EUA ameaçam Brasil com taxa de 25%, brechó de luxo atrai alta renda, imposto cobrado no ato e mais
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No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: Ucrânia se aproxima de entrar na União Europeia em meio a guerra contra Rússia.
🇧🇷 BRASIL: Em dia de julgamento, EUA define novas tarifas sobre produtos brasileiros.
💻 TECH: O humanóide japonês de AI criado para ajudar pessoas a lidar com a solidão.
💼 NEGÓCIOS: Como a população de alta renda está dominando o mercado de segunda mão.
💰 ECONOMIA: A nova forma de cobrar impostos que está gerando polêmica no Brasil.
E no final do episódio, a Matéria extra.
- Copa do Mundo Feminina 2027Espanha · França · Argentina · Inglaterra · Guerra das Malvinas
- Tarifas EUA contra BrasilEstados Unidos · Brasil · Pix · Desmatamento ilegal · Família Bolsonaro
- Split Payment no BrasilReforma tributária · Pix · Fazenda
- Empréstimo da União Europeia para a UcrâniaUcrânia · União Europeia · Guerra contra Rússia · Viktor Orbán
- Mercado de LuxoSustentabilidade · Moda vintage · Alta renda
- Robô humanoide e idosaSolidão · Organização Mundial da Saúde (OMS) · China
- Gasolina com EtanolConselho Nacional de Política Energética · Gasolina · Petróleo · Oriente Médio
Começa agora mais um episódio do podcast Diário do The News.
Muito bom dia, já vai preparando o seu café sem açúcar e bora para uma quarta-feira com você bem informado.
Eu sou o Léo, eu sou a Sílvia, de volta, Sílvia, depois de um hiato aí, estava de férias.
Pessoal perguntou e muito por você, Léo, todos os dias tinha um comentário: gente, cadê o Léo? Cara, pois está aqui na minha frente, o Léo.
Fico muito feliz que deixei saudades, mas estou de volta para suprir essas saudades e informar o povo de tudo que tá acontecendo nesse mundão aí, né, com muitas notícias que a gente tem por hoje.
Muito bem, então nesse dia 15 de julho chegamos oficialmente à metade desse mês, do mês 7 do ano. Vamos então com o cardápio do dia. Puxando mundo, a gente vai falar da Ucrânia que se aproxima de entrar na União Europeia em meio à guerra contra a Rússia.
Em Brasil, em dia de julgamento, Estados Unidos define novas tarifas sobre produtos brasileiros.
Humanoide japonês de AI criado para ajudar pessoas a lidar com a solidão.
Como a população de alta renda está dominando o mercado de segunda mão.
E para fechar, nova forma de cobrar impostos que está gerando polêmica no Brasil. E hoje não é para fechar não, gente, me corrigindo aqui, porque hoje são 6, né? É quarta-feira. Você já dava aí com o dedinho para comentar: ué, e a matéria extra? Pois tem sim matéria extra lá no finalzinho do episódio. Então fica com a gente até o final para escutar não 5, mas 6.
Agora, palavrinha dos patrocinadores e na sequência, primeira história.
Léo, já caiu a ficha que a gente chegou na metade de 2026? Não sei você, mas todo mundo que eu conheço tinha alguma meta para esse ano que já ficou para 2027.
Pois é, Silvio, e eu acho curioso que muita gente adia esses planos sem saber que existe um jeito de se planejar de uma forma muito mais estratégica e segura com o consórcio da Demicom.
Exato, e funciona de um jeito bem simples. Você define o seu objetivo e escolhe o plano que melhor combina com a sua realidade. Tudo sem juros e sem entrada.
Então, se ainda tem alguma conquista pendente na sua lista, não precisa esperar o ano que vem, tá? Quer fazer uma simulação sem compromisso? O link tá aqui na descrição.
A Ucrânia iniciou uma nova etapa do processo para ser um membro da União Europeia. O pedido inicial de adesão ucraniano aconteceu logo após o início da guerra contra a Rússia em 2022.
Se você não sabe, o processo de entrada na União Europeia exige que os países candidatos se adequem às leis dos blocos por meio de 6 grupos de temas que vão desde economia até meio ambiente.
Na prática, nessa segunda roda de conversas, ministros da União Europeia se reuniram com representante ucraniano para discutir segurança, defesa e política externa.
E aí é o seguinte, para a Ucrânia, entre os benefícios de pertencer ao bloco estaria justamente uma cláusula cláusula de defesa automática entre os membros. Ou seja, se um país é atacado, os outros são obrigados a ajudar.
Para a União Europeia, uma das vantagens estaria na ajuda que os ucranianos poderiam fornecer no setor de defesa, energético e no tecnológico.
Um dos fatores que ajudou no avanço das negociações foi a derrota eleitoral do ex-presidente da Hungria, Viktor Orbán. Ele era mais alinhado a Putin e acreditava que a adesão do país afetaria os agricultores húngaros e a economia do bloco.
E foi uma super terça para a União Europeia, porque além da Ucrânia, outros 3 países, a Moldávia, Albânia e Montenegro, avançaram também no processo de entrada no bloco. Fechamos a primeira matéria e bora para a próxima.
É hoje o prazo final para os Estados Unidos decidirem se aplicam uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A proposta foi apresentada em julho pelo USTR, né, que é o escritório comercial dos Estados Unidos, como retaliação a práticas do Brasil consideradas incoerentes, como por exemplo aí o Pix e o desmatamento ilegal.
E aí o governo brasileiro tem enxergado 3 possíveis cenários, e a gente vai destrinchar um pouco aqui eles para você. Primeiro é a taxação. Caso o país realmente seja punido, que é a possibilidade considerada mais provável, o governo deve formular algum tipo de ajuda para os setores impactados e diversificar o mercado para se tornar menos dependente dos Estados Unidos.
O segundo cenário seria de suspensão. O Planalto não descarta um Mundo em que os Estados Unidos suspendam a tarifa para citarem a atuação de Flávio Bolsonaro e conferirem uma vitória política ao senador. Nesse caso, o governo tentaria reforçar a associação das tarifas à família Bolsonaro.
Por fim, ainda que mais remota, o governo considera a possibilidade dos norte-americanos postergarem as tarifas. Nesse caso, as negociações seriam mantidas e a postura brasileira seria técnica.
Até o momento, uma das principais ações do governo para evitar a taxação foi a apresentação aos Estados Unidos de um plano com medidas que o Brasil poderia adotar para melhorar os pontos criticados. O país ainda acenou aos norte-americanos a possibilidade de reduzir taxas para cerca de 300 linhas tarifárias.
E aí, qual o impacto caso o Brasil seja taxado? Bom, a tarifa confirmada significaria uma possível alta do dólar e da Selic. A medida ainda faria o país saltar da 13ª posição de país mais taxado pelos Estados Unidos para a 2ª posição. Ou seja, de 13 para 2º, o Brasil ia estar só atrás apenas da China.
Aqueles setores que têm maior dependência das exportações para os Estados Unidos devem sentir um pouco mais. Industriais, como a siderurgia e mineração, papel e celulose e proteína animal. Entrega nossa segunda história do dia, bora para terceira.
A fabricante chinesa Yubitech lançou o Uhuu, o primeiro humanoide de companhia do mundo. O modelo possui uma pele aquecida, expressões faciais e até a capacidade de lembrar das conversas. Diferente de robôs domésticos feitos para tarefas, ele alivia a solidão das pessoas.
E por que que isso importa? A OMS classificou a solidão como uma ameaça global à saúde. Estima-se que 1 em cada 6 pessoas no mundo sofra justamente com isso, associado a cerca de 100 mortes por hora. É justamente esse problema que a empresa quer enfrentar.
A UbiTech mira um público de 120 milhões de solteiros e 320 milhões de idosos só na China. O mercado global de robôs de companhia já movimenta aí cerca de 1,7 bilhão de dólares e deve crescer 600% até 2034.
Os robôs podem ser personalizados para lembrar personagens fictícios ou até uma pessoa querida, usando fotos e gravações de voz como referência. Os preços variam de $18.000 a $145.000, e a página do marketplace do U1 ultrapassou o número de 1 milhão de visualizações logo na sua pré-venda.
É a primeira vez que um humanoide com aparência de uma pessoa é fabricado e comercializado em escala. Ainda assim, especialistas em saúde mental alertam sobre os riscos de substituir vínculos humanos por interações simuladas. A própria fabricante reconheceu que os robôs nunca vão substituir relações humanas reais. Assim fechamos a terceira história do dia e bora falar um pouco de negócios.
Seja pela sustentabilidade ou moda vintage, o mercado de segunda mão cresce 3 vezes mais rápido que o de produtos novos e deve movimentar R$360 bilhões de dólares até 2030. E ó, parte desse avanço vem da revenda de artigos de luxo, que foi impulsionada por um público que foge do estereótipo, tá? Clientes de alta renda. Ou seja, a galera que tem dinheiro para comprar estes produtos sendo de primeira mão, ou seja, ali na loja direto, estão começando a comprar no mercado de segunda mão. Olha que loucura, Silvia!
Segundo levantamento, Léo, nos Estados Unidos e na China, as pessoas que gastam entre $10.000 e $50.000 por ano em marcas de luxo compram itens usados com mais frequência. Do que consumidores ocasionais.
Muitos compradores enxergam bolsas e relógios de luxo como ativos, e de fato existe essa conversa no mercado que bolsas, relógios são como obra de arte e acabam aí valorizando. Então aí, nesse caso, ao contrário de outros itens, né, relógios, bolsas, como a gente disse, essas pessoas podem preservar e aí em alguns casos até aumentar o seu valor ao longo do tempo, como eu disse.
Essa lógica já tá até na decisão de compra. No último ano, 47% dos consumidores disseram considerar o valor de revenda antes de adquirir um produto de luxo. Entre os vendedores, consumidores, 41% já afirmaram vender suas peças para recuperar o investimento e gerar renda extra.
Somado a isso, pense que o mercado da moda é exclusivo. Marcas utilizam a escassez para ganharem prestígio e produtos deixam de ser fabricados pouco tempo após o lançamento. E aí, por conta disso, a revenda passa a ser a principal forma de acessar artigos de coleções antigas e edições limitadas. Quarta história do dia entregue, bora para quinta.
Em meio à simplificação dos tributos promovidos pela reforma tributária, surge uma nova forma de cobrar impostos, o Split Payment. Até agora, a Fazenda já gastou mais de R$2 bilhões com ele e estima que será 170 vezes maior que o Pix.
E o que é o Split Payment? Basicamente, esse sistema permitirá que o imposto seja cobrado no momento do pagamento. Isso significa que a taxa tributária deixa de passar pela empresa e vai direto para o Estado.
Para explicar melhor para você, vamos pegar um exemplo real, tá? Eu e o Léo vamos almoçar num restaurante. Ao final do almoço, a gente decide comprar uma balinha. A bala deu valor de R$10. Só que na verdade ela custa R$7 e o dono do restaurante precisa pagar R$3 de imposto para o governo, ou seja, os R$10. Hoje em dia a gente dá os R$10 inteiro para o dono do restaurante, ele guarda o dinheiro no caixa, no fim do mês ele calcula e manda esses R$3.
Claro que aqui a gente tá falando valores em reais aqui, mas para desenhar para você, ele paga depois, calcula tudo no fim do mês e manda os R$3 ou proporcional para o governo. Agora com o split payment, por exemplo, a gente vai passar o cartão, caso eu e Léo a gente fosse pagar a bala com cartão, pagamos os R$10, mas a máquina já vai dividir na hora. Então aqueles R$3 que hoje vai para o dono do restaurante, ele já vai direto para o governo.
Ou seja, o imposto é pago na hora. Os R$7 da bala vão para o dono do restaurante e os R$3 vão direto para o governo. E aí, quando no início a gente falou que o governo tá estimando que ele vai ser 170 vezes maior que o Pix, é porque para um sistema como esse funcionar, ele vai precisar ler a nota fiscal inteira, entender qual foi o valor, qual é a parte que ele precisa descontar, qual o valor que vai para o governo. Então são detalhes e documentos muito muito grandes, que obviamente vai gerar um processamento e uma necessidade de um sistema muito mais potente, que é o sistema do Pix hoje.
Isso aí, Sil, a ideia é que essa diferenciação do pagamento ocorra de forma integrada à emissão da nota fiscal eletrônica, cruzando informações com plataformas de pagamento como Pix, boletos, cartões e transferências bancárias. Então todos, todos esses métodos mais digitalizados.
O sistema vai marcar uma ruptura com o modelo atual em que o imposto é embutido no preço final, né, que é o que a gente já deu de exemplo, e recolhido em etapas posterior.
E aí, vamos lá, existem sempre os dois lados da moeda. Aqui no The News a gente traz todos esses lados para vocês. Primeiro que apoiadores enxergam que a medida traria mais previsibilidade para as empresas e menos espaço para fraudes e inadimplência.
Já críticos apontam que o novo sistema poderia causar mais erros, aumentar o custo das empresas devido às adaptações necessárias e afetar o capital de giro disponível, já que antes, né, já que agora o dinheiro pago imposto fica um tempo parado dentro de cada empresa. Assim fechamos a quinta história do episódio de hoje. Então, a nova ferramenta que tá gerando polêmica aí no Brasil, a gente trouxe os dois lados, mas a conclusão é sua.
Deixe o seu comentário aqui, a sua opinião sobre o split payment. Agora sim, a gente fecha as 5 histórias.
Mas calma que hoje, quarta-feira, a gente tem uma matéria extra. Então a gente vai rapidinho para palavrinha dos patrocinadores e na sequência mais uma história para vocês.
Leo, chegamos oficialmente ao meio de julho, metade do mês, e quem tem criança em casa sabe bem o que isso significa: as férias escolares estão a todo vapor.
É isso aí, Sil, é o momento de arrumar as malas, colocar a criançada no carro e pegar a estrada para viajar ou inventar algum passeio para gastar aí a energia deles, né?
Só que tem um imprevisto que ninguém coloca no roteiro de viagem: o carro não ligar porque a bateria acabou. Nessas horas, com porta-malas cheio e as crianças impacientes no banco de trás, bate o desespero.
Mas não precisa estressar. Se precisar de bateria, é só chamar a mourafácil.com, o delivery oficial da Moura. Você pede pelo site e em até 50 minutos um técnico vai até você, testa o seu carro e faz a troca se for necessário.
Praticidade total para você não perder nenhum dia de diversão com a família. Se o carro parar nas férias, chama o Moura Fácil e garanta a bateria original que o seu carro precisa.
Voltamos então com a nossa matéria extra, que fala justamente do nosso país colocando aí mais etanol no tanque. Isso porque o Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30 para 32%. A princípio, essa medida valerá por 180 dias, mas o ministro da Energia não descarta torná-la permanente.
Segundo o governo, a medida deve reduzir em 500 milhões de litros por mês a necessidade de importação de gasolina. Por outro lado, especialistas afirmam que a maior concentração de etanol pode elevar o consumo e acelerar o desgaste de componentes em alguns veículos.
Em meio à alta das tensões no Oriente Médio, que levou o petróleo ao maior nível em cerca de um mês, o governo vê aí a medida como uma forma de se proteger da volatilidade e dos altos custos dos combustíveis fósseis.
Agora sim, fechamos as matérias de hoje, mas vem ele, lá vem ele, Felipe Zamboni, para falar do jogo que eliminou a França. França, que era uma das favoritas, agora se despediu da Copa do Mundo ontem, perdeu para a Espanha surpreendentemente, mas o Zambo vai trazer mais detalhes. E hoje temos o outro jogo da semifinal, Inglaterra e Argentina. Zambo, é com você.
Temos nossa primeira finalista do Mundial. Não é exagero nenhum dizer que foi um choque para muita gente. Bom, no episódio de ontem a gente tinha falado, era um dos melhores confrontos de Copa do Mundo dos últimos tempos, duas das melhores equipes. Espanha, atual campeã da Eurocopa. Mas é inegável, a França vinha com favoritismo e tá jogando muita bola. Fazia muito tempo que a gente não via uma seleção jogar tão bem, possivelmente uma das melhores seleções da história até.
Mas todo esse favoritismo francês não entrou em campo. A verdade é que a Espanha fez a seleção francesa de boba, jogou no seu estilo mais natural, um jogo compacto com os jogadores trocando muito bem a bola e colocando os franceses para correr, para tentar marcar a Espanha, coisa que eles não conseguiam. Quando a França tinha a bola, era muito difícil de entrar. Não à toa, a Espanha só sofreu um gol nessa Copa do Mundo, é a melhor defesa disparada.
Mbappé não fez uma grande partida, Olise, Dembélé muito mal tecnicamente. E aí a França, que já não tava bem, ficando no prejuízo próximo da metade do primeiro tempo, quando a Espanha abre o placar de pênalti. E aí ficou mais difícil ainda em entrar nessa Espanha que já tava com a vantagem no placar e conseguia jogar da sua forma que ela tanto gosta. No segundo tempo, os espanhóis só ampliaram o placar e aí ficou muito difícil.
A França até tentou no final, teve algumas jogadas com Mbappé, mas a verdade é que o resultado é um misto de mérito, e muito mérito, da Espanha com o baixo nível apresentado pelos franceses. Espanha, 37 jogos de invencibilidade, batendo, igualando o recorde da Itália. E aí, se não perder no tempo normal no domingo, vai quebrar, vai se tornar a seleção com a maior sequência de jogos sem derrotas da história. Espanha que chega à sua segunda final de Copa do Mundo, a primeira em 2010, com estilo semelhante, por que não, aquele time com jogadores mais badalados, Xavi, Iniesta, mais consolidados.
Essa seleção muito jovem, não tanto com aquele famoso tique-taca que a gente aprendeu, que a gente conhece muito bem, principalmente pelo Barcelona de Guardiola, mas é uma seleção muito difícil de vencer, chega muito forte pra decisão de domingo. Já a França, com certeza, vai ficar pra história como uma das principais seleções, mas que no final das contas não conseguiu transformar todo o brilhantismo em título. A gente sabe muito bem, né, a gente já viveu isso, principalmente em 1982, com aquele timaço do Telê Santana, que no final das contas a gente acabou sendo eliminada precocemente pra Itália.
Espanha na final, agora os espanhóis aguardam hoje 4 da tarde para ligar a TV e só acompanhar quem vem pela frente: Argentina, a atual campeã, ou a Inglaterra. Inglaterra que foi vice-campeã da Espanha na Eurocopa de 2024. Eu comentei aqui nos episódios anteriores sobre a rivalidade Argentina e Inglaterra, ela é muito forte, principalmente para os nossos irmãos, tudo por conta da Guerra das Malvinas. E aqui eu acho que vale um disclaimer legal para todo mundo entender, caso você tá aí do outro lado não conheça a história, vou te contar rapidamente o que que foi esse conflito, tá?
A Argentina sempre reivindicou o domínio das Ilhas Malvinas por estarem muito próximas do litoral do país. A questão é que esse território era controlado pelo Reino Unido desde 1833, ou seja, era um território britânico. Só que em 1982, governo militar, na época governo militar, na ditadura militar argentina, decidiu invadir as ilhas acreditando que o Reino Unido não iam se importar, quiçá reagir à invasão. Só que o que aconteceu foi o oposto.
Pelas ordens de Margaret Thatcher, o exército britânico foi até as Ilhas Malvinas e lutou. Quando a Argentina viu que teria reação dos europeus, ela acabou convocando os jovens do país para se alistarem e lutar na guerra. Só que a diferença militar era muito grande, né? E aí o conflito durou 10 semanas com cerca de 900 mortes, sendo 2/3 delas de argentinos. Essa guerra dói muito para os argentinos e a torcida e um pouco da imprensa também.
Argentina tem usado muito essa questão da Guerra das Malvinas, 40 anos do jogo do Maradona, vitória contra a Inglaterra em 1986. Até os argentinos adoram cantar nas principais músicas dos torcedores argentinos, eles citam, né, os pibes de Malvinas. Mas tanto Scaloni, treinador da Argentina, quanto Tuchel, treinador da Inglaterra, quiseram deixar claro que o jogo de amanhã é só uma partida de futebol e nada nada além disso. Então, na prática, tentando acalmar um pouco os ânimos, que devem ser quentes nas arquibancadas, as informações é que a segurança de Atlanta será reforçada no estádio para que não haja nenhuma grande confusão.
Dentro do campo, a gente tem Messi contra Jude Bellingham e Harry Kane, a Inglaterra tentando voltar a uma final de Copa do Mundo, tentando conquistar o Mundial depois de 60 anos, contra a Argentina em busca do seu tetracampeonato e também do biconsecutivo, a última Copa do Mundo Dili Onel Messi. Falta pouco, hein? Hoje se define o segundo finalista da Copa do Mundo. E aí eu não posso encerrar de outra maneira senão dizendo que a Inglaterra é o Brasil hoje na Copa do Mundo.
A gente podia estar hoje jogando, mas já que a nossa seleção acabou sendo eliminada por equívoco de cimento, que os ingleses nos tragam essa alegria. Amanhã eu volto para contar tudo.
Boas, ambos! Sempre um prazer ter— eu tô ficando chateado, tá, que a Copa tá acabando.
Sentimento de finalização, né?
E as as passagens de exame estão acabando junto com a Copa. Eu tô ficando extremamente chateado, mas muito obrigado pelas atualizações da semifinal de ontem. É isso então, né? Minuto de Copa, 5 histórias do dia, notícia extra. Baita episódio, hein, Silvia? Finalizamos, né?
Não, não, não, não, Léo, eu tenho um recadinho antes da gente finalizar, tá? Na quinta-feira, amanhã, dia 16, vira o lote do 6 e 6 do evento The News. Então, se você está pensando em ir, tá se organizando aí para comprar ingresso, o momento é agora. Um dia inteiro aí com Alguns dos principais nomes do mercado, conteúdo, networking, muitas experiências. Experiências com a galera do podcast!
Exato!
Então aproveita o lote atual por aí, antes de virar. E antes de ficar um pouquinho mais caro os ingressos. Mas se ficar, tem o cupom! E dá pra usar agora já. Cupom SILVOPOD dá 30% de desconto. Então corre lá, não deixa de usar o cupom, gente. Então é isso, agora sim encerramos o episódio de hoje, desse dia 15 de julho. Fechamos com tudo, tudo entregue. Léo, que saudade que eu tava de você, hein.
Estava com saudades, estava com saudades. É uma honra gravar esse podcast ao seu lado e ao lado dos nossos queridos ouvintes, né?
Isso aí, pessoal, deixe seu comentário, envia para amigo, para mãe, pai, cachorro, vizinho, vó, todo mundo deixe seu comentário. Amanhã nós estamos de volta na quinta-feira e falou! Esse programa foi produzido por TNS.