EUA propõem tarifas ao Brasil, novo avanço contra o câncer, McDonald's aposta em estilo retrô e mais
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No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: A discussão acalorada entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu sobre a guerra.
🇧🇷 BRASIL: Nova sanção dos EUA vira pauta do debate público.
💼 NEGÓCIOS: McDonalds aposta em estética retrô para conquistar clientes.
🎶 VARIEDADES: Como bares e restaurantes estão ganhando dinheiro com o mercado preditivo.
🏥 SAÚDE: A pílula que conseguiu dobrar a taxa de sobrevida de pacientes com câncer.
E no final do episódio, a matéria extra.
- Acordo Brasil-EUA sobre tarifasDonald Trump · Flávio Bolsonaro · Lula · Marco Rubio · Sanções econômicas · PIX · Visa · Mastercard
- Tratamentos contra o câncerASCO · Daraxon-Razib · Taxa de sobrevida · Redução do tumor · FDA
- Conflito Israel-LíbanoDonald Trump · Benjamin Netanyahu · Escalada de ataques · Negociações de paz · Ataques a Beirute
- Stranger Things e McDonald'sEstratégia Next · Renovação de parquinhos · Automação e IA · Google
- Stephen Curry e Li NingStephen Curry · Li Ning · Golden State Warriors · Under Armour · Mercado esportivo chinês
- Mercados PreditivosThe Jeffrey · Caution · New York Knicks · NBA · Hedge financeiro
Começa agora mais um episódio do podcast Diário do The News.
Muito bom dia! Já vai preparando seu café sem açúcar e bora pra uma quarta-feira com você bem informado.
Eu sou o Léo.
E eu sou a Mai.
Maiuly de volta das férias. Deu pra sentir aí na sua voz, Maiuly, muita empolgação em estar de volta, tá?
Pois é, você sabe que eu me empenho muito pra esse bom dia, né?
Você sabe.
Perfeito. Você viu que eu tava aquecendo, Eu tava assim me preparando para realmente passar isso, pessoal, para eles também ficarem animados hoje e preparados para o tanto de notícia que temos aqui.
Exatamente, quarta-feira, 3 de junho, muita notícia por aqui para você ficar bem e muito informado. Espero que você já esteja aí com a sua canequinha de café sem açúcar pronta, igual eu e a Mayuri já estamos.
E hoje é checkpoint no meio da sua semana. Bora puxar o cardápio então. Em mundo, a discussão acalorada entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu sobre a guerra. Em Brasil, nova sanção dos Estados Unidos McDonald's aposta em estética retrô pra conquistar clientes.
Como bares e restaurantes estão ganhando dinheiro com o mercado preditivo.
A pílula que conseguiu dobrar a taxa de sobrevida de pacientes com câncer.
E hoje, como a Euly já falou muito bem, é o nosso Checkpoint in the Middle of Your Week, portanto, quarta-feira, notícia extra no final dessa edição, certo? Agora, palavrinha dos patrocinadores e na volta, primeira história do dia. Mai, esses dias eu li uma reportagem que me deixou um pouco chocado, tá? Você sabia que o número de brasileiros vivendo no exterior é maior do que a população inteira do Uruguai? São mais de 4 milhões de pessoas.
Caramba, Léo, é muita gente! Parando para pensar, realmente quase todo mundo conhece alguém que mora fora, né?
Exatamente. E ó, se você é um desses ou conhece alguém na gringa, anota aí: Remessa Online é simplesmente a maior plataforma brasileira de câmbio com suporte 100% 100% em português, feito por brasileiros.
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O presidente Donald Trump discutiu com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu por uma ligação de telefone. E o motivo foi a escalada dos ataques de Israel ao Líbano.
Um funcionário americano resumiu as falas de Trump da seguinte forma: "Você está completamente louco. Você estaria na prisão se não fosse por mim.
Todo mundo odeia Israel por causa disso." A referência à prisão está relacionada com o apoio dado pelo presidente americano no caso do julgamento por corrupção de Netanyahu.
Se você não entendeu a irritação, a gente vai te explicar. O acordo de paz que os Estados Unidos e o Irã estão negociando envolve o fim dos combates no Líbano. E novos ataques ao país podem significar mais tempo de conflito e pressão sobre Trump e a economia americana.
Na segunda-feira, o governo iraniano chegou até a ameaçar retaliações e abandonar as negociações com os Estados Unidos.
Na conversa, Trump também teria suspendido o plano de Israel de atacar o Hezbollah na capital do Líbano, Beirute, com a suspensão de todos os disparos entre os entre os israelenses e o grupo.
E bom, depois dessa discussão, o presidente americano publicou que as negociações com o Irã estavam aceleradas. E Israel não atacou Beirute, mas realizou novos ataques ao sul do Líbano, depois de acusar o Hezbollah de realizar ataques no seu território.
A nova onda de ataques israelenses provavelmente implicará em novas negociações diplomáticas, com os Estados Unidos tentando abaixar a poeira para chegar a um acordo mais rapidamente, até porque a guerra tem desgastado a popularidade de Donald Trump. Essa foi a nossa primeira história, agora bora pra segunda. Depois do escritório comercial dos Estados Unidos propor as tarifas de 25% sobre pouco mais de um quarto das importações do Brasil, a discussão entre as principais figuras políticas dos dois países cresceu.
Uma semana depois da sua ida pra Washington, o pré-candidato Flávio Bolsonaro afirmou na manhã de ontem que pediu explicitamente pro presidente americano não taxar as importações empresas brasileiras. E algumas horas depois, o Trump postou uma foto com Flávio nas suas redes sociais elogiando o senador.
Do outro lado, Lula criticou Flávio, associando o senador à nova possível taxação. O petista o chamou de imbecil, traidor, e disse que por muito menos Joaquim Silvério dos Reis, que delatou o Tiradentes, foi enforcado.
Depois dessa fala do Lula, o Flávio entrou com recurso no STF acusando o presidente de calúnia e difamação.
Lá em Washington, Marco Rubio afirmou que o Brasil não faz parte do grupo de nações amigáveis interesses dos Estados Unidos, nos comparando inclusive com a Venezuela. Na sequência, o presidente disse que o secretário de Estado dos Estados Unidos é inimigo de vários países latinos.
Agora, falando dessas tarifas, né, ao todo o Brasil exporta quase 40 bilhões de dólares por ano para os Estados Unidos. Considerando esses 21% de taxas, o impacto seria de cerca de 8 bilhões de dólares.
Os produtos mais afetados seriam maquinários, madeira, manufaturados e produtos elétricos. Lembrando que boa parte das exportações, como café, sucos de laranja, carne e soja não entrariam nessa lista.
E além dessa questão das importações, teve também a questão do PIX. A nota do governo americano afirmou que o Brasil adota práticas que restringem os comércios com os norte-americanos e prejudicam empresas de cartões de crédito, como Visa e Mastercard. O Planalto enxergou essa postura como uma ameaça à soberania do sistema financeiro nacional.
Agora o governo brasileiro teria até o dia 15 de julho para negociar com os Estados Unidos, data limite para Trump aprovar ou não as sanções propostas por seu time econômico. Um grupo, inclusive, já está sendo criado pra abrir diálogo com os americanos sobre o tema. Segunda história do dia entregue, bora pra terceira.
Deixando um pouco as famosas batatinhas de lado, o McDonald's tá focado em decifrar uma mudança drástica no comportamento dos seus consumidores. Parece que eles perceberam que a gente tá sentindo falta das cores no Mac.
Pois é, como você já deve ter percebido, na última década, a maior rede de fast food do mundo adotou um visual mais clean. Mais minimalista, se distanciando daquele estilo clássico dos anos 90 e 2000. Você deve lembrar que o restaurante era o destino oficial dos aniversários infantis, por exemplo, cheio de cores, atrações, desenhos.
Fora isso, a marca percebeu que os clientes têm ficado mais exigentes, tá? Eles ainda buscam os combos baratos, mas estão exigindo uma qualidade de comida equivalente à de grandes restaurantes. Para resolver essas duas dores de uma vez só e reverter aí uma queda de 10% nas ações da empresa nesse ano, o gigante dos arcos dourados anunciou lançou a estratégia Next, que é basicamente injetar o lado lúdico de volta ao design e promover uma grande renovação nos icônicos parquinhos do McDonald's para atrair as famílias de novo.
Além disso, eles também vão fazer testes de cardápio incluindo asinhas de frango e filés empanados à mão, além de bebidas geladas coloridas e leites vegetais no McCafé.
Ainda dentro do plano, a rede vai recorrer à automação. Isso porque o McDonald's fechou uma parceria com o Google para implementar inteligência artificial nos drive-thrus um sistema que já atinge 90% de precisão nos pedidos. Então a ideia, Léo, é basicamente ter um Mac mais tecnológico, mas também mais nostálgico, né? Agora a gente pode ir pra nossa próxima história.
O dono do The Jeffrey, um bar de Nova York, investiu US$5.000 na plataforma de mercados de previsão Caution, apostando na vitória dos Knicks, time de Nova York também, de basquete, no jogo 1 da final da NBA, que acontece hoje à noite.
Até aí tudo bem, né? Nada de muito anormal. Mas a história fica interessante porque o bar anunciou uma promoção caso os Knicks vençam. Se o time ganhar, todos os clientes bebem de graça.
É isso mesmo que você pensou. Se o resultado for positivo pro time de Nova York, o dono do bar vai usar o dinheiro ganho na aposta pra literalmente bancar a promoção.
Yes, Aleu! É a primeira vez, pelo menos documentada, que pequenos negócios usam mercados preditivos regulamentados não só pra especular, mas pra montar promoções.
No fim do dia, ele fez o que é chamado de hedge no mercado financeiro: apostar na queda de um ativo para equilibrar as possíveis perdas de apostar na alta de outro ativo.
E já que a gente tá falando desses mercados preditivos, aqui vão alguns números. O volume financeiro mensal movimentado por esses mercados de previsão nos Estados Unidos passou de 1,2 bilhão de dólares em 2025 para 24 bilhões de dólares em 2026. E esse valor supera a média mensal de 14 bilhões de dólares movimentados pelas casas de apostas por lá.
Os esportes representam cerca de 80% do volume negociado na Cauchy hoje. Plataforma inclusive fechou integrações com Robinhood, CNN e CNBC, processou 97 milhões de transações, uma alta de 1.680% em relação ao ano anterior.
E se você ficou curioso para saber o resultado do jogo nas plataformas de apostas, o Knicks tá com 37% de probabilidade de levar o título, enquanto o San Antonio Spurs tá com 63% de chances. Agora a A gente vai pra nossa penúltima matéria do dia. O ASCO, que é o maior e mais influente congresso de Oncologia Clínica do mundo, recebeu um estudo inédito: o resultado da última fase do comprimido Daraxon-Razib para o tratamento de câncer de pâncreas, considerado de difícil tratamento.
Pra se ter ideia, nos Estados Unidos, das cerca de 60 mil pessoas que recebem o diagnóstico diagnóstico por ano, 50 mil morrem. No Brasil são 13 mil novos diagnósticos anuais, com aproximadamente 12 mil mortes.
E os resultados foram impressionantes e receberam aplausos em pé da plateia, o que é algo incomum em eventos desse tipo.
Na prática, com o desenvolvimento desse comprimido, metade dos pacientes viveu mais do que 13,2 meses com o comprimido versus 6,6 meses com quimioterapia. Ao mesmo tempo, o risco de morte caiu 60%, e 31% dos pacientes que tomaram o comprimido tiveram redução mensural considerável do tumor contra 11,2% no grupo de quimioterapia.
E esse estudo aconteceu por meio de um ensaio clínico randomizado de fase 3, o mais rigoroso da medicina. Então os resultados foram considerados finais.
E a partir de agora, o que acontece? O próximo passo é a aprovação regulatória após análise dos dados pela FDA. Por lá ele já está disponível para casos terminais sem outras alternativas de tratamento.
Enquanto isso, ainda não há uma perspectiva de chegada concreta Se você quer ficar por dentro de outras matérias de saúde e medicina, é só você se inscrever na nossa newsletter que fala exatamente disso, o The News Health. O link tá aqui embaixo pra você conseguir se inscrever.
5 histórias do dia entregue, mas hoje, quarta-feira, como já disse lá em cima, temos a notícia extra. Então vamos rapidinho pra palavrinha dos patrocinadores e na volta notícia extra do Checkpoint no meio da sua semana.
Leo, você sabe por que a gente comemora o Dia dos Namorados no dia 12 de junho aqui no Brasil?
Cara, tá aí, pior que eu nunca parei pra pensar nisso.
É a véspera do dia de Santo Antônio, famoso santo casamenteiro. Por isso o dia 12 de junho virou a data oficial aqui no Brasil, diferente dos Estados Unidos que comemoram o Valentine's Day em fevereiro.
Olha que curioso, e falando nisso, você é do time de sair todo combinadinho com a pessoa ou nem pensar?
Ah, não é muito meu estilo, mas num date eu gosto de um look estiloso e confortável, aquele equilíbrio. Híbrido, sabe?
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Segundo rumores, esse contrato pode chegar a incríveis 1,19 bilhão de dólares, tá? Quase 4 vezes mais do que ele recebeu em 12 anos de Under Armour. O deal, né, esse negócio acontece justamente no momento em que as marcas chinesas avançam sobre as americanas.
E falando nisso, a receita da Nike na China caiu 20% nos últimos 4 anos, ficando em 6,5 bilhões no ano passado. Já a Li-Ning faturou 4,3 bilhões em 2025 e segue encurtando a distância entre a Nike. E estima-se que ela pode até superar a rival no país até 2030.
Então é isso, episódio de quarta-feira, 3 de junho, entregue. Um ótimo episódio com muitas notícias, muito informação de muitos tipos diferentes. Teve mundo Brasil, saúde, tecnologia, McDonald's, esporte. Realmente uma edição muito completa, Mayuri. Muito obrigado por compartilhar a apresentação desse blog comigo, viu?
Eu que te agradeço, Léo, e agradeço todo mundo aqui pela companhia nessa quarta-feira. Como vocês bem sabem, amanhã estaremos de volta e te esperamos por aqui às 6:06.
É isso aí, um grande abraço a todos os nossos queridos ouvintes E follow!
Esse programa foi produzido por TNS.
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