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Ele fechou a venda, mas a empresa era jovem demais para existir no papel | Léo Tristão
21 de setembro de 202633min
Um vendedor experiente, mas sem nenhuma vivência em administrar um negócio, largou a consultoria onde trabalhava e fundou a própria empresa de tecnologia, apostando que venderia projetos e usaria a entrada para financiar as entregas. Fechou a parte técnica com uma grande multinacional, mas o setor de compras exigiu os três últimos balanços, e a empresa dele não tinha três meses de vida. Em vez de desistir (a barreira se repetiria em qualquer cliente grande), ele virou a lógica: em vez de convencer o cliente a assumir o risco, eliminou o risco do cliente, entregando o projeto para só receber depois, com a equipe trabalhando presencialmente na sede da multinacional para provar que era gente de verdade. Deu tão certo que o próprio cliente antecipou o pagamento, virou parceiro de 17 anos, e o método (jogar o risco do cliente lá embaixo, entrar e depois construir) virou o jeito da casa. Anos depois, quando uma crise quase derrubou a empresa, foram os clientes que ele sempre pôs em primeiro lugar que estenderam a mão, prova de que relacionamento de confiança é o que se colhe quando a conta aperta.
Participantes:
Participantes:
- Léo Tristão, CEO, Performa_IT.
- Cassio Politi, Apresentador, Tracto.