NovoCast #147 | Poker, Marketing de Performance e Inteligência Artifical com Tony Kaique
"NOS NEGÓCIOS E NO POKER, QUEM NÃO SE ADAPTA, QUEBRA." No NovoCast de hoje, mergulhamos no mundo da estratégia com Tony Kaique. Publicitário há 17 anos e CEO da Agência Znit, Tony é um dos pioneiros do digital em MS, tendo participado da construção de cases nacionais como o e-commerce da Anita Calçados. Neste papo, ele revela como transpôs a frieza e a leitura de cenário do Poker internacional (com passagens pela WSOP em Las Vegas) para o dia a dia de uma agência boutique de alta performance. Neste episódio, você vai descobrir: O Código da Adaptação: Por que saber mudar a rota é a maior virtude de um empresário. Marketing de Performance: Como usar tráfego pago e IA para escalar negócios hoje. Early Adopter: A estratégia de começar rápido e se especializar no caminho.Poker e Business: O que as mesas de Vegas ensinam sobre tomar decisões sob pressão. Visão de Sucesso: Uma conversa honesta sobre privilégio, esforço e "fazer o universo conspirar". Se você busca alta performance, gestão de risco e quer entender as tendências do digital para 2026, dê o play agora. Conecte-se com o NovoCast Podcast:👍 Curta o vídeo 🔔 Se inscreva no canal e ative o sininho 💬 INTERAÇÃO: Deixe aqui o seu comentário!PARCEIROS DESTE EPISÓDIO:🚑 Qualisalva – Sua saúde em primeiro lugar.🪓 Ricardo Drews – A arte original em madeira personalizada para sua casa.Apresentadores:🎙 Sabrina Baes – @sabrinalbaes🎙 Werner Bezerra – @werner.bezerraConvidado:TONY KAIQUE – @tonykaiqueProdução:🎥 NC Studios – @novocastpodcast📚 Pauta e Roteiro:Samuel Figueira – @sam.figueiraf🎯 NovoCast Podcast – Inspirando transformação em cada episódio.#TonyKaique #NovoCastPodcast #MarketingDigital #PokerEBusiness #AgênciaZnit #TráfegoPago #InteligênciaArtificial #Empreendedorismo #CampoGrandeMS #Performance
- Poker e sua relação com negóciosPoker como esporte da mente · Resiliência e controle emocional no jogo e na vida · Estratégia de marketing para jogadores de poker · Diferenças entre poker e jogos de azar · O ambiente do poker no Brasil e internacionalmente
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Fala, galera! Eu sou o Werner Bezerra. Sejam todos muito bem-vindos ao novo Cast Podcast. O podcast que traz histórias reais, pessoas reais, superando seus desafios. E aqui você vai crescer tanto pessoal, profissionalmente ou financeiramente, papel e caneta, para tirar todos os insights do nosso convidado. Vai ser maneiro. Vem cá.
E eu sou a Sabrina Baez e toda semana a gente traz aqui um convidado muito especial para compartilhar experiências da vida dele, porque a gente acredita que você conhecer o bastidor da vida dessa pessoa pode te dar um insight para te levar a um próximo nível na tua vida também.
Então, seja você empreendedor, profissional buscando evolução ou alguém que deseja dar um novo rumo para a sua vida, este lugar é o lugar certo. Aqui a gente vai explorar os erros, aprendizados, acertos dos nossos convidados. Então, papel e caneta para não perder nada, viu? Porque a gente é muito bom para ter ideia, mas péssimo para guardá-las. É isso aí. Então, eu vou apresentar o nosso convidado de hoje. Existem profissionais que seguem a maré, mas existem aqueles que antecipam a onda. E o nosso convidado de hoje é um desses... Existe...
Early adopters. Que viu o mercado digital nascer quando tudo ainda era mato. Publicitário com 17 anos de estrada e sócio fundador da agência Zenit, ele ajudou a posicionar marcas do MS no topo do e-commerce nacional, provando que daqui de Campo Grande se pode vender para o mundo inteiro.
Vamos lá, presidente da Abradie MS, ele é um estrategista do marketing de performance, tráfego pago e agora da inteligência artificial. Mas a habilidade de leitura de cenário dele vai além dos escritórios. Ele transpôs a capacidade de adaptação dos negócios para as mesas verdes, tornando-se um jogador de pôquer com rodagem internacional.
De Las Vegas, Austrália. Então, a gente vai falar, além de falar com o publicitário, falar com o jogador de pôquer. É muito interessante. É muito skill para um podcast só. E ele acredita que a melhor qualidade de um negócio e de um homem é saber se adaptar. Isso é uma das habilidades do futuro, adaptabilidade. Então, se prepare aí para entender como é que a sorte favorece a mente preparada.
Seja muito bem-vindo ao NovoCast Podcast. Tony Kaique, é um prazer ter você aqui. Que legal. É um prazer estar aqui também.
Espero atender as expectativas aí, ajudar como puder nessa questão, tanto do marketing quanto nessa questão mais tecnológica. Eu realmente me considero um early adopter. Eu acho que muita gente da minha área foi começar a trabalhar com isso por conta disso, né? Por conta de estar muito alinhado com as novas tecnologias, de descobrir primeiro como as coisas funcionam. E isso acaba virando um jeito de fazer negócio.
Maneiro. Antes de eu fazer a primeira pergunta, explica aí o que é early adopters, para quem, por exemplo, eu nunca vi isso aí. Esse termo? É, esse termo. Da onde surgiu os rapidinho. É, o que acontece? Quando surge uma nova tecnologia, antes dela chegar na mainstream, antes de todo mundo usar, alguém está ali testando, alguém está ali começando naquilo e validando aquilo lá.
Então, o que acontece? Quando você, às vezes, saiu do Facebook e mudou, começou a usar mais o Instagram, a sua avó estava começando a usar o Facebook e acabou que nem usou. Então, de certa forma, tem uma ordem para as pessoas começarem a usar as ferramentas. E quem é da área de tecnologia acaba provando essas ferramentas primeiro, acaba testando primeiro. E muitas vezes, para uma agência digital, acaba sendo a f...
o jeito de trabalhar, o próprio negócio. Por quê? Vamos falar o seguinte, cada vez mais é mais fácil fazer as coisas. É mais fácil você fazer uma postagem, é mais fácil você fazer um tráfego pago. Tudo tende a ficar mais fácil. Mas sempre foi assim. As coisas sempre foram ficando mais fáceis nessa área de tecnologia, mas sempre teve essa pessoa que apertou o botão.
teve coragem, né, de explorar. Essa pessoa que muitas vezes ela é paga pra apertar o botão. Por quê? Você pode até falar assim, poxa, por que você não vai lá e faz? É tão fácil de fazer. Não, eu tô pensando na minha loja, eu quero vender meus produtos, eu não quero estar ali apertando o botão e depois dar um problema quando eu apertar esse botão.
Então tem um pouco disso nessa questão de uma agência digital, de ter essa cabeça de adotar primeiras tecnologias. Por isso que não só a minha agência, como muitas outras, provavelmente todas que queiram sobreviver, vão estar falando de inteligência artificial hoje. Porque é parte do negócio.
Sim, legal. Entendi, você entendeu? Entendi, entendi. E eu fui bem didático. Mas você é bom, hein? Eu fui uma vez num programa, e aí a apresentadora começou a me fazer umas perguntas, assim, era um programa local aqui também, mais ou menos com esse mesmo espírito, né?
Eu respondia tudo assim com sim ou não, ah, não, é realmente, e tal. E a diretora pegou e soltou uma voz assim e falou, gente, a gente vai ter que bolar mais perguntas aí, porque um convidado é muito sucinto.
Fica tranquilo que é o nosso modelo aqui, ó. É gigante. A gente faz bastante perguntas também. A gente continua explorando, continua tirando. A gente nem começou. Fica em paz. Vamos lá. Sempre que alguém me pergunta alguma coisa, eu fico me policiando. Falei, bom, eu tenho que falar de um jeito que não vai ficar tão sucinto. Não, mas tá muito bom, tá muito bom. E vai ser muito bom.
Ô Tony, você diz que a melhor qualidade do negócio é a capacidade de adaptação e faz um paralelo direto com o poker, certo? Sim. Legal. No marketing digital de 2026, você acabou de falar pra gente, né? A IA, ela faz parte, ela muda as regras do jogo o tempo todo. E acho que fica cada vez mais rápido. As coisas ficam mais fáceis de fazer, sim. Mas elas ficam mudando o tempo todo. É como se tivessem mais botões pra serem apertados. Tem hora que fica até meio chato, né? Começa a dar fomo.
Porque você olha alguma pessoa e fala, eu já estou atrasado. Esse não é o meu pensamento. Não é a linha que eu gosto de fomentar. Mas eu vejo que na internet tem um pouco disso. O fomo é aquela ansiedade de você não dar conta de saber tudo o que está acontecendo. Ficar fora, né? Ficar fora das novidades. Só terapia para curar isso.
os algoritmos, eles ajudam um pouco os criadores de conteúdo fazerem isso, né? Porque ele já começa falando, olha você precisa saber, isso aqui vai mudar o jogo, tudo vai mudar a partir de agora olha se a IAC surgiu. Cara, calma, né?
Eu tava aprendendo chat EPT, já veio notebook alien, já veio mais não sei o quê. Eu falei, gente, Jesus. E o que você acha que, sim, que é mais importante, né? É importante ter orçamento nesse período em que existem mais botões para serem apertados, vamos dizer assim. Em que a IA tá mudando as regras do jogo. Tem que ter orçamento pra você apostar ou não pode ter medo de dar a win na inovação. O que você acha, cara? Pensando nesse... Você falou que você não vai muito... É porque tudo tem um preço também, né?
É, eu não sou essa pessoa que acredita em Darwin na inovação. Eu acho, eu também não sou... Eu gosto da inteligência artificial quando ela é testada, com as coisas que já se provaram de alguma forma, né? Então, o que acontece? Imagina o seguinte cenário. Uma grande empresa...
uma Petrobras, é um transatlântico. Para eles aplicarem alguma nova tecnologia, alguma coisinha de inteligência artificial, ou qualquer outra coisa, mas é muito mais complexo, muito mais difícil, muito mais demorado todos os processos internos. A comunicação interna daquilo acontecer. Quando você tem uma empresa menor, as coisas são mais fáceis e mais rápidas.
Uma empresa grande, ela sempre vai pensar, eu vou esperar isso aqui provar, se provar com o tempo, dar certo, porque eu não quero construir todo, passar por todos esses processos com a minha equipe para daqui a pouco a gente voltar atrás e isso aqui não ser o que. Ser uma modinha, né? É.
Quando você é menor, você pode se arriscar mais, mas se arriscar mais também não é dar all-in, não é fazer loucura. Então você pode ter um pouco desse pensamento de, olha, vamos testar, vamos ver o que está funcionando, vamos ver as coisas que estão se provando funcionais e aí vamos aplicar no nosso negócio. A IA tem muito vendedor de sonho.
Tem muitos negócios que têm isso, mas parece que a inteligência artificial já começa um pouco com essa cara. Até lá de cima, as próprias empresas de IA ainda não se provaram. A própria OpenAI não sabe falar como ela vai bancar todo esse dinheiro que ela captou, como ela vai lucrar o suficiente para corresponder às expectativas dos investidores que estão colocando bilhões e bilhões no negócio.
transformou-se num negócio trilionário e ainda não se sabe. Então, você, dentro do seu negócio, vai se arriscar por eles? Então, acho que tem muitos processos que já estão funcionando, que é uma coisa legal de se aplicar, que pode ser aplicado, mas não precisa ter pressa.
Entendi. Show. Na prática tem essa questão, porque a gente mapeava os processos e às vezes não automatizava. Dá para usar IA para fazer alguns agentes, para automatizar algumas coisas que são repetitivas, né? Mas mesmo assim não é tão simples. A gente precisa de alguém que manja um pouquinho para automatizar isso aí no N2N, né? Que é o software que faz isso, né? É, esses agentes, por exemplo...
tem muita gente que existe um novo modelo de negócio que é essa agência que constrói agentes. Só que tem negócios que cabem, tem negócios que não cabem tanto. Tem coisas que são automatizáveis e tem coisas... Cara, você vai atender... Se eu, por exemplo, quiser automatizar o atendimento dos meus clientes...
que são os clientes que demandam todo dia coisas diferentes, formas diferentes de pedir as coisas. Pô, eu quero que você faça um vídeo que vai aparecer no Pórtico que vai estar anunciando lá na Expo Grande.
É tudo muito específico. Quanto mais eu burocratizar o processo para eles e querer colocar o MAIA para automatizar, vai ser pior para eles. Então, tem muita coisa que o atendimento humano e a percepção das coisas, o feeling, não vai ser substituído. Vai demorar muito. Esse processo de automatizar as coisas são a partir de coisas, vamos dizer, que são possíveis de serem automatizadas. Nem tudo pode ser automatizado dessa forma.
Legal. O Tony manja muito dessa área. A gente nem estava indo para esse lado, mas nós vamos explorar ele aí. Só que antes disso, Tony, antes de chegar nessa jornada da tua empresa, enfim, de marketing, todo esse conhecimento, você começou...
Quando deu um start, você começou apoiando a Anitta. Conta pra gente um pouquinho antes de você entrar na empreender. A Anitta já veio aqui. Ela foi uma das primeiras entrevistadas nossas, a dona Anitta. Ela nem tem muita... Acho que ela nem tinha nenhum conteúdo no YouTube. Tá muito legal o podcast dela. Ela sentou.
Mas foi muito legal. Contou, né? Então, a gente queria saber desse início, né? Como que foi trabalhar no Mais Empresas, atendendo a Anitta, né? Quando eles eram a terceira, uma das terceiras maiores do Brasil, né? O que aquela escola te ensinou sobre o mundo digital? Foi ali que te deu essa virada de chave? Conta pra gente. Você é daqui, Tony, pra começar? Eu sou nascido em Dourados, mas praticamente de Campo Grande. Eu vim pra cá ainda muito jovem, bebê.
Quando eu era adolescente, eu aprendi a programar, porque não sei se hoje tem bastante isso, mas no colégio que eu tinha, tinha uns cursos de férias. E aí ele ensinava algumas coisas num nível raso, mas para uma criança, para um adolescente, já era uma coisa legal. E eu aprendi a lógica de programação quando eu tinha uns 12, 11 anos. E eu seguia muito meu irmão, meu irmão já sabia programar, eu queria imitar.
Então, eu aprendi a trabalhar com computador nessa idade. E eu tinha essa coisa de assim, pô, quando eu cresci, eu quero trabalhar com tecnologia, com computador, de alguma forma. Maneiro. E eu cheguei a fazer, cursar economia na UFMS. Olha só. Porque meio que seguindo o caminho do meu irmão também, que ele tinha vontade de fazer economia e eu queria trabalhar com computador. Ele foi direto para a publicidade.
E eu falei, bom, vou tentar fazer economia, eu acho que eu gosto, gosto de números, gosto de investimentos, mas quando eu entrei na faculdade eu vi que não era bem isso, que eu estava viajando, que eu tinha que ir atrás do que eu realmente gostava, sabe?
E aí eu falei, bom, vamos mudar para publicidade, mas eu queria estar num lugar que fosse mais tecnológico, que fosse mais da área de tecnologia, porque eu gosto da parte de publicidade, também gosto. Sabe, Ponteiro? Multipotencial, você acaba pensando... Ok, e o Doutorio deve ser um pouquinho mais alto. Preciso ir num lugar assim. E aí eu mandei um currículo lá para ser mais empresário, o único lugar que eu queria ir.
Porque eu sabia que eles atendiam o e-commerce da Anitta. Eu sabia que a Anitta estava crescendo. Eu falei, cara, esses caras devem manjar muito de tecnologia. É, intencional. Porque o e-commerce era, para a época, era muito grande, assim, onde eles chegaram com aquela loja. Quem tocava o e-commerce era o Tiago, né? Tiago Belim, acho que foi o filho da Anitta. Sim, uhum.
Era muito grande. E aí eu mandei para mais empresas e tal. Expliquei as minhas possíveis qualificações. Que falava, olha, eu não sou tão bom ainda. Mas eu sei fazer isso aqui. Eu sei mexer. Eu sei programar. Se vocês me colocarem bem colocado. E eu quero aprender, que é o principal. É, num lugar bem colocado, eu vou conseguir. E aí eles me chamaram. Então, eu cresci muito rápido lá dentro dessa empresa. Muito rápido. Legal.
eles foram me colocando pra trabalhar nos banners. E aí eu descobri que tinha um jeito de fazer os banners através da programação, no Flash. E aí eu otimizei muito o meu trabalho. Então, as seis horas que eu tinha pra trabalhar, eu só gastava duas, assim. Olha! Aí ele falou, olha, agora eu vou te colocar mais... Já que a gente viu que você sabe programar, eu vou te colocar pra fazer mais coisas. Vamos testar isso aqui, isso aqui. Então, eu fui evoluindo e foi uma grande escola pra mim.
E a Anitta, eles, na época, tinham a Netshoes, que era o principal de calçados do Brasil. E aí tinha uma outra loja que chamava Passarela, que era muito grande. Eu lembro. E a Anitta perdia só para eles. Eles vendiam muito. Chegou uma época que eles vendiam muito em termos de e-commerce. Legal.
Só que esse mercado foi virando, virando de uma forma que foi difícil, às vezes, de acompanhar. Eu não sei exatamente os bastidores, nem sou a pessoa para falar. Vocês lembram quando entrou a Dafit no mercado? Sim. Eles entraram com um investimento muito grande, era assustador. Eles entraram com cinco lojas, não era só Dafit. Então, tudo ficou muito caro. A gente pagava uma blogueira, ela começou a cobrar cinco vezes mais. A gente fazia anúncio no Google, o anúncio ficou duas vezes mais caro. Então...
Então as coisas ficaram mais difíceis, assim. Ficou um mercado de gigantes. Aumentou a concorrência. É. E o mercado de e-commerce é muito difícil. É muito difícil. Tanto que você pode ver que as varejistas na Bolsa de Valores sofrem muito. Quem acho que quebrou a roda nisso foi o Mercado Livre, assim. Que são muito bons. Conseguem competir com os grandes que estão chegando no Brasil por agora, né? Mas é um mercado muito difícil. Então foi assim. Foi assim que eu...
Entrei no mercado de trabalho, de certa forma. E aí eu começo minha faculdade já estagiando lá com eles. E a Mais Empresas foi uma escola para mim. A partir deles que eu abri a agência... Você saiu da Mais Empresas já com essa intenção de abrir o seu negócio, para empreender.
E isso já estava planejado na tua cabeça? Já. Já. Eu já tinha esse sonho. Mas eu acho que foi um negócio um pouco petulante, assim. Porque eu era muito cabeça dura, né? Muito jovem. Então eu fico pensando hoje, você olhando para trás, seria muito mais estratégico se eu tivesse trabalhado em outros lugares, conhecido mais gente.
me inspirado em mais empresários porque assim, eu fui ter ajuda de outros empresários conhecer mais gente muito depois porque no começo você é sozinho ninguém te conhece, você é um coitado que está abrindo uma agência quase uma criança
Então, você vai buscando os clientes e tudo mais. Mas é difícil você entrar num grupo de networking de donos de agências, sabe? Não é que você não é bem-vindo, mas você nem sabe como começar, né? É um ecossistema que já tá rodando ali. Você quer entrar de alguma forma, né? Você ainda não faz parte daquilo. É a coisa do jovem mesmo, né? Você fala assim, eu tô crescendo muito rápido. Eu faço meu trabalho que é seis horas, eu faço em duas.
Eu vou ter a minha agência. Eu vou abrir a minha. Eu moro mesmo, acho. É igual jogador de futebol, que, tipo assim, cresce muito rápido, né? Ele fica... Cara, eu sou o dono do mundo. E aí você fica mesmo no... E aí qual foi a grande primeira chamada de realidade que você fala assim, depois que você abriu a sua agência, você já fez esse movimento, você fala assim, putz, acho que eu meti o pé pelas mãos aqui.
É, quando eu abri, eu abri com dois sócios que hoje nenhum dos dois estão mais. Mas também eram muito competentes, assim, sabe? Pessoas que trabalhavam bem e já estavam tendo sucesso nas suas áreas. E sucesso. Aham, sucesso é... A gente estávamos começando, né? Legal. Dentro da nossa cidade a gente tinha sucesso. Aham. É.
E aí, a gente acabou conseguindo angariar alguns clientes muito rápido. E eu tive um pouco de sorte que a Mais Empresas, ela foi vendida. E aí, os clientes que estavam lá ficaram um pouco incomodados, assim, com a venda e tudo mais, com o que é mudar na gestão e me procuraram. Então, eu consegui depois pegar um pouco dos clientes da Mais Empresas, que foi a Anitta, a Real H. Teve mais uma coisa ou outra que eu não lembro agora.
E eu até comprei os computadores deles quando eles foram vendidos. Então, o começo foi mais fácil. Então, você acaba pensando que, bom, é isso aí mesmo. Mas depois de um tempo, quando você não entende nada de gestão e você está há quatro anos tocando um negócio, você não entende de pessoas. Eu nunca fui muito bom com pessoas, com gerir pessoas. E esses problemas começaram a bater na minha porta.
E eu fui buscar me capacitar um pouco mais, fui buscar mais ajuda. Fui começar a entender essa questão do dinheiro, porque você começa a investir dinheiro.
E você não entende direito o retorno. Bom, agora eu quero estar em uma agência maior. Eu quero mais pessoas, mais computadores. Vou fazer assim. Então, eu fui fazendo tudo muito no achismo. Em alguns momentos, essas coisas começaram a travar. E a minha curva de crescimento ali, de certa forma, deu uma estagnada boa. Então, eu fui começar a me especializar um pouco mais, a entender por que isso acontecia.
E, assim, uma grande escola pra mim foi conversar com outros empresários, né? Foi conseguir... Aí eu já tinha as portas mais abertas, né? Quem me ajudou bastante foi o Kenneth Corredo. Ah, ele já veio aqui. Ele é muito legal. É, foi ele que comprou as mais empresas. Ah, tá. Empresa dele, né? E aí eu fui bater na porta dele lá. Falei, ó, agora me dá um help aí. O que eu tenho que fazer agora pra eu ir pro próximo degrau? E ele me ajudou bastante, assim. Tem coisas que...
às vezes você não está enxergando, mas elas não são tão difíceis quando você sabe o que tem que fazer. Mas o fato de você não saber e não estar muito claro para você, você se sente travado, parece que a sua empresa não está crescendo, parece que você não está ganhando dinheiro, mas às vezes é uma válvula ali que você tem que...
fechar, uma coisa que você precisa mudar de lugar e as coisas começam a andar mais facilmente. Acho que até uma dica para quem está assistindo a gente e, de repente, está se vendo nesse cenário, né? Empreendeu, começou e está aí penando agora com alguns processos ali que não dá conta. Então, olhando para trás, você faz essa análise que uma forma que você teve de ter clareza foi pedir ajuda para outras pessoas do mesmo ramo, né?
Então não tenha vergonha, né, de de repente se conectar, procurar movimentos aí que você consiga. Eu não vou castidar isso também, né? Essa é a nossa intenção, da gente trazer aqui pessoas que passaram por isso, pra que você possa também ter um insight aí. Tem pelo menos uns 140 aí, viu? Pra você dar uma consultada. Deixa eu falar uma coisa dentro desse link aí.
Eu percebo assim, um pouquinho que a gente está conversando com você Que você é um cara bastante Você pensa bastante estratégico E intencional Como é que você escolhe as pessoas com quem você vai Pedir conselhos, por exemplo Porque eu acho que isso é importante Talvez você conhecia muitos empresários Quem que você confiar, por exemplo Vou bater na porta do Kenneth Eu vou entrar aqui na Mais Empresas Porque eu sei que eles Estão perto da Anitta e a Anitta está crescendo muito
Como é que você escolhi, assim? Como é que era o seu processo de escolha? Eu acho que é o mesmo até hoje, né? E...
Sempre vai ser. Eu gosto de me conectar com pessoas mais inteligentes do que eu. Com pessoas que se provaram inteligentes também. Porque nem sempre o dinheiro é o maior indicador de sucesso, sabe? É o maior indicador de que aquela pessoa é um bom gestor e tudo mais. Você não sabe como aquela empresa ganhou dinheiro. Qual que foi?
o golpe de sorte, às vezes, que a pessoa deu ou não. Mas uma pessoa que fez jogadas que eu enxerguei estratégicas, que é, no caso, o Fulc Kennedy, por isso eu bati na porta dele, uma agência que fez campanhas que eu...
fiquei admirado com aquilo, que é o caso, por exemplo, aqui em Campo Grande tem a Bibop, que é uma pessoa que eu sempre procuro também, que é o Bruno Bigarella lá, a gente até já fez coisa em parceria, porque você percebe que essas pessoas estão fazendo coisas bem feitas.
E eles têm um molho, né? Alguma coisa eles têm ali, né? Então é importante você se conectar com essas pessoas. É, mas a gente tem que ter humildade pra isso, né, Tony? Porque às vezes você fica ali no teu mundinho, ali, batendo cabeça. E aí, pra você sair da tua zona de conforto e ir lá e pedir ajuda, né? É.
É, que eu falo pedir ajuda, mas eu acho que muitas vezes... É um bate-papo, é um café, é uma troca. É, uma troca. Eu tenho um... Ah, é que a gente faz parte da Abrad ali, que hoje eu estou presidente, não sei até quando. O que é a Abrad? Pode falar o que é a Abrad. A Abrad é uma associação de agentes digitais. Ela é uma...
É como se fosse uma associação de agências. Legal. Só que ela é voltada para o digital, assim. Então, não é só agência de marketing e tudo mais.
Mas é a maioria. E eles são mais conhecidos no universo de São Paulo, Brasília, que é onde tem muita licitação só de digital. Então as pessoas se juntam mais, as agências se agrupam mais onde tem esse tipo de grandes negócios, que as agências precisam decidir como vai funcionar um processo de licitação. Enfim.
Eu não entendo muito dessa área, eu não sou da parte de governo. Só que aí, nos estados menores, ela acaba sendo um centro de aprendizado, de troca, de networking, das agências médias, pequenas. E aqui em Campo Grande, por exemplo, a gente tem... O próprio Arthur que veio aqui, ele também fazia parte da Abrad.
Fazia não, acho que ele faz ainda. Que ele está mudando. Eu falei fazia. Um beijo para o Arthur. Eu quis mais dizer no sentido assim, ele está saindo um pouco da parte de marketing, né? Que ele faz de uma empresa que é...
Ele tem uma empresa que atende várias áreas. Sim. E aí, ele está saindo um pouco da parte de marketing. Então, acho que não vai fazer muito sentido ele ficar na Brad. Mas aí, tem o Edson, que é de uma agência de médico da UI, que é um cara que, por exemplo, é o centro para conversar ou aprende alguma coisa. Ele é muito dessa coisa de automatização. Eu fico, caramba, cara, você consegue otimizar todos os seus processos. Uma pessoa que vai atender um cliente, qualquer coisa que o cliente falar, ele já tem um manual de tudo que essa pessoa tem para responder.
Então, assim, é tudo essa troca, né? Sim. E no mercado de agência parece um pouco mais natural. Eu vejo que em outros mercados as pessoas se enxergam muito como concorrentes, até como inimigas, assim. E eu não acho que isso é legal. Eu não acho que isso seja bom também para os dois lados. O lado de você ter a troca é melhor para os dois lados. Não tem jeito. Legal. E o estilo da tua agência...
A gente pode chamar de agência boutique, que é uma agência que seleciona mais os clientes, tem menos clientes, mas mais envolvimento. Está certo isso que eu estou falando? E você acha que isso é uma tendência? Que as grandes fábricas que ajudavam, tinham muitos clientes que estavam morrendo ou não? Não, eu não acho que é uma tendência. Eu acho que a gente trabalha até no contra-fluxo. A tendência das agências é escalar.
Então, se você vai fazer uma mentoria, um curso com alguém que te ensina a montar uma agência de marketing, ele vai te instruir o seguinte, você escolhe um nicho, escolhe dentro desse nicho o tamanho da empresa que você vai atender, um grupo específico, de repente até um subnicho, e você vai atender só esse tipo de cliente. Então, você vai ganhar escala, você vai ter um preço competitivo e você vai lucrar no volume.
E eu gosto desse modelo de negócio, tá? Eu acho que funciona, não tô... Muitas vezes, não tô criticando o modelo. Muitas vezes, essa pessoa, por exemplo, eu só atendo médico. Médico, médico, médico, médico. Você acaba descobrindo brechas que funcionam pra todos os seus clientes. E muitas vezes essas pessoas não atendem, porque o Brasil é muito grande, né? Então, você não atende tantos médicos concorrentes um do outro, direto. Então, você pode usar as mesmas estratégias pra todos os seus clientes.
Então, essa é a tendência. O meu negócio, ele é muito mais voltado para esse modelo de atender menos clientes, tentar ser mais próximo, vivenciar o desafio do cliente e atender, às vezes, mais áreas dentro daquilo, ser um pouco criativo para resolver o problema, buscar uma solução para aquele problema, mesmo que isso saia um pouco do nosso escopo de trabalho.
Porque eu sou assim, sabe? Eu sou essa pessoa. Eu gosto de aprender vários assuntos. Eu gosto de uma hora estar trabalhando para uma marca de carne. De repente, eu estar vendendo um imóvel. Então, foi assim que a gente foi construído, sabe? Vivendo um pouco mais o problema do cliente. Tendo um pouco mais de tempo para montar a estratégia. Não chegar com um modelo pronto, uma receita pronta.
E trazer soluções que funcionem para vários mercados. Só que eu não atendo todo mundo. A gente tem alguns mercados específicos que a gente sabe que cabe o nosso negócio, o nosso modelo de negócio. Então, também não é assim. Por exemplo, eu não conseguiria atender um supermercado, mesmo que fosse uma rede grande ou pequena, indiferente.
Porque não é nossa área de varejo, não é tanto nossa área. Então, tem alguns mercados que a gente não atende e tem onde a gente sabe que a gente vai conseguir trazer um bom resultado. Legal. Maneiro. No começo da nossa conversa, você falou sobre...
onde a máquina não consegue chegar, principalmente nessa parte de percepção, do feeling, o feeling humano. Como é que... Enfim, ela não vai conseguir substituir isso. Como é que a Zenit... Zenit? Zenit. Zenit. Usa a IA para conseguir tráfego e leads. Como é que você consegue explicar para a gente qual é o diferencial, por exemplo, dessa tua filosofia mesmo que você traz para a agência?
O que acontece? Por exemplo, o processo de você gerar tráfego, ele tem muitos caminhos. As pessoas, quando olham o marketing, muitas vezes falam, ah, é postar ali no Instagram. É fazer o tráfego pago daí no Instagram.
Então ele tem muitos caminhos. Então, por exemplo, você tem o caminho do SEO, que é você se posicionar organicamente no Google. Então a pessoa vai buscar por podcast e o novo cast vai aparecer em primeiro. Podcast em Campo Grande vai aparecer em primeiro.
Aparecer em primeiro é um processo, né? Mas você vai brigar para aparecer nas primeiras posições. Certo. Esse trabalho, ele demanda muitas coisas que são chatas de fazer. Você precisa prospectar sites onde você possa publicar um conteúdo.
Então, como que fazia antes? Manualmente. Você abre o Google, vai olhando site por site, fala aqui eu posso pedir um artigo e tudo mais. Isso é uma coisa que a EA pode fazer. Certo. Você precisa fazer um conteúdo, você precisa fazer muitos conteúdos diferentes para postar em muitos canais.
E às vezes você não tem tanta ideia assim. Então você pega um texto que você fez bem feito, pode ter feito com a ajuda da IA, não sou essa pessoa também, você tem que fazer a mão ao seu texto. Pode fazer com a ajuda da IA, mas você decidiu que aquilo ali está bem feito, você vai pedir para ela agora reescrever com palavras diferentes, porque você vai publicar o mesmo texto em outro site. E o Google, se você publicar exatamente a mesma coisa, ele percebe, então ele entende como uma coisa duplicada, ele não vai te dar relevância.
Então, por exemplo, você usa IA para otimizar bastante esses processos. Na parte de tráfego pago, o que acontece?
existe uma forma da IA fazer aquilo para você. Gerenciar o tráfego pago para você. Você vai fazer um agente no N8N que ele vai lá otimizar as campanhas e tudo mais. Você acha que se isso fosse fácil, fosse possível, ou te desse realmente um bom resultado, a própria meta já não teria feito e colocado? Falar, gente, agora não vai existir mais gestor de tráfego. A nossa ferramenta faz. Verdade.
E eu acho que eles são bons no que eles fazem, em desenvolver. Eles só fazem aquilo, sabe? Então, esse modelo de você tentar otimizar um negócio, que ele precisa da percepção humana. Se hoje eu quero vender... Eu dou o exemplo de lançamento imobiliário, que dentro da agência é a parte que eu mais faço. Eu só tenho trabalhado nessa área.
Se eu estou vendendo um terreno, eu vou entender que, por exemplo, uma pessoa que mora no São Tomaro não compra esse produto. Uma pessoa que pesquisa por tal coisa não compra esse produto. Eu acredito que esse produto talvez não funcione para uma pessoa que tenha filhos. Enfim, você vai indo por alguns caminhos.
que a IA teria que fazer tentativa e erro tantas vezes que você ia perder tanto dinheiro que não ia valer a pena, sabe? Você já tem uma ideia de quem compra, você já tem uma boa ideia de como que isso vai ser, como que vai vender, como que vai ser a comunicação. Então você vai usar a inteligência artificial para te ajudar.
Pra te ajudar, pra ela ser um outro braço aqui no seu corpo, mas não pra ela substituir. Esse daí é loucura. Ela vai acelerar os processos, né? Otimizar processo é uma coisa, assim, que funciona muito. Aí funciona pra tráfego pago. Pô, é muito mais fácil eu pegar uma IA e ela fazer o relatório pra mim.
Eu jogo todas as informações e eu vou escrever, olha, eu preciso de um relatório que leve em conta esse ponto de vista, porque esse cliente gosta desse tipo de informação e tal. Até o nosso relatório a gente faz otimizado ali para aquele cliente, porque tem um cliente que entende mais, tem um que entende menos.
E aí ela vai lá e faz. Muito mais fácil. Ela faz HTML, a gente publica, fica bonitinho. Eu, para fazer isso, demoraria um dia inteiro agora. Ela faz em meia hora, mas eu vou continuar conversando com ela, mostrando como que eu quero, entendendo o que veio e falar, é isso mesmo. A partir do momento que eu pensar em otimizar, em automatizar isso, aí eu acho que a gente está muito num futuro que... Não sei se eu acredito tanto, assim. É, eu ia te perguntar isso agora. Enfim.
Dá um recadinho e você continua. Crânio, né, gente? É, cara. Vamos lá, então. Deixa seu recado aí pra gente. Compartilha com todo mundo. Deixa a sua curtida também. É muito importante pra gente, viu? O engajamento de vocês. Só que o engajamento de vocês que a gente consegue...
de fato, mandar essa mensagem pra todo mundo, compartilhar e inspirar você. Tá bom? A gente também tá nos streamings de áudio, a gente tá no Spotify, Prime Music, Apple Podcast. Tá? É só, se você gosta de ouvir podcasts nesses streamings aí, pode seguir a gente também, jogar lá no NovoCast. Instagram e Facebook também estamos, TikTok, LinkedIn também, né? Que a gente...
Ficou sabendo esses dias aí que dá pra botar lá. Então a AlvoCast entrou no LinkedIn também. E é isso aí. Então é isso, gente. Deixa aí seu recado que é muito importante. Fala. Antes de mudar o assunto, só posso fazer uma última pergunta? Uma dúvida minha. As agências de marketing...
Porque agora veio a IA, mas antes da IA veio o próprio marketing digital, que mudou um pouco o jeito de trabalhar das agências tradicionais. Mudou muito. E assim, antes até de falar de IA, eu acredito que tem agência que ainda está só no analógico ali, não sei. Esse mundo do marketing digital também, quando ele chegou, para quem não entende, parece que é um metaverso, as pessoas não...
Não conectam. Então, o que você diria para alguém que trabalha nessa parte de publicidade, propaganda, enfim, que tem uma agência que ainda nem, sei lá, pode ser que nem tenha migrado ainda para o marketing digital e quanto mais AI é possível?
É assim, as agências que não migraram para o marketing digital, geralmente são agências que ganham muito dinheiro, muito grande, que eles ganham comissão de veiculação em TV, veiculação em tal. Mas eu acho que é impossível, não deve ter alguma. Mas foram essas que demoraram mais para colocar um departamento de marketing digital. Por quê? Porque o marketing digital dava menos dinheiro.
quando começou. Não tinha essa coisa de comissão, as empresas não colocavam tanto dinheiro no digital como colocavam na TV, então não tinha como você cobrar, justificar cobrar muito, sendo que o investimento era menor. Então essas empresas, agências maiores, trabalhavam muito com TV, com mídia de governo, elas demoraram muito para entrar.
A maioria, claro que tem sempre os que entraram primeiro, mas demoraram muito porque eles ganhavam muito dinheiro no outro mercado. Mas hoje todo mundo tem pelo menos um braço, um departamento de digital. As agências de digital menores...
quer dizer, todas as agências menores e tudo que foi surgindo, elas já foram surgindo no caminho do digital mesmo. É difícil uma agência digital que tem um diretor de criação, um diretor de arte com especialidade suficiente em impressos para, por exemplo, fazer um encarte, um folder legal, alguma coisa assim. Geralmente, a própria equipe deles é toda...
voltada para o digital. Não tem tanta experiência nessa área de fazer impresso, fazer TV, comprar mídia offline. É mais comum essa empresa ser focada no digital. A gente, quando abriu, a gente tinha uma visão assim. A gente viu essas agências maiores que não mexiam com o digital.
E viu esse surgimento. Estavam surgindo agências, pequenas agências, igual a nossa surgiu, que só faziam digital. Então, a gente entrou muito com a cabeça, assim, o meu sócio, ele trabalhava um pouco nessa parte de publicidade, propaganda, offline, na agência que eu trabalhava, que era na MV aqui, que é uma agência grande. E aí, ele falou, olha, eu trago essa experiência daqui, você traz a experiência do digital, e a gente tenta montar um negócio que atende full service, mas...
para empresas médias, menores. Porque aí a gente não vai entrar em coisas muito complexas de nenhuma das áreas, alguma coisa que a gente consiga atender, operações que a gente consiga atender.
Então foi isso. Se eu fosse dar uma dica para um gestor de agência, eu fico muito assim. A coisa que eu mais penso é sobre você entregar alguma coisa que você sabe que você consegue fazer, que você sabe que aquilo ali vai realmente trazer retorno para o cliente. Porque só isso vai transformar o seu negócio em um negócio sustentável.
Não adianta você sair vendendo um monte de tráfego pago para depois chegar no cliente e falar assim, ah, mas eu estou te entregando aí e você não está vendendo porque você não atende bem ou porque você não atende rápido ou porque você faz parte desse processo, sabe? Você entrou nesse negócio, você quis fazer o tráfego pago, então você tem que entender um pouco também por que não está vendendo.
Vamos descobrir? A gente colocou uma ferramenta aqui para mensurar isso. A gente está vendo como está sendo o atendimento ou está todo mundo no achismo? Então, a questão é muito assim, trabalhar, mesmo que você escolha uma parte pequena dentro de todo o universo do marketing ou um nicho específico dentro de todos os nichos possíveis, escolher algo ou começar com algo que você sabe que você sabe fazer e vender aquilo.
Legal. E para quem tem o varejo, para quem tem a sua loja, o seu comércio, que também não se ligou nisso ainda, dessa urgência de pivotar para fazer, para procurar uma agência de marketing, mas também que trabalhe com marketing digital, o que você diria para uma loja, para um empresário, enfim, que está só também ali no analógico, só no físico ali? Sim.
Quando você entra no Instagram hoje, ou no TikTok... Vocês usam o TikTok? A gente tem o Novocast no TikTok. Eu vou entrar pela conta do Novocast. Eu mais ou menos. Mas eu amo o Instagram. Eu sou viciado. Instagram eu gosto. TikTok é muito preconceito. Quando você abre, o que te chama a atenção? E eu já...
já respondendo a pergunta, será que não são as pessoas aquela coisa de ser natural, aqueles vídeos que tem realmente uma pessoa ali falando, falando do negócio dela, que seja... Algumas vezes tem gente que vai gostar de quem faz uma esquete mais engraçada, tem gente que vai gostar de quem dá conselho, de quem dá dica de empreendedorismo. Tem muitos caminhos ali, mas...
Eu vejo que os caminhos mais legais, que eu mais gosto de ver, são pessoas reais falando e mostrando, dividindo suas dificuldades, compartilhando a realidade do seu negócio. Então, muitas vezes, se eu fosse um empresário, um pequeno empresário, e eu tivesse uma verba restrita para investir em propaganda...
Porque tudo depende da verba e do tipo de negócio que você tem. Então vamos ser um pouco genérico agora. Mas eu tenho uma verba restrita. Eu iria para o caminho de fazer dentro de casa.
de buscar ali dentro uma solução, porque o volume importa muito. Se você não tem dinheiro, vai ser muito difícil você pagar uma agência que vai fazer com qualidade e com volume, porque vai ficar muito caro, porque a agência também tem que ganhar. Ela também tem várias pessoas ali atrás pensando. Então, o volume importa.
E, muitas vezes, a sua pessoalidade e a sua essência dentro daquele vídeo, dentro daquilo que você está querendo transparecer, é muito mais importante do que outras qualidades que uma agência traz.
Então, a agência funciona? Claro que funciona. Senão, eu não estava aqui. Mas se você está começando e você tem pouco dinheiro, às vezes é melhor você deixar o dinheiro para fazer um posicionamento, para pagar um editor de vídeo, para pagar, às vezes, a minha dificuldade é filmar. Então, eu vou pagar alguém para filmar e minha filha consegue editar no CapCut. Enfim, você buscar soluções para que você consiga ter volume e transmitir a sua essência... É...
Tendo com o dinheiro que você tem, né? Legal. E é importante, eu falei de você entender o tipo de negócio também, porque eu não quero deixar de falar que tem negócios que ele traz muito mais... É muito mais fácil ter resultado fora do Instagram. E as pessoas não olham muito para isso, sabe? O Google é uma máquina. E se você tem, por exemplo, um...
eu vou dar um exemplo aqui, que é o exemplo mais rápido que vem na minha cabeça, mas, por exemplo, uma empresa de locação de coisas para festa. Tá. Você aluga copo, toalha, enfim, tudo para uma festa. Você pode ter muito sucesso no Instagram, mas você pensa que quando...
dá na telha da pessoa e ela fala, caramba, vou fazer o meu aniversário aqui, eu não tenho, precisava de umas cadeiras, umas coisas. Existe um caminho ali também, natural, de boa parte do público, que é abrir o Google e falar, aluguel de mesa, cadeira. Sim, sim. E você ser o primeiro, já é o suficiente, às vezes, para girar a sua empresa num nível que ela nunca girou. E é muito fácil de você comprar aquele anúncio e, às vezes, seu concorrente não está comprando ou o seu concorrente está ganhando muito e você não está vendo porque ele está comprando.
E aí
E às vezes aquilo ali já é o suficiente pra te dar uma demanda maior do que você tem capacidade de atender. Então antes de você começar a fazer vídeo, às vezes é melhor você comprar uma palavra-chave, sabe? Olha só. Fala com quem entende. Legal a sua parte, cara. É verdadeiro pra caramba. Gostei da resposta. Você compartilhar isso aí, muito bom. Vamos mudar de assunto um pouquinho. A pessoa tem várias skills, lembra? Exatamente, vou virar a chave.
O Saulo, né, esteve aqui. Parceiro nosso também. Foi muito legal a entrevista com ele. Beijo pro Saulo. Eu também jogo... Você joga poker, né?
Eu jogo também, mas sou horrível. Inclusive, tem um poker a semana que vem. A galera achou o máximo que eu vou jogar. Porque eu sou péssimo, né? E aí eu vou deixar dinheiro a ver dele. Pede pra jogar mais caro. Exatamente. O pessoal, não, pode trazer. Traz ele. Então eu vou jogar na semana que vem. Agora você tem uns amigos bons aí. Eu tô aprendendo. Eles vão ver. Eles vão ver. Porque o meu chegado é diferente, cara. O meu chegado é diferente.
Mas enfim. Algumas vezes, dentro do universo das pessoas que eu convivo, eu também sou esse cara.
Eu sou o pato da mesa, porque, querendo ou não, são vários profissionais. Show. E assim, trazendo esse skill, né? Você ser jogador de pôquer. Como é que vocês juntos, né? Alcançaram, com o marketing bem feito, um patrocínio internacional de pôquer, né? Conta pra gente um pouco dessa história. E você, como jogador de pôquer, que é muito mais experiente do que eu. Pôquer é um jogo de cartas ou um jogo de pessoas?
Teve um comentário no YouTube de vocês, no vídeo do Saulo. Esses comentários irritam bastante a gente, assim, que é do universo do poker. A gente pode ocultar lá. Ou se vai engajar muito. A gente oculta lá.
Depois você me fala. Porque pra gente, vem sendo um trabalho, se você vê o trabalho dos pioneiros no pôquer no Brasil, a coisa que eles mais batem na tecla é que, gente, o pôquer não é jogo de azar. Uhum.
Pôquer é o esporte da mente. E aí foram atrás de provar isso, foram atrás de estudos, enfim. É um trabalho longo. E que pra gente que tá dentro do universo do pôquer, dentro dessa bolha, a gente acha que todo mundo já entendeu isso.
Mas, vez em quando, aparecem essas pessoas. Aí teve um comentário de um cara que falou assim, olha, o Poker é um jogo como o Blackjack, como qualquer jogo de azar. Esse rapaz está delirando nesse vídeo. O cara falando. E é surreal, porque, assim, é quase como se fosse um... um terraplanista, sabe?
Ô, diretor, vamos ocultar esse comentário, vamos chamar os amigos. Mas se ele não tivesse, ele não ia falar isso agora, não é verdade? Não é pra ocultar. Vai acabar o trabalho de vocês aí? Não, mas aí ele não traria isso aqui pra mesa. É, então tá. Mas o jeito mais fácil de explicar isso é você pensar o seguinte, 70% das mãos de poker…
esse número pode até ser maior, mas não vai ser menos que 70. Eles não vão para o showdown. Então, o que acontece? Você não mostra as suas cartas 70% das vezes. A mão vencedora é escondida porque você conseguiu fazer a outra pessoa foldar, fugir da mão. Como que você fala no seu grupo lá, quando você sai da mão? É, fala fold mesmo. Fold também.
A gente é brasileiro, as palavras... Não, os caras são ruins, são eu só. Eles são bons. Você fazer a outra pessoa foldar a mão. Então, o que a gente pode concluir com isso? Quer dizer, se você não mostra a carta, então existe um jeito de você ganhar mentindo sua carta. Ou existe um jeito de você ganhar, às vezes, através apenas do...
E meio que induzindo, assim. As apostas, é, induzindo e tudo mais.
Isso é uma grande... Talvez é uma forma mais fácil de você provar. Mas existem muitas outras coisas. Existem muitos estudos que provam que o pôquer é um esporte da mente. Mas o que acontece? Quando você tira uma amostragem muito pequena, um dia jogando, um torneio jogando, e você caiu porque você teve azar, ou você teve azar o torneio inteiro, não veio nenhuma carta, você foi caindo aos poucos, foi morrendo aos poucos, até morrer definitivamente.
Você tem realmente essa impressão de que a sorte tem uma influência muito grande.
E ela é parte do jogo. Só que você tem que saber o que fazer quando você está com cartas boas e extrair mais fichas e conseguir perder menos quando você está com cartas ruins. Tem um discurso do Federer que é muito legal. Vocês com certeza já viram. Ele fala que ele ganhou 80% das partidas que ele disputou.
Só que nos pontos, 54% dos pontos ele ganhou. Então, quer dizer, esses 4% a mais do que seria o normal, né? 50% a cada um, esses 4% que fez ele ser o melhor do mundo.
E no pôquer é um pouco disso. Você fazer uma análise de uma mão, de um torneio, de uma coisa, você não sabe se aquele jogador realmente é bom. Mas se você pegar toda uma carreira, se você pegar mil jogos disputados, e ele sabe disso também, porque o jogador que é lucrativo, ele entende que ele precisa se expor mais ao jogo, jogar muitos torneios, porque só isso vai fazer ele realmente ganhar dinheiro.
jogar um torneio ou outro, você não tem volume suficiente para a sua habilidade sobressair a sorte. Legal.
Legal, faz sentido, cara. E aí, a outra pergunta do Marketing para as Mesas. Como é que a parceria sua com o Saulo, né? E com a sua expertise toda do marketing aí, bem feito, gerou um patrocínio internacional muito legal para vocês, né? Pois é. E você sabe que desde o começo o Saulo estava mirando isso, assim. Ele falou... Olha, danado! Ele teve esse objetivo aqui. E eu olhava para aquele objetivo, assim, e falava... Bom, vamos...
Mas eu comprei esse sonho, né? A gente viveu junto isso daí. Eu também, tiveram outras pessoas, o Lincoln, né? Que também é sócio dele, sócio dele no time. O que que aconteceu? Ele ganhou um torneio, que é o BSOP Millions. É um... É o maior torneio brasileiro, assim, que tem. Então, o BSOP, digamos que é como se fosse o campeonato brasileiro. Uhum. É...
Eu vou precisar fazer uma analogia melhor. O BSOP, ele vai estar mais para uma competição de tênis, assim. Porque no tênis tem várias etapas. Então, tem a etapa Rio Open, né? Aí tem o West Open. Tem várias etapas ao longo do ano. Então, o BSOP, ele é um campeonato brasileiro com várias etapas. Certo. E o Millions é a etapa do final do ano. É a maior etapa.
Ela dura muito tempo, ela paga muito dinheiro. Acho que o Saldo ganhou mais de um milhão nesse torneio. E aí ele trouxe isso para mim falando, cara, eu acho que a gente tem uma oportunidade aqui porque os jogadores de pôquer não costumam trabalhar o marketing. E tem muitos jogadores que já ganharam o BSOP Millions antes dele.
Mas ele teve um certo marco histórico aí, que foi talvez o que mais aproveitou o hype. Então é como se você comparasse o Saulo ali com alguém que saiu do Big Brother e conseguiu transformar aquilo em uma coisa maior, numa carreira, num negócio. Então ele aproveitou aquele hype.
E a gente foi trabalhando junto, criando conteúdo. Então, o que que fazia? Ele me ensinava poker, me levava pros torneios, me levou pra BSOP, me levou pra jogar até na Argentina, em outros estados daqui. Vocês foram até em Las Vegas também, no passado? É, mas esse foi recente. Nessa época, ele me levava com ele pra eu ir aprendendo. Ah, tá, entendi. E ele queria despertar em mim essa coisa de gostar.
do poker, pra que eu pudesse ao mesmo tempo ir construindo a carreira dele pra esse lado, sabe? Legal. E aí, em um lapso de...
sei, um dia que eu estava pensando muito sobre as coisas, sabe quando você fica pensando muito sobre as coisas? Eu falei, cara, por que eu não mando? O Saulo já tinha... Ele foi bicampeão logo em seguida, isso daí também ajudou bastante, né? Dá um hype legal. A gente já estava tendo um bom retorno com marketing, então ele já tinha bastante seguidores, ele já era reconhecido em vários lugares, sabe?
E aí eu falei, cara, por que a gente não manda um e-mail para os sites? E aí eu fui mapeando os sites internacionais que não tinham, às vezes, um representante no Brasil, não tinha um outro jogador que eles contratavam. E mandei para um site um e-mail. Olha só, gente. Você acredita que as coisas começam assim, né? Eu acredito. É, as coisas funcionam às vezes. Eu acredito. E a gente... Eu mandei um e-mail. Ele fala assim, não vai nem ler, vou mandar isso aqui não.
Não é que a gente pensa isso, né? Mas isso é um pensamento natural, né? Pra quem não tem fé, é claro, é do nada. Pra quem tem fé, tem que marcar, cara. Foi assim, então, é. Mandei e-mail e aí chegou um WhatsApp pra mim de um cara que a gente até já conhecia de vista, assim, né?
Aí ele falou, olha, eu sou representante do site no Brasil. Eu tô começando agora aqui no Brasil. Gostei do que vocês falaram aqui. Queria conversar mais. Vamos marcar uma reunião? Uau. E a coisa fluiu, sabe? Maneiro. A gente já tentou vários e-mails. A gente tá esperando a resposta. É, continuar mandando. Não deixe de mandar o e-mail. Obrigado, Tony. E já tô com tanto de Instagram que eu entro. Oi, tudo bem? Aqui é a Sabrina do NovoCast. Poxa vida, sua história e tal, né? F*** me.
Cri, cri, cri, cri, cri. Tá tudo bem. Tá tudo bem. Vou colocar uma Iá pra fazer isso aí. Esse. O duro que você vai ter que selecionar um pouco melhor, né? Mais humano. Mas você seleciona as pessoas que você quer e coloca ela pra mandar e-mail pra todo mundo. Aí o que responder é e o resto é coisa que você continua, entendeu? Cara, que legal. Então, a tua expertise do marketing ajudou nessa jogada aí, né? E você...
Quer complementar? A gente tá junto com eles até hoje. Inclusive, essa viagem que você falou, a gente foi pra Las Vegas, a gente já foi trabalhando pra eles.
Tem até um podcast, né? Eu acho que tem a ver o podcast com patrocínio, não? É, realmente tinha um podcast. Tinha? Verdade. O Salas comentou alguma coisa com a gente aqui. É verdade. É que a gente tem um projeto de... É uma stream, né? Na Twitch. Isso. Isso mesmo. E aí, quando a gente migrou essa stream pro YouTube... Migrou não, né? Criou também o canal do YouTube. A gente falou, cara, não vamos ficar fazendo o mesmo conteúdo. Vamos tentar outra coisa. E aí, a gente fazia podcast.
Ah, foi muito legal essa época, mas o YouTube apagou o nosso canal. Eu não acredito. Puxa vida. Que pena. É uma história difícil. É. Difícil até de falar, né? Tem que ter que desapegar. Teve um tempo atrás, teve uma época que eles saíram passando a foice, assim, nos canais de pôquer. Putz, cara. E aí entra um pouco nessa briga nossa de você distanciar o pôquer do jogo de azar.
Mas são coisas que caminham... Do vício, né? Elas caminham... São universos que caminham um pouco próximos. Porque, por exemplo, qual que é uma estratégia de um cassino em Las Vegas? Quando ele faz um grande torneio de poker. Ele não quer só ganhar o dinheiro da reiki do poker. Que é um dinheiro pequeno comparado a um quanto de dinheiro um cassino.
gera. Então ele quer trazer pessoas pra dentro do ambiente do cassino, pra que essas pessoas, quando caíram no poker, vão jogar uma roleta.
Então, essa conexão do pôquer com o jogo do azar no mundo é muito forte. No Brasil, tem uma distância grande. O Brasil é interessante como os grandes nomes do pôquer no Brasil conseguiram de uma forma crescer o nome do pôquer sem estar tão ligado a isso.
Então, por exemplo, o BESOP, lógico, aqui não tem cassino, né? Talvez se tivesse, provavelmente já está conectado, mas o BESOP é um ambiente muito familiar. E eles brigam muito por isso. Tipo, eles querem que tenham crianças lá, às vezes o pai leva criança, eles fazem em hotéis, eles fazem de tudo para ser um ambiente...
Essa cultura. Para não ter briga, para não ter... Para ter essa coisa gostosa, sabe? Para que essa pessoa possa continuar frequentando, para que ele possa trazer a esposa dele também, porque o pôquer era um ambiente, até um tempo atrás, 100% masculino. Hoje está muito maior a frequência das mulheres, tanto as jogadoras, que é natural, mas as próprias esposas, namoradas dos jogadores também frequentam o ambiente do pôquer, sabe?
Nos campeonatos tem categoria ou é homem com mulher? É assim. Existem torneios ladies, que são só para mulher. Ah, tá.
Todos os outros, as mulheres podem participar também. Mas o Ladies seria só para mulheres. Entendi. Nas Vegas, eles deixam homens participarem do torneio Ladies. Ladies. Tem que pagar 10 vezes mais o buy-in. Ah, legal. Aí tem os caras que vão, se fantasiam, colocam uma peruca e vai jogar.
Eu aposto que o cara do comentário tem alguma coisa a ver com a queda do canal, viu? O cara do comentário. O cara do comentário. Já vou fazer uma denúncia aqui no NovoCast. Seguinte, você disputou ano passado o WSAP. Foi o maior torneio que você já disputou de pôquer? Ah, com certeza. É que é assim.
Vamos voltar a imaginar como agora dentro do WSOP, o WSOP é o maior evento de poker do mundo. Do mundo, certo. Ele dura dois meses. E dentro desses dois meses tem muitos torneios. E aí tem muitas categorias. Eu vou participar da chupetinha, sabe? Os torneios mais baratos. Que ainda assim já é um nível alto.
Depende da régua. Lá nos Estados Unidos, eles não enxergam... Não é bem assim, né? Entendi. Porque o que acontece? Lá, a cultura do pôquer é muito forte. Então, você joga, muitas vezes, o torneio mais barato e joga com pessoas que às vezes não sabem jogar pôquer, sabe? Tá. Mas, como tem muita gente do mundo inteiro que vai jogar também, esse torneio também vai sendo um nível alto. Também vai misturar. Você vai encontrar tanto jogadores iniciantes quanto jogadores melhores.
No torneio mais barato. Agora, nos torneios mais caros, aí você só vai encontrar a pedrada, né? Entendi. O saldo joga os torneios bem mais caros lá. Então, por exemplo, o Menevent, que é o principal torneio, esse sim é o maior torneio de poker mesmo do mundo. Custa 10 mil dólares o buy-in.
ele paga fortuna, sabe? Só de você estar na mesa final, assim, você já ganha milhões. Você ganha... O primeiro, eu acho que... Eu não lembro direito, mas é coisa perto de 10. Mesmo que você não seja campeão, já... É, imagina assim, 10 milhões de dólares, 8 milhões de dólares. É nessa categoria de dinheiro, sabe? Sim. Então, na mesa final, você vai ganhar, talvez... Você já está feliz, já. Chegando na mesa final, já está tranquilo. É, um milhão de dólares.
Chegou na mesma final, tá tranquilo É como se você tivesse chegado na final mesmo, né? Eu queria fazer uma pergunta Um link, na verdade Você falou que o Saulo te levou Pra você ter mais envolvimento Com o poker, conhecer o mundo Até pra que vocês conseguissem Alcançar essa parceria que você contou pra gente O que você transferiu Que você aprendeu Nesses momentos, as viagens Nesses torneios que você disputou O que isso isso isso isso isso
sobre resiliência e sobre controle emocional que você transfere para a sua gestão da sua empresa. É bem interessante você falar isso, porque o pôquer traz muitos aprendizados para os empresários, para um gestor.
E é comum, às vezes, uma pessoa sair do pôquer e virar rapidamente um empresário bem-sucedido em outra área. Porque ele tem já de... A natureza do jogo ali é você ser resiliente. Porque no pôquer você vai perder 99% das vezes.
Porque pensa o seguinte, você vai jogar um torneio contra 100 pessoas. Se todo mundo jogasse no mesmo nível, ou se fosse um jogo de sorte, você tem quantos por cento de chance de ganhar o torneio? 50, 50. Não, contra 100, você tem 1%. Porque são 100 pessoas, cada um tem 1%. Certo. O fato de você ser melhor do que elas, ou ser muito melhor do que elas, e digamos que você dobre suas chances, você vai ter 2%.
Você não vai ter 25% de chance de ganhar um torneio. E você joga, muitas vezes, torneios não de 100 pessoas, de mil, de 2 mil, de 3 mil. Tem online, né, também. Então, a probabilidade de você ganhar um torneio que você acabou de entrar, ela é mínima. E você vai perder.
A massacrante maioria das vezes. E às vezes você vai ficar em segundo e aquilo ali vai ser muito bom financeiramente. Porque o primeiro de segundo já é legal comparado às vezes ao seu bainho e tudo mais. Ele é bom financeiramente. Mas aquilo não é uma vitória, né? Você não terminou em primeiro. Então você ainda sai frustrado. Então você está o tempo todo ali lidando com frustração.
você está o tempo todo lidando de uma maneira muito matemática com risco retorno das suas ações dentro do jogo. Então, essa pessoa do pôquer tem uma tendência a arriscar mais, a jogar mais o jogo, a ver que alguma coisa está dando certo. E falar, bom, então eu vou colocar bastante dinheiro nisso aqui, porque isso aqui está dando certo, isso aqui vai me trazer mais dinheiro.
Então, ele corre muito mais riscos e tende a ser riscos calculados. Mas, às vezes, a gente, mesmo com os riscos calculados, tem um pouco de medo de dar aquele passo. Dá para fazer uma mentoria para os empresários. Dê um upgrade, vai para o próximo passo aprendendo a jogar pôquer. Tinha gente que fazia isso daí. O pôquer é um ambiente... Dá para desmistificar.
ele é um ambiente de prosperidade, assim. Então, para mim, ele serve também como network. Eu também, eu atendi clientes na agência que eu jamais imaginaria atender uma empresa desse tamanho e uma empresa grande em São Paulo. Eu falo, pô, eu sei que esse cara só está comigo porque eu conheci ele dentro do ambiente do poker e essa coisa foi acontecendo. Ele foi vendo a minha capacidade, foi vendo as coisas que eu fazia.
Então, ele é um ambiente legal ali de você também ter essa troca, fazer network, conhecer pessoas, fazer amigos. Muitas vezes você fica sentado na mesma mesa com as mesmas pessoas durante muitas horas. Então, acaba sendo natural que você vai conversar. Você vai ficar o tempo todo olhando com cara feia, sabe? Falando, pô, a gente está competindo aqui. Não é bem assim, sabe? Então, cria-se amizades dentro do jogo.
Legal. E nessa jornada aí, Tony, essa coisa que você falou do azar, da sorte, né? Como é que você equilibra essa questão da análise fria e também de verificar que de repente é uma proteção, é uma iluminação? Você falou, ah, teve um dia que eu acordei pensando, tá? Não sei o quê, essa inspiração. Você conecta isso com Deus, com alguma coisa assim, com alguma...
universo, enfim, como é que você trabalha essa parte mais espiritual da tua vida, da tua jornada eu vi um corte de vocês ali, que eu acho que era com com o Rafael Black
Ah, sim. Que ele fala alguma coisa assim. Do poder das palavras. O quanto ele acredita no poder das palavras. Você ter um... Falar coisas negativas. Trair coisas negativas. E tudo mais. Eu tenho uma filosofia um pouco parecida com essa. Legal. Mas eu não...
Às vezes eu não quero pisar tanto no terreno místico, assim, sabe? Tá. Eu comprei um livro quando eu era bem jovem, que era aquele... É o Segredo, não é? Aham. Que é um negócio de cartas. Aham. Eu tenho uma coisa da pação. A minha mãe olhou aqui lá e falou, que isso? Ela queria jogar fora.
Você tá procurando esse tipo de autoajuda agora. Eu falei, não, eu quero entender o que esse cara tá falando, né? E lá tem muito de você pensar muito no que você quer. Da atração. Essa coisa da palavra também. Essa coisa de você não pensar de uma forma negativa. Você imaginar que você consegue. Imaginar você já pegando naquele carro, naquela casa.
você emana aquilo pro universo e eu acredito que de certa forma dentro da realidade lógica das coisas, isso funciona mesmo, porque se você realmente começa a acreditar e começa a pensar e masterizar aquilo na sua cabeça de que é aquilo que você quer todas as coisas vão se desenhando pra aquilo por sua causa, porque você realmente está se movimentando naquele sentido isso
Então, se o seu objetivo é chegar naquele lugar, é se tornar aquela pessoa, porque eu gosto de imaginar, assim, aquela pessoa. O que seria eu, a pessoa que eu me imagino sendo? Será que não dá para você, de repente, acordar e ser?
E agir como aquela pessoa. Começar agora. E como aquela pessoa faria. E aos poucos as coisas vão se conectando. Né? Eu acredito um pouco nisso. E eu acredito muito no poder de queimar pontes. Quando você quer ir num determinado sentido. Você já meio que... É...
Vocês entendem. Você ir queimando um pouco o seu plano B, C e D, sabe? Você falar, não, é aquilo ali que eu quero. Então, eu vou naquela direção. Se você ficar muito entre muitas opções, parece que você não quer tanto. Entendi. Adapta até... Você vai adaptar até dar, mesmo que você encontre muitas dificuldades. É, porque você não tem mais para onde voltar.
Não é? Os barcos estão queimados, é. É. Legal. Por isso que ele já chegou perguntando pra gente umas coisas aqui, né? E... É, deixa eu te perguntar um negócio. É, você gosta de trabalhar com os seus amigos? Com pessoas que você conhece? Ou você, tipo... Porque, assim, nem sempre a gente... Por exemplo, você teve conexão com muita gente, né? Jogou um pouco com muita gente, você falou do network. Às vezes, né? A pessoa não é seu amigo. Você torna depois que vocês abrem... Vem uma oportunidade de negócio.
pode acontecer mas as vezes somos amigos e de uma amizade pode surgir um negócio tem uma frase que passou aqui na minha cabeça mas eu não vou lembrar de quem que é então não vou nem trazer porque eu posso cometer um erro mas o que você acha? você acha que é um luxo por exemplo a gente fazer negócios com amigos, é um luxo que o sucesso te deu ou você acha que isso foi sempre uma estratégia você sempre procurou fazer isso é isso é isso isso é isso isso é isso isso isso
negócios com amigos, com pessoas que você já conhecia. É, teve um dia que eu e o Saulo, a gente estava em Salto do Guairá, Paraguai, né? Aham. Paraguai. A gente estava chegando, lá tem um resort que tem poker e tudo mais. A gente estava chegando ali, ele estava com a família dele, com a filha dele, a gente estava com os dois amigos.
E se eu não me engano, era uma quarta-feira, final de tarde, assim. E aí ele falou, cara, ele usou esse termo que vocês usaram. Que luxo que é isso aqui, né? Aí eu falei, o quê? Viver isso aqui. Eu não tenho que ir pro escritório amanhã cedo. Eu tô aqui com meus amigos, minha família. Minha filha tá aqui brincando.
E esse é o meu trabalho. Esse é o meu ganha-pão. Eu me divirto fazendo isso aqui e estou perto de pessoas que eu amo.
Então, assim, é um luxo mesmo você poder ter isso. Mas, antes de tudo, você... Eu quero, imagino que todo mundo quer, trabalhar com pessoas competentes. Se elas forem nossos amigos, melhor ainda. Que bom. A gente pode até forçar um pouco para o negócio sair, porque é amigo. Mas sempre vai ter essa questão da competência. Isso daí é...
Se tem isso, o negócio não vai prosperar. Você não tem um negócio de sucesso. Então, eu acredito que trabalhar com pessoas competentes, estar próximo dos amigos, ou, às vezes, transformar... Uma pessoa competente que trabalha com você acaba virando seu amigo, tendo proximidade. Isso acontece mesmo. É um luxo. E é um luxo que...
eu escolhi viver de certa forma. Legal. Então, as minhas escolhas foram me levando para esse caminho de... Olha, eu... Preciso recomeçar um pouco essa fala. Mas assim, as minhas escolhas me levaram para esse caminho de ter por perto pessoas que eu gosto, pessoas que eu amo. E talvez, em alguns momentos, por causa de competência, essa coisa...
ficou, né? Essa relação de negócios se sustentou. Algumas outras vezes eu tive também essa oportunidade de trabalhar com os amigos e algumas vezes não se sustentou. E assim é a vida. Às vezes a pessoa não queria ou não gostava daquilo ali que você estava fazendo. Às vezes não era o que ela estava destinada a fazer, né? Então, normal. Legal. Legal. Temos que ir pra roda. Já passou 10 minutos. Então vamos. Vamos.
Roda de taleré. É, vou dar um recado, verdade. Gente, recado maneiro, né? Conversa legal. E um cara extremamente inteligente. Eu acho... Ele tá me lembrando, sabe quem? O Tadeu. É. Ele lembrou muito o Tadeu. O Tadeu é um sócio nosso. E ele... Assim, eu tô vendo você falar algumas coisas assim. Uma calma, né? É, muito parecido com ele. É, muito parecido com ele.
Gente, tá gostando da conversa? Deixa aí seu like, compartilha com todo mundo, deixa seu recado também, é muito importante. A gente faz isso aqui com o objetivo de inspirar você que tá aí do outro lado. Então deixa seu recado. Fala aí pra gente o que você acredita. Você acredita nesse movimento do universo? Que se você se movimentar, as coisas vão acabar acontecendo? Deixa aí, Universo Novo Cast, pronto. Vai ser a hashtag de hoje. Então deixa aí a sua crença e a gente vai...
debater aí nos comentários. Beleza? Vamos... Vamos deixar um beijo também para os nossos parceiros. Isso, dos nossos parceiros. Um beijo para a Quaresalva, né? Que leva um pronto-socorro para dentro da sua casa. Precisou, qualquer hora do dia, madrugada, a gente já usou lá em casa com os nossos filhos e chega uma UTI móvel lá para você. Às vezes resolve o problema, senão ela te leva para o hospital também. E não é só isso. Eles têm uma rede de médicos lá que você pode estar usufruindo também.
Então, vale a pena dar uma olhada, vai subir um QR Code pra você. A gente recomenda o serviço da Qualy Salva. Vai subir também um QR Code pra você dessa mesa linda que tá vendo aqui, Tony? Nossa, eu fiquei impressionado com a mesa quando eu cheguei. Bonita, né? É do Ricardo. Tem um QR Code, depois a gente pode se conectar com ele. Olha, ele faz de tudo. Ele faz peças, faz tábuas. A gente fica muito feliz com essa mesa, dá um outro visual no estúdio, né? Fica lindona, né? É uma mesa boa pro Pokémon, né?
mas aí a gente vai estragar ela não, aí tem que ser redonda talvez, né, mas o Ricardo deve fazer lá qualquer tipo de mesa talvez se colocar uma toalha legal jogar um truco né, então tá, um beijo pro Ricardo e a gente vai também te presentear com a nossa caneca, pra você não esquecer da gente tomar um café lá, marcar a gente, tá bom? quer ler aí a frase? seu legado se constrói com a sua história obrigado por inspirar tantas mentes e corações aqui e aí
Tá bom, obrigada, viu? Porque você veio e tá ensinando a gente aí tanta coisa que você aprendeu. Lá na tua, você é parecido com quem lá na sua casa? Mais com a sua mãe, mais com o seu pai?
fisicamente. Não, assim, desse seu jeito mais calmo, mais... Ah, eu sou bem parecido com minha mãe. É? É, a gente é muito parecido. Vai ser tranquilo. Show. Legal. Roda o xereré. Roda o xereré sem tereré, porque hoje o que eu chamo tomou tereré. Tá rolando tereré aí? Nós estamos esperando o nosso patrocinador de tereré. Aqui não rola nada, é um cafezinho. Mandar a erva. Falei, hoje não tá tendo, né?
Eu perguntei aqui Se foi até Até ela passou lá e aqui nada Tá rodando no fundo e não tá rodando aqui Ela tá começando hoje, pessoal
O convidado não quis tomar, eu esqueci. Pois é, né? Eu achei que eram os amigos. A roda de Tereré são perguntas rápidas, tá, Tony? Mas assim, do jeitinho que você tá fazendo mesmo. Por pergunta, responde, tá? É, assim como a dinâmica do Tereré, né? A gente rapidinho vai passando e aí volta no entrevistado, no caso. Eu começo. A gente vai fazer perguntas rápidas pra você. Então tá, aí a gente já tá indo pro fim, tá? Quem que é o Tony Caíque numa frase ou numa palavra? Como que você se define?
Eu me defino como uma pessoa curiosa. E eu acho que isso trouxe muitas coisas, muitos benefícios, assim, na minha vida. Legal. O que que tira um cara tão calmo do sério? Alguma coisa te tira do sério, cara?
Ah, eu não sei se eu sou tão calmo. Eu sou um pouco estressado, assim. Principalmente com problemas... Problemas bobos. Problemas, às vezes, pequenos que poderiam ter sido resolvidos. É...
Eu não sei, essa pergunta tem vários níveis, né? Mas eu fico pensando mais na realidade do dia a dia, assim, uma realidade de trabalho, onde que eu me estresso? Eu me estresso muito com problemas simples, que às vezes tem soluções simples e elas estão sendo arrastadas, sabe? Um coisa que já tem resolvido, já. O pessoal que fala assim, alguém tem que fazer alguma coisa, né? Eu já poderia ter feito.
Tem algum hábito? Me incomoda um pouco ser essa pessoa, sabe? Porque às vezes as pessoas acham você se estressa porque fez uma pergunta que você acha boba, mas não é boba pra mim. E eu quero que continue perguntando. Mas o fato de às vezes me estressar algumas coisas assim que já deveriam ter sido resolvidas antes e tudo mais, eu acabo sendo essa pessoa um pouco chata, um pouco estressada nesse sentido aí.
Legal. Tá bom. A gente te aceita assim mesmo. A gente quer ser seu amigo. Na verdade, eu tô tentando entender qual o perfil comportamental dele. Que a gente brinca assim, né? Como que é o temperamento de cada um? Eu sou mais colérica. Eu sou dessas que fica... Tô com pouca paciência.
Tem que ficar tendo paciência. O Werner é sanguíneo. Ele é aquele que faz amizade na fila do banco. Vai chover? Não vai chover? Talvez o Tony seja... Eu tô mais pro seu lado. Conforme... Ou você vai ser melancólico ou colérico. Assim, que a galera que quer tudo meio certinho e mais conforme ali dentro do padrão, dentro do processo mapeado. São quantas as opções que existem? Quatro. Quatro? Ou o colérico, que é o mais... Provavelmente você acertou, então.
Porque o último é o fleumático, que... Não sei se o Saulo talvez seja, que ele é o bom ouvinte, que ele se cala mais. Ele é o que está mais próximo da inteligência emocional, é o fleumático, que é o meu digníssimo marido. Tadinho dele. Mas eu estou evoluindo, né, meu bem? Vamos lá. Você tem algum hábito que mudou a tua vida? Tipo, se você acorda de manhã, você tem alguma coisa que você tem que fazer para o teu dia ser melhor?
Eu sou muito informado. Eu tô o tempo todo lendo, entendendo o que tá acontecendo no mercado, entendendo o que tá acontecendo no mundo, sabe? E isso me ajuda bastante em vários aspectos da vida, assim. Eu acho que isso é uma forma de eu me manter no jogo, assim.
Cara, isso é até um negócio, né? Dá pra você fazer uma newsletter que todo empresário, que toda pessoa... Porque, como você falou, lembra do FOMO, que tem muita coisa? A gente não consegue. De repente, tem alguém que vai filtrando e peneirando pra gente falar, ó, você tem que ler isso aqui. Era legal.
Eu gostaria de participar da sua lista Você Como jogador de pôquer Como enfim Um cara que gosta, é curioso, gosta de muita informação Como é que você faz pra manter foco e concentração No mundo que tá cheio de informação É um problema pra você?
Eu não mantenho, né? O meu segredo é não manter. Como é que você consegue ser? Você já viu aquele vídeo que um cara fala assim, ah, eu tenho uma banda, eu tenho duas empresas, eu tenho um negócio assado, outro assim, tal, tal, tal. Como que você faz pra tocar tudo isso? Fala, faço tudo errado.
fazendo tudo mal feito. Mas, brincadeira, eu tenho uma certa dificuldade de manter o foco mesmo nas coisas, mas eu tento também trabalhar, por exemplo, coisas que eu preciso muito de foco, eu tento trabalhar à noite, assim, final da tarde. Aí eu tiro aquele momento pra resolver, coisas que às vezes eu preciso resolver, coisas de programação, coisas que eu preciso estar centrado, eu faço sempre final da tarde à noite. Você é mais noturno.
É, funciona melhor pra mim. Porque durante o dia também é muita mensagem no WhatsApp e eu não consigo ser essa pessoa que simplesmente ignora. Certo. Em algum momento eu vou abrir e aí vai ter alguma coisa ali que vai precisar da minha atenção. Então é complicado. Entendi. Legal. O que é sucesso pra você?
Eu acho que o sucesso, pra mim, ele tá muito mais ligado no bem-estar pessoal, assim, de você alcançar em vários setores da sua vida uma situação de conforto, né? Então...
Eu não acho que ela está... Claro que o dinheiro sempre vai importar, né? Não tem como não falar disso, mas... Eu não acho que ela está 100% ligada a isso ou a quantidade de dinheiro. Talvez seja melhor isso. Existe uma quantidade de dinheiro que você precisa para você ter uma vida justa, confortável.
Mas talvez o sucesso pra mim não tá ligado a ter uma montanha de dinheiro. E pra isso eu ter que abdicar de algumas coisas na minha vida, sabe? Dos outros aspectos da vida. Então eu acho que ter esse equilíbrio e ter isso de uma forma um pouco mais consistente, ter menos ansiedade com relação a todos os aspectos da vida, é sucesso pra mim. Legal, saber os seus valores, né? E o que você não negocia. Muito bom.
Vou trazer um cenário aqui, ó. Final de tarde, você tem uma coisa importante pra fazer. Vai precisar fazer. É o final de tarde. Aquele pedacinho lá que você fala assim, foco, concentração e eu consigo aqui. O que toca na playlist do Tony? Eu tenho uma...
Eu tenho uma paixão, assim, muito grande por Engenheiros do Havaí, sabe? Ah, eu amo Engenheiros. Amo Engenheiros. Então, assim, muitas vezes eu vou por um caminho, eu escolho uma ou outra música do Engenheiros e coloco naquela rádio que vai buscando coisas parecidas, assim. Então, eu não perco muito tempo selecionando o que eu vou ouvir. Mas eu sei que vai pra um rumo que eu gosto.
muito bom, excelente excelente escolha Tony, se você pudesse tomar um tereré ou um café com qualquer pessoa que estivesse aqui viva ou morta, quem seria essa pessoa? depois da última pergunta eu fico muito inclinado a falar Humberto Guedes foi eu até não sei se eu deveria ficar falando isso eu sei se eu deveria ficar falando isso
Eu choro muito, assim, no show do do... É, que massa, cara. Sei lá, eu gosto bastante mesmo. Que massa, velho. E eu fui... Eu já fui umas três vezes, mas nesse último, eu fui com uma família de amigo nosso, aquele que teve uma mesa ali no... Ondara, né? Foi agora, acho que, né? Final do ano, não sei. É, e aí eles me chamaram de última hora, assim, e falaram, olha, sobrou um ingresso, eu não tinha um ingresso, né? Sobrou um ingresso, porque você não quer vir? Eu falei, vou. Aí eu fui de chinelão, do jeito que eu tava, assim...
e começou o show eu ficava chorando dando uma disfarçada assim né vou começar a me entregar que não vai ter como me esconder mais aí comecei a beber um pouco daqui a pouco já estou agradecendo obrigado que momento que vocês me deram
Mas eu gosto bastante de engenheiros E o Humberto Gessig, ele fazia Ele escrevia aquela crônica de terça No Facebook Eu não perdia uma, ele escreve muito bem E ele faz umas correlações Muito loucas Muito loucas mesmo Por isso que a música dele é muito louca também
Que maneiro, cara. É normal, cara, chorar com música. Eu sou chorão também. Só tem tamanho só, na verdade. Eu choro com um monte de música. Um monte de samba, então. Meu Deus do céu. Vamos lá. Uma dica pra quem tá começando a anunciar e não quer queimar dinheiro. Começando a anunciar? É. Com tráfego. Ou enfim. Ele precisa desenhar bem.
Quem é o público dele? Quem ele quer que receba aquele anúncio? Ele enxergar bem isso para ele direcionar tudo naquela direção. Então até o vídeo, por exemplo, ele precisa começar... Vamos falar assim, você tem zero criatividade, você não sabe como começar um vídeo, começa falando com quem você está falando. Então você já começa o vídeo falando você que é host de podcast e precisa de um microfone. Saquei, peguei.
Legal. Tony, qual foi o maior desafio que você já enfrentou até aqui? Seja na vida pessoal ou profissional? Nossa, não sei dizer. Eu acho que minha vida teve muitos desafios, assim. Mas não teve alguma coisa tão grande ou tão marcante que eu gostaria de quitar, assim. Tranquilo.
Qual que é o maior blefe que você deu na sua vida profissional que funcionou? Deixa eu pensar. Não sei, pergunta difícil, né?
Se é que teve algum. Mas eu já dei uns blefes, principalmente para, às vezes, fechar a empresa com empresas maiores. Você tentar mostrar que... Você sabe o que você tem a capacidade de fazer. Mas você sabe que para eles, o seu tamanho vai influenciar muito. Então, às vezes, você precisa tentar mascarar um pouco. Por exemplo, você tem... Eu tenho lá, sei lá...
15 freelancers que fazem serviço pra mim, aí eu vou chegar e falar, não, eu tenho 50 pessoas aqui, porque você já conta até o... Até o faxineiro que vem três vezes por semana no negócio, você já conta, você fala, não, eu consigo te atender, traz pra mim que você vai ver que eu sou capaz. Mas eu acho que é mais nesse sentido, assim, que talvez eu tenha feito algum tipo de blefe pra fechar negócio. É...
E eu sempre deixo um pouco claro que eu gosto do desafio e que eu aceito o desafio, mesmo não tendo experiência nesse segmento ou nessa área. Então, os empresários entendem um pouco isso também, principalmente quando ele está contratando uma agência, porque às vezes ele quer um olhar diferente do que ele está acostumado a ter com as pessoas por quem ele já foi atendido, sabe? Sim.
Essa fulana aqui é tão preparada que ela vale por 3. É por isso que tem 50. Tem 20 de 15. Vai, Sabrina. Ô, Tony, qual o valor que você carrega da tua família, dos teus pais que você leva até hoje com você? Da minha família? O meu pai, ele é muito...
Sério, assim, muito trabalhador. Então, ele tem muito essa dedicação, essa seriedade com o trabalho. E eu acho que isso eu peguei dele. E, ao mesmo tempo, a minha mãe, ela é muito... Minha mãe é delicada, tá? Mas ela é uma delicada perfeccionista. Então, ela gosta das coisas bem feitas, assim.
E eu acho que eu peguei isso dela. Legal, bom, hein? Mistura boa, hein? Seu pai é de tecnologia também? Não. Meu pai é... Ele mexe com fazenda e com carro. Vende carro. Legal. Era... Na época dele, chamavam de picareta, né? Quem vendia carro. Tinha um lugar que ainda fosse o pedra, não tinha? A pedra. A pedra, é. Aí ficava um monte de picareta vendendo carro na pedra.
É verdade, é mesmo. Meu pai falava assim, olha a picareta aí. Falava mesmo. Legal. Vai, pode falar. Não, agora a picareta ficou... Antes não era tão pejorativo, né?
Ai, ai. Se você tivesse superpoder, qual seria esse superpoder? E por quê? Superpoder... Ah, eu gosto muito de viajar, assim. Então, eu gostaria de ter um do teletransporte. Muito bom, gosto também. Sou adepto. É, acho que é um dos melhores superpoderes. Acho que foi o que eu falei quando a gente fez. Fui atleta transporte. Vocês fizeram essas perguntas pra vocês? A gente fez essas perguntas.
Se você voar, você vai continuar tendo o percurso, a viagem, a função. Exatamente, eu que estou voando direto, você imagina.
E aí, vim gravar ao vivo direto. Não vai resolver. Eu ia gostar. Muito bom. Ó, o Tony mandou muito bem na playlist. Eu gostei, hein? Muito bom. E algum autor, um mentor, um livro que mudou, né? Tua jornada, te ajudou nessa jornada de empreendedorismo? Tem alguma indicação que você quer deixar pro pessoal também? Que não seja o segredo? Tô brincando.
Não, o segredo pode ser. Mas, enfim, o segredo? Não, não. Tem um livro que é do... Do dono das APOS, do fundador das APOS. Posso pesquisar? Pode, pode sim. Tem um livro que é do fundador das APOS, que ele chama Tony Reich, que chama Satisfação Garantida. Ele parte de uma abordagem de marketing.
que é simplesmente eu não anuncio em lugar nenhum. O meu investimento de marketing e publicidade é em atendimento e satisfação dos clientes. E é surreal aonde ele chega com essa premissa. Ele vai muito longe com essa premissa. Depois ela é vendida para a Amazon, um negócio de bilhão. Mas ele sempre vai na ideia de que...
Você atender bem e as pessoas, os próprios clientes vão ser... O tal do boca a boca. O influenciador, o boca a boca. Só que ele consegue chegar num nível absurdo, assim, sabe? Ele ganha muita fama por causa disso. As pessoas começam a divulgar situações que tiveram com as apos. Então, tem um caso de um cara que...
Tem um caso de um cara que está em um evento e liga para a Zapos falando assim, eu queria pedir uma pizza. E aí o atendente da Zapos meio que vai na linha, o senhor sabe que você está ligando na Zapos, né? Aqui a gente trabalha com calçados, a gente não vende pizza. Mas eu vi que você está em um evento aí em Boston e tem três, quatro pizzarias aqui perto do seu hotel. Quer anotar o seu telefone?
E ele faz isso na frente do dono, sem saber, sem combinar nada. E é isso que mostra um pouco do que era a cultura lá dentro. Maneiro. Caramba. Legal, cara. Que massa. Para as pessoas atenderem bem os clientes, eles têm que ser bem atendidos dentro. A cultura da instituição, da organização, tem que ser uma cultura de pertencimento, né? Ah, o clima tem que estar propício, né? Né? É. Eu só vou me preocupar com o outro se eu estou satisfeita aqui também no meu, né? Legal, massa.
Maneiro. Sou eu? Não, vou fazer uma. Não, é você. Você tem algum sonho, cara, que você não realizou, que você gostaria de realizar e você pode compartilhar com a gente? Ah, eu tenho algumas coisas que eu quero realizar na vida. Eu não tenho filho ainda, então talvez esse seja um dos principais aí. Tenho vontade de conhecer Nova York.
Acho que o filho é o principal. Dá pra casar pra sala de mel em Nova York e sair comendo o filho. Dá pra combinar tudo. É, pô. Alguém gostou, hein? Que ele se realiza. Amém. Estamos terminando, tá, Tore? Se o Tony, de agora, né? Encontrasse com o Tony, adolescente, né? Lá, né? Tão corajoso até que você foi. Qual conselho você daria pra ele? O que você falaria pra ele?
Ah, eu acho que eu iria nessa linha, até do que a gente já comentou, eu conciliarei a ter calma, de não ter pressa para realizar, para alcançar as coisas, que as coisas vão acontecer, mas curtir um pouco mais o durante, curtir a jornada e esperar um pouco para fazer as coisas mesmo, ter calma para fazer. Eu falo que eu comecei a fazer as coisas com pouca experiência.
e talvez houvesse um jeito mais fácil de fazer. Mas foi a minha jornada também, né? Talvez se eu não tivesse feito dessa forma, nem teria chegado onde cheguei, não teria aberto a agência, não teria ido por aqueles caminhos. Foi como as coisas aconteceram. Mas eu acho que é um bom conselho, assim, para um Tony adolescente.
Faz a outra aqui, essa daí você faz mais bonitinho. Tá. Não, então, a gente já vai agradecendo, né? Quando eu chamei o Tony, ele, mas não é aqui que a gente vai conversar? Eu falei, não, se você foi indicado é porque você tem coisa pra acrescentar. E foi muito legal. A história é uma história muito legal. E você teve a oportunidade agora de conhecer a gente, conhecer o NovoCast.
conhecer o nosso propósito, né? E a pergunta pra você é, tem alguém que você gostaria de indicar? Você vai falar, puxa, essa pessoa tem uma história de vida muito legal, ela tem que estar lá com os meninos pra contar a jornada dela também. Tem alguém que você quer indicar pra gente? Pra estar aqui com a gente num próximo programa? Olha, a minha mãe, ela é escritora, né? Ela é professora do FMS, ela é escritora. Ai, que legal! Ela tem uma jornada muito legal, assim. Ela tem muitos livros publicados. Deve ter mais de 20, né?
Como que é o nome dessa mãe? É uma vergonha, não saber quantos livros. É Lucilene Machado. Que massa. Lucilene Machado. Ela tem muitos livros publicados, é da Academia de Letras. Ela é poetisa. Ai, que legal. Aí depois cronista. Ela escreve vários estilos, assim, mas... É muito legal essa...
Esse amor que ela tem pela literatura, viu? Ela me fez, quando eu era criança, criança mesmo, eu fiz cinco anos de declamação de poesia. Que massa, cara. E ela foi... Ela gosta de despertar nas pessoas. Cadê? Declama uma aí. Você lembra da clamação?
Vamos ver, pra fechar o programa. Eu sou uma evascação muito orgulhosa. Ia ser legal. Ó, Lucilene, especialmente pra você. Eu gosto também, mas eu não sou bom de declamar não. Porque a gente não esquece essas coisas. Quando a gente decora a poesia, a gente lembra. É verdade. Eu não vou conseguir declamar com o aparelho. Com vermelho. Amor, né? Sabe o relatório, gente. E agora, José, a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu. Não lembro direito.
Ah, que bonitinho. Passa uma de palmas pra degravação. Show de bola. Depois você conecta a gente com ela também. E mais alguém também que vier na sua mente aí. Não, ela vem. Se o Felipe pedir, ela vem, né?
Ah, minha mãe gosta. Ah, então show. É, acostumado. Eu que não sou muito... Eu que falo pouco, né? Hoje eu falei bastante. Foi ótimo. Se você... A nossa última pergunta, se você pudesse deixar um recado, vai aparecer pra todo mundo. Recado que pode mudar o mundo, né? Porque todo mundo vai ter acesso. Pode tocar alguns corações, outros não, mas todos vão ter acesso. Que recado você deixaria pro mundo, olhando pra essa câmera aqui?
Eu acho que o mundo precisa de mais empatia, né? Que as pessoas têm que perceber as pequenas injustiças que acontecem do seu lado e agir de alguma forma e tomar decisões que sejam mais empáticas com as outras pessoas. Show de bola.
Cara, você é um cara muito bacana, velho. Muito legal mesmo. Gostou mesmo. Gostei, de verdade. Você é um cara muito inteligente, assim, né? Eu percebo, assim, que você pensa bastante quando você vai falar. É um problema que eu tenho. Às vezes eu falo demais, cara. E aí eu não consigo... Então, isso foi uma das coisas que eu... Assim, lógico, de tudo que você falou, não tem bastante coisa. Mas, assim, eu vejo que aí você pensa assim, ó. Aí respira. Isso tem um pouco do pouco, sabia? É.
Por isso que eu sou horrível. Por isso que eu sou horrível no Pouca. Mas hoje eu vou melhorar. Muito obrigado pela sua presença aqui, por ter aberto no coração pra gente, ter aceitado sentar aqui. Você falou assim, eu não sou muito disso. Talvez me bateu uma insegurança, mas eu espero que você tenha gostado. De verdade, a gente faz aqui...
buscando tirar a essência de vocês, né? De quem senta aqui na frente, pra levar, tem dado certo, né? São mais de 140 que tem funcionado. E hoje eu acho que funcionou também, tá? Espero que você tenha gostado de verdade, cara, de estar com a gente. Foi um prazer, um privilégio ter você aqui. Ô, louco, o prazer foi meu. Me senti bem à vontade, gostei bastante de vocês. Obrigado, eu que agradeço. Que bom. Sabrina e Werner. Werner, mas o meu pode errar. Todo mundo erra o nome dele. Pode só me chamar de Werner.
O Tônio, aonde que as pessoas te encontram? Aonde que as pessoas, quem quiser trocar um papo Trocar uma ideia Pode me procurar no Instagram mesmo, Tony Kaique Tony Kaique, quer deixar também da empresa? Agência Zenit com Z mudo
Legal. Eu quero agradecer também que deu certo da gente conectar com o horário. Eu fiquei olhando a tua jornada. Espero que você que acompanha a gente nesse podcast tire os insights de começar com o que você tem, de não esperar muito estar muito perfeito. O Tony foi com a cara e com a coragem ali. Eu acho que o que destacou dele também que eu percebi é que ele entrega sempre algo a mais.
Hoje a gente vê muito essa cultura do fazer o mínimo, né? Ah, eu vou fazer o mínimo ali. Eu fui contratado para fazer isso, eu vou fazer aquilo e acabou. E eu acho que o valor das pessoas é justamente isso. É você fazer, ah, eu podia fazer isso, mas sobrou quatro horas, então eu vou fazer a mais, vou tentar otimizar o meu trabalho, o que eu faço de forma repetitiva, que hoje a IA pode me ajudar.
Então, se você é um profissional que sempre entrega mais do que te pediram, você pode ter certeza que as coisas vão dar certo, como deu certo para o Tony também. Eu levo isso muito para mim. Então, larga um monte de preguiça, larga um monte de procrastinar, vai buscar um algo a mais, seja aprender as novas tecnologias, ou enfim, no mínimo ali mesmo, oferecer um café, oferecer uma água, de ser mais gentil, como o Tony também falou.
Então, se a gente é a média das cinco pessoas que a gente convive, eu quero estar mais perto do Tony, porque o cara é inteligente, criativo, cheio de ideias. Então, é só o NovoCast que ganhou com a tua vinda aqui hoje. A gente quer agradecer, tá bom? Que Deus te abençoe nos seus sonhos aí, né? E é isso. Se você gostou, compartilha, né? Curte, segue a gente, que a gente precisa do teu like aí. É isso aí. NovoCast 147. 7. Obrigado, diretor. Valeu, gente. Tamo junto.
Autêntica
Ricardo Drews