PROGRAMA BOM DIA REGIONAL 04/05/2026
Luizinho
Belo Chê
Cortella
Natal
Pátio
Roberta Bicudo
- Old money vs New moneyComida e bebida · Comportamento dos convidados · Música e entretenimento · Abertura de presentes · Brigas e conflitos
- Festas e Status SocialComida e bebida · Comportamento dos convidados · Música e dança
- Aniversários de celebridadesComida e bebida · Convidados e ambiente · Bolo de fruta
- Atuação de Lucia na políticaFim da reeleição · Candidatura de secretários e ministros · Verba de deputados · Voto por ideologia vs. projetos
- Desigualdade SocialAscensão social · Mudança de comportamento ao enriquecer
- Casamento e vida conjugal de 40 anosBodas de zinco · Família com sete filhas
- Morte e viver plenamenteIgualdade perante a morte · Despedida de animais
- Música e CulturaMúsicas de festa · Músicas para dormir
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Meu estilo de compra é mais de ficar em casa do que de procurar em casa. Então, minha carta de Amex Blue Cash Everyday é meu acessório. Quando eu compro, é fácil ganhar por ter 3% de dinheiro em compras de retail US.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Número 2
Música
Regional sete horas e vinte e cinco minutos. Tá barato. Bom dia papai, mamãe que tão com as crianças aí pra deixar no colégio depois desse feriadão, sexta, sábado, domingo. É o, é o. Foram pra casa do vô e da avó, eles fizeram a ruaça, correram, pularam, brincaram e hoje volta a rotina. Ô, Cortella, bom dia. Bom dia, senhor Luiz, bom dia a todos os dias, da Rádio Regional FM.
E agora lá. Ô, Cortella, os aniversários de pobre, de rico, por que tanta diferença se todos somos humanos, somos iguais? Todos vamos virar uma caveira daquela igual? Todo mundo, o sino da igualdade, se você não sabe. Gostei desse ser. É uma caveira? A chão não tem gaviota. Eu só espero que não vá um cavalo no meu velório. Não.
Por que essa diferença toda de classe social de castas? É interessante, você observe que é importante a separação do que coisa não pode frequentar nem o mesmo ambiente. Aniversário de pobre, a criança com um ranho, a criança correndo, tampa de dedo saindo, a teta da tia escapando pela lateral direita. Aniversário de rico é sempre aquela coisa elitista. Tomando um chopizinho, um...
ou um espumante com aquela musiquinha do Chico Buarque que nem o raio não aguenta mas o que tu tens contra? é chato
da sol, da sol pode ser o cara mais gente boa ali na festa de pobre qual é a comidinha gostosa que você tem? a lasquinha do churrasco? não, a comidinha gostosa da festa do pobre é aquela a torta de bolacha a torta de bolacha sobremesa de pobre é uma tristeza né, sagu, torta de bolacha
A tia sempre fica com aquela... A de Rick também tem bolacha. A Maria Moída. Só que aquela toalha que ela bota por cima do bolo é que é o segredo. Aquela toalha, ela lava a louça, ela limpa a casa, depois ela sai e bota por cima do bolo. Vai virando tudo, né? Vai tudo. Tá, mas aquele churrasco, churrasqueiro do Budal, fecha de pobre. Avental e sem camisa. Sem camisa, suando, pingando em cima da carne. Vai temperando. Ah, não, não dá, né?
Temperando. O sal da carne... Até que eu concordo, tem que ser pobre, mas tem que ser limpo.
pinga. Não, mas o suor da carne é o dele mesmo, vai pingando ali, vai... A gente, tipo, o que eu digo, quando lá em cima, nós somos de criação humilde, né? Claro. Tipo, não é... Mas não precisa ser porco, né? Não, tem que ser cuidadoso. Não, e não tem muito luxo, mas tipo, sempre tem fartura, né? Então, toda vez que a gente vai fazer aniversário, a gente mata um porco, né?
Aí já começa aquela festa e fazer limpiça e torismo e coisa tipo, já vira um evento, né? Tipo, quando alguém vai que compra um volte de aniversário, os porquinhos já começam a saber que é outra coisa. E a família ajuda também, né? Todo mundo vai precisar. Isso, aí vira tudo vira um evento, né? É igual pescador, rapaz. Tu tá num rancho mesmo, tem que se acordar ali. Tomamos uma cachaçinha de pergamote e já fizemos temanho em voaturo por tendo.
Eu demorei pra chegar que eu tava no... Ontem o paelhão foi grande, né? Meu Deus.
Saltaram os patas. Seguro, seguro, seguro, seguro. Tenho ouvido, tenho ouvido. Bom dia, Luizinho, Natal. Fala, Natal. Olha aqui, a diferença do aniversário de pó pro rico é o seguinte, o aniversário do rico é tudo organizadinho, é garçom servindo, na hora do bolo é no pratinho de porcelana.
O pobre não tem xaé, não guarda anapo, tudo avacalhado. Aí eles dizem assim, ó, o salgadinho tá lá na mesa, pode lá servir. Aí corre todo mundo, não tem pra servir, aquela amontoada, e os miseráveis ficam lá com medo, com medo, com medo, e tupindo a barriga, botando na mão pra trazer pra casa, e quem quiser lá atrás, no final da fila, vai embora sem comer nada. Essa é a diferença.
Agora, ô Pátio, tem na festa de Rico, aquele esfomeado, aquela esfomeada que fica na ponta da mesa do buffet e ali aluga aquele lugar pra ela, cativo, se tiver um negócio de mel, um favo de mel, então? Não, e outra, né? Se for amigo do churrasqueiro a se conhecer, encosta do lado do churrasqueiro, você fica ali, que hora vai sair a primeira...
sempre aquele que não tem fundo ele é o mais esperto ele já vem puxando o saco do churrasqueiro oferecendo um choppinho fica rodeando igual a vareja mas não enche nunca a festa toda fica ali o pobre é o contrário o pobre não sabe quando vai comer carne de novo não, o pobre é inosadinho também
O pobre chega lá e diz assim, ah, eu vou comer tudo que tiver, porque eu tô morta a fome. Não como desde ontem que eu soube desse aniversário. Ah, mas não tem fim? Não, aí chega lá na hora de comer o bolo. Ai, mas coco eu não como. O quê? Eu não gosto de coco, eu não vou comer. Coco? Tá, mas eu vou morrer de fome. Ó, Belo Chê. Eu comia tudo. Chegou lá na hora, ai, mas o bolo é cheio de coco, eu não vou comer. Ah. Ai, não, mas a salsicha de, essa salsicha eu não como, tem muito sal. Não é daquela marca boa.
Marca Diabo. Bom dia, Luizinho. Bom dia, ouvintes da Regional. Bom dia. Então, tem diferença, aniversário de Rico. Aniversário de Rico a gente começa já pela porta, né? Ah, é convidada tal, você senta aqui, deles leva a gente até a mesa onde a gente vai sentar, né? A gente vai sentar, né?
é horário pra bater foto, com aniversariante, é tudo, né? Tem a mais a ceremonialista ali, comandante. Tem hora pra tudo, tem hora pra comer, tem hora pra tudo, né? Sim. E aniversário de pobre a gente já chega, já entrega o presente ali, a pessoa já abre o presente na frente e olha com aquela cara, gostei ou não gostei, sei lá. E... tá ali a comida...
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam.
Tem cinquenta mãos em cima da daquela panela, prato, sei lá o que seja, é mais ou menos assim, tem muita diferença assim. Ô senhor, o senhor diz uma coisa, o adversário do pobre tem na entrada, tem aquela tia que sempre tá beijando assim ó, ai ela veio, ela veio, gente, ela veio. Tá, Zé.
Oh, vela, ciao, vela, ciao, vela, ciao, ciao, ciao, uma matina, me sono alzando e ho trovato invasor, un partiziano.
E ó, a nossa funcionária já tá de boa aqui, ó. É, não. A Roberta Bicudo. Ah, é, já deu uma bicanca na... Coisa ruim. Coisa ruim.
Festa de rico, festa de pobre, aniversário. E na hora de cantar os parabéns, é tudo organizado na festa de pobre ou tem uns comendo, bebendo, falando alto? Negócio que a festa do pobre é choro de criança, é berreiro. Aí um berra mais que o outro. Silêncio! Aí a avó, avó, avó sempre educada.
O rico bate com a colherzinha no copo. O rico bate com a colherzinha no copo. Por favor, pessoal. Se nunca fosse uma festa de rico, então? Não, só lá no seu Mauro Costa. Lá o negócio é bom. Lá o pai falava assim, vai com a calça do bolso grande que é pra trazer um pouquinho de comida junto. Botava salgadinho no bolso pra pensar no amanhã, né? Olha, olha. Minha avó, festa de pobre, é que a avó que toma conta. Ela chega às vezes.
Vamos calar a boca, merda. Vamos contar parabéns agora. Aí tá todo mundo. E o rico...
E a gente vai na festa do Rico, a mãe já reúne os filhos, né? Você não me envergonha, pelo amor de Deus. Você não bota não em nada. E daí cheio daquelas colheres, parece uma mecânica. Porra. Seis, sete garfos. É colher pra isso, garfo pra aquilo, garfo pra bolo, garfo pra... A mãe não deixava nem nós comer pra não fazer vergonheira. Se for. Bom dia, gorizes da Regional, seu Luizinho, Chico Batera, Pitoco, Paris, Carlão. Olá.
Seu Anastácio, bom dia pra vocês aí, boa semana, né? Obrigado. Semana é sempre melhor começando com vocês da regional, só vocês pra deixar na semana cada vez melhor. Muito obrigado. Ô Luizinho, só fora um pouco do tema, mas acho que é muito importante. Queria que mandasse um abraço pro meu tio, tio Pedrinho, Pedrinho Raimundo, Batia Maria. Estão fazendo bodas de zinco, 71 anos juntos.
isso não é pra qualquer um e a tia é uma guerreira aguentar meu tio setenta e um ano e ele é outro guerreiro também porque eles tiveram sete filhas e mulher ô Luizinho imagina o homem morando agora não mais que elas já casaram a maioria mas morando em casa com oito mulheres imagina duas por semana naquele dia olha, são duas pessoas raras duas pessoas muito boas te amo tio, te amo tia mais setenta e um ano pra vocês Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од Од
70 anos de casamento Merece, merece
Tem teu olho casado, é a vida dele. É, Matheus. Mais um, muito bem. Tá, e festa de rico e de pobre, olha, a festa de pobre tem essa música aqui e a de rico, qual é a música? Vamos ver essa aqui, ó.
Essa é pra quem tá apaixonado. Não é? Festa de pobre. E eu sou o Elan. Ah, não. Isso aí, ó. Não, ó. Falou que eu estou na...
Alô galera, bate a mão e bate o pé. Isso aí é o cara da rafelha aqui. E bate o pé. Alô galera, o churrasco tá bom. Olha esse pô, vamos palhaçada. Aí a finaleira. Só sobe. Esta barroça é uma de bom. O safoneiro é quem como se não sobe. A gente dança na batalha. Já tomando cerveja e comendo o batom. A meia-noite nada é proibido.
Festa de rico e festa de pobre tem diferença? Bom dia, seu Luizinho, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia Regional FM Bom dia, cacalhada Valeu
Que coisa, bom dia. E tem o bolinho de arroz. Opa! Bom dia, Luizinho. E parte, boleta e pitaco.
O Bolinho da Arroz, o Bolinho da Arroz não conhece festa de rico, o Bolinho da Arroz sempre foi pobre. Ele gosta sempre de levar o capilé junto e fazer a festa com as crianças e dar picolé e salgadinho pra criançada. E um abraço aí toda a audiência regional, que o Bolinho da Arroz tá sempre dando audiência pra vocês.
Eu falei agora há pouco ali nas manchetes dos jornais que enquanto não mudar, fazer uma reforma política, acabar com a reeleição de deputado federal, estadual, não deixar ser candidato quem assumir uma secretaria municipal, estadual ou um ministério, isso chama-se reforma política.
E enquanto não acabar com esse negócio de deputado liberar a verba, nós voltaremos a ter legisladores, né? Acabou com isso, voltaremos a ter legisladores que debatam sobre os problemas da atualidade aí, que crescem a cada dia. Pois o William Canto, né? Nosso ouvinte lá do... William Canto? William Canto, disse que a culpa é da sua geração, ou seja, da minha geração. Ah, da nossa. Da nossa, que você tá ouvindo aí.
que sempre votou mal por ideologia e não por projetos. Isso a começar pelo Collor. Eu não votei no Collor. Nem eu. Acho que eu não votei no Collor.
Esse podcast é um oferecimento da WISE, o app feito para você ser do mundo. Com a WISE, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da WISE em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a WISE, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Como é que ele vai acabando? Não. Acho que não. Não vou ter. Eu não vou ter. Cobrar, pegar o meu dinheiro. Espero que os jovens consigam mudar essa política para o futuro. Essa geração aí? Essa geração vai mudar?
é difícil, hein? Eu sei, então a culpa é nossa realmente, nos últimos quarenta anos, votamos errado, mas não dá pra dizer que é todo mundo, hein? Não. Mas tem trinta e quatro por cento que não tá indo nem mais votar. Me inclui fora dessa. O brasileiro tem que votar num brasileiro é difícil? É. Olha aí, festa de rica. Tá bom, William?
Fecha do Henrique é assim? Musiquinha espera a dentista? É. Ah, essa aqui não é destino. Isso aí é bem chato também. E atenção a nossa ouvinte que nunca participa. Opa.
Bom dia, seu Luizinho, bom dia a todos. Aniversário do Xurico e dos pobres. O Xurico tem faltura, seu Luizinho. Faltura? Sabe? Tem muitas falturas. Eles comem carne pequena, comem camarão, comem todo tipo de carne boa.
E os pobrezinhos, eles são diferentes, senhor. Pobre, que não pode comprar sapato, como eu, por exemplo. Mas só como sapato? Até no Cicílio tem que andar ano inteirinho de sandália, sabe? Para cima e para baixo. E muitos pobres também. Se tem um arrozinho, feijãozinho, com pedaço de carne, ou peixe, ou ovos.
eles te viram, sabe? É verdade. É. Então tá bom, seu Luizinho. Obrigado e tchau, tchau. Tchau, tchau. Ô, seu Luizinho. Você viu ali no meio dessa fala algum pedido especial que é fora de comida, fora de festa, ela mandou um recado. As pessoas que mandam o recado embutido, o jabuti, o jabuti sobe uma árvore.
É interessante, senhor Sérgio, que sempre uma mensagem subliminar onde ela essa velha tá pedindo sapato. É verdade, senhor. Ela quer um par de tamanho. Alguém, aquele, o Jeanzinho. Pede o Jeanzinho pra dar um par de sapato pra essa velha pra falar de sapato. Ô, senhor Luiz, eu vou indicar ela à Grutinha, à loja Grutinha, ela vem aqui no centro, vai ali, compra um parzinho de sapato. Mas a Grutinha já fechou? Já fechou. Fechou faz tempo, né? Não é possível.
Agora a coisa que festa de pobre tem é tio chumbado, né? Ah, tio? Sempre tem um tio chumbado. A festa começa onze horas da manhã, ele parece que tá bebendo trinta dias já. Ele já chega trocando os passos, aí bota, goela o som, aí quando solta aquele Pink Floyd, solta o Pink Floyd, ele já tá sem camisa, aí é som, velho. Arteia, arteia! E atenção, música de Rico.
Aí a festinha do seu Maurício lá.
Isso, essa aí. Alô, dona Marlene. A musiquinha é volume embaixo. A pessoa já tá tomando aquele uísque, o farol já baixou. O cara já tá sentado. Essa música é boa, né? A Bosta Nova, isso aí, né? É Bosta Nova, é, né? Isso é bom pra dormir, melhor que o seu pidei. Tô aqui, Vinícius, tô aqui, Vinícius. Não tem quem fica acordado até o final da música. É, tô aqui, Vinícius. Tá, calma, né? O Vinícius de Moraes do piano, com aquele litro de uísque ali, o pop.
Tô aqui a lima, vem, vem, vem, vem, vem.
Você está passando da prateleira, dos frios aqui no supermercado. Você vai ver aqui mortadela importada. Queijo brilho. Você vai... Essa é a música de empate. Todos pelo portão três. Última chamada. Queijo com bar.
Você vai encontrar queijo golda, queijo brie, parmesão e portado. Isso é a musiquinha do Angelante, Dino? Copa, Angelante. É um bicho tanto. Não, é só aqui dados com a dele. Ele diz, tá? Liga, liga, liga, liga, liga, liga, liga. Ei, meu filho, saia. Aí. Estamos com a alma, uma alma.
Eu não digo nada. Perto da cabeça. Eu não digo nada. Aí o pobre apena. Aí o pobre apena. Vai apena. Vai apena pobre. Festa de aniversário de rico e de pobre. Aniversário de rico, você vai e volta com fome. O de pobre, você vai e volta de barriga cheia. Mas comida não é muito boa.
o senhor ali já, o de rico o cara entra naquele casa com aquele baita, naquele terreno aí tem lá no canto, tem umas quatro, cinco BMW Handelove, Handelove os carros tudo importados, o carro foi uma diversidade do pobre vem oito na pampa bicicleta elétrica daquela mais antiga da Souza com S ainda, bicicleta antiga é bicicleta de Monarque Monarque
a Aro, aquela de Arocoza tem os três, quatro Fusca uma Brasília chegando gente de mototáxi, de Uber festa de pote tem cheiro de gifte, cigarro aí tá aquela show do Dazá atenção, agora o original o original bom dia Luizinho Chico Batera e Pato Polente Cac de Vida
O que você está falando é o bolinho de arroz. O adversário do pobre é mais feliz que do rico, porque o rico não gasta. O bolinho de arroz é gastador. Na festa dele tem de tudo que é bom. Agora o rico é diferente do pobre. Tem muita diferença. Não há só picanha, maminha, cocafilé, alquota. O bolinho de arroz é divertido na mesa. Não tem se você gosta de...
do Abrama, original homem, ele toma tudo tem água de bateria quando ele tá meio hoje eu não tô legal não tô bem legal tá legal tá legal imagina se tivesse já tá gostindo barbante vai
Eu quero saber a Pathy, a Pathy quando vai no aniversário de pobre, o que ela observa negativo e positivo. Ah, espera, espera. Ah, tá depois. Deixa o iniciante, começou hoje. Ai, que brava. Cartão, hoje eu vou fazer o cartão. Ah, é. Sete horas e quarenta e seis minutos. Ah.
Dona Pathy e as suas observações.
Dona Pathy, vamos entrevistar então a Dona Pathy sobre a aniversidade pobre e a aniversidade rico. Dona Pathy, que é a agressata do demônio. Na hora da educação, menina, pelo amor de Deus. Aqui, aniversário de rico, o que é bom e o que é ruim? Para você, na sua visão, você já foi à aniversário de rico? Há alguns, é pobre, miserável. Mas me diz, qual é o bom e o ruim?
Ah, o bom do aniversário do Rico é assim, é os bof, né? São sempre bem sarados e os carros lindos que eles têm. Agora, devia botar o nome assim na plaquinha com o nome do que tem na comida, porque eu não sei o que tem no barquete, eu não sei o que tem dentro daquelas coisas que eles botam. Aí eu fico com medo de comer, dá um desarranjo, né?
Aí não sei, mas o aniversário de Rico, a coisa boa é o visual, piscina, né? Aquela coisa toda. Os convidados com todos os dentes, né? Tudo, é, tudo. Até chega até, é tudo sorriso do Gustavo Lima. Pianinho branquinho. Não, é Gustavo Lima, dá um sorriso e ilumina a casa toda. Peste de pobre é sorriso de nicotina. Eles não tem leite no olho, é no dente. É pivô faltando. Eles não tem olho, é no dente. Aí ri de boca aberta, tem oito obturação dentro da boca.
Ah, esse é o do Rico, né? O lado bom e o lado ruim do Rico é que a comida a gente não sabe o que que é.
Certo, e agora do pobre, o que que tem de bom no aniversário do pobre e o que que tem porra? Quem é que você acha que tem coisa ruim no aniversário do pobre? Ah, e no de pobre o bom é assim, é a família unida, brincadeira, né, coisarada. O ruim é que a tia enche o cabelo de glostora e aí o chão é de pó, aí fica aquele cabelo tudo parecendo um telhado, cor de telha. Vem aquelas tias com aquele lá que carina. Isso, é isso mesmo. Aquele que endurece até uma carreira.
Aí bota uma carne dura, o tio vai morder, fica já o pivô lá, na carne. É uma tristeza. Fica aquele pedaço de carne que pivou em cima. O pobre não morde a carne, só chupa, porque não dá pra morder carne de segunda. Tem que ir chupando, tirar o gostinho. Uma vez que eu fui numa festa dessa, eu fiquei com uma menina, ela me deu um beijo, né? Aí eu pensei, puta, ela passou uma bala pra minha boca, coisa boa, um tic-tac, né? Porque não tinha gosto de nada. Eu cuspei no dente dela, na minha boca. E aquele pobre que ficou rico, ah!
de pedreiro deu um pulão pra empreiteiro de empreiteiro deu um pulão pra rico mesmo, de verdade com base na sua no seu trabalho, na sua necessidade trabalhando, né? Trabalhando de verdade esse rico, a festa dele é diferente? como é que é? Eu digo pra ti a pior coisa do mundo é pobre que enriquece, picho
É uma popissa lá em Guasmona, tem bastante, né? Ah, tem? Eles ficarem ricos, tá aí, eles não falem mais com as pessoas, né? Quando tu vê que quer ficar metido a polvo deles, só vem com aquele sapato de cor de chacaré, né? Ontem no palio tinha um monte daqueles, né? De cachecol, meu Deus do céu. Aí tipo...
Fecha do TV semana que vem. Pode ir de Santa Mar lá, né? Pode olhar. Os mais que ficarem ricos, nem o diabo não quente. Tá tanta popiça, bicho. Ó, vou dizer pra ti, ó. O cara que fica rico com a... Pô, fiquei muito rico com a minha luta. É cara que luta em MMA, pô. O resto, pode lutar à vontade, não fica rico. Merda, né? Não sai do lugar.
Ah, o rico sempre diz, ah, não tive tempo de comprar o presente, depois eu entrego. Ah, sim. Plateia uma roseia. O vento nunca me bate. A rosa nunca me cheia. E o pobre repassa o presente que eu já saio e não gostou. O pobre dá meia. O pobre dá meia. Meia? Meia lenço? O pobre gosta de meia cueca e gravata. Sabonete. O raio do pobre não usa gravata nem uma vez no ano. Pra que ganhar gravata? Sabonete, tá ligado? Quanto me importar com a gravata?
E desce O barro do jume escorre O barro do jume cresce Então quando cessa a chuva No jume volta alegria Pois toda brilha de ouro O sol que no jume ardia
Alô, criançada na banda, tia Andréia, do tio João, do teu José.
Bom dia, Luizinho. Marcela do Estreito. Ah, Marcela. Ah, aniversário de Rick é aquela mesa cheia de de casalgados nobres, aqueles quindins bonitos. Quindim, bom. De pobre.
Cara, já começa com aquela bandeja de cajuzinho, aquele canudinho de maionese, que as crianças saem correndo e chega aquela tia com aquele vestidinho de viscose e diz assim, tira a mão daí, Welton. Não começou ainda, seu esganado. Mas compensação, ela, de olho no cajuzinho. Aí aquele suco de groselha.
É horrível aquele bolo que só tem glacê. Olha, cara, coisa de public sendo horrível. Atenção a nossa câmera 360 no ar. Atenção, atenção. No oferecimento de queires, gente boa, gente nossa, a nossa câmera 360 mostrando imagens.
da Beira Mar Sul, ali do Campeste, girando vinte e quatro horas. Ela está disponível pra você no nosso aplicativo Regional FM Play. Você pode acessar a hora que quiser. Baixa o aplicativo e
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Aí só tá ali na aba em cima um botão à direita, depois só clicar ali, vai aparecer ao vivo. Agora na saída do túnel Antonieta de Barros.
E ela gira sozinha mostrando todas essas regiões do entorno da área central da capital catarinense. O elevado Dias Velho mostrando aí bastante movimento nesta manhã de segunda-feira aqui em Florianópolis. Ali acesso pra Beira Mar Norte.
Girando mais uma vez no comando da live, Bruce Campeirol. Uma vista parcial do centro de Florianópolis. E aproximando as pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Sales. E a Ercílio Luz. É a nossa Câmara 360. À sua disposição é o Rádio Íbido que a Regional coloca pra você. À sua disposição.
Olha nós aqui, tem nada de mão uma vez! Olha nós aqui de novo pedalando, pedalando Antes nós já tava indo, agora tomou voltando Tenho vinte!
Bom dia, Luizinho. Bom dia a todos. Rico e bom dia. Bom dia, Dizão. Olha, aniversário, esse tema aí já tá chato, aniversário de Rico é uma frescurada, bicho. Eu me lembro, tá? Não vou dizer quem foi, é membro da minha família. E mora no Conome de Fechado, Paz Cascuá e Boné. Paz Cascuá. Eu nunca me esqueço, cara, foi no domingo. Eu fui convidado, eu fui, eu viajei.
Nós chegamos lá, eu fui de sandália, fui de bermuda. O garçom não, o porteiro, por evidente.
Daí tá, conversa aqui, joga papo dali, papapá, consegui entrar. Consegui entrar, chegou lá, cara. Daí mesmo que eu não quis entrar, só fui eu. Porque a mesa, né, tudo que você tá dentro, aquele pratinho pequenininho, aquele pratinho que vai três salgadinho. E vinha um cara com violino, que não tem porra nenhuma de violino, né, que é aquela música. Sassafona.
quando tu vai lá e come camurro o bicho cai no chão e tu já pega é, copo babado é, tudo vale, é vamos sair tá barata pra outro lugar, baby ô, Cortella
o irmão que fica rico e o irmão que ficou pobre Pascuasquá, que que é isso Pascuasquá? É interessante que se observe que ele ficou dois minutos falando e não disse porra nenhuma Quasquasquá e papapá e tititi
Já deu pra entender a parte do violino. É, violino é aquela música que ele cantou depois ali. Não, não, tomou um rivotril pesado, que ele tava bem louco. Pesado, pesado. O telefone tá liberado, 3222, o Chimia vai atender. Ah, vai. Já consertaram aqui a... Já? Fantaima, Fantaima. Não, Fantaima não me enxerga. Manda a bola, manda a bola que Chimia tá... Vocês viram quem era o Fantaima? Vi. Viram? Não viram quem que eu botei em barra. Fantasma tamanho GG. Atenda aí, ô Chimia. Atenda aí. Alô, bom dia.
quem tá falando lá? Alô? Pode falar. Tira, pode falar. Tá, quem tá falando? O que tu quer falar? Tu ligou pra que eu vou falar? Meu Deus, é! Eu vou lindar hoje! Eu vou falar! Meu Deus do céu! Quem tá falando aqui é o bolinho de ar hoje! Então fala, fala! Então fala, então, fala tudo o que quiser. Tem esse canal, um canhão de mídia agora pra tu falar ao vivo 100% do sinal.
Não, e o Bolinho de Arroz tá pirado da cabeça, ele tomou todas esse piratas de semana. Ah, é? Vai, quer tomar o que mais agora? Eu, agora eu vou guardar, eu tô pra pegar férias, depois eu pegando férias, eu vou pirar mais da cabeça, vou cair só no ar com a minha férias. Mas tu vem, mas tu não vês aqui? Tu falas que vinha aqui? Não, eu vou chegar aí, tô chegando. Que apatia, apatia. Ai, o Bolinho de Arroz, eu quero desconhecer.
Meu Deus. Eu quero é um autógrafo também, eu não sei escrever. Eu quero te conhecer, meu pai. Eu gostei muito das tuas fotos, adoro verde, adoro laranja, que tu usa bastante, adoro botinão. Eu vou tomar um goronjo, né? Eu e tu, né? O bolinho de frito. Eu agora, pai, não faz. Ah. O bolinho de arroz, como ele é musculoso.
Eu vi. Tu é fortão, parece parece o Hulk, eu adorei. Vem pra cá, vem. É um tanquinho, é um tanquinho a barriga. É, mas eu não quero saber do tanquinho, eu quero saber da torneirinha, funciona? Olha, olha. Me bateu uma saudade Me bateu uma saudade Olha o fantasma, o fantasma que mexe na mesa do Bom Dia Regional. Tá sem dignidade
E bota o Nene e o Neninho aí fazendo exercício, Bruce.
Se tô bloqueado É muita raiva misturada com tristeza Olha eu chorando e dando porrada na mesa Derrama
Eu sei que eu não posso ligar pra quem já me esqueceu. Coração prometeu nunca mais recair. Só que agora bebeu, tá sem dignidade. Me bateu uma saudade. Daquelas que o coração arde. 99125003 Olha eu recaindo outra vez. Lembrei.
E que tô bloqueado É muita raiva misturada com tristeza Olha eu chorando e dando porrada na mesa E lembrei Que tô bloqueado É muita raiva misturada com tristeza Olha eu chorando e dando porrada na mesa Vem, vem, vem, Borsão
É muita raiva misturada com tristeza. Olha eu chorando e dando porrada na mesa. Derrama, derrama a cerveja. Vamos ao intervalo, rapidinho.
A Regional FM cento e seis vírgula cinco não precisa dizer que é líder, ela comprova.
Líder na pesquisa IRP em maio de dois mil e vinte e cinco. Líder novamente na pesquisa IRP em março de dois mil e vinte e seis. E agora. E agora, líder isolada. Regional FM cento e seis vírgula cinco. A rádio do coração. E uma rádio de resultados.
Regional oito horas em ponto. Bom dia. Chega de passar raiva com lentidão. Mude para mais internet e tenha velocidade de verdade. Três três zero zero zero zero zero zero. Mais internet. A melhor internet da grande Florianópolis. Em todos os rádios. A número um. Em todo lugar. Regional.
Tá no coração, tá na regional. Vai. Vai. É muita alegria e muita zoação. Bom dia, regional. Tá no fundo do coração.
E vai sair o livro
o seu também tem o seu
Muita alegria e muita zoação Bom dia regional Tá no fundo do coração É muita alegria e muita zoação Bom dia regional Tá no fundo do coração Tem Luizinho Tem Luizinho É um programa legal Que alegra os ouvintes A nossa capital É região É região É região É região É região
E atenção, saindo o livro, o livro regional, cem anos, tem vinte, saiu pra Tiago Henrique, é Henrique, Henrique, Henrique, é isso? É Henrique, São Francisco, Santo Amaro da Imperatriz.
Pode vir buscar, Tiago. Conhece ele? Você é bonitão, cara. Tu conhece todo mundo, hein? Conhece num galã. É mesmo? Foi feito no pincel, louco. Manda um áudio, Tiago.
o homem que o cara olha, que aí a gente fala que é presença pra não chamar de bonito, mas o bicho é bonito olha, olha, olha, isso é o Anastasio seu beijo, eu vou dizer é isso aí, eu não sei que vai votar certo, é assim é o famoso sol do meio dia, parece que não queima mas queima esse ali, acho que é carinho do Paraguai, né é meia hora brincando ele solta a rodinha, né ai, ai, ai
Pra não chamar de bonito, a gente fala a presença. Hum, sei. Agora eu digo pra ti, falando aniversário de pobre, meu primo me ligou essa semana dizendo que tava de aniversário, daí me ligou, chega em casa, sexta-feira vai ter uma carninha, daí traz um pedacinho de carne, aí cada um traz o que for beber, então eu faço aqui em casa, se eu que vou pagar a cerveja e a carne, vai pra merda.
é, é, é quer presente? quer carne gelada eu tô com presente lá em casa há mais de 20 anos há uns 30 anos quase pra dar pra alguém e não consigo porque toda vez que eu levo presente pra dar pra alguém no aniversário o pessoal pega e diz, ah obrigado mas não precisava, aí eu digo ah não precisava então devolve
Quanto, senhor Luiz, colégio? O mesmo presente, senhor Luiz. O mesmo presente colégio, pra dar pra pessoa, a pessoa, obrigado, mas não precisava. Então, devolve se não precisava. Aí eu levo pra casa, vou no outro aniversário pra dar pra alguém, a pessoa diz a mesma coisa, obrigado, mas não precisava. Eu trago de volta. Eu tô lá, 20 anos pra dar esse presente pra alguém que não consigo.
Eu lhe vi um bom dia, todos estão vindo essa rádio maravilhosa. Arrasa, baitulha. Aniversário de pobre e aquele berreira, gente arada gritando, música bombando, cachorro, maçarinho, dominó e brigaçada, falando a vida dos outros.
aniversário de Henrique é tudo cheio de nome toque, né? Eles botam a mão na boca pra falar mal dos outros, sabe? Olha o disfarçado Ai, que delícia né, Luizinho? O seu gostoso, seu homofóbico Chico Bateira, tô com saudade tá? Da gente ali no Mundo Cali, com os amigos do Carden Adoro Bolinho de queijo, não, bolinho de arroz
Gostou, hein? Bolinho de arroz. Puta, até o bolinho de arroz. E diz aqui o ouvinte que em festa de aniversário de rico, só se fala em monjaro, só se fala em nutricionista, proteína, e refeição livre. É, aquele outro, aquele pó branco, como é o... não. Creatina. Creatina. Creatina. O Maradona se sacudiu no tubo.
Você tá viva ainda, né? Matei o cara, matei o cara Vai, Pato, dança aí Andaram
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam.
É só segunda-feira. É só segunda-feira. E agora não tem mais feriado. Uma pena.
O meu ouvinte. Ô Lulu Love, meu personal colega. Ô Camisa 10, aquele cara ali que fez, tá fazendo 71 anos de casada ali, que tem sete filhas, que eram oito mulheres em casa. Cinco, cinco. Deve ter quebrado só no papel higiênico, né? Foi algum de certo, hein? Meu Deus do céu. Você não tem uma merda. Meu Deus do céu.
Eu digo pra ti, o cara tá com oito mulheres de casa, ele fez uma merda granão tua vida. Ele vai criar pombo, né? Em vez de usar papel usa pombo ali. Bom dia, seu Luizinho, bom dia a todos. Bom dia, Chico Caiaque, bom dia, Pitoco. Bom dia. A diferença da festa do rico e do pobre é a briga, né? A briga do pobre é muito mais legal, né? Tem facada, garrafada.
cara, prato voando, aquele de prato de plástico. Blanchada de placão.
E a briga de rico, Pitaco? É, o rico não briga, né? O rico não tem essa... É sempre igual o cara falou, com a mãozinha na frente da boca. Eu processava o processo. Eu vou chamar o advogado. Rico processo. A advogada. Manda oficial de justiça. E o pobre, né? O pobre já dá aquela pauleira violenta. Por causa da... Agora, seu velhaco sem vergonha, vagabundo. Por causa da herança. Deve até pra tua sogra, senhor. Seu Luiz. Vai, vai. Vai, vai. A briga aqui no...
na língua, né? No gogó, no gogó. Ele não gosta o lábio, ele já chega o... Mas o pobre busca, Cortella, por que que o pobre busca tudo quanto é porcariada que um fez pro outro? Isso daí fica... Nas profundezas... Fica sempre na manga, né? O pobre tem ódio, né? Ele guarda na manga, a hora que começa a primeira briga, aí tu que corneava ela com a outra do coisa e começa aquela... E o pau já canta. É bem isso mesmo. O rico só gasta com uma frase.
Paulo pegou ele e olha pro outro que brigou com esse nos vemos na audiência nos vemos no tribunal e o rico vai cansar de voadeiro e já voou a dentadura da avó peidaram aqui dentro música de festa de aniversário senhor Maurílio, senhor Maurílio Maurílio Costa
em silêncio, tranquilo o senhor Luiz de Segunda o Pedro do Sandro embolsando o salgadinho só canapé o salgadinho que o cara nem sabe barcaça, barcaça, barcaça soca onde? soca onde? ah, soca canapé
Aquele giz soquinho em potinho. Isso. Aquele, aquela torradinha, se come muita torradinha, né? Ah, barbara. É, o pobre não gosta disso. Patê, patê, patê de quê? Patê de trinta, sabor. Come torradinha, depois fica com o dinheiro do banheiro, trancado, caca-seco. Ah, para, né, ó. Do peixe criado dentro de um balde de ouro, que é três mil real o peixe. É. Lagosta, lagosta. Olha a música tranquila. Guacamole, guacamole. Olha a música boa pra dar a dormida, né?
Paulo Giro. Tino de pobre. Porrone. Pobre porrone. Aí, ó. E foguete. E cuba de dreia. E dali cuba de dreia. E moto rila.
Não, não, não.
Na festa de pobre eles vomitam, assim, exageram. A festa de pobre tem que ver que tipo... Muito sangari, né? Muito sangari, capilé, chocomenta, né? O pobre gosta de chocomenta. É, comida passada, às vezes tem também...
Não, comida não. Até que na comida não é... O problema é que esse membro pebe muito, né? É. Tipo, aí não tem limite. O pobre não sabe tomar um copinho. Aí comita e come de volta. Cuba é... Tu vai na festa do rico, ele tem um copinho espumante e eles já fiquem satisfeitos, né? E o pobre tem que tomar trinta e dois litrões de cálcer aí, toca carneira. Mas o rico, se ele comitar, ele vai lá numa moita lá, comita e deu. O pobre é tão morta-fome que ele comita e come de volta. Ah, lá em casa, a reunião. É. A reunião. Corta, levão todos pra onde?
Quando morrer? Vamos pra porta da patente na festa do pobre. Vou virar caveira, igual. Quando morrer vai todo ele pra cima. Caixão não tem gaveta. Fica todo mundo nessa bobiça desgraçado. Aí quando morrer vai ficar tudo igual. Um saco de osso. Não leva nada. O bicho come igual. Não dá pra... Fecha de pobre aí. É aquele saragas, né?
É o saragas que tem, né? A tia já manda abaixar o som que tá muito alto, que tá com dor de cabeça, o cara já aumenta mais ainda. E já diz que quando tu vai no bailão, tu não pede pros outros abaixarem. Então... Já vem aquele bicão, aquele que anima a festa, né? E o bicão, já vem o amigo do outro bicão, né, galera?
Ô, Cortella. Diga a luzinho. Na festa de pobre, eles falam muito alto, é? Festa de pobre. É uma guerra pra falar? Festa de pobre é uma competição de quem grita mais. Se é a tia velha ou a criança chorando. Ou o cachorro que começa a latir porque tá vendo aquela confusão desgraçada. Enlouquece até o caramelo.
Ô, seu Luiz, o ruim da festa de pobre é que é ver o cara dar azar de pegar a tia pra dançar, que é aquela que tem labirintite, caiu doixo. Caiu doixo no meio da dança, ela fica tonta, cai e puxa o fundo. E as tias sempre tem um peitão, né? Peitão? O que é assim? São graudonas, as tias que elas se alimentam bem, aí o cara vai dançar com a tia, uma mão não alcança na outra, é sempre uma viatura meio grandona. O cara pega só metade da tia, né?
E vem manobrando ela, e ela com aquele vestidinho florido parece a capa de um palho. O quê?
Eu tenho a decência, seu lixo. Bom dia, Luizinho. Bom dia, Chico Bateira. Bom dia, Taco. Bom dia a todos. Degão do Pai Nossa. Fala, Degão. Luizinho, é assim, ó. Aniversário de rico é aquela coisa assim, tu vai...
tem que sentar bonitinho, é um talher pra isso, um talher pra aquilo, um copo pra isso, uma taça pra aquilo, e é muita coisa, muito mimimi, entendeu, Luizinho? O de pobre não, Luizinho, de pobre tu vai lá, é costela, é granito, é salgadinho, é aquela maionese, é top, é top, de pobre é diferenciado.
Um abraço pra vocês aí, fiquem com Deus aí. Como é que tem gente que fica com raiva, que não foi convidado pra ir pra festa do aniversário de rico? Ah, para, é porque não sabe aproveitar, não sabe aproveitar. Não, tem gente que fica amaglado, né? Eu fui na festa de rico. Tem gente que não pode mesmo. Eu fui na festa de rico, nasci com a moça lá, ela é meio avantajada, como eu disse, não dá pra abraçar. Mas aí, pra agradar, eu cheguei no ouvido dela assim, tu tá com a roupa tão linda, tá bonita hoje, tá linda, linda, linda.
Ela assim, meu Deus, me emocionei, falei isso no meu outro ouvido, assim, ah, não vou dar essa volta toda, né? É.
Ela trocou o telefone de orelha e mudou o DDD. Bom dia, Luginho. Bom dia. O Luginho que quer te comprar pra gente, porque ele falou que não tem tempo. E o papo compra muito. Aê.
O rico não tem tempo. Bom dia. Gente, pra mim, aniversário de rico que eu não gosto é o bolo, tá? Vou ser bem sincero, porque tem uma coisa que eu não gosto é bolo de fruta. É bolo de abacaxi, bolo de morango. Gente, não dá. E aniversário de rico só tem bolo de fruta, Jesus. Que isso, não? Eles tem que botar o cardápio? E no de pobre?
É que a gente pode dar risada à vontade sem se incomodar, tá? Pode rir alto, pode. Pode falar alto, pode. Pode comer à vontade que ninguém vai perceber, pode. E é isso mesmo. Mineira, é mineira, pelo jeito. Seu Luiz, eu vou dizer com ela, nós estamos providenciando agora o próximo aniversário rico, bolo de pepino, bolo de alface, cenoura, bolo de papelão, de fruta, não dá, isso vai de legume, vai de gelume. Ô, Luizinho, ficou linda essa foto.
tá querida, eu tô ouvindo vocês aqui, tá? Só vou lembrar que tá contaminado, tá? Tá bom, grama, tá? Pegamos bem, pô, pô, pô. Ah, mais um bom bolo de morango. Aí é bolo de mar. Aquele aquele deglacê em cima. Bolo de morango da dona Aurélia. Tiki-taki, tiki-taki. Oi, oi, oi. Oi, oi, oi. Sim.
Oi, oi. O Bruce, prepara aí o sepultamento do tio Pedro e a presença da égua que veio se despedir. Pra encerrar o bom dia regional de hoje. Bom dia, galera da regional. Uma alegria. Luizinho, Chico Bateira, Polanta, como diz o nosso amigo Bolinda Rocha. Ô, Luizinho, aniversário de rico eu tive na sexta-feira, cara, aniversário da minha cunhada idiota. Meu Deus.
É outro nível, né, cara? Cheguei, já vieram me perguntar o que que eu queria. Eu queria uma cerveja. Ah, cerveja não tem, só tem drink. Bah, que loucura, cara. Só uma pina colada. Bom dia, seu Luizinho. Bom dia a todos. Isso aqui você já falou? Já. Já. Falou? Já, já. Vai comer um bocado de merda também? É, é.
Bom dia, bom dia. Olha, eu acho que é aniversário de rico e de pobre, os dois são legais. O aniversário que não é legal é do pobre metido a rico, que aí chega de frescura, de não falar alto. É isso aí. O aniversário de rico e de pobre, gente, é tudo igual. Só muda os ingredientes. É verdade, André. Boa, boa, boa. Bem colocada. Bem colocada. Bem colocada. Faz esse aí, esse aí com o meu Gatriche.
Mas tem uma coisa no aniversário do pobre que é perigosa. Sabe que muda de fase é quando toca o Modern Talk, né? É isso. Que daí tá tocando um forrozinho, tá legal. Daqui a pouco solta um Sherry Sherry Lady. Isso aí as tias saem dando voador. Não, pancadaria.
Aí acabou-se. Aí acabou-se. Aí tu já descobre qual é o primo que tá ganhando a rosca. É Cuba de Dulis. Ah, isso. Daí sempre tem aquele priminho que tem o antebraço pra fora. O braço que me trola? Meio adocicado quando solta o Modertal que ele já vem rebolando, né? Vai sendo um pneu fora da geometria. Entregue, entregue, adeus. Solta, solta. Olha aí então, pra encerrar o Bom Dia Regional desta segunda-feira.
Nós todos sabemos que vamos passar por lado de lá, mas os animais também se despedem. Veja essa imagem que rolou nas redes sociais. A égua ali em Blumenau foi se despedir do seu dono.
Por essa o tio Pedro não esperava. Ela chegou no velório, identificou o seu dono ali e não quis mais sair. As pessoas se emocionaram. Vai com Deus, tio Pedro.
Amém.
Vai todo mundo pro lado de lá. Rico, pobre, gordo. Vai escapar nenhum. Magro. Bêbado, pinguço. Bêbado. Os poderosos também. É só, Nostar. Não deu pra entender. Pode ser que vá pro lado, pra cima ou pra baixo. Depende.
começar o dia com risada é mais legal, das seis às oito da manhã, bom dia regional vem com Luizinho e as notícias dos jornais Chico Bateira e o Pitaco agito até demais, regional FM, regional FM, sempre em primeiro no seu coração, são, são música, alegria, muitos prêmios, coisa e tal já tá terminando o bom dia regional, tchau