Pressão contra bets na Copa, queda histórica nas classes D e E, onda de rotina offline cresce e mais
Bom dia! ☕
Conheça o serviço de troca de bateria do Moura Fácil aqui.
Faça sua simulação com a Ademicon aqui.
No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: Como a volta do crescimento do Japão pode afetar a economia global.
🇧🇷 BRASIL: A polêmica das propagandas de Bet durante a Copa do Mundo.
💼 NEGÓCIOS: Justiça processa Ortobom por não ter mulheres em cargos de gerência.
📈 TENDÊNCIAS: Como os fones de ouvido com fio estão tomando o lugar dos fones bluetooth.
💰 ECONOMIA: Brasileiros na classe D e E chegam ao menor nível da série histórica.
E no final do episódio, a Curiosidade.
May
Silvia Macedo
Zambu
- Bets na Copa do MundoPropagandas de apostas · Erika Hilton · Ministério Público Federal · Kazé
- Minuto da CopaBrasil vs Escócia · Vini Jr. · Rayan · Mata-mata · Galvão Bueno
- Ortobom e discriminação de gêneroDiscriminação estrutural · Carolina Pires · Tribunal Superior do Trabalho
- Classes D e E no BrasilBolsa Família · Mercado de trabalho · Transferência de riqueza · Diferença de renda
- Crescimento da AramesulCarry trade · PMI composto · Taxa de juros · Inflação
- Retorno dos fones com fioNostalgia · Cultura wellness · Geração Z · Status e identidade · Preço
Começa agora mais um episódio do podcast Diário do The News!
Muito bom dia! Já vai preparando o seu café sem açúcar e bora pra uma quinta-feira com você bem e informado.
Eu sou a Mai.
Eu sou a Silvia.
E cá estamos, eu e Sil, nesta quinta-feira, quintinha, de episódio do podcast do The News pós-jogo do Brasil. Estamos aqui pra te trazer as principais informações de hoje.
Exatamente, com vitória Jogo da seleção brasileira sobre a Escócia. A gente vai trazer um pouco mais de detalhes sobre o jogo da seleção no nosso Minuto de Copa lá no finalzinho do episódio. Mas ânimo lá em cima, animação todo vapor pra esse episódio de hoje.
Em Brasil, a polêmica das propagandas de bet durante a Copa do Mundo.
Justiça processa a Ortobon por não ter mulheres em cargos de gerência.
Como os fones de ouvido com fio tão tomando o lugar dos fones Bluetooth.
Brasileiros na classe D e E chegam ao menor nível da série histórica.
E pra fechar, como hoje é quinta-feira, ao final do episódio teremos uma curiosidade. Hoje o episódio está recheado. Agora a gente vai pra palavra dos patrocinadores. Logo em seguida, a primeira história.
Mai, depois de toda a tensão e emoção do Jogo do Brasil ontem, hoje o país acorda de volta à realidade e à rotina, né?
Com certeza, Sil! A gente acaba gastando toda a nossa energia torcendo. E a única coisa que não pode faltar hoje cedo é a... A energia do carro ou da moto na hora de dar partida.
Se a bateria acabou e te deixou no banco de reservas, o Moura Fácil resolve. Você pede no site, o técnico chega onde você estiver em até 50 minutos.
É o delivery oficial da Moura, com frete e instalação grátis, que não te deixa na mão na hora do imprevisto. O link tá na descrição.
Aparentemente, a economia japonesa tá voltando a crescer, o que pode diminuir o investimento vindo do Japão para o restante do mundo. Antes de explicar como isso pode acontecer, a gente precisa trazer um pouco de contexto.
Então vamos lá, ó, o Japão durante muito tempo teve uma taxa de juros muito alta, certo? Esse cenário possibilitava investidores a pegar dinheiro japonês emprestado e usar ele para investir em outros países a taxas maiores. Essa dinâmica tem um nome, é chamada de carry trade.
Porém, nessa semana, divulgação dos PMIs, que é um indicador de atividade econômica de um país, com, com base em um levantamento com empresas privadas, indicou um crescimento mais forte do Japão. No PMI composto, a pontuação ficou assim: o Japão com 54,9, os Estados Unidos com 52,2 e a zona do euro com 49,5. Índice abaixo de 50 indica retração, só para você saber, tá?
Mas como esse crescimento pode afetar o resto do mundo? Basicamente, com economia japonesa crescendo, o governo japonês começou a elevar taxa de juros, que chegou a 1%, para conseguir frear a inflação.
Pense que no geral uma economia economia crescendo significa mais demanda por consumo de produtos, o que tende a elevar preços. Então, né, a inflação. Para controlar esse processo, o governo encarece empréstimo de dinheiro subindo os juros, desestimulando o consumo.
Esse número ainda é modesto, mas pode indicar uma recuperação econômica mais ampla com novos aumentos dos juros. Se isso acontecer, os investidores podem deixar de fazer essa operação, o que diminuiria o investimento no restante do mundo.
Na prática, o Japão passou anos com a sua economia previsível e esses investimentos ajudaram a financiar muitos países, inclusive o Brasil. Agora o mercado pode enfrentar um cenário mais dinâmico e desafiador. Fechada a primeira história do dia, bora pra próxima.
Será que tá na hora da gente esquecer o bolão feito no papel? A Copa do Mundo desse ano tá caminhando a passos largos pra se consolidar como o maior evento de apostas maiores apostas da história da humanidade, com projeções apontando uma movimentação de mais de $50 bilhões no mundo.
São $15 bilhões a mais do que o registrado na Copa do Catar, impulsionados pelo novo formato de 48 seleções, que adicionou 40 partidas ao calendário desse ano, e pela liberação das apostas em grande parte dos Estados Unidos.
No Poll Market, o mercado para adivinhar o campeão do mundo já acumulou quase $2 bilhões, ficando atrás só das eleições americanas.
Aqui no Brasil, esse dinheiro todo ligou o sinal de alerta e colocou a KZTV no centro de um debate nacional. Detentora dos direitos digitais de todos os 104 jogos, o canal virou alvo de duras críticas pela presença de publicidade de casas de apostas.
Parte do público reclama principalmente de narradores e comentaristas sugerindo palpites e divulgando odds, né, em tempo real. Um formato que não é tão comum acontecer em outros veículos, apontando que o modelo acaba normalizando e estimula até o vício.
A deputada federal Erika Hilton acionou o Ministério Público Federal com uma representação para tentar proibir que comentaristas esportivos façam propaganda de bets durante as transmissões ao vivo.
Mas por outro lado, o próprio Kazé veio a público se pronunciar e disse que o mercado de direitos esportivos de transmissão é inflacionado e que parcerias comerciais pesadas como as bets, que pagam bastante, são o único meio de garantir uma transmissão 100% gratuita. Bom, então falamos de bets em Brasil. Agora a gente parte para nossa próxima história.
O Tribunal Superior do Trabalho decidiu manter a condenação de R$300 mil contra a fabricante de colchões Ortobon. O motivo é a ausência total de mulheres nos 24 cargos de gerência na unidade de Arapongas, no Paraná.
A Ortobon já tinha sido condenada pelo Tribunal Regional, mas acabou recorrendo da decisão. Para a corte do TST, a empresa não apresentou uma boa justificativa para ter só homens na liderança.
Curiosamente, o cargo de CEO mais alto da companhia é ocupada comandada por uma mulher, Carolina Pires, desde o final de 2025. Só para explicar que este caso da ausência de mulheres no cargo de gerência é numa unidade específica, mas a CEO da empresa é a Carolina Pires.
E por que estamos contando isso? A decisão abre um precedente importante no país ao punir uma grande marca com base na chamada discriminação estrutural. Isso significa que a justiça não precisou de uma denúncia individual ou de uma prova explícita de machismo para condenar a empresa.
A legislação brasileira proíbe qualquer diferença de critérios de contratação e promoção por motivo de gênero. Na prática, a empresa precisa provar que os processos de seleção são neutros, algo que, segundo o TST, a Orthobon não conseguiu.
E pra gente fechar aqui, um dado: no Brasil, cerca de 17,4% das empresas têm mulheres na presidência. Já ao redor do mundo, a média de mulheres no cargo de CEO das grandes corporações globais é de só 6%. O tribunal que condenou a empresa possui 7 das 27 vagas ocupadas por uma mulher.
Fechamos a terceira história e bora pra próxima.
Olhar ao seu redor e ver um jovem com fone de fio e um livro na mão pode estar se tornando cada vez mais comum, ou melhor, voltando a ser mais comum, né? Entre a geração Z, os fones Bluetooth e os livros digitais, né, nos tablets, estão dando espaço para os velhos conhecidos, né, que a gente usava antes, as versões analógicas.
Pois é, no último ano, a venda de fones com fio voltou a crescer depois de 5 anos de queda contínua. No mesmo período, as vendas de livros impressos registraram uma alta de 6,5%, contrariando previsões de que o digital dominaria completamente esse mercado.
E agora a gente vai listar alguns motivos por essa volta ao passado. A primeira delas é a nostalgia. Parte da resposta do porquê está voltando tá nela. Em uma época marcada por inteligência artificial e vários algoritmos, esses livros físicos e fones com fio remetem a uma rotina menos acelerada. Para você ter uma ideia, 50% geração Z de sentir nostalgia por mídias mais antigas.
Outro ponto é a cultura wellness. A busca por momentos offline, uma rotina fora das telas, casa com a experiência sensorial oferecida pelos analógicos. Os livros físicos afastam das notificações, enquanto os fones com fio não têm bateria, pareamento ou atualizações.
Um outro ponto é o status, já que em um mundo onde músicas, filmes e livros podem ser acessados instantaneamente, você ter aqueles objetos físicos voltou a funcionar como forma de expressão pessoal. Então uma estante ali cheia de ou um fone visível no metrô acabam comunicando gostos, hábitos e uma identidade sua, né, uma personalidade.
E para fechar, o preço. Em um mercado que tecnologia custa cada vez mais, itens mais baratos ganham espaço. A escolha vem com um discurso de rejeição à necessidade de transformar cada aspecto da vida em um gadget conectado.
Mas isso não quer dizer que a tecnologia flopou. Os fones Bluetooth responderam por 65% da receita do mercado, enquanto os ebooks seguem sendo uma parcela relevante do universo editorial. O que chama mesmo atenção é o retorno desses produtos que parecia que a gente não ia ver nunca mais, né? Bom, então falamos um pouco de tecnologia, agora é hora da nossa última história de hoje.
A parcela da população brasileira nas classes D e E caiu para 19,4% em 2025 e atingiu o menor nível desde 2012. Isso significa que cerca de 41 milhões de brasileiros vivem em domicílios com renda de até R$1.760 por pessoa.
Vou te explicar agora porque isso aconteceu. Os dois principais fatores apontados como responsáveis pela queda são a melhora no mercado de trabalho e os programas de transferência de riqueza, como o Bolsa Família.
Apesar do crescimento, essa ascensão pode ter acontecido de forma frágil. Na prática, muitas pessoas não conseguiram acumular patrimônio suficiente para sustentar essa melhora de forma independente. Esse grupo ainda fica sujeito aos auxílios do governo e à taxa de juros, por exemplo.
Então, em meio a esse cenário, a diferença de renda média por pessoa é expressiva. Nas classes D e E fica em R$453, enquanto na classe A fica em R$14.214, o que é um pouco mais de 30 vezes maior.
Enquanto isso, a maior parte da população brasileira, 56%, tá agrupada na classe C, C1 e C2. A renda média por pessoa ficou em R$1.921 para C1 e R$1.104 para C2 em 2025. O principal vetor de melhora foi o mercado de trabalho que conseguiu absorver boa parte dos trabalhadores pouco escolarizados.
Então, no fundo, se houve realmente uma ascensão das classes mais baixas, mas que ainda precisam ser validadas com o tempo e com os diferentes cenários econômicos. Estão entregues as nossas 5 histórias de hoje, dia 25 de junho. Agora chegou a hora de chamar ele, nosso querido Zambo, para trazer as atualizações de Copa do Mundo. Então fica aí para o Minuto da Copa.
Estamos no mata-mata. Não é ousadia nenhuma dizer que foi a melhor partida da seleção brasileira na Copa do Mundo. A gente dominou a partida do início ao fim e vencemos a Escócia por 3x0 com um show de Vini Jr. marcando mais 2 gols, tá on fire, e também do Rayan que entrou como uma luva no time titular. E é claro, mais importante de tudo, a gente se classificou para o mata-mata como primeiro colocado do grupo C. O que que isso significa?
Importante é o seguinte: a gente vai jogar o próximo jogo, a disputa dos 16 avos, na segunda-feira, às 2 da tarde. Então já manda mensagem para o seu chefe para ver como é que vai ficar, home office, como é que vai trabalhar, porque o que importa é o Brasil. Bom, e aí é o seguinte: o nosso adversário pode ser ou Japão, ou a Holanda, ou a Suécia. A seleção que a gente vai enfrentar vai ser definida hoje, a partir das 8 da noite, quando essas equipes jogam, e aí vão definir quem fica em Primeiro, quem fica em segundo, e por aí vai.
Então hoje à noite a gente já tem o nosso confronto definido, e amanhã é claro eu vou contar aqui para vocês. Bom, no outro jogo do nosso grupo a gente teve Marrocos vencendo Haiti num jogaço, tá, por 4 a 2, e ficando com a segunda colocação do Grupo C. Nos outros jogos do dia a gente teve a seleção da Suíça batendo o Canadá por 2 a 1, ambos se classificando, Suíça em primeiro, Canadá em segundo. E a Bósnia vencendo o Catar por 3 a 0.
Bósnia ficou em terceiro, mas com 4 pontos tem chance, provavelmente vai se classificar. Como uma das melhores terceiras colocadas. Tudo isso no grupo B. Agora falando do grupo A, que foi o grupo que fechou a noite, o México venceu mais uma, dessa vez por 3 a 0 contra República Tcheca, enquanto a África do Sul surpreendeu todo mundo, tá? Bateu a Coreia do Sul por 1 a 0 e ficou com a vaga de segunda colocada. Está no mata-mata de uma Copa do Mundo pela primeira vez em sua história.
Bom, vamos para a nossa querida agendinha. Hoje às 5 da tarde a gente tem Curaçao contra Costa do Marfim e Equador contra Alemanha, jogos importantes, tá. Alemanha já tá classificada, só que não tá garantido como primeiro lugar, e aí muda tudo, né. Se fica em primeiro, se fica em segundo, muda o lado do chaveamento, muda as seleções fortes que você pode enfrentar ou não. Então é muito importante. Às 8 da noite são os jogos que a gente tem que ficar mais de olho, que aí que vai ser definido o adversário do Brasil.
A gente tem Japão contra Suécia e Tunísia contra Holanda. E aí, para fechar o dia, às 11 a gente tem Paraguai e Austrália. Jogaço, tá? As duas vão lutar muito pela segunda vaga do grupo. A primeira já é dos Estados Unidos, que vai enfrentar a Tunísia no mesmo horário. E é isso aí, pessoal. Amanhã eu volto com todas as informações e principalmente tudo sobre o adversário do Brasil da próxima segunda.
Muito obrigada, Zambu! Ele mesmo. Agora vamos rapidinho para palavrinhas patrocinadores e depois a gente vai trazer Curiosidade do Dia pra fechar o episódio de hoje.
Quando alguém fala sobre fazer um consórcio, uma das primeiras dúvidas é sempre essa: quanto eu vou pagar por mês?
E faz todo sentido, né, Mai? Porque antes de assumir qualquer compromisso, a gente precisa entender se isso cabe tanto no nosso momento de vida quanto no nosso planejamento.
E na verdade não existe uma resposta única pra todo mundo, tá? No consórcio da Ademicom, por exemplo, o valor da parcela depende de alguns pontos. O que você quer conquistar, o prazo escolhido e o plano que faz mais sentido para o seu objetivo.
Exatamente, para te ajudar a montar um planejamento de acordo com a sua realidade, eles têm um especialista disponível para te escutar e entender o que faz sentido para você.
Quer fazer uma simulação gratuita? O link tá aqui na descrição.
Bom, vamos então com a curiosidade do dia. A gente teve jogo da Seleção Brasileira ontem e antes mesmo da bola rolar já tinha brasileiro que tinha garantido um lugar ali na história do Mundial, tá, Mai? Porque o Galvão, Galvão Bueno, entrou pro Guinness ao atingir a marca de 148 partidas de Copa narradas na televisão, maior número de narrações.
Isso aí, ele ganhou um prêmio reconhecido pelo Guinness Book. E uma outra curiosidade é que a Silvia conhece o Galvão, né, Sil?
É verdade, já entrevistei Galvão Bueno. Meu amigo pessoal, dá pra dizer assim. Brincadeira, mas legal essa curiosidade do Galvão em clima de Copa do Mundo, depois da vitória do Brasil. E agora a gente pode encerrar o episódio de hoje, né, Mai?
Podemos encerrar! Quintinha! Espero que vocês aproveitem a quinta-feira de vocês. Amanhã estaremos de volta. E como sempre, te esperamos às 18h06.
Muito obrigada pela sua companhia, por escolher estar aqui com a gente hoje. Amanhã nós estamos de volta no mesmo horário. Esse horário, sexta-feira.
Falou!
Esse programa foi produzido por TNS.
Ademcon
ConsórcioMoura
Troca de bateria