Essa Armadilha Já Pegou Você! | Dr. Sidenilto S.Silva | Agora é Você Podcast I EP 110
Conheça os Perigos das Tuas Emoções, Elas Te Regem e Você Não Tem Como Controlar.Neste episódio, você vai aprender a lidar com as suas emoções de forma mais adequada, ter menos consequências ruins e desfrutar delas da melhor forma. 🔴 CURSO DE LINGUAGEM DO CORPO COM CRISTINA CAIRO. USE O LINK DO CUPOM AGORAEVOCE10 QUE TE DÁ 10% DE DESCONTO POR TEMPO LIMITADO. Clique agora mesmo e garanta o seu desconto! 👉 https://go.hotmart.com/J102220818T?ap=38c8 🔴 AQUI VOCÊ TEM EXAMES LABORATORIAIS DE QUALIDADE COM ATENDIMENTO HUMANIZADO E A PREÇOS POPULARES! DELTA MAIS SAÚDE (11) 3966-9431 Whatsapp (11) 94329-3236👉 https://www.instagram.com/deltamaissaude/ 🔴 Ative o sininho do canal para não perder conteúdos que você só encontra aqui. Mas inscreva-se antes! Sua adesão é muito bem vinda! 👉 http://youtube.com/channel/UC0GDMYhVzCFJ51qj5vN1AZQ 🔴 Área Vip do Podcast - O próprio @oscarpardini10 te manda o link, antes de cada episódio começar, vem! 👉 https://chat.whatsapp.com/DzSBu5F35U3EambhLFasAn 🔴 Siga o nosso Instagram, assista aos cortes e saiba dos próximos episódios. 👉 https://www.instagram.com/agoraevoce.podcast/🔴 Siga tb o Instagram do Oscar Pardini e fique a vontade para enviar sugestões e outros assuntos, diretos para ele. 👉 https://www.instagram.com/oscarpardini10/🔴 O Agora é Você Podcast é Transmitido pela YPÊ TV, quartas às 09h45 e às 21h45. Canal 579 Banda KU, Canal 23 Nova Parabólica Sky, Site ypetv.com.br, App Ypetv Play e Canal @ypetvoficial no Youtube. Apoio:@goldenprimeoficial sabor com qualidade de saúde - (11) 94008-2357 @estudiorochapodcasts - o melhor de São Paulo@deltamaissaude – exames de qualidade com atendimento humanizado (11) 3966-9431 Whatsapp (11) 94329-3236#entretenimento #autoconhecimento #autoestima #espiritualidade #cortesdoagoraevocepodcast
- Dependência Emocional vs AmorDependência emocional boa vs. ruim · Vínculos afetivos na infância · Lacunas emocionais · Sinais de dependência ruim
- Dependência Emocional e Saúde MentalDepressão · Impacto no peso · Rotina e bem-estar · Autoconhecimento e terapia
- Autoconfianca e AutodeterminacaoTermômetro da dependência emocional · Crenças e valores · Traumas e medos · Ego vs. autoestima
- Relacionamentos AmorososDiferença entre amor e paixão · Amor próprio · Lobo frontal e decisões · Serotonina e dopamina
- Divisão de emoçõesControle emocional · Reações químicas no corpo · Neurociência
- Solidão e IsolamentoDiferença entre solidão e solitude · Impacto na saúde física · Desamparo aprendido
- Dopamina e VícioGlicose e oxigênio · Busca por atalhos · Açúcar e drogas · Tédio e acomodação
- Atenção e ConcentraçãoDaniel Goleman · Atenção dividida · Tomada de decisão
- Manipulação e controle do relacionamentoNarcisismo · Psicopatia · Manipulação · Sentimento de posse
Nós aprendemos na primeira, segunda e terceira infância. Isso. Então todos nós somos dependentes emocionais de alguma forma.
Nós temos a dependência emocional que vai nos trazer sentimentos bons e nós temos a nossa dependência emocional que vai trazer sentimentos ruins. Saiba diferenciar o que você sente pela pessoa do que a pessoa faz você sentir.
Então todos nós somos dependentes emocionais, porque nós somos seres sociais e relacionais. Fraqueza é quando a dependência emocional tem que suprir uma falta. Então quando você tem essa lacuna e aquele afeto precisa ser preenchido dessa forma, aí ela começa a ser uma dependência emocional ruim.
Todos nós temos apego a algo ou a pessoas. Tá, ok. Todos nós temos apego. O que acontece? Quando nós começamos a entrar nessa dinâmica e não consegue separar aquilo de uma forma construtiva, então você começa a se perder na sua identidade, nas suas emoções, nas suas relações.
Foco é você dizer sim para uma coisa só e não para o resto. Isso é foco.
Aí, você chegou! Palmas pra você, muito obrigado pelo seu play no nosso reencontro. No Agora é Você, podcast, esse podcast que você sabe é o único do universo YouTube que só fala de você. Mas não se esqueça de dar a sua curtida, o seu joinha, a sua participada, que é muito importante. E o assunto que eu trago hoje, já que a gente só fala de você, eu te pergunto. A pessoa com quem você está?
Você está com ela de fato por amor? Ou será que você está com ela porque você depende da atenção da pessoa, da companhia da pessoa, quem sabe até do lado financeiro da pessoa? E aí vem a segunda pergunta. E se você cai na real, que você só está por algum tipo de dependência, você teria a manha de desapegar?
Esse é um assunto muito sério, né? São os perigos da dependência emocional. E é para falar sobre isso daqui que eu trago esse cara que é fantástico, tá? Ele é um grande estudioso da parte de neurociência clínica, da parte de mindfulness, que é aquele estudo da sua consciência nesse momento que você está, independente de qualquer coisa, tá bom? Também é especializado em PNL, Programação Neurolinguística.
terapia cognitiva comportamental, que é uma coisa fantástica, fora constelação familiar também. Bom, vou parar de falar, porque eu quero é saber do meu amigo, doutor Sidney Newton Silva. Bem-vindo, Sidney Newton. Tudo bem? Muito obrigado. Tudo ótimo. Muito obrigado. Um prazer estar aqui com vocês. É uma oportunidade incrível de trazer conhecimento, principalmente. E é isso. Vamos tocar o barco aí, porque tem muito conhecimento aqui para compartilhar com vocês.
Tem tanto conhecimento que para ganhar tempo eu não vou chamar ele de Sidney Newton, eu vou chamar o Dr. Sid. Pronto. Legal. Então vamos embora, Sidão. É o seguinte, você é um especialista em emoções, e as emoções regem a vida, né? Tornam a pessoa sadia, tornam a pessoa saudável, tornam a pessoa depressiva. A emoção é tudo que te contorna. Então eu queria perguntar primeiro como é que você pode definir para quem nos assiste a emoção. O que é emoção?
A emoção são reações químicas no nosso corpo. Então, aquela coisa que as pessoas falam para você, olha, eu preciso controlar minhas emoções, isso não existe. Eu vou dar um exemplo. Pensando num lugar muito bonito que você já foi. Uma praia. Tá bom. Fala uma praia que você já foi.
Jabaquara, Ilha Bela. Ilha Bela, ótimo. Não é o metrô, não. Não, não, pelo amor de Deus. Que bom. Vamos lá. Você está na praia ali, aí você está... Está tudo bem com você, está tudo ótimo, tranquilo, cabeça fresca, tudo ótimo. Aí você chega na praia... Lembrando, está tudo bem com você, você não passou nenhum tipo de estresse, tá? E aí você está ali. Parou. Chegou na areia, foi dar um tibum na água.
Aí o que acontece? Caiu na água, tem um tubarão. Pô, aí seu cérebro vai mandar pra você luta ou fuga. Pois bem, o que acontece nesse momento?
a sua pupila vai dilatar, a tua boca vai secar, porque o seu aparelho digestivo vai peristaltar, então, meu amigo, se você tiver com o número 1, o número 2 na porta, vai soltar. É gol, né? Se tiver com a bola na marca do pêlo, não tem defesa. O sangue vai para os grandes músculos com forma de proteção, então por isso que a gente fica com aquela aparência pálida, a boca seca, todas essas coisas. Entre outras reações químicas no nosso corpo. Isso acontece em menos de meio segundo.
Então, esse conjunto de reações, nós chamamos na neurociência de emoção. Muito bem. E aí eu digo, emoção você controla? Não. Não, né? Então, isso é emoção. São reações químicas no nosso corpo. E aí é que tá. Nós não controlamos nem pensamento, nem sentimento, nem emoção.
Tá bom, mas se a pessoa não pode controlar a emoção, como é que ela faz para tomar uma decisão em função da razão e não da emoção? Ótimo. Vamos lá. Primeiramente, eu tenho que mudar a minha atenção. Eu sempre brinco que o pensamento, sentimento e emoção é o mar. E a nossa atenção, foco, comportamento e hábito é o que vai desaguar no mar.
Então, eu não trato da minha emoção, eu vou tratar quando eu posso anteceder aqueles fatos, aqueles comportamentos. Então, Cid, minha atenção, eu posso dividir a minha atenção em diferentes tipos. Você está dirigindo, sua atenção está dividida, mas tem uma coisa chamada foco.
Então, como diria o Daniel Goleman, um estudioso famoso, é assim, foco é você dizer sim para uma coisa só e não para o resto. Isso é foco.
Então, muitas vezes, para que nós consigamos tomar uma decisão mais racional, nós vamos ter que abandonar, ter foco. Então, para que eu tome uma decisão ali, eu preciso de foco. Porque à medida que eu tiver com a minha atenção dividida, aí entra a racionalidade. Para eu ter racionalidade, eu preciso ter foco.
Entendi. Agora, vamos lá, atenção. Agora que você aprendeu melhor o que são as suas emoções, como é que você separa a emoção da razão, que na verdade você não pode separar, vamos aprender o que é a dependência emocional. Vamos lá, Dr. Cid, fica à vontade.
Vamos lá, dependência emocional é uma condição da nossa vida. Nós aprendemos, na verdade, isso nós aprendemos na primeira, segunda e terceira infância. Isso. Então todos nós somos dependentes emocionais de alguma forma. Então o que acontece?
Nós temos a dependência emocional que vai nos trazer sentimentos bons, e nós temos a nossa dependência emocional que vai trazer sentimentos ruins. Então, é isso que nós precisamos avaliar. Por exemplo, o amor, o amor em si, eu não estou falando paixão, estou falando amor. O amor em si é uma dependência emocional boa, porque nós aprendemos ali, nos cuidados dos nossos cuidadores ali.
Geralmente as mamães que cuidam ali primeiramente nos primeiros anos de vida. Então é exatamente isso. Nós aprendemos o vínculo, o afeto na primeira infância. Então a dependência emocional já nasceu ali. Então todos nós somos dependentes emocionais. Porque nós somos seres sociais e relacionais. Mas o amor aí no caso é sempre uma dependência emocional. Aí não tem exceção? Não.
O amor é sempre um vínculo, porque eu dependo do outro. O amor, eu vou depender, com exceção ao amor próprio, e isso inclusive nós aprendemos através do afeto na infância.
Olha que interessante. Até para aprender a ter o amor próprio, a gente dependeu daquele gesto do afeto na infância. Então, o amor sempre é um vínculo, é um laço. É aquilo que te conecta ao outro. Então, mas no caso, pelo que você está dizendo...
Todos nós, quer dizer, ninguém é insensível à dependência emocional. Todos nós temos ela de alguma forma, então, porque o primeiro vínculo é com os pais, e eu acredito que isso vai influir lá na frente, porque se os pais não têm um vínculo afetivo ali, o cara...
Sei lá que conceito o cara vai ter de amor, etc. Mas quer dizer, então ele é inerente ao ser humano, certo? E todo mundo tem, de alguma maneira, dependência emocional. De coisas boas ou de coisas ruins, é isso que difere. Exatamente, mas todos nós somos dependentes emocionais. É balela falar que ninguém é dependente emocional. Todos nós somos. Então, no caso, a dependência emocional, existe algum tipo dela que denote, que indique uma fraqueza da pessoa?
A fraqueza é quando a dependência emocional tem que suprir uma falta. Geralmente, o que nós chamamos na psicologia de uma lacuna. Então, quando você tem essa lacuna e aquele afeto precisa ser preenchido dessa forma, aí ela começa a ser uma dependência emocional ruim, porque eu tenho que buscar atenção a qualquer custo, eu tenho que buscar o sentimento que nós chamamos assim, a nossa...
Você vai sempre buscar o sentimento a qualquer custo. Tá. Entendi. Mas a pessoa, assim, por exemplo, que busca alguma coisa... A pessoa, se estiver plenamente bem consigo mesmo, então, a pessoa estiver equilibrada, satisfeita... Por exemplo, eu sou careca. Não tenho nenhum problema de ser careca. Só você. Você também não. Eu sou bocudo. Não tenho nenhum problema de ser bocudo.
É assim, se você estiver bem consigo mesmo, quanto melhor você estiver consigo mesmo, menos você tem uma tendência, então, de qualquer tipo de dependência emocional. É isso? Está certo ou não? Dependência emocional ruim. Ah, sim.
A gente sempre tem que separar esses dois polos, porque tem a dependência emocional boa, que é aquela que a gente tem vínculos que vai acrescentar a gente na vida. E tem aquela ruim, que é aquela tóxica, que é aquela que faz mal para a gente. Eu sempre falo para os meus pacientes assim, preste atenção quando você está se relacionando com as pessoas, principalmente quando...
Saiba diferenciar o que você sente pela pessoa do que a pessoa faz você sentir. Eu posso sentir amor pela pessoa, mas aquela pessoa pode me fazer sentir raiva, frustração, angústia, ansiedade o tempo todo. Então este é um tipo de sinal aqui que começa a trazer que uma relação não é boa. É uma relação...
vamos dizer isso. Eu não gosto muito desse termo tóxico, mas é... Mas é o do momento, né? Mas é o do momento, né? O que a gente chama de psicologia de senso comum. Tá. E atenção agora isso aqui, que você deve estar se perguntando. Dependência emocional. É a mesma coisa que a dependência afetiva ou não?
É um paralelo, elas andam muito juntas. Por quê? O que acontece? Nós podemos ter afeto, por exemplo, até por objetos. Enquanto a dependência emocional, a gente traz basicamente que isso costuma ser uma relação entre pessoas.
Então eu posso ter até, por exemplo, essa caneta aqui, que eu não posso falar a marca, mas ela tem 50 anos, eu só uso esse tipo de caneta. Eu tenho um afeto por essa caneta. Então é uma questão até que eu gosto daquilo e aquilo me traz prazer, me faz me sentir bem.
Então é basicamente isso As nossas emoções ali A gente pode ter afeto até por objetos Por exemplo A gente coleciona carro Tem afeto pelos carros Mas por exemplo A pessoa ter uma dependência afetiva
por um comportamento ou por um determinado tipo de ambiente. Sim. Isso é obsessivo ou isso é construtivo? Eu vou dar um exemplo para você aqui. Eu gosto de organização. Sim. Eu, inclusive, não é minha obrigação, mas faço questão antes de começar cada gravação. Eu chego antes para ajudar o pessoal a organizar.
e corro depois para não atrapalhar quem vem depois, eu gosto que o convidado como você chegue aqui, encontre tudo à disposição, tudo legal, tudo bacana, para a gente partir direto para o assunto e você também está à vontade. Então, isso é construtivo ou é obsessivo? Vamos lá, depende. Depende se isso não vai se transformar num toque.
transtorno obsessivo compulsivo então tem um cantor aí que ninguém pode chegar de roupa azul de roupa marrom perto dele isso é toque obrigado bicho só faço show de branco o azul claro
Então, nós temos que ter essa observação. Quanto isso começa a me prejudicar, prejudicar as minhas relações? Quanto isso começa a me prejudicar na dinâmica da minha vida também? Então, esse é o nosso termômetro. Aonde está me prejudicando? Tá. Bom, estou conversando aqui com o meu amigo Dr. Sid Newton Santos Silva.
Eu chamo ele carinhosamente de Cid, com a permissão dele. Estamos conversando sobre dependência emocional. Você está com quem você está, convive com quem você está por dependência ou porque você é refém de algum aspecto que você não pode ficar sem?
Se você chegou agora, permaneça até o fim. Se você já estava, permaneça também. Se está curtindo o assunto, dá o seu like, que é muito importante. Aí eu pergunto, vamos reforçar aqui? Atenção. Ele já falou, mas eu quero que você fale um pouco mais. Quais são os prejuízos mais latentes, mais presentes na pessoa que tem uma dependência ou que convive com uma dependência emocional?
Olha, os principais prejuízos ali, primeiro, você vive num estado de medo e ansiedade constante. E isso atrapalha em todas as áreas da sua vida. Tanto na pessoal, tanto na relacional, profissional e organizacional, podemos dizer assim. É o medo intenso.
Não é aquele medo que protege, é aquele medo intenso do abandono, é a necessidade constante de atenção, é a dificuldade de ficar sozinho. A pessoa fica com aquele pânico de ficar sozinho. E aí a pessoa começa a perceber o quê? A pessoa começa a perceber que perde a identidade. Fala assim...
nossa, mas eu não era assim, o que aconteceu comigo? Eu perdi minha identidade total. Então, essa ansiedade, ela começa também a agir de forma que ela começa a romper.
as suas relações com o entorno também. E aí você, por isso que vira obsessão, porque é só aquela pessoa. Então é só aquela pessoa, só aquela pessoa. E o entorno começa a sumir, porque você rompe relações.
Então, basicamente é isso. Você começa a perceber que você vai rompendo relações. Principalmente com familiares, entre outros, amigos, profissionais também. Atenção aqui. Então, quer dizer, pelo que eu entendi até agora, o apego também pode ser uma forma de dependência emocional positiva ou negativa. Sim. O apego a um hábito, o apego... É...
sei lá, o apego ao hábito, a um lugar, a uma maneira de ser, que são limitantes. É assim, todos nós temos apego a algo ou a pessoas. Tá, ok. Todos nós temos apego. O que acontece? Quando nós começamos a entrar...
nessa dinâmica e não consegue separar aquilo de uma forma construtiva, então isso começa, você começa a se perder na sua identidade, nas suas emoções, nas suas relações. Então, é um sinal, eu sempre falo que a gente tem que ter sempre o nosso sinalzinho. É assim, verde, o que eu aceito?
Amarelo, o que eu tolero? Vermelho, o que eu não tolero na minha vida? Lembrando que o amarelo, que eu tolero, é assim, tem que ser temporário.
Em qualquer relação, algo que eu tolero de uma pessoa, ele precisa ser temporário, porque senão começa a se tornar um hábito... Uma conivência. Exatamente. E assim, quando a pessoa faz algo prejudicial a você pela segunda vez, você deixa de ser vítima para começar a ser cúmplice. É. Então, a dinâmica é basicamente essa. Quais são os meus limites?
Eu sempre falo, os nossos limites... Cid, qual que é os nossos limites? Primeiro...
A minha segurança física, o meu conforto e a minha saúde física, mental e emocional. Então, é essa a dinâmica. Sempre quando nós falamos assim, preciso impor limites. Cid, vem muito essas perguntas. Doutor, qual que é os meus limites? Minha segurança, o meu conforto e a minha saúde física, mental e emocional.
Muito bom. Agora é o seguinte, presta atenção aqui, ele falou uma coisa que eu faço questão de frisar, né? Tolera uma coisa, uma vez você está tolerando. Se você admite que seja feita contra você a segunda vez, você está sendo cúmplice contra você mesmo. Achei muito legal essa observação e eu queria trazer outra, que você falou, mas ao passando. Então o amor é uma forma de dependência emocional. E em relação ao amor próprio? Você citou, mas a gente não desenvolveu isso. Sim.
O amor próprio, ele justamente é construído ali, justamente na primeira e segunda infância. Quando você tem aquele cuidado, aquele afeto, e você tem até o contato, o contato mesmo com os pais ali, então você vai desenvolvendo isso internamente.
Uma vez que isso é desenvolvido sem repressão, de uma forma que eu chamo de saudável, você vai construindo amor próprio, até para gerar autoconfiança. Porque o amor próprio e a autoconfiança caminham em paralelo. Então, é assim, se você...
não tem amor próprio, dificilmente você vai ter autoconfiança. E se você não tem autoconfiança, dificilmente você vai ter uma boa autoestima. Entendi. Mas essa questão do amor deve ter muita gente que confunde, né? Amor, a minha dependência é amor, mas a pessoa pode julgar que está sendo amor e não ser ou não.
Hoje em dia as pessoas falam eu te amo com uma facilidade. Nossa, eu amo, eu amo. Dá um beijo e eu amo. Mas nós confundimos muitas vezes o apego e também paixão com amor. E você sabe que...
Paixão é um estado de demência temporário que dura em média de 6 a 24 meses. Ou seja, onde o nosso lobo frontal... Isso é clínico, não é piada. Não, é clínico mesmo, é físico.
Então, a paixão, porque a paixão é muito semelhante, o cérebro de uma pessoa apaixonada é muito semelhante ao cérebro de uma pessoa embriagada.
Onde o seu lobo frontal fica tomado. Ou seja, o que é o lobo frontal, Cid? É onde você toma suas decisões. Basicamente isso de uma forma bem simplória aqui. Até porque às vezes o pessoal fala assim, ah não, tem mais funções. Tem mais funções. Mas é basicamente ali, tomada de decisão. Lobo frontal. Você está apaixonado? Cuidado.
cuidado, não faça as promessas não faça a promessa então quando você está apaixonado justamente você fica sem freio você perde o que nós falamos lá da racionalidade a paixão e a racionalidade não andam juntas e aí eu te pergunto então paixão e entusiasmo entusiasmo Obrigado.
São sentimentos semelhantes? Eu estou te perguntando porque eu entendo que quando, por exemplo, eu trabalho com humor, com um monte de coisa, estou sempre criando. E é involuntário, é automático para mim como dirigir um carro, as coisas fluem. Mas se você tem uma ideia muito de repente, fica muito empolgado ali, fica muito esperado, não é o ideal, assim como acontece na paixão, mas no intervalo de tempo mais curto, você fazer aquilo que a gente chama coloca a ideia na gaveta, deixa esfriar e vê daqui a pouco de novo.
Vamos lá. A motivação vem justamente do estado dopaminérgico. O que é aquilo? É a sensação de prazer. Então, eu estou ali empolgado, motivado para atingir algo. Então, ele basicamente anda junto ali. Mas como eu sempre falo assim...
A motivação é importante, porque ela nos move também. Mas a motivação nunca é linear. Então, para você que busca motivação o tempo todo, cuidado. Separe a palavrinha. Motivo para a minha ação. E aí você tem uma regularidade.
mais ou menos sobre isso. Entendi. Agora, assim, a pessoa que tem uma dependência emocional, no caso de... Pode acontecer, primeiro, alimento, bebida, animal doméstico, vai? Sim. E qual é o lado positivo disso ou o lado negativo disso?
Olha, a dependência emocional como fuga, ela é sempre negativa. Tá. Ela nunca é boa. Quer dizer assim, a dependência emocional sempre pra tapar algo ali que você tem uma lacuna, ela nunca é positiva. Por quê? Porque você nunca vai saber a dosagem daquilo ali.
E aí, quando nós entramos no chamado do tédio, aquilo vira um buraco para a pessoa. Então, a pessoa começa, é um estado que tem que tomar muito cuidado, porque a pessoa pode deprimir neste momento. E assim como nós falamos aqui de emoção, de reações químicas no cérebro, depressão não é...
Só tristeza. Um cérebro deprimido, a pessoa, em média, a pessoa ali, ela não tem força nem para levantar da cama. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com essa lacuna, porque ela vai criar um vazio e a pessoa vai entrar no estado depressivo. E olha só, depressão é químico e só resolve com química, ou seja, com medicamento e terapia.
Entendi. Muito bom, viu aí? Depressão é química e só se resolve com química. Agora, prazer, a gente vai falar disso aí, do cérebro do prazer, açúcar, sal. Enfim, você quer ter o prazer de servir algo saudável para a tua família, para os teus convidados, ou para o seu próprio consumo? Eu queria agradecer aqui a colaboração da Golden Prime, que...
contribuir com o programa. Essas coisas maravilhosas que você está vendo no vídeo aí. Dá uma olhadinha aqui, esses grãos aí, esses amendoins confeitados japoneses, chineses, sei lá, turcaneses, né? Enfim, olha, coisas maravilhosas, não dá nem para explicar. A linha de desidratados, castanha do Pará, castanha de caju.
mix de milho, tudo sem toque manual, torrada eletronicamente a laser e não tem gordura, isso que é legal. Então você vai lá, você vai saborear de fato, de jeito que veio da natureza, então Instagram, arroba Golden Prime oficial, para você, para o seu cliente, para o seu estabelecimento comercial.
Ou manda um zap lá, tá bom? Manda um zap lá e conversa com a minha querida Joyce. 11-916-781-201. Pode dizer que ouviu aqui, que o meu convidado já está ensalivando aqui. Daqui a pouco eu vou oferecer o Golden Prime para ele. É o Dr. Cid, nós estamos falando dependência emocional. Ô Cid, antes de eu perguntar o que eu ia perguntar, tem mais uma coisinha. A pessoa que procura por amigos, por relacionamentos, vou ali, vamos conhecer um novo... Isso é uma dependência emocional?
Isso é uma dependência emocional boa, porque nós sempre estamos buscando vínculos e afetos o tempo todo. Nosso cérebro busca isso. Busca sempre afeto, vínculos também. Então isso, de certa forma, é boa. É ruim.
quando nós ficamos altamente dependentes daquilo para as coisas funcionais da nossa vida. Então, esse tipo de vínculo não é ruim, é bom. Agora, como é que a pessoa, de repente você aí que está nos assistindo, preste muita atenção nisso?
Como é que você sabe se você tem amor por alguém ou se você tem uma dependência emocional por alguém? Tem como a pessoa distinguir isso, Cid? Tem. O amor, ele é tranquilo. O amor não causa aquela euforia. Ele é cúmplice, ele é parceiro, ele acompanha o teu ritmo. Ele traz a tranquilidade. O amor, ele não é...
dopaminérgico, né? Viu, Silvia? Olha aí, meu amor. Olha o bem que você me faz. Fala. O amor, ele é da serotonina. É daquela... Sabe aquela sensação depois que você vai pra academia, que você fez aquela esteira ser... Aquele prazer assim... Mas não é aquele prazer eufórico.
é serotonina então é é é diferente daquele daquelas borboletas no ensino no estômago de que você tem então isso é o amor é tranquilo é onde você tem segurança aonde aonde te traz paz aonde traz segurança aonde você enxerga cumplicidade na paixão você enxerga cumplicidade na paixão você enxerga momento
É assim, é o pra agora A paixão é sempre imediatista A paixão então é meio parente do apetite?
Pode ser. Claro que dado espaços de tempo diferentes, né? Não vamos falar do tipo de comida. Pera aí, não pense em sexo. Eu tô falando de alimento. Pera aí, vai devagar, vai devagar. Meu público sabe como é que é. Você tem que ficar... Entendeu? É tudo 30 a mais. E tem cara aí que já tá perigo. Mas vamos em frente. Eu queria saber, queria que você falasse... Você sabia que... Atenção. O seu cérebro precisa de açúcar e prazer. Não pode viver sem essas coisas. O Cid explica melhor. Fala aí, Cid.
Exatamente. O nosso cérebro, ele basicamente, de uma forma bem sucinta aqui, ele precisa de duas coisas, glicose e oxigênio. E ele vai funcionando dessa forma, sempre buscando atalhos, por isso que é o prazer. Então, você pode ver que todo tempo, quando você começa a fazer uma tarefa repetitiva, que geralmente é um comportamento,
Isso, a partir do momento que você faz isso repetidamente, isso se torna um hábito. Ou seja, é um atalho que o nosso cérebro procura para gastar menos energia. Então, ele é o tempo todo. Glicose.
E oxigênio. E sempre buscando atalho. Sempre... A gente tem que tomar cuidado, porque o tempo todo o nosso cérebro está buscando um atalho. Alguma coisa mais confortável. E eu vou falar, muitas vezes, o tédio é muito bom.
porque o tédio vai nos colocar numa situação de... Ele nos tira da situação de acomodação. Porque hoje em dia todo mundo fala assim, ah, eu tenho que sair da zona de conforto. Fulano está na zona de conforto, ciclano está na zona de conforto. Eu costumo dizer que é igual você entrar no metrô aqui, no metrô da Estação Cé aqui em São Paulo.
Tem 500 mil pessoas ali às 6 horas da tarde. Você entra. Você está. Você entrou no vagão ali. Aquelas 500 pessoas ali por metro quadrado. Você está confortável ou você está acomodado? É.
Então você está acomodado, mas confortável nunca é. Então é isso que nós temos que tomar muito cuidado. Porque a gente acha que aquilo é conforto, mas nós estamos acomodados naquela situação, porque o cérebro está o tempo todo buscando algum tipo de atalho.
para justamente economizar energia. O cérebro é aquela bateria que ele sempre fica para economizar energia, sempre economizar energia. Então, no entanto, ele é responsável por 20% da energia do nosso corpo.
2% do nosso peso e 20% de consumo de energia. Então é sempre um consumo de energia o tempo todo ele buscando algum tipo de atalho. Aproveitando isso daí, já que você falou que, atenção, o cérebro precisa sempre de açúcar e prazer. Ele está sempre buscando algo. E a pessoa que busca esse prazer do açúcar sem parar?
Isso é um disparo dessa função? O que é? Porque tem gente que é formiga mesmo, né? Sim. Então, basicamente, assim, ali é uma sensação de prazer. É uma sensação de prazer. É uma busca pela sensação de prazer. Assim como...
O açúcar, né, ele tá muito próximo, do ponto de vista químico do cérebro, ele tá muito próximo das drogas mesmo. Então, a gente tem que tomar muito cuidado. Porque aquilo ali te deixa num vício também que o nosso...
Nosso nível basal, que é o nosso estado de normalidade do nosso cérebro, ele fica totalmente alterado. Você pode ver que quando você está ali e você consome muito açúcar perto de dormir, você geralmente atrapalha o seu sono. Você excita, né? Sim, exatamente. O sal entra nessa conta do prazer do cérebro? Também não, né?
O sal, o sal não, o sal não, ele não entra no prazer. É assim, o sal, esses dois elementos, eles sempre estão ali se contrabalanceando. Então, inclusive que é interessante isso, porque você só sabe o gosto de um pelo...
ter experimentado o outro. Olha que interessante. Eu só sei que uma coisa é altamente...
Doce, vamos falar assim, porque eu já experimentei o que é o sal. Portanto, quando você coloca um pouco de sal num doce de leite, você não sente que está salgado, mas você sente que diminuiu o açúcar do doce de leite. Isso aí é quase uma relação yin e yang, né? Positivo ou negativo, doce, amargo, azedo, ácido, claro, escuro, enfim. Aí eu te pergunto também o seguinte, no caso da...
Da dependência emocional. Atenção. Ela pode mexer com o peso da pessoa? Ela pode influir no peso da pessoa? Uma dependência emocional? Já que ela trata, já que ela lida com... É claro que estamos falando que... Mas dependência emocional que eu estou falando, assim, de emoção mesmo, não só de comida e bebida.
da emoção em si, essa dependência emocional de outra pessoa, já que você falou que isso causa ansiedade. E para muitas pessoas a ansiedade elimina praticamente a saciedade, a pessoa quer comer de qualquer forma. Por isso que eu pergunto, então a dependência emocional, ela pode afetar o peso da pessoa para mais ou para menos?
A dependência emocional ruim, ela começa a afetar a sua funcionalidade, daquilo que você trabalha, das suas atividades funcionais. Então, quando você tem o foco em outra pessoa, que você somente depende de outra pessoa, que o seu foco...
total ali é o comportamento é o afeto que o outro está me dando eu começo a fazer atividades eu começo a ter é comportamento por exemplo que eu não consigo perceber por exemplo a pessoa come rapidamente sem mastigar né a pessoa vai ali acabou a pessoa tá num estado ruim ali de ansiedade come
muito sem perceber então é justamente isso são seus hábitos e seus comportamentos que vão influenciar porque você é como se você tem o seu checklist né você tá no seu checklist ali e aí vem essa emoção essa dependência que eu fico com medo com ansiedade o tempo todo
E aí eu começo a ficar totalmente desfuncional, vamos falar assim, através das minhas atividades. Por isso que é tão importante manter a rotina. A rotina, e eu vejo hoje em dia as pessoas falando, ah, doutor Cid, mas a rotina, meu casamento caiu na rotina, não sei o que lá na rotina. Gente, por favor, rotina.
A rotina, desde que ela seja boa para as suas funções diárias ali, ela não tem mal algum.
O que acontece com as pessoas é que elas tornam as suas atividades rotineiras em algo ruim. Mas a rotina não é ruim, muito pelo contrário. A rotina, ela ajuda a pessoa a sair, por exemplo, quando você terminou um relacionamento, por exemplo, e está num estado depressivo até. A rotina, ela vai fazer com que as suas atividades ali entre...
E aí aos poucos, então eu tenho uma pequena rotina, eu vou ali, eu vou executando aquela pequena, aí vou executando a outra, e ao mesmo tempo eu vou enxergando o quê? Eu vou enxergando ganhos, então eu falo assim, opa, pelo menos eu não estou me perdendo, como ser humano, que é justamente, eu sempre pergunto para as pessoas, quem é você?
Aí eu falo, ah, mas quem é você? E geralmente as pessoas não sabem dizer. E eu sempre faço um desafio. Você é corpo, mente e espírito. Nada fora disso. Quando uma pessoa pergunta quem é você, você fala corpo, mente e espírito. Nossa, eu tenho um episódio que já foi, tem algum tempo, e o título é exatamente esse. Você é corpo, mente e espírito.
E aí, então, quer dizer, quando você fala nesse sentido, a rotina, na verdade, as coisas como o nosso amigo Léo Simão, que esteve aqui com um trabalho maravilhoso, que tem um livro, A Calma da Mente, que é fantástico.
isso nos remete ali praticamente ao estoicismo, porque nada é bom nem ruim, as coisas são. Então, quer dizer, é a maneira de você ver uma determinada coisa, uma rotina, ela pode te fazer bem desde que você veja o lado positivo dela. Até viver pode ser ruim para o cara que quer optar por um suicídio, pode ser insuportável. Quando tanta gente...
acredito que como você, faz tudo para viver bem. Por falar nisso, em vida, em suicídio, enfim, a pessoa que está patinando, patinando no relacionamento, sofrendo, mas ela não tem coragem de romper aquilo para o bem dela, que porra de dependência, como é que se fala assim, quando a pessoa, masoquista é essa? O que é isso?
geralmente isso que a pessoa ali no geralmente é na infância que a pessoa aprende aquilo ali quando a pessoa foi reprimida de alguma maneira quando a pessoa foi abandonada de alguma maneira quando a pessoa foi rejeitada humilhada traída
entre outras assim. Então a pessoa começa a enxergar o quê? Que a minha relação está vinculada àquele sentimento que eu tive de rejeição, de abandono. E aí é aquela velha história, né? Eu prefiro uma dor conhecida do que você provar o desconhecido. Então, eu prefiro uma dor conhecida. O pessoal se acomoda no sofrimento, então?
Exatamente é isso. Não é um conforto, é aquela reação que você falou. Diferença de conforto e comodidade, né? Exatamente. A pessoa se acomoda... Exatamente. E não está confortável, mas ela se...
Ela nunca está confortável ali. Sempre é a sensação de medo, é a sensação de medo ininterrupta. De assédio, de insegurança, de ansiedade. De insegurança, de ansiedade, de ciúmes. Porque, obviamente, quando você tem sentimento pela pessoa, é óbvio que você sente ciúmes, porque você tem medo de perder aquela pessoa. E todo mundo que tem algum tipo de sentimento pela pessoa tem medo de perder aquela pessoa.
Mas o que acontece? Quando aquilo se torna algo obsessivo, compulsivo, é justamente isso. Doentio, né? Doentio. Então começa a virar num ciúmes exacerbado, num sentimento de posse, de que a pessoa é minha. E hoje em dia tem um termo que é muito mal utilizado, que é o narcisismo.
Ah, basta a pessoa não concordar com a outra. Ah, não, você é narcisista. Você é narcisista. O outro fulano é narcisista. Deixa eu te falar uma coisa.
Existe um percentual muito pequeno de pessoas com transtorno de personalidade narcisista. É menos de 0,01. É pequeno. É muito mais fácil você estar lidando com um psicopata do que com um narcisista. Até porque somente 3% dos psicopatas cometem crime.
Só 3%? 3% Ou seja, nós caminhamos aqui na rua Você já passou por algum Isso é um fato, é estatística Então muitas vezes a gente confunde isso Ah não, a pessoa é narcisista, fulano é narcisista Aí que tem Existe o narcisismo que é vinculado à nossa autoestima E tem o transtorno de personalidade narcisista
que é muito diferente. Por isso que eu sempre falo aqui, o pessoal sempre me pergunta, Cid, é muito mais fácil você estar lidando com um psicopata do que com um narcisista. Porque o psicopata, ele quer poder. O narcisista, ele quer atenção. Ele quer atenção. Ele quer atenção o tempo todo. Então tem que diferenciar. Transtorno de personalidade narcisista e psicopatia. O que linka esses dois?
Manipulação. Ambos são manipuladores. Entendi. Você presta atenção aí, você pode ter dependência emocional de pessoas, de animais de estimação, de bebidas, de comidas, de droga até. Isso vale também para ambientes de empregos. O cara pode ter uma dependência emocional muito maior do que a necessidade de continuar naquele trabalho.
Sim, o que acontece? Aí entra uma coisa chamada autoconfiança. Tá. Que nós falamos lá, que ele está vinculado muito ao amor próprio, da pessoa ter, a pessoa acreditar em si.
Então muitas pessoas permanecem num ambiente tóxico, seja ele de trabalho, enfim, seja ele principalmente onde lhe causa algum dano, principalmente emocional, por uma questão de medo, de autoconfiança, de não confiar que você vai ser capaz de executar isso e ser reconhecido por tal. Então, aí que entra o que nós falamos, acomodação.
está sempre ligado à acomodação. A acomodação é um grande mal da humanidade, hoje podemos dizer. Mas também nunca tivemos tão confortáveis do ponto de vista funcional.
Você vê que hoje uma pessoa, enfim, para você mandar uma mensagem, você aperta um botão, há 50, 60 anos atrás você tinha que esperar 40 dias para chegar uma mensagem. Se o carteiro não morresse no caminho, se o cavalo não quebrasse a perna. Exatamente.
Então, agora, vamos fazer aqui um pequeno intervalo? Olha, eu tenho perguntas sobre a solidão, sobre a autoestima, sobre a baixa estima, então aguenta aí que eu não posso perguntar disso sem antes perguntar do nosso convidado aqui, o doutor Sidneyuto Santos Silva. Você faz atendimento à distância, Sidneyuto?
Faço atendimento online. Hoje nós já atingimos atendimento a todos os continentes. Então, faço atendimento online, faço atendimento presencial. Nós estamos aqui em São Bernardo do Campo.
E é isso. Olha, só lembrando, mas ele atende o que, gente? Ele é psicoterapeuta, ele é terapeuta cognitivo-comportamental, tá legal? É especializado também na parte de programação neurolinguística. É uma pessoa que pode ajudar você a dirimir muitas dúvidas e reforçar também o que você tem de melhor. Veja que quem sabe você tem um caso de dependência emocional, você não consegue se libertar ou não consegue identificar se é.
Isso é tão importante. Então eu quero aqui disponibilizar o seu Instagram, que aliás ele é personalizado esse Instagram, porque ele é arroba, coloca aqui embaixo para o pessoal poder visualizar melhor. É psicoterapia? Ou é fisicoterapia, né?
Psicoterapia, tem uma história interessante. É que você pôs o H aí no meio. O H é porque o pessoal sempre me pergunta isso, e aí é muito interessante. É assim, ó, é porque não tinha o... só com a palavra psicoterapia. Já estava ocupada no Instagram. Aí eu falei, caraca, e agora? Ah, vou colocar um H na frente depois do P ali, e passou. Então acabou, e falando isso, né, falando, ele ficar melhor também.
Bom, e você dá palestras também? Sim, sim, dou palestras, dou aula, mentorias. Mentorias, consultorias. Exatamente. Eu vou repetir aqui, coloca a produção, por gentileza, de novo, o Instagram do nosso amigo aqui, né? Que é arroba... Nossa, realmente é curioso, né?
Físico, praticamente é psicoterapia, parece que você lê fisicoterapia, mas não é. É psicoterapia e a pessoa, você pode contatar você pelo WhatsApp também, Dr. Silvio? E também pelo site da nossa clínica chamado Sadana, sadanasaude.com.br. E o WhatsApp que é?
O WhatsApp é 11994774401. Tudo que você falou aqui, nossa eficiente produção, já colocou em caracteres. E você volte aí depois, volte para anotar. Agora vamos prestar atenção aqui nos conteúdos. Meu amigo também é escritor aqui, e você tem alguns livros muito interessantes. Queria que você rapidamente abordasse alguns deles aí.
Olha, quando eu comecei os meus atendimentos, eu vi a necessidade também de que muitas vezes as pessoas não tinham nem tempo, não tinham como, não tinha recurso ali para fazer a sua terapia. Então eu desenvolvi vários livros digitais justamente para ajudar as pessoas que têm esse tipo...
essa deficiência, vamos falar assim, a pessoa tem um problema ali, às vezes não tem tempo e às vezes ela precisa estar resolvendo o problema. Então eu desenvolvi alguns livros digitais, um deles, o primeiro foi o autoconfiança, tenho inteligência emocional, relacionamentos saudáveis.
tem um que fala só sobre o medo. Então, ali, todos esses livros digitais, o que eles são? Cada um ali deve ter entre 200, 300, tem uns que tem até 500 exercícios, que ali a pessoa vai... É um teste. Para praticar mesmo. Então, são exercícios baseados em neurociência e na psicologia cognitiva.
E a pessoa acha que esses livros vão na Amazon, esses grandes... Você entra lá no psicoterapia, no link lá na bio, que você vai encontrar eles lá. Tá bom, muito bom isso daí. Bom, eu sigo conversando com o meu amigo Dr. Cid, Cid Newton, Santos Silva, sobre a dependência emocional, que é um assunto tão fascinante que você até agora não se dava conta. Então, vou perguntar aqui agora, a baixa estima.
Ela pode ser um grande gatilho para a dependência emocional? Sim. É? Sim. Ela é um termômetro. Porque quando você está em um relacionamento que a baixa estima, né? O que vai acontecendo ali? Ela é o nosso termômetro também. Porque quando eu começo a me sentir assim, é porque a minha dependência emocional está no lado ruim.
Então, é exatamente um termômetro ali, junto com medo, medo de abandono, medo de rejeição, ansiedade. Então, a sua baixa estima ali é muito causada por conta disso também, do que o comportamento do outro está me causando. Então, é justamente o que eu falo. Saiba diferenciar.
O que você sente pela pessoa do que a pessoa faz você sentir. É importantíssimo. Porque eu estou começando a minha autoestima. Está baixando, baixando, baixando, baixando. Opa!
Será que o problema é meu? Por isso que é importante a terapia? Por isso que é importante o autoconhecimento? Por isso que é importantíssimo a pessoa... Hoje, terapia tinha que ser assim... Obrigatório, né? Obrigatório. Por quê? Para que você se conheça. Então, basicamente, vamos aqui de uma forma sucinta, autoconhecimento, Cid.
Eu saber dos meus pontos fortes, das minhas qualidades. Eu saber dos meus pontos fracos. Eu saber, eu estar trabalhando sempre em terapia. O que? Os meus traumas, os meus medos.
Então, tudo aquilo que eu passei no passado, que eu estou carregando, o meu copinho das emoções está cheio, por conta do quê? De experiências passadas? Então, o autoconhecimento, quando você tem essa consciência desses problemas, dessas feridas emocionais, é uma parte. E aí tem uma coisa que é importante para o autoconhecimento. Quais as minhas crenças e meus valores?
A pessoa, ah, tenho autoconhecimento. Ah, mãe, qual as suas crenças, seus valores? Ah, não, ah, não sei. Então, você não se conhece. Outra coisa.
Você vivencia suas crenças, seus valores. Percebe, Pardini? O que acontece aqui? Quando você não se conhece, o que acontece? Se você não sabe dos seus pontos fortes, lacuna. Dependência emocional. Se você não sabe dos seus pontos fracos, lacuna.
Dependência emocional. Quando eu não trato o meu passado, as minhas feridas emocionais, as minhas emoções, lacuna. Dependência emocional ruim. Quando eu não sei as minhas crenças e meus valores, lacuna. Também.
Então você vai vendo, quando eu não tenho autoconhecimento, eu vou sempre abrir brecha para dependência emocional ruim. Então é isso que eu ensino, principalmente para os meus pacientes, para os meus mentorados, meus clientes também. E o impacto, atenção ao contrário, o impacto da dependência emocional na autoestima.
O impacto é total. Por quê? Se eu tô no polo bom, minha autoestima vai tá... Autoestima. A gente tem que tomar cuidado, porque é que nem sal e açúcar. Se ela tá muito alta, eu tô fora também. E aí tem um negócio interessante que eu sempre falo. É assim, ó. Quanto maior o ego,
menor é a autoestima. Pode ver. A pessoa que tem o ego inflado, ela quer descer todo mundo pra aquela autoestima dessa pessoa. As pessoas acham hoje em dia que é justamente o contrário. Não, aquela pessoa tem a autoestima lá em cima. O ego tá lá em cima. Muito pelo contrário. Quanto maior o ego...
menor a autoestima. Por quê? Porque eu tenho que descer você no meu nível. Então, quando a pessoa tem um ego muito inflado, é justamente isso. Então, por isso que é tão importante o equilíbrio na vida. É equilíbrio corpo, mente e espírito. É sempre o equilíbrio. Nem muito alto, nem muito baixo. Eu vou colocar aqui um raciocínio meu e você vai dizer se eu estou certo.
Quanto mais você tem necessidade de ser notado, mais desprezível você é. Menor você é. Quanto mais você... Você tem que fazer alguma coisa, um escândalo, uma atitude, como determinadas autoridades, não vamos citar nomes, para aparecer, para mostrar que... Assumir a psicopatia, assumir a doença pelo poder, aquela desgraça que ferra todo mundo. Então, quanto menos a pessoa é... Por que se a pessoa é...
ela vai ser notada pelo que ela tem de melhor, até pelo silêncio dela, pela fala no momento conveniente, pela colocação de uma opinião necessária. E as pessoas que não são notadas, elas querem achar um argumento. Então, eu tenho esse raciocínio. Quanto mais a pessoa precisa ser notada, menor ela é de fato em si. Isso está certo ou não? De certa maneira, sim.
Vamos pensar que nós estamos aqui e nós precisamos entregar algo para esse mundo aqui. Nós não podemos vir. Ah não, assim, esse aí é outro caso. Nós precisamos entregar algo para esse mundo. Mas vamos lá. Solo, semente e frutos. Solo, semente e frutos. O que acontece quando a pessoa quer ser notada a qualquer custo? Ela só quer frutos.
Ela só quer mostrar frutos. Então, é o processo que você vive que é o mais importante. Então, quando a pessoa tem essa necessidade de ser notada, você pode ver, é uma pessoa sem consistência. Solo, semente e frutos. Então, é uma pessoa sem consistência.
Então, essa necessidade, geralmente, baixa autoestima, falta de autoconhecimento. Muitas vezes o ego lá em cima também, porque eu preciso me mostrar grande. Quanto maior você quer se mostrar grande, menor internamente você é.
É incrivelmente proporcional isso. Inversamente proporcional, né? Exatamente. Eu queria, já que nós estamos falando de autoconhecimento, quero agradecer minha amiga Cristina Cairo, que tem uma obra fantástica sobre autoconhecimento e está concedendo um desconto especial para você que quiser fazer o curso dela. Porque as pessoas assistiram aqui o episódio com ela, o episódio 36 e o episódio 85, não paravam mais. Ah, eu quero fazer esse curso, como é que eu faço? Tal, tal, tal.
E já tem muita gente agradecendo, porque eu coloquei o link. Você vai na descrição do meu podcast, tem o link, tá legal? Vai lá, você vai ver, tem o link ali que dá um desconto especial para você fazer o curso de linguagem do corpo, que é maravilhoso. Tem tudo a ver com o que nós estamos falando aqui. Você vai ver como é que o seu corpo se pronuncia.
de acordo com a sua personalidade, com o seu temperamento, como é que o seu corpo reage, o que muda no seu corpo, você vai analisar tanta coisa em você que você vai ver um você que você mesmo nunca viu. Então, linguagem do corpo, Cristina Caio, muito obrigado, está lá na nossa descrição, daqui a pouco eu tenho mais uma dica para você. Agora atenção que esse assunto aqui também é legal. A solidão...
ela pode empurrar a pessoa para uma dependência emocional ou, inversamente proporcional, a pessoa que sabe conviver com a solidão. Isso é saudável? Esses dois aspectos.
A solidão e a solitude é um processo. Então, as pessoas hoje em dia romantizaram a solidão. E nós temos que tomar muito cuidado com isso. Existe uma pesquisa aí que diz, saiu recentemente uma pesquisa que diz o quê? Pessoas com alto grau de solidão equivalem ao dano físico de fumar 30 cigarros por dia.
Então, cuidado ao romantizar a solidão. Solidão, solitude, é um processo. É um processo. Porque nós somos seres relacionais. Então, e dependentes afetivos.
Desde a nossa infância. Nós somos dependentes afetivos de boas relações. Então, a solidão e a solitude, ele é aquele processo que muitas vezes nós vamos ter que passar, mas que ele nunca seja...
contínuo e definitivo. Por isso que é tão importante o autoconhecimento para que você tome as decisões corretas antes de ocorrer os fatos na sua vida. Com quem você vai escolher se relacionar, principalmente para não se perder, principalmente no seu semáforozinho, no seu, o que eu aceito, o que eu tolero e o que eu não aceito. Então é importante isso.
Dr. Cid, estão perguntando aqui para mim, pessoal da produção, a Camiliana está perguntando, a diferença de solidão e solitude.
Então, a solidão é aquele processo que você iniciou solitariamente ali, e quando você passa por aquele processo que ele é doloroso, e você começa a se acostumar com aquilo ali, e entra numa, o que nós chamamos de uma normalidade, vamos dizer assim, que ele não é mais dolorido, aí entra a solitude. Só que ele é perigoso, ele tem que ser sempre temporário.
Ele tem que ser sem temporário. Por quê? É justamente essa pesquisa aí. Quanto maior o nosso tempo ali, que nós ficamos numa solidão ou solitude, por isso que eu falo, eu sempre utilizo solidão barra solitude. Solidão, aquele processo ruim, doloroso no começo. Solitude, eu me acostumei. Só que tem uma coisa, a gente se acostuma com coisa ruim também.
então a gente tem que tomar muito cuidado com isso a gente se acostuma com coisa ruim e depois eu acho que aquilo ali que é bom mas não é, é que se acostumou mas nós somos seres relacionais então precisamos do outro sempre na psicologia tem um termo chamado desamparo aprendido quando a gente aprende
inclusive se acostuma, entra numa zona de acomodação com coisa ruim, desamparo apreendido. Então, muito cuidado. Cuidado. Solidância e solitude deixam a gente doente. Então, atenção aqui, atenção. Alô, policial. Alô, este caso foi terrível. Este caso acontece todos os dias.
pessoa que tem uma dependência emocional tal, que pra que o cônjuge, o acônjuge, enfim, o parceiro, parceira, termina o relacionamento. Pra aquela pessoa não ficar com outra, vai lá e faz a cagada e comete um homicídio, um feminicídio, mata a pessoa.
Mas se a pessoa está fazendo isso porque ela tem uma dependência tal, que ela não pode ficar sem a pessoa, e ela vai lá e extermina a pessoa, então qual é a lógica se são coisas tão opostas? É porque, geralmente, o que acontece com esse tipo de pessoa? Ela não aceita, porque tem duas coisas que nós temos que visualizar. Aceitação e concordância. Nem tudo.
Nem tudo que eu aceito, eu concordo. Então, muitas coisas, finais de relacionamentos, por exemplo, existe um final de relacionamento que você pode não aceitar. Ou, perdão, você pode não concordar, mas você tem que aceitar. Por quê? Porque não depende só de você. Eu dependo do outro. Eu dependo do outro querer estar comigo. Então, quando eu dependo do outro...
Aí é a vontade, aí é o livre-arbítrio. Então, primeiramente, aceitação. Eu dependo do outro. Ah, o outro quer? Não quer? Poxa.
Não cabe a mim. Eu tenho que ter esse respeitar o direito do outro não querer ficar comigo. Então é uma sensação de posse também. E também da pessoa não saber lidar com aquela frustração. Justamente que isso aí...
Aprendido, geralmente, primeira, segunda e terceira infância. Isso aí tem raízes, geralmente, lá na infância. Pessoas que não souberam, por isso que é importante, e a gente vê hoje, na geração atual,
Eles não sabem lidar com a frustração. E na frustração é que a gente cresce. É respeitar o outro. Respeitar o outro. Falar assim, não, o outro precisa... Eu tenho que respeitar o espaço do outro. E a vontade do outro. Então, eu não consigo lidar com a frustração, então eu quero eliminar o outro. Isso é doentio.
Entendi. Vou fazer uma pequena pausa, já que a gente está falando muito aqui, atenção, sobre conforto e comodidade. Vocês aprenderam que comodidade nem sempre é conforto, mas eu queria te oferecer os dois, eu quero te oferecer, colocar à sua disposição os serviços da Delta Mais Saúde. Por que conforto e comodidade? Que no conforto do seu lar, você vai ter a comodidade de recebê-los para fazer coleta de exames, todos os exames laboratoriais, tá legal?
Então, exames de sangue, dos mais diversos. E eles têm pacotes incríveis, a Delta Mais Saúde, que você participa lá, você se inscreve lá, a preços populares. Você faz, olha, dezenas de exames para mulheres, para homens, para crianças. Tem até presente surpresa para estimular a criança a fazer exame. E tem um pacote maravilhoso, que é o que eu tenho lá, com o meu amigo doutor Fernando Câmere, toda sua maravilhosa equipe. Além de você ter esses exames aí, coleta em domicílio, você não paga consulta.
É maravilhoso, vai por mim, é uma coisa que precisava aparecer. Preço popular, com atendimento humanizado, com respeito, com carinho e com dedicação. Então, arroba Delta Mais Saúde, está aqui embaixo para você, o telefone também está aqui embaixo para você, siga, se comunique. Olha, o nosso tempo está chegando no final, mas tem coisas que eu não posso deixar de perguntar aqui para o meu amigo ainda. A pessoa consegue sair sozinha?
Atenção, será que você tem, você identificou nesse episódio que você tem algum tipo de dependência emocional?
Quem nos assiste aqui consegue sair sozinho desse caso, doutor?
Geralmente não. Não, né? Não. Precisa de ajuda. A gente precisa, muitas vezes, quando nós, e ali, a gente sabendo que nós estamos com o nosso copinho das emoções cheio e é onde nós vamos perdendo a racionalidade, nós precisamos de uma ajuda externa. Sempre. Sempre.
Sempre é um vazio interno ali, que ele precisa ser trabalhado, o autoconhecimento que não está sendo trabalhado. Então precisa de uma visão. Geralmente não é amigos, geralmente não é parente. Você vai precisar de uma terapia.
Por isso que a terapia é tão importante, para que haja essa intervenção externa, para que a pessoa comece a...
A ter o olhar e falar assim, e aí também o ser confrontado, porque tem pessoas que não admitem ser confrontado. Está tão ali submerso nas emoções que não admite o confronto. Mas por isso que a terapia é tão importante, justamente para que você seja confrontado ali com uma pessoa que não tem vínculo emocional com você. Então a pessoa não tem vínculo emocional, tem um olhar mais...
mais racional, mais técnico. E não é... Muitas vezes, chegam pacientes para mim e falam assim, doutor, mas o que eu tenho que fazer? Eu falo assim, eu não vou falar o que você tem que fazer, porque eu não vivo a sua vida. Eu vou te ensinar a pensar. É diferente. Eu não vou falar o que você tem que fazer. Eu vou te ensinar a pensar. Para quê? Para que você tome uma decisão.
com um mínimo de racionalidade. O medo é sempre um grande inimigo, especialmente nesse caso da dependência emocional. Uma pessoa que, por exemplo, se você tem medo de ficar sozinho, e ao mesmo tempo você se atira sem medo numa coisa que pode te prejudicar mais do que o medo de ficar sozinho. Se atira no relacionamento errado, uma opção errada de emprego, de viagem, de mudança de vida.
achando que aquilo vai suprir o seu medo e pode piorar muito a situação, na verdade. Sem dúvida. O medo é uma emoção, e emoção é químico. Assim como a ansiedade. Falado no começo do programa, emoção é química, depressão é química, e só química pode resolver isso daí. Ah, e o autoconhecimento que faz parte disso tudo aí. Bom, para encerrar, eu gostaria de continuar aqui. Para encerrar, eu digo que eu gostaria de continuar, porque o papo está tão bom.
Mas que reflexão, doutor Cid Newton Santos Silva, você deixa assim para quem está percebendo ali agora, de repente você está nos assistindo e está falando, putz cara, não é que eu tenho um tipo de dependência emocional? Que meditação, que reflexão você deixa para essa pessoa? Primeiramente, seja sincero consigo. Segundo, o seu corpo, ele não mente para você.
O seu corpo, ele sempre... Todo mundo pode mentir pra você. Mas o seu corpo, ele nunca vai mentir pra você. Então, fique atento aos sinais corporais.
o que você sente, e principalmente, nem sempre você é o que você está sentindo. Você muitas vezes está ali numa tristeza profunda, você muitas vezes está submerso em emoções negativas, mas você não é isso, você é corpo, mente e espírito. E outra coisa, você é vida, e vida é pulsante, e todo dia é uma nova oportunidade. Você...
é vida. Muito bom. Eu agradeço aqui, olha, em nome meu e de toda essa maravilhosa equipe do Estúdio Rocha. Vai lembrar essa canequinha aqui, ó. Que maravilha. Exclusiva dos nossos convidados, com muito carinho, com muita gratidão. Muito obrigado, muito obrigado, ó. Maravilha aqui, ó.
que tem a colaboração do nosso amigo Cristiano. Você que precisa de uma caneca personalizada para dar de presente no final de uma festa, ou para dar de presente para uma pessoa com uma lembrança eterna, ou enfim, você quer ter um boné, uma camiseta, qualquer coisa personalizada com preço justo, com entrega, com responsabilidade, feito com muito amor e qualidade, procure no Instagram, arroba CrisArts.
underline Cris Bassi, com duas letras B, duas letras S. Cris Arts, underline Cris Bassi. Procure meu amigo Cristiano. É um grande parceiro aqui há mais de um ano e nos ajudando a proporcionar presentes maravilhosos como esse. Tá vendo? Eu faço questão. Fala, Pardini. Fala de novo. Vou falar de novo o Instagram do nosso amigo aí, né? Por favor. Até pra deixar mais à vontade, vou deixar que você mesmo fale. Fale aí.
É arroba psicoterapia com PH. É um portal ali que fica, o nosso Instagram ali, justamente com insights, reflexões, para que você sempre esteja cuidando da sua saúde mental, que ela é tão importante.
Tá aí embaixo da gente Psicoterapia com PH O cara é exclusivo O cara é exclusivo Cara, muito obrigado Não foi um livro, foi uma enciclopédia A sua presença aqui Obrigado pelos ensinamentos Tenho certeza que você curtiu muito
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Cristina Cairo
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