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🇧🇷 Antes da Faixa | 24 HORAS COM RONALDO CAIADO | A ROTINA DE UM FUTURO PRESIDENTE?

12 de abril de 20261h18min
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Quando Ronaldo Caiado assumiu Goiás em 2019, o estado tinha menos de R$ 13 milhões em caixa, quase R$ 8 bilhões em dívidas vencidas e mais de quatro mil fornecedores sem receber.

O narcotráfico dominava escolas, muitas obras estavam paradas e a violência colocava o goiano preso dentro de casa. Sete anos depois, o estado é outro.

O PIB de Goiás cresceu 15% entre 2019 e 2023 — quase o dobro do crescimento nacional no mesmo período.

O orçamento da saúde saiu de R$ 1,5 bilhão para R$ 5,7 bilhões. Goiás conquistou o primeiro lugar nacional no Ideb do ensino médio. O estado entrou no mandato com déficit de R$ 6 bilhões e saiu com R$ 9,8 bilhões em caixa.Mas foi na segurança que a transformação mais nos impressionou. A taxa de homicídios caiu 52% entre 2018 e 2024 — e pela primeira vez na série histórica, ficou abaixo da média nacional.

Crimes patrimoniais recuaram mais de 90%. Desde 2023, não há registro de nenhum assalto a banco no estado.

O resultado disso tudo apareceu nas pesquisas. Em dezembro de 2024, 81,4% dos goianos aprovavam a gestão — para cada cidadão que reprovava, 4 aprovavam.Goiás tinha virado caso de estudo. E Caiado tinha virado um nome nacional.

Com vocês, 24 horas com o primeiro candidato à presidência que topou nos receber: Ronaldo Caiado.

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24 HORAS COM RONALDO CAIADO | A ROTINA DE UM FUTURO PRESIDENTE?Convidado: Ronaldo Caiado, Candidato à Presidência do País

#RONALDOCAIADO #ELEICOES #BRASIL #THENEWS

Participantes neste episódio4
A

Alan Blanco

HostJornalista
B

Bruno

Co-host
H

Hernani

Co-hostCEO e fundador do The News
R

Ronaldo Caiado

ConvidadoPolítico
Assuntos1
  • Ronaldo CaiadoCandidatura à presidência · Gestão em Goiás · Experiência política · Educação e saúde em Goiás · Segurança pública
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Caiado é de família rica. Você vai bater de frente com o Alexandre Corais? Precisa subir em cima de mula, não sei. Eu quero ganhar a mesma condição que eu estou ganhando hoje. Se o homem vira presidente, eu estou almoçando lá do presidente. Eu sou o mais longevo adversário do Lula na história política do Brasil.

Começa agora a série especial do The News, de 24 horas com os pré-candidatos à presidência da República. É difícil acompanhar 24 horas do Caiado. No primeiro episódio da série, você acompanhará um dia na vida de Ronaldo Caiado. Ronaldo Caiado nasceu em Anápolis, Goiás, em 1949. É médico de formação e político de longa data.

Ronaldo Caiado foi deputado federal por cinco mandatos, de 1991 até 2014. Depois foi eleito senador pelo Goiás. Sua aprovação como governador chegou a 88%. A maior entre todos os governadores brasileiros. Caiado também é produtor rural e histórico defensor do agronegócio brasileiro. Foi fundador da UDR. Esse é o 24 Horas com Ronaldo Caiado.

Bom dia, pessoal. Estamos aqui diretamente de Goiânia. Eu sou o Hernani, CEO e fundador do The News. Estou aqui com o Bruno, meu co-founder e sócio. A gente veio para a missão mais importante da história da empresa. A gente está em Goiânia para gravar com o governador do estado.

Não porque ele é governador de Goiás, mas porque ele é um dos candidatos à presidência da República. A gente vai começar a entrevistar todos. O Caiado, o Ronaldo Caiado, foi o primeiro a aceitar esse convite. E é por isso que a gente começa aqui em Goiânia. Mas a verdade é que a gente quer fazer isso com todos os candidatos, para que você tome a sua melhor decisão, tire as suas conclusões. Claro, sempre com o nosso jeito de fazer, inteligente, sem viés, descontraído, leve.

E a gente viu essa oportunidade de gravar um quadro de 24 horas com os candidatos. E a cereja do bolo, que é o motivo pelo qual eu acho que os candidatos estão topando conversar com a gente, é que dessa pesquisa que a gente fez, que considera a nossa base de mais de 2 milhões de pessoas, 31% aproximadamente.

não consideram que fizeram a escolha certa nas eleições passadas. Denilson fala majoritariamente com pessoas de 18 a 40 anos, por isso que a gente tem aqui eu e Bruno representando isso, para a gente poder conversar e fazer perguntas que você faria.

E a gente começa essa saga agora, 6h50 da manhã, estamos indo para o Palácio do Governador para a gente conhecer lá, começar a rotina com ele, a gente não sabe muito bem o que espera. Mais alguma coisa, Bruno? É isso aí, vamos nessa, partiu. Bora, let's go, vamos nessa. A equipe está toda aí, o carro está pronto e vamos embora. Dia lindo em Goiânia, dia lindo, vamos nessa, vamos nessa. João, João.

Olá, tudo bem? Bom dia! Tudo bem, Hernani? Oi, Hernani, tudo bem? Bruno? Bruno, tudo bem? O centro administrativo mesmo é do outro lado, é o prédio...

Tudo bem? Prazer, Gracinha. Obrigado por nos receber. Com licença. Estou comendo aqui uma saladinha de frutos aqui para começar o dia. E aí também eu gosto de um ovo com cuscuz. Com cuscuz? Mas aí não é goiano? Não, mas sabe como é que é? Eu tenho esse hábito. Minha mulher é baiana e eu sempre gostei de cuscuz e ovo.

Desde criança. Um papel, o que é isso? Agenda do dia? Todo dia eu começo. Aqui são duas agendas. Essa aqui são os aniversariantes. Essa aqui é a agenda do dia. Aniversariante do dia? Eu falo com todos os meus prefeitos, vice-prefeitos, primeira-damas, deputados, lideranças empresariais, estão pela manhã.

Porque é identico. Todo dia. E desde quando? Desde que eu comecei o governo. Quer dizer, não. Desde que eu era deputado, mas aí não com essa intensidade toda. Aí quando fui, depois senador, aí vai ampliando. Aí quando cheguei a governadora, aí vai cada vez mais. A lista que vai aumentando. Aumentando a lista. Então já senta aqui, já vem a lista, eu já marco tudo. E no decorrer do dia, o meu Judan de Ordem fica... Lembrando.

E aí eu faço com que a gente tenha uma rotina produtiva no decorrer do dia. Isso aí, 365 dias por ano. Não, não é verdade. Tem um dia que é sexta-feira da paixão. Aí eu guardo como sendo uma coisa que vem de uma tradição de família. Essa sexta-feira, para mim, é um dia que eu não... Esse dia é um dia que eu me reservo a não fazer nada. E de onde vem essa...

De onde veio? A gente estava vendo que você era médico. Como é que começou o carrado lá atrás? Pode ir desde a infância, assim. É, veja, e eu, pra você ter uma ideia, vocês mineiros, eu fiz. Eu saí de Goiás muito cedo, tinha 14 anos. Eu fui fazer colégio estadual de Minas Gerais. E ali você preparava, você sempre quis ser médico.

Sempre que ser cirurgião. O primeiro da família já tinha. Sempre que ser cirurgião. Engraçado, né? A minha família, ela vem de uma formação de muito mais de advogados. São três irmãos. Eu e o Roberto, medicina, o mais novo, advocacia. Então, as meninas... Você é o do meio? Eu sou o segundo.

Só tem uma irmã mais velha. Mas aí eu fui fazer medicina no Rio de Janeiro. Na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. Aí eu fiz aquele período ali.

é de preparação, e aí entrei na faculdade. E aí foi um momento especial para mim, que tinha um professor, ele gostava muito de mim, porque ele dizia que eu trabalhava muito em termos de eficiência, de operar os doentes, entendeu? Então era tipo assim, como aquele que operava a noite inteira, entendeu? Foi uma trajetória longa.

Aí depois de tudo eu resolvi voltar para Goiás, dar aquela saudade da terra e tudo e tal. Isso com quantos anos? Isso aí eu já estava exatamente com 32 anos de idade. 32, quase a minha idade. Aí se eu volta para cá... Aí eu volto para cá.

Tem no sangue, não teve jeito. É a quarta geração de governador e a quinta de senador da família. A gente é uma transição grande. Todo mundo. O povo político, os primos, os tios, é uma coisa impressionante. A gente ouviu falar que a gente rodou um pouquinho até na cidade, a admiração é grande, o sobrenome é muito forte.

Eu voltei mesmo para o exercício da medicina e exerci a medicina. O plano era abrir um consultório aqui, por exemplo? Não, eu abri não. Eu tinha hospital. Ah, tinha hospital. Hospital, operava. Nós éramos quatro sócios. Ah, você tinha um hospital. Eu tinha um hospital aqui em Goiânia. Ah, eu falei consultório, pessoal, era muito mais. Era empreendedor, eu tinha um hospital. É, hospital, trabalhei. Aí, quando começou...

Aquela época que nós estávamos caminhando ali para aquele período de 1986. Foi neste momento em que eu iniciei nacionalmente um movimento.

eu via a mesma característica de tentar rotular e de tentar demonizar sempre a figura do homem, do campo, do produtor e tudo isso.

Então isso foi uma campanha muito dura naquele momento. As pessoas não tinham quase que coragem de assumir a posição. Alguém tinha que pegar o... E aí realmente eu, como médico, nós montamos essa estrutura.

Na época era um preconceito ao setor rural enorme. Era uma figura que tentava rotular o produtor como sendo aquela pessoa insensível. Malvado. Malvado, só queria ter interesse pessoal, que não tinha nenhuma solidariedade com as pessoas.

Não aproveita, mas fala um pouco assim da família, vocês. Ah, bom. Eu vou pegar um mané pelado aqui, né? Isso aqui é de mandioca. Ah, eu aceito. É assim a baiana, então o esporte dela é mais de mar, apesar que ela era produtora rural. Na vida nossa é mais uma vida de esporte rural, né?

Então eu gosto demais dessa prática. E lógico que você trabalhar o gado, você fazer as apartações, você fazer... Montar. Montar, fazer nossas... Antigamente não era cavalgada não, meu amigo. Vaguejada, ó.

Era transferência de gado todo, mas no caso do burro, entendeu? Mas vocês são casados há 30 anos, é isso? Não, há 36 anos. 36? 36 anos.

Passaram a informação. A gente viu, achou que era 30. 30 anos. Deixa eu falar a data certinha. 36. 34. Porque toda hora ele mente. Ele fala que está casado com ele. A 40. A 40. Eu andava o Brasil inteiro e acabei parando. Acabou parando na Bahia. Você pensou?

É mesmo, foi assim. Mas você estava... Na reunião do UDR. Mas só para explicar para o pessoal, você já era, então, médico, já tinha terras, comprou investidor, hospital. A família dele era produtor rural. O político era produtor rural. E aí você... Como foi, Graçando? Meu pai era produtor rural em Feira de Santana. Em Feira de Santana.

Aí eu fui fazer um encontro lá em Feira de Santana, aí de repente nós estávamos lá, aí ela chegou com o irmão dela, falei, vixi, essa aí já deve estar casada.

Aí depois ela, na hora lá, as pessoas faziam as doações, ela já doou uma carreta de boi logo. Peraí, né? Que que é isso? Daí no decorrer da conversa...

Depois que eu fiz o discurso e tal, tomar um café, ela me apresentou, meu irmão. Aí eu falei, pronto, aí eu falei, agora as coisas já melhoraram aqui agora. Achou que era marido e era irmão.

1 a 0 pra mim. Agora é 1 a 0. 1 a 0 pra mim. 1 a 0. E aí? Nós tivemos esse período todo, gracinha. Também muito ativo em relação a isso e tudo. Dedicou também. Nós estamos aí, Jacão. Então foi nesse encontro aí. Nesse encontro em Feira de Santana. Que bacana, que bacana. Eu quero deixar claro que...

Eu sempre fui um médico muito dedicado na minha vida, eu sempre trabalhei muito dentro da medicina. Eu com o médico, Miguel Couto, e eu estava fazendo a ortopedia geral. E aí todo dia pela manhã a gente faz a visita nas enfermarias. Aí tinha um paciente meu com enfermarias, vários leitos, com a tração fixada aqui.

pendurado, típico de quem tinha sofrido uma lesão da coluna vertebral que antigamente se colocava esse tipo de... Aí ele não era meu paciente. Aí eu me dirigia a ele, tudo bem? O senhor só tem a me dizer isso? Se eu estou bem? O senhor está vendo como eu estou? Não. Lógico que alguma coisa que você deseja eu posso lhe explicar.

Ah, porque eu sofri uma queda, era um mineiro, foi para a praia, a onda quebrou, ele bateu com a cabeça e fez uma fratura na coluna cervical. Um jovem de 17 anos. Aquilo ali me impactou tanto, eu resolvi me dedicar à cirurgia da coluna vertebral. A imagem desse jovem nunca saiu da minha cabeça.

Onde ele me desafiava com médium, você não tem nada mais a me apresentar, só me perguntar se eu estou bom vendo como eu estou. Ali foi algo que me deu uma virada. A minha atuação na medicina foi desbravadora nesta área.

de cirurgia na fixação, fraturas, lesões tumorais e infecções na coluna vertebral. Que bacana. E nessa linha da medicina, alguma filha seguiu, não? Não. Ninguém? Não, não. A minha filha mais velha, do meu primeiro casamento, ela é advogada.

O meu menino não está mais entre nós, eu perdi. E as minhas duas outras, elas são administradoras e fizeram ali o curso. E hoje são empresárias em São Paulo. E que tem lá a empresa dela e que vivem por lá. Que bacana. Olha, esse ovo é caipira, hein?

Esse ovo é caipira, eu conheço, esse ovo é caipira. E aí entrando nos dois, Gracinha, como é que foi a sua... Legal, a gente vê nas redes sociais, vocês trabalham muito juntos, mas como é que foi isso aí no governo, como é que começou? Isso é bacana do pessoal entender. O Ronaldo me deu muita liberdade, falando que a primeira dama tem que trabalhar a área social. Eu procurei entender.

aprender o que era o cadastro único, onde que vivia o maior índice de pobreza no Estado. E quando você fala que alguém vive na pobreza, o que falta é oportunidade. Eu fiz questão de visitar o que eu chamo aquele trabalho pé no chão, visitar as regiões mais carentes do Estado. E aí nós começamos a qualificar, proporcionar...

É isso que a gente sempre acreditou. Porque as pessoas pobres não querem favor. Elas querem oportunidade para trabalhar. E aí você vai vendo que a pessoa está na extrema pobreza, aí vem um cartão, aí o filho continua numa vida na extrema pobreza, essa criança não tem um atendimento, tá certo?

Aí a pouco ela não estuda, ou ela entra no crime como sendo a única oportunidade que ela tem de achar que ela pode vencer na vida. Porque aí o cara acha que o bom é ser seguidor do Oruan e do MC Pose lá, né? E aí ele continua no crime e volta para a pobreza. Então este ciclo da pobreza é que nós quebramos ele. Aí...

Ela, quando chega, o Estado se ocupa dela. Ora, pai, só deixe o menino matriculado. Aí nós damos uniforme dentro dessa política social de gracinha, damos todo o material didático, Chromebook do Google. Olha só. E ele vai, então, saindo daquela situação do pai, da mãe...

Da pobreza, e aí sim, não é um falso positivo, é um resultado que nós somos o primeiro lugar no IDEB hoje. Era tudo aula, os colégios todos aqui, tudo quebrados, verdadeiro moquifo. Hoje é tudo na grama esmeralda, é tudo arrumado, tudo limpo, assiado, climatizado. Não tem isso, não tem isso. Acho que é isso aqui, é o grande diferencial. Você não governa sem...

poder dar o exemplo. Olha aí, amigo. Como é que está o nosso hospital aí? Cada dia mais lindo? Cada dia mais lindo, governador. O cara recebeu uma ligação do governador nove horas da manhã, domingão, é responsável. Complexo Oncológico de Goiás. Esse é o complexo que nós fomos...

que construímos eles em menos de 24 meses. Aqui você tem o que tem de mais moderno em tratamento de câncer infantil de 0 a 18 anos de idade. É aqui o lugar que às vezes eu estou um pouco triste, às vezes com algumas coisas, com os problemas do dia a dia. Eu venho aqui ficar ao lado dessas crianças aqui, vendo a alegria que se trata.

Eles estão, os olhos, vendo e estão tendo chance de serem recuperadas e podendo continuar sua vida.

É que funciona o Brasil de verdade, assim, é muito. Você passou aquelas três casas do cara que está lá como deputado federal, o que é que quem está em casa precisa entender que funciona o Brasil. Mostra como é que é, a verdade. A verdade. Eu chegar e contar para os meus amigos, mas o Brasil é o seguinte, funciona? É, o Brasil hoje não funciona. Porque você não tem um sistema político, um presidencialismo que não existe.

Porque o presidente não tem autoridade moral

O tratamento com o Congresso Nacional avança, tomando as prerrogativas do presidente. Comendas que são casos que o governo federal devia guiar. O judiciário, tá? O judiciário acha-se com o direito de legislar também e de controlar as ações do presidente. Quando você não tem ordenamento do Estado, você não consegue avançar.

A primeira reunião que eu fiz no meu governo foi sentar com o presidente da Assembleia, o presidente do Tribunal de Justiça, o procurador-general do Ministério Público. O problema não é só do governador, é de todos nós. Mas aí eu vou fazer uma pergunta aqui o seguinte.

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O Gustavo pode dizer a você que não vai fazer essa pergunta, porque eu conheço e sabe que o Gaiaz chegar lá como presidente. Se eu chegar lá, eu vou no primeiro dia chamar o presidente do Supremo, o presidente da Câmara, o presidente do Senado, e dizer, olha, quem foi eleito fui eu. Então, vamos cumprir aquilo que a Constituição determina, a harmonia entre os poderes. Mas a partir de agora o Brasil tem presidente da República.

E aqui você tem ponto a ponto quanto de cada coisa tem de investimento. É um discricionário. A Bolsa é de 2 milhões em Bolsa. Merenda, 6 milhões e 270. Transportes colados. Transportes colados, 10 milhões porque é mais caro. Mais caro é laboratório de robótica.

Acabamos de descer, chegar em Goianésia, município que o Caetano estava falando de 70 mil habitantes. E agora é agenda com ele aqui, nós vamos acompanhar a agenda dele nesse quadro de 24 horas, para vocês verem como é que é a agenda. Domingão está vindo aqui, o pessoal estava esperando ele e a gente vai acompanhar isso. Corpo de Bombeiro, polícia, população daqui, são produtores e o colégio é para preparar os filhos, pelo que eu entendi, preparar os filhos para virarem produtores também. Eu e o Brunão aqui, só o time ficou em Goiânia.

E agora a gente vai ver isso aqui, ver de perto. Vamos lá, vamos lá, vamos ver de perto. Olha aqui, ó. Ela. Olha ela, Cris. Ela cabelude, cabelo preto. E vou atrás, ó, em Pirinópolis, tá vendo? Tá vendo? Nós tivemos uma caminhada aqui, acompanhando a dona Grazinha. Que maravilha. Que maravilha. Que maravilha.

É difícil de acompanhar, viu? Ele fica rodeado de gente. É difícil de acompanhar 24 horas do Caiado. Tá boa, velho? Olha que bacana. Tô na narração aqui, mas... Caiado chamou todas essas pessoas pelo nome. Chamou todas pelo nome ali. Fez questão. Estão registrando o momento. Vamos acompanhar nele.

Agrocolégio Estadual Maguito Vilela. Olha aí, você tá bom? Prazer em revê-lo. Eee, tamo lá!

É isso aqui, 365 dias por ano. É isso que eu te dou aqui. Tem um dia aqui, não. Mas é isso aí, todo dia. E aí, esse é meu vício, tá vendo? Eu tinha vício. Esse é o meu vício, vai ser até mais novo que o senhor. Não, eu tô com 29. Nossa! 29 anos. Eu tô trabalhando, hein? Trabalhando demais. Tem 42. Tá mais conservado que eu tenho. Não, pê, pê.

PHE N, aqui ó esse aqui, 1 milhão para o quarto, pode seguir aí. Bem no rumo. A gente pegou o nome do senhor que é Ronaldo e o da gracinha, Ronaldinho. Parabéns, tá vendo? A árvore já tem número. A trajetória no agrocolégio lá foi muito especial para mim, para ter essa oportunidade de ir.

Saí para estudar fora, porque lá para nós é uma oportunidade muito grande, porque é uma comunidade pequena. Aí eu gostei bastante do colégio. Eu fiquei muito grato de usar esse uniforme. Tenho orgulho até hoje, da cabeça foi lá na minha casa. Mostrei minhas abelhas, a horta nossa, que foi o negócio da Starlink, que nós ganhou.

Está link, é o mesmo? Está link. Para que eles pudessem, eu esqueci até de contar. Porque esses meninos vêm das comunidades mais distantes. E eles ficam aqui na escola e depois eles vão pôr em prática na casa deles. Mas não tem internet. Em todas as casas de quem está no agrocolégio, eu pus o antena está link.

Eu entrei pesado na educação. Ronaldo está fazendo o último discurso dele como governador do Goiás aqui, depois da entrega de uma obra. Segunda-feira ele entrega o governo para o Daniel, que é o vice, e a partir dali ele vai para a candidata à presidência. Gracinha acabou de discursar e o Ronaldo está ali, discursando agora. Que saio hoje, mas com a certeza absoluta.

o povo goiano, que no dia que eu entregasse o governo, eu poderia sair pela porta da frente do Palácio das Esmeraldas, continuar vivendo em Goiás e poder olhar no olho de cada goiano e dizer, eu devolvi Goiás aos goianos. Agora. Conta um pouquinho pra gente sobre o Ronaldo, atrás do governador, atrás do político.

sobre o casamento, sobre ele em casa, hoje no palácio. Como que é o Ronaldo na pessoa física? Será que dá pra te separar, né? A pessoa física da figura pública do Ronaldo. O Ronaldo é muito engraçado. Ele é uma pessoa muito dedicada a tudo que ele faz. Tudo.

Ele é uma pessoa, e é assim na família também, é uma pessoa super carinhosa, com os seus filhos, cheia de folga. Se você diz assim, o que é que ele quer fazer? Ficar em casa ou na fazenda, com a família, com os cachorros que ele ama.

de vez em quando eu tenho que brigar com ele, porque ele fica tendo comida pros cachorros na mesa. Aí eu reclamo, oh não, vai ficar tudo mal educado. Mas ele vai, vai, e enquanto chega alguma visita, aí ele fica pedindo desculpa, porque os cachorros não sabem se tem visita ou não. Aí vão correr pra cima dele pra que ele dê um pedaço de presunto, um pedaço de pão. É uma coisa pra fazer, viu? Até alguns vídeos.

Ele é aquele homem que ele acorda. Muitas meninas estão... A primeira coisa que ele faz é pular pra cama dele. Ele pode ficar... Cadê Ronaldo? Tá deitado lá com uma das duas. Porque é assim que ele é. Ele é com as meninas. Mas em casa, bota uma música, ele tira as meninas pra dançar. Fica ali dançando. Tem uma coisa. Ele é de volta de nosso tio na casa. Eu até brinco com ele, porque meu nome é Maria das Caras. Por isso que você casou comigo.

Mas ele quando tinha 8 anos, depois você pede que ele vai te contar essa história. Recebe febre e reumática. E tinha uma tia que era freira. E ali naquela época tinha que ficar de repouso. Muito tempo eu também tive. E aí ela foi e trouxe uma Nossa Senhora para trás. E tinha um ferrinho atrás, assim, pois, não criado o mundo dele. Dizia ele aqui, meu filho, para lhe proteger. Aí ele ficou bom.

Quando ele saiu, ele foi e tirou o ferrinho de trás da santinha e botou no bolso. Ele não sai sem isso, tem 18 anos de tempo. Legal. Ele é capaz de voltar em casa para buscar, deixar de viajar, mas ele não sai sem a Nossa Senhora dele. Toalha ou moirada na cama, pode ou não? Acontece ou não? Não, mas ele pega, ele ainda não aprendeu onde é o roupeiro de roupa suja.

Ele pega a roupa e joga no chão. Eu fico correndo de raiva. A toalha é assim. Eu digo, Ornaldo, põe em cima lá no lugar da toalha. Cada coisa é panda. Tudo tem seu lugar. Então, o Ornaldo é um destrador rico.

de solo e também com a riqueza de sob-solo muito grande, que ainda está por ser explorado aí. Tudo de matéria bruta. Isso aí depois é revertido na... Você vai direcionando para... Você não, Paulo, sou vice-governador, agora governador, vai direcionando para as outras áreas, educação, conta para isso. Então, Paulo, entender isso, você ganha... É um negócio, faz um negócio bem feito.

consegue aproveitar o econômico daquilo e direciona para outras áreas depois e ajuda a escola que está sendo feita ali. Quanto, desculpa, o salário de governador? Líquido. 20 mil e 262 reais. 20 mil. É o que eu quero dizer. Mas não é isso. O fruto deve ser joio. Tá, mas aí não tem gasto. Saúde não tem gasto. Quanto, nada.

para implantar saúde para meus filhos, para minha mulher, tem que pagar toda a minha vida. Então, eu, é o que eu estou dizendo, não viveria se vivesse salário do governador. Não se enriquece o salário do governador do Estado. Não adquire patrimônio do salário do Estado. É certo. Perfeito.

E o presidente ganha quanto? Ministro Maria do Estado, não. Salado Lula. É o tempo do STF. Mas tem os outros auxílios também? O Poder Executivo tem também ou não? Só o financiado. Você tem, é o financiado legislativo. É o palácio. A libertação é o transporte.

Ou não. É, tá. Fazendo dólar. Você não recebe o estado. Agora, é, lógico que eu tenho deslocamento com a minha chique. Eu tenho aeronave. É, como se diz, não gasta com quase nada. Não tem gasta. Nessa parte, aí não. Aí todos nós temos a esposa, temos os filhos. Claro. Não é verdade? Mais um adulto. Um adulto. Você vai num restaurante à noite, por exemplo.

Gasta com o seu cartão, não basta com o corporativo. Eu não tenho cartão. Mas agora, por exemplo, saiu lá tanto do governo Bolsonaro quanto do gasto de cartão de crédito. Isso aí é o quê? É gasto oficial. Não, mas tem no gasto.

Nem o cartão corporativo não? Nem, o governo federal tem que dar o cartão corporativo, que dá a estrutura de mais deslocamento. O hotel vai pagar a estadia do piloto, o carro do que seria o gasto, e é controlado pela casa militar do governo. Beleza. Mas aí então, quando sai alguém de gasto, o cartão do presidente, por exemplo, a gente está falando desse...

É, deveria ser, deve, desculpa, deve ser esses gastos que você tem com ações estruturas de... Logística, alimentação e auxiliar. Sim, igual a gente aqui, pro pessoal entender, igual a gente, nós temos pra gravar. No dia a dia, meu avô sujando, não falava. Se eu saio, aí é seu. É, por que você já deu a democracia?

Onde os faccionados... Não, essa região aqui é minha. É, área do Coman... Coman, área do PCC. São 62 facções no Brasil. Deveria ser a área do... Existe. Você começou a resolver os presídios. Presídios do Estado. Começa por ali. Onde o Supremo tinha dado um ATPF na Zona Livre, ali na Rocinha.

Pessoas que se localizou lá.

para que o governo federal, via Ministério da Justiça, fizesse o que deve ser feito em cada estado. Mas aí é contra o federal. É outro? É outro. Aí vai ser o contrário. Se eu chegar, o que eu vou fazer? Eu vou apoiar...

e mudar cada vez mais liberdade para eles poderem agir. Porque cada estado tem uma característica de crime. Tem sua peculiaridade, é claro. Entendeu? E o que aqui caiu patrocínio, caiu homicídio. Porque esses crimes... Mas você não tem medo, não? Você não tem medo? Ah, isso é mesmo uma pergunta. Então, a pessoa... Mas por que caráter os outros governadores também não entram de... Você tem família, ó.

Não, mas não é isso que eu tenho que dizer a tudo. É lógico que quando você é um governador de frente ao fim, o Estado também tem que garantir a você a segurança pública, como assim, poder dar segurança para 7,2 milhões de milhões de reais de militares.

Então agora vamos embora, né, Brunão? Valeu, gente. Obrigado, viu? Obrigado. Um abraço. Agora estamos indo para a segunda etapa do dia. Acho que vocês vão gostar do próximo programa. Vocês vão gostar da próxima coisa que nós vamos fazer na agenda. O governador já trocou de roupa. Agora dá para perceber para onde a gente vai. Dá para ter uma ideia. Uma ideia.

Governador, nós vamos para onde? Agora nós vamos no seguinte, aqui em Goiás, desde que eu entrei no governo, nós temos aqui o encontro...

Nacional dos Muladeiros. Significa aquelas pessoas que mantêm a tradição, das pessoas que vêm, que mantêm a história, que o Brasil foi desbravado no casco do burro, no lombo do burro. Então tem todas as comitivas que entraram por esse Brasil afora. Tá, vou falar.

Agora é a hora, pessoal, que nós vamos mostrar a surpresa que nós fizemos para o caiado. A gente usou a inteligência artificial para fazer uma música para o caiado. Então eu vou colocar aqui, vocês vão escutar em primeira mão, assim como ele vai escutar pela primeira vez. Nós fizemos ontem, ao vivo, meia-noite e 18, nós estávamos fazendo essa música aqui com o E.I.A. Nós fizemos com o E.I.A.

Pra mim já tem o nome que você tem que usar na campanha. Rapaz! Rapaz!

Segurança! Não, não, não, não, não, não...

Adorei rapaz, adorei, olha aí, tá vendo? E aí vai ter direito autoral? Não, não tem direito autoral, caiado é o xerife do Brasil É o xerife, tem que usar, caiado é o xerife do Brasil É o xerife, é o xerife do Brasil Tem que usar isso na campanha, caiado é o xerife do Brasil Vai virar hit, depois o Gustavo Lima grava ele

Desculpa o atraso. Tem o prestígio nacional. Olha aí, esse aqui é um criador antigo de Goiás. Esse é meu amigo também. Esse aqui é o maior fabricante de bota hoje no Brasil. Venha nó! Obrigada, governador, por fazer parte desse evento tão grandioso. Olha o detalhe.

Olha o colar dela Tudo com a gola de alpaca Aô rapaz Aí também você está montado para valer rapaz Olha aí

Muito bom! Hernani, mostra a bota aí! Aqui, olha! Olha a minha botina aqui! Jack Westerberg! O que é isso? Isso aqui é o Texas do Brasil! A farofinha passou? Olha esse arrozinho aqui! A minha, né? Joss, o que é isso? Você sabe que essa carne aqui não precisa de faca, né? É igual miolo de melancia!

É isso aí, pode valer muito, hein gente? Eu almoçando do lado, se o homem vira presidente, eu tô almoçando do lado do presidente, hein? Já pensou? Que que é isso? Se eu contar lá em casa, ninguém acredita. Pegando um arroz aqui. Vai lá filho, foi muito bom. Isso aí? Que que é isso? Isso aí tá vindo dos Estados Unidos de mula. Você andou, hein, caboclo? Deu andado. Ué, que que é isso? Vai dar umas 30 mil mula ali, assim, que é chegada desse.

É, tudo ferrado, amigamentando naquele asfalto. Taca, taca, taca, taca, taca. Vamos ver o que é bom, Pató. Você tomou quantas dessas na estrada aí? Umas dez? Não, agora não. Não, não. E aí, almoçamos. Almoçamos. E agora, qual que é o plano? Agora, no Stéphus do Palácio, que a gente vai ter uma conversa um pouco mais direta sobre o projeto de Brasil, do caiado. Então, vamos falar um pouco do governo do Estado, que a gente já falou.

pegar o gancho e como que ele vê projetando o que ele fez aqui pro Brasil. Bacana, pode mostrar? Pode. Melhor, na verdade, o senhor me mostrar aí o Churchill, a biografia dele. O que que nós temos aqui? Tem meu gabinete que eu... tem uns despachos ainda, depois eu vou sumir pra...

O que é o despacho para a turma indenicente? Os projetos que chegam, as alterações de solicitações também de secretários que eu tenho que fazer. Então aí eu tenho que deixar isso aqui pronto. As minhas ações que eu vou ter que finalizar.

Então são medidas que eu tenho que fazer na transição do governo. Porque as nações... É a leitura do dia? É, eu gosto de folhear. Eu gosto de engraçado. Eu gosto de... Eu não chego assim... Vou falar para você que eu...

Faço um livro só de uma vez, não. Eu gosto de ler. Eu gosto muito de Churchill. Então, de vez em quando eu vejo Churchill. Isso aqui é uma parte de compliance público. Aqui você tem esse livro também, que é sobre parte política.

Ali você tem outros também, política. Então eu, às vezes assim, meio tarde da noite eu tomei sem sono. Vem pra cá e vai ainda não. Aí eu fico aqui depois de despachar, às vezes eu leio algumas coisas, entendeu? Então aqui é porque eu às vezes gosto aqui.

Eu vivi em Brasília, né, como deputado e senador, e lá você fica dentro daquela cúpula, você não sabe se é dia, se é noite, nada. Então, aqui você vê o sol, você está aqui cantando os pássaros aqui e tal. E era lá em cima antes, né? Aqui é onde você tomou café comigo, é na parte de cima. Não, não, mas antes despachava lá em cima.

Antes eu despachava também lá no décimo andar, naquele prédio lá. Entendi. Aqui é o prédio que eu te mostrei. Mas aqui também, eu despacho aqui porque é mais assim, é mais... Agradável. Mais agradável, entendeu?

ao invés de você ficar só com a ventilação de ar-condicionado, você tem a janela aberta e tal. A vista dele aqui é pro Gabriel. Esse aqui é o meu cachorro. Esse cachorro morreu com 12 anos. Esse cachorro morreu no meu colo. Esse cachorro era o balu. Esse cachorro, uma parte do meu governo, ele passou comigo, grande parte. Ele não me largava pra nada.

Esse cachorro era interessante. Eu ia ter uma audiência, aí a pessoa entrava, aí eu estava aqui, ele ia ali, deitava, aí eu atendia, aí ele levantava, vinha aqui, botava a cabeça aqui na minha perna, como se ele falasse comigo. Falasse alguma coisa. Aí voltava. Esse cachorro tem uma coisa interessante. Esse cachorro tem uma história.

Eu estava na minha fazenda, uma fazenda que eu tenho a 400 e tantos quilômetros daqui de Goiânia. E aí, quando chegou assim no fim da tarde, eu saí com meus vaqueiros para dar uma volta no passo. E eu estava com as mulas que estavam sendo domadas.

E aí um vaqueiro, e eu estava na mula nova, judiando um pouco da mula e tal. Eu, rapaz, você não sabe mançar. Você está judiando da boca da mula e tal, desce aí para eu montar. E eu fui, montei, mas eu esqueci que eu estava com a mula mansa. Eu esqueci de tirar a espora. Aí a hora que eu subi nessa rola, meu amigo, que eu fui...

Esqueci, bateu o pé nela, essa mula me tirou de uma altura. Fiz uma contusão cerebral, tive que operar. Fraturou o ombro todo, meu esquerdo. Fraturou meu braço, fraturou quatro costelas. E eu não tinha como decolar de lá porque já era noite. Aí eu vi, numa dor terrível que não conseguia distalar de novo.

Esse cachorro, ele veio sentado no banco de trás aqui com a cabeça sem pesar no meu ombro. A hora que eu cheguei no hospital, aí eu fui entrar, fazer os exames, ninguém segurava ele. E aonde você? Corria para cá, para lá, chorava e queria entrar. Todo jeito, cá do meu lado e não me largava e chorava, latia.

Aí minha gracinha pegou ele e tal, tentou acalmá-lo. Aí eu fui para o centro cirúrgico, tudo e tal. Mas ele era apegado a mim, uma coisa impressionante. Era assim, 24 horas. Dormia assim na cabeceira da minha cama, assim, ó. Aqui do meu lado. O animal é muito bacana. Mas essa raça é uma roça que fala um pouco com você. É impressionante. Ele te entende, o dia que você está estressado, o dia que você não está.

Eu sou apaixonado. Aquele cachorro que você viu é da mesma raça dele, mas é mais novo, bem mais novo que aquele. Aquele que está aqui é o Piqui. Esse aqui, ele faleceu tem uns dois anos. Como é que era o nome dele? Esse aqui é Balú. Balú. Era o Balú, é.

Ele é tão querido que as pessoas me dão foto, está vendo a Laura? Com ele. Reproduzem ele lá, reproduzem ele lá, está vendo? Então eu tenho várias pessoas que me dão telas. Com ele. Reproduzindo ele. Que bacana.

Aí, minha mãe faleceu antes de eu ser candidato. Ela mesma gostava muito de... Ela mesma me pedia muito, não, meu filho, continua mais na sua medicina, você tem uma formação tão boa, não tem necessidade para isso. Isso aqui são telas de...

artistas goianos. Aqui é o poteiro, que ele descreve muito os cenários das cavalhadas de Goiás, são as festas de Goiás. Ali é o Ciron Franco.

Aquela tela é uma tela interessante. Ali também é o poteiro. Ali é representando a procuração do fogaréu. Uma procuração muito... Aqui na Semana Santa você tem a procuração do fogaréu, que é algo...

nacional, o Brasil inteiro vem assistindo a cidade de Goiás. E isso aqui é algo interessante. Isso aqui é um artista goiana chamada Goiandira do Couto que ela criou alunos e que ela foi ensinando alunos. Isso aqui, se você prestar atenção, isso é de areia. A Serra Dourada em Goiás.

Tem areia dessas tonalidades, aqui não tem tinta. Ah, tá. Entendeu? Então, aqui ele está reproduzindo o quê? A Cruz do Anhanguera, na cidade de Goiás, aqui é uma cena da cidade de Goiás. É uma... Aqui, a Cruz do Anhanguera, que foi o primeiro a abrir essa região no estado, ele chegou aqui.

para fazer a parte de mineração de ouro. O nome de Anhanguera é um nome que deram a ele como indígena, que é ele para poder intimidar os índios, ele botou álcool no prato, como se fosse água do rio. E jogava. Não, ele botou fogo na água.

A Anguera é o homem que bota fogo na água. E aí os índios ficaram intimidados. E ele ameaçou de botar fogo no Rio Vermelho. Aqui é a ponte do Rio Vermelho, aqui é a casa de Cora Coralina, que é a maior poetisa da história de Goiás. Aqui é a igreja do Rosário.

Essa aqui é uma parte da cidade de Goiás, que é a antiga capital do estado, que é de 1727. E aqui tem uma edição também do... Quando eu criei a UDR, veja... A força da UDR. A força da UDR. Cabelo preto, 1900 e...

1986. Aí, ó. 1986. Veja. 1986. E os gadinhos? E os gadinhos? Quando eu comecei o meu movimento ruralista. Ronaldo Caiado, líder da União Democrática Ruralista. Como fazendeiros enfrentam a reforma agrária do governo. Começou assim. Começou em decorrência do movimento de invasão de terra. É. Mas foi o que te despertou o interesse da política.

Foi quando eu, pode-se dizer que sim, foi o momento em que eu atuei fortemente como líder classista. Eu entrei como líder do setor rural. Médio. Mas escolher o setor. E aí, terminada a Constituição.

Em 88, eu fui candidato a presidente em 89, contra o gosto do meu pai. Meu pai me criticou duramente. É, mas foi para a presidência direto. Primeiro para a presidência. Já entrou grande. Comecei já. Começou. Mas foi estratégia ou tinha? Foi estratégia, ou houve a presidência que eu fico conhecido?

Eu sempre gostei de debater. Porque foi a primeira depois da Constituição. Foi a primeira depois do período. Todo mundo tinha chance. Depois do regime militar foi a primeira eleição. Foram 22 candidatos, nós éramos 22 candidatos.

Ah, 22? Então está explicado o que foi. Em 1989, nós tivemos oito, nós tivemos 22 candidatos. Eram os maiores debates que o Brasil já assistiu naquela época. Quem era? Na Band, para você ter uma ideia, era Lula, Collor, Mário Covas.

Maluf, Brizola, Eduardo Freire, Afife... Enéas não? Não, Enéas foi na outra. Afife, Ulisse Guimarães, Aureliano Chaves...

Era muita gente. Muita gente. E Collor ganhou. Aí o Collor ganhou. O Collor não ia aos debates no primeiro turno, não foi nenhum debate. E esse ano como é que você vê debate? Qual é a matemática das eleições?

Eu vejo que provavelmente o pessoal do Lula não vai querer deixá-lo ir aos debates no primeiro turno. Mas eu acredito que ele vai ficar de tal maneira apertado que ele vai ter que ir ao debate. Entendeu? Então até lá a população não vai ter como...

ter uma noção de candidato. Só vai ter uma capacidade de analisar o candidato na hora que esse candidato for para uma discussão de conteúdo. Pensando em debate, hoje você... Aí que eu acho que o ponto alto dessa eleição é o debate. Fora o debate, você não tem como avaliar. Caiado, e agora? A gente passou o dia aí, acho que uma pergunta que eu...

Gostaria de fazer é por que agora? Vi aqui Goiás, vi aqui o trabalho como um todo. Por que agora? Por que presidência? O porquê disso é diante daquilo que eu acredito que governar um país não é um momento de improvisação na sua vida. Você tem que ter toda uma formação.

Tem uma história interessante. Dizem que o Collor, já naqueles momentos terríveis da vida dele, ele está na reta final. Ele foi ao encontro do Jânio Quadros e disse, presidente,

Qual o conselho que o senhor me dá diante dessa situação? Ele falou, meu filho, eu não tenho nada mais a lhe acrescentar. Você cometeu um erro mortal na sua vida. Eu disse, mas qual foi, presidente? O senhor foi candidato e eleito muito jovem.

Aí o Collor disse, mas na mesma idade que o senhor. Ele disse, pois viu, veja o que aconteceu. Então, o desastre que aconteceu está aí. Está certo? Então, a resposta dele foi, veja o que aconteceu. Nem eu, nem você conseguimos governar o Brasil não tendo preparo.

Emocional, de conhecimento, de política, nesses anos todos. Então, não adianta você querer ser eleito, sendo que você não tem também uma capacidade de saber como agir, como suportar as dificuldades, como superar as dificuldades, como você resolver os problemas. Então, isso é muito importante na sua vida.

Não é na improvisação. Eu, por exemplo, buscando aqui, quando eu entro num campo cirúrgico que eu entrava, eu acho que eu tinha muito mais experiência, depois de 10, 15, 20 anos, ali operando. Do que na minha primeira cirurgia. A política guarda esse mesmo paralelismo. Você não tem como, tá certo, achar que você vai chegar.

sendo que você não tem todos os degraus percorridos, e você vai dar conta de entender e de resolver. Por exemplo, quantas pessoas conhecem o Brasil? Eu conheço mais de 2.500 municípios no país.

Eu conheço todo o território brasileiro, todos os estados, e estados com muitas características regionais. Então, eu tenho noção dos Brasis que nós temos hoje. Tem experiência parlamentar, tem experiência no executivo, tem a melhor avaliação como governador. Então, eu estou um homem suficientemente maduro.

para poder chegar, saber sentar aquela cadeira e resolver os problemas que a sociedade já não acredita, mas tem solução. Então você não tem que dizer que você vai resolver, você tem que resolver e ir mostrando. Igual cheguei em Goiás. Ah, não tem solução para o crime, não tem solução para o problema de morar nas fazendas, não tem solução hoje para a gente combater a droga. Ah, meus meninos estão ficando nisso. Tudo bem.

Não adianta você querer falar nada. A pessoa, quando ela acorda, ela viu. Aí ela fala, não, espera aí. Aí ele passa a acreditar no seu governo. Ele passa a lhe dar crédito às ações sucessivas que você faz. E aí o povo vai te ajudando a governar. Tanto é que o governo sem ter uma greve. Oito anos, sete anos. Sete anos, três meses, não tem uma greve.

Por quê? Porque se não tem caixa doida, não tem bandaleira, não tem negociata, chama, qual o problema? Vem cá, vamos sentar, vamos ver o que é que tem aqui. Para que você vai fazer greve por aqui? Como? Então, as coisas precisam ser levadas nesse nível de resolver. Não é queda de braço.

Não é você ficar discutindo esse assunto do 8 de janeiro. Esse assunto do 8 de janeiro, ele é usado dos dois lados. O que é um fomento deste mesmo fato com interpretações distintas. Então fica isso apenas como sendo a discussão. Você não chega para um repórter hoje para discutir educação.

Nem vai discutir terras raras, nem inteligência artificial. Ele vai discutir o 8 de janeiro. É o tema. Então o Brasil tem três anos e três meses discutindo o 8 de janeiro. Não fez nada, só discutindo o 8 de janeiro. Então, o que eu disse? Quando eu chegar, meu primeiro ato vai ser eu vou anistiar todos. Acabou.

Acabou a conversa. Todo mundo agora para frente. Saibam que agora para frente, eu no governo, ninguém vai entrar em Brasília, ninguém vai quebrar um prédio, ninguém vai invadir um prédio, ninguém vai sequestrar novo cangado, ninguém vai sequestrar pessoas. Ninguém vai.

querer amanhã achar que pode se transformar a esplanada dos ministérios ali num campo de destruição, de ameaça, de balderna, está certo? Aqui não existe, isso não existe. Um governante que é governante, está certo? É o que eu falo, me dê, eu não quero oito dias, igual o Lula já estava na presidência, me dê um minuto depois que eu tiver assinado o cargo de presidente da República, se alguém entra na esplanada dos ministérios para quebrar. Não entra.

Eu resolvo aquilo em um minuto. Entendeu? Então, o que se tem que ter é esse nível de capacidade de governabilidade. Você pacificou o Brasil, vamos agora trabalhar. Agora vamos botar meta para chegar lá. E qual é o principal problema do Brasil na sua visão? Em primeiro lugar, você tem que fazer reaglutinar ou recompor o território brasileiro.

Você não pode mais deixar o Brasil com dois estados constituídos. O Estado Democrático de Direito, eleito pelo povo, e o Estado Crime. O Brasil hoje, ele convive com dois estados.

em que as regiões mais ricas, às vezes, estão com maior ocupação do estado do crime do que o estado de direito. Então, você tem que ocupar o território brasileiro. Então, você tem que ter um combate frontal ao crime organizado.

Aí eu imediatamente encaminharia também o projeto de lei com urgência urgentíssima para caracterizar faccionado como sendo terrorista, para que tivesse um tratamento totalmente diferenciado.

em relação às penas e também ao cumprimento de pena. Está certo? Bom, expandiria rapidamente uma série de construções que são em bloco, são rápidas hoje e são pré-moldados com um cimento que é forjado de uma maneira diferente e que dá uma resistência ímpar para essas penitenciárias modernas, que eu já construí várias aqui em Goiás.

Então, expandiria rapidamente a construção de penitenciárias aqui no Estado, redistribuía todos esses presos no Brasil com um sistema realmente de segurança pública total, ao mesmo tempo promovia cortes no Estado, que aí você vai para o equilíbrio fiscal, isso tudo trabalhando de forma paralela.

para que você vá avançando em todas as áreas, daria um outro norte para a educação, avançaria enormemente na ciência e tecnologia e na inteligência artificial, chamaria todos os 27 governadores e dividiria o poder com todos eles, com todos os 27 governadores, dividiria o poder com todos eles, complementaria as ações deles com ações de Estado.

para ele poder ter capacidade de avançar naquilo que ele dá conta e que melhor avança. Porque a dificuldade de um não é a dificuldade do outro. Cada um tem a sua peculiaridade, cada um tem a sua prioridade. Então, avançaria é no SUS.

resgataria a condição das pessoas voltarem a acreditar em vacina, que hoje nós estamos tendo uma dificuldade muito grande, por uma campanha feita de forma errada e que trouxe um prejuízo enorme para nós no Brasil, onde as pessoas precisam voltar a acreditar na ciência, não no charlatanismo, a acreditar na pesquisa.

acreditar que se protege a vida e depois nós recuperaremos o resto, assim que se deve governar. Então você tem que ir dando norte em cada uma das regiões, em cada uma das áreas. Isso você faz o quê? Você libera o empresariado para acreditar no Brasil. Ah, o governo realmente cortou o gasto. Vai baixar a taxa de juros. Eu vou pagar menos juros.

Então, eu vou poder, em contrapartida, dar mais atenção para o meu povo em saúde, educação, segurança e infraestrutura. Certo? Vou chamar o Congresso e dizer, olha, não dá para ser como vocês acham que está sendo. Certo? Não se governa desse jeito. Se governa em parceria, mas não com ação direta que não faz parte do seu programa de governo como deputado.

ter plano de governo. Você tem plano de leis que você vai aprovar e de orçamento que você vai aprovar. Agora, a aplicação da verba é no plano que o presidente foi eleito ou que o governador foi eleito.

Então, chamar o Supremo e dizer, olha, as coisas agora têm que ter um regramento, até porque vocês são guardiões da Constituição. Então, não dá para vocês conviverem e continuarem com esse nível de comportamento que cada vez mais desacredita a última instância de recurso da população.

Então, são ações que você toma, mas para isso você precisa ter autoridade moral para poder assumir essa posição, ter exemplo de vida. Então, você me pergunta, olha, governador, é o momento? Eu me sinto credenciado dentro das exigências para chegar a colocar o nome para presidente da República? Sim, agora. Entende? Agora. Outros também vão colocar.

E aquele que tiver melhor capacidade vai ser o eleito. E eu me curvo a decisão da maioria, nunca contestei. Eu luto muito, seja no painel do Congresso, baixava o painel, a votação era aquela.

comemorava com a vitória e também respeitava a derrota, porque esse é o jogo democrático. Então, assim eu serei. Agora, assumindo o poder, aí eu vou exercer a presidência na interesa da presidência. Aí não tem negócio, não. Eu não sou meio presidente, eu não sou meio governador. Eu não sou meio cargo que eu... Ou eu sou ele na interesa dele, ou eu não sou.

Esse negócio de mais ou menos, presidente híbrido, é o que eu falo, hibridismo dá certo na agricultura. Milho híbrido dá mais e tal. Agora, na política não. Na política, milho híbrido só dá... Político híbrido só dá desastre, porque não resolve, não tem coragem de resolver e a população só perde com incapacidade. Entendeu? Agora nós vamos fazer um momento aqui que é o seguinte. A gente...

mandou para a nossa audiência que a gente entrevistaria e passaria um dia com o Caiado. A gente pediu as pessoas para mandarem comentários para o Caiado. Eu não li ainda, a produção me mandou, eu vou ler e ele vai reagir ao vivo. Então são dois comentários. Um que o time preparou é positivo.

E um é negativo, pode vir o que vier. Sem dúvida. Então o time preparou isso e eu vou ler aqui esses dois pontos. Quer o elogio ou a crítica primeiro, Caiado? Não, primeiro começa pelas críticas. Vamos lá. Vamos experimentar logo. Tá, abre. Primeiro o mais ácido, depois o mais adocicado. Então abre aspas aí.

Caiado é de família rica, nunca precisou de nada. Se realmente quisesse que o Brasil vencesse, seria vice do Flávio e aí sim teria mais chance de tirar o problema do Brasil. A pessoa escreveu mais chance, mas é mais chance de tirar o problema do Brasil.

Bom, isso aí é uma visão que eu respeito. Agora, o que eu quero responder a essa pessoa é no sentido de dizer que, modéstia à parte, eu tenho muito mais experiência para enfrentar os problemas do Brasil do que o Flávio.

Essa é uma realidade. Eu respeito a trajetória do pai dele, respeito o percentual dele na campanha, mas ele é um jovem, com todo respeito à juventude, mas ainda com pouca experiência de gestão. E o Brasil vive um momento desafiador. É um momento que não é apenas ocupar o mandato de presidente.

E tem que assumir posições que são posições delicadas e que precisam de ser tomadas por alguém que tenha essa musculatura política e essa credibilidade política para que as mudanças sejam feitas. Todo respeito ao Flávio, convive maravilhosamente bem com ele. Só que nós temos degraus na vida e a gente tem que caminhar um pouco para ocupar um cargo da presidência.

Agora a parte mais fácil, elogio, abre aspas novamente. É o único político que impõe respeito e bate de frente com o atual presidente. Aliás, é o único que o Lula e o PT possuem receio. Caiada imponente, forte, tem vigor e postura. Seja pela experiência, pela lisura em 30 anos de política, só ele faria o Lula tremer em um debate.

Bolsonaro admira mais ele que o próprio filho. Fecha aspas. Essa parece que foi. Mas olha, na verdade, eu sou o mais longevo adversário do Lula na história política do Brasil. Porque eu sou o único político. No exercício da política.

que enfrenta o Lula desde 1986. O Lula criou o MST, eu criei o DR. O Lula foi com o PT, eu fui candidato contra. E veja bem, durante esse período todo, o PT e o Lula ganharam cinco mandatos. Olha o que eles fizeram com o Brasil. Apenas com dois mandatos? Olha o que eu fiz com o Goiás.

Então, esse é que é o ponto importante, é ganhar as eleições, transformar o Brasil para que o PT não seja mais opção política do país. É isso que nós temos que fazer. Não seja mais. Tamanha transformação que nós entregaremos um Brasil no final do mandato, que as pessoas não vão mais discutir PT.

O PT vai entrar pelas páginas obscuras da política nacional. Então dizer que, modéstia a par, eu tenho essa coerência. E o que eu defendi e o Lula combateu foi a água pecuária. Foi a que mais deu certo, é a maior referência hoje em termos de competitividade internacional. E o Lula não tem nada a mostrar de positivo.

O que o Caiado quer ganhar além da faixa de presidente?

Eu quero ganhar a mesma condição que eu estou ganhando hoje como governador do Estado. Entregando o cargo com aprovação de 88% da população do meu Estado. Entregando o cargo ao meu vice-governador. Saindo com minha família pela porta da frente do Palácio. É exatamente isso que eu quero na minha vida e que eu almejo na minha vida. A vitória, um começo de mandato.

tem toda aquela euforia, tem toda aquela áurea de poder. Está certo? Agora, a entrega, o final do mandato é que exige você.

que tenha realmente um trabalho, que tenha o reconhecimento da população. Ele não vai à praça pública se o governante não tem credibilidade moral para despedir dele. Pelo contrário, ele vai querer vê-lo pelas costas. Eu não, o que eu quero é no final do meu mandato sair da mesma maneira que eu estou saindo do governo de Goiás. Maravilha. E para fechar, nossa última pergunta. O que você diria para alguém que ainda não se decidiu?

Eu diria que, por favor, assista os debates. Não vote apenas no número ou não vote apenas em achar que a posição já está definida desde hoje. São seis meses ainda. Mas eu diria a você uma coisa a mais.

Então, o que eu devo fazer? Eu vou lhe sugerir. Quando você se depara com seu filho doente, você vai levar para um pediatra que é o seu vizinho, que é o seu amigo, que é seu parente ou que é o mais competente para salvar seu filho.

Eu estou fazendo com dados concretos. Vem aqui e veja. Você pode aí concluir e decidir se eu voto. Mas não porque alguém disse que alguém vai ganhar ou que alguém vai perder. Porque às vezes é simpático votar no número, às vezes é simpático votar em alguém que tanto mentiu para o povo brasileiro. Eu acho que é isso, gente. Eu acho que você escolher um presidente é tão responsável quanto você escolheu um médico que vai operar seu filho. É isso aí.

Por hoje é só, fechado. Fechado. Temos todas aqui. Eu vou tomar um banho então. E eu vou, depois eu vou para a minha missa. Eu sou católico praticante, viu? Obrigado para você. E sou aqui daqueles que...

Acredito, tem fé. Nós vamos estar juntos nessa maratona toda de Brasil. Vamos estar acompanhando, noticiando e levando informação para a turma. Muito obrigado. Obrigado por ter aberto as portas do Palácio. Tanta boa vontade, gracinha também. Audiência, obrigado. Vocês apoiaram isso, interagiram.

E agora curta, comenta o canal aí, compartilha isso para mais pessoas conhecerem o caiado por trás do candidato, que é o mais importante, é o que a gente quer fazer nessa série. E levando informação para vocês com o DNews. Muito obrigado. E é importante seja dito, hein?

A minha pauta foi no domingo. É, não. É, foi domingo. Ele me botou no domingo. Eu queria que ele me pegasse na segunda, terça, quarta, quinta. Porque domingo o interior ainda diminui o ritmo, né? Foi movimentado. Eu queria que fosse uma segunda-feira, assim, eu pegar com simplicidades pela proa, na verdade, ainda chegar aqui, ainda despachar, ainda atender ainda as lideranças políticas do Estado e também os outros setores. Mas, no mais, olha, foi a data que...

coincidiu pra nós dois. Então, meu, muito obrigado. Aí agradeço a equipe toda sua também que está aqui presente. O cara que inventou o cabelinho pra trás. Vocês ficam falando cabelinho de money. Deixa eu contar, deixa eu contar. É o cabelinho pra trás, né? O cabelinho pra trás, né, ministro? Olha aí, o cabelinho pra trás. Tem que respeitar, em 1986, ele já tinha o cabelinho pra trás. É isso aí, desde 86, hein?

Essa música é pra você. É, rapaz, você não abre esse áudio, cara. Ah, eu tô com um conterrâneo seu aqui, ó. Das Minas Gerais, ó. Eu nunca achei que isso fosse acontecer. Eu sou seu fã, mas assim, de longa data. Desde antes de tchê-tchê-tchê-tchê-tchê. É o inventor dos amores.

Bebê, seu cara Seu cara, tamo junto Esse cara aqui Comigo hoje, caminhando Um pouco comigo, depois eu fui em Guarinesa Depois eu fui despedir lá dos muladeiros Você acabou não aparecendo lá O povo tava morrendo, desmontado Você é problema demais na vida Ó meu irmãozão Eu tô indo pra Eu tô indo pra São Paulo amanhã E aí

provavelmente eu já... Vamos ver se Deus vai me dar essa sorte aí de poder sair pelo Brasil todo, meu irmãozão. Tá bom? Obrigadão!

Grande dia. Grande dia. Bom, rotina cansativa. Domingão. Haja energia, viu? Haja energia. Haja energia. Nós estamos novos. O cara tem 75. A gente conseguiu realizar o que a gente esperava. A gente estava com um certo anseio de como seria. Foi a primeira vez que a gente estava conversando com um político, querendo ou não, governador de um estado do país.

candidato agora presidente, então primeira vez a gente lidando e não só entrevistando, mas passando um dia, passando um dia e a nossa intenção era essa, de mostrar por trás do candidato, por trás do político, mostrar a pessoa, falar de família, falar de bastidores, de quem ele é como Ronaldo e não só como Caiado.

Bom, acho que a ideia da série é a gente fazer isso para todos. Entrevista vai ter de monte. É só jogar aí no YouTube, você pode mudar a aba agora e você vai achar um monte de entrevista. Agora, a pessoa por trás, o ser humano, as intenções.

que nós todos temos, cada um as suas, individuais, a gente quer tentar resgatar isso e trazer um pouquinho e explorar isso em cada candidato. Começamos com o Caiado e agora estamos esperando o retorno dos outros. Essa é a nossa intenção. E a gente tentou ser o mais, para quem estiver aí pensando que a gente é isso, a gente é aquilo, a gente foi isso, a gente foi aquilo durante o vídeo.

A gente tinha um combinado quando a gente começou esse vídeo. Independente de quem seja, quando a gente começou a série, independente de quem seja que a gente estiver entrevistando, a gente vai tentar extrair o melhor da pessoa. Pensando em você. Porque você está aí, você não vai decidir baseado em um único vídeo.

Mas talvez isso aqui te ajude a tirar alguma dúvida, te ajude a pensar um pouco melhor, a gerar uma identificação que às vezes você não tem pelas redes sociais. Mas sem querer influenciar um lado ou outro. Nós vamos ser assim com todos os candidatos. Do jeito que vocês me viram aí, que vocês viram o Bruno, nós vamos ser assim com todos, na medida do que eles também forem permitindo. Porque eu acho que é sempre uma troca.

Mas a gente tentou ser o mais natural no sentido de deixar a pessoa à vontade para extrair o melhor. A conclusão é sempre sua e o que a gente veio fazer aqui, acho que cumprimos, cumprimos bem, encerramos. E vamos nessa. Obrigado pela audiência, deixa o like no canal, curte, compartilha, comenta, isso é muito importante para a gente.

e em breve outros candidatos aí para vocês. E a gente está ansioso para poder fazer isso. Vamos nessa. Tem teaser já, produção? Já tem teaser do próximo, produção? Faça aí. Tem teaser. Valeu, valeu. Valeu.