#132 - HOLLYWOOD & A CIA - PT2
Se no episódio anterior mostramos a história e os mecanismos por trás da influência da CIA e de outras agências em Holywood, agora vamos analisar como essa influência aconteceu através de filmes de muito sucesso.
Se na superfície eles trazem apenas histórias cativantes, por trás do pano, há mensagens muito mais profundas que interessam ao governo americano.
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- Arquivo XConspirações governamentais e OVNIs · Fox Mulder · Dana Scully · Bob Lazar e Área 51 · Chris Carter
- Guerra dos Mundos (2005)Pós-11 de Setembro e medo de ataques · Apoio do Pentágono e recrutamento militar · Steven Spielberg · Tom Cruise · Lei Patriota (Patriot Act)
- Eles Vivem (They Live)Crítica ao consumismo e manipulação da mídia · John Carpenter · Conspiração reptiliana · Neoliberalismo nos anos 80
- Contatos Imediatos do Terceiro GrauInfluência da CIA e do Pentágono no cinema · Projeto Blue Book · J. Alan Hynek · Steven Spielberg · Roy Neary
- IndependenciaPropaganda militar e liderança dos EUA · Pós-Guerra Fria e domínio global dos EUA · Colaboração Pentágono-Hollywood
- Batalha de Los AngelesGuerra contra alienígenas com tecnologia inferior · Resgate do Soldado Ryan com ET
- Tecnologia Transformer e redes neuraisMarketing de brinquedos e roteiro fraco · Pornografia militar · Pacific Rim
- The Flying SaucersGuerra Fria e propaganda ideológica · Ameaça soviética · Filme B
- Taken (Série de TV)Abordagem ufológica e vítimas · Steven Spielberg
- Série Naquela Noite (Netflix)
O enredo do filme, né, tem um personagem ali, acho que todo mundo conhece, mas tem um personagem central, que é o Roy Neary. Ele é um eletricista, ele tem um encontro com o OVNI, depois disso ele fica obcecado pelo assunto e ele tenta buscar cada vez mais entender o que aconteceu com ele, o que era aquilo e tal, né.
E aí a gente começa a se perguntar, né? Quando é que a gente está vendo algo que tem essas mensagens, essas mensagens subliminares, mensagem oculta, e quando tem esse controle governamental. E se tem uma obra que fez controle governamental, que mostrou essas possíveis manipulações do governo, que colocava como que o governo atuava, como que o FBI atuava, como que a CIA atuava, é Arquivo X mesmo.
São fotografadas vários objetos. A ONU não pode ser um avião. Ela teve um contato imediato de terceiro grau. Muito grande, parecia o sol. Ele está perseguindo o trono. Ele está perseguindo o trono. Ela está na frente.
A aeronáutica não divulga os resultados de suas investigações sobre objetos aéreos não identificados. Ela pega o barco no meu ombro, em baú, em baú, e segue o caminho. Tô tentando, tô tentando, tô tentando.
Olá, olá, olá, contatados e contatadas. Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais uma edição do O Contato Podcast. O seu podcast de ufologia que, nessa semana, traz contatos imediatos, Day Live, Arquivo X, Guerra dos Mundos e muito mais. Eu sou Vinícius Martins, mas pode me chamar de Vini.
E lá, de Jabotica Movie, Gustavo Cordacione, o George Clooney de Jabotica Ball. Como estás? O George Clooney? Como é que é o George Clooney? Grisalho? É, todo grisalho. Eu não lembro o nome do ator do dia D. Ah, como é que é o...
A pessoa fala que eu pareço aquele cara, não tem nada a ver, velho. Não, você tá parecendo o personagem do dia D. Pode ser que você não pareça o cara, mas o personagem do dia D você tá parecendo. O ator é o Colin Firth. Isso. Mas outro dia eu tava mostrando o trailer desse filme pra Natália, aí ela olhou e falou, caramba, parece você mesmo. É claro, numa cena que ele aparece a 30 metros de distância da câmera.
Não, negativo. Parece. Negativo. Tem na cena, todo mundo que viu falou assim, caraca, na cena que mostra o rosto dele, a cara dele, é você, velho, é você. Ele mostra a cara dele, mas tá a 20 metros de distância. Parece mesmo. Não, tem várias cenas que mostram a cara dele. Cara, é batata, velho. Todo mundo, assim, se eu conhecer uma pessoa amanhã, né, eu tô encontrando pela primeira vez, não conheço aquela pessoa.
Vai dar cinco minutos de conversa com ela e vai falar assim, tem um amigo que é a sua cara, velho. Todo mundo, velho, em todo lugar, velho. Tem um ódio disso, cara. Todo mundo tem algum amigo que é a minha cara. E nunca é bonito. Mas é... Eu já desenvolvi uma técnica pra isso. Quando alguém fala, tem um amigo que é a sua cara, eu falo, que sorte é dele. Exatamente.
O Colin Firth, uma coisa que é interessante, ele fez o Kingsman, né? Ele é o personagem principal do Kingsman. E ele tá muito diferente, cara. No Kingsman ele é totalmente diferente do personagem do dia D. É, nesse dia D ele tá estragado. Então por isso que ele tá parecendo comigo. Pode ser.
Ele fez um monte de filme. Ele fez o discurso do rei. É. Puta, muito filme. É um ator inglês, né? O cara é galanzão inglês. Um ator muito bom.
Bom, minha gente, hoje nós daremos continuidade nos trabalhos do episódio anterior, episódio que falamos sobre a CIA e Hollywood, fizemos todo o background ali sobre como que a CIA influencia no cinema, nas séries e em várias obras pelo mundo agora. Influencia. É. Ah, Badunz. Ah, Badunz.
Mas a gente acabou não entrando nos filmes, porque senão o episódio ia ficar muito longo. E a gente já explicou pra vocês, né, que a gente precisa dar uma encurtada nos assuntos. Então, esse vai ser o episódio que nós vamos continuar. Não estamos com o Eduardo Oliveira. O Eduardo Oliveira está em processo de mudança. Sexo? Não, ainda não. Ainda não.
E aí, com isso, a agenda dele começou a ficar, né? A agenda dele essa semana deu uma apertada. Mas está tudo bem com o nosso homem barbudo de Taubaté. Deixa, antes de começar o episódio, deixa eu fazer um aviso rápido para não...
pra justamente não ficar uma intro muito longa e a gente já partir pro assunto pra quem sempre acompanha o podcast e já percebeu, pra quem não percebeu então, infelizmente você perdeu algumas coisas bem legais mas assim, em quase em vários episódios, não vou falar em quase todos porque tem vários que não tem
No final do episódio, a gente deixa uma ceninha pós-crédito ali. No episódio passado, inclusive, é quase que uma parte de uns 10 minutos que eu deixei. É uma resenha, eu acho que uns 5 a 10 minutos, uma resenha nossa sobre cinema e tal, porque aí foi um papo que não entrou muito no que a gente queria falar, e aí eu coloquei pro final, né? O papo tá lá no episódio, mas eu coloquei pro final.
Então a gente acaba fazendo isso aí. Hoje nós faremos também, só que para dar alguns recados para vocês. Então para não entupir o começo do podcast com um monte de recado, a gente vai fazer no final. E eu peço encarecidamente que todos escutem.
principalmente você que é apoiador, porque às vezes o apoiador, a gente manda mensagem dentro do grupo, ele não consegue ver. Mas tem muito apoiador que nem está dentro do grupo. Então, você que é apoiador, escute até o final. Nós temos um recado importante para vocês. Esse recado está na... Começa a vinheta de fim do episódio ali no meio dela. É, isso. Exato. A gente se despede, você fica ali. Começou a vinhetinha do fim, você...
Fica ali que a gente vai gravar um recado pra vocês ali, trocar uma ideia com vocês sobre algumas ideias e algumas mudanças que nós teremos aqui no podcast, tá bom? E aí vocês vão entender tudo certinho.
Beleza, meu caro Gustavo Cornacione? Vamos lá então, cara. Vamos trazer mais uma parte desse papo referente à CIA e Hollywood e como a CIA influencia o cinema mundial.
Muito bem, meus caros, esse é um episódio de um papo que a gente gosta muito de falar, que é falar de cinema. Só que nesse aqui nós não vamos entrar na questão... Aliás, a gente vai entrar em vários méritos, né, Guto, de cada episódio, de cada filme, de cada obra, a gente vai entrar em bastante detalhe deles ali. Só que voltado no conceito do que a CIA trabalhou nessas obras.
Então, se você não ouviu o episódio anterior, recomendamos que ouça. É um episódio que vai dar para você ouvir tranquilamente sem ouvir o anterior, tá? Você vai entender o recado, você vai entender o que a gente está querendo passar. Mas, no anterior, a gente trouxe ali até alguns nomes de supostos agentes da CIA e alguns, aliás, de um suposto agente e de um investigador dessas situações.
que agregam mais ainda essa questão de que a CIA influenciou diretamente o cinema há muito tempo. Ela já vem fazendo isso há muito tempo. Então a gente recomenda que você ouça o episódio anterior. No primeiro episódio a gente contextualiza a parada. É aquilo, tipo, por que a gente está fazendo isso aqui? Então, para você poder entender.
Nesse aqui a gente vai falar de algumas obras. Vai ser basicamente isso. A gente vai pegar e entrar em algumas obras. O Eduardo é uma peça que seria muito fundamental nessa gravação, porque ele gosta muito do cinema também, manja bastante e, obviamente, iria agregar bastante.
a gente resolveu tocar, né? Até ele falou, pô, mas não é a parte 2? Toca lá, faz lá. Então a gente resolveu tocar. E obviamente, cada filme desse aqui merece um episódio à parte depois, tá? Um papo à parte num outro programa. Porque são várias obras bem influentes no meio, principalmente no meio da ufologia. Guto, vamos começar com a sua preferida, né? Porque naquele episódio nosso sobre cinema, da gente falar dos filmes que a gente gosta, esse foi o seu top 1, cara.
né? Ou, é, esse foi o seu top 1, não foi o do Eduardo, né? Ou não, foi o do Eduardo, esse foi o top 1 do Eduardo, o seu foi The Ting, né? Se eu não me engano. Isso, isso, mas eu sabia que o Eduardo ia colocar esse aí, por isso que eu não coloquei no top 1, mas tá lá também, velho. Bom, no como o Vinícius tá falando, no primeiro episódio a gente contextualizou a coisa toda, né? Falamos do como que se deu essa influência da CIA, o painel Roberts, falamos do Rob Graham, que é o investigador, falamos de um agente da CIA que era, fazia a ligação lá, né? Dos esclavos.
da CIA com Hollywood e tal. E a gente falou de um filme, né? Primeiro a gente deu... Falamos de um filme naquele episódio e agora a gente tem outros pra trazer. Aquele que a gente falou foi sobre O Dia em Que a Terra Parou, lá dos anos 50, e agora a gente traz um outro filme dos anos 70. Esse aqui já é conhecido de todo mundo aí. Contatos Mediados Terceiro Grau, de Steven Spielberg, de 1977.
contextualizando o lançamento desse filme, ele foi lançado no pós-guerra do Vietnã, então a guerra do Vietnã já tinha acabado, tava aquele clima de desilusão com o governo americano por tudo que já tinha sido revelado da guerra do Vietnã algumas questões complicadas da atuação dos Estados Unidos lá
E já tinha rolado também o escândalo de Watergate. Então a relação do público com o governo já estava deteriorando bastante. Mas também estava havendo um interesse renovado na temática de OVNIs. E o Steven Spielberg é um cara fascinado pelo assunto, desde moleque. Os primeiros curtas-metragens que ele fez também, não todos, mas alguns curtas-metragens que ele fez antes de se tornar um diretor profissional, quando ele estava aprendendo ali sozinho.
Esses curtas já envolviam ufologia, já envolviam discos voadores. Eu desconfio que tem alguns deles no YouTube. Mas quando ele lança esse filme, ele já era um nome de peso no cinema. Já era um cara conhecido. O enredo do filme tem um personagem ali, acho que todo mundo conhece, mas tem um personagem central, que é o Roy Neary. Ele é um eletricista, ele tem um encontro com um OVNI.
Depois disso, ele fica obcecado pelo assunto e ele tenta buscar cada vez mais entender o que aconteceu com ele, o que era aquilo e tal, né? A mensagem principal do filme como um todo é um contato pacífico e benevolente com uma inteligência extraterrestre. Tem todo o mistério e tal, mas não é um filme de terror, longe disso. Ele tem um pega bem de aventura, né, Gu? É bem...
ele tem um elemento ali no meio do filme, tem o momento do poltergeist ali que é um pouquinho mais tenso, né, que dá um medinho assim e tal mas passa longe de filme de terror e outra, o Spielberg não é o cara de ficar fazendo filme de terror, né, então ele dá um outro pega no filme é uma vibe parecida com o Guerra dos Mundos que é dele também, né
30 anos depois. Vai ter um momento ou outro ali que é de tensão. Você fica tenso ali, mas você pode até de repente uma cena ou outra tomar um susto, mas não é um filme de terror. E eu diria... Não é de terror. Você pode ficar tenso. Numa outra cena, você pode até tomar um susto, mas não é de terror.
Mas é verdade, cara. Pega Indiana Jones. Indiana Jones é do George Lucas, né? Ou é do Spielberg? Puta, agora me deu um branco, velho. Eu acho que é do Spielberg. É do Spielberg, né? É do Spielberg. O George Lucas... Vai estar o Ors, cara. É, não, mas acho que o George Lucas é produtor daquele filme do Indiana Jones, se não me engano.
Mas Indiana Jones é uma aventura. Tem umas cenas ali, velho, de vez em quando você toma um susto. É um jump scare ali, feito pra aquela hora mesmo. Só pra você tomar um sustinho. Mas o Contatos Imediatos não é necessariamente uma aventura também, né? Porque o filme não é muito corrido, agitado e tal. Eu acho que é mais um...
Tipo, um drama sobre contato alienígena e tal. Mas enfim, né? A história é basicamente essa. E quando o Spielberg foi produzir esse filme e tudo mais, né? Ele já tinha um nome Hollywood, né? Ainda estava relativamente no início da carreira dele, mas já tinha um nome. Já é um filme realizado com um grande estúdio e tudo mais. E nós falamos no episódio anterior que os roteiros, quando você vai ter alguma cena que envolve no filme...
Forças Armadas, ou CIA, Agência de Inteligência e tudo mais, não apenas a produção precisa às vezes de algum suporte ou de uma consultoria, como a própria Forças Armadas, a CIA, o Pentágono, intervém e fala, opa, vocês estão fazendo um filme sobre, deixa eu ver o roteiro, né? Rola isso. Falamos no primeiro episódio. E a reação, qual que foi a reação inicial da Força Aérea?
As pessoas que eram ligadas à Força Aérea pelo projeto Blue Book, que ainda estava na Força Aérea, e o Pentágono, de início, eles se opuseram ao roteiro. Eles não olharam o roteiro com muito bons olhos, não. Por quê? Segundo eles, o filme contradizia a política oficial de descreditar avistamentos e também pela ideia de contato pacífico. Para a CIA, para a Força Aérea, para o Pentágono, seria melhor se o filme ridicularizasse a questão, tornando tudo aquilo lá muito absurdo, né?
muito pastelão, digamos assim. E a ideia de um contato pacífico também desagradava. Era melhor que fosse uma ideia de um contato agressivo, né? Perigoso. E isso aí já caminhando de mão dada com a conduta que foi estabelecida lá pelo... Final Roberts. Final Roberts.
O governo queria manter a imagem de que OVNIs eram fenômenos naturais ou enganos, ou então se fossem apresentados no filme como uma coisa real, como algo muito fictício, muito cartunesco, sabe? Com o ET que é um vilãozão, quase um vilão de gibi.
E o filme do Spielberg trazia uma pegada mais realista. Tipo, olha, se isso acontecesse, seria assim, né? Poderia ser dessa forma. E isso desagradava a Força Aérea. O que acabou dando um pouco mais... Uma pessoa que foi essencial, não apenas dando consultoria pro filme, mas que ajudou a dar credibilidade junto à Força Aérea e o...
Pentágono, foi a intervenção do J. Alan Hynek, né? O astrofísico que trabalhou no projeto Blue Book, né? Ele foi consultor do filme, ele aparece no filme, tem um cortezinho lá, uma ceninha rápida que aparece ele olhando pro disco voador chegando, põe o cachimbo na boca ali, fica olhando pra aquilo lá.
Então ele não apenas deu suporte de consultoria pro filme, como ele convenceu, digamos assim, fez o meio de campo entre o Spielberg, o estúdio, a Força Aérea e o Pentágono, e junto deles a CIA também, pra que o filme pudesse acontecer. O Spielberg, foram pedidos algumas mudanças de roteiro.
Ele se recusou a alterar a essência do filme. Tinham coisas que seriam diferentes. O projeto Blue Book seria citado nominalmente no filme. Eles forçaram a tirar o projeto Blue Book. Ele aceitou tirar o nome do projeto Blue Book. Mas a essência do filme foi mantida. Existem outras questões que dizem que a Força Aérea e o Pentágono pediram que ele mudasse. E não tem ainda assim...
Não se tem muito consenso entre o que foi mantido e o que foi retirado do filme. Não se sabe muito bem. Mas o que se sabe é que algumas coisas foram alteradas a pedido da Força Aérea e do Pentágrafo. O filme, no fim das contas, ele foi produzido, né? Se tornou um sucesso de bilheteria e crítica. E ele reacendeu o interesse público em OVNIs pela possibilidade do contato.
como que é a representação do governo no filme. Inicialmente, o governo é mostrado com uma força de acobertamento e depois muda como um facilitador do contato. O governo, no início do filme, é apresentado bem dessa forma, escondendo informação, projetos secretos, coisas não explicadas. Mas no filme, você acaba vendo o contato porque o governo promove ele.
cria uma instalação lá no meio do deserto e tal. Então, é o governo que acaba promovendo aquele contato. Então, subliminarmente, você tem essa mensagem dizendo, olha, graças ao governo dos Estados Unidos, nós realizamos um contato com uma raça alienígena. Isso é uma das coisas que se diz que foi dedo do Pentágono e da CIA, da Força Aérea, de mudança de tom de roteiro, né? Que houvesse uma visão positiva a respeito do governo, né? Que no fundo, no fundo...
O contato aconteceu porque o governo dos Estados Unidos criou uma situação, uma estrutura ali, com toda a sua tecnologia da época e tal, e sua organização, sua logística, tornando aquilo possível. Então, você quer fazer um filme e tal? Beleza. Mas a gente tem que sair bem na foto. Então é isso. O local do contato, né? Aquela montanha lá, é um símbolo de mistério e revelação e é um local real e tem toda uma mística em torno daquele lugar.
O Valet, junto com o Alan Heineck, os dois foram consultores do filme. Então tem muita coisa ali no filme que os dois falaram pro Spielberg. Olha, tem um caso de tal época que aconteceu tal coisa, tal coisa. Coloca assim, né? Então tem muitas questões ali do filme que foram... O conhecimento do Heineck e do Valet de anos trabalhando no Blue Book, eles foram influenciando no roteiro também.
A diferença pro outro filme que nós falamos anteriormente, o Dia em que a Terra Parou, pro Contatos Imediatos. O Contatos Imediatos focava mais na experiência individual do personagem ali do Roy, da mãe de um menininho que é abduzido também. Focava mais na experiência...
experiência individual deles e na maravilha que era aquele encontro. Tá todo mundo tenso, mas não é um encontro negativo, não é algo ruim. Você vê na cara deles, tá todo mundo maravilhado quando o contato acontece.
Então, assim, o que a gente pode tirar de exemplo desse aqui? Que há uma certa dificuldade do governo em controlar algumas narrativas de diretores influentes. Quando o cara tem um nome maior, um peso maior, ele pode bancar algumas ideias do filme dele e fazer o filme acontecer. Nós falamos disso, por exemplo, do Platão do Oliver Stone. É um filme que não dá uma boa ideia a respeito dos Estados Unidos e de tudo mais, mas ele bancou o filme e conseguiu realizar a ideia dele.
Embora houvesse alguma oposição, o filme não foi totalmente picotado como acontecia com filmes mais antigos. Esses filmes que envolviam OVNIs antes, né? Era mais tipo filme B, sabe? Era aquele filme que não tinha um orçamento muito grande. Era aquele filme... Igual hoje a Netflix faz uns filmes ali que você...
Ninguém vai ver, mas ela faz ali pra encher o catálogo. Era meio que isso. Os estúdios precisavam fazer um filme ali pra lançar em umas matinê. Aí faziam os filmes de ET. E aí esses filmes aí, o Pentágono, o CIA, eles tinham controle total sobre o que saiu ou não. Porque não era um diretor poderoso fazendo. Era um filme feito ali com...
dos de dólar, então ali eles iam botando as ideias dele. Quando é um filme já mais, digamos assim, autoral, aí ele já era um pouco mais difícil, mas ainda assim, como até por questão de logística, de equipamento, às vezes você tem que fazer uma cena que você vai precisar efetivamente da ajuda da Força Aérea.
por te emprestar um avião. Então, ah, então você precisa? Então tá bom, vamos conversar. Eu quero que você mexa nisso aqui. Esse filme, apesar de tudo, ele oferece uma visão um pouco mais otimista do futuro da humanidade no cosmos. Ele traz uma ideia de uma amizade. Olha, nós podemos, talvez, nos espalhar pelo cosmos se nós tivermos amizade com essa outra raça. Porque não necessariamente eles são ruins conosco. O encontro ali foi pacífico.
Assim, encerrando essa questão do contato imediato terceiro graça, é filme clássico, todo mundo tem que ver, né? Mas, assim, enquanto alguns filmes lutavam contra a narrativa oficial, como é esse caso, outros já abraçavam mais a crítica social ou se tornavam ferramentas de propaganda, né? Esse é o caso de um próximo filme, outros filmes que nós vamos falar aqui agora. Um deles é um clássico filme... São dois filmes B, né?
São dois filmes B, um é dos anos 80 e o outro é dos anos 50. São um pouco, ou mais, trazem uma crítica social e o outro mais ferramenta de propaganda ideológica. Só vou fazer uma curiosidade aqui, Guto, do Contatos Imediatos de Terceiro Grau. Tem uma cena no final do filme que ela só foi inserida depois, né? Algum tempo depois essa cena apareceu. Na primeira transmissão dele, né? Nas primeiras... ...
É, nas primeiras exibições dele... Aquela do alien, aquele alien com os braços... É, ela não aparecia, e aí depois essa cena foi inclusa, e é uma cena que dá medo. É uma cena que já dá um medo, já dá um asco ali. Talvez até entrando nessa questão de que na época a ideia não era deixar as pessoas com medo, né? Hoje a gente acaba encarando diferente também aquela cena.
Mas naquela época, uma imagem daquela ia deixar com muito medo. Porque é feio, ele é asqueroso. É, até hoje é estranho, né, velho? Ele não necessariamente tá fazendo algum mal, ele só tá aparecendo, né? Mas causa uma aflição. A forma como ele aparece, né, cara? Ele aparece por baixo da porta, assim, olhando, é estranho. É estranho pra caramba. Se você nunca viu contatos imediatos de terceiro grau e gosta do assunto...
é top 5 e ele é top 5 filme de ufologia e facilmente ele é o top 1 filme de ufologia pode ser pra uma pessoa sim pra outra pessoa não, mas ele é excelente em todos os conceitos é realmente muito bom. Agora o próximo um eu assisti e o outro não até porque o de 1950 é sofrido é complicado pra assistir agora o de 1988 é legal o filme é bom, o filme é maneiro é um filme bem...
O orçamento baixo, o filme é o orçamento baixo e tal. Mas, pô, é da hora pra caramba o filme. É muito legal, eu gosto dele pra caramba. O final dele eu considero até um final meio triste, assim, né? Mas They Live, ou Eles Vivem, do diretor John Carpenter. John Carpenter que é um diretor também bem polêmico nos filmes que ele faz.
ele sim faz uns filmes de terror mais estranhos, né? Ficção Sentida e tal. Então, é um cara mais conhecido sobre umas obras assim. Então, assim, no Delive, qual que é a história? O personagem principal, ele é um fudido.
É isso. É um fudido. Igual nós, assim. E aí, num momento ali de situação crítica, ele acaba encontrando, se deparando com um óculos que toda vez que ele tá usando esse óculos, esse óculos mostra a realidade do mundo pra ele. Então ele coloca o óculos, ele enxerga coisas que nenhuma outra pessoa tá enxergando.
E aí, por conta desse óculos, ele endóida. O cara fica maluco e quer atacar o Estado, porque ele enxerga coisas... Ele vê os poderosos, né? Então, assim, os poderosos estão controlando o mundo.
Tem uma cena que é muito top, que é legal até ver, eu acho que em português, porque em inglês a tradução ficou, tipo, o escrito tá diferente, mas quando você vê a dublagem, né, na hora que faz a leitura em português, ficou bem legal que é uma hora que ele coloca o óculos e olha pro dinheiro, e aí no dinheiro tá escrito eu sou seu Deus, né, na dublagem, é muito bom, assim, então é um filme muito legal e uma crítica muito boa, é uma crítica bem feroz, assim, ao consumismo, ao poder, e...
A sociedade como um todo, né, cara? Esse filme ali é feito em 1988. Então você tá vindo ali dos anos do governo do Ronald Reagan. Nessa época, quais outros filmes fizeram muito sucesso? Wall Street, Poder e Cobiça, do Michael Douglas.
que mostra Wall Street como tem uma frase que ficou emblemática desse filme, que é greed is good, né? Tipo, ganância é uma coisa boa. Então, os anos 80 é uma época onde a União Soviética já estava em decadência ali, né? Tanto que no fim da década de 80, início dos anos 90, tem o fim da União Soviética e o neoliberalismo nos Estados Unidos com o Reagan. A Margaret Thatcher na Inglaterra, por exemplo, estava de vento em pouco.
Uma época conhecida muito por ser muito individualista, hedonista, né? O prazer a qualquer custo. Então, você tava tendo ali o início da epidemia de AIDS. Então, tava tendo uma visão muito de que assim, olha, esse filme é meio que uma resposta...
pra aquele momento ali de tipo, olha, nós, tudo que você vê é uma fachada só pra ti. Você é um consumidor, então por trás de todas as capas de revista, quando ele coloca óculos, né? Ele para em frente de uma banca e tem um monte de revistas lá com capas diferentes, mas quando ele coloca o óculos que ele vê tudo, vê a verdade, todas aquelas revistas estão escritas só uma coisa, assim, tipo, obedeça, compra.
São só ordens, né? São sempre ordens que estão escritas nos outdoors, assim, e também ele vê não todas as pessoas, mas algumas pessoas são alienígenas, né? Isso é outra coisa muito louca. Aí entra naquela história dos eles estão entre nós e tal. Entra na conspiração dos reptilianos. É, entra na conspiração total esse filme. A gente entra nisso aí, porque é aquilo de você olhar pra pescador. Os reptilianos são a elite que dominam o mundo, né?
Exato, exato. Então olha pra pessoa e aí ele vê e até é interessante porque a caracterização dos alienígenas é muito diferente. Eu não diria nem alienígena, parece zumbi os bichos, sabe? É bem diferente. É, parece uma caveira quase. É, parece um zumbizão. Tanto que não tem essa questão de que a Terra foi invadida, não tem essa questão.
Simplesmente eles estão ali. Eles já estão ali, né? É. Então, a mensagem do filme, né? Uma crítica ao consumismo, à manipulação da mídia e ao certo controle social invisível. Então, assim, por isso que esse filme, ele atrai as pessoas até hoje, velho. Porque consumismo, a gente tem hoje mais do que nunca. Manipulação da mídia e controle social invisível. Ué, rede social é basicamente o quê? A gente tem liberdade, por um lado, pra você expressar a sua opinião, só que você é mais uma gota no oceano ali. E você tá recebendo um monte de informação que você não sabe de onde vem.
Ele é bem contextualizado, o filme, né? Tipo, você pode assistir hoje, ele poderia ser facilmente refilmado e colocado elementos do mundo de hoje que ele ficaria a mesma coisa, assim, né? Eu não sei se eu gostaria, porque esse filme o pega de 1980, né? E outra, o John Carpenter. Pra quem não sabe, vamos lá.
Vamos citar aqui algumas obras de John Carpenter. Então assim, ó. Pra algumas pessoas, ele fez o melhor filme do mundo. Pra várias... Eu já vi muita gente falar isso. Que é Os Aventureiros do Bairro Proibido. Eu já vi muita gente falar isso. Esse filme é o puro suco de Sessão da Tarde, velho. É. E já vi muita gente falar que é o melhor filme do mundo. O melhor filme já feito. Então assim... Esse cara tinha uma paixão no Kurt Russell.
Porque tem Os Aventureiros do Bairro Proibido. E tem Fuga de Nova York. Fuga de Los Angeles.
Enigma de Outro Mundo. O Enigma de Outro Mundo, então, o clássico dos clássicos, né? Também filme top 5 da ufologia. E a franquia Halloween. Então, ele é o cara da franquia Halloween. Ele tem vários outros filmes bem clássicos que servem muito pro nosso conteúdo aqui. Ele tem um que chama A Cidade dos Amaldiçoados. Isso é um remake, né? É, que é bem doido também. Tem muito filme bom.
O original desse da Cidade dos Amaldiçoados é dos anos 50 ou 60. Fantasmas de Marte, cara. Filme ruim, mas bom. Enfim, né? Christine. Então, ele que filmou Christine, o livro do Stephen King, ele foi lá e ele fez o filme. Do carro, né? É. Então, assim...
carro assassino. Ele que inaugurou essa onda de filme de objetos assassinos. Pode ser. Eu lembro que eu tava, quando eu tava no colegial, a Globo anunciou hoje, no, sei lá, Globo, como é que é o nome? Supercine? É, o pneu desgovernado. O quê? Era um pneu que saía de um carro desgovernado e ia ser matando. Rumble, Rumble.
Rubber, Rubber. Rubber. Não, é Rubber. Rubber de borracha, né? Borracha do pneu, Rubber. Era um pneu que saia desgovernado pelo país, ele não parava nunca e ele ia matando pessoas no caminho. Cara, e o pessoal gosta desse filme, fala que esse filme é muito legal, fala que ele é muito bom, muito maneiro. Só que ainda assim, tipo, o Christine é um livro, né? Tem um livro, o Stephen King e tal. Agora o Rubber não.
Sobrei, é só uma história muito louca. Mas enfim, né? Então a gente tem o Day Live aí. Filme top, recomendado demais. E vem contra a partida de 1950, que a gente tem o Flying Saucers. O Flying Saucers eu nunca assisti. Não sei como que é o filme. Eu já vi umas cenas dele. Então assim, é um negócio... É 1950, né, gente?
É aquela coisa, né? O cinema da década de 50. O Dia que a Terra Parou também é de 1950 e o filme é bom, né? Você tem um filme de 1930 que é o Metrópolis, que é... Maravilhoso. Maravilhoso. Só que o filme é aquele jeitão de 1930. Então, assim, Flying Saucers é um filme bom só que ele é de 1950. Então, ele é aquela coisa estranha, né? Então...
Não pode ver achando que você vai ver o Transformers hoje. É, exatamente, não dá. Aí, o contexto disso aí, né? Então, 1950, a gente vem pro mesmo contexto do dia que a Terra parou. O mesmo contexto, né? A mesma coisa. Final de Primeira Guerra Mundial, começo da Guerra Fria. Só que esse já teve um apoio do governo americano, né? Da Força Aérea, enfim. Por quê? Como que é o enredo disso aí? Um agente americano, ele é enviado pro Alasca.
para investigar o avistamento de discos voadores soviéticos. Lembra quando a gente falou, fazendo um parênteses aqui, quando a gente falou do episódio da base de São Martim, a gente falou que a Antártida, Alasca, Polo Norte, Polo Sul, tem conspiração, tem muita conspiração. A gente falou de dois filmes aí, Enigma de Outro Mundo e The Flying Saucer.
É, exatamente. Porque você tem essa... Esse negócio aí de... Num lugar remoto e tal. Então tá lá, os caras foram lá buscar um suposto... Uma suposta nave que caiu e era dos soviéticos, né? E aí já...
é uma ameaça, porque a nave é dos soviéticos, né? Então, e o foco do filme não é a ameaça dos alienígenas, é a ameaça soviética. Esse é um ponto. A gente comentou sobre isso no episódio passado, né? De que usava-se muito dessa alegoria dos filmes pra falar do desconhecido. E o desconhecido não era exatamente alienígenas.
e sim o inimigo político, o inimigo geopolítico daquele momento, né? E era claramente alinhado ali com a garra fria. Então é uma coisa que é muito óbvia da gente ver. E aí você tem essa questão de que os OVNIs vão ser utilizados como arma, a tecnologia na mão do inimigo é um problema.
vai totalmente em contraste também com o dia que a Terra parou na mesma época. Então, o dia que a Terra parou, vem ali aquela mensagem, né, do alienígena que quer tentar salvar a Terra, salvar a humanidade e tal, e esse filme já vem e fala não, alienígena veio pra cá, é um problema, tudo que é alienígena é um problema. É isso que é interessante, a gente, na mesma época, a gente consegue perceber que já em 1950...
é o começo do cinema. A gente tem que lembrar disso, tá? O cinema começa no início do século passado, mas no meio ali de 1950 é que as pessoas começam a conseguir ir no cinema, acompanhar o cinema. É, assim, o cinema já era uma... Quando ele começa, no fim do século 19 e início do século 20,
O cinema, ao contrário do que é hoje, era uma diversão, uma forma de entretenimento popular. Então era muito barato ir no cinema. Por isso que era tido até como uma arte menor em relação aos outros. Então era uma forma de entretenimento barata. Durante a Segunda Guerra, ninguém tinha TV em casa. Então o cinema era onde o governo americano, antes da sessão de cinema, antes do filme, passava lá as cenas da guerra.
um jornal informando as pessoas de como estavam andando as coisas na guerra lá na Europa. Então assim, já tinha um público, mas nos anos 50 você já tinha uma indústria já formada, digamos assim. A indústria do cinema de Hollywood já estava em andamento. Então você já tinha, assim, grandes astros da música já tinham filmes no cinema. A indústria musical e a indústria do cinema já estavam se fundindo. Você tinha Frank Sinatra fazia filme. Os grandes nomes da música eram assim...
apareciam em filmes de cinema. E esse filme aqui, o The Flying Saucer, nessa época, ele entra naquela formato que eu falei, é um filme B. É, um filme B ali, sessão da tarde pra pros jovens, assim, pra molecada, público masculino que era o maior alvo deles. A história gira em torno de, assim, é uma corrida entre Estados Unidos e Rússia pra capturar um ovni que caiu no Alasca. No Alasca. Então, é uma...
Coisas que a gente já discutiu, né? A gente fala, pô, o que será que a Rússia tem? O que será que a China tem? Então, em 1950, já tinha um filme que colocava esse cenário. Caiu um disco voador no Alasca, Estados Unidos e Rússia estão correndo pra pegar. Só que o filme...
estava no contexto da Guerra Fria. Então, se a Rússia pegasse para os Estados Unidos, ia ser muito ruim. Era essa a ideia que tinha que se passar no filme. Os alienígenas, eles são uma ameaça, mas o foco, a preocupação do filme não é assim, meu Deus, os alienígenas. A preocupação é, meu Deus, os soviéticos vão pegar o disco voador antes de nós.
Entendeu? É essa a questão, usando o OVNI como um pretexto ali pra reforçar esse... Como é que eu vou dizer? Estereótipo, né? Um estereótipo. É, a ideologia de que, olha, eles são nossos inimigos, então o inimigo vai ser sempre retratado de uma certa maneira. Tinha uma propaganda ideológica por trás do filme, né?
claramente alinhada com a narrativa da Guerra Fria, promovendo o medo do inimigo comunista. Esse medo, na realidade, estava se manifestando o medo da ameaça nuclear. Um lado podia destruir o outro. E esse filme contou com algum nível de apoio governamental.
quanto à aprovação do roteiro. E ele estava alinhado com a visão que a Força Aérea e o Pentágono e a CIA gostariam que fossem promovidas no cinema. Ao contrário do Day Live, que era um filme tão crítico que ele não teve apoio nenhum de agências governamentais.
Isso acabou impactando muito no filme O filme é de 1988 O orçamento do filme, cara E isso é muito louco, velho Porque hoje é um filme cult, né? Todo mundo sabe do Daily Live Todo mundo que gosta desses assuntos aqui Conhece Você vai encontrar facilmente Canal de vídeo Canal de crítica de filme Review de filme em português Falando desse filme Então é Um filme cult e popular O filme foi feito com um orçamento De 3 milhões de dólares Você não filma um episódio De uma série do Netflix Com esse orçamento
Na hora que no Day Live, os óculos que o cara pega, você vê, mano, tipo, bagulho vagabundo. É óculos vagabundo, né? Parece que falaram assim, putz, esquecemos de comprar, de fazer os óculos. Vai ali naquela farmácia ali, eles vendem uns lá. Pega um lá, vai. Não tem dinheiro, tô a DRL aqui. Muito vagabundo, cara. Você olha aqui, você fala, meu Deus, não é um óculos tecnológico que não sei o quê. Não, é um negócio vagabundo mesmo, assim, que eles usam. Realmente, e é um elenco que... ...
Você não sabe quem é quem. É muito confuso o elenco também. O ator principal era um lutador, né? Um cara da luta livre. Não tem nenhum ator famoso e tal. O filme é todo, assim... É um filme B muito bom, sabe? Se tivesse um orçamento maior, eu não sei se estragava o filme. Eu acho que ele é bom do jeito que ele é, velho. Feito desse jeito. Por isso que eu sou contra que façam um remake, velho. O filme tem todo um charme justamente de baixo orçamento.
Mas aí, assim, você tem um filme que é crítico... Esse filme critica várias coisas. O governo, o sistema, os bancos, o consumismo, tudo mais. E coloca os alienígenas ali como quase uma caricatura das pessoas poderosas. Olha, os poderosos não são como nós, eles são outra coisa.
E essa visão, obviamente, não teve apoio. Quando tentaram fazer a ligação, pegar algum apoio de Forças Armadas, algum tipo de cena e tal, zero. E mais 38 anos antes, o Flying Saucer, ele foi aprovado facilmente. Não pode fazer essa ideia, é muito boa, gostamos. Agrada.
Manda bala. O Flying Saucer ele não se tornou... Ele é um clássico cult hoje, mas na época quando ele saiu, ele não teve um impacto assim tão rápido de se tornar um filme cult como o The Live. O The Live foi recebido como, nossa, um filme B que porcaria pela crítica, mas o público adorou, né? E aí com o tempo o filme foi ficando cult, passa da bolha da ufologia. O Flying Saucer fica mais ali no pessoal da ficção científica da ufologia que conhece.
É uma coisa legal que tem no Fly Saucer, né? Nesses filmes todos que a gente acaba tendo, e é algo que a gente terminou o episódio passado falando. Então, assim, a partir desse momento, você vai assistir um filme, vai ver uma obra voltada à ficção científica, principalmente essas obras voltadas à espionagem, à guerra, à ufologia, essas coisas.
coisas, parar pra pensar nessas mensagens ocultas que estão nos filmes. Hoje em dia se fala muito sobre isso. As pessoas debatem bastante sobre qual que é a mensagem que o filme quis trazer. E tem, você vai encontrar na internet, fóruns em fóruns, toda vez que vem um filme que ele não é contando a história de alguém.
alguém, vai ter ali toda a resenha de, tipo, entenda o final do filme tal, entenda quem é tal personagem no filme tal, né? Por exemplo, um filme que dá uma polêmica danada, já deu uma baita debate esse filme dentro do grupo de apoiadores.
apoiadores que você pode fazer parte no link que está abaixo aqui do nosso episódio, pra você fazer parte da nossa comunidade de apoiadores é baratinho, só você clicar no link e aceitar fazer parte beleza? Tá aí embaixo, rapidinho, não dói e é bem baratinho. Mas lá no nosso grupo de apoiadores, saiu um debate forte sobre o Matrix, né qual que é o real, a real mensagem do Matrix
Cara, tem N interpretações, aí tem a interpretação dos criadores, tem a interpretação de várias pessoas. Hoje, no dia que a gente está gravando isso aqui, eu vi um vídeo que tem o Neil deGrasse Tyson numa entrevista com o Lawrence Fishburne. Ah, pode criar, né? E aí ele vai fazendo toda uma comparação com o Neil, o Neil e vários outros elementos da história inteira do Matrix.
como Jesus Cristo. Então, tipo, o Neil é o escolhido, o Cypher é Judas, aí o Morpheus seria João Batista, né? E você vê o filme, cara, é facilmente interpretável isso aí, né? Tem várias, várias e várias e várias e várias elementos ali que vai te colocar nessa interpretação. E você tem o próprio Lawrence Fishburne, que tá ali...
colocando essa interpretação também. Ele fala, ó, quem que é o Morfeu? O Morfeu é João Batista, né? Cara, todo filme que tem esse lance de, tipo, o escolhido, puta, já... É, é, é muito difícil você não fazer. É, é muito difícil. E você ainda tem a questão de várias outras histórias. Você tem a jornada do herói, você vai ter uma porrada de interpretação. É a Duna mesmo, né, cara? Sim, nossa senhora.
ou escolhido ali. Duna é muito mais um filme religioso do que uma ficção científica ali. É. Pano de fundo é ficção científica. Exato. E aí esses debates são sempre presentes em todos esses filmes que vem com uma mensagem diferentona e tal. E aí a gente...
começa a se perguntar, né? Quando é que a gente tá vendo algo que tem essas mensagens, essas mensagens subliminares, mensagem oculta, e quando tem esse controle governamental. E se tem uma obra que fez controle governamental, que mostrou essas possíveis manipulações do governo, que colocava como que o governo atuava, como que o FBI atuava, como que a CIA atuava, é Arquivo X, meu.
Não tem série que colocou isso mais evidente na nossa cara. E é engraçado como que o arquivo X usa dessa mensagem para falar de coisas insólitas. Eles usam do insólito para mostrar. O governo tem agentes infiltrados, agentes que sabem das coisas, o governo sabe das coisas e vai ter todas essas questões. Então, assim, arquivo X, ele rompe...
muito a barreira da realidade. Ele rompe bastante em vários momentos. Você tá assistindo ali, você fala, caramba, parece que eu tô vendo algo de agora. E é uma obra que começa lá em 93. O Arquivo X começa lá em 93. Se você nunca assistiu o Arquivo X, não precisa assistir inteiro, é muito comprido, é muito longo.
muito bom. É, do meio pra frente vira uma pataquada só, mas se você conseguir chegar até a quarta, quinta temporada e assistir o primeiro filme, você não vai se arrepender, né? Porque são histórias muito boas. Você tem a lore do Arquivo X, né? A história principal do Arquivo X, que é o Mulder, né? O Fox Mulder. Sendo aquele agente que quer descobrir as conspirações do governo.
E a Dani Scully, que é a parceira dele, que fica, cara, você não pode acreditar nisso, mas aí algumas coisas acontecem. E até ela fica, ih, rapaz, não é que... É, então, ali ele é o Believer e ela é a cética, né, cara? A série gira em torno de um Believer e uma cética dentro do FBI, né?
E na vida real é o contrário. Pra quem não tá ligado, na vida real é o contrário. O ator que faz o Mulder não acredita em nada e a Dani Scully, né? A atriz que é a Dani Scully, acredita. É muito doido isso aí também. Mas a história é isso aí. E ele vive narrando do CL, documentário de Oven, do David Dukov. Sim.
Sim, e ele não é muito believer. Vou pagar os boletos. Aí você tem no meio da... É uma série que você não precisa assistir ela linear, então você pode assistir ela solta, mas se você conseguir pegar os episódios que são da lore, é muito bom porque você tem uma linha ali que segue a história, que é muito interessante.
só que os episódios que são soltos tem alguns que são melhores até do que a própria série tem um excelente tipo o monstro, tinha toda uma questão o Duque sabe falar bem essa parte que é o monstro da semana tem todas essas questões tipo o episódio da semana é o monstro da semana tinha um episódio por temporada ou dois que era mais cômico tinha alguns que era só focado em coisa sobrenatural mesmo, então tem um que eu lembro que é sinistro pra caramba que é um...
parece que, eu acho que é um demônio, alguma coisa assim que tá num moleque e é muito sinistro, o episódio é bem intenso, tem uns episódios que são mais terror tem episódio que é homenagem a obras, então tem uns dois ou três episódios que homenageia o The Thing, né, que é o
É cheio de referência. Tem muitas, muitas. E a gente vê muita obra hoje que é referência a alguns episódios. Tipo, um episódio virou um roteiro de um filme inteiro, do Arquivo X. Uma premissa ali daquele episódio.
É, exato. E criou a frase icônica, o slogan icônico que é a verdade está lá fora. Então é incrível. A imagem, aquela imagem do disco voador e aí você tem o Eu Quero Acreditar, que era a imagem que ficava no escritório do Moldor. A maioria da galera que gosta um pouco de ufologia tem essa foto, acaba tendo essa foto no quarto. Então virou uma marca. No Arquivo X eu acho que é a grande obra.
Mano, você bota qualquer notícia de jornal, qualquer lugar no mundo, jornal na TV, qualquer matéria na TV de um jornal que vai falar sobre OVNI e os caras põem a música de Arquivo X no fundo. É, exato. Toda vez. O criador da trilha da abertura de Arquivo X está milionário ganhando só o direito autoral de tanto que os jornais usam a música, sabe? Já virou até uma coisa... Ou não, né? Porque a galera usa tão à toa que não deve ter direito autoral mais.
É, é, é. Mas virou até uma coisa assim... É uma marca. Virou uma marca, mas dentro da pessoal da ufologia, assim, isso já não pega bem, né? Porque você vai falar de um assunto sério, alguma outra coisa, qualquer notícia, não...
necessariamente coloca uma trilha sonora pra música pra passar uma notícia. Quando vai falar de OVNI em jornal, assim, na TV, eles metem lá a música do Arquivo X e já dá, tipo, quebra um pouco a realidade do assunto, entendeu? Já dá uma... Não é necessariamente uma ridicularizada, mas você já, né, tira um pouco a seriedade daquela apresentação.
O Arquivo X foi lançado em 93, né? Então, tipo, a gente estava ali no fim dos anos 80. Ali no meio dos anos 80, você teve o escândalo dos Irãs Contras. Irã Contras, né? Foi um escândalo envolvendo o Pentágono durante a guerra do Irã-Iraque, nos anos 80. Então já tinha escândalo. O Reagan foi salvo nisso aí. Ele podia muito bem ter rodado, tomado um impeachment, mas ele foi salvo.
a desconfiança que já vinha desde a Guerra do Vietnã, você já tinha tido a revelação do MKUltra, caso Watergate, então já tinha duas décadas aí que a relação do público com o governo americano já tava bem deteriorada. E aí o Chris Carter, ele queria capturar esse clima da época ali, né? Olha, não confio no governo.
o enredo central ele gira em torno de dois agentes do FBI então você vê as conspirações governamentais e casos paranormais pelas entranhas por fora, por dentro de onde aquilo acontece
A série, ela gira sempre em torno de conspiração, acobertamento de OVNI, experimento secreto, alienígena. Essa questão do tipo do monstro da semana, a fórmula de Arquivo X é perfeita, porque ela pega essa questão do monstro da semana, é uma fórmula de série de TV dos Estados Unidos que já vendei desde uns 60, 50 anos.
Se você pegar nos anos 40, as primeiras aparições do Batman, do Super-Homem, eram na TV ou então passavam em matinê. Só que eram séries, né? Eram séries de episódios curtos de 20 minutos no máximo, que passavam na matinê ou então passavam na TV. E você tinha o Batman lutando contra um vilão, o Superman lutando contra um vilão.
Isso passa pra ficção científica, você vai ter nos anos 60, Star Trek, Perdidos no Espaço e tal. E você tem até um arco narrativo um pouco mais longo, uma história que vai se construindo ao longo dos episódios, mas se você pegar um episódio aleatório e colocar lá pra ver, você vai ter uma história com o começo, meio e fim ali também, né?
No fim da conta, o Arquivo X pega uma fórmula que já era bem clássica, vinha ali desde, além da imaginação, Twilight Zone, essas outras séries que eu falei, uma fórmula bem clássica e atualiza ela com aquele clima de desconfiança do governo. Não podemos confiar no governo, o governo está escondendo coisas da gente.
E o ingrediente do assunto é, nós vamos mostrar isso como? Bom, com conspiração de ufologia, coisa paranormal e monstros. Então, cada episódio vai ter uma história relacionada a isso. E o arco dramático que você tem ao longo da história são os próprios protagonistas.
É ver como que aquele cara começa a série e como ele termina, né? O Mulder começa como ele já é believer. A questão dele não é acreditar naquilo, não. A questão dele é entender, ter prova, conseguir mudar alguma coisa, né? Ter a questão da irmã dele e tudo mais. E a Scully, ela é assética. Então, o arco dela é de como ela vai lidar com as coisas que ela vai ver. Até o que precisa acontecer pra Scully passar a acreditar que aquilo ali existe.
Tem umas coisas que acontecem no meio da série que você fala assim, Cara, porra...
Por que que acontece isso com a Scully e não com o Mulder, mano? É muito sacanagem. É. Tipo, na segunda temporada, ela simplesmente pega um feto de um alienígena na mão. E o Mulder tá todo ferrado.
E ela pega aquilo ali e tal. E aí chega na terceira temporada, ela tá ali duvidando. Você fala, mas mulher, você pegou a alienígena na mão, velho. O que você quer mais, sabe? Ela tava na etapa da negação. É, aí no começo da temporada, acho que o primeiro episódio, o primeiro ou segundo episódio da terceira temporada, ela tá num beco lá que passa um monte de ETzinho perto dela ali e tal. Tá escuro, mas passa um monte.
E aí ela viu uma luz no fim do túnel e tem a silhueta de um ET lá e ela não acredita. Ela não acredita. E fora uma porrada de coisa que vai acontecendo com ela. Você fala, mas mulher, você tá vendo o negócio? Por que você não acredita, sabe? E o Mulder fica naquela de tentar achar, tentar achar e não chega em lugar nenhum. Dá dó pra caramba dele várias vezes. É uma série muito boa. Como é que foi, assim, a reação inicial do FBI?
Ele começa falando, não, legal, vocês querem fazer? Vai lá, faz o negócio, né? A gente mostra algumas coisas pra vocês, tal. Só que não demorou muito, o FBI já começou a falar, cara, então, a série é legal, maneira, mas é divertida. Não tem nada de realidade. O FBI começa a querer quebrar tudo que tá ali. Então, tipo, o vice-diretor do FBI na época, que é o John E. Otto, ele foi perguntado.
E aí o pessoal falou, e aí, o que você acha? Eu falei, ah, é divertido, mas muito imaturo. É totalmente irrealista. Por quê? O FBI, o Arquivo X, ele começou a mostrar algumas coisas. Que é como eu disse, se você assistir hoje, você vai falar, caraca, como que pode os caras ter colocado isso numa série assim?
E tem a história de que no meio das produções, aconteceu um momento onde o John Carter, o Chris Carter, aliás, ele chegou a conversar com alguém ali do FBI e tal. E aí os caras falaram, cara, cuidado que você está chegando muito perto de algumas informações aí. Eu não sei como você conseguiu isso, mas você está chegando muito perto. E tem um outro fator que corroborou demais para o arquivo X ficar forte nessa época.
Em 1989, surge um personagem que agora, nesse momento, está muito em foco, que é Bob Lazar. E aí o Bob Lazar vem e fala da Área 51. Com isso, você tem o arquivo X pegando nessas... Pouco tempo depois, né? É, pouco tempo depois. Tem um episódio, que acho que era a primeira temporada já, que o...
O Mulder cai numa... Cara, pra mim, é um episódio que é sobre o Bob Lazar. Porque é bem isso. O Mulder, ele vê umas naves... Tipo, ele fica sabendo de teste de nave naquele lugar. E aí, ele vai até lá. E ele vê a nave sendo testada, tal. E aí, ele acaba caindo numa cilada lá.
E vem um triângulo preto sobrevoando ele. E fica aquela mensagem de tipo, isso é da Terra ou isso é alienígena? Porque não mostra o que que é, mas é uma nave, um triângulo preto, voando ele, sobrevoando sobre ele. Cara, aquilo é muito Bob Lazar. É total Bob Lazar. Então assim, a série ela ganhou muita força por conta disso.
E aí você vai forçando essa questão de que o Mulder vai colocando que o governo tá sempre escondendo alguma coisa, a Scully vai falando, não, cara, deixa disso, isso aí é pura paranoia sua, isso aí não tem nada a ver, não é bem assim, isso aí deve ter uma explicação, porque a Scully, ela é médica na série, né? Então ela é biomedica, ela é médica, tal, manja pra caramba de tudo, então tudo pra ela a ciência explica. E aí o Mulder fala, então... Ela sempre tenta encontrar uma explicação racional pras coisas, né?
Sempre, sempre, sempre consegue. E aí tem hora que dá uma bugada, né? Cara, é por isso que na série é com ela que acontecem as coisas. Porque se acontece com o Mulder, o impacto é menor, entendeu? É, com certeza, com certeza. Aí você tem a figura clássica do... O Canceroso. O Canceroso é uma figura clássica. E eu não lembro o que a gente estava comentando no grupo de apoiadores. Alguma coisa desses denunciantes aí. E a gente falou, cara, esse maluco aí era o Canceroso.
Eu não lembro quem que foi que a gente se referiu Isso, porque era o cara É o cara que manja de tudo Eu acho que foi aquele cara que morreu, Guto Que fez a entrevista lá de duas horas E depois ele morreu Uns meses depois
Tem episódio sobre ele aqui. É, a gente gravou sobre ele e tal. Esqueci o nome. Esqueci o nome de todo mundo hoje, velho. Esse cara, eu lembro que a gente chegou, acho que até no episódio dele a gente referiu a ele sendo ele o canceroso, né? Que é o cara que fuma lá, manda em tudo. Ele é de dentro do sistema, mas ele vaza informação, ele vai meio que orientando o mundo, vai pra cá, opa, foi demais, volta, sabe?
É, você não sabe se o cara é amigo ou inimigo. É, você fica nessa daí, né? E aí, obviamente, né? Quem assistiu o Arquivo X naquela época foi picado pelo bichinho da ufologia. Naquela época, quem acompanhou o Arquivo X não teve quem não ficou picado pelo bichinho da ufologia e aí fica... É um legado, foi passado e é passado até hoje, né? Eu acho que, cara, 80% das pessoas que gostam de ufologia hoje é porque acompanhou o Arquivo X em algum momento da vida, sabe? Teve um contato ali com o Arquivo X.
Ou era criança, mas o pai via, sabe? Lembra de memória, assim. Mas acho que o principal... Cara, porque você pega, assim, né? Essa questão toda, né? Por que o FBI não estava implicando com a série? Porque a série, ela minava a confiança do público na agência, né? Ela promovia uma paranoia que, olha, eu não posso confiar no FBI. O governo tá mentindo pra mim.
Você já tá vendo isso acontecer ali na realidade, né? Os agentes do FBI, eles eram apresentados como parte de uma conspiração e tal, né? Então tudo isso aí era meio prejudicial pra agência, pra imagem da agência, né? E por mais que a série fosse ficção, muita gente via ela como um reflexo da realidade. Cara, tipo, é basicamente hoje o pessoal falando do filme do Spielberg que vai vir aí.
o pessoal olhava para o arquivo X e enxergava olha, estão contando verdades disfarçadas para a gente aqui numa série mas tem coisas que são verdades e é mais ou menos esse sentimento que muita gente está esperando esse filme do Spielberg olha, vai ter umas verdades reveladas aí no meio vão falar que é um filme só mas tem o próprio Spielberg que está alimentando isso aí, falando que o filme é muito mais realidade do que ficção, já deu declaração nesse sentido mas assim, eu acho que se você tirasse arquivo X é bueno
Se não tivesse existido o Arquivo X hoje, a ufologia seria muito diferente, velho. Ah, seria. Teve um impacto enorme, cara. De popularização das ideias, dos temas e tudo mais e tal. Mas acho que mais até do que solidificar, fortalecer a ideia de que, olha, discos voadores existem, aliens existem, essas coisas todas são reais. Mais do que isso é a ideia de que, olha, o governo esconde segredos. Sim.
Porque essa é a grande premissa do Arquivo X. Que ela deixa, assim, a ideia que ela implantou na cabeça das pessoas e que ficou de vez, sabe? O governo tá escondendo. Se ele fala que não sabe de nada, ele tá mentindo. Se ele fala que sabe, eu não acredito no que ele falou, porque ele tá falando pra me enganar, sabe?
Mais ou menos isso, né? Então a série alimentou essa desconfiança e tal e a gente tá falando, né? Que essas agências... O episódio leva a CIA no nome mas isso que a gente tá falando vale a CIA, FBI, Pentágono e tal, né? E a gente pode se perguntar até que ponto a ficção pode moldar a percepção pública sobre a verdade e, pô, muito, né? Pode moldar muito. Você vê esse caso que tá acontecendo recentemente aí do... aquele outro atentado que teve agora recentemente contra o...
Trump lá, a quantidade de pessoa que olha praquilo e fala isso é mentira, isso foi encenado é absurda, sabe? Não tá sendo uma coisa é uma teoria da conspiração seja qual for a verdade. Alguém tentou fazer aquele atentado ou se o negócio foi encenado, é uma teoria da conspiração ali. Agora, essa teoria de que foi algo encenado, ela não tá sendo discutida tipo no Reddit em fóruns obscuros da internet. Não, os caras tão falando isso no jornal na TV nos Estados Unidos, sabe?
Então você vê uma ideia que uma série melhor do que qualquer outra implantou e uma desconfiança que tá aí até hoje. E a realidade vai trazendo ela de volta.
A CIDADE NO BRASIL
Passando para um outro filme que esse eu gosto muito, esse já vem com uma cara um pouco diferente, né? Ele já não vem tanto com a questão de colocar informações para a gente pensar e tal. Ele já vem com uma questão mais de mostrar coisas de forma intencional, né? Que é o Guerra dos Mundos de 2005, não o da década de 50. Inclusive, Guto, se a gente parar para pensar no da década de 50, ele vem com a mesma mensagem, será?
Vem um pouco também, né, cara? Porque ali a gente estava na Guerra Fria, né? Então tem todo o medo e a paranoia da Guerra Fria, né? A ameaça soviética. E Guerra dos Mundos, 2005, então, assim, quatro anos depois dos atentados de 11 de setembro, né? Então você tem o medo de um ataque, o medo de um ataque repentino.
Aquelas cenas lá de pessoas correndo no meio da rua enquanto prédios caem. Esse negócio tinha acontecido quatro anos antes. Então, pega uma lembrança, um sentimento que ainda era real ali nas pessoas.
coloca na tela, usa aquilo lá com um outro cenário, outros personagens, mas você tá tocando uma experiência real que as pessoas tiveram, né? O filme foi lançado num período de grande ansiedade sobre ameaças externas, né? O...
A lei de segurança nacional nos Estados Unidos mudou depois do atentado de 11 de setembro. Você teve o Patriot Act, que é o ato patriota, lei patriota. E a própria questão de privacidade, espionagem dentro dos Estados Unidos, das pessoas serem espionadas. O Edward Snowden trouxe aquelas informações todas dizendo que a NSA espiona todo mundo aqui dentro desse país. Vem nesse contexto aí.
Como que foi a relação, nesse caso, mais próxima com o Pentágono desse filme? O Pentágono, ele forneceu apoio bem significativo à produção do filme, né? Você tem um grande nome, Spielberg, mais uma vez. É um blockbuster. Você tem um dos atores mais populares do mundo, Tom Cruise. Eu ia falar agora. Eu ia falar agora. Você tem um Tom Cruise na história, então...
Você tem duas grandes marcas no filme, né, velho? Guerra dos Mundos, que já é um nome conhecido e tal, ia fazer um remake de um filme clássico com Steven Spielberg e Tom Cruise. Putz, né? Tá tudo muito bom, né? É uma bela escalação. Então o Pentágono, ele apoiou a produção e ele viu que o filme oferecia uma oportunidade pra retratar os militares de uma forma heróica e competente, né?
Porque a salvação ali, com quem aqueles personagens podem contar de alguma forma? Quem que tá tentando salvar as pessoas ali? Mesmo que seja uma pessoa muito pequena, que não possa ter um impacto muito grande. Você vai ter um soldado, você vai ter... A sociedade tá colapsando e quem meio que vai conduzindo as pessoas, tentando fazer alguma coisa, são as Forças Armadas, né? Então...
Não tem nesse filme nenhuma crítica pesada às Forças Armadas. O Pentágono, o Exército, Força Aérea e tal, são mostrados como heróicos nesse filme. E teve algumas mudanças no roteiro por influência do Pentágono. Por exemplo, a inclusão do caça F-22 em uma cena crucial mostrando superioridade tecnológica. Você lembra dessa cena, Vinícius? Caça?
Cara, eu lembro, eu lembro, só que eu tô até me perguntando aqui, porque quando eles começam a conseguir derrubar os tripods, eles derrubam com um tiro de panzer, quando os tripods começam a cair. Todas as outras vezes, foi massacre, tá ligado? Todas as outras vezes, tomou pau. E olha que eu já vi esse filme várias vezes. Mas se eu não me engano, tem alguma coisa ali, algum momento, alguma fala, falando só os F-22 podem, não sei o que lá.
Ah, eu acredito que sim. É um negócio muito sutil, assim, sabe? É um negócio muito sutil. Que tá falando que... É, eu acredito que sim. Outros países ao redor do mundo tentaram, só o F-22 é capaz de fazer tal coisa. É. Então já tem uma mensagenzinha ali demonstrando uma superioridade tecnológica. É aquilo que a gente tá falando, né? Eu nunca assisti esse filme com essa visão. É um filme que eu adoro, cara. Pra mim, eu tava até olhando aqui, é um filme de 132 milhões de dólares.
É um filme de aventura, né, velho? É um filme de aventura ali, de suspense, né? Aquela cena na cabana é terrível, é tensa pra caramba. Eu acho aquela cena fantástica, porque é um silêncio, né? O silêncio ali incrível que eles têm que fazer por conta do tripod lá.
E assim, a história é um pouco diferente, mas não tão diferente da história do livro. O desfecho é muito semelhante, então não destoa da história do livro, é bem parecida. É diferente do Guerra dos Mundos, que saiu agora, que é terrível, é tenebroso, é asqueroso, sabe? Tudo de ruim.
É melhor fingir que não aconteceu, né? É o pior filme que eu já vi na minha vida. E olha que eu já vi filme ruim de ET, hein? Esse é o pior filme que eu já vi na minha vida. Então, assim, o de 2005, ele... É um filme que não ganhou Oscar, mas ele foi indicado a três. Ele teve três indicações, tudo por efeito especial. Som, essas coisas. E uma das coisas que me pega muito nesse filme, eu gosto de assistir ele, é o som dos tripods.
Eu acho, assim, fantástico. É horripilante o som deles, né? É uma coisa que eu gosto pra caramba. Então, eu já assisti esse filme algumas vezes. Mas nunca...
com essa ótica de, olha o que eles estão querendo mostrar pra gente pela época que o filme foi feito, pós 11 de setembro, qual é a mensagem subliminar que vai ter dentro do filme. Porque ele não é um filme pra você tirar mensagem filosófica, tá? Aliás, ele tem uma mensagem no final, que é a mensagem do livro, né? Que é o motivo pelo qual os alienígenas acabam morrendo.
Então é aquela mensagem de, tipo, ah, uma bactéria consegue, né, vieram de tão longe e uma bactéria do nosso planeta acabou conseguindo matar eles. É a única coisa que tem, assim, de um pouco mais reflexivo. Mas o resto, nada. É, mas é interessante você ver que, tipo, mesmo o filme mais blockbuster vai ter mensagem passando pra você ali. É.
Tudo vai ter, sempre vai ter. Ele tem alguma coisa, e eu nunca tinha parado pra ver essa questão. Então, a hora que eu pegar pra assistir, eu vou ficar esperto nessa mensagem. Tipo, ah, o que eles inseriram a informação do F-22. Porque eu não me lembrava. Tanto que tem uma outra coisa, ó. Uma outra coisa que é forte no filme, que isso sim, é jogado na nossa cara. O moleque, ele fica o tempo todo querendo ir pras Forças Armadas combater os ETs.
O tempo todo. Então, tipo, ele fala que ele quer ir lá ajudar, e aí acontece uma situação, ele usa ali da força dele pra conseguir ajudar e tal. E aí, a hora que ele passa o carro das forças armadas do lado deles, ele, como é que eu posso ir com vocês e não sei o quê? Aí o pai dele, não, você tá maluco, você não vai. E tal, e a menina gritando, né? A menina gritando o tempo todo.
Aí, depois, quando tem aquela batalha na colina, o moleque meio que cai pro meio do combate lá e some, né? E nesse momento ainda tem um momento ali de fragilidade das forças armadas, que mostra um tanque pegando fogo e tal. Mas no final, quem abate pra valer um tripod são as forças armadas, né? Então, você tem essa questão bem jogada na nossa casa. Mas o menino vai pra batalha, né?
É, não dá pra entender, tipo, ele entra, mas não dá pra saber se ele ajudou, se os caras simplesmente falam, sai daqui moleque, vai embora, porque no final do filme ele aparece pleno, né, tipo, não aconteceu nada com o moleque. Sim, então, mas aí o que você tem, né? Você tem um menino jovem que quer ir pra guerra, e o pai que tá preocupado com ele, não, pelo amor de Deus, não vai. Aí o menino vai pra guerra, eles têm uma vitória, o menino volta como herói, então a mensagem é assim, olha pai.
de ou podemos precisar do seu filho. Fica tranquilo que a gente vai trazer ele de volta, sabe? A gente vai dar conta do recado, a gente vai vencer e teu filho vai voltar como herói. Você não precisa saber o que ele passou ali. O filme não mostra. Exato. Então, assim, não precisa saber o que aconteceu com teu filho na guerra, porque é terrível e ele também não vai querer contar.
mas ele vai voltar. Então, assim, a ideia da vitória militar, a insistência de que os militares têm um papel decisivo na luta contra os alienígenas. Isso é mostrado pelo interesse do menino de ir. Esse filme, no fim das contas, ele é uma grande propaganda de recrutamento.
ele funciona como uma influência pra recrutar a pessoa e assim, você vai me falar que isso não funciona? quando você tem gente aqui no Brasil tem gente aqui no Brasil que pega e vai pra guerra da Ucrânia, achando que é guerra de filme e videogame quanto de peso que tem de cinema nessa influência o cara acha que viu o resgate do soldado Ryan ele tá pronto pra ir pra guerra
Cara, você falou uma coisa que é interessante aí. Até um próximo, né? Um outro tema que a gente pode trazer aqui referente a isso. Seria talvez a terceira parte desse assunto. São os jogos de videogame. Eu gostaria de entender se existe, tipo, influência da CIA também em jogos de videogame. Por exemplo, o Battlefield.
É isso aí, cara. É a galera que quer ir pra guerra e entra... Você vê muito essa galera que... Esses jovens que estão indo pra guerra da Ucrânia e tal. Você pega pra ver o histórico dos caras. Os caras eram fascinados por jogos de guerra, né?
Cara, no mínimo uma consultoria com o Pentágono da Vida pra fazer um Battlefield, você tem, né, cara? Ah, com certeza. Porque é muito perfeito, cara. Um Battlefield em off-grid. O cara pode ser um excelente programador de games ali e tal, só que assim, ele não tem conhecimento necessariamente sobre qual que era a arma que se utilizava na Guerra do Vietnã, na base e tal.
É. Não, você tem o Rainbow Six, o Tom Clancy's Rainbow Six. Cara, ele tem alguns artifícios no jogo que você fala, cara, um cara que é desenvolvedor chegar nisso aí, ele com certeza teve a ajuda de alguém que é de lá de dentro, porque ele usa a questão de inteligência, sabe, dentro do jogo. Tem bastante coisa assim. Então, é estratégia e tal. Então, é uma outra questão também pra gente, de repente, poder debater mais pra frente.
O filme, ele traz essa mensagem final dele, de que a humanidade, ela liderada pelos militares, ela pode superar essa diversidade. Então, ele traz esse ponto. Mas tem essa suposta crítica que veio, obviamente, na época e vem junto, né? Que é mascarado de entretenimento, essa questão de recrutamento militar, de uma agenda militar, né?
E você tem o poder de Hollywood transformando essa história clássica em uma ferramenta de relação pública, que é uma coisa interessante também. E o questionamento que a gente tem, principalmente pela questão do Spielberg que está envolvido no filme, é até que ponto o diretor consegue colocar os pontos dele. Porque a gente sabe que o Spielberg tem o lado dele de querer mostrar a realidade mais tranquila sobre o assunto. E aí, nesse filme, não.
Nesse filme, ele foi simplesmente o diretor. Você não vai ter ali o dedinho do...
Blue Book, que ele teve contato na década de 70, junto com o Heineck, você não vê isso nesse filme. Você não vê nem um pouco, sabe? Você não tem um agente secreto, você não tem nada. Nada, nada, nada. É, nesse filme aí não tem nada que faz você pensar muito assim, tipo, ah, ele tá contando uma verdade e tava escondido. Não, é um blockbuster de entretenimento que o Pentágono deu um monte de dinheiro pra você, ó, faz propaganda pra gente, né?
quatro anos depois do... Isso é uma coisa, cara. Algumas coisas aqui, muitas dessas informações são de memorandos e documentos internos dessas agências. Na pesquisa por episódio, a gente encontrou isso, né? Por mais que Pentágono, eles falem que não, a gente não busca nada. Os produtores de filmes, diretores, eles vêm até nós.
Não é bem assim. O Pentágono encomenda. Precisamos de um filme sobre tal coisa. Da mesma forma que a CIA tem uma incubadora de empresas de tecnologia, é uma empresa formada, você entra lá, você não faz ideia que é da CIA. Mas chama Inquitel. É uma incubadora de empresas financiada pela CIA. É uma incubadora de empresas da CIA. Você vai ter o Pentágono, tem os escritórios lá de ligação com o Hollywood, onde eles ligam, ó, liga pra um diretor, pra um produtor, ó.
precisamos fazer um filme aqui sobre mais ou menos tal coisa, quem que você recomenda? Então eles fazem os filmes acontecer também. E se eu quero passar tanta... Eu tenho tanto objetivo num filme como propaganda de recrutamento, melhorar a influência, a imagem pública das forças armadas, justificar o orçamento de defesa, mostrar a capacidade militar, né? Se eu tenho um monte de argumento que eu quero passar pro público, qual é a melhor forma de eu fazer isso?
Pô, vou gastar dinheiro, vou botar o melhor diretor, o melhor ator, velho, sabe?
Quem que é o Spielberg e Tom Cruise? Pô, beleza, bota os dois aí, eu vou dar um caminhão de dinheiro pra vocês. Foi quatro anos antes, teve os atentados de 11 de setembro. E aqui, e nos atentados de 11 de setembro, a história oficial, os terroristas do Oriente Médio, se acrestados nos aviões, atacaram lá. Aqui no filme você tem o quê? Invasores implacáveis, não são humanos, desumanizado, não é humano, é ET. E, curiosamente, a palavra alien, também em inglês, pode ser tanto pra alienígena quanto pra estrangeiro.
E o filme fala o seguinte, olha, não tem possibilidade de comunicação ou paz com esse povo. É guerra, é nós ou eles. Dessa vez, no outro filme do Spielberg, no Contato Imediato, lembrando que ele tem ET também, né? Mas no Contato Imediato, os alienígenas eram... O contato com eles era mais...
tranquilo, pacífico, aqui não, já é uma ameaça. Esse filme mostra que o papel do cidadão comum, a história é contada da perspectiva de uma família e isso torna a ameaça mais pessoal, você se conecta mais. E a mensagem final dele é duas mensagens, basicamente. Uma mais interna, para um país que estava se recuperando do atentado e tal. Apesar da devastação, apesar do choque, os Estados Unidos iriam se recuperar e iriam lutar até o fim.
E a outra mensagem, né? Uma mensagem um pouco mais global, digamos assim. Que a humanidade liderada pelos militares pode superar qualquer adversidade. É um discurso que convém para um Pentágono vender. Esse filme, ele foi... Quando você pega os documentos, os memorandos que falam a respeito dos interesses do Pentágono, você vê que ele tinha uma agenda militar ali mascarada como um entretenimento, né? E aí é isso que o Vinícius falou, né?
Hollywood se transformando numa ferramenta de relações públicas. E a gente nem percebe.
Bom, quando a gente pega, eu acho que é até mais fácil de você notar, existem várias outras obras, várias outras obras, tá? Que são até com essa mesma estratégia do Guerra dos Mundos, você vai encontrar em várias outras com uma certa facilidade e obras principalmente voltadas aí à extraterrestre, invasão.
Então assim, Independence Day, 1996 é clássico do cinema. É um filme que a gente citou no episódio anterior, ele joga na nossa cara a questão dos Estados Unidos e propaganda das forças armadas e como que são poderosos e como que tem capacidade. E aí o presidente pega o avião e, cara, eu acho que se tem um filme que fala... É o Independence Day. É tipo, o dia da independência. O filme foi feito pra isso. Esse aí não dá nem pra indicar. Vou fazer só um comentário
Vou fazer só um comentário sobre esse filme. O Guerra dos Mundos, ele vem depois do atentado de 11 de setembro. O país foi atacado, estamos sob ataque. É pra mostrar a nossa luta e a nossa reconstrução. Independence Day vem em 1996, né? Você tá no começo da era dos Estados Unidos como o líder do mundo.
A União Soviética tinha caído há pouco tempo. A Rússia estava em frangalhos. Não é nem pouco... Estava longe de se recuperar ainda. A China ainda não era o que é hoje. Então, era os Estados Unidos mandando no mundo. A visão nesse filme é mais global. Não é, olha como nós, americanos, vamos lutar contra essa invasão. É, olha como o mundo todo, comandado pelos Estados Unidos, liderado, sob a liderança dos Estados Unidos, será salvo. Tanto é que o filme se chama Dia da Independência, né?
Passa no dia da independência. O grande dia do negócio do filme lá é a dia da independência dos Estados Unidos. Exato. E o 2, ele simplesmente continua isso aí. Você pega o 2, é a mesma coisa. O 2 é escrachado. É tipo, os Estados Unidos realmente responde pelo mundo. No 2 aí já é tipo, os Estados Unidos é que vai responder pelo mundo mesmo. Então assim, independência daí. Teve crítica e tal, mas...
O filme chama o dia da independência e, cara, a ideia foi essa mesmo. Não tem nem muito o que falar, né? Mas o legal é você ver o contexto, por que esse filme foi feito naquela época. E aí você vê como essa ideia de alienígena é bem útil para você vender essas ideias militares ou de influência geopolítica.
Só pra vocês terem uma ideia, o Departamento de Defesa gastou 2 milhões de dólares com esse filme, tá? Apoiando esse filme. Então, só pra vocês terem uma noção. E é muito fácil da gente ver quando um filme de alienígena tem um apoio e quando não tem, tá? É bem fácil de ver, assim, porque você vê a produção, o nível de produção, a forma como é colocada, é bem de boa. Que nenhum que a gente não cita aqui, mas eu acredito que deve ter tido um apoio do governo, que é o Marte Ataca. O Marte Ataca, você tem essa...
mesma coisa, Estados Unidos. Armagedon, Armagedon. Armagedon, é, são filmes assim que você enxerga, é bem claro de você conseguir ver essa mensagem e uma grana, né, bem investida ali, e você vê muita coisa. Outra obra que é gigantesca e também vem com essa questão do militar e os alienígenas, nessa daí os alienígenas ficam junto com os militares ainda por cima, né, que é o Transformers. É um filme, assim, colossal, é uma história colossal. O Transformers já...
começa pela história, pela criação. O Transformers, quando a Hasbro cria o Transformers, é só pra vender boneco. Ela não criou pra mais nada. Era só pra vender boneco. É por isso que os filmes do Transformers não são excelentes. O roteiro do Transformers, ele é fraco. Ele não é um roteiro excepcional. Ele não foi... Você não vê pela história, né, velho? Você vê pelos efeitos, pela porrada. É, exato. O termo que usam pra isso é pornografia militar. É o termo que usam, porque assim... Quero ver um fusca dando soco. É, é...
porque o que você foi assistir no filme? Não, foi assistir Robô Gigante dando porrada em Robô Gigante é isso aí, é igual o Pacific Rim só que o Pacific Rim, ele ainda tem um roteiro muito bom, o Pacific Rim ele tem um roteiro muito bom, o primeiro filme É que tem o Guilherme Del Toro, né? É, só que o contexto do filme é isso, o que você quer ver nesse filme? Cara, eu quero ver Robô Gigante dando porrada em Kaiju, é isso e é isso que o filme entrega, só que você tem todo um clima ali e tal só que é outro filme que provavelmente teve um apoio legal de Pentágono enfim, porque
É grandioso. O Independence Day, ele se tornou um modelo de colaboração entre Pentágono e Hollywood. E aí esse modelo foi replicado depois, né? Se você assistir Pacific Rim e Independence Day, um seguido do outro, você vai ver o mesmo filme, tá? É o mesmo filme. Exatamente o mesmo filme. Prestem atenção. Vocês vão ver todos os elementos no mesmo filme, tá? Com histórias diferentes. E qual que é o outro?
E o Independence Day. Ele é exatamente o mesmo filme. O dia que caiu essa ficha pra mim, eu fiquei até chateado, porque eu amo o Possef Krim. Mas assim, eu parei e falei, cara, é a mesma história. É a mesma história. No final, você tem o líder de todo mundo se sacrificando pra fazer, né? Pra entrar no meio da treta. Você tem o cara que não queria se envolver, que se envolve. A galera que usa a própria coisa do alienígena pra entrar nas coisas do alienígena. É a mesma história.
mesma história. Mas um outro que pode ter certeza. Tem orçamento astronômico e é de guerra e tem apoio do Pentágono. Batalha de Los Angeles. Invasão do mundo, a Batalha de Los Angeles. O filme é perfeito. Isso aí é jogado na nossa casa. Eu não vi esse filme até hoje, velho. O filme é muito legal. É um dos que eu mais gosto também. Só que é isso, cara. É Resgate do Soldado Ryan com ET. Tá ligado?
É isso aí. É as forças armadas mesmo, é os caras... É o resgate do soldado Milu. É quase isso. Porque o filme, ele é basicamente isso aí. É uma guerra, cara. É uma guerra. Os ET mesmo, eles são de tecnologia, os caras é meio brutão, assim, sabe? Eles não são muito avançados. É um negócio meio cagado, assim, sabe?
Eles atiram com bala, tem uma arma lá que parece um canhão, as naves deles, tudo vai cair nos pedaços, é um design muito bom, cara. Os caras atravessam espaço, mas descobriram, ainda estão na pólvora, né? É, não, é muito doido, cara, é muito da hora, assim. Então, Batalha de Los Angeles é perfeitamente um exemplo desse também.
vão ter vários outros. O que saiu agora, Máquina de Guerra, com o ator do Richard. É perfeito, é um filme do Predador com o Brukutu, né, o Brukutu ali, né, contra uma máquina de guerra e os caras são forças armadas, são Rangers e tal, e o cara fazendo tudo pra se tornar um Ranger e tal, é isso aí. Cara, é fórmula repetida, você muda uns elementos ali, muda uns nomes, muda o lugar, muda algumas circunstâncias, mas geralmente são os mesmos filmes, né, cara?
São sempre muito parecidos e eles têm que ser parecidos. Por quê? O que a gente tá falando aqui? O que é o assunto do episódio? É o uso de Hollywood como propaganda. Ah, vocês são anti-americanos. Não, mano. Os outros países... China faz isso também. Rússia faz isso também. Com temas diferentes. Com temas diferentes, por os interesses deles lá. Não chega aqui pra gente, mas assim, nenhum deles tem esse alcance global como Hollywood tem. Tipo, você não vê filme russo.
Você não vê filme chinês tanto, né? Agora, a gente cresceu vendo filme de Hollywood, né? É a nossa referência de cinema. Então, vale a pena lembrar que, olha, não é só um filme, tá? Isso aí não é só um filme. E, geralmente, esses grandes blockbusters, eles vão ser meio parecidos, porque a mensagem que tem que ser passada é a mesma, né?
uma hora pra se incentivar o recrutamento porque tá em guerra em tal país. E nos anos 80 era porque a guerra era em outro. Mas a guerra é sempre uma constante, né? Nos Estados Unidos. Sempre estão envolvidos em algum lugar. Então, tem que estar sempre mantendo esse espírito de heroísmo no público, principalmente nos jovens.
uma obra que a gente não pode deixar de citar, e essa merece, né, mais uma que merece um episódio, que até o Vagnão falou, pelo amor de Deus, citem essa, porque ela entraria no contrário, né, é uma obra do Spielberg também, tem envolvimento do Spielberg, mas você tá tendo o Spielberg...
indo pro outro lado, que é o Taken. Taken, ele vai pro outro lado. Ele já vai pro lado do mostrar que o fenômeno tá ali, que ele interage, que coisas acontecem, que pessoas são vítimas e ao mesmo tempo não são. Então, e o Spielberg tá junto. Detalhe, Taken saiu 2001, se eu não me engano. É a série do Taken. E é pouco tempo antes do Guerra dos Mundos. Então, você tem essa dualidade. O mesmo diretor...
tendo que usar, tipo, ele faz os filmes parecidos, mas acaba indo pra coisas diferentes ali. Tem a série do que o Spielberg tá envolvido, que tá na Netflix, que é o Contatos Extraterrestres. Contatos Extraterrestres, não lembro? Que são quatro episódios e que tem lá o episódio da Escolaria, é, o tal, o Spielberg tá junto. E é uma série 100% ufológica.
100% ufológico. Essa daí você não precisa nem pensar muito que você vai ver que não teve apoio de governo nenhum, porque ela é mais pobre, a produção é menos grandiosa, sabe? É, também na época que ela foi produzida, quando que foi? 90, quando que foi mesmo? 2000 e...
Não, não, a que eu tô falando agora é a Contatos Extraterrestres, lá da Netflix. Não, sim, mas a Taken... É de agora, tipo 2024. Taken é 2001, se eu não me engano. É, então. Com certeza que é 2001. As séries de TV no início dos anos 2000, elas não tinham o impacto, o peso e o orçamento que uma série tem hoje, né? Uma coisa mudou muito. 2002, 2002 a série. É.
Eu acredito que é provável, é bem provável que o Spielberg, por ser ele e tal, a série precisou e ela teve algum nível de apoio de Pentágono, dessas coisas, na utilização, de repente, de algum equipamento militar para a série e tudo mais.
Mas ela já é uma série que ela pega um pouco mais o cara que tá entrando na ufologia. Agora pega ele pela mão e vê que, ó, eu vou te mostrar mais ou menos o lore da ufologia. Então ela começa lá em Roswell, passa várias gerações de famílias e você vai meio que acompanhando alguns momentos, o lore da ufologia tá ali, a área 51, a engenharia reversa, o acobertamento e tudo mais.
Então é pro cara que gosta de ufologia, ela é uma delícia de assistir. E aí isso faz o pessoal enxergar o Spielberg como alguém que talvez seria a melhor pessoa dentro de Hollywood para que as agências de inteligência fossem passando informações.
Porque ele vai e ele faz um filme ou uma série que reforça essas ideias. Aí depois ele vai e faz um que mostra uma coisa já mais escrachada e com um apelo militar fortalecendo a imagem dos militares e tal. Então muita gente olha pro Spielberg nesse sentido. Olha, eles liberam, ele é o cara que no cinema vai soltar algumas informações, ele é o cara que tem autorização pra fazer isso. E pra fazer isso, em troca, ele tem que também trabalhar do lado dos caras e...
fazer, ó, agora eu quero que você faça um filme pra melhorar a nossa imagem, entendeu? Não tô falando que é isso. Tô falando que é uma percepção que se... Enfim, meus caros, são várias obras. Se a gente for citar uma por uma aqui, é outro episódio. É aquilo que a gente falou. Da parte de cinema, tem muita coisa.
Mas usem agora desse episódio, né? Disso que a gente falou aqui. Pra ficar atento nessas obras e falar, pô, o quanto será que a CIA influenciou? O quanto será que o Pentágono influenciou? O quanto que o FBI influenciou? E não só obra de ufologia, tá? Você vai ter várias outras que nem... Hoje você tem uma batelada de séries nos streamings. De agentes secretos, que nem NCIS, né?
SWAT, essas séries que são séries policiais ali, que os caras estão investigando, Law and Order, você vai ter muita coisa assim, né? E com certeza você vai ter uma supervisão desses órgãos superiores, tá? Então não é difícil da gente encontrar. Top Gun é um filme totalmente feito pelo Pentágono e pela Força Aérea.
Falcão Negro em Perigo, Pearl Harbor. E vários outros, né? Vai ter uma paulada ali de filme que você vai ter comparações, vai ter, enfim, né? E como a gente disse, os outros países também usam disso. No episódio passado eu usei o exemplo do Godzilla. O Godzilla que tá saindo agora no cinema desde aquela época, desde a década de 50. Godzilla, ele foi utilizado pra demonstrar o...
quanto a bomba atômica foi prejudiciar o Japão, né? O Godzilla, ele representa a bomba atômica, né? E o Godzilla Minus One mostra a mesma coisa de uma forma muito intensificada e tal. Então, provavelmente, você tem ali órgãos de inteligência, né? A CIA do Japão, não sei como seria a CIA do Japão, vai estar envolvida nisso aí, né? Pra mostrar algumas coisas ali que eles querem que a mensagem seja passada. Então, não é difícil da gente encontrar isso aí.
Meu caro Gustavo Cornacioni Considerações finais?
Bom, a lista de filmes que você tem uma espécie de consultoria ou apoio é enorme. E não são filmes necessariamente de guerra. Não, você vai ter filme que é comédia, drama e tem ali o dedinho do macio do Pentágono. Se eles querem... A visão importante desse episódio é o seguinte. Entender que Hollywood não faz só entretenimento.
mas entretenimento e propaganda. Isso é bom ficar bem claro. Tem sempre uma mensagem por trás. Então, pense o que estão querendo te dizer com aquele filme ali, na verdade. Qual é o teu sentimento quando você sai de um filme? É claro que não vai ser todo filme, mas geralmente filmes que tem um orçamento muito grande, algumas coisas assim. Se você vê um helicóptero militar no filme, já saiba que precisaram pedir alguma autorização. É isso.
Muito bem. Então, só lembrando, fiquem aí, que a gente vai dar um recadinho pra vocês. Mas, se você chegou até aqui também, curte, comenta, compartilha. Sim, se inscreve no nosso canal. Vai compartilhando com todo mundo. Sabe de alguém que gosta do assunto de ufologia? Que gosta desse assunto de conspiração?
Manda para frente o conteúdo para quem você quiser que escute, que depois troque ideia com você, para vocês ouvirem o podcast e falar sobre o podcast. Enfim, tá? Então curte, comenta e compartilha para você ajudar o nosso conteúdo a crescer ainda mais. Muito obrigado para você que ficou até aqui. Esperamos que tenham gostado de mais esse episódio.
Nos encontramos na semana que vem em mais uma edição do O Contato Podcast.
Bom, galera, geralmente no final aqui é uma coisa engraçada, é um momento engraçado da gravação, mas esse aqui a gente tirou para dar um recado para vocês sobre mudanças que vão acontecer no podcast. Por que dessas mudanças? Sendo bem direto com vocês, para que a gente continue fazendo o trabalho do podcast.
O podcast consome da gente tempo, atenção, paciência, consome muita coisa da gente. Tanto eu, o Guto, o Eduardo, não somos só nós três. A gente tem junto com a gente, ajudando a gente, que nem a Ionosphere, que é a inteligência artificial que está no nosso grupo.
de apoiadores, é o Flávio Brandão, que já participou com a gente aqui várias vezes. Ele é o cara que ajuda a gente pra caramba. Ele é o cara que ajuda a gente pra caramba na questão de atualidades, né? Tipo, ó, olha esse cara aqui, que esse cara aqui é interessante de vocês falarem, então ele dá muita ideia boa. O Léo Bussadori também é um cara que tá junto com a gente, com a edição Escosmos, mas ao mesmo tempo é um cara que agrega no conteúdo, é o nosso paizão, então ele é o cara que às vezes, num momento de...
de desespero nosso, ele vem e fala uma coisa que faz a gente parar e pensar um pouco, falar, galera, calma, né? Ele é experiente o suficiente pra... Já passou muita coisa, enfim, né? Então, o que que vai acontecer com o podcast? Um aviso que nós já... Teoricamente, a gente já tá avisando, só que agora vai acontecer. Então, daqui algumas semanas, o podcast vai começar a ser totalmente do YouTube, totalmente. O conteúdo será feito para o YouTube.
Ah, e o Spotify? A gente não vai ouvir mais. Vai continuar ouvindo. Só que a edição vai ficar diferente. Vai ficar tudo diferente. Por quê? Pro YouTube é uma forma diferente de ser feito. Então, a gente vai... As lives que a gente tem feito fechado pros apoiadores, a gente vai começar a abrir a gravação pra todo mundo puder acompanhar. Então, o episódio da semana vai ser ao vivo. Ele vai ser ao vivo. A gente vai soltar o episódio da semana ao vivo, tá?
Então, o erro vai acontecer ao vivo, as falhas vão acontecer ao vivo, vai ser tudo ao vivo. Por que disso? Porque o podcast no Spotify, primeiro, ele não monetiza, e isso é algo que interessa para a gente, o podcast está indo para três anos, não dá para a gente ficar três anos fazendo algo, trabalhando de graça para essas mídias, entendeu? Então, o Spotify não dá um centavo para quem gera conteúdo dentro do Spotify, um centavo.
Ele dá para páginas grandes, para quem tem podcast gigante. Agora, para a gente que é menor, ele não dá um centavo, nada. Muito pelo contrário. Às vezes, ele até dá uma minada no nosso conteúdo, no entrega, enfim. O YouTube, não. O YouTube, por mais que é pouco, ele monetiza, né?
E um pouquinho que a gente consegue gerar um conteúdo ali, já dá alguma coisa, né? O YouTube você tem o Super Chat, que é uma ferramenta que a gente não usa muito. O YouTube tem o Hype, que é uma ferramenta que a gente quase não fala. Ele tem várias outras ferramentas que cooperam com a monetização do conteúdo do podcast.
Nossa, mas vocês são mercenários, vocês querem ganhar dinheiro. Não, a gente só quer manter o trabalho, entendeu? A gente só quer valorizar o nosso trabalho. Exato, ninguém trabalha de graça. Ninguém trabalha de graça. Nem inteligência artificial trabalha de graça, por mais que a inteligência artificial está aí, consumindo memória para caramba e custando caro para o mundo. Então, ninguém trabalha de graça. Nenhum cachorro vai brincar com você de graça, ele sempre vai querer uma retribuição.
Então, assim, a gente tem apoiador, a gente tem uma galera que é um suporte muito grande do podcast até hoje. Só que existe a questão de que a gente quer evoluir, a gente quer que o podcast cresça mais, a gente quer aumentar o nosso nível perante a bolha ufológica e sair disso.
crescer ainda mais o processo do podcast. Conseguir gerar conteúdo específico, coisa que a gente não consegue hoje. A gente não consegue parar, parar, abrir uma câmera e falar, vamos gravar um vídeo aqui sobre tal conteúdo, que não seja um episódio, tipo um conteúdo de 10 minutos, falando sobre aquilo com uma edição top, com um negócio, um conteúdo... É, a grande questão é que é assim, né, cara? É preciso monetizar mais para a gente poder se dedicar mais.
exatamente, essa é a fala o podcast estando mais monetizado, a gente consegue gerar mais conteúdo, e a gente gerando mais conteúdo o podcast vai crescendo nos modos que a gente está agora, pelo Spotify que não monetiza nada, monetizando pelo Youtube, que já está, mas pô a gente não consegue passar disso
né? É isso aqui que a gente consegue fazer. É um episódio por semana, é manter o Instagram lá e é isso. E a gente gosta do assunto e a gente quer ver o podcast crescer mais e a gente gostaria de produzir mais coisa. Pra isso, nós vamos mudar o foco da produção do podcast vai ser pro YouTube, né? Muda um pouco a dinâmica do programa. A gente vai continuar soltando no Spotify. Só que o que a gente fazia hoje era a gente gravava pensando no Spotify e soltava no YouTube.
Agora vai inverter. Se você nos ouve no Spotify, eu encorajo você, peço mesmo, bom.
se ouvir a gente no YouTube. Um ponto também é que pro Spotify a gente faz todo um trabalho de edição, né, de decupagem e tal. Mas assim, gente, desabafo, né, meu e eu sou humano, a gente não é uma máquina, a gente não é celebridade. Desabafo meu mesmo que quem ouve a gente acaba virando até amigo nosso, os apoiadores nossos são amigos nossos, né, tem muita gente que a gente conversa em off, troca uma ideia, é, então desabafo mesmo, tá?
Faz três anos, gente, que eu não tenho domingo pra vocês terem uma ideia. Domingo meu é editando podcast, tá?
O broadcast sai com uma qualidade legal ali pra cortar o que tem que ser cortado, né? Tirar ruído. Vocês acham que o áudio é sempre impecável? Não é, né? E quando sai errado, um dia que o Guto gravou com o microfone, a gente confundiu o microfone do Guto, nossa, já vieram falar que o Guto tava gravando dentro do banheiro. Outro dia que eu acabei cometendo um agafe no programa de edição...
aumentou o nível de áudio de todo mundo, as respirações de todo mundo saiu no episódio. Aí um veio falar que a gente tava fumando, sabe? Então assim... Só eu, só eu. A crítica, ela vem pra caramba, né? Só que a galera esquece o processo pra isso. Então editar o podcast leva muito...
tempo. Fazer ele em live vai tirar pra gente, vai tirar da gente praticamente esse processo de editar. Quem edita sou eu, né? Às vezes o Eduardo me ajuda, mas quem edita sou eu, tá? Então, a ideia de fazer no YouTube, primeiro é que a gente já vai ter que sofrer menos com edição. A edição é mínima. Mínima da mínima, né?
Perde um pouco as brincadeirinhas? Perde. Porque eu gosto muito de tacar um meme, fazer um efeitinho. É rádio, eu gosto pra caramba dessa edição. Mas vai perder. Por quê? Porque não dá. Não dá. Hoje a gente não tem tempo hábil pra isso, tá? E isso vai consumindo a gente. Mas por outro lado, fazendo no YouTube, vai mudar um pouco a dinâmica do episódio, mas a gente vai poder colocar vídeo, colocar imagem das pessoas. Interagir com o pessoal.
interagir com o pessoal, então quem já é apoiador, todos os episódios que estão saindo no Spotify e no YouTube hoje, os apoiadores estão assistindo a gravação então a gente já está fazendo como uma live para os apoiadores, né? Então a gente já vem ensaiando essa mudança já tem pelo menos um mês e a gente vai poder... Até mais, hein?
A gente vai poder utilizar outras ferramentas, tendo vídeo também, que para um podcast que fala de ufologia, que é algo muito visual, vai ser muito interessante também. Então vocês podem ter certeza que é uma mudança para melhor. É, a mudança é para melhor para tudo. Para o conteúdo ficar mais interativo e para a gente poder ter um pouco mais de tempo também. Para a gente poder pensar um pouco melhor nas coisas. Porque de verdade...
Monetizar. É, principalmente monetizar. Mas assim, os três estão muito cansados, muito cansados. Ah, então por que vocês não param? Porque a gente não quer. É isso, entendeu? A gente não quer. A gente poderia parar? Poderia, mas a gente não quer parar. E a gente não para não só porque a gente não quer, mas porque tem muita gente que também manda mensagem pra gente e fala, pô, vocês são a companhia minha na noite, vocês são a minha companhia aqui em outro país.
A gente sempre reforça aqui que o nosso primeiro apoiador, que é o Adriano, o cara tá na Irlanda
E ele tá no nosso grupo de apoiadores até hoje. E ele sempre falou. Eu falo, galera, vocês foram a minha companhia aqui por muito tempo. Porque eu sou sozinho aqui, tá? Então, e ele não é o único. Existem vários outros. A gente tem bastante apoiador de outros países. Então, a ideia é a gente... A namorada da Adriana também virou ouvinte nossa.
Olha aí, né? Então, assim, são coisas que a gente... É gente de Portugal ouvindo a gente, enfim. Então, a ideia é a gente melhorar tudo pra gente poder evoluir mais, tá? Então, a gente sabe que não vai ser todo mundo que vai ficar agradável com isso aí. A gente sabe das consequências do que pode acontecer nessa mudança.
dança, mas é algo que a gente escolheu pro projeto continuar e crescer. Porque se não for dessa maneira, a gente não sabe até quando a gente vai conseguir tocar desse jeito, né? Eu estou muito cansado. Hoje eu resolvi falar isso aqui pra vocês porque primeiro eu falei com o pessoal no grupo, né? Com o Guto, com o Eduardo, com o Flávio, com o Léo que eu estava muito cansado. Eu estou muito cansado.
a gente fez um upgrade no podcast que eu mostrei pro grupo de apoiadores, então pro ouvinte ficar sabendo depois de muito tempo eu consegui trocar o meu PC, o Eduardo comentou isso num dos episódios eu troquei meu PC, hoje dá pra gente fazer uma live com qualidade, sem ficar travando colocando elemento na tela, colocar os vídeos coisa que a gente não conseguia, só que pra pagar esse computador, eu tenho que fazer alguma coisa, né, então assim, é tempo, tá gente então são vários e a gente precisa trocar o computador então
do Guto, trocar o computador do Eduardo. A gente poderia pagar um editor pra poder ter mais tempo pra isso. Enfim, tá? Tem muita coisa que a gente precisa evoluir e a gente sabe que agora, pra gente poder evoluir, é indo pro YouTube, que pelo menos é uma plataforma que olha um pouquinho pro criador de conteúdo. Não é excelente, mas olha um pouquinho o criador de conteúdo, tá? Então a gente espera que vocês...
entendam, não não precisa todo mundo aceitar e elogiar e dar palavra de incentivo, a gente sabe que muita gente algumas pessoas vão criticar isso que a gente tá falando aqui, mas a gente sempre foi assim são 132 episódios e várias outras coisas no meio, várias lives, entrevistas e a gente sempre foi muito claro com o ouvinte, talvez por isso que a gente evitou sensacionalismo pra ser sincero, pra ser claro com o ouvinte, com bueno
um internauta. Talvez por isso que a internet também nunca entregou a gente tão longe, né? É... Iguais outros criadores de conteúdo que usam mais do sensacionalismo, e aí, né? Enfim, vocês sabem do que a gente tá falando. Mas é isso, né, Guto? Eu acho que tá dado o recado, né? Isso aí. Sim, senhor. Beleza, meus caros. E só pra finalizar, nos dois, né? Já dando até uma das justificativas disso tudo.
dois próximos episódios, eu não estarei junto com o Eduardo e com o Guto, porque eu preciso pagar o computador, entendeu? Então eu preciso correr com algumas coisas aqui pra levantar um din-din pra eu pagar esse investimento aí, beleza? Então nos dois próximos episódios, eu sou o que menos, né, que conseguiu só um episódio, eu não participei até hoje, então eu vou ficar longe desses dois episódios aí, mas pra um bem maior, né, pro podcast poder ir mais longe.
Beleza então, meus caros, é isso. Obrigado para quem ouviu até aqui. Aos apoiadores, principalmente, que ouviram até aqui, vocês são fodas. Se a gente está aqui até agora, vocês são um dos principais motivos disso. E tem aqueles ouvintes também que não são apoiadores dentro do grupo de apoiador, mas são aqueles que todo episódio comenta, todo episódio curte, todo episódio compartilha. Tem muitos que comentam lá e falam ó, eu divulgo.
podcast, né, e não sei o que, então é isso é isso que a gente precisa, tá então fica aqui o nosso abraço, a nossa gratidão e peço desculpa por esse desabafo, e é isso, tá gente muito obrigado, tchau
Sorte