Você Tem Sinais Que Merecem Atenção | Everson Varoly | EP 113
O seu nome te dá recados, te alerta dos teus limites, mas você ignora!Você não vai acreditar, mas seus pais não te deram o seu nome; ele foi escolhido pelo universo e ditado pela intuição. Entenda as consequências disso em sua vida!🔴 CURSO DE LINGUAGEM DO CORPO COM CRISTINA CAIRO. USE O LINK DO CUPOM AGORAEVOCE10 QUE TE DÁ 10% DE DESCONTO POR TEMPO LIMITADO. Clique agora mesmo e garanta o seu desconto! 👉 https://go.hotmart.com/J102220818T?ap=38c8 🔴 AQUI VOCÊ TEM EXAMES LABORATORIAIS DE QUALIDADE COM ATENDIMENTO HUMANIZADO E A PREÇOS POPULARES! DELTA MAIS SAÚDE (11) 3966-9431 Whatsapp (11) 94329-3236👉 https://www.instagram.com/deltamaissaude/ 🔴 Ative o sininho do canal para não perder conteúdos que você só encontra aqui. Mas inscreva-se antes! Sua adesão é muito bem vinda! 👉 http://youtube.com/channel/UC0GDMYhVzCFJ51qj5vN1AZQ 🔴 Área Vip do Podcast - O próprio @oscarpardini10 te manda o link, antes de cada episódio começar, vem! 👉 https://chat.whatsapp.com/DzSBu5F35U3EambhLFasAn 🔴 Siga o nosso Instagram, assista aos cortes e saiba dos próximos episódios. 👉 https://www.instagram.com/agoraevoce.podcast/🔴 Siga tb o Instagram do Oscar Pardini e fique a vontade para enviar sugestões e outros assuntos, diretos para ele. 👉 https://www.instagram.com/oscarpardini10/🔴 O Agora é Você Podcast é Transmitido pela YPÊ TV, quartas às 09h45 e às 21h45. Canal 579 Banda KU, Canal 23 Nova Parabólica Sky, Site ypetv.com.br, App Ypetv Play e Canal @ypetvoficial no Youtube. BApoio:@goldenprimeoficial sabor com qualidade de saúde - (11) 94008-2357 @estudiorochapodcasts - o melhor de São Paulo@deltamaissaude – exames de qualidade com atendimento humanizado (11) 3966-9431 Whatsapp (11) 94329-3236#entretenimento #autoconhecimento #espiritualidade #amor #vida
- Análise Vibracional do NomeOrigem e significado do nome · Conexão entre nome e traumas · Numerologia e Pitágoras · Valores e defeitos associados a números · Análise de letras e seus valores numéricos
- Experiência de hipnoseHipnose como ferramenta terapêutica · Tratamento de traumas e dores emocionais · Neuroplasticidade e mudança de percepção · Hipnose Ericksoniana vs. Hipnose Tradicional · Rapport e conexão terapêutica
- Lamento e sofrimentoImpacto do luto no corpo e na mente · Tratamento do luto através da hipnose · Dissociação do sentimento de dor · Luto por entes queridos e animais de estimação
- Ansiedade e saúde mentalAnsiedade ligada ao medo (Número 4) · Ansiedade ligada à falta de expressão (Número 3) · Procrastinação e crenças de merecimento · Tratamento da ansiedade e procrastinação
- Identidade e NomeIntuição na escolha do nome · Pré-existência da alma e escolha do nome · Nomes 'ruins' e aprendizado · Livre-arbítrio e propósito de vida
- Trauma e ComportamentoTraumas na infância e agressões físicas · Traumas ligados a humilhação e vergonha · Manifestação de traumas no corpo (vitiligo) · Traumas de origem intrauterina
- Dívidas e prosperidadeConexão entre direito e desenvolvimento pessoal · Autoridades e suas influências · Leis e crenças de prosperidade
- Afastamento e controle emocionalControle emocional para agentes de segurança · Identificação e manejo de gatilhos · Tratamento de dependência química e vícios
Saber sobre o seu nome é uma dádiva, porque você vai entender o que você pode, o que não pode, o que tem que melhorar. O que você já está bem, se eu já me vejo equilibrado, vamos para outro desafio.
A pessoa pode reprimir traumas e para que o organismo físico mesmo se defenda, não se intoxique pela dor do trauma, o cérebro tem um mecanismo de reprimir a memória e esconder isso. A análise do nome pode revelar possíveis traumas.
número 1 na data de nascimento denota sugere que a pessoa sofreu surra é apanhou foi muito agredida na infância apanhou demais e tem gente que não mostra não mostra isso mas na hipnose a gente encontra momentos em que a criança caiu de um muro alto e teve uma forte lesão se machucou teve dor física
O oito é um chamado para os palcos, para o palestrante, o artista, apresentador, enfim. O trauma do oito está ligado a passar vergonha, ser humilhado. Nossa! Na infância, quando ele foi aparecer em alguma ocasião, foi apresentar o trabalho de escola, ou ele está no meio de um grupo de adultos e ele é repreendido no meio do grupo de adultos e ele se envergonha.
E eu comecei a encontrar vibração do nome na Bíblia. Eu comecei a encontrar valores sobre o nosso nome na Bíblia. Quando eu fiz esse link, uma coisa extraordinária aconteceu. Todo gago, pessoa que tem algum problema de dicção...
número 3 onde está o valor da pessoa onde está o dom o chamado está dor e quando a sílaba do primeiro nome é muito forte tem uma tendência de dar uma mais forte quando tá no segundo pai isso vai diminuindo conforme o sobrenome vai ficando lá para o final se o nome fala de família o
E a pessoa se divorcia ou rompe aquele ambiente familiar por algum motivo, ou viaja, enfim, ela entra em sofrimento. É uma dádiva, porque você vai entender o que você pode, o que não pode, o que tem que melhorar, o que você já está bem.
Não é só acreditar, é praticar e ver que é real. O nosso nome tem valor. O nosso nome entrega informações importantíssimas para a nossa construção, para a nossa melhoria de vida. São poucos podcasts que entregam valor para as pessoas. Então, que as pessoas tirem bastante proveito disso aqui também.
Muito bem, muito obrigado pelo seu replay aqui no nosso reencontro, pelo Agora em Você podcast, o único podcast que só fala de você, pra você, tá legal? Inclusive hoje, nós vamos perguntar pra você, nós vamos revelar o código da 20 do seu nome. Que mensagens o seu nome traz? Que recados o seu nome traz? O que o seu nome te permite? O que o seu nome te impede? Você acredita? É, isso se chama análise vibracional do nome, tá legal? E, olha só...
Quem vai nos ensinar sobre isso é um hipnólogo Eric Soriano, Master Coaching e também especializado em saúde emocional, PNL, inteligência emocional, comportamento humano e outras dezenas de especialidades. Como o programa só tem uma hora, eu precisaria cinco para dar o currículo dele. Eu vou seguir em frente aqui. Ele é professor, terapeuta, escritor, palestrante. O mais importante é meu convidado para você. Bem-vindo, Everson. Como é que está, cara? Tudo bem, Everson?
Varoli, certo? Muito obrigado, Oscar. Eu me sinto muito honrado de estar aqui porque você é uma figura muito marcante para mim. Muito obrigado. E conhecer o seu trabalho fora do humorismo, que também faz uma entrega sensacional para o público, mas entregar algo de transformação, que vai além de entregar alegria,
Porque é uma relação muito bacana essas duas coisas, mas, cara, isso me deixou bem empolgado. Eu admiro isso que você está fazendo aqui. Eu acho que são poucos podcasts que entregam valor para as pessoas. Então, que as pessoas tirem bastante proveito disso aqui também. Muito obrigado. Muito obrigado. Então, começando para dar uma noção ali para quem nos assiste, né? O que é a análise vibracional em si?
Meu amigo, eu vou contar uma história rápida e eu respondo na história. Pode ser? Claro. Eu tinha 16 anos e o meu então futuro sogro me convidou para trabalhar numa loja de produtos naturais que ele inaugurou no município de Osasco. E lá tinham cursos de...
de várias naturezas, tarô, numerologia, runas, iridologia, e eu comecei a acompanhar alguns cursos e a numerologia me chamou a atenção. Eu estava numa pegada mais evangélica, cristã, e aquilo me pareceu muito cético, muito científico. A Ana Maria Bazevich era a professora nessa loja escola.
Então com 16 anos eu aprendi que o nosso nome tem valor. Mas isso me afrontava de certa forma com a relação ao cristianismo e os dogmas, as travas de excesso de religiosidade. E eu comecei a encontrar vibração do nome na Bíblia. Eu comecei a encontrar valores sobre o nosso nome na Bíblia. Quando eu fiz esse link...
uma coisa extraordinária aconteceu. Não é só acreditar, é praticar e ver que é real. O nosso nome tem valor. O nosso nome entrega informações importantíssimas para a nossa construção, para a nossa melhoria de vida. Muito legal. Mas quando você faz uma análise vibracional do nome da pessoa, isso pode ser considerado uma terapia, um tipo de terapia?
Então, a numerologia tradicional traz em toda a literatura uma análise que mostra tendências, fraquezas, valores, potenciais encaminhamentos, vamos dizer assim, profissionais, uma tendência a uma virtude, a um dom, enfim.
E depois de viver 20 anos na advocacia e passar as minhas dores de pânico, depressão e começar a me cuidar, eu percebi que nas várias terapias que eu frequentei, não tinha uma anamnese muito clara.
E quando era clara, demorava muito para acontecer. Só uma pausa aqui. A anamnese, se eu estiver errado, você me corrija. Rapidamente, se você não sabe o que é, é aquele levantamento de dados teus, pessoais, mentais, físicos, etc. Até familiares. As coisas que podem... É o seu modo operando de vida para que possa ser feito o procedimento adequado. Está certíssimo. Dá para melhorar a palavra anamnese para diagnóstico. Isso.
Então, até o terapeuta ter um diagnóstico para saber como vai trabalhar a tua emoção, a tua dor, o seu trauma, parece que a pessoa acaba desistindo ou se desmotiva. E eu comecei a fazer uma análise do meu nome e percebi padrões de vibração que encaminham para determinadas dores. E é muito fácil te explicar isso. Eu não sei qual é a próxima pergunta, mas se você quiser eu já dou uma palhinha bem rapidinha sobre isso. Pode falar, por favor. Então, vamos lá.
Imagina que você ganhou uma correntinha de ouro do seu pai E você tem uma correntinha de bijuteria lá Um folhado Certamente você vai sofrer muito Se perder aquela preciosa correntinha Pelo valor sentimental, pelo valor da joia Só uma referência, uma metáfora para entender A gente sofre quando perde algo que tem valor para a gente Concorda? Sim Sim
Pois bem, o simples do simples está aí, Oscar. Eu encontrei valores no teu nome e percebi que naturalmente os seus traumas estão conectados com aquilo que você mais tem valor. Que é o nome, então? O seu nome mostra um valor. Se você perdeu aquilo, você sofre. Exemplo, se o nome fala de família.
e a pessoa se divorcia ou rompe aquele ambiente familiar por algum motivo, ou viaja, enfim, ela entra em sofrimento, ela se traumatiza. Se o nome fala de liberdade e a criança é impedida de viajar, ou de fazer um passeio com os pais, ou de fazer aquele passeio do colégio, a excursão do colégio, ela entra em sofrimento porque perdeu algo que tem muito valor para ela. Então, quando eu descobri essa relação de valor-trauma,
eu desvendei um mistério e compilei um método. Tá bom, mas fala aqui para quem está nos assistindo. Quando você diz que o nome fala de família, o nome fala de viagem, o nome fala de sei lá, diz tudo, é porque você vai fazer uma redução aí numérica, energética do nome que vai configurar esses fatores, é isso ou não? Exatamente. Vamos lá. Para o pessoal entender, né? É, então vamos lá.
Quem desvendou esse mistério não fui eu. Quem desvendou esse mistério foram os antigos... Alguns deram o nome dos cabalistas, os hindus, os orientais. Mas quem trouxe cientificamente esse método para o papel foi Pitágoras. Ele percebeu...
que as pessoas se comportam de uma forma muito parecida e ele viu essa similaridade com os nomes. Por exemplo, ele avaliou, imagino, suponho, avaliou 30 Joãos. E aí ele percebeu que João é o ser livre. Mas também tem uma teimosia, olha que comum. Ele tem um tino para a liberdade, para viajar, e ele também é teimoso, ele é turrão.
Então, ele foi trazendo a força numérica de cada letra e percebendo o padrão nos números correspondentes a cada letra. Exemplo A, número 1, a liderança. B, número 2, o companheiro, o parceiro, o ombro amigo. Número 3, por alguns critérios que eu não sei como, mas ele entendeu que o 3 vibra o verbo, a oratória. Então, o orador tem a força do número 3.
E pode ter a dor do número 3. Exemplo, todo gago... Escreve isso que eu estou falando e confere. Todo gago tem um 3 forte na data de nascimento. Ele é do dia 12, ou do dia 3, ou do dia 21, ou do dia 30, ou é de março. Todo gago... A pessoa que tem algum problema de dicção...
recorrência em dor de garganta, é tudo típico do número 3. Onde está o valor da pessoa, onde está o dom, o chamado, está a dor. Mas você falou até aqui só de coisas positivas. Porque, aliás, a gente quando quer prender a sua atenção, a gente tem que falar o que você quer ouvir, não o que você não quer ouvir. E esse é o grande problema das pessoas, sabia? Muita gente não vai, abandona uma terapia, uma análise, quando bate de frente consigo mesmo.
Mas a gente tem que aprender que a gente está sujeito a coisas boas e ruins. Eu tenho defeito para caramba, mas você também tem. E a gente tem que reconhecer, não é esconder os defeitos dos outros. A gente tem que reconhecer para reverter esse defeito para coisa boa. Eu fiz questão dele fazer essa colocação para ele, porque para cada número você vai ter um aspecto também negativo, mas tudo depende de que lado você está trabalhando, não é isso?
Perfeito. E pra você que tá assistindo aqui, como eu gosto de um bom desafio, já que o Oscar te desafiou a ouvir coisa que talvez você não queira ouvir, eu vou falar dele agora, tá? Vamos lá. Então vamos lá. Eu vou botar o Oscar Pardini na fogueira. Quando armado fala. A letra O. A letra O representa o número 6. E é simples.
A, B, C, D, E, F. F é a sexta letra. Certo. G, H, I, J, K, L, M, N. O é a décima quinta. 1 mais 5 dá 6. Então, F é 6, porque é a sexta. O é 6, porque é o 15, que dá 6. E X... Perdão, o F é 6 também, né? F é a sexta, a letra é 6. Sim, ok. O é 15, dá 6 também. Essa redução foi Pitágoras que trouxe para uma análise rápida.
E X é a vigésima quarta letra da 6 também. Então, X também é 6. Mas vamos falar do 6. 6 é o paizão. 6, se ele perde contato com os filhos, ele entra em sofrimento. O 6, ele é o professor. Se ele não tem oportunidade de educar, de orientar, de ensinar, o paizão é o acolhedor, é o educador. Então, a força do O é o professor, o paizão.
A fraqueza da letra O é o crítico. Porque um professor que não está vibrando essa energia de uma maneira...
vamos dizer, saudável, construtiva, transbordando para ajudar outras pessoas, ensinando, ele precisa pôr a energia para fora. Então, ele se torna um crítico. Fala, você está errado, sua roupa não está boa. Você vai assim? Então, é natural, no ambiente familiar, os seis criticar a esposa, criticar o comportamento do filho. Ele está o tempo todo educando. Muitas vezes, ele está ofendendo, está machucando. A pessoa não está disposta à crítica, entendeu, Oscar? Então...
Não sei se confere, se identifica. Confere, é a única coisa que eu já sei lidar com isso. Eu vejo como é que eu converso com meu filho em vez de repreender. Eu sugiro em vez de criticar. É por isso que nós não podemos rotular ninguém com essa leitura. A minha maior preocupação nos cursos é... Você vai aprender sobre valores e defeitos de todo mundo com isso.
Cuidado pra não rotular ninguém. Porque o seis, ele só é o mestre e o professor. Então eu ponho valor nisso. Eventualmente, excepcionalmente, ele pode ser um crítico. Um cara que ofende, que magoa porque não sabe lidar com essa vibração.
Entendeu? Então a gente pode falar de defeitos com essa premissa de que a gente não pode generalizar, não pode julgar as pessoas por conta do nome. Então quer dizer, você é sempre a primeira, no caso a primeira letra do primeiro nome. Já tem uma grande força. O, o professor. Aí a sílaba, os. Seis mais S, essa é a décima nona letra. O mais nove, dez, que é um.
Resume para 1. Tá. Segundo Pitágoras. Os é o sábio. O número 7 é o sábio. O sábio tem o dom da sabedoria. É uma sabedoria que não precisa ter o estudo.
Se você estudar, você melhora, é óbvio. Mas já é uma sabedoria. Você já tem um discernimento sobre certo e errado, sobre o que é bom e o que não é. E isso é maravilhoso. Deixa eu te interromper. Desculpa, pode concluir. Esse é um valor do número 7, ok? Defeito. O 7 de tão sábio que ele é, ele pode se tornar arrogante, prepotente.
Porque o outro é burro, o outro é ignorante, porque não sabe nada. Não consegue acompanhar e ele não sabe lidar com isso. Então, é isso. Você entendeu essa correlação? Sem julgar o sétimo, porque ele é sábio. Se não souber usar esse dom, essa energia, essa vibração, esse atributo que eu acredito universal ou divino, a pessoa cai no erro de ser arrogante, dono da razão, ficar corrigindo todo mundo.
Ofende até corrigir o tempo todo. Sim, claro. Existem maneiras e maneiras de se falar. Então, a vida precisa desse equilíbrio. Nós estamos em aprendizado aqui, você concorda com isso? Sim, concordo plenamente. Então, cara, é isso. Saber sobre o seu nome...
É uma dádiva, porque você vai entender o que você pode, o que não pode, o que tem que melhorar, o que você já está bem. Nisso eu já me vejo equilibrado. Vamos para outro desafio. Muito bom. Mas o que eu ia perguntar é o seguinte. Atenção. Eu trouxe aqui recentemente a brilhante Cecília Corrêa, que falou sobre Enneagrama, que é um estudo, uma técnica que se revela a sua verdadeira personalidade, que às vezes você não está vivendo a sua verdadeira personalidade. Esse estudo tem alguma coisa, em algum ponto, a ver com Enneagrama ou não?
Eu tive uma experiência bacana com o Enneagrama. Uma amiga fez uma leitura através do Enneagrama, me ajudando a entender um pouquinho da minha personalidade. E ela foi muito assertiva. Então, quando ela falou de liberdade, isso se conecta com minha letra E, que é o número 5, a quinta letra que vibra a liberdade.
Então eu não abro mão de viver a minha liberdade, eu não gosto de trabalhar trancado, fechado, eu gosto de viagens, eu gosto de ambiente ao ar livre, natureza. Então eu percebi que é só uma ferramenta diferente que traz resultados muito parecidos. Uma vez eu falei para um Henrique, eu falei, olha, Henrique é a força do número 8. O 8 ele é o construtor, o engenheiro, o arquiteto, a mulher dele começou a rir.
E eu não conhecia o casal. E ela falou, ele é arquiteto.
e eu vi isso na astrologia então ela estudou a astrologia e viu que ele tinha uma tendência ao construtor então essas ferramentas elas variam na forma de análise mas eu acredito muito nessa nessa sintonia sabe de de técnicas que chegam no mesmo resultado você que chegou agora está se perguntando, pô quem é esse cara aí? quem é o Rudine, o Merlin? não é nada disso, eu estou aqui com o Everson então
Valori. É que eu já falei, chamei ele de Valori, porque o cara lida, ele não parece administrador da Bolsa de Valori, estou brincando. Emerson, eu queria saber, o Everson, e ele é uma pessoa que desenvolve estudos, essa análise vibracional do seu nome, e revela coisas fantásticas. Então, você chegou agora, fica até o final, se você não chegou, fica também, tá legal? Vai dando o seu like, é isso, seu positivo, seu joinha, que é muito importante.
Eu te pergunto o seguinte, vamos assim para uma parte mais prática. A análise vibracional pode ajudar a pessoa no quê? Vamos lá. A pessoa pode reprimir traumas e para que o organismo físico mesmo se defenda, não se intoxique pela dor do trauma, o cérebro tem um mecanismo de reprimir a memória e esconder isso. A análise do nome pode revelar possíveis traumas.
Não é uma obrigação, não é uma leitura objetiva e direta. Vou dar exemplo. Por favor. O número 1, na data de nascimento, denota, sugere que a pessoa sofreu surra, apanhou, foi muito agredida na infância. Apanhou demais.
E tem gente que não mostra isso, mas na hipnose a gente encontra momentos em que a criança caiu de um muro alto e teve uma forte lesão, se machucou, teve dor física. Então foi uma surra, foram várias. Tem gente que fala assim, olha, eu apanhei uma vez só do meu pai quando ele viu beijar o meu namoradinho no portão, que hoje é o meu marido. Eu apanhei muito.
Uma vez só. Então, sugere que a pessoa apanhou muito. Mas pode ser... O muito é subjetivo, concorda? Se ela tomar uma cintada que nunca tomou, é muito para ela.
Então, não dá para a gente quantificar isso. O nome sugere, direciona para um possível trauma. Tá bom, mas espera um pouquinho. É só traumas? Ou, por exemplo, pode levantar algum outro problema que a pessoa tenha? Uma síndrome que um gatilho disparou em alguma parte da vida, um burnout, um glambarrê, sei lá, qualquer coisa assim. Isto vai aparecer na análise vibracional também ou não?
algumas dores aparecem. Por exemplo, um amigo que eu posso divulgar porque ele autorizou, o Cris, ele veio se tratar com duas manchas de vitíligo enormes no rosto.
E o nome dele mostrou o número 8, que é um chamado para os palcos. Aquele que tem um dom para... Você certamente... Ah, você tem o... Eu tenho o 8. O 8. Sim. Então, o 8 é um chamado para os palcos, para o palestrante, o artista, apresentador, enfim. E o trauma do 8...
Está ligado a passar vergonha, ser humilhado na infância, quando ele foi aparecer em alguma ocasião, foi apresentar um trabalho de escola. Ou ele está no meio de um grupo de adultos e ele é repreendido no meio do grupo de adultos e ele se envergonha. Então, com relação ao Cris, uma repetição de padrão de número 8, e depois a gente pode falar isso no método Eu Trago Essa Análise.
Eu vi que tinha muito oito, tem muita vergonha. Manchas no rosto. Será que ele se envergonhou, se enrubreceu?
O rosto queima quando a gente passa vergonha normalmente, não é? Gente, esquenta. Será que o cérebro dele não armazenou e automatizou uma anomalia, uma falha genética, uma falha de pigmentação? E a minha suspeita foi impecável, porque eu procurei eventos de vergonha e na primeira sessão, uns 15 dias depois...
A mancha começou a parecer ilhas. Depois eu descobri que chamam de ilhas. A pele começou a se pigmentar bem no meio daquela mancha branca. E segunda sessão, terceira sessão, acabou. Não tem mais mancha. Eu tenho divulgado um vídeo lá no meu Instagram. Do tratamento do Cris. Tem um novo pra... Eu te mandei no WhatsApp um novo. Não sei se tem o tempo de você ver. Eu vi, eu vi. É o que eu vou publicar de novo. Você teria ganhado a maior grana com o Michael Jackson.
Ou ele poderia ficar muito bravo comigo, porque ele queria ficar branco. Ele queria ficar branco. Aí quando você fala assim, vergonha, por exemplo, acho que pelo menos 99% das pessoas já passou vergonha em algum momento da vida. Mas e aí, quando você levanta num número...
um sentimento, uma sensação, uma questão, que você está, por exemplo, você falou do 8, mas que pode ser comum a todo mundo. Como é que faz isso? Oscar, eu descobri um padrão que é interessantíssimo. Primeiro, eu faço uma análise por correlação.
Quando tem uma correlação do número no nome e na data de nascimento. Essa é a análise por correlação. Isso sugere uma potencialização do trauma. Outra coisa. Se você se chamasse Pardini Oscar, o PA...
Na frente é um 8. O P é 7, o A é 1 e o R é 9. Então, 7 mais um 8, mais um 9 do R dá 17, que potencializa, vai dar 8 de novo. Volta a ser 8. Exato. Então, par é uma sílaba fortíssima do teu potencial 8. Quando a sílaba do primeiro nome é muito forte, tem uma tendência de um trauma mais forte. Quando está no segundo, isso vai diminuindo conforme o sobrenome vai ficando lá para o final.
Agora veja só, eu tenho três, vamos dizer que a pessoa tem três filhos, um tem um oito muito forte, o outro tem um outro oito lá no final do nome, no ano de nascimento, e os três foram envergonhados no mesmo evento, na mesma ocasião, pelo mesmo pai, eles aprontaram alguma coisa e os três foram envergonhados.
O que tem mais trauma e a vergonha causou mais efeito deletério, negativo ou prejudicial, traumático, é no que tem o 8 mais forte. Por isso, a correlação valor e dor, valor do nome, vibração em alta, trauma em alta. Agora, por que tem valor e trauma? Isso...
Se você não perguntar, eu já pergunto e já te respondo. Posso ou não? Pode, por favor. Porque a vida, gente, é um perfeito equilíbrio. Se Deus deu o dom para esse cara aqui ser um mestre dos palcos, Deus precisou botar equilíbrio nele também.
A vergonha não estragou a vida do Pardini. A vergonha equilibrou isso para ele chegar num palco como esse e fazer uma entrega que transborda na sua vida. Isso é a maravilha da vida. Isso é o ressignificar do trauma. Todo trauma tem um porquê. Aliás, se a gente não coloca um porquê em tudo, é como se a gente anulasse a perfeição de Deus. É como se a gente tirasse esse potencial de que Deus sabe de tudo e faz tudo para o nosso bem.
Então o trauma é o equilíbrio, irmão. Faz sentido para você? Faz, faz sentido, claro. E agora assim, antes, já aproveitando que você está falando de vergonha, você não quer passar vergonha para você receber visitas em casa, na sua empresa. Então você quer oferecer um petisco antes de jantar, qualquer coisa.
Eu ofereci coisa boa, né? O meu seguidor, minha espectadora, meu espectador, é gente de qualidade. Você faz o quê? Você oferece aí os nutres, os grãos da Golden Prime, que você está vendo aí na tela, olha que legal. Tem vários nutres aí, você tem amendoiz confeitado, japonês, chinês, coreano, você tem tudo o que você quiser, você tem castanha do Pará, castanha de caju.
Você tem os desidratados, como você está vendo aí, tem tâmara, banana desidratada, amendoins maravilhosos, um mixer, enfim. É qualidade porque não tem toque manual, vocês estão vendo aqui em cima de mim, não tem toque manual e ainda por cima é tudo torrado eletronicamente a laser. Você quer essa qualidade na sua casa, na sua empresa? Anote aí no Instagram.
arroba Golden Prime Oficial. Golden Prime Oficial. Tá legal? Você pode mandar um zap pra lá. Colocar é 11916781201, como tá aqui embaixo de mim, ó. Tá legal? Você fala lá com a Joyce, e enquanto você pensa onde comprar, eu volto aqui com o meu amigo Everson. Emerson Varoli.
estamos conversando sobre análise vibracional do seu nome, olha quanta coisa legal, pode revelar traumas, pode revelar um monte de coisa, agora e o tratamento disso que os nomes revelam, é possível fazer ou você só revela? Você fala assim cara, você está sendo chicoteado, aí você tira do vilão ou só ensina ele a fugir?
Não, eu trato isso. A minha dor foi fazer dois anos de terapia e não ver resultado nas crises de pânico. Um procedimento que me trouxe ao porquê. O porquê eu estava vivendo pânico e me levou à causa raiz para eu ressignificar isso lá na origem, lá onde aconteceu.
Essa junção me trouxe uma resposta e isso faz parte do meu método. Esse procedimento aconteceu com a hipnose. Então eu trago os possíveis traumas. Algumas pessoas falam, você acertou na veia e é isso mesmo. Outras falam, não sei porque eu não lembro. E a gente leva a pessoa a um relaxamento onde a frequência baixa de beta para teta.
que é o estado hipnótico, que é um pouquinho de sonolência, e a pessoa tem que conversar comigo, ela não desliga, tá? E eu trato isso com um processo de hipnose.
Você sabia que sábios lá de trás, não me lembro qual deles, que eles entravam, os maiores criadores da humanidade, entravam em um estado teta, e eles sabiam, e se induziam para esse estado de relaxamento para poder criar as coisas. Eu não me lembro, nós falamos aqui recentemente num podcast com o Limar Tessar, aliás, um abraço, Limar. E o cara dormia com uma mão numa bola de aço.
E antes de pegá-lo no sono, que ele começava a ter essas ideias. Então é incrível isso. Agora eu pergunto para você, atenção, você deve estar se perguntando, tá bom, Pardini, mas como é que eu faço? Você vai fazer o seguinte, a pessoa que está nos assistindo aí, vai passar pelo Everson, vai fazer um... Como é que é esse, assim, resumidamente, porque eu sei que é longo, como é que é essa bagaça aí? A pessoa fala o nome todo dela, como é que é esse processo?
Eu sugiro que quem passe por um processo de tratamento, faça ele do começo ao fim. Mas tem gente que não tem paciência, não quer esperar, não está interessada em melhorar o quanto eu acho que ela pode melhorar. Então eu faço uma sessão individual. A pessoa tem fobia de avião e quer viajar e não pode. Ok, vai lá e faz uma sessão, tira a fobia de avião. Acabou.
Ah, porque eu tenho síndrome do pânico e eu não estou conseguindo mais entrar no meu trabalho. Ok, vamos, uma sessão, aliviar, reduzir esse sintoma do pânico, a fisiologia, né, que faz da angústia, taquicardia, tremor. Vamos tirar uma sessão.
Mas se a pessoa quiser um tratamento que vai de sair da dor e exponencializar em resultados, quer dizer, eu saio da dor, eu saio do sofrimento, eu saio do estado de sobrevivência e passo para o estado de prosperidade, eu recomendo que ela passe do começo ao fim, independente se ela está em crise de pânico, depressão, fobia. O que é do começo ao fim? Que tempo é esse? São seis sessões.
Quanto tempo cada sessão? Ou depende? Mais ou menos duas horas e meia por sessão. E, por exemplo, a pessoa que está nos assistindo aqui, então a pessoa vai até você, dá o nome todo dela, senta, conversa. Pelo que eu estou entendendo, você associa o estudo da análise vibracional com a hipnose, então? Exatamente. Porque você vai pegar o nome da pessoa, vai identificar o problema, mas aí a parte de cuidar disso é com a hipnose. Exatamente.
É o que faltava de diagnóstico para um processo de hipnose perfeito e o que falta para a numerologia...
dar o resultado final para a pessoa. Porque não adianta falar, a sua dor é essa, você é assim, assim, assim. Conscientizar-se no autoconhecimento é importante, mas não leva ao resultado que eu consigo entregar com o plano completo. Já que a gente falou de hipnose, presta atenção nisso. Você sabe que tem diferença do tipo de hipnólogo? Qual é a diferença do hipnólogo convencional, com todo respeito, muito bem preparado para...
o hipnólogo ericksoniano, que é o seu segmento.
Milton Erikson é o cara que trouxe um aprimoramento na hipnose e ele é considerado o pai da hipnose moderna. Então, a hipnose eriksoniana usa de metáforas, de induções indiretas. Por exemplo, em vez de eu falar, vou contar até 3, você vai fechar os olhos e relaxar profundamente. Para algumas pessoas, Oscar, isso não vai funcionar.
Essa é a tradicional. Ela tem comandos diretos, objetivos e algumas vezes autoritários. Para algumas pessoas ela precisa de uma voz paterna e autoritária, que eu também chamo de voz germânica ou nipônica. Durma, como o Fábio Poentes usa.
Uma voz paterna, nipônica, germânica, bem dormido. E a pessoa desliga, meio que no susto. Agora, para uma pessoa que tem o um no nome, Andréia, Antônio, J, Janaína, Juliana, João, Januário. O S também. S, Sandra, Simone, Silvia.
Você vai falar bem dormido, ela vai falar o escambau. E não vai mostrar esse indicador, né? Não, vai mostrar o outro. O vizinho, né? É, o vizinho. Então, Milton Erikson, ele trouxe uma gama de muito mais possibilidades de você conseguir levar a pessoa a um transe hipnótico. Hum, tá.
Então, pessoas que chegam a mim e falam, ó, eu já tentei algumas vezes e não conseguiram me hipnotizar. Eu sei que ela foi no hipnólogo tradicionalista e não usou uma técnica ericksoniana. Ou ele falhou em alguma coisa, ou não. Ou ele é muito bom no que ele faz.
E a pessoa não teve uma conexão bacana. Pode ser também. Nosso subconsciente, ele é blindadíssimo. Ele é a nossa essência. Então, se ele não conecta, não tem ninguém que consiga hipnotizar ninguém. Se não houver um rapport, uma simpatia. Sabe, gostei de você. Uma empatia, uma troca. Uma sintonia. É, uma confiança.
Então, a hipnose acontece depois desse processo de um bom raporte, uma boa conexão, uma boa conversa. Se vê que não casou, nem tenta. Nem Milton Erikson ressurgindo na sala, entendeu? Não ia conseguir fazer a pessoa ser... Mas agora, atenção.
E se você tiver um problema, eu te pergunto, você é uma pessoa normal? Eu sou. Bom, ninguém é 100% normal. Eu parto desse princípio, tá? Mas você acha que isso é normal? Você fala, ah, eu vou lá no Everson para ver o que... Pode acontecer da pessoa ter um problema e não saber, e aí você revelar pela análise vibracional? Ou seja, contribuir para que ela melhore sem ela achar que estava precisando melhorar?
Sim, isso é muito comum. Tem gente que fala, eu vou fazer porque eu estou curioso, estou curiosa, quero viver a experiência, mas eu não preciso de nada. Isso é a maior mentira que eu vi. Todo mundo precisa de um auxílio, todo mundo precisa de uma nova percepção sobre o seu passado. E quando muda a percepção, o corpo reage diferente. Porque a dor...
ela memoriza um comportamento neurológico que produz um cortisol, um hormônio que falta, algo que te dá preguiça. Quando você fala de dor, você está falando de um sofrimento... Sofrimento de forma geral. Não necessariamente físico, né? Não. Uma perda, daqui a pouco nós vamos falar sobre isso, aliás. Uma perda, um choque, um momento desagradável, né? Uma dor nesse sentido. Agora, se a pessoa tiver dor física, isso também marca?
aconteceram alguns casos, por exemplo, uma mulher que tinha uma dor fortíssima de cabeça na parte frontal e ela tomava alguns analgésicos durante o dia e eventualmente de madrugada mais um. Alô, Silvia, tô rechamando, vai, segue aí. Entendeu, né? Vai lá. Então, eu fiz um processo de hipnose, ela não se lembrava de nenhum tipo de trauma e ela tomou um tapa na testa do pai dela.
E não foi um tapa que lesou, que... Não, mas foi muito ofensivo. Ela se magoou muito com esse tapa. Outro caso é de uma mulher com dor no ombro e no braço até a região próxima do cotovelo. Doía e radiava para baixo.
E ela entrou na hipnose e encontramos a cena. Ela entrou num viveiro de pássaros do avô e deixou a portinhola lá do viveiro aberta. E o avô ficou com medo de perder os passarinhos. Pera aí, mas nesse caso, pera aí, você está indo para a hipnose. A pessoa já chegou e falou que tinha dor no braço. Já falou que tinha. Então você não usou análise vibracional. Não, não usei análise vibracional, mas eu vi...
Eu vi uma possível surra, uma possível agressão. Então, eu tendencio a levá-la a uma dor de agressividade. Ah, tá. Ok? Entendi. Então, um exemplo. Bronquite.
Eu não tenho um roteiro, eu não tenho um mapeamento de bronquite. Mas se o nome revela uma rejeição paterna, eu levo a uma cena, eu ajudo a pessoa a procurar uma cena dela olhando o pai saindo de casa com uma mala e ela ficando para trás. Eu tenho dois ou três casos que eu encontrei a cena e a pessoa teve... Eu não vou falar de cura, mas eu posso falar de autocura ou de uma melhora significativa nas crises.
Mas não necessariamente uma pessoa que tem bronquite passou por isso? Não necessariamente, porque a dor emocional no peito pode ser uma perda, pode ser... Você pode sentir uma dor de angústia por perda. Pode ser um cachorro, um cachorrinho que morreu, um bichinho de estimação, e dá aquela dor do luto, da perda, enfim. E se, eu te pergunto, se isso vier da vida intrauterina, ainda assim, pode acontecer?
Da mãe ter passado um momento de trauma, um susto, uma agressão, sei lá. É muito comum acontecer. É? É. E tem gente que sabe que aconteceu a história, mas ela não consegue regredir ao momento da vida intrauterina e lembrar. E nesse caso, que a pessoa sabe o que aconteceu, olha, minha mãe foi assaltada, assim, assim, assim.
Ela sabe do assalto, mas ela não lembra, faz a hipnose com a regressão para a infância e para a vida intrauterina, não lembra de nada. Eu tenho um recurso que é surreal de eficiente, cara, que é a imaginação.
eu peço para a pessoa se imaginar. Você, pequenininha, na barriga da tua mãe, e de repente ela assustada e você está sentindo medo dela e tem uma arma na frente dela. Então eu provoco essa emoção. Quando ela está num estado emocional bem acentuado, vamos dizer assim,
Eu sei que ela baixou a frequência do córtex frontal e levou muita eletricidade para o campo das emoções. Ali acontece a neuroplasticidade. Aí eu falo, agora imagina que chegou um super-herói lá. Quem seria um grande herói na história? A pessoa fala, meu pai, sei lá, o policial que chegou. Então imagina ele chegando e salvando a sua mãe.
Agora imagina se você pudesse voltar no tempo, você adulta, ir lá e abraçar a sua mãe e falar Mãe, eu estou voltando do futuro para te dizer que você sobreviveu. Ele não atirou e o policial prendeu ele. Então a gente vai contando historinha que o Milton Erikson usa muito de metáforas e histórias. Porque o grande poder da cura, irmão, está na imaginação.
Eu não quero anular aqui Deus ou Jesus ou a tua fé, tá gente? Eu não quero impingir nenhum tipo de outro credo ou crença em você. Mas eu quero dizer que quando Jesus fala a tua fé te salvou,
Eu acredito muito que assim, você acreditou, você criou, você mentalizou. E por que não você imaginou? Porque eu vejo todos os dias isso, tá, Oscar? As pessoas usam a imaginação para promover a autocura. Então não lembra, não tem problema que você não lembra do trauma. Vamos inventar um. Entende? Vamos inventar uma historinha. Você tem um indício dela aí? A gente inventa a história e imagina você se resgatando, se salvando.
independente do que a pessoa passou, no caso. Independente. Agora, atenção, o mal do século, o Brasil é o país número um em ansiedade no mundo. Então, vamos falar de ansiedade, vamos falar dos dois opostos. A ansiedade, que você está aqui, mas você está vivendo amanhã ou depois de amanhã, que é regida...
bendito, Deus me perdoe de forma, o maldito do medo, porque eu acho que o medo é obstáculo tudo que a gente se preocupa, tudo tem o medo por trás é o medo de não pagar, é o medo de faltar dinheiro é o medo de não chegar, é o medo de atrasar, é o medo de chegar muito antes, é o que vão falar, tudo então eu queria te perguntar sobre isso a ansiedade que é regida
Eu entendo assim, pelo medo e a preocupação com amanhã, e exatamente o contrário, a procrastinação. É que eu até brinco aí, não deixe para amanhã o que você pode desistir hoje. Entendeu? Que é o contrário do que todo mundo fala, né? Então, como é que o seu trabalho trata esses dois opostos? Primeiro, a análise vibracional identifica isso no nome da pessoa? Entendeu? Eu tenho um amigo que se chama Cetúlio Rocha.
Ele vai te procurar lá, você vai ver. Eu quero saber, o Túlio Rocha é acelerado, é milhão. Ele não tá na Fórmula 1, porque a pele corria mais que os carros, os caras falaram que não valia, cara. Foi complicado, dava três voltas a pé nos caras, entendeu? Mas enfim, é uma brincadeira, o Túlio é um querido nosso, o nosso diretor.
Então, aqui como exemplo, o cara que vai lá, você detecta pela análise vibracional, você é muito ansioso, ou você procrastina muito. E, dois, seu trabalho tem como cuidar disso. Sim, tem como cuidar e dar um resultado incrível. Mas olha só, você que é terapeuta e está acompanhando aqui,
Lembra do seguinte, volta para o seu estudo da terapia ou traz ele à tona agora e lembra que quanto mais você objetifica a dor do seu cliente, mais resultado você vai dar. Então, ansiedade por medo é uma. Ansiedade por outras vibrações são outros tipos de dores que a gente tem que objetificar. Então, quem tem medo tem o número 4 em evidência.
D de Davi, Damara, Damares, ok? Ok. Nasceu no dia 4, dia 13, no dia 22 ou dia 31, tudo isso dá 4, certo? Certo. Ou nasceu no mês de abril.
Então, o 4 tem uma forte tendência aos medos e fobias. É muito raro encontrar uma pessoa que tem fobia de barata, aranha, lagartixa, altura, avião, e não tem o número 4 na data de nascimento. É muito raro, tá? Pessoas que tem TT, dois T's, é um 22, é uma força do número 4 lá na data de nascimento. Perdão, no nome, TT. Ok? Então, o 4 em evidência...
A pessoa está ansiosa e isso não é ansiedade, isso é medo. Então, eu objetifico a dor da pessoa, o problema, para eu saber como tratar. Agora, tem o ansioso, que é o número 3. O 3 é o orador, ele precisa se expressar, ele tem habilidades manuais, ele é o artista, artesão, músico.
Não dá pra falar palavrão aqui, né? Mas ele não toca porcaria nenhuma, você entendeu? Outra palavra que eu não é. De instrumento musical. Ele não pinta um quadro. Ele não faz um trabalho com argila. Ele não usa a habilidade que ele tem. É, nosso amigo Alessandro aqui. Sabe o que ele faz? Ele leva o violão nos bufês pra tocar pros caras. Aí ele pede prato e talher pra fazer bateria. Tal menos violão. Ele batuca no microfone, entendeu?
Aí ele faz assim, para dizer que está dando microfonia, pessoal, não vai dar para continuar. Entendeu? Então, olha só. O número 3 tem uma propensão aos dons artísticos, musicais, a oratória, é o escritor, o palestrante. É o cara muito criativo. Se ele não faz rodar isso...
Se ele não põe essa frequência, essa vibração na ação, ele vai viver ansioso. Então, quando você perguntar de ansiedade, eu tenho aqui várias ramificações do que é essa ansiedade. De onde ela vem? Pega você aí que é muito ansioso e vê que você é de março, nasceu no dia 12, nasceu no dia 21, nasceu no dia 30. São os ansiosos por natureza. Vai tocar um instrumento musical, vai ter habilidade. Ah...
A pessoa tem um dom culinário, pô, põe isso pra rodar. Faz as marmitinhas pra vender o bolo, enfim. Promove isso de alguma forma pra que essa habilidade faça fluir essa energia do número 3. Tem gente que tem o dom da oratória e tem ansiedade, dor de garganta o tempo todo. Tá sempre na dor. Cadê a energia do orador?
Entendeu, Oscar? Então, cada coisa no teu lugar. Tem uma propensão à dor, assim, porque está pensando muito no futuro. Normalmente a pessoa não está executando um propósito, um chamado de vida, não se conectou com algo que faz-se realizada, plena. E o contrário, a procrastinação?
Também temos uma gama de problemas aí. Uma série de possibilidades que levam para o mesmo fim. É, mas vamos pensar no principal para hoje aqui, pelo nosso tempo. Se a gente for fazer uma análise do número 1 ao 9, todos podem ser procrastinadores. Tá. Vamos generalizar um pouquinho o que eu não gosto, porque a gente tem que objetificar a dor. Concorda?
Qual é o seu valor? Qual é a sua crença de merecimento? Se você não melhora a sua fé em você, a sua autoestima, a sua autoimagem, que é diferente, um ajuda no outro, mas eu me sentir bem comigo, melhorar os meus valores, o quanto eu mereço também de financeiro.
E isso vai me levar à procrastinação. Isso é unânime. Se você não melhora o teu valor por você, você não vai produzir aquilo que o universo está te dando de bandeja, te entregando, falando, é seu, você é meu filho, e você é herdeiro de tudo que tem aqui na Terra.
A pessoa para, estagna, não consegue. E pode ver, o cara ganha uma determinada quantia, uma indenizatória, uma rescisão, ela para e não faz mais nada enquanto aquilo não acaba. Então essa procrastinação eu acho a mais preocupante. E na hipnose, você muda a sua história e se você muda a sua história, você deixa de ser quem você é. Tem gente que tem medo de ouvir isso.
Mas eu quero dizer, não é a sua essência. É aquilo que você está fazendo, porque você memorizou o teu corpo para não fazer ou fazer errado, ou fazer coisa que não tem sentido com o teu propósito, não tem conexão. Sim. Então mudar você é mudar a sua fisiologia, mudando a sua percepção do passado. Tá. Nosso corpo, ele memoriza todas essas dores. Ó, vou fazer uma pergunta polêmica para você daqui a pouquinho, mas antes... Obrigado.
Olha, para evitar polêmica de quem você é, por que você é, o que que influi, eu quero sugerir o curso da minha amiga Cristina Cairo, Linguagem do Corpo, que ela veio aqui, episódios 36 e 85. Eu convido você, se não assistiu, e se assistiu faz tempo, assista de novo. É curiosíssimo, porque ela acertou tudo. A meu respeito, da minha saudosa mãe.
de outras pessoas da minha família. Olha, é um estudo maravilhoso. Você vai se olhar no espelho e vai ver o seu rosto, o seu ombro, o seu braço. Ah, então, peraí, então quer dizer que, olha, você vai encontrar respostas da sua vida, o que te acontece, o que não acontece.
Você acredita pelo formato do seu corpo, geometria sagrada? Mas, olha, não quero explicar. Eu quero que você descubra. Então, está aqui embaixo. Está vendo aqui, ó. Geometria sagrada? Não. Linguagem do Corpo com Cristina Cairo. É um curso maravilhoso. Ela está dando um desconto especial para você que me segue. Já ativou o sininho lá. Se você não fez isso, faça agora para ter o desconto, tá? E vai na descrição do podcast. Não precisa anotar nada. Vai na descrição. Daqui a pouco tem um link para você.
conectar o curso direto. Eu volto aqui com o Everson. O Everson me fala o seguinte, agora eu vou fazer aquela pergunta polêmica. Bom, os nomes. Já que os nomes têm toda essa força, e aí? Você escolhe, a pessoa que está nos assistindo, escolhe nome para o filho. Ela escolheu mesmo ou ela foi intuída aquele nome? Nós vamos falar um pouco sobre nome, eu vou pedir para você abreviar, porque o nosso tempo daqui a pouco vai estourar. Me responde primeiro essa pergunta.
Eu vou responder com uma passagem bíblica. Vamos lá. Apareceu um anjo falando com Maria. Você vai ter um filho. Ele vai se chamar Jesus. Mais uma passagem bíblica. Apareceu um anjo falando com Zacarias, o marido da prima de Maria, a Isabel. E falou, você vai ter um filho. Ele vai se chamar João, que seria o João Batista. Um anjo deu o nome. Nós recebemos esse anjo através da nossa intuição.
Nós não estamos sujeitos a vibrarmos e sermos como os nossos pais querem que a gente seja escolhendo o nosso nome. Nós somos indivíduos existentes antes dessa existência física. Isso é, a pré-existência da alma para mim é fundamental para eu entender que eu escolhi o meu nome, um anjo intuiu o meu nome.
para minha mãe, para o meu pai, para o irmãozinho mais velho, muitas vezes... Então você quer dizer que você escolhe o seu nome antes de você encarnar? Vamos dizer essa linguagem para vocês entenderem. E aí alguém intui, o teu pai ou a tua mãe, a dar o nome que você escolheu, é isso?
Você escolhe ou Deus escolhe para você? Eu não sei te dizer quem escolheu. Eu sei que o seu nome já está preparado. A sua alma vibra o seu nome. Não é o seu nome que vai dizer quem você é. O xarope não é a bula que vai dizer...
Não é a bula que constitui a composição química do xarope. A bula é só um instrumento pelo qual a gente fica sabendo o que tem na composição química do xarope. Sim ou não? Sim, mas... Então, a bula do remédio não faz o remédio.
Mas descreve o que tem no remédio. O seu nome não faz a tua alma. Descreve quem é você. Tá bom. E como é que faz, então, quando os caras têm aqueles nomes horríveis lá? Zebedeu da Zebedéia, 1, 2, 3, de Oliveira 4. Gente, procura lá nomes curiosos no Google, você vai achar, não é verdade? E aí, e quando é um nome assim, totalmente absurdo? Eu fico curioso pra saber se não foi a própria alma da pessoa que precisou desse tipo de dor do ridículo.
para algum tipo de cura, para algum tipo de melhoria na vida. A Bíblia em Gênesis 8, 21 fala assim, a imaginação do coração do homem é má desde a meninice. Talvez a pessoa precise dessa reprimenda do próprio nome, dessa forma jocosa ou ridicularizada para algum aprendizado.
Nós temos uma essência maldosa. Mas não é só a Bíblia que fala, não. Porque Freud mapeou a psique humana e pautou esse mapeamento praticamente 99% na maldade. Então isso é freudiano também, né? Tá. Agora eu pergunto pra você. E como é que tem correntes que dizem assim? É legal você fazer análise vibracional?
para você escolher um nome legal para o bebê. Mas como assim, então? Como é que a pessoa vai fazer a análise vibracional para escolher o nome do filho, se já é uma coisa que está pré-determinando?
Bom, se uma grávida me pede uma análise do nome, ou de duas ou três opções de nome, eu não faço. Eu não interfiro. Peço para a pessoa, ora, medite de acordo com a tua fé, com a tua devoção, teu Deus, teu anjo, teu santo. E deixa ressoar em você. Deixa queimar no teu peito, assim, é esse nome. Ao ponto de você não conseguir mais trocar.
E isso é o que basta. Então você diria isso como hipnólogo, como neurocientista e também como numerólogo. Se alguém falar, acompanhe numericamente o nome do meu bebê. Você diria o mesmo, então? Eu acredito muito que tudo que é místico não é tão místico assim quando a ciência vem e fala da linguagem. Na verdade, a ciência é uma linguagem contemporânea do misticismo.
cientificamente já estão dizendo que nós somos seres vibráteis. Nós vibramos, cara. Nome é verbo, é o poder do verbo, é a linguagem que ressoa, né? Em João capítulo 1, versículo 1, está dizendo o princípio era o verbo e o verbo era Deus. Olha a força disso, cara.
Nós somos muito arraigados, muito apegados à linguagem, desde as inscrições rupestres. Aquilo é linguagem, não é? Escrita, desenhada. Então, acho que a nossa vibração pelo nome, ela não tem como não ter um sentido.
E eu não acredito que o pai é capaz de ditar o destino de um filho escolhendo o nome. Por isso eu acredito que isso vem do além, vem de alguma forma pronto para a gente vibrar. Eu fugi da pergunta, da resposta? Não, você não fugiu e eu vou misturar um pouco mais. Por exemplo, se a pessoa vem para ser aquilo, então ela, segundo os princípios da astrologia, ela também vem para nascer naquele dia e naquele horário? Para mim isso é muito perfeito.
Perfeito. É um mecanismo da perfeição divina. O dia, o mês, o ano, a hora. Teve uma pessoa que tinha um determinado trauma e isso denotava o número 14. E eu fiz tudo o que eu pude para procurar o 14. E ela sabe da história do trauma.
E eu não encontrava o número 14 no nome dela. Eu falei, não é possível. Ou você está mentindo ou eu estou fazendo conta errada. Você sofreu isso mesmo. Sofri, passei por isso, exatamente assim. E eu pensei e falei, que hora você nasceu? Ela, 14 horas em ponto.
Irmão, eu não tinha a menor ideia de que a hora de nascimento tinha uma relação tão direta, vibracional, tão direta com nossas vidas. A partir daí eu comecei a prestar mais atenção na hora de nascimento. Então, quer dizer, em suma não existe nome ruim e nome bom. Porque você pode ter uma mesma combinação de um nome absurdo dando o mesmo produto de um nome lindo. Vamos dar um exemplo?
Alguns numerólogos, eles taxam nomes ruins. Alguns falam, tipo, Maurício é um nome ruim. Gente, não faça corte agora, hein? Porque eu vou explicar que não é. Então, Maurício, porque começa com mal. Cara, que injustiça.
Todo mundo, nome tem valor. Por isso eu pauto no valor primeiro. M, A, U. 4 mais 1 dá 5, mais 1 dá 3. 8, o poderoso, o dom dos palcos, o cara que monetiza, que pode ganhar bem. Não tem nada de ruim, não tem nada de mal.
Então eu não gosto de taxar, porque não tem nome bom ou nome ruim. O que você vai fazer com o dom que Deus deu para você. E aí entra o livre-arbítrio ou não? Aí está o livre-arbítrio, aí está a sua depuração, e aí está a necessidade do trauma que te leva a um propósito maior.
Porque, cara, de verdade, a gente não aprende muito com a dor. A dor não ensina. A dor não traz compaixão, empatia pelo próximo. Eu, com crise de bronquite, eu vi uma criança com crise na minha adolescência, eu chorava, falava assim, não é justo a criança passar por isso. Eu criei empatia por bronquite, por pessoas com crises respiratórias.
Porque eu sei o quanto dói, cara. Então a dor ensina. Agora, a pessoa tem o A de Andréia. Ela pode ser uma grande líder ou pode ser uma tirana. O A de tirania, de maldade nessa liderança, de ser autoritária, de ser... Mas pode ser o Andréia que lidera e a equipe venera ela. Mas deixa eu perguntar uma coisa em que você deve estar se perguntando aí. Por exemplo, se a gente vem... Obrigado. E aí
Não vou discutir religião, pelo amor de Deus, eu respeito todas as religiões, tá? Cristã, espírita, se você é ateu, se você... Não importa. Mas existe uma linha de pensamento assim, que você tem um destino, que você tem uma missão, e que você vem para ser aquilo. Então todo mundo fala, não, aconteceu isso porque tinha que acontecer. Não aconteceu porque... Se as coisas acontecem porque tem que acontecer, ou não acontecem porque não tem que acontecer, como é que fica o livre-arbítrio aí?
Como é que você escolhe se o que acontece tem que acontecer e o que não acontece, para algumas porrentes, é porque não tinha que acontecer? Que diferença faz o livre-arbítrio? Não é? Dá para pausar aí, gente? Se isso fosse um jogo de truco, cara, eu que ia querer estar com o zap na mão e falar isso.
Acabei, parei. Não é, cara? Não é uma trava isso no raciocínio da gente? É, mas olha só. Eu acho que existe um mecanismo maravilhoso. E é por isso que eu insisto em ensinar a minha mente racional que quer entender Deus.
E muitas vezes desisto e prefiro só sentir Deus. Cara, tem que existir algo, não tem como, não tem algo que ponha pesos e contrapesos nisso. Eu acho que assim, quando Jesus fala, vós sois deuses, isso está escrito em Salmos também, e o Espírito de Deus habita em vós, eu acho que existe em nós, cara, uma pitadinha. Deus construiu você, ele falou, toma um pouquinho de mim aí.
porque eu sou Deus, eu não vou ficar cuidando de você 24 horas. E quando esse Deus aí diz o que é certo e o que é errado para você, você busca o mecanismo de perder aquilo que você ganhou arbitrariamente. Você errou e precisa corrigir. Um comportamento do professor, você criou isso daqui, certamente motivado por alguma dor.
talvez a dor de ver que pessoas não fazem isso aqui você precisa fazer a sua entrega então eu acredito nessa centelha divina que faz esse equilíbrio do livre-arbítrio e te leva a um propósito maior, eu acredito que todo mundo tem um propósito grandioso não importa se vai ser brilhando nos palcos ou se vai ser produzindo nos bastidores, eu acredito, ninguém vem pra ser infeliz eu acho sábio esse pensamento, eu acho que a gente tem que chegar ali naquele ponto
de repente você vai escolher se você vai pelo precipício ou se você vai pelo asfalto. Eu acho que é mais ou menos isso daí, mas você vai chegar no ponto, você tem que chegar ali. Agora, deixa eu fazer uma pequena pausa aqui para agradecer a equipe toda da Delta Mais Saúde, porque eu recomendo no programa aqui, e temos recebido...
Muitos agradecimentos, muitos elogios. Então, quero agradecer você que busca aí um atendimento prático, humanizado, a um custo realmente acessível, popular, mas com qualidade, com pontualidade, com garantia de resultado, faço como eu. Faço seus exames clínicos, laboratoriais na Delta Mais Saúde. Ah, Pardini, mas eu tenho dificuldade de me deslocar. Eu não tenho saco com trânsito, eu não tenho carro, ou quem sabe você tenha idade, né, minha amiga, ou meu amigo?
Não é problema, eles vêm fazer a coleta dos materiais na sua casa, é um atendimento diferenciado, os preços são diferenciados, tem até um plano super popular que você faz uma bateria de exames e detalhes, você não paga nem consulta. Se eu fosse você, eu não deixava para depois, não é? Arroba Delta Mais Saúde, está aqui embaixo de mim, está aqui no vídeo, tem o telefone e tudo aqui, siga o Instagram deles, eu continuo aqui, muito obrigado aí o pessoal da Delta, eu sigo aqui com o meu amigo Everton.
Já, já, Everson, já, já eu vou falar pra vocês os contatos dele. Padrinho, mas como é que eu falo com esse cara? Onde é que eu acho um livro dele? Calma aí, calma aí, calma aí que a gente já vai chegar, tá bom? Agora, um trauma emocional profundo como luto.
Ele pode aparecer na análise. Isso eu te pergunto, tá? A outra coisa é, de repente, quem está nos assistindo perdeu um ente querido, um amigo querido. Acontece todo dia. Então, se a pessoa não sabe que está sendo impactada por um luto, ou a pessoa sabe e quer se tratar. As duas coisas são possíveis pela análise vibracional do nome? Sim. Associada à hipnose, que é o seu tratamento? Claro, sim. É muito possível. É muito possível. Se o teu nome tem um valor...
ele mostra, ele sugere também uma dor que é aquilo que te equilibra, ok? Então, se o nome apresenta uma possível rejeição ou um possível abandono...
Com certeza, qualquer perda para essa pessoa leva a uma dor do luto, a um descontrole emocional, a uma desistência de viver, ou de trabalhar, ou de produzir, ou de cuidar da família, dos filhos, enfim. O luto gera consequências e para cada um é uma consequência. Tá.
Então essa depressão, essa dor da perda, ela está muito bem caracterizada, definida lá no nome, que é a dor do abandono. E pode ser um bichinho de estimação também, ela entra num luto de achar que vai morrer, não tem mais sentido viver.
Agora, o nível da dor, não. Isso é de cada um. A pessoa que tem a dor do luto, acabou de perder um ente querido, ou já perdeu faz tempo, não consegue se desvincilhar dessa dor. Porque, assim, duas coisas... Eu acho assim, a impotência eu qualifico como uma dor sem analgesia. Se tiver uma pessoa sofrendo e não poder tratar. E eu acho que o luto é muito similar a isso daí. É uma dor sem analgesia. Você vai tomar um remédio e não vai passar a tristeza.
Então, a pessoa que está enlutada e que sabe, dá para ela chegar também e falar, o meu problema é luto. Como é que você livra a pessoa disso? Eu vou ser um pouquinho prepotente, talvez, em falar isso que eu vou falar. Eu desafio qualquer pessoa sofrendo a dor do luto. Eu desafio...
Olha aí, presta atenção. Fala para ele aqui e para ela. Você que sofre a dor do luto de perder pai, mãe, um bichinho, irmão, não importa, uma amiga, um ente querido, desafio você a fazer duas sessões de hipnose comigo. E se não resolver, você tem o seu investimento devolvido.
Por quê? Porque as pessoas não compreendem ainda que sentimento é a linguagem do nosso corpo e pensamento é a linguagem da nossa mente. A mente dá o comando para o corpo e o corpo sofre. E o luto, a dor não está na alma, não está no sentimento virtual. O luto está no físico e eu sabendo sobre a tua essência através da minha anamnese, que é a leitura do teu nome, eu vou entender...
o porquê, que tipo de dor você está trazendo para você, e nós vamos dissociar isso do seu corpo.
Então a hipnose promove uma dissociação muito eficiente com o uso da PNL também. Muitas vezes é só um trabalho com imagens. Você sabia que a nossa mente memoriza tudo igual o thumbnail do YouTube? São fotos. Inclusive a leitura dinâmica se baseia nisso, reconhecimento das palavras por imagem. Olha aí.
Por imagem. Então, se a sua mente memoriza a perda do pai e da mãe ali no dia, no pior momento que seu... Tipo, um telefone tocou e você ouviu a notícia da perda, ou no momento do sepultamento, nós vamos fazer um processo de dissociação. Então, a saudade, a falta que essa pessoa faz, ou esse bichinho, enfim...
Vai existir, mas o teu corpo não vai trazer o reflexo disso. Você não vai se intoxicar, então você sai da dor do luto, literalmente. Cara, isso acontece com paixão também, você acredita? Igualzinho. É a mesma coisa? Eu já tratei algumas pessoas apaixonadas de resolver em uma sessão e sumiu, desapareceu, não tem mais, acabou. É muito interessante.
Eu conheci um pedreiro que ele teve esse problema de... Entrou em depressão porque ele não achava pá e perdeu o chão. Então foi um problema de paixão, né? O negócio não é brincadeira, não. Mas já que nós estamos brincando aqui para quebrar o gelo, né? Essa analogia. Amei. Aí você vai perguntar, mas eu tenho um problema aqui de amor e não consigo me desvencilhar. Eu tenho um problema de luto, eu tenho um problema...
Como é que eu falo com esse cara, então? Ele sabia que chegou o momento, né? Ninguém vem aqui por acaso. Chegou o momento de falar sobre... Você dá palestras, você dá cursos, você dá treinamento também. Eu ensino a anamnese, que eu compilei e se transformou num método, né? Você vai falar dele? Sim. Então, eu ensino, eu dou um curso para terapeutas. Eu faço treinamentos para agentes de segurança pública.
Eu ensino ele a se comportar melhor, ter um controle emocional melhor, com dinâmicas de hipnose. E eu faço palestras motivacionais. O nome do método que é diferenciado? Método Varoliano. Varoliano, porque vem de Everson Varoli. Varoli, tá bom? Então, e esse seu método, então, vamos repetir, ele é indicado para terapeutas, ok? Para segurança, você falou.
Agente de segurança eu não aplico o método. Eu faço um treinamento de controle emocional, eliminando os gatilhos, para que é um cara que está com a arma ali na mão o tempo todo, né? Então, ele tem mais controle emocional, não deixar ativar alguns gatilhos. Então, já que você está falando em gatilho, deve servir muito o seu tratamento para alcoólatras, pessoas reféns de dependência química, tudo isso?
Eu não tenho uma habilidade específica para lidar com os vícios. Mas com certeza a anamnese mais hipnose vai dar muito mais condição da pessoa se libertar. Muito mais porque preenche os vazios, porque tira a fisiologia. A dependência química provoca uma fisiologia, uma angústia. O fumante sente a garganta dele reprimida, oprimida.
pressionada, tensionada, ele precisa do cigarro. Eu ajudo a tirar essa fisiologia com o processo de dissociação. Muito legal. Aí você deve estar se perguntando, Pardini, mas eu não sou terapeuta nem sou agente de segurança. Não importa qualquer problema que você tiver, poderá ser revelado pelo seu nome e poderá ser amenizado, ou até tratado, zerado aqui com o professor Everson.
Então o Instagram dele, me corrija se eu estiver errado, por favor, é arroba Everson com N no final. Everson. Varoli com Y. Você está vendo aqui embaixo da gente? Everson Varoli, tá bom? E tem o WhatsApp dele. O pessoal pode te contatar também pelo WhatsApp, né, Everson? Pode, pode chamar lá. Olha, é 11-947-543317. É isso mesmo, né? Exato.
Agora, e você da consultoria também? Se a pessoa fala, olha, eu tenho um grupo de trabalho aqui, preciso submeter o meu grupo de trabalho aqui, aliviar a galera também, você faz isso em grupo ou não? Eu vou fazer o meu mexanzinho rapidinho. Por favor, sim. É...
Eu tenho buscado entrar no meio corporativo, até para escalar nos negócios, para conquistar mais autoridade. E eu recebi um convite de duas empresas americanas, uma para dar um treinamento para empresários em Orlando. Esse treinamento de um dia vai acontecer em Orlando, na Flórida, dia 23 de maio.
E eu tenho um treinamento para dar para funcionários de uma empresa em Boca Raton, que fica entre Miami e Orlando. Nosso amigo humorista, o Rei Bianchi, vai participar. O Rei vai participar em Orlando. O Rei é um cara muito inteligente. Siga esse cara, procure no YouTube. Rei Bianchi. Muito fora da curva. Um abraço, viu, Rei? Maravilhoso. Ele está lá, nos Estados Unidos. Está lá. E ele vai participar dia 23 de maio. Então, eu comecei a...
levar mais informação para o meio corporativo, porque também é uma forma de ajudar mais pessoas do que no um a um individual ali, naquele batidão do consultório. Eu tenho algo 23 de maio, é trânsito, rapaz, você pega 23 de maio, você não sai do lugar, eu tenho nervoso, eu tenho raiva.
Mas não podemos deixar de falar Não está acabando não, hein? Fica aí, eu peço desculpa A produção, mas o assunto é muito intrigante O seu livro, ele tem um livro maravilhoso Que é o Direito da Prosperidade Está aqui, ó Na nossa tela, queria pedir aí pra produção Por gentileza colocar em primeiro plano na tela Isso aí, fala um pouco sobre esse trabalho
Então, eu tenho 25 anos de advocacia. Há uns 7 anos, 8 anos atrás, eu estava buscando uma conexão do direito com o desenvolvimento pessoal, inteligência emocional. Eu fiz curso de formação em coach, inteligência emocional, e eu não achava... Como que eu vou fazer uma transição tão abrupta de carreira? E o livro foi uma ideia sensacional que...
Isso é prepotência minha mesmo. Está sensacional porque eu acho maravilhosa a ideia e é minha. Minha esposa me ajudou a trazer ideias de prosperidade sob uma ótica legal, sob uma ótica jurídica. Por quê? Porque algumas autoridades influenciam nas nossas vidas. Pai, mãe, médico, professor e um religioso. Essas são as cinco autoridades que mais podem nos elevar ou nos afundar. Porque...
Só que a sexta autoridade é a lei. E eu uso isso até na hipnose. Eu pego o que é uma lei para você, o que é uma regra imutável para você, uma crença sua, eu aplico na hipnose. Porque você segue essa regra. Nem que seja uma superstição, nem que seja um costume, um hábito. Nosso pé sai do acelerador e freia o carro quando o farol fica vermelho. Isso já é automático para você. Você respeita. Intuitivo, é. Então, respeito à lei...
Faz com que você, na leitura do livro, traga novas crenças de prosperidade. O livro traz muitas abordagens jurídicas sobre prosperidade, mas não é feita para advogado, para um jurista. O livro é para qualquer pessoa que entenda o processo e quer melhorar de vida. Eu tenho duas perguntas aqui, eu não posso deixar de fazer, porque eu falei que não tinha acabado. É o seguinte... Obrigado.
Existe alguém que não deva se submeter à análise vibracional e por quê? Que tipo de pessoa é essa? Tem. Pessoa que precisa do dogma da igreja, ela precisa de um dogma, porque isso é um autoajuste, um autocontrole, porque ela não está pronta para explorar o melhor dela. Ela precisa estar presa, arraigada a um dogma, porque senão ela se perde.
Então tem gente que precisa da prisão, da cadeia, não é? É lá que ele vai se ajustar, é lá que ele vai pagar a pena dele. Então algumas pessoas que não estão prontas, ela não sabe o que fazer com o poder. Ela pode se tornar má, ela pode prejudicar. Pessoa que tem o ímpeto da arrogância, da agressividade. Cara, você vai destravar a pessoa pra ela piorar?
Esse tipo de pessoa eu não recomendo. Mas eu preciso te interromper aqui. Por exemplo, você fala arrogância. Mas não é uma coisa que a pessoa teria que procurar você para tratar? Em vez dela recusar? Desde que ela queira. Se ela não quer a cura, se ela não procura a melhoria, essa pessoa não é recomendável para nada, irmão. Eu me recuso. Mas aí automaticamente ela não vai chegar até você?
Que bom, né? Que bom, né? Mas chegou, já chegou alguém para se tratar comigo. E eu recusei o tratamento. Falei, cara, eu não consigo te ajudar. Você não mostrou propósito nenhum.
Entendi. Você quer, ah, eu quero isso aqui porque eu quero ganhar muito dinheiro e quem me fez mal vai pagar por isso. Opa, como é que eu vou ajudar essa pessoa? Ela não quer melhorar. Ela quer se empoderar. É diferente. Entendi. Então é isso, cara. Eu acho que é uma predisposição de todo mundo querer melhorar, né? Com isso a regra, mas tem exceção. Como é que esse trabalho todo atua no cérebro, cara? Análise vibracional em si, ela atua no cérebro? Então.
Se você estudar hipnose sem neuroplasticidade, parece que vai ficar meio manco, porque o processo promove neuroplasticidade, as suas sinapses neurais mudam. O que fez o Cris tirar as manchas de vitíligo dos dois lados das bochechas dele? O que fez acontecer? Um processo neuronal. Ele formou, ele rompeu sinapses neurais que davam o comando da falha.
então tem tudo a ver eu gosto de associar Deus, a religião a bíblia, mas eu não posso abrir mão do que é científico tem mais um fator que as vezes nem a ciência provou, mas a prática prova, então se eu não conseguir provar por nada que uma hipnose pode curar o vitíligo, o Cris meu cliente que não toma nenhum medicamento para vitíligo, é uma prova independente de religião do cara ser ateu, ele pode fazer essa análise e...
Com certeza, pode. Vibracional, né? Por último, mas antes desse último que eu estou te falando, receba aqui em nome meu, mas também de toda a equipe do Estúdio Rocha, que é o nosso alicerce aqui. Essa caneca aqui de lembrança.
tomar muita coisa boa, desfrutar de muitos momentos bons, tá? É uma oferta aí, é uma colaboração, vocês estão vendo aqui no vídeo, da CrisArts. A CrisArts faz você precisando de uma caneca pra dar de lembrança, pra dar de presente, personalizada, enfim, boneca, camiseta, o que você precisar? Arroba CrisArts, underline CrisBassi, tá legal? Você fala com o Cristiano lá, tá aqui embaixo os dados, se você perder, você vem depois e vê,
muito obrigado e por último eu vou fazer aqui a pergunta pra encerrar a pessoa que está nos assistindo ali essa pessoa está se sentindo travada bloqueada, porra já fiz de tudo mas não vou pra lugar nenhum eu vou, vou, mas não acabo o fundo desisto, chega o que você diria pra essa pessoa? meu amigo eu passei por isso
Eu passei por isso. Eu acho que quando a gente fica depressivo, a primeira consequência é perder a nossa fé. E o que eu falo para você que está vivendo um momento de dificuldade e a sua fé está em declínio, eu peço para você assim, não precisa acreditar em mim. Eu não preciso que você tenha fé. Eu preciso que você venha. Eu preciso que você vá para um tratamento.
Não precisa ter fé. A pessoa que está com um colapso cardíaco, ela não precisa acreditar se vai ou não. Ela vai no médico. E é ele que vai dizer, você precisa fazer um estente, ou abrir o teu peito e fazer uma safena, uma mamária. Então, para isso, a pessoa vai no médico, não é? Porque é um colapso. Então, entenda que se você está num colapso emocional, tem profissionais que vão cuidar de você com carinho, com técnica e vão te dar resultado. Vai, procura, sem acreditar. Se anima, sai de casa. Pesquisa.
Vai dar certo, vai funcionar. Muito obrigado. Tá aí. Foi tudo isso e apenas isso. Porque foi um pouquinho que enriqueceu tanto, não foi? E o que nos enriquece aqui é a sua presença. Aqui é sempre matrindade. Não é pai, filho e Espírito Santo, mas somos nós três.
formando esse triângulo aqui, se equilibrando, se completando. É dessa forma que eu quero que seja também no próximo episódio. Se você gostou do assunto de hoje, dá o seu like, a sua curtida, recomenda e compartilhe, para que esse episódio chegue a tantas outras mais pessoas tão importantes e tão essenciais quanto você é. Muito obrigado pela sua presença e sua companhia. É, Wilson. Muito bom, valeu. Obrigado pela aula.
Obrigado por esse momento fantástico. Se Deus quiser, em breve você está conosco aqui. Arroba Everson Valoli, com Y, tá bom? Beijo e até a próxima. Valeu, gente. Valeu, obrigado.
Cristina Cairo
CURSO DE LINGUAGEM DO CORPODelta Mais Saúde
EXAMES LABORATORIAIS