Episódios de De 0 a 100 na Aquicultura

Live #72 Com Augusto Fonsêca e Claudio Tuamm

15 de agosto de 20263h39min
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Essa foi a nossa septuagésima segunda Live do nosso podcast De 0 a 100 na Aquicultura, onde o nosso apresentador conversou com o Químico Industrial Augusto Fonsêca, Sócio-Proprietário do Grupo Tratáguas e o Técnico em Aquicultura Claudio Tuamm, Especialista em Manejo Biológico da Biofuturas, na qual batemos um papo sobre o tema "Carcinicultura de Alta Performance: Qualidade da Água, Perfil Iônico e Manejo Biológico".

Participantes neste episódio3
H

Heraldo Neto

HostApresentador
A

Augusto Fonsêca

ConvidadoQuímico Industrial
C

Claudio Tuamm

ConvidadoTécnico em Aquicultura
Assuntos13
  • Rejeitos de Dessalinizadores e Salinas· Meio AmbienteUsina Dessalinizadora de Fortaleza·Macro e Microelementos·Água Doce·Economia de Custos
  • Carcinicultura de Alta Performance· NegociosQualidade da Água·Perfil Iônico·Manejo Biológico
  • Manejo de Água em Aquicultura· Meio AmbienteAutomação·Sensores de Íons Seletivos·Inteligência Artificial·Biorremediador em Bloco (HiperBlock)
  • Manejo Biológico da Água· Meio AmbienteBiorremediadores·Probióticos·Curva de Crescimento Microbiológico·Estabilidade Físico-Química
  • Deficiências Minerais em Águas Subterrâneas· CienciaMagnésio·Potássio·Litologia do Solo
  • Perfil Iônico Ideal· CienciaHabitat Natural da Espécie·Oceano Pacífico·Trocas Iônicas·Alcalinidade
  • Biorremediadores vs. Probióticos· SaudeDiferenciação por Rótulo·Concentração de Cepas·MAPA vs. IBAMA·Consumo de Oxigênio e Alcalinidade
  • Integração de Manejos na Aquicultura· Meio AmbienteManejo Físico-Químico·Manejo Biológico·Eficiência Produtiva·Sustentabilidade·Rentabilidade
  • Ação de Probióticos na Qualidade da Água· Meio AmbienteSaúde Animal·Equilíbrio Microbiológico·Competição com Patógenos·Trato Intestinal
  • Biossufactante em Água de Cultivo· CienciaRedução da Tensão Superficial·Melhora na Oxigenação·Solubilização de Matéria Orgânica·Disponibilização de Micronutrientes
  • Reutilização de Água em Aquicultura· Meio AmbienteTratamento Químico·Zeólita·Peróxido de Hidrogênio·Proibição de Descarte
  • Produção de Camarão no Interior da Bahia· EconomiaCampinas·Barreiras·Cansanção·Camarão Vannamei·Camarão Rosenberg
  • Ciclagem de Agua em Cultivo· Meio AmbienteProcesso de Decantação·Redução de pH para Eliminar Patógenos·Aeração·Tratamento Biológico
Transcrição182 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Boa noite, turma! Sejam bem-vindos a mais uma live do nosso podcast. Hoje temos dois convidados de peso, nossa live 72, 72, hein? Live será com química industrial Augusto Fonseca e o técnico de cultura Cláudio Tuan. Sobre o tema carcinicultura de alta performance, qualidade da água, perfil iônico e manejo biológico. Os dois feras! Para vocês terem ideia, a live dessas duas pessoas, quando eles fizeram live com a gente, teve uma visualização lá em cima, audiência lá em cima.

Até hoje, o professor Augusto manda a live dele para turma aí. E eu disse, ele, rapaz, a gente tem que fazer uma live nova para só atualizar as informações para turma que tá assistindo a gente. Né, quero aqui agradecer, agradecer. Ó, quem apareceu aqui, ó, Márcia Rosato. Boa noite, imperdível, dupla de grande autoridade, realmente. Meu parceiro Luiz Henrique Lins, opa, boa noite. Rogério batendo o ponto dele aqui mais uma vez semana, muito obrigado, Rogério, tá aqui.

Deixa eu ver, Antônio. Minoro Tachibana de Curitiba, hein? Tá fazendo frio aí, Antônio Minoro? Porque por aqui em Valença deu uma esfriada boa de ontem para hoje. A ventania chegou daquele jeito. E claro, claro, né, não podíamos deixar de falar, né, da preciosidade de estar aqui com essa dupla. Mas, mas, mas, mas, antes de chamar essa dupla aqui Eu vou falar de quem? Falar dos nossos patrocinadores enquanto a turma chega aí. Eu acho que a turma perdeu o horário, a nossa audiência ainda tá chegando.

Então dá uma boa noite também para turma do Instagram, né? Estamos já com 10 pessoas no Instagram, né? E boa noite, agradecer a audiência lá, que muita gente, você sabe que Instagram a dinâmica é outro, pessoal entra e sai, entra e sai, entra e sai. Então fica oscilando muito, diferente de estar aqui. É agradecer a turma que tá lá, que tá assistindo a gente. E fiquem que temos novidades, hein? Eu soube aqui neste instante no bastidor que os meninos estão trazendo uma coisa muito, muito interessante, uma surpresa para vocês, viu?

Quem assistir a live toda, no finalzinho vai ter um negócio bom para vocês. Mas eu vou deixar para eles anunciarem. Antes disso, vou falar de quem, de quem, de quem? Minoro, tá, tá aí, tá. Se a gente tá aqui, deu uma esfriada, imagina como é que tá Curitiba, hein? Cláudio, Cláudio, que é lá de São Paulo, e Professor Augusto da Paraíba, são duas vertentes totalmente diferentes. Mas Professor Augusto me disse que lá já deu uma esfriada.

Em feira também provavelmente já deu uma esfriada na boca. Que feira agora deu uma esfriada? Lá no canal, Miguel, ó, me dando prestígio, hein, Miguel? Miguel, que é daqui de Valença, tem uma larvicultura lá na região próximo Aracaju. Larva do canal, precisou de larva, fale com Miguel, tá certo? Mas deixa eu chamar nossos patrocinadores aqui. Essas conversas minhas, quando começa— e meu parceiro Rafa, cadê ele? Meu parceiro hoje vai me dar zero, será?

É massa, só acho que sabe por que você chega, vem hoje, mas ele não apareceu, viu? Deixa eu— vamos lá, nossos patrocinadores. ABCC, Associação Brasileira de Criadores de Camarão, ficou interessado. Você que é produtor, se associar à ABCC, só é falar com as meninas lá, 849-9612-7575. ITEP, mais novo patrocinador do podcast, o Instituto de Tecnologia de Pernambuco. Quer fazer sua análise de água, suas análises sanitárias, tudo que você pensar, a ITEP vai conseguir fazer para você.

Fora outras coisas que não é do ramo da agricultura e pesca. Fale pelo número 81 99857-0921. Daqui a pouco mostrar aqui o folhetim para vocês escanearem, para ver o portfólio de serviço para pesca e agricultura. E Panorama da Agricultura, há mais de 20 anos no mercado, essa revista que é referência nacional e internacional para os produtores, técnicos e entusiastas da área. Ficou interessado? Fale com a Dani pelo telefone aqui, 21 97252-5595.

Diz lá, tanto para ABCC quanto para ITEP como a Panorama, fala que vocês viram a propaganda aqui no podcast durante a live, que vai ter aquele descontinho lá para vocês, tá certo? E nossos parceiros, a Epi Bahia. Ficou interessado você que é engenheiro de pesca, tá atuando aqui na Bahia, fale pelo Instagram deles, aep.bahia, né? E fale com a Raíssa ou com quem esteja lá para você se associar. A EP Pernambuco, né? A Raíssa representa a EP Bahia e a EP Pernambuco, Maria Efigênia, minha parceira que sempre tá me indicando ótimas pessoas para estar aqui trazendo para ser convidado.

E ficou também interessado se associar, aep.br. E hoje, claro, hoje eu tô aqui com o nosso parceiro patrocinador, Cláudio Cláudio Tuan da Bio Futuras. Pensou em soluções, pensou na Bio Futuras, soluções biotecnológicas para o seu cultivo. Água boa não é sorte, é manejo. Fale pelo 759-9242-7575. Comunidade Aqua, um grupo no WhatsApp coordenado pela minha parceira Daiana. E aí, ficou interessado em entrar no grupo? Fale com ela aqui no 11 9352-8701 e entre para o grupo da comunidade de água, que tem mais de 500 pessoas lá no grupo.

FAEP, Federação das Associações de Engenheiros de Pesca do Brasil. Você que quer fazer aquela solicitação à FAEP, faça pelo Instagram FAEP PR Oficial, fale com Marcos Bravo. E o grupo de pesquisa e inovação tecnológica, professor Mateus, teve aqui com a gente recentemente, ficou interessado em ver as pesquisas que o professor Mateus faz e desenvolve lá, producao_animal_br, só falar com ele. E o laboratório de carcinicultura da UFRPE, coordenado pelo professor Luiz Otávio, fale pelo Instagram, @lacaufrpe.

E também acompanhe, né, siga nossos parceiros e patrocinadores. E o outro nosso patrocinador e parceiro, Tratágua, do professor Augusto, que tá aqui. Pensou em análise de água, pensou Tratáguas, fale pro professor Augusto que ele vai ter aquele descontinho para quem assiste nossa live pelo Zap 83 99972-0369, tá certo? E os realizadores Cultiva e Plante né? Pensou em sua necessidade para criar peixe, camarão, consultoria, seja o que for aqui com a Cultiva e Plante, fale pelo 759-8148-8697.

Pensou em marketing para o seu aquanegócio? Fale com a Aqualab através do 759-9122-7988. E não deixe de seguir as redes, né? Eu tenho feito aí uns materiais muito interessantes para quem quer assistir Toda semana tô postando. Ontem mesmo postei sobre o primeiro episódio da questão do marketing para com o negócio e a cultiva e plante. Amanhã tá saindo outra postagem para vocês aí, tá certo? Vai lá nas redes, vocês vão estar acompanhando.

E Aqualins, do meu parceiro Luizinho, que tá aí, fale com ele. Pessoa de consultoria para aquicultura, 819-8284-3333. E Crono Aquas, do meu parceiro Rafa, que me deixou na mão hoje. Se ele não aparecer, vou crucificar ele hoje, hein? Fale com ele pela consultoria também na parte de piscicultura. O cara aí é fera também. Então fale com o Zap 17981681876. E todos esses nossos patrocinadores e parceiros e realizadores estão, pessoal, estão onde?

Marcado em nossas postagens. Então só você ir lá em nossas postagens e vai achar fácil, fácil as redes sociais dele. E inclusive essa semana deu uma melhorada na divulgação dos nossos parceiros patrocinadores. Eita, hoje tem bolão, hoje tem bolão demais! Nossos patrocinadores e parceiros estão lá nos destaques, lá na parte bem em cima das postagens. Você vai ver, entra lá em qualquer um, você vai ver o que eles têm feito, que eu puxei um bocado de coisa, pelo menos início do ano para cá, para eles tá ali divulgando.

E vocês veem o que eles estão feito, divulgando os trabalhos que eles vêm fazendo ao longo desses anos, tá certo? E mais curiosidade, vocês vão lá no Instagram de cada um e apertamente de cada um também, né? Para quê? Para vocês ficarem por dentro do que eles estão trazendo. E deixa eu só falar aqui rapidinho de trazer nossos patrocinadores. Esse é um compromisso que eu não poderia deixar de trazer para vocês, né? Deixa eu só mostrar aqui.

Não sei se vocês viram, eu acredito que vocês tenham visto o nosso novo patrocinador ITEP, Instituto de Tecnologia de Pernambuco, né? A gente fechou patrocínio com eles para esse, a partir desse mês agora até o próximo ano, e a gente tá trazendo aqui as informações dele. Inclusive eu vou mostrar agora aqui, e é um parceiro que vem assim chegar junto com o Professor Augusto, que faz análise de água, a questão ambiental muito forte no ITEP.

Então são dois laboratórios, tanto o ITEP quanto o Professor Augusto, referência nacional. Então eu não poderia deixar de trazer gente que são referências aqui, né, duas empresas de peso. E aí deixa eu só mudar aqui o compartilhamento. Para vocês verem aí, fazer a leitura do QR code aqui para vocês, né? Soluções. Esse QR code aqui, vou aumentar ele para vocês. Esse é só, esse é o portfólio, né, onde vocês têm todo acesso a todas as análises e serviços que o ITEP faz lá.

Né, que atende às exigências do MAPA, Anvisa e CONAMA. Eu vou passar para o outro. Vocês estão vendo aí um que tá com peixinho maior? Eu acredito que sim. Nesse QR code aqui que eu vou aumentar, vai, ele por exemplo faz análise da ração para piscicultura e carcinicultura. Quem que tá assistindo nossa live que faz análise da ração quando chega, que você tá com aquela dúvida E aí você, deixa eu ver se fica melhorzinho. Olha aí, vocês estão conseguindo fazer a leitura aqui.

Você abaixar o portfólio de todos os serviços, né, para aquicultura que eles fazem. E aí vocês vai ter acesso não só a questão da análise de água, a questão ambiental para atender as resoluções do CONAMA, do MAPA, mas também a questão de análise de ração e outras e outras e outras. Ao longo dessa parceria, eu vou estar trazendo o que eles fazem ao longo desse período. Também vou estar trazendo as notícias. Inclusive, Glauber teve aqui recentemente, recentemente, em fevereiro, se eu não me engano, trazendo algumas coisas que o ITEP faz, o trabalho que ele desenvolve lá.

E ele agora voltou da China, que passou quase um mês lá, e trouxe muitas Muitas novidades. Tô tentando ver a agenda do homem para ver se eu consigo trazer ele para fazer uma live com a gente, para trazer essas novidades para vocês. Vou depender apenas dele para ver se eu consigo trazer ele, tá certo? Não sei se eu consigo trazer antes da FENACAM, depois da FENACAM. Inclusive, eles vão estar com stand na FENACAM, né? Inclusive, nosso parceiro Cláudio Tuam provavelmente vai estar com stand.

A gente vai estar sabendo isso daqui a pouco. Lá. Eu já subi algumas outras empresas, vão estar também. A Epi Pernambuco, se não anunciou ainda, vai estar lá também. Já tô anunciando aqui que eu já fico lá de butuca no site da, da FENACAM vendo quem são as empresas. Mas vamos deixar de churumelas e trazer Professor Augusto e Cláudio Toan para nossa live, né? Porque já convencei demais, já tem uns um tempinho aqui conversando, enrolando a turma, né, para audiência crescer.

E eu tô aqui com os dois, Professor Augusto e Cláudio Tuão, um em cada lado aqui. Daqui a pouco a gente vai mudar o formato, mas assim, quero dizer o meu prazer, a minha honra de ter duas figuras aqui. E eu quero agradecer ao meu parceiro Luizinho, que ele disse que eu ia fazer a live com o Professor Augusto. Ele disse, por que você não traz Cláudio para fazer a live com o Professor Augusto? Vai dar uma live top. Eu disse, rapaz, não será que, será que dá certo?

Dá, pai, faveja! Os dois toparam, professor Augusto e Cláudio. Então aqui, e tenha certeza que vocês vão poder, diante que a gente montou aqui umas perguntas, uns temas muito interessantes, usufruir do conhecimento dessas duas pessoas que sabem muito e ajuda muito a agricultura. Professor Augusto, vou estar mudando aqui o formato para os nossos patrocinadores tá passando aqui em cima. E fique à vontade para se apresentar e falar um pouquinho do senhor e falar da novidade, né, que o senhor disse que tinha para hoje.

AFAugusto Fonsêca

Boa noite a todos, né. Primeiramente, agradecer ao podcast Zero Aceno na Agricultura, na pessoa do Geraldo Neto, né, onde eu parabenizo também todos que fazem parte desse podcast. É muito um honroso para mim participar dessa live, né, compartilhando com o próprio Luan informações importantes justamente na área da agricultura, né. E eu quero também deixar aqui para sorteio, vamos sortear 3 análises fisicocôsmicas de água, onde nessas análises elaborar o perfil da água do ganhador, tá certo?

Então esse perfil, no fim, vai mostrar ali o sorteio. 3 análises fisico-químicas de água. A Márcia tá aí presente.

?Voz A

É, Márcia, se tiver aí, ela vai querer ganhar uma hoje, porque ela tá sempre sendo sorteada, né?

AFAugusto Fonsêca

E para mim é um prazer, né, poder estar partilhando com vocês nessa questão de qualidade de água, principalmente quando a gente junta nomes que são referências nacionais, como você bem colocou, na questão da agricultura, né, e principalmente na questão do Caminhão Panamei. E eu tô partilhando com você, com Cláudio, e talvez com Rafa apareça ainda, né. E mandar também o meu abraço para o Luiz Henrique que tá aqui nos assistindo, né.

Eu sou o professor Augusto Fonseca, sou do Grupo Tratágua, né. Sou químico industrial, a nossa empresa tem 27 anos de atividade, né, não é uma novinha no sistema, né, no segmento. E a gente desenvolveu toda essa parte de correção da água, da formulação do ideal perfil iônico, onde já trabalhamos com microalgas, com algas, com vonamei, com tilápia, com Rosenberg, ou seja, a espécie que você quer cultivar e você precisa adequar uma água para essa sua espécie, conte conosco que a gente vai desenvolver, de acordo com a composição físico-química da sua água, a formulação adequada para você ter a correção do seu perfil iônico adequado para o sucesso e o bem-estar daquela espécie que você quer cultivar.

Uma, vamos nessa live, né? Se Deus quiser, vamos correr bem com essas informações. E vai ter uma novidade aí para vocês. Deraldo nem Cláudio Tua não estão sabendo ainda, né? Mas é uma mina de macro e microelementos que a gente vai ter, vai estar disponível para o Brasil, que pode revolucionar a agricultura nas águas de baixíssima salinidade. Se eu falo nisso, eu falo Rio São Francisco, as bacias hidrográficas que nós temos aí com águas doces imensas que podem viabilizar o cultivo de espécies aquáticas de águas salinizadas.

?Voz A

Olha aí, pessoal, olha aí a novidade! Pessoal, Augusto trazendo as novidades, hein? Olha, 3 análises de água para— bora ver! Não vou sortear não, deixa Cláudio Toan falar a novidade dele, que aí eu vou tentar. O tempo que eu tô pensando aqui como a gente vai fazer esse sorteio aí para vocês ganharem aí. Só que Dona Márcia tá na live aqui, ó, que ela já tá dizendo, ó, verdade, foi um divisor de águas eu ter conseguido fazer análise de equilíbrio.

Ela ganhou tudo que ela podia quando a gente fazia sorteio. A gente parou de fazer sorteio por causa de Márcia, que só ela ganhava. Aí a gente parou, porque aí não tinha graça, né? Fica à vontade, meu irmão.

CTClaudio Tuamm

Gente, boa noite aí a todos, principalmente você, Heraldo, parceiro aí de longas datas, né? Vamos fazer 10 anos. Vamos fazer. Aliás, fizeram 10 anos, né? Fizeram agora em maio, fazem 10 anos que nós trabalhamos juntos, somos parceiros aí. Eu quero agradecer todo, toda a turma que compõe o De Zero a Cem, né? A galera toda, aqueles que estão presentes, aqueles que não estão, mas estando ou não, só está no ar por eles, né? Eles fizeram, eles têm um papel importante dentro da empresa.

Agradecer a todas, a todos eles, e falar o seguinte, que para mim é muita honra realmente estar junto com o professor Augusto. Nós não nos falamos pouco, né, mas o meu trabalho ele depende assim, eu vou falar aqui, de 100% daquilo que ele faz. Para mim ter, para mim ter sucesso naquilo que eu dou suporte ou consultoria, eu preciso de tudo aquilo que o professor faz.

AFAugusto Fonsêca

Lógico, e o cultivador abrir os olhos.

CTClaudio Tuamm

E pelas aulas, por tudo aquilo que a gente já comentou, né, a gente acaba aplicando aquilo, um pouco de conhecimento daquilo que o professor sempre transmite para gente, ou através do podcast, ou através do WhatsApp, ou de alguns encontros. A gente acaba transferindo essas informações, né, que nós passamos, mas sem análise é complexo, você não tem como fazê-lo, né. No campo você só faz o basicão mesmo, né? Então é uma honra estar junto com o senhor hoje, dividindo essa bancada aqui junto com o senhor, tá bom?

Agradecer a todos os participantes aí, os patrocinadores, né? Me apresentar, uma pergunta aqui, porque Tuano é um nome de família que foi perdido há muito tempo atrás, e em 94 eu revi esse nome, e que é da minha origem italiana. E passei a utilizá-lo na época, trabalhava na área comercial técnica, né, que eu sou instrumentador cirúrgico e técnico em cirurgia. Adotei esse nome comercialmente e assim ficou. E eu cheguei na aquicultura com esse nome.

Aí eu sou técnico em aquicultura, trabalho com microrganismos desde 2013, dei início na atividade quando era para fazer tratamentos de efluentes e principalmente focado na área residencial. 2016, quando foi no momento que eu conheci Heraldo, eu fui para aquicultura. Eu tive uma proposta de uma das empresas no país e fui trabalhar com eles. E aí desenvolvi todo o trabalho, né? Como meu perfil é muito técnico, fui trabalhar, fui estudar.

Primeiro veio o trabalho e depois o estudo, né? E fui complementando essas coisas todas, e muito curso e muita série de coisas que nos proporciona esse conhecimento que nós temos. Mas nada disso não existiria se algumas pessoas que fazem parte da minha vida e fizeram parte, passaram pela minha vida, tivessem nos ajudado. Então eu sou grato muito a todos eles, né, os parceiros comerciais, os parceiros técnicos, as empresas que a turma acha que são concorrentes, mas não são, são parceiras nossas.

E se não fosse eles, eu não tinha todo conhecimento que tem. E como nós estávamos falando um pouquinho antes de iniciar, eu e o professor, São os desafios que me impulsionam, são desafios que me fazem impulsionar para levar novidade e buscar conhecimento. Sobre o que o Deraldo falou, quais são as novidades? Já que o professor Augusto me instigou, né, ele deu, bateu o truco na mesa, eu vou dar 6 para completar. Então, já que ele vai fazer 3 análises, eu vou falar, vou doar 3 produtos hoje, 3 produtos, 3 top produtos.

Não é, não é um sachezinho pequeno não. Vou doar um balde de Biofish de 4 kg, um balde de Biochirimpe de 4 kg, e a novidade que todo mundo tá querendo e eu não tô conseguindo entregar: um sachê de Hiperblock com 40 pastilhas de liberação leve e contínua, onde nós vamos falar também disso aí. E a ideia principal, Dede, eu acho que é o seguinte: a gente precisa calhar, ó, quem levar Quem ganhar uma análise do professor já levar um produto junto, entendeu?

Entendeu? Então estamos aí com vocês, é agora quem comanda é vocês aí. Estamos aí só no aguardo.

?Voz A

Gostei! Cadê Márcia? Márcia, hoje tá para você, rapaz! Eita! Mas antes disso, deixa só rapidinho, é o tempo que eu tô pensando aqui. Vou agradecer para essa aqui. De Eduarda Mendonça. Acho que ela teve aqui na live com o— meu Deus, o que passou? Meu Deus, me atualiza. O da UFF é pesquisa da acústica, me esqueci. O Fábio teve aqui. Ela traz o Jimmy. É Jimmy, tá me devendo a live, hein, Jimmy? Tá me devendo a live. Niraldir tá aqui também.

Você quer, né, Niraldir? Você tá demais. Renato Nogueira, Renan Nogueira tá aqui na área. Deixa eu ver mais. Fred de Goiânia, será que é Frederico que trabalhou com a gente, trabalha com a gente, Cláudio? Ele tá me devendo uma live, hein, Cláudio. A gente vai trazer esse rapaz aqui para falar um pouquinho. É outro cara que sabe de química, esse rapaz aí, viu? Sabe um pouquinho. Deixa eu ver mais quem foi aqui. José Alcides também chegou.

Rapaz, hoje tá aqui, audiência tá massa, viu? Tô gostando, rapaz. Só vocês mesmo para trazer essa audiência toda aqui, viu? Olha, deixa eu ver, 3 análises de água, 3 produtos. Rapaz, planta generosa, viu? Um balde de 4 kg de Biofish, um balde de 4 kg de Bio Xerimpe. Eita, nesse inverno é uma maravilha! E uns, como é, um sachê das pastilhas do Hiperblock. Rapaz, nem eu tive acesso ainda o Hiperblock, que trabalha com ele há 10 anos, como ele tá dizendo, tá vendo?

E vocês já vão ganhar. Então vamos fazer o seguinte: uma análise de água com Biofish, uma análise de água com BioShrimp e uma análise de água com Hiperblock, tá certo? Então, parente, eu acho que Niraldo vai gostar dessa, que Niraldo sempre tá aqui, ele gosta de fazer as anotações dele. E, e, e, Márcia também, eu acho que a gente poderia fazer no final umas perguntas. Eu faço uma, tu faz uma, e professor Augusto faz uma. Quem acertar primeiro no chat, quem responder primeiro no chat as perguntas ao final da live, ganha pela sequência.

Pela frequência, pela sequência vai ser essa: uma análise de água e o Biofish, uma análise de água e o BioShrimp, e uma análise de água e o HiperBlock. Tá certo, pessoal? Ficamos acordados assim. No final, cada um vai fazer uma pergunta. Primeiro, professor Augusto, depois tu, depois eu. Eu vou só fazer depois, né, que eu não sou besta. Depois vou deixar eles fazerem as mais difíceis para fazer a mais fácil para vocês, tá? Senão não ganha moral com vocês.

Mas vamos deixar de churumelas. E é que Dime disse, é uma hora, sai, rapaz. Pensa um cabra enrolado, Cláudio. Opa, aqui, ó! O hiperbloque aí, ó, para vocês, ó. Bio Inova, viu? Bio Inova. Aí tem um dedinho de Fred, aí tem um dedinho de Fred. Ó, o Cabra Enrolado aqui, ó, ele uma hora sai. Eu vou pegar, deixa, se eu conseguir, Paulo Afonso. Ah, bom eu lembrar de Paulo Afonso. Se eu conseguir, Paulo Afonso, vou lhe apertar essa sua mente.

Antes de eu começar a live aqui, eu tenho, eu tenho uma coisa que vocês precisam Quem tiver na região de Paulo Afonso, aproveitar a oportunidade para participar. E aí eu vou pedir licença a Cláudio, Tuan e Professor Augusto, que eu tenho certeza que eles, é um assunto que eles acham primordial para nossa live, que eles vão fazer, tá ligado? É o curso de gestão sanitária na tilapicultura promovido Deixa eu voltar aqui, pelo amor de Deus, né?

Tem que botar compartilhar a tela e saiu. Pera aí, deixa eu botar aqui. Pronto, botar aqui no lado da gente aqui bonitinho. O curso de sanidade, gestão sanitária na tilapicultura, estratégia para o verão sob o El Ninho. Palestrante Santiago Benítez de Paula, médico veterinário, mestre em agricultura e fundador do Aquivet. Dia 29 de agosto em Paulo Afonso. Vai, inclusive, Tuangé retuitou, Fernanda Meu Negócio retuitou e Aqualince retuitou.

E a gente tá aqui ajudando a promover esse evento, vai ser no dia 29 de agosto, Hotel San Marino, Paulo Afonso. Inscrições abertas, as inscrições está no link na bio da Aquivete. Vai lá, eu fiz a collab com eles. Estão aqui. Santiago já tá afiado, afiado para vocês lá levar todas suas dúvidas no curso. Esse curso vai ser o dia todo, vai ser uma experiência maravilhosa. Vocês, o curso, eu acredito que ele traga muita coisa do curso que foi dado na Axshow, muita informação que foi lá na Axshow.

Então vocês têm a oportunidade de estar fazendo esse curso. Eu não sei o valor porque eu nem entrei no link, eu só tô ajudando a fazer realmente porque eu acho Fundamental um curso desse para quem trabalha na agricultura. E o verão do jeito que vai ser, com essa influência do El Niño, inclusive eu já postei coisa, tu já postou coisa sobre El Niño, a App Bahia postou coisa sobre El Niño essa semana. Então a influência que vai ser na agricultura é muito grande, tá certo?

Bora, deixa eu ver, vamos agora, já que— e até agradecer aqui Gustavo Cardoso na área, viu, pessoal? Gustavo Cardoso na área, obrigado Gustavo Cardoso por estar aqui junto com a gente. Mais uma vez. E vamos lá, os meninos já falaram um pouquinho de história de carreira, dos trabalhos desenvolvidos deles, né? Vamos agora para o primeiro bloco, né? Nossa live agora tá chique, depois de Eduardo Binatti a gente trabalha em bloco. Então vão fazendo suas perguntas relacionadas à qualidade de água e perfil iônico, né?

E aí vamos fazer esse bate-bola: Professor Augusto e Tuano, Professor Augusto, Tuano. E a gente vai fazendo assim esse jogo aí, vão fazendo suas perguntas Niraldinho, será que sua pergunta vai ser do corte dessa vez? Vai lá, capricha, hein! E os comentários de vocês vão fazendo lá também. Bora lá, primeira pergunta seria aqui para eles, para os meninos, os meninos, viu? Quais são as principais deficiências minerais encontradas em águas não estuarinas provenientes de poços e reservatórios superficiais utilizados na caça?

Vou puxar para o seu Augusto, depois eu puxo Tuan, tá certo? Bora lá, fica à vontade, professor Augusto. Deixa eu jogar meus patrocinadores, Geraldo, e todos, né?

AFAugusto Fonsêca

Você sabe que uma característica fisico-química de uma água, ela vai estar associada à litologia do solo em qual ela teve realmente o contato ou confinamento. E o nosso Brasil, nós temos dois macroelementos que são carentes, que é o magnésio e o potássio. Então, quando a gente tem um calcário dolomítico e uma rocha, essa rocha é uma rocha que tem um confinamento de água no seu, nas suas cavidades, nas suas cavernas, mas geralmente o magnésio tem uma proporção muito menor do que o cálcio.

É mais cálcica, essas rochas dolomíticas do nosso solo. Então é uma carência de magnésio e também de potássio. A gente vai ter alguma ocorrência de potássio em algumas regiões de Sergipe, lá tem algumas ocorrências de minerais à base de potássio. Então a gente também vai ter alguma coisa lá de potássio, mas são os dois macroelementos mais carentes nas águas superficiais e nas águas de subsolo é justamente o magnésio e o potássio.

Por isso que quando a gente trabalha com análise de água e faz a correção, são dois macroelementos que precisam ser realmente adicionados, e eles têm uma função, tem funções importantes, né, durante o cultivo. O magnésio, ele participa de 400 reações enzimáticas, inclusive de ATP. Então essas carências minerais de macroelementos vai dar justamente um desempenho zootécnico comprometido durante a etapa de cultivo. Então são dois aspectos minerais que a gente precisa ter atenção para corrigir, né? Seria justamente esses dois macroelementos, o magnésio e o potássio.

?Voz A

Então fala um pouquinho aí do seu, na sua linha, e ainda focando nesses dois componentes aí que, né, é, professor Augusto falou.

CTClaudio Tuamm

Quando nós começamos a atuar na agricultura, ainda não se falava muito de questões de balanço iônico, né. Não se levava isso, isso não era uma prática nem de GH, nem KH da dureza, simplesmente teve água, colocou os animais lá, cuidar com amônia, nitrito, essas coisas tal, e não se voltava para essa finalidade desses macros e micros minerais que compõem a parte fisico-química da água. Então a gente sempre encontrava muito essas dificuldades, né, sempre, sempre teve.

E em alguns lugares, principalmente na parte sul da Bahia, onde foi o maior foco das minhas experiências, e também no Ceará, no sul do Ceará, a gente viu o seguinte: os camarões começavam, como nosso foco é carcinocultura, eles tinham mais dificuldades de muda, né, de trocar aquela pasta, de dar equizídeo. E sempre naquela situação, por que isso? E aí Logicamente que abre portas para as doenças, né, que uma vez que ele reduz ou demora muito, né, o seu processo de eczite, de troca de carapaça, ele fica vulnerável aos patógenos, a vírus, tudo aquilo que tá naquele ambiente.

Foi dessa situação que quando eu estava já atuando já na Alivete e trabalhando com um produto, né, o Biofish, exclusivo para peixe. Mas olhando dentro da formulação, eu vi que ela tinha um pouco de magnésio, já ajudava muito, entendeu? E aí nós fizemos uma complementação, adotamos tanto magnésio como potássio no Biofish, já para que ele comece a utilizá-lo já no primeiro momento, né, ali no povoamento, na chegada já na ração, pelo menos alguns dias.

Para que ele dê suporte para os animais, que são, como o professor falou, eles são extremamente importantes. Sem o magnésio não existe reações químicas adequadas, principalmente da parte imunológica dos animais, não é uma linha de defesa, né? Existem algumas literaturas que dizem o seguinte, que determinados elementos eles não conseguem se fixar no animal, né, quer dizer, na parte do intestino do animal de absorver, por falta de magnésio, porque o magnésio é que faz essa ligação tal.

Então ele é extremamente importante, né. E tem essa novidade, professor, mas Augusto tá falando que tá chegando para nós, vai ser ótimo, porque isso dá um avanço na questão de crescimento de produção, né? Nós vamos ter uma produção maior, vai aumentar a produção, lugares que antes não poderiam produzir. Por exemplo, o norte do país, que às vezes quer produzir camarão, mas não tem porque o custo operacional é muito alto para fazer um balanço iônico, tal, tal.

E então vai. Então quando nós começamos a olhar isso aí, o professor Augusto tinha— eu tinha pego um laudo do professor Augusto, numa fazenda, na Fazenda Sintra, na Paraíba, aonde tava, na época, Professor Paulo trabalhava lá, onde tava fazendo balanço iônico da água e o balanço iônico da ração, né, fazendo a projeção de balanço iônico da ração. Então aquilo ali foi tremendo. Eu via as carências, né, e coloquei. E com isso eu falei assim, a melhor coisa que tem é, além de você ter todos esses micros e macros elementos dentro do produto, você passa a ter também os outros, né, o prebiótico, probiótico e tudo mais.

Então quem utiliza o produto, são várias pessoas, falam o seguinte, que já no primeiro momento, né, da PL1, ela vê os animais com mais frequência de muda e as carapaças com com mais resistência, com encurtamento de tempo nessa troca e com mais trocas. Isso é fantástico, porque isso reduz. Algumas pessoas relatam, né, isso aí não tem, nós não, a Livetti não fez um trabalho científico sobre isso, mas algumas pessoas relatam o seguinte, aquilo que não é a finalidade do produto, esse produto não tem essa finalidade, mas que nos lugares aonde você tem algum tipo de doença, quando você passa a utilizar o bioxirimpe na ração, você percebe que a mortalidade ela reduz, e também a questão daquela doença do grampo, entendeu?

Essa doença do grampo que está associada a macronutrientes. Então é fantástico o produto, é grampeamento, entendeu? Então essa situação de por onde as águas passam, os É fantástico, porque é realmente isso o que determina a condição da água, por onde ela passeia, né, por onde ela anda e por onde ela está estacionada, né. É o que vai determinar. E se não se for, quando não se, como não tem-se o hábito de fazer, né, essas questões de análise, as pessoas têm, acaba tendo uma baixa produção.

?Voz A

Então, pessoal, Ó, pai, eu tive um produtor. Quem tiver curioso, vai lá no meu Instagram, eu postei. Eu tô feito, fazendo minhas visitas no sábado, e eu tenho feito uns videozinho dessas visitas, resumozinho. Eu passei sábado. E aí, esse produtor, quando você vier em Valença, faço questão de levar você lá. É aqui em Valença, pai do Mateus, que trabalha lá com Fabiano, e tem um sisteminha lá um berçário de cento e poucos metros cúbicos e a engorda de 530, 540 metros cúbicos.

Extremamente interessante, o cara produz muito bem, o cara conhece o sistema como ninguém dele. E ele tava tendo um problema de grampeamento, que a partir de— ele faz um período no berçário, mais 2 meses, alguma coisa, mas com 1 mês e meio para 2 meses começa o camarão ter um branqueamento e grampeamento. E aí Até, mas não dá causa mortalidade, tá entendendo? Considerado, eu não consigo identificar mortalidade. Para você ter ideia, se o professor Augusto, ele entra no viveiro quase todos os dias para ver como é que tá dentro, se tem alguma coisa.

Ele é aquele cara que entra dentro do tanque para ver, pisa tudo para ver uma coisa ou outra, ver se tá com mortalidade, só uma matéria orgânica acumulada, para você ter ideia. Eu passei 5 horas com essa mulher, nem parecia que era uma hora com essa mulher. E eu saí de lá porque começou a chegar o pessoal que pesca para comprar o camarão para ir pescar. E eu percebi que eu tava atrapalhando porque tava botando a mulher, o funcionário, para pegar, e o pessoal queria que ele atendesse.

Camarão dele com 10 gramas, se eu não me engano, e para pesca é menor, é mais interessante menor. Mas assim, no final, o que que eu quero dizer? Que tava acontecendo essa questão aí. Eu conversei, eu fui me questionando e vendo. E aí eu disse, olha, só tem uma coisa, eu tô achando que possa ser a questão dos micronutrientes, microminerais que tá faltando. Aí ele, outra coisa, você aplica calcário? Aplica calcário, 50 kg, um saco de 50 kg por semana.

E quanto tempo você faz isso? Faço isso já há um bom tempo. Eu disse, aí na hora que ele falou isso, a luzinha acendeu. Eu disse, ó, a quantidade que você bota calcário até um certo tempo é suficiente, a biomassa cresce, precisa de mais, e tá sendo insuficiente o que você coloca. Por isso acontece, mas não causa mortalidade, que ele ainda tem. E aí a gente tava falando de fazer a reposição, né, o calcário, usar na ração, o Lortar, o Litotânio, que também tem no mercado, que o pessoal usa normalmente para grampeamento.

Né, de água calcária, que faz isso. E aí vem você, fala isso, e ele não usa. Eu percebi que ele não usa o nosso produto, que fui visitar para ele usar, né. Então, mas ele usa outro lá que não tem isso. Então assim, um detalhe que eu só consegui com 5 horas de conversa para eu perceber a necessidade dele, que era Porque tudo que ele fazia tava dando certo. Ele, você tem ideia, pessoal, ele já chegou a criar 300 camarões por metro cúbico.

Hoje ele tá com cento e pouco, perto de 150 camarões por metro cúbico. Sistema dele redondinho, não dá B.O., não dá nada. Então assim, muito reguladinho, bonitinho, como Niraldo já falou aqui para gente. Então assim, é um detalhe que só pega assim, como você falou, vai ser, quando não é os macronutrientes, vai ser os micronutrientes que tá faltando no ambiente por alguma coisa.

AFAugusto Fonsêca

Geraldo, eu queria fazer uma colocação, Geraldo, sobre esse assunto, no aspecto inclusive químico, né? É importante que os macroelementos estejam na água ionizados. O calcário, ele demora a se ionizar, e a espécie precisa desse íon no momento, na água, dissolvido na água. Então essa velocidade de dissolução do calcário, do carbonato de cálcio, para formar Ca+2, o íon cálcio, e o íon bicarbonato, vai demorar. E a espécie não pode esperar.

Por isso que você precisa adicionar os sais minerais que sejam altamente solúveis e fiquem biodisponíveis, porque durante a muda Ele não se alimenta, ele vai buscar essa fonte para troca de carapaça na água e para endurecer também a carapaça. Se você tiver carência de mineral ionizado, não na forma de rocha, de pó de rocha, que vai demorar a ionizar, você vai ter dificuldade e vai ter um desempenho zootétrico comprometido. Por isso que é importante que o os aditivos minerais adicionados na água sejam aditivos que se ionizem imediatamente, ou seja, ao contato da água ele vai formar os cátions e os ânions que vão ficar biodisponíveis para troca iônica e osmótica com a espécie de cultivo.

Então isso é uma colocação na visão da química, tá certo, da lixiviação de rochas. Então por isso que as nossas formulações são de sais específicos, Porque esses sais específicos, eles se ionizam imediatamente. Eu coloquei na água, já vai ficar em forma de íon. Cloretos, sulfatos, cálcio, magnésio, potássio, já totalmente ionizado. Então esse aspecto, quando a gente usar um mineral ou em pó micronizado que tenha uma velocidade de decomposição mais lenta, o animal vai sentir, porque Ele vai precisar naquele momento daquele mineral para poder ter o seu equilíbrio osmótico estabelecido.

E não vai ter no momento da água. Botei 50 kg, mas é calcário, vai demorar a ficar ionizado. A lixiviação da água no calcário não é rápida, não é como o óxido de cálcio, que inclusive é uma reação exotérmica, o óxido de cálcio na água. Por isso que a gente tem também essa visão da reação de ionização química para ser imediata, para tornar biodisponível na água aquele cátion e aquele ânion para o efeito da osmose, né, das ações enzimáticas do animal.

CTClaudio Tuamm

Professor, é interessante essa parte, essa colocação, que o que nós encontramos no campo são materiais in natura, né. De matéria-prima Natura, ou por cada questão de custo, ou muitas vezes não tem acessibilidade com os materiais específicos, os produtos, insumos específicos. E às vezes o que nós vemos muito acontecer é as pessoas tentarem fazer correções, como diz algumas pessoas, na tora, não é simplesmente jogando o cal, gesso, uma série de fatores aí para ajudar.

E no fim você acaba tendo reações químicas que você prejudica. Eu tenho, eu dou suporte para uma piscicultura bem grande aqui na Pedra do Cavalo, e antecedeu um técnico que hoje está lá. A pessoa pegou e fez uma calagem, né, com os animais dentro, e menos de 12 horas ele perdeu 90% dos animais por causa das reações químicas que tinham lá. Não é porque ele leu que tinha que se jogar cal virgem, né, ou cal hidratada, não lembro mais o que ele jogou.

No fim, então a gente encontra muito isso em todos os lugares. Que a gente orienta as pessoas é o seguinte: quem produz, quem produz e já tem, sabe que tem essas deficiências, ele tem que ter estoque. Segundo, que ele tenha, que a gente dá uma orientação dele fazer uma solução, né. Você tem as proporções certas, não é simplesmente jogar tudo na mesma medida. Você tem as medições certas porque cada rocha você tem uma fração de insumo lá dentro de cada um.

Então você precisa saber qual que é. Então a gente orienta a pessoa fazer uma solução, manter uma solução com determinados produtos, né, para deixar já ali para toda semana ele fazer adição de um volume depois que ele fizer análise. Bem dito, né? Simplesmente toda quarta-feira eu jogo, puf, ele pega um balde e joga. Não, não é isso aí não. Ele tem essa solução já pronta, já com os produtos adequados, com os insumos adequados, né, que já fizeram as suas trocas de íons junto com os cálcios, já fizeram isso, já estão disponíveis na água essa solução.

Então ele pega uma vez por semana, antes de aplicar, ele faz aferição do GH, KH, que é o que nós temos mais disponível, mais fácil para essas tem uma propriedade de dureza, para aí saber a quantidade que ele vai jogar, para ele também não trazer maiores danos, porque às vezes as reações são e trazem maiores danos. Eu tenho um parceiro meu, muito amigo, parceiro de cachaça, somos irmãos, e nós temos um produto que nós chamamos N702, que é um produto líquido de Allegro Elementos.

É fantástico o produto. Então quando você tá precisando de nitrificação e você tem uma alcalinidade, dureza baixa, você trabalha com esse produto, né? Mas você tem a dose adequada para colocar. E a pessoa, o gerente dele que foi utilizar, ele confundiu as doses com biossufactante e jogou. Rapaz, eu só vi os baldes os baldes saindo com alevinos de quase 20 gramas, entendeu? Perdeu muito.

AFAugusto Fonsêca

Por quê?

CTClaudio Tuamm

Por causa de reações químicas, né, que aconteceu. Uma, uma, ele potencializou o meio numa velocidade de crescimento, de crescimento tão alta, de crescimento tão alto, principalmente as heterotróficas, que ela começou a consumir tanto alcalinidade e tanto oxigênio que levou quase a zero, trazendo amônia lá em cima de uma hora para outra. Então são situações que infelizmente que nós vemos hoje, né? Eu acho que vocês muito mais do que eu.

Grupos, grupos, um cheiro de grupo com as pessoas dando receitas mágicas, né? Dando receitas mágicas. Isso é um problema. Não é que as pessoas não têm que falar daquilo que ele tá tendo êxito, Mas às vezes a pessoa pega aquilo como via de regra, e aí ele acaba tendo grandes problemas. Na aquicultura é complexo, né? Não é complexo? Se você é um, uma grama, uma grama só de um produto que cair em 1 metro cúbico, ele tem reações totalmente adversas.

Se você não souber acompanhar, não tiver os olhos clínicos, né, e tiver equipamento para fazer as referições, você vai ter percas, ou num primeiro momento, ou algumas horas depois.

?Voz A

Ó, então o Chia, ele fala aqui, ó, dissolver fora e lançar diluído no tanque. Eu normalmente recomendo a turma, para correção de alcalinidade, para fertilização também, o calcário dolomítico diluído fora Jogar água dentro do tanque para não acontecer isso. Eu conheço produtores que usa cal hidratada, aplica toda semana, nunca teve problema. Ele aplica na dosagem certa. E o que o professor Augusto chamou atenção aí, e Cláudio, tu achou uma atenção, é uma coisa que acontece direto no tanque ou no campo.

As pessoas pegam informação de grupo, traz para eles como se aquilo fosse realidade. E não é, tá entendendo? Funciona para aquele cara de uma forma, para ele é outra.

CTClaudio Tuamm

Oi, Tuano. Professor Augusto, qual é a dosagem certa? Professor Augusto, a pergunta para a senhora agora: qual é a dosagem certa se você não fez análise? Se você não tem análise de superfície, se você não tem Se você não tem análise do próprio tanque que ficou, que ficou em confinamento, você tá ali com os animais que estão consumindo, porque existe um consumo imenso. Por exemplo, na nitrificação se consome 7,14 gramas de alcalinidade para ter nitrificação.

Beleza? Como que alguém aplica sem fazer? É verdade isso aí, eu tô falando de 7,14 gramas de consumo de de alcalinidade para ter identificação. Se você não tem alcalinidade, ela vai consumir outro fator, porque ele é um ser vivo e precisa fazer o papel dele, entendeu? Então, é, os óleos é difícil, é complexo. Nos óleos, só o copo de cachaça, só o copo de cachaça, de cerveja.

AFAugusto Fonsêca

Então, veja só que coisa interessante, né? Você sabe que tem uma faixa de pH ideal, não é verdade? E essa faixa de pH ideal, ela é garantida a sua faixa através de um residual de alcalinidade. Interessante, né? Essa faixa de pH, que é um pH de conforto para um bom desempenho zootécnico, é o mesmo pH do nosso fluido corpóreo, é o mesmo pH da nossa lágrima. Então a nossa natureza nos ensina Só que tem que enxergar e copiar o que a natureza nos ensina.

A química é uma ciência exata, e na minha formulação todos os sais são altamente solúveis. Você pode jogar no tanque que ele vai dissolver, vai ficar ionizado, vai ficar biodisponível para a espécie de cultivo. São esses detalhes, né, que a gente não pode fugir da química como ciência exata. E olha, veja só a natureza, como eu falei do pH, Tá vendo? Se vocês forem medir o pH da nossa lágrima, compare com o pH de um bom desempenho de um cultivo de espécie aquática.

?Voz A

Fica a dica para vocês, hein? Fica a dica para vocês. Olha, essa foi só a primeira pergunta, ó quanta coisa aconteceu. Então assim, fiquem ligados. Ó, deixa eu agradecer aqui, tem uma turma aqui. Rapaz, vocês dois estão conseguindo trazer gente. Primeiro, eu não posso deixar de Agradecer a minha pro do coração, Fatinha, professora Fátima Lúcia dos Campos Dalneve de Paulo Afonso, tá aqui assistindo a live, né? Agradecer a ela aqui.

Marcelo Lima, ei Marcelão, vai fazer umas perguntas para vocês dois daqui a pouco, viu? E deixa eu ver quem mais aqui chegou. Ele já falou aqui, Raíssa, nossa presidente da EPI Bahia, tá aqui, hein, me dando prestígio hoje, hein, Raíssa? A mamãe Marcelão falou aqui, ó: a variação do pH em uma unidade pode elevar a amônia tóxica em 10 vezes. Este talvez seja o maior problema com aplicação de cal hidratada. Opa aí, hein, hein, hein, hein! O negócio não é fácil não, é os detalhezinhos, pessoal.

CTClaudio Tuamm

Mas antes de a gente mudar de pergunta, qualquer falar alguma coisa, só complementando o seguinte, e o professor não respondeu a pergunta. O que não é reações químicas, elas têm duas situações: ela tem a reação química e ela tem a reação bioquímica. A reação química acontece primeiro para depois a bioquímica acontecer. E o que que acontece? É da mesma forma que você tem 7,14 gramas de consumo de alcalinidade, ela vai consumir também 4 a 5 gramas de oxigênio puro dissolvido.

Ela abaixa. E é por isso que se você não tomar cuidado na hora de fazer essa situação, você reduz oxigênio e mata os animais, que foi o que aconteceu na pedra do cavalo, você entendeu? Rapidamente. Então, uma vez que você tem as reações físico-químicas, você tem as reações químicas e a bioquímica ela passa a acontecer, você tem aí os microrganismos que vão agora fazer a participação dentro. Eles vão fazer a parte bioquímica lá.

Aí são metabólicos, são enzimas, são antitoxinas, e uma série de fatores que vão ajudar, retornam de novo para química de novo. Então, se você não tiver olhos para isso, né, e um mínimo de equipamento, você entra em colapso. Às vezes você não perde o peixe ou camarão, eles morrem, mas eles sofrem e param de fazer conversão, eles atrofiam, eles— um cultivo que era para 6 meses, ele passa para 7 meses. Por causa dessas questões todas envolvidas, né?

AFAugusto Fonsêca

Corretíssimo, corretíssimo, né? Ou seja, a gente tá preocupado com a bioquímica, como você falou, né? Umas reações associadas nos processos biológicos e bioquímicos e químicos, né? São todos inerentes a um desempenho zootécnico durante a etapa de cultivo. Viu muito bem. É, eu, como disse, ficava difícil eu responder se eu não sei qual é a composição físico-química da água. Eu vou corrigir o quê? É rico em potássio? É o que causa? Vai cultivar o quê? Qual é o perfil iônico da água natural dessa espécie?

CTClaudio Tuamm

É tipo assim, ligam assim para gente, fala assim: aí, eu tô com um problema. E como que tá o pH? O pH tá normal.

AFAugusto Fonsêca

Normal?

CTClaudio Tuamm

O que que é normal? Normal quanto? Normal o quê? Para quais espécies? Para qual densidade? Para qual temperatura?

AFAugusto Fonsêca

Ele tá dentro da faixa de 1 a 14.

?Voz A

Dessa forma ainda tá na faixa de 1 a 14, resolve tudo, professor. Ó, ó, que vai falar aqui, ele: cal hidratada é realmente conhecer o tanque. Fito tiver alto, o horário da aplicação já deve ser ajustado. Então, detalhe, você acha que o pessoal observa isso? Não observa não, não observa. Eu vou aplicar os biorremediadores, a gente fala aplique pela manhã, de tarde não. É isso, explicar por A mais B, mesmo assim Tá difícil.

AFAugusto Fonsêca

Quando você adiciona cal, o que é que acontece? Você tá adicionando cálcio. Então você tem que ter o cuidado também do magnésio, porque relação cálcio-magnésio vai ser quebrada. Às vezes vai ter uma consequência que você não enxergou quimicamente, que é o magnésio que tá sendo reduzido, a concentração e a relação iônica dele em relação ao cálcio tá sendo adicionado a mais. Aí vem as consequências, vem as reações enzimáticas que vão ter de ocorrer, vai ter todo o processo que o magnésio vai estar comprometido, porque a concentração dele vai ser reduzida pela adição de um elemento químico, de um macroelemento a mais, sem a correção do magnésio também associado com aquele cálcio que foi adicionado a mais.

O animal vai sentir isso, mas às vezes eu pegar a qualidade não vai sentir, mas o animal vai sentir isso com certeza, né? A natureza nos mostra isso aí, né? Mostra justamente o que acontece, né? Os confortos que os animais procuram nas zonas do mar, né? Nas zonas, porque eles estão precisando realmente ter um equilíbrio osmótico adequado para não ter as necessidades de reações enzimáticas e bioquímicas durante o seu desenvolvimento, o seu crescimento.

?Voz A

Então a gente já passou de uma hora só com a primeira pergunta, viu? Olha, deixa eu falar com vocês, sigam os nossos convidados, Professor Augusto, né? O Instagram dele é @jaugustofonseca e o grupo Tratáguas, Tratáguas Oficial. E Cláudio, tuan.aco, e Bio Futuras, @biofuturas, tá certo? Sigam eles aí, sigam o nosso Instagram. Quem tá no Instagram, deixa eu agradecer, já passou Renatão lá, várias pessoas passou lá já. O Instagram é sempre rotação, é muito alto, já passou já mais de 30 pessoas lá no Instagram ou mais, já perdi a conta.

Siga nosso Instagram lá, quem tá no Instagram, esse linkzinho aí embaixo É o link onde vai estar, onde você vai estar acessando material dos seguidores lá, nosso WhatsApp, tudo que você tiver, nossas redes estão todas lá. E não deixe vocês curtir a nossa live, compartilhar e se inscrever em nosso canal. Eu vi aqui agora que nós estamos com 900 inscritos, então quero ver se eu consigo bater 1000 ainda esse ano, hein, pessoal? 1000 inscritos, lá.

Tem uma pessoa aqui querendo se despedir. Vem cá, já aprontou horrores, quase quebra o mouse, quase apronta tudo aqui. Daí eu vou dar tchau para o pessoal lá. Fala com o tio Cláudio e tio, e tio. Deixa eu mudar o formato aqui para ele ver o pessoal. Olá, olá, tá vendo? Você conhece? Dá tchau agora. Tira só um beijo agora, um beijo, pessoal. Aí, pronto, vai lá com a mamãe. Vamos voltar, o momento fofura, viu, Niraldo? Já acabou.

Agora a gente volta para nossos temas aqui da nossa live. Vamos mudar, vamos para a próxima pergunta. Deixa eu ver aqui se tem alguma coisa. Daqui a pouco eu volto com as perguntas de vocês, viu? Vamos para outra pergunta: o que é o perfil iônico ideal da água e por que ele é tão importante para o desempenho dos camarões? Professor Augusto, fala aí um pouquinho para gente.

AFAugusto Fonsêca

Quando a gente fala no perfil iônico de uma água para um cultivo, é o perfil da água do habitat natural daquela espécie. Então, se eu falo do caminhão bananeiro, Logicamente vem a costa do Pacífico. Então eu tenho que ter no meu viveiro a composição fisico-química da água semelhante ao habitat natural dessa espécie, no caso o Oceano Pacífico. Então o perfil único é aquela característica fisico-química dos macro e microelementos.

Além dos macroelementos, dos microelementos fica difícil da gente fazer essa correção e quantificação, porque são miligramas em metros cúbicos, microgramas em metros cúbicos. Então a gente trabalha justamente com os macroelementos, que aí você tem condições de fazer com que a sua água, através da adição desses compostos químicos, tenha as características fisico-químicas semelhantes à água do habitat natural da espécie de cultivo.

Como a gente tá falando do Vonamei, a referência nossa fisico-química de balanço iônico é o Oceano Pacífico. Então, quando a gente pega uma água para analisar de um cliente, a gente vê as proporções que tem de cálcio, magnésio, sódio, potássio, cloreto e sulfato na água in natura e faz a formulação de correção para uma salinidade adequada que ele possa cultivar. Então, nessa colocação, eu digo a vocês, a melhor água de correção é água doce, porque ela é carente de sais minerais, ela tem poucas proporções de sais minerais.

E você fazer a correção de uma água doce para um perfil hídrico semelhante ao Oceano Pacífico numa baixa salinidade, ou seja, uma salinidade de 3, que você pode cultivar muito bem o Vonamin numa salinidade de 3. Então você vai gastar pouco em sais minerais na correção dessas relações iônicas ideais para deixar justamente semelhante ao Oceano Pacífico. Então quando a gente faz uma correção de um cliente ele vai ter lá no seu viveiro uma pequena amostra do Oceano Pacífico na sua água após a correção.

E ao adicionar essa, essa formulação que a gente elabora, todos os sais vão ficar altamente solúveis, imediatamente biodisponíveis. Não demora como calcário até se dissolver. Então o perfil único é isso: você fazer com que a sua água tenha a semelhança química de macroalimentos à água do habitat natural daquela espécie que você quer cultivar. Então é isso aí, a importância, né, do PF-ionico para o desempenho zootécnico do camarão Vannamei.

As trocas iônicas vão acontecer entre o camarão e a água, essa troca de fluidos vai ser constante e ele vai ter esse conforto, né, no seu desempenho de crescimento, não vai ficar livre de doenças. Outro detalhe importante é que durante o cultivo a gente tem sempre cuidado da manutenção de um perfil de alcalinidade na faixa de 80 a 120. Eu recomendo utilizar para correção de alcalinidade o bicarbonato de sódio. Por quê? Porque a relação de sódio-potássio numa água do Oceano Pacífico é 28 para 1, ou seja, eu tenho muito sódio em relação ao potássio, em relação ao cálcio.

Então, por isso que eu recomendo, né, vai corrigir alcalinidade, use o bicarbonato de sódio. Uma das preocupações que eu tenho justamente para os clientes que fazem a aplicação de sais minerais é o preço desses sais minerais, né. Realmente fica proibitivo às vezes porque você não encontra sais minerais grau industrial, encontra UPA, que é Paraná, que são os sais mais caros, mas existem, né? Eles têm que buscar, procurar, encontrar sais minerais que sejam mais baratos.

A partir do momento que ele corrigiu o seu viveiro, essa água ele vai ter todo zelo com ela, não vai descartar, porque ele tá com— ele é como ele tivesse trazido para o seu viveiro o Oceano Pacífico. Vai jogar fora essa água? Não, tem que ter todo cuidado. Para tratar novamente para um novo cultivo. Tem todo esse detalhe, né, de tratamento químico da água para reutilizar. Então é isso aí, né, o que é o perfil iônico. O perfil iônico é você ter o seu viveiro igual à água do habitat natural da espécie que você quer cultivar. Como a gente tá falando do Guanabê, referência Oceano Pacífico.

?Voz A

Edniraldo, muta! Fala um pouquinho da importância do perfil animal para o desempenho dos camarões.

CTClaudio Tuamm

Fala aí para gente falar um pouquinho depois do professor já ter falado tudo. Vamos lá, complicou, né? Eu pego ele daqui a pouco, pega ele na esquina, preocupa não. Daqui a pouco eu vou dar outra pergunta para ele. Mas é interessante essa colocação do professor, principalmente por causa da questão do Pacífico. E são duas realidades, né, o Atlântico e Pacífico são duas realidades diferentes de qualidade da água. Isso é extremamente interessante.

E sem ela você não consegue realmente fazer aquilo que se propõe. Quando a gente olha algumas matérias vindas principalmente da região da Ásia e da produção de camarão, uma série de fatores, né, ou mesmo Equador, a gente acha que é só questão de manejo, uma série de coisas. Não, tá voltado diretamente à condição físico-química da água, né, da condição daquela água, né. Da natureza daquela água, está diretamente ligado. Por mais que você tente se aproximar aqui, e aí você entra naquela situação quando você chega no local, você compra um determinado insumo, da onde veio aquela rocha, ela vai ter tantas proporções de cálcio, tanta proporção de magnésio, tanta proporção.

Então você tem, para fazer esse balanço, você tem que ter um conhecimento que no caso só o professor tem, né? E para colocar isso e fazer a sua formulação, e aí trabalhar com o material. Quando nós começamos a trabalhar com aquicultura, a gente trabalhava assim: 1, 3, 1. 1 de potássio, 3 magnésio e 1 de cálcio era a relação que a gente trabalhava para ajudar o produtor. Mas nem sempre nós tínhamos êxito, exatamente por causa dessa situação, né, por causa do produto, do insumo que estava sendo utilizado.

Não era biodisponível, não estava, não lixiviava, uma série de fatores aí. Com o tempo a gente vai, né, estudando, olhando, a gente percebe isso. Sem essa, sem esse balanço, ele não tem. Agora, interessante o seguinte, o O Niraldo falou, né, que questão aí dele, acho que tá falando questão, é caro bicarbonato e tal, essas coisas tal, tal. Em grandes fazendas elas não fazem só na água, elas fazem na ração, né, elas, elas fazem esse balanceamento água e ração para ter uma redução do custo, né.

Sem ela você não tem. E uma da parte importante que o professor colocou é a questão da reutilização dessa água, né, da reutilização dessa água, porque é o bem mais caro que tem em um tanque, a água. Não são os animais, é água que tá lá dentro. E às vezes se fazem descartes desnecessários, ou fazem trocas de águas desnecessário, ou fazem TPAs desnecessário, né, por não querer fazer uma pequena correção correção de micronutrientes, de minerais, que impediriam essas toxicidades, essa elevação dos nitrogenatos, da toxicidade, né?

E aí a pessoa acaba fazendo uma reposição de água, ele acaba pegando água in natura que vai piorar, ela vai reduzir a toxicidade, ela vai reduzir a toxicidade, só que na questão de desempenho zootécnico ele vai ter perca, porque houve um desbalanceamento da condição bioquímica da água. Então ela desbalanceou, e aí até ele conseguir trazer de novo, ele acaba tendo um tempo. Em alguns casos a gente percebe o seguinte, que os animais eles deixam de comer, porque ao tirar uma água de um ambiente por troca ou por uma descarga de fundo muito prolongada ou um ATPA, você tem, você mexe em todos os parâmetros da água, né, físico-química.

E isso vai afetar diretamente o FCA dos animais, seja de peixe ou camarão, diretamente.

AFAugusto Fonsêca

Interessante, viu, cara. Produtor, fazer uma seguinte colocação: eu posso também, né, corrigir usando carbonato de sódio, que é mais barato, mas eu tenho que ter um químico acompanhando esse processo. Posso usar o hidróxido de sódio, que é a soda cáustica também, mas tem que ter um químico acompanhando, porque eu tenho que usar um ácido para poder neutralizar a elevação de pH. Ou seja, são produtos mais baratos, correto, mas eu tenho que ter o cuidado, o conhecimento químico, como dosar e que parâmetro eu devo acompanhar para não ter um desconforto dentro da água para o animal que eu tô cultivando.

Viu? Por isso que é mais fácil dizer, olha, bicarbonato, porque não tem como errar. 17 gramas de bicarbonato eleva 10 ppm de alcalinidade num metro cúbico de água. Mas o carbonato de sódio, que é a barrilha, eu tenho que ter cuidado com as reações secundárias que vão acontecer quando ele for dissociado em água. Mesma coisa o hidróxido de sódio. A soda cáustica. Então eles precisam também do domínio da química da água, tá certo?

Para usar outros produtos que posso utilizar, eu tenho que ter o quê? O conhecimento da reação química e usar a neutralização necessária quando houver um choque químico naquele momento de usar um produto diferente. São esses detalhes, né, que às vezes Fica o profissional químico dissociado da questão de cultivo. Então isso é preocupante, na minha visão é muito preocupante, né? Porque enxergam como o químico não existisse para água.

Existe o biólogo, o engenheiro de pesca, mas não existe o químico, a função do químico. E eu posso baratear um tratamento de água, um perfil ônico, com instrumento químico em cima. Eu não tô na fazenda, Talvez se eu tivesse numa fazenda, eu tivesse usando outros produtos além do bicarbonato de sódio, mas com cuidado, com monitoramento, uma análise, com controle. Isso sim é viável, é viável, porque como disse, a química é uma ciência exata e o domínio do conhecimento da química faz você diferenciar no cultivo e no custo do cultivo.

CTClaudio Tuamm

Sim, exatamente. Você, Delano?

?Voz A

Então, então, então, eu tô aqui pensando aqui que qual essa pergunta do Costa. Eu tô na segunda pergunta, já tô aqui já preocupado com ela, mas bora lá, ó. Eu vou pedir a turma que tá no Instagram para ir fazendo suas perguntas. Tô vendo lá que tá, Niraldo tá lá, tá aqui, vai para lá, vai para cá. Passou Renatão, passou Mulheres na Engenharia de Pesca, passou tanta gente lá que eu já perdi até as contas quantas pessoas já passou no Instagram.

Aqui no YouTube a gente tá com uns 20 aqui simultâneos, que toda hora entra e sai. É, agora eu vou fazer uma pergunta que é a última desse bloco. Vocês vão ver na pergunta, pessoal, desse bloco, hein? Esse bloco é qualidade de água e perfil ônico. Passou esse bloco para fazer uma pergunta depois, aí quebra minhas pernas, né? Mas bora lá, a última pergunta desse bloco: quais parâmetros fisico-químicos devem ser monitorados ao longo do ciclo de cultivo para garantir estabilidade e produtividade?

Essa eu vou puxar Cláudio primeiro, que senão vou deixar ele no apertado de novo.

CTClaudio Tuamm

Bom, primeiramente, se você encontrar na aonde você vai estar indo para dar o suporte, se você encontrar os equipamentos e os reagentes. A primeira coisa é isso, se você vai tê-los. Tendo esses todos, né, o basicão que nós utilizamos é a geocalendade e dureza, GH e KH. É o basicão que nós usamos como orientação de referência, né. Agora, Se você vai fazer um cuidado, e aí veja bem, é uma correção, não é um balanço iônico. Você não tá fazendo uma correção de balanço iônico, porque quando você trabalha só com duas unidades de GH e KH que estão completas, você não tá fazendo um balanço iônico, você tá fazendo pequenas correções, né?

Porque para você fazer um balanço iônico você precisa de levar uma água, né, no laboratório para que ela faça todas as análises. De dureza cáustica, dureza potássica, enfim, de todas, de alcalinidade, de magnésio, potássio, cálcio, ORP, condutividade, tudo que se tem essa água. Aí você vai ter uma ideia para fazer o balanço iônico, né? Como nós não temos isso no campo, nós usamos aquilo que tem. Normalmente uso um kit da Alcor que que é o GH/KH, faço essas aferições, vejo qual é a fase daquilo que os animais estão, porque cada fase ela pede uma condição, né, de uma condição.

Vejo aquela lá e aí faço as correções com o produto que lá estiver. Mas lembrando, sempre diluído. Eu utilizo bem é o cal hidratado o gesso com uma parte de bicarbonato, com uma parte de bicarbonato, faço uma solução, né, para fazer uma correção. Veja bem, não estamos fazendo um balanço iônico, estamos fazendo uma correção, são coisas distintas. E daí trabalhar isso. Sem esses pontos, você é— a qualidade de água no tocante aos microrganismos, ele fica deficiente.

Porque se você não tiver na mesma proporção alcalinidade, dureza adequada, como nós falamos ali no começo, né, você tem 7,14 gramas de alcalinidade que se compõe, que se consome para fazer a nitrificação, quer dizer, sair da amônia para ir para o nitrito, né. Você tem esse consumo. Se você tem a sua alcalinidade ruim, baixa, ele vai consumir, vai levar a zero, ele vai prejudicar outro ponto. Então a gente orienta isso, ter esse quadro para esse consumo, né?

E um outro ponto é os produtos biológicos, né? Eles precisam ter um conhecimento também, porque uma coisa é você jogar um probiótico Outra coisa é você jogar um bioestimulador, outra coisa você jogar um biorremediador. As concentrações desses produtos, eles vão interferir diretamente porque eles também consomem alcalinidade. Se você tem produtos que você não sabe manusear adequadamente, você está lançando ele só por referência do que tá no rótulo do produto e com sua, com seus parâmetros físico-químicos baixos, você vai interferir diretamente na parte imunológica dos animais, zootécnica, né, porque eles vai ter essa redução, e vai também interferir no próprio crescimento populacional de concentração dos animais.

Então a correção iônica ela não interfere apenas no cuidado do animal, dos animais, sejam ele peixe ou camarão. Ele interfere diretamente nos microrganismos. Sem eles, sem eles, a eficiência do produto é comprometida.

?Voz A

Agora é o senhor, né? Agora, senhor Cláudio, deixou um bocado de brecha para o senhor agora.

AFAugusto Fonsêca

É, Cláudio, parabéns, viu, Cláudio? É justamente isso, né? A gente tem que estar preocupado com a biologia, né? A biota da água, né? Alcalinidade. E se a gente tem realmente um controle da alcalinidade, a gente vai ter uma estabilidade de pH. E nessa estabilidade de pH, a gente vai ter justamente um ambiente adequado para as bactérias benéficas fazerem a sua função de nitrificação. As bactérias competitivas não vão ter ambiente adequado para o seu crescimento, né, pelo controle realmente desse aspecto de parâmetro físico-químico da água, tá certo?

E além dos macroelementos, são macroelementos importantes. Então a gente deve enaltecer que o controle e a manutenção da qualidade lhe vai tirar muita dor de cabeça, muita dor de cabeça, e os bioremediadores vão agradecer com com esse cuidado que você tá tendo com a água, né? Além do potássio, né, que outro elemento muito importante, tá certo? Falaram aí do grampo do camarão, tá certo? Isso aí também é uma carência de potássio.

O magnésio, pela sua função que tem das reações enzimáticas que a bioquímica da água precisa. Então são esses parâmetros de controle. Se eu controlo a alcalinidade, posso ficar tranquilo com com a faixa de pH. Isso aí eu vou ter um tamponamento e eu vou ter uma estabilidade de pH também. Esses parâmetros, né, de monitoramento são importantes, são esses cuidados, né. Aprimora o seu cultivo, aprimora o seu conhecimento. Existem equipamentos que estão hoje no mercado, são preços acessíveis, né?

Existem uns reagentes também acessíveis. Eu acho que uma fazenda deve montar o seu laboratóriozinho, né, e começar a ter esse cuidado, esse cuidado de manter parâmetros na água adequados para você ter um ambiente propício ao crescimento do que você quer de benefício. Então é essa também complementação que eu faço, né, a fala do Cláudio Tuan. E vamos seguir em frente, né. Aqui eu quero também deixar claro, né, que o Grupo Tata Águas, na minha pessoa, nós estamos juntos para o benefício da agricultura.

Então é isso que a gente tem que somar, a gente tem que fazer uma agricultura de excelência excelência. E a aquicultura de excelência inicia no ambiente de cultivo, que é simplesmente a água, do início ao fim, na despesca.

?Voz A

Deixa eu só fazer um comentário agora que eu percebi.

CTClaudio Tuamm

Vamos lá, Geraldo, só dá uma—

?Voz A

pode falar.

CTClaudio Tuamm

Olá, só dando continuidade, professor. Veja bem, os principais, os principais parâmetros que se devem analisar sempre, né, diariamente, não tem que falar, é o pH, oxigênio, oxigênio 3 vezes por dia e temperatura. Esses, pronto. Os outros vai depender muito da condição do seu sistema. Que são para questões de toxicidade, amônia, nitrito, nitrato. Vai depender muito da questão do seu sistema e a densidade que você está trabalhando e qual fase você está trabalhando, né?

Isso num tanque elevado, né, com algum tipo de revestimento, esse prazo se encurta, porque como ele não tem uma biota própria, ele precisa ser trabalhado, essa biota. Então você, ele, esse prazo é encurta, e ele encurta dependendo do quê? Dependendo da densidade que você vai trabalhar, né? Cada densidade você vai trabalhar. Mas lembrando que aquela fala que eu falei anteriormente, você vai receber 1000 peixes ou 1000 camarões em um determinado volume de água, e aí te mandaram um bônus de 20%.

Você tem que saber o seguinte: aquilo que ia começar a ter problema daí 30 dias vai começar a ter com 20. Então precisa ter essa consciência, porque você tem 20% a mais dentro do seu sistema que está consumindo tudo, né? Além de oxigênio, tudo quanto é que tá consumindo. Quando é nos viveiros escavados, que é a maior parte que nós trabalhamos, a gente fala o seguinte: terminou de fazer a despesca, terminou de fazer a despesca, primeira coisa que você faz, vá na no monge ou no local da despesca, pega um pouco de água com barro, tá?

Não é o correto, não é o ideal, mas é a possibilidade que se tem, né? Você pega um pouco dessa, desse barro, dessa lama, pega um pouco de água daquelas que coloca no carro, né, ionizada, 1 litro, você tem a proporção certa, balança, espera um pouco e faz aferição ali para você ter uma ideia do pH. E ele também vai te dar, se você quiser fazer uma ali de GH, ela vai te dar, ela vai te dar um referencial. Veja bem, não é os dados, ela vai te dar uma referência.

Fez isso aí, encheu o viveiro para o próximo, fez aquela ação. Às vezes as pessoas fazem, eles fazem aquela ação sem ter a questão do solo, né? Fez o processo, fez a fertilização, usou simbiótico com Enziágua para fertilizar a água. E aí, qual é o próximo passo? Fazer as análises daquele tanque. Aí você vai o quê? Aí você vai fazer oxigênio, pH, temperatura, amônia, nitrito, nitrato, salinidade, alcalinidade e dureza. Você pega 7 a 10 parâmetros, você anota isso no canto, que foi no dia, um dia antes de você povoar.

E a partir daqueles dados ali você começa a ter um referencial. Daí uma semana, 15 dias, você vai, faz novamente. Essa faixa vai te dar ideia de consumo desses minerais que ocorreram nesse período. Né, diante da sua densidade. Cada densidade influencia. Aí você tem, aí daí 15 dias você faz um ciclo de 90 dias, você tem um histórico. Esse histórico ele te baliza para uma próxima produção, entendeu? Para você fazer o quê? Para você fazer um planejamento de que você vai precisar.

De quanto de produto que você vai usar, de quanto de insumo que você vai usar, de quanto de produto de bio-remediador, probiótico, tal, você vai utilizar. Mas é essa necessidade que são necessárias ter no campo. Então, se você faz isso, tem, por exemplo, você teve uma, você não teve um crescimento, você vê que o seu FCA tá muito baixo, a turma fala assim, ah, meu FCA tá muito baixo, tal, tem que melhorar de ração, tem que colocar probiótico.

Espera, antes de fazer tudo isso aí faça uma coisa: vê o seu GH e o seu KH, porque eles interferem diretamente. E às vezes não é a ração e nem é o probiótico, é exatamente o GH e KH que estão interferindo. Então, se você faz isso pelo menos durante uma semana nos seus viveiros, você vai ter um histórico. Quando alguma coisa oscilar, você vai ter uma, vai saber o que fazer. Nessa, nessa, nesse desafio, né, que tá todo momento batendo nas portas.

?Voz A

Então, e deixa eu perguntar para vocês, tu anda, já comenta, só para a internet tá falhando de quem, pessoal? Se é a minha, de Cláudio, ou do seu professor Augusto, que eu tô percebendo que Cláudio tá falando aqui, tava dando uma falhada. Não sei se é a minha net O Ed Cláudio, o Ed que trouxe o Augusto. Dá uma sinalizada para mim, Hiraldir. Você que sempre dá um retorno para a gente aí, fala para mim aí. Agora que eu fui perceber que tá os três de azul e a gente não combinou, viu?

Cada um com um tom diferente. Pode isso, azul, ó. Mas deixa lá, ó, deixa eu fazer os comentários aqui da turma para a gente mudar de bloco, tá certo? Marcelão Lima fala aqui: o equilíbrio ônico não beneficia somente os camarões, mas também toda a comunidade plantônica Qual o serve de alimento natural para os camarões? Deixa eu ver aqui. Esse aqui, daqui a pouco deixa essa aqui logo comentar que eu vou fazer as perguntas. Tem duas perguntas, viu, pessoal?

O Shia fala assim: falando sobre balanço higiênico, importante avaliar os parâmetros que nossos colegas estrangeiros usam: condutividade, TDS e ORP. Aí eu vou abrir a brecha para vocês daqui a pouco, para vocês falar sobre isso aí. Nesse ponto. Aí eu quero um comentário geral. Professor Augusto sempre fazendo boas colocações sobre as interações físico-químicas da água. E aí Dona Márcia falou: eu sou testemunha do quanto o professor me ajudou.

E aí, deixa eu ver, ajudou justamente me ensinando a importância dessa química. Ele é o anjo da química e Cláudio na biologia, totalmente sinergia dos dois para ter uma boa produção. Olha, vocês estão com a moral com massa, hein? Tão morando arretado, vocês estão, hein? Deixa eu ver aqui, vamos fazer as perguntas aqui. É o XFI: qual o melhor, Lotar, Dolomita, Dolomítico, custo-benefício, resultado? Quem responde? Pessoal, Augusto, botar você no apertado, responder no aspecto fisicoquímico, correto?

AFAugusto Fonsêca

Custo-benefício, o melhor produto é aquele que se ioniza imediatamente. Então vou ter uma lentidão de dissolução do lotar, da dolomita, né, calcário dolomítico. O custo-benefício, a gente tá justamente focado no seguinte aspecto: O que é que eu busco no meu cultivo? O que é o que eu busco na minha produtividade? O que é que eu busco no meu custo de produção? O que eu busco de resultado final? O que é o que eu busco no desempenho dessa minha qualidade produtiva?

Então, se eu venho justamente analisando todo esse aspecto de maneira profissional empresarial, então eu tenho que justamente buscar excelência de produtos químicos que se ionizem imediatamente. Vou buscar o quê? Talvez seja o caso das associações terem esses sais minerais para fornecer de maneira mais barata do que existe no mercado aí. Associação Brasileira de Criador Caminhão fazer uma parceria para trazer esses produtos do mercado internacional e poder reduzir o custo do valor desses produtos.

E aí você aplicar justamente esses sais minerais e possam ficar biodisponíveis assim no momento que é adicionado na água, não ter a lentidão de dissolução e comprometer as mudas as trocas de carapaça durante todo o processo de cultivo. Realmente, eu não sei, né, não é realmente a minha vivência em fazenda, mas eu pergunto aos dois, ao Cláudio Tião e ao Deraldo: durante um processo de cultivo, quantas mudas um camarão realiza? Quantas carências minerais ele vai sofrer numa água totalmente desequilibrada.

Isso aí é uma pergunta para quem me deu essa curiosidade, porque eu não sei, né, durante um cultivo realmente quantos estresses osmóticos ele pode estar sofrendo ou não tá sofrendo, de acordo com o perfil da água equilibrada.

?Voz A

Eu não estou bem, já vou passar para Cláudio e pedir para o pessoal falar também no chat, que tem vários especialistas aqui, né, que tá no campo o tempo todo. Ei, pessoal! Ó, é, pessoal, alguns perguntou aí, professor, até onde eu saiba, a cada lua muda também, mas depende muito. Tem camarão, dependendo do cultivo, dependendo do ambiente, faz muda semanal. Tá entendendo? Porque ele vai comendo, vai crescendo, e aí vai fazendo a muda.

Mas depende muito de como ele tá ali no ambiente para ver a necessidade. Aí tem camarão que vai fazer toda semana, tem camarão que não vai fazer, mas o ambiente é que vai dizer, né? E aí os especialistas que temos aí, Marcelo Lima, Niraldo Companheiro Limitado e Cláudio Tuam, também pode estar falando uma coisa mais específica. Pelo menos eu vejo dessa forma aonde eu tô acompanhando. Tá certo. Deixa eu ver aqui, temos algumas outras perguntas aqui para ir fazendo também.

É, Niraldo pergunta: Professor Augusto, qual a melhor forma, apresentação e formulação química do cálcio para melhor absorção desse nutriente no camarão? E para que ele serve no desenvolvimento e performance do camarão?

AFAugusto Fonsêca

Geraldo, um abraço para você, né? O cálio, potássio, né? Então aí tem o camarão grampo, né? Então o camarão grampeado é justamente uma carência de potássio, tá certo? A recomendação que eu faço, né, usar o cloreto de potássio, que é um fertilizante que você encontra nas lojas de agropecuária. Você compra, tá certo? E você pode utilizar de justamente né, porque as nossas águas são carentes de potássio. Como são carentes de potássio, a gente tem que adicionar esse potássio na água, né, e vai melhorar justamente o desempenho, né, o desenvolvimento da performance do camarão.

Não esquecendo que não é só o potássio, né, tem que ter cuidado com magnésio também, que é um outro macroelemento que é carente nas nossas águas. Então, associar sempre, né, uma correção de perfil hídrico adequada com a formulação adequada, porque você já tem na água alguma concentração, você vai complementar o que tá faltando dentro de uma sanidade que você quer cultivar. Então tem todos esses aspectos para ser levado em consideração na razão da química da água.

?Voz A

Ó, deixa, antes de fazer a outra pergunta, Marcelão falou aqui, ó, muito na linha que eu tava falando: o ciclo da muda diminui com a idade do camarão, quanto mais jovem, mais mudas. Isso quer dizer o quê? Que na fase inicial ele cresce muito rápido. Então tem camarão que na semana muda mais de uma vez, mas isso tudo depende muito do ambiente, né? Que, por exemplo, tem camarão que tem gente que consegue no ciclo ele ganhar 1 grama, gramas por semana, mas tem lugar que ganha 2 gramas.

Então se ele ganha mais em uma semana, ele vai fazer mais mudas, vai. Mas depende muito do ambiente, como é que ele vai estar, isso que se favorece o crescimento dele. Aí Marcelão também fala aqui, ó, dependendo da fase, nas fases larvais o ciclo muda, chega diário. Por exemplo, as PL, PL1, PL10, 12, 15, então cada dia é uma PL. PL10 é 10 dias, PL12, 12 E aí vai, e aí adiante. Tem também essa questão que na fase inicial, eu entendi que era no viveiro, mas tem essa fase inicial também.

Deixa eu ver a pergunta do Niralda aqui, é sobre a condutividade elétrica e quais as suas interações.

AFAugusto Fonsêca

Ah, professor, olha, é falar de condutividade elétrica, a gente pode falar de sólidos totais dissolvidos, né, que são justamente os cátions e ânions presentes na água. Uma água, como diz Cláudio Dumont, água de radiador, né, uma água deionizada, a condutividade vai ser próxima de zero. Já uma água potável já tem uma condutividade presente, já água do mar tem uma alta condutividade, ou seja, vai lhe dar a informação dos íons na forma de cátions, cargas positivas, E na forma de ânions, cargas negativas que estão presentes dissolvidas na água, que fazem com que essa água conduza a corrente elétrica.

E também é ligado muito a condutividade elétrica aos sólidos totais dissolvidos na água. Então, quando você tem um sólido dissolvido que se dissolve na água, é porque naquele momento ele se ionizou na água, ele formou cátions com cargas positivas e ânions com cargas negativas. Que estão biodisponíveis para o animal poder captá-los na água e assim fazer o seu crescimento.

?Voz A

Então bora lá para o próximo bloco. Já as pessoas já fizeram as perguntas, vamos mudar de bloco agora. Vamos para— deixa eu mudar aqui, né? Tem que mudar a figurinha aqui. Deixa eu tirar aqui essa pergunta do Niraldo. Niraldo, você tá retado, viu? Só tô vendo as perguntas sua aqui. Quero que o pessoal também faça as perguntas, senão a gente não do corte, né? Bloco 2: correção da água e otimização dos custos, né? Quais os benefícios produtivos e econômicos podem ser obtidos por meio do blend de águas com diferentes composições fisico-químicas e salinidade? Seu Augusto, tchau, senhor!

AFAugusto Fonsêca

Agora, justamente, né, isso é um trabalho que a gente faz, tá certo? Você tem, por exemplo, uma água, um poço com água de uma alta salinidade, e tem um rio passando com água de baixa salinidade. Então você quer fazer um blend. Esse blend, essa mistura, justamente é para você compensar uma carência mineral que uma água doce tenha com adição de uma água mais salgada. Então com esse blend você consegue economizar nos macroelementos que ainda possam estar faltando naquele blend.

Então esse blend a gente faz justamente para algumas fazendas, né, alguns produtores que têm fontes de água muito salgada, mas também tem uma água doce na região que ele pode fazer é essa mistura de blends e trabalhar numa salinidade adequada para o cultivo, com uma pequena correção. A correção vai ficar menor, né, o custo, o investimento na correção vai ficar menor, porque essa água de maior salinidade tem uma presença de sais minerais, de macroelementos, em concentrações maiores.

Ou seja, aproveitando a pergunta do Niraldo, né, aumentando a condutividade elétrica estática, que é justamente associada justamente à presença de macroelementos ionizados na água, que fazem com que a água conduza a corrente elétrica. Então esse blend é uma forma, né, de você baratear no investimento de compra de sais minerais quando você tem alguma fonte de água salgada. E tem, para você ter ideia, tem fazendas, né, tem clientes que traz água do mar para fazer o blend de água doce que ele tem.

Ele tem na fazenda água doce e vai buscar lá no mar uma bombona, 10 metros cúbicos, 5 metros cúbicos de água salgada, e vai trabalhar numa sanidade baixa, porque na fazenda ele tem uma água doce. Ele trabalha com 3 ppm, 5 ppm com esse blend. E esse blend, a gente faz a formulação de blend de correção, se assim houver necessidade. Por isso que a gente trabalha justamente com essa, essa ação também de blends de água de composições químicas diferentes para uma sanidade de cultivo, para você economizar no investimento desses minerais.

?Voz A

Cláudio, tu, Cláudio, tá me ouvindo?

CTClaudio Tuamm

É bom. Aí, exatamente isso aí. Essa ponte, os blends, eles fazem, favorece o custo para fazê-lo no Mato Grosso.

?Voz A

Tá falhando.

CTClaudio Tuamm

Agora foi. Posso, né? O que foi, professor? Tá falhando?

?Voz A

Pode falar.

CTClaudio Tuamm

Escutando?

?Voz A

Não ouvi.

CTClaudio Tuamm

Nós estamos fazendo um trabalho junto com um parceiro na fazenda no Mato Grosso, que tem 5 poços. Inclusive, acho que foi o professor Augusto que fez as análises que mandaram para mim aqui. Então são 5 poços diferentes que nós precisamos fazer um blend, né, para produção de juvenil de tilápia. Então, sem Sem isso você não, o custo operacional, porque é uma realidade, né? Outra coisa, você tem, então fazendo um blend, sabemos que vamos ter que fazer uma composição, né, de algum, só que também fizemos uma bacia de decantação para aproveitar essa água da despesca e a água, e a água de descarga de fundo.

São dois tanques diferentes, mas são dois tanques diferentes para utilizar. Então nós vamos fazer todo um processo, né, nesse tanque de decantação. Ele vai passar um período de 72 horas no processo trabalhando quimicamente nesse tanque, né, para depois bombear essa água para um tanque pulmão para fazer as correções, para depois voltar para os tanques de povoamento. Isso serve para tanto para camarão, tudo. Então, mas o principal, por quê?

Porque a água é cara, né, porque tratar, cuidar dessa água é muito cara. Então simplesmente são Esse sistema tá sendo trabalhado exatamente por isso. Você faz um blend, você faz análises todas, enche esse tanque pulmão. Esse tanque pulmão alimenta todos os outros tanques de produção. Nas despesas que eles vão para um tanque de decantação, nesse tanque de decantação é feito um processo de 72 horas. Aliás, são dois estágios de 72 horas, né?

Um trabalho químico de 72 horas no primeiro momento, depois um trabalho biológico de mais de 72 horas. Ela retorna, passa por um filtro, para um filtro de carvão ativado e bentonita, e depois sobe para o tanque pulmão de novo para fazer as correções necessárias. Sem isso é impossível produzir, né? Se produz com baixa qualidade e com FCA muito baixo.

?Voz A

Tô aqui, tô aqui, tô aqui. Então eu tô buscando o portfólio da ITEP para botar para turma lá nos seguidores. Enquanto vocês estão falando aqui, eu vou ouvindo e tocando. Eu tenho que fazer as coisas para deixar os meninos mais lá com um bocado de coisa. Inclusive, eu vou pedir a vocês dois que me disponibilize material para colocar lá na live de vocês, tá certo? Vê se vocês acham interessante para a turma aqui. Vamos para nossa segunda.

E aí, acho que é uma pergunta que é interessantíssima. Pessoalmente, diante da interiorização da criação de camarão, da carcinicultura no Brasil. Inclusive, hoje fizeram uma pergunta no Arca Nordeste querendo saber, e eu disse, olha, quem vai saber essa pergunta é Cláudio Tuan. Deixa eu até ver aqui, porque foi uma pergunta interessante que foi uma pessoa no grupo do Arca Nordeste Ele perguntando, e aí Marcelão deu uma resposta lá, foi Onivaldo.

Ele perguntou aqui: pelo levantamento do IBGE, parece, aparece produção de camarão no interior da Bahia, em Canudos, Barreiras e Cansaçã. Alguém sabe informar se é Banameia, Rosenberg ou outro? Eu fiquei intrigado. Barreiras meio que eu sabia alguma coisa, agora Cansaçã e Canudos Eu não sabia, tá entendendo? Aí Marcelão falou que ele tá aqui na live, ele pode falar até melhor, que tinha, foi até um cliente dele, um produto que ele acompanhou lá em Barreiras. Os outros dois lugares a gente não sabia quem era.

AFAugusto Fonsêca

Eu fiz um análise para Canudos, para Vana May, viu? Um cliente, a gente pegou uma água dele, fez a formulação para cultivo de Vana May, viu? Eu recordo bem. De um cliente daquela região.

?Voz A

Então, então bora lá. Então deixa eu fazer essa pergunta para vocês aqui, que é interessante. Tem uma, pode falar, Cláudio.

CTClaudio Tuamm

Não, sobre a questão canudo, e não só canudos, tem uma, me ajudou até a Ofelândia E tem uma outra cidadezinha também que tem produção de bananeiro, entendeu? Não lembro o nome da cidade, mas tem sim. Inclusive, uma engenheira de pesca da UNEB que tava dando suporte lá, nós fizemos uma parceria e eu tô mandando material para ela. Para ela, aliás, desculpa.

?Voz A

Eu sei que o pessoal cria alguma coisa em Chiquichique também, naquela região.

CTClaudio Tuamm

Chiquichique, não, Chiquichique tem.

?Voz A

Mas bora lá.

CTClaudio Tuamm

É lá o professor Pedro, né? Lá eles trabalham, lá o professor Pedro.

?Voz A

Sim, professor Pedro, é Pedro Gargu.

CTClaudio Tuamm

Lá naquela região, professor Pedro e professor André, eles fazem com Vanamei e fazem Rosenberg.

?Voz A

Isso mesmo. Bora aqui para pergunta que a gente tem aqui, ó. O rejeito de salinizadores e de salinas pode ser utilizado como fonte de macroelementos para corrigir água de baixa salinidade? Quais são os cuidados necessários?

AFAugusto Fonsêca

Professor Augusto, aí é pergunta bem interessante, né? Porque nessa pergunta eu vou trazer novidade, viu? Vou trazer uma novidade da pode revolucionar o cultivo de camarão Vannamei realmente onde tem águas doces. Eu primeiro vou falar sobre os rejeitos dos dessalinizadores. Como eu falei antes, a litologia do nosso solo é pobre em potássio e magnésio. Então os rejeitos desses dessalinizadores são em cloreto de sódio, tem pouco magnésio e pouco potássio.

Eu posso fazer a correção de boa sanidade com o blend, com esse rejeito, com água doce, mas vou ter também uma carência de potássio e de magnésio que eu vou ter que corrigir. Já os rejeitos das salinas, a salina pegou água do mar, ou seja, com todos os macroelementos em equilíbrio, tira o cloreto de sódio. Então o rejeito de uma salina é riquíssima nos outros macroelementos, ele fica com a carência de cloreto de sódio, e é riquíssima em microelementos.

Eu posso usar também, mas eu tenho que fazer uma correção desse blend. Qual é a carência mineral que ainda existe após esse blend e fazer a adição daquela concentração necessária para manter o perfil único adequado. Dentro dessa colocação, eu venho fazer aqui uma informação muito importante, onde eu convoco as academias a abraçarem essa causa. Vocês sabem que Fortaleza tá instalando uma usina dessalinizadora de água para atender uma população de 720 mil habitantes.

Essa usina, pelo que eu estudei, ela vai ter uma proporção de geração de rejeito de 52,5%. Ela vai gerar 112 mil metros cúbicos por dia de rejeito de água com a salinidade 62, cujo rejeito é riquíssimo em macro e microelementos totalmente equilibrados. Eu não tirei nem sódio, nem cálcio, nem magnésio, tá todos lá concentrados. Então, para vocês terem ideia, eu fiz até aqui um estudo. Se eu quero trabalhar com 3 PPT no cultivo e eu tenho água doce.

Para você ter ideia, se eu quero produzir, que se eu quero ter um viveiro de 1 metro cúbico de água, coloquei água doce no viveiro de 1.000 metros cúbicos, eu só vou adicionar desse rejeito da salina 40 metros cúbicos e a minha água vai para 3 PPT totalmente equilibrada e com microelementos presentes, não só macroelementos, Um rejeito de uma unidade de osmose que tá indo para o lixo. O segundo, 40 litros, 5 ppt. Vamos trabalhar 5 ppt.

Para 5 ppt em 1.000 metros cúbicos, eu vou usar 79 metros cúbicos da água do rejeito da unidade de osmose de Fortaleza, que vai ser jogada no mar, matéria-prima, uma mina de macromicrôelementos de excelente qualidade. Se eu quero trabalhar com 10 ppt no meu viveiro de água adicionada desses sais minerais, eu vou para 10 ppt, 183 metros cúbicos desse rejeito vão ser lançados por dia 112 mil metros cúbicos no mar. Veja só que mina de macro e microelementos nós vamos ter em Fortaleza para justamente fazer a adição na água, nas águas doces.

E aí você vai ter o quê? Um pool de fazendas usando o rejeito Então imagine todas as margens do Rio Doce, eu poder ter as minhas fazendas buscando um rejeito que tá sendo descartado, que é uma preciosidade que a gente pode usar ela na cultura do camarão Vannamei em todo o Brasil. Produto de excelente qualidade. Então, o que é química? Você pega, fazer com que o rejeito de uma atividade seja matéria-prima de outra atividade. Isso é a química de excelência que eu tô trazendo para vocês aqui.

Isso aí eu convoco professor Pedro Martins, professor Luiz Otávio, os professores envolvidos no cultivo de espécies aquáticas, para olhar com bons olhos desse rejeito dessa salina, dessa unidade de osmose na cidade de Fortaleza. São 112 mil metros cúbicos por dia lançado no mar. Macro e microelementos riquíssimos que vão ser descartados. Tem lá todo o cálcio, todo o magnésio, todo o sódio, todo o potássio, todo o cloro, todos os outros presentes, além dos microelementos.

Eu só terei água, tá? Para população, o resto tá totalmente concentrado. Então eu posso fazer as diluições necessárias para a sanidade que eu quero cultivar. Imagine essa mina aí disponível daqui a 2 anos, se Deus quiser. É isso aí que eu faço uma colocação para você, né? Aproveitar esse podcast para fazer essa colocação, a tratar. Agora, no meu nome, tá disponível para fazer parte desse grupo de de mão de obra para ser capaz de utilizar essa mina.

Isso é uma mina que a gente vai estar presente aí. A gente vai ter até agora que eu sei que vai ser jogado no mar. Então não é para água estuarina, viu, pessoal? Água doce. Então é isso aí que a gente tem, rapaz. Essa riqueza daqui a 2 anos vai estar disponível para para essa aplicação.

CTClaudio Tuamm

Fabuloso, fabuloso.

?Voz A

Então, então, o negócio é muito material jogado que vai ser jogado fora, né, se não for utilizado. Uma mina de dinheiro, né, professor Augusto? Uma mina de dinheiro. Então, mas a turma aqui que te ouvia, a gente agora que tem poucos, mas depois que assiste a gente—

AFAugusto Fonsêca

Oi, tem vendedor de sais minerais, vai achar ruim isso, viu? Quem vende sais minerais vai achar ruim isso aí, porque tá lá pronto, tá os sais minerais totalmente puros, né, concentrados lá no recheio, né? Não só os macros, mas todos os microelementos presentes na água do mar, tá lá.

CTClaudio Tuamm

Presente.

?Voz A

Então, então, então, então, agradecer a turma que tá no Instagram assistindo. Renatão tá assistindo, Tadeu, Aquanute, Micaela, Ricardão, maior engenheiro de peça do Brasil, Eduardo Binatti, meu amigo, meu parceiro Hamilton Pereira, nadador de primeira linha, já fez travessia mais grande de Salvador. Acabei de ter as contas, as contas. 11 km só de travessia nadando. Jordão, deixa eu ver. Alice, sou professor. Glauber, aí, Bahia.

Fabiano, Gisele Vargas, Marcelo Freitas, Simão Pedro, Tilápia do Recanto, Railton. Várias pessoas aqui passando lá no Instagram. Então no Instagram tem aquela rotatividade grande. Ó, é, Marcelão fala aqui, ó: excelente ideia o uso do rejeito de sensibilizadores, fantástico. Se souberem do interesse da Caixa Futura, vão começar a cobrar pelo produto. Dessa forma aí, Marcelão, dessa forma aí. Vamos lá para nossa última pergunta do bloco.

AFAugusto Fonsêca

Pera aí, parceiro, vou aproveitar sua colocação. O estudo de impacto ambiental foi aprovado, né? E a destinação é o descarte no mar, viu? Então quem for empresário ou quem for um político, dê um pouquinho desses 72 mil metros cúbicos por dia para doar para a Cassino Cultura Brasileira. Doe só um pouquinho, um pouquinho é suficiente, viu? Disponibilize isso gratuitamente. Para a Cassinocultura brasileira. Ela vai agradecer porque no projeto aprovado é descarte no mar essa mina de macro e microelementos.

Colocação do Professor Augusto para toda a Cassinocultura brasileira. Que os nossos políticos, nossos homens públicos, nossas academias abracem o aproveitamento dessa mina, dessa riqueza mineral que nós vamos ter disponível.

?Voz A

A dica foi dada pelo professor Augusto, já a dica foi dada, capita quem quiser. Bora lá, deixa eu ver se tem alguma pergunta da turma aqui. Não, então vamos para nossa última pergunta desse bloco, pessoal. Vamos fazendo aí, a turma A pergunta desse bloco: ao final de um ciclo produtivo, é possível reutilizar a água no cultivo seguinte? Quais critérios devem ser considerados para essa decisão? Vou puxar Cláudio Tuan. Professor Augusto acabou de responder a primeira essa pergunta.

Vou passar Cláudio Tuan depois que o professor Augusto fala um pouquinho. Cláudio Tuan, o que que você acha aí?

CTClaudio Tuamm

Vamos lá, lógico, lógico, lógico. Se fosse assim, a água do Tietê todo mundo usava para beber. A água tem que ser trabalhada, ela tem que ser preparada. Eu acho que você lembra, Dedé, assim, quando você lembra quando ali em Camacã, Thiago, assim, você lembra do Tiagão, que que ele fez durante 4 anos? Ele produziu com a mesma água camarão, entendeu? Fazer a ciclagem. Você tem um processo adequado, você tem um processo de decantação, tempo de decantação.

Depois de decantação você vai separar essas águas de fundo. Se ela tiver no seu processo de decantação, ela tiver um descarga de fundo, você vai dar descarga de fundo e trabalha ali primeiro, primeiro reduzindo o pH dessa água para 2, 3, para que todos os patógenos, vírus caiam lá embaixo, entendeu? Ponto. Aí depois você começa a elevar essa alcalinidade, né, ou esse pH. E ao elevar esse pH, muita aeração, pH, você vem com os produtos biológicos e você vai trabalhando a natureza físico-química biológica dessa água.

E depois retorna lá para o tanque. Então eu já pré-falei isso anteriormente no sistema que eu tô falando, que nós estamos fazendo lá no Mato Grosso. Você vai trabalhar isso. Vamos dizer, o rejeito dessa água, ela que não precisa existir, tá? Ela é o mínimo que se faz de descarga de fundo, que é aquela que tá com um volume grande de matéria orgânica, né, de matéria orgânica. Que também serve para fazer outras coisas na agricultura, tá?

Mas vamos dizer que não tenha, só fazer isso é simples. Quer dizer, simples, mas tem que ser feito. Primeiro, se você teve problema na região de alguma questões de vírus ou patógeno, alguma coisa, o ideal é pegar essa água, trabalhar para que esse pH reduza 2, 3, máximo possível, né? Deixa um período ali, tantas horas, porque isso tem uns artigos que informam, orienta isso aí. Depois você começa a trabalhar o pH, levantando o pH dessa água biologicamente, você trabalhando ela.

E aí você retorna ela para trabalhar. Veja bem, você não perdeu nada dessa água, entendeu? O que você trabalhou, porque os macros e micronutrientes continuam nela, os minerais estão lá. O que você trabalhou foi a parte biológica, você matou tudo aquilo que foi biológico, né? Ou quando você não mata, você impede ele de se multiplicar, né? Então você faz esse trabalho para depois ele retornar. É possível, é assim que muitos lugares fazem, é assim que muitos países fazem, principalmente a Ásia trabalha muito sempre questões de água, porque é muito caro.

Então é possível e é viável que nós temos que fazer. Já foi falado, né, nós vamos levar água lá. Então é possível.

AFAugusto Fonsêca

Vamos falar um pouco mais, enriquecer a colocação de Cláudio Tuan, tá certo? Aí você vê, a gente já fala e a parte com a parte de tratamento de água, né? Então É importante a gente verificar que você tem certos recursos na área do tratamento de água química, né, que podem ser aplicados justamente durante o cultivo, né. A zeólita é um material excelente para remoção de amônia e ela tem um desempenho excelente em 3 ppt. Já com a sua idade maior, ele vai ter uma complicação, né, de íons competitivos.

Então é importante que a gente tenha uma visão de tratamento de uma água para reutilizar em processos. E o outro, uma dica, né, que Deraldo gosta muito de dica, que em 3 ppt a tilápia tem um excelente desempenho. Então você pode trabalhar com recirculação de água, né, passando por filtros com zeólitas. Com, se você quiser, pode utilizar ultravioleta, tá certo? Se, dependendo da turbidez da água, se você tiver uma bacia de decantação e você tiver o seu viveiro com o cultivo da espécie biológica, você pode nessa bacia de decantação utilizar um agente desinfectante como o hidróxido, o peróxido de hidrogênio, peróxido de potássio.

Você pode usar o permanganato de potássio, você pode usar o cloro, você pode usar vários agentes desinfectantes naquela bacia de decantação para você justamente reduzir essa carga biológica presente naquela água de fundo de viveiro. Ou seja, as tecnologias de aplicação existem, né, tá certo? O que precisa a gente ter o conhecimento técnico dessa aplicação e aí fazer aplicação. E então você pode usar a água vários, vários ciclos.

Eu digo, eu digo bem para vocês, né? Vocês sabem que a Bíblia cita lá o batizado de Jesus Cristo por João Batista. Quantos moldes de moléculas foi que caíram na cabeça de Jesus? Será que um dia eu tomando banho, um mol dessa molécula não tá na água do meu chuveiro? Porque o ciclo da água é na natureza toda, e a água se renova. A água suja é uma água, água H2O. Então eu preciso ter um tratamento para limpar a minha água e utilizar essa minha água.

Existem as tecnologias, existe a centrifugação, existe a decantação, tem vários, tem a retenção. Então você tem, né, que aplicar a tecnologia no tratamento da sua água, e essa aplicação vai trazer benefícios no uso da sua água aí, vários ciclos. Eu não sei quando vai acontecer, mas veja só o que eu tô dizendo: o Ibama mais cedo ou mais tarde vai proibir o descarte de águas na área da aquicultura. Isso aí não tá tarde não. As questões ambientais estão aí sérias, tá certo?

E você sabe que um dia vai chegar isso, porque você tá usando, jogando fora H2O, tá suja, você tá jogando a sujeira. Vai chegar um dia que vai ser proibido o descarte de águas em atividades que usam esse, esse solvente universal como uma das matérias-primas no seu processo produtivo.

?Voz A

Professor, eu não duvido não, viu? Eu não duvido não, porque do jeito que tá apertando as coisas, mas assim, é muita responsabilidade da turma aqui que, que, que, como é que, como é, meu Deus do céu, a turma que usa, né, muito responsável. Eita, Cláudio Tonho caiu, a internet dele tá ruim, que eu falei nesse chat com ele aqui pelo Zap para ver como é que ele está horrível lá. Vamos ver se ele volta. Enquanto isso, a turma não fez nenhuma pergunta aqui, vamos passar para o próximo bloco.

E pior que é o bloco onde é o foco dele, né, professor? Manejo biológico da água, né? Que agora que, rapaz, deixa eu ver se ele vai voltar aí. Enquanto isso, turma, vamos fazendo suas perguntas. Geraldinho, Marcelão, quem tiver aí. E olha, Renatão deu boa noite lá no Instagram. Renatão tá assistindo a gente, obrigado pela audiência, Renatão. Já tá na hora você vir, meu irmão, fazer outra live com a gente, hein? Já tá na hora, já Querendo trazer esse turma que tem mais de 2 anos sem vir aqui.

Olha, Cláudio, tu voltou! Deixa eu ver se ele conecta aqui bonitinho. Deixa eu ver, tá chegando. Tu já é no seu bloco, você caiu na hora do seu bloco. Já que você aproveitar que você já chegou de braço pronto, ó: como manejo biológico contribui para a estabilidade da água durante o cultivo? A net dele lá não tá boa não. Acho que tá chovendo por aí, né, para a net tá ruim assim. Você tá mudo, Tuano? Seu áudio tá mudo, congelou, tá mudo ainda.

Ative aí, aqui eu não consigo não. Pronto, agora você pode. Ao vivo é assim, pessoal. Ao vivo é assim. Pronto, pode falar.

CTClaudio Tuamm

Bem ruim, pode falar.

?Voz A

Estamos ouvindo o celular. Ó, eu tô, eu entrei pelo celular para ver se fica melhor. Usa, você usa o mesmo link que eu te mandei, aí você pode usar, já que tá tendo esse problema com a internet sua da casa. Então, pessoal, deixa eu ver aqui, temos audiência no— já, ó, já Renatão já me deu o aval dele aqui, ó. Será um prazer. Então vou ver aqui como é que tá minha agenda, que tá uma disputa nessa turma que já passou na live esse ano.

Triste, temos tocando, ó, professor Augusto Tuam, Mas tô esperando Dimitros me responder. Tem mais uns 2 aí, eu tenho agora com Renatão, tem uns 2 ou 3 aí que já fez live com a gente para a gente trazer. Luana, a hora você sinaliza aí. Deixa eu, ó, pessoal, é outra coisa, hein, vai se ligando que a gente tem, para quem chegou depois, nós temos 3 análises de água e 3 produtos. Né, casado. Primeiro prêmio, primeiro, primeira pergunta que a gente lançar, que vai ser o professor Augusto vai fazer, vai ser uma análise de água e um balde de 4 kg do Biofish.

Opa aí, 4 kg do Biofish! A segunda, uma análise de água e 4 kg, um balde de 4 kg do Bio Shrimp. E a terceira, que a segunda pergunta vai ser Cláudio Tuam, e a terceira pergunta que vai ser eu vai ser uma análise de água e um sachê do Hiperblock, produto que tá começando a fazer um sucessinho aí com a turma, que é uma pastilha biorremediadora, e que vocês vão se surpreender com os resultados que tá já acontecendo para o Brasil afora.

Cláudio, tuan, tá aí. Tu faz o seguinte, a imagem sua fica essa que você tá E aí você muta essa que tá aparecendo e a outra que eu colocar no estúdio, você só fica falando para ver se melhora.

CTClaudio Tuamm

Agora você tá me ouvindo?

?Voz A

Pronto, se quiser você pode ficar, só bota o celular.

CTClaudio Tuamm

Deixa eu ver então, então vou ficar aqui então. Pronto, fica com essa, você não vai demorar muito, né? Apagar aqui, então pronto.

?Voz A

Pronto, você vai ficar só com esse agora. Removi o outro, tá no estúdio só.

CTClaudio Tuamm

Pronto, ótimo, beleza. Vamos lá então.

?Voz A

Você quiser, você pode virar o celular para ficar no perfil que tá dos outros só. Veja aí, é assim ao vivo, é assim. Pronto, tá melhorou. Melhorou 100%.

CTClaudio Tuamm

Então pronto, a hora que eu cansar, porque eu não tenho— bom, vamos embora.

?Voz A

Daqui a pouco você ajusta.

CTClaudio Tuamm

É comigo?

?Voz A

É com você. Como o manejo biológico contribui para estabilidade da água durante o cultivo?

CTClaudio Tuamm

Nossa, aí é Bom, o manejo biológico, ele envolve produtos, né, já tá falando biológico, né, produtos biológicos, e principalmente a questão do manejo em si, do preparo, do fazer e das aplicações, né. Ela tem um processo que se deve olhar e ele é fundamental para esse cultivo e principalmente para questões de manter qualidade de água, não só físico-química. No bloco passado, acho que no primeiro bloco, no segundo bloco, nós acabamos comentando que se você não souber fazer a dose de um determinado produto, o que vai acontecer?

Ele vai consumir muito mais alcalinidade, né, por causa da concentração de produto que foi que foi feito o manejo, tá? Então há uma necessidade de compreender isso. E como trabalhar para que você tenha esse ambiente equilibrado? Primeiro, é o que nós já vimos falando nos outros blocos anteriores, as questões físico-químicas. Sem elas, a parte biológica não acontece. A parte biológica Tá dando microfone aí, não tá?

?Voz A

Pode continuar.

CTClaudio Tuamm

Pronto, passou aqui. Então, sem ela, né, sem a parte físico-química, que são as correções, a biológica é prejudicada. Então elas estão entrelaçadas e é cada um tem o seu tempo e o seu momento. Antes de fazer uma correção biológica, o ideal O ideal, não que tem que ser feito, o ideal é fazer primeiro uma análise do seu GH, TSH, alcalinidade e dureza, para depois você entrar com as dosagens efetivas, né, para estabilidade desse sistema.

Porque você pode estar entrando com uma dosagem que para aquele momento ela vai cair no sistema como uma dosagem de choque, ou uma dosagem de correção, ou uma dosagem de manutenção. Tá? E isso vai afetar diretamente na estabilidade do sistema.

?Voz A

Professor Augusto, o seu agora um pouquinho.

AFAugusto Fonsêca

Tu colocou bem, né? A bioquímica da água, tá certo? Então a bioquímica da água tem que estar ajustamento bem equilibrada, tanto a parte biológica como a parte química. Ele falou dois prâmbulos, a quantidade total e a dureza total. Mas se eu for enriquecer na parte química, eu venho colocar o potássio, o cálcio, magnésio, ou seja, a quantificação também desses macroelementos, viu? Aí são esses aspectos que a gente tá vendo também dentro ver essa visão, esse cuidado, né, da contribuição do manejo biológico numa condição de uma estabilidade de uma água adequada para aquele manejo biológico.

?Voz A

Pronto, então vamos lá, né, a turma. Só dica: bota no notebook o celular apoiado de lado para você não cansar seu braço, porque você vai ficar segurando, vai cansar o braço daqui a pouco.

CTClaudio Tuamm

Mas já tá cansado.

?Voz A

Vamos lá para o próximo bloco. Ao vivo é assim, pessoal. Deu problema na internet dele de casa, do celular tá mil vezes melhor. Tá nos dados, é nos dados móveis que eu percebi. Isso foi mudar para os dados móveis, melhorou, melhorou aí, melhorou sim. Aí você apoiou, agora pronto, tá de boa.

CTClaudio Tuamm

Tá de boa, tá de boa.

?Voz A

Aí o que que eu vou fazer? Eu vou colocar a câmera sua quando você for falar, a do notebook, você fala por esse. E aí eu já mutei aqui já. Beleza, então aí fica mais fácil para você, a imagem fica uma. Deixa eu ver aqui agora.

CTClaudio Tuamm

Eu que se embaraçou aí, se enrolou.

?Voz A

Eu que me embaracei todo aqui agora. Só muda se você tiver aqui. Bora lá, como funcionam os biorremediadores? Qual é a sua curva de crescimento? Por quanto tempo permanece eficiente no sistema? Você quer que eu boto aquela apresentação para mostrar o pessoal?

CTClaudio Tuamm

Legal, só precisava. Deixa eu ver aqui qual é, qual, qual.

?Voz A

E aí, qual é a que eu vou abrir aqui?

CTClaudio Tuamm

E a gente vai direto para ela na No tamanho, né, no slide.

?Voz A

Eu acho que é a página 8. Eu acho que é 8. É, então deixa eu botar aqui, compartilhar.

CTClaudio Tuamm

Pode começar, começar na 5, coisa rápida.

?Voz A

Pronto, na 5. Ver se aparece para vocês, mas deixa eu ter que mudar o formato aqui rapidinho. Pronto, deixa eu ampliar aqui, dá para vocês verem aí, porque eu quando eu coloco o compartilhamento eu fico sem— eu vou retirar a pergunta aqui para ficar mais fácil, entendeu? Pronto. Não, não, essa é assim que é agora. Pronto, eu acho que agora ficou legal.

CTClaudio Tuamm

Pronto, bom, beleza. Mas aí ficou com vocês aí. É por isso que eu tô achando que não— bom, aqui no meu não, tá ótimo. Para mim tá tranquilo.

?Voz A

É porque agora eu fico sem imagem.

CTClaudio Tuamm

Beleza então. Bom, a questão dos biorremediadores, né? O que é a palavra biorremediador? Ela tem sido constantemente trabalhada na aquicultura não faz muito tempo, porque a gente trabalhava muito era probiótico, né? Probiótico, probiótico, probiótico. Então se trabalhava muito essa essa terminologia. E a turma fala probiótico de solo, probiótico de água, né? Enfim, se usa muito essas terminologias ainda, mas a palavra biorremediador ela já era utilizada para trabalhos em tratamentos de efluente em grandes estações, que eram cepas específicas, né?

São uma fórmula, não uma formulação, uma fórmula específica de de cepas para fazer o processo de biorremediação. Então, e dentro dessa terminologia, é tanto que você não consegue registrar, legalizar um biorremediador com algumas situações, se ele aparentar ou se ele tiver na formulação como se fosse um probiótico. E vice-versa, você não consegue chegar no mapa e registrar ou cadastrar, né, ou legalizar um biorremediador, porque para eles é probiótico que é para melhorar a questão da qualidade de água, mas no sentido efetivo diretamente nos animais.

Já o biorremediador não, é para o meio ambiente, né, então ele é Ibama. Trabalhar com o IBAMA. Mas independente do biorremediador, ou biorremediador, ou probiótico, ou bioestimulador, tudo que tem microrganismo, produto que tenha microrganismo e que vai entrar num tanque, num tanque, ele tem o seu prazo, vamos dizer, de vida. Aí ele tem o seu tempo ali de atividade biológica de atividade biológica, que a gente separa em 3, em 4 momentos.

A primeira fase é a hora que você aplica o produto, independente seja um biorremediador, seja um bioestimulador, seja um probiótico no ambiente, na água, né? Você tem o primeiro momento de aplicação que a gente chama de lag, depois você tem o próximo estágio que é chamado de log, né, que é onde é o crescimento, ele cresce exponencialmente grande. Depois você tem o processo estacionário e por último você tem a fase de morte. Aí, se você quiser levar lá no último, lá naquele lá no 8, fica melhor.

No 7, aliás, fica melhor a compreensão. Aí eu no 7, esse é o 8, no 7 tá logo abaixo ou aí em cima, é esse, pronto. Eu não sei se todos estão conseguindo ver o seguinte agora. Beleza, agora que a gente precisa entender o seguinte: essa curva, ela precisa tudo estar dentro de um dos parâmetros, tá? De um pH, de oxigenação, de OD, ele precisa estar de dureza, de alcalinidade, ela precisa estar estável. Né, e principalmente o pH e temperatura, ela precisa estar estável e dentro de uma faixa, vamos dizer, de conforto, para que essa curva ela se mantenha e trabalhe nessa faixa.

Caso esses parâmetros estejam, não estejam dentro do mínimo aceitável, essa curva ela tende a reduzir. Então, ao invés dela demorar 36 horas ou 72 horas, ela pode reduzir. E aí que entra a situação: se você não tem um balanço físico-químico dessa água, né, ou você tem as informações dessa água, que é pH, temperatura, oxigênio e tal, você começa a fazer uma aplicação de um produto dele, qual que seja, meio que no escuro, porque sem essa informação você não sabe como que o produto vai se comportar, se ele vai, se naquele momento que você aplicou ele vai começar a ter uma atividade daí 6 horas, 4 horas, ou se ele vai demorar 12 horas para começar a ter uma efetividade.

Então é uma necessidade desses parâmetros estarem linkados, associados, né? Nessa curva, lembrando o seguinte, isso aqui é uma ideia de bacilos, tá? Para vacilos, mas esse prazo pode reduzir, tá? Esse prazo pode reduzir. Então nessa imagem que vocês estão vendo, embaixo tá escrito o seguinte: é o momento que é o lag, né, que a aplicação que é zero, e daí 4 horas você começa essa curva, né? Daí 4 horas, 5 horas, 6 horas, vai depender da formulação do produto.

Esses microrganismos, eles começam a se multiplicar, né? Com 12 horas, 18 horas, ele tem o seu crescimento exponencial. Aí ele cresce muito rápido, muito rápido. E depois ele tem um processo de estacionário, que é o momento que a multiplicação dele tá em cima, né, que ele mantém estável. Mas depois de 36 horas, 40 horas, essa curva de crescimento ela começa a cair. Você tem mais, mais microrganismos morrendo do que microrganismos se multiplicando.

E no final de 72 horas, essa atividade ela cessa. Aí que vem uma situação extremamente importante. Desde quando eu trabalho com aquicultura, desde 2017, a gente sempre orientou o seguinte, ó: nunca faça uma aplicação de um produto em uma, em uma vez na semana. Você precisa fazer pelo menos 2 vezes na semana. Você não, e a turma fala assim, mas eu vou gastar muito. Não, você não vai gastar muito. Se você aplica 100 gramas de produto na semana, você vai dividir ela em 2 aplicações de 50.

Por quê? Porque vamos dizer o seguinte, se você aplica um produto na segunda-feira de manhã de quarta-feira para quinta, ele já perdeu 80% da sua atividade. Ela já perdeu 80% da sua atividade. O que acontece? Aí você tem quinta-feira, sexta, sábado e domingo você aplicando, né, você dando ração para os seus animais, vai ter acúmulo de matéria orgânica. Esse acúmulo vai acontecer porque você, a baixa atividade, ela não consegue consumir o nitrogenado.

Então se você pega e aplica na segunda, uma ideia, aplica na segunda-feira de manhã E quando for de quarta para quinta ou de quinta-feira, o ideal é de quarta para quinta você faz uma nova aplicação. Quando chegar de quinta-feira à noite para sexta-feira, essa curva já entrou em exponencial. E no sábado ela começou já entrar na sua zona estacionária. Então você vai ter sempre uma atividade biológica completa dentro desse sistema.

E você vai ter o quê? Menos acúmulo de matéria orgânica. E aí você pode falar assim, ah, Cláudio, mas eu trabalho com sistema hiperintensivo, né, de tanques elevados, e eu aplico todo dia um pouco e eu tenho acúmulo de matéria orgânica. E aí falta um cálculo para entender qual é o coeficiente de nitrogênio que está entrando dentro do seu sistema, entendeu, que é referente à ração para você fazer a compensação. Então, se você tá dando X de um biorremediador, de um produto na água, e daí 15 dias você continua com a mesma dose, ela já entrou em deficiência.

Você tem que corrigir essa dose. E o ponto principal é que dentro de um sistema hiperintensivo, essa aplicação ela não deve ocorrer a cada 24 horas, ela deve ocorrer a cada 6 horas. Você vai pegar, vai pegar o total da dose da semana, dividir ela na dose diária, e dessa dose diária você vai dividir em mais duas, que vai ser aplicação de cada 6 horas. Então você começa a trabalhar, forçar esse sistema, se ele estiver dentro dos parâmetros adequados, a forçar.

E aí você não vai ter acúmulo de matéria orgânica. É dessa forma que se trabalha um produto biológico, seja ele de qualquer natureza, que vai ser colocado na água. Agora, você tem os produtos específicos, né? Você tem o biorremediador, que o próprio nome tá falando que ele é para biorremediar. O probiótico, ele vai estimular o meio como um bioestimulador. Né, ele não, não tem a finalidade, porque os microrganismos que estão lá dentro, mesmo que sejam, mesmo que seja da mesma espécie, eles não foram trabalhados, eles não foram preparados para que ele degrade matéria orgânica.

Ele vai fazê-lo? Vai. Mas ele não vai. Por isso que o biorremediador tem essa conotação, ele foi preparado, foram cepas preparadas para fazer essa biorremediação. É por isso que a turma fala, existe um produto muito famoso no mercado que a turma fala assim, é um probiótico de solo. Não, aquelas cepas foram trabalhadas, aquelas espécies foram trabalhadas, né, e a formulação dela transformou aquilo num biorremediador. Existe biorremediador para coluna d'água?

Existe biorremediador para o solo? Não. O que existe são manejos. Você tem um manejo adequado para coluna d'água e você tem um manejo adequado para fundo de viveiro com o mesmo produto, tá? Então é esse trabalho, ele depende muito do conhecimento de quem está dando suporte para aplicação desses produtos. Vamos lá, passo para o professor aí.

?Voz A

Pronto, professor, agora o senhor.

AFAugusto Fonsêca

Cláudio, muito obrigado pela sua aula, viu? Um ponto que eu quero destacar da sua fala é justamente manter uma fase estacionária constante, né, durante o cultivo, com a adição numa frequência, né, que deve ser definida durante esse cultivo. Então, se você tem aquela fase Só sempre presente, você vai ter um desempenho muito bom, justamente na função da que se destina essa aplicação. Muito obrigado, parabéns, e obrigado pelos ensinamentos.

CTClaudio Tuamm

Geraldo, coloca o slide 09 aí, que aí dá para entender um pouquinho da questão das cepas aí, aquilo que nós estávamos falando. Abaixo, porque para mim aqui, essa, pronto, essa, essa é fantástica. Essa, ela só demonstra realmente aquilo que nós estamos explicando, falando para vocês. Veja bem, esse gráfico, ele foi trabalhado para questões de víbrio, mas se você olhar bem Você vai ver o seguinte, que você tem nesse gráfico, você tem 6 tipos de bacilos, 6 tipos de bacilos.

Esquece que foi trabalhado para víbrio, tá? Você tem 6 bacilos, e dos 6 bacilos, só o bacilo cruzinha, né, 3, é que teve melhor reação. Só ele que teve. Os outros todos são bacilos subtílis, mas só o 3 que teve ação efetiva contra víbrios. O mesmo ocorre no biorremediador, o mesmo ocorre no biorremediador. Você pode ter bacilos subtílis, a gente, as pessoas falam, ah, mas o meu produto tem bacilos subtílis. Sim, mas qual bacilo subtílis?

Ele foi preparado, ele foi trabalhado para degradar matéria orgânica, ou ele foi comprado na China igual muitas indústrias fazem, ou empresas fazem, compram na China e manipulou ele? Pode ser muito bom para trato intestinal, não que ele não vai ter uma ação, mas uma ação efetiva direta ela não vai ter, entendeu? Então o produto que que vai ser trabalhado, ele precisa ter muito conhecimento dele. Porque você encontra isso muito nos grupos, principalmente: eu comprei produto tal, mas não funcionou.

Eu comprei produto tal, ah, mas aqui em mim funcionou, mas aqui não. Por quê? Primeiro, a espécie ou a família que ele está trabalhando ali não encontrou o quadro, não encontrou o ambiente preparado né, adequadamente para que ele fizesse o seu papel. Então não é o que o produto é ruim, é que a qualidade dessa água para aquela espécie, para aquela família, não é adequada. Então ela não vai fazer o papel dela, ela vai simplesmente estar ali.

Aí falam mal de produto, parará, não é. A questão é manejo e conhecer. Eu sempre tive, né, o cuidado, zelo, mesmo na época que eu trabalhava na área médica, na área médica, por causa das questões de trabalhar essa, essa, como que realmente os produtos funcionam. Então eu sempre tenho e recebo muitos produtos de empresas que eu não trabalho com os produtos, mas para fazer aqui uns testes aqui no meu pequeno laboratório? Exatamente para conhecer o produto deles, né, para entender naquele ambiente como ele reage.

Às vezes você tem produtos excelentes, mas a questão toda é que o manejo não foi adequado, o ambiente não está adequado, e aí a culpa é colocada no produto, né, ou em quem fez o manejo, tá. Mas essa, essa concepção de ter um biorremediador e um probiótico, ela faz total diferença. Se aquele produto foi, não foi trabalhado, não foi no laboratório, ele não foi multiplicado para fazer degradação de matéria orgânica, para não, para fazer degradação de gordura, ele vai ter baixa eficiência.

Não que ele não vá fazer, mas ele vai ter baixa eficiência, vai ser que nem esse quadro aí. Dos bacilos subtilis. E você vê o seguinte, que dentro desse quadro nós temos várias famílias, várias espécies, né, de bactérias, de cepas. Mas vejam bem, era para tratar um vírus e só o Pediococcus teve eficiência total, entendeu? Tem outras que não tiveram eficiência nenhuma. Então, dependendo se você tem esse conhecimento, não adianta você pegar, ah, meus peixes estão morrendo, tomando, tá morrendo, eu peguei um probiótico, joguei.

Mas ele foi preparado para quê? Para competir com aquele vírus? Ele foi preparado para fazer a competição no ambiente, para degradar a matéria orgânica? Ou qual é, como que está? Então não é só ter um produto bom, top de linha. Você precisa realmente conhecer o que tem dentro daquele produto e como fazer o manejo para aquele produto. Aqui a gente sempre orienta o seguinte: pega uma tabelinha de cada cepa que tem naquele produto, né, independente se você saber a origem ou não, vê o pH que ela funciona, vê oxigênio que ela funciona, vê a alcalidade que ela funciona.

Quando eu falo funciona, que ela vai estar a atividade grande, e qual a temperatura. Com essa compreensão você vai dinamizar o seu produto. Você vai ver que às vezes você tava usando 100 gramas, com 30 gramas você resolveria o problema, entendeu? Isso depende muito desse conhecimento, desse trabalho, que se deve voltar isso diretamente, está ligado com qualidade de água, né, que é fundamental essa parte. Se não tiver os parâmetros adequados, você pode ter a melhor cepa, o melhor produto, Como um comentário aqui, a gente trabalhando com um produto inferior no sentido de um produto nacional e trabalhamos com um produto em uma fazenda, é um produto importado com UFC elevado de 3, de 1 a 10, elevado a 13 de potência, e nós trabalhamos com um elevado a 8 de potência, e o nosso produto teve melhor eixo, teve melhor eficiência.

Era que o produto importado era ruim? Não, é que aquele local, aquele ambiente não estava preparado para receber aquele tipo de produto.

?Voz A

Então, tu ainda quer usar os slides ou a gente vai agora? Mudar aqui o formato de novo. Meus patrocinadores precisam passar, né, aqui em cima. E eu preciso aqui agradecer a presença de Giovanni Lemos da Quatro Túneis Brasil, que tá assistindo a gente no Instagram. Tô esperando a oportunidade de fazer uma live Esse homem aqui, né? A agenda dele é cheia demais. Igual a, como é que acabei de falar com ele aqui, rapaz, na estante, que para fazer uma live disse que topava.

Me esqueci até quem foi. Mas bora lá, siga o nosso fluxo aqui. Então, me citou umas perguntas, tem umas perguntas aqui, ó. Ó, eu tenho uma pergunta aqui que o Renatão fez. Eu acho que a gente fazer a nossa, acho que seria interessante. Renatão, eu não sei se ele ainda tá no Instagram acompanhando a gente, mas ele fez uma pergunta aqui. Acho que interessante precisar ser abordada, acho que vai muito nisso que você tá falando. Instagram Renato Arquitetura.

Grande Cláudio, parabéns pela palestra. Uma pergunta: as bactérias não têm uma tendência a consumir mais carbonato orgânico que inorgânico, como carbonatos e bicarbonatos? Um abraço.

CTClaudio Tuamm

Top, top! É isso aí, Renatão. Obrigado aí, parceirão. Você é um amigo mesmo.

?Voz A

Olha, vou ficar até mudo aqui, vai que é o corte.

CTClaudio Tuamm

O Renato é um parceiro, é um amigo. Aí nós vamos separar o seguinte: bactérias heterotróficas e bactérias autotróficas, né? Vamos separar isso. Se nós tiver, se o nosso ambiente naquele momento estiver precisando de autotróficas, que são as que vão fazer a parte de nitrificações, se nós tivermos precisando e o ambiente estiver preparado, ele estiver com muita matéria orgânica, muito compostos orgânicos, nós vamos ter uma competição entre heterotróficas e autotróficas.

Elas vão consumir, as autotróficas vão reproduzir muito mais, muito mais rápido que as autotróficas, porque o ambiente só está com carbono orgânico e não com matéria inorgânica. Então, para equilibrar essa situação, aí volta de novo o professor Augusto. Você precisa, você precisa entender o momento. Se você tem se o seu ambiente está precisando de autotróficas, está precisando de nitrificação, e você tá fazendo muito, colocando muita ração ou colocando muito açúcar, porque muita gente faz assim para baixar amônia, o que que vai acontecer?

Amônia reduz, mas a hora que ela subir, ela sobe com pico elevado porque ela teve um alto consumo de energia para consumir a amônia. Toda vez o ambiente ficou pobre de alcalinidade, porque ela consumiu 7,14 também de alcalinidade. Aí as nitrificantes, que são as autotróficas, não vão conseguir se multiplicar na velocidade adequada. Elas já são lentas por natureza. Então o ambiente precisa estar preparado, né, para que isso ocorra.

Se, se novamente o ambiente só está com características de matéria orgânica, de compostos inorgânicos, você não consegue ter uma população ou a multiplicação das bactérias autotróficas, que são da linha de nitrificantes. Para que isso ocorra, a gente sempre orienta: primeiro, pare de colocar açúcar, melaço, pare de colocar ração por um tempo e comece a trabalhar o ambiente com produtos para melhorar sua dureza e essa alcalinidade.

Como as autotróficas, elas são mais lentas em crescimento, essa, esse benefício nessa, esse crescimento dela demora em torno de 72 horas para ela começar a entrar numa curva de crescimento, que é diferente da outra, que com 4 horas, 2 horas, né, a heterotrópica vai embora. Essas são 72 horas. Então você tem um manejo adequado, você tem um momento de você falar para com isso aqui, começa a colocar. Se tiver, se for problema de salinidade, a gente entra com sal, com potássio, que já vai ajudar nos íons, né, para impedir a toxicidade para para os animais e começa a fazer a correção do GH e o KH simultaneamente para que ela consiga, essa autotrófica consiga entrar nessa curva.

Em 72 horas ela começa a mostrar, você vê o nitrito, ele começa a ser, começa a reduzir. Aí reduziu, eu faço o quê? Aí eu começo a fazer a compensação, eu trabalho o mesmo fator de nitrogenado que tá entrando. Existe um fator desse, né, que se trabalha de nitrogenado que está sendo lançado. Eu preciso fazer a composição com minerais porque existe um coeficiente de nitrogenado para que você trabalhe a alcalinidade e dureza, que é o consumo Tantas gramas de ração vai fazer X de nitrogenado, tanto nitrogenado você vai ter esse consumo.

Aí você pega esse fator de correção e trabalha ele junto com o material biológico.

?Voz A

Eu acho que respondeu, Renatão. Renatão, você sempre tá na minha live.

AFAugusto Fonsêca

Esse fator de correção, viu, e esse fator de correção vai ser uma informação importante para você manter uma alcalinidade estável, né? Porque à noite você vai ter uma queda de alcalinidade. E se você puder, antes do início noturno, você adicionar um mantenedor ou um elevador de pH, de alcalinidade, porque vai ser consumido alcalinidade durante o processo, você consegue estabilizar essa curva. Você mantém essa curva mais estável e justamente vai haver a reação de nitrificação tranquilamente.

A gente, quando analisa uma água, a gente faz o carbono orgânico total e faz o nitrogênio mineral presente, né, para poder justamente o engenheiro de pesca, consultor, poder fazer a correção dessa relação carbono-nitrogênio, né, que ele é um parâmetro de importante para a efetivação desse processo de nitrificação. Então é um dos parâmetros que a gente faz também na nossa análise, né? Também fazemos o fósforo, potássio, ou seja, tem todas essas informações químicas nas análises que a gente faz para elaborar a formulação da correção da água.

E é importante manter justamente o cuidado com alcalinidade Porque se eu cuido da alcalinidade, eu cuido do pH. E cuidando do pH, eu cuido um ambiente saudável para as bactérias poderem fazer essa função de nitrificação. Ou seja, a bioquímica toda aí envolvida no processo.

CTClaudio Tuamm

Professor, existe uma tecnologia que nós lançamos ela no mercado, que se chama biossufactante, no mercado para aquicultura.

?Voz A

Calma, calma, calma, calma, é a próxima.

CTClaudio Tuamm

Não, mas eu não vou falar, vou falar tecnologia, não vou falar o produto. Não vou falar do produto, não vou falar do produto. Essa tecnologia ela faz uma reciclagem, ela faz uma reciclagem. Essa tecnologia ela já tem uns 2 anos e meio, 3 anos que nós estamos trabalhando com ela. Ela faz o quê? Quando ela chega no fundo do viveiro, ela solubiliza os compostos nitrogenados. Então ela expõe para o meio os micronutrientes minerais que não foram absorvidos pelos animais.

E aí esse produto tem que ser aplicado no final da tarde para noite. A gente sempre aplica no final da tarde para noite porque a gente já sabe que tem queda do pH, tem queda. Se você aplicar, ela vai chegar, vai fazer a solubilização e vai deixar exposto, né, os micronutrientes que não foram absorvidos pelos animais, que já estão no tanque. Nós não estamos falando lá atrás que nós precisamos de um tanque de decantação para fazer o trabalho, para aproveitar a água. Pronto, já existe um produto que já faz isso. Com maior velocidade.

?Voz A

Então, então, aproveitando nisso, a gente vai para uma questão dessa, pessoal. Quero dizer aqui que Giovanni Lemos já aceitou o meu convite para fazer a live. Só agora eu agendar aqui uma data, porque tá nas concorrências agora esse período pré-FENACAN. Inclusive, pessoal, essa é Nossa segunda live pré-Fenacan. Primeira foi com Fábio semana retrasada sobre a bioacústica, e hoje sobre manejo e qualidade de água, que temos dois feras aqui que vocês já deram para perceber que manejo não anda sem qualidade de água e qualidade de água não anda sem manejo.

Então os dois têm que andar sempre juntos. Dois feras aqui dando uma aula, sabe? Pena que a audiência caiu um pouquinho, mas é porque já estamos quase 3 horas de live. Mas o que acontece A turma que não assistiu agora, assistir depois. O que eu gosto é o seguinte: Niraldo deve estar aí e mais algumas pessoas que só tem hoje. Agora temos 12 aqui simultâneos no YouTube, mais uns 5 no Instagram, que são as pessoas que vão concorrer aos brindes, né, hoje.

Então, Niraldo, quanto menos gente, mais chance de você ganhar. Mas bora lá para a situação que Então tá falando: em qual situação o uso de biossufactante é recomendado e quais benefícios eles proporcionam ao cultivo?

CTClaudio Tuamm

Muito bem, o biossufactante ele deve ser utilizado, vamos lá, não é só o brasileiro, ele tem esse hábito, esse costume de só utilizar um produto. Isso até pessoal, só vai no médico quando tá morrendo, né? Então é para isso. Mas o biossufactante, quando você pega um viveiro, ele muito velho, muito antigo, que tá com muita matéria orgânica, que ele está com baixa produtividade, ele é um produto excelente. Primeiro porque ele vai solubilizar o fundo, né?

Quando o biossufactante, ele é lançado no ambiente, na água, a primeira coisa que ele faz é quebrar a tensão superficial. Quando se quebra a tensão superficial, você facilita a indexação de oxigênio. Por isso que a gente fala assim: aplica à noite, aplica no final da tarde para noite, porque ele ajuda a indexação de oxigênio. Quando ele vai profundo, ele faz a solubilização. Então ele chega no fundo, ele vai solubilizar. Então se você tem um tanque com muita matéria orgânica, lógico, você tem aplicação correta, o manejo correto de fazê-lo para você ter o o ganho com isso.

Então o bioesfactante você pode usar a qualquer momento. O que nós ouvimos muita gente falando é o seguinte: ah, mas você fala que o bioesfactante ele não abaixa nitrito, não abaixa amônia, eu comecei a utilizar e abaixou amônia e nitrito. Sim, abaixou porque ele solubilizou os micronutrientes e os minerais que estavam no fundo. As bactérias que precisam, depende desses elementos, estavam disponíveis. Ela, eu brinco assim, Denaldo, eu falo assim, ó, eles não precisaram descascar, eles não precisaram cortar pizza, já estava tudo pronto.

Então, em vez dele gastar energia para cortar pizza, em vez dele gastar energia para descascar a banana, em vez dele gastar energia, ele não vai gastar, ele simplesmente está disponível, ele começa a comer com maior velocidade E a condição é que você tem uma estabilidade do pH, melhora a alcalinidade e dureza, né? E a amônia nitrita ela começa a reduzir. Mas reduzir porque o ambiente já tinha essas cepas para essa finalidade, né?

Para que isso ocorresse. Elas só não faziam porque não existia alimento disponível e estavam com a população baixa. Uma vez que você usa o biosfactante, você viabiliza esse processo.

?Voz A

Eu costumo dizer à turma que o biosfactante age de que forma: ele quebra a casca do ovo, e quando as bactérias entram no ambiente, elas já entram com uma facilidade maior. Então ela quebra a casca do ovo, que é aquela matéria orgânica em tamanhos menores, para as bactérias fazerem o serviço dela. Então age muito mais rápido. Eu costumo dizer, fazer esse paralelo, essa analogia, e a turma entende muito mais rápido. Ó, o que você acabou de falar, eu só mudei a referência, o alimento, porque assim o pessoal entende que a casca de ovo é dura, tá entendendo?

Então você quer pôr aquilo ali, a ação da bactéria vai muito mais rápido. Dá para usar só os biorremediadores? Dá, só que vai demorar muito mais para fazer efeito. Então, quando você usa o biossufactante, a ação é muito mais rápida. E essa dica, né, se liga aí, pessoal, ó, a dica do Tuano: use o biossufactante final da tarde, que a disponibilidade do oxigênio se torna muito maior no ambiente. Ó, a dica aí, a turma que tá assistindo a gente, se liga aí.

CTClaudio Tuamm

É só fazer, pegar dois tanques vizinhos, né, que estejam com a mesma referência de densidade, mesmo momento, aplica um no final da tarde e o outro não aplica. Quando for 5 horas, 6 horas da manhã, vai lá e faz aferição do oxigênio. Você vai ver que ele sempre tá meio ponto, quase um ponto acima do oxigênio do outro ambiente. Por quê? Ele simplesmente fez isso, ele quebrou, né, ele rompeu essa cadeia. A toxicidade, elas vão ficar, elas vão sair, né, para atmosfera. E a indexação do oxigênio.

?Voz A

Aí, deixa eu mandar um abraço aqui para o meu parceiro, locutor de futebol e engenheiro de pesca Francisco Nogueira. Mandou um abraço aqui para você, Tuã. Disse que muito bom o tema da live, do Tuã é fera. Aqui tá no Instagram, esse engenheiro de pesca que é narrador de futebol, fantástico. Ei, professor Augusto, pense, o cabrão, né, que é um desse tamanho. Narrador de futebol, o pessoal fica até com medo de dizer a ele, rapaz, que não é alguma coisa, porque eu ficaria narrando futebol, eu tinha engaíra nem sonhando.

Mas bora lá, Geraldo, tô esperando sua pergunta do corte, que até agora de Renatão que tá marcada aqui a pergunta do corte, hein. Bora lá. Os probióticos vão muito além da saúde animal. Como eles atuam na qualidade de água e no equilíbrio microbiológico do sistema?

CTClaudio Tuamm

Bom, vamos lá, falando. Muitos produtos têm o nome de probióticos, mas a característica dele é biorremediadora. O que precisa entender é o seguinte: existe probióticos com função biorremediadora, no caso igual Subtilis ou Liquidiformis. Eles A Pumulis, eles têm função probiótica, que é para o trato intestinal, para o bem-estar do animal, tá? Ele tem, ele tem a finalidade dele para isso, mas ele tem a ação biorremediadora, mas ele não é para essa finalidade.

Então o probiótico, né, ele foi trabalhado, ele é preparado para quê? Para trabalhar o bem-estar do animal através da alimentação. Ele vai ajudar o meio? Vai, porque uma vez que você joga microrganismos lá dentro, subtiles dessa família de bacilos lá dentro, ele vai ajudar o meio, ele vai colaborar com o meio, mas não é a finalidade dele. Então você acaba tendo uma perda, né, quando você aplica um produto para o ambiente que não é para o ambiente.

Agora não, ele, eu estou precisando que o meu, meus animais demonstraram que ele tá com trato intestinal comprometido. De que forma? Ah, ele tá com trato intestinal comprometido porque tem muito patógenos, né, ele teve uma doença tal, tal. Bom, aí você vai trabalhar esse produto, você vai trabalhar ele via ração, né, para que ele faça competição lá dentro com os patógenos que estão lá dentro. Mas também entra uma questão: se esse ambiente do trato intestinal ele tiver muito acidificado, né, e o seu produto só tem bacilos e não lactobacilos, ele não vai colonizar adequadamente.

Porque no ambiente mais ácido quem trabalha é o lactobacilo, e no ambiente mais para neutro são os bacilos. Então, se você já tem uma água ácida e os seus animais estão com algum problema, e você vai trabalhar um produto para melhorar a imunidade dele, para melhorar o desempenho zootécnico dele, para absorção melhor, você precisa entender o seguinte: se nessa fórmula Não na formulação, são duas coisas distintas. Nessa fórmula tem lactobacilos.

Se não tiver lactobacilos, esse probiótico vai ter pouco efeito no trato do animal. Não é que ele não vai ter efeito, mas ele vai ter pouco efeito porque ele vai chegar no ambiente que já está ácido. Então se diferencia um pouco disso aí.

?Voz A

Então vamos lá, a turma não tava vendo pergunta, a gente vai Terceiro bloco. Vamos agora para o quarto bloco: integração de tecnologias e perspectivas. O que eu tô gostando é que tá entrando, saindo gente. E aí quero ver as perguntas lá para turma responder. Só vai saber responder quem tá no início, desde o início aqui, para ganhar os produtos e a Nerd Gel para o seu curso, né? Bora lá! Como integrar o manejo físico-químico e manejo biológico para construir um sistema de cultivo mais eficiente, sustentável e rentável.

Professor Augusto, vamos começar com o senhor. O senhor vai falar uma parte, Cláudio vai falar outra.

AFAugusto Fonsêca

Depois de umas dicas e orientações de Cadu Tuan, o que que a gente observa, né, que as condições fisico-químicas de uma água, elas vão ser as responsáveis pelo sucesso do que você tá justamente colocando dentro dessa água de tifa, dessa água com algumas funções, né? A gente tá falando da nitrificação, e quando você coloca também o biosulfatante, ou seja, tudo isso precisa do quê? De uma orientação técnica. E essa orientação técnica do manejo físico-químico, manejo biológico é importante inclusive para eficiência dos produtos, dos aditivos são utilizados, né?

Então a gente tem que estar sempre essa integração para poder aí construir, né, justamente uma eficiência nesse cultivo, né? A sustentabilidade e a rentabilidade vai justamente você ter a visão de custo, de investimento, ou seja, em vez de 100 gramas poderia estar usando 30 gramas. Essas colocações muito bem explanadas por Cláudio Tuan, viu?

CTClaudio Tuamm

Tuan, sim, a integração foi tudo isso que nós falamos no decorrer dessas horas, né? Elas estão juntas. A eficiência Realmente, a eficiência do produto biológico daquele ambiente depende 90%, vamos, das questões químicas, vindo das correções químicas. Sem essas reações químicas, você imagina o seguinte: você pega uma água pobre, pobre, ou uma água pobre, né? E quando eu falo pobre, eu falo no sentido de ela foi passada por um tratamento, como tirou os íons e os cálcios dessa água.

AFAugusto Fonsêca

Uma água de radiador.

CTClaudio Tuamm

Se você pegar essa água e deixar ela parada, ela não vai criar vida. Você vai deixar ela ali, ela não vai ficar com limo dentro, ela não vai dar animo, ela não vai dar nenhuma vida, porque a vida depende dos minerais, ela depende dos minerais, não tem como. Então, se você tem um ambiente que não tem os minerais nas concentrações adequadas, o seu ambiente é pobre. Por ser pobre, biologicamente ele não vai trabalhar, ele não vai reduzir as toxicidades.

E de contrapartida, você vai ter problema na sua produção, tanto problema de toxicidade como também problema de produção no sentido da parte imunológica e tudo mais. Passo para você, professor.

?Voz A

Então, a aula dos cara aqui, rapaz, pena que a turma aqui é assim, ó, Uma parte assiste hoje, depois termina amanhã, outras entra mais no final. Os poucos vão do início ao fim que aguentam. 3 horas e 3 de live não é pouca coisa não. E uma aula que esses dois cabras estão dando aqui, tenha certeza que não aprende quem não quiser, porque a linguagem que estão usando, um é professor, o outro quase professor. Então não tem como não aprender não com vocês dois, viu?

Eu mesmo tô aqui só anotando o que vocês estão falando. Bora lá, bora lá aqui, vamos para a última pergunta. Niraldinho, cadê você? A turma que tá aí, a gente vai chegar no sorteio, vamos fazer o sorteio daqui a pouco. Vamos para a última pergunta, hein? Pelo menos que eu tenho aqui, vai que aparece. O Niraldo gosta de fazer as últimas perguntas dele aqui sempre nas lives. Quais são as principais tendências para o manejo da água na caixa de cultura nos próximos anos?

AFAugusto Fonsêca

Professor Augusto, já pensou, né, quando eu falei da usina de dessanização do Ceará, de Fortaleza, hein? Aí já é o quê? Uma tendência fortíssima, correto? Trabalhar com rejeito, usar aquela mina, né? Não chamaria rejeito, tá certo? Já chamaria um produto de excelentíssima qualidade E a tendência também seria do manejo d'água seria o uso dos, do laboratório, né, dos medidores de íons seletivos para você poder estar quantificando por aparelhos eletrônicos a presença de cátions e ânions, e inclusive estabilizando esse consumo de dos macroelementos que vão acontecer durante o cultivo, né?

Então a tendência vai ser justamente, quem diria, né, automatização, né, de um cultivo, né, com sensores de íon seletivo que pudesse quantificar a presença dos mesmos e as carências fossem automaticamente adicionadas para correção e estabilização do sistema. Isso é uma tendência, né? Agora, quando a gente vai ver isso, não sei. A automação tá aí, existe, existe os sensores, existe tudo. É, falta justamente a aplicação.

CTClaudio Tuamm

Cláudio Tuan, essa questão sem automação automatização, sem o avanço das tecnologias na agricultura, ela tende a ter um produto caro, um final, um cultivo caro. Por que caro? Hoje você tem umas dificuldades de questão de mão de obra em todo lugar, não é só no Brasil, isso é universal, né? Mas no Brasil, com maior incidência principalmente Norte, Nordeste. Então você não encontra para naquicultura, você tem muito manejo, você tem, você precisa de muitos parceiros, né, trabalhadores que fazem o trabalho braçal.

Você não encontra mais, raro você encontrar. Então se você não tecnificar e essa tecnificação não chegar, nós vamos passar a ter uma produção muito cara, né? Porque alguns produtores vão deixar de produzir por causa dessas questões, e aí a oferta diminui, e aí o custo aumenta. Então a saída é nisso aí. Mas eu, eu vejo o seguinte: nós estamos muito mais avante do que aquilo que nós podemos imaginar. Eu sempre falo para as pessoas o seguinte: quando eu tinha acho que 9 ou 10 anos, não lembro mais, alguma coisa desse jeito.

Teve um filme chamado 2001: Minha Odisseia no Espaço, né? E eu fiquei deslumbrado. Eu era muito moleque, né? Mas eu fiquei deslumbrado de ver uns cara viajando com telefone naquilo, falando com máquina e tal. Tudo, fiquei deslumbrado daquilo. Então o meu desenho preferido era sempre a Família Jetson, sempre. E aqueles negócios para lá e para cá. Mas um dia, um determinado momento, eu comprei um tijolão desse tamanho, comecei a falar: ela chegou!

Né? Então 2001 ficou para trás, essa já tá quase na casa do antiquário já, aquela ideia, né? Chegou. E nós temos hoje, nós temos uma tecnologia avançada para aquicultura. Ela não está disponível para todos, para todos, porque como não tem muita oferta, o custo aumenta. Mas na hora que muitos começarem a comprar, isso cai como um iPhone, como tudo é, a tendência é cair e nós vamos ter acesso. Não pode ser feito uma produção do jeito que nós queremos, né, da forma que precisamos, com sondas tão caras.

Você não tem como pagar uma sonda R$1.000, R$2.000 de algo que se você tem 10 tanques você não consegue fazer. Então tudo isso aí precisa ser trabalhado muito. Eu acredito que isso nós vamos alcançar ainda, nós vamos alcançar tudo isso aí. Na show passada, descendo da edição, descendo lá em Uberlândia, uma empresa já estava lá com equipamento tipo scanner. Não é um scanner, mas que era uma câmera lá que tira fotografia do peixe, né, assim da selfie do peixe, e já dá para você o tamanho, o que que ele tem, qual tipo de doença e tudo quanto mais.

Já tava lá, você entendeu? Então vai chegar, vai chegar. E principalmente com a questão da IA, fantástica, né? Lógico, tem muita gente usando IA mal porque não sabe fazer as perguntas. Por não saber fazer a pergunta, é que nem você que não é técnico, né? De tudo isso que nós falamos, eu e o professor falamos aqui, né? Estamos falando de trabalho, de correções de ôniga, de tudo quanto dá. Você pode perguntar para IA, ela vai te dar, mas ela vai te dar informações desfocadas.

Se você não tem um conhecimento, você vende aquilo compra e vai usar porque você não soube fazer as perguntas e não sabe entender, interpretar para requalificar aquilo. Então vai ter, eu espero que tenha mesmo isso aí, para nós vai ser maravilhoso. Mas falando dentro dessas questões das tendências, das técnicas, existe uma situação interessante. Seguinte, há uns 2 anos e meio, 3 anos atrás, a gente começou a trabalhar com um produto, né, para levar para o mercado de, para reduzir a mão de obra.

A questão, isso já há 2 anos e meio, 3 anos atrás, é um biorremediador em bloco, né? Lógico que tem toda uma história como ele nasceu, e é fantástico, muito bonito, né? João Paulo não está aqui, mas eu devo muito isso a ele, que foi o trabalho que a gente tava fazendo em Sobradinha. A partir disso, a maçã caiu na cabeça, eu comecei a entender o processo e fui levar para o laboratório e começamos a trabalhar o biorremediador em bloco.

Qual é a vantagem do biorremediador em bloco, que é o HiperBlock? Enquanto você tem a curva que você precisa fazer aplicação pelo menos 2 vezes na semana num viveiro escavado, com o HiperBlock você vai fazer aplicação de cada 25 a 30 dias, porque como ele é um bloco de bactéria, o nosso Porque alguém já copiou e não consegue. O nosso fica de 25 a 30 dias, dos cara aí fica 3 horas e desmancha a pastilha. Eu já tenho todos os testes, tem umas duas aí que você coloca e desmancha.

E a finalidade, aí não adianta se você joga o produto hoje, daqui 3 horas desmanchou, ele facilitou o manejo, aplicação. Mas daí uma semana você vai ter que aplicar de novo, ou daí 2 dias você vai ter que aplicar de novo. O nosso não, entre 25, 30 dias você faz uma aplicação, você só vai fazer de novo daí 25 a 30 dias. Porque como ele tem uma liberação controlada, são microencapsulados, entendeu? Essa liberação controlada, lembrem da curva de crescimento.

Essa curva de crescimento ela vai demorar para esse tipo de produto, tá? Ele vai demorar 12 horas para começar a entrar em log, mas ela vai manter sua curva estacionária por 25 dias a 20 dias, porque ela vai liberando aos poucos. Nós fizemos um trabalho numa piscicultura entre 18 e 22 metros de profundidade, porque foi 44 hectares de área trabalhada entre 18 e 22 metros de profundidade. Lá no Piauí com essas mesmas pastilhas. Elas conseguiram reduzir em um ano, em um ano, 18 centímetros de matéria orgânica do fundo de uma represa.

Veja bem, se fosse— eu tenho todo esse material— se fosse biorremediador comum, faria? Não, porque iria com a água embora. Ia ter que fazer o quê? Com draga, né, para levantar. Não existe. Então essa pastilha, ela é fantástica. Lógico, você tem um manejo adequado, como todo produto biológico. Entramos no negócio, não adianta, tá, só não adianta só você ter um produto que vai liberar todo dia um pouquinho de bactéria, se aquele ambiente não tem.

Elas vão se aclimatar com aquele ambiente, vão, mas ela não vai multiplicar com aquela velocidade, tá? Elas vão continuar vivendo ali, vão, mas o que ela podia se multiplicar 1 milhão de vezes, ela vai multiplicar 10 vezes, elas vão continuar ali. Então quando você faz essas correções, você tem a efetividade, eficiência total disso. Mas o ponto melhor, mais lindo, é que é um produto de tecnologia nacional, foi trabalhado, desenvolvido com alguns parceiros, né, no mercado.

Já estamos trabalhando ali em vários sistemas, em vários lugares, e é esse produto que vai também revolucionar. Por quê? Por causa da questão, hoje nós temos as pastilhas, né, esse bloco que é aplicado, mas para o próximo semestre nós já estamos com a mesma tecnologia que não desmancha, tá, com pastilhas com menos, com meia grama para ser colocado nos alimentadores automáticos. Então o cara chegou com saco de ração, ele tem que jogar 200 gramas de probiótico, de biorremediador naquilo lá, ele vai jogar 200 gramas naqueles, naquele alimentador automático.

E o que que vai acontecer? Vai jogando aos poucos todos os dias ali. Então nós estamos caminhando, nós estamos caminhando para que, para dar nossa contribuição para que essa agricultura ela tenha uma desenvoltura melhor dentro do quadro mundial, global, aliás, né?

?Voz A

Então, inovação é o sobrenome desse homem, viu? Inovação, sobrenome dele. Deixa eu ver aqui, temos duas perguntas aqui, meu parceiro Luizinho fez para a gente ir para o nosso sorteio. Em quais cenários o uso de um ou de outro tende a trazer? Pera aí, não é cá. Considerando as diferenças de atuação, qual é a melhor situação para utilizar um bermedouro e qual a melhor situação para utilizar um probiótico na agricultura? Em quais cenários o uso de um ou de outro tende a trazer melhores resultados para a qualidade de água, do solo e para os desempenhos animais?

É essa pergunta, que é uma ligada a outra. Deixa eu ler de novo. Considerando a diferença de atuação, qual é a melhor situação para utilizar um biorremediador e qual a melhor situação para utilizar um probiótico na aquacultura? Em quais cenários o uso de um ou de outro tende a trazer melhores resultados para qualidade de água no solo e para o desempenho dos animais? Entendeu?

CTClaudio Tuamm

Entendi. As duas perguntas estão interligadas, na verdade, né? Ele tirou, mas as duas perguntas são uma só. Bom, vamos lá. Se você tem um acúmulo de matéria orgânica, o ideal é você entrar com um biorremediador no primeiro momento, né? Logo no primeiro momento, antes de fazer o povoamento. Antes de fazer o povoamento, você já fazer uma aplicação. E aí você tem alguns dados, algumas informações para você fazer essa aplicação no decorrer do cultivo.

Entre essas aplicações você pode entrar com probiótico, porque ele vai bioestimular o meio. Mas lembrando, para bioestimular o meio, a condição físico-química dessa água precisa estar adequada. Senão é aquele negócio, se joga um biorremediador, mas ele não tem ou um probiótico, ele não tem eficiência porque o ambiente não estava equilibrado ionicamente. Então ele não teve a eficiência que teve. Mas vamos dizer que a partir de agora esse ambiente que nós estamos falando, a partir de agora, para não entrar mais nesse assunto, ele, para ir por esse momento, ele esteja com ambiente equilibrado.

Se ele está com o ambiente equilibrado, não tinha acúmulo de matéria orgânica. Para começo de conversa, não tinha nenhuma matéria orgânica. Se tem acúmulo, porque no ambiente está desequilibrado. Mas vamos dizer que esse ambiente já estava desequilibrado e ele foi trabalhado o equilíbrio em cima dessa matéria orgânica. Ok, beleza. Então você vai fazer o quê? Você tem um procedimento, você tem uma dose adequada de choque nesse primeiro momento, antes do povoamento, depois as doses de correção e depois as doses de manutenção.

Essas doses de manutenção, elas podem ser feitas com probiótico que tem o menor custo, que tem menor concentração, entendeu? Beleza. E aí, só que o último manejo antes da despesca você faz com biorremediador para solo. Lembrando o seguinte, e aí professor sabe mais do que eu, as pessoas pegam um probiótico, pega um probiótico e tem lá assim 50mg por quilo no probiótico de vitamina C. Ele fala: não, mas eu tô jogando vitamina C no meu tanque, um tanque de 8 hectares.

Aquilo ali, maior parte dos produtos que tem no mercado são acessórios. Maior parte dos produtos que tem no mercado são acessórios, não falando da concentração de bactérias. Estou falando dos outros, de fósforo, cálcio, potássio, magnésio, são acessórios. Ele não faz efeito e nem em 1 litro de água, para já dirá em 1 metro cúbico ou 100 metros cúbicos. Ah, mas eu joguei 1 quilo. Sim, você jogou 1 quilo que deu 25 miligramas de vitamina C no ambiente de de 10 mil metros quadrados vai adiantar o quê?

Nada. Aí a pessoa paga mais caro achando que tá fazendo efeito. Ele vai ter um pequeno efeito se for probiótico. Aí quando você olha literatura, diz o seguinte: se o animal fulano de tal, assim, assim, ele precisa de X grama de mós, X grama de fós, X gramas de vitamina C, X grama de potássio, X grama de tudo por quilo para ter efeito. Aí quando você faz o cálculo, não aparece, não aparece. Então é muita gente vendendo acessório, bijuteria, muita bijuteria que tem no mercado, muita bijuteria, não é pouca, são muita bijuteria, porque você Se você precisa cuidar do seu animal usando um probiótico, um probiótico do seu animal para uma colonização efetiva do trato intestinal, lembrando bem, bacilos é uma realidade, lactobacilos outra, mas vamos esquecer isso aqui, falando de microrganismo.

Se você vai trabalhar e você já tem uma concentração de 1:10 à oitava ou 1:10 à sétima, ótimo. Tá bom para probiótico, para biorremediador não, a concentração é baixa. Agora você pega esse mesmo produto, ele tem lá uma série de informações lá, ele tem mais 18 subprodutos para fazer 1 kg de N insumos, que não vai fazer diferença. É a mesma coisa de você pegar uma garrafa de de água de 1 litro, né, e pegar, pegar 1 grão de sal ou 1 grão de vitamina C e colocar lá dentro e tomar.

Teve algum efeito? Mudou a situação? Nenhuma. Então nós temos muito produto com essas características. Não estou falando na questão de concentração de bactérias, estou falando dos acessórios que lá estão. Porque quando você lê os artigos, você lê os materiais, né, principalmente dos professores que trabalham na parte imunológica e tal, existe uma dosagem mínima para aquela finalidade. E quando você faz o cálculo, você vai ter que usar numa tonelada de ração, em vez de ser 1 kg igual eles falam, para uma tonelada de ração você coloca 2 kg de probiótico.

Tá bom, para bactéria tá beleza, mas para os outros não tem função nenhuma. Para ter alguma função, você teria que colocar 100 vezes mais. Então, se paga caro e achando que está pagando barato, está pagando caro por alguma coisa que não tem efeito nenhum. Qual é o momento adequado? O probiótico, ele deveria ser utilizado a todo momento na ração dos animais, a todo momento. Antes de receber os animais, antes de receber os animais, aplique um probiótico na água para bioestimular.

Depois, ração. Se for um biofitoterápico, igual nós temos biofitoterápico, né, nós trabalhamos 15 dias biofitoterápico na ração. Depois a gente passa para um probiótico comum na ração. E o biorremediador, qual é o momento? A todo momento. Porque aí entra a questão da curva. Se você não aplicar, você tá jogando ração toda hora. Se você tá jogando ração toda hora, vai ter acúmulo, porque não tem bactéria suficiente. Então Então, biorremediador a todo momento, principalmente nesse prazo aí de 72 horas cada aplicação seria o ideal. Ou senão usa o Hiperblock.

?Voz A

Doutor Augusto, vai pensando na sua pergunta aí. Cláudio Toan também. Mas eu vou fazer a última pergunta aqui que Luiz fez, que era a primeira e eu me passei. E eu acho interessantíssimo ela porque Porque tem muita gente que não observa isso na hora de buscar um produto. Aqui, ó, na prática, como o produto pode diferenciar um biorremediador de um probiótico apenas pelas informações presentes no rótulo? Esta vai ser a dica de Cláudio Tuan hoje para vocês.

Pede a pergunta: na prática, como o produtor pode diferenciar um biorremediador de um probiótico apenas pelas informações presentes no rótulo?

CTClaudio Tuamm

Vamos lá, a primeira coisa é o seguinte, na questão das cepas, você pode ver o seguinte: você vai pegar um biorremediador, ele tem cepa Subtilis, e um probiótico Subtilis. Aí você vai pegar, olhar, tem liquidiforme, tem liquidiforme. Beleza? Então, como que você começa a entender essa diferença? O biorremediador normalmente ele é puro, ele não tem outros aditivos. Eles são cepas e o dispersante. Beleza? Você olhou lá, se ele estiver, se alguém lhe vender um biorremediador e ele estiver escrito em cima premix, se ele tiver escrito probiótico e ele te vendeu como um biorremediador, olha o rótulo seguinte: se ele tiver qualquer aditivo, qualquer aditivo Ele é, a categoria dele é probiótico ou um bioestimulador.

Porque lembra, legislação, a legislação é clara: quem, quem trabalha com biorremediador, registra biorremediador, é o IBAMA Ambiente. Quem trabalha com probiótico, bioestimulador, premix, tudo é MAPA. Entendeu? Então, se você pegar um produto, ele tem um selo do MAPA, ele já está categorizado que ele não é biorremediador, que não pode registrar. Beleza? Uma, uma, nem todas as empresas têm. Tá lá o carimbo lá MAPA, ele é categorizado como probiótico.

Se ele tá caracterizado com carimbo lá do IBAMA, né, é biorremediador. Isso Mas nem todos os produtos têm. Muitas empresas fazem um biorremediador e colocam um acessório nesse biorremediador para registrar ela no mapa, no mapa que é menos, é menos exigência. Então se fazem isso, beleza? Então, mas como o produtor vai fazer isso no campo? Já deu algumas questões de O biofermentador, ele sempre tem uma concentração a mais, e você tem que saber a diferenciação do quilo por grama e de grama.

É, aí você vai pegar lá o UFC, um Bacillus subtilis, bacilo tá 1/10⁹ a quilo, significa que aquela porcentagem ali, não importa o que tá na frente, é no quilo, não é no quilo. E se tiver escrito 1/10ª a grama significa que em cada grama daquele produto tem aquele, aquela unidade de formação de colônia. Beleza? Então você já tem essa diferença do quilo para o grama. Uma coisa simples de você fazer: pega duas águas do seu viveiro na mesma proporção, coloca perto, pega a mesma dosagem de um produto do outro a mesma dosagem, mesma dosagem.

Se for 1 grama, 1 grama. Pega, coloca assim. Lógico, antes você já mediu, você mediu duas coisas, você mediu pH, mediu alcalinidade, mediu o oxigênio. Esses três você mediu, fez aferição desse. Pega a dose do produto, joga dentro, e daí 30 minutos, 40, você faz aferição novamente. Aquele que consumiu o maior, aquele que consumiu maior quantidade de oxigênio e alcalinidade, ele tem maior concentração. Ela tem maior concentração.

Aquele que consumiu menos tem menos concentração. Então significa que ele já tá na categoria probiótico e não bioremediador, tá bom? Responde aí.

?Voz A

Pegaram a dica? Eu já anotei aqui para quem sabe fazer o corte dessa, dessa. Se eu não fizer o corte dessa, essa daqui eu vou fazer o corte depois dessa para você, para a gente postar nas redes da gente. Então, pessoal, vou aqui falar dos nossos patrocinadores enquanto os dois pensam na pergunta para a gente voltar, tá certo? Para a gente se despedir, já temos quase 3 horas e meia de live, muita informação para nós. Deixa eu puxar aqui nossos patrocinadores para a gente tá indo para as perguntas para fazer o nosso sorteio, hein?

Prepara os dedos aí para digitar rápido. Deixa eu ver nossos patrocinadores. ABCC, Associação Brasileira de Criadores de Camarão. Você que é produtor, ficou interessado em se associar, ligue, fale com as meninas no 499-612-7575. A BCC é a organizadora da Feira Nacional do Camarão. Em novembro ocorrerá em Natal a FENACAM. Vai lá no site da FENACAM e já vê a programação. Ainda não saiu não, mas tá tendo a submissão dos trabalhos técnicos, trabalhos de pesquisas que vão ser prorrogados em breve.

ITEP, Instituto de Tecnologia de Pernambuco, que precisou de fazer aquela análise Panorama da Agricultura. Eu, portfólio já está lá nos seguidores, material de seguidores. Fale com o pessoal no 819-98570921. Precisou fazer aquela análise de água, análise da ração, análise do que você pensar na área ambiental, está lá. Panorama da Agricultura, mais de 20 anos no mercado sendo referência para os Inventores e técnicos entusiastas.

Fale lá com as meninas, com Dani, através do 21 97252-5595, e fale que você assistiu a live. Peça aquele desconto para você fazer assinatura dessa revista maravilhosa, que é referência nacional. Vamos lá para os nossos parceiros. A App Bahia, presidida pela nossa presidente Raíssa, que apareceu aqui hoje. Você que é engenheiro de pesca, quer se associar à AEP Bahia? Fale pelo Instagram com aep.bahia. AEP Pernambuco, você que é de Pernambuco, engenheiro de pesca que atua lá na região de Pernambuco, fale com Maria Efigênia através do aep.ppe e se associe à Associação dos Engenheiros de Pesca de Pernambuco.

Biofuturas, de soluções biotecnológicas para o seu cultivo. Gostou da live, o tanto conteúdo que o nosso parceiro e amigo e mentor Cláudio está aqui tirando suas dúvidas? Fale com ele através do 759-9242-7575, que vai ter uma solução personalizada para você. Comunidade Aqua, o grupo no WhatsApp com mais de 500 pessoas, é técnicos, produtores, entusiastas também. Fale com a Daiana no Zap 11932578701. FAEP, Federação das Associações de Engenheiros de Pesca do Brasil.

Fale com o nosso presidente Marcos Bravo para lhe ajudar. Você tiver dúvida de alguma coisa, algum concurso que queira tá entrando com algum recurso, a FAEP tá aí para ajudar vocês. Fale com a FAEP BR Oficial. E o Grupo de Inovação Tecnológica coordenado pelo professor Mateus, grupo de produção animal de precisão. Fale com ele, produção_animal_br. Grupo de pesquisa do laboratório lá de carcinicultura da UFRPE, coordenado por professor Luiz Otávio.

Já falei com ele para ver se esse ano ele vem aqui fazer uma live com a gente também, e para ficar por dentro das pesquisas que eles desenvolvem. E pensou em análise de água? Pensou de Águas, comprou nosso parceiro amigo aqui, professor Augusto, nessa live. Fale pelo Zap 83999720369 e tem aquele desconto de nosso parceiro. E os realizadores da live, Cultivo e Plante, precisou de consultoria, assessoria E claro, soluções biotecnológicas, fale comigo através do Zap 75981488697.

Aqualab Comunicação Digital, pensou em soluções de marketing para o seu aquanegócio? Fale com a Aqualab, comigo também, através do 75991227988. Vai lá no nosso Instagram e vê o conteúdo que a gente tá postando lá para vocês sobre marketing no aquanegócio. Interessantíssimo conteúdo que eu postei ontem para vocês, tá certo? E nosso parceiro que tá aí, Aqualins, Luizinho, dizendo ele que Ricardão é o maior engenheiro de peixe, que ele é o mais bonito.

Só ele que diz isso. Fale com ele aí, pensou em consultoria, fale com ele aí, 81982843333. Pensou em criação de peixe, é com esse rapaz aí. E Cronos Aqua, do meu parceiro Rafa, que me abandonou chamou hoje. Consultoria também na área de escultura, 17 98168-1876. Vamos voltar agora para os nossos parceiros aqui, né? Deixa eu mudar o formato para os nossos patrocinadores passar aqui, que tá, tem dois aqui hoje, então eu tenho que estar com eles passando aqui o tempo todo.

O seu Augusto, qual a sua pergunta? Vamos lá, a primeira pergunta é uma análise de água e um Biofish, um balde de 4 kg. E aí tem cliente entrando na live só para isso. Faça uma pergunta aí para depois a gente vai acertar aí com o professor Augusto e Cláudio Tuan quem ganhar o envio dos produtos, tá certo?

AFAugusto Fonsêca

Professor Augusto, sua pergunta é para uma análise de água, né, com a formulação da correção do ideal PF iônico. Você já, a NASA vai vir com a formulação para correção de acordo com a sanidade que a pessoa vai querer trabalhar, tá certo? A pergunta seria o seguinte: dentro das águas não estuarinas do nosso subsolo do Brasil, quais são os macroelementos que são carentes devido à litologia do nosso solo? Seria essa pergunta. Como é, professor?

?Voz A

Repete aí para turma. O primeiro que responder ganha.

AFAugusto Fonsêca

Nas águas de subsolos do Brasil, quais são os macroelementos que são carentes na composição fisico-química desta água?

?Voz A

Olha, isso foi falado lá na primeira pergunta da nossa live, hein? Vai respondendo aí, hein? Quem primeiro responder, tá aí. Vamos para a segunda agora com Cláudio Tuan. É uma análise de água e um balde de bio xirimpe.

CTClaudio Tuamm

Cláudio Tuan, minha simples, faz os 4 estágios da curva de crescimento microbiológica.

?Voz A

Ó, repete aí para turma.

CTClaudio Tuamm

Quais são? Eu já falei, são 4. Quais são os 4 estágios do crescimento da curva microbiológica?

?Voz A

Olha, mais fácil que essa, só doce de amendoim, de goiabada, porque Cláudio foi, facilitou a vida de vocês. Vocês, hein? Então essa pergunta de Cláudio, quem responder primeiro— Rogério já respondeu aqui uma pergunta, acho que para o seu Augusto, hein?

CTClaudio Tuamm

Correto.

?Voz A

Então é análise de água e um bio xirimpe de balde de 4 kg. Até agora só tem Rogério na live. Rogério, só Rogério respondeu, hein? Rogério, eu acho que você é produtor, né? Fala para a gente aí. Então minha pergunta é, e aí vai ser fácil para vocês, né? Qual o papel do biossufactante na água? Qual o papel que o biossufactante ele faz na água de cultivo? Essa é a dica. Eu ia fazer outra, mas eu achei que essa seria. Eu falei, Tuam falou.

Qual é o papel do biossufactante na água? E aí vamos fazer o seguinte. Rogério já fez duas respostas aqui. Eu tenho 7 pessoas simultâneas aqui. Bora, Instagram, né? Deixa eu ver quantos tem no Instagram aqui. Quem chegou depois do Instagram não vai, provavelmente, se ele não pegou isso da live, ele não vai saber. Mas vai que o cara estudou, ele sabe. Vamos ver aqui, ó. A primeira pergunta foi qual, professor?

CTClaudio Tuamm

Ele ia lembrar qual.

?Voz A

Tá mudo, professor.

AFAugusto Fonsêca

O Rogério Neves acertou que é o magnésio e o potássio. A carência.

?Voz A

Rogério, você acertou, meu irmão! Ó, o cabra é engenheiro de pesca e trabalha com reprodução de tilápias. Já caiu em ofício para ele análise de água, já caiu com uma mão na roda para ele. Bora ver, para ele foi.

CTClaudio Tuamm

É bom que eu vou estreitar com ele para fornecer produto para ele lá. É bom.

?Voz A

Qual foi sua pergunta, Antônio?

CTClaudio Tuamm

A minha é simples: quais os 4 estágios do crescimento da curva bacteriológica, microbiológica?

?Voz A

Olhe na tela aí para ver se Rogério respondeu certo. Ele falou lag, log, estacionário e morto.

CTClaudio Tuamm

É isso mesmo.

?Voz A

Ô, só tem Rogério na live hoje, é? O pessoal não quis ficar até o final. Rogério tá igual a quem? Massa, ganhou o segundo kit, outra análise de água e um Rogério. Rogério, recadinho para Rogério.

CTClaudio Tuamm

Rogério, já que você trabalha com tilápia, se você quiser fazer a troca do Bio Chirimpe por um biossufactante, eu faço.

?Voz A

Ô Rogério, ô Rogério, você que sabe aí agora. E a última pergunta é: oi, mas você tá aí? É, oi, mas você tá na live e ele tá ouvindo. Rogério, se você achar interessante, alinha com o Tuano aqui, manda mensagem que a gente já alinha isso, tá certo? A minha pergunta foi: com qual troca feita já? Ele já aceitou a troca já, viu, Tuano? Você vai mandar um kit só para ele. Boa que ele tem duas análises de água, vai ter um bocado de coisa para fazer, viu, professor?

Ele vai ser seu, vai divulgar seu trabalho lá no sul agora. Eu perguntei sobre a questão qual a ação do biossufactante na água. Eu e Tuano falou aqui, quem é que vai responder essa? Quero ver quem que vai responder. Só tá faltando essa pergunta para a gente finalizar a live. Quero ver quem é que vai responder. Tem alguém aí? Quero, pô, cadê esse povo? Cadê Niraldo? Cadê esse povo? Luiz sumiu, subiu todo mundo. Deixa eu ver aqui no Instagram.

No Instagram não tem ninguém não respondendo. Eu falei isso na estante, tem gente que tava no Instagram que podia estar assistindo, né? Eu quero ver se esse brinde vai ficar sem ser ir para alguém. Então pronto, ó, como ninguém respondeu, vamos acatar aqui a dica. Próxima live eu vou ter uma, uma análise, um kit de análise de água e o hiperblanco. Uma live daqui a 15 dias, né, que vocês vão estar aqui. E professor Augusto, professor Augusto, te despeço aí, fique à vontade.

AFAugusto Fonsêca

Eu quero agradecer, né, a participação dessa mesa gostosa de debate, tá certo? Cláudio, muito obrigado pelos ensinamentos que você me passou, né? Geraldo Neto, mais uma vez também agradecemos. Era assim, agricultura, né? Você já sabe que a gente tá aqui para somar, somar justamente para a gente ter uma agricultura de excelência. Estamos sempre disponíveis, tá certo? Assim, quando você precisar, conte sempre com o Grupo Tataus, conte sempre com a minha pessoa, tá certo?

Dentro do meu conhecimento químico, ele tá justamente aberto para estar ajudando o Brasil nesse desenvolvimento da água, de excelência. E agradecer também aos que tiveram esse momento de nos escutar. E com isso deixar justamente o nosso laboratório da Tratáguas disponível, né, para a gente tá trabalhando com análise de água, correção de água, adequação do ambiente de cultivo, que o ambiente de cultivo é justamente a água. E agradecer também, né, aos parceiros que fazem o porquê da existência desse podcast.

Estamos aqui disponíveis, viu? Uma boa noite a todos, um abraço a Deraldo, um abraço a todos vocês que que tiveram esse momento de nos escutar.

CTClaudio Tuamm

Vamos lá comigo. Bom, primeiramente agradecer a todos aí, aqueles que participaram desde o começo até agora, ficaram aí nos escutando. Imensa gratidão ao professor Augusto, que de fazer parte dessa bancada com ele, estar junto com ele aqui, é um preço Impagável. Muito grato realmente pela fala, pela orientação do senhor, por aquilo que o senhor passou. Agradecer ao nosso amigo parceiro aí da Deja. São anos, né, são de parceria nessa empreitada aí de difundir, não é levar, difundir o conhecimento, né, usando as mídias sociais aí.

Parabéns por todo o processo de trabalho. Parabéns aos que nos ouviram e parabéns a Luiz que Jogou mais pergunta aí do que tudo, nós ficamos 2 anos lendo as perguntas dele para fazer, tá bom? E os nossos parceiros patrocinadores, todos aqueles que nos proporcionam isso aí. E lembrando o seguinte, já dando uma dica, Dedé, antes da próxima live, né, daqui 15 dias, já coloca, ó, nós vamos ter um brinde tal, tal coisa, uma análise do negócio, porque aí você sabe que você segura o público, tá bom? A turma é isso, é isso mesmo, mais tranquilo, entendeu?

?Voz A

Mas é assim, deixa eu agradecer a turma do Instagram aqui, rapaz. Já tem uma resposta aqui, ó, no Instagram, tu, ó. O Anderson Eduardo, ele diz aqui, ó: reduz a tensão superficial da água melhorando oxigenação da água.

CTClaudio Tuamm

E aí só foi meia.

?Voz A

Só foi meia, foi metade, viu, Anderson? Pega, fala para ele, próxima live, Anderson.

CTClaudio Tuamm

Não, fala para ele, pega os dados dele, eu mando um bisfato para ele se ele for produtor.

?Voz A

Anderson, você é produtor? Anderson Eduardo, fala comigo pelo WhatsApp que tá no Instagram nosso aí e passa para gente aí se você for produtor Cláudio Tonto tá dizendo que vai mandar um bicho factante para você pela resposta, pela metade da resposta, tá certo? Manda mensagem no direct do Instagram nosso, fala comigo lá agora assim que terminar a live que a gente já acelera isso. E a turma que ganhou, que foi Rogério, Rogério, fala comigo pelo Instagram ou pelo WhatsApp que tem lá né?

Vou botar aqui o meu Zap para você falar comigo. Na realidade, já falei, né? 759-91227988. Fala comigo no Zap para a gente alinhar aí essa questão da análise de água e do vídeo do produto que Cláudio vai ver com você aí, e você vai virar nosso cliente, né, Tuã? Deixa eu falar uma coisa para vocês: daqui a 15 dias Vamos ter uma pessoa falando aqui sobre um pouquinho da história. A tilápia, que o cara viveu esse período, né? Ele teve aqui na live, brinquei com ele. Não sei quem que vocês vão adivinhar quem foi ou não, como passou tanta gente.

CTClaudio Tuamm

Posso dar canja?

?Voz A

Dá uma canja aí, mas não diz o nome não. Vou até botar você na tela, pera aí.

CTClaudio Tuamm

Ele foi um dos primeiros a trabalhar com as partes de intensivo aqui no sul da Bahia, tava envolvido nas produções, os primeiros pirarucu que chegaram por aqui, ele tava envolvido e tal. Dede, você já comprou aquela casa pela Aldobrecht ou não?

?Voz A

Não, não comprei.

CTClaudio Tuamm

Ah, não comprou? Ah, então tá bom.

?Voz A

Então não comprei não, comprei não. Tô precisando de um financiamento para comprar essa casa.

CTClaudio Tuamm

Eu pensei que era pela Aldobrecht.

?Voz A

Então assim, a pessoa tem uma vivência em sistema intensivo de tilápia, Morou aqui um tempo, né, sabe, no Baixo Sul, mas ele é do sertão, gosta de uma caatinga, gosta de morar perto de São Francisco. Consegui, se não desistir até lá, consegui trazer ele para live em breve, daqui a 15 dias. Muito obrigado, Professor Augusto, muito obrigado. Vamos dar um formato aqui, né, só para agradecer vocês. Muito obrigado, Professor Augusto, muito obrigado, Atuan.

São duas pessoas que acreditavam no podcast desde o início, são parceiros nossos, patrocinadores nossos, sempre estão chegando junto com a gente. E é mais que uma honra ter os dois aqui trazendo muito conhecimento. A gente teve aqui uma visualização muito interessante, tivemos pico aí de passou de 20 simultâneos, mas a gente sabe que reverbera depois. E eu sei que o professor Augusto amanhã vai estar jogando já nos grupos, né, professor Augusto, para todo mundo assistir a live, que muita informação aqui para gente.

Muito obrigado pela disponibilidade de vocês, muito obrigado a todos que estão aqui. Até daqui a 15 dias, tchau tchau, fiquem com Deus e um abraço. Tchau tchau tchau tchau tchau tchau.

Live #72 Com Augusto Fonsêca e Claudio Tuamm | Castnews Index — Castnews Index