Ela Faz Muito Além do Que Passa Pela Sua Cabeça! | Sasha Deva | Agora é Você Podcast | EP 111
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- Tratamentos e TerapiasO que é a terapia tântrica · Tantra como filosofia · Energia sexual e vital · Deturpação popular do Tantra · Benefícios da terapia tântrica · Tratamento de problemas físicos · Tratamento de problemas emocionais · Tratamento de problemas mentais · Ansiedade e depressão · Disfunções sexuais · Lesões e amputações · Intervenções prostáticas · Traumas e ressignificação · Cansaço emocional, físico e mental · Direcionamento para objetivos e sucesso · Diferença entre massagem tântrica e massoterapia · Diferença entre massagem tântrica e terapia tântrica · Contraindicações da terapia tântrica · Sessão de terapia tântrica · Anamnese na terapia tântrica · Duração e frequência das sessões · Medos e bloqueios · Obrigações e cobranças sociais · Terapia tântrica para casais · Terapia tântrica em grupo · Sentimentos durante a terapia · Preparação para a terapia · Impacto da infância na vida adulta · Toque borboleta e toque sensitive · Consciência corporal · Vontade de viver e resgate da alegria
- AutoconhecimentoEstado de presença · Autoconhecimento através do corpo · Integração de luz e sombra · Autonomia energética · Superação de medos e limitações · Resiliência diante de adversidades
- SantificaçãoRepresentação da força vital · Serpente enrolada na base da coluna · Ativação dos chakras · Energia sexual e vital
Olha você aí de novo. E olha eu aqui de novo. Olha nós aqui através, né? Obrigado pelo seu replay no nosso reencontro no Agora em Você podcast. O único podcast que você já sabe só fala de você. E o único compromisso que eu quero de você agora é que você...
compareça em você. Esquece lá fora. Esquece as tuas contas, as tuas preocupações. Ah, porque tem que fazer, como vai fazer, e se não fizer, esquece. Vamos curtir essa hora tua aqui, que é pra isso que a gente tá aqui. Como é que nós vamos fazer isso? Como é que você vai aprender esse estado de presença? É pela terapia tântrica, tá legal?
E quem fala a respeito é ela, que é formada em diversas escolas nacionais e internacionais, é graduada em comunicação social, com pós em antropologia cultural e mestrado em antropologia do corpo e sexualidade. É isso daí. Vai ser um episódio muito especial. Ela é mestre reikiana, com inúmeras especializações ligadas à parte de espiritualidade, que eu sei que você tanto gosta, tá? E também práticas corporais. E o mais importante...
é a minha convidada deste momento. Bem-vinda, Sasha Deva. Obrigada. Tudo bom, queridona? Tudo ótimo. Muito prazer. Muito obrigada pelo convite. Imagina. E um prazer também falar com a galera do Agora é Você, que eu acho que é uma galera que está bem engajada nesse processo de autoconhecimento.
interiorizar as práticas, enfim, a busca do que é esse caminho de se conectar com a gente. Muito legal. Olha só, muita gente quando se fala em terapia tântrica, em tantra, é lamentavelmente remetido...
A sacanagem, né? Mas essa coisa de fazer fluir a sensibilidade, vamos dizer assim, é só uma das vertentes da terapia tântrica. Então, por isso que eu achei importante trazer a nossa querida Sasha aqui para colocar muito mais nesse teu horizonte a respeito. Começando então, eu queria que você falasse para o pessoal o que é a terapia tântrica, Sasha.
O que é a terapia tântrica? A terapia tântrica, na verdade, vem do Tantra como base filosófica. Hoje, a terapia mistura uma série de processos que englobam a filosofia do Tantra, mas também algumas práticas modernas para a gente conseguir...
conduzir, condicionar a nossa energia sexual para a nossa presença, para benefícios diversos que o Tantra consegue abraçar com as suas práticas. Lida com a energia sexual. E a energia sexual está só em absolutamente todos os pilares da nossa vida material. Legal, mas o Tantra em si, ele é religião, ciência ou é uma filosofia?
O Tantra é um compilado, são textos, conhecimentos que a gente entende como fluir com a nossa energia vital. Eu diria que está mais próximo de uma filosofia do que dogmas religiosos, enfim. Então, o Tantra vem muito por essa vertente de autoconhecimento, só que o autoconhecimento usando a base da tua energia sexual.
Tá. Quer dizer, basicamente, ela rege tudo. Dentro do mundo. Assim como ela está intimamente ligada à criação, então, automaticamente, ela está interligada ao nosso todo de forma fundamental, é isso? Isso. De forma latente em absolutamente todos os processos da nossa vida prática.
Legal. Agora, Sasha, por que se associa tanto popularmente a terapia tântrica, o tantra, a massagem tântrica, ao aspecto do sexo? Tá. Tem algumas coisas para falar sobre. Primeiro que quando veio para o ocidente as práticas do tantra, ele veio muito através da liberação de coraças emocionais, da questão...
de você reter né conter de não conhecer de fato a tua própria sexualidade que está que engloba a questão da do da gama da energia sexual então infelizmente falta de conhecimento de fato de turpa muito dos ensinamentos do tantra
Teve um professor meu que me falou uma coisa muito interessante, que como o Tantra ele vem Kundalini Shakti, né? Como ele traz essa questão da gente se conectar à energia feminina do nosso processo de existência, digamos assim, né? De como lidar com o mundo material, de como lidar com as nossas questões emocionais, físicas, mentais.
Tudo que exerce poder e traz força para esse universo do feminino é um pouco deturpado dentro da nossa cultura. E quando a gente fala de energia sexual, também pela questão da falta de conhecimento, existe sempre esse apelo de redução. O que a gente não compreende, a gente reduz, deturpa ou tenta entender dentro daquilo que a gente recebe como informação, às vezes nem sempre de uma via tão confiável assim.
a gente acaba deturpando de fato o que é o Tantra. E o Tantra tem esse viés de trabalhar com a energia sexual, também trabalha com a questão do prazer, do orgasmo, porque bem ou mal está intrínseco à vida física, está intrínseco à vida na matéria, o quanto a gente se satisfaz, o quanto a gente se realiza com a vida. Então acredito que tem essa deturpação por isso. Falta de conhecimento e de fato de...
trazer uma imagem não tão boa para algo que de fato possa te gerar tanto poder. Agora, quando se fala assim, por exemplo, a energia sexual, a gente está falando que é uma energia fundamental, é a energia da criação. Mas se pondera que a energia sexual e a energia vital são a mesma energia...
Ou não necessariamente? Bem, dentro do Tantra, a energia sexual pode se transformar em energia vital. Tem a mesma base, praticamente. A gente veio ao mundo através da energia sexual, através do sexo. A gente pode usar essa energia de formas diferentes que não são só a questão sexual, por exemplo.
questão de escrever um livro, você mudar de empresa, novos hábitos, novas formas de compreender a tua vida, de entender o teu passado, de se projetar para o futuro, mas também sempre estando no presente, que o Tantra tem muito essa alavanca de trazer a gente para a presença, que é uma...
Que tem um confronto. A gente sempre foge muito das sensações, das situações. Muita atenção aqui. Estou conversando com a Sasha Deva, que na verdade é Tatiane. Mas enfim, preste atenção. Se você chegou agora, fique até o final, porque é um assunto diferente.
mas ao mesmo tempo não na essência. A essência é de ajudar você a ter novos conhecimentos e a desfrutar do que você vai aprender aqui. Tá legal? Então fique aí, dê o seu joinha, compartilhe, participe e depois você recomende quando o episódio acabar. Mas fique por aí. Bom, para que tipos de problemas a terapia tântrica pode resolver, Sasha?
é doido do processo de terapia tântrica a gente pode resolver questões desde processos físicos corporais as mais as mais buscadas e procuradas e difundidas são as questões é sexuais nem íntimas é que se é que leva muito público a buscar o processo do tantra mas as questões emocionais e as questões mentais também estão ligadas ao nosso processo de fisicalidade não tem como fugir né são três corpos digamos assim
mas que eles não andam em separado. Então, desde questões emocionais, relacionamentos, questões de como se posicionar, questões de configuração familiar, dependências emocionais, com a forma que você enxerga o mundo, a forma que você lida com o seu corpo. Então, tudo isso está dentro da gama do que o processo de terapia tântrica, ele de fato pode ajudar. Então, é muito maior do que só disfunções, né?
Mas se a gente tivesse que sintetizar o processo tântrico ou da terapia tântrica, a gente pode dizer então que a finalidade é a cura, o equilíbrio. A finalidade é um processo de consciência. A partir do processo de consciência é que você consegue viabilizar processos de cura com as ferramentas do Tantra.
E você falou há pouco sobre a parte mental, então você falou sobre problemas emocionais, mentais, pode atuar também em problemas físicos? Pode, atua, sim. E que tipo de problema, só para ilustrar quem nos assiste?
Problemas físicos, os mais comuns, tirando as disfunções sexuais, são depressão e ansiedade. Porque essa química altera todo o funcionamento do corpo e também do cérebro, né? O sistema nervoso está totalmente conectado à questão corporal. As disfunções, que são, acho que, talvez até o carro-chefe da grande maioria, o que leva também a grande maioria das pessoas a buscar o processo de terapia tântrica.
E, bem, trabalhei durante muito tempo com questões físicas um pouco mais abruptas, digamos assim. Por exemplo, situações de acidentes que tiveram algum tipo de amputação, lesões de coluna que fazem com que a pessoa deixe, por exemplo, de ter movimento da cintura para baixo. Então, o processo de tantra dentro do processo de fisicalidade também consegue abraçar.
Essas intervenções, né, um pouco mais às vezes difíceis, a gente não consegue ligar o tantra, né, por exemplo, alguém que se acidentou e começou a andar de cadeira de roda ou de muleta, mas o tantra ele também consegue abraçar, alcançar essas esferas. Então, eu não digo curar, mas veja, se a pessoa sofre um acidente, já tive casos na família, sofre um acidente de qualquer origem, mas fica paraplégico ou tetraplégico, a pessoa perca a sensibilidade.
Neural, da cintura para baixo. Evidentemente que aí, em caso, ela perde também a sensibilidade sexual. Sim. O Tantra, existem casos, repito, acho que não se aplica a todos, mas existem casos em que a pessoa pode melhorar ou readquirir essa sensibilidade através da terapia Tantrica? Existe.
Existem alguns casos, inclusive, que eu já trabalhei junto já, com médicos, fiz o terapeuta pélvicos, enfim. Então, existe uma gama de profissionais e o Tantra pode entrar também para o auxílio da recuperação, da ressensibilização desse corpo. Bem provavelmente, Oscar, a gente vai ter que encontrar novos caminhos para esse corpo, por exemplo, sentir prazer ou sentir a sensibilidade do toque. Mas ele acontece sim.
Uma coisa comum, uma pessoa que por algum motivo tem que fazer ou uma raspagem da próstata ou mesmo extrair a próstata. Não são todos os casos, mas em muitos dos casos também a pessoa perde essa sensibilidade da região íntima.
No caso que a pessoa recorrer ao tantra, nesse caso, tem alguma possibilidade de ajuda? Tem, tem. Existem os casos mais difíceis são quando acontece alguma intervenção prostática e a pessoa perde a resposta física ali, né? Não existe ereção. Dá para falar essa palavra? Pode, pode falar ereção, claro. Então, a pessoa acaba perdendo ereção. Então, sim, existem vários processos de reabilitação neuromuscular onde a pessoa pode ganhar. Esse ano, por exemplo...
Um dos candidatos a presidente vai perder a ereção. Só um ou mais candidatos vai perder a ereção e só um vai ter a ereção reconhecida. Reconhecida. E pior, por milhões de brasileiros. Agora voltando aqui com o pé no chão. Você falou sobre a ansiedade, isso é muito importante. Eu queria que você falasse mais um pouquinho. Que a terapia tântrica, quem é que não tem ansiedade hoje, neste país que é o primeiro do mundo em ansiedade? Talvez você não tenha uma ansiedade assumida ou reconhecida.
Mas só os problemas do dia a dia, só a tua preocupação, o que eu tenho que fazer até tal hora, e se eu não fizer o que vai acontecer, e se eu fizer o que eu vou resolver, tudo isso é ansiedade. O Tantra pode auxiliar nesse processo? Pode sim, Oscar. Porque o Tantra, na verdade, ele vai te conduzir não só para uma viagem sensorial ou para abrir questões ali, caixinhas emocionais, caixinhas de memórias, que estão interligadas ao nosso processo de como a gente vive a vida, como a gente se conecta com o ambiente, com as pessoas, enfim.
Eu esqueci o que ia falar Não, você estava falando sobre a ansiedade Ansiedade, isso, perdão Então quando o Tantra entra como um processo de resgate Por exemplo, na ansiedade E cá está um belo exemplo Porque eu sou bem ansiosa, apesar de não aparecer A gente consegue alterar a química do corpo Com o processo Então entram várias ferramentas que não só a massagem Como geralmente a gente fala de terapia Tantrica A gente pensa na massagem Então…
A gente usa diversas ferramentas para que cortisol, noradrenalina, entrem em um nível adequado, por exemplo, para que você consiga tomar decisões ou consiga encarar situações da vida que precisem de um pouquinho menos de ansiedade para que você consiga atuar um pouco melhor. Muito legal. Traumas. Pessoa que traz um trauma, aí independe se você adquiriu o trauma aqui nesta vida, se você traz de passagens anteriores.
É possível minimizar ou deletar um trauma através da terapia tântrica?
Eu não sei, Oscar, se é possível deletar um trauma, mas a gente sempre entra num sentido de ressignificação. A partir do momento que você tem consciência daquilo que te aconteceu e consegue entender como isso se projeta na tua vida, como você toma decisões, como você se relaciona, como você se coloca para o mundo, você consegue fazer um resgate e conduzir esse trauma, essa memória, para um espaço de um pouco mais de poder, digamos assim. Tá.
daquilo não te tira energia, você não fica o tempo todo dentro de um vórtice, remoendo aquele trauma, aquela condição que te aconteceu, mas você consegue conscientemente reconhecer, entender o teu papel ali dentro, entender o papel das pessoas que estão envolvidas dentro daquele trauma, se existir mais alguma.
e consegue conduzir para espaços um pouco melhores de se lidar. Até que tem muitos casos, sim, que a gente consegue quase que zerar a interferência de forma negativa na vida de alguém sobre algum tipo de trauma. E aí a gente depende do trauma também que a gente está falando, né?
Atenção, porque isso você tem, calma. Ah, para mim, mas como é que é? Como é que é esse negócio aí? Vai logo. Calma. Primeiro eu estou te dando uma ideia das coisas, o que é, o que pode resolver. A gente já vai falar de como acontece. Sacha, cansaço emocional, físico, tá bom? Ou mental. A pessoa está, puta, cara, eu estou, eu precisava apagar a terapia tântrica. Pode atuar, pode ajudar nesse sentido.
Pode, Oscar. Bem, quando a gente entra dentro do processo do Tantra, não só dentro do processo da terapia, que vai te entregar muitas ferramentas, mas quando você estabelece um contrato do Tantra como filosofia de fato entrar na tua vida, a gente consegue conduzir a energia.
E também consegue selecionar para onde a gente coloca a nossa atenção. A gente está num mundo que tem informação 24 horas de forma incessante, o que é lindo. A gente tem muito acesso, mas também é importante escolher até onde a gente tem acesso. Então, tanto ele vai te ajudar a direcionar a tua atenção, a direcionar a tua energia para questões emocionais que de fato são importantes, para lugares onde de fato você consegue ser um pouco mais efetivo no trabalho, na vida pessoal, enfim.
então nem sempre também cansa eu vou fazer tanto o cansaço vai desaparecer não você vai ser conduzido por um lugar de maior consciência inclusive quando você precisa tomar um descanso e um tempo pra si
Tá, entendi. E agora, por exemplo, a pessoa tem dificuldade, já que você falou de trabalho agora, se você tem dificuldade para alcançar o seu objetivo ou para ter sucesso, para ter resultados de sucesso no que você faz ou planeja. Vamos lá.
A terapia tântrica pode ajudar a pessoa nesse direcionamento? Bastante. Inclusive, sim. Foi a energia que eu usei para direcionar toda a minha vida, praticamente. Porque eu saí da área acadêmica para virar terapeuta e professora de Tantra. O que acontece, Oscar? É...
Você estava falando de energia que você direcionou à sua vida, que você sabe da vida acadêmica. Mas, desculpa, qual foi a tua pergunta? Não, se ela pode ajudar a pessoa, orientar a pessoa, como é que ela busca resultados de sucesso num projeto dela? Como é que o Tantra pode orientar a pessoa nesse sentido?
Primeiro que você consegue conduzir a sua energia sexual, né? É o teu foco, né? Pra onde é que você coloca energia? Onde é que eu vou focar? Quais são os primeiros passos? A gente falou de ansiedade. Ansiedade, bem ou mal, tá ligada a uma projeção do futuro. Então, o que que o Tantra, a primeira coisa que ele vai te ancorar é a presença, né? Então, não existe ontem, não existe amanhã.
Existe a presença. Onde o teu corpo físico agora pode atuar é onde a tua consciência de fato pode se desdobrar. Então você consegue, por exemplo, eu tenho um sonho de comprar uma Ferrari. Um exemplo muito básico, não é o meu sonho, mas vamos supor que seja. Então eu vou começar a direcionar meu fluxo financeiro.
minha organização, minha vida, para que eu de fato atinja aquele objetivo. Pode ser que eu não atinja amanhã? Pode ser. A gente também é acostumado a quebrar etapas, né? A gente está num fluxo muito rápido de informação, então a gente também quer tudo muito rápido, né? A gente resolve hoje a vida com o celular na palma da mão.
Então, você conhecer o movimento das coisas, o tempo das coisas, te coloca, de fato, num estado de presença muito forte para que você consiga direcionar teus objetivos. Então, é aquela história do tijolinho, um tijolo por dia, você vai construindo aquilo que, de fato, você pretende para a tua vida em termos de trabalho, em termos de conquista. Isso funciona também para dentro das nossas relações, né?
Para onde eu conduzo determinada relação. Então, são ajustes que a filosofia do Tantra e as ferramentas do Tantra como processo terapêutico vai te ajudando a conduzir. Legal. Ó, uma dúvida que talvez esteja aí batendo na tua cabeça. Ah, Pardini, mas a massagem tântrica e a massoterapia são a mesma coisa? Na verdade, eu sei, mas eu deixo a Sasha, por favor, responder para vocês. Vai lá, Sasha.
Se massagem e tantra e que massoterapia são a mesma coisa. É. Tá. Existe a diferença, né? A massoterapia, ela vai lidar com... Existem vários processos de massoterapia, várias técnicas, várias abordagens. O tantra, ele também pode ser visto, sim, como massoterapia, mas existe ali uma diferença, porque o objetivo dela é mexer diretamente com a tua energia sexual. Então, existem, por exemplo, os acessos íntimos dentro da massagem.
Que é diferente de outras maçoterapias, que não existem esses acessos. Tá. Agora, já que você falou em massagem, a massagem tântrica e a terapia tântrica são a mesma coisa? Não. São separadas?
A pessoa pode estar fazendo a terapia tântrica sem necessariamente estar submetendo a massagem e vice-versa. Pode, pode sim. Bem, terapia tântrica vai usar diversas ferramentas, como respiração, observação consciente, presença, movimentos corporais com a meditação ativa, que é muito difundida hoje, desde a década de 60 com o Osho.
A terapia vai englobar uma série de ferramentas para atingir o objetivo da pessoa que busca o processo do Tantra como desenvolvimento. A massagem é uma ferramenta de todo o processo de terapia. Então, existem pessoas que usam só da massagem, que são os massagistas tântricos, que não vai existir ali uma anamnese, um direcionamento, mas coisas ali no processo acontecem, né? Existe uma catarse, está mexendo com uma energia que é a energia primordial da vida.
Mas não necessariamente quem faz a terapia vai passar pelo processo de massagem. E aí é conduzido através do que a pessoa... Por que a pessoa está buscando? Qual o objetivo? E aí existem uma série de questões inconscientes que o terapeuta... Mas ilustra para a gente o que a pessoa ali deve estar se perguntando. Por exemplo, massagem em si, tá? Tudo bem, eu tenho a parte tântrica da intimidade, da sexualidade, da estimulação sexual.
Mas fora isso, a massagem tântrica em si, ela pode beneficiar a pessoa em que aspectos?
Oscar, em todos. Em todos. Os mais comuns, de novo, são a questão da ansiedade, da ansiedade, depressão, a questão de não estar muito feliz com a questão sexual. São os mais comuns. Ou seja, a massagem tântrica, ela visa o equilíbrio. Você se equilibrar, você encontrar o ponto de equilíbrio e ficar pelo menos mais próximo do equilíbrio possível.
A massagem tântrica, ela vai expandir a tua energia sexual. E aí tudo que existe ali dentro de você, seja considerado luz, sombra, bom ou ruim, também vão expandir juntos. Dentro da terapia, vamos supor que isso também acontece dentro da massagem. O terapeuta vai conseguir te conduzir para o teu objetivo, para dentro do processo, dentro das dores, dentro das memórias que aparecerem dentro da sessão.
Entendi. Sabe uma coisa que você tem que fazer? É me ouvir agora, porque quando você receber visitas na sua empresa, na sua casa, você tem que oferecer uma coisa que seja saudável e ao mesmo tempo agradável, para ganhar aplauso e não crítica. Então você tem que oferecer os produtos da Golden Prime. Eu vou pedir aqui para a produção mostrar para vocês, para vocês ficarem um pouquinho com água na boca, vocês estão vendo aqui em cima.
Temos aqui os produtos, olha aí, está aqui tudo em cima de mim. Tem amendoim confeitado, amendoim japonês, amendoim chinês. Tem castanha de caju, castanha do pará, está me dando água na boca. O produção manda boia aqui que eu vou boiar. Tem a linha de desidratados, tâmaras, bananas, tem tudo isso aí.
O que acontece? Você serve saúde para as pessoas. Os produtos da Golden Prime são torrados eletronicamente, a laser. Não tem gordura, não tem fritura, não tem óleo. Então não tem colesterol. É saudável, é legal e é recomendável. Arroba Golden Prime oficial no Instagram. Você pode mandar um zap lá, tá bom? É 916-781-201. Fala com a Joice. Falou, o Pardini me deixou com vontade. Mate a sua vontade.
Bom, eu volto aqui com a minha querida Sasha. Nós estamos falando aqui sobre terapia tântrica, que vai muito além do que você ouviu falar até hoje. E agora a gente vai começar...
Chegar no ponto que você queria, qualquer pessoa pode se submeter à terapia tântrica? Quase. Quase. Ótimo, então vamos lá. Quem não pode se submeter? Pessoas com esquizofrenia, não é indicado. Gravidez, nos primeiros três meses e nos últimos dois meses, eu acho que são os principais casos.
E com relação a idade, qualquer idade? Qualquer idade, Oscar. Eu tenho alunos de 65, 70 anos e de 20. Olha que legal isso, hein, cara? Eles têm que se decidir. Ou eles têm 75 ou têm 20.
Você não vai fazer o cara se sentir jovem e o jovem se sentir velho. Bom, mas vamos lá. Brincadeiras à parte, como é que acontece a sessão? Então vamos lá. Eu cheguei aqui pra você. Ah, oi, Sacha, tudo bem? O Pardini me falou, eu vi lá no podcast maravilhoso do Pardini, eu vim aqui. Como é que é feita a parte da terapia? Eu vou sentar com você, a pessoa, você se põe no meu lugar. Então, quer dizer, aí você vai fazer tipo uma anamnese. Você vai conversar com a pessoa, procurar saber os problemas e tal.
A própria conversa já começa dentro do WhatsApp mesmo, quando a pessoa já procura, né? Pra ver se tem sentido ou não. Porque muitas vezes o que a pessoa precisa, em primeiro lugar, não é nem a terapia tântrica. Quando tem, né? Vamos lá, vamos passar pelo processo. Existe primeiro uma anamnese longa, dura em torno de uma hora. Tem que saber muitos detalhes.
inclusive, perdão, mas, por exemplo, relacionamentos pessoais, familiares, profissionais, sociais, tudo entra nesse universo? Tudo entra, tudo entra. O que você trabalha, quanto que você ganha, onde você mora, relação com seus pais, se você é casado, se tem filhos, saúde, se já passou por cirurgia, se toma algum medicamento.
de uso contínuo, se usa algum psicoativo, de uso recreativo, tudo isso precisa estar dentro do processo de anamnese. E aí, a partir dessa anamnese, a gente vai entender mais ou menos o mapeamento de como a pessoa está dentro da satisfação, ela vai trazer ali insatisfações.
coisas boas, coisas não tão boas, e a gente vai começar a entender para onde é que ela quer caminhar com aquela energia. Ah, eu quero ter um pouco mais de produtividade no trabalho, quero melhorar minha relação com o meu parceiro e quero durar mais sexualmente, que eu acho que também é um processo que é bem comum de se procurar.
Muitas vezes tudo isso que a pessoa quer, tem um outro, tem algo por trás da cortina que está no inconsciente. Então, beleza, a gente vai colocar esses três pontos na mesa e dentro do processo de terapia tântrica, a gente vai começar a trabalhar essa parte inconsciente que está nela e que faz com que ela não tenha uma relação melhor com o parceiro, que ela não tenha uma relação melhor com o trabalho.
E aí que são escolhidas ferramentas, que podem envolver a massagem corporal e íntima, que podem ser separadas ou juntas, e pode ser usado, pode não ser usado, uma quantidade X de meditações, de respirações, e ali é que a gente decide de fato quais ferramentas se usam. São centenas, centenas, são inúmeras.
E dentro de cada caso é que a gente vai apropriando cada ferramenta. Então, o que vai funcionar muito bem para um caso X, para o seu não funciona. Então, a gente vai identificar essas ferramentas e também se o uso da massagem corporal ou a genital vão ser usadas nesse processo. Então, como você já bem colocou aqui, atenção. Quer dizer, a pessoa, você pode se submeter à sessão de terapia tântrica.
E poderá ser concluído, por exemplo, que você possa utilizar de outra ferramenta que não as massagens. Pode acontecer. Pode. E também a pessoa pode ser encaminhada para a massagem. Pode. Você disse que a anamnésia, essa primeira, pode levar até 3 horas. Beleza. Agora vamos falar das sessões, desses outros procedimentos. Quantas sessões a pessoa precisa, ou isto depende de cada caso, e o tempo dessas sessões, desses procedimentos?
Depende de cada caso, o tempo que ela vai ser conduzida, né? Três meses, seis meses, três anos. Então, eu já tive pessoas com três meses e três, quatro anos de acompanhar processo. O mínimo que a gente... Não gosto de receita de bolo, mas o mínimo que a gente direciona para que a pessoa, de fato, entre em contato com essa energia são três sessões. O mínimo.
Porque ali ela já saiu um pouco da confusão mental do que vai acontecer. Para sair do zero, três sessões. Para sair do zero. Três sessões que você fala é a sessão de anamnese, do bate-papo. Não, sessões mesmo de intervenção direta. Ah, ok. A anamnese é um processo das sessões. É só a porta de entrada. É a porta de entrada. É a partir dessa conversa que a gente vai entender como a gente vai conduzir.
Com os acessos, acessos através de respiração, de meditação ativa, de vocalização, que envolvem posturas de yoga, que envolvem as massagens, os toques corporais e os toques íntimos. Então, três sessões que envolvem a intervenção direta, que a gente vai brincar de ativar essa energia e entender o que essa energia vai te trazer para a gente lidar com as situações que foram trazidas na anamnese. Sossega essa tua mente aí, dá um tempinho.
Tá. Porra, Pardini, mas essa massagem íntima, como é que é? Pelo amor de Deus, como é que eu falo com essa mulher? Calma, calma, calma. No tempo do universo. Calma, não é no seu tempo. Então, espera um pouquinho. Daqui a pouco você... Eu vou passar o contato dela. Agora, brincadeiras à parte. Daqui a pouco eu passo o contato e você vai poder conversar com ela das mais variadas situações, tá bom? E aí, a questão dos medos.
que eu acho que é o grande obstáculo do ser humano. Tudo é o medo, é a desgraça do medo. Ai, se eu não fizer, ai, se eu não pagar, ai, se eu não chegar, ai, se eu chegar atrasado, não é assim? Ai, se eu não agradar, ai, se eu... Tudo é o medo. Como é que a terapia tântrica pode beneficiar nisso? Bem.
Medo todos nós temos, né? Acho que é quase que impossível viver sem medo. Mas a gente enxerga dentro do Tantra o medo como um grande convite. Você é um dispositivo ali, né? De proteção, mas geralmente a gente se defende de coisas que não nos colocam num risco verdadeiro, né?
Como você falou aí, tudo depende muito a que imagem vão, o que vão pensar de mim, o que vão falar, e se der errado, e se eu não gostar, e se eu atrasar. Então, isso está muito ligado a julgamentos, a como a gente se coloca para o mundo e como o mundo devolve essa imagem, digamos assim. Então, o Tantra, ele convida o medo a estar dentro da proposta de iniciação, seja com a terapia, seja com o curso. Então, o medo, na verdade, é um dispositivo para que você seja convidado a entrar naquela porta mesmo.
vem enxergar o que tem aqui, vem entender o porquê, de onde vem esse medo, que vem de algum lugar, vem de alguma experiência, talvez muito antiga lá atrás, ou de algum processo que você está vivendo ali, relacional de como a pessoa te enxerga, então tanto ele vai de fato te convidar a dar um abraço nesse pequeno monstro. Eu entendi, mas você vai, por exemplo, no caso você vai, a terapia tenta demonstrar que aquele medo
Na verdade, é um bloqueio desnecessário. Que pode ser um bloqueio desnecessário, sim.
Mas o medo não é sempre desnecessário? Ou você acha que o medo pode ser necessário quando se pensa em defesa? Porque é aquela história, o medo só existe para quem conhece o perigo, vamos dizer assim. Sim. Tá bom? Se eu for mexer com uma cobra ali, se eu sou criança, olha que nem eu era quando eu era criança, fui no pote de ração do dogue alemão da minha tia, ele atravessou o meu rosto.
Não tive medo, não conheci o risco, certo? Então, existem medos necessários? Existem medos necessários, sim, mas existem os medos que são reproduções, né? Por exemplo, agora você vai ficar sempre com medo de botar a mão num saco de ração? Não.
Em que situações de fato isso tem coerência para acontecer e quais não existem coerência para acontecer? Só enquanto eu estiver vivo. Depois o cachorro não vai me ver. Depois o cachorro não vai te ver, também já foi o medo embora junto. Então, mas aquela sensação de obrigação. É muito comum você falar, ah não, mas eu tenho que entregar, mas cara, você tem que entregar um resultado, você tem uma cobrança social, financeira, profissional, afetiva.
E às vezes você traz para si, você fez toda a sua parte, mas você traz para si a falta do resultado que não depende de você. Isso é comum. Então, essa questão da obrigação que a gente se impõe, maldita obrigação. O Tantra ajuda a pessoa a equilibrar, a selecionar isso?
O Tantra, gente, ele vai dar sempre consciência. O que você vai fazer com essa consciência é que vai ditar como você vai lidar com o medo, com a obrigação, com as relações. O que é o mágico do Tantra, Oscar? É que ele não vai te negar nenhuma das tuas partes.
E isso é a coisa mais linda e mais desafiadora do Tantra. Porque se você se vê sempre nesse processo de obrigação, sempre temendo algum tipo de resultado que pode não ser o que você deseja alcançar, então, né, por que você sente dessa forma? A partir do momento que o Tantra te entregar a maior ferramenta dela, que é a consciência e essa presença, é que você vai conseguir direcionar as tuas angústias, as tuas obrigações, os teus medos.
entender como você se move nesse cenário. O Tantra vai te direcionar de como você interage com o todo, mas é sempre de dentro para fora.
Então ele acaba sendo uma ferramenta auxiliar de uma meditação profunda, vamos dizer assim, ou não? Sim. Sim. É um estado de observação. Tá. É um estado de consciência. Um estado de presença. Um estado de presença. De você, de fato, entrar em contato com o que, às vezes, a gente não gosta de entrar em contato. É comum, né? Você faz uma terapia, qualquer coisa, quando você bate de frente consigo mesmo, você recua.
Quando você não quer tomar um esporro que você sabe que merece, mas você não quer ouvir. Você vai para trás. E já que a gente está falando de estado de presença, eu estou aqui com a Sasha. Com a Sasha, com a Tatiana e com a Sasha Deva. Com essa entidade encarnada. E que... Ah, Pardini, mas fala logo. Eu vou falar. Eu vou falar para você o Instagram dela. Por exemplo...
A gente vai continuar, não está acabando não, hein? Fica aí. Por exemplo, essa pessoa querida que está nos assistindo, querida e necessária, você necessária aqui. Então, quiser conversar com você, ela vai lá no seu Instagram, que é o arroba tantraterra. Tantraterra. Tantraterra, não é com o nome dela. Simples assim. Olha aí, ó, que bonitinho. Está aqui embaixo para você, ó. Arroba tantraterra. E aí você mesma responde as mensagens. Sou eu que estou sempre lá, sim.
E você faz o tratamento da pessoa à distância também online? Também. Ou às vezes é necessária a presença? Tem casos que é necessário e seria muito bom a presença, mas também dá para conduzir através do online, que também é um dos meus grandes focos hoje em dia, e através de mentoria e através de imersões de final de semana também. Isso te entrega muitas ferramentas e muita propriedade.
Cursos, a Sasha dá curso de Tantra? Muitos, muitos E a pessoa, como é que ela se Como é que ela fica sabendo isso? Pelo teu Instagram? Tudo no meu Instagram, Oscar É só acessar o Instagram Que é a minha principal rede social E lá eu também consigo conduzir Dependendo da cidade que a pessoa está Ou do formato que ela busca para a iniciação Ou para a continuidade das técnicas Enfim, do conhecimento Então vamos repetir, arroba Adhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhakhak
Tá legal? Arroba Tantra Terra. Tantra Terra. Tá legal? O endereço dela do YouTube é um pouquinho diferente. Sasha é com S-H-A. Agora é com o nome dela. Sasha tracinho...
Tantra Terra, não é underline, é o tracinho, tá? Sasha, tracinho Tantra Terra. E ela tem o site tantraterra.com.br. No Facebook é Sasha. Tem um L aí no meio, né? Tem, porque na verdade era para ser uma divisória, enfim. Então, o seguinte, o Sasha é dela. Imagine Sachal com L.
é Sachal Tantra Terra. Tá bom? Sacha, L, minúsculo, tudo junto. Tantra Terra. Eu volto a conversar com a minha querida aqui. Agora, ela pode ser aplicada, a terapia tântrica, a um casal? O casal não está se dando bem, está brigando muito, ou não está se realizando na intimidade? Pode, pode sim.
Primeiro a gente identifica qual é o processo de busca, né? Porque pode ser tanto uma questão emocional, quanto sexual, quanto não estamos caminhando mais para a mesma direção. Então a gente aborda uma série de ferramentas do Tantra que envolvem a aplicação do casal e também a questão sexual do casal. Ou seja, não é necessariamente apenas a questão da intimidade do casal, mas a questão de conexão do casal. De conexão, sim. Porque muitas vezes a questão da intimidade é afetada por duas questões, né? Comunicação.
E a conexão. Então, como que a gente estabelece de novo esse processo num novo espaço? Ou de uma melhor forma de onde eles adivinham o caminho? Durante a terapia tântrica, você pode também chegar à conclusão que essa conexão acabou. Até pode. Não, eu estou... Seja sincera, pelo seguinte... Pode, pode. Acontece. Porque às vezes acabou um vínculo. Acontece. É assim... Acontece, sim. O mundo...
Muda todos os dias. Mas nós todos mudamos com o mundo. Por mais que você queira seguir a sua linha, o de hoje não é igual a você de ontem. Você traz mais experiência, diferentes energias, resultados. E as pessoas mudam. Então eu acho que é comum em algum momento duas engrenagens não girarem mais juntas. É normal sim e sim. Muitas das vezes a gente chega a essa conclusão como terapeuta. E para o caso...
E tratamento em grupo, isso acontece? Você pega uma empresa e você pega lá uma equipe de venda, uma equipe de trabalho, de criação, de cozinheiro, sei lá, e está uma desarmonia ali. A terapia tântrica é capaz de tentar reunificar, harmonizar esse grupo? É.
Dá melhores resultados? É, sim. Isso acontece sempre nos encontros de final de semana, né? Você coloca 20, 30 pessoas dentro de uma sala que não se conhecem, que não se conversaram, e durante um sábado, todas essas 30 pessoas estão completamente conectadas dentro de um único formato de energia, sem anular a própria assinatura energética dentro do processo.
Tá. Agora, como é que a pessoa se sente durante o processo que você está fazendo ali? Ou a terapia tântrica ou a massagem tântrica. Ela se sente o quê? Ela se sente relaxada? Ela se sente, sei lá, ela curte o corpo? Ela sente a respiração e tal? Ela se sente excitada? O que acontece com essa pessoa que é submetida?
Primeiro, eu acho importante dizer que o processo de terapia tântrica existe sempre um acolhimento e um cuidado muito grande, porque a gente sabe que a gente está mexendo com a energia primordial daquela pessoa. Tá. E puxar esse fio vai vir todos os fios juntos, né? Segundo, como a pessoa pode se sentir?
Feliz, eufórica, excitada, triste, com medo, abusada, dependendo do que ela trouxer para o processo, vai ser como ela vai se sentir. Então o terapeuta tântrico tem que de fato estar preparado para lidar com inúmeras situações que nem sempre vão ser alegres e felizes.
Porque muitas vezes a gente vai mexer nessa energia e você vai lembrar, sei lá, de um abuso, de uma violência, de algo que te aconteceu lá atrás, que está intimamente condicionado com algum comportamento seu que você trouxe na anamnese. E qual vai ser a primeira coisa que você vai sentir? Aquilo que você fugiu a vida inteira. Mas que é necessário superar. Que é necessário entrar em contato para que você possa compreender como que você vai dirigir a tua vida a partir disso que você não tinha consciência.
Tá, mas necessariamente a pessoa sai de uma sessão melhor do que entrou, ou pode acontecer dela sair deprimida.
Pode acontecer dela sair chateada, assustada com o que ela viu, porque a gente, de repente, né? De repente eu descubro que eu tenho um sótão dentro da minha casa que eu nunca entrei. O que eu faço com esse novo espaço? Então pode... Tá bom, mas e se a pessoa, em função disso, não quer voltar, não quer dar continuidade ao tratamento? Pode acontecer. Ou seja, você sente, você está ali com a pessoa que está nos assistindo aí, ah, você saiu triste, deprimido. Você sentiu que a pessoa vai sair pior do que entrou para você.
Ok, mas antes de que a pessoa vá embora, você tem que fazer... Existe essa obrigação também de fazer um trabalho de preparo para isso, para a pessoa superar e voltar, né? Existe, existe um trabalho pós, que é mais importante do que o anterior ao processo de terapia. Então, quando a pessoa procura, existe a anamnese, existe todo esse cuidado, mas quando ela sai do processo, como que ela lida? Como que agora ela vai direcionar tudo aquilo que entrou em contato com ela? Tá.
Então, sim, existe um direcionamento, sim. Quanto a pessoa querer ou não querer voltar, isso vai muito de uma escolha, Oscar. Ela realmente precisa escolher se é o momento dela lidar com aquilo ou não. Então, eu já tive pessoas que eu atendi e só voltaram um ano depois. Agora eu estou pronto para lidar com aquilo que me foi mostrado.
Tem gente que prefere continuar independente do que vai acontecer. Existe, de novo, todo um processo de acolhimento, existe todo um cuidado para lidar com aquele tema que a pessoa trouxe como viés principal. Mas quando a gente vai a fundo dentro do processo, Oscar, e que envolve o manejo genital, a gente está mexendo ali com a maior força de expressão do ser humano e também a mais sombria.
Obviamente que a condução vai tentar te levar para um estado minimamente orgástico, digamos assim. Quando eu falo de orgástico, não é só o prazer genital, não. Até porque essa energia é a energia de libido da vida, né? Então, criatividade, sensualidade, está tudo ligado a essa força. Então, a gente vai tentar entregar, vamos supor, né? A pessoa veio realmente com um caso muito complicado de abuso e ela vai sentir aquilo durante o processo.
A gente tem uma série de ferramentas de acolhimento para que essa pessoa entenda que ela não está reforçando o abuso, que ela não está passando pelo abusador de novo, mas que ela vai precisar conduzir para a vida dela, como ela vai lidar, como ela vai entrar em contato a partir de agora com tudo aquilo que aconteceu. Tá, entendi. Então presta atenção aí. Você entendeu o que ela quis dizer?
É que, na verdade, aquele cara daquela história lá atrás, aquele Daniel Vorcaro, falaram que ele era banqueiro e tal, teve aquelas festinhas. O cara era terapeuta tântrico, olha aí. Relaxou um monte de gente da política, da justiça, do Congresso. Olha, o cara prestou um serviço, entendeu? E aí ficam pensando mal do cara, gente. Por favor.
Por favor, aqui é o Brasil. Tudo é pizza, tudo é alegria. Mas vamos voltar agora para o nosso papo sério. Eu quero convidar você, já que a gente está falando aqui de autoconhecimento profundo.
Quero convidar você para, depois do episódio, dar um pulinho lá no meu link. Na descrição do episódio eu tenho um curso maravilhoso para você, permitido pela minha querida amiga Cristina Cairo, professora Cristina Cairo, que hoje tem um instituto. Cristina Cairo já está virando faculdades, Cristina Cairo, método Cairo. Você está vendo aqui embaixo? Aqui embaixo de mim.
Tá vendo? Tem as legendas e tudo. É um curso maravilhoso. Linguagem do corpo. Olha, o Tantra mexe com isso. Linguagem do corpo. Então, você vai se olhar no espelho e você vai entender o que é que você veio, o que é que eu vim fazer aqui, entendeu? Quais são suas aptidões? Quais são os seus limites? Por que você consegue até B, mas não chega em D? Por que você chegou em E quando você queria só C? É maravilhoso. Vai lá que vale a pena e tem um desconto especial.
para você que me segue aqui com a autorização da Cris Cairo. Cris, beijão para você, sucesso sempre, muito obrigado pelo que você concede ao público aqui, o pessoal não para de agradecer. Eu volto aqui com a minha querida Sasha, agora, quando você me diz que, por exemplo, a pessoa...
você não prepara a pessoa antes? A pessoa que está nos assistindo aqui, vou passar para uma sessão de terapia tântrica, essa pessoa, antes ela não tem que ser preparada, presta atenção, vai acontecer isso e isso, porque a gente falou aqui do depois, a pessoa ficou triste, você foi lá, encorajou, etc. Mas e o antes? Você faz um trabalho antes para o que a pessoa possa encarar?
Existe, existe uma preparação sim. A primeira coisa que a gente pede é para que ela fique pelo menos de 48 a 72, dentro dos meus processos, porque eu sei que tem terapeutas que abordam de forma diferente. Mas de 48 a 72 horas sem relações sexuais, sem masturbação, se ela for passar pelo processo físico, da intervenção direta mais profunda.
sem bebida e sem uso de psicoativos. Se ela tem uma medicação ali, está já preta, algo que ela precisa dar continuidade, não precisa parar. Mas a gente, né, o meu principal preparo, além da anamnese, é pedir essas especificações para que ela chegue o mais limpa possível.
Para que ela entenda o que ela vai sentir. Para que caia longe das ameaças, das questões mentais, emocionais que ela tem. Ok, você está falando de rotinas. Mas e emocionalmente? Como é que a pessoa pode se preparar?
Emocionalmente, vem a partir da própria anamnese, Oscar. É. Porque vamos supor, se você tem uma questão de medo e de abandono muito fortes, a minha tendência vai se levar para um lugar de acolhimento muito maior. Tá. Se você tem a questão da performance muito grande, eu vou tentar deixar você o mais relaxado e dentro.
do teu processo íntimo mais possível. E essa preparação, além da questão de não beber, não usar drogas, enfim, que antecede a sessão, quando você está ali de frente para a pessoa, que bem ou mal vai ter uma troca de energia. Então a energia sexual, ela vai se misturar ali, eu vou conseguir entender o que ela precisa para aquela situação.
não a travar, digamos assim, porque é muito fácil travar, né? Dentro da massagem a pessoa vai estar nua quando chega a técnica genital. Então, como que eu vou conduzir para esse espaço de liberação dela? Dentro daquele processo da anemnese, dependendo da maior dor que existe nela, é que esse lugar vai se moldar.
Então eu não vou acolher todo mundo da mesma forma, até porque cada um vai sentir, mesmo que seja a mesma dor, ou mesmo o processo que ela passou, ela vai sentir de forma diferente. Ela tem um universo diferente do fulano do cicrano. Então esse acolhimento se dá até mesmo dentro de processos de respiração e de como a gente vai conduzindo a sessão. Antes da massagem...
Vai ter, teve ali a preparação, teve a anamnese, vai ter uma série de ferramentas que vai se utilizar de abertura de chacras, de respiração, de emanação de som, para que ela fique cada vez mais relaxada dentro do processo. Tem que alterar o estado químico da pessoa mesmo.
Agora atenção aqui, você deve estar se perguntando, você escutou ela dizer que a pessoa tem que estar nua durante o processo de massagem, etc. Digamos que a pessoa seja muito magra ou seja obesa ou tenha uma obesidade mórbida, enfim. E se a pessoa tem o constrangimento de passar? Por exemplo, durante a anamnese existe esse preparo para que a pessoa...
Entenda que tudo bem, que não... Existe. A gente chama de consentimento. São uma série de ferramentas onde quando a gente teve a nanamnética... Teve todos aqueles processos que a gente já conversou. A partir do momento que vai surgir a intervenção direta, eu falo para a pessoa de fato o que vai acontecer. Eu vou te tocar dessa forma, a gente vai respirar junto assim, vou te tocar aqui, vou usar tal ferramenta para sustentação de energia. Você concorda com isso que vai acontecer?
ela não precisou imaginar um cenário, o que ela vai fazer, e agora onde ela vai tocar. Então isso é meio que roteirizado, a partir do momento que tem todas as ferramentas, entendo o que para você vai ser bacana para direcionar o teu processo, eu vou te informar tudo aquilo que acontece.
Então, bem ou mal, a nossa mente é gigantesca, ocupa um espaço enorme. Então, a pessoa que chega ali já chega mirabolando 500 situações. Então, eu já tiro metade dessas mirabolações mentais a partir do momento que eu te falo quais são as técnicas que vão ser usadas e que você consinta. Vou consentir que meu corpo seja tocado. Vou consentir em tirar a roupa mesmo estando desconfortável com o meu corpo. Mesmo estando desconfortável com a minha aparência.
E a massagem acontece dos dois lados do corpo, da pessoa. Barriga pra cima e barriga pra baixo. Barriga pra cima, pra baixo, lados. Planta bananeira. Aprenda a plantar bananeira, viu? Ela não quis falar aqui, mas tem uma outra que ela vai fazer massagem na sola dos pés. Você tem que estar apoiado com as mãos, é isso, né? Isso. Aí você vai dar uma estrela.
Enquanto você dá uma estrela, vem uma rajada de bolinha de paintball massageando você. Tô brincando, claro que eu tô brincando. Eu tô só descontraindo. Bom, mas é muito legal isso tudo. Agora, a gente traz muitas coisas, e você já falou aí, da infância. Sim. Tá. Então, eu vou tocar num aspecto delicado. Presta muita atenção, você que é pai, que é mãe, que vai ser pai, vai ser mãe, é avó.
A gente tem determinados hábitos de brincar com as crianças que a gente entende como hábitos carinhosos. E o que eu estou falando? Eu estou falando de pegar a criança, sacudir. Eu estou falando de você pegar a criança, fazer ela andar ali no momento que ela vai cair. De você dar um tapinha na criança. Olha aí, meu guru, meu não sei o que lá.
É verdade que isso pode, que a gente acha que são brincadeiras tão inocentes e pode impactar lá no futuro da vida adulta? Pode. Não só pode como impacta. Presta atenção nisso aí. Não só pode como impacta. Então, quando a gente nasce, tirando as questões espirituais que a gente já vem com uma consciência para trabalhar um outro aspecto dentro de um outro corpo. Vamos trazer só a questão do corpo.
É uma folha em branco. Então, quando a gente nasce, a criança, o bebê, ela está 100% do que ela experimenta do mundo, está ligada à experiência corporal. Então, a gente não sabe o que é bom, o que é ruim, a gente não sabe colocar limites, a gente não sabe falar, a gente ainda não sabe entender aquilo que, de fato, vai se configurar em boas ou más memórias para a gente. Então, quando a gente aperta a bochecha de uma criança que não sabe falar, que sente dor.
Que bonitinho. Que sente incômodo. Isso, dá alguns exemplos aí, foi o que eu falei. Ah, a questão do fecha as pernas, que é feio mostrar. A gente cresce sem entender o que é de tão feio. É o ato de abrir as pernas ou o que está por trás disso? Apertar a bochecha de bebê, vir com brinquedos às vezes muito barulhados. Sacudir a criança. Sacudir a criança. Jogar para cima, para baixo. Tapinha, petelecos. Então, como ela está ainda muito em função.
todo o teu arsenal de memórias vai vir através dos cinco sentidos físicos. Então, tudo que você está absorvendo do mundo e quer muita coisa, é muito cheiro, é muito barulho, é muito toque, tudo isso vai formar as tuas memórias. Então, uma criança que não tem capacidade de dizer, não faça porque não está bom, não gosto, não quero, ela não consegue falar isso, o que acontece? Muitas vezes a criança cresce acreditando que a forma de amor e de interagir é daquela forma que ela recebeu.
Tem uma das, um dos, do que a gente se apropria no Tantra, né, dentro das psicoterapias modernas, que é William Reich, a filha de William Reich, Eva Reich, ela desenvolveu o toque borboleta, que dentro do Neo Tantra hoje a gente chama de toque sensitive. Muita gente deve conhecer, que são toques muito suaves por todo o corpo. Então, ela desenvolveu essa técnica que é o toque borboleta para crianças, bebês e recém-nascidos, e dentro desse estudo, digamos assim, né.
Ela percebeu que crianças que são tocadas com muita sensibilidade, com muita calma e muita presença, elas crescem muito mais abertas às relações, muito mais confiantes em colocar os seus limites. Por exemplo, imagina, por conta de um toque. A criança cresce com toda essa apropriação de como comandar tudo aquilo que ela sente. E toque borboleta, porque o toque precisava ser extremamente sutil a ponto de não tirar o pó da asa de uma borboleta.
Mas é tipo o toque borboleta acontece em regiões específicas do corpo da criança? Do corpo, sim. E quais são essas regiões? Pelo corpo inteiro a gente só não se utiliza da genital. Tá, ah, tá, ok. Então, as partes mais sexualizadas, né, que eu costumo dizer que é o triângulo das bermudas, né, que é o beija, chupa e bota dentro, né. Então, essas regiões que são extremamente sexualizadas a gente tira da equação.
Tá, entendi. Agora, presta atenção em uma coisa, que de repente você pode ter sofrido esse tipo de influência na tua educação, na tua infância, mas você não sabe. E isso pode estar se refletindo nos problemas que você tem hoje, ou no excesso de confiança, ou de insegurança, ou de você, ao contrário de tudo, ser muito atirado, ou ter medos, angústias.
Pela terapia tântrica, a pessoa pode descobrir que ela tem problemas que vêm dessa forma da infância ou até da vida intrauterina e alinhar isso, resolver.
Consegue. Porque a pessoa pode não saber que tem. Sim. O que acontece na maioria... Bem, dentro do Tantra a gente fala que o corpo é o inconsciente. Tá. Então tudo que a gente passa, tudo que a gente sente, a forma com que a gente pensa o mundo vai se ancorar em como o teu corpo se coloca dentro da vida, como que você troca com o todo. Então, de novo...
A gente quando busca esses processos, Oscar, a gente está sempre muito dentro do curar, né? E muitas vezes o curar dentro do Tantra vem com esse primeiro passo que é consciência. De fato foi isso que aconteceu e agora como eu lido com isso? E consciência de forma profunda mesmo.
E às vezes não é gostoso, né? Dependendo do que a gente acaba se deparando, não é gostoso de observar. E o Tantra, ele não vai julgar o aspecto que você vai entrar em contato. O que ele vai fazer é com que você direcione para um estado de consciência, que você coloque luz nesse processo, independente do que aconteceu, e que você consiga direcionar para espaços mais saudáveis, espaços de poder.
Então, muitas vezes, a cura de algum processo, que a gente acha que é eliminar aquilo da nossa vida, talvez como remover uma verruga, é você ter consciência e usar de forma poderosa, de forma luminosa, aquilo que te causou dor ou que te colocou em aspectos tão reduzidos da tua existência, da forma com que você expressa a tua energia. Entendi.
Olha só, gente, nós estamos falando aqui com a Sasha, a Sasha Deva, ou com a Tatiana, o importante é você guardar o arroba tantra terra, você fala tudo, batiza ela, muda o nome, faz o que quiser. Mas guarde porque você, olha, olha que ensinamentos preciosos, valorosos, né? E eu quero aproveitar esse momento para dizer que eu tenho recebido muitos agradecimentos pela indicação.
da Delta Mais Saúde, então não tem nada que agradecer. Eu fico contente, claro, porque as pessoas estão falando bem, estão elogiando, os dados estão aqui embaixo. Eu indiquei aqui para vocês, porque é um lugar que eu utilizo, os serviços, e acabou se tornando...
aqui um dos apoiadores, em face de ajudar você. Então, quero agradecer muito a Delta Mais Saúde, você que precisa de um exame laboratorial, de qualquer exame laboratorial, coleta domicílio, porque não se irritar também é saúde, né? Não perder tempo no trânsito, não estressar, enfim. Você fica em casa, tranquilo, no seu conforto, eles vêm aí, colhem os materiais laboratoriais.
são precisos na entrega, têm respeito, têm carinho, atendimento humanizado, têm lá um pacote de serviços fantásticos, você paga um preço popular e não paga nem a consulta, vai direto para os seus exames, é maravilhoso. Então, quero agradecer à Delta por estar aqui recebendo esses elogios.
por essa oportunidade de levar vocês até quem nos assiste. E você que está assistindo, aqui embaixo tem os dados. É arroba Delta Mais Saúde, siga, tem o telefone aqui, tem o WhatsApp, e disponha dos serviços dele, depois você também vai me agradecer. Eu continuo aqui com a nossa querida Sasha.
Sasha, me diga uma coisa. Nós falamos até agora sobre a energia sexual, a energia fundamental, mas a gente não falou de uma coisa maravilhosa que é a Kundalini.
Kundalini. Então eu queria que você falasse para o pessoal sobre Kundalini. Kundalini. Kundalini. Kundalini, é uma representação da nossa força, da nossa energia sexual, da nossa energia vital, criativa. Ela é representada como uma serpente enrolada na base da coluna vertebral.
E o nosso objetivo é mover essa energia de forma ascendente, né, através de um canal, que se chama Sushuna Nadi, e a partir do momento que ela sobe, ela vai abrindo, ela vai ativando esses chakras, que são os sete principais, são milhares no corpo, e cada chakra tem uma função de portal, digamos assim. Troca energia de dentro para fora com o ambiente e do ambiente traz para dentro. Cada chakra é como se fosse um portal de energia, é como se fosse em degraus.
Onde a gente ali acessa luz e sombra. Tá. Então, mas o Kundalini, que você falou. Kundalini. Kundalini. Tem que fazer biquinho, viu, gente? Kundalini.
O Kundalini, na verdade, ele é a própria energia sexual, a própria energia vital. É a energia vital, isso. Ah, que legal. É a força vital criativa. Tá, e ele parte aqui do final da coluna, aqui da região genital. Chakra base, isso. Ah, que legal. Agora, a gente falou até agora da terapia, da massagem, como é que a pessoa acessa aí o seu centro da energia vital, da Kundalini. Agora, se a pessoa por si só...
que nos assiste, quiser acessar essa sua energia vital. Eu te pergunto se é possível e como ela deve fazer.
Não só é possível, como por favor, façam. Dentro do processo de terapia, a gente até conversa muito com os pacientes, onde a minha principal função ali não é só entregar todo o caminho, mas entregar a autonomia. É uma energia que a gente precisa saber lidar, Oscar. Não tem jeito. Da mesma forma que eu tenho aqui cabelo, braços, eu preciso lidar com tudo aquilo que me compõe. Energia sexual compõe o ser humano. Então, não importa...
Tem gente que fala, mas eu sou num transo, então não uso, usa. A energia está lá para ser usada e é bom que você ganhe sim autonomia. Então a gente ensina, eu tenho uma mentoria online que dura um ano, os próprios grupos que a gente faz, a gente entrega essas ferramentas para que a pessoa possa sim usar nela e conseguir extrair o melhor da energia sexual. Muitas vezes a gente vai precisar de alguém para abrir ali uma determinada porta.
Então, vai precisar de qualquer forma de uma orientação, né? Não é a pessoa senta lá, senta de cócoras, cruza os braços, liga a música e vai acessar. Não é por aí, né? Sim. Agora, outro caso interessante. Vamos dizer que você tem a mais de 40 ou 50 anos. E você acha que tudo que tinha que acontecer na tua vida já aconteceu. Isso é muito comum, né? Porque eu costumo dizer que as pessoas colocam data para ser feliz.
E a felicidade não tem data, porque se a felicidade tiver data, a infelicidade também tem. Porque, pô, eu falo assim, olha, quando eu chegar nos 18 anos, 20 eu vou pra faculdade, eu quero estar formado até os 22, aí eu vou ganhar muita grana até os 50 e depois chega. Como assim?
Então, quer dizer, depois dos 50 bate aquele vazio. Ah, já fiz tudo que eu tinha que fazer. Eu acho que a gente tem que ser feliz a cada momento enquanto a gente está vivo. Cada dia que a gente acorda é uma história que termina quando a gente dorme, e essas histórias terminam quando a gente...
dormem pela última vez. Elas começam quando a gente acorda pela primeira e terminam quando a gente dorme pela última. Mas a gente tá aqui para ser feliz, eu entendo que é assim, que nós temos essa obrigação. Mas muitas pessoas chegam ali na casa dos 45, 50 e de repente, pum, puta, não acontece mais nada, já rolou tudo que eu tinha que fazer. A terapia tântrica ajuda nisso.
O Tantra como filosofia. Porque a gente, acho que a gente estava até conversando no começo, né? Que as pessoas mudam, as coisas mudam, os ciclos mudam, a natureza está aí para provar isso o tempo todo. Então, como que a gente, dentro desses aspectos de mudança, também caminha com a nossa própria energia sexual? E isso daí, dentro dessa faixa etária, dos 40, 50, de fato, o que mais procuram...
é pela preocupação com a performance, né? Tá. Porque é um lugar que você enxerga muito bem. Você pode até botar uma pá de cal ali no que você sente, não dá muita bola em determinadas coisas, mas quando o teu corpo não está mais funcionando da forma que você era acostumado ou acostumada,
você vai buscar algo que te fortaleça ou que te coloque de novo dentro das antigas habilidades que você tinha digamos assim né é mas o tanto é como filosofia vai fazer você entender que nova fase meu bem novos aspectos como que você vai transformar a tua vida ou algum aspecto mais importante da tua vida com o uso da energia sexual que energia sexual tem
todas as equações, não tem como fugir. Então, como que você direciona para essa nova fase, onde nada mais funciona? Como que você vai fazer funcionar para você? O que você quer que funcione para você? Eu acho que o prazer migra no seguinte sentido, no bom sentido, não é de lado, não. Eu acho que o prazer migra, porque chega aos 50 anos, o cara pode não ter aquela performance sexual.
Só que, por exemplo, o cara tem uma parceira de 50 anos, eles têm uma outra relação da vida, eles têm outros valores, eles têm outras coisas que são tão importantes ou mais importantes do que. Então é preciso encontrar essas coisas. É como chega um momento da sua vida que você vê como é importante um simples sorriso, como é importante um abraço, um aperto de mão, como a pandemia mostrou para a gente que até então ninguém tinha...
Caído a ficha. Agora, a Sasha, o nosso tempo lamentavelmente está chegando ao final. Mas, calma, futuramente você vai voltar aqui. Mas eu queria ainda te perguntar. Espero que você não tenha tido, nem tenha. Mas, de repente, você teve uma doença séria que marcou a sua vida negativamente. Ou um parente, uma pessoa amada.
Aquela pessoa que está praticamente desgostosa, desencantada da vida, teve um câncer ou trata um câncer, teve uma leucemia, enfim.
E a vida precisa continuar. Eu acho que a gente começa a morrer quando a gente para de viver. Esse é o meu conceito. Com toda certeza. Desculpe. Mas foi de propósito. É para ficar mais tempo com ela aqui, porque assim está bom. Estou tossindo, ainda vou espirrar, vomitar. Vai vir médico aqui. É uma brincadeira, mas vamos lá. Então a pessoa tem um mal assim, apagou a pessoa, desanimou e ela está vivendo por osmose.
A terapia tântrica, ou a massagem tântrica, tem como resgatar a vontade de viver? Eu acho isso tão essencial. Eu acho que a vontade de viver é a essência da vida. É ela que alimenta a vida. Ela que faz as coisas valerem a pena para você. E a pessoa que não tem vontade de viver...
O mundo fica todo em preto e branco, ainda que ela mergulhe numa aquarela, eu vejo assim. Então me fala sobre isso. Bem, primeiro que eu acho que essa vontade de não viver vem às vezes de algum aspecto desafiador, como uma cirurgia, algo que aconteceu ali que de fato causa um grande impacto. Eu tenho uma aluna, Cissa, beijo meu amor, que você vai assistir. A Cissa passou por dois transplantes de órgãos.
que acabou com ela, dançarina do ventre. Imagina uma pessoa que agora tem uma cicatriz de fora a fora no abdômen. E aí? E aí por todos os processos das relações se perdendo. E foi através do próprio Tantra.
que ela se reergueu de conseguir olhar para o corpo dela e se achar uma mulher atraente, e voltar a fazer dança do ventre, e não se importarem de olhar para a situação da cicatriz dela, porque ela mesma fez as pazes com o corpo, né? Então, eu trago muito a situação dela, porque ela se coloca, ela fala, tem vídeo dela lá no meu Instagram.
Então sim, bem, energia vital, né? Você está lidando com a energia que promove a vida. Então a partir do momento que você entra em contato com as ferramentas do Tantra, intervenções, respirações, massagem, filosofia, você consegue sim resgatar muito da tua proposta mesmo de vida, né? De entender que a tua vida não se reduz àquele fato e aquele fato, o que pode te trazer de poder?
para a tua situação, para como você vai encarar agora o mundo dessa nova forma, de uma forma diferente, ou da mesma forma, só que com outros elementos. Então sim, Oscar, a resposta é sim, com toda certeza. E eu digo para vocês, sagradamente e seguramente, que é preciso saber contemporizar tudo, porque às vezes acontece uma limitação na sua vida.
ou de quem você ama, ou do que você faz. Mas nesse momento a gente nunca lembra tudo que a gente vivenciou de bom até ali. Toda a gratidão que a gente tem que ter, todo o perdão que a gente tem que ter conosco, principalmente conosco mesmo, que a gente cobra muito da gente.
E aí você tem que lembrar que você tem uma ou outra limitação que surgiu e que existem milhares de pessoas no planeta que já nascem com aquelas limitações que apareceram para você agora e que vão conviver com essas limitações a vida inteira.
E muitas dessas pessoas se tornam exemplos. É só você procurar no Google, você vai ver que tem um rapaz que é cadeirante, ele não tem as pernas, ele não tem os braços, e o cara dá palestra motivacional. Quer dizer, o cara ensina você a viver. Eu tenho um amigo, vou citar o nome aqui com muita gratidão, o Geraldo Magela é um humorista cego que não nasceu cego, gente.
E ele lida com essa dificuldade dele de maneira super memorada. Os shows dele, ele fala várias passagens engraçadas. E é um cara que convive com isso desde a infância, ele vai conviver até o final. Então acho que às vezes a gente vê uma limitação que acabou de acontecer como um castigo que na verdade não é bem assim. A gente precisa aprender a olhar para trás. E eu não sei se você vai olhar para trás, mas você vai olhar aqui para frente e você vai ver que você está levando aqui.
Oxi! Em meu nome de toda a equipe do Estúdio Rocha, essa equipe maravilhosa.
como símbolo da nossa gratidão pela sua presença, por esse aprendizado, você vai levar essa caneca aqui do podcast. Ai, que lindo. Muito obrigada. Tá bom? Que tem a colaboração do meu amigo Cristiano, da CrisArts. Então, você que precisa dar uma caneca personalizada, de repente com o rosto de um aniversariante, ou com o logo da sua empresa, ou distribuir no final de uma festa, ou você que precisa de um boné, uma camiseta, qualquer coisa personalizada,
Procure o Cristiano. É arroba CrisArts, underline CrisBassi. Duas letras B, duas letras S, como você está vendo aqui embaixo. Ah, porque ele está cheio de cara no mercado e faz a mesma coisa? Tá. Mas ele tem pontualidade, responsabilidade, entrega, amor pelo que faz, qualidade.
maravilhosa. E um detalhe, respeito, ele faz um trabalho com respeito, está comigo há mais de um ano aqui e já tive convidado aqui, que falou, eu quero ir de novo por causa da caneca. Tá bom, gente? Então, Chris Arts underline Chris Bass. E assim, por último, vou perguntar para a nossa querida Sasha o seguinte.
Diga aqui para quem nos assiste, por que a pessoa que nos assiste, ou todo mundo, se você achar assim, deveria passar por uma experiência da terapia tântrica? Então, gente, primeiro que eu acho que é um convite essencial. A gente saber lidar com a energia que rege a nossa vida aqui na matéria é fundamental para a gente entender também os nossos processos de evolução, de luz, de sombra, para conseguir integrar todos esses lugares e ter uma vida...
mais linda possível, por mais desafiadora que seja. Então, quando a gente entra em contato com essa força, a gente sabe, de fato, por onde direcionar todo o nosso poder. Então, fica aí o convite para vocês que ainda não sabem, não procuraram ou não conhecem o Tantra. Se quiserem trocar uma ideia, podem me procurar lá na rede social.
Que eu consigo também dar uma direcionada se o processo de fato te ajuda. Que ajuda, de novo, mexemos com a energia vital. E acho que todo mundo deveria passar por essa experiência. Independente se é só na parte filosófica ou se são com as intervenções diretas. Então, Tantra está para todos. Então, espero que vocês sintam um pouquinho desse convite aí para o autoconhecimento. Tá? E não esqueçam, arroba Tantra Terra.
Nossa amiga que se intitula Sacha Deva. Deva é uma expressão que traz o quê? Traz a espiritualidade, traz a paz, traz a divindade, traz a cura. Procura saber o que é Deva, tá bom? E é a nossa Sacha Tatiana e Deva.
Eu tenho que despedir dela aqui, mas eu agradeço pelo aprendizado. Foi maravilhoso. Obrigada, meu bem, pelo convite. Muito reconhecimento para você, muito mais sucesso. Seu trabalho floresça cada dia mais. Amém, o nosso. E a nossa companhia também, porque eu te espero no próximo episódio e quero você aqui com certeza. Beijão no coração e até lá. Valeu.
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Exames laboratoriaisGolden Prime
Amendoim confeitado, amendoim japonês, amendoim chinês, castanha de caju, castanha do pará, desidratados (tâmaras, bananas)