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Lula eleva tom contra Trump, avanço do fim da escala 6x1, Meta treina IA com funcionários e mais

23 de abril de 202614min
0:00 / 14:05

Bom dia! ☕

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No episódio de hoje:

🌎 MUNDO: Nova York vai abrir supermercados da prefeitura para combater inflação.

🇧🇷 BRASIL: Lula eleva tom contra Trump mirando eleição de 2026.

🤖 TECNOLOGIA: Meta vai monitorar funcionários para treinar inteligência artificial.

💼 NEGÓCIOS: Netflix vai lançar feed de vídeos curtos no aplicativo.

💰 ECONOMIA: Salário de formados perde força com avanço do ensino superior no Brasil.

E no final do episódio, a curiosidade da semana.

Participantes neste episódio2
L

Léo

HostJornalista
M

May

Co-hostJornalista
Assuntos4
  • Lula e Trumpcríticas de Lula a Trump · eleição de 2026 · soberania nacional · Flávio Bolsonaro
  • Meta e IAmonitoramento de funcionários · treinamento de IA · demissões na Meta
  • Netflix e vídeos curtosfeed de vídeos curtos · concorrência no streaming
  • salários e ensino superiordiferença salarial · informalidade no trabalho
Transcrição38 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Começa agora mais um episódio do podcast diário do The News. Muito bom dia! Já vai preparando seu café sem açúcar e bora pra uma quinta-feira com você bem informado. Eu sou o Léo. E eu sou a Mai.

Quintinha com o Léo e Mayuli. A gente teve o feriadinho essa semana na terça, mas as notícias não param, o The News não para, o podcast do The News está aqui sempre com você. Bora, Mayuli, para uma quinta-feira com você bem e informado? Bora, Léo.

Tinha aqui meu dia preferido da semana, dia 23 de abril. E como sempre, nós vamos começar puxando o nosso cardápio para ver o que nos reserva hoje. Em mundo, Nova York vai abrir supermercados da prefeitura para combater a inflação. Em Brasil, Lula eleva tom contra Trump mirando eleição de 2026.

Meta vai monitorar funcionários para treinar inteligência artificial. Netflix vai lançar feed de vídeos curtos no aplicativo. E salários de formados perde força com o avanço do ensino superior no Brasil. Hoje, quinta-feira, você já sabe, a gente tem a nossa tradicional curiosidade no fim do episódio. Agora vamos rapidinho para a palavrinha dos patrocinadores e na sequência, primeira história do dia.

Ô mais, já ouviu essa frase? Olhar com os olhos de turista aquilo que é o cotidiano. Léo, eu nunca ouvi, mas pensando bem agora faz sentido, né? Por conta da rotina, a gente costuma ignorar aqueles detalhes do lugar mesmo em que a gente tá. Verdade. E sabe uma programação boa pra treinar o olhar de turista? Passear e explorar a nossa própria cidade. Já fica aí a dica pros nossos ouvintes.

Hum, se você passar o dia em movimento na sua cidade, é importante usar roupas confortáveis, né? Que te acompanham nessa caminhada e mantém o conforto em diferentes ambientes e temperaturas, como as da Insider. O link pra você acessar o site da Insider tá aqui na descrição. E mais, com o nosso cupom PODNEWS, vocês levam as peças no precinho.

A gente começa a história de mundo com uma pergunta. O governo lá dos Estados Unidos vai virar dono de supermercados? Bom, ao que parece, pelo menos em Nova York, sim, isso vai acontecer. Esse é um plano que o recém-eleito prefeito Zohan Mandani vai colocar em prática nos próximos meses.

A ideia é construir supermercados de propriedade da prefeitura para combater a inflação dos alimentos, que na cidade subiu 66% na última década. E essa estratégia vai funcionar em um modelo meio que híbrido. A cidade é a dona do imóvel, mas um operador privado vai cuidar do dia a dia das operações.

O supermercado vai vender de tudo, de chocolate até detergente, mas por contrato, itens básicos como leite, pãos e ovos têm que ser vendidos pelo preço que o mercado pagou no atacado. E essa proposta, no fim, acabou dividindo opiniões. De um lado, a prefeitura defende que a medida é vital para conseguir eliminar desertos alimentares, como eles chamam, em bairros, onde grandes redes não operam por falta de lucro.

Do outro, donos de pequenas conveniências temem que o subsídio estatal crie uma concorrência desigual, enquanto parte da população questiona prioridades, citando inclusive a crise de habitação que a cidade enfrenta. Bom, a primeira unidade vai ser no Harlem, e além dessa, Mandami afirma que pretende abrir um supermercado municipal em cada um dos cinco distritos de Nova York até o final do seu mandato, com um custo total estimado em cerca de 70 milhões de dólares.

Essa foi nossa primeira história do episódio. Agora vamos para a próxima.

Nos últimos dias, Lula subiu o tom a Trump ao criticá-lo pela guerra no Irã e ironizar o desejo dele de ganhar o Nobel da Paz. Na terça-feira, o Lula ainda disse que o Brasil poderia adotar reciprocidade depois de uma expulsão de um delegado da Polícia Federal dos Estados Unidos, uma fala que foi cumprida ontem mesmo com a Polícia Federal retirando a credencial de um servidor americano.

Embora as críticas sejam voltadas ao presidente dos Estados Unidos, o alvo real pode estar mais perto de casa. No entorno do Planalto, cresce a leitura de que confrontar Trump ajuda eleitoralmente o presidente. E o motivo? Ele vem do ano passado, quando Trump sobretaxou produtos brasileiros. Então Lula reagiu com o discurso de soberania nacional e viu sua popularidade aumentar. Na...

prática, bater de frente com Washington funcionou realmente como um combustível político, né, Léo? Exato, Maia. Agora, a estratégia pode mirar Flávio Bolsonaro, hoje tratado como o principal nome da oposição. A ideia seria colar nele a imagem de um candidato alinhado aos interesses americanos e subordinado a Trump. Ainda mais considerando que a aprovação do presidente dos Estados Unidos está em 36%, o menor nível do seu mandato.

No fim, o Lula acredita que uma eventual intervenção de Trump no pleito brasileiro seria um presente de campanha associando a oposição ao recente fracasso de Viktor Orbán na Hungria, que perdeu poder mesmo depois de ter apoio público do republicano. Ao que tudo indica, o petista deve adotar um discurso de defensor do Brasil diante de pressões externas para ir em busca de sua reeleição.

E nossa história de Brasil não termina aqui. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nessa quarta-feira o parecer favorável à proposta de emenda à Constituição, que acaba com a escala do trabalho 6x1, que é seis dias de trabalho para um dia de descanso e que já deu muito o que falar no nosso país.

Com o aval da Comissão de Constituição e Justiça, a proposta seguirá para uma comissão especial. O relatório foi aprovado de forma simbólica, ou seja, sem o registro nominal dos votos dos parlamentares. Entregue nossa história de Brasil, vamos para a terceira.

A dona do Facebook e do Instagram, estamos falando dela, a Meta anunciou que vai começar a monitorar movimentos de mouse, cliques e toques no teclado de funcionários lá nos Estados Unidos. Antes que você pense que a intenção é certificar quem está sem trabalhar, saiba que essa medida vai além, tá? O real objetivo é transformar esse comportamento em dados para treinar modelos de AI mais autônomos.

O esperado é que os robôs sejam capazes de executar tarefas digitais sozinhos, como navegar em menus, preencher processos e operar softwares. Isso significa que os funcionários vão estar treinando aí os seus futuros substitutos. Caso não lembre, a empresa também tem pago por vídeos de pessoas realizando tarefas domésticas para ensinar robôs a agir como humanos no mundo real.

E essa medida é mais uma proposta do Zuckerberg no setor. Ao todo, a Big Tech planeja investir cerca de 140 bilhões de dólares em AI esse ano, o que é quase o dobro do ano passado. Para o Zuc, 2026 vai ser o ano em que a inteligência artificial vai mudar drasticamente o trabalho.

Mas, ó, Mai, nem todo mundo está vendo isso com otimismo. Embora a meta já tivesse acesso técnico às atividades nos computadores, o registro sistemático para treinamento de AI é inédito e ocorre em meio a um aumento de demissões. Isso porque a companhia já eliminou 2 mil vagas esse ano, mas os rumores indicam que uma nova onda de cortes em maio pode atingir 10% da equipe, o que dá mais ou menos 8 mil pessoas. Falando de tecnologia, agora vamos falar de negócios.

Depois de testes que iniciaram no ano passado, a gigante dos streamings Netflix lançará ainda neste mês um feed de vídeos curtos, tipo um TikTok, dentro do seu aplicativo. E ao que parece, esses conteúdos vão ser trechos de filmes e séries que estão dentro da própria plataforma, além de novos conteúdos como podcasts ao vivo.

A Netflix tem visto a concorrência aumentar e o seu crescimento ser um pouco mais moderado. Na última semana, as ações chegaram a cair mais de 10% depois que eles anunciaram previsões de um crescimento mornas e a saída de um dos seus cofundadores. Então, lançar o seu próprio Reels pode ajudar realmente a frear esse movimento. Os usuários vão conseguir descobrir novos conteúdos e quando entrarem em contato com esses pequenos trechos, eles podem acabar se engajando com a obra inteira e aí clicando para assistir realmente.

Essa estratégia até parece fazer sentido, já que 59% da Gen Z acaba assistindo a conteúdos longos depois de ter visto um corte em algum aplicativo de vídeos curtos. Na prática, em um setor mais competitivo e com vídeos representando cerca de 60% do tempo gasto em redes sociais, os streamings estão precisando se adaptar a esse modelo, a essa nova economia da atenção. Quem aí nunca pegou o celular para pesquisar alguma coisa e quando percebeu estava scrollando nos rios, né?

Pois é, Maíra, nesse ano, em uma decisão bem parecida, a Disney lançou, inclusive, um feed de vídeos curtos com seus conteúdos lá no Disney+. Feita a nossa quarta história do dia, bora pra última.

Na média, quem fez faculdade recebe R$ 4 mil a mais do que aqueles que pararam os estudos lá no ensino médio. Mas o movimento dos últimos anos está indicando uma diminuição nessa diferença. E a gente vai falar disso agora. Em 2012, trabalhadores com ensino superior ganhavam 152% a mais do que aqueles que pararam no ensino médio. Em 2024, 12 anos depois, essa diferença caiu para 126%. Obrigado.

E os motivos são os seguintes. Com mais pessoas tendo feito faculdade, o diploma virou algo menos escasso no mercado, o que afeta o prêmio salarial para esse grupo. Então, entre 2012 e 2024, o número de pessoas com ensino superior cresceu em 10 milhões no Brasil. Outro motivo foi o aumento da informalidade, que tende a diminuir salários. A parcela de trabalhadores com ensino superior nessa condição aumentou de 14% em 2015 para 19,3% em 2024.

E isso, Léo, não só reduziu a diferença para os não formados, como fez o rendimento real de quem fez faculdade cair. Então, mais números aqui. Olha, a média do salário desse grupo saiu de R$ 7.495,00 em 2012.

para R$ 6.619,00 em 2024. Olha aí a diminuição. E esses valores já estão ajustados pela inflação. Entregue todas as histórias da sua quinta-feira. Agora a gente vai para a palavrinha dos patrocinadores e na volta a gente traz aquela curiosidade para você, além de bem e informado, também ter aquele papo para soltar na roda da galera.

Léo, posso te fazer uma pergunta específica? Quantas abas você acha que um RH tem abertas agora? Nossa, acho que várias, né? Uma para benefício, outra para folha, outra para transporte. Sempre tem aquela planilha no meio. Cada coisa num lugar, né? E no fim, o RH gerencia mais ferramenta do que pessoas.

Com a Flash, a ideia é simplificar isso. Dá pra centralizar benefícios, vales, férias, admissão, tudo em um só lugar. Ou seja, menos abas e mais fluidez no dia a dia. A gestão é simples, com taxa zero e 100% de segurança jurídica. E pro colaborador também muda. O cartão tem bandeira Visa e é aceito no dia a dia, né? No mercado, restaurante, farmácia, transporte e até cinema. E agora tem um bônus. Empresas que contratam a Flash ganham um ano de Total Pass grátis com acesso a academias e atividades físicas.

Bom, para conhecer todos os benefícios da Flash é só clicar no link aqui na descrição do episódio.

Eu gosto quando a curiosidade, ela vem linkada ao dia de hoje. Já fizemos isso antes, o pessoal gostou. E agora vamos trazer uma curiosidade do dia 23 de abril. Que é, Mayuli, a seguinte. Uma das figuras mais famosas da história. Da história. Que eu não tô falando da história do Brasil. Tô falando da história do mundo. Nasceu e, curiosamente, pra fazer esse trocadilho, morreu no dia 23 de abril. Sabe de quem que eu estou falando, Mayuli?

De quem você está falando, Léo? Estou falando de William Shakespeare. Olha só, um dos maiores dramaturgos do mundo. Inclusive, eu falei dele esses dias nas minhas dicas, que eu estava viciada em Hamlet. Estava assistindo todas as versões, inclusive no teatro.

Pois é, ele nasceu em 23 de abril de 1564 e morreu no dia 23 de abril de 1616. Olha aí. E aí eu acho que o Shakespeare aí, no caso, a curiosidade fica nisso, né? Porque de trabalho por trabalho é com as apresentações, né? De quem foi o Shakespeare.

E uma outra curiosidade aqui é que Shakespeare foi casado com Anne Hathaway, o mesmo nome da atriz que hoje está entregando um filme aí, que vai estrear na semana que vem, que é O Diabo Veste Prada 2. Maravilhoso. Então, duas curiosidades em uma aí pra você, linkadas a William Shakespeare e de quebra linkadas ao dia 23 de abril. Abril passou voando também, hein?

Passou, até que abril passou sim. E mês que vem é um dos meus meses preferidos, porque é meu aniversário, então eu estou ansiosa, Léo. Olha aí, que coisa boa. Quando que é seu aniversário, Mayuli? Dia 22 de maio. Então, 22 de maio, preparem seus comentários de feliz aniversário pra Mayuli, que senão ela fica muito adiada. Preparem os parabéns.

A gente precisa de uma foto junto pra eu postar, né? Isso aí. Então a gente finaliza esse episódio do dia 23 de abril. Muito obrigada pela sua companhia mais uma vez. Amanhã estaremos aqui a partir das 6h06. É isso aí. Sempre um prazer gravar com você, Mayuri. Sempre um prazer estar na companhia dos nossos queridos ouvintes. E... Falou! Esse programa foi produzido por... TNS.

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