Acredite ou Não, Essas Leis Regem Sua Vida | Agora é Você | Olimar Tesser | EP 112
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- Leis UniversaisLei do Retorno · Tempo Universal vs. Cronológico · Lei da Resistência · Lei do Reflexo · Lei da Gratidão · Lei da Afinidade · Lei do Silêncio · Lei do Desapego · Lei do Equilíbrio · Leis Universais do Dinheiro
- Neurociencia e CerebroInformação e Programas Mentais · Doenças Psicossomáticas · Três Cérebros: Racional, Inconsciente e Reptiliano · Contágio do Elástico Social · Zona de Conforto · Ondas Cerebrais e Estados de Consciência (Vigília, Alfa, Teta) · Conexão com o Criador e Intuição · Interpretação de Informações Espirituais
- Propósito e valoresAmbiente, Comportamento e Capacidade · Crenças e Valores · Identidade e Missão · Hierarquia, Pertencimento e Equilíbrio (Constelação Familiar)
- Perda de alguém amadoPerdão Interno e Liberações Fisiológicas · Perdão e Câncer · Perdão de Si Mesmo · Compaixão como Solidariedade com a Dor
- Experiências espirituais e visõesConexão Espiritual e Saúde · Influência da Crença na Saúde · Espiritualidade vs. Canalice · Oração e Amplificação de Bênçãos · Impacto da Vibração em Frequência Baixa
- Logosofia e Vontade LivreLivre-Arbítrio vs. Destino · Influência e Indução em Escolhas · A Escolha de Cores Políticas · Aceitação do Acontecido
- Olimar Tesser: Trajetória e FerramentasTransição de Ex-Atleta para Neurocientista · Ferramentas: Neurociência, Hipnose, PNL, Coaching · Desmistificação da Hipnose no Brasil · Trabalho com Atletas de Ponta
- Gratidão e Bem-Estar
As leis universais são leis que você se não respeitar, como qualquer lei que você infringir, você vai ter uma adversidade ou você vai ter uma dificuldade maior de poder compreender como que o universo funciona.
Tudo que você faz, você recebe. Então se é coisa boa, você vai receber coisa boa. E se é coisa ruim, você vai receber coisa ruim. O que você vai fazer de coisas para você, para as outras pessoas que estão ao seu redor, você vai receber. E se você não receber para você, fique tranquilo. O universo vai te presentear para aquelas coisas que você mais ama.
O tempo nosso não é o tempo do universo. A gente tem o tempo cronológico de minutos, de segundos, de dias, de meses, de anos, mas o universo está aí com uma vivência muito maior em relação a isso. Eu não gosto de você, o que me incomoda em você...
Quando nós estamos vibrando em uma energia baixa, nós recebemos os refletos dessa energia. Tem pessoas que é mais sensitivas, que consegue sentir. Às vezes a pessoa te liga e no que ela falou duas, três frases, te põe para baixo. Do mesmo jeito que ela fala duas, três frases, que te elevam.
Desde que a gente nasce, nós somos igual o nosso celular. Somos uma The Virgin que a gente vai colocando lá informação. A gente vai colocando lá programas, a gente vai colocando lá softwares. E quando esse software não está bem instalado...
Ele não roda bem o hardware, é a mesma coisa dentro do nosso universo. Não tem inveja branca, tem inveja branca, tem um casamento tão bonitinho, tem uma voz tão boa. Não, inveja é inveja e você vai conviver com isso. Então quando você desperta na pessoa esse negócio, é como se você tivesse mais luz do que aquela sombra que está sendo afuscada.
Quando eu estou reclamando, eu estou clamando para mim algo ruim duas vezes mais. Quando eu estou resungando, quando eu estou só atraindo coisas negativas para dentro de mim, da minha mente que vai controlar tudo isso, aí eu começo a desenvolver doenças psicosomáticas porque a Organização Mundial da Saúde comprova que 95% das nossas doenças físicas são prostatos emocionais.
Então, se eu crio essa doença, eu tenho condição também de curar.
Aê, chegaste! Até que enfim, muito obrigado pelo seu play no nosso reencontro aqui no Agora é Você Podcast, o único que só fala de você. Mas não adianta a gente falar de você se você não curtir isso, né? Então é o seguinte, durante o podcast você já sabe, vai lá dar o seu joinha, dar o seu like, o seu gostei, comenta, compartilha. E o mais importante, fica até o final, porque é mais um assunto extremamente relevante, tá bom? Para você!
que faz parte do universo. Você sabia que você é fração dele, ou você é todo dele, ou o universo é todo seu? Enfim, o universo te sujeita, você é refém das coisas que o universo te sujeita. Ah, dá um exemplo para o Padrinho. Não, calma aí.
É sobre isso que nós vamos falar aqui com ele, que eu trouxe para cá. Você vai saber tudo e um pouco mais, tá bom? O meu convidado é neurocientista, hipnólogo corporativo, mestre em PNL, que você já deve saber que é programação neurolinguística. É profundo, estudioso e pesquisador da mente, da espiritualidade, do universo.
dos campos quânticos. Ele ministra cursos, consultorias em todo o Brasil. É master coach, é palestrante. E eu vou encher o saco dele para que ele vire escritor. No final do episódio, você vai ver se eu não tenho razão. Eu estou falando aqui do Olimar Tesser. Seja muito bem-vindo, Olimar.
Obrigado, Pardini. Muito obrigado pelo convite. No mundo não existe coincidência. Eu falo que são pequenos milagres que Deus faz para não aparecer. E você foi um cara que fez parte de toda a minha trajetória como ex-atleta profissional de futebol.
Eu me inspirei muito em brincar, fazer brincadeiras com a voz por sua causa. Que legal! E hoje eu tenho a honra de ser convidado para poder falar um pouco desses 20 anos de neurociência, dessa transição de ex-atredo profissional de futebol, para hoje um palestrante, e falar sobre espiritualidade, e que eu conheci um Pardini que eu jamais imaginaria que isso existiria.
Ah, e é só o começo da pirâmide. Você sabia, esse cara foi goleiro do meu Palmeiras, 1983? Três, eu comecei, o senhor Ademir da Guia que me levou para o Palmeiras. E aí depois eu fui profissionalizado pelo Botafogo de Ribeirão Preto e joguei até 99, onde eu parei e depois eu voltei a estudar.
E aí foi que eu migrei para a arte da neurociência. Que legal. Pena que não é um podcast esportivo, mas eu vou empurrar ele para um podcast esportivo. Esse cara tem que ser mais bem aproveitado. Alô, meu amigo Milton Neves, vamos levar ele aí para o esporte sem... Como é que é? Sem firula? Eu já fui. Agora está na hora de você levar o meu amigo. Mas vamos em frente aqui. Começando então, Tessa, o que são as leis do universo?
Então, são algumas leis que a gente pode até não acreditar, não aceitar. Só que a mesma coisa que a gente está no oitavo andar aqui, eu posso ser o cara mais bonzinho, posso pagar minhas contas em dia, ser o cara mais honesto, mais justo. Mas se eu cair daqui do oitavo andar, com certeza lá embaixo eu irei me arrebentar ou até morrer.
E as leis universais são leis que você, se não respeitar, como qualquer lei que você infringir, você vai ter uma diversidade ou você vai ter uma dificuldade maior de poder compreender como que o universo funciona. Muito legal. Bom, eu vou tentar colocar para você que está aí nos assistindo.
as mais populares, as mais assediadas, o pessoal busca mais, existe, não existe, funciona, funciona, como é que é? Então, eu vou procurar aqui com a ajuda do Tesser, trazer esse tema, começando aqui, a lei do retorno, me fala sobre isso. A lei do retorno é muito simples, tudo que você faz, você recebe.
Então se é coisa boa, você vai receber coisa boa, e se é coisa ruim, você vai receber coisa ruim. Tanto que, biblicamente, muitas vezes as pessoas falam que a espiritualidade briga com a ciência, essas coisas, e a gente comprova que é absolutamente o contrário, ela se converge muito, se ajuda muito.
Porque bíblico é muito mais original você dar antes de receber. Você tem que dar antes de receber. Então tem um retorno dessa lei. O que você vai fazer de coisas para você, para as outras pessoas que estão ao seu redor, você vai receber. E se você não receber para você, fique tranquilo. O universo vai te presentear para aquelas coisas que você mais ama. Que legal. E agora, o tempo. Porque às vezes a pessoa que nos assiste pode falar, poxa, mas eu faço, faço, faço e não acontece. Existe.
Uma coisa... Eu tenho uma coisa que eu falo que é trilogia do bem. Eu digo sempre, na vida o que mais faz bem é estar bem para fazer o bem.
Eu procuro fazer, não estou preocupado com o que eu faço, o que eu posso ajudar. Mas tem gente que faz alguma coisa também e fala, puxa vida, mas eu faço tanto e só me cai bomba no quintal. Então existe um tempo para a pessoa receber esse retorno do universo, da espiritualidade, ou isso é relativo? É muito relativo, porque o tempo nosso não é o tempo do universo.
A gente tem um tempo cronológico de minutos, de segundos, de dias, de mês, de ano, mas o universo está aí com uma vivência muito maior em relação a isso. Então, é muito relativo. E também se você fizer, uma outra coisa que você falou dessa trilogia, uma coisa que você fizer, ah, eu estou fazendo o bem, esperando receber o bem,
Aí tem como se fosse uma maldade aí no meio. Sim, uma segunda intenção. Uma interferência. Claro. Então, se você faz, o tempo certo vai chegar. Como muitas histórias você conhece, que as pessoas acabam sendo beneficiadas depois que ela acabou de fazer, ou muito imediato, ou depois de um certo tempo.
Eu vejo um pouco diferente. Eu vejo o imediatismo, eu ajudo alguém, alguma entidade, enfim. Bom, eu consegui ajudar, naquele instante eu estou recompensado. Eu nunca fico esperando nada em troca. O resultado que eu espero é que dê certo ajudar a pessoa. Agora, atenção aí. Essa aqui, será que você já ouviu falar? A lei da resistência. Como é que é isso, Olimar? A lei da resistência, sim. As pessoas resistem muito.
a aceitar o que o universo está trazendo para ela de experiências. Porque são experiências. Desde que a gente nasce, nós somos igual o nosso celular. Somos um HD virgem que a gente vai colocando lá informação. A gente vai colocando lá programa, a gente vai colocando lá softwares. E quando esse software não está bem instalado...
Ele não roda bem o hardware. É a mesma coisa dentro do nosso universo. E qual é a lei da resistência? Quando eu resisto muito em aceitar as coisas que o universo me traz de... De retorno. De experiências. Não precisa nem ser retorno. Mas o que traz...
Então eu fico resistindo, eu resistindo a um aprendizado, a uns problemas. Se eu não aprendi sobre aquele problema, eu não tenho condição de ir para um outro nível. Pardini, consegue entender? Sim. Se eu não passei nem no primeiro... É uma etapa. É. E como é que eu vou para o segundo se eu estou patinando, andando em círculo, não saindo do lugar, só... e não saio. Quando eu começo a aceitar, entender que aquilo é uma forma de um aprendizado,
Você contou em particular para mim a história de um cara que teria tudo para amaldiçoar todas as coisas. Aí nós vamos chegar na lei da gratidão. Elas se complementam, elas se interagem. Então, na hora que eu começo a parar de ter resistência de quem eu sou, uma das leis que acho que você também vai falar é a lei do desapego. Quando a gente começa a entender como que o universo funciona...
Como que a mente universal funciona, você passa a ser menos resistente. E você começa a ser mais agraciado. Então tá, agora quando você fala assim da pessoa aceitar as coisas que o universo traz, o universo traz ou às vezes a pessoa se causa aquilo? Porque, por exemplo, tem gente que reclama muito da vida, né? Uhum, demais. Isso é uma coisa que a gente fala aqui. Isso é considerado, por exemplo, um bloqueio para a pessoa subir esse degrau de evolução? O que é reclamar?
É clamar de novo. Duas vezes. Então, quando eu estou reclamando, eu estou clamando para mim algo ruim duas vezes mais. Então, você também, em off, a gente conversou sobre uma experiência do Masaru Emoto, que ele pegou...
fotografou células das águas e as moléculas e mostrou uma água que ela estava no mosteiro como que eram as moléculas, uma água no presídio como eram as moléculas, que ela sofre mutações. Imagine o nosso corpo que é feito mais de 78% de água. Então quando eu estou reclamando, quando eu estou resmungando, quando eu estou...
só atraindo coisas negativas para dentro de mim, da minha mente, que vai controlar tudo isso, aí eu começo a desenvolver doenças psicossomáticas, porque a Organização Mundial da Saúde comprova que 95% das nossas doenças físicas são prostatos emocionais. Então, se eu crio essa doença, eu tenho condição também de curá-la. Muito bom.
Bom, você chegou aí, eu estou conversando com o Olimar Tesser, ele é hipnólogo, ele é master em PNL, ele é master coach, é um profundo estudioso da interação dos campos, o campo energético, o campo quântico. E se você chegou agora, fique até o final, se você já estava, fique também, o assunto é maravilhoso. Eu pergunto agora para ele sobre a lei do reflexo. Do reflexo é que... Essa eu nunca tinha ouvido falar. O que eu não gosto em você é que está dentro de mim.
Então reflete. O que eu não gosto de você, o que me incomoda em você é minha sombra também. Porque nós temos a mão direita, nós temos a mão esquerda, nós temos a luz, nós temos a sombra. Nós temos o bem, nós temos o mal. Então aquilo que eu não gosto de você, o que reflete em você que me incomoda e o que também é bom é reflexo do que tem em mim.
Isso pode acontecer. E quando é um ambiente que a pessoa não gosta? Porque o ambiente pode estar contaminado. Tá bom, mas o ambiente não é necessariamente... Aí o que você está falando vale de pessoa para pessoa, de pessoa para ambiente não.
nós temos um alinhamento de consciente coletivo, de inconsciente coletivo. Que a gente vai vibrar em algumas... A gente não vê aqui as ondas do nosso celular, do podcast, da rádio, da televisão, mas a gente sabe que existe como ar. Então nós estamos vibrando em uma sintonia. 100,9, 101,5, nós estamos vibrando em alguma coisa. Quando nós estamos vibrando em uma energia baixa, nós recebemos reflexo dessa energia.
Nós entramos e sentimos. Tem pessoas que é mais sensitivos, que consegue sentir. Às vezes a pessoa te liga e no que ela falou duas, três frases, te põe para baixo. Do mesmo jeito que ela fala duas, três frases, que te elevam. Qual é o acampo vibracional que essa pessoa está?
Então, se tiver uma ou mais pessoas vibrando num sistema em que o ambiente... Ah, se a gente tivesse depois aquela nossa pirâmide ali, dá para a gente mostrar facinho para você entender claramente isso. Como que o comportamento é influenciado pelo ambiente ali. Olha, pessoal, a nossa produção aqui, a Letícia, já separou a imagem fantástica. Letícia, pode colocar em primeiro plano isso?
Pode falar, Olimar. Então, os três primeiros, ambiente, comportamento e capacidade, nós chamamos na neurociência isso de contexto. O contexto é a garrafinha de água que está junto da mesa com a gente aqui. Tá. Então, nós estamos no ambiente, nós estamos no podcast, nós estamos no ambiente. Ok. Desde a barriga da nossa mãe, nós estamos no ambiente. Ok. Nós vamos adquirir comportamentos da nossa mãe, do nosso pai, da nossa religião, da nossa cultura. Ok. Do nosso ambiente.
Certo? Certo. E aí nós vamos desenvolver capacidade. Você tem uma capacidade ímpar de ser um comunicador. Tá. Ok? Ok.
E aí você está num ambiente, se esse ambiente estiver contaminado, eu vou estar com as minhas capacidades e meus comportamentos interferidos. Quando eu vou para o que está mais importante, é mais importante a garrafinha de água ou a água que está dentro da garrafinha? O que é mais importante? A água, né?
Então ali são crenças e valores. Crenças, valores são conjuntos das nossas crenças. Então, o que o Pardini acredita sobre a sua capacidade positivamente ou negativamente, eu influencio o meu comportamento e influencio o meu ambiente. Tá, entendi.
Certo? Conjunto de crenças formam nossos valores. Então, valores são ineguciáveis, que são valores fins. Dinheiro, família, trabalho, são valores meios. O que o dinheiro te traz? Conforto, alegria, segurança? O que a família te traz? Te traz alegria, amor. Aí, quando a gente fala assim, de família, por que fazemos? Por que a gente faz isso? Por que eu faço pela minha mãe, pelo meu pai, pela minha família?
Porque eu tenho um amor envolvido nisso. Mas se eu tenho um irmão que está nas drogas, vamos lá, eu vou ter sossego, segurança na minha família por causa desse meu irmão que está envolvido com droga? Sim ou não? Não. E aí não vai interferir muito na minha capacidade de gerir problemas? Não vai interferir no comportamento da minha família? Não vai interferir no ambiente familiar?
Quer dizer que cada camada, ela retroage em efeitos para as anteriores todas. Isso. Aí eu vou montar uma empresa, eu vou montar uma empresa e eu quero saber. O podcast tem que ter valores, identidade e missão, que é a espiritualidade. Então, valores. Quais são os valores éticos que eu vou ter?
Como Oscar Padini, como Olimar Tessi, nós vamos ser sócio. Nós vamos montar uma estrutura de um treinamento, de um podcast, de uma empresa. Vamos vender qualquer coisa. Quais são os nossos valores? Depois, identidade. Qual é a nossa visão? Queremos ser o maior podcast e referência de falar sobre desenvolvimento humano no Brasil. E qual é a espiritualidade? Qual é a nossa missão?
ajudar as pessoas, por exemplo, o Oscar Pardini que eu conhecia, ele é um excelente comunicador. Hoje eu conheço um cara espiritual que através da sua comunicação, ele ajuda as pessoas a se curarem.
Entendi Entendeu sua missão? Entendi Só reiterando pessoal Vocês entenderam? Cada camada dessa pirâmide Os efeitos de cada degrau incidem todos os outros embaixo Porque é tudo subordinado, é tudo amarrado É muito legal isso E qual que é o mais importante?
Bom, eu acho que todos são importantes, mas o espiritual... Porque está lá em cima, está conectado com as leis espirituais. E vai mandar em todos embaixo. Vai mandar todos embaixo. Se eu sei, muitas vezes eu tenho uma crença forte, valores fortes, mas eu não sei por que eu estou aqui, o que eu estou fazendo na Terra.
Qual que é a minha missão aqui? Dia 23 de março de 2007, através disso eu tinha uma pergunta. Qual que é a minha habilidade, minha capacidade? Por que eu tenho tanto talento de hipnose? Por que eu toco na testa da pessoa, a pessoa dorme? E aí eu descobri no dia 23 de março de 2007, que Deus me deu um desses dons de hipnose para ajudar as pessoas a se desenvolverem.
Então, eu sei da minha missão espiritual. A ferramenta minha é a neurociência, é a hipnose, é constroção familiar, programação neurolinguística, Enneagrama, DISC, MBTI. Todas as ferramentas que eu tenho são ferramentas que ajudam a fortalecer minha identidade, meus valores para poder ajudar o ambiente, o comportamento e as pessoas que eu cuido. Maravilhoso, cara.
E agora, uma lei aqui, essa para mim é uma das coisas, eu sempre falo disso porque eu sinto que é tão real os efeitos disso, mas fala sobre a lei da gratidão. O que é gratidão? Bom, acho que ela pode se manifestar de algumas maneiras diferentes. Gratidão é um dos valores que está ali naquela pirâmide. Quando eu sou grato, mas eu não tenho uma perna, seja grato. Ah, eu não tenho uma condição social, seja grato.
porque aí você não entra primeiro naquela lei de você ficar reclamando, a gratidão. Ontem, eu posso contar rapidinho uma experiência? Por favor, por favor. Ontem eu fui fazer uma tarefa que eu tinha que fazer, e eu parei na rua, tinha uma banquinha de pastel. E eu vi dois galizos, um homem e uma mulher limpando a rua.
E eu senti um desejo de agraciá-los e perguntei, posso comprar um pastel para vocês? Pode. Comprou um pastel, um caldo de cana e eles dividiram. Eu saí com uma gratidão enorme, como se eu tivesse recebido aquilo. Então, essa é uma gratidão. Você ser grato, porque não é o dinheiro que você deu, a gratidão de você ajudar uma pessoa. Mas eles estavam passando fome? Eles estavam necessitados? Não, não estava. Não interessa.
Não, talvez não estavam, eles estavam só fazendo o trabalho deles lá, eles recebem da prefeitura ou da concessionária, sei lá, mas foi um sentimento de, eu vou fazer porque eu sou grato, porque eu tenho o que comer, eu sou grato porque eu tenho onde dormir, eu sou grato porque eu tenho os amigos que eu tenho, eu sou grato pela vida que eu tenho.
Esse é um exemplo de gratidão. Por isso que eu falei para você que a gratidão, entendo que ela tem várias manifestações. Você não falou obrigado para a vida, nem para o cara. Você falou e fez uma doação. Então, por exemplo, eu me mantenho de bom humor, apesar de todos têm dificuldades, eu não sou diferente de você que está assistindo, mas eu acordo, eu enxergo, eu ouço, eu falo, eu ando.
Eu tenho amigos verdadeiros, sei que eu sou uma pessoa querida, eu me sinto bem de ajudar. Então, assim, a forma de gratidão que eu tenho é a minha aceitação.
O meu bom humor é uma forma de... Entendeu? Não fico irritado porque o cara fez um negócio. Não, vai passar, tal, tal. Então, assim, eu acho que a gratidão tem muito disso. Você não precisa falar exatamente. Olha, muito obrigado, claro. Não, são gestos. As palavras têm uma força. Mas estou falando. O fato de você não reclamar, de você não se opor contra as coisas que te acontecem, quem você é, etc. É uma coisa que as pessoas raramente têm.
Só cria consciência quando vê um cara que está ali sem braço, sem perna, trabalhando, entendeu? Tentando vender o negócio no semáforo, mas está melhor do que pedir esmola. E você não precisa fazer nada parecido para você ter o dobro, o triplo do que ele vai poder comer ou vestir.
Então, eu acho que a gratidão é uma ação de reconhecimento, independente de você estar falando ou não. É como você se sente, é como você devolve isso para Deus e para o universo. Eu tinha 14 para 15 anos, eu estava jogando futebol, era goleiro.
E a bola bateu aqui no meu dedo, quebrou a falange distal, meu dedo ficou dessa maneira e eu fui operar. E com aquela idade, na hora que eu fui operar, eu saindo da sala de cirurgia, eu comecei a chorar, olhar para o meu dedo e falei, nunca mais eu vou ser goleiro. Meu sonho era ser goleiro. E na hora que eu estou saindo, entra um rapazinho, chorando sem as duas mãos, só com os punhos, amputados.
O que você acha que eu imaginei naquela hora? Graças a Deus, eu tenho a mão. Posso não ser goleiro, mas eu vou ter a mão, pelo menos para poder fazer as coisas. Ali eu comecei a entender um pouco sobre esse negócio de reclamar, de gratidão. Eu não entendia nada sobre leis, nada. Mas é um exemplo. Parece que a vida vem e fala assim, você está chorando com a do dedinho?
Você falou, acorda aí, tem gente que não consegue levantar da cadeira, não consegue levantar de uma cama, não consegue ter um estado vegetativo, e você está reclamando com tudo isso que você tem hoje? Tem gente que não tem vitalidade nem para reclamar.
Agora, a lei da afinidade, atenção, essa também é muito comentada. Olimar. A lei da afinidade, o legal é que as leis já basicamente falam sobre o que é. Afinidade. Na sua experiência, você que está em casa também, está assistindo a gente aí no celular, no tablet, você já entrou num lugar que você olha para a pessoa e fala assim, poxa, parece que eu te conheço...
E você nunca viu essa pessoa. Parece que você tem anos que você conhece essa pessoa. Uma identificação imediata, né? Isso. Isso é o seu inconsciente. Mapeia o inconsciente dessa pessoa e percebe aqueles valores que são parecidos. Então você tem uma afinidade para a pessoa. E ao contrário, também é verdadeiro.
Quando você tem afinidades que você olha para a pessoa e fala assim, putz, parece que o meu Santos não bateu com essa pessoa, é porque ela tem um lado sombra que é afinidade igualzinho o seu.
Consegue entender? Não. Se ela tem afinidade igualzinho o seu... Das suas sombras. Lembra da lei do reflexo? Sim. Quando você olha numa pessoa e você se incomoda com alguma coisa dela... Ah, entendi. É que ela tem sombras igual a sua. A afinidade é das coisas boas, mas você também tem coisas...
não tão boas quando tem você, que quando você olha dentro da outra pessoa, você tem afinidade. Tem pessoas que você fala assim, nossa, parece que eu te conheço há muitos anos. Tem gente que você torce, no primeiro momento você torce o nariz, você fala assim, nossa, que pessoa nojenta, arrogante e tal. Mas depois de dois, cinco minutos de conversa, você fala assim, eu tinha...
Eu tive uma impressão sua aqui, primeira, que eu achei que você era pessoa completamente diferente, mas eu vi que nós temos afinidades em algumas coisas. E quando é o contrário, Elimar? Por exemplo, a pessoa que está nos assistindo percebe que uma outra pessoa não gosta dela.
O santo não bate, mas eu não tenho nada contra a pessoa, mas não sei, cara. Eu sinto que o santo da pessoa não bate com o meu. É justamente esse lado da sombra da pessoa. Muito mais claro para explicar isso, hoje no Facebook e no Instagram, as pessoas não querem ver, por exemplo, o Oscar Pardini bem.
Elas querem ver Elas não querem crescer Não é que não querem ver bem Elas não querem crescer Elas não conseguem crescer Mas se o Pardini tiver pior que eu já está bom Eu não preciso ser melhor que o Pardini Crescer mais O Pardini tem um milhão Eu preciso ter dois milhões de seguidores Se ele não crescer já está bom É o lado negro da pessoa Consegue explicar? É a sombra da pessoa Todo mundo tem isso É o lado negro da pessoa
Que é o que desperta nas personalidades das pessoas quando a pessoa tem a inveja. Não tem inveja branca. Ah, eu tenho inveja branca de vocês, tem um casamento tão bonitinho, você tem uma voz tão boa. Não, inveja é inveja e você vai conviver com isso. Então, quando você desperta na pessoa esse negócio, é como se você tivesse mais luz do que aquela sombra que está sendo ofuscada. Mas ali falta luz para aquela pessoa. Falta outras coisas. Outros componentes. Outros componentes.
Eu sempre disse isso, principalmente no meio artístico. Eu comparo o talento e o pseudo-talento com o que a gente estudou lá atrás, em astronomia, astros luminosos e iluminados. Então, o astro luminoso tem luz própria. O iluminado, a lua, é tão linda, mas era preciso do sol para aparecer. Aquele branco maravilhoso azulado, senão você não ia enxergar a lua.
Então a Lua, por exemplo, é um astro iluminado, o Sol é um astro luminoso. E no meio artístico tem muito isso daí, entendeu? Eu acho que uma pessoa tem um brilho muito forte.
e a outra, que é uma pessoa iluminada e não luminosa, em vez de ela ver uma aliada poderosa, ela vê uma concorrência. É como se fosse puxar seu tapete, tirar seu lugar. Pardini, você falou que o entrevistado aqui sou eu, a estrela aqui, você falou que sou eu, mas eu quero compartilhar um negócio com você e quero perguntar para você, se puder. Vamos quebrar aí um. Fica à vontade, quebra o protocolo. Eu como ex-atleta e hoje um cara que milito muito dentro do...
da televisão, da rádio, como entrevistado, eu percebo como assim no futebol, o meio, onde rola muito ego, muito dinheiro, tem justamente isso que você está falando. Quantas pessoas não tentaram fazer mal para você, Oscar Padini, sem você nada, pelo simples talento que você tinha. Você chegava num lugar que o pessoal achava humorista. Você não contou nenhuma história para mim. Não contou nenhuma história para mim.
Mas eu estou perguntando quantas pessoas se incomodaram pelo fato de você estar chegando com o seu talento. Inúmeros. Não dá para contar, porque não é só a pessoa que está lá no palco comandando alguma coisa. São as pessoas que estão ao redor dessa pessoa, que querem ser o centro de atenção dessa pessoa. E isso eu sinto. Eu tenho a sensibilidade para sentir. Isso incomoda muito. Eu jamais cheguei para alguém e falei, pô, por que você faz isso? Não.
Eu enfrento o que eu posso fazer. E tirar dali é uma melhor. Se você fizer falar para mim, você trabalhou com os cinco maiores apresentadores da história da TV aberta até aqui. Qual foi o pior? Vou dizer para você que nenhum. Porque com todos eu aprendi.
Você está numa rua esburacada que você cai e quebra o queixo, você vai aprender que é uma maneira diferente de andar, de saltar, um outro caminho para você fazer. E na vida é a mesma coisa. Tudo eu aprendi. Em todo lugar que eu tive dificuldade, enquanto eu tive dificuldade, eu usei a meu favor para aprender.
Aprendendo o que eu não devia expressar, falar, o que eu não devia abrir, o que eu não devia sugerir. É um aprendizado. A vida é um aprendizado. O maior que você pode ter na vida é ela mesma. E qual o maior aprendizado, talvez, que a gente pode tirar é que marcar o manoforma marinheiro. Se você não tivesse dificuldade, você ia ficar na zona de conforto. E espiritualmente, mentalmente, organizacionalmente...
do jeito que você quiser falar, enquanto você não sair da zona de conforto, que enquanto você não sair deste problema, você não aprender sobre esse problema, você não vai para um próximo nível. Então você não evolui. Você não evolui. Então todas essas dificuldades, invejas, fizeram mal, que não sei o quê, que rasgaram contrato, coisas que eu já passei, você já passou, se não tivesse isso, eu não teria aprendizado.
Uma coisa que eu digo sempre para vocês na vida, gente, é que nem o eletrocardiograma. Você vê a agulha do eletro, ela faz... Ela dá pico para cima. Se tiver sístole de ácido, ela dá pico para baixo. Mas ela... Se você não tiver altos e baixos, estabilizar, a hora que der... Acabou.
É simples assim. Mágico. A vida é assim, não é verdade? É muito. Entendeu? Mas eu sigo aqui. Ah, a vida é assim, mas sabe uma coisa boa da vida? É você curtir aqueles momentos de prazer. E eu quero agradecer o Itamar, aqui, nosso colaborador, que é o diretor-presidente da Golden Prime, que vocês estão vendo aí em cima.
em cima de mim, eu estou aqui pertinho meu convidado está vindo na tela, mas eu estou vendo acima de mim ali, amendoim japonês confeitado, caramelizado castanha do Pará de caju sei lá, da Jubileca olha, tem coisas que eu nunca vi tem uva passa, tem a linha desidratada é maravilhoso, porque não tem toque
de mão, é tudo torrado a laser, não tem gordura, ó que lindo, colesterol, você comer esses grãos aí à vontade e ainda ser saudável, é só com a Golden Prime, arroba Golden Prime oficial no Instagram, ou você manda um zap pra lá, tá legal, pode dizer que foi, fala, ôi Joyce, o Pardini mandou e eu tô aqui, tá? Então é 11916781201 Eu continuo aqui com o meu amigo
com a lição de hoje com o Olimar Tesser. Estamos falando das leis do universo, a interação da mente e da espiritualidade com isso. Até agora nós falamos do que se fala, do que se manifesta. E a lei do silêncio, meu? A lei do silêncio fala sobre quando eu tiver uma coisa ruim, é muito melhor eu calar do que eu reclamar e expressar ela de uma forma ruim.
Quer dizer, você assimilar? É, você respirar. Por que que... Respirar, mas não é assim, reclamar em silêncio, né? Não, respirar. Não é a mesma coisa. E eu tenho uma pergunta que eu falo que ela é muito melhor que quando acontece algo para você que não é legal. Qual é a pergunta que nós fazemos, Pardini? Geralmente. Por quê? Por quê? Essa não é a pergunta.
é o quê? A pergunta no lugar do porquê é o quê? O que eu tenho que aprender com isso? O que eu tenho que aprender com o meu carro que quebrou? O que eu tenho que aprender com o acidente que teve? O que eu tenho que aprender com a minha rescisão? O que eu tenho que aprender? Não é o porquê. Por que isso aconteceu? Então, no silêncio, se pergunte o quê? O que mais eu tenho que aprender com isso? O que mais eu posso aprender?
Agora é interessante, mas é uma coisa que ninguém faz, né? Concorda? A pessoa não para assim para pensar. Puxa vida, a pessoa... Eu acho que, sei lá, se é intrínseco, é próprio do ser humano, a primeira coisa que você vai fazer, furo um pneu, puta que... Eu estou indo para o aeroporto, eu estou atrasado.
Justo comigo? Por que tem que ser só comigo? Então, justo agora... Tem 3 milhões de pessoas aqui em volta de mim, por que comigo? Então a sua colocação é perfeita? Mas eu acho que é difícil, porque aqui no podcast a gente fala de um monte de coisas. Já veio o Lucas Naves aqui, já veio o Américo Barbosa, o Ricardo Ventura, e eu sempre coloco isso assim. Uma vez durante uma sessão, se você não acredita, eu respeito, mas eu acredito. Eu questionei uma entidade.
durante uma sessão, que dizia, vocês não podem, vocês têm que fazer isso, isso e isso. E eu falei para a entidade, eu falei, mas a gente está aqui para aprender, não é? Para evoluir. Eu falei, se a gente conseguisse pensar e se comportar de todas as maneiras que vocês gentilmente nos aconselham, a gente estaria aí do seu lado, não aqui. Então é difícil. E a entidade riu. Mas é verdade. É verdade.
É verdade, mas é um aprendizado. O Pardini é um aprendizado pelo seguinte, até então você não sabia, certo? Sim. Essa pergunta, você tinha conhecimento que poderia ser feito dessa maneira? Não. Ok. E você não tem mais 20 anos, você já tem algumas experiências. Então, sim, você não sabia, agora você sabe. Então, quando acontecer, você pode escolher. Eu quero perguntar por que isso está acontecendo comigo.
Que isso é automático O que eu aprendo com isso? O que eu aprendo com isso? O que eu tenho que aprender com isso? Se eu estou no estado de evolução O que eu tenho que aprender com isso?
Olha, não se desapegue deste episódio, fique até o final. Estou aqui com o Olimar Tesser, estamos falando das leis do universo, interações da mente, do espírito, da sua vida. Se você chegou agora, permaneça até o final, dá seu like, dá sua curtida, ajude pessoas tão especiais quanto você a também receberem esse conteúdo. Quando você não interage, você infelizmente está contribuindo para que as pessoas não recebam.
Então vamos fazer coisa boa, então dá a sua curtida, dá o seu like e vamos fazer esse podcast ajudar mais gente, tá bom? E já que a gente tá falando em não desapegar desse episódio, a lei do desapego. É a mais gostosa. É. É a que eu amo mais. Esse podcast não é seu, Fábio. Pardini, não é seu. Não é mesmo, nada que é meu. Nada. Nada na vida é nossa. Seu filho não é seu. Então. Seu carro não é seu, seu corpo não é seu.
Então quando a gente... E é difícil. É difícil porque a gente tem ciúmes. Ciúmes da... Nós temos posse das coisas, dos bens. Nada é nosso. Nós estamos num corpo que... Ele só é reflexo daquilo que você alimenta ele. Ah, eu tenho diabetes alta. Aí muda a alimentação. Eu tenho tipo 2. Muda a alimentação.
caminha, faz uma... É uma escolha que você tem. Você quer ter alimentação, quer a base de chocolate, que é bom, quer a base de... De açúcar. De hambúrguer, é bom. É uma escolha que você faz. Não estou falando para ninguém ser vegano, não é essa ou não é a discussão. Mas assim, você... É tudo aquilo que você faz com você. Se você não desapega, também eu sou desapegado, eu não vou cuidar mais. Não é esse desapego.
Não é o foda-se, vai apertar o foda-se. E não fala palavrão que Deus te fode. Ah, eu sei. Então não é esse largar de mão, mas assim, não é seu. Não tenha tanto apego a isso porque não é seu. Você está aqui justamente para um aprendizado, para você desafogar, para você aprender.
E para você ir para... Eu até brinco com as pessoas, caramba, de tudo que eu já passei nessa vida, se eu ainda não aprendi, eu vou voltar ainda mais uns par de vezes. Tem gente que eu encontro e falo assim, hoje é minha última vida, não volto mais, eu já evoluí, eu já virei. Mas a lei do desapego é a lei que mais briga comigo.
que eu mais tenho curiosidade. Dificuldade? Curiosidade, curiosidade. Por quê? O que você aprende com isso? Isso, o que eu tenho que aprender? Por exemplo, do treinamento. Tem pessoas que vão no treinamento com a clara intenção de roubar algo de você para copiar, dar um ctrl-c, ctrl-v. Isso me incomodava muito no começo.
da minha missão. Tanto que eu entrevistava as pessoas para o meu curso, que eu fazia o curso de hipnose, fui o cara que, primeiro, a desmitificar isso no Brasil, na televisão, as pessoas iam fazer o curso, e eu perguntava, Padrinho, por que você quer fazer o curso? Ah, eu quero aprender o curso para poder manipular as pessoas. Eu não deixava a pessoa ir. Isso era um apego. O curso não é meu.
As informações que eu recebi não é minha. Eu recebo ela e eu distribuo. Eu brinco até, eu não sou católico, evangélico, mas do cristianismo a coisa que mais me chama a atenção é a cruz, que você recebe lá de cima e você distribui. Então, foi uma forma de eu desapegar. Então, desapegar dos filhos...
Achar que os filhos têm que ficar fazendo algo por você. Você vai pegar. No universo você criou. Eu errei muito com quatro dos meus seis filhos. Eu tenho seis. Porque eu era um atleta profissional de futebol. Eu não tinha muita vivência. E quando eu virei atleta profissional de futebol, eu comecei a ter um outro entendimento.
Então, eu batia nos meus filhos, depois eu passei a não bater mais nos meus filhos. Porque eles melhoraram? Não, a geração dos outros dois é muito pior do que as outras gerações dos meus primeiros filhos. Muito pior. Hoje, cada vez está mais complicado a geração. Mas porque você tem mais ferramenta. Quando você tem mais ferramenta, você domina o sistema.
Quando você tem mais habilidade, você como comunicador com várias vozes, você domina. Você faz, um cara faz oito personagens, dez personagens. Então você domina o sistema. É muito claro isso para as pessoas entenderem. Então é uma lei que até hoje eu brigo com ela, para aprender. Eu quero aprender muito sobre essa lei.
Entendi. É uma lei difícil, né? Desapegar é uma coisa assim... Porque a gente fala, pô, mas isso daí é meu há tanto tempo e tal. Mas por que tem que ser? Que falta aquilo vai fazer no teu autoconhecimento, em tudo? Me disse uma vez um cara, eu achei tão sábio, nada, tudo aqui é emprestado. E é.
Posso não acordar amanhã? Vou levar o que comigo? Nada, a não ser a minha essência. Você já viu alguém fazer o cheque de tudo que ele construiu aqui e descontar lá na outra vida? Não, né? Então. Então, não tem como, né? Agora, atenção.
Lei do equilíbrio, me fala. Tem, na constelação, eu vou falar da constelação para poder falar dessa lei do equilíbrio. Na constelação são três leis que tem que ser observada, que são a lei da hierarquia, então seu pai e sua mãe, você contou a história do seu pai e da sua mãe, e você tem uma hierarquia, seu pai e sua mãe se juntou e fez você, um sistema. Segunda lei do pertencimento.
Você pertence a um sistema e a terceira lei é esse do respeito do equilíbrio. Você talvez tenha sido muito mais bem sucedido que seu pai, que a sua mãe. Mas você era menor que seu pai, que sua mãe. Então quando você desrespeita essa lei, não tem um equilíbrio.
O universo anda em equilíbrio. Quem desequilibra o universo é o ser humano. Com bombas, com mau uso da água, mau uso da energia. Desarmoniza. Desarmoniza, mas ela vive em equilíbrio.
E aí o planeta vai buscar o equilíbrio de outra forma, né? Vai buscar de outra forma. Vem terremoto, vem... Nós estamos com 8 bilhões de pessoas no planeta. E você é um cara estudioso, sempre quando a gente começou a ter muitas pessoas, a pandemia foi uma dessas que dá uma freada na desorganização do universo.
As guerras, as pandemias, o jeito que o universo... Não tem que frear, tem pessoas aqui que estão completamente desequilibradas. Então, equilíbrio financeiro. Quais são as leis universais do dinheiro? São três também. Você falou de trilogia, a gente fala de pirâmide, de triângulo, sempre dessas três. A mesma coisa que os cristãos acreditam, o pai...
Filho, espírito. Nós temos, na física, nós temos o quê? Positivo. Negativo. E o nêutron. Certo? Certo. Temos prótons, elétrons. E o quê? Só da massa. É. Próton, elétron e nêutron. E nêutron. E nêutron. Certo? Sim. Então, estamos falando de três. Então, quais são as três energias do dinheiro? Primeiro, a energia necessidade básica.
Nós precisamos de dinheiro para comer, para vestir, para ter uma condição, um pirâmide de Maslow. Segunda energia, realizarmos sonhos. Comprar o nosso carro, nossa casa, ter um conforto, comer o que você gostaria de comer, viajar para onde você gostaria de viajar, realizar sonhos. E terceiro, ajudar as pessoas. Esse é o equilíbrio.
Tem pessoas que compram tudo que não podem, não pagam e tem desequilíbrio. Tem o nome no SPC, Serasa. Tem gente que ajuda os outros e não tem o que comer em casa. Tem equilíbrio? Não. Não. Então tem que ter equilíbrio. Não tem problema nenhum de se ajudar o outro.
Entendi. Mas primeiro, se ajudar. Você que está aí, está prestando atenção, separe obrigação de peso na consciência de dever. É aquela história que eu sempre falo aqui da máscara de oxigênio do avião. Eu ia te falar sobre isso agora. A máscara cai sobre você. Você quer socorrer a pessoa do lado?
mais se você ama na vida? Então, aí você vai começar a descompensar por causa da despressurização, etc. Desoxigenação. Treme e tal. Você não socorre a pessoa e morre junto. Então você tem que se estabilizar para poder ajudar quem está do lado. É o que eu sempre digo aqui. Pergunta isso. É egoísmo? Não. Não. Não, porque... É equilíbrio. Ninguém pode tirar ninguém da escuridão se não tiver luz. Ninguém pode matar a sede de ninguém se não tiver água para oferecer. Você sabe nadar?
Eu sei nadar. Ok. Imagina você num oceano, você não sabe nadar, e tem uma pessoa que você ama que está morrendo afogado. O que acontece se você for salvar essa pessoa? Ela vai grudar em você. Os dois morrem. Os dois morrem. Você não sabe. Então, primeiro, você tem que saber nadar.
E aí ter mais recursos, quem tem mais recursos vai dominar o sistema, e aí você vai ajudar outra pessoa. Inclusive tem casos que o Salva-Vidas aprende isso com o meu falecido tio, que serviu na Segunda Guerra Mundial, era comandante de submarino.
Ele dizia que às vezes para tirar o marujo da água, o capitão pulava, e o cara puxa, eu tinha que agredir. Você dá uma pancada para ele. Dá uma porrada, apaga o cara para poder tirar da água, senão morre os dois. Mesmo que o cara saiba nadar. Então é o seguinte, agora antes de virar o assunto aqui...
Você deve estar se perguntando, pô, esse cara é legal, pardino e tal, mas como é que eu falo com esse cara? Então é isso daí que eu quero... Você dá cursos, né? Dou curso, treinamento, faço palestras para empresas, imersões. Tá, consultoria, você dá? Consultoria, atendo com hipnose, atendo com neurociência.
Muito legal. E o contato principal seu é o Instagram mesmo? Instagram, porque lá tem o link tri, você clica, tem o meu WhatsApp. É, eu vou pedir para a produção colocar aí em legendas aqui o Instagram. Mas se colocar o Limar Tesser, no Google aparece tudo.
É arroba Olimar Tesser. Vocês estão vendo aqui embaixo. Arroba Olimar Tesser. É Olimar sem UH e Tesser com dois S. E tem também o WhatsApp dele. A produção pode colocar aí. Já está embaixo da gente. Aqui é a eficiência. Você pode fazer um teste. Se você colocar agora no seu Google Olimar já vai aparecer Olimar Tesser.
Que legal. Já vai direto? Já vai e aparece em Olimar Tess. É que seu nome é muito comum, né? É que nem João José, né? É que nem um amigo meu que chamava Odlavoíra. Como? Odlavoíra. Nossa. E depois eu descobri que Odlavoíra, ao contrário da varia ovaldo. Ele falou, pô, será que minha mãe estava plantando bananeira?
O Dlavoira, José O Dlavoira. Eu falei, não, isso não existe, né? Parece nome de pássaro. Bom, eu volto aqui com o meu amigo. Agora vamos virar um pouquinho aqui. Acaso, me fala de acaso. Existe ou não existe? O acaso? O acaso. Não.
Não existe acaso. Não existe, né? Não, como eu falei, são pequenos milagres que Deus faz para não aparecer. Quantos anos eu te sigo, te persigo? Quantos anos você já me ajudou que você nem sabe? Quantos anos? Não sei, você acabou de responder. Quantos anos? Eu até te falei, quando você me ligou eu achei que era uma pegadinha. Falei, o Pardinho está brincando comigo, porque a gente tem alguns amigos incomuns. Sim.
E aí você é muito gozador, tirador de sal, faz pegadinha. Eu falei, me convidando para o podcast. Assim, não tem um acaso. O momento certo de eu estar hoje, agora é aqui. De estar aqui é esse momento. Então não tem um acaso.
nós tínhamos que estar nesse momento a gente já teve em jantar junto a gente já estivemos junto em outras situações mas nós nunca tivemos eu nunca conheci e não conheci o Pardini que eu conheci hoje eu já era teu fã obrigado eu já acendi uma velinha pra você lá agora vou acender duas porque a missão que você descobriu que você está fazendo com o podcast não tem um acaso
Você já entrevistou amigos meus, pessoas que foram meus alunos, o Bautresca, o Lucas Naves, pessoas que vieram... O Bautresca fala isso. Eu aprendi com você, eu via você na televisão, no YouTube. Não era nem tinha televisão, no YouTube... Eu trouxe também o Ricardo Ventura, que também foi professor do Bautresca. Então, e aí um ecossistema. Entende? Então, assim, não tem acaso. Eu tinha que estar aqui.
Agora a gente vai ter que correr um pouquinho, porque as perguntas são tão maravilhosas, eu não quero deixar de te perguntar nada e o tempo está começando aqui a nos apertar. É verdade que o nosso cérebro é programado muito mais para detectar os nossos defeitos do que as nossas virtudes? Eu tenho uma pesquisa que eu mando para as pessoas para falar em cinco talentos que ela tem, cinco pontos fortes. Elas falam dois, três. Quando eu falo assim, me fala cinco pontos a melhorarem, ela fala dez.
nós temos três cérebros. O cérebro racional, que você lembra 10% das coisas que você faz, que você começa a dirigir, você começa a passar do consciente para o inconsciente, que é o segundo cérebro. Onde desde o ambiente da barriguinha da mamãe, nós temos lá guardado toda a nossa informação. E nós temos um terceiro cérebro chamado reptiliano. Qual que é a ideia desse cérebro reptiliano? Trazer você para a zona de conforto.
Ele que preserva a natureza, ele que vai dar medo se eu for pular aqui do oitavo andar. Ele que é o extintivo do sexo. Reptiliano vem de réptil mesmo. Então ele tende a trazer a gente para a zona de conforto. E é ele que é o chamado mismático. Eu faço dez coisas boas para você, mas uma não foi legal. Qual que você vai lembrar?
Você vai lembrar que não foi legal, não é? Que foi legal. Então, a gente tem essa tendência, eu vou explicar uma coisa para você. Eu costumo dizer que ser chique é não fazer barulho. Porque eu acho que quando a pessoa é pequena, quando a pessoa quer de qualquer forma ser notada, ela é muito pequena.
Ela quer subir num degrau, ela quer pular de cima, ela quer se tatelar na parede. Porque o cara que é grande espiritualmente ou intelectualmente, ele é notado. Não tem como não ser notado. E ele incomoda. Incomoda. E aí quando você fala disso, que as pessoas guardam... Vou te dar aqui um outro exemplo, que eu já falei aqui algumas vezes. Você está andando de carro na Marginal, em São Paulo, Tietê.
Você em nenhum momento vai falar, olha que legal, o rio está correndo, ele é até bonito, olha as árvores em volta. Agora, a hora que der enchente, vira notícia. Aí você vai ligar lá do meio da marginal para falar, meu, tem bosta de todo lado, aqui está se boiando um sofá na minha frente. E você não vai esquecer. Se eu te perguntar como é que estava a marginal ontem, num dia normal, e você passou lá, você não vai ter o que me descrever.
Mas se acontecer qualquer coisa ruim lá, um caminhão cair da ponte, você fala, não, ontem foi diferente, por quê?
E por que isso? Por que a gente guarda sempre, a mente guarda... Eu costumo falar que isso, nós estamos falando de neurociência, mas eu costumo falar que um dos comportamentos que faz a pessoa se tornar assim é o contágio do elástico social.
Quer que eu explique? Quero. Então, o contágio do elástico social, as pessoas tendem a te puxar mais para cima ou mais para baixo? Mais para baixo. Então, desde quando eu estudava, tinha o grupo coeso do meio, tinha lá os nerds, as pessoas mais inteligentes, e tinham as pessoas mais retardatárias. Sim. Tem até hoje, certo? Claro. Em toda classe, em todo treinamento, em todo estudo, em todo lugar.
Só que na minha época eu aprendia muito rápido. Talvez a sua mente seja igual a minha, muito acelerada, a gente aprende muito rápido. E aí eu ficava de saco cheio de esperar os outros, que tinham que ainda aprender um processo que a professora estava escrevendo e eu já tinha aprendido. Antigamente, na nossa época, se dava remédio para essa pessoa aqui de cima se aproximar do grupo coeso.
Hoje tem estudo ao contrário. Por que esse cara é diferenciado? Vamos tentar levar essa galera que está aqui no meio mais perto dessa pessoa. E quem está lá atrás, a gente tenta puxar para o grupo do meio aqui. Vamos ajudar, vamos dar um reforço, uma recuperação para ajudar essa pessoa. Então, onde está o contágio do elástico social? Quem te puxa mais? Isso já é sistêmico.
Então, a tendência é puxar energeticamente você... Para baixo. É, não reclama não. O reclamar não é ruim. É, não, tá bom, estão roubando, mas está tudo certo. Não precisa fazer isso, não. É trazer a mente... Para o lugar comum, né? Para a zona de conforto. E na zona de conforto é tudo aquilo que você já falou hoje no podcast.
Não existe nenhuma maneira de crescimento do seu podcast e da sua vida. O podcast nasceu num momento de desconforto da sua vida. Sim, foi. Então, não existe nenhum crescimento dentro da zona de conforto. Você falou, a época que eu mais tinha dinheiro foi a época que eu mais investi. Por quê? Tava na zona de conforto. Tava confortável, tava tudo certo.
Hoje você precisa fazer habilidade diferente para sobressair no meio que a nossa geração, você é boomer, né? Você é baby boomer, né? Eu sou geração X, mas você é baby boomer. Então, você sabe que as gerações hoje estão dominando vários sistemas. Então, a gente precisa reaprender muitas coisas para estar dentro desse sistema. Olha só, falar em aprender muitas coisas, você quer aprender sobre você? Por que que... Desculpe.
Por que eu tossi e não quero saber? Vamos lá. Por que você tem o rosto do jeito que você tem, o queixo do jeito que você tem? Por que de repente você teria supostamente habilidade para uma coisa que você não quer na verdade fazer?
Sabia que o seu corpo traduz tudo isso aí. Então eu queria te convidar para conhecer o curso Linguagem do Corpo, que é da minha querida amiga Cristina Cairo, porque ela fez aqui os episódios 36 e 85, que eu convido vocês a se irritarem comigo, porque eu brinquei muito com ela, porque eu adoro ela.
E vocês vão aprender muito. E ela me concedeu, devido a tanta gente que pediu, pediu, pediu, que queria o curso, ela me concedeu para você que segue, para você que está inscrito aí, que curte, um desconto especial. Vai lá na descrição, você está vendo aqui embaixo de mim, tá bom? Produção não falha. Está aí, curso Linguagem do Corpo com a Cristina Acario.
Aí tem o cara que fala assim, aponte o seu celular. Porra, se você está me vendo no celular, no tablet, o que você vai fazer? Pedir o celular do vizinho para apontar? O celular não é revólver. Então, depois que acabar o podcast, você vai lá... Essa coisa de apontar o celular é uma coisa tão imbecil. O cara está assistindo no celular, como é que ele vai fazer? Fazer assim, vai parar de assistir, fazer... Apontar para onde? Vai dobrar em L o celular.
Bom, então, vai lá na descrição, tem todas as dicas para você. Brincadeira à parte, é maravilhoso esse curso. Tá bom, Cris?
Obrigado pela oportunidade e um beijo. Cara, nós vamos ter que voar aqui com o tempo. Não tem problema. Mas vamos lá. O que é a experiência do despertar?
Como é que você pode definir isso rapidamente? Do despertar, qual que você fala? De espiritualidade? De espiritualidade. Porque quando a pessoa passa por esse esquema da pessoa despertar espiritualmente, por universo, etc., há uma alteração no cérebro também. Eu queria te perguntar as duas coisas. Eu vou explicar de uma forma...
para todo mundo entender sobre a evolução disso, como que a gente entende. Quando eu comecei há 20 anos atrás a estudar sobre neurociência, a gente tinha uma informação que nós tínhamos 35 milhões de neurônios. É muito.
Imagina que o cara tem que pegar o cérebro de alguém, cortar o cérebro e ficar contando os neurônios, certo? É muito, 35 milhões? Se eu te desse 35 milhões de reais hoje, ajudaria você, 35? Bom, ajudaria, mas eu acho que para a vida, os neurônios, depende quantos deles você vai usar e ainda pode faltar. E se hoje eu falar que nós temos 85 bilhões de neurônios?
Se você falasse em trilhões, eu acreditaria. Já tivemos salto quântico em informação disso. Então, assim, cada neurônio precisa se conectar com outro neurônio. Então, existem mais bilhões de conexões neurais que são desaprendizadas. Dentro do nosso cérebro, nós temos uns estágios de níveis de ondas cerebrais. Então, eu vou pegar a mão aqui para exemplificar para o pessoal que está em casa.
Esse aqui, vamos imaginar que seja o estágio de vigília. É o estado que nós estamos agora. Nós passamos 90% nesse estado de vigília. Quando a gente excita a mente com esporte, com sexo, brigando com alguém, a gente excita a mente, a gente entra num estado de hipnose chamado excitação. Quando a gente tem um orgasmo, a gente está num estado hipnótico. Quando a gente volta para o estado de...
de calmaria e faz uma oração, uma meditação, a gente atinge o chamado alfa. Quando a gente entra mais baixo no estado de teta, a gente está em conexão com o Criador. Então, Thomas Edison dormia com uma bola de aço na mão e umas latas embaixo, e esse processo mantinha ele em auto-hipnose teta. E hoje nós sabemos que quando a pessoa está em estado de teta, ela está em conexão com o Criador.
Então, eu estou falando de religião. Estou falando de conexão com o universo, com a espiritualidade. E o último estágio aqui é dormir. Então, presta atenção. Quando eu estou acordado, o estado de vigília, eu vou dormir, eu passo por dois estágios de hipnose. Ah, espera um pouquinho. Você falou do...
Teta. Não, quem que segurava a bola? Thomas Edison. Isso passava... Então, peraí. Isso não tinha internet. Como é que ele sabia isso? Intuição. Intuição. Você se conecta muito. Você faz isso com a habilidade que você tem de se conectar, sem perceber. Quando você faz os momentos seus de criação...
Tem coisa que você faz que você sabe que não são estudos seus. É o estado de conexão. Então, quando isso não tinha WhatsApp, não tinha nem lâmpada, não tinha podcast, isso era passado de mestre para discípulo.
Por escrito, por intuição. Então, eles iam treinando e iam percebendo que quando eles estavam nisso, eles tinham descoberta para os inventos. Então, todos os inventos, foguete, internet, foi instalado por uma inteligência extremamente muito maior. Posso falar sobre espiritualidade e sobre nós? Aqui tem uma...
Uma fagulhazinha, uma metáfora. Compara isso com o seu cérebro. Tá, ó, já se viu? Já perdeu o meu cérebro. Perdeu o seu cérebro. Já ferrou, né? É assim mesmo. Comparação dessa fagulha com o seu cérebro. Tá. Qual que é? Me compara. Sim, milhares de vezes. Você tá falando a massa do cérebro? Massa, capacidade. Tá, é infinitamente maior o cérebro, né?
É a mesma coisa nós queremos ter a nossa mente e falar que a mente de Deus processa dessa maneira. É desse jeito. É muita hipocrisia, é muita arrogância. Então, quando a gente tem um despertar, nós temos uma conexão.
com o criador, em algum sistema. E isso é praticável, tá? Isso é gente com auto-hipnose faz isso. Nós entramos no estado de teta e aí a gente começa a ter ideia pra sair de doença, de sair de problemas. Problemas, qualquer tipo de problema. Então, mas repete então pra quem tá nos assistindo aí. Como é que a pessoa entra em estado de teta? Primeiro, com treinamento. Depois vou te perguntar outra coisa aí. Eu não quero interromper, fala.
Isso é um treinamento. Tá, ok. Treino duro, jogo fácil. Como jogador, eu falo treino duro, jogo fácil. Tem que treinar. Mas você chega a esse estado. Por exemplo, eu faço tratamento dentário hoje. A minha cirurgia na coluna, tudo com hipnose. Eu não usei anestesia. Somente. Eu assisti minha cirurgia inteirinha no hospital. Faz 10 anos que eu operei a coluna. Eu não tomei anestesia. Lá em Curitiba. Muito legal.
E você entra nesse estado. Agora, eu sou um ser humano igualzinho você, igualzinho Thomas Edison, que tinha problema como todas as pessoas que estão em casa e assistindo também tem. Só que quando você consegue treinar a sua mente, você chega a um estado de teto e você começa a ter conexão. E você começa a ter ideia. Eu também tenho problema. Mas como que ela chega no estado de teto? Treinando com auto-hipnose.
Não é um estado de presença, então? É uma nulidade total? A pessoa tem que ficar só o cérebro trabalhando? Não, aí é a meditação que tende a esvaziar o cérebro. Não, na hipnose, quanto mais eu encho o cérebro de informação, mais ele desarma. Porque aí, lembra dos três cérebros? Temos o racional. Quando eu começo a encher o cérebro racional, ele desarma.
Ele desarmou e eu trabalho com qual cérebro? O inconsciente. Onde que está o poder? Onde que está as informações? Onde que está a força? O inconsciente. O inconsciente. O consciente, já que você falou um pouco de palavrão, é aquele que só se fode. Ele não permite você ser feliz. Ele é racional, ele fica assim, será que funciona? Será que vai dar certo? Será que isso é para mim? Aí entra também em questão de merecimento, de crenças, lembra daquela pirâmide?
Eu entendi, mas por exemplo, o cara que está assistindo fala, pardino, eu quero testar, tentar... Treinamento.
Então, mas o treinamento leva o cara a o quê? Ele para de pensar? Não, não, ele pensa, enche muito mais, só que vai chegar um estágio da mente dele que ele vai entrar em teta. Ele primeiro passa pelo alfa e dentro de um show de hipnose, dentro de um treinamento, dá para mostrar para as pessoas. Aqui não, porque a gente não tem pares para fazer a demonstração.
Mas para mostrar a pessoa, quando ela entra, é 10 segundos para fazer isso. Tem pessoas já mais sensíveis que ela vai direto do alfa para o teta. Mas você põe ela no estado de hipnose que ela já chega no estado de teta. É treinável. E como que a gente sabe? Por alguns tete que nós fazemos durante o processo ou com eletroencefalograma. Que vai dar ali nas ondas que ela está... Vocês entenderam como é diferente dos nossos políticos, das autoridades? Vai do alfa para o teta.
Os políticos vão do alfa para a teta. Então é só uma vogal que determina. Eles vão para a teta. A gente sabe tantas coisas patéticas. Agora, eu não queria te interromper, mas você falou Thomas Edison. E o Tesla?
Também. Então, o Nikola Tesla. Também entrava em estado. Então, mas o que ele fazia? O Thomas Edison? O Thomas Edison, a gente sabe, para os estados, para os estudos, que ele segurava a bola. Por exemplo, o Pelé dormia 10 minutos antes da partida. Ele visualizava o jogo inteiro. Tanto que você mexia, né? Ele falava, Negão, acorda aí.
estava apagado, Ayrton Senna fazia isso. Os grandes caras, né? Hoje eu trabalho muito... Ayrton Senna aprendeu isso, acho que com o Cobra, né? Isso. Eu trabalho com muitos atletas de ponta, MMA, boxe, estou treinando um cara agora que vai lutar nesse Fight Music Show aí.
E é treinado com neurociência, com hipnose. A gente usa o nome da hipnose para a pessoa entender um pouquinho mais fácil. Entendi. Mas é um treinamento. O Tesla, no meus estudos, o Walt Disney fazia isso. Walt Disney fazia isso. O Walt Disney foi mandado embora de dois jornais porque ele não tinha habilidade.
Ele não tinha habilidade de desenhar Mas ele tinha uma capacidade criativa enorme E ele entrava no processo E você, eu tenho certeza Aperta aqui, ó Aperta, aperta, aperta, aperta, aperta Dói? Aperta, dói, dói Então, parte do seu colo aqui está muito vermelho Isso pra mim chama-se nerose Você sabe o que é isso? Não
São emoções que precisam ser trabalhadas. E está doendo. Quando a gente... Quando se a pessoa apertar, normalmente não dói? Tranquilamente, não. Se dói muito, incomoda. E ainda aqui tem um estado emocional. O senhor aqui está bem vermelho. Aqui? É. Esse, na hora que você entrar no estado de hipnose, o senhor fica branquinho.
Que doido, né, cara? E a dor some. Mas some como? Você trabalhando as emoções e você liberando, chorando. Talvez a gente já aprendeu, ah, o homem não chora, não sei o quê e tal. Você que não quer se mostrar muitas vezes fraco. Mas o seu corpo tá falando pra mim, me ajuda. Que doido, hein, cara? De fato, minha cabeça pensa em...
trilhões de coisas ao mesmo tempo. Você é o cara que almoça já pensando na janta. Não exatamente na janta, mas... Eu dou um tiro pensando que daqui a pouco tem que ter canhão, metralhadora, bazuca.
É mais ou menos isso daí. Do Tesla eu vou ficar te devendo, não vou mentir. Mas com certeza... Mas ele tinha um procedimento, não tinha? Então, do Tesla eu não estudei, eu não sei. Mas com certeza, para trazer todas essas informações que tem hoje, as pessoas que mudaram o universo de alguma maneira, todas elas se conectaram a Deus.
Esse é o meu pensamento. Tá. Agora, o cérebro, ele interpreta informações espirituais de que maneira, cara? O que que acontece? Será que acontece quimicamente? Nós temos a gândula... Pneal. Pneal. Sim. Ela é quando... Do mesmo jeito que quando a gente tem uma hiper...
hipertrofia? alguma coisa de hiper, ou numa grândula, por exemplo, quando a gente tem tireoide e hipertireoidismo que eu vou engordar, eu vou emagrecer a mesma coisa, quando a gente tem ela muito mais estimulada ela abre o campo espiritual muito mais fácil
Como pessoas desde pequeno conseguem ver coisas, perceber coisas, né? E quando chega principalmente perto dos 50 anos, começa a despertar muito mais forte isso. Porque toda a nossa energia que está concentrada aqui, que é a nossa energia vital, ela começa a subir.
É a Kundalini. É, começa a subir. E aí eu começo a ter essa... Eu faço uma técnica em que eu pego pessoas que estão às vezes com depressão ou não conseguem perdoar e eu pego essa energia e a pessoa põe aqui e começa a tirar raiva, medo, que é nessa região aqui. Depois ela pega essa energia, põe aqui e começa a perdoar as pessoas, começa a ressignificar isso.
E a terceira é quando ela traz para a espiritualidade. É onde começa, dentro dos treinamentos eu mostro, a diferença onde tem espiritualidade e onde tem canalice, que os caras usam isso como se fosse uma espiritualidade para manipular as pessoas na sua fé. É, isso é bem complicado. Não vamos falar de igrejas aqui, quais são, mas tem muitos. Atenção, que isso aqui também é fascinante. O que acontece com o cérebro da pessoa?
e o campo da pessoa quando a pessoa ora.
Justamente isso. Imagina que é como se você colocasse um fecho de luz muito mais forte, concentrado daquele lugar. Uma lâmpada mais forte que pudesse iluminar aquilo. Ela começa a ter uma amplitude muito maior. Quando ela recebe, é igual como se ela pegasse uma antena e ampliasse essa antena. Fosse uma parabólica extremamente grande para poder receber essas coisas. Porque o universo é...
milionário. Eu categorizo assim, nós estamos num supermercado, nós estamos olhando muitas vezes o que a gente quer ver, mas tem outras opções. E se eu tenho só aquilo que eu tenho, é porque eu não sei pedir ou ver outras coisas que eu tenho, que é justamente através de uma oração, de um agradecimento. E quando eu tenho isso, imagina assim, ó,
como se abrisse uma antena e ela recebesse com muito mais clareza, muito mais amplitude as bênçãos que o universo tem para te dar. Então, fisicamente, fisiologicamente, quando você entra no estado de hipnose,
Você tem alteração física, química e psicológica. Eu posso te hipnotizar e dar isso aqui, que é água, e você tomar igualzinho como fosse cachaça. E você vai ficar bêbado como se você tivesse tomado cachaça. E mais impressionante, se tirar o seu sangue e fizer a dosagem alcoólica, dá que você tomou cachaça, sendo que você tomou água. O nosso corpo destila isso, imagina no cérebro. E foi onde começou o processo, no cérebro.
Então, baseado nas leis, quando eu reclamo, eu estou fechando essa grândula para não receber uma bênção. Quando eu estou com gratidão, quando eu estou orando, quando eu estou em conexão com o Criador, eu estou abrindo, eu estou bebendo ar. E nós até agora falamos de alguma religião? Não. Nós estamos falando do quê?
Estamos falando de espiritualidade e não sensorial mental. Então você está tomando água direitinho da fonte. Você não está tomando se é da marca A, B, C, D ou E. Você está tomando direitinho da fonte. Entendi. Agora, outra coisa, o perdão.
O que o perdão beneficia? A mente, a gente acabou de falar da oração. O perdão, o que ele beneficia? A mente e o campo da perda. Vamos falar fisicamente. O que você colocou dentro da sua caneca? Água. Água, tem moléculas? Sim. Ok, se eu quiser pegar essa molécula e começar a colocar átomo dentro dessa molécula, vai chegar uma hora que essa molécula vai colapsar. Isso.
Imagine isso em qualquer âmbito. Claro. Ela rompe. Ela tem que ceder para outras moléculas, formar outras moléculas. E na física, na ciência, tem o cloreto, clorato, pergamanato, o prefixo per. Quando ela tem o prefixo per, quando chega no final dele, se você continuar, você vai colapsar essa...
Essa célula, ela vai fazer... Sim, ok. Então, o prefixo per, ele é um prefixo de melhorar as coisas. Você quer o seu podcast feito ou perfeito? Perfeito. Então, o que é o amor? Bom, acho que é tão difícil de definir, mas ao mesmo tempo é tão fundamental e inevitável. Eu acho que o amor é...
Nós somos uma extensão do amor, do que se chama de Deus, ou do universo, ou do divino, ou da sabedoria infinita. E aí quando você precisa fazer algo que machucou esse amor, que machucou, porque você trouxe especialistas que falam sobre...
pecados, que afasta da essência e quando a gente está mais perto da essência que é o nosso ego, a gente está longe da nossa essência então quando a gente está perto do ego, a gente está no estado egoico, a gente está rebelde, a gente está né
Como que a gente faz para trazer isso mais perto da essência? Perdoar. Então, o perdoar não é assim, ah, tá bom, Padrinho, eu te perdoo. Não é, viu minha expressão? Ah, eu te perdoo. Não, o perdão é interno, porque o perdão interno mexe com o nosso cérebro ao ponto que nós temos liberações fisiológicas dentro do nosso corpo, que esse perdão vai curar o teu câncer.
pessoas que não perdoam principalmente aí as mulheres elas tem problemas de câncer aonde? não sei isso o homem geralmente briga com a mulher, vai lá, junta vai jogar bola, vai não sei o que a mulher fica remoendo, onde fica remoendo? então se não perdoa vira mágoas mágoas, mágoas água podre
E aí ela vira um tumor, vira um câncer e você vai morrer. Então, se você não perdoar, e eu falo no equilíbrio, você perdoar pai, mãe e o terceiro se perdoar. Mas eu me perdoar por eu ter sido violentado, por eu ter sido abusado, por eu ter sido discriminado, por eu ter sido roubado? Se perdoar por você se permitir a ter passado por essa experiência.
Entendi. Mas quando você fala aí de perdoar, um caso da mulher, está tratando de sentimento, coração, e performa um câncer ali. Agora, o caso do homem, você vai dizer, é por causa do cigarro. É muito comum o cara fazer câncer de pulmão.
Onde que entra o lance do perdão aí? Ou você deu aquele caso da mulher como um exemplo? Com um exemplo. Agora, o perdão do cigarro é da livre escolha, né? O livre é habito. O universo chegou e falou assim, então aqui você tem que fumar 20 cigarros por dia?
Primeiro que ele não começou com 20, ele começou com 1. Depois 2, 3. E aí foi, ele criou um hábito. Ele criou um comportamento. Se a gente lembrar daquela pirâmide, ele, durante o ambiente que talvez ele se influenciou, ele recebeu aquele comportamento e virou uma habilidade dele de fumar.
E aí esse comportamento, vários anos, o que fez no corpo dele? Aí não é ele se perdoar que ele vai resolver agora, porque 20, 30 anos ele começou a ser contra os valores deles e infringia as leis dele mesmo. Agora, a compaixão, ela se encaixa mais onde? Ela se encaixa mais no perdão ou na penalização? Ou na solidariedade com a dor?
Muitas vezes com a solidariedade com a dor. Mas compaixão é um sentimento que as pessoas têm, que é quase como se fosse uma dó. Isso, ok. Eu particularmente não gosto do sentimento dó. Eu acho isso muito ruim. Mas o compaixão de uma pessoa, quando você... Daquele rapaz lá, do Roger Chedid e você, tem muita compaixão da história dele. Tem ou não tem?
Sim, não é exatamente, não é dó Não, não é dó, não, compaixão Eu acho fantástico, a história dele é maravilhosa Mas não é dó, é compaixão Você tem uma compaixão, é mais que paixão É uma solidariedade, eu tenho uma admiração A superação dele, a história de vida dele Tem que ser um exemplo para todo mundo E é um cara que merece
que a história dele seja mais reconhecida. Tanto que vai virar filme agora. Brevemente, 45 dias. Você consegue entender que você tem uma compaixão com ele? Sim. Não é dor. Não, não é dor. Não é dor. Compaixão é um sentimento nobre. O cara é foda.
O cara é bom. E você tem compaixão da pessoa que às vezes tem uma divergência, algo que ela não consegue interagir, que ela não aprendeu ainda qual é a regra do jogo. E você tem uma compaixão da pessoa que fala, poxa, essa pessoa poderia estar melhor, poderia ser...
Produção, eu sei que eu estou próximo de... eu estou dentro do limite aqui, mas eu vou dar uma pequena estouradinha aqui, porque tem coisas que eu preciso perguntar, até pra vocês aí que estão dirigindo podcast, que são fundamentais, mas não vou muito adiante, mas eu também, por outro lado, não posso deixar de agradecer o pessoal da Delta Mais Saúde, sabe, que apoia aqui o nosso podcast, né?
E eles têm, sabe, tudo que você deixa de fazer um exame de sangue, um exame laboratorial, sabe, todas as razões, então não existem lá, sabe, você não precisa sair, você não vai pegar trânsito, não vai estressar, não vai perder tempo, eles vêm colhendo a sua casa.
Você não vai ser ignorado, eles têm atendimento humanizado. Você não é um número, eles se tratam com o respeito e o carinho que você merece. E até no preço, eles facilitam tudo o que podem para te atender bem ainda. Onde é que você tem isso aí? Só na Delta Mais Saúde. Então siga aí, arroba Delta Mais Saúde, está aqui embaixo para você. Siga, porque eu estou parceiro deles há muito tempo. E eu estou falando de parceria pessoal, saúde. E tem aqui o WhatsApp deles também para você mandar uma mensagem.
Olha, se conecta lá que você vai me agradecer. Eu continuo aqui rapidamente com o meu amigo Olimar Tesser. Olimar, tem uma controvérsia muito grande, livre-arbítrio, que você falou agora há pouco.
Porque a gente fala, você tem as opções e você segue aquelas opções. Aí tem um outro lado que diz o seguinte, não, mas nada te acontece por acaso. Aí você vai me dizer, não, mas não foi por acaso, aconteceu porque você fez aquela opção. A causa e efeito, lei da causa e efeito. Isso, tá bom, mas existe uma controvérsia do seguinte assim.
Se eu tenho livre-arbítrio e eu tenho uma escolha, aí como é que fica assim? Se eu estou escolhendo errado ou se eu estou sendo intuído para seguir aquele caminho? Induzido a escolher errado. Então. Então. E aí? Mas você escolheu.
Você escolheu. Aí você falou que você não queria falar de religião, a gente não deve discutir política nem futebol, porque são três coisas que vão levar ao nada. Mas você é de uma época que só tinha arena e MDB. Sim. Certo? Certo. Mas hoje, se você não é vermelho, você é azul. Se você tiver uma opinião contrária a qualquer coisa, é tudo isto que funciona. Isso é uma manipulação hipnótica.
E aí, assim, você pode escolher se você quer vermelho ou azul. Estou te perguntando. É azul. Mas você é azul? Não, eu sou azul desde pequeno. Desde que eu estudei, eu já fui vermelho.
Mas o azul é só aquele cara que diz... Não, não, o azul, eu acho que... Para não falar nomes. O errado convive com todo mundo, não existe santo. Então, você escolheu ser azul, certo? Mas estão escolhendo um azul que é o seu representante de ser azul?
Acho que ainda é cedo para saber, mas no momento é o que mais reúne... Mas era o seu azul que você gostaria? Sim. É? Então, você tem ali... Estão te forçando, mas você está escolhendo. Você podia falar assim, eu não quero ser nem vermelho nem azul? Não, eu tenho lido, eu faço uma coisa que ninguém faz, eu tenho lido e assistido sobre vários.
Ficou claro isso para você? Sim. Ficou claro para você? Sim. Não estou falando aqui de nenhum nome específico, mas nós temos na política hoje ou vermelho ou azul. É. Só que tem as outras cores que se juntam com vermelho, que se juntam com azul, mas esse é o azul que você gostaria?
Se é, está tudo bem. Não é o meu. Não é 100%. Mas é o que mais reúne... O que mais aparenta... A regra do jogo só pode esses dois. Então. Porque também, se você escolher o roxo...
O roxo ainda não tem tanta representatividade, e aí vai falar assim, por que eu vou no roxo? Ele não vai ganhar mesmo, já sabe que ele não vai ganhar, então eu vou apoiar o azul. Mas não é o que você escolheu. Mas você tem um livre-arbítrio e fala assim, eu não vou, eu posso escolher o que eu quero. Então assim, o que está acontecendo comigo tinha que ter acontecido. São quatro leis da aceitação.
tá o que aconteceu na sua vida tinha que acontecer as pessoas que passaram na sua vida tinha que passar tudo que tinha que que nem o horário que começou o podcast é o horário que a gente começar o horário que acabar o horário tem que acabar essa é da aceitação você pode escolher muito bem agora assim obrigado em martesia estouramos tchau um abraço até logo o pessoal que está em casa e você pode escolher ó você já falou não vamos tornar mais cinco minutinhos é uma escolha sua você escolheu
Faz sentido? Sim, entendi Olha, não vá embora aí Porque o pessoal, quando eu começo a fazer o que eu vou fazer agora Começo a demandar, não, pera aí Que eu vou fazer uma pergunta pra ele Talvez seja mais fundamental do podcast Então fica aí, porque eu quero aqui em nome Do Estúdio Rocha, toda essa equipe maravilhosa Que você está conhecendo, em meu nome também
Aqui, pela nossa gratidão, você vai levar a canequinha do podcast. Tá certo? Vai tomar muita água energizada, fluidificada, positivada, o que você quiser. Tem caneta aquelas permanentes aí? Eu posso ver se tem, mas... Depois eu quero que você autografa aqui para mim. Ah, eu autografo, pô. Opa!
E quem nos ajuda aí A proporcionar essa cortesia também É a Crisart Se você precisa de uma caneca linda como essa Pra presentear alguém, pra imagem de alguém Alguma coisa Já tem a caneca ali A produção já tem até a Letícia A caneta especial lá pra eu assinar Obrigado Letícia, já sinalizou Por isso que eu tô aqui no Estúdio Rocha, né meu amigo Aqui é
o melhor estúdio não é de São Paulo, é do Brasil. Então é o seguinte, eu quero agradecer a Cris Arts, tá? Procura no Instagram, Cris Arts, underline Cris Bassi, com duas letras B, duas letras S. Tudo que você precisa personalizado, camisetas, buonés, agora o sucesso são as canecas, tá legal? Pelo material, pela pontualidade, por tudo. Consulte meu amigo Cristiano. E agora...
Infelizmente, para encerrar, mas felizmente, porque aprendemos tanto aqui com o Animar Tesser, eu pergunto o seguinte, atenção, a espiritualidade, ela pode, de que forma, influenciar na saúde física da pessoa?
Como é que ela passa do quântico para a matéria? Então, existe só uma coisa que vai regular isso. Que ela acredita. Que o ser humano acredita sobre isso. Porque se nós estávamos falando de livre-arbítrio, eu tenho o livre-arbítrio de aceitar essa espiritualidade ou não. A gente já falou de algumas leis lá de que a gente fica se negando. Está vindo a espiritualidade, eu nego e não quero aceitar. Então, o que eu acredito sobre isso?
É positivo ou é negativo? Quando eu aceito essa espiritualidade, e às vezes a pessoa acha que aceitar a espiritualidade, ela vai virar monge, que ela vai ficar plena e não vai ter mais problema. Vai levitar. É. Engano.
Quanto mais perto, é igual um videogame. Eu vi que você está aí, quando nós éramos moleques, gostava muito de... Old School Pinball. É, de pinball. E quando a gente está num videogame, quando a gente está mais perto de terminar a nossa missão, mais monstros aparecem. Quando a gente não está num campo que a gente não oferece perigo nenhum, não tem nada para...
para atrapalhar a nossa vida. Então, como que você enxerga isso? Como você acredita que você pode ser usado pela sua espiritualidade? E aí eu falo duas coisas e eu vou brincar aqui com vocês. Primeiro, eu falo para as pessoas, é difícil explicar para uma pessoa sobre física quântica que você gosta se ela nem entende de átomo. A segunda, eu brinco o seguinte, por que cocô de cabrito é redondo?
A gente às vezes não entende nem de cocô, de cabrito, quer entender de espiritualidade. E aí eu volto naquela fagulhinha do cérebro, é muito amplo. Talvez se a gente fosse entender isso, explodiria o nosso cérebro.
Porque é um negócio assim, às vezes pode ser muito simples, no fato de você ajudar alguém, de você beneficiar alguém, de você estar naquela terceira lei que eu falei do dinheiro. Sim. Comprar suas coisas, depois você ajudar as pessoas. Mas a espiritualidade, se você não permitir ser usado, e ser usado, a pessoa acha que vai ser só... Só coisa boa, né? É, vai ser, mas não talvez para a pessoa que está...
De instrumento, por quê? Porque o que a pessoa nas trevas vai procurar? Luz.
Se ela está nas trevas, ela está com infecção, ela está com doença. E aí, como que isso faz no corpo físico? Explicando aquele negócio da água. Quando a gente está com um ambiente contaminado, quando a gente está com crenças limitantes, negativas, prejudiciais, a gente não está entendendo sobre o sistema como ele está funcionando, a sua diabetes vai explodir, o seu câncer vai aparecer. Ou seja, quando você está vibrando em uma frequência baixa...
Então você prejudica o sistema todo. Isso aí. Quando você começa a tomar água diretamente da fonte e aceita isso aqui está tudo certo. Tudo bem? Está tudo tranquilo. Aí o seu corpo é beneficiado por isso. Entendi. Maravilhoso. Eu adorei. E você? Dá o seu like, dá a sua curtida, dá o seu joinha.
E vou repetir, me ajuda a levar para pessoas tão significativas, tão importantes quanto você, esse conteúdo maravilhoso. E se você não dá um like, se você não curte, se você não comenta, não participa, sem querer, você está bloqueando o caminho disso aqui. Tá bom? A mesma coisa que nós explicamos agora. Então.
Está recebendo uma coisa divina e pela crença dela, ah, não faço, não compartilho. Então, a gente está aqui jogando água para o outro lado para quem tem sede e você está levantando um ouro. Então ajuda a gente, eu tenho certeza que você já está fazendo isso agora. Eu agradeço muito pela tua presença, que é a nossa recompensa, o ouro do podcast aqui, é a tua presença.
compartilha, mandem para mais pessoas, tá bom? Eu quero te ver de novo no próximo episódio. Posso dar um presente? Estaremos juntos, claro. Se você entrar no meu Instagram lá, tem um link você pode, no direct do Instagram ou no meu WhatsApp, pedir, eu mando um áudio para você, para você fazer aquele trabalho do teta, de você chegar até o...
você treinar, não precisa de indução de ninguém, você só vai pôr um fonezinho, vai pôr o áudio e você vai ouvir o teto. Só fala, eu te vi lá no podcast do Oscar Padini e eu vou mandar para você. Então você vai lá, vai lá agora. Arroba Olimar Tesser com dois S's. Tá bom, Olimar? Velho, que aula, hein? Que honra. Parabéns. Muito obrigado.
por tudo de bom que você trouxe aqui, tanta coisa boa que vem aqui, esse podcast é uma bênção para eu também, não pode deixar de ser para você, porque ele é feito para você, então você esteja sempre comigo, e você também vai voltar aqui futuramente com certeza, a gente se vê, beijo no coração e até lá então.
Cristina Cairo
CURSO DE LINGUAGEM DO CORPODelta Mais Saúde
EXAMES LABORATORIAIS