A gente só queria falar de jogo… e virou terapia
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com o Facioli, o Fael e a estreia da caster Mandi, resolvemos fazer algo simples… que obviamente não terminou simples.
A ideia era cada um trazer três jogos que mexeram emocionalmente com a gente. Só que, como era de se esperar, o papo rapidamente saiu do controle e virou aquele tipo de conversa que mistura lembrança, identificação e alguns momentos meio inesperados.
Tem jogo que marca pela história, tem jogo que pega pela jornada e tem aqueles que simplesmente chegam na hora errada ou certa demais. E quando a gente começa a lembrar disso, já viu.
O episódio acaba mostrando uma coisa bem clara. Videogame não é só passatempo. Tem jogo que fica, que volta na cabeça e que mexe mais do que a gente gostaria de admitir.
Com a entrada da Mandi, o papo ganha ainda mais perspectiva e deixa tudo mais interessante. Cada escolha traz um motivo diferente e isso faz a conversa fluir de um jeito muito natural.
No fim, virou exatamente o que você imagina. A gente falando de jogo… e, sem perceber, falando da gente também.
Agora quero saber de você.Qual jogo já mexeu de verdade com você?E qual você não consegue nem revisitar?
- Eventos e anúncios no mundo dos gamesExpectativas para a Gamescom · Encontro semestral RetroGamer · After do Passa de Fase · BGS (Brasil Game Show) · David Wise (compositor de Donkey Kong) · Panorama Brasil (evento de jogos) · Área Indie · Competições de jogos
- Memória e nostalgia digitalYoshi's Island · California Games (BMX, Surf) · Condenado Sem Saída · Stardew Valley · Smash Bros. · Toy Story 2 (PlayStation 1) · Jackie Chan (PlayStation 1) · Investigação Póstuma · Gears of Glory · Zuerama · Streets of Rage · Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara · Absolvo · Hades 2 · MK1 (Mortal Kombat 1) · Cult of the Lamb · Graveyard Keeper · Castle Crashers · Monster Mills · Overcooked · Heroes of Heroes 2
E aí, galera, empolgados para a Gamescom? Primeira vez que eu venho a credencial de imprensa, eu tô empolgado pra caramba, velho. Bebe com credencial de imprensa. Vou fazer um estrago naquela Gamescom. A Gamescom é o... Hoje em dia, pra mim, é o principal evento que vai me fazer sair do Rio pra ir pra São Paulo, porque eu tô dando uma diminuída nas viagens, mas a Gamescom e o encontro semestral que tem aí da rapaziada RetroGamer, são dois eventos aí que eu não vou perder direito nenhum esse ano.
Mas aí, a a Mandinha não vai conseguir participar esse ano, mas a Mandinha já está convidada pelo nosso tradicional after do Passa de Fase. Eu não consegui no ano passado, quando vocês fizeram, mas esse ano eu vou. É isso. Leva o seu digníssimo. Agora ele tem uma jornada normal, né? Agora ele já trabalha antes das 11.
Ô, Passiola, você já reservou lá? Não, porque a gente consegue reservar na segunda-feira da... A segunda-feira da semana que vai querer. Então, quando for lá na próxima segunda, eu já mando mensagem pra eles e aviso que...
o Passa de Fase estará lá, não pra se amostrar, né? Pra eles deixarem até mais tarde o que da última vez a menina falou, né? Porque o bar, ele fecha 11 horas. Nunca vi um bar que fecha 11 horas, mas tá bom. E avisando, eles vão deixar rolar até mais uma hora da manhã, duas por aí. E aí é melhor. Ou até a gente aguentar, né? Vamos ver. Ou vai ser a única vez, a primeira e última vez que eles vão abrir essa sessão pra gente. A partir de 27, talvez eles não...
Eu fui embora meia-noite ano passado. Eu fui embora cedo, eu tava só a vez alto. Você foi embora depois de mim, eu fui embora meia-noite. Ah, é? Eu fui embora antes de vocês. Vocês estavam no karaokê lá no fundo, quando eu fui embora. Ah, não, tá, tá. Verdade, verdade. Eu saí cedo no... Teve um outro. Foi em outro evento. Me surpreende que vocês conseguem curtir um bar depois de um evento que anda o dia inteiro. Eu não me disse, porque eu tava jogando videogame, me conversando com a galera.
Esse foi o que eu estreiei a minha vesícula nova? A minha não-vesícula? Não, esse foi no dia que a gente conheceu a Samy. É verdade, pode ter. Com as esferas do dragão, a roletinha de shot. Tem camiseta esse ano? Só pra ter aqui mais um motivo pra ir. Acho que, não sei, acho que pra games não vai dar tempo, mas pra BGS certamente teremos.
Interessante. Tamanha lona de circo, se não tiver G2, talvez não tivesse. Eu tô considerando se eu levo ou não o tablet esse ano. Melhor não. E se surgir um pitch aí de corredor de games, que geralmente pode acontecer? É só não deixar na mão do Henrique. É, então tá bom. Bom ponto. Mas o que vocês estão esperando? O que eu mais quero ver é o compositor do Donkey Kong.
Nossa, pode crer. É o David Wise, né? Inclusive, o Matheus comprou só para o sábado também. Ele vai estar no after e no sábado ele vai estar lá com a gente. E, cara, confesso que eu também não sei, porque eu fiquei aí um mesinho fora e off das redes sociais. E o que eu quero é zerar o Panorama Brasil, né? Que são aqueles 40 jogos que tem lá e o que vier é lucro.
Não é mais Panorama Brasil, você tá sabendo, né? São 10 jogos que vai ter só. Eu tava vendo o desenrolar das coisas, eles mudaram o nome, se eu não me engano vão ser 10 jogos que vão ter os estúdios, além do Big, né? Da premiação. Já não gostei, já não vou mais, então, porra, sacanagem. E a área indie também, que eu não sei quantos vão ter, porque não foi nada anunciado.
Ah, mas tem Xbox, vai ter muitas coisas. Eu tô falando aí dessa parte índia que a gente frequenta mais ali. Minha dúvida é, vai ter competição aí, tem nosso? Não, não, você tá ficando maluco, cara. Eu acabei de voltar da minha sanidade mental, me deixa um pouquinho quieto. Não, não, para de... Para de maluquista, né? Qual que é o tipo de competição esperada? Não.
Ah, depende do jogo, mas por exemplo o jogo que o Fyre está desenvolvendo o maravilhoso Condenado Sem Saída tem o modo speedrun e entre eu e o Faciore quem que é o líder? Em torneios sou eu, agora em ficar jogando igual maluco dentro de casa é você.
Você não quer fazer de novo no torneio? Morri com essa roupa aí, filho. Já tô vencedor já. Você tá jogando. Depois que você perdeu pra mim na Retro Condor no passado, que já tem quase um ano, você tá jogando igual maluco. Você já quase um ano. Você joga no Shindex. Você joga até no RG36, cara. Não, mas o RG36 é outro, tá? Não, eu não quero mais brincar.
Pô, Ted, o advogado dele, pô. Não, mas eu também sei que você tem versão de Game Boy, pô. Não, mas... Mas ele não tá igual maluco, não? Igual desde a Retrocon que ele perdeu? Não, peraí, peraí. Condenado entrou pra lista dos meus jogos de conforto, cara. É meu jogo de conforto, cara. Faz um corte disso aqui que eu vou falar, então. Hoje, você é melhor que eu no Condenado, tá bom? Beleza? Eu posso usar na minha rede social? Pode, pode.
Tá vendo, né? Não, mas assim, qualquer jogo... Pega o BMX, cara, do California Games, sem batido, cara. Aí não dá pra tu, não. Então, surf. Não, mas eu não quero ficar competindo, não, mano. Não? Então tá bom. Vai ter competiçãozinha? Acabei de voltar. Eu queria competir?
Acabei de voltar do meu retiro espiritual. Eu tô zento. Então a gente vai jogar pelo menos jogos cooperativos? Sim, sim. Aí sim. Deixa pra Retrocon. Na Retrocon já vou estar de volta aí a gente faz umas competições. Festival jogatório. Tá bom. É, né? Festival eu não sei. Mas...
Mas é isso, galera Vocês estão ouvindo o cast? Quando a gente for No evento, a gente vai fazer um Um episódio ali Especial que a gente faz sempre tradicional Falando o que a gente achou, nossas impressões Enfim, tudo mais, então acompanha ali Bora pro cast então, galera Em suas toalhas, aqui é Mauro Jr E esse é um cast Será que... Não, vou tentar não chorar
Que isso, ao vivas. Eu não quero a discussão. Boa. Salve, tropa. Aqui é o Facioli.
Tô feliz de voltar aqui com meus amigos e com mais uma nova convidada aí. Seja bem-vinda. Depois de um meizinho fora. Espero também não me emocionar, porque infelizmente tem um jogo aí que vai me fazer ter umas lembranças. Então espero me manter firme até o final. Eu sei qual é, hein? Eu não coloquei para deixar para você. Muito obrigado. Salve, galera. Fael na voz. E vou falar que a Melissa tá pesada, hein?
Vou me apresentar aqui também, Amanda na voz, ou Amandinha, mande. É minha primeira vez em um podcast, então eu nem sei como me apresentar. Eu também me preparei com jogos que provavelmente eu vou chorar falando deles. Foi difícil, mas preparei três aí que eu chorei jogando, já joguei mais de uma vez e chorei todas as vezes, então não garanto que eu não vou chorar.
Boa, boa. Amandinha, primeiro, seja muito bem-vinda. Obrigada. E é o seguinte, isso eu não falei pra você porque é de propósito, que é o desafio da pessoa que tá estreando no Passa de Fases, no cast. Responder duas perguntas, três perguntas, são três perguntinhas. Primeira pergunta é, qual foi o primeiro jogo que você jogou na sua vida, que você lembra? Qual é o seu jogo favorito, ou da vida, ou no momento?
E qual é o seu jogo conforto? Beleza. É o primeiro jogo que eu me lembro de ter jogado, porque eu venho de uma família de nerds, então assim, meu pai joga, meu irmão joga, minha mãe joga. Grabo.
Então o que eu joguei sozinha foi, sem ter alguém desligando o controle, né? Porque geralmente eles me davam o controle desligado. Então o que eu joguei sozinha foi Yoshi Island. E é um jogo que me pega até hoje. Toda vez que o Yoshi morria, ia lá pra torre, eu chorava desde criança.
Já tá falando do jogo e emocionando. Não, não foi, não foi. Esse é só um jogo que quando eu era criança eu chorava porque não aceitava que o Yoshi morria. Então foi meu primeiro jogo. Meu jogo favorito atualmente, que é um jogo que eu tô jogando muito, eu tô acompanhando desde o lançamento, o Coral Island. Eu ganhei uma chave no lançamento do jogo e eu tô acompanhando desde então. Então sempre que tem atualização, eu passo raiva junto com o jogo, porque buga tudo.
Obrigado. Eu tava pensando, esse é um jogo bugado. Eu passo muita raiva, mas é um jogo que eu tô apaixonada, assim. A cada atualização, cada personagem. O jogo é apaixonante, assim. Mesmo com os bugs. Eu chorei porque eu não conseguia fazer carinho na minha raposa em uma atualização e ela tá ficando triste comigo. Mas depois que eles resolveram, eu fiquei feliz de novo. Então, atualmente, é meu jogo favorito. E meu jogo de conforto.
quando você tá num momento que seja de estresse sei lá, qualquer coisa eu vou jogar isso que dá um quentinho no coração é nem quentinho no coração mas é porque eu já conheço o jogo de Cabo a Rabo é o Star de Valley não fico estressada, não tem plataforma eu odeio jogos de plataforma porque eu caio o tempo todo eu caio eu jogo chorando porque eu não tenho coordenação
Não é um ódio de... Eu não consigo jogar. Eu jogo minha vida toda. Eu não consigo ser boa em jogos de plataforma. Então, por exemplo, Smash Bros. eu apanho do meu irmão todas as vezes que a gente joga. Eu gosto, mas eu vou cair o tempo todo.
Não, mas isso aí eu nem julgo, porque esse daí eu não jogo com... Nem com o Matheus eu jogo no Smash Bros, né, ou faz o fome? Ah, o Matheus falava que era o brabão, pô. Tomou uma coça do Luizão lá na casa dele. Eu fiquei zoando ele, ele até ficou puto. Eu achava que ele era bom, pô. Porque ele falava que era brabo e tal. Aí, naquela vez que nós fomos na casa do Luizão, ele tomou uma coça lá e ficou bolado. Pera, ele falou que ganhou o campeonato e tudo?
É, ganhou medalha. O primeiro que o Smash Bros é a Nintendo e você já sabe que eu conheço a Nintendo.
Nenhum jogo, eu tento, eu realmente tento. Mas quando eu tenho que pular de um lugar pro outro, eu sei que eu vou cair em algum momento, eu vou ficar brava e eu vou falar não, toma, joga você, eu não quero mais. Nem chega perto de condenado. Não, pelo contrário. O seu teste é jogar condenado. Se eu não jogar, eu vou pegar o controle e vou falar pra alguém, por favor. Eu vou te assistir jogando.
Mas a narrativa desse jogo, o Fairo já me contou mais um trechinho hoje e... Ah, meu Deus. É porque eu tenho o embargo e sou amigo. Porque se não tivesse nem amizade, eu não ia respeitar nenhum embargo.
E a galera te encontra nas redes sociais? Não consigo lembrar, porque eu saí com o meu Instagram, que era grande, né? Eu fui só pro pequenininho, porque eu cansei de ter muita gente. E o pequeno é trancado, mas pode me achar que é mãe de ponto acess. Eu acho que é esse. É mãe de ponto acess. Com i. Sem y. Com i.
Galera, quem quiser me encontrar, é procurar por PDF Maldo Jr. ou quem quiser trocar uma ideia com Passa de Fase, é Passa de Fase no Instagram. Ou quem quiser jogar comigo, pode procurar Passa de Fase em qualquer plataforma de games. Apesar de eu ser o cara que joga só games de história e offline. Mas, enfim. Um dia só pode jogar jogo online e tô lá adicionando vocês. E eu estou jogando, rapaziada, Balatro. E eu queria o Matheus aqui porque eu queria conversar com alguém.
Sobre Balatro, assim, tipo... Que o Matheus, ele que me colocou nesse universo. E só pra vocês terem uma noção, o Balatro, ele tem... Eu não lembro quantos decks são. Acho que são 12 decks. Cacetada. Tem deck de Stardew Valley, inclusive. Tem, tem. Não, não, mas tô falando deck no sentido de... De cada carta, cada deck é um desafio, por exemplo. Ah, tá, tá. Porque você não tem as cartas reais, enfim. Só os desafios, né? Isso, isso.
E aí cada deck, acho que são 10 ou 12, eu não vou lembrar agora, tem 10 desafios para cada deck. Então tem 10, 12 decks e tem 10 desafios para cada deck. Conforme você vai evoluindo, vai ficando mais difícil, porque eles vão tendo punições. Então, você não recebe moedinha. Aquele desafio do Coringa de Ovo é um saco.
Só que aí, só pra vocês terem uma noção Eu sou tão viciado que eu já tô terminando Todos os decks Em todos os desafios Ball vs Peach também eu tô viciado Porque eu já liberei 20 personagens 20 ou 10 personagens Quase 20 personagens E o meu último que eu acabei de liberar Ele joga sozinho Então eu simplesmente coloco ele e deixo o controle sozinho E ele tá ganhando experiência pros meus outros personagens também E aí
Então eu tô viciado nisso e o jogo de história que eu estou jogando é no S-File, eu tô jogando Star Wars Outlaw, depois de ter fechado Watch Dogs. Eu te amo Ubisoft. Eu te amo Ubisoft, eu te odeio Ubisoft, mas eu te amo Ubisoft. Pera aí Mauro, tu tá jogando algum jogo bom aí ou só esses aí que tu falou? Cara, eu até recebi...
o Star Wars é bom, agora Balves, Pit, Balatro Balatro é ótimo, tá bom? Joguinho de carta o único jogo de carta bom é o Paciência do Windows, de resto é horrível desculpa, mano tem até uns joguinhos brasileiros de carta aí, peço desculpa pra rapaziada, mas não é meu tipo vou fazer um Balatro, só que em vez de ser pouca
Quero ver se eu não gostava. Ah, e outra coisa, pô. Aliás, Amauro, corta essa parte que é uma ideia boa.
Tá bom. Fora o nosso jogo de carta, né? Esse. Mas o Balatro, Romand, só pra você saber, ele é um jogo que ele tem a mecânica do poker, só que as cartas têm poderes. Você tem cartas que você pode colocar poderes, e você tem coringas que ajudam a você também a fazer mais pontos. Qual que é o objetivo? O objetivo é você fazer uma pontuação em cada run.
Então a primeira parte lá você tem que fazer, sei lá, 300 pontos. Se você fizer, por exemplo, a sequência de um poker, o flush de um poker, ele vai fazer a pontuação que cada carta tem mais um multiplicador. E aí a pontuação mais um multiplicador, você tem que atingir aquele número target.
Só que conforme você vai evoluindo no jogo, você vai pegando o Coringa, que aí o Coringa ele vai dar o dobro de multiplicador, a sua carta pode se transformar numa carta de vidro, e a carta de vidro, quando ela é pontuada, ela faz vezes dois, mas ela pode quebrar. Enfim, aí você começa a ter N possibilidades, e é um jogo, cara, muito vicente. Faz a senhora que tem mau gosto aí.
Você acredita que eu não sabia que dava para reposicionar os Coringas? Eu fui saber bem depois que dava para reposicionar os Coringas? Pô, então, é isso, você reposiciona. Por isso que eu fiz aquela pontuação que vocês viram lá. Só para você ter uma noção, eu mandei para a galera essa semana. Loucura, loucura essa pontuação. Eu nunca cheguei nem para. Eu tinha que atingir, por exemplo, 200 mil pontos. E já estava na fase final, praticamente. 200 mil pontos. Eu atingi 500 milhões de pontos.
em toda a combinação que eu fiz ali. Com uma mão. Uma única mão. Insuficiente. Eu já acho que eu seria muito ruim nesse jogo, porque eu não sei jogar nenhum tipo de jogo de troco. Nada do poker, troco nada do tiro. Jogaço, jogaço. Nossa, delicioso, velho.
E você, Sr. Fassioli, fala os seus jogos bons que você está jogando. Para me encontrar nas redes sociais, né? Quando esse cast saiu, eu já ativei de novo o meu Instagram. Queria muito ter continuado com ele desativado porque, porra, estava com uma paz terrível.
Só que infelizmente a gente tem esses projetos, né? Se eu não tivesse inventado o meu podcast do meu PS1, eu provavelmente teria desativado. Isso só dava as caras aqui pelo passo de fase, mas aí eu fui inventar outro podcast, então não tem muito o que fazer. Cara, esse um mês fora aí foi bem bom pra mim. Eu criei meu canal...
do YouTube aí, que quando nós começamos, né, a nova era do Passa de Fase 2026, só que eu não ficava divulgando nem nada, tinha por 10 inscritos ali, depois que eu, porra, não tinha muito o que fazer, eu comecei a pegar vídeo antigo, já tá chegando a 200 inscritos, a rapaziada lá, porra, comentando, se amarrando lá nos shorts lá, e isso é legal, porque eu tinha muita gameplay antiga, né, nos meus desafios de Playstation, e, porra, eu joguei bastante coisa, mano, eu tinha muito jogo brasileiro que o pessoal tinha mandado chave e...
que eu ainda não tinha nem, porra, pego. E também os novos que chegaram agora, né? Hoje mesmo, antes de começar o cast, eu já tô quase zerando o Toy Story 2 do PlayStation 1, né? Porque, porra, eu gosto demais. Final de semana eu zerei o Jack Chan mais uma vez, né? Porra, jogaço, pegando todos os dragõezinhos ali. Mas jogou jogo bom também? Porra, isso aí é jogo bom, porra. Duvido, filho. Tá maluco?
Eu achei Jack Tinho super legal. Ele gosta também, pô. Deixa ele falar alguma besteira lá no podcast do Play 1 pra ele ver. E, pô, cara, joguei... Cara, eu tô muito longe já no Investigação Póstuma, né? Nossa, é verdade. Cara, muito bom, muito bom. Porra, que jogo bom, mano. Que jogo bom. Que gostoso, né, velho? Os loops passam e você nem sente a progressão. É muito gostoso.
Cara, e eu fiz um negócio aqui, porque eu não consigo ficar horas jogando no computador na cadeira. Então eu espelhei a minha Steam no meu Nintendo Switch, aí fico na sala, no sofá só, porra, controlezinho. Então, cara, se depender eu fico o dia todo ali jogando. Aí, porra, saiu agora o jogo dos nossos irmãos aí, da Broken Tooth, que é o Gears of Glory. Cara, que agora a versão completa, sensacional, o trilha sonora incrível.
Esse aí eu ainda não zerei, mas teve um outro que eu zerei, que eu fui só jogar pra dar uma brincada. Quando eu fui ver, já tava três horas jogando, que é o Zuerama. Cara, muito engraçado o 2, que é só meme, só meme. Muito maneiro. Ô Facioli, eu não lembro se você chegou a me indicar esse, mas você já jogou. Eu acabei não falando alguns jogos também, mas eu joguei recentemente o Streets of Hedge.
Devil Dare Deluxe. Cara, esse daí, quem falou pra gente foi no Amigo Oculto, foi o Luizão, que ele falou que tá... Pô, jogo maneiráceo. Eu joguei. É um beat'n'up bem legal.
E pra fechar, falando em beat'em up, eu zerei o Dungeons & Dragons, aquele Chronicles of Mystara, que infelizmente não tem pra Playstation, mas joguei pelo PC, que inclusive foi nosso amigo Mauro Júnior que me apresentou. E se eu tivesse com a merda do Instagram aí ativo, esse um mês eu não teria jogado nem metade, porque isso aí fica consumindo telas, então, pô, eu joguei bastante coisa. E você, Fael? Ai, ai...
Eu tenho trabalhado muito no jogo. A meta é entregar a versão de Game Boy esse ano, quanto antes. Tá meio do ano, então estamos correndo aí. Porém, toda vez, entretanto, com tudo. Terminei Absolum recentemente. Jogamos. Tem que me faz. Joguem de nada. Só isso que eu vou falar. É o jogão. É o beat'n'up. Pog-lions.
E é incrível, incrível. É verdade. Dois dias jogando o dia inteiro. Daí eu pulei pro Star Wars Outlaws, que eu tô jogando aos picadinhos. Porém, em paralelo, eu tô jogando o Hades 2, que acabou de lançar no Game Pass, então fui experimentar e eu já estou com 10 autos. E eu tô jogando MK1 também. Porque aí vem uns amigos em casa na semana, eu baixei pra brincar, acabei começando a história ali e eu tô na metade da história.
Já rapidinho, né? Já rapidinho acaba. Não é rapidão. Pô, mano, deixa eu falar. Eu não tinha o MK1, porque eu tava esperando uma promoçãozinha. Porra, acabou que saiu agora por 40 conto na PS Store, nessa promoção de Páscoa. E o Ad estava, se eu não me engano, 30 reais. Aí eu peguei os dois. Eu não tinha o Ad 1 ainda, eu só jogava no PC. Assim, o Mortal Kombat, o visual do 1 tá incrível. A história tá de nomear o Homem. Ah, mas... Não é nenhum. E aí
Eu gosto das histórias. Mas a história do Mortal Kombat é exatamente igual o cast que a gente vai sair. Que é a sessão da tarde. A história da sessão da tarde. Mas assim, o visual tá incrível. Eu tava deslumbrado tanto com o visual dos cenários, quanto com o caráter design dos personagens retrabalhados. Eu achei muito, muito bom. E é isso que eu tenho jogado. E a galera te encontra?
pixel.iwao no meu Instagram de pixelart arroba ilustramundogames pra galera que quiser acompanhar o desenvolvimento condenado, quiser trocar uma ideia comigo falar de jogo, videogame, fael underline iwao
E você, Mandy? O que você anda jogando? Além de Star Do Valley. Basicamente, mas eu também estava jogando o Cult of the Lamb, porque... A verdade é, eu gosto de... Acho que chamam de Cozy Games, que são esses joguinhos mais tranquilos, que tem poucas batalhas. O Cult of the Lamb não é Cozy, não.
Ele não é considerado close, porque pra mim ele é bem... Eu não acho, eu não acho. Por conta do enredo, da história, da narrativa, toda essa parada. Você não acha legal você sacrificar as pessoas? Eu acho super tranquilo. Eu tenho um amigo que fica colocando o nome dos meus coleguinhas na...
sacrificados. Eu gostei bastante, porque é um jogo que conseguiu me pegar. É muito difícil ultimamente, eu acho que até pela rotina, eu consegui ficar parada jogando. Fico sempre em movimento, eu tenho que fazer alguma coisa de pé. Ele foi um jogo que conseguiu parada jogando, quietinha, e também por eu poder jogar com outra pessoa, isso faz com que eu pare. Então, ele e o Stardew Valley, ultimamente, são umas coisas que eu tenho, assim, não, eu vou parar e vou jogar, vou conseguir pensar em outra coisa.
Você conhece o Graveyard Keeper? Não. Dava de graça. Ele é um Stardew Valley. Pega o Stardew Valley e coloca num ambiente onde você, ao invés de ser um fazendeiro, você é um... Coveiro. Claro que um coveiro. Ah, eu peguei ele de graça. Não reconheço o nome. Eu peguei ele de graça. Joga. Você vai amar. É muito bom. É nessa mesma vibe.
E saiu 2, não? Vai sair, né? Foi o anúncio do 2. E se puder, pegue todas as DLCs. Elas expandem o jogo e é bem legal.
Vou pegar pra jogar amanhã. Porque eu peguei ele na Steam, tava de graça. Na verdade, eu vi que tava de graça. Falei pro meu namorado, pega aí pra jogar depois. E só, tá lá, vou pegar pra jogar amanhã. Amanhã eu vou parar pra jogar. Porque eu realmente só tenho conseguido parar pra jogar... Ah, o Castle Crashers. Acho que é seu nome, Castle Crashers. Também foi um jogo que eu consegui zerar ele muito rápido. Aí eu tentei jogar no modo insano.
E eu fiquei muito brava e disse, tipo, não quero mais isso aqui. Não consigo passar dessa fase. Mas é, o último jogo que eu parei e que eu zerei foi esse. Se quiser jogar outro game com o seu digníssimo, pega Monster Mills. Deixa eu pegar aqui. É o Overcooked brasileiro e ele é melhor do que Overcooked. Com certeza. Eu sou mandona, né? Então... ... ...
Esses jogos, assim, ou o Sergio Vallei mesmo, ele já tava irritado, porque eu falei, não, ele começou a jogar, você tem que fazer dinheiro pra comprar morango. Não adianta ficar fazendo as coisas que não vai dar pra comprar morango, então esse tipo de jogo geralmente é meio difícil. Eu faço planejamento de tudo. Não, ó, Overcooked é um jogo que a gente faz assim, você vai ter que começar ali, você vai cortar só esse, esse, esse, quando chega a minha vez, você me passa, eu faço isso, isso, isso.
Aí quando faz alguma coisa de errado, eu já quero falar, não, volta, vamos começar de novo. Nem joga no Heroes of Heroes 2, então.
bora lá então galera fechem os olhos, coloquem o fone de ouvido e bora pra mais um Passa de Fasecast
O tema, vocês que estão ouvindo o cast, vocês já viram pelo tema. A ideia é que a gente traga aqui três jogos. Não precisa ser o top três, porque a gente nos bastidores conversando tem muito mais jogos que nos emocionaram. Mas eu criei uma regra, porque senão esse cast vai ficar enorme e o editor vai... tá muito bravo na hora de fazer a edição.
Então, cada um escolheu três jogos, a gente não sabe quais são os três jogos, e a ideia não é ficar falando aqui, galera, de gameplay, gráfico, não, é só o sentimento, a ideia é a gente falar mais do sentimento que esse jogo nos proporcionou, de emoção, sei lá, uma lição de vida, enfim, alguma coisa que nos fez...
refletir e mexer um pouco com a gente. Bora começar? Dez honras. Assim, quem escuta o cast que passa de fase há muito tempo, talvez já adivinhe. Um eu deixei pro Facioli, o outro eu não sei. Talvez o Fairo colocou na lista dele também. Fala primeiro aqui, se tiver na minha lista, eu tô com sete aqui, eu tiro. Tá bom. Mas então, o primeiro que eu trouxe aqui, e esse eu sempre falo que merece um cast só dele, é Celeste.
Tá na minha lista. Eu sabia. Cara, Celeste, ele mexeu comigo de uma forma, num momento que eu talvez precisasse jogar esse jogo, cara. Porque ele... Pra quem olha pra ele, né, o Fai, pela primeira vez, é um joguinho assim, pixel art, a Madeleine, um personagem fofinha, linda, tal. Só que conforme você vai evoluindo no jogo, e você vai vendo todo o
sentimento que tá por trás do jogo que é a questão de controle de ansiedade, síndrome do impostor depressão então, cara, trabalha tudo isso ao longo da história, ao longo da narrativa então foi um momento em que e aí
Foi muito importante eu jogar esse jogo justamente por conta disso, por conta desses sentimentos que ele traz. E pra mim ele me ensinou que tá tudo bem, mesmo que não esteja tudo bem, desde que você continue. Essa é a mensagem que ele me traz. Eu acho que Celeste mexeu tanto comigo quando eu joguei, que não é por acaso que ele é um dos jogos referentes do meu jogo.
assim e aí quando eu falo quando publicar o jogo ele é uma mistura de Celeste e Super Meat Boy não é só questão da dificuldade para chegar será será um jogo de camadas como diria o chuveque Celeste é um jogo com cebola com uma cebola em camadas então ele tem a camada da gameplay ele tem a camada da jogatina do speedrun
Você pode ignorar totalmente a história, mas a camada da história, eu acho que ela me pegou num momento e numa época ali de pandemia, onde as coisas não estavam tão legais assim, e mexeu muito comigo. Mexeu muito. Eu acho que...
eu tive que parar algumas vezes no Celeste, justamente por conta de eu ter que absorver a história que eu estava assistindo. E eu tive, nessa época, muito um sentimento de amor e ódio com o Celeste. Amor por conta de toda a questão da narrativa, querendo ou não, eu absorvi muito isso e estou implementando no Condenado a forma que essa narrativa foi construída e o ódio procurando aquelas benditas fases difíceis pra cacete. Pode correr.
Mas sabe uma coisa que é legal, Rafael? Mesmo essas fases muito difíceis, eu acho que essa é a mensagem que ele quer trazer, assim, pra você não se auto-sabotar e você continuar mesmo quando tudo não tá bem, é que ele valoriza inclusive a quantidade de vezes que você morreu. Tipo, e tá tudo bem. Ele fala assim, cara, você morreu, sei lá, eu acho que a minha primeira gameplay, a minha primeira vez que eu cheguei até o final, eu devo ter morrido mais de 800 vezes, uma coisa assim.
Eu terminei o jogo com 600 e com tantas mortes. É, morri pra caramba, cara. E aí no final ele fala, ó, você morreu tudo isso e, cara, tá tudo bem. Parabéns, é isso aí, cara. Era só não desistir. Caramba, que foda. É isso, e o cast acaba agora, né? Valeu, gente. Bora lá, então? Vamos passar pro outro, então, cara. Passioli. Bora. Você vai deixar por último que eu tô imaginando? Não, não, vou falar ele agora, já. Já? É, foi, pai.
Todo mundo aqui já conhece, né? A Mandy vai conhecer daqui a pouco. Cara, um dos maiores jogos, assim, não tem como falar de um jogo emocionante e não falar de Master Lemmon, The Quest for Iceland. Ele é um jogo brasileiro. Provavelmente ela já deva conhecer, né? Porque o Mauro já deve ter falado pra ela. Porque também é um jogo que estaria na lista do Mauro. Estaria na minha, tá?
Eu não coloquei de pau, só que imaginei também. Até agradeço o Mauro por ter deixado pra mim, porque ele se tornou um jogo muito especial, assim, não só pela amizade que eu, não só eu, como todo mundo aqui criou com o Julio Sante, né, da Pepita Digital, como o que seria uma relíquia e ele...
criou uma quest dentro do jogo, né? Porque, para quem está nos escutando, o Master Lemon é sobre o Limão, né? Que era o André Lima, um amigo do Júlio, que foi para a Islândia aprender línguas e acabou que, em uma viagem de carro por lá, ele acabou falecendo. E o Júlio fez questão de criar essa...
desenvolvedora, que é a Pepita Digital, só para fazer esse jogo em homenagem ao Limão. O que ele não sabia, o que ele não imaginava é que o jogo se tornasse um grande sucesso por todo mundo que joga, porque todo mundo vê assim que ele...
Fez o jogo de coração mesmo. Ele colocou todo o coração dele, toda essa amizade que ele tinha com o Limão, né? Nesse jogo. Então, quando eu e Mauro conhecemos ele na BGS de 2023, 2023, é? Foi. 2023, ali, quando eu tava no iniciozinho, eu falei, Mauro, a gente podia chamar ele pra trocar uma ideia. E, cara...
Até então, depois nós já vimos o jogo mais umas duas vezes, só que eu já tinha conhecido todo mundo da equipe, mas ainda não tinha conhecido o Júlio Sante, que era o nome por trás de tudo isso. Então a primeira vez que nós trocamos essa ideia foi no cast.
que, porra, foi sensacional, o cara tem uma bagagem sinistra, ele já foi diretor de cinema, ele tem filme, então, cara, o cara é brabo. E ele acabou perguntando assim pra gente se a gente queria ter uma relíquia no jogo, né, e aí o Mauro falou, cara, pode ser o microfone do passo de fase, e eu falei, cara, pô, eu queria homenagear minha mãe, né, que eu perdi minha mãe faz dois anos, porra, todo dia eu penso nela, e aí
E eu falei, cara, eu queria alguma coisa pra eu, porra, eu já vou jogar o jogo todo, só que eu queria alguma coisa pra eu poder lembrar um pouco mais dela, né? Então ele falou, cara, o que que tu queria colocar assim e tal? Eu falei, ah, ela gostava de tomar um choppzinho de vinho e tal. Aí ele, porra, fez questão de colocar lá essa relíquia, só que não só essa relíquia, ele fez uma quest, e, porra, então tem minha mãe no jogo, ela falando, ela, porra, ela falando meu nome.
Cara, é um bagulho sensacional. Porra, eu já zerei o Master Lemmon pelo menos umas cinco vezes. E toda vez eu me emociono, toda vez eu quero gravar essa parte ali. Porra, que ela fala meu nome. Que ela, porra, tem um textinho ali, cara, muito emocionante. E, cara, todos os detalhes que o Júlio trouxe para esse jogo. Porra, sensacional, mano.
Eu não vou falar mais não, joguem Master Lemon, tá quase lá pro final, senão eu vou acabar me emocionando, é isso. Não, e o que é legal, né, foi ser o aleio do Master Lemon, inclusive abraço pro Julião, que, cara, depois que a gente conheceu, o jogo, a gente já se apaixonou antes mesmo de gravar com o Julio, né, só no pitch, quando a gente tava lá na BG, e aí quando a gente conheceu o Julio,
E a gente começou a se aprofundar mais e ele mandava pra gente o jogo, pra gente testar e tal, não sei o que. E eu lembro que quando ele me entregou lá a versão ainda beta, né? A versão ainda de teste e tudo mais. E aí quando eu cheguei no final, ele falou, e aí? Eu falei, Julião, só tenho uma coisa pra te falar. Obrigado.
Porque o jogo, ele é uma poesia. O jogo, ele é uma poesia. E outra coisa, eu não sei se você vai... Acho que você vai concordar comigo, Fatioli. Que o jogo... Não é só o jogo. Ao conhecer o Julião. O Julião é uma pessoa que, pelo menos, ele me transmite muita paz. Muita bondade, tá ligado? Então, é um jogo que é muito foda. Tipo, cara, Master Leemon é...
É uma obra-prima pra mim. É uma poesia. Pô, ele tem a demo aí, né? Em todos os consoles no PC. Vai lá, joga essa meia horinha. Eu, porra, duvido você não se apaixonar, quem estiver nos escutando. E depois já compra, porra. Não, não, não joga demo não, cara. Já compra o jogo completo e sai jogando. Não tem essa de bater demo do Master Lemo não. Ah, já compra o jogo completo. É isso. Ah, o jogo é barato, velho. Não, valoriza o jogo brasileiro.
E por tudo que o Mauro fala do jogo, com certeza vale muito a pena. Já lançou, inclusive. Eu tô esperando lançar pra comprar. Já lançou? Lançadíssimo. Então é um jogo que com certeza eu faço questão de jogar. Porque eu acompanho o Mauro falando tanto desse jogo por tanto tempo. Que é impossível eu não sentir vontade de jogar.
Eu conheci o Master Lemon no canal 3 de 2024. E eu chorei literalmente só com o pitch. Com eles me contando a história do porquê do jogo, eu chorei, eu joguei lá, me emocionei, tem que parar, tem que trabalhar. Assim, tá aqui, na versão final, pra eu jogar, só tô esperando o momento certo. Porque eu sei que vai ser um momento onde eu preciso fazer aquilo que o Fasseli falou.
Dá uma limpada na alma pra poder jogar, porque eu sei que esse eu vou me emocionar demais jogando. Esse é um jogaço, vai. Enfim, não vou falar mais dele também, não, porque ele me lembra uma figura muito importante, mas eu vou falar do meu outro jogo, que aí eu acabo escolhendo ele pra deixar o Marcelinho pro Pacioli. Ô, Fael, traz o teu aí. Eu vou trazer um.
que é o Ori, And the Bind Forest. Nossa, que jogado. E aí eu vou contar um relato aqui. Eu não conhecia o jogo, eu estava na casa de um amigo, ele tinha uma lista de Steam tão grande quanto a minha, peguei e olhei e falei, vou jogar aquele, joga qualquer coisa aí.
Na casa dele, eu abri o Ori, não conhecia nada, passei toda aquela cena inicial até a morte do bichinho lá. Fechei o jogo, falei pra ele, tenho que ir embora pra casa dele, eu morava na casa de cima da dele. Falei, cara, vou embora pra minha casa, chorando, eu tava chorando, horrores, eu falei, tenho que ir embora pra minha casa porque isso acaba comigo. Eu tinha recém perdido meu pai, me pegou muito forte, eu fechei esse jogo, eu já comprei ele.
E eu só fui jogar ele oito meses depois, que foi quando eu fui jogar até o final. Mas eu só tive coragem de abrir ele muito tempo depois. Então, assim, esse começo dele, ele me destruiu. Ele acabou comigo, ele é um jogo incrível. Incrível, incrível em todos os aspectos.
Eu preciso concordar porque ele estava na minha lista também. Eu que não gosto de jogo de plataforma, fiz questão de jogar Ori, porque... Eu acho que desde o começo do jogo, né? Ele já começa porque não é um herói, é uma criança que não...
que teve que lidar com a perda ali. Ele é um jogo que é muito difícil não mexer com você. Muito difícil. Eu fiz questão de jogar tudo, porque ele mexe muito. Não tem um herói, é uma criança aprendendo a se virar sozinho ali depois de uma perda. E essa música fica na minha cabeça durante muito tempo. Ficou na minha cabeça durante muito tempo.
Esse jogo é... Ah, cara, esse jogo também é um dos primeiros jogos que eu joguei do... Acho que foi do One, cara. Se não me falha a memória. Tava nas minhas listas reservas, assim. Tava na minha parte 2 ali, cara. E ele é foda. Pra mim, ele é um jogo que te machuca no início e no desfecho, no final. Assim, no final, pra mim, ele doeu. E doeu muito. E você, Manji? Olha, vou começar com o Ni No Kuni.
Nossa! Eu vou começar com o Ni no Kuni, porque eu sou uma pessoa apaixonada pelo estúdio Ghibli. Assim, eu rabo a rabo, já tenho tatuagem, já assisti todos os filmes, reassisto os filmes. E quando lançou o jogo, eu falei, vou ter que comprar, vou ter que jogar, não tem uma opção. E o jogo, ele já me machucou ali no início. Sim, eu tenho até medo de continuar falando, porque eu não sei se eu posso falar o final do jogo aqui.
Pode, pode, pode. Já faz o quê? Dez anos esse jogo? Já tenho dois. Já tenho dois, é verdade. Porque assim, eu tenho uma ligação muito forte com a minha mãe, nós estamos muito grudadas. A situação vai dar perda do Oliver da mãe dele, já me machucou, então já chorei ali no início do jogo. E o jogo faz o tempo todo você acreditar que a magia vai consertar tudo. Com a magia você pode tudo. E você fica ali nessa expectativa.
E a aceitação no final de que a magia não vai trazer a mãe dele de volta me machucou assim, de eu ficar chorando por muito tempo. Então eu acompanho o jogo na expectativa de que a magia vai consertar tudo, vai dar tudo certo. E eu esperava de fato que a mãe do Oliver voltasse ali. Quando eu vi que ela não ia voltar, que a magia não ia consertar tudo, eu fiquei devastada. Foi um jogo que me quebrou, porque eu não vou mais jogar isso, não quero jogar o 2. Não quero saber disso.
Esse outro que... Ele é uma obra de arte também, né? Tipo, é a história, a arte. É o que você falou, é o estúdio Biblia, né? Então... É uma pena não ter em português. Eu demorei muito mais pra jogar por isso. E se não me falha a memória, eu não sei se é um delírio na minha cabeça, mas existe uma animação, né, de Nino Pony, né?
Mas não tem nada a ver com o jogo. O 2 não é uma continuação direta do... Não, o 2 não é uma continuação direta. O filme, ele passa no mesmo reino. Eles passam no mesmo reino. Ele é um isekai. Tipo, são pessoas que sofrem um acidente e vão parar em outro mundo. E esse reino é o reino de Ninokune.
É verdade, é verdade. Eu lembro de ter assistido, isso foi um delírio na minha cabeça. Mas é, de novo, jogaço. Boa. Ufa, segunda rodada? Bom, o meu segundo jogo é um jogo que tá na minha... Virou o meu jogo um dos preferidos, meu jogo conforto.
E não que ele seja um jogo confortável, assim, não é um jogo tranquilo de jogar, não. Que é o Cyberpunk 2077. Cara, até arrepio, assim, de lembrar, cara, porque existem... É o jogo que você... Pelo menos eu, assim, eu já terminei ele no PlayStation, no Xbox, na Steam. Então, se eu tivesse o Nintendo Switch 2, eu iria pegar pro Switch 2 também pra fechar. Então, se sair pra cafeteira... Não.
eu ia jogar, enfim, porque é um jogo que eu sou apaixonado pela história, e ele não tem um final feliz, ele não tem nenhum final feliz, na verdade existe um final que seria o final feliz que ele meio que se, ele consegue sobreviver só que ele perde todos os implantes, e ele acaba dando um recado de que ele largou mão de o que ele mais acreditava que é deixar um legado
Então, ele traz muito essa mensagem, pelo menos pra mim, e é de deitar um legado, de forma positiva. Então, eu, por exemplo, eu brinco muito no meu trabalho quando as pessoas me perguntam que eu não trabalho, eu me divirto. Tem dias que eu não me divirto tanto. Amante sabe disso, eu sou de RH. Mas
brincadeiras à parte, eu tento me divertir, eu tento trazer leveza para o meu dia a dia, porque eu quero que, quando acontecer de eu não estar mais aqui, as pessoas lembrarem de que eu...
tentava trazer leveza, assim, tipo, ou seja, eu quero deixar um legado. E não é sobre só plantar uma árvore, sobre fazer com que as pessoas lembrem de você por coisas que ou aprenderam alguma coisa, enfim, vão fazer esse sentido. E o jogo é sobre isso, cara, é sobre viver de verdade, viver intensamente, porque o jogo do Cyberpunk é, o cara, óbvio que ele é todo errado, enfim, ele foi contratado pra roubar ali um para relationships com relationships com relationships com relationships com relationships com relationships com
um item, ele consegue mais ou menos fazer isso. Só que pra ele conseguir ter um sucesso na missão dele, dar tudo errado na missão, ele coloca esse implante dentro dele ali, que aí enfim, é o Ken Reeves e tudo mais. E ele vai morrendo. E aí ele começa a correr contra o tempo.
Então é sobre viver intensamente. É você deixar o seu legado. Então, cara, pra mim, Cyberpunk é um jogo que mexe muito comigo também. Preciso voltar a jogar ele. Você falou uma parada que foi tema meu quando eu tava com o psicólogo. Vixe, o quê? Deixar um legado. Ela perguntou o porquê do estúdio. E acho que a minha resposta foi que daqui a 200 anos, quando eu não estiver mais aqui... Ai, caralho.
dois jogos vão estar é sobre isso, bora lá é de vibe, mano, que isso é uma vibe boa porque são pessoas que têm deixar um legado você tem dois homens de deixar um legado, pessoal positivo é você chegar na mesa do chef e cagar na mesa do chef, entendeu? vai ser um legado? vai ser um legado vai ser um legado bom
Eu tenho que tratar isso aí na terapia, porque eu não achei isso como uma coisa boa não, mas tudo bem. Puxão legal? Agora eu fiquei pensativo, mas vamos lá, vamos pro próximo. Porra, acabei de voltar da minha limpeza aí. Porra, fica foda, caralho. De que foi a ideia desse cast, só pra eu anotar aqui no caderno do meu Death Note? É, fui eu. Porra, foi mal. Mas todo mundo aceitou, hein, velho? Vamos lá pro meu segundo.
Bora lá, bora lá. Cara, meu segundo, assim, o Master Lemo era meu jogo, assim, era o top antes do 1 lá, era o top 0-0. Então, agora, os jogos que eu vou falar aqui, assim, me pegou de alguma forma, não me deixou tão emocionado como o Master Lemo, mas, porra, estrei ali, eu, porra, eu fiquei...
cara, porra, desculpa, mano, desculpa, eu esqueci, mas... Não, mas bora lá, bora lá. Papo reto. É, porque, cara, a gente... Pô, se quiser eu falo só, eu falo meu outro, né? Não, bora, bora lá, bora lá, bora lá. Pô, eu nem pensei, foi mal mesmo. Não, eu perdi meu gatinho nessas minhas férias aí, gente, todo mundo dos meus mais velhinhos.
Não, mas Stray é uma homenagem pra ele, grande homem. Beijo pro... Porque o jogo, eu lembro que ele saiu na Plus e eu tinha feito minha segunda cirurgia e eu não... Assim, eu fiz a cirurgia, me recuperei, depois passou um tempo, e só que ele saiu muito rápido da Plus. Ou seja, ele ia sair duas semanas depois e eu, porra, tinha que tentar zerar ele e eu fiquei enrolando. Eu falei, ah, mano, é um jogo de um gato.
Não deve ser nada demais. Porra, tu começa a jogar, cara. O gato tá ali numa cidade futurística. Aí tem um robô que acompanha ele, né? Que dá meio que uma ajuda durante o jogo. E, cara, o jogo é sensacional. E no final, esse robô, ele... É um robô? É, chama de drone. É, chama de drone lá, mas ele é um robô, né?
Ele meio que vira teu parceiro ali durante a caminhada, durante a jornada. Ele te vê ali desde quando você caiu do esgoto, que você tá ali com a patinha machucada, que ele até começa meio mancando. E aí no final, quando o gato vai salvar, tem que salvar.
os robôs, né, os outros amigos dele e esse amigo dele, ele se sacrifica ali, aí manda uma mensagenzinha ali de despedida, porra eu não tava esperando por aquele final, não eu achei que no final ia dar tudo certo, ia sair os dois dali felizes porra, o robô que chorando por uma máquina que doideira, né? Mas, cara, o Stray é bom demais esse final aí me pegou muito
O Stray, ele não tinha pro Xbox, ele ficou um tempo sim, sim por isso que eu acabei não jogando, porque eu quero jogar ele na TV grande na sala, hoje, eu acabei de pesquisar hoje ele tem, então vou comprar pra jogar
O mais curioso de jogar o Stray no Playstation é que sai o som dos miados no controle. E os meus gatos ficavam malucos. Eu lembro que tinha uma trend que o pessoal tirava uma foto do gato assim.
com a patinha na tela, né, pra que tentando se comunicar com o gatinho do Stray. É muito legal. Qualquer jogo que tenha gato, e tem os miados de gato, eles fazem isso. Tem um jogo que é do Game Pass que chama... É um de gato também, que ele cai no prédio e volta. Não me emocionei, tá? Não é da parte, não.
E ele é muito cozy game, você só tem que ir conseguindo comer os peixinhos, você ter mais energia pra voltar pro negócio, vai sair de quest, vai conhecer animaizinhos, e aí você se comunica meando, mesmo lá, tá louco assistindo esse jogo.
Qual que é isso aí? Eu esqueci o nome do jogo. Manda depois pra gente. Big City Little Kitty. Ah, do gatinho preto, né? Isso. Maneirinho, maneirinho. É muito divertido de jogar e assim, ele é muito fácil. Ele é muito gostoso de jogar. Boa, boa.
Vou jogar. Mas, ô, mas o senhor, não fiquei chateado, não. Pelo contrário. É uma homenagem aí ao Alvin. Fala aí, Fael. Tentando decidir da minha lista aqui. A lista cresce cada vez mais. Não sei se vai ter parte 2, não. Não sei se a gente vai ter emocionado pra fazer parte 2. Eu vou falar, né? E depois eu coloco o outro que eu ia colocar como o maior concorso. Detroit become a Gilbert.
Nossa, meu Deus. Ele é um jogo que tem permadef. Tem finais ali que acabou, acabou e o vídeo segue. Ele te dá as opções de escolhas muito rápidas. Pra quem não conhece o jogo, ele é um jogo onde existem androides, robôs. E esses robôs começam a ganhar consciência. Então é aquele rolê de cyberpunk, é o rolê do...
As imóveis, né, cara? As imóveis, o robô. E os robôs começam a ter consciência própria e se tornando replicantes. E nessa, você controla aí três linhas do tempo. Três personagens diferentes que vão se intercalando e as histórias vão se cruzando em si. É bem uma dessas histórias, que é de uma mulher, que ela começa voltando de um conserto.
Tem todo um desenrolar ali que isso me pegou de jeito, porque eu não estava esperando todo o desenrolar do que acontecia ali. E, cara, foi difícil de eu voltar a jogar depois dessa parte, viu?
Foi difícil. E o foda do Detroit Me Come In, não sei pra você, mas é que ele tem, como você falou, ele tem múltiplos... Ele abre muito leque. Eu ia falar múltiplos finais. Caminhos. Isso, múltiplos caminhos, durante toda a jornada.
E é foda, porque ele te faz, pelo menos pra mim, eu não consigo jogar, por exemplo, o Cyberpunk, esses jogos que tem múltiplos finais, eu jogo uma vez só, e o meu último jogo tem isso também, tinha dois finais, e eu escolhi um, e eu falei, esse é o meu final, e ponto.
que foram as minhas escolhas. E é isso. Então, o Detroit, ele te faz isso. Porque quando você termina o capítulo, ele te mostra uma linha do tempo com toda a ramificação e das suas escolhas e todas as possibilidades. Quer dizer, ele não te mostra o que aconteceria, porque ele fica tudo oculto. Ele mostra o árvore. Ele não te dá curiosidade. Ele te mostra a árvore.
Só que é aquilo. Ele faz esse reflexo. Será que eu tomei a decisão correta? Mas enfim. Por exemplo. A cena que tem o despertar dela. Da robô.
aquilo ali te deixa em choque, o que você fala, eu obedeço ou não a ordem? Sim. E a cena depois, que, tipo assim, você vai, você tem que ir pra casa, você vai roupa faxinha, você vai pra casa, você faz um monte de coisa, você vai descobrindo as coisas ali, aí tem uma hora que você fala assim, beleza, eu entro ali, pego a arma e vou pra cima ou não? Entendeu? Então são escolhas morais muito grandes, que...
Eu não sei, não é que eu vou falar que eu não sei. É um rolê de psicologia. Mas ele mexe com a sua consciência do jeito. É moral, é imoral. Eu faço ou não faço isso? E a mesma coisa acontece com os outros. Você tem escolhas morais ou não, que você faz ou não. Eu tenho uma decisão que eu fiz que eu me arrependi amargamente de ter feito depois. Porque eu achei que ia tomar um caminho e foi para o outro. E eu fiquei muito frustrado.
Pô, sabe uma coisa que eu fiz, uma decisão errada que eu fiz? Não foi na história. Foi com a personagem da tela inicial. Porque conforme você vai jogando... Ela vai interagindo com você. Aí teve uma hora que eu comecei a jogar, ela falou assim, nossa, que legal que você voltou, cara. Estava ficando com saudades de você. E vai evoluindo.
Aí teve uma hora que ela, depois de eu ter jogado várias vezes, ela, nossa, que bom que você voltou, eu acho que a gente está estreitando a nossa relação, nossa relação está indo com outro nível e tal, só que você tem opções de resposta para ela, na tela inicial, não no jogo, é a tela inicial. E aí a minha resposta...
sei lá porque eu respondi aquilo, eu falei assim, cara, você tá confundindo as coisas, isso é só uma máquina. Aí ela, pô, desculpa, eu acho que eu confundi. Beleza, continuei a jogar, terminei de jogar, aí fui jogar de novo no dia seguinte. Quando eu voltei, ela não tava mais na tela inicial. E ela não voltou mais. Caralho! Meu irmão, a tela inicial mexeu comigo, cara, do jogo.
Que louca, eu não sabia. E ela nunca mais voltou, cara. Tinha que resetar o save pra manter ela de novo. Genial. E aí, mãe? E você? E você? Esse é o segundo.
Eu fiquei aqui pensando, porque um dos jogos eu não tinha intenção de falar, porque ele mexe muito comigo, mas como usaram o óleo, eu vou ter que colocar ele. Mas eu vou para o que não é tão emocionante assim primeiro, que é o Link Between Worlds. Que foi um jogo que eu comecei a jogar despretensiosamente. Peguei assim nas férias, sabe? Meu irmão estava lá, eu falei para ele, deixa eu jogar isso aqui. Porque eu já tinha jogado vários jogos da franquia de Zelda, eu nunca tinha dado atenção para ele. Peguei para jogar como se, tipo, ah, um joguinho ali...
Pixel, não vai me pegar, né? É um Pixel ali, basiquinho, nas férias. E você passa o jogo inteiro acreditando que é Oruli. Oruli, não sei como pronuncia, que é o mundo invertido ali, no caso, né, deles. É um mundo ruim, que só tem pessoas ruins, que é tudo ruim. Quando chega ali no... É tipo... É de janeiro, é tipo isso mesmo.
Tá de sacanagem. Não, poxa. E você descobre que foi um mundo quebrado por medo, né? Porque ali o Ravio, que era o herói que era pra ser o Link, não teve coragem, ele era um medroso. A Ilda tava desesperada pra salvar o mundo dela, porque na verdade eles quebraram a Triforce por medo.
E quando chega naquele plot de que não era um mundo ruim, era um mundo quebrado, com pessoas covardes tentando se salvar, aquilo me quebrou, porque eu não esperava. Eles eram vilões pra mim. Chegou no final, quando teve o desfecho, eu realmente me emocionei e chorei, porque eles estavam tentando salvar o mundo deles, que eles já tinham meio que destruído por medo. Cara, acho que eu nunca joguei. Vou jogar.
Até os polvinhos do jogo me pegaram, que você fica resgatando polvinhos, tudo ali me pegou, foi um jogo bem emocionante, que eu não esperava, foi uma grata surpresa, tanto que hoje, quando alguém me perguntou o meu jogo favorito da franquia, não é mais os grandes ali, é o Between Worlds, porque foi o que me deixou surpreso, me pegou desprevenido, porque ué, que isso? Caraca, bom jogo, esse eu acho que eu nunca joguei da franquia, hein, vou jogar. Muito bom. Boa, gostei, vou jogar.
E vale zerar 100%. Eita, hein, nossa. Tá. Bora pra última rodada, então? Só pra gente fechar? Bom, é outro jogo recente e acho que da mesma forma que o Facioli trouxe o Master Lemo pelo seu motivo
eu trago esse pelo mesmo motivo. O meu grande herói, meu pai, que já é falecido também. Eu não vou contar a história aqui, mas só nos bastidores. Só para que me conhecessem pessoalmente eu conto essa história. Mas foi uma despedida que mexeu comigo muito até hoje. Mas hoje eu sei lidar com isso. Então foi difícil lidar com o luto.
E o jogo que mexeu comigo de uma forma positiva, porque ele me deixou feliz, assim, tipo, dessa situação, que é o luto, foi o Clarob's Curie, do Expedition 33. Porque ele fala sobre isso, ele fala sobre o lustro, só que ele traz de uma forma muito...
poética e muito good vibe, assim, pra mim, sabe? Apesar de ser um tema pesado, um tema difícil. Então, eu acho que Claire Obscure é um jogo que eu me apaixonei desde o início e eu não sabia, porque o jogo não te conta o porquê, não te conta porque você está naquele mundo, na verdade.
E aí você vai descobrindo ao longo da história toda. E quando você descobre a história, enfim, aquilo bate muito forte. Só que é um final poderoso, uma mensagem complexa, mas, pelo menos pra mim, trouxe com uma leveza. Então eu encarei aquilo como algo muito legal. Ele me ajudou a cicatrizar.
depois de muitos anos. E olha que meu pai já se partiu há mais de seis anos. Ele ajudou a cicatrizar. Então, Clare Obscure, pra mim, me mexeu de forma pesada. Clare Obscure e Celeste são dois jogos que eu ainda vou tatuar.
meu braço. Porque são dois jogos que eu quero levar pra vida sempre. E joguem. Cara, trilha sonora. Joga lindo, vai. Eu dropei. Mas eu te expliquei porque eu dropei. Sim, sim, sim. Eu quero jogar de começo ao fim. Ele é um jogo que merece uma atenção especial que num momento eu não conseguia.
É, então, esse é o ponto. Eu acho que eu só não dropei porque eu não sabia a história. Tipo, eu fui descobrir ao longo e aí eu já tava envolvido mais pra poder, talvez, dropar. E aí, foi bom pra mim. Mas jogaço. É isso, gente, bora lá, vai. Vai, o Facioli.
Cara, meu último jogo, ele também não é tão assim emocionante, mas a história dele é bem legal, né? Que é o It Takes Two, um jogo que acho que foi um dos primeiros jogos que eu zerei na pandemia, né? Com a minha esposa.
Que conta a história de um casal, né? Que ele tá em crise e eles estão pra se divorciar. Aí a filhinha deles começa a chorar ali em uns brinquedos, uns bonecos. E tomam vida, né? O casal entra dentro desses bonecos. Aí tu tem que fazer as missões. E aí no final tem uma história linda, né? De amor ali.
Só que no jogo estava dando tudo certo. No meu casamento, que parecia que estava no início desse jogo. Porque as coisas começaram a sair de controle e quase que deu ruim. Porque, porra, depois vocês dão uma olhadinha em alguns vídeos de casal jogando no TikTok que vocês vão entender. Eu entendo, eu sei exatamente o que eu falo.
Mas no final ali Deu tudo certo, graças a Deus Voltaram, voltaram a Virar humanos de novo E é isso O foda de jogar esse jogo É que A senhora não gosta de videogame Todo mundo sabe, mas eu tentei Jogar com ela e aí Não deu certo, cara, porque Aqueles começos de discussões do jogo Ela falou assim, nossa, igual você, né Você não faz isso O foda de chuva O foda de chuva
Vamos parar de jogar esse jogo, vamos jogar com a coisa. É melhor jogar Monster Mills comigo, né? Te xingando na cozinha pra você anotar o pedido. Até porque você eu posso mandar merda. Justo. Eu tô olhando pra minha lista aqui, tem três que eu queria falar, mas eu vou com o que eu já comentei aqui, que é um dos meus jogos favoritos de Playstation.
é o meu herói favorito, que é o Homem-Aranha. Vamos lá. Eu não conheci, eu, assim, eu peguei o PS4 da minha sobrinha emprestado na época só pra jogar esse jogo. Muitos jogos, quando eu não tenho a oportunidade de, ou o interesse de comprar ele, mas eu quero conhecer, padrão do mundo atual. Assista a gameplay, o Homem-Aranha foi um jogo que não, que eu queria ter toda a experiência de como é jogar o Homem-Aranha mesmo.
E aí quando eu peguei o PS4 e o PS4 com a minha sobrinha, eu joguei no dela, né? E assim, a minha intenção de jogar Homem-Aranha é mesmo jogar um Homem-Aranha novo que me remetesse ao play 1, à liberdade, tanto que a minha espada tem que falar, poxa, você fica mais tempo se balançando pelas teias do que efetivamente jogando o jogo.
Cara, é muito dessa parada daquilo que a gente fala do conforto. É muito confortável, é bonito de ver, é gostoso de fazer. E a história foi a gente se desenvolvendo, se desenrolando. Cara, acho que eu não preciso explicar a história do Homem-Aranha. O cara foi ficado pelo Aranha.
Salva Nova York de diversas visões, diversas coisas. Ele tem toda a temática de grandes poderes e grandes responsabilidades, conta da morte do Tio Ben e assim por diante. O que me pegou nesse final é que o Homem-Aranha, ele vem justo a esses grandes poderes, com grandes poderes e grandes responsabilidades. Aquele final me quebrou.
Na verdade, não é que eu não esperava. Eu não esperava que fosse acontecer aquilo. E quando aconteceu, eu comecei a chorar por antecipação. É meu herói favorito. Eu conheço meu herói. Então, quando aconteceu isso, eu já entendi o que ia acontecer. Eu falei, putz, desesgrilo, mano. E aí, a parte final inteira do jogo, eu passei emocionado. E na cena que acontece... Já pode falar? Pode falar?
Na cena da morte da Tia May, eu tava em prantos. E aí, eu vou dar uma denda aqui, o Mendes Morales, eu terminei duas madrugadas, foi duas noites, dois dias diretos jogando, na madrugada eu terminei. Também me emocionei, não me emocionei tanto quanto esse Homem-Arend, talvez seja, eu joguei um sequência ao outro, mas o Homem-Arend ficou demais. Essa é a morte da Tia May, que ficou demais.
Cara, o Homem-Aranha eu não coloquei, que eu imaginei que você ia trazer. Colocou o Celeste. É, eu falei, eu vou ter que sacrificar um aí, não tá listo. Mas o Homem-Aranha, a gente sabe disso, porque a gente gravou um cast e a gente falou sobre o Homem-Aranha, o quanto o Homem-Aranha é importante pra nós dois. E eu acho que é isso, o Homem-Aranha, eu conheci ele com 10 anos de idade, assim, tipo... Tem um monte aqui pra fazer o Homem-Aranha.
Eu tenho um cofrinho do Homem-Aranha. Tá aqui em cima, eu não vou pegar aqui. A Nanda fez uma festa surpresa, acho que uns dois anos pra mim, quando tem uma Homem-Aranha na casa da mãe dela. Ela contou pra mim que ela foi comprando as coisas lá no presente, aí a mulher do Caixa falou, nossa, quantos anos o criança vai fazer? Aí ela, 31. Eu passei por isso também, com um bolo do Totoro. Minha mãe mandou fazer um bolo do Totoro pra mim.
Mas eu entendo vocês, porque eu sou igual Tem um vídeo do Porta dos Fundos, né, cara? Que é o Fábio Porch Tá numa loja de brinquedo lá E aí ele tá com Luke Skywalker, se não me falha a memória E aí o cara O vendedor É pra você? Ele, não, meu sublinho
Ah, eu lembro desse vídeo. Mas qual é o nome do seu subinho? Gabriel, se demorou pra falar o nome do seu subinho. É muito bom isso. Eu sou esse cara, velho. Eu sou esse cara. É isso, boa, boa. Man, fecha aí a lista. Então, eu vou ter que trazer um jogo que é muito difícil pra mim, que é o Undertale. Nossa, jogou. Jogou. Saiu o jogo de Undertale?
Eu demorei muito pra jogar. Eu tinha uma amiga muito querida, que era o jogo favorito dela. E ela era streamer e ela fazia muito vídeo jogando esse jogo. E eu ficava, nossa, o que tem de graça nesse jogo, né? Não conseguia ver porque ela era tão apaixonada pelo jogo.
Ela faleceu em 2021 e a gente era muito próxima. E eu fui atrás de entender por que ela gostava tanto desse jogo. Eu demorei uns três anos e até hoje eu ainda não consegui terminar o jogo de fato. Porque ele tem duas rotas, a rota genocida e a rota pacifista. Mas ele não me pegou só por isso. Ele me pegou porque o jogo fala realmente sobre você.
lidar com as consequências das suas ações, sobre continuar tentando, porque ele tem o reset, né? Então, você consegue ver quais foram as consequências daquilo, você consegue ver que o vilão não é vilão, o vilão é uma pessoa que desistiu, é...
O jogo é muito complexo, ele vai além daquela pixel art. Eu nunca tinha entendido por que ela gostava tanto desse jogo. E depois eu vi que o jogo fazia total sentido com a personalidade dela, sabe? E aceitar isso foi muito difícil. Foi uma coisa que eu critiquei muito, porque eu não conseguia ver graça. Fez todo sentido para mim, depois que eu parei para jogar pensando nela. Porque aquele jogo era tão importante para ela.
Então ele é um jogo que até hoje, até recentemente meu namorado abriu ele no computador, ele comprou, ele falou, quer jogar? Eu falei, não, não vou jogar, não vou passar por isso de novo. Mas é doido, porque a frase principal do jogo, né, que é, tipo, continue insistindo, continue, stay determined. Tipo, continue tentando, não é sobre isso, né? Ele é tipo mais um, por que você vai continuar tentando?
você vai continuar tentando mesmo, o jogo é todo sobre isso, porque mesmo a rota pacifista, parece que todo mundo lá desistiu de alguma forma. Então é um jogo muito pesado. Cara, muito bom. Eu não consigo gostar desse jogo, justamente por conta da carga emocional que ele...
Não é que eu não gosto do jogo, assim, eu evito. Eu diria que faz bem, mas se você estiver bem psicologicamente, vale a pena jogar, mas você precisa estar bem, porque eu acho que se você tiver qualquer tendência emocional, ele vai te machucar ainda mais, porque não é um jogo sobre cura, não, é um jogo sobre aceitar que as coisas podem ser ruins às vezes, e você não tem...
domínio sobre isso. Acho que é um jogo que tem uma carga muito pesada e não tem lado bom. Eu não vi uma parte que vão ser boas. Mas ele mexeu muito comigo.
Cara, esse cast aqui, o título vai ser Ouça com o seu psicólogo de celular. Agora que eu... De preferência. De preferência. Assim, o primeiro cast que a gente traz a Mandy é um cast desse, assim. Mandy, o próximo a gente vai falar sobre dar risadas, tá? É isso. Faz um jogo sobre a necessidade de casar, um cast sobre a necessidade de casar com todos os personagens dos jogos. Isso, boa, boa, boa.
Eu quero ver a história de todo mundo, porque eu tenho que casar só com um. Eu não vou concordar, porque a senhora passa aqui do seu lado, entendeu? E ela vai ouvir o cast, então... Eu vou falar uma parada. Não, eu sou totalmente conto a isso. Eu vou falar uma parada. Do estar do Vale em si, eu não consegui me divorciar emocionalmente falando pra casar com os outros. Que? Eu, na primeira vez eu te divorciei e ainda transformei meus filhos em pombo.
Eu não consegui, velho. Eu não consegui. Emocionalmente falando. Sou fiel até no jogo. Eu sou fiel à Leia. Leia é meu top 1, assim. Porque ela é uma artista, ela é good vibes. Não tem muita treta, né? Tem só a ex dela lá. É legal ver a história de todo mundo, né? Porque tem as cenas específicas com cada um deles. E se você não desenvolve um relacionamento, você não...
Não vê essas cenas, né? Mas aí eu abro outro save e salvo por causa do outro. Muito difícil. Muito trabalho. Vou ter que plantar aquele tanto de morango de novo. Não vale a pena, né? Isso aqui é. Caraca, muito bom. Mas, ó, galera, vocês estão ouvindo esse cast. Mande. Primeiro eu te agradecer. Eu que agradeço pelo convite. Você sabe que você tá convidada pra outros episódios.
Mesmo bate canal, menos bate horário. E a gente vai definir o nosso próximo tema com você. Mas assim, galera, comentem os jogos que emocionaram vocês, jogos que mexeram com vocês. Mas eu quis trazer esse tema não no sentido de deixar as pessoas tristes, muito pelo contrário. É sobre celebrar mesmo. Pra mim é isso. Acho que eu falei no cast que a gente gravou, né? O Fael, acho que o cast que passou...
Eu falei um pouco sobre o livro que eu tô lendo do Andy Weyer, que é o Devoradores de Estrelas. Inclusive, saiu o filme e eu não assisti ainda, porque eu quero terminar o livro antes de assistir o filme. Porque é do mesmo autor do... É... O Dini Marte. O Dini Marte, enfim. Porque ele é um cara que... Ele deu uma entrevista outro dia...
De que as pessoas perguntaram pra ele assim, cara, os teus três livros, porque ele escreveu três livros, tem uma vibe muito positiva. Tem o teu desafio, tem lá o perigo, mas tem uma vibe muito positiva, tem uma leveza dentro do teu livro, né? E a gente tá vivendo um mundo meio complexo, né? Meio...
caótico e tal, e aí ele deu uma resposta muito legal, e perguntaram pra ele se ele acreditava na humanidade, e ele falou sim, eu acredito na humanidade, e a resposta dele foi muito boa, porque ele falou, eu acredito na humanidade porque o que a gente vê na televisão e nos jornais, de fato são desgraças ou são coisas ruins, porque isso é o que dá audiência, na verdade, mas na minha bolha, e quando eu vejo o meu ciclo de pessoas, eu tenho muito mais pessoas e aí
queridas, legais e positivas do que negativo. Então eu acredito em uma humanidade. Então esse é um catch que na verdade eu queria trazer isso pra galera, tipo assim, leveza. Apesar de ser um tema bem complexo que a gente falou aqui agora. Então acho que é isso. Espero que vocês tenham ouvido até aqui e o teu coração tenha ficado quentinho ali. Então, de novo. Galera, tem algum outro recado final? É, vai sair antes ou depois da Gamescom?
A ideia é ele sair antes. Não essa semana, acho que a outra. Nos encontre na Gamescom. Boa. É isso. Boa. Cara, eu falei ali no início, né, que, porra, infelizmente, eu tenho muitos projetos e o caramba, mas cara, é muito bom, porque muita gente, muita gente não, né?
Pra mim é muita gente, porque seis pessoas, sete pessoas, pra mim é bastante gente. Me mandando mensagem, né, perguntando quando que eu voltava, que tava fazendo falta, porque, pô, são pessoas que escutam o podcast, vê que tu já fica fora uns três, quatro episódios aí, porra, sente falta, e é nessas horas que a gente vê que, pô, a gente é querido mesmo, pô, que a gente tá...
que as pessoas estão escutando de verdade, né? Essas groselhas que às vezes eu falo aqui, essas bobeiradas, essas brincadeiras aí. Então, pô, isso aí também foi um dos motivos que me fez eu voltar aí agora. E daqui a duas semanas estaremos na Gamescom. Que susto, achei que você ia falar daqui a duas semanas e eu tô fora de novo. Meu sonho, é sacanagem. Daqui a duas semanas eu vou pegar mais uma licença administrativa.
Caraca, velho Quase eu dei Joceno Fazer uma banã de emprego Mentira, você sabe quando você faz falta Eu sacaneio, mas você sabe quando você faz falta Seu carioca safado
Gente, o meu recado final é agradecer pelo convite. Eu adorei participar. A mensagem também do tema é muito importante, porque às vezes a gente vê, ah, vou ali jogar para esfriar a cabeça. E você tem uma lição daquilo, né? Você aprende a lidar com o luto. Você aprende que nem sempre o vilão é um vilão. Às vezes ele só está tentando consertar as coisas.
da forma que ele acha, é melhor consertar. Então, assim, é um tema que pode parecer pesado, que é trazer livros assim, mas é muito importante a gente ver que nem sempre é só um jogo ali, nem sempre é um momento. Tudo traz aprendizado na vida, né? Eu acho que é muito importante o tema. Eu adorei participar dele. Mesmo que roubaram meu Ori, eu tive que colocar um mais pesado ali. Ah, seja bem... Mas roubaram meu Celeste também, entendeu? Seja bem-vindo ao passar de fase. Então tá tudo bem, tá tudo bem.
É que você não viu o cast de A a Z do meu PS1. Quanto a gente roubou um do outro. Não, ali teve hierarquia e disciplina. Mas também teve roubaria. Mas quando é aqui, que é um querendo falar em cima do outro. Lá eu botei ordem. Eu acho que nos próximos a gente tem que seguir o que foi o PS1 cast. O Facioli colocou uma ordem ali que eu gostei.
Não, aqui, velho. Vai lá, ouvi da opinião de vocês. O outro fala super, o outro Mário, o outro Broz. Esse aí já é meu jogo. Tem que ter uma ordemzinha. No próximo você comanda de novo. Negativo. Galera, valeu e até o próximo Pazer de Pazer.