foi fácil, mas ao mesmo tempo, aquela vontade, aquela determinação, para mim desistir nunca foi uma opção, tanto é que eu sou a quinta, né? Quatro não vieram antes de mim, então eu não desisti, e eu acredito que eu não desisti, eu acredito que eu não desisto. Vontade, várias vezes, inúmeras vontades, tem hora que você fala assim, cara, não dou conta, não aguento, não dou conta.

Quer ver na pandemia? Uma pessoa, não vou nem citar, uma pessoa falou assim, agora você para, né? Porque agora você vai estar na pandemia, você não pode trabalhar, você não sei o quê, você não sei o quê. Agora você para.

Não parei. Fui dormir naquele dia, na hora que eu vi, falando na TV, dormi no outro dia, levantei 5 horas da manhã e fui para a minha indústria. E tive a ideia de fazer máscaras de graça, cortar máscara de graça para todo mundo que precisava. A RU não fechou nem um dia na pandemia. Nós trabalhamos de sábado, domingo, com equipe e todo mundo energizado e seis meses para alguém pregar o primeiro Covid.

e nós trabalhamos, atendíamos hospitais chegava as roupas, aqueles tecidos, tudo pra cortar de graça falava pro regional pode levar que a gente corta de graça, pode levar aí o pessoal fala, você é doida, como é que você vai pagar os funcionários? não sei, vai prover e proviu então assim, essa força, essa determinação eu não sei, parece que na hora que a coisa vem pra mim, parece que eu tenho uma força tão grande

que vem de dentro, que eu falo, eu vou conseguir. Eu vou conseguir. E eu vou junto. E aí eu trago o povo pra vir junto comigo. E aí eu animo, e aí eu vou. Você inspira as pessoas, né? Esse é um dom da liderança também, né? Que legal. Mais fácil. É fácil também. Mas é possível. Tem uma... Você falou sobre as dificuldades das mulheres. Tem uma...

Uma charge icônica, né? Que é uma... Não sei se você já viu. É uma corrida de obstáculos. Aí tem vários empresários, né? Os homens vestidos com terninho. E aí a mulher do lado, assim, na mesma corrida. Só que ela já tá com o bebê no colo. Aí tem um monte de coisa no caminho, enfim. Tem as afazeres de casa. E aí, tipo assim, a corrida diz igual. Aí todo mundo olhando pro lado.

É bem desse jeito mesmo. Imagino, né? A dificuldade que é você equilibrar tudo isso. A barreira que você já tem... Na verdade, uma mulher já tem uma barreira. Antes de começar a falar... A gente recebeu uma convidada aqui que ela falava assim... Ela chegava na mesa de reunião, o cara nem olhava pra ela. E tinha um cara do lado que nem era o empresário. Era o fisioterapeuta, assim. Era. Mas ele falava, putz, ainda bem que ele veio.

Porque pelo menos ele olhava pra ele e ele meio que traduzia o que ela tinha que falar.

É verdade. Posso ir? Pode. Ô Ju, e aí nessa jornada insana da tua vida, né? Só pra gente tentar entender um pouco o que veio primeiro e o que veio depois. Então você veio empreender, eu criou a Rio, a gente é cliente até, inclusive. A nossa Harmonia tem... A gente compra um uniforme lá. Cada vez que a gente vai lá, a loja tá maior, tá mais bonita. Parabéns pelo...

Pelo empreendimento. E aí depois veio o Método Viva ou veio o desafio do reality show? Conta pra gente, só pra gente seguir aqui. O Método Viva veio bem depois, porque através do reality, eu comecei a descobrir também as necessidades que os empreendedores tinham e como eu tinha resolvido.

Então vamos pro reality, explica pra gente. Como que funciona esse reality? Chama em frente às feras, né? Como que é o clima lá? Como que você foi escolhida pra ser uma das mentoras? Fala pra gente. Então, quem desenvolveu toda essa metodologia do reality foi a Kátia Teixeira, que é a idealizadora do projeto Quais de mim você procura. Então esse projeto Quais de mim você procura, ela mesma falava, ela tem três homens na casa dela. Um marido e dois filhos. Então tudo eles queriam saber.

Onde que tá tal coisa? Como é que tá? Corre de mim, você procura. O que você quer primeiro? Então surgiu dessa forma. Porque cada um queria esposa, outro queria mãe, outro queria comida. Peraí, deixa eu ver quem que eu sou agora. E aí, ela é muito criativa, sabe? Eu conheci ela num evento em Salvador.

E ela foi palestrar e eu olhei aquela mulher e falei, nossa, doidinha, assim no palco. Uma mulher simples, uma mulher despojada, uma mulher fora do padrão que tem que ser palestrante. Porque você tem um padrão de palestrante, você tem que ver aquela mulher de terno, você tem que ver aquela mulher estilizada, aquela mulher com o cabelo alinhado. Ela era fora do padrão.

sabe assim, fora. Eu olhei e falei, me apaixonei. Na hora que eu olhei para aquela mulher, eu olhei para ela e falei, ela terminou a palestra e eu corri lá. Corri e falei, eu posso tirar uma foto com você? Tirei uma foto com ela e de lá para cá, ela não me largou mais. E aí, tudo que ela tem, ela me chama. Ela fala, você vai andar comigo o tempo inteiro.

Você foi um machado. E ela me elevou a minha autoestima, elevou a mulher que eu sou por dentro. Legal. Porque é o que a questão do Uli fala. Às vezes, a outra mulher te enxerga como competidora. E ela não. Ela me enxergou como uma mulher que faz, como uma mulher que faz a diferença, como uma mulher que ela quer do lado dela. E eu falo, ó, se eu estiver indo muito rápido, se eu estiver fazendo muita coisa, você me fala. Porque às vezes eu sou de...

atropelar, porque eu sou influenciadora e dominante. Então, eu falo assim, ela falou assim, não, você é uma mulher querida, você é uma mulher que... Eu falei, tá, mas às vezes eu posso estar com aquele meu ar de dominante, vou lá e ela falou, não. E ela sempre, todo mundo, ela me chamou pro reality. E lá são sete feras, só que eram só mulheres. Então, eu tô desde a segunda temporada.

A primeira foi antes da pandemia, aí parou. Aí começou, depois da pandemia, começou a temporada. Hoje nós já gravamos a sétima e oitava temporada. Que legal. Foi a segunda, terceira, quarta, quinta, sexta e sétima. Então nós estamos gravando agora, está no ar, passa na TV aberta em São Paulo e já mudou. Porque quando começou, a gente recebia as empreendedoras, as mulheres que montam seus negócios. Nem CNPJ normalmente tem.

Então, a gente chamava essas mulheres dos celeiros, que a gente chama em São Paulo. Tem vários celeiros, que são agrupamentos de mulheres de diversos bairros. Então, essas mulheres preenchiam uma ficha e se cadastravam pra participar. E lá, elas apresentam o negócio delas e elas ganham um prêmio. Ah, mas o prêmio é pouco, mil reais. Mas o prêmio, ela compra um secador de cabelo, ela coloca uma placa na frente da empresa dela. Ela investe no marketing. Dá visibilidade de estar na TV, né? Ser conhecida.

E aí, por isso. E aí, o que elas ganham lá? Elas ganham o Smart. O Smart é o Money. O que é? É a mentoria. Então, tem sete feras que valem muito, porque uma mentoria minha, o mínimo é 20 mil reais. Por quê? Porque eu pego você na mão. Entendeu? Eu te ajudo. Você vai faturar três, quatro, cinco vezes mais. Porque eu vou te ajudar a criar sua missão, sua visão, seu negócio, as estratégias. Tudo que você vai precisar pra implementar no teu negócio e crescer. E o empresário, ele é sozinho, ele é solitário.

Imagina a empresária. Ela é sozinha, ela não pode dividir. Ela tem estratégias que são silenciosas, que ela precisa planejar para poder lançar. E ela precisa de uma pessoa que tenha conhecimento, bagagem. Hoje está muito fácil. Você acha um monte de gente aí para querer tirar teu dinheiro. Mas ele tira três meses e você percebe que não, aí você encerra o contrato. Não, eu quero alguém que me ajude. E aí, lá no reality, a gente recebia as mulheres.

E aí, de repente, a tia falou assim, mas eu acho que a gente é só mulher, não. A gente tem que incluir os homens.

Aí a gente começou, aí trouxe três mentores homens. Aí entrou Feras Homens. E foi maravilhoso os homens também com a gente, enquanto mentores. Aí a gente abriu para os homens que se reparem, trazerem as suas empresas. Foi maravilhoso também. Aí a gente agora abriu para os universitários, para as startups. Esse último a gente já gravou com as startups. Dentro da Iambi Morumbi, a gente grava o reality. E os jovens trazem o projeto deles. Então, um projeto de infinidade de projetos.

que eles estão ali na faculdade, na teoria, e eles querem implementar na prática. E eles têm sete mentores, pra poder apoiá-los nas decisões. É maravilhoso. Essa troca diversificada. Vamos dar um olhar dessa fera aí, pra quem vai aí, Werner. Esse olhar diversificado, assim, traz novidade pras temporadas, e pra vocês também deve ser incrível, né? E assim, ó, nesses oito temporadas, né, que vocês gravaram, o que você enxerga?

num empreendedor em poucos minutos, assim, pra você falar assim, putz, tem futuro. Esse daqui, vamos investir. Vamos pegar na mão desse daqui que vai valer a pena. Ou se você só fala assim, isso aí é fogo de palha. Qual que é a... O que você enxerga, assim? O que é a diferença? Quais são os pilares? O que precisa ter ali pra que você enxergue que vai...

Esse aqui vai, esse aqui vai embora. Sabe o que acontece com o empreendedor? Normalmente, ele tem capacidade. Então, ele estuda, ele faz curso, ele se desenvolve. Ele tem disposição, ele vai, ele empreende, ele corre atrás. Só que falta a permissão.

Então, normalmente, quando se falta permissão para o empresário, ele não vai longe. Aí ele desiste. Então, ele, sabe, parece que ele está subindo a escada, ele percebe, puxa, eu não mereço. Eu estou passando isso. Aí ele começa a achar questionamentos que validam aquele pensamento dele. Então, ele não acredita nele porque ele não tem permissão lá atrás. Ele tem um conflito com a mãe não resolvido. Ele tem um conflito com o pai não resolvido. E aí não é a religião.

que ajuda ele. Não é. É muito além. Ele precisa. Tanto é que eu sou católica, eu vou, eu tenho amigos que são evangélicos, eu tenho amigos que são espíritas, eu tenho amigos de todas as religiões. Não é porque você vai lá e você recebe aquela graça, aquela bênção, aquela unção. Você sai de lá fortalecido. Quando você chega, aquele pai nosso, você rezou do perdão, esquece, porque você já começou a entrar no conflito. Às vezes você consegue entrar no conflito ali na rua, você sai do estacionamento.

Não, é algo interno, você precisa trabalhar internamente. E por isso eu fui buscar na terapia. Por isso é algo que você precisa inconscientemente mostrar para você. Você precisa permissão, você tem a hierarquia. A sua mãe sempre vai ser maior que você. O seu pai sempre vai ser maior que você. Eles podem ter jogado você na lata do lixo, porque eles não se sentiam dignos de te cuidar.

Eles não se tinham capacidade de te cuidar. Mas eles te deram o que você tem de mais precioso, que é a vida. E aí você tem que internalizar isso e ser grato de verdade pela vida.

Então, quando você tem essa gratidão pelo pai e pela mãe, e você vai na igreja e você fala, é isso. Porque precisa. Você tem que trabalhar a tua aura e a tua alma, que são duas coisas distintas. A aura fica manchada por tudo que você já escutou. Você é burra. Você não sabe fazer. Você é igual ao seu pai. Você é igual ao seu tio. Você não serve para nada.

Você é alto, você é magro, você é gordo, você é baixo. Você é burro. Você é burro. Você não sabe tá boada? Chinela aqui, ó. Era assim que eu aprendi tá boada. Aliás, não aprendi, né? Chinelinha aqui. Mas era o que eles sabiam naquele momento. E tá tudo bem. Eu não vou culpar o que já foi. Eu vou olhar daqui pra frente. O que que eu posso fazer daqui pra frente que vai me ajudar a chegar onde eu quero chegar?

Não é culpando meu pai, não é culpando a minha mãe. É olhando o que eu vou fazer diferente com o presente que eu tenho, que é a minha vida, planejar o meu futuro, olhar no retrovisor para entender o que aconteceu no meu passado, o que eu posso mudar. Eu posso ter uma família estruturada, eu tenho meu marido, eu tenho os meus filhos. É difícil? É difícil. Já aconteceram várias situações. Difícil ser casada há 32 anos.

Mas ao mesmo tempo, quando você tem uma base, quando você tem uma religião que te apoia, quando você vai ali, você encontra outros casais, quando você... É diferente. Você tem uma força, você fala, puxa, eu também quero. Se alguém faz, eu também faço. Se alguém consegue, eu também consigo. Entende? Então, assim, é isso. E você vai com fé, e com força, e com muita espiritualidade.

Eu posso dizer, então, que para o empreendedor que está começando ter sucesso, ele tem que carregar duas palavras básicas, que é perdão e gratidão. É isso. Pessoas que são gratas e têm um coração livre, eles conseguem ir muito mais longe. Muito. Se ele perdoar... Perdoar é você perder no ar. Você perde no ar.

Sabe? Porque tem gente que fica... A pessoa outra que tá... Ela nem lembra de você. Mas você fica com aquela mágoa. Você desenvolve doenças dentro de você. Você desenvolve várias síndromes do pânico. Porque você fica focada naquela sensação, naquele sentimento. Você sabe que celular... O celular, ele emite ondas. O pensamento é muito mais rápido. A onda é muito mais ágil e destruidora. Então você tem que cuidar com o que você pensa. Com o que você sente.

É isso que faz a diferença pra você ter prosperidade na vida. Prosperidade não é dinheiro. Prosperidade é ser feliz com o que você tem e com o que você é. Com tudo que Deus te deu, que é a tua vida. Muito bom.

Segura essa aí, galera. Dá um recado pra gente respirar aqui, Werner. Vamos lá, muito bom. Meu Deus, que coisa boa. Galera, tá curtindo o episódio? Muito legal, né? Essa gente de esperança e assim, né? Que carrega a gente de fato. Então, se você tá gostando, deixa aí o seu like. É muito importante, tá? Deixa o seu comentário também, se você tá gostando. Compartilha com o máximo de pessoas possível. Se você lembrou de alguma pessoa...

Enquanto a Juliana estava falando, tocou no seu coração, essa pessoa precisa ouvir essa mensagem. Já manda para ela, tá? Vai ficar grata de receber essa mensagem de você. Então é o seguinte, a gente também está nos streamings de áudio, estamos no Spotify, Apple Music e Amazon Podcasts. Acho que troquei. Enfim, mas se você procurar lá nos streamings, você vai achar a gente, tá bom? A gente está no Instagram também, no Facebook, NovoCastPodcast.

Vai ser muito legal receber você lá, receber seu comentário. E segue também, Juliana...

Juliana.aranda, é isso? Juliana.aranda.oficial. Ponto oficial. Deixa lá um recadinho no último post também, pra ela sentir o carinho do NovoCast, tá bom? Vamos lá, eu vou fazer uma pergunta aqui, ó. De onde veio, oficialmente... Eu já, eu, assim... A gente já imagina, né? Já imagino, né? Mas eu quero que você conte essa história. De onde veio o apelido Fera do Pantanal? E o que ele representa na sua forma das mentorias?

Então, Fera do Pantanal, teve uma amiga minha que me patrocinou aqui. Ela tinha uma marca, uma loja aqui até pertinho, nessa rua aqui. E ela, nesse episódio, eu fui de chapéu, de bota e foi tudo estilizado. Porque eu representei a marca dela, né?

E ela não tem mais a loja. Ah, tá. Ela não tem mais essa loja, é. Aí, o que aconteceu? Aí, já tinha a Fera de Dubai, que é uma das feras de Dubai, porque ela palestrou em Dubai. E aí, a mentora lá começou, falou assim, ah, essa aqui é a nossa Fera do Pantanal, é a Juliana Aranda, e coisa e tal. E aí, ficou.

E aí, só que eu me apropriei disso depois do segundo ou terceiro episódio. Que eu me apropriei. Falei assim, ah, então eu vou colocar. Então a fera no Pantanal. Agora, esses dias, foi muito engraçado. Eu cheguei num lugar, a pessoa falou assim, ah, é igual o… Acho que é o Ciclo Ribeiro, a fera, o Pantanal.

Eu falei, gente do céu! Já tinha esse slogan, né? Mas enfim. Eu falei, bom, mas não fui eu que me colocou? Então me titulou e eu peguei pra mim. E aí, eu acho que assim, de verdade, eu acho que todos nós somos feras, sabe? E a gente vive numa jaula.

A chave tá dentro da gente. É a gente que quer ficar nessa jaula, sabe? Só que a gente sozinha, às vezes, a gente não consegue sair. A gente precisa ter uma luz, a gente precisa assistir podcast, a gente precisa ler livros, a gente precisa assistir programas, a gente precisa se conectar com as pessoas, viajar, passear em feiras, viagens com outras pessoas do mesmo segmento. Mudar a sua ambiência. Você precisa estar em contato pra que você abra essa sua jaula. Porque ali dentro, só você sabe o que tem.

Só você viveu tudo o que você viveu. Ninguém viveu por você. Então, diante desta realidade, aonde que está a mudança? Eu falo uma frase. A mudança começa em você. Ela não começa no outro. E todo mundo muda quando o seu mundo ali, seu esposo, seus filhos, quando você muda. Não queira mudar o outro. Você vai assistir uma palestra e fala, puxa, essa palestra tinha que meu marido assistir. Tinha que meu filho assistir. Na verdade, não. É você. Porque a partir do momento que você muda,

Só que a gente tem esse mania. Até semana passada, esses dias eu falava, vem cá assistir isso aqui, porque você quer falar alguma coisa, não sabe como falar. Aí eu falava, assiste isso aqui, vem isso aqui. Não é verdade? Porque a gente quer que o outro muda. Mas o outro não muda. O outro só muda com o nosso comportamento. É o nosso comportamento que dita as regras da nossa prosperidade.

Ótimo. Falando então em mudança, né? A gente desbloqueia em profundidade de rever o passado, ver o que eu preciso ajustar de lá. Vamos entrar um pouquinho no método Viva, né? O Viva, ele é o acrônomo de algumas palavras? Quais são? Então, a visão. Ah, é verdade. Visão, intenção, velocidade e ação. Isso. Tá, dentro desse método, Ju, qual que é o principal grito de socorro?

de quem chega até você, né? As pessoas te procuram ali nessa mentoria porque tá faltando dinheiro, ou por falta de propósito, ou crise de identidade. Qual que é essa relação quando as pessoas te procuram? Normalmente as pessoas me procuram porque elas estão assim, Juliana, eu tô perdida, eu não sei por onde começar.

eu tô com as minhas contas todas estouradas eu não tenho dinheiro para pagar conta de água não tem eu pagar conta de luz eu não tenho eu não tenho vontade eu não tenho ânimo eu não tenho vontade de sair do meu quarto eu não tenho vontade de comer ontem ainda ontem atendi uma pessoa assim mas sempre chega e a única pessoa que vem na minha mente foi você

Me ajuda. O que eu faço? Aí eu entro com uma das minhas ferramentas, que é o Aura Master. Que é o desbloqueio emocional através de palavras de afirmação, de movimento no corpo, que a gente tem uma metodologia e uma técnica para isso. Em 35 minutos, aquela pessoa volta para o eixo. Voltou para o eixo, a primeira pergunta que eu faço quando eu começo a atendê-la.

Como é que você está se sentindo? Angustiada, depressiva, estou muito mal, para mim a minha vida acabou, eu fui traída, eu levei um golpe, eu para mim... De zero a dez, quanto você está se sentindo agora? Mil. Estou muito mais que dez, estou mil. Vamos começar a sessão. Começamos a sessão, 35 minutos a sessão termina. Como você está agora? Nossa, eu estou leve.

Eu não estou sentindo mais. Acabou aquela sensação de... Falei, o que você está sentindo? Parece que você tirou com a mão. Parece que é algo surreal. Eu fui conversar com o padre. Falei, padre, me ajuda. Não estou entendendo. Como isso? Ele falou assim, tem vários psicólogos que fazem, tem vários terapeutas que fazem. Alguns fazem com medicamento. Você faz através da palavra de afirmação.

através do batimento no corpo, e é surreal. É algo assim que eu demorei para entender e eu vivendo ali aquela realidade. Aí eu falo, e agora? Como está? Nossa, eu estou 2. Anota 2, 3.

O que você vai fazer agora? Agora eu vou dar uma descansadinha aqui, daqui a pouco eu vou trabalhar, eu já sei o que eu vou fazer, eu vou vender um pacote, eu vou fazer isso, eu vou fazer isso, eu vou fazer isso. E sai dali de uma outra forma. Porque tudo está dentro da gente. Esse medo, essa angústia, essa ansiedade, essa depressão está ali. Só que a indústria quer nos vender medicamento para que você possa ficar a todo momento consumindo e investindo. Quer te curar.

ela não quer tratar a causa vai tratando aquele sintoma os problemas e as nossas curas estão todas dentro da gente ou dentro da gente

Então, eu atendo. Aí, na verdade, eu sempre falava assim, para você prosperar um CNPJ, você precisa cuidar do CPF seu. E isso eu percebia comigo. E aí eu fui cuidar do CNPJ. Então, está dentro da metodologia viva, do CPF, está dentro da metodologia viva essa ferramenta, mas eu tenho diversas ferramentas.

Eu olho a empresa como um todo, eu olho a missão, a visão, o negócio tá alinhado, se não tá, como que tá a venda, se tem pra receber, se não tem. Eu faço toda essa gestão. Por isso eu sou generalista. Ah, mas você não é especialista? Eu sou especialista em alívio de dores emocionais. Porque é isso que faz com que você resolva. E é impressionante porque, assim, os problemas que você tem na tua casa...

amenizam com uma sessão para você, que a primeira sessão é livre, imediata e autocuidado. Essa sessão, o seu filho melhora, o seu marido melhora, a tua casa tem uma harmonia diferente. Tudo muda com uma sessão. Se você faz um programa com quatro, aí você vai destravando o que você tem que destravar.

Porque aí você consegue caminhar sozinho, né? Vamos dizer assim, né? Sim, é. E agora eu tô formando terapeutas. Hoje eu sou uma das 15, 16 professoras no Brasil e no mundo da técnica. Eu vou formar agora, em abril, 50 terapeutas. E a pessoa não precisa ser terapeuta. Ela pode ser terapeuta dela e da família dela. Ela pode fazer só pra ela. Fazer nela. Eu quero. Agir nela aí, ó. Agir nela e no marido. Agir nos filhos. Ajudar os filhos. Próxima turma, você me avisa. Avisa. Você agora em abril. Que legal.

É, tudo muito conectado, assim, o que você fala, né? Eu tô lembrando aqui, você falou da coisa da permissão, né? E aí da jaula, acho que da jaula tem a ver com essa permissão de sair da jaula, se tornar uma fera, né? Nessa sua especialidade, assim, dos desbloqueios emocionais, você já atendeu muita gente, qual que é o mais comum, assim, como você falou, né? Muitas pessoas são competentes.

Eu convivo com empreendedores competentes. Só que eles estão travados. Você percebe que eles precisam dessa permissão. Qual é o mais comum, o bloqueio emocional mais comum que você tem visto nesses teus atendimentos, nessa tua vivência?

É o conflito familiar. Conflito com o pai e com a mãe. É não se sentir visto. É não se sentir dentro do contexto familiar. Porque, normalmente, antigamente, um pouco antes, os pais trabalhavam muito. Então, não teve aquele tempo de ficar, de olhar. Hoje tem uma outra vertente, principalmente dentro da igreja católica, a questão das mães aberta à vida. A questão de colocar o homem na forma que ele é, como provedor, e a mulher ficar mais cuidando dos filhos. Você percebe que hoje tem famílias que têm seis, sete, oito filhos.

E aí, naquela geração passada, os pais trabalhavam muito. A espessada que eu falo assim, vamos pensar nessa mulher que tem hoje 50, 60 anos, 45, que foi onde as mulheres começaram a se colocar no mercado de trabalho. Então, muitos desses empresários e empreendedores que estão hoje, eles não se sentiam vistos. Então, se ele não se sente visto, ele quer mostrar a todo momento que ele está ali.

E isso impede ele de prosperar, porque ele está preocupado em mostrar que o passado não precisa mostrar quem ele é. E isso mexe muito com ele. Então, quando eu atendo, e agora, esses tempos atrás, eu atendi, veio para uma grande empresária aqui, uma grande instituição, a pessoa falou assim, o que eu faço com a minha neta? Ela tentou suicídio, tomou 19 comprimidos, e ela falou assim, a única pessoa que pode te ajudar é fulano de tal.

Eu falei assim, mas ela não é empresária? Eu conheço ela como dona de uma empresa muito grande, muito bem conceituada. Então, mas ela tem uma técnica, que essa técnica vai ajudar a tua neta. E aí eu fui atender a neta dela.

E aí ela se transformou. Nunca morou com a mãe. 19 anos sem morar com a mãe. Morava com a avó, foi morar com a mãe. Só que aí vieram outros problemas. A gente só teve uma sessão. Não deu continuidade. Porque tem pessoas que elas querem tudo gratuitamente. Elas não querem se esforçar um pouco. E eu faço muitos atendimentos gratuitos, tá? Muitos. Só que eu não posso deixar a pessoa mal acostumada. Eu tenho dia e hora pra fazer caridade.

Então, a gente precisa dar essa questão limite. Porque a pessoa tem que buscar essa. Tanto é que a pessoa fala assim, liga pra minha filha. Ela precisa fazer com você. Ela tá com a filha dela. Agora, liga pra ela. Eu falei, não, ela tem que me ligar. Ela tem que querer. Ela tem que querer. Tem que decidir, né? Tem que decidir. Entende? Então, a pessoa, às vezes, ela acha que ela quer. Ela tá ali naquele movimento. Aí, melhora um pouquinho.

Ela acha que melhorou. Ela tem que querer se tratar. Ela tem que querer fazer diferente. Então, eu percebo isso. Tem muitos que querem, mas não querem. Querem, mas não querem pagar o preço.

que não é nem financeiro até, né, Ju? É aquele preço de mudança de hábito, de mudança de mentalidade, de sair da zona de conforto, de ter a humildade de saber que você precisa aprender. E às vezes a gente vive num mundo tão orgulhoso, assim, de uma coisa tão insana, que você acha que você é autossuficiente, né? Você sabe tudo, isso realmente é...

É engraçado você dizer Que O mais comum são problemas familiares O Freud, lógico que não falava com essas palavras Mas ele dizia que era muito difícil Um pai ou uma mãe criar um filho sem traumatizá-lo E você acredita que Todo mundo tem alguma Algum trauma, por mais que esteja Que precisa resolver E outra pergunta Dentro dessa, você falou que está formando Terapeutas É

Como é que você fala pra eles, por exemplo? Porque deve dar um medinho, né? Você fala assim, a pessoa chega pra você com problema, e aí você acabou de formar terapeuta no Método Viva e tal, e aí você vai pra tentar resolver aquele problema e talvez você não consiga. Eles têm que se curar também, os terapeutas têm que se curar.

dos seus traumas. Primeiro, todos temos problemas, tá? Você pode ter uma vida tranquila, você pode ter uma vida com tudo. Aliás, todo mundo que tem uma vida com tudo tem um monte de problemas. Você pode olhar que nós lá pra trás, porque eu não tinha dinheiro pra comprar um tênis, eu tinha que usar usado, eu tinha que juntar meu dinheiro pra comprar um tênis. Eu queria, na época, mochila da company, eu tinha que juntar. Eu queria um tênis da Hadley, eu tinha que juntar. Hoje não, hoje os filhos têm.

Tênis, tem casa, tem celular, tem tudo. Nós não tínhamos antes. Morava num quarto eu e meus irmãos, tudo junto ali, misturado. No mesmo quarto. Usava roupa todo mundo junto ali, tudo usado. Então nós tínhamos um determinado tipo de problema lá atrás. Hoje a gente tem outros problemas. Então, mas sempre tem problema. Essa terapia, a vantagem dela é que você não precisa me contar nada do teu problema. Você só precisa pensar. Então, digamos, você tenha sido abusado. Ou abusada.

Você não precisa contar. Você vai pensar. Agora, eu gostaria que você pensasse o que está te incomodando. O que está te incomodando hoje? Uma discussão com o esposo, alguma coisa. Qualquer coisa. Um filho, uma perda, uma dor de uma perda. Até de um animalzinho de estimação. Porque as pessoas são muito apegadas hoje. Elas sofrem muito quando perde um animalzinho de estimação. E a gente sabe que eles não duram mais de 20 anos. Então, você vai pensar naquilo. E você vai, na hora que terminar a sessão, eu vou te perguntar.

Como é que tá seu sentimento? Nossa, tô leve. Nossa, mas é porque chegou o tempo, ele tava velhinho, ele tava sofrendo. É, como eu falo, surreal.

Então, assim, você não precisa contar. Então, as sessões são assim. Você vai conversando, a pessoa que não quer se abrir não precisa. A pessoa que quer não precisa falar, mas ela quer falar, ela fala. E aí tem a questão do sigilo. Porque terapeuta é igual psicólogo, é igual padre, não pode falar. Você não pode nem dar exemplo, assim. O exemplo que você tem que dar, você tem que mudar nome, você tem que mudar profissão, você tem que mudar pra que as pessoas que estão perto de você não tentem descobrir pra ir lá e jogar o verde. Que aí você acaba com o teu nome.

Entende? Então tem tudo isso. Legal. Não, é legal que daí ela traz também a... Ela mexe na estratégia, na empresa, ela mexe na emoção do dono. É completo, né, Ju? Tá, deixa eu te fazer uma pergunta. Alter a ideia aqui. Conta pra gente... Nós estamos andando aqui na tua jornada, né? Porque tem um momento que você vai dar conta de falar de tudo, né? É difícil.

Nossa Senhora. Bom, vamos falar um pouquinho desse legado internacional aí, né? A voz do MS para o mundo, né? Como que foi para você representar o Instituto Quais de Mim na ONU, né? Vocês falaram de um assunto muito importante lá, que é uma palavra... Ulin? Ulin. Ulin. Conta para a gente, resume para a gente aí como que foi essa experiência e sobre esse tema que você levou para a ONU.

O Instituto Codimim Você Procura, ele é uma instituição que já tem mais de 10 anos. Começou com essa questão dos livros, e hoje esses livros são doados, uma instituição de várias instituições, a própria editora faz a doação dos livros, mas as coautoras vendem os livros para inspirar.

E o que acontece? Esses são lançados no Brasil. Então, foi a primeira lançada aqui, a de sustentabilidade nós lançamos aqui o ano passado, dia 5 de novembro, na Universidade Federal. E ele é lançado também fora. Então, é lançado em São Paulo, na Câmara dos Vereadores, sempre, todas as coletâneas. E ele é lançado no Louvre.

Então, as mulheres são condecoradas na Divine Academy em Paris. Então, já é um projeto internacional. Legal. Dentro dessa coletânea, a Kátia, que é idealizadora de outro projeto como um todo, ela participou de um treinamento nos Estados Unidos, onde ela teve que assinar um documento dizendo que ela não praticava o ULIN. Ela falou assim, como é que eu vou assinar um documento, se eu não sei o que é?

O que é o ULIN? Eu não sei o que é o ULIN. Aqui no Brasil, quando a gente vai fazer qualquer procedimento com banco, a gente precisa assinar um documento dizendo que a gente não tem trabalho escravo dentro das nossas empresas. É um documento que já é, como é que eu digo, já é obrigatório para assinar. E lá nos Estados Unidos tinha esse. Aí ela foi pesquisar, na hora ele explicou, falou para ela, e ela falou assim, cara, vou levar esse termo para o Brasil.

E aí ela colocou, nós temos um dos livros aqui, que é Mulheres no Combate ao Uling. Até como que escreve o Uling? Só para as pessoas... Aqui, ó. W-O-L-L-Y-N-G. O Uling. O Uling é a junção de duas palavras. Uma, que é mulher, em inglês, e bullying. Então é um bullying silencioso.

que as mulheres não percebem que elas praticam esse bullying. Através do... Você atrapalha uma mulher, uma mulher está crescendo, crescendo. Parece que é uma competição e não é, está tudo bem. Todos nós temos o nosso espaço, o nosso lugar. Como eu falei para vocês antes, o meu marido tem o lugar dele, acho que conversou, o meu marido tem o lugar dele de pai, eu tenho o meu lugar de mãe, a minha mãe teve o meu lugar de mãe, o meu pai tem o lugar de pai. Cada um tem o seu espaço.

porque você tem as suas habilidades que você carrega da convivência, de tudo que você tem. Então, ninguém pega o espaço de ninguém. Você tem o seu espaço para você criar e desenvolver. E as mulheres têm essa dificuldade. E aí, ela montou um instituto, que é o Instituto Quais de Mim Você Procura, que foi montado já tem praticamente dois anos, foi em novembro do ano retrasado.

E foi no dia 12 de novembro de 2000, nós fomos em 26, 25, 24. Foi no dia do aniversário da minha mãe. Inclusive, eu levei a minha mãe pra lá, ela participou. E aí, eu sou uma das guardiãs desse instituto.

E aí surgiu essa oportunidade de a gente ter uma cadeira na ONU para levar as pautas. O que a ONU é? Organização das Nações Unidas. Ela trabalha com as pautas da sociedade. Então, se você não levar a sua pauta, você não vai conseguir falar para o mundo. Ah, mas é só pauta X que vai? É só isso que acontece lá? Não.

Nós queremos levar a nossa pauta. Qual que é a nossa pauta? A sua, a sua, a minha. Então, nós vamos fazer um evento no dia 28 do 4, na Câmara dos Vereadores. É a primeira conferência livre. Eu sou intitulada como a delegada de Mato Grosso do Sul, levando nossa sustentabilidade, que é a sustentabilidade que inclui. Sustentabilidade? Ah, é só ambiental, não é?

É ambiental, é social, é econômica, é política. Não existe sustentabilidade sem a inclusão de pessoas. Não existe ambiente sem pessoas. Então, a gente precisa trabalhar as pessoas, a gente precisa levar essas pessoas e esses projetos. Então, nós vamos conversar com diversas instituições. O que você precisa na sua instituição? O que você precisa? Leva para mim aqui no dia 28, para que nós ali possamos escolher quais os projetos, cinco, seis projetos.

que nós vamos levar para cada um dos eixos, nós somos o eixo 2, sustentabilidade que inclui, levarmos para a ONU. Olha, que oportunidade, hein? Então, as instituições que tiverem acessibilidade, ambiente, é a inclusão da pessoa. Ontem eu conversei com a...

Qual é o nome dela? Elga. Ela trabalha com Libras. Então, e ela me falou também de uma outra questão que eu não tinha percepção, agora eu não vou me lembrar o nome, mas que tem um tipo de formação que você... A pessoa é cega. Então, a pessoa fala assim, olha, hoje eu estou usando uma blusa branca, estou usando uma calça azul marinho, estou usando um lenço, que é da ONU.

A pessoa não enxerga, mas ela está entendendo o que você está falando e ela está visualizando, sem ela enxergar, todo aquele ambiente. Olha, eu estou falando na frente do microfone, tem uma mesa assim, assim, tem uma caneca na minha frente, tem uma, sabe? Tem livros e ela vai, ela deu o nome, eu esqueci. Então, é isso, não tem. Então, hoje o Libras está presente. Então, hoje tem que ter um intérprete de Libras. Mas por quê? Porque alguém levou um projeto. Porque alguém fez aprovar.

Então, é uma unidade entre o poder público, a sociedade civil organizada, os empresários. Qual é o projeto que você quer trazer para a gente? Traz. Vamos parar de ficar dividindo lados. Vamos fazer a nossa parte. É isso que a gente quer, fazer a nossa parte.

Uau, sucesso. A gente deseja aí sucesso. Conta pra gente depois o resultado de tudo isso, né? Quem sabe a gente vai lá também. Ai, vai. É dia 28, 15 horas, até as 20 horas, na Câmara Municipal de Campo Grande, com o apoio do presidente da Câmara, onde ele me atendeu. E muito feliz, assim, sabendo que a gente pode levar esse projeto muito mais longe. É o vereador PAP, né? Legal. É o presidente da Câmara.

Muito legal. Gente, é bom pro diretor, muito fácil fazer com ela aqui, viu? Se comunica muito bem. E, inclusive, galera, se vocês quiserem fazer uma pergunta, a gente tá diante da Fera do Pantanal, deixa aí sua pergunta, interage com a gente, né? Que se pudesse perguntar uma coisa pra uma mentora, de repente, ó, hoje tá de graça, hein? É, vamos aproveitar.

coloca aí nos comentários. A gente tá vendo aqui suas obras, né? Geralmente, quando tem muita... A pessoa quando escreve muitos livros, eu penso assim, um iceberg, sabe? O que aparece são os livros. Mas você deve escrever bastante, deve ter muita coisa escrita que tá... Putz, daqui, talvez um projeto depois, né? Você precisa ler muito.

Como é que o teu ato de escrever te ajuda nas tuas mentorias que você faz? E qual que desses livros aqui que você falaria... Putz, leia esse daqui primeiro. Eu gostei. Ela falou, a pessoa, gostei, gostei de você, Juliana. Acabei de ver o Novo Cash. Eu quero consumir tudo. Aí, o que você falaria? Qual o primeiro livro, qual o primeiro escrito que a pessoa visitaria? Primeiro, que eu não sabia escrever.

Ai, não acredito. E eu me achava uma pessoa que eu não escrevia nada. Só que aqui, eu conto a história da minha vida. Então, aqui eu tenho três laudas pra cada um. Então, o que eu faço? Eu conto o que eu vivo. Então, é fácil. E aí, quando... Estamos lançando Mulheres na Sustentabilidade 2. E eu ajudo as mulheres a escrever. Então, a gente começa. Conta um pouquinho onde você nasceu. Que cidade que você é. Qual é o teu pai? Quem é a tua mãe? Como é a tua infância?

Ah, vou contando. Vai escrevendo, vamos escrevendo, vamos escrevendo, vamos escrevendo. Me fala como que foi o primeiro momento que você viveu isso, que você viveu aquilo. Por que você é uma mulher sustentável? Qual que é o futuro que você está deixando? Qual que é o legado? Onde você já trabalhou? Como é que foi sua jornada? O que alguém pode inspirar com a tua história? Então, é algo leve, é algo gostoso. E aí, o primeiro que eu participei foi o Mulheres, daqui dessa coletânea, foi o Mulheres Palestrantes. Mas antes, eu vou falar do primeiro, que o primeiro foi fatídico. Esse aqui...

esse daqui, vou te contar esse foi o desafiador, Amigas de Negócio por quê? porque quando a gente foi escrever esse livro ela é daqui inclusive, a Noêmia é o Washington e a Noêmia foram falar comigo e com a minha mãe e aí ele foi com o gravador

A minha mãe contando a história dela e eu contando a minha. Na hora que ele escreveu a história, eu falei pra ele assim, não, essa história não é a minha. Porque eu relatei a história e a minha mãe relatou a história. Eu falei, não, essa não é a minha história. Por quê? Porque tem uma dor e um sofrimento que era da minha mãe.

Mas não é uma história que eu quero contar para inspirar e não é que eu quero mascarar e mentir. Não é isso. Mas eu preciso contar o que hoje eu sinto e o que eu vivo. A minha mãe sofreu com o meu pai. Foi difícil a vida. Não foi fácil. Ao ponto de ela chegar em casa com uma comidinha gostosinha, ele chegar e jogar tudo no chão.

Judiar nela no sentido disso. Não valorizar. Só que aqui eu comecei contando. Eu sou filha de tal, sou filha de tal, de como é. Então, assim, aqui foi o desafio. E aqui eu aprendi. Porque só tinha um dia para ir para a editora. Ele falou assim, eu não tenho tempo. Eu falei, você pode deixar que eu vou escrever. E eu fiquei uma madrugada inteira escrevendo a minha história. Na mão. E eu nunca tinha escrito. Eu falei, a minha história.

Não tem como não ir mais. Já está pago, já está tudo certo. Não tem como não ir.

Eu faquei a madrugada inteira na minha mesa de jantar, escrevendo a minha história da minha vida. E se você ler aqui, ela é muito real e muito verdadeira. Os outros já é tópico, porque aí é mulheres palestrantes, como eu comecei a palestrar na escola dos meus filhos, como eu fui palestrar depois, depois mulheres de fé, como é que é a minha jornada na igreja, depois mulheres mentoras, como é que eu comecei a mentorar primeiro a minha filha em casa.

Depois, mulheres no combate ao bullying. O que foi o bullying que eu sofri? E aí, com muito cuidado, porque você tem que saber de que forma que você coloca. Porque é a tua visão e é a tua lente. Não é a lente do outro. Às vezes, o mal que você sente sendo feito a você, não é o mal que a outra pessoa tentou fazer. Mas é o que você sentiu com o teu óculos, com a tua lente. Então, tudo isso, e aí você vai tornar algo público.

Então, tudo isso você tem que tomar. Então, cada um deles, mulheres exponenciais, como que eu cheguei a ser condecorada da Divina Academy? Uma mulher que morou na Coab, uma mulher que tomou banho de enxurrada, uma mulher que tinha que comer farinha, sopa de farinha com caldo magi, uma mulher que tinha que comer arroz com massa de tomate, uma mulher que usava roupas usadas e calçados usados, de todo mundo, porque não tinha o que fazer. Entende? Então...

Eu sei estar num lugar humilde, simples, e me sinto super bem. E sei estar lá na Divine Academy, lá no melhor hotel que tem em Paris. Andar na 5ª Avenida, andar, sabe assim? Ir na Torre Eiffel. Eu sei tudo isso. Isso não me faz melhor e nem pior. Eu não me perco. Eu sei onde está. Jorge Sank é o melhor hotel que tem. Fui condecorada dentro do Jorge Sank.

Isso não me faz melhor e nem pior do que ninguém. Me faz experiente aqui, experiente aqui, mas eu volto para o meu centro. Eu sei quem eu sou.

Que demais. Estava levando uma passagem, acho que é filipenses, não sei, que Paulo fala que ele viveu de melhor e viveu de pior. E que a gente tem que sempre estar satisfeito com o que a gente tem. Não ficar buscando algo que a gente não tem. Seja no momento mais feliz da nossa vida ou no momento onde a gente passa dificuldade. A gente volta pra palavra gratidão. Que lindo. Muito bonito.

A gente tá quase indo pra roda. Uma dica só pra quem, né? Ouvindo aqui, ela falou sobre as obras, falou sobre a primeira grande desafiadora. Ela não sabe escrever também, né? Enfim, ela que me falou, não foi eu? Não, eu não sabia. Então, é terapêutico, gente, escrever, tá? Então, assim, se você tem dificuldade de, de repente, contar a própria história, começa escrevendo, escreve. E, assim, é escrever mesmo. Às vezes você vai escrever uma página, uma linha, duas linhas, três linhas, mas escreve, né?

eu tinha uma prática de diário, assim, me ajudou muito, num período muito, muito, muito mesmo. Então, é a dica que a gente tá deixando pra quem tá assistindo a gente, tá? Muito legal. E eu vou colocar, então, o resumo, vou colocar o resumo de alguns livros, eu vou colocar no meu Instagram, no julianaranda.oficial, pra que as pessoas possam entender um pouquinho. Eu acho que o ideal seria começar por esse. Legal. Que conta, assim, aquele início já bem...

Já vai entender também a estrutura, né? Legal demais. A gente tem que ir pra roda, Sabrina, agora? Peraí só um pouquinho, deixa eu achar a passagem. Eu li essa semana a passagem. Então acha aí. Deixa aí, fera no novo cast, hein? Hoje é a nossa hashtag, tá bom? Deixa a hashtag aí no nosso comentário. Já curte, compartilha enquanto a Sabrina tá achando ali a passagem.

Curte, compartilha, manda pra todo mundo, deixa seu recado, muito importante, tá? Que você participe com a gente. Sem vocês, a gente não consegue manter o projeto, não consegue levar inspiração pra vocês. Espero que vocês estejam gostando muito, porque aqui a gente tá amando, eu tô super inspirado aqui, viu? Achei, sim. E não sou mulher, viu? Mas é como você disse, né? Traga a diversidade, mas tô super inspirado. Tá muito legal, cara, muito bacana. Você não é mulher, mas eu vou ser filho de uma mulher. Pronto.

É Filipenses 4, de 11 a 13. O Paulo falando. Não digo como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância. E de toda maneira, em todas as coisas, estou instruído. Tanto a ter fartura como ter fome. Tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso. Todas as coisas em Cristo que me fortalecem. Então, você falou exatamente o que está no Evangelho. Muito lindo.

Vamos para a roda então E aí a gente tem essa partezinha aqui A gente pode ir voltando para fazer as perguntas Pode ser? Então vamos mandar um beijo para Você já pediu? Já passou? Já, já passei Então vamos mandar um beijo aqui para a Qualisalva Um dos nossos amigos Patrocinadores que seguem Conosco aqui nesse projeto Acho que hoje a gente está super cumprindo O nosso propósito aqui com a história de vida da Juliana

Então, se você não conhece a QualiSalva, além de levar um pronto-socorro pra dentro da sua casa, não sei se a empresa é Rio, tem QualiSalva. Eu adoro o Herbity. Ah, e a gente também. Ele já veio aqui. Ele é maravilhoso, né? É maravilhoso. Então, um beijo pra ele também, Herbert. Então, a gente já se conectou vários momentos. O Sebrae, a gente já foi homenageado lá, recebeu uma...

Um vídeo nosso, foi bem bacana, bem no início. Acho que tem uns 15, 20 anos. E hoje a RU é coberta pela QualiSalva. Então qualquer dor de cabeça, qualquer problema com o filho de funcionário, ele tá tranquilo. Então desde quando a gente colocou a QualiSalva na empresa, eu fico tranquila. Ele vai na empresa, ele atende, ele vai na escola quando a criança cai. Vai na casa, então só você ter o plano que você tá coberta.

A gente sempre fala da pessoa física, mas é interessante a Ju trazer essa questão da empresa, né? E eles têm... Não é só ambulância, mas você pode ir lá se consultar. Tem médicos, tem especialidades, né? Então, bateu o carimbo aqui hoje do serviço da Cone Salva. Eles vão de moto.

lá, né? Nem de ambulância, às vezes é tão rápido que ele precisa ir lá e entender o que tá acontecendo, ele bota um motoqueiro lá dele pra ir de um paramentado, vai lá e te atende na hora. Gente, eu sou encantada com a CaliSalva. Eu também. Vai subir um QR Code aí pra você entrar em contato, pra você ter mais informações com o pessoal da CaliSalva. Deixar um beijo também. Olha só essa mesa que linda aqui, do Ricardo.

Ele é um artista, Ju. Olha que lindo. Ele faz de tudo. Ele faz quadros com imagens de pessoas, tábuas. O Instagram dele é muito legal. Todos os serviços que ele faz. Então, vai subir também o QR Code aí. Caso você queira conhecer um pouquinho mais das artes do Ricardo. Tá bom? É isso? E aí, temos uma lembrança para você.

Uma caneca do NovoCast pra você lembrar da gente. Pode dar, Werner. Pra você lembrar da gente, marcar a gente no Instagram. Quando você for tomar aquele café ou um chazinho, ó. Ai, que linda, adorei. Tem uma mensagem atrás pra você também.

Olha só, seu legado se constrói com a sua história. Obrigado por inspirar tantas mentes e corações aqui. Que lida, adoro. Tá? Muito bom, do podcast. Legal. E agora a gente vai pra roda de tereré? Você quer explicar pro Ju? A roda de tereré são perguntas mais rápidas. Assim como é a dinâmica do tereré, a gente vai fazer com as perguntas, né? E aí a resposta também é mais rápida. Quando a gente quiser saber um pouquinho mais, a gente fala, não, desculpa melhor isso aí.

Isso. Eu começo, tá? A gente quer saber quem é a Juliana Aranda numa palavra ou numa frase. Quem é você, Ju? Corajosa. O que te tira do sério? Mentira.

Qual livro de cabeceira, aquela obra que mudou a sua forma de ver o mundo ou até ajudou nessa inteligência emocional que você tem pra lidar com os seus problemas do dia a dia? Como fazer amigos e influenciar pessoas. Você lê todos os anos, relê ele.

Olha só, eu fiz todo o treinamento, toda a formação do Dale Carnegie. Toda a formação. Que massa, cara. Inclusive, meu diploma, eu tenho aquele diploma que veio de lá de fora. Que legal. Eu não tinha condições pra pagar na época, mas eu pagava parcelado, me virava. Coloquei meus funcionários pra fazer na época. Eu sou apaixonada pelo Dale, pela metodologia dele. Então, eu comecei lá atrás, pelo método você. Então, assim, eu fiz muitos cursos.

Hoje eu tenho um... Então, aí esse curso fica dentro de mim, eu acredito. Porque a cada hora eu estou implementando de alguma forma. E eu tenho uma biblioteca. Eu tenho mais de 450 livros. Não consigo ler todos. Parece que na hora que eu estou comprando, eu já estou em... Eu sou dessas também. Então, é bem-vindo ao time. Bem-vindo ao time.

O dia a gente para pra ler, né, Jo? Gente, eu tenho muito livro. Agora, eu comprei uma estante e falei, meu Deus. Eu tava lá nos guarda-roupas, aquele monte de coisa. Mas eu quero ler, eu quero. Mas não consigo, porque aumenta o tempo, né?

Ai, meu Deus do céu Ju, a sua comunicação é muito fluida Tem um ritmo muito bom É muito gostoso ouvir você Falar, porque ela tem um ritmo bom Um ritmo moderno Porque a gente hoje O mundo está mais rápido E é muito gostoso, é muito claro Quando você fala, por isso que eu brinquei com o diretor Está muito fácil fazer com ela

Você atribui a sua comunicação a esses cursos? Como é que era no começo? Esse curso, por exemplo, do Dale Carnegie, foi o mais importante da tua trajetória? Porque hoje, cara, você se comunica muito bem, muito bem.

O ponto de virada foi o Aura Master que eu fiz. Foi a tecnologia terapêutica que me tirou. Hoje eu chego num palco. Eu lembro que a Fernanda Montenegro falava sempre assim. Toda vez que eu subo no palco, me dá aquele frio na barriga. Porque isso é normal. Hoje eu não tenho mais. Eu posso entrar pra mil pessoas. Eu posso entrar pra cinco mil pessoas. Hoje eu trabalhei a minha segurança através das sessões. Então a sessão me deu total conforto.

Eu faço palestra há mais de 15 anos. E hoje eu não tenho mais medo. Eu não tenho mais receio. Eu estudo, eu...

Mas é você se conhecer por dentro, é você fazer a terapia. O seu método Viva traz essa pegada do Laura Master, né? Ô Ju, se você pudesse dar aí duas dicas, três, para as pessoas, os empresários, empreendedores, enfim, crescer nos seus negócios sem destruir a saúde mental ou os valores da família. O que você diria aí?

primeiro, ela tem que olhar para dentro dela. Ela tem que entender o que a faz feliz. Quando eu casei, eu não casei para ser feliz. Eu casei para fazer o meu marido feliz. E ele casou para me fazer feliz. Então, todos os dias, até ontem, eu estava conversando com o meu gerro, e ele falou assim, nossa, o relacionamento de vocês é tão diferente, porque é engraçado, os filhos cresceram e vocês não tiveram um ninho vazio.

A gente não tem nenhum vazio. Porque eu sempre... E eu falei pra ele uma frase que eu falava desde os meus... Antes de eu ter filho, 19 anos. Eu falava assim, ó. Eu quero criar filhos com asas e raízes. Asas pra eles voarem bem alto. E raízes pra eles voltarem sempre que precisarem. Eu ainda estou no desafio. Não é fácil. Mas eu tô no desafio. Sabe? Então, eu preciso ter o meu marido, que é o meu parceiro de jornada. Não é fácil.

A gente tem os nossos desafios. A gente tem os nossos... Eu falo assim, a gente tem que ter um sonho grande.

Foi até engraçado, né? Eu perguntei pra ele esses dias assim, qual que é o teu sonho grande? Ele falou, ir pro céu. Eu falei, bom, então você tem que... Porque meu marido faz missa diária. Eu falei, então você vai ter que fazer missa diária, continuar, ir pra igreja e eu ir trabalhar. Porque assim, porque não dá, a gente precisa. Todo dia tem que ir. Mas você entende que a gente precisa? Tudo bem, eu também quero ir pro céu. Só que Deus fala, faça a tua parte que eu te ajudarei.

Não é que ele não faz, ele faz, ele me ajuda, ele tá cuidando do financeiro da empresa. Mas a gente tem que ter um sonho grande. Qual que é o sonho grande que a gente tá tendo? O casal tem que sonhar junto.

Quando um homem sonha pra um lado e uma mulher sonha pro outro, a empresa padece. Se trabalha junto. Ou se não trabalha, mesmo assim, tem que ter um sonho comum. É o sonho da família. Qual que é o sonho junto? Porque você tem que casar pra fazer o outro feliz. Não é pra você ser feliz. Se eu for feliz, peraí, que eu vou pra balada, eu vou pra tal coisa. Talvez a minha felicidade é essa, pra balada. Ou do homem. E não é.

A felicidade tem que ser em harmonia da família, dos dois. E o casal tem que estar junto, porque os filhos crescem. E essa imposição e essa questão de você se envolver na vida dos seus filhos é o que tem de mais errado. E atrapalha a tua vida em todas as situações.

Seu filho casou, a vida é dele. Ele faz o que ele quiser. Eu sou avó. Eu não me envolvo. Por mais que eu veja alguém errado, eu não falo. Entendeu? Porque assim, ó, é a vida dela. É a vida... A não ser que ela te peça um conselho, né? Aí ela me pede, eu ajudo. Mas, sabe assim, mas mesmo eu falando, eu penso muito pra falar.

Porque eu era assim comigo. Eu queria também viver a minha experiência, a minha jornada. Eu lembrei... Eu só respondi direito. Sim, sim. Eu lembrei de uma... A Paula Campos na TV aqui. E ela falou sobre... Quando falou sobre isso, né? Sobre sonhar junto. Que é quando você sonha junto, você tá jogando frescobol. E o frescobol você tem que jogar em cima da pessoa. Pela que ela devolver que vocês continuem o jogo. Mas quando vocês estão jogando tênis, você quer jogar lá no cantinho. Aí a pessoa tem que...

Só um vai ganhar o jogo. Só um vai vencer. No frescobol vocês estão jogando. E o casal tem que ser frescobol. Eu sempre lembro disso. Mas muito legal. Deixa eu te perguntar uma coisa. Qual é a grande meta do Instituto para os próximos anos?

Qual deles? Qual o Instituto Aranda que eu tenho? A gente não falou do Instituto Aranda, né? Do Quajimim, né? Mas se você quiser falar do Aranda, pode falar. O Aranda é o instituto meu aqui. O Quajimim é o instituto que é lá de São Paulo. São dois institutos. O Instituto Quajimim é o que tá indo pra ONU, é o que leva mulheres. O meu é aqui, porque você precisa ter um CNPJ, você precisa trabalhar fora da minha empresa que eu tenho.

O Viva é do Instituto Aranda. O Viva é do Instituto Aranda. Entendeu? O método Viva é do Instituto Aranda. Então, são dois institutos. Onde eu faço mentoria, onde eu faço também treinamentos corporativos. Eu faço essa outra parte também. Agora, o Instituto Quais de Mim é onde a gente quer elevar cada vez mais a voz das mulheres. Só que a gente olha para as mulheres, mas a gente sabe que as mulheres têm filhos homens.

e filhas mulheres. Então a gente olha como um todo. Tudo que a gente apresenta de projeto, a gente olha como um todo. Nós somos família. A família é a base de tudo, sempre.

Legal. Ju, lá no reality que você grava, né? Dos empresários, qual foi o momento mais emocionante? Ou mais tenso que você viveu na TV lá em frente às feras? Teve algum que te marcou? Teve. Quando você recebe os participantes, eles entram. E quando você revive, quando você começou. Que você olha e você fala, puxa, ela é tão nova. Ela tá vivendo a mesma coisa que eu já vivi. Puxa, eu tenho essa experiência, eu posso ajudar.

Eu posso contribuir para ela não demorar o tempo que eu demorei. Hoje eu tenho 32 anos. Você sabia que eu tinha vergonha de falar que eu tinha 32 anos? Eu me achava velha?

Ah, eu tenho 32 anos numa empresa? Eu já sou velha. Tem gente que tá com 15. E você sabia que quando eu tive 15 anos, eu ganhei um prêmio e eu fiquei com vergonha de ganhar? Eu não me achei merecedora de ganhar isso lá na Federação das Indústrias? Porque eu fiquei 10 anos na Fiemes, no sindicato. Depois, hoje, eu tô há mais ou menos 10 anos na associação comercial. Então, pra você ver como essa questão da gente não se sentir merecedora, lá com 15 eu não me senti merecedora.

veio da Putinelli, veio entregar para a empresa de revelação, empresa de destaque, há 15, 20 anos atrás. E aí agora eu me sinto velha. Olha só, aí eu mudei. Falei, não, peraí, não estou velha. Eu estou experiente. Mas são 32 anos, 32 anos casada, 31 anos casada, 32 anos de empresa, uma filha de 30, uma neta de um, um outro neto vindo aí. Olha essa jornada.

Então, é orgulhoso ter. Não é orgulhoso de ter orgulhosa. Dois institutos. Mentoria, livros, dez livros. Mas, poxa, onde eu consegui chegar? Sabe? E aí, antes, eu pensava, nossa, mas teve gente que chegou mais longe. Não importa. A gente chega aonde a nossa mentalidade permitir.

A gente pode ser o que a gente quiser ser. Desde que você se disponha, você tenha, como eu falei, capacidade, disposição e pertencimento.

Não é pertencimento, é permissão. Permissão. E você acredita, olhando nessa jornada, que você está vivendo os planos de Deus na sua vida? Porque tem isso também. Às vezes a gente faz tantos planos, e os nossos planos sempre são muito pequenos, perto dos planos dele para a nossa vida. Então eu vejo você com essa força toda, e é óbvio que você tem muita fé. E quando a gente está conectado com o Senhor, coisas extraordinárias acontecem. O que você acha? Eu acho que a minha vida é entregue a Ele.

Como eu te falei, eu não contei, mas comentei, né? Nós estávamos na São João Bosco a vida inteira. Então, desde os meus três anos eu sou da São João Bosco. E aí nós fomos na Jornada Mundial da Juventude, com a Paróquia São Francisco, quando foi na Cracóvia. E aí nós fomos com um grupo, foram dois ônibus. Então, lá, quando a gente vai para um país para outro, a gente anda de ônibus. Então, a gente tinha dois ônibus. Quando a gente chegou em Fátima, teve um sorteio num ônibus e teve um sorteio no outro ônibus de uma imagem de Nossa Senhora. Do meu ônibus, eu que ganhei. Do outro ônibus, outra pessoa ganhou, né?

E aí foi aquela coisa toda gostosa. Na hora que a gente chegou, o Frei, que estava na São Francisco, falou assim, vocês não são ministros? Eu falava, não, eu sou catequista durante 15 anos, já tem 15 anos que sou catequista, sou do ECC, já cheguei em todas as etapas do ECC, coordenação geral, segue-me, tudo ali da igreja, sabe?

A pessoa brinca até porque eu chegava abraçando todo mundo. Então, na missa do Pai de Cristo, era aquela coisa. Aquela igreja inteira, praticamente. Uma delícia. Aí parou com a pandemia. Falei, ai, gente, que jato. Mas eu sou assim. Vou numa festa, sai abraçando todas as mesmas. É o meu jeito. Eu sou assim. Me controlo, mas eu sou assim. E aí, ele pegou e falou assim, ah, eu queria te chamar pra ser ministra. Falei, como assim?

Olha que eu era da igreja há tanto tempo. Eu era catequista, eu não sabia ministro. O que que fazia?

não sabia para mim ministro ministro era muito distante de mim toda aquela sabe toda a vida do ministro ali e eu falei tá bom quero ser você então fazer o curso vamos começar fazendo a perpétua de socorro terminou o curso ele fosse bom agora você vai servir tá bom vamos fazer fizemos a a iniciação tudo aí você falei agora eu vou passar João Bosco ele fosse não agora você da São Francisco falei como assim

pra ser mestre da São Francisco. E aí? E aí, assim, eu fiquei enlouquecida. Porque, assim, a São Francisco tem uma forma de mais tradicional. Não bate palma na missa, não dança na missa. Então, assim, e aí, no início, meu marido amou. Porque ele já... E ele amava aquilo. E eu falava, meu Deus, tô pecando, tô pecando, tô pecando, tô pecando, tô pecando.

Até que eu acostumei. Hoje eu vou na São João Bosco, mas eu não consigo mais fazer o quê? Porque é de Dom Bosco, é de jovem, aquela coisa gostosa, né? Mas eu já não consigo mais bater palma. E eu dançava, e eu fazia.

Você é campista também? Campista. Estou no primeiro acompanhamento sagrado. Então, assim, eu amo fazer tudo o que eu faço. Você entendeu? Eu sou apaixonada por tudo o que eu faço. E aí acabou que eu tenho mais de dez anos que eu estou na São Francisco já. Na época até o padre ficou chateado comigo. Falei assim, como assim? Você mudou? O pessoal pensou que a gente tinha brigado, que tinha acontecido alguma coisa. Eu falei, não.

Foi um chamado, uma missão, né? E a minha filha hoje está no ECC da São Francisco, na São João Bosco. A minha irmã está no ECC da São João Bosco. O meu sobrinho, afilhado, tá servindo na missa na São João Bosco. Então, assim, e tá tudo bem, né? Pois eu moro mais perto da São Francisco. Na verdade, eu moro quase que no meio do caminho. Eu moro do lado da Sra. da Glória. Aí minha vizinha, não, você tem que ir para a Sra. da Glória.

Todo mundo te quer, né, Ju? Aí eu falei, gente, é o seguinte, deixa eu quieto aqui. Legal. Vai, vai. Libera, assim, uma técnica de clareza emocional. Que, assim, às vezes tá num dia atribulado e aí você tá lá na empresa. E aí pode ser que alguém tenha empresas aqui e tá ouvindo a gente. E precisa tomar uma decisão, que é uma decisão importante, num tempo pequeno, que em cinco minutos. Tô numa mesa de reunião. Enfim, preciso tomar uma decisão e eu preciso de clareza mental.

Você tem uma técnica pra liberar pra gente? Na mesa ou ela pode ir no banheiro? Pode ir no banheiro. Ela vai pro espelho, ela se olha. Eu sou a filha amada do Senhor Maior. Eu só existo no mundo porque Deus me criou. Eu só existo no mundo porque Deus me criou. Eu sou uma filha amada do Senhor Maior. E aí ela se conecta com ela mesma. Ela olha pro espelho. Ela se ama. Ele se ama. E ele faz aquele procedimento olhando pra ele e falando palavras de afirmação.

Na hora que ele sair, ele já sai de forma diferente. Com mais clareza, com mais evidência. Não é religião. Sim. Mas é algo que a gente trabalha o perdão, que a gente trabalha a gratidão, e a gente trabalha a conexão com o seu eu verdadeiro, com a sua essência, com quem você nasceu pra ser. E a sua matriz original está lá. Lá no alto. Quem não é cristão, quem não acredita em Deus, eu falo, você acredita em quem é no universo? Então pede pro universo, o universo é Deus.

Eu não falo isso. Eu atendi. Essa moça que tentou suicídio, ela falou, sou ateu. Tudo bem, não tem problema. Você vai repetir o que eu vou falar pra você. Falar, vou. Então, tô tudo bem. Então, você vai repetir. Na hora que ela terminou, ela falou assim, nossa, sou outra pessoa. Legal. Ju, se você pudesse tomar um tereré, um café, conversar com qualquer pessoa viva ou morta, quem seria essa pessoa? Hoje, com quem eu tomaria?

Maria. Maria? E o que você perguntaria para ela? Me ensina a ser 5% do que você é e do que você foi. Porque ela é tudo o que ela sofreu, tudo o que ela viveu, ela pegando o filho dela, morto, no colo, com aquela resiliência, ela segurando para ela não gritar, porque ela não tinha o que fazer.

Eu gostaria de conversar com Maria. Ter ela. Eu no colo dela. Eu gostaria. O que é sucesso para você? É você ter prosperidade. Tua família. E você olhar para dentro de você e você ser feliz. Com quem você se tornou. Independente de qual degrau você esteja.

Legal. Olhando pra trás, da tua jornada, né? Hoje, qual seria o maior desafio que você já enfrentou na tua vida pessoal ou profissional? O maior desafio?

Foram tantos. Teve um momento que eu tive que mudar para São Paulo, que o meu marido foi transferido para Jundiaí, para a Avenida Paulista. Ele pediu a transferência, porque a gente tinha muita conta, então a gente apareceu um plano PMI na Caixa Econômica, que ele trabalhava na Caixa.

E ele fez a inscrição e nós fomos aceitos. Então, a gente recebeu um grande dinheiro, uma quantidade grande de dinheiro. E aí, a gente foi embora para ajudar a empresa, para pagar as contas que a gente tinha muita. E aí, eu deixei a confecção com a minha mãe, que a gente já começou juntas. E aí, eu falei para ela, falei, mãe, nunca mais eu vou mexer a confecção na vida.

Então, eu estou indo embora, e a Thais tinha dois aninhos. E hoje, que eu tenho uma neta de um ano e pouco também, eu vejo o quanto ela sofreu. Eu indo embora daqui. Mas a gente não tinha outra situação. A gente podia fazer outra coisa. E nós fomos embora. E aí, eu vivi lá dois anos e pouco, mas eu vinha sempre ajudá-la. Sempre vinha, eu estava aqui ajudando. E aí, quando deu prazo, ele tinha que ficar quatro anos lá. Deu prazo, eu voltei um ano antes.

E aí eu falei, mãe, vou voltar a mexer com a infecção. E aí eu voltei com a mesma empresa. Só que aí a empresa estava toda empinada, estava com um monte de imposto, estava com um monte de coisa atrasada. E eu falei, eu vou voltar com a mesma empresa. E todo mundo falava, não, pega um pessoal de bairro aí, põe no nome da pessoa, dá um dinheiro para ele, deixa eu empocar isso aí.

Falei, não. Parcelei em 18 anos. 18 anos de imposto. E paguei tudo. Então, eu acho assim, esse foi um desafio grande, foi muito tempo pagando, mas eu virei o jogo. Porque quebrar pra mim não é uma opção. E a mudança começa em mim. A mudança começa quando eu decido que eu sou a dona da minha vida, da minha história e eu não vou deixar dívida pra ninguém. Eu pago e eu honro tudo que é da minha responsabilidade. Não é pior? Caraca!

Se você não... Nossa, você me fez emocionar muito. Na primeira podcast que eu me emocionava, eu não me emocionei. Então tá uma terné. E você sabe que... É muito engraçado que eu falo assim, ai, gente, às vezes a pessoa me pergunta, parece que eu sofria na hora que eu vou responder, porque às vezes eu não me emociono. Cara, não pare de me emocionar. O que é isso? Pelo amor de Deus. E a gente agradece, assim, por... É, geralmente isso acontece. Geralmente isso acontece. Eu não chorei ainda, né? Porque eu choro tanto...

Eu já me emocionei. Obrigado pela vulnerabilidade, assim, né? De abrir seu coração. As conversas que a gente mais gosta são essas. Se você não estivesse fazendo o que você faz hoje, o que você estaria fazendo?

Ai, eu estaria cuidando de pessoas. Eu amo cuidar de pessoas. No sentido de... Minha mãe queria que eu fizesse medicina. Eu não quis fazer medicina porque eu achava... É, minha mãe queria. Ou medicina ou direito, na época, né? Mas aí eu não quis. Mas cuidando de pessoas da forma que eu cuido hoje. Nesse sentido.

Apoiando, sabe? Fazendo com que ela se encontre, ela se ache. Hoje eu sou empresária. Então, meu primeiro nome é empresária. Eu não me intitulo de terapeuta. Terapeuta, não. Eu apoio as pessoas a resolver os conflitos e os problemas.

Então, hoje, eu adoro atender, eu adoro ajudar, eu adoro contribuir. É esse legado que eu quero deixar. Eu quero ensinar para ela que ela consegue tudo o que ela quiser. Seja homem, seja mulher, mas só que tem que ter uma vontade muito grande. Tem que ter aquele fogo que sai de dentro, sabe? O Espírito Santo mesmo, que está dentro de você, que te move, faz você caminhar. É esse fogo que tem que ter. Por mais que tenha dificuldade.

Mas quando você tem a vontade, essa energia é suficiente. E você precisa encontrar uma religião para você ir. Escolhe qualquer uma e vai.

Porque essa conexão com Deus é necessária, é importante, é fundamental. Legal. Legal. O Gil, tem algum sonho que você ainda não realizou? Você falou de sonho grande, né? Um sonho que você ainda não realizou, mas que você pode compartilhar com a gente? Tem. E esse sonho, eu falo que eu vou chorar muito. Eu já viajei muito pra fora do Brasil. Já conheço Cracóvia, conheço Paris várias vezes. Já fui três, quatro vezes pra Europa, pra um monte de lugar. Mas eu nunca fui pra Disney.

Eu quero abraçar o Mickey. Pode passar a bobeira, né? Mas eu não sei. E eu não tinha isso quando criança. Eu não sei. É aquele ar de fantasia. E eu posso hoje pagar aí. Mas eu quero o momento certo. Tá esperando sua netinha crescer um pouquinho, né? Isso que eu falei. Aí uma pessoa virou pra mim e falou assim. Não, você não pode levar sua neta. Porque você vai ter que viver a tua criança que tá aí interna. A tua criança interior.

Se você for com a sua neta… Mas eu queria ir com a minha neta, com os meus filhos. Eu queria ir em família.

Não sei ainda, Deus vai prover, ele vai ver como que vai ser, de que forma. Mas eu já fui, tanto é que Paris tem, outros lugares tem. Eu nunca fui pra Orlando. Mas o meu sonho é ir pra Orlando, é, sabe, viver aquela sabediência, aquele conto de fadas. Vai acontecer. Porque a vida é tão séria, né? A gente tem que trabalhar o tempo inteiro. Então, eu queria entender como é que é os bastidores. Eu quero entender esse encantamento. Eu falo muito pros meus funcionários. Não é atender o cliente.

É entender. Entenda ele, o que ele precisa. Não chega empurrando, não venda nada empurrando. O cliente precisa do teu produto. É uma necessidade, não é uma oportunidade. Porque o negócio começa por necessidade, uma oportunidade não. É uma necessidade uniforme. Então, entenda o que ele precisa. Entenda, olha o ambiente dele, onde ele vai ter. Não só o escolar, o profissional. Então, eu tento passar isso. Então, essa questão de você encantar o teu cliente. Trazer esses seus clientes para serem fãs.

Da marca de verdade. Porque ele viveu a experiência. Por isso que eu coloquei uma estrela lá. Porque a gente veste pra brilhar. Pra que a pessoa possa se formar. Pra que ela possa ampliar o conhecimento dela. Pra ela brilhar na vida dela, por dentro, por fora. Legal. Maneiro. É, essa pergunta aqui pode ser um pouquinho difícil de você responder. Mas vamos lá. Manda bala.

Você tem um autor, mentor, pensador que te inspira profundamente. Porque quando a gente faz muitos cursos, lê muitos livros, é difícil responder essa pergunta, né? O Pondé, que é um cara que eu gosto bastante, que ele fala assim, putz, é difícil escolher um livro preferido quando você lê bastante. Mas você tem alguém assim, algum que... Você até pode indicar pro pessoal, fala assim, putz, esse aqui, gente, é um curso legal. No meio de tantos cursos hoje que existem. O Deu, Cagni.

Porque ali você aprende a olhar o outro com verdade. E não é a sua verdade. É a verdade que você encontra naquela pessoa. Ela pode ter um monte de defeitos. Mas tem as leis ali que ele coloca, por exemplo. Encontre algo positivo que ela tenha. Elogia de forma sincera. Entendeu? Então, tudo bem. Você, às vezes, tem vários comportamentos que eu não gosto. Mas você tem um.

que eu gosto. Então, elogia esse comportamento. Sabe? Você não vai ser mentiroso, você não vai ser mentirosa. Então, ali tem como que você conquista as pessoas, de que forma que você vai se relacionar melhor. Então, estuda as 10, 20, ali tem várias. E tem uma frase que ele fala, eu sou uma pessoa de ação, como que é? Vê se eu vou lembrar, que já faz tempo. Eu sou uma pessoa de ação e sempre serei de ação. Sabe por quê? Porque eu sempre termino aquilo que eu começo.

Então, sabe? Então a gente tem que terminar aquilo que a gente começa, mesmo que você não goste, mesmo que você não queira. Então, hoje, eu tenho uma empresa, eu começo um curso, eu termino um curso e eu faço tudo com o melhor amor possível. Mesmo que eu não queira. Ó, eu tô fazendo uma faculdade que é meu sonho, também não falei. A administração.

Eu falo aqui nesse livro, Estudantes 40+, o Pós-Fácil. É difícil, porque hoje, com a minha rotina, eu entrar numa mesa online e eu fazer, eu já reprovei. Mas eu vou terminar. Nem que eu tenha que demorar cinco anos para fazer uma faculdade de quatro ou seis anos. Não tem problema, mas eu vou.

Na verdade, você já tem MBA nessa área, mas você só tá querendo o diploma, né? É porque assim, olha. É, porque assim, eu tenho experiência de vida. Você podia estar dando aula. Mas só que eu preciso ter o diploma. Eu fiz a formação de gestão de micro e pequenas empresas. Um curso sequencial de dois anos. Os meus dois filhos formaram administração. O meu sonho era fazer administração. Mas a minha mãe falava que administração é um curso que não dá dinheiro.

Então ela queria como medicina ou ela queria que eu formasse em direito. E aí eu fui empreender. E aí a minha faculdade é a faculdade da vida. Mas o meu sonho é ter o meu diploma de administração. E eu tô fazendo um TED. Então só que eu tô assim, eu tenho que ir lá com essa coisa.

Gente, não é perfeito. A Neca já… A gente faz tudo. Lá nesse tédio, a Neca já vê aqui o professor Pedro também. Ah, então. Contar a história deles. Você sabe que a RU começou dentro da cantina da Uniderp, onde eu pegava uma mesinha e vendia camiseta ali. E na Universidade Federal, lá no Bloco 6, na Unidade Shopping, tinha uma pia lá que a gente vendia camiseta. Começou lá, em 1992. Porque a gente registrou em 1993.

Legal. A gente já está quase partindo para o fim. Eu queria te falar uma coisa. Uma pessoa que nesse momento está assistindo a gente, ouvindo a gente, e perdeu o emprego, está lá super baixo astral, sem chão. O que você poderia dar de dica para essa pessoa?

De verdade? De verdade. Vem fazer uma sessão comigo de terapia, porque você vai sair 35 minutos ressignificado e com força total para que você possa investir na tua vida, seja onde você quer ir.

Mas eu te falo, olhe para dentro. Olhe para você, vá no espelho. Seja grato porque você está sem emprego. Seja grato para o lugar que você está dormindo. Seja grato pela pessoa que você se tornou. Seja grato pelo seu pai e pela sua mãe, por mais que você não conheça-os. Então, olhe para você com amor. E trace o seu caminho de uma forma que você vai chegar aonde a tua mentalidade te permitir.

Legal. Se a Juliana de agora encontrasse Juliana adolescente, o que ela diria pra ela? Ju.

você é uma menina que tem muito potencial. Não pare. O seu movimento gera mais movimento. Não olhe para o lado que deu errado. Olhe para o passado para você aprender. Trabalhe no presente, focado onde você quer chegar, desenhe um plano. Mas escreva no papel. E persista. Não desista. Maneiro.

Olha só, a gente já vai começando a partir de agora agradecer, a gente está quase finalizando, agradecer a tua vulnerabilidade, a tua sinceridade, o teu amor nas palavras, contando a tua história.

A gente fica feliz porque a gente se conheceu, né? Como que a gente não tinha trazido a Juliana Aranha daqui ainda, né? O NovoCast, ele é um podcast que funciona meio que por indicação. Então, nesse momento, eu vou perguntar pra você, a partir de agora, como você conhece o nosso coração, conhece o nosso propósito, né? Quem você gostaria ou quais pessoas você gostaria de indicar? Porque essa pessoa tem que estar aqui contando a sua história de vida também.

E foi uma pessoa que te indicou, né? A gente se conectou porque essa pessoa indicou você, foi o Arthur. E ele me passou o teu contato e a gente se falou. É, ele é maravilhoso, né? Então, eu quero saber de você, né? Se vem alguém aqui nesse momento, você acha que a pessoa tem que estar aqui também no NovoCast contando a história dela? Se você gostaria de indicar uma pessoa ou mais. Tem tantas pessoas que eu amo.

Pode ser olhar ali. A gente vai querer essas indicações depois. Eu não sei se você já atendeu a doutora Cida Arroyo, que criou a Brec. Não. Que é a nossa capa. Não. A nossa revista aqui, ó. Aí, ó. A revista Mulheres que Brilham. Então, a nossa doutora Cida Arroyo, ela criou a Brec. É uma mulher intensa. Uma mulher que trabalha também muito, muito, muito, muito. E está à frente desse projeto há mais de 37 anos.

Tem um evento que ela vai fazer agora pra arrecadar. Ela cuida dos renais crônicos. Então, é a minha indicação. Mas eu tenho muitas, tá? Tá. Tenho muitas e muitas e muitas. Porque tem muita mulher boa. A gente vai se falando. Você vai conectar com a gente, então? Pode me falar. Todos que você quiser conectar com a gente. Tá bom? Esse é o nosso propósito. E aí, a nossa última, derradeira pergunta, né? Infelizmente, porque muito bom estar do seu lado. Muito gostoso, assim, te ouvir. De verdade.

Isso é cara do Novo Cash, assim. Que é de inspiração. Mas olhando para esta câmera aqui, se você pudesse deixar um recado que vai aparecer para todo mundo. Todo mundo vai ter acesso a esse recado. Talvez alguns corações sejam tocados, talvez outros não. Mas todo mundo vai ter acesso lá. As pessoas vão discutir sobre esse recado. Você viu o recado que apareceu para mim? Que recado você deixaria para o mundo? Olhando para essa câmera.

A mudança começa em você. Seja grato, seja leve, se ame e principalmente, perdoe. Perca no ar todo esse sentimento que não te leva a alcançar o próximo nível. E detalhe, cuide da sua ambiência.

Se conecte a algo maior. Se conecte a Deus. Se conecte a você mesmo. Se conecte a sua família. Porque a vontade que tem dentro do teu coração faz a diferença nos resultados que você vai ter para o teu futuro. Muito bom. Uau!

Perfeito. Bom, chegamos ao fim do nosso podcast. Mas foi muito legal ter você aqui. Olha, você tem uma aura assim, cara. Você falou da diferença de aura e alma, né? Tua aura, assim, é gigante, né? Ela preencheu essa sala e parece que ela transborda mesmo. Muito legal te ver. Você falou sobre o Dale Carnegie. É um livro que eu gosto também, né? Que eu levei alguns ensinamentos pra minha vida. Eles abriram muitas portas pra mim.

Inclusive, acho que estar no podcast foi muito dele. E você... Personificação, um sorriso fácil, né? Essa coisa do elogio de perguntar bastante. Quando a gente estava aqui nos bastidores, você fazendo perguntas. O fato de você ter uma mentoria, você precisa fazer muitas perguntas. O interesse que você tem nessa outra pessoa, né? Porque pra gente ser interessante, porque você é uma pessoa extremamente interessante. Mas pra ser interessante, você precisa ser interessado.

E você é interessada nas outras pessoas. É muito legal te ter aqui, viu? Olha, é... É muito legal.

essa frase que ficou pra mim, né? O seu movimento gera mais movimento. E o teu movimento tá mudando o mundo. A gente se sente, olhando pra você, vendo você falar, a gente sente que, sim, a gente faz diferença. O que a gente faz não importa. Não importa se é pouco, se é... A gente faz diferença. Nós fazemos diferença. Eu espero que esse recado tenha ficado pras pessoas que ouviram a gente hoje.

Que sim, você faz diferença, tá? Você pode mudar o mundo do jeito que você... Da forma que você tá aí, tá bom? Muito obrigado por tudo, tá? Por ter aberto seu coração aqui. Muito legal te ver. Vontade de tomar um café. Vamos levar o... Tomar um café nessa caneca da NovoCast. Se Deus quiser no evento, né? Dia 28, eu infelizmente não vou conseguir. Porque eu vou ter viagem. Ele tá morando em São Paulo. Mas, putz, eu desejo muito sucesso. Muito sucesso mesmo. Você merece.

Ai, que bom. Eu que agradeço essa oportunidade de estar aqui, compartilhando um pouco dessa história. Porque as pessoas falam assim, Júlia, o que você faz? Você faz muita coisa, eu me perco. Eu tenho uma sobrinha que ela fala, tia, o que você faz? Gente, é o meu natural, eu sou assim, é difícil andar comigo. Olha que quem anda comigo, fala assim, fica cansado. Porque eu começo às vezes, seis, sete horas da manhã, e meia-noite eu tô com essa energia toda.

E eu amo, porque eu faço por amor. Pra mim não é trabalho. Pra mim é prazer, é realização, é... Sabe, eu quero deixar esse legado pra mim, pra minha família, pra... Sabe? Pro mundo mesmo. Porque eu acredito que nós estamos aqui de passagem. Quanto tempo vamos viver? 100 anos? Então eu acredito que nós estamos aqui de passagem. Então a mudança começa em você, a mudança começa em mim. É uma gotinha, é um grãozinho de areia. Que a gente vai, cada hora, aumentando um pouco mais.

Se todo mundo fizer a sua parte, a gente não precisa falar mal de ninguém. É só a gente fazer a nossa parte. Legal demais.

Legal, eu também quero agradecer, né, gente, eu não estaria aqui hoje gravando, né, tô meio escondendo aqui um pouquinho o meu roxinho, mas eu vou contar pra vocês, eu tive sete pontos aqui, tirei uma, até pra ficar de alerta pra você aí, tá, uma feridinha que nunca sarava, tal, e fui fazer uma biópsia e deu, né, que era câncer de pele.

E aí eu fui tirar, eu achei que ia ser bem pequenininho, mas acabou com sete pontos aqui. E ontem eu pensei, acho que eu vou deixar só o Werner lá, né? Não tem problema, enfim, não vou poder ir, né? Porque a médica disse que ia ficar meio roxo o meu olho, mas ainda não tá roxo. Mas olha que ela sentou aqui, que ela começou a falar, eu entendi por que eu deveria estar aqui. Então eu agradeço a Deus essa permissão de poder estar aqui hoje nesse podcast, de escutar tudo o que você falou.

Me conectar, eu acho que eu tava precisando dessa energia que vem de você, que eu sei que vem de Deus também, do Espírito Santo. Porque às vezes eu me pego também fazendo muitas coisas, e esse ano eu tava mais assim com o pé no freio, tentando entender melhor o que Deus quer da minha vida, né? E aí quando você falou de Maria...

Se você pudesse tomar um café, falar com Maria, eu vejo isso, assim, que às vezes a gente precisa ter a paciência de Maria, né? E as pessoas que têm o teu perfil, assim, mais influente, mais dominante, são extremamente no 220, e às vezes o que a gente quer é só ter a calma de Maria, de silenciar, né? E ao mesmo tempo dizer sim para os projetos de Deus na nossa vida, né? Porque ela...

Pensa a bucha de Maria, né? O Padre Alisson contou pra gente, né? O podcast anterior, né? Ela simplesmente chegou, ela ia gerar a vida de Jesus, né? Do nosso Salvador, né? E ela meio sem entender, ela falou, sim, eu aceito. Eis aqui a serva do Senhor. Então, eu acho que é isso que eu desejo pra você, né? Que cada vez mais você...

Se conecte com Maria, assim, se deixando parar um pouquinho, silenciando um pouquinho, acalmando um pouquinho. Pra cada vez mais você sincronizar com tudo que você faz dos planos de Deus na sua vida. Que realmente, acho que se você já entendeu qual é a sua visão, acho que...

sempre o projeto dele tem coisas extraordinariamente maiores do que a gente imagina. Eu quero aprender com você, quero me conectar com você. E só pedir para que Deus continue te abençoando e que você continue abençoando a vida de tantas pessoas com toda essa clareza, com o Método Viva, com os livros, com a tua vida, com a tua trajetória. Tá bom? Obrigada. Eu que agradeço. Eu falo que tudo é no tempo de Deus. Eu estou aqui porque era o tempo de estar aqui. Eu tinha que estar neste episódio, eu tinha que estar com você.

E eu falo que a minha neta me ensinou muito. Ela tem um ano e três meses. E quando eu olho e sento com ela, eu tenho meu tempo com ela, eu sempre vou, eu fico com ela, eu aprendo muito e eu olho e eu vejo Deus ali agindo em cada momento. E é o meu tempo de estar, de estar com paciência e de não pensar nada lá fora. Então, ontem à noite eu fiquei com ela, minha filha foi sair, eu fiquei com ela. E eu olho e falo, gente...

Olha o que a gente tem de oportunidade com uma vida nova surgindo aí. E a minha neta. Então, eu aprendo todos os dias. E Maria é sem palavras para dizer. Fala dela, eu já me emociono. Você falou bem isso. Essa paciência, essa resiliência, esse sim. Faça-se de mim conforme a sua vontade. Então, esme aqui a serva do Senhor. Então...

maior entrega que isso não tem e outra, Jesus ele não foi reconhecido onde ele estava, ele precisou ir mais longe mesmo assim teve a vida que teve o nosso Senhor a gente não pode ficar olhando para o que fazem com a gente e sim o que a gente faz com o que fazem com a gente

É, isso aí, é o que a gente acredita também Gratidão, Ju Então, se as pessoas querem te encontrar, repete o seu Instagram Juliana Aranda.oficial Tá tudo lá A mentoria, os livros E qualquer coisa, manda um direct pra você E te procura Pode mandar pra gente também, que a gente conecta com ela E assim, ó Obrigada, senhor, pelo episódio de hoje Foi maravilhoso Obrigada, viu? Valeu? Valeu, estamos juntos

Curte, compartilha, não fica com você. Passa pra frente. Valeu.

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Ricardo Drews

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