Flávio sem alianças para 2026, mercado de 2ª vira de 1ª, estudo liga redes a notas baixas e mais
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No episódio de hoje:
🇬🇧 MUNDO: Vagas para graduados caem para o menor nível no Reino Unido desde a pandemia.
🇧🇷 BRASIL: Republicano define neutralidade e Flávio caminha sem alianças para a eleição.
🛍️ TENDÊNCIAS: Gigantes do varejo estão colocando brechós em suas lojas.
📱 TECH: Nova pesquisa da Nature revela os impactos das redes sociais na performance acadêmica.
🏭 ECONOMIA: Cresce o número de recuperações judiciais de pequenas empresas no Brasil.
E no final do episódio, a Matéria extra.
- Sistema Eleitoral Brasileiro· PoliticaRelação de Flávio Bolsonaro com milícia · Expansão do Republicanos na Alesp · Coligações eleitorais
- Criação de empregos· EconomiaQueda nas vagas para graduados · Aumento de vagas com IA · Desemprego jovem
- Impacto das Redes Sociais· SociedadeImpacto na performance acadêmica · Animais e Natureza · Uso precoce de redes sociais
- Futuro da Moda· CulturaItens pre-loved · H&M · Banana Republic · Reformation
- Crise de Recuperação Judicial no BrasilPequenas e médias empresas · Juros elevados · Comércio · Agronegócio · Indústria
Começa agora mais um episódio do podcast diário do The News.
Muito bom dia, já vai preparando seu café sem açúcar e bora para uma quarta-feira com você bem informado. Eu sou o Léo e eu sou a Mai.
Quarta-feira, 5 de agosto. Maiuli, quanto tempo que eu não gravava com a senhora, hein?
Pois é, Léo, fazia tempo que a gente não gravava, né? Ainda bem que estamos gravando agora nesse dia 5. A gente já comentou aqui ontem que vai ter Nicolas Ferreira e Thaba Tamarau no nosso evento.
É verdade, verdade. E é sempre assim, a gente gosta de trazer pontos de vistas diferentes para a galera decidir com a cabeça no lugar, ainda mais em ano eleitoral. Isso importa bastante, muito, se importa muito. E olha, se você ainda não garantiu seu ingresso com desconto, corre lá no link da descrição porque amanhã o lote vira, hein? Não perde tempo.
Agora sim, bora para o cardápio. Vou puxar aqui a primeira. Em mundo, vagas para graduados caem para o menor nível no Reino Unido desde a pandemia.
Em Brasil, republicano defini neutralidade e Flávio caminha sem alianças para eleição.
Gigantes do varejo estão colocando brechós em suas lojas.
Nova pesquisa da Nature revela os impactos das redes sociais na performance acadêmica.
Cresce o número de recuperações judiciais de pequenas empresas no Brasil.
E hoje, quarta-feira, o checkpoint in the middle of your week, Maiuli. Nossos ouvintes já sabem, no final a gente tem uma matéria extra. Agora palavrinha dos patrocinadores rapidinho e na sequência primeira história. Ô mãe, você já sabe o que você vai comprar na Black Friday?
Nossa, ainda não pensei nisso, Léo.
Pois ó, quem vende já tá com o relógio contando. Estoque para Black Friday e Natal precisa estar fechado agora, então já tem que garantir o pagamento dos fornecedores internacionais.
E aí que entra a Remessa Online, né? Dá para resolver tudo pelo celular com câmbio comercial justo, taxas transparentes e cotação em tempo real. Suporte humano em português com nota máxima no Reclame Aqui. E mais, ouvinte do The News, olha lá, tem 15% de desconto com o cupom TheNews15. O link tá na descrição. Um levantamento mostrou que as contratações lá no Reino Unido recuaram ao longo desse ano. Agora as vagas para recém-formados estão no menor patamar desde 2020.
Somado a isso, as vagas abertas caíram 11% entre janeiro e julho. O número de ofertas disponíveis no país está 32% abaixo do nível pré-pandemia.
Na contramão aí dessa queda, as vagas que pedem habilidades em inteligência artificial bateram recorde, aparecendo em 9,4% dos anúncios no país.
O Reino Unido enfrenta uma crise crescente de desemprego jovem desde a pandemia. Para a gente ter uma ideia, mais de 1 milhão de britânicos entre 16 e 24 anos estão fora da escola, do trabalho e de qualquer treinamento.
Parte da explicação, Léo, tá no aumento dos custos da folha de pagamento e impostos, e também em ajustes estruturais que aconteceram no país pós-pandemia e pós-Brexit.
Isso significa que o mercado de trabalho britânico está sob pressão generalizada. Com menos portas de entrada para o primeiro emprego, são os jovens que investem entre R$70.000 e R$200.000 na sua graduação que mais sentem esse baque.
E o novo primeiro-ministro, que é o Andy Burnham, anunciou na semana passada um plano para alinhar o ensino técnico e a formação profissional dos jovens às necessidades reais do mercado mercado de trabalho de lá.
Outras regiões do mundo também já registram uma alta na taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos. Na China, por exemplo, esse número chega a 15,6%, enquanto na União Europeia como um todo fica em 15,1%.
Falamos do Reino Unido, agora bora falar de Brasil.
Pela primeira vez desde a redemocratização, um pré-candidato à presidência com mais de 30% nas pesquisas sozinha para disputar o primeiro turno sem nenhuma legenda aliada.
Isso porque ontem o Partido dos Republicanos confirmou em uma convenção nacional em Brasília que não vai apoiar formalmente nenhum candidato ao Planalto. E essa decisão veio dias depois do PP também negar aliança a Flávio Bolsonaro.
Desde a eleição de 1989, todo candidato que terminou o primeiro turno entre os dois primeiros colocados teve o apoio de pelo menos um partido.
Se o cenário atual persistir, Flávio pode ser o primeiro a quebrar esse padrão em 37 anos sem alianças, o Flávio deve ficar restrito ao tempo de propaganda do próprio PL, enquanto Lula, com uma frente de pelo menos 7 partidos, pode concentrar quase metade de todo o tempo disponível na TV e na rádio.
A recusa do Republicanos também custou a Flávio o nome cotado para sua vice, a economista Daniela Marques, ex-presidente da Caixa. Sem coligação formal, o partido não permite que ela concorra na chapa.
O mesmo aconteceu com a senadora Tereza Cristina, do PP, que até chegou a aceitar o convite, mas teve o nome vetado pela cúpula do próprio partido.
E aí, quais são os próximos passos que vem a seguir para o Flávio? O prazo para o fechamento de coligações se aproxima e ele ainda tenta destravar apoio de outras siglas médias para não chegar à campanha isolado e com menos tempo de TV que os seus adversários, no caso. Além disso, o candidato tem até hoje para oficializar um vice. Essas foram as nossas informações de Brasil. Agora vamos para a terceira história do dia.
Gigantes da moda estão investindo nos chamados itens pre-loved, que são, traduzindo, itens amados anteriormente, que nada mais são do que as famosas roupas de brechó.
Entre as marcas que passaram a adotar a venda de itens de segunda mão estão a H&M, a Banana Republic e a Reformation, que vende até produtos da Prada.
E existe uma demanda crescente por ações ecologicamente corretas, mas esse mercado também faz sentido financeiramente para as companhias. A coleta de roupas usadas pode ser gratuita e o interesse por itens que não estão mais sendo produzidos impulsiona novos consumidores.
Na ponta do lápis, os números mostram que o mercado deve atingir 78 bilhões de dólares e crescer 9% ao ano até 2030, duas vezes mais que o mercado de roupas novas.
Então, somado a isso, a revenda também tem vantagens em relação à reciclagem do tecido. Esse processo pode ser difícil, já que muitas roupas são feitas de uma combinação de materiais, O que acaba dificultando a separação.
No pano de fundo, países já adotam medidas que podem impulsionar o setor. A França aprovou uma legislação para multar empresas de vestuário que produzem grande volume de roupas baratas, enquanto a Califórnia está exigindo que varejistas administrem o descarte de resíduos têxteis.
E olha só, Léo, já tá gerando resultado. A H&M investiu na varejista sueca de segunda mão e a revenda de produtos representou aí quase 1% da receita total de vendas do grupo. Agora a gente vai para a próxima matéria falar de saúde.
Segundo um recém-publicado estudo na revista Nature, que comparou mais de 5 mil alunos italianos, crianças que entram nas redes sociais mais cedo tendem a ir pior na escola.
Essa pesquisa descobriu que quem criou uma conta nesses aplicativos ali aos 11, 12 anos tirou notas mais baixas em italiano e matemática do que quem esperou até os 14. Uma diferença que aos 15, 16 anos já equivale a 6 meses de escolarização perdidos.
O estudo ainda aponta que quem checa mais o celular tende a entrar mais cedo nas redes e ter menos supervisão dos pais, o que resulta em notas piores. Curiosamente, na prova de inglês essa diferença nem apareceu.
Apesar disso, o estudo ele é observacional. Isso quer dizer que não dá para cravar causa e efeito, ainda que ele acabe levantando suspeitas sobre o uso das redes sociais e o scroll, né, no feed.
Inclusive, um estudo americano que analisou quase 5 mil escolas públicas que adotaram bolsas lacráveis para impedir o uso celular apontou que o efeito médio nas notas foi próximo de zero. Essa pesquisa em questão não analisou aí o efeito da medida no longo prazo.
Agora, quando a gente olha para o Brasil, o uso precoce das redes sociais já passou de exceção para regra. 79% das crianças de até 12 anos já tem perfil nessas redes, e entre os de 13 e 14, o número sobe para 91%. Números bem altos aqui no nosso país. E agora a gente vai para a última história, falar de economia. Entre 2023 e o fechamento do primeiro primeiro semestre desse ano, o número de recuperações judiciais de microempresas cresceu 133% e o de pequenas empresas avançou 69%.
Uma das explicações para esse crescimento são os juros elevados no Brasil. As micro e pequenas empresas não têm acesso a investidores e precisam emprestar dinheiro dos bancos a uma taxa elevada, o que acaba levando ao endividamento.
E por que isso importa no fim? Acompanhar o número de pedidos de recuperação judicial ajuda a entender a saúde econômica do país, já que ele mostra se as empresas estão conseguindo pagar suas dívidas e prosperar ou vivenciando crises.
No geral, apenas as maiores empresas tiveram queda no número de pedidos de recuperação judicial. A leitura é de que esses grupos estão utilizando outras formas de reestruturação, como a extrajudicial, que envolveria uma negociação mais simples, barata, e que recebe menos olhares tortos do pessoal do mercado.
Alguns exemplos nesse primeiro semestre que optaram por esse outro modelo foram a Raizen, o GPA e a Oncoclínicas.
O pico de pedido pedidos de recuperação judicial da série histórica aconteceu em maio deste ano, com 6.513 pedidos. O cenário apresentou uma melhora no mês seguinte, com 172 pedidos de saída, mas não significa necessariamente uma tendência de melhora. Entre os principais setores afetados estão o comércio, com 1.649 pedidos, o agronegócio, com 1.263, e a indústria, com 1.455.
E essa recuperação, ela é complicada. Entre as empresas que estavam em reestruturação no começo de 2023, 65% ainda estão em processo e 3,2% foram à falência ou o CNPJ teve baixa. Estão entregues as 5 histórias do episódio dessa quarta-feira, mas ainda temos uma extra. Então fica aí para ouvir a nossa última matéria de hoje. Ô Léo, 6 da manhã hoje, a Gabi já tava mandando mensagem pra saber do que a gente tá precisando aqui no escritório.
Escuta aí. Ei, gente, papel higiênico tá acabando. É que eu já tô aproveitando pra olhar pra comprar copo descartável, produtos de limpeza, café. Tem mais alguma coisa que a gente precisa? Coitada. Pra quem não conhece, a Gabi é do financeiro, mas também ficou responsável por comprar todos os suprimentos aqui do escritório. E o pior, ela precisa procurar um fornecedor pra cada categoria, acompanhar as entregas e depois organizar um monte de notas fiscais.
Isso é só porque ela ainda não conhece o Jimba. Lá a empresa encontra tudo em um só lugar: produtos de higiene e limpeza, descartáveis, café, alimentos, materiais de escritório e muito mais.
Ou seja, se tem tudo, tem Jimba.
Exatamente. A gente vai mandar essa dica pra Gabi, mas você também pode conhecer o Jimba pelo link na descrição deste episódio e aproveitar R$50 de desconto nas compras acima de R$200 usando o cupom TheNews50.
E para nossa matéria extra de hoje, nós vamos falar sobre o caso que envolve Lulinha Marcola e também o presidente Lula. Fato é que o Lula determinou que o Marco Aurélio, que é o Marcola, ex-chefe de gabinete e um de seus assessores, explique o empréstimo que recebeu de Roberta Luxinger, que é amiga de Lulinha e está sendo investigada pela Polícia Federal.
O assessor admitiu ter recebido dinheiro de Luxinger, porém negou qualquer ilegalidade na transação. Roberta é investigada por suposta ligação com o careca do INSS no esquema que desviou mais de R$50 milhões de aposentados e pensionistas.
Há duas semanas, o Marcola deixou a chefia de gabinete para integrar o time de campanha do presidente. E segundo relatos de aliados, Lula não sabia sobre esse empréstimo antes de escolhê-lo para equipe das eleições.
Com isso, finalizamos a matéria extra do nosso Checkpoint in the Middle of Your Week, da nossa quarta-feira, 5 de agosto, e por consequência finalizamos também essa maravilhosa edição. Maiuri, sempre um prazer gravar ao seu lado, sempre um prazer estar na companhia dos nossos queridos ouvintes.
Prazer é meu, Léo. Que a sua quarta-feira seja muito produtiva, muito boa por aí, e que você descanse também e aproveite. A gente fica por aqui, mas amanhã estamos de volta às 6:06. Um beijo e falou! Esse programa foi produzido por TNS.
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