Live #71 Com Fábio Costa Filho
Essa foi a nossa septuagésima primeira Live do nosso podcast De 0 a 100 na Aquicultura, onde o nosso apresentador conversou com o Engenheiro de Pesca Fábio Costa Filho, Doutorando em Recursos Pesqueiros e Aquicultura no Departamento de Pesca e Aquicultura (DEPAq) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), na qual batemos um papo sobre o tema "Monitoramento Acústico na Carcinicultura: Como a Bioacústica está Transformando o Cultivo de Camarão".
- Futuro Humano e Tecnologia· TecnologiaDemocratização do acesso à tecnologia · Desenvolvimento de IA para análise de vídeo · Aplicativos e ferramentas digitais · Integração com sensores de parâmetros de água
- Diferença entre bioacústica e monitoramento acústico passivoCiência geral vs. aplicação específica · Ferramenta não invasiva · Software Raven
- Acústica na Carcinicultura· CienciaBioacústica · Cultivo de camarão · Tecnologia de monitoramento
- Impacto acústico em moradoresRuído de chuva · Tamanho mínimo do camarão para detecção · Custo da tecnologia · Necessidade de mão de obra especializada
- Qualidade sonora de épocaQuintal como laboratório · Monitoramento acústico passivo (PAM) · Origem na indústria australiana
- Voz Batista para CriançasMastigação e choque da mandíbula · Hidrofone · Camarão cinza (Vannamei)
- Evolução das pesquisas no LTAHistologia · Probióticos · Parceria com Lemar
Boa noite, turma! Sejam bem-vindos a mais uma live do nosso podcast. Hoje demorou um pouquinho mais para ver se o pessoal chegava, né? A turma não tá chegando ainda. Boa noite a turma que tá no YouTube! Já temos mais de 15 aqui no YouTube agora começando, e mais de 10 no Instagram, né? Que o Instagram aqui fica dando umas bug aqui, aí diz uma quantidade, depois diz outra muito rápido. O pessoal do Instagram dá uma olhadinha, sai.
Né, como é que estão vocês? Me digam aí, quero saber como é que tá a expectativa de vocês para nossa live. Vocês não sabem como eu tô feliz de trazer essa pessoa com essa tecnologia, né? Nossa 71ª live será com o engenheiro de pesca Fábio Costa Filho sobre o tema monitoramento acústico na caixinha de cultura com a bioacústica. Está transformando o cultivo de camarão. Quero agradecer ao meu anjo da guarda, a presidente da EPE Pernambuco, Maria Efigênia, que me indicou a tá fazendo essa live com a turma do Laboratório de Tecnologia de Aquicultura da Universidade Federal Rural de Pernambuco, através do meu parceiro Kenji, que faz parte lá.
E mexe no Instagram da EPE Pernambuco, que ajuda Maria Efigênia com o Instagram da EPE Pernambuco, e que também faz o Instagram do LTA. Quem tiver curiosidade, deixa eu ver aqui para botar logo aqui para vocês, botar aqui que eu fiquei assim, sabe? Vai lá, ó, para seguir nosso convidado Fábio Costa Filho, Xiripe Ponta Acústica, Laboratório de Tecnologia em Agricultura, @lta.ufrpe. Vai lá, curiosidade, seguir eles no Instagram.
Ó, muito interessante. Eu vi essa tecnologia tem uns 2 anos, com a BlueSense chegando no Brasil na perna cã de 2024. Inclusive a gente fez a live aqui com o Bran. Inclusive foi a live mais rápida que a gente fez, que ele tinha um horário para viajar. Então a gente fez uma live de 1 hora e meia. Depois disso a gente não conseguiu mais fazer uma live de 1 hora e meia, só 2 horas em diante, 2 horas e meia, 3 horas, 3 horas e meia.
De live. Espero que vocês tenham muitas perguntas para hoje para Fábio, porque eu adorei fazer a pré-live com ele e descobrir como é fantástico essa tecnologia, né? Meu parceiro Rafa mandou mensagem para mim na instante, disse que tá saindo da roça, da fazenda lá, que o cara agora é criador de peixe, produtor de feno, ele tá tocando o barco com tudo que ele pode. E vai estar chegando aqui por volta de umas 8 horas assim, eu acredito assim, eu espero que ele chegue.
José hoje tá naquela agitação tremenda aqui em casa, né, aprontando tudo e todas, vocês não sabem, querendo acabar com os brinquedos tudo do mundo. Niraldir, meu filho, cadê você, hein? Cadê você? Deixa eu ver. Niraldir tá aqui. Deixa eu ver quem já chegou por aqui. Olha quem chegou cedo aqui, foi Bartolomeu. Ó, boa noite, Heraldo, estou na guarda. Ele chegou aqui, era 18:59. Rogério chegou às 18:24 dando boa noite. Maria Eduarda de Moura chegou às 19:34.
Maria Eduarda, eu acho que você começou a seguir a gente hoje ou foi ontem, eu vi, viu? Muito obrigado por estar seguindo a gente. Mauro Neto chegou também na área aqui às 19:38. Deixa eu ver, Mercê Gomes também chegou aqui. Deixa eu ver. Euripson Andrade também chegou. Salomão também tá na área aqui. Felipe Júlio também. E quero dizer a vocês que tá rolando o SimPop, pessoal, lá no Paraná. Hoje assisti um pouquinho, consegui pegar o conteúdozinho deles.
Vai lá, procura no YouTube SimPop. O evento foi ontem, ou é foi hoje e é amanhã. Então tá rolando as palestras ao vivo da parte de sanidade, que a parte que eu peguei hoje foi sanidade. Não sei, como eu não vi direito, mas eu fiz até propaganda que me marcaram deles, né, no Instagram. Antes de eu fazer a nossa, vou fazer a propaganda, vou, e vou fazer a propaganda nossa, e vou fazer uma propaganda de uma coisa muito interessante que já tá acontecendo, Paulo Afonso, no final de mês de agosto.
Isso quer dizer de hoje a 30 dias, tá entendendo? Mas fazer o seguinte, vou falar dos nossos patrocinadores e aí a gente volta para tá falando com o nosso convidado, tá certo? E eu pedi aqui o meu parceiro, que pediu para fazer a propaganda do curso dele, ele não me mandou o vídeo, então vou ter que falar daqui a pouco da propaganda dele. Bora aqui falar dos nossos patrocinadores, né? Panorama da Aquicultura, a revista mais de 20 anos no mercado, com o nosso querido e amigo João Marques, tá lá participando dos Simpop, cobrindo o evento.
Quem ficou interessado em fazer assinatura da Panorama, que eu sou assinante há muitos anos, vai falar pelo Zap com a Daniela através do 21 97252-5595. Vai falar que assistiu a live nossa do podcast Será 100 e vai conseguir aquele desconto. Diz que foi Deraldo que mandou lá procurar as meninas e vocês vão estar com esse desconto, tá certo? Deixa o nome da outra, é Daniela ou Fernanda, vocês vão estar falando lá na pelo WhatsApp.
É, deixa eu voltar um pouquinho que já falei demais da Panorama, né? A ABCC, Associação Brasileira de Criadores de Camarão, do ponto, presidida pelo meu parceiro, grande amigo da primeira turma, engenheiro de pesca Itamar Rocha, que teve na Bahia essa semana, ontem se eu não me engano, falando com o pessoal da Bahia Pesca sobre as questões da legislação do estado para carcinocultura. Então quem que é produtor rural, quiser se associar, fale pelo 849-9612-7575, tá certo?
E pensou em biosoluções, soluções biotecnológicas, pensou Biofutura do meu parceiro, amigo, mentor Cláudio Tuan, fale com ele através do 99242-7575. Fala lá que vocês viram aqui no Podcast 010 com Deraldo, que vocês vão ser bem atendidos com certeza. E quem sabe rola aquele descontinho para vocês. Tratáguas do Professor Augusto, né? Vou dar um spoiler: próximo mês eu acho que a gente vai fazer uma live aí com o Professor Augusto, hein?
Eu acho, hein? Eu acho. Tô conversando com ele para ver. Então pensou em análise de água? Pensou tratáguas? Fale com o Professor Augusto através do Zap 83 999720369. Pensou em balanço iônico, equilíbrio iônico? Professor Augusto. Nossos parceiros, Federação das Associações de Inverno de Pesca do Brasil, presidido por Marcos Bravo, que teve aqui no final do ano fazendo a live com a gente. Já tô com saudade de fazer uma live com ele.
A AEP, Associação dos Engenheiros de Pesca da Bahia, presidida por a minha amiga Raíssa, né, e vice-presidente professor Lucemário. Teve reunião ontem, tratamos de vários assuntos interessantes para engenheiro de pesca na Bahia. E a AEP, Associação de Engenheiros de Pesca de Pernambuco, a AEPPE, da minha amiga, meu anjo da guarda, Maria Efigênia. Que sempre tá aqui nos acudindo, nos ajudando. Inclusive a live passada com Plênio e com hoje com o Fábio foi indicação dela.
E Comunidade Aqua, uma comunidade no grupo do WhatsApp com mais de 300 pessoas, com produtores técnicos que você pensar, tem gente lá apaixonada pelo nosso segmento da aquacultura, do aquanegócio, produzindo. E o Grupo de Inovação Tecnológica de Produção Animal de Pressão com o professor Mateus Ramalho, que a gente fez live no dia desse, eu acho que tem um mês. E lá, cara, Laboratório de Cassinicultura da UFRPE do Presídio, pelo meu parceiro e amigo Luiz Otávio.
Tô aqui também já tentando ver se eu trago uma live com ele agora em setembro ou outubro, dependendo só da disponibilidade dele, hein. E daqui um dia quem vai estar marcado aí é do LTA, que a parceria com LTA, a gente tá fechando a parceria com LTA, viu. Então ele vai estar aqui junto, aqui, ó. Com esses grupos aqui, a turma da pesquisa. E não podia deixar de falar dos realizadores, Cultiva e Plante, Gideraldo Neto. Inclusive, vai lá no Instagram da Cultiva e Plante.
Quem não me segue, segue lá o meu Instagram no pessoal, vai ter lá o Instagram da Cultiva e Plante, do podcast e da Aqualab. Vai lá seguir nós quatro, por favor. Eu tô postando cada conteúdo interessantíssimo pelo menos uma vez na semana, Adaptivo e Prático. Hoje eu postei sobre os produtos para enfrentar a questão climática, e é com El Niño, né, que vem esse inverno aí do jeito que tá. Então vai lá, olhada, fiz as últimas 3 postagens, vai dar uma olhada lá, ficou muito massa falando sobre a questão climática.
E o meu parceiro amigo Aqualins, Luizinho Cronos Aqua, e meu parceiro amigo também Rafael Cordeiro. Tá certo, deixa eu voltar aqui para tela agora, Deraldinho, para estar aqui com vocês, né? Antes da gente começar nossa live, eu tenho que aproveitar, deixa eu abrir aqui o Instagram aqui para divulgar uma coisa super importante para quem tá lá na região de Paulo Afonso. Deixa eu aqui compartilhar a tela. E nosso convidado já tá querendo já participar, já deve estar agoniado aqui que eu fico enrolando a live, mas eu preciso fazer a propaganda, anunciar para vocês aqui o curso de gestão sanitária na tilapicultura, estratégias para o verão sobre El Niño, dia 29 de agosto em Paulo Afonso, no Hotel San Marino.
A Aquivet Saúde Óptica está promovendo esse Concurso. Vou pegar o link aqui disso aqui, vou colocar no chat aqui para vocês, tá certo? E para vocês terem acesso. Inclusive, tô vendo com seu Santiago Benítez um descontinho para quem assiste nossa live. Não é garantido ainda, estou vendo aqui lá o vídeo dele, ele convidando vocês Mas eu vou colocar aqui no grupo, no chat, o link da postagem do curso, tá certo? E o quê? Vamos chamar o nosso convidado, né?
Tá bom de conversa, tá bom de papo. Estamos aqui hoje com agora com 15 pessoas no YouTube, já chegou mais 18, mais umas 5 aqui no Instagram que toda hora passa, volta, passa, volta. Tá entendendo? E cadê, cadê, cadê, cadê? Tô perdido, né? Tem que mudar o formato primeiro. Não, vamos trazer ele assim. Nossa live com o nosso parceiro Pabllo aqui.
Boa noite, boa noite!
O tema: monitoramento acústico na caixinha de costura, como a bioacústica está transformando a cultura de camarão. Vocês vão se surpreender. Seja bem-vindo, Fábio, fique à vontade, meu irmão. Só vou mudar o formato aqui para os meus patrocinadores passarem aqui em cima e pode ficar à vontade, a casa é sua, meu irmão, se apresente.
Boa noite, pessoal, meu nome é Fábio, sou estudante de doutorado na UFRPE, atuo pelo Laboratório de Tecnologia e Cultura e há 7 anos trabalho com o monitoramento acústico passivo com foco em comportamento alimentar do camarão. Camarão cinza ou pneuzão na meia.
Fábio, você já pode já começar a, né, se apresentar, falar um pouquinho do seu histórico de carreira e os trabalhos envolvidos, que a turma aqui com certeza está curiosa, né. Fábio, que tá representando o Laboratório de Tecnologia em Agricultura, que é coordenado pelo professor Silvio. Ele vai falar um pouquinho dele e no finalzinho da fala ele vai falar um pouquinho sobre o laboratório e as pesquisas que está sendo desenvolvida lá, tá certo? Fique à vontade, meu irmão.
Beleza, muito obrigado, Deraldo. Prazer, boa noite novamente. Hoje eu vou apresentar um pouco sobre mim, agora quer dizer. Eu sou estudante de doutorado, fiz mestrado e graduação na UFRPE. Engenharia de pesca e fiz mestrado em aquicultura e recursos pesqueiros. Atualmente faço doutorado em aquicultura e recursos pesqueiros e agricultura novamente. E há 7 anos trabalho com monitoramento acústico passivo, com esse foco em mais de camarão.
E ao longo desses 7 anos eu basicamente participei desde o início dos estudos com esse animal, com essa ferramenta, até agora, basicamente. Ou seja, eu vi o começo, o começo, e tô até agora trabalhando nessa área de acústica, onde desde que eu entrei no laboratório na graduação, que faz 7 anos, eu trabalho com essa ferramenta de bioacústica. E atualmente, pode falar, e atualmente no laboratório a gente trabalha com duas linhas de pesquisa, basicamente.
Que seria com o monitoramento acústico passivo, ou PAM, e também com histologia, que é o estudo de células utilizando vários processos para verificar como que elas estão, se estão bem ou não. Essa não é tanto minha área, por isso que eu não consigo me aprofundar tanto.
Fábio, beleza. Deixa eu ver. Eu acho que a minha luz, pessoal, deixa eu só perguntar uma coisa para vocês antes de a gente começar, que realmente já tá, o link do Instagram foi cortado, vou ter que botar de novo. Vocês estão ouvindo bem a gente? A transmissão tá boa? Só me digam isso, tá certo? Tô colocando aqui, eu tô prestando atenção aqui porque eu tô colocando aqui o curso aqui no no chat para vocês com o link já para fazer as inscrições, tá certo?
Ó, Professor Lucemário chegou na área, Gustavo Cardoso, Luizinho, Rafael Liano. Hoje vai chover, viu, Rafael Liano, nessa live só você, Fábio, para trazer. E Vinícius Kenji, que foi a ponte para você tá aqui hoje, tá aqui. Muito obrigado, Kenji, pela ajuda, pela parceria. Mas vamos deixar de churumelas Como diz meu parceiro que tá aqui hoje, Luizinho, não deixar de churumelas e trazer aqui, né, o nosso primeiro bloco, pessoal, vai ser sobre o surgimento da pesquisa acústica aplicada à carcinocultura.
Eu fiquei encafifado quando eu comecei a conversar com o Fábio. Onde que surgiu isso, né, essa brincadeira de começar? Já que a gente, eu já sabia um pouco do histórico de ter chegado a tecnologia que chegou na frente da cama com a Plussenso. Mas como é que surgiu essa questão da pesquisa, de pesquisar essa parte, né, de pesquisar, ver o camarão? E Fábio mandou uns videozinho aqui para a gente mostrar para vocês daqui a pouco também. Fábio, fala um pouquinho desse surgimento.
Então, primeiramente, não foi utilizado no laboratório para estudo científico essa ferramenta da bioacústica. Primeiramente foi desenvolvido para produção, para carcinicultura, indústria para melhorar a produção. E salvo engano começou com uma empresa na Austrália onde ela desenvolveu um alimentador automático baseado em acústica, mas não foi nem para o camarão cinza, o Vannamei, foi para o Monodon, camarão-tigre gigante, camarão-tigre gigante lá da Austrália.
Aí depois de um tempo que começou a se utilizar esse equipamento o de monitoramento acústico para alimentação para o camarão cinza, para o Vannamei. Ou seja, eles testaram, funcionou e ficou nisso durante um bom tempo. Depois desse bom tempo, não tinha nenhum trabalho divulgado em revista científica, coisas assim, que mostrava o camarão, como que gera o som do camarão. Ou o que gera o som do camarão. Eu, primeiro trabalho que falou exatamente como que é gerado e gravou e demonstrou isso foi o Laboratório de Tecnologia e Cultura. Se der, Aldo, acho que já dá para botar o videozinho já.
Qual videozinho que você quer?
O, deixa eu ver o nome que eu perdi ele.
Alimentação na bandeja ou primeiro funcionamento?
Camarão isolado. Deixa, deixa só antes de explicar, deixa antes de passar o vídeo, deixa eu explicar. A gente não sabia como que o som era gerado, ou seja, a gente fez um estudo para eliminar, que a gente botou um camarão no aquário e botou uma câmera e um hidrofone, que é um equipamento que se utiliza normalmente para captar o som em ambiente marinho, em águas em geral, não só marinho. E para confirmar se era ele ou não, o que que gerava o som, melhor dizendo, Botou uma câmera, botou o camarão e jogou a ração e gravou.
Aí botou, sincronizou o áudio do hidrofone com o áudio do vídeo para fazer essa sincronia e ver o que que gerava o som. Pode passar o vídeo para que aí fica melhor.
Então deixa eu mudar aqui o nosso formato.
Perfeito. Então eu não sei se dá para todo mundo ouvir.
Vocês estão ouvindo, pessoal? Fala para mim no chat aí.
É um estalinho bem, é bem fininho. O que acontece, viu que o que gera o som Perfeito. Viu que o que gerava o som era o choque da mandíbula, ou seja, o camarão pegar o pé, te colocar na boca e mastigar. Essa mastigação gerava um som que é um estalinho. E aí se descobriu que o que gerava o som do camarão era o alimentação, era ele mastigando, o choque da mandíbula, e que era captável, que dava para ver e escutar ele para utilizar nesse monitoramento acústico, que é o que as empresas geralmente usam para alimentador automático, como por exemplo, como o Geraldo já falou, a Blue Sensor.
Então, tão ouvindo um estalinho aí?
Eu tô escutando.
Deixa o vídeo ainda, a turma do Instagram tá vendo, que é interessante saber que a turma do Instagram também está vendo. Vou botar até de novo aqui. Pode ir comentando, Fábio, fique à vontade. Aqui quem manda é o convidado.
Não, tranquilo. Então aí o laboratório foi o primeiro que viu que gerava o som para o camarão cinza, que é o camarão mais produzido do mundo. E a partir disso a gente começou a desenvolver pesquisas nessa linha de bioacústica, ou melhor dizendo, com monitoramento acústico passivo. Até então é só a indústria que usava, não tinha nenhum trabalho com pesquisa em relação a isso.
Então, pessoal, o que é que vocês acharam disso? Eu achei fantástico conseguir captar um som tão baixo dos camarões. Que quem trabalha com camarão percebe que é bem baixinho, né? Imagine isso. Mas então é o seguinte, bora passar para a segunda.
Deixa eu só complementar. Pronto.
Não é porque eu falei do bloco e não fiz a pergunta, pessoal. Desculpe, né? A pergunta é: como surgiram os primeiros estudos Sobre monitoramento acústico passivo aplicado ao cultivo de camarão no Brasil. Ele tá falando sobre isso, aí eu me passei, né? Ele falou aí, né, Fábio, que surgiu com o LTA.
Exatamente. Só um disclaimer, só um aviso: eu acredito que no mundo tem no máximo uns 4 laboratórios que publicam e trabalham com essa tecnologia. Ou seja, foi desenvolvida aqui primeiramente E a partir dos nossos primeiros trabalhos começou-se a se usar em outros lugares também.
Então, então, então, eu só quero dizer o seguinte, que o homem das perguntas fantásticas, Niraldo Melo, chegou na área. Então pode se preparar, Fábio, que daqui a pouco vem as perguntas.
Tranquilo, pode perguntar, fiquem à vontade.
Tranquilo. Então aqui é a casa de vocês. Temos hoje 27 pessoas aqui no simultâneo, 28 no Instagram também. Então vocês fiquem à vontade. Pode tirar o vídeo?
Pode, pode, pode.
Então vamos tirar o vídeo, voltar o formato aqui dos meus patrocinadores, né? Porque tem que, meus patrocinadores têm que estar passando aí.
Beleza. Então a partir disso viu-se o que gerava o som. Que eram, a gente tinha equipamentos necessários para fazer o trabalho com essa ferramenta, o monitoramento acústico, e começou-se a se desenvolver estudos. O primeiro estudo, por exemplo, foi para saber quais são as características do som, porque também não tinha nada disso, porque não adianta nada a gente saber que é limite de som, mas não saber a característica. E que é o, eu acredito que tenha sido como que os alimentadores baseada em acústica tenha se desenvolvido.
Primeiro fez um estudo preliminar, depois viu que é um som muito específico e começou assim a empregar, a se utilizar essa ferramenta na cassinicultura. E a partir disso, depois a gente começou a utilizar eles para estudo de ampliar a variedade, para diversos estudos, comportamento, mudança de, se o som muda de acordo com o tipo de ração, e por assim diante. Foi expandindo os leques de pesquisa.
Então vamos dar seguimento aqui, que o homem tem um bocado de informação para trazer para vocês. Então aqui o Niraldinho, a turma que tem Gustavo Cardoso do Semar, e a turma que eu tô aqui, e a turma nova também, viu? A turma nova que tem que ficar de você, vão fazendo suas perguntas, mandando no chat, que eu vou salvando para daqui a pouco, hein? Enquanto isso, a gente vai para a segunda aqui: como evoluir as pesquisas desenvolvidas pelo Laboratório de Tecnologia em Agricultura nesta área?
Eu queria nessa pergunta que você falasse um pouquinho do LTA, né, um pouquinho da história, se você puder falar um pouquinho da história do LTA para turma, né, entender a importância dele, como os outros laboratórios que tem na UFRPE, como do nosso parceiro coordenador do LACAPRO, o professor Luiz Otávio, também. Fala um pouquinho para a gente aí.
Beleza. O laboratório se iniciou com estudos de bactérias, como para desenvolvimento de probiótico, coisas assim, que é para melhorar o desenvolvimento do camarão. Porém, ao longo do tempo, foi trocando as linhas de pesquisa, porque infelizmente trabalhar com esse tipo de linha de pesquisa, como bactérias para desenvolvimento de probiótico, É muito custoso e é muito trabalhoso, e algumas vezes pode dar, não dar resultado. Até o professor fala que ele ficou muito feliz quando saiu dessa área e trocou, foi para outra.
É porque é muito, é muito trabalho para você fazer várias pesquisas, vários tratamentos, vários processos, e pô, no final não dá nenhum resultado. Entende? Depois disso, ou paralelo a isso, ele também trabalhava com parte de histologia, que eu comentei mais cedo. Mas a histologia era mais para animais de ambiente marinho selvagem, onde ele capturava, fazia as histologias para saber a questão de maturação gonadal, como que era o processo, em que tamanho, tudo mais.
Coisa de reprodução, basicamente, e fazia nessa linha de pesquisa. Só em 2017/18 que começou a se trabalhar com acústica, que foi basicamente que um laboratório vizinho, colega da gente, agora não me recordo o nome do laboratório, peço perdão, mas ele trabalhava com, tinha equipamento de bioacústica que usava para lagosta. Aí pegaram uma lagosta, algumas lagostas no caso, fizeram um experimento E depois disso falou, a gente tá com equipamento aqui, por que não fazer com camarão, que era o que a gente já cultivava, no caso.
E nesse primeiro ensaio já viu esse resultado e aí engatou, começamos a trabalhar nessa linha de pesquisa agora, que seria o da acústica.
Então, então, então, então, então É porque eu tô mandando aqui as mensagens do aviãozinho no Instagram, por isso, pessoal, eu tô aqui com a cabeça baixa, viu? Vão fazendo suas perguntas aí, porque o homem aqui, a conversa dele não é muito, é muito direta. Ele é direto no assunto, ele não fica enrolando igual os outros que passa aqui não, viu? Ele é direto no assunto. Vão aproveitando enquanto isso.
Deixa eu continuar então, posso?
Pode continuar.
Começamos a, utilizamos esse equipamento depois que viu que Ó, dá uma, tem como utilizar, dá um resultado. O camarão emite som, a gente sabe como que ele emite som. Aí começamos a comprar equipamento específico para isso, que seria hidrofones, gravadores de mão, o mesmo gravador que se utiliza em filme, por exemplo, em novela, a gente utiliza no laboratório basicamente. E começou a investir nessa área. E eu acredito que até o professor uma vez falou que foi o melhor investimento da vida dele, que ele comprou um equipamento e faz esse trabalho 5, 6 anos quase.
Ou seja, com equipamento a gente trabalha até hoje. Vira e mexe só um hidrofone que dá problema, mas é o de menos, a gente consegue pegar tranquilamente. E com isso a gente começou a desenvolver várias linhas de pesquisa. Atualmente a gente tem duas linhas da parte acústica, a gente tem duas linhas de pesquisa que a gente estuda comportamento alimentar do camarão. Ou seja, a gente pega diversas situações Como por exemplo diferentes densidades, diferentes temperaturas, diferentes frequências de alimentação, que foi até o vídeo que a gente fez uma colaboração, eu e Heraldo, e fomos testando para ver se muda alguma coisa na alimentação do camarão.
E muitos desses trabalhos mostraram que sim, pequenas alterações podem alterar a alimentação do camarão, podendo ser para melhor ou para pior. Ou seja, a gente consegue ver no, como posso dizer, no pente fino quais são essas diferenças e o que pode melhorar, o que pode piorar a questão da alimentação do camarão. E a parte de caracterização, que justamente a gente, muitos, por exemplo, muitas empresas desenvolvem novos produtos de, como por exemplo, um probiótico, uma ração para melhorar a saúde intestinal do camarão e faz uma raçãozinha especial.
Poxa, mas será que se utilizar essa ração, o alimentador ou o hidrofônico consegue captar o camarão comendo essa ração? Ou seja, a gente consegue ver se tem uma diferença no som de uma ração experimental ou de uma ração comercial. Isso ajuda muito a questão de melhorar o os alimentadores automáticos.
Deixa eu ver aqui, hein, pessoal. Deixa eu só mostrar uma coisa para vocês aqui que eu falei lá no início, mas não deixe de seguir Fábio Costa Filho do Laboratório LTA e fique por dentro do que tá acontecendo lá no laboratório. Siga o nosso Instagram, quem tá no Instagram segue a gente aí. Quem não tá, vai aqui, clica aqui no link do YouTube, depois segue a gente. E principalmente não deixe de curtir a nossa live, compartilhar e se inscrever no nosso canal.
Estamos na luta, na batalha para chegar a 1000 seguidores. Nesse exato momento nós estamos com, deixa eu ver aqui, com 893. Estava, estávamos com 888, então já entrou aqui 4 seguidores hoje, né? Então vamos lá, continue curtindo, compartilhando, se inscrevendo em nosso canal, tá certo? E não deixe de seguir o LTA e o Fábio. Vamos voltar aqui para nossas perguntas, né, Fábio? Ainda tem mais alguma coisa desse bloco?
Sim, tenho. Agradecer ao Gabriel que comentou que eu tinha esquecido. É Paulo Travasso. Eu me lembrava o nome do professor, só não lembrava o nome do laboratório. Que é o Lemar, que trabalha mais com a área de pesca, realmente.
Pronto, é Professor Paulo Travasso. Se eu não me engano, eu já conheci Professor Paulo Travasso tem um tempinho, viu? Tem um tempinho. Ô, Carlos Cezuã, é uma pergunta aqui. Dê uma olhadinha aí rapidinha se a gente faz agora ou se vai para o próximo bloco. Eu acho que é para o próximo bloco.
Eu acho que é o próximo bloco, é melhor.
Isso mesmo. Então nosso próximo bloco, agora eu vou falar direitinho, viu, pessoal, que eu tava tão empolgado que quando começa a live eu tô tão acelerado que eu fico empolgado demais com os convidados que eu vou trazendo aqui, tá? Aí eu coloco o nosso bloco 2, é fundamentos da tecnologia. E vamos começar o bloco 2 com essa pergunta aqui, ó: para quem ainda não conhece essa área, qual é a diferença entre bioacústica e monitoramento acústico passivo?
Eu achei Massa essa pergunta, porque assim, todo mundo acha que é a mesma coisa, né? E aí eu queria, Fábio, que você falasse um pouquinho como começou isso com os pássaros, né? Que essa tecnologia veio de lá. Então fala para a gente um pouquinho como foi que surgiu essa tecnologia.
Perfeitamente. O que acontece, o monitoramento, o que que acontece? A bioacústica seria o geralzão, seria ciências gerais, enquanto que o monitoramento acústico passivo seria um específico, uma um braço da bioacústica, o que vai descendo. Ou seja, temos lá o geralzão bioacústica e um ramo é o monitoramento acústico passivo. Porque existe outros tipos de bioacústica, podemos usar, por exemplo, uma ativa, que é muito utilizada para um sonar, por exemplo, é uma acústica ativa que algumas produções de salmão, por exemplo, utiliza essa acústica ativa.
Mas no caso, o que que seria a bioacústica? A ciência que estuda os sons dos animais no geral, não só dos animais, mas também como do ambiente, que por exemplo terremoto, chuva, sons de origem natural no caso, e também de animais. No caso, por exemplo, a gente utilizava um programa chamado Raven, que traduzido seria corvo em português, que foi desenvolvida a princípio para estudo de pássaro, ou seja, uma ferramenta que foi, iniciou para estudo de aves, mais específico de aves silvestres, começou a se utilizar na parte de várias outras áreas, como por exemplo não só para camarão, mas como por exemplo para golfinhos, cetáceos, no caso golfinhos, orcas, baleias.
E foi assim que a ferramenta foi agrupando diferentes tipos de animais para poder englobar um leque maior de possibilidades de ser utilizada. Tanto que eu acredito que basicamente existe 3 ou 4 programas que a gente utiliza para estudo de acústica, e um dos principais para animais seria o Raven. E no caso, o que seria, qual a principal diferença da acústica passiva? É que literalmente a gente utiliza essa ferramenta como fosse um microfone para só escutar.
A gente não gera nenhum outro tipo de ruído, a gente não interfere no ambiente. Isso facilita porque talvez se a gente tivesse gerando algum ruído, afetasse, estressasse o camarão, atrapalhasse para entender o comportamento dele. Por isso que esse passivo é importante, porque literalmente é meio que colocar um microfone numa sala e só ficar escutando. A gente não vai afetar em nada, só vai escutar. E a partir dessa escuta a gente consegue inferir bastante informação, como por exemplo, como que nem o Deraldo falou mais cedo, agora pouco quer dizer, questão de pássaros.
O que que acontece geralmente Pega microfones, coloca lá no ambiente selvagem e deixa gravando. O que acontece? Vai escutar o ruído dos pássaros de fundo e de outros animais. E a partir disso foi que— esse é o ramo da bioacústica passiva, da acústica passiva, perdão. É justamente só escutar e tirar as informações dali, né? A gente não afeta o ambiente, tanto que o monitoramento acústico passivo é uma ferramenta não invasiva, ou seja, que não atrapalha.
Que é bem diferente que, por exemplo, botar, pegar o animal, manusear. Não, a gente não precisa disso para fazer, para saber escutar. É mais simples até essa ferramenta. E essa é a principal diferença entre a bioacústica e o monitoramento acústico passivo. Ou seja, tem essas diferenças basicamente, e com base nessas diferenças que a gente consegue utilizar para o monitoramento alimentar do camarão, que é muito mais simples. A gente não depende de muitos equipamentos, só de um gravador, de um hidrofone e de um computador para fazer as análises.
Fora isso, não temos nenhuma outra dependência, como por exemplo se fosse um estudo de ambiente marinho que utilizava um sonar, que precisa de uma acústica ativa que gera um som para ele calcular o tempo que demora para voltar, e com base nisso consegue determinar o que tá acontecendo, onde tá os animais e por assim diante. Essa é a principal diferença.
Então, então, agradecer aqui a Giane. Eu não sei da onde ele é, mas que ele falou em espanhol aqui, isso quer dizer que ele tá fora do país. E minha imagem ficou preta, pessoal. Eu não sei o que aconteceu, a internet ou o meu computador não tá aguentando mais. Já tô precisando fazer uma vaquinha para comprar um computador novo para fazer as lives, viu? Vocês estão vendo aí, me vendo, ou a tela tá preta ainda?
Tá preta ainda, tá preta ainda.
Então é o seguinte, eu vou fazer a próxima pergunta, Fábio, e eu vou entrar de novo no StreamYard aqui no estúdio. Você pode continuar falando que ele não vai cair, só vou entrar novamente. Já temos acho que duas perguntas para fazer nesse bloco, tá certo? A próxima pergunta é: por que o estudo da acústica tem despertado tanto interesse para o cultivo de camarão?
Basicamente, como falei anteriormente, é uma ferramenta não invasiva, é fácil de implementar. Você pode colocar basicamente em vários viveiros, você não tem que ter uma característica muito específica de viveiro. Obviamente tem um mínimo ali para poder funcionar direito o equipamento. E qual Como posso dizer. E principalmente pelo fato você conseguir escutar alimentação do camarão, já é uma informação muito importante. Porque se o camarão tá comendo, quer dizer que provavelmente o ambiente está legal, o ambiente não está com qualidade de água ruim ou coisas assim, não tá estressado.
Se você colocar, por exemplo, hidrofone na água e não vê, não vê alimentação, não vê o ruído, É um péssimo sinal, quer dizer que não tem, não tem, o animal não tá comendo, ou pior, tá morto. Isso é um bom indicativo. E além disso também, acústica também não serve só para lado de cultivo, também serve para o lado de laboratório, que seria para estudos de novas formulações de ração, novos produtos, por assim diante, que vem ser utilizado.
Várias empresas lá fora já utiliza essa ferramenta para testar a ração. Tanto que, por exemplo, um colega do que trabalhou no laboratório, fez mestrado, tá em uma empresa no Equador atualmente trabalhando com isso, somente com isso.
Fantástico, hein, pessoal! Votei aí, minha imagem tá aparecendo, não tá agora. Tô bonito hoje, ó, bonitinho, pá! Só não tem muito cabelo, né, Luiz? Olha, quando eu ganhar na Mega eu vou fazer o implante para ficar tudo bonitinho igual Luiz Cabeludo. Mas bora lá, temos aqui algumas perguntas. Beleza. E já tem 5, eu acho que as 5 vai encaixar nesse bloco, então a gente já vai começar bem. A primeira aqui é do Carlos Zaza: atualmente, como vocês detectam o som, é automático ou manual?
Bom, então atualmente no laboratório a gente utiliza aquele software que eu comentei antes, o Raven, que é uma detecção semiautomática, digamos assim. Por que eu digo isso? Porque para detectar os sons a gente coloca o que que a gente quer achar na gravação, ou seja, ó, eu quero achar um som com essa, essa e essa característica. Aí o programa analisa a gravação toda e vai procurando em toda a gravação, ó, esse som tá dentro do que o cara, que a pessoa pediu.
Aí ele considera que é um som, que é um clique, por exemplo, no caso, e por assim diante. É trabalhoso, temos, a gente trabalha, tá trabalhando com isso atualmente para desenvolver mais essa ferramenta, para deixar automatizar realmente, que é um trabalho difícil.
Eu só quero dizer o seguinte, a gente tá internacional. Meu parceiro e amigo Paulinho da Ali Plus mandou um oi lá parabenizando a gente no Instagram pelo programa. Eu tô esperando, espero que ele veja essa gravação depois, se ele não tiver lá no Instagram, a oportunidade de fazer uma live comigo Ou pelo menos, né, Paulinho, esse ano na fé na cã você me dá ousadia de gravar entrevista com você de 5 minutos, porque ele escapou ali, o pessoal, ele escapou.
Mas bora lá, é a pergunta do Gustavo Cardoso, hein? Para captação do som tem uma distância máxima ou tamanho da diária para captar bem esses sons transmitidos pelos camarões, pelos sensores?
Ótima pergunta. Tem, eu não compro, eu não tenho essa informação porque eu vou me basear nas empresas que desenvolvem esse equipamento. Fala que tem que ter uma distância máxima para funcionar direito. Por exemplo, eu tô lembrando de cabeça, não tenho esse número, esse número é o certo, mas por exemplo, a Q1 fala que tem que ficar na no máximo a 50 metros do, da bandeja, não, do alimentador. Ou seja, tem um alimento, tem que ter uma distância máxima entre os equipamentos, e principalmente tem que ter uma distância de fontes de ruído, porque não adianta nada você ter um equipamento desse, um hidrofone no tanque, para ir um alimentador automático, se por exemplo tu tem um aerador do lado, provavelmente vai interferir muito na captação da alimentação, dele escutar alimentação, e pode acabar atrapalhando o sensor.
Ou seja, tem que ter uma distância, é mais importante a distância entre equipamentos ruidosos, como por exemplo um aerador, um soprador, do que realmente do camarão. Por se estar na água, o som se propaga mais facilmente e melhor. Aí tem essa vantagem.
Aí, aí vai vir uma pergunta do Nonô Melo. Ele perguntou uma coisa ligada a isso, por isso não puxei as outras que tava na sequência. Existem fatores ambientais ou técnicos que interferem no sucesso dessas análises? Já tá ligado ao que você tava falando.
Perfeito. Tem o principal, o barulho que mais afeta esse tipo de análise, ou E o equipamento propriamente dito é ruído de chuva, ou chuva propriamente dito. Eu digo ruído de chuva porque, por exemplo, nós, a gente grava em sistema de recirculação, RAIS, e se a gente deixar por acaso uma torneira ligada ou alguma coisa assim, gera um ruído que parece muito clique e que atrapalha muito as análises, que é um calcanhar de Aquiles.
E no caso de viveiro O principal problema é chuva, tanto que normalmente esse equipamento, os alimentadores automáticos, tem um sensorzinho que, ó, começou a chover, ele para de usar acústica e começa a usar o alimentador timer. E por quê? O som é muito parecido de chuva e de clique do caminhão se alimentando, aí termina ele confundido. Aí, para não ter problema de alimentar demais, ele vai para o timer, ou seja, começa a alimentar, um exemplo, a cada 15 minutos, um processo desse.
E vamos para a próxima. Deixa eu só mudar aqui o cenário, né? Eu tenho que aparecer para vocês, as pessoas aqui ficaram empolgadas, viu? Deixa eu ver aqui. Gustavo Cardoso, já fiz. Deixa eu tirar aqui. Tem agora Do Gianni. Boa noite. Já encontrou uma relação entre PDI de pellet e a intensidade do som?
Eu vou acreditar, eu não sei o que que seria esse PDI. Eu tô, eu vou acreditar que seria a dureza do pellet, algo assim. Sim, se for isso, o que a gente sabe, quanto mais duro o pellet, o camarão vai precisar fazer um soco mais de energia. A gente nunca testou, por exemplo, um pellet mais duro realmente e um pellet mais mole. O que que acontece? Geralmente a gente testa o pellet umedecido, que algumas vezes pode acontecer de um pellet ficar na água, ele estiviar e o camarão comer, que aí o som é com menos energia, que seria essa intensidade, eu acredito.
E também já sabe que uma amarração estrusada e uma pelletizada tem uma diferença no som. A extrusada, por ser mais rígida, ela, o som tem uma intensidade maior, tem mais energia, basicamente.
É, Niraldo já mandou uma pergunta aqui daquela. Já tô aqui, o Niraldo, já favoritei para ir para o lado das perguntas. Eu até perguntei isso a ele porque Quem não viu lá no Instagram, eu postei uma entrevista com Nelson da Aquavita feita na FENACAM. E Nelson falou na FENACAM, foram 15 minutos de entrevista, eu só fiz um corte de menos de 3 minutos. E Nelson fala sobre essa questão da tecnologia, da dureza do pellet, né? Porque o que acontece, o pellet para ir para o alimentador automático, ele é um pellet um pellet diferente, não é o pellet que normalmente se faz de lanço, tem que ser um pellet mais duro.
E aí a gente tem Gustavo Cardoso, Luizinho e outros aqui que trabalham com ração e sabe, pode estar, se eu tiver falando besteira, vocês me corrigirem, vocês têm essa liberdade aqui. E ele fala sobre isso, que tem que ser um pellet um pouco mais duro para que ele não fragmente muito né, no alimentador automático. Porque acaba acontece o quê? Se ele fragmentar muito, acaba que o pellet, pessoal, ele tem que estar inteiro, perfeito, para quando ele chegar na água.
Porque quando você quebra ele, facilita a entrada de água nele, ele farelar, como a gente fala, né? Então se ele tiver mais mole e no alimentador automático quebrar, ele perde a eficiência dele de duração na água, tá entendendo? Então assim, a mesma coisa, você bota a ração na água e ela não boia 15 minutos, ela afunda. É o mínimo 15 minutos, tá entendendo? Eu tive um produtor um dia desses que eu tinha mais de meia hora, ele tinha jogado, a gente conversando quase uma hora, e a ração lá boiando, boiando, boiando, boiando, tá entendendo?
E eu fiquei assim, pô, tá boiando tanto, eu não vou fazer o merchan da ração. Mas me surpreendi pela durabilidade. É uma ração que roda aqui na minha região, produzida aqui na minha região, e tem uma qualidade muito boa para quem cria peixe. E se Robertinho Merchante tivesse na live, ele ia dizer que ele vendia essa ração, mas ele não tá, né? Mas assim, a questão do pellet é fundamental para o alimentador automático. E agora também para essa questão da bioacústica.
Deixa eu ver aqui, vamos agora para Rogério. Rogério, muito obrigado pela participação. Rogério chegou no nosso podcast toda semana que a gente tá aqui, ele tá batendo o pontinho dele aqui com a gente. Muito obrigado pela audiência, virou mais um aluno, viu, Geraldo? E Gustavo Cardoso, professor Lucenário também. Bora lá, Rogério. Rogério pergunta: os principais, os princípios da bioacústica aplicada à alimentação do camarão também podem ser adaptadas para piscicultura?
Eu tava com essa pergunta para fazer, viu? Quais seriam os maiores desafios nessa transição de espécie?
Então, basicamente, qual é o porquê que o camarão é tão importante, é tão foi tão diferente, inovador, utilizando a bioacústica. É porque o camarão, quando vai comer, até o Geraldo acabou de falar, ele vai para o fundo, ele não come na superfície. Já o peixe, ele, se você jogar ração, uma tilápia, por exemplo, capaz de ela nem cair na água, ela já come a ração antes de cair na água, já fica lá no topo da superfície d'água e fica querendo comer.
Esse é o problema, porque a gente, primeiro, a gente consegue ver o peixe, por exemplo, a tilápia. Eu vou usar tilápia porque eu já testei isso também e vi que não tem necessidade. A tilápia, você consegue ver ela se alimentando, ou seja, se não tiver se alimentando você vai saber. E outra, quando ela sobe à superfície para se alimentar, ela, não só ela, vai vir vários outros peixes. E o que acontece, tem um, a gente chama de frenesia alimentar.
Começa o frenesi alimentar, que é peixe pulando, peixe se debatendo, peixe tentando pegar ração, e termina que esse frenesi gera muito ruído e termina que não dá para captar ela se alimentando direito. Tu vai pegar um áudio muito ruidoso e vai atrapalhar. Talvez futuramente, com novas análises, com o desenvolvimento de novas ferramentas Seria possível utilizar, mas de novo, não tem tanta necessidade. É um animal, come na superfície da água e a gente consegue ver se tá se alimentando, como tá se alimentando e tudo mais.
Esse é o principal entrave, basicamente. Eu acredito que talvez para um peixe que em tanque rede ou em peixe específico, por exemplo, salmão, que é ambientes muito largos, seja, possa ser utilizado. Mas de novo, não temos aplicabilidade para isso.
Ó, Fábio, ele fala aqui, ó, Rogério, o próprio Rogério, ele fala, ó, faço teste com ração para cascudo usada em aquarismo, ele é bem densa e rígida. Ó, a ideia para você. E o que eu entendi é, pode falar, Fábio.
É porque eu penso mais na área de produção mesmo, não na área de aquarismo, porque é muito, são muito diferentes. Por isso que eu não tenho tanta noção assim nessa parte.
Mas aí eu vou dizer a você, depois você faz uma análise sobre isso, porque o aquarismo é o segundo, é o terceiro pet. Que é cachorro, gato e peixe, ou é gato, cachorro e peixe no mundo, né? Então depois você dá uma olhada, daí já é um pós-doc, alguma coisa desse tipo para você aí. Então, ou botar o Kenji para fazer essa parte desse estudo aí, viu, Kenji? Eu quero agradecer a presença aqui do nosso coordenador do Alacá. Parabéns, Geraldo, excelente tema com grande profissional, professor Fábio.
Professor Luiz Otávio. Luiz, tô esperando você para a próxima live, hein? Vamos ver se a gente faz em outubro, hein? Mandei até no local hoje o temazinho, que quem sabe a gente faz, viu? Esperando você. Agora eu tenho que conquistar a turma para convidada aqui, tem que ser nas lives.
Só deixa eu agradecer o professor.
É, agradeça.
Obrigado, professor, muito obrigado. Sei bom escutar isso.
Então, Professor Luiz Otávio sempre tá aqui com a gente, viu? Não se preocupe não, ele sempre tá aqui com a gente. E não, olha, Kenji tá dizendo que pode deixar que ele vai estudar essa parte aí do ornamental.
Ele gosta.
Eu vou deixar a pergunta de Luizinho por último, vou inverter. Adinaldo. Para depois fazer a do Felipe e depois a de Luizinho. Niraldir pergunta, Niraldir normalmente faz as perguntas do corte, mas bora ver se ele tá com essa moral toda para hoje. Vamos ver, Fábio, como diferenciar os cliques de real alimentação de outros ruídos?
Então, basicamente o que acontece, o clique de alimentação é um som muito específico. É totalmente diferente, como por exemplo, de um som de um aerador, que dá para se meio que, por exemplo, um som não se sobrepõe ao outro. É meio que a gente tivesse numa sala com muitas pessoas conversando e um som se sobressaísse ao outro, não ficasse na mesma faixa. Isso é o que mais diferencia a real alimentação. Que, por exemplo, como eu falei agora há pouco, questão de aerador tem que ter uma distância mínima.
Mesmo com essa distância ainda vai se escutar esse ruído, mas esse ruído estando um pouco mais distante não vai atrapalhar nas análises da real alimentação, do camarão se alimentando. Dito, e de outros sons também, como por exemplo pessoas andando, algum ruído perto do tanque, um carro passando, por assim diante. Isso não afeta, porque o som, a forma do som propriamente dita é muito diferente, e o algoritmo empregado nesses alimentadores consegue diferenciar bem esse som, especificamente para o cliquezinho do camarão. Ele consegue pegar bem.
Então, olha, já, Ernaldo, eu mutei para eu pegar esse corte. Vai que, Luizinho, a sua não passa na frente, vai que, né? Agradecer a Robertinho Mecham, ele entrou lá no Instagram, mas não sei se ainda tá lá, mas agradecer a ele pela parceria, sempre pelo menos deu uma passadinha aqui, né? Eu vou fazer um comentário aqui de Gustavo Cardoso, ele mais para fazer a próxima pergunta, tá? Gustavo Cardoso fala assim, ó: como o peixe talvez usar imagem é mais interessante que som, buscar desenvolver tecnologia utilizando imagens para conhecer comportamento determinado, biomassas, etc.
Por falar nisso, nosso parceiro e amigo Wagner Camis, que já passou por aqui ano passado, se eu não me engano, na FENACAM, ele já tinha aparecido no ano retrasado e ano passado ele apresentou uma tecnologia sobre esse monitoramento com IA que ele tá desenvolvendo junto, parceria com o pessoal lá, para esse monitoramento em tanque rede, para ajuste de ração, alguma coisa desse tipo. Eu posso até ver, Gustavo, depois e tentar lhe passar a apresentação.
E por falar apresentação, já coloquei a apresentação do ano passado no nosso Drive. Vai lá nesse link, quem tá no Instagram, clica aí no link que tá aí no MeetTree. Eu vou pegar o link, colocar aqui no YouTube também para vocês. É lá no Drive dos seguidores, matéria para os seguidores, vai lá na FENACAM 2025, vocês vão ter lá as palestras que rolou lá, tá certo? Vamos, vamos seguir aqui.
O Deraldo, só deixa eu fazer um adendo. No laboratório, eu não sou eu que trabalho com isso, temos um colega, ele tá até comentando na live, o Gabriel. Ele tá trabalhando nessa área de vídeo e tá desenvolvendo uma IA para monitoramento de vídeo de camarão. Ele já tá, já, ele entrou no laboratório ano passado, já tá, e já tá desenvolvendo. Ele já tem alguns esquemas dessa IA para análise do comportamento e de tamanho de camarão também.
Aí só fica esse adendo aí também, que a gente também tá trabalhando nisso. Não sou eu especificamente, mas tem, a gente já sabe dessa linha e já tá investindo.
Então, não, não perguntou aqui, ó, é possível identificar diferentes espécies de camarões ou diferentes tamanhos, pesos de uma mesma espécie a partir do PAN?
Ainda não tem. A gente sabe que um camarão pequeno e um grande, quando eu digo pequeno, camarão de 1 grama e camarão de 25 gramas, tem uma diferença. Mas uma diferença dá uma precisão, por exemplo, esse camarão aqui pelo som ele tem 2 gramas. Ainda a gente não tem desenvolvido, não sabe nem se é possível. Porque a gente já sabe que, por exemplo, um camarão a partir de 3 gramas, basicamente o som dele não muda, é muito parecido.
Em um camarão de 3 gramas, de 25 gramas, emite um som muito parecido. Já abaixo disso já é diferente. Porém, aí eu não tenho, não posso afirmar que, ó, dá para diferenciar o tamanho do camarão ou peso, no caso.
Pergunta tem de sobra hoje, graças a Deus. Bora puxar aqui a do Felipe, que Maria Eduarda já fez uma aqui interessante também, viu? E eu só tô deixando de luzinho, repare. E a gente nem mudou o bloco, hein? O bloco não mudou ainda, hein? Aí, relacionado à tecnologia, tô fazendo essas logo aqui para continuar a linha de raciocínio do Fábio, para não quebrar a linha de raciocínio dele. Quais as principais características acústicas avaliadas e qual tem maior peso na avaliação do pano?
Basicamente, característica acústica a gente tem várias. Isso vai depender muito do foco do seu trabalho, mas quando a gente vai falar de características acústicas para alimentador, por exemplo, algo assim, eu acredito que o pico da frequência que é o ponto do clique onde tem maior concentração de energia, seja mais importante. Porque basicamente com ele você pode, como é baixo esse parâmetro, esse, o pico da frequência, é fácil de captar ele.
Você não precisa de um equipamento muito sofisticado e com isso você consegue, ó, detectar o som do camarão e diferenciar do som do ruído ambiente ou de outro som. Eu acredito que seja esse o principal, mas de novo, a gente tem milhares de parâmetros acústicos que não só pode ser como o pico da frequência que eu comentei agora, mas pode ser um parâmetro de outro dado, por exemplo, do oscilograma, que seria a energia que ele captou em um determinado período de tempo, também pode ser importante.
Ou seja, depende muito, mas para o alimentador automático nessa linha eu diria que é o pico da frequência.
Então até mutei aqui porque vai que a pergunta do Felipe, que eu nem anotei o tempo, mas vou anotar aqui agora. Eu tô perdendo, Niraldo, eu tô perdendo o momento de anotar as perguntas. Porque é tanta pergunta aqui que eu tô meio perdido, né? Vamos lá para pergunta da Duda, que eu já tô, já tô íntimo, viu? Já tô íntimo da Duda, já tô aqui chamando ela de Duda. Eduarda Mendonça Aqua. É, por falar nisso, mas antes de eu achar a pergunta aqui rapidinho, só dizer que o sem-vergonha do Robertinho já apareceu na área.
Já tá tentando fazer o merchan dele dizendo que lá vende na Iaco a tecnologia alimentação automática, né? Mas a gente junto com a Bernal temos, tá bem, viu? E aí, Robertinho, eu vou cobrar você esse merchan que você faz aqui no podcast, é em cerveja e em brinde lá no Iaco, viu? Esse ano eu quero ver se você não fechar esse patrocínio. Com Iaqua esse ano, porque você tá me devendo essa, viu, Geraldo? Até agora ele tá me enrolando.
Esse cabra vai virar gerente do Iaqua e não vai conseguir um patrocínio para mim lá. É brincadeira, rapaz? Ai, ai, a Maria Virgínia tá rindo aqui. Apareceu, meu anjo da guarda! Bem, seja bem-vinda, Maria Virgínia! Vou ver se esse ano consigo trazer ela de novo, viu? Mas bora lá, vou fazer a pergunta da Duda. Duda pergunta: consegue monitorar cenários em que o animal esteja em estresse? Boa pergunta, viu, Duda? Gostei.
Então, a gente consegue monitorar e consegue diferenciar até certas condições. A gente não tem todas ainda, mas a gente vai trabalhar nisso. Por exemplo, eu já trabalhei com estresse de temperatura e estresse de oxigênio, e o que acontece? O comportamento dele alimentar muda muito. Por exemplo, embaixo de temperatura ele basicamente vai se alimentando de pouquinho em pouquinho, e em temperatura normal ele come muito rápido. Por exemplo, o pico de alimentação é nos 10 minutos, enquanto que embaixo de temperatura, por exemplo, 24, 22 graus, ele come de pouquinho em pouquinho mesmo.
É basicamente é uma linha reta de alimentação, isso que diferencia muito. Enquanto que em cenário de baixo oxigênio, o que acontece? O camarão, ele come. Por exemplo, baixo oxigênio, eu digo 3, 2 e 1. Eu medi isso e vi que o comportamento dele começa a se alterar a partir de 2 e 1. O que acontece? Ele come e do nada ele para. Por quê? Provavelmente pelo fato de estresse energético. Que ele não tem como fonte de energia, ele começa a comer, percebe que não tem oxigênio, não consegue respirar, literalmente para de comer. Isso afeta muito a alimentação dele e dá para diferenciar isso pela acústica.
Oi, oi! Eu acho que eu vou ter um bocado de corte, viu, Geraldo? Eu acho que eu tenho um bocado de corte dessa vez, viu? Vou começar até anotar essas perguntas aqui, viu? Mas vamos lá, olha, eu tô tão, tão aqui agoniado com tanta pergunta que eu tô me esquecendo até de mudar a imagem. Ó, deixa eu, deixa eu falar aqui uma coisa rapidinho que eu não falei. Eu perguntei aqui ao Gianni da onde ele é, e deixa eu ver aqui se ele me respondeu.
Ele me respondeu, deixa eu achar aqui. Ele me disse, ó, tá vendo, que é de Guayaquil, Equador. Ó, estamos internacional, viu? Paulinha da Aliplus, provavelmente deve estar lá na Alemanha, que tava assistindo a gente. Eugiane de Guayaquil, Equador, tá? Tem a turma aqui do Nordeste, que a UiPeso tá aqui, Paulo Afonso, Valença, Pernambuco. Niralda agora virou um rapaz do Rio Grande do Norte. E essa aqui, ó, eu não sabia que ele era gerente, viu, Luiz?
Eu não sabia que ele é gerente. Então, mas ele é gerente, acho, regional. Ele tá me enrolando com ele regional. Na hora que ele virar gerente geral, eu quero ver. E Niraldo, vamos fazer lá motim se ele não arranjar o patrocínio podcast esse ano lá, viu? Na FENACAM. Célio Neiva, boa noite! Deixa eu ver. Ah, tá. Ó, Gustavo Cardoso fez uma pergunta aqui. E a de Luiz tá ficando para depois, viu? Porque a de Luiz é tão, tão interessante que eu tô deixando para fechar o bloco.
Mas bora fazer a pergunta do Gustavo Cardoso para fazer a de Luizinho, para a gente mudar o bloco. Gustavo Cardoso pergunta: há diferença do ruído relacionado ao tipo de ração ofertada, como por exemplo rações coletizadas, extrusadas, nas fases iniciais com rações microextrusadas? E aí, Fábio?
Então, a gente sabe, a gente já testou com camarão grande Mas com fases iniciais ainda não. E o que que a gente vê que provavelmente é o que reflete nas fases iniciais? Uma ração microextrusada barra extrusada possa ser melhor para acusticamente. Obviamente vai depender da formulação dela, tudo mais, mas para parte de acústica, uma ração extrusada barra microextrusada pode ser melhor até para o camarão gerar um som, enquanto que uma pelletizada não.
E eu acredito que sim, vai ter, deve ter uma diferença nessa, nessas rações aí. Tanto que até hoje a melhor ração que eu trabalhei para fazer experimento foi uma microextrusada, que era maravilhosa.
É o microfone desligado. Tô dizendo aqui, Gustavo Cardoso, sua pergunta foi anotada para o corte. Fábio, não esquente não, porque eu desligo o microfone aqui cada zoada para o corte. E aí, Niraldo, que fica me chamando a minha atenção. Niraldo não falou nada. Niraldo, clica lá no YouTube ao vivo, porque você tá no delay, né? Quando você manda mensagem, ó, você perde alguns segundos. Só você, você é meu braço direito aqui. Eu vou trazer Niraldo para apresentar os programas comigo, viu?
Viu, Luiz? Você me deixou aqui sozinho. Rafa nunca aparece, só quando ele chegar na roça. E aí vou trazer Niraldo, vou trazer Niraldo para fazer um programa comigo. Deixa eu ver aqui, ó, a pergunta do Luizinho. Essa eu, Rafa, não. Ó, Niraldo, eu acho que essa vai atrapalhar seu corte hoje. Luizinho pergunta: com a IA, como a IA filtra o ruído de fundo dos aeradores para isolar os cliques de alimentação do One AMEI em tempo real? Isso é eficiente em sistemas super intensivos e ruidosos como BFT?
Bom, então basicamente não precisa nem de ar para filtrar esses ruídos de aerador. O que que acontece no caso de ruído de aerador especificamente, tá bom? O ruído é um, ele é muito baixo, é um ruído de baixa frequência. E que acontece, um filtro de banda, e que basicamente, ó, eu vou deletar tudo que tiver abaixo de um determinado som, só deleta. E a gente utiliza o que tiver acima disso. E basicamente só com o filtro de banda já dá para utilizar, não precisa nem de árvore, já remove esse problema de ruído de fundo de aerador.
E acredito que a questão de utilizar a alimentação automática de acústica em superintensivo ruidoso, o maior problema eu acredito que seja injetores de água. Se for aeração propriamente dito, não é um grande problema. Se for só aquela aeração com mangueira microporosa, por exemplo, eu já fiz alguns testes e vi que, ó, não é tão problemático assim em questão de atrapalhar a detecção dos cliques, basicamente. Mas ótima pergunta.
Então vou ver aqui se vai ser Luizinho ou se vai ser Niraldo, fora outros que pode surgir. E Robertinho Mecham fez uma pergunta. Ó, Niraldo disse que só convidar que ele aparece, que ele já tem a camisa, né? É, realmente você tem a camisa que o sem-vergonha do Luiz deu a você, uma camisa que ele tava devendo. E José Alcides disse que ele é do Rio Grande do Norte. Então, José Alcides, você vai ter um papel para gente aí, divulgar essa live para turma do Camarão, para praticarem por dentro dessa tecnologia que tá sendo desenvolvida em Pernambuco, né?
Que já que ele disse, Fábio aqui disse que foi um dos primeiros laboratórios a estar desenvolvendo. Então quem tem a certeza que essa tecnologia vai bastante bem adiante aí. Rafael Liano, grande Fábio, parabéns pelo tema escolhido, Heraldo. Voltei, graças a Deus, né? Falei com o Rafael essa semana, tem um tempão que não tava lá com ele, falei com ele. Ele também tá me negando a live e eu tô, vou aproveitar hoje aqui, vou amarrar um bocado, viu, Fábio?
Bora lá, Robertinho Mechã, que tá aqui com Net Iaco. Ele entra com o perfil da Iaco para ninguém saber que é ele, esse sem-vergonha. Ele não entra com outro perfil dele não. Como pesquisador em relação ao uso de tecnologia, mesmo que seja sem o uso de hidrofônico, o perfil do Produtor Brasileiro tem perfil para o uso segundo a sua visão?
Bom, então o que que acontece? Isso é uma ótima pergunta e depende muito do produtor, porque eu acho que o de acústica ainda não, porque demanda um conhecimento básico muito alto. Porque não adianta nada você colocar um alimentador automático se você não tem controle de outras coisas, como por exemplo parâmetro de água, saúde dos animais e por assim diante. Porque quando você utiliza um alimentador automático desse tipo, tanto de acústica quanto a timer, você normalmente utiliza um pouco mais de ração.
É normal isso, teu FCA sobe um pouquinho. E por quê? Porque ele vai alimentar mais, com mais frequência ao longo do dia, e isso algumas vezes pode fazer o quê? Se o teu sistema não suportar essa carga de nutriente a mais, ele vai, ele vai eutrofizar e vai começar a matar camarão. Por isso que eu agora eu acho que o uso de acústica, o alimentador automático baseado em acústica, não é o momento para algumas situações. Mas se por acaso a pessoa tem plena certeza que, ó, qualidade de água é boa, os camarões que eu pego são de qualidade, são saudáveis, eu acho que sim, pode ser um, pode ser utilizado o alimentador com hidrofôneo, por exemplo.
Mas por enquanto eu acho que tem que ser evolutivo, não dá para, como fosse dirigir um carro, tu não pode sair pegando, tirou carteira hoje e pegar uma Ferrari, tu vai terminar batendo o carro. Eu acho que é um negócio evolutivo. Vai por alimentador automático baseado a timer, vê como que ele funciona, vê quais são os problemas que ele dá. E não imagine que por você utilizar um alimentador automático todos os problemas vão se resolver.
Tu ainda vai ter algum problema ou outro, como por exemplo, até o Geraldo acabou de comentar mais cedo, ó, tem que ser uma ração especial porque ela não esfarela tanto. E é realmente porque se você colocar qualquer ração, vai, o que vai acontecer, vai começar a entupir vai começar a dar problema no motor que gira o alimentador e por assim diante. Por isso que eu acredito que seja bom ir evoluindo de pouco a pouco, e de um alimentador por timer e depois evoluir para um de acústica, que tu já vai conhecer os problemas, já vai saber se seu sistema aguenta o aporte de ração a mais e por assim diante.
Então aí você tem um desdobramento da sua fala, e aí tem outros desdobramentos, né? Maria Efigênia falou que vamos fazer divulgação através do laboratório e da Epi Pernambuco. Vamos sim, Maria! Como é, como é, Kenji, que é seu, seu, que seu, como é, o homem das mídias sociais? Depois eu vou, Kenji, fale comigo para a gente alinhar, eu disponibilizar o vídeo, eu vou fazer o corte amanhã. Vou ver qual é o corte, mas aí já deu para perceber que na live aqui dá para fazer 300 mil cortes.
E aí dá para isso tá sendo divulgado junto com dentro do laboratório. Acho que dá para gerar um bocado de material aí para estar divulgando essa tecnologia, né, Fábio? À vontade. E aí agora com ajuda da App Pernambuco fica melhor ainda. Deixa eu ver aqui, porque tem hora que sai. Robertinho fez uma pergunta aqui, acho que foi uma conclusão. Uma, já vou fazer a sua, viu, Geraldo? Cadê, rapaz? Ele pergunta: outro ponto também é o custo vezes investimento hidrofônico.
Você não falou sobre isso, seria interessante você falar. Fala um pouquinho para gente.
Então O que acontece, eu tô, eu vou falar, eu tô pensando que ele fala hidrofônio e eu tô pensando no alimentador automático com uso de acústica, tá? Não vou falar só do equipamento, só do hidrofônio propriamente dito. O que acontece, como por ser uma tecnologia recente, eu digo, poxa, essa tecnologia não tem 10 anos quase, se tiver muito é recente, e outras empresas então entram e estão entrando nesse segmento. Até então, até alguns anos atrás, só tinha uma empresa.
E aí começou outras empresas entrar e vai começando a baratear o custo, vai barateando a assinatura que algumas empresas vendem desses equipamentos, e termina começando a valer a pena. Mas o que acontece, geralmente, o que que teria que ser feito é ver o custo do equipamento fazer um teste em fazenda, ver, e ter um controle. Por exemplo, 3 tanques com alimentador automático, 3 tanques sem, ver a diferença de crescimento, ver a diferença de uso de ração, o custo de FCA, e por assim diante, para ver se vale, o quão melhor vai ser e E o principal é em quanto tempo se paga esse investimento.
Que, por exemplo, não adianta nada você vender um equipamento que vai custar R$50 mil para o cara melhorar um pouco, melhorar e começar a tirar camarão com, sei lá, em vez de em 30 dias tirar, com, em vez de tirar com 15, tirar com 30. Vai melhorar, vai, mas vai terminar o cara gastando muito dinheiro e não melhorando tanto assim a produção. Eu acho que esse é o principal entrave. Tem que fazer um, tem que analisar muito bem esse custo e o quanto tempo ele vai demorar para se pagar.
Mas eu vou de novo, muita coisa que eu falo aqui é de estudo científico, que nos Estados Unidos utilizando esse equipamento viu que em cerca de 2 ciclos seria possível pagar o investimento. Mas de novo, eu tô falando dos Estados Unidos, em outra é outra realidade. Lá o camarão é muito mais, tem um valor muito mais agregado do que aqui. Por isso que eu falo, tem que tomar cuidado, tem que fazer as contas para ver se vale a pena ou não utilizar esse equipamento.
Rapaz, eu tô aqui, é várias perguntas da turma aqui que não tá deixando nem eu mudar de bloco. Deixa eu ver aqui, ó, né? Albertinho dando aqui parabéns pela visão sobre o uso da tecnologia, né? Deixa eu ver aqui, Miraldo fez uma outra pergunta: uso associado dessa tecnologia acústica somado ao uso do sonar de altas frequências daria uma visão de volume de biomassa nos viveiros?
Eu vou ser sincero, questão da acústica para biomassa, não, não se tem trabalho com isso. Porém, a gente, o que que a gente sabe? Ó, se tem muito camarão, tem muito ruído. Se tem pouco camarão, tem pouco ruído. A gente não tem uma, um norte, uma referência para dizer, ó, a partir desse ruído, dessa quantidade de clique tem X camarões. A gente não tem isso, porém, questão de, como ele falou, Deraldo, pode voltar a mensagem, a primeira que me perdi.
Só momentos.
O que acontece, já se tem algumas ferramentas, não aqui no Brasil, lá fora, que meio que usa o sonar para ficar monitorando e, ó, dizendo quanto, dá uma estimativa da biomassa. Isso já existe, mas questão dos dois juntos não se tem nada. Mas eu acredito que deve estar, deve dar para estimar, por exemplo, pela acústica apenas a quantidade de camarão. Eu acredito nisso, não tem nenhum estudo ainda, mas a gente pretende trabalhar nisso também.
Rapaz, Niraldo, você falou, tá dinâmico hoje, tá mesmo, irmão, tá dinâmico demais, é muita pergunta aqui, não tô dando nem conta. Olha, porque vocês não deixou nem eu chegar na frente, porque a live da Han com o professor André Muniz foi ao longo da live que eu cheguei ao ponto de dizer a Luísa assim, rapaz, Luísa, eu não aguento mais fazer pergunta não, é tanta pergunta. E o pessoal fez uma consultoria com o professor André Muniz, mas aqui eu fiquei, é uma tecnologia tão fantástica que eu não tô nem incomodado com as perguntas de vocês.
Que vocês estão fazendo e trazendo informação. É como que Maria Efigênia falou aqui, ó. Maria Eduarda falou primeiro: muito legal ver inovação e tecnologia chegando cada vez mais à caça e agricultura. E aí Maria fala assim, ó: gostei de parabenizar o palestrante, podcast, por trazer tema inovador com visão empreendedora. É isso mesmo, é muito, é muito inovador. Rafael Liana, sua pergunta vai ser daqui a pouco no próximo bloco, viu?
Deu falar o comentário de Netinho aqui, Robertinho, para a gente tá mudando de bloco. Outro grande problema que enxerga é o tipo de uso de alimentador. Pessoal usa por conta do preço, que usa alimentadores voltados para peixe. Não que não funcione, mas para— deixa eu ver aqui— puxa necessariamente o investimento e um dimensionamento melhor da aeração, principalmente é indispensável uma tecnologia puxa a outra.
Então deixa eu complementar. Geralmente, não sei as empresas aqui que, por exemplo, da Finacan, que vende o alimentador automático, mas geralmente lá fora quando vem o alimentador eles vêm com algumas sondas de temperatura e oxigênio, porque é muito normal que aonde fica o alimentador, se ele for estacionário, cria uma zona com baixo oxigênio. Ou seja, tipo, no viveiro todo o oxigênio é 5, e uma área específica que seria ao redor do alimentador, o oxigênio cai para 3, por exemplo.
E por que que isso acontece? Porque nessa área de alimentação é onde cai mais ração, e consequentemente é onde as sobras fica e o camarão não come, e termina que aquela areazinha fica muito atrofizada. E fica sem, e termina consumindo muito oxigênio. Ou seja, uma pequena área do tanque, o oxigênio é muito diferente das outras, justamente porque tem um acúmulo de ração, tem um acúmulo de camarão que vai ser ali para se alimentar, e demanda assim um aerador a mais só para conseguir equilibrar o consumo de oxigênio.
É por isso que realmente, como o rapaz, esqueci o nome dele, o Neto comentou aí, uma tecnologia puxa a outra.
Então eu quero dar uma mutada aqui porque José tá gritando hoje aqui, que chegou aqui nesse instante gritando. Deixa eu ver aqui. Vamos mudar de bloco, vamos mudar de bloco, porque vamos acelerar, né, Niraldo? Vamos acelerar. Eu acho que eu fiz a pergunta sobre o estudo acústico que tá aqui marcado. Agora a gente vai mudar de bloco. Foi tanta pergunta que eu fiquei perdido aqui qual foi a última, vocês terem noção. E eu gosto dessa dinâmica que ao vivo a gente fica perdido, que é tudo gravado e o pessoal ouve tudo, porque depois eu corto só o início das propagandas ali até eu falar um boa noite.
E eu coloco na íntegra a live no Spotify. E inclusive vou pedir a vocês, vão seguir a gente lá no Spotify, pessoal. Eu preciso seguidores no Spotify também, entendeu? Hoje é uma live que eu tô muito feliz, primeiro por estar trazendo a tecnologia dessa tão avançada. Eu adoro. Quando eu conversei com o Fábio na pré-live e ouvi tanto avanço, e como eu tenho ido para as últimas FENACANs Aí junto Robertinho, Gustavo Cardoso Neto, Professor Lucimar e outros e outros estão aqui que sempre estão indo.
A gente vê o avanço tecnológico a cada ano e é uma coisa que Nelson da Aquavita falou, ele termina a FENACAN, a gente já tá buscando a nossa, já investindo em pesquisa para novidade do próximo ano para estar lançando na FENACAN. E eu também percebi isso, que algumas empresas têm tido essa constância de todo ano trazer inovação E aí você vê não só coisa de brasileiro, mas coisa de indústria de fora trazendo para o Brasil também, todas as áreas, né?
Quando eu comecei, para falar na cara, a questão da biotecnologia, biorremediação, probiótico começou. Depois agora começou os aeradores, com o hidrofôneo, com alimentador automático, e aí vai. Todo ano tem uma novidade e vem trazendo. E vocês querem ter noção, é assiste o simpósio que que você começa a ver o que tá rolando lá fora, que tá lá, tenta trazer os especialistas do mundo todo para trazer essa novidade, e vocês ficam besta como que tá rolando lá.
E assim, o Brasil é um mercado muito, muito interessante do agronegócio. Se eu não me engano, é o segundo ou terceiro mercado interessante, principalmente aqui com a diversidade que a gente tem de clima, né? O Brasil tem 4, 5 climas e essa diversidade de produtividade de espécie é muito atraente para essas empresas multinacionais, certo? Nosso próximo bloco são aplicações e avanços tecnológicos. E vamos lá para nossa primeira pergunta: quais foram os principais avanços científicos e tecnológicos proporcionados por essas pesquisas para a carcinicultura?
Eu acho que ele já falou até algumas. Né? Se você já falou, Fábio, faz um resumão aqui para a gente ficar registrado, para fixar na mente da turma que assina a gente.
Perfeitamente. Então, eu comentei algumas sim. Basicamente, os avanços científicos barra tecnológicos seria para primeiramente melhorar o manejo dos animais, que, por exemplo, a gente fez muito, muito trabalho com relação ao comportamento alimentar, coisas que atrapalham a alimentação do camarão. É questão de melhorar o manejo realmente nos pequenos detalhes, como por exemplo questão de frequência de alimentação. Quanto mais vezes você alimentar, melhor vai ser para o camarão.
Questão de o camarão está na fase de muda. Se o camarão começa a fazer a muda, geralmente é um processo que não ocorre só em um, ocorre com todos os camarões. Você tem que reduzir a alimentação, porque realmente ele diminui muito o consumo de ração, ele come muito pouco. Que mais? Questão de temperatura e oxigênio são fatores muito críticos para alimentação do camarão. O principal é que a gente consegue ver que a literatura fala uma coisa, a gente vê isso, porém não chega ao mesmo resultado, é um pouco diferente.
Que, por exemplo, como eu citei anteriormente, o trabalho que a gente avaliou o oxigênio dissolvido, a gente viu que o camarão ainda come normalmente até o oxigênio 3 mg por litro. Na literatura já fala, ó, 3 mg por litro é o camarão, não pode dar ração porque senão ele termina morrendo. Mas pelos nossos estudos, ele ainda consome normalmente a ração. Mas realmente, a partir de 2, 1 ele basicamente não come direito. Aí entra essa questão da acústica.
A gente consegue ver nos pequenos detalhes esse comportamento e a gente consegue inferir muita coisa. Por exemplo, também a temperatura. Temperaturas baixas, talvez você possa alimentar o camarão, mas reduzir muito essa alimentação e aumentar a frequência para ele ficar, continuar recebendo uma ração fresca e continuar comendo um pouco, que é melhor do que ele não comer nada. Deixa eu ver se tem algum outro estudo que a gente já realizou no laboratório.
E também a gente já avaliou, por exemplo, densidade. A gente viu que quando o camarão tá super adensado, ele termina comendo mais, emitindo mais cliques. E por quê? Muito provavelmente pelo fato de competição e também porque nessas situações talvez ele veja o outro camarão, veja a ração e vê, ó, tem muita gente aqui, eu tenho que me alimentar mais rápido. Isso pode até favorecer um pouco essa questão de lixiviação da ração, a água se dissolver na água.
Ou seja, esses pequenos detalhes que a gente pode aprimorar no manejo. Eu diria que é isso, os principais avanços nessa tecnologia.
Então, então, então, eu acho que esses pontos aí anotou, pessoal. Se não anotou, depois vem na live. Eu tô triste porque eu tinha, eu perdi 2 seguidores, que a gente tava com 894 e agora tá com 892. Isso aí, quem foi os 2 que deixou de seguir a live, tá seguindo a gente, pode voltar a seguir, faça um favor. Tem uma pessoa aqui que tá querendo se despedir de vocês, que nem apareceu aqui hoje. Ele quer se despedir de papai, ele quer se despedir de você.
Niraldo, olha ele aqui, tá de Homem-Aranha, só vive agora lançando a teia, né, José? Dá um beijo para o pessoal, dá o tchau para o pessoal, faz o Homem-Aranha aí, ó, o Homem-Aranha, e dá tchau para o pessoal e solta o beijo agora, solta o beijo, solta o beijo lá para tio Fábio, olha lá, solta o beijo e beijo. Aê, gostou do grito, pessoal? É isso, aqui em casa, eita, achei que eu fiquei surdo. Não sei vocês, mas eu fiquei. Ele agora aprendeu, Niraldo, esses gritinhos dele assim, fino, que não dói.
E eu esqueci até de mudar tela, que era para mudar a tela. Eu esqueci de mudar a tela. Eu acho que vocês ficaram vendo José pequenininho. Tu vai ficar no Instagram, vai fazendo as perguntas para gente, hein? Vai fazendo as perguntas para gente aí, tá certo? É, bora, bora seguir o fluxo aqui. Eu esqueci de mudar a tela para José ficar grande para vocês. Ó, que pena! Agora já tá no quarto. Mas assim, é fantástico esses avanços, né?
E assim, eu acho que o estudo, Fábio, começou quando esses estudos? Tem uns 5 anos já?
7, 7, 6.
Então de 6 a 7 anos que começou esses estudos, já teve essa evolução tão grande. Imagine daqui a mais 5 anos. Como é que vai estar? Porque assim, Fábio já tá no doutorado, daqui a pouco ele vai ter que se afastar se ele não continuar aí fazendo pós-doc, alguma coisa desse tipo. E aí tem que ir montando aí a equipe para suceder ele e os outros que também vão estar, que já teve gente que já saiu, como Fábio me conversou. Então assim, as pesquisas vai continuar com laboratório, com a coordenação do professor Silvio, E precisa de gente para estudar, né?
E aí imagina essa turma nova chegando com vontade de estudar. Então a tecnologia, eu acredito que ela vai avançar muito nos próximos 5 anos. É, ó, aqui a Duda já tá falando, ó, Fábio, eu vou botando você em apertar. Acho que deveria ter outra live, tem uma, tem tema muito, tem muito assunto bacana. Calma, Duda, que ainda tem pergunta. Calma, bora seguir nosso fluxo aqui que ainda tem um bocado de pergunta. Bora para a próxima.
Já temos 1 hora e 40 de live e não tá pior, mais tempo, porque Fábio é rápido dando essa resposta. Senão já tinha passado de 2 horas de live faz tempo aqui só respondendo. Se é o Niraldo da vida que gosta de conversar, pronto, hein, Niraldo? Como Então vamos lá. Como essa tecnologia pode contribuir para o manejo, o monitoramento do comportamento dos camarões e a tomada de decisão nas fazendas? Eu acho importantíssima essa pergunta. Vou até mutar meu microfone para fazer o corte. Torcer para José não gritar.
Então, como que acontece? Como o comportamento do camarão de se alimentar muda muito de acordo com os parâmetros de água, eu acho que futuramente você aglobando todos esses fatores, como por exemplo temperatura, oxigênio, pH e outros fatores, seja importante para a tomada de decisão. Porque muitas vezes é esses pequenos fatores, parâmetros de água, pode afetar muito a alimentação. E com essa tecnologia e com os estudos que a gente faz Talvez chegue um ponto que a gente consiga até medir o quão afeta a alimentação.
Por exemplo, ó, de 5 parâmetros que a gente tem de água, só um tá ruim. Mas esse ruim, o quão que afeta a alimentação do camarão? Talvez, por exemplo, vou dar o pH. Talvez o pH esteja um pouco acima, vamos lá, um 8,5, esteja no limite. Ah, afeta alimentação do camarão? Afeta. Mas o quanto que afeta? Afeta pouco? Afeta pouco, continua alimentando, mas reduz um pouco alimentação. E por assim diante. Vamos dar outro exemplo, ó: amônia tá, água, amônia do viveiro tá muito alta.
Talvez ter essa informação e com acústica, talvez, ó, talvez não tem que cessar alimentação 100%, só se não tiver muito alto, tá? Tá por volta de 1, 2, 1, por exemplo, dependendo dos outros parâmetros, talvez seja possível continuar alimentando ou não. Por isso que integrar com o monitoramento acústico, talvez a gente consiga até inferir essas situações também, que por exemplo, o Camaleão tá emitindo pouco clique ao longo do tempo, mas tá emitindo o clique o tempo todo.
Pode ser que a gente consiga inferir o que esteja acontecendo. Ó, pelo comportamento, esse comportamento indica que a temperatura tá baixa, por exemplo, e por assim diante. No laboratório, a gente ainda não desenvolveu todos esses trabalhos, mas a gente tá estudando para realmente desenvolver, para poder dizer, ó, pelo comportamento alimentar tá acontecendo isso, isso e isso. Talvez seja um meio, torne uma maneira de ajudar os produtores a tomar essa decisão.
Ó, tá ruim, tá muito ruim, não alimenta. Ou, ó, tá ok, dá para alimentar ainda, mas tem que tomar cuidado. Algo assim. Eu acredito que essa seria a maior contribuição dessa tecnologia para o manejo.
Então, então, então, então, eu vou aproveitar esse bloco para fazer uma pergunta do Rafael Liano que ele tinha feito. Acho que é nessa linha desse bloco quem tá fazendo. Eu acho que é isso mesmo. Bora lá, Rafael Liano, ainda tá por aí, meu irmão? Fábio, você diria que para o avanço para o avanço no uso da acústica, seria indispensável outras implementações tecnológicas em uma fazenda, como leituras em tempo real de OD, pH, ORP, temperatura, etc., etc.?
Eu tenho certeza que é indispensável, porque atualmente o alimentador, o que que o alimentador faz? Ele só escuta, ó, o camarão tá se alimentando, eu vou jogar mais ração. Mas Pô, se, como eu falei anteriormente, se a qualidade de água tiver muito ruim, ele tiver alimentando e vai terminar de matar os camarões, vai terminar de piorar a situação. Quando você tem esses sensores, se você agrupa todos esses sensores para ficar comunicando com o alimentador, ele vai criar um bom senso, que seria, ó, temperatura tá baixa, reduz alimentação.
Ó, o oxigênio tá baixo, não alimenta, e por assim diante. Ou até o contrário, ó, tá tudo bom, vai alimentando e fica só sondando, só fica escutando pela acústica e controlando a demanda de ração. Isso pode ser o principal, tanto que lá fora o equipamento precisa desses dois fatores, é o mínimo que ele precisa, que seria temperatura e o oxigênio, que já meio que Reduz a chance de erro de ele começar a alimentar demais e começar a desperdiçar ração.
E também ajuda ao contrário, se tá tudo bem, pô, joga mais ração para ele consumir mais ração e ter um maior crescimento, melhor desenvolvimento. Então eu acho que seria indispensável essas leituras em tempo real.
Niraldinho já disse aqui que é o corte, a corte, o corte. Esse negócio hoje tá meio doido aqui, tá meio bugado esse StreamYard, ou é minha internet, não sei. Niraldinho disse que é o corte da live. Olha aí o corte, a minha pergunta está aí. Aí, Niraldo comenta aqui, ó: associação dos parâmetros fisico-químicos da água do viveiro com esse acompanhamento da acústica daria Ótimo. Eu também acredito, Vinícius, porque você ia ter em tempo real muita coisa.
Eu acho que a bioacústica ela vem para implementar muito isso, porque você tem os parâmetros, você tem um comportamento do animal. Daqui um dia vai ter o visual também, que a turma vai começar a monitorar via vídeo, né, também. Mas eu acho que Como o pouco que eu já na pré-live e agora aqui com Fábio, eu acho que a bioacústica mostra muito comportamento do animal. Como ele disse aí, na literatura diz que a partir de 3 miligramas, né, miligrama de oxigênio, camarão já para.
Ele disse que só a partir de 2. Então assim, esse intervalo de 1 aí que acontece muito em alguns, muitos viveiros pelo Brasil, que fica entre 2 e 3 e 4 ali, mas normalmente entre 2 e 3, principalmente por causa do acúmulo de matéria orgânica no viveiro que consome oxigênio. Vai, a gente tem a certeza agora que camarão come com a bioacústica. Antes a gente não tinha essa certeza, ficava naquela dúvida, né, de alimentar ou não. Eu sempre falava aqui, quando eu acompanho para os produtores, quando eu tava trabalhando na Prefeitura de Valença, aqui cedido na Secretaria de Pesca, eu sempre falava muito para os produtores: ó, vamos trabalhar a transparência da água.
Como dizia muito, ô meu Deus do céu, esqueci o nome dele agora, vou lembrar o nome dele, o rapaz da piscicultura que tem muitos livros dele, meu Deus. Quando entrei na faculdade, era ele, era referência nacional. Até hoje a gente tem muitos livros que a gente toma como referência dele. Me ajude, universitário aí, faça um favor. Aquele rapaz grandão branco, Kubica, Fernando Kubica, ele sempre falava muito. Eu tenho até alguma coisa sobre isso, falava sobre a questão de a transparência, né?
A gente sempre, quando ele tem uma transparência em torno de 30 a 40 centímetros, normalmente os especialistas falam para gente que a água vai estar com os parâmetros bem equilibrados, né, principalmente para peixe, para camarão também. Mas o Bitsa falou isso para peixe, né, que tem um comportamento totalmente diferente do camarão. Então assim, eu sempre falo isso para tu: se a gente mantém a transparência entre 30 e 40 cm, os parâmetros normalmente vai estar equilibrado e você vai estar percebendo buscando demais isso.
Tem gente que consegue trabalhar essa transparência, que não é de nada, só transparência, consegue trabalhar transparência, produz bem. Aí você vem com esse apoio tecnológico todinho aí que o Fábio falou, junto com essa pergunta que o Rafael Liano fez, eu acho que você fica— Niraldir ia adorar tá trabalhando com isso dessa forma, né, Niraldir? Imagina os resultados que a gente poderia alcançar com essa performance tecnológica que a pergunta de Rafael Liano trouxe junto com a bioacústica para Fábio.
Imagine hoje, Ave Maria, a gente ia estar produzindo até lá em cima. Deixa eu ver aqui. Niraldo fala aqui, não sei se tem alguma pergunta antes. Ele fala: ótimos resultados com alimentador automático, maior número de tratos por dia. Fábio, fala, aproveita a deixa do Geraldo, fala para aqui, para turma, com o uso da bioacústica, quantas alimentações já chegou a fazer o camarão?
Então, com a bioacústica, a gente avaliou justamente isso, vários tratos ao longo do dia. A gente testou um trato, 2, 4 e 8, e viu que, ó, a 8 vezes ao dia o camarão tem o melhor consumo de ração e é o maior número de cliques, que geralmente é que a gente usa o número de cliques e o consumo de ração e faz uma correlação. Geralmente dá uma correlação boa e alta, cerca de 80, varia um pouco obviamente, mas de 70 a 90% de correlação.
E que por que que isso acontece normalmente? Pô, tu vai dar uma ração fresca para o camarão ele vai conseguir aproveitar essa ração, vai desperdiçar menos ração, e por outros, vários outros fatores. Ou seja, geralmente aumentar o número de tratos ao longo do dia melhora muito o desempenho do camarão nesse quesito aí, porque ele vai estar sempre recebendo essa ração mais fresca.
O Niraldo já fez outra pergunta. Mineraldo tá uma máquina hoje. Mineraldo tá uma máquina. Fábio, já tem resultado de melhores horários para alimentar?
A gente não tem essa informação ainda, a gente pretende avaliar também. Mas uma coisa que a gente já sabe é que o camarão é meio jogou ração, ele vai comer. O que que a gente geralmente vê? Que nesse trabalho de alimentação, por exemplo, a gente viu que a primeira alimentação foi o que teve maior, teve mais clique, mais clique. E por quê? No caso da gente, foi porque a gente deixava ele em jejum de muito tempo, cerca de 16 horas, e isso faz com que ele tenha uma voracidade maior na primeira alimentação.
Mas questão de melhor horário para alimentar, a gente não sabe ainda. Talvez realmente é o melhor horário, a gente vai testar isso futuramente, a gente pretende. Mas a gente não tem essa informação ainda. Mas talvez alimentar mais diurno do que matutino seja melhor, alguma coisa assim. Mas é uma ótima pergunta.
Eu acho que Geraldo já deu a brecha para você fazer mais um estudo, alguns. Esse rapaz, esse menino, esse menino, esse menino criado com vó é um caso a sério, viu, rapaz? Ele vem com as sacadas dele aqui. Esse menino tá na visão além do alcance, ele tá lá na frente. Eu quero agradecer a turma que tá no Instagram: Professor Rodrigo Fortes, Felipe Mendonça Podcast, Tilápia do Recanto, Cordeiro Beta, Cyberfish da UFRPE, meu primo Marcos Paloso, Dançarina da Skinny.
Quem conhece Skinny aí, depois procura aí no Instagram. É o Rei do Arrocha, né? O, como é o nome, rapaz? Me esqueci até fazer a propaganda agora. O Gangster do Arrocha, procure aí no Instagram que vocês vão ver quem é o Gangster do Arrocha. Eu descobri uma fã dele em Natal no ano passado, a gente tava na praia quando tá lá botando a música. Isso não é possível, na mesma hora mandei mensagem para ele. Ele só para aqui, quem tá Mostrando aqui para o pessoal.
Tá famoso depois que ele cantou para Vini Júnior, tá famoso no mundo, né? Gangue Estélio da Rocha, isso mesmo, ele já tá me corrigindo aqui. É, depois falou, joga o link aí no Instagram para turma conhecer quem é ele aí. Deixa eu puxar aqui, vamos fazer até uma pergunta aqui do Nonô para a gente mudar de bloco, viu, pessoal? Não, não perguntou aqui, ó. Você havia dito que utiliza o software Raven para análise dos sons. Esse software foi criado para estudos de aves. Futuramente poderá ser criado um software mais adaptado para a cassinicultura?
É sério, eu acho que fica para o último tópico, Niraldo, fica melhor. Tá mutado, visse? Tu tá mutado, Niraldo.
Não, não fica para o último bloco. Eu mutei aqui, já baguncei tudo. Pabllo tá mais ligado que eu nos blocos. Vamos mudar de bloco então. Deixa eu ver, deixa eu tirar aqui a pergunta do Rafael Liana aqui da favorita, fica só de Nonô. Eita, aqui deixa eu ver. É, com certeza, ó, com certeza daria uma alta performance. Que tal espécie estudada? Depois aqui é o Nonô fala que depois dessa live vai ter mais estudos para ser feito com acústica.
Com certeza, Fábio tá aí só cabeça baixa anotando, pessoal. Vocês não perceberam não? Ele tá só anotando e Kenji com certeza tá lá auxiliando ele em casa anotando também. Vamos mudar o bloco aqui. É o quarto bloco, o último bloco, viu, pessoal? Vamos fazendo suas perguntas. Já temos quase 2 horas de live. Eu não acredito que eu vou fazer uma live com esse tema menos de 2 horas e meia. Geraldo, não é possível, não é possível, não é possível.
Mas é tão importante, vamos ter que fazer igual a Duda tá dizendo, trazer ele de novo com a vertente. Ah, sim, pessoal, antes da gente falar desse bloco, deixa eu vou falar aqui rapidinho, Fábio. Deixa eu abrir o Instagram aqui. Fábio inaugurou o novo editorial nosso, pessoal. Não sei se vocês perceberam, é o novo editorial nosso, que eu fiquei muito feliz. E foi de propósito ser inaugurado com ele, o editorial nosso do Água Ciência, que é o editorial onde nossos parceiros de laboratórios e empresas parceiras que desenvolvem pesquisa, vem trazer um pouco das suas pesquisas, né?
Deu um pouquinho de trabalho para editar o vídeo, não foi, não foi, Fábio? Mas que a gente conseguiu editar, bem bacana para vocês. E é que ele fala sobre o artigo, no final aqui tem o link do artigo que foi publicado. Eu botei no YouTube também, tem um link, eu acho que fica até mais fácil para vocês aqui do que aqui no no Instagram para você pegar. Mas Fábio vai me conseguir o artigo para eu botar lá no material da live dele, tá entendendo?
Esse artigo e alguns outros que acha, ele acha interessante para me sinalizar. Não deixe de fazer isso não, viu, Fábio? Então, Fábio inaugurou nosso editorial novo, Aquascience, né? Eu não podia botar Aquaciência porque já existe um evento chamado Aquaciência. Então, Aquascience. E tem o Aco Ensina também, que eu vou— já tá gravado, vou ver se eu edito para postar esse final de semana, viu? Mas ele inaugurou o nosso editorial novo, e eu espero que o professor Luiz Otávio, professor Matheus Ramalho contribuam também, que ele já tá no pé dos meninos lá, certo?
Então foi assim, editorial muito bacana, dê uma assistida. Foi o primeiro que Fábio tá gravando. Já falei com quem, a gente vai gravar alguns alguns também, mas Fábio vai gravar outros, tá entendendo, pessoal? Então muito interessante esse editorial, espero que vocês estejam gostando. Tem dado um trabalho para gente, né, porque a gente tem que editar, né, Fábio? Tem que— esse vídeo mesmo aí, pessoal, ele mandou para mim, ele fez na sexta, não ficou tão legal, ele foi editor de novo porque as artes tava atrapalhando muito a legenda, né, que ele queria mostrar.
Então a gente diminuiu um pouquinho o tamanho. Para eu botar a legenda. Só que eu já percebi até como é que o pessoal faz, a gente já vai alinhar como é que nós fazer. Eu fui dormir 3 e pouca da manhã, sabe, para domingo. No outro dia, José Cedo tava acordado, porque depois dele que eu terminei em pouco, eu fui editar o meu das minhas visitas. E aí eu quero saber de vocês que estão assistindo aqui, que vocês estão achando desse editorial Aqua Ensina.
Fala para mim aí. O Aqua sai sim agora, e também dos meus vídeos que eu tô fazendo Para mostrar para vizinha de campo, tá? Eu tô aprendendo a mexer no Edits, que eu tô amando. Aprendi com Rodrigo Bicudo, foi um faixa preta do grupo de Érico Rocha, o marketing digital, e achei fantástico usar o Edits. Tô achando muito mais fácil até que o CapCut. Então assim, quem gosta de mexer nisso, com Vinícius Kenji e outros e outros aí, eu dou a dica para o Edits.
Tô doido que o Edis lance a versão para computador, viu? É, professor, professor Augusto apareceu aqui, hein? Talvez, pessoal, tô esperando ver a agenda desse rapaz, mas talvez a gente faça uma live agora em agosto. Tô dependendo da agenda desse rapaz, viu? E antes de a gente mudar aqui para o nosso próximo tema, que são os desafios, perspectivas, eu vou fazer essa a pergunta dele. A gente, deixa eu ver aqui, eu acho que cabe.
Ei, Fábio, cabe neste bloco ou no outro, no último? Ó, dá uma olhada aí, Tratacas. Enquanto eu dou um gole de água aqui, ó, na caneca do papai. Olha, tá chegando Dia dos Pais, hein? Tô esperando outro presente.
Quanto cultivo utilizado ultrassônico, controle de alga, ultrassônico.
Ó, que o Vinícius que a gente tá dizendo aqui, ó, tô salvando tudo aqui, vamos aos trabalhos. É isso mesmo, é isso mesmo, vai salvando aí que tem Tem, como é, material bastante para trabalhar. Mas vou fazer essa pergunta logo então da Tratágua, sem te mudar de bloco. Eu acho que não vai vir mais uma nenhuma nessa linha não, a não ser a do Nonô. Então, Professor Augusto do Grupo Tratágua, nosso parceiraço aqui. Quem quiser fazer análise de água, perfil iônico, é com o Grupo Tragas, entre em contato com aquele Zap que daqui a pouco vou falar de novo aqui.
Vai lá e ele tá sempre sendo— todos os nossos patrocinadores e parceiros estão marcados em todas as nossas postagens. Só ir lá que vocês vão achar fácil, fácil, tá certo? Ou qualquer coisa, manda direct para mim que eu passo o Instagram dele. E com certeza vai lá que vai ter aquele descontinho do podcast. Só falar que foi no podcast que vocês conheceram que o professor Augusto vai dar aquele descontinho para vocês, com certeza.
Haverá alguma interferência na captação de sinal sonoro quando o cultivo é utilizado sistema ultrassônico para controle de algas? Boa pergunta.
Provavelmente vai ter problema sim, porque o que acontece no cultivo de camarão, o hidrofone capta frequências meio que ultrassônicas. Ultrassônica, para quem não sabe, são basicamente todo som que a gente não consegue ouvir porque tá numa frequência muito alta. E no caso do camarão, geralmente os sons dele é ultrassônico, alguns são, outros não. E o que acontece, como eu falei, a Luiza acho que perguntou questão de ruídos de aparelhos como aerador.
Ele tá na faixa muito abaixo do som do camarão, ou seja, não atrapalha. Porém, o som de ultrassônico muito provavelmente iria atrapalhar muitas análises acústicas. E também, como também eu já falei anteriormente, tem a questão da sobreposição dos sons. O que acontece seria o equivalente a tu tentar falar do lado de uma caixa de som, o que em um show tu não vai escutar a voz da outra pessoa, só vai escutar o ruído da caixa de som, da música, seja o que for.
E é exatamente isso que vai acontecer, vai estar lá o sistema ultrassônico e vai ter os cliques, porém vai estar um em cima do outro, não vai dar para diferenciar muito bem o que tá acontecendo do quê. Provavelmente, eu tenho quase certeza que isso aconteceria, porque eu não tenho tanta certeza só pelo fato que eu não sei como que funciona esse esse sistema ultrassônico. Eu teria que gravar, ver se fica na, em que faixa fica e se sobrepõe ao clique ou não, mas muito provavelmente ia se sobrepor, ou seja, atrapalhar nas análises basicamente.
Entendido, Professor Augusto, entendido. Eu queria que vocês estão falando aí que vocês que estão assistindo a gente, a gente tem hoje 18 aqui, a gente teve pico de 32, 33. Essa live de Fábio aqui a gente teve audiência muito massa, só que a turma, Fábio, elas chegam, começa a assistir a live, depois sai. Por exemplo, a gente já teve 118 visualizações, teve pico aqui de 32 pessoas, a gente tá com a média de 23 nesse momento. As pessoas entram, sai, volta.
O Instagram é a mesma coisa. Instagram é mais volátil ainda porque é mais fácil de sair e voltar, né? E agradecer que tem Jailson Valentim, quer assistir nossa live no Instagram, faça sua pergunta aí. Professor Omar Sabá passou por aqui também, tem tempo que a gente fez uma live com ele, hein? Professor Omar, tô esperando a minha resposta, viu, professor Omar? Tô esperando. Mandar mensagem, já voltou das férias. Mandar mensagem para ele.
Tem um editorial novo. E professor Omar, eu tô de olho nele falando editorial novo. Eu tô querendo saber, daqui um dia não vou parar, vou ficar ligado 24 horas sem dormir, viu? Porque para fazer tanta coisa, material para essa turma aqui, estou precisando de gente para me ajudar. É, Kenji, vou lhe acionar, viu, para trabalhar comigo aqui no podcast, viu? Porque eu tô criando as coisas, eu vou criando as coisas, e aí depois não dá conta para fazer tudo, né?
Deixa eu ver aqui, rapaz. Meu, tô sem meu patrocinador cá em cima, não pode. E vocês não me avisaram nem nada. Ó você, viu? É, deixa eu ver aqui. Vamos para o bloco, para o último bloco, viu, pessoal? Já me emocionei aqui, já tô voltando para o normal. Né, falar vocês. E nós estaremos na FENACAM esse ano, hein. Vamos, essa é a primeira live de camarão do ano, a live pré-FENACAM. Esqueci dizer isso no início, eu disse a Fábio que, Fábio, você vai fazer a primeira live de camarão do ano, né, voltada para camarão, que a gente normalmente deixa mais para o segundo semestre, que ela fica na FENACAM.
Primeiro semestre a gente vai mais voltada para pescar, dar aquele show. E vamos trazendo os vários temas, diversificando ao longo do ano. Eu tô atrás de fazer uma live sobre jacaré e tartaruga da Amazônia, hein? Quem tiver indicação, por favor, aí manda para mim, seja no Instagram, no YouTube, aonde vocês quiserem aí, manda mensagem para mim lá no Instagram. Você entrar lá no link, tem meu WhatsApp lá, é só mandar mensagem para mim, tá certo?
E faça as indicações, por favor. Tô doido atrás de pessoas fazer live sobre esses dois temas que eu não consegui ainda trazer. Desafios e perspectivas. Imagine os desafios, perspectiva para essa área. Essa perspectiva já tá, imagina. Mas os desafios, eu acho que ele tem um bocado, porque ele vai sair aqui com um bocado de desafio dessa live aqui que a turma que deu para ele. Quais são as principais limitações para adoção do monitoramento acústico passivo nas fazendas de cultivo de camarão?
Atualmente, as principais limitações são o fato de, primeiro, ruído de chuva é o principal, porque como eu já tinha falado anteriormente, mas é sempre bom relembrar de novo, ruído de chuva é muito semelhante ao ruído de alimentação, ou seja, termina confundindo o algoritmo e termina que ele ou alimenta demais ou não alimenta. Aí, para resolver isso, já tem uma uma solução entre aspas, que é ele para de alimentar, usar acústica, e começa a usar o timer.
Ou seja, vai alimentar a cada 15 minutos fixo, não tem outra maneira de fazer isso. E o outro, o principal desafio em utilizar essa ferramenta é que todas as empresas que eu vi, eu não vi tantas, não sei as empresas que o Deraldo comentou aqui agora, tem uma limitação com relação ao tamanho do camarão. Você não pode usar esses alimentadores automáticos com qualquer tamanho de camarão. Você tem que usar um tamanho mínimo, que no caso geralmente é cerca de 3 a 5 gramas.
E por quê? Geralmente o camarão nessa faixa de peso, o som dele já é muito mais estável, ele não altera tanto, e o algoritmo consegue pegar com uma precisão boa. Já abaixo desse tamanho, o algoritmo começa a ter problema de identificar o som, porque o som varia muito, ele termina confundindo com ruídos de outra fonte. Para resolver, e não tem como resolver isso com os algoritmos que eu já vi até hoje, ele sempre falou tamanho mínimo de camarão é 3, 5 gramas, e termina que aqui, ainda mais aqui no Brasil, isso torna um empecilho maior.
Aqui a produção, camarão geralmente é de 10, 15, no máximo 20 gramas. Olha lá, isso termina atrapalhando muito a implementação dessa tecnologia. Já lá fora o tamanho comercial é maior, muito maior, 30, 50 gramas normalmente. E por isso que termina sendo empecilho, porque poxa, eu vou começar a utilizar o alimentador automático com 3 gramas, pô, tu já tá no quê, primeiro mês, um mês e 15 dias, termina que tu demora muito a usar e não usa tanto, não consegue usufruir tanto dessa tecnologia.
Por isso que eu acredito que esses dois sejam o maior empecilho de adotar. Além disso, também temos o fator custo, porque ainda é uma tecnologia recente e não tem tantas, o mercado não abrange tanto, não possibilita tanto, não tem tantas empresas que disponibilizam e que termina que o preço fica muito preso, fica muito alto. Até o momento que começar a se democratizar essa tecnologia, deixar ela mais acessível, aí vai começar a ter equipamentos baratos e com eficiência boa, que vai começar a permitir que você utilize o equipamento por um valor mais acessível para a situação de um produtor.
Normalmente que não é da, não é todo produtor que tem cacife para comprar um equipamento desse e implantar na fazenda. Demora um pouco, precisa de um produtor com conhecimento, com um desenvolvimento muito alto. Deixa eu ver, tem isso. E também mão de obra especializada, porque não é só porque você começou a utilizar esses equipamentos que você vai poder, ah, não vou ter mais ninguém para alimentar ou coisa assim. Você vai trocar um pouco a mão de obra, tu vai ter que começar a ter um técnico para saber mexer no equipamento quando der algum problema.
Ó, o motor quebrou, queimou. Trocar, fazer manutenção, fazer a limpeza nos tonéis de alimentação, que é um ponto muito importante também. Porque acontece de, como a gente trabalha na aquicultura, tem água envolvida, termina que a ração fica umedecida no alimentador e termina entupido. Precisa de alguém para ficar fazendo essa manutenção, vigiar, tomar esses cuidados, e também ficar monitorando a alimentação automática, porque algumas vezes pode dar algum problema em algum outro, em algum equipamento.
Como por exemplo, já eu tive essa experiência, trabalhei com esses alimentadores e já teve casos de, por exemplo, alguém passar o cortador de grama no tanque, cortar o fio do hidrofone. Tem que ter alguém para substituir ou fazer o remendo. Não é um trabalho, é um trabalho simples, mas demanda um conhecimento já nesse tipo de equipamento. E de novo, manutenção e conhecimento de como funciona. Eu acho que essas são as maiores limitações do equipamento hoje para as fazendas de camarão no Brasil.
Então, eu, a pergunta que não quer calar para mim: que hora a gente vai passar o resto dos vídeos? Porque a live tá terminando, tem mais 3 vídeos para mostrar para vocês, né, pessoal? E eu não quero, vou mostrar agora antes da última pergunta.
Pode mostrar o do, mostra só o do alimentador, que eu acho que fica mais legal. O qual funcionamento? O vídeo é funcionamento. Abre ele, tá?
E vai mostrar os outros também, né? Tem que mostrar os outros também, que a turma ficou curiosa agora, porque eu tô, eu tô dizendo que eu tenho, como é, 4 vídeos. Cadê, cadê, cadê? Deixa eu achar aqui o funcionamento. Esse é interessante.
Pronto, ó, pessoal, pode pausar rapidinho, deixa só eu fazer um disclaimer.
Pode.
O que acontece, isso aí foi um vídeo feito por IA, foi eu fiz, eu que fiz esse vídeo. E por que que eu fiz esse vídeo? É porque não tem nada, nenhuma empresa ainda desenvolveu um vídeo de como funciona essa alimentação. E o que máximo que a gente tem são os esquemas, alguns esquemas muito simples de como funciona. Aí no caso esse eu fiz esse vídeo e no caso eu tirei o áudio do vídeo agora porque eu vou falar o que tá acontecendo para vocês entenderem, mas o vídeo em si tem uma explicação básica de como funciona esses alimentadores. Pode tocar aí, Geraldo.
Eu achei fantástico, não usei essa foto porque eu não consegui, mas eu botei uma lá da revista da Panorama lá na arte, que eu achei massa.
Beleza. O que acontece é o alimentador joga uma ração ou faz um teste, ele espera uma resposta acústica, que seria os cliques do camarão. O hidrofone vai captar, ele consegue identificar essa alimentação, e de acordo com esse feedback— pode, pode continuar— ele vai soltar mais ração. E também o que que é legal, ele faz o inverso. Se tiver, ele jogou ração, ele não teve essa resposta acústica, o que que ele faz? Ele não vai jogar mais ração, ele consegue controlar essa demanda de ração.
Por isso que é o diferencial desses alimentadores, consegue aumentar ou diminuir a quantidade de ração oferecida no próximo trato sem você ter que falar, ó, aumente a ração em meio quilo, ó, diminua a ração em 200 gramas. Não, ele consegue fazer essa gerenciamento automático só usando os cliques e com algumas sondas de sensores de água, que é só para garantir que tá tudo certo, que seria o oxigênio e temperatura. Esse é o diferencial desse equipamento.
Por isso que lá fora, produção, um colega até que comentou, comentou mais cedo, ó, Fábio, aqui 90% das fazendas 80, 90% utiliza alimentadores automáticos porque melhora muito o crescimento do camarão e termina que compensa o investimento.
Então eu agora vou conseguir uma fazenda para você fazer esses testes no Rio Grande do Norte com meu parceiro e amigo Niraldinho, que é gerente lá na fazenda. Ele vai abrir as portas, se o dono permitir, para você fazer esses testes, porque ele adora isso, adora tecnologia, né, Niraldo? E você vai com certeza possibilitar, facilitar a vida do Fábio fazer esse teste, porque ele tá precisando fazer os testes em campo, meu irmão, e tá tendo uma certa dificuldade de acesso, por incrível que pareça.
Mas se tiver uma fazenda mais próxima, viu, Niraldo, em em Pernambuco facilita a vida de Fábio também, né, Fábio?
Então é, facilita. Eu, a gente já fez alguns testes em fazenda e já viu que tem uma resposta legal. Aí, mas fica para o próximo tópico.
Então vamos para o próximo. Ah, tá, depois que terminar o bloco aqui, as perguntas, fazer a pergunta. Pode fazer a pergunta agora do Nonô, depois, depois.
Faz o seguinte também, mostra o da bandeja. É que aí termina.
Qual é o da bandeja? Alimentação na bandeja, tá? Esse aqui. Isso.
Ó, o que acontece, como vocês podem ver, tá tendo camarãozinho Isso é uma bandeja de alimentação. Geralmente acho que todo mundo aqui já viu ou conhece. Que como que funciona esse teste? Pega uma quantidade conhecida de ração, coloca na bandeja, submerge ela na água e deixa um tempo. Depois de 1 hora, 2 horas, um tempo, você levanta e vê o consumo da ração. Qual o problema desse monitoramento? É que geralmente o camarão tenha, como vocês podem ver no vídeo, tem um comportamento de pegar a ração e sair da bandeja.
Por quê? Para evitar competição com outros camarões e também para garantir que, ó, peguei minha ração, vou comer, vou ficar tranquilo. E o que que isso, qual o problema desse tipo de monitoramento? Pode dar uma falsa realidade de consumo ou não. Nesse caso, por exemplo, os camarões estão indo na bandeja, estão pegando a ração, então espalhando. Pode acontecer isso. Termina que tu vai achando que, ó, comeu muito, no próximo trato vai, pode aumentar, mas terminou que não, tá?
Ele só mexeu a bandeja e jogou a ração para os lados. Com acústica isso não acontece, a gente consegue identificar claramente, com precisão, ó, isso aqui é barulho de alimentação, ou seja, ele tá comendo realmente a ração. Por isso que a acústica termina sendo uma ferramenta tão inovadora.
Podemos mostrar outro?
Tem outro? Ah, tem, tem, pode mostrar mais um, tem mais um, tem mais um.
Quem tá curioso para assistir os vídeos? Sou eu que não assisti, não deu tempo. Dá para ver, é legal.
Pode, pode isso, perfeito. Pode tirar o áudio. O que acontece, isso aí é no viveiro com o alimentador automático. E no caso, eu não sei se dá para ver no vídeo, ele, como que funciona esse alimentador? Ele tem um giro que começa a lançar ração giratória. E nesse, nesse vídeo eu mostro justamente ele liberando a ração, que no caso a gente coloca, colocou uma cerquinha nesse alimentador justamente para só cair ração, né, naquela direção, para frente, no caso não cair para trás.
E que como funciona ele, no caso, que aí no caso é uma, a gente só enche o tonel de ração e deixa ele automaticamente, ele que vai fazer as decisões de quanto de ração vai dar, quanto que se vai dar ou não, e por assim diante. E também é legal ver no vídeo que outro, outra coisa da carcinicultura, que geralmente os tanques são turvos no final das contas. Tem uma turbidez e não dá para ver o camarão se alimentando, não dá para enxergar nada.
Termina que você confia só nas bandejas normalmente. Esse, com acústica, você não precisa só confiar nelas, você realmente pode escutar alimentação do camarão. Termina sendo mais um confirmatório do que está acontecendo.
Então Eu achei massa os vídeos, viu? Principalmente o da bandeja que mostra, mostra os camarãozinho lá, que o que pode comportamento, né? E essa questão, a gente tem muita gente que não se liga, né, Fábio, nessa questão que o camarão pega e sai, né? Não fica lá para evitar briga, ele garante o dele, pegou, sai para fora da bandeja para diminuir a briga para ele garantir o dele. Eu gostei, foi mirado do merchan da ração aí no vídeo, né?
O merchan da ração, eu não sei, eu nunca vi essa ração específica aqui da Ziegler aqui.
Aí só quem pode falar alguma coisa é meu amigo Niraldo, que tá em campo, Gustavo Cardoso e outros e outros que estão aí. Que estão em campo o tempo todo para ver aqui as ações que rolam. Eu vou falar as marcas para turma se entender. Aqui na minha região rola Aquavita, Guabi, ADM. Deixa eu ver mais se tem mais alguma. Eu não lembro agora, mas essas são as 3 principais aqui, tá entendendo? São as 3 que rolam aqui. E que tem uma aceitação muito boa das três aqui.
Se a gente for para região de Paulo Afonso, a aceitação são outras rações. Ah, para peixe rola Pratigi, né, porque tem a fábrica aqui. Naquele vídeo lá na frente, quando eu falei da ração do produtor, foi a ração da Pratigi, né. Eu tava esperando ver se Robertinho aparecia para fazer o merchan. Não apareceu. Para peixe, a ração que é bem aceita aqui, por ter a fábrica também aqui na região de Castro Alves, região aqui não é no Baixo Sul, é no Recôncavo, região de Castro Alves.
Então é a Pratigi, né, que tem ração para camarão também, mas a para peixe aqui é a que a turma usa bastante, tem excelente qualidade, excelentes resultados. Eu vejo na prática, eu tô aqui no fogo correspondendo, não ganho nada de ninguém para fazer isso. Nossos patrocinadores são os que aparecem aqui, mas a Pratigi para peixe aqui tem excelentes resultados, viu? E as outras três também tem excelentes resultados. Aqui temos produtores tanto da Aquavita, Guabi e ADM, que aí vai muito de acordo com a performance que o produtor quer em campo.
Eu tenho produtor que só quer Guabi, tem outro que só quer ADM, Tem outro que só quer Aquavita. Então é dessa forma aqui, entendeu? Relação é muito de produtor para produtor, né, que tá ali.
Ele vê a experiência, né? Depois que pega uma ação, não quer mais sair.
Ó, Geraldinho tá falando aqui, ó, só produto de qualidade. Pois é, 40,9, deve ser 40% de proteína, né? Da Ziegler. E eu conheço muito usada em berçários. Geraldinho, meu consultor master aqui na live, né, dando todo o suporte a gente aqui. Geraldinho, você, eu acho que eu vou puxar para fazer uma live com você em outubro, viu? Tava olhando aqui, você fez a live 54, já estamos na 71. Na 71. Então já tá muito longe, já tá na hora de trazer você aqui para trazer algumas novidades.
Vamos, vamos para a última pergunta, ou vamos fazer, ou vamos fazer a pergunta do Nonô, ou vamos para a última pergunta nossa?
Última pergunta, acho que encaixa melhor.
Pronto, quem manda aqui é o convidado, eu não mando em nada aqui, eu só sou interlocutor entre você e a plateia que tá aqui assistindo a gente, que tem umas 20 pessoas ao vivo. Chegar uma hora dessa, 9:53, com 2 horas e 22, com 20 pessoas assistindo, você tá com a moral da zorra, viu, Fábio? Poucos, poucos. Foi assim, um deles foi Antônio Muniz, ou André Muniz, do Graham, foi assim. E Santiago Benítez também, que Santiago queria falar com 1 hora e meia, terminar a live.
Eu disse que não tem que terminar não, ele tá com um pico aqui de 40, 42. Você quer terminar a live? Porque não, mas ainda não, balança, que nada. Niraldo, acho que tá no dia que ele ficou querendo terminar. Não, não tem como terminar a live não, meu irmão. 42 e pico, você quer terminar a live assim com 1 hora e meia? Não, pera aí, vamos responder as perguntas do pessoal. E ele é porque, porque ele queria 1 hora e meia, porque Santiago acorda 4 horas da manhã para malhar, então ele já tava já passando do horário dele daquele jeito, tá entendendo?
Não, a gente já fez, viu, Nonô? 4 horas e 30 e poucos minutos de live com o Professor Mateus e Rafael Queiroz aqui. A gente formulou ao vivo uma ração, uma ração. Foi o nosso recorde, 4 horas e 30 e pouco. A gente começou 7:30, terminou meia-noite e tanta, foi mais de meia-noite mesmo. Só tinha 12 assistindo, 12 malucos com a gente, eu, Luiz, Rafael e o Professor Mateus fazendo a Fórmula 1 ao vivo. Vamos para pergunta aqui, porque senão Fábio não vai dormir hoje, ele vai sair igual a mim.
Quando eu sair da live, deixa eu dizer para vocês, pessoal, quando eu sair da live eu tô tão elétrico que eu só vou conseguir dormir lá para 1 hora da manhã. Vou tomar café, vou relaxar, assistir uma série, alguma coisa para ele se acelerar. E mesmo assim, no outro dia eu tô, tô no juiz, ó, maquinando corte, para vocês terem ideia. Vamos lá. Quais são as perspectivas para essa tecnologia nos próximos anos e como ela pode transformar a caixa de leitura brasileira? Eu acho que a gente vai se surpreender. Vai lá, Fábio.
Então, as perspectivas são que essa tecnologia fique mais acessível para todos, talvez não com alimentador automático, mas sim com monitoramento da alimentação. Que qual é o meu pensamento? Por exemplo, muitas vezes a pessoa não vai ter condições de comprar um equipamento que demanda várias coisas, vários outros detalhes. Porém, só o fato de ter um equipamento que seja capaz de você colocar no seu viveiro e te dá uma resposta, ó, tá tendo alimentação, não tá tendo alimentação, já é muito bom, porque você não fica tão dependente assim de bandeja de alimentação.
E termina que você consegue ter uma resposta mais confiável e rápida de como que tá a situação do seu viveiro, sendo possível até fazer esse controle manual, eu digo, de alimentação, aumentar ou diminuir, enquanto que você tem essa resposta e com uma confiabilidade boa. Eu acho que já seria um produto muito interessante para o produtor. Não sei se para uma empresa desenvolver um só monitoramento seria interessante, aí teria que ver como que seria oferecido, tudo mais.
E com essa tecnologia, acredito que a gente possa tentar começar a tentar alcançar outros lugares, como por exemplo Equador. Eu vou falar os Estados Unidos porque eu trabalhei numa fazenda lá durante um tempo que a gente utilizava esses equipamentos com 90 dias de produção, a gente tava tirando camarão com a média de 50 gramas. Obviamente a situação era um ambiente diferente, mas poxa, o que que a gente falta aqui para a gente conseguir isso?
Eu acredito que seja realmente mais tecnologia e o conhecimento, que a gente conseguiria tirar um camarão nesse mesmo período de tempo com um tamanho parecido, como já acontece no Equador, em outros lugares que utilizam essa ferramenta. E para complementar, eu já vou meio que responder a pergunta de Nonô, é que desenvolver, melhorar esses algoritmos, deixar de usar um software que não é o propriamente dito para camarão e desenvolver esses algoritmos No caso, a gente no laboratório, a gente tá desenvolvendo um que ainda tá na fase de teste, a gente não, não tá finalizado.
Pretende publicar, fazer um artigo científico sobre esse software que a gente tá desenvolvendo, que é justamente para detecção de alimentação de camarão em viveiro por IA. A gente tem algumas limitações ainda, que por exemplo, até o Dourado falou, Alpha precisa de uma fazenda, justamente é para testar essa alimentação automática. A gente já fez alguns testes, eles são muito promissores, mostraram que a detecção que a gente faz pelo software que a gente desenvolveu é muito precisa, é até mais precisa que usar outros softwares, que como por exemplo o Raven, e que provavelmente o futuro vai ser utilizar essa ferramenta de IA de detecção para ficar monitorando alimentação de camarão.
E eu não pretendo desenvolver um alimentador automático, mas sim um monitoramento automático para você botar o hidrofone e receber essa notificação: ó, tá tendo clique, tá tendo alimentação, não tá tendo, dá uma olhada. E por assim diante. Esse é o meu objetivo. E eu acho que essa perspectiva futura dessa ferramenta é automatizar essas análises, melhorar a detecção e inclusive reduzir o problema que eu comentei anteriormente de tamanho de camarão, que deixar que, deixar começar a usar esse monitoramento a partir de camarão de 1 grama, que a gente já viu no laboratório que está funcionando muito bem, consegue detectar alimentação.
Só realmente tem que testar isso numa fazenda para ver se tem aplicabilidade E como que funciona, se funciona bem, se não funciona, se tem alguma outra limitação. Eu acho que esses são os pontos que a gente ainda tem que melhorar, trabalhar nele para conseguir desenvolver um produto que seja útil para a carcinicultura nacional e também deixar disponível essa ferramenta para as outras pessoas.
Eita, eita, eita, Niraldo! Ó, vou fazer o comentário de Gustavo Cardoso. Fiquei imaginando um arraçoador com fone jogando ração, escutando se está ou não apresentando ruído, orientando a jogar ou não a ração. Então, sobre isso, aí o Nonó fala: Gustavo Cardoso, é muito interessante pensar nisso. Então, eu acho assim, eu acho que a gente não tem limite ainda com essa tecnologia. Eu vislumbro muita coisa, e Gustavo Cardoso veio com uma visão extremamente interessante, viu, Fábio?
Anota aí, porque a gente nunca sabe, né? Quem anota aí, viu? Acho que a gente nunca sabe. Eu quero aproveitar. Pode falar.
Então, minha ideia é, Gustavo, é não ficar nesse nível, mas tipo é por um aplicativo mesmo ou alguma notificação. É só para dizer, ó, tá tendo clique, tá tudo certo. Ó, não tá tendo clique, ou o comportamento, os cliques estão estranhos, tá tendo pouco é mais isso. Você não vai precisar ficar ouvindo, isso vai ser o trabalho do algoritmo que a gente tá desenvolvendo. E é ele que vai dizer para você, ó, tá ruim, tá bom, ou, ó, tem alguma coisa de errado, presta atenção, e por assim diante. Essa ideia, pelo menos.
Então você foi além da ideia dele, né? Você foi além, mas é basicamente o que ele falou.
Exatamente, sem precisar de botar a pessoa que tá com fone para entender, né?
Isso é basicamente o que ele falou. Ó, é, o Nonô tá empolgado, não tá dizendo que a gente vai bater 4 horas de live. Não tem condições de bater 4 horas de live, que tá com 2 horas e 31, e as perguntas nossas já acabou. E a gente, vocês só tem a sua agora, mas se tivesse, Fábio tá aí disposto a estar perguntando, a responder no cara. Mas eu acho que foi uma live, tá sendo uma live muito interessante, muito boa. Fábio, tem uma pergunta do Nonó aqui, ó.
Deixa eu ver. Quais protocolos você determinaria para um produtor começar a utilizar essa análise automática?
Eu acho que o principal é ter controle, saber muito bem a questão de qualidade de água que você tem. Se, por exemplo, você tem um histórico, tu tem um controle, não digo diário, mas, por exemplo, controle de amônia, nitrito, oxigênio, temperaturas, você tiver todos esses parâmetros ok, você sabe que o seu sistema aguenta, eu diria que você poderia começar a usar um alimentador a timer, que aí você de novo faz um período de teste, vê como que ele responde, o seu viveiro, como que o camarão responde também, e depois você vai para o automático à base de acústica, que aí eu acredito, se todos esses parâmetros tudo tiver ok, Não tem nada que impeça esse crescimento do camarão, esse desenvolvimento acelerado do camarão para você.
Olha aí, olha aí, a gente tem mais uma pergunta aqui. Vou fazer aqui, a gente vai. Carlos Zaza: qual linguagem de programação vocês estão desenvolvendo o software?
Por enquanto a gente tá usando Python, que é o mais simples.
Bora lá para outra dele. Como funciona o algoritmo de desenvolvimento com base em IA? Quais modelos?
Atualmente a gente tá usando um modelo, mas como que, já que os sonhos são simples, a gente usa o random forest. A gente tá entrando muito nesse, na área de computação, tá? Então se alguém não entendeu, peço desculpa. A gente só utilizou ele e funcionou, tanto que não, a gente não precisou fazer mais testes com outros, que já foi o suficiente.
Aí agora eu vou fazer minha pergunta em cima disso. Fala um pouquinho nesse projeto aí de vocês. Eu sei que vocês não estão sozinhos, vocês são ligados na agricultura. Eu sei que você tem parceria com outros laboratórios aí na Rural de Pernambuco, né? Quais são os outros laboratórios? Não sei se só são da Rural, se tem outras instituições que você tá desenvolvendo isso. Fala para a gente aí um pouquinho disso, da parceria que você tem com os outros laboratórios, tá ajudando a desenvolver isso, que eu sei que sozinho ninguém é bacana nenhum.
Mas venda também esse peixe da turma que tá trabalhando com vocês, que eu sei que tem a turma do Cyber, Cyber na Rede, alguma coisa desse tipo, que tem o Instagram que ajudou a gente divulgar a live de vocês também.
Então tem alguns laboratórios, não só laboratórios, eu não sei explicar o que que é o CETENE. O CETENE também trabalha com a gente, tem um colega de lá que tá, que ajudou nessa programação. E que é muito importante, como tu mesmo falou, ninguém anda sozinho, né? Ninguém faz as coisas sozinho. Além disso, muitos dos dados que eu tenho, da experiência que eu tive, foi lá fora, foi numa universidade lá dos Estados Unidos, onde eu tive a oportunidade tanto de trabalhar em laboratório fazendo experimento com relação a isso E também na fazenda.
Eu tive essas duas experiências que me deu muita, abriu muita visão sobre como que eu posso trabalhar e no que eu posso melhorar. O que mais? Os companheiros de laboratório, por exemplo, até o laboratório de LACÁ, que muitos experimentos que eu faço é com É com ajuda deles, principalmente com a questão de análise de água, ração. Eu faço, a gente tá indo para o segundo experimento que a gente tá fazendo em conjunto com relação à ração, e que a gente já tá tendo resultados muito legais, que mostra que esses trabalhos que eles vêm desenvolvendo tem um futuro muito bom.
Isso nosso também termina que um lava a mão do outro. Que mais? Laboratório. Esse, a pessoa, Cyber Rede, esqueci o nome, é um colega do departamento que nos ajuda muito. Ele trabalha com impressão 3D, ele faz muito projeto. Ou seja, se a gente precisa de algum, alguma coisa, por exemplo, uma caixa para botar o equipamento para colocar no viveiro, alguma coisa Provavelmente a gente vai trabalhar com ele. Ou, por exemplo, ele trabalha, ele tá trabalhando com o professor Helio e tá fazendo telas para tanque, para proteger, para o camarão não ficar pulando, por exemplo.
Cyberfisher, isso, vou fazer o merchan deles aqui agora. Quem ajuda a gente, a gente tem que fazer o merchan da turma, né? Deixa eu só botar aqui na tela para turma ver o Instagram deles, Cyberfish. Essa turma aqui, ó, empresa especializada em construção de aparelhos voltada à pesca científica e recursos aquáticos. Tem interessante aqui, ó, tem alguns materiais, ó, só vocês darem uma buscada aqui. E quem, bora ajudar essa turma aí a desenvolver mais material aí para essa mídia social deles, hein?
Precisar de mim, estou aqui à disposição. Inclusive, Fábio, já peço uma pontezinha sua aí para tá trazendo alguém deles para tá falando desses aparelhos aqui. Quem tá seguindo? Nada menos que Marcelo Borba e o Lacar tá seguindo eles. Deixa eu ver aqui, tem outro também que eu marquei aqui. Vocês estão vendo, né? É Tratáguas. Não, não é o Tratáguas que eu quero mostrar. Tratáguas, já mostrei aqui, professor Augusto. É que é o Diretório Acadêmico Pesca da sede, Diretório Acadêmico Oceanos também ajudou a gente aqui até divulgando nosso evento, tá certo?
Tem muita coisa interessante, inclusive dessa turma que vai estar organizando a próxima semana de pesca, se eu não me engano, tá certo? É, deixa eu ver aqui. Não esquecendo, ó, a postagem que eu falei para vocês aqui. Essa aqui que eu fiz hoje é o New Mais Inverno 2026, só para você estar preparado. Só para vocês darem uma olhadinha depois, ficarem curiosos. Ó, ó, tudo feito por IA. Tô usando a IA para fazer as artes, com certeza ficou muito legal.
Gostei, comecei a usar tem pouco tempo. Falando sobre Biofish, Bio Chirimpi, Bio Ativaleon, Bio Essencial, aqui os 4. E a Cultive e Plante, tá certo? Teve esse aqui também, você consulta o preço ao tempo antes de alimentar seus peixes. Muito interessante também, depois vai dar uma olhada nesse material. E aí eu comecei, esse foi o segundo lá, esse foi o primeiro episódio aqui, Clima e Agricultura. Comecei esse editorial para Cultive e Plante, muito interessante também.
Agora, o que eu fiquei surpreso, vou mentir para vocês, pessoal, eu Fiz essa aqui, ó, falando sobre o Elninho, e me bateu muita visualização. Eu fiquei surpreso com esse material do Elninho que eu fiz aqui, e teve muita visualização. Eu tentei ver o que foi, entender, para eu tá podendo fazer, né? Tanto que por isso eu comecei a série, que acaba nós, nós, né, nós produtores, técnicos, acompanhando muita questão climática. Eu gosto, porque eu gosto de geografia, dei aula, ministrei aula na Universidade para Todos em Paulo Afonso, época que eu fazia faculdade de geografia, e gosto muito da área de geografia.
Era um curso até que eu faria, que eu acho muito interessante geografia, eu gosto muito da parte climática, corrente marítima, essas coisas sempre gostei muito. Deixa eu ver, tá pequena, tá ruim de ver o quê. O que que estava? O que é? A tela tá pequena. Que tela? A tela que eu tava mostrando. Ah, rapaz, desculpe, desculpe, eu vou ter que voltar aqui. Eu cometi uma garfe mesmo com vocês aqui. Eu tava falando tanta coisa e eu esqueci de mudar o— porque eu tava lá compartilhando e eu não tava olhando aqui.
Desculpem, vou voltar para mostrar para vocês. E vocês, eu não vi o comentário. Desculpa aí, viu, turma? Vou voltar para comentar. Esse é o Cyberfish da EngPesca lá, nada menos que Marcelo Borba e Lacazza tá seguindo. Eles têm alguns materiais aqui e vocês já ouviram que eu pedi para Fábio tá mostrando, vendo alguém para eu tá fazendo a live, né? Deixa eu ver aqui, foi o outro, o Diretório Pesca da sede, né, o Diretório Acadêmico Oceano aqui dos meninos também ajudou a divulgar, fazer o merchan.
Segue eles que tem muito material postando aqui, ó. Os meninos estão sempre postando material. E falando aqui dos postagens que eu fiz, essa da Cultive e Plante, vai lá, segue a Cultive e Plante que eu tenho postado foi feito esse editorial novo sobre o Elninho, que tem dado bastante visualização. É porque eu não tô conseguindo passar aqui. Olha, tem Fábio aqui. Fábio, duas vezes segundo, o pessoal tá achando que é a mesma postagem.
Não é não, viu, pessoal? São visualizações, postagens diferentes. Essa aqui sobre a questão, se a gente olha a questão climática, tá melhorou a visualização, Gustavo Cardoso?
Melhorou?
Eu acredito que tenha melhorado para vocês verem. Deixa eu até olhar aqui, melhorou no YouTube, melhorou bastante. Desculpe o equívoco meu aqui, né? E deixa eu ver essa daqui, que foi o episódio 1, e essa de cá que eu tava falando, que realmente deu um bocado de visualização, que eu fiquei surpreso aqui, muito interessante sobre a união. E aí eu vou aproveitar para falar aqui do curso de gestão sanitária. Fábio, antes de terminar, da Tilapicultura, estratégia para, opa, sai, estratégia para verão sobre o El Ninho, dia 29 de agosto, em Paulo Afonso, Hotel San Marino.
As inscrições estão aqui, já mandei o link aí no chat. Quem tiver interessado só vem cá no nosso, a gente fez uma collab. E tem um recadinho aqui para o nosso, vou até tirar o mudo Deixa eu ver aqui. Ah, o mundo tá aqui. Dia 29 de agosto, Paulo Afonso Bahia. Nesse evento a gente vai estar abordando os principais desafios sanitários da tilápia para o período de verão, especialmente sobre influência do El Niño. Esse ano a gente tem a confirmação do El Niño, a gente sabe que se torna um período de alto risco sanitário para tilápia.
Em função disso, a gente tá reservando esse período para poder definir uma estratégia sanitária para tempo dos produtores de tilápia. Executar para esse período de verão, tá? A gente vai estar abordando os principais desafios sanitários da bacia do Rio São Francisco, bem como do Rio Parnaíba. Vamos se debruçar sobre as estreptococose, lactococose, e também temas muito específicos como estresse térmico, como que estresse térmico impacta a imunidade da tilápia, como que a gente constrói estratégias baseadas em programas de vacinação e estratégias alimentares, nutricionais e de manejo de alimentação para poder enfrentar esse período de altos desafios sanitários na geladeira.
Entra no nosso site para mais informações e nos vemos lá. Gostei do efeito do final, viu? Então era isso. Aqui a entrevista, o alimentador automático não é um investimento barato, né? Assistam. Aqui tá o corte, mas tem muita coisa interessante. Eu tenho feito um, e claro, né, nossa sequência do Aqua Ensina. Esse aqui foi o terceiro episódio, eu já fiz o quarto episódio também, que foi— cadê, cadê o quarto episódio? Esse aqui. Vou lançar essa semana o quinto, dá um jeito de editar.
Ontem eu me dei uma folga, não peguei nada, que eu tava muito cansado, né? E eu tinha que descansar para essa live hoje, né? Então eu tava aqui e Deixa eu botar aqui nossos patrocinadores. Vou falar aqui, Fábio, dos nossos patrocinadores. Já falei do curso, vou falar dos nossos patrocinadores para a gente terminar a live, tá certo? Turma, só um segundinho para eu trazer aqui os nossos patrocinadores para vocês. Deixa eu ver, porque como eu tive que entrar de novo, eu vou ter que adicionar todos os vídeos novamente aqui, mas é coisa rápida.
É, cadê?
Não é esse não, eu adicionei o vídeo errado, que eu tenho que mostrar nossos patrocinadores, né?
Com certeza.
Vamos lá, Panorama da Agricultura, mais de 20 anos no mercado. Essa revista que traz conteúdo para vocês é com o editor-chefe Jomar Carvalho. Quiserem assinar a revista, fala lá com Daniela através do Zap 21 997252 5595 e pede aquele descontinho que vocês assistiram o podcast aqui. Nosso patrocinador Master ABCZ, Associação Brasileira de Criadores de Camarão, fala com as meninas no Zap 849962 7575. Você quer produtor de camarão que tá assistindo a gente, que quer se associar a ABCC ou procurar informação também para a FENACAM, só é, só é falar com as meninas ou ir no site diretamente lá, tá certo?
Da ABCC e da FENACAM. Bio Futura trazendo soluções biotecnológicas para vocês. Se tu vai falar com Cláudio Toan, meu amigo, parceiro, mentor, através do Zap 7575, 99242-7575. Tenha certeza que ele vai estar lhe ajudando a resolver suas demandas de qualidade de água e de solo. Eu sou parceiro dele aqui na Bahia também. Se for na Bahia, me procura, que ele tem feira. Eu tô aqui em Valença, estamos aqui para atender vocês. Bio Futura Executive Plant.
Professor Augusto do Grupo Tratáguas. Pensou em análise de água, pensou Tratáguas. Análise da Perfil Iônico. Fale pelo Zap 83999720369. Deixa eu ver o próximo, próximo, próximo, próximo. São os nossos parceiros. Os nossos parceiros são a FAEP BR, presidida pelo Marcos Bravo, presidente da Federação das Associações de Engenheiros de Pesca do Brasil que coordenou, organizou a última CONMEBOL lá no Pará. A EP Bahia, presidida pela minha amiga parceira Raíssa, e a EP Pernambuco, presidida e amiga pelo meu anjo da guarda Maria Efigênia, que deve estar dormindo uma hora dessa, que ela entrou, fez a presença e caiu fora.
E deixa eu ver aqui, deixa eu ver, deixa eu ver quem é o próximo. Comunidade Aqua, um grupo no WhatsApp com mais de 300 participantes, já deve estar passando de 500, viu? Eu acho que nessa última escolhei, tava mais de 400, quase 500. Então, que são técnicos produtores de todo o Brasil. Eu adoro ver os vídeos deles que eles mandam, a turma que tá lá no sul passando frio e criando peixe nessa época. Imagine, hein? E o grupo de inovação tecnológica do professor professor Mateus Ramalho da UFESA e o professor Luiz Otávio, que em breve estará aqui fazendo a live com a gente, tá certo?
E também em breve vamos aqui ao LTA, o Laboratório de Tecnologia de Aquicultura, coordenado pelo professor Sílvio e com o ajudante dele aí, Fábio e Kenji. E agora vamos falar de quem? Quem, quem, quem, quem? Os realizadores: a TV Plant, Geraldinho aqui que fala com vocês, né? Vai lá, segue a gente no Instagram, acompanha nossos conteúdos. E Aqualins, né, do meu parceiro amigo Luizinho, que tava aí mais cedo. E meu parceiro que me deixou na mão, Rafael Cordeiro, da Cronos Aqua.
E agora vamos falar com quem, com quem, com quem? Falar com o nosso convidado, Fábio. Fábio, fique à vontade, meu irmão.
Primeiro, agradecer a oportunidade de estar aqui, né, Deraldo? Que eu comentei com o Deraldo na pré-live que é muito, é muito chato que muitas vezes a gente que trabalha com isso não tem oportunidade de mostrar o o que a gente desenvolve, né, os trabalhos que a gente faz, que muitas vezes pode ser bom para a indústria e para a produção da carcinicultura de forma geral. Então deixar agradecimento aqui pelo convite e também agradecer por poder mostrar essa tecnologia que a gente vem desenvolvendo ao longo do tempo e agradecer a presença de todos que que ficaram aí pelas perguntas e pela atenção.
Então, pessoal, não deixem de seguir o nosso convidado Fábio Costa Filho, @xerimpi.acustica, e o Laboratório de Tecnologia em Agricultura, @ilta.ufrpe. Eu queria ver o comentário aqui, ó, o meu amigo parceiro aqui, ó, Vinícius Kenji. Essa do Aquaciência Essa do Aquasice é muito bom para auxiliar na divulgação científica dos laboratórios e pesquisa. Então, a intenção do Aquasice, esse editorial novo, foi essa. Então quem tiver nossos parceiros e amigos que queiram divulgar, entre em contato comigo, fala comigo para a gente tá organizando.
Ô Deus, aí para adicionar isso aqui, calma, tô botando aqui propaganda, tem que passar certo. Quem tiver aí, a turma que publica, a turma de instituição que queira participar com a gente, só é falar, fala comigo, eu vou orientar como fazer o videozinho e aí a gente traz para cá, tá certo? Eu quero agradecer a toda a equipe do LTA, Laboratório de Tecnologia de Agricultura, coordenada pelo professor Sílvio. Dê meu abraço, viu? Fábio Kenji, a ele agradeça muito.
Apesar dele não gostar de aparecer, mas ele tem certeza que essa parceria que tá se começando vai ser de grande valia para ajudar a divulgar o trabalho que vocês vêm desenvolvendo ao longo desses anos aí. E tenha certeza que a gente tá à disposição para estar ajudando vocês a tá fazendo isso e levando o nome do LTA para Para, para, para, para, para, para! O todo o Brasil, todo mundo que a gente já tá em outros países também. Lembrando que tinha gente aqui hoje de Goiânia, hein?
E tinha gente que tava na Alemanha assistindo a gente. Eu gosto de ver isso, da onde é que tá. A gente tem vários países que assiste a gente, viu? Como eles assistem, como é que traduz? Deve ser o YouTube traduzindo para eles, tá? É Vinícius Kenji e Fábio, se vocês tiverem apresentando e outras pessoas tiverem apresentando aqui trabalho na FENACAM, que já tá no período aberto, Eu esqueci de fazer esse merchan. Deixa eu abrir aqui rapidinho porque tinha que divulgar isso aqui da ABCC.
Rapidinho aqui, deixa eu achar a Fena Can aqui que eu vou fazer esse. Tem que fazer esse merchan, velho. Eu não posso deixar de fazer esse merchan aqui para divulgar, né? Vocês que a gente tá falando de pesquisa tanto, eu não vou divulgar isso? Deixa eu só mudar aqui o formato rapidinho aqui. Para a gente tá divulgando. Isso não pode perder a oportunidade, né? Deixa eu ver aqui. Aqui, ó, envie seu trabalho de pesquisa. Data limite 7 de agosto, hein?
Tamo na boca. É de sexta agora a 8, limite para você estar enviando, tá certo? Entre lá e envie seus trabalhos no site da FENACAM. É fácil de achar, fenacam.com.br, se eu não me engano. É isso aqui, ó, fenacan.com.br, ou pelo Zap aqui embaixo, que acho que é o mesmo Zap que eu mandei para vocês aqui na estante, final 7575, tá certo? Deixa eu ver aqui, tem outra coisa aqui, ó. Primeiro, ah sim, as inscrições estão abertas, primeiro lote.
Aproveitem, vocês são estudantes, vocês são profissionais da área, para pegar o lote mais barato, hein? Até 31 de agosto, então a gente ainda tem um mês aí para o primeiro lote. Vai lá. E faz sua compra do seu primeiro lote mais baratinho. Aqui estudante da Eterna faz R$120, mais ou menos. E a turma que tá querendo conhecer na FENACAN, reserve seu espaço, né, que em breve estaremos novidade aí da cobertura da FENACAN de 17, no Centro de Convenções de Natal, Rio Grande do Norte, lá na Via Costeira, de 17 a 20 de novembro estaremos lá cobrindo o evento.
A Guabi já disse que vai estar lá, hein? Deixa eu ver. É isso aí. Qualquer coisa entra aqui, ó, @fenacan, underline no final, o arroba. E na postagem dessa live foi marcado a FENACAN, tá certo? Vai lá e segue a gente. Deixa eu ver aqui as mensagens da turma, viu, viu, Vinícius? Ô Vinícius, eita, só tô falando Vinícius Kennedy e Fábio aqui na live. Deixa eu ver aqui os comentários. Nonô falou aqui, ó, uma boa live. Obrigado pela presença, Nonô, pelas perguntas.
E vou ter trabalho amanhã para o corte da live com tanta pergunta. Parabéns pela live, Gustavo Cardoso, com muitas informações relevantes. Grande contribuição da academia à atividade. Então, Gustavo Cardoso, nosso objetivo aqui é trazer informação importante para vocês. E eu, o que mais gostei, ele, Professor Sílvio, e a turma dele, laboratório, é um perfil muito parecido com o Professor Luiz Otávio do AK e Matheus Ramalho dentro do grupo de inovação.
São laboratórios que fazem pesquisa ligada lá na ponta para o produtor. Então, o que eu mais gostei foi tá trazendo para o LTA ser um parceiro nosso Tá trazendo essa pesquisa do Fábio, foi, tá trazendo essas informações que vai ser o produtor lá na ponta, tá certo? Deixa eu ver mais. É Eduardo, a Duda aqui, ó. Muito boa live, parabéns pela live, a Duda. Muito obrigado pela presença, Duda, seja bem-vinda ao nosso Cardume. E Vinícius, parabéns, live top demais, com certeza.
É, deixa eu ver aqui. Deraldo, vou te indicar um professor da UFPE que trabalha com tio jacaré. Já assisti uma palestra dele, assunto top. Ave Maria, ganhei minha noite hoje! Além de fazer a live, quem vai me arranjar uma pessoa fazer uma live de jacaré? Ave Maria! E tô querendo uma de Tartaruga da Amazônia também, viu? É, deixa eu ver aqui. Salomão, live boa demais, sabe? Agregou muito, com certeza. E Nonô, parabéns pela equipe LTA.
Rogério, meu parceiro, já virou parceiro meu, já tá assistindo live direto nossa aqui. Parabéns pela live. E Nonô já tá dizendo aqui também, FENACAM, tamo lá, hein? Estaremos na frente, na FENACAM, firme e forte. Vem, gente, olha, vai apresentar trabalho. Inscrevam vocês. Trabalho de vocês, viu? E Janine, muito interessante lá, às vezes, indústria brasileira, com certeza. Contagem regressiva para Fenercã, sim, Duda, todo mundo aqui.
E Gabriel, parabéns pela live, top demais. Então, o que eu vou pedir a vocês, divulguem a live, peguem nos grupos e lança o vídeo nos grupos que vocês fazem parte, que vocês acham interessante, Fale com seus colegas, divulguem a live, porque esse conteúdo muito bacana mesmo. Então é dizer que vamos estar aqui daqui a 15 dias, no dia 12. Ainda tô conversando aqui, eu não posso dizer quem foi porque eu não consegui fechar a reunião ainda.
Já fechou com a última do mês, mas essa ainda não, entendendo? Eu acredito Eu acredito que seja uma live muito interessante com duas pessoas muito interessantes, parceiros nossos que já tiveram aqui em live também, viu? Então repeteco em dupla para vocês aqui, tá certo? Fique com Deus. Muito obrigado, Fábio, Kenji, todo LTA, pela disposição de estar aqui. E tem outra aqui, deixa eu ver aqui, ó. Grande Fábio, professor Silvio deixaram legado aqui em Auburn, USA.
Tá vendo que tinha alguém nos Estados Unidos assistindo você, Fábio? Tá vendo? Nós estamos internacional, meu admirado, tá vendo? Bom demais! Muito obrigado, meu irmão, pela, por assistir nossa live, por estar aqui. Eu só peço que divulgue nosso canal para ir nos Estados Unidos, para os brasileiros e para os americanos também. Até daqui a 15 dias, Fábio. Muito obrigado, viu? Abusei um pouquinho, mas 10:30 vai dar. Valeu, pessoal!
Fique de olho nas nossas redes, hein? Vem conteúdo bacana aí para vocês. Um abração, fiquem com Deus, até a próxima. Tchau, tchau, tchau, tchau!
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Curso de gestão sanitária na tilapiculturaBiofutura
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