Pr. Ailton Nascimento - Estamos lembrando de Cristo em nós?
03/05/2026
Ailton Nascimento
- Memória e esquecimentoO sacrifício de Jesus · A vontade do Pai · Esvaziar-se a si mesmo · Humilhação e obediência · A ceia como memorial
- Amor de JesusPerdão em vez de reação · Suportar a cruz · Não buscar reconhecimento · Obediência ao Pai
- Sofrimento humanoA dor e a angústia de Jesus · A humanidade de Jesus · Processos para azeite, vinho e pão · Não recuar diante das dificuldades
- Transformação Pessoal e Cura InteriorO Espírito Santo como guia · A ceia como lugar de cura da memória · Deixar Deus curar as feridas · Tornar-se semelhante a Cristo
diferentes mas a primeira está em Isaías 53 diz assim, quem deu crédito a nossa pregação e a quem se manifestou o braço forte do Senhor porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca não tinha parecer nem formosura de uma terra
E olhando nós para ele, para Jesus, nenhuma beleza víamos para que o desejássemos. Era desprezado e o mais indigno entre os homens. Homens de dores, eu quero aqui melhorar esse texto, porque no original a gente pensa que homem de dores fica muito limitado, mas o texto no original diz, homem preparado para sofrer dores.
Um homem preparado para sofrer dores. É isso o texto. Experimentado nos trabalhos e comum de que os homens escondiam o rosto, era desprezado. E não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores. Levou sobre si.
E nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele. E pelas suas pisaduras nós fomos sarados. Filipenses capítulo 2.
Versículo 5 ao 8. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. Que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.
mas aniquilou-se em outras versões mais claras, esvaziou-se a si mesmo, tomando forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens, e achando na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte e a morte de cruz. Lucas...
Capítulo 22, versículo 42. E dizendo, Jesus disse assim, Pai, se queres, passa de mim esse cálice.
Todavia não faça a minha vontade, mas a tua. A última passagem. Primeira carta aos Coríntios, capítulo 11, versículo 24.
E tendo do lado graças a Deus, partiu e disse, Tomai, comei, isto é meu corpo, que é partido por vós. Repita comigo, igreja. Fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo, Este é o cálice do Novo Testamento, no meu sangue. Fazei isto todas as vezes que beberes.
Em memória de mim. Feche seus olhos. Pai. Queremos te agradecer Senhor. Por tudo que o Senhor já tem feito. Desde o início que nós chegamos aqui nesta casa. Agradecer pelas oportunidades que o Senhor nos dá. Nos deu. E continuará nos dando. Agradeço Senhor.
por nos ter trazido a este lugar, lugar onde nós estaremos, Senhor, ministrados, ensinados. Nós te pedimos nesta manhã que teu Espírito toma o lugar das nossas preocupações, o lugar das nossas dores, das nossas aflições, das nossas angústias, das nossas feridas. Espírito Santo, toma este lugar.
Porque nós não somos guiados pelas nossas dores, pelas nossas angústias. Nós somos guiados por Ti, Espírito Santo. E é isso que a Tua Palavra diz, que todos quantos são guiados pelo Espírito Santo, são chamados de filhos de Deus. Nos guie agora com a Tua Palavra, que a Tua Palavra possa ser rema aos nossos corações.
Que ela venha, Senhor, de encontro àquilo que precisamos ouvir e àquilo que nós precisamos ser tratados. O Senhor nos ama e é por isso que o Senhor nos ensina. E eu quero, nesse momento, entregar todo esse tempo, a minha vida, os meus sentimentos, intelecto, tudo o que tenho.
Me esvaziar. Para me tomar como o Senhor deu exemplo. Forma de servo e como homem me humilhar. Ao ponto de entender. Eu não tenho nada para dar se o Senhor não tiver me dado. Que o Senhor possa continuar em nome de Jesus. Falando aos nossos corações. E é hoje de uma forma gloriosa. Possamos sair daqui transformados. Em nome de Jesus. Amém.
Todos esses textos têm conexões. Tanto Isaías, como Lucas, como o próprio Filipenses e a carta aos coríntios. E talvez porque eu tenha...
separado esse texto, orado a Deus e Deus me dado esse texto, porque esse texto ele contextualiza com o momento que nós estamos vivendo aqui de ceia, que nós vamos viver aqui daqui a pouco com a ceia. A ceia, por incrível que pareça, ela não é um momento leve. A ceia, ela lembra que para que isso pudesse acontecer, alguém pagou.
Custou muito caro para alguém. Quando Jesus fala assim, fazer isso em memória de mim. O que ele está dizendo? É para que vocês tenham a memória de como eu vivi. De que eu supertei. Do que eu passei. A ceia faz nós voltarmos a uma lembrança de como eu estou vivendo. Porque a ceia não é a respeito do que eu estou fazendo.
A ceia é se eu estou lembrando de Cristo em mim. Há um texto que diz, um texto num livro que alguém já deve ter lido. Em meus passos, o que faria Jesus? E quando eu vejo a ceia, Jesus dizendo, fazei isso em memória de mim.
Não é uma coisa que Jesus está dizendo simbolicamente. Ela não pode ser simbolicamente. A ceia tem que ser algo memorial. Porque tem memória de dor. Memória de amor. Memória de renúncia. Jesus viveu tudo isso. Memória de submissão. Memória de rendição. Então, fazer isso em memória de mim.
Jesus, ele, no Getsemane, ele viveu talvez um dos momentos mais difíceis da vida dele. Porque ali, no Getsemane, ele suou sangue. Quando ele mais precisava de apoio, encontra seus discípulos dormindo. O céu fica em silêncio.
Nada. Ele nem sequer tem muitas palavras para dizer. Porque Jesus ficou ali três horas. E a única frase que ele usou é. Pai, afasta de mim esse cálice. É quando o momento mais difícil da sua vida. E você não tem nem palavras para dizer. Nem para expressar. Você só está esperando alguém falar com você. Alguém te confortar. Mas o céu ficou em silêncio.
Ele esperava talvez que o pai mostrasse para ele. Mas o céu ficou em silêncio. E ele olha ali. E quando ele volta, ele vê os seus discípulos e diz. Eles não queriam. Jesus não queria que os discípulos estivessem orando por ele. Porque a recomendação é. Vigiai. Fique acordado.
Mas a angústia, o peso do Getsemane era tão grande que deu uma sonolência naqueles homens que eles preferiram dormir do que ficar vigiando. Quando eu vejo a ceia, ela me lembra que esse pão que está aqui, que é uma tipologia do corpo de Cristo, até chegar às nossas mãos, houve uma decisão.
De um homem. De coração. De não recuar. De ir até o fim. Fazer isso. Em memória de mim. Isaías 53. Vamos lá. Esse texto fala que ele foi rejeitado. Ele foi traído. Humilhado e ferido. E tudo isso.
Sem culpa. Fazer isso em memória de mim. Olha o que ele está vivendo. Olha o que Isaías 53 diz. Ele é ferido, rejeitado, humilhado. Traído. E tudo isso ele passou sem culpa. E às vezes a gente hoje, quando alguém nos trata mal.
Isso já muda o nosso dia. Uma palavra atravessada. De alguém que talvez possa falar. Já nos trava. Ou talvez uma pequena injustiça. Já faz nós querer abandonar e deixar tudo. E Jesus diz. Fazer isso em memória de mim.
Mas olha, Jesus sofreu, foi acusado injustamente, como diz o texto, foi exposto publicamente. Foi exposto publicamente. Foi tratado como um criminoso. Mas ele permaneceu. Ele não recuou.
Nós queremos parar quando as coisas doem em nós. Nós queremos parar quando vem a angústia, quando vem a discordância de nós. Mas Jesus diz, eu não parei. Jesus permaneceu mesmo sendo esmagado. Não é à toa que Ele estava no Monte Oliveiras. O Jetsamon dizia, é um monte das Oliveiras. Oliveiras produz o quê?
Azeite. Azeite é algo que nós precisamos ter uma consciência. Antes de eu entrar no azeite. Deus não prometeu para ninguém uva. Deus não prometeu para ninguém azeitona. E Deus não prometeu para ninguém trigo. Deus prometeu vinho, azeite e pão.
A gente quer coisa sem processo. O vinho, para ser vinho, a uva teve que passar um processo. Primeira coisa, ser pisada. Azeitona, para produzir o azeite, ela tem que ser esmagada. Prensada. E o trigo e o pão?
O trigo para ser o pão, precisa ser o quê? Malhado. Ai pastor, eu não gosto. Mas foi isso que Deus disse. O problema que a gente quer, não quer passar pelos processos. E os processos é o que faz nós vivermos e desfrutarmos daquilo que Deus quer para nossas vidas. Vocês estão aqui ou não?
Fazer isso em memória de mim. Filipenses, ele abriu mão do direito de ser honrado. E aqui em Filipenses nós vemos ele, que ele, e para mim é muito importante isso dizer,
Ele não se usurpou ser igual a Deus. Ele se esvaziou a si mesmo. Tomando forma de servo. Fazendo-se semelhante aos homens. E eu vejo aqui que uma das coisas que... Jesus tinha direito à glória, sim ou não? Mas ele escolheu o quê? Se esvaziar. Ele tinha direito à glória, sim. Mas ele preferiu no texto... Hm...
Se tornar servo. E é interessante que primeiro se esvazia para depois se tornar servo. Se não se torna servo para depois se esvaziar. O maior segredo de um servo é se ele é vazio. Se ele se esvaziou de si mesmo. De si mesmo. Não é eu que estou dizendo, é a Bíblia. Primeiro ele se esvaziou.
Aí, quando nós nos esvaziamos, Deus fala assim, agora é servo. Mas a gente está cheio às vezes de soberba, de orgulho. Cheio de achar que a gente pode fazer as coisas. Que as coisas têm que ser do nosso jeito. E Deus está falando, ó. Se não esvaziar, não é servo. Porque Jesus diz, fazei isto em memória de mim.
O grande problema, talvez, é nós não entendermos isso. Depois que você torna servo, não para ali. A Bíblia diz que ele ainda se humilhou. Não humilharam ele, ele se humilhou. Embora ele também foi muito humilhado. Mas aqui a gente não está falando do que os outros fazem conosco. Nós estamos falando daquilo que eu faço comigo.
Me esvazio para me tornar servo e como servo me humilho. Duro para ouvir esse discurso. Mas é o que o Senhor fala. É o Senhor que diz. Fazer isto em memória de mim. Aqui, nesse texto em Filipenses. Jesus de maneira alguma perdeu a glória. Não. Ele abriu mão dela.
E talvez ele esteja nos perguntando aqui nessa manhã, o que eu estou disposto a abrir mão? O que nós estamos dispostos a abrir mão? Porque Jesus abriu mão daquilo que era mais precioso. Ele não olhou. E hoje a cultura que nós vivemos, a cultura que o mundo nos leva a viver, é uma cultura que prega totalmente ao contrário.
Porque ela nos incentiva a lutarmos por quê? Por reconhecimento. E Jesus está falando. Não. Eu abro mão. Ele abriu mão. Mas a cultura do mundo. Que às vezes entra dentro dos nossos corações. Das nossas vidas. Por isso que a Bíblia diz.
Paulo dizendo em Romanos 12. Não vos conformeis. Não entre na forma desse mundo. Porque a forma desse mundo. É fazer você. Incentivar eu e você. A busca de reconhecimento. E Jesus não teve isso. Pastor. Por que Jesus não quer. Que a gente. Busque isso. Porque quem busca isso. Quer ser honrado.
E quem quer ser honrado não suporta ser ferido. Vou repetir, isso é forte. Quem quer ser honrado não suporta ser ferido. E Jesus teve que se esvaziar disso, porque ele precisaria ser homem preparado para sofridores. O grande problema de nós não...
Não cumprimos o propósito de Deus, é justamente isso. É nós não abrirmos mãos e ser reconhecido. Mas quem vive para obedecer a Deus, suporta a cruz. Alguém deu glória a Deus. Quando a gente verdadeiramente decide viver sob a obediência, nós suportamos a cruz.
Porque uma coisa é carregar a cruz. Outra coisa é suportar ela. Pastor, as duas coisas não têm a mesma ver? Não, porque você pode carregar a cruz. Quando ela ficar pesada, você joga de lado. Não suportou. Não conseguiu. Tem uns que falam, vou descer da cruz. Já viu isso ou não? Aqui não tem, só no Brasil.
Vou descer da cruz, que isso eu esqueço, só tem lá. Como assim descer da cruz? Tem que suportar a cruz. Jesus, ele tinha todo o direito de sair dali. Não tinha culpa e nós temos. Não tinha falta e nós temos. Não tinha razão para ele estar ali, mas nós temos razão para estar lá.
Ele que não tem razão quer ficar. E nós que temos razão. Não queremos ficar. Fazer isso em memória de mim. Em Lucas.
22, Jesus diz algo assim, fantástico. Pai, se queres, afasta de mim esse cálice, mas todavia não faça a minha vontade mais a sua. Olha o que ele está dizendo, Pai, se possível, passa de mim. O que Jesus está dizendo aqui? Algo muito grandioso.
Jesus não estava dizendo diretamente, mas ele estava mostrando para nós a humanidade dele. Porque quando ele pede para dizer, diz assim, afasta de mim esse cálice, ele está mostrando ali a humanidade dele. Porque alguém pode dizer, não, mas Jesus era Deus. Acabei de ler Filipense, ele se fazia de ser Deus para ser homem.
Ele se esvaziou de todo, ele não se usuprou ser igual a Deus. Então não ache que Jesus veio como Deus. Ele veio do céu, era Deus, mas ele esvaziou. Ele não andou aqui na terra como Deus, ele andou como um homem. Embora sua essência era divina. Ao ponto de ele dizer que nós faríamos as mesmas coisas que ele fez.
Por quê? Porque ele falou como homem. Se ele falasse como Deus, você não pode fazer as mesmas coisas e ser maior do que Deus. Por quê? Olha o que a Bíblia diz. Aquele que crê fará obras iguais às que a fiz e maiores. Alguém pode ser maior que Deus? Então ele não estava dizendo como Deus, ele estava dizendo como homem. Fazer isso em memória de mim.
Ele sentiu medo, sentiu angústia? Sim. Sentiu o peso de tudo aquilo que ele estava levando? Sim. Isso não mostra fraqueza. Isso mostra a humanidade. Mas ele entendeu que mesmo ele vivendo isso. Ele sabia que a vontade do pai para ele era melhor e mais perfeita. E quantas vezes nós, nos momentos...
Difíceis na nossa vida a gente quer desistir. Desistir de pessoas. Desistir de chamados. Desistir das responsabilidades que o Senhor nos confiou. Até mesmo das decisões que Deus nos deu. Para que a gente possa cumprir. Jesus também sentiu. Mas Ele disse, seja feita a sua vontade. Não a minha. A sua vontade.
Jesus sentiu dor, mas não deixou que a dor decidisse por Ele. Jesus sentiu angústia, sim, mas Ele não deixou que a angústia decidisse por Ele. Jesus sofreu, talvez medo, sim, mas Ele não deixou que o medo decidisse por Ele. E quantas coisas nós estamos deixando...
Talvez os nossos medos, as nossas angústias, as nossas feridas, as nossas dores, estão decidindo como nós vamos tratar as pessoas, como nós vamos andar com as pessoas, como nós vamos honrar as pessoas. Jesus não. Jesus sentiu dor, mas não deixou que a dor decidisse por Ele. Fazer isso em memória de mim.
Ele foi ferido, mas não feriu. Foi traído por Judas, mas não traiu. Foi negado por Pedro, mas não negou. Foi abandonado pelos discípulos, mas quando ressuscitou foi atrás de cada um deles. Foi zombado na cruz, mas não ri de nós quando a gente não consegue.
Mesmo assim ele disse, na cruz, sendo traído, abandonado, humilhado, zombado, ele ainda diz na cruz, a primeira frase de sete frases que ele diz, a primeira é, pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem. Fazer isso em memória de mim.
E hoje às vezes coisas pequenas já nos fazem fechar o coração. Um olhar. Talvez uma palavra atravessada. Ou uma atitude de alguém. Isso gera em nós distância. Afastamento. Resistência.
Mas Jesus foi ferido em níveis extremos. O mais extremos que nós possamos ver. O mais extremos que a gente possa imaginar. Ele viveu tudo. E Ele escolheu o quê? Perdoar. Repita comigo. O padrão de Deus. Vou melhorar. O padrão de Jesus não é reação. É rendição.
Fazer isso em memória de mim. A cruz não foi para ele uma escolha. Ou melhor, a cruz foi uma escolha. Porque o pai havia escolhido. Mas não foi uma escolha primeiro dele, mas do pai. E consequentemente ele escolheu a escolha do pai. Pai, seja feita a tua vontade.
E como ele escolheu, então ele não foi vítima. Foi uma escolha, tomou uma decisão. Ele se entregou. Por isso que Filipenses 2, dos 5 ao 8, é a base aqui para a gente entender. Ninguém tirou nada dele. Ele deu. Amar quando tudo vai bem é fácil, irmãos.
Honrar quando nós somos honrados é muito mais fácil. Mas amar quando dói. Vai precisar de uma decisão. Jesus tomou essa decisão. Fazer isso em memória de mim.
E foi isso que Jesus fez. Quando mais doía, ele decidiu permanecer, não recuar. Porque ele entendia que não é sobre ele, não é sobre a família dele, era sobre o que Deus tinha como propósito.
Ele não colocou seus interesses pessoais. Ele não colocou sua família. Seus negócios. Seus títulos. Não. Ele se esvaziou de tudo isso.
Ele decidiu, mesmo que no meio das dores, ele tomou uma decisão de permanecer. Fazer isso em memória de mim. Ele não recuou. Mas quantos nós, quantos nós, de nós, temos recuado? Quantas vezes?
Recuamos às vezes no perdão. Recuamos na entrega, na renúncia. Recuamos na reinição. E hoje não é um dia para a gente olhar para os outros. A ceia é um dia para a gente olhar para nós.
Em memória de mim, fazer isto em memória de mim. Eu quero que você feche seus olhos. A ceia mostra para nós. Ou traz a lembrança para nós.
Com quem nós temos que ser parecidos. Quando Jesus diz que Ele, Isaías diz que Ele levou sobre si as nossas dores. Ele não disse todas as dores. As nossas. As mais difíceis. Eu e você vamos passar por dor. Quando Ele levou sobre nós as nossas dores.
Ele diz nossas, não é todas. Isaías não está dizendo todas, Isaías está dizendo as nossas dores. E também ele não diz todas as nossas enfermidades, ele diz as nossas enfermidades. As mais difíceis. A que eu e você não poderíamos suportar.
Não é isenção. Total. É isenção daquilo que eu não posso. Suportar. Fazer isso em memória de mim. O Espírito Santo está aqui nesse lugar. Eu tenho certeza disso. E você não precisa estar sentindo ele. Para dizer que ele está aqui. Porque o Espírito Santo não se sente.
Se crer. E depois que crer, ele pode dar uma experiência de você sentir. E ele está trabalhando em nossa mente. A ceia é um lugar para trabalhar na nossa memória. Não de como nós estamos fazendo para Deus. Mas o que nós estamos sendo em Deus.
O mundo te ensina a fazer as coisas darem certo. Jesus te ensina a fazer certo. E talvez essa vontade de fazer as coisas dar certo, tira você do que deve ser feito certo.
Pai, aqui está a tua igreja, Senhor. Eu sei que esta palavra, ela vem de encontro a cada um de nós. E como disse, a ceia não é o lugar para eu olhar para os outros, é olhar para mim. E talvez se eu tivesse um versículo adequado para este momento, é o que o salmista diz, sonda-me. E me conheces.
E vê se há em mim algum caminho mal. E guia-me, Senhor, pela vereda da sua justiça, por amor ao teu nome. Não é sobre o que eu estou fazendo, Senhor. Fazer isso em memória de mim. É sobre o que eu estou me tornando. É olhar para ti.
E querer viver a sua vida não só quando o Senhor curava. Mas também quando o Senhor sofria. Era injustiçado. Era incompreendido. Não nos deixe recuar Senhor por causa das lutas.
Porque o Senhor mesmo disse, assim como farão a mim, farão a vós também. O servo não pode ser maior do que o seu Senhor. E todas as vezes que nós não queremos passar por isso, nós estamos declarando. Eu quero ser maior que o Senhor. Porque eu não quero passar por isso. O Senhor já passou por isso. Como disse, Ele passou por aquilo que é mais difícil.
Ele não levou todas as nossas enfermidades. Ele levou as nossas enfermidades, as mais difíceis. Ele levou todas as nossas dores. Ele levou as dores que eu e você não suportaríamos. Pai, aqui está a Senhora a tua igreja. Cada um olhando para si mesmo. Cada um olhando para o seu interior.
Ao que a ceia nos faz e nos remete a lembrar. A lembrar de ti. Porque não é só lembrar de tudo que o Senhor viveu. O Senhor também fala para lembrar da sua morte. Não era da ressurreição. Não é sobre triunfo. É sobre rendição.
Porque se fosse sobre triunfo, fazer isso em memória da minha ressurreição. Mas não foi sobre a ressurreição. Foi sobre a morte. Onde morre o meu eu. Onde morrem as minhas convicções. Onde morre o meu direito de querer só ter razão, ao invés de ter paz.
Morre meu direito de achar que estou certo. Fazer isso em memória de mim. Não há nada que eu e você possamos fazer. Que agrade o coração de Deus. Mais do que se querer se tornar como Ele.
Querer se tornar como Ele é aquilo que mais agrada o coração dEle. Mais do que eu e você estamos dispostos a fazer por Ele. Porque a Bíblia diz que ainda que você fosse queimado e não tivesse amor, de nada valeria. Ele está comparando o sacrifício com o amor.
Nenhum dos nossos sacrifícios pode ser comparado com aquilo que Deus espera de nós. Por isso que a palavra de Deus diz assim, Mateus. Aquele que me ama, guarda os meus mandamentos. Preste atenção, ele não está dizendo... Um...
Decora os meus mandamentos. Memoriza os meus mandamentos. Guarda. E guardar na cultura judaica é praticar. Você guarda aquilo que você quer fazer uso. E eu quero em nome de Jesus te pedir Senhor. Nos ajuda nesse momento.
Aqui não é sobre acusar, é sobre conscientizar. O que as pessoas olham para mim e veem de ti em mim? O que as pessoas olham para mim e dizem a respeito de ti?
Nós não queremos simplesmente falar de Jesus. Nós queremos viver como Jesus. E por isso Senhor nós nos rendemos, nos esvaziamos de tudo, de tudo aquilo que o nosso coração foi enchido. Nós não estamos em busca de honra, porque quem busca a honra não suporta ser ferido.
Nós estamos aqui em busca Senhor de obediência. Porque quando nós somos obedientes nós suportamos a cruz. É isso que em Hebreus diz. Que o Senhor desprezou a afronta. O Senhor desprezou a afronta. Suportou a cruz.
Suportou a cruz. O escritor Eusebreus diz isso de maneira tão gloriosa. Pelo prêmio daquilo que estava proposto a ti. E passar por tudo isso, Deus lhe fez assentar no trono.
Pai, eu quero em nome de Jesus, nos fortalece para que nós vivamos isso Senhor. O que eu estou disposto a abrir mão, para que as pessoas digam, ele tem o comportamento de Cristo. Traz paz aos nossos corações Senhor.
Traz entendimento para a nossa vida. Traz cura para a nossa alma. Nós não somos. Muitas vezes aquilo que nós queremos. Porque às vezes nós somos. O que as nossas dores determina. Que nós sejamos. As angústias.
As rejeições, os abandonos, a necessidade de aceitação, de validação. E aí nós vamos em busca dessas coisas e deixamos de se tornar quem nós verdadeiramente precisaríamos ser em Cristo Jesus. Mas o Senhor abriu mão de tudo isso. Não eram essas coisas que determinavam e decidiam por Ti, Jesus.
Era o propósito pelo qual o Senhor tinha. E nós queremos nesta manhã. Entregar os nossos corações diante de Ti neste altar. Queremos nos esvaziar. Tira tudo que está dentro de mim Senhor. Que me atrapalha ser como Ti. Eu coloco diante deste altar agora.
E por que coloco diante desse altar? Porque todo altar que tem um sacrifício, o fogo vem e consome. Venha consumir tudo aquilo, Senhor, que nós estamos nesta manhã colocando diante do Teu altar. Nós colocamos diante do Teu altar.
as ofensas, as feridas, as rejeições, as angústias, os abandonos. Nós colocamos diante do Teu altar, Senhor, todas as injustiças.
Nós nos esvaziamos do direito de querer justiça, de querer razão, de querer compreensão. O Senhor nos entende. O Espírito de Deus está aqui.
Ele está falando ao teu coração. E se hoje ouvires a voz do Senhor. Não endurecei o vosso coração. Mais do que aquilo que eu e você. Pudéssemos ter feito. Para Deus o que importa é o que nós estamos fazendo agora.
e talvez você entrou aqui nesta manhã com as dores com as feridas com as rejeições, os abandonos as injustiças Deus te pede coloca diante do altar, se esvazie disso Deus te pede
Mas talvez você possa dizer, mas eu tinha razão. Não é sobre ter razão. Jesus disse que ele também tinha razão e não fez. Fazer isso em memória de mim. Não é sobre se você e eu estamos certos. Não é sobre se eu e vocês temos razões. Fazer isso em memória de mim.
Pai, cura as nossas almas. Cura o nosso coração. Nos faz ser pessoas, Pai, semelhante a Cristo. Fique de pé no teu lugar, vamos adorar o Senhor.