Sanduíche Vegano (MnG 19)
Algumas reuniões realmente poderiam ser um e-mail.
Nesta leitura de comentários sobre o Prosa na Proa, Sarau Ato III e Arquivo 19: "Herdadas Desventuras", Sophia e o capitão descobrem um Sanduíche de Vegano (Thiago) entre suas mensagens na garrafa, além de estrear um novo quadro após os extras!
Obrigado pelas mensagens! Espero que nenhuma delas seja um e-mail atrasado. Ou será que espero...?
Artes por Rachel Shirogane!
Confiram Last Flag!
Apoiem o Naus, não deixem esse projeto naufragar! E também acompanhem por onde nosso navio anda e nos sigam nas redes sociais!
Quer ouvir o que não vai pro feed principal, mas que tem a mão do capitão? Então dá uma olhadinha no Baú do Naus!
Sophia
Thiago
- Leitura de comentários e feedback sobre episódios anteriores do podcastProsa na Proa·Sarau Ato III·Arquivo 19: Herdadas Desventuras·Mensagem na Garrafa
- Inauguração do quadro 'Mensagem à Deriva' para comentários atrasadosMensagem à Deriva·Leitura temática·Pernalonga
- Divulgação do jogo Last Flag e a participação de Thiago na dublagemLast Flag·Jogo de tiro 5x5·Dublagem de personagens
- Nostalgia e a experiência de reouvir a própria voz em gravações antigasArquivo 19·Viagem no tempo·Memória
- Apoio ao projeto Naus do Arquivo e a importância dos ouvintesApoia.se·Discord·Saga do Amuleto
- Recomendações de podcasts e audiodramas brasileiros e internacionaisThe Bright Sessions·Absolutely No Adventures·Projeto Drama·Arquivos da Patrulha·RPGuacha·Buraco Atrás do Pôster
Ai, finalmente a gente conseguiu resolver alguma coisa por email ao invés de uma reunião demorada. Ué, o que que é isso aqui? Mensagem na garrafa.
Alô, alô, eu sou o Luca, o capitão do Navios do Arquivo. E esse é o Mensagem na Garrafa, onde nós vamos ler os comentários e responder suas dúvidas sobre o HDP 6, nossa história de pescador de Prota na Proa, Sarau Ato 3 e o Arquivo 19, Herdadas Desventuras. E comigo aqui hoje está ela, nossa querida tripulante Sofia, calafate do Nau do Arquivo, a Jay. E aí, Jay, tudo certo?
Oi, gente, tudo bem? Tudo bom?
Jay, passou um leve tempo, né, que você gravou esse áudio. A gente tava falando aqui agora há pouco. Foram lembranças surpreendentes, mas foi legal, foi interessante de se reouvir depois de tanto tempo.
Foi, foi engraçado na verdade, porque eu não reconhecia minha voz, eu só fiquei meio, essa voz me soa familiar, opa, pera aí, e não é que sou eu? Foi bem interessante.
Coisa boa, coisa boa. Eu imagino que isso tenha acontecido com muita gente que fez voz, então Se você fez voz e esqueceu de comentar e você ouviu, ou se você não ouviu ainda, manda um alô, eu fico curioso pra sua reação. Mas antes da gente começar os comentários, Jay, por favor, me diga seus jabás, onde as pessoas te acham na internet, como podem contatar você e ver os seus trabalhos.
Bom, na maior parte da internet eu posso ser conhecida como Dark Jay ou como Jay Aquino. E meu jabá, da última vez que eu vim aqui eu não tinha como falar nada porque estava tudo em segredo ainda. Mas eu tava trabalhando no jogo chamado Last Flag, que é um jogo de capturar bandeira, é um pique-bandeira de 5x5 de tiro. E ele tá disponível na Steam ou na Epic, então ele é um jogo apenas para computador. Mas se você tá procurando alguma coisa para jogar aí com seus amigos e gosta de jogo de tiro, mas tá querendo uma coisa um pouquinho diferente aí dos outros jogos que já tem disponível, Ou se você só sente falta mesmo de jogar um pique bandeira e plantar bandeira e tentar defender ela por 1 minuto e ver muito caos, o jogo tá em promoção na Steam e na Epic. Então procura lá, Last Flag, e chama os amigos, vem jogar, vai ser divertido.
Eu joguei ele na época do playtest também, até chamei um amigo meu pra jogar. E assim, eu não sou muito fã de jogo de tiro, jogo competitivo no geral, mas eu me diverti muito porque Não é uma coisa que eu vejo com tanta frequência, esse tipo de captura de bandeira. Lembra muito da época do Xbox, né, do Halo, não sei o quê. E ver isso reimaginado hoje com cada personagem tendo a sua skill própria e afins, eu achei tão legal, tão gostosinho de jogar.
Então fica a recomendação real aqui, realmente é um jogo bem bacana. Procurem lá, baixem. E comenta aqui se você já jogou ou tem interesse também. Coisa boa, coisa boa.
Fica aí um fun fact também, que eu dublei duas personagens do jogo. As duas são brasileiras, apesar de uma delas falar inglês. Então talvez você reconheça também a minha voz lá.
Eu lembro que eu tava ouvindo a voz da personagem da— ai, como é que é o nome dela?
A Camila.
Camila?
A Camila, sim.
E eu fiquei assim, caraca, parece muito a voz da Jay. Aí eu fui te perguntar, eu acho, né, depois.
Sim.
E eu fiquei, meu Deus, é a voz dela mesmo!
Acho que você foi o primeiro a descobrir que era de fato a minha voz.
Não, é assim, excelente, gente. Dublagem maravilhosa. Por favor, dê uma chance. E aproveitando que eu tô fazendo o momento jabá, deixa eu fazer o jabá do Naos também, que as pessoas me batem pra eu não fazer. Então assim, se você gosta do que o Naos faz, se você tem interesse de apoiar esse projeto, por R$10, uma Coca e um salgado, ou só uma Coca hoje em dia que tá tudo caro, né? Por R$10 você apoia o Naos, você ganha o cargo específico no Discord, você tem acesso às artes específicas, Você tem acesso à saga do Amuleto que tá em desenvolvimento.
A cada capítulo que vai saindo eu vou lançando, eu pretendo fazer mais disso em breve. E assim, no geral é mais pra poder me ajudar mesmo, é porque faz diferença. As artes que vocês têm, como essa linda arte da Rachel, é por causa desse dinheiro que vocês apoiam. Então, obrigado. Continuem apoiando. Mandem mais emails pro nausdoarchivo@gmail.com. E finalmente, depois de horas aqui, Vamos começar?
Vamos começar.
Então a gente vai começar lá no História de Pescador, o Prosa na Proa, que eu esperava ter tido um pouquinho mais de comentário porque foi uma coisa que eu achei foi tão diferente, né, que eu tentei trazer. Eu não sei se vocês gostaram, eu espero que vocês tenham achado interessante. Mas quem vem no nosso primeiro comentário foi o Vegano Thiago, que manda: Yara, emojizinho de apertando a mão, Time da cor amarela. Então é isso aí, eles são amarelos.
O próximo a gente tem um comentário da Thaís Brito: acho que esse é o meu História de Pescador preferido, emoji de coração. Amei demais, ficou incrível.
Aí eu até respondi depois que também era meu favorito. E realmente, esse aqui ficou, ó, que lindo. Não sei ainda como vou fazer para os próximos, tem umas ideias, mas não sei. Eu gosto muito dessa coisa do— dessa vibe de talk show, sabe? E eu não sei se eu queria manter pra uma história de pescador ou queria adaptar uma história pra isso. Ainda estou pensando sobre. Mas continuando, indo pros emails agora da história de pescador, nós temos ele novamente dizendo: é bolacha.
E claro, foi o vegano Thiago que disse isso, né? Errado, como sempre. Como que chama biscoito aí, Jay?
Biscoitos também, sou time biscoito.
Exatamente, né? Minas e Rio de Janeiro aqui, aperto de mão, por favor.
Exatamente. Adorei o sanduíche de vegano Thiago.
Olha só, sanduíche vegano, sanduíche vegano Thiago. Agora partindo para os comentários do sarau ato 3. Finalmente encerramos ali esse arco do nosso sarau, né? Essa odisseia de saraus. E a gente vai ler primeiro email ou Spotify? Email, né?
Email, sim. Bom, começando os comentários do sarau, a gente tem o Rodrigo Figueiredo dizendo: Poxa, esqueci do sarau, queria ter participado.
Vamos ter mais oportunidades. Eu, pela foto, eu acho que o Rodrigo é o Bodas. Então vamos ter mais oportunidades, quero sua voz sim, eu sei que você faz poemas incríveis. Então não sei quando, mas teremos mais oportunidades.
Devo dizer que fiquei inspirada ouvindo esse sarau e fiquei com vontade de participar também, apesar de eu não confiar nas minhas habilidades de escrever poemas. Olha só, me sinto um pouco aí como o Rodrigo.
E assim, Eu perguntava pra algumas pessoas que eu já sabia que escreviam e tal, eu perguntava, ó, você consegue escrever algo desse tema? Você consegue fazer algo baseado nisso? E aí eu gostava de diferenciar no roteiro, né, que eu mandei pra Mel, que sempre que era algo autoral da pessoa ela especificava, um poema autoral por fulano, poema escrito por fulano. E aí esses que não são autorais das pessoas que subiam lá, né, fui eu que escrevi os outros poemas.
E aí eu pedia só as vozes pra lerem mesmo. Mas pra ter muito essa vibe. Então às vezes, se você tem vontade de participar no sarau, se você está na dúvida de suas palavras, Jay, o que eu acho muito difícil porque eu sei que você faz coisas incríveis, inclusive na música, cof cof, Exposed, tem essa oportunidade de eu escrever alguma coisa e ter a sua voz ali lendo. Então o importante é participar, eu acho que é uma coisa muito bonita de se ter presente ali.
E eu quero fazer mais disso no NowSim. Se não for pro feed principal, tem o feed do Baú do Naus. Eu não me importaria nem um pouco de fazer até sarau ao vivo, né? A gente realmente gravar, se reunir no Discord e fazer igual a gente tem no Discord da Taberna. Um beijo baixo. Então fica aqui a ideia, né, de a gente montar uma coisinha assim também, porque eu acho muito bonito isso de saraus e participar pessoalmente. Se um dia vocês tiverem oportunidade, participem, é mágico.
Mas eu só fui, acho que eu só fui em um bem antes da pandemia e foi assim lindo. Mas enfim, eu divago. Voltando para os nossos comentários, nós temos agora os comentários do Spotify do Sarau, começando pela Luísa Aguiar que fala: que Sarau gostoso, obrigada por esses momentinhos de calor. Que nada, coisa boa, coisa boa.
Em seguida a gente tem a Ju dizendo: uma delicinha de ouvir. Meu coração fica quentinho. Que saudades da voz da Mel. Obrigada demais.
A Mel é maravilhosa. Se tudo der certo, ela estará no arquivo 20 aí, mas... Incrível, incrível, incrível, incrível. Mas fechando os comentários do sarau, nós temos a Thaís Brito novamente, minha professora, dizendo: Um sonho? Que esses encontros fossem presenciais. É, realmente seria mágico. Repito, se vocês puderem ir no encontro presencial, no sarau, de música, de poesia, vão. É mágico, mágico, mágico, mágico.
Talvez a gente comece aí com o— bom, não dá para fazer presencial no momento também, porque imagino que tem gente de todo o Brasil ouvindo. Pois é, tipo eu aqui de Londrina falando com você aí do Rio. Mas uma versão virtual ao vivo também, eu acho que já deve ser muito mágico, sabe? Não tão mágico quanto presencial, óbvio, mas já deve ser muito mágico.
Sim, idealmente a gente grava, fica disponível para as pessoas ouvirem também, né, e divulgar para participarem também. Dá para fazer um negócio muito legal, bem legal.
Bom, nosso próximo email, ele vem, como diz o título, no limbo entre as realidades, se conectando aí a vários pontos. Ele é do Thiago Bruno. Alô, alô, capitão! Espero que esteja tudo bem contigo e com a tripulação. Gostaria de ter enviado essa mensagem na garrafa antes, mas a vida, tal como o mar, nos agita com suas ondas e às vezes ficamos um pouco à deriva. Como diria um amigo carpinteiro naval, uma tábua de cada vez. Primeiramente, adorei ter participado do Sarau por Vir, Ato 3.
Mais do que isso, adorei ouvir o sarau. Em segundo lugar, assim como todo navio tem bombordo e boreste, as coisas têm dois lados. E o lado bom de eu não ter enviado a mensagem antes é que eu ainda encontrei mais um tesouro no caminho. O arquivo 19, que em alguma outra realidade foi o 7. Deu uma saudade do início dos tempos. Resolvi maratonar todos os arquivos. Comecei ontem, dia 21 de agosto. Interminável. Ok, maratonar é uma palavra muito forte.
Eu vou ouvir todos, provavelmente entre uma calmaria e outra. Às vezes durante alguma tempestade. Enfim, quando o trabalho no Convesna estiver exigindo muito de mim, Enfim, o que eu realmente queria dizer é parabéns pelo trabalho, Capitão. Sou seu fã. Forte abraço.
Fico feliz. Thiago Bruno, um fofo. E eu fico muito feliz do Arquivo 19 ter trazido justamente essa sensação de nostalgia, porque era um pouco do que eu queria também, né? E é um roteiro que eu fiz lá na época do Arquivo 7. Então eu adorei isso que ele falou da outra realidade dele ter sido Arquivo 7, porque realmente, né, deveria ter sido. É especial ter essa lembrança porque embora eu tenha editado hoje todo o material dele, tirando uma coisa ou outra que eu regravei pra poder fazer o arquivo 19 e tal, foi daquela época de quase 2 anos atrás.
Então é meio que uma viagem no tempo, sabe? E inclusive já entrando em outro paralelo aqui, eu tenho vontade de fazer um arquivo que vai ser justamente uma viagem no tempo, porque eu quero gravar um trecho dele hoje e gravar uma outra parte daqui a 1 ano, 2 anos, quando as pessoas tiverem esquecido que gravaram sobre aquilo, e colocar um time skip no meio, alguma coisa, não sei. Mas eu realmente tenho interesse de fazer algo assim, porque eu acho que vai ser— eu tava até curioso pra ver os comentários de quem gravou o Arquivo 19 por isso, pra fazer um teste de como isso ia ficar.
Mas fica aqui, né, uma ideia pro futuro, quem sabe. E eu quero muito mais do Thiago Bruno aqui no Naus, que a voz dele é incrível, incrível, incrível, incrível. Eu que agradeço você ter participado e tornado o sarau que foi, viu? Então obrigado, Thiago. Mas agora, saindo um pouco dessas realidades divergentes e no limbo entre elas, nós vamos para o arquivo 19, Herdadas Desventuras, onde nós tivemos o email do Caio Lourenço, nosso queridíssimo Squeak.
Inclusive, eu reparei que as pessoas escrevem Squeak de maneiras muito diferentes. Então, para quem não tá lendo o roteiro, né, S-Q-U-E-A-K, só pra tirar a dúvida de quem alguém tem aí, né?
Enfim.
Mas o Caio fala: Olá, Capitão e Navegante da Vez! Que experiência divertida foi escutar esse arquivo. Gravei ele há tanto tempo que muita coisa já tinha sumido da minha mente. E ao mesmo tempo, como ele é um texto escrito pelo Lucco lá atrás, é muito visível pra mim o quanto a escrita do Naus mudou nesse tempo pelo mar. Esse arquivo mistura a edição atual com um texto com sabor de primeiros arquivos. É uma viagem temporal, mesmo que isso seja tema de outra série de arquivos.
Que o Caio também faz parte, inclusive. Obrigado por permitir que eu participe do projeto e espero ser convidado para mais aventuras. Quero um arquivo de desventuras escrito pelo Lucco atual e voltar a contracenar com minha amiga Sara. Até logo! Vejo vocês pelos portos do mundo. Caio, não ter outra desventura seria um mal contra a humanidade. Então você pode ter certeza que terá uma escrita atual de uma nova desventura. Eu já tenho, desde a época que eu escrevi isso para o arquivo 7, eu já tinha uma ideia do que seria uma sequência disso.
Então vamos continuar direto, aspas, aspas, depois do que aconteceu no arquivo 1. Mais um dia vem aí, talvez como Boa sugeriu, daqui a 18 arquivos de novo, né? Mentira, ele não sugeriu isso não, coitado. Mas teremos, teremos sim. E poxa, eu tava esperando justamente esse email. Obrigado, Caio. Caio inclusive hoje puxou meu pé que eu não tava colocando o email no lugar fácil, ele teve que correr atrás para poder achar o email do Naus.
Vou corrigir isso, eu vou colocar o Linktree para poder ficar de acesso fácil a todo mundo, ficar, ter uma divulgação melhor de email, redes sociais e afins, né? Porque realmente facilita para o pessoal que vai atrás. E poxa, obrigado, cara. Fico feliz de verdade de ter a opinião do Caio, a sua opinião, Jay, de como foi se reouvir depois de tanto tempo, porque eu realmente gosto desse tipo de coisa que você esquece e de repente você vai ouvir, ó, minha voz tá lá! Eu acho isso muito legal.
Isso aconteceu comigo quando eu decidi reouvir as histórias também, porque minha memória é péssima. Então assim, eu sei de algumas histórias em que eu participei, mas eu não sei de todas. Então às vezes eu tava escutando e eu ficava, ué, essa voz é minha? Gente, eu tô nesse episódio! Eu lembrava, sabe? É umas coisas muito engraçadas. Da mesma forma, reconhecer também a voz de outras pessoas. Eu fico assim, eu conheço essa voz, essa voz tava no episódio tal. Eu acho bem legal ficar tentando reconhecer assim, sabe? É divertido.
E às vezes a gente tem umas vozes que são muito parecidas, né? Eu acho muito engraçado. Tem umas amigas minhas que às vezes se eu ouço solto na RP guaxa, por exemplo, eu ouço ali, ah, esse NPC aqui foi pessoa tal. Aí termina, o guaxa fala, essa aqui foi feita por fulana, fulano e fulana. E eu fico assim, meu Deus, como assim?
A voz é idêntica.
Então eu acho que é mágico realmente a gente fazer essas identificações. E poxa, é incrível. Eu gosto muito de ter essas sensações quando a gente ouve as coisas, né?
Sim.
Aproveitar para fazer uma rápida recomendação. Porque é aquela que tem pra poder falar à vontade, né? Então eu quero muito indicar o podcast The Bright Sessions, inclusive pra você, Dille, acho que você vai gostar também. E, mano, uma rápida sinopse: é basicamente uma psicóloga que atende pacientes atípicos, mas atípicos no sentido de pessoas que têm aspas aspas superpoderes. Ele é bem pé no chão, ele tenta se ater o máximo possível a uma ciência, né?
Ele é ficção científica, é um audiodrama, Mas ele tenta se ater muito à ciência, ele tenta se manter muito real. Mas de uma maneira muito legal, é muito gostoso de ouvir e ver a história que vai se desenrolando. Tem que se ouvir em sequência mesmo, né? Mas é uma recomendação assim, é maravilhoso. Tava chegando em casa ontem ouvindo um episódio, fim da segunda temporada, todo arrepiado, me tremendo assim de emoção. É incrível, incrível, incrível.
Todos os episódios são sessões gravadas, né? São gravações, então Maravilhoso, por favor ouçam. Assim, infelizmente é só em inglês, né? Então fica a recomendação para quem tem uma noção, consegue ouvir, compreender de forma bacana. Mas incrível, incrível, incrível, incrível.
Coloquei na listinha aqui. Você não é a primeira pessoa a me indicar esse podcast, eu já tinha ouvido alguém falando dele, mas eu não tinha anotado o nome. Olha só, então agora anotei aqui, ó.
Vou ouvir.
Recomendação do Lucco, a gente tem que acreditar.
E são curtinhos, são episódios de 13, 15, 20 minutinhos, né? E nesse mesmo viés, não de ser, são temas completamente diferentes, mas também tem o Absolutely No Adventures, também em inglês, né? Mas é basicamente um cara que ele é o escolhido, ele é o sétimo filho do sétimo filho, ele tá em todas as profecias, ele é o filho de rei com quase os dois mundos, não sei o quê, todas as profecias de uma história de RPG clássica que você encontraria, ele é o escolhido.
Só que ele não quer ter aventuras, como diz o nome, né? Absolutamente nenhuma aventura. Então a ideia é que ele resolve tudo que ele pode resolver lá na padariazinha dele, sem sair do lugar, onde o sonho dele é ser um padeiro e só. E é muito gostoso, é incrível também. Eu me acabo de rir com esse podcast, por favor ouçam.
Isso aí me deixou uma pergunta que não veio na garrafa, mas eu acho que eu posso fazer. Você tem vontade de fazer podcast em inglês, de gravar algum episódio em inglês ou algo do tipo?
Eu tenho. Eu cogitei há muito tempo atrás de regravar os arquivos do Nowz em inglês com umas pessoas. Se você fala inglês, você pode regravar seu personagem. Senão a gente procuraria uma outra voz e tal. Mas eu acho que isso daria trabalho, aspas, aspas, de ter que refazer a gravação com outras pessoas, né? E eu tenho todos os arquivos de edição desde o arquivo 1, então eu poderia só pegar, abrir, mudar a voz ali, reencaixar, não seria muito trabalho da edição, é mais da gravação.
Mas ao mesmo tempo eu fico pensando, eu não sei se eu teria um público para isso, fosse para o Now pelo menos, né? E Eu não sei se as pessoas ficariam felizes de alguém que não fala inglês ser substituído, talvez. Eu não sei se seria um ponto sensível. Então acho que eu meio que deixei essa ideia de lado. Mas fazer um podcast do zero em inglês, poxa, eu adoraria, cara. Ainda mais se fosse pra trabalhar com edição de fora, de gringo, aí eu ia receber em dólar, ficaria muito feliz. Mas sim.
Ô alegria.
Fazer um projeto do zero assim super animaria, cara. Eu adoro, adoro, adoro. E eu vejo que tem muito conteúdo desse de audiodrama lá fora e me dá muita ideia de coisa parecida, sabe?
Eu acho muito legal você fazer o conteúdo em português pela acessibilidade, porque igual você falou, tem muito conteúdo assim lá fora, né? Aqui no Brasil às vezes não tem tanto e dá uma tristeza quando você não acha uma coisa legal para ouvir na sua língua. Não sei, às vezes também você não tá a fim de ouvir uma coisa em outro idioma, você quer ouvir uma coisa na sua língua materna para não ter que gastar tanto neurônio. Pois é, acontece.
Mas eu acho que até para ajudar as pessoas a aprenderem, né? Porque quando você tá aprendendo um idioma novo, é muito bom você ter coisas encenadas para poder praticar, para ouvir e praticar, né? Então me pareceu uma ideia interessante.
E ainda fica muito um foco daquele auditivo, né? Você não tem que se preocupar tanto com o visual. Então eu acho que é realmente uma boa maneira de treinar. Eu indico esses podcasts que eu tô falando agora, eu eu indiquei para os meus alunos também, que eu sou professor de inglês, caso alguém não saiba, não lembre, não nem lembro se eu já falei sobre isso aqui, mas eu sempre deixo essas indicações. Eu acho que é uma ótima maneira de treinar a parte de audição.
E falando também de indicações brasileiras, né, nós temos o incrível Projeto Drama, nós temos os Arquivos da Patrulha, que são séries de audiodrama, né, com episódios independentes. O Arquivos da Patrulha já é uma história mais linear. O próprio RPGuacha, só que são sessões de RPG audiodramatizadas, mas ainda assim incríveis de se ouvir. E assim, aproveitando que eu tô falando do Mano de Jabá, ouçam também o Buraco Atrás do Pôster, maravilhoso podcast de jogos que eu tô sempre ali fazendo uma voz ou outra.
E eles falam de um jeito, eles criam toda uma narrativa de descrição do jogo, eles falam partes dramatizadas, tem um trabalho de edição excelente. Além dos hosts serem pessoas carismáticas assim, amáveis, são incríveis. Um beijo para todo mundo do Buraco, vocês são ótimos, gente. Ouçam.
Olha, não faltou recomendação do que ouvir enquanto lava as vasilhas hoje, hein?
Exatamente. Por favor, vou fazer igual a Guaxa faz hoje então. Eu não costumo fazer isso, mas seguir aqui o exemplo. Você que ouviu o Nós do Arquivo, tá em dia, comentou todos os arquivos recentes, Vai lá ouvir o que eu falei, senão você volta, terminou sua maratona. Mentira, gente, não consigo. O canal já tá aqui sempre, do seu tempo. Então vão lá, ouçam suas coisas, depois volta. O importante é que vocês estão aqui, é isso. Inclusive, acho que a gente termina aqui, né?
Acho que sim.
Então, Jay, lembra o pessoal onde eles te encontram e fale pra gente seu jabá.
Dark Jay na internet ou DI Aquino. É, DI realmente é DI. Pronuncia igual escreve. E o meu jabá é: joguem Last Flag, é um jogo de capturar bandeira, um pique-bandeira 5x5. Se você não tiver amigos para jogar com você, tá tudo bem, tem bots, você pode jogar contra bots também. Mas tudo é mais legal quando a gente tem amigos, então chama a galera, bora jogar!
VDD, chamem, chamem, mandem seus emails, apoiem o Naus. E eu acho que eu não esqueci de nada, eu acho. Eu acho, quase certeza. Pessoal que tá ouvindo no feed, eu vou colocar um bip daqui a pouco que vai ser para os extras maravilhosos desse arquivo. Se não tiver um bip é porque eu esqueci alguma coisa, e aí eu posso ou não ter adicionado. Se eu não tiver adicionado, aí fica para sua curiosidade, né? Infelizmente vocês vão ter que ficar muito curiosos de eu ter esquecido algo, ou eu esqueci de colocar o bip.
De qualquer forma, mando um beijo para vocês e encontro vocês no próximo pôr do sol. Tchau, tchau! Não recortem! Tá aí, já peguei essa, já peguei esse trecho seu cantando aí, vou colocar no musical.
Isso mesmo, pode, pode usar meus talentos musicais.
Você tá aqui?
Na Bahia eu virei gaúcho. Bah, barbaridade, você tá aqui, Sara? Redundância nesse caso não é igual.
O quê?
5 cavaleiros de bronze derrotaram os cavaleiros de prata? Isso mesmo, os cavaleiros de bronze derrotaram os cavaleiros de prata. É impossível, nunca vi cavaleiros de bronze derrotando cavaleiros de prata. Então assim, eu acho que tá dentro do aceitável nosso.
Repetir: cavaleiros de bronze derrotaram cavaleiros de prata. Eu vou colocar isso algum dia em algum arquivo. Telegram, eu vou salvar o Telegram. Graças a Deus eu salvei isso.
Aí, ó, viu? Eu sei cantar.
É verdade, é verdade.
Tô gravando no Audacity também, qualquer coisa.
Já começou no Audacity?
Sim, você não quer que comece ainda não? Tudo bem, eu falo.
É isso, perfeito. Ah, gente, que susto!
Desculpa, baixa fogo, coisa fofa.
É fogo mesmo, é fogo mesmo.
Filha, tá tudo bem? Pode desculpar, você fez aquele trilho. Vai ser esse o efeito da edição. Vai ser isso aí, eu vou transformar sua voz em 8-bit. Catarina é bodybuilder, tá?
Eu, eu não sou, eu faço poliesporte.
Pô, bodybuilder, cara.
Cara, tem um vídeo, nossa, tem um vídeo, eu gravei ele ontem. Eu tô, a barra é de inox, né, é 4 metros de barra. Tem um vídeo de eu subindo que nem um macaco na barra, cara, é muito bom.
Olha, é você imitando o Squeak. Abaixa, se joga na sua frente. Pensando agora, um pouco de burrice, né, mas aí é erro de quem escreveu. Idiotas, chega! Chega, chega! Tá afastando o quê? Caraca, é que a voz da Sarah é tão doce, fica fofo, fica fofo.
Chega!
Mais raiva, Sarah!
Chega!
Explode, Sarah!
Chega!
Perfeito, é isso que eu queria!
Agora fica na minha cabeça.
Please, please, please.
Please, please, please. Please, please, please. A makeup so nice.
Mal imagina vocês que eu tô gravando isso tudo para colocar no musical. O Lucas só pensando: hehe.
Ele captando o conteúdo, é. Aí vai, meus barulhinhos, continue.
Meu Deus, eu preciso dar uma velhoca aí para Sarah, cara. Pois é, essa voz aí, tá, talvez seja por isso então, que você é muito novinha, você não sabe. Tudo bem.
Que isso, novinha?
A Catarina tem 15 anos, Sarah. Mas ela é casada, ela não pode 15 anos, pô.
É isso que eu ia falar, por isso que ela fugiu para o sul. Ele mudando a minha história, mudando o backstory. Quem me conhece sabe, quem me conhece sabe.
Eu vou parar o bot, a gente então para de fazer piada para não perder para os extras.
Acabou, Sara.
Sara engraçada, volta para casa.
Enquanto isso, música de elevador, por favor, por favor, Lucco. Não era do Mário?
Não, pareceu, tava mais para o Crash do que Mário.
Então vamos lá, vamos! Ah não, você não vai gravar comigo gravando? Normalmente eu consigo fazer uma voz um pouco mais rouca e um pouco mais grave cantando. Deixa eu ver se eu consigo manter.
Vai cantar sua fala?
Sara, por favor, leve mais a sério. Será que vai?
Eu acho que vai, acho que vai.
Não quero não, minha voz é muito enérgica para isso.
Cadê a frase?
Ai, perfeito para extra.
Então ele saiu de novo? Não acredito.
Não, não ficou bom.
Não tem um de novo? Sara, você respeita os professores e não vá fazer o que não deve, hein?
Perfeito, mas sem a risadinha no final. Você tá realmente dando bronca?
Ai, eu dei uma risadinha no final? Deu. A Dadora Aventureira: Certo, filha, vou levar. A mãe te ama, toma juízo.
Ela não aguentou.
É da hora, aventureira. Me veio aquela imagem do The Rock com a mochilinha de peruca nas costas.
O The Rock com a mochilinha tacando fogo na escola. Caraca, amei, já quero. Talvez você se pergunte: nossa, Luca, você não colocou o beat final? O que foi que houve? Você esqueceu? Teve os bipes entre os extras, mas não sei se vocês repararam, né, do fim da mensagem pros extras não houve um bipe. Bem, eu falei que ia deixar sem o bipe se eu esquecesse alguma coisa, né? Então agora deixa eu reiniciar isso daqui com um alô, alô.
Após esses extras maravilhosos, normalmente a gente encerraria o Mensagem na Garrafa, teria apenas um grande bipe final e o fim. Silêncio. O próximo episódio de um outro podcast, ou o próximo arquivo do Now, se você tivesse aqui na sequência. Porém, algumas pessoas muito incríveis, muito maravilhosas, acabaram esquecendo de mandar sua mensagem a tempo. E após um abaixo-assinado barra motim barra pedido entre lágrimas feito no grupo do Novos do Arquivo do Telegram, recebemos mais 3 mensagens.
E aproveitando essa situação toda, eu inaugurarei um novo quadro do Mensagem na Garrafa dentro do Novos do Arquivo, que é simplesmente o Mensagem à Deriva, que é o quadro de mensagens resgatadas após a leitura de comentários, onde eu faço uma lida rápida temática. É porque eu tive essa ideia enquanto tava assistindo o filme do Coiote vs Acme, então resolvi que vou fazer uma leitura temática de cada coisa. Então, que que há, velhinho?
Eu vou ler as mensagens de hoje com a voz do Pernalonga, ou pelo menos com a voz que eu lembro da minha cabeça dele ter, que eu não vejo há 20 anos, então vai ser da minha cabeça. Quando vocês enviarem mensagens após a gravação da leitura, mas antes de eu terminar de editar, o que passar aqui, o que sobrar, o que for enviado em seguida, eu vou ler aqui fazendo essa temática. Então fica aqui o aviso, né? Quando forem os próximos, eu vou fazer esse tema de abertura aqui do Mensagem à Deriva e ler no tema que for.
Então pra esse primeiro eu não vou fazer nada muito elaborado, vai ser apenas a música dos Loenters de fundo, sei lá, e a leitura na voz do Bernard Longa. E é isso que temos pra hoje. Então, começando. Kia, velhinhos! No Mensagem na Deriva de hoje nós temos o primeiro email, do Rodrigo Bouldas, que manda: Meu grande Capitão Loco, você manda bem demais na edição, demais mesmo! E que criatividade foi essa? Preciso ouvir novamente o arquivo anterior, preciso, mas foi ótimo!
Parabéns, Capitão! Muito obrigado, velhinho! Hahaha, eu não sei como é que perna longa ri, gente, desculpa. Desculpa, vamos seguindo pro próximo. O próximo email é do Luan Trivelato, meu grande amigo Link, que mandou um email gigantesco, então eu não vou fazer a voz mais na longa, eu já estou me arrependendo das minhas decisões, mas segue aqui. Meu Deus do céu, por que eu aceitei fazer isso? Ele diz: Olá, Capitão! Essa é minha primeira mensagem na garrafa de muitas, e como tal, não consigo não falar do NAOS como um todo, para além do Arquivo 19.
A existência do NAOS pra mim é uma joia nesse mundo maluco que vivemos. Um capitão carismático, cheio de ideias e histórias pra contar, temas a tratar, beleza a mostrar. E lembro-me de quando conversamos sobre isso e agora gostaria de deixar público. Eu te perguntei: por que contar as histórias dessa forma? E você me respondeu: porque eu gosto de estar em comunidade e gosto de fazer algo com acessibilidade. Olhando em retrospecto, foi ali que eu entendi que estava de frente com uma joia.
Novamente, num mundo maluco que preza a individualidade, onde tudo se torna uma competição, seja por aquela vaga de emprego, seja por aquela vaga na universidade, seja por atenção naquela rede social, o Nau simbolizou pra mim o berço das histórias, das narrativas. Quando estudamos sobre mitologias, como a egípcia, por exemplo, descobrimos que essas histórias continuaram pela sua tradição oral. Pessoas se juntavam para contar, compor e construir as histórias em conjunto.
A Bastet, por exemplo, pelos registros históricos surgiu inicialmente, unicamente, como a deusa do sol. No entanto, no decorrer dos tempos, provavelmente alguma associação feita por pessoas que não sabemos mais quem são, ela se tornou também a deusa dos gatos. Assim como os roteiros são escritos por uma pessoa, mas a construção é comunitária, e às vezes o próprio roteirista se surpreende com os rumos tomados. Às vezes quem nasceu para ser deusa do sol se torna também deusa dos gatos no imaginário dos participantes.
Eu ainda estou, lentamente, ficando em dia com o Naus. Estou no arquivo 15, mas pulei pra ouvir o 19 assim que saiu porque queria muito esse arquivo perdido. Me deu uma sensação de quando eu era criança e saía aqueles rumores no SBT de que acharam um episódio perdido do Chaves, sabe? Existe um rumor que as Desventuras da Sara estão restritas faz uns 2 anos, então quando ela finalmente deu as caras eu precisei ouvir. E que delícia de arquivo!
Apesar de que são meio lentinhos e ruim com mitologia egípcia, e ainda não entendi quem é o Squeak. Ele tem cachecol, ele fica invisível, ele muda de forma. E lembrando do arquivo 1, sempre havia menção de encontrar a chave para o mundo dos mortos. Agora tudo faz sentido. É incrível como a história se interconecta muito bem. Agora, comentário do Uhuu: eu não lembro da parte da chave do mundo dos mortos, preciso realmente reler ou reouvir o arquivo 1.
E tudo que você mencionou do Squeak Foram referências que eu coloquei do personagem, e não tem nada a ver com quem ele é na mitologia. São características que eu dei exclusivamente pro Squeak. Enfim, voltando pro comentário. Enfim, muito obrigado, Capitão. Mas principalmente, muito obrigado à tripulação do Naos. Vocês são incríveis! Sem vocês, o Capitão só seria mais um marujo.
Hahaha.
E em especial, Rachel Shirogane, que arte maravilhosa! Eu amo todas as artes, mas esta em específico do arquivo 19 com a gatinha, nossa, ficou perfeita. Nos vemos na próxima mensagem na garrafa. Nesse caso, meu velhinho, foi a mensagem à deriva, e eu reparei que eu não estou fazendo a voz do Pernalonga, eu estou fazendo a voz de um velho. Então muito obrigado, meu amigo Link. O meu Pernalonga está aí idoso, e continuarei aqui com meu tema de Looney Tunes para o último email, que foi do Jean, que chegou mais tarde dessa vez.
E ele manda: A voz velha cansa, gente, vou voltar a ler com a voz normal aqui. Licença poética. Olá, olá, marujos e marujas! Ah, que maravilha! Que bom que essa saga voltou! Eu já não sabia mais se estava existindo ou apenas aguardando o Caio fazer essa voz fininha de novo no feed do Naus. Kkkkkkkk. Cara, como é bom ver a Sara, essa Sara, emoji de lua, em ação de novo. Sendo um real fã das Saras dos universos do Naus do Arquivo, Não pude conter minha felicidade.
Mal posso esperar pra ver como vai continuar essa história. O Flow Arquivo 1 tem a continuação? Haha, badum tss! Mas considerando a Sara Maga e a Sara Belo Monte, fiquei com uma questão na minha cabeça: será que um dia veremos uma terceira Sara? Ou talvez veremos um crossover de Saras? Ou será que existe um multi-Sara-verso da loucura do Naus do Arquivo? #Reflitão. Respondendo, Jean, sim, teremos uma terceira Sara. Eu já sei quem será e como será, eu só não pensei em como adequar esse roteiro, como adaptar o vilão, porque vai ser algo relacionado a som e áudio.
Então...
Mas sim, já está montado na minha cabeça e sim, iremos juntar as três num RPN. Fica aqui a promessa pra vocês me cobrarem quando estivermos em 2036. Ou antes, de preferência. Voltando, já deixo aqui de antemão que gosto demais dessa ideia. Ver Yara e Sarah juntas no arquivo seria espetacular. RPN, Sarah, Yara, Vilena, haha, cof cof, cof cof. Preciso ir antes que o Hatton resolva dar algum recado. Ontem foi sexta-feira, então ele sextou com muito rum.
Nada de bom vai sair daquele pirata a essas horas. Grande abraço a todes. Muito obrigado pelo comentário, Jean. Eu sendo Pernalonga Capitão, Capitão Pernalonga, Capitalonga, estou aqui reagindo ao seu comentário na nossa temática de Luna e Tunes do Mensagem à Deriva e agradeço demais ao seu comentário, a de vocês três que mandaram, a de todos que mandaram anteriormente. E para terminar com chave de ouro essa Mensagem à Deriva tematizada, eu tenho que colocar, claro, obviamente, o famoso: Isso é tudo, pessoal!
Last Flag
Jogo de tiro captura de bandeira