Vorcaro entrega proposta de delação, Lula e Trump se encontrarão, perigo dos chips hormonais e mais
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No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: Trump e Lula se encontram em momento delicado para os presidentes.
🇧🇷 BRASIL: Vorcaro entrega proposta de delação e amplia tensão em Brasília.
🏥 SAÚDE: Implantes hormonais crescem em consultórios e preocupam especialistas.
💼 NEGÓCIOS: Cimed vira fenômeno de consumo e alcança faturamento recorde.
💰 ECONOMIA: Crise no BRB aproxima banco de possível privatização.
E no final do episódio, a Curiosidade.
- Encontro Lula e TrumpReaproximação em momento delicado · Queda de popularidade de Lula · Momento impopular de Trump · Guerra no Irã · Eleições de meio de mandato nos EUA · Tarifas comerciais · PIX · Minerais críticos e terras raras · Cooperação contra crime organizado
- Crise e possível privatização do BRBPrejuízos com aquisição de créditos duvidosos · Necessidade de capital para evitar liquidação · Resistência do governo federal em assumir controle · Receio do mercado em comprar ativos · Fundo Constitucional do Distrito Federal
- Proposta de delação de VorcaroAcordo de delação premiada · Investigação do esquema Master · Conexões com políticos e Judiciário · Aval do ministro André Mendonça · Devolução de dinheiro desviado
- Implantes hormonais (pellets)Tendência em consultórios médicos · Falta de evidências científicas · Efeitos estéticos e de massa muscular · Proibição de aplicação para fins estéticos · Conflito de interesse e infração ética · Preços e revenda
- Fenômeno de consumo da CIMEDFoco em bens de consumo · Liderança em bens de consumo no Brasil · Estratégia de market share e construção de marca · Collabs e público jovem (Carmed) · Expansão para 10 categorias · Meta de faturamento até 2030
- Mentalidade EmpreendedoraEmpresas fechando por falta de organização financeira · Solução Gestão Financeira do Santander Empresas · Atendimento com especialista PJ · Resolução via app e WhatsApp 24/7
- Empresas inadimplentes no BrasilNúmero de empresas inadimplentes · Aumento em um ano · Dívidas vencidas
Começa agora mais um episódio do podcast diário do The News. Muito bom dia! Já vai preparando o seu café sem açúcar e bora pra uma quinta-feira com você bem e informado.
Eu sou o Léo. Eu sou a Silvia. E cá estamos, quentinha, este dia 7 de maio de 2026, Léo. Muito prazer te encontrar novamente. Um dia de muitas informações, muitas notícias, pra deixar os nossos ouvintes daquele jeito. Perfeito, Silvia. É isso aí. Cara, eu já estou começando a ter a sensação de que maio já tá passando rápido demais.
É, pode ser, pode ser. Completando uma semaninha aí do mês, comente pra nós o que você tá achando. Se tá achando muito devagar ou tá achando muito rápido. Eu acho que eu vou num meio termo. Pra mim tá num tempo ok. Mas o que não tá devagar são as notícias ao redor do mundo, sempre com muitas informações acontecendo. E claro, a sua melhor fonte de informação é sempre essas vozes. Perfeito. Então vamos lá, Léo, puxa o cardápio por aí, bora. Em mundo, Trump e Lula se encontram em momento delicado para os presidentes.
Vorcaro entrega a proposta de delação e amplia a tensão em Brasília. Implantes hormonais crescem em consultórios e preocupam especialistas. CIMED vira fenômeno de consumo e alcança faturamento recorde. Crise no BRB aproxima banco de possível privatização. E hoje, como é quentinha, nós temos a curiosidade do dia no finalzinho do episódio. Então, agora, palavrinhas para os patrocinadores e na volta... Primeira história do dia.
Esse domingo já é dia das mães, né? Um dia que elas amam. E a gente sabe que aquele carinho extra faz toda a diferença.
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A CIDADE NO BRASIL
Lula e Trump se encontram hoje em Washington em busca de uma reaproximação, mas em um momento delicado, já que ambos chegam enfraquecidos politicamente. O presidente brasileiro enfrenta queda de popularidade. 44% aprovam, enquanto 53% desaprovam. E derrotas recentes no Congresso. Já o líder americano vive seu momento mais impopular, pressionado pela guerra no Irã e com risco de perder o controle do Congresso nas eleições em novembro.
O encontro, marcado de última hora na sexta-feira passada, após uma ligação de 40 minutos entre os presidentes, deve tratar de alguns temas, dentre eles, tarifas e avanços do PIX. Os Estados Unidos seguem investigando o Brasil por supostas práticas comerciais desleais, além de enxergarem o PIX como uma ameaça às bandeiras de cartão. Lula, inclusive, deve tentar blindar qualquer possibilidade de um novo tarifaço.
Outro tema são os minerais críticos e as terras raras. Os Estados Unidos têm interesse de firmar um acordo com o governo brasileiro para exploração, já que o Brasil possui as maiores reservas de terras raras do mundo depois da China e também depósitos significativos de outros minerais essenciais para o setor de tecnologia.
E o nosso terceiro palpite aqui de temas que eles podem abordar para vocês seria a cooperação contra o crime organizado. O governo brasileiro teme que os Estados Unidos classifiquem facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, algo visto por Lula como um risco à soberania nacional.
O encontro é visto por aliados de Lula como uma oportunidade de demonstrar força diplomática ao tentar evitar novos atritos comerciais e políticos com os Estados Unidos. Por outro lado, o Planalto teme que Trump possa constranger Lula, como ele já fez com outros líderes de Estado, confrontando publicamente críticas do presidente brasileiro à guerra no Irã. Feita a nossa primeira história do dia, bora para a segunda.
A defesa de Daniel Vorcaro entregou oficialmente à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República uma proposta de delação premiada com relatos sobre reuniões, viagens, festas e encontros com políticos integrantes do Judiciário. A delação premiada, para quem não se lembra, é um acordo em que o investigado admite participação em crimes e entrega informações sobre outros envolvidos. O prêmio de se fazer isso é justamente receber benefícios como redução de pena, mudança de regime ou até prisão domiciliar.
Vorcaro acabou de realizar a primeira etapa, apresentando um mapa do que pretende revelar. Agora, as autoridades devem levar cerca de dois meses para analisar e aprovar ou não o acordo. O principal interesse dos investigadores é entender conexões do esquema do Master com políticos e integrantes do Judiciário. As autoridades já avisaram que não basta falar mais do mesmo, ou seja, repetir conteúdos já encontrados nos celulares.
Segundo fontes, os documentos foram divididos por temas e personagens, com menções a nomes de políticos de direita, de esquerda e do centrão, sem menção a nenhum dos atuais pré-candidatos à presidência. Se a negociação avançar, Vorcaro passa a prestar depoimentos formais e apresentar provas. O acordo ainda precisará do aval do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que só deve aceitar o pedido caso Vorcaro devolva integralmente o dinheiro desviado. Fechamos a segunda história do episódio e bora para a próxima.
Os implantes hormonais conhecidos como pellets viraram tendência em consultórios médicos como solução para problemas de bem-estar e disposição, além de algumas doenças.
O problema é que vídeos na internet que promovem esses hormônios nessa forma de aplicação não avisam que eles não possuem evidências científicas para tratar doenças de libido, falta de disposição ou ganho de peso. Na prática, a utilização dos chips de muitas dessas substâncias, como testosterona e gestrinona, possui efeitos unicamente estéticos e de ganho de massa muscular. A aplicação para esses fins é proibida e pode ter efeitos colaterais letais.
Inclusive, exatamente por não ter evidências científicas, a indústria farmacêutica não fabrica esses implantes, que são produzidos apenas em farmácias de manipulação. Ao que tudo indica, essa tendência faz parte de um sistema maior. Médicos se tornam sócios de farmácias de manipulação, vendem cursos ensinando outros médicos a venderem esses hormônios, que então compram os pellets nas farmácias do, entre aspas, professor.
Os pellets chegam a ser comprados por cerca de R$ 200 e revendidos aos pacientes por valores entre R$ 4.000 e R$ 12.000. No fim das contas, além de haver um conflito de interesse, essas práticas também configuram infração ética do Conselho Federal de Medicina. E assim, fechamos a terceira história do dia e vamos para a quarta.
Você deve conhecer a CIMED como a farmacêutica amarela, mas um detalhe nisso parece estar mudando e não é a cor. Mesmo sendo a quarta maior farmacêutica do país, a companhia parece estar cada vez menos com foco em remédios e cada vez mais foco em bens de consumo. Só para a gente ter uma ideia, em 2021, os produtos de consumo, que não exigem receita, representavam 31% do faturamento do negócio. Hoje, eles já dominam uma faixa de 60% dos resultados.
Inclusive, em março desse ano, a CIMED liderou o ranking de empresas de bens de consumo no Brasil, faturando um pouco mais de R$ 479 milhões no mês, desbancando nomes como P&G e Nestlé. De primeira, o movimento não parece fazer sentido. Enquanto um genérico tem margem bruta de 70%, os bens de consumo operam com 35%. E ainda exigem gastos massivos em marketing de até 20% da receita.
Mas, então, qual é o sentido por trás disso? Bom, pense que a CIMED está trocando lucro imediato por market share e construção de marca e também ampliando a sua atuação para outros setores, expandindo o mercado endereçável. Veja, por exemplo, pelo caso Carmed, o rei das collabs infinitas. Meninas de 6 a 15 anos não são o principal público-alvo de um remédio, mas viraram um público relevante do hidratante labial, que já acumula 2 bilhões de reais em vendas e mais de 1 milhão de seguidores no TikTok.
Além dele, a empresa já lançou uma linha voltada para o mundo fitness e até já está na fila da Anvisa para lançar sua versão do Zen Peak. O plano é estar em 10 categorias diferentes, mirando chegar a 10 bilhões de reais de faturamento até 2030. Assim fechamos a quarta história e bora para a próxima.
A privatização do BRB parece cada vez mais próxima. Isso porque o prazo para o banco conseguir capital para lidar com a sua crise termina nesse mês. Bom, vamos dar um pouquinho de contexto aqui para você. Com os prejuízos causados pela aquisição de créditos duvidosos do Banco Master, o BRB precisa de 6,6 bilhões de reais para se afastar de uma possível liquidação.
Nesse cenário, mesmo com o presidente da instituição rejeitando a ideia de privatização nos últimos meses, alguns fatores tornam esse caminho mais viável. O primeiro é que o governo federal resiste em assumir o controle do banco, alegando que o problema é da esfera estadual. E o segundo é o receio do mercado de comprar apenas parte dos ativos do BRB ou conceder empréstimos para a instituição.
Para os defensores da privatização, o movimento levaria o prejuízo para a esfera privada e traria dinheiro para a instituição. Já para os críticos, enfraqueceria o Estado e os benefícios sociais oferecidos pelo banco.
Enquanto a pressão aumenta, a Fazenda sinalizou que ainda valia utilizar o Fundo Constitucional do Distrito Federal, que é um valor enviado pela União para o Estado arcar com gastos públicos e serviria como garantia para ajudar o BRB a conseguir empréstimos. Fechadas, então, as cinco histórias do episódio de hoje, deste dia 7 de maio. Agora, rapidinho, rapidamente, nós vamos para a palavrinha dos patrocinadores e depois falaremos a curiosidade do dia.
Sil, estou com um dado aqui meio assustador sobre empreendedorismo no Brasil. Uma em cada quatro empresas fecha no primeiro ano por falta de organização financeira. Por isso que quando você tem os parceiros certos, o dia a dia deixa de ser um caos e começa a fazer sentido.
Por exemplo, quem é cliente do Santander Empresas tem acesso ao Gestão Financeira, uma solução que organiza o fluxo de caixa e mostra tudo com clareza do que já entrou e saiu até uma visão dos próximos meses com base no histórico do negócio. E não para por aí, tá? Tem atendimento com o especialista PJ que vai até a sua empresa, entende do seu negócio e ajuda nas decisões mais estratégicas.
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Voltamos, então, para trazer a nossa curiosidade do dia. É uma curiosidade que, na verdade, é um estete. Então, é um número que fala do Brasil. Porque o país chegou a quase 9 milhões. Para ser mais exata, 8,9 milhões de empresas inadimplentes. O que é um aumento de quase 30% em um ano. Tem dívidas vencidas que somam 213 bilhões de reais. Então, olha esse número.
8,9 milhões de empresas inadimplentes aqui no Brasil. É muita coisa, é um número gigantesco. Boa, Sil! Tá aí uma estatística realmente chocante pra nossa curiosidade da quentinha. E assim, concluímos mais um excelente episódio, certo? Certo! Este foi o episódio da quinta-feira. Lembrando, amanhã estamos de volta. Não esqueça de baixar o aplicativo do The News. Não esqueça de jogar o Palavritas, que agora a gente tem ranking. Então corre lá pra você subir de nível.
Eu tô num número... Tenho até vergonha de falar pra vocês o número que eu tô no ranking. Não com o disco, não com o disco. E não se esqueça também de deixar seu comentário aqui embaixo. Isso aí. Deixe seu comentário. Volte amanhã que estaremos aqui. E muito obrigada pela sua companhia. Até sexta-feira. E... Falou! Esse programa foi produzido por... TNS.
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