Falta de incentivo ameaça IA no país, Israel e Líbano rompem acordo, nova IA de vendas da Meta e mais
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No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: Novo acordo entre EUA, Líbano e Israel não sai conforme o esperado.
🇧🇷 BRASIL: Como o país pode se beneficiar do aumento da demanda de energia por data centers.
💻 TECNOLOGIA: Meta avança no mercado de AI com agentes que funcionam como vendedores.
💼 NEGÓCIOS: Como o varejo tem usado o entretenimento para sobreviver.
💰 ECONOMIA: Como o desenvolvimento de um país afeta o mercado de trabalho.
E no final do episódio, as Dicas.
May
Silvia Macedo
- Conflito Israel-Hezbollah no LíbanoCessar-fogo entre Israel e Líbano · Estados Unidos · Hezbollah · Irã · Donald Trump
- Vendas e precificaçãoAgentes de IA · Meta · WhatsApp · Instagram · Messenger · Mark Zuckerberg
- Varejo Físico e EntretenimentoSobrevivência do varejo físico · E-commerce · Experiências imersivas · Tempo de permanência do cliente
- Energia BrasilDemanda de energia por data centers · Brasil · Energia renovável · Rede elétrica interligada · Regime especial de tributação (Redata)
- Exploração econômica e laboralHoras de trabalho · Países emergentes · Países ricos · Diferença de gênero no trabalho · Serviços domésticos não remunerados
- Dicas do Final de SemanaNatureza da Mordida (livro) · Carla Madeira · Not Suitable for Work (série) · Disney Plus
Começa agora mais um episódio do podcast Diário do The News.
Muito bom dia! Já vai preparando seu café sem açúcar e bora para uma sexta-feira com você bem informado. Eu sou a Silvia e eu sou a Mai.
E cá estamos nessa sexta-feira. Sexta-feira é diferente, né, mãe? Em meio a um feriado, né, entre um feriado e o final de semana, mas Sexta-feira é sexta-feira, então estamos daquele jeito para trazer as notícias do dia desse sextou para os ouvintes.
Muito bom, feriado foi ótimo por aqui e hoje o nosso sextou com vários us, né, para galera aí que acompanha a gente faz tempo. Nosso sextou com vários us é para passar essa energia boa de sexta-feira e bora fazer o que a gente faz de melhor, né, Sil, passar as informações para o pessoal, começando com o cardápio.
Imundo novo acordo entre Estados Unidos, Líbano e Israel não não sai conforme o esperado.
Em Brasil, como o país pode se beneficiar do aumento da demanda de energia por data centers?
Meta avança no mercado de AI com agentes que funcionam como vendedores.
Como o varejo tem usado entretenimento para sobreviver?
E para fechar, como o desenvolvimento de um país afeta o mercado de trabalho?
E como hoje é sexta-feira, no finalzinho do episódio temos nossas dicas para o final de semana. Você pode ter aproveitado feriado ou ter trabalhado, mas como é sexta, a gente vai trazer as dicas para você aproveitar no final de semana. Agora a gente vai para a palavra dos patrocinadores, logo em seguida a primeira história. Sextou!
E eu só quero ver na hora de ir embora como vai estar o trânsito hoje. Imagina semana que vem então, mas sexta-feira, Dia dos Namorados, todo mundo querendo sair mais cedo para ir para o date.
Pois é, Sil, mas eu não me preocupo mais com isso desde que eu comprei a minha bike, ela amoura. Então, enquanto o trânsito tá lá parado, eu tô pedalando sem esforço e chegando na frente de todo mundo. E o melhor, ela é suave, fácil de carregar e tem pedal assistido e acelerador. Ela serve pro caminho do trabalho, pra passear. Por isso é até o presente perfeito pra quem você ama.
Na compra da BikeElla você ainda ganha 1 ano de seguro grátis. Um baita presente de Dia dos Namorados. Pra saber mais, é só clicar no link aqui na descrição. Depois de um cessar-fogo falho entre Israel e Líbano no começo da semana, os Estados Unidos anunciaram um novo acordo entre os dois países, que também falhou.
Se você não tá lembrando, a gente já explicou que os Estados Unidos têm interesse no fim do conflito entre Israel e Líbano, porque é uma das condições pro país conseguir acabar com a guerra do Irã, que tem pressionado inclusive a popularidade do Trump e a economia americana.
Na prática, essa guerra não tem acontecido exatamente entre os dois países, mas entre Israel e o grupo terrorista Hezbollah, muito presente e influente no território libanês.
Esses confrontos começaram em março como uma resposta do grupo depois dos ataques americanos e israelenses ao Irã.
O que aconteceu dessa vez foi que pouco tempo depois dos americanos anunciarem o cessar-fogo, Israel voltou a atacar o Líbano e o Hezbollah afirmou que não aceitaria o acordo.
No fim, este tem sido então um dos grandes entraves dos acordos. Embaixar do Líbano ajudar nas negociações, ele não tem total controle sobre o que o grupo terrorista vai fazer.
Inclusive, nessa última negociação, o Hezbollah ficou de fora, mesmo sendo uma peça-chave para o acordo de paz. A única vez que os Estados Unidos falaram na história com o grupo foi no início dessa semana, na tentativa do primeiro acordo.
Bom, enquanto tudo isso acontece lá nos Estados Unidos, a Câmara do país aprovou uma medida com o objetivo de impedir o Trump de realizar novas ações militares contra o Irã. Foram 215 votos a favor e 208 contra, com 4 republicanos sendo favoráveis.
A medida ainda precisa ser aprovada pelo Senado e, se aprovada, pode ser vetada por Trump. Pra derrubar o possível veto, é necessária uma maioria de 2/3 em ambas as casas legislativas. Bom, fechamos a primeira história do dia e bora pra próxima.
Por algumas estimativas, o consumo dos data centers deve mais que dobrar até 2030, alcançando cerca de 945 terawatts-hora por ano, o que é mais do que o consumo total da Alemanha.
Enquanto a maioria dos países têm dificuldade para expandir a sua capacidade energética, o Brasil tem grande disponibilidade de energia renovável e uma rede elétrica interligada que é capaz de distribuir energia entre diferentes regiões.
Inclusive, em determinados períodos, isso vira um problema. O que acontece é que a gente produz mais eletricidade do que o sistema consegue absorver. No último ano, pra gente ter uma ideia, as usinas tiveram que abrir mão de produzir 20% dessa energia que elas poderiam estar entregando.
Essa característica aumenta o apelo pra investidores do setor. A prova disso é que o maior acordo da América Latina foi firmado aqui, que é um contrato de US$2 bilhões pro fornecimento de até 300 megawatts por 20 anos.
Só que para conseguir aproveitar esse momento, o país ainda precisa superar desafios de infraestrutura e questões regulatórias. No ano passado, o governo criou o Redata, que é um regime especial de tributação voltado para o setor, suspendendo cobranças sobre GPUs, servidores e outros componentes essenciais para data centers que não sejam fabricados aqui no Brasil.
Mas a medida perdeu a validade no início desse ano por não ter sido convertida em lei, reacendendo dúvidas para novos investimentos. Bora para nossa próxima história. Durante uma conferência em Londres, Mark Zuckerberg anunciou o novo lançamento da Meta: agentes no WhatsApp, Instagram e Messenger.
E esses agentes vão poder responder perguntas dos clientes, agendar compromissos e fechar vendas, tudo de forma autônoma. Então não é pouca coisa, não é só responder perguntas. A expectativa é que esses agentes no futuro consigam até fazer pesquisa de mercado e trazer informações sobre a concorrência de alguns produtos.
Bom, a gente tá vendo então mais uma Big Tech indo em direção ao lançamento de agentes, que mostra mais uma etapa do avanço da AI no mercado de trabalho. Já temos aí Anthropic, OpenAI, e agora também a Meta.
Mas tem uma questão, Sil, esse lançamento faz parte de um movimento ainda maior da dona do Facebook, né? Além dos anúncios, a companhia tem buscado oferecer outros serviços para clientes corporativos.
E aí, para você ter uma dimensão, pense que hoje são mais de 200 milhões milhões de pequenas empresas que usam o WhatsApp. Então é como se o Facebook tivesse um Brasil inteiro de clientes disponíveis nesse ramo.
De olho nesses números, uma das ideias que o Zuckerberg tem analisado é a criação de um serviço de nuvem para clientes, o que basicamente significa alugar poder computacional para outras empresas que precisam disso.
Só nesse ano, a empresa pretende investir $145 bilhões Sim, esse número gigantesco em infraestrutura de AI. Então alugar parte desse poder para outras companhias parece ser uma boa forma de lidar com possíveis equipamentos ociosos. Assim fechamos a terceira história e partimos para a próxima.
Os imóveis comerciais estão deixando de ser só vitrines e compras. Para sobreviver ao e-commerce, o varejo físico global está se transformando em polos de entretenimento e experiências imersivas.
Tradicionalmente, a proporção de shoppings segue o padrão: 70% lojas e varejo tradicional, 30% praça de alimentação e lazer. E a métrica principal sempre foi faturamento de vendas diretas por metro quadrado.
Só que agora, ao que parece, a proporção tá se invertendo e a métrica tempo de permanência do cliente tem ganhado mais relevância, né, o tempo que ele passa ali no shopping. Então esses grandes centros comerciais estão deixando de ser centros de consumo para virarem destinos de lazer.
Espaços antes ocupados por grandes lojas de departamento agora dão lugar a arenas de esportes, simuladores de golfe, parques temáticos, gastronomia gourmet. Então imagina, né, em tempo de Copa tem até ponto de troca de figurinhas. Tenho certeza que em algum shopping da sua cidade deve ter.
E por que que isso acaba atraindo o cliente, né? O primeiro ponto é que traz uma imersão. Os consumidores, especialmente os mais jovens, estão buscando experiências coletivas que não podem ser replicadas em uma tela de celular.
E o entretenimento acaba atuando como a nova loja âncora. E aí acaba que um dos outros motivos é que o cliente vai pelo evento ou pelo lazer e, por consequência, acaba consumindo no varejo físico e nos restaurantes locais.
Também uma outra questão é que os proprietários que adaptaram seus portfólios para o modelo híbrido, né, que une varejo e entretenimento, registraram taxas de vacância significativamente menores e maior valorização dos ativos.
Boa parte do varejo de conveniência migrou pro digital, então o papel do espaço físico parece cada vez mais de gerar conexão emocional e entretenimento.
Agora é a hora da nossa última história do episódio.
Muitos estudiosos apontaram que o desenvolvimento econômico implicaria menores horas de trabalho, só que um novo estudo publicado no Fundo Monetário Internacional concluiu que não é bem assim.
Na verdade, a análise mostra que países mais pobres e ricos têm menos horas trabalhadas, enquanto países emergentes são os que registram maior número de horas.
O que acontece é que em economias emergentes, o rápido crescimento da indústria e dos serviços coincide com uma grande demanda por mão de obra e longas jornadas de trabalho.
E agora, quando a gente fala dos países ricos, a regulamentação trabalhista e a formalização do trabalho já estão mais consolidadas, então acaba contribuindo para que a jornada semanal seja menor, seja reduzida.
O estudo ainda apontou para uma diferença de gênero. Globalmente, 59% dos adultos com 15 anos ou mais estão empregados, trabalhando em média 43 horas semanais.
Então, nesse cenário que a Sil trouxe, os homens contribuem com aproximadamente 2/3 do total de horas de trabalho no mundo inteiro. Só que um dos fatores que pode ter influenciado esse resultado foi a exclusão dos serviços domésticos não remunerados, que não tão entrando na conta.
Contudo, o estudo ainda indicou que conforme o país se desenvolve, a tendência dessa diferença é diminuir, já que a jornada dos homens diminui enquanto das mulheres aumenta.
Agora, quando a gente fala da faixa etária, o levantamento demonstra ainda uma outra tendência. Nos países desenvolvidos, adolescentes e idosos trabalham menos, e a explicação seria o maior investimento em educação, que mantém os jovens fora do mercado de trabalho, e na previdência também, que possibilita os idosos não trabalhar.
Assim entregamos as 5 histórias do episódio de hoje, dessa sexta-feira, 5 de junho. E agora a gente vai bem rapidinho pra palavrinhas dos patrocinadores. E depois temos as dicas do final de semana. Aquela hora que você pega o caderninho e anota o que você vai fazer nos próximos dias.
Sil, vamos fazer uma brincadeira rápida?
Manda, mãe!
Eu te falo uma afirmação e você diz se é verdadeira ou não, tá? Uma transferência internacional cai em minutos, verdade ou mentira?
Mentira, a maioria dos bancos demora até alguns dias, viu?
Ó, mentira para o banco tradicional, verdade para a Remessa Online. Na Remessa, as operações são rápidas, descomplicadas e com taxas muito menores que as dos bancos. Tudo é resolvido em pouquíssimos passos. E além de tudo isso, tem atendimento humanizado em português, o que faz toda a diferença para quem tá lidando com dinheiro no exterior. É a maior plataforma brasileira de câmbios. Você quer conhecer? É só acessar remessoonline.com.br e usar o cupom DENILS15 para ter 15% de desconto no spread.
O link tá aqui na descrição. Chegou a hora do finalzinho do episódio de sexta-feira, em que a gente traz nossas dicas pro final de semana. E dessa vez, eu vou trazer um livro. Eu acabei de terminar um. Se você quiser saber qual é que eu terminei, entre no aplicativo do The News, que eu deixei lá, viu, que eu terminei o livro. E agora eu tô lendo o meu primeiro livro de Carla Madeira, que é uma autora muito famosa. E eu comecei pelo Natureza da Mordida, que é um livro que fala de amizade, de duas...
Duas moças que se conhecem, a Olivia e a Bia, e que falam da vida juntas. E assim, eu tô achando Carla Madeira, me desculpem se eu estiver errada porque eu tô no começo do livro, mas eu tô achando uma escrita bem poética assim, né, pelo menos nesse livro. Me desculpem se eu estiver falando besteira, mas eu tô gostando bastante. Então fica a indicação aí da Natureza da Mordida. Já tinha ouvido muito falar de Carla Madeira e eu não quis começar pelos que todo mundo fala, comecei então por esse, porque eu simplesmente gostei do nome e da capa.
Ótima indicação da Dona Mai. E a minha vai ser uma série. Vocês sabem que eu adoro indicar séries aqui. Toda vez que eu vejo uma nova, eu adoro assistir as séries que lançam assim bem rápido. Então eu tô assistindo essa que só tem 3 episódios até o momento, salvo engano. Eu tenho quase certeza que estão lançando semanalmente, eu espero. E o nome é Not Suitable for Work. É uma série nova da Disney Plus, então lançou nessa semana mesmo.
E ela acompanha 5 jovens aí de seus 20 e poucos anos que estão no cenário de Nova York e eles trabalham muito, eles estão bem no início da vida profissional. Então tem todos os dramas, vem com trabalhos novos quando você é muito jovem, tá começando a vida profissional. Então é um, é bem legal e traz essa, esse paradoxo aí com o início de carreira. E eu tô gostando bastante. São 3 episódios que já estão disponíveis e imagino que então deve ser lançado semanalmente. Mas essa é minha indicação da semana.
Olha, a Silvia tá sempre indicando boas séries daqui, viu? Ela fica por dentro de tudo que lança. Inclusive, eu estava passando Disney Plus e vi essa série. E agora que ela indicou, eu vou começar também, tá? Muito obrigada, Sil.
Eu vou começar a ler o livro da Carla Madeira então, mas daí a gente troca indicações também nos próximos episódios de sexta-feira.
Ótimo, adorei, pessoal. Aí também pode deixar algumas dicas nos comentários, tem gente que sempre gosta de deixar, a gente sempre tá lendo, né? Então deixa aí para gente. E finalizamos então o episódio dessa sexta-feira, dia 5 de junho. Já estamos no dia 5. Muito obrigada pela sua companhia companhia por nos ouvir no dia de hoje e todos os outros dias. Continue sempre com a gente porque estaremos de volta amanhã às 6:06 e te esperamos.
Muito obrigada pela sua companhia. Amanhã a gente tá de volta, horário de sempre. E falou! Esse programa foi produzido por TNS.
Moura
Bike EllaRemessa Online
Transferência internacional