Tensão Gilmar vs Zema cresce, evasão fiscal beira 100%, nova grande aposta do Vale do Silício e mais
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No episódio de hoje:
🌎 MUNDO: A paradoxal situação do governo iraniano em meio à guerra.
🇧🇷 BRASIL: Tour pelas principais manchetes do dia no nosso país.
🤖 VARIEDADES: Vale do Silício mira notícias em tempo real e conteúdo monetizável.
💼 NEGÓCIOS: O caos por trás do filme que deve quebrar recordes de bilheteria em sua estreia.
💰 ECONOMIA: 85% dos aluguéis no Brasil não pagam impostos para a Receita.
E no final do episódio, a Piada.
- Tensão Gilmar vs ZemaGilmar Mendes · Romeu Zema
- Crise Fiscal Brasilimóveis residenciais · Receita Federal
- Conflito Irã-EUADonald Trump e a NASA · economia iraniana · sanções · inflação
- Nova aposta do Vale do SilícioMonitoring the Situation · Anderson Horowitz
- Prisão de MC Rian e MC Pose do RodoMC Rian · MC Pose do Rodo
- Emagrecimento e EsportesCorreios
- Energia e ReajustesAnel
Começa agora mais um episódio do podcast diário do The News. Muito bom dia! Já vai preparando o seu café sem açúcar e bora pra uma sexta-feira com você bem e informado. Eu sou o Léo. Eu sou a Silvia. Sextou Silvia.
Sextou, Léo, com muitos us. Que prazer estar com você nessa sexta-feira, dia 24 de abril. A última sexta-feira do mês de abril, do mês 4 deste ano de 2026. E, Léo, é o seguinte, eu quero perguntar pra galera e quero perguntar pra você também.
Se o pessoal está jogando o palavritas no aplicativo e se está, o que foi a palavra de ontem, pessoal? Todo mundo aqui no escritório não parava de falar da palavra de ontem. Eu confesso que o de hoje eu ainda não joguei, porque é o meu primeiro compromisso do dia. Claro que é o podcast da News, mas assim que a gente terminar aqui, eu já vou direto jogar o palavritas do dia.
E você deveria fazer o mesmo. Então, pra você que tá afim de um joguinho leve pra começar o dia, às vezes ou no meio da tarde, ou quando chega em casa à noite cansado, dá uma olhadinha na aba mais do aplicativo do The News, que lá você consegue jogar o palavritas. Eu jogo todos os dias. Perfeito, Sil. Faço duas suas palavras, as minhas. Saindo daqui, vou direto jogar o meu palavritas. Mas, sem muita enrolação, vamos puxar o cardápio da sexta?
Vamos, vou puxando por aqui. Em Mundo, falaremos sobre a paradoxal situação do governo iraniano em meio à guerra. Em Brasil, temos um tour pelas principais manchetes do dia no nosso país. O caos por trás do filme que deve quebrar recordes de bilheteria em sua estreia. Vale do Silício mira notícias em tempo real e conteúdo monetizável. E pra fechar, 85% dos aluguéis no Brasil não pagam impostos para receita.
Claro que sexta-feira, você já sabe, é dia ou de dica ou de piada. Hoje, em questão, a Silvia vai trazer aquela piadoca pra gente. Eu tô ansioso que a última eu confesso que eu gostei bastante. Agora sim, vamos pra palavrinha dos patrocinadores e depois, primeira história.
O dólar deu uma caída nas últimas semanas, mas ao mesmo tempo ele não para quieto, né, Léo? Cai, sobe, oscila, difícil chamar isso de estabilidade.
Exato, Sil. E acho que isso mexe muito mais com as decisões das pessoas do que só o valor em si. Porque não é só estar alto ou baixo, é não saber o que vem depois. Pois é, por isso tem crescido o interesse por formas mais planejadas de organizar a vida financeira. E dentro disso, o consórcio acaba entrando como uma alternativa possível. E a ADMICOM entra bem nisso, ajudando a organizar esse caminho sem depender tanto das oscilações do mercado.
Pra quem quiser entender melhor, dá pra fazer uma simulação no link da descrição.
O Irã está mesmo fragilizado? Bom, de acordo com as palavras de Donald Trump, está seriamente fragmentado. Foi assim que ele resumiu a atual situação do governo iraniano ao anunciar a extensão do cessar-fogo. Mas será que o presidente americano realmente tem razão?
Na parte econômica, os números indicam que sim. Antes mesmo da guerra, a economia iraniana já vinha pressionada por sanções. Mas, depois do início do conflito, a crise se intensificou, chegando ao ponto do FMI projetar uma retração de 6,1% do PIB e inflação perto de 69% para este ano.
No bolso da população, o impacto é ainda maior. A inflação de alimentos passou de 100%, com pão e cereais, subindo cerca de 140% em um ano. Já a moeda local perdeu 60% do seu valor.
Agora, na política, a situação não é tão simples. Se a economia facilita a pressão de Trump, a política torna o acordo um pesadelo. Após a eliminação de figuras como o Ayatollah Ali Khamenei, o poder em Teherã ficou mais pulverizado. Um grupo de autoridades disputa espaço enquanto o novo líder, Mostaba Khamenei, deve usar uma prótese na perna e pode precisar de cirurgia plástica no rosto após ficar gravemente ferido nos primeiros ataques americanos.
Na prática, ficou muito mais difícil para os Estados Unidos negociarem com um governo que, mesmo disperso, se mostra muito mais rígido em acordos com Washington. Enquanto isso, a guerra vai durando bem mais do que o Trump gostaria, impactando não só os custos militares, mas também sua popularidade, que já caiu de 40% para 36% desde o início do conflito. Assim a gente fecha a primeira história do dia e bora para a próxima.
Para a primeira notícia, no nosso tour de Brasil, a briga entre Gilmar Mendes e Romeu Zema teve mais um capítulo. A tensão entre os dois subiu de nível ontem. Ao ser perguntado sobre as sátiras postadas pelo mineiro a respeito do STF, Gilmar falou, abre aspas, Imagine que nós comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?
ou se fizermos ele roubando dinheiro no Estado. Será que não é ofensivo? Fecha aspas. Zema respondeu dizendo ser muito seguro sobre sua sexualidade e que nunca roubou nada na vida. Mais cedo, Gilmar já tinha dito que o ex-governador de Minas fala um dialeto próximo do português, uma língua lá do Timor-Leste.
Para a segunda manchete, Douglas Ruas pediu ao STF para assumir imediatamente o governo estadual do Rio de Janeiro, após ser eleito presidente da Alerje. Atualmente, o comando segue com o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, após a renúncia de Cláudio Castro e a dupla vacância no Executivo.
Vamos falar do caso envolvendo MC Rian e MC Pose do Rodo, porque após o STJ conceder a Bias Corpus, a Justiça Federal aceitou o pedido da Polícia Federal e decretou novamente a prisão preventiva dos cantores e do criador da Choquei. A investigação indica que o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,5 bilhão ligado a bets ilegais, lavagem e tráfico de drogas.
Os Correios fecharam 2025 com um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, acumulando 14 trimestres consecutivos no vermelho. Grande parte do rombo, R$ 6,4 bilhões, veio de precatórios, ordens de pagamento emitidas por decisões do Judiciário.
A Anel aprovou ontem reajustes para oito distribuidoras de energia, com altas médias entre 5% e 15%. O impacto atinge mais de 22 milhões de unidades consumidoras e deve pressionar ainda mais o orçamento das famílias.
E para fechar o nosso tour, o Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, deseja sair da Papuda e ir para a sede da Polícia Federal em Brasília. A intenção é negociar uma colaboração para as investigações do caso Master, mirando diminuir sua possível pena. Entregue então a última notícia do nosso tour de Brasil. Bora para a terceira história do dia.
Imagine gastar centenas de milhões de dólares pra filmar uma cinebiografia e, na hora de editar, descobrir que você não tem o direito legal de contar o final da história. Foi exatamente o que aconteceu com Graham King, o produtor de Michael, filme que retrata a vida do Michael Jackson, lançado ontem aqui no Brasil.
O longa enfrentou um caos nos bastidores quando a equipe jurídica do cantor percebeu que um acordo assinado em 1993 proibia o uso comercial de partes da trama. Cerca de um terço do que já havia sido filmado teve que ser descartado, porque tratava do caso em que o astro foi acusado de cometer abuso infantil na década de 90.
A solução foi um remake forçado. A produção precisou voltar ao set para criar um novo final, mudando o foco das polêmicas para a relação familiar de Michael e suas performances musicais. Todo o imprevisto fez o resultado final do filme encolher de três para duas horas e o lançamento atrasar em um ano. Ao todo, a produção custou 150 milhões de dólares.
Apesar do custo bilionário da falha jurídica, o mercado está otimista. A expectativa é que o filme arrecade mais de 500 milhões de dólares globalmente e se torne a maior bilheteria de uma biografia na história. E embora hoje seja sexta-feira, vai aí uma curiosidade para vocês. O ator que interpreta o Michael no filme, o Jafar Jackson, é sobrinho do próprio Michael Jackson. E o filme ainda terá uma segunda parte, retratando a carreira solo e os últimos anos da vida do cantor. Fechamos a terceira história e bora para a próxima.
Depois de dominar redes sociais, busca e inteligência artificial, big techs e investidores de tecnologia avançam agora sobre outro território, a mídia. A nova aposta é transformar notícia em um produto de consumo contínuo, em tempo real, compartilhável e altamente monetizável. Um dos exemplos mais recentes é o lançamento do Monitoring the Situation, programa ao vivo, 24 horas por dia, 7 dias na semana, financiado pela gestora Anderson Horowitz.
O formato mistura breaking news, comentários em tempo real e personalidades da internet reagindo a tudo o que acontece no mundo.
Mas não é um caso isolado. A OpenAI comprou recentemente o TBPN, um talk show de tecnologia. Já o investidor Peter Thiel apoia uma startup que permite contestar reportagens com a ajuda de investigadores humanos e inteligência artificial. Bom, pense que com a mídia tradicional perdendo receita e audiência, o mercado tem entendido que quem controla distribuição, algoritmo e produção de conteúdo passa a influenciar e controlar a própria narrativa.
O movimento ocorre em meio a um crescente envolvimento do Vale do Silício em discussões sobre políticas tecnológicas nos Estados Unidos. No fim, o objetivo não é apenas informar, mas moldar o discurso público e influenciar regulações de AI diretamente, sem o filtro, muitas vezes questionável, dos veículos de imprensa tradicionais. Feita a nossa quarta história do dia, bora pra quinta.
Um estudo apontou que 85% dos imóveis residenciais alugados no Brasil cometem invasão fiscal. Ou seja, os locadores deixam de formalizar e de pagar imposto para a Receita Federal. Apesar do termo complexo, ele nada mais significa do que aquele seu amigo que mora de aluguel no apartamento de um tio. Ou aquele outro que tem um apartamento para alugar, mas só aceita inquilino que não exige formalizar.
Por que exatamente isso importa? Bom, com esse tipo de infração, o Estado deixa de arrecadar 65 bilhões de reais, cerca de 0,5% do PIB. Isso é o equivalente a custear, por exemplo, cerca de 3,6 milhões de alunos por ano na rede pública de ensino. Ao mesmo tempo em que isso acontece, o aluguel foi a forma de moradia que mais cresceu no Brasil de 2000 a 2022, saltando de 14% para 22%, totalizando 16 milhões de domicílios.
Na prática, isso significa que se a evasão e o número de aluguéis continuarem crescendo, o Brasil estará deixando de arrecadar cada vez mais impostos. Para se ter ideia, das 27 capitais do país, 14 têm um índice de evasão fiscal superior a 90%. Manaus, Boa Vista, São Luís, Belém e Maceió puxam a fila, ficando bem próximas de 100%. Olhando para fora, em países europeus e nos Estados Unidos, os números também são altos. Entre os americanos, a fatia não declarada representa 51% de toda a renda gerada com aluguéis.
O estudo considera como evasão fiscal qualquer aluguel que não foi registrado no sistema oficial da Receita Federal. Ainda assim, é possível que parte desses locadores declarem esse ganho diretamente no imposto de renda. Entregues as nossas cinco histórias do dia, agora a gente vai para a palavrinha dos patrocinadores e na volta a piada de Silvia Macedo.
Sil, você já passou pelo desespero de ter um problema com dinheiro e cair num chat infinito com um robô que não resolve nada? Sim, Léo. E em transação internacional é pior ainda. Nessas horas, você não quer tecnologia, quer alguém resolvendo com você e em português. Esse é o diferencial da Remessa Online. O atendimento é humanizado.
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Bom, voltamos, então. Eu vou contar uma piadinha. Estou pronto. Piadinha meio infame, assim, né? Essa não é tão desconhecida. Pode ser que a audiência já conheça, mas espero que a audiência dê risada de qualquer forma. Aham. Vamos lá. Manda. Léo, todas as frutas foram passar férias na montanha. Menos uma. Quem não foi? Quem não foi passar férias na montanha junto com toda a turma de frutas? Cara, não faço ideia. Uma mão. Por quê?
porque ele foi papai essa foi boa essa foi boa sabe o que é pior? eu ia chutar uma mão e eu ia acabar com a piada a melhor coisa foi não ter chutado nada
Ai, ai. Então é isso, pessoal. Deixe seu comentário e sua risada ou apenas sua pena de mim. Mas seu comentário de qualquer forma. A gente agradece muito a companhia de você nesse dia 24 de abril. Amanhã, lembrando, 25, sabadão, estamos de volta. E é isso. Seguimos em programação normal. Segunda-feira também estamos aqui. Semana toda, se você não escutou algum episódio, volte e escute. Se perdeu algum do feriado, por exemplo, escute que estivemos aqui todos os dias.
E não se esqueça, como falamos no início do episódio, abra o aplicativo The News e já joga aquele palavritas pra você começar o seu dia ainda melhor, certo? Um prazer gravar com você, Silvia. Um prazer, Léo. E... Falou! Esse programa foi produzido por... TNS.
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