Episódios de Estrangeiros e Peregrinos

Uma Pátria Superior (Hebreus 11:14-16)

03 de maio de 202610min
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Episódio número 50 do nosso estudo textual do livro de Hebreus.

Participantes neste episódio1
D

Dennis Allen

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Assuntos4
  • Hebreus 4 e 5O desejo pela pátria celestial · Abraão e Sara como exemplos de fé · A resposta de Deus à fé
  • A natureza da pátria superiorDiferença entre a terra de origem e a pátria celestial · A vida eterna como foco
  • Não comparar Deus com pessoasVergonha de Jesus e suas palavras · Consequências da vergonha de Jesus · Exemplo de Abraão e Sara
  • Estudo Bíblico EfésiosFruto do Espírito em Gálatas · Rei Assuero e as crônicas
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Que em terra estranha estou no reino... Bem-vindo ao podcast Estrangeiros e Peregrinos. A mensagem de hoje será apresentada por Dennis Allen. No episódio de Estrangeiros e Peregrinos que transmitimos aos domingos, estamos fazendo um estudo textual do livro de Hebreus. Hoje é o episódio número 50 desse estudo, onde pegamos um trecho pequeno, hoje apenas três versículos,

para observar algumas perguntas e compreender melhor o texto. No final do episódio de hoje, eu darei a resposta à pergunta 903 e à nova pergunta bíblica do dia, para continuar incentivando o seu estudo da palavra. Famílias até usam essas perguntas para fazer gincanas com as crianças ou com adolescentes para incentivar o estudo da palavra. E na minha experiência, serve até para adultos aprenderem melhor o conteúdo dessas escrituras.

Mas isso no final do episódio do dia. Vamos já para o conteúdo de Hebreus capítulo 11, a partir do versículo 14. Vale lembrar o que nós temos visto já no nosso estudo de Hebreus capítulo 11, o capítulo talvez mais conhecido do livro, que trata de grandes exemplos da fé. Nos primeiros versículos do capítulo, observamos a história resumida da criação até o dilúvio. A criação em si, o exemplo de Abel, o exemplo de Noé.

Depois focamos Abraão e Sara na peregrinação, saindo da terra onde moravam para ir para um lugar que Deus mostraria para eles. E nisso eles demonstraram o que nós vamos frisar hoje, o desejo de chegar à pátria superior. Então vamos agora ler esses três versículos, Hebreus 11, do versículo 14 ao 16, e depois vamos continuar com algumas perguntas para frisar pontos importantes nesse texto.

Hebreus capítulo 11, a partir do versículo 14. Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam a oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonhe deles de ser chamado o seu Deus, porque ele preparou uma cidade.

A primeira pergunta é de que modo esses personagens falaram? Quando diz no versículo 14, os que falam desse modo, de que modo? E para isso nós precisamos lembrar do que já foi falado no versículo anterior, no versículo 13, que ele disse que essas pessoas, especificamente ele falava de Abrão e Sara e os descendentes do casal, se alegraram e confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.

Uma alegria em ser peregrinos nisso. E assim pessoas que têm uma alegria em ser peregrinos demonstram que tem alguma coisa mais concreta, mais sólida pela frente. Entender que eram peregrinos nesta terra significava procurar o quê? E aqui ele continua, versículo 14. Manifestam estar procurando uma pátria. Eles estavam olhando para algo além.

daquela terra onde habitavam temporariamente nesta vida. Qual a alternativa aquelas pessoas tinham? Enquanto estavam naquela peregrinação, em terra que não possuíam, eles tinham a alternativa, ele diz no versículo 15, de voltar para onde saíram. Eles poderiam ter voltado, Abraão e Sara, para Ur dos Caldeus. Deus não estava impedindo isso. Quando pensamos sobre descendentes deles gerações depois,

Os israelitas, por exemplo, no Egito, eles saíram do Egito, foram no sentido da terra prometida, mas poderiam ter voltado também. Assim, eles recusaram voltar por manter um foco na herança prometida, que é um ponto muito importante no capítulo 10, quando ele falou de não desistir, de não voltar atrás, de não retroceder, mas de continuar caminhando.

para nossa pátria celestial. E assim devemos manter o foco na nossa herança prometida e resistir à tentação de voltar ao pecado, de voltar à vida condenada pelo Senhor. Na próxima pergunta, o que aquelas pessoas procuravam? Diz no versículo 16 que desejavam uma pátria superior, isto é, celestial.

Interessante que o Antigo Testamento não fala muito sobre a vida eterna com a mesma clareza que encontramos no Novo Testamento. Porém, é claro que as pessoas que confiavam no Senhor naquela época acreditavam que a vida era mais do que só esta vida aqui. Algo que Jesus reforçou no seu ensinamento no Novo Testamento, mostrando que desde os primeiros livros do Antigo Testamento apontava Então, vamos lá.

para a vida eterna. E essas pessoas de fé desejavam uma pátria celestial. E como é que Deus respondeu à atitude dessas pessoas fiéis? A expressão por isso já faz um vínculo importante aqui no versículo 16. Essas pessoas desejavam uma pátria superior, por isso Deus não se envergonha deles de ser chamado seu Deus, porque ele lhes preparou uma cidade. Deus...

se agradou de pessoas que mostravam essa perspectiva eterna, de não ficar presos na vida aqui, de não achar que a vida aqui seria o fim, mas de olhar para frente, para a eternidade, para a pátria celestial. Isso levanta uma questão interessante, que Deus pode se envergonhar de pessoas? Diz que no caso aqui, ele não se envergonhou, mas seria possível Deus se envergonhar?

De nós? Jesus avisou que sim. E quando nós olhamos para a linguagem dele em Marcos capítulo 8, ele até explica motivo de se envergonhar. Vamos ler aqui Marcos capítulo 8, do versículo 34 a 38, para completar um pouco nossa perspectiva desse texto de Hebreus 11. Diz no versículo 34.

Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, Jesus lhes disse, Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá. E quem perder a vida por minha causa e por causa do Evangelho, esse a salvará. De que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria uma pessoa em troca de sua alma?

Pois quem nesta geração adulta e pecadora se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier a glória do seu Pai com os santos anjos. Se nós tivermos vergonha de Jesus nesta vida, na presença dos nossos semelhantes, Ele vai ter vergonha de nós na presença do seu semelhante, o próprio Pai.

Então sim, Deus pode se envergonhar de pessoas, mas ele não se envergonhou de Abraão e Sara, porque viviam olhando para frente, olhando para a pátria superior. E vamos encerrar hoje com algumas observações e conclusões sobre esse texto de Hebreus 11, do versículo 14 ao 16. Abraão e outros exemplos bons olhavam para frente, querendo chegar à promessa. E nós precisamos fazer a mesma coisa.

Caminhar para a eternidade com confiança em Cristo que abriu o caminho para a vida eterna. E a pergunta 903. Verdadeiro ou falso? O fruto do Espírito, conforme Paulo o descreve em Gálatas, é composto por doze virtudes distintas. Esta afirmação é falsa e o problema é um número. Realmente o fruto do Espírito é composto por várias virtudes distintas.

Mas vamos olhar a lista aqui em Gálatas 5 e observar que são nove e não doze pontos que ele apresenta. Mas o fruto do espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Então a afirmação é falsa, o número deve ser nove e não doze.

E a pergunta do dia é um pouco mais difícil. Vem do Antigo Testamento. Em qual momento o rei Assuero leu as crônicas que o lembraram do favor de Mordecai? Alternativas. A. Durante um banquete oficial. B. Em uma noite em que ele não conseguia dormir. C. Enquanto estava sendo julgado por seus conselheiros. D. Após um pedido direto de Esther. Verifique sua resposta no final do próximo episódio.

de estrangeiros e peregrinos. Nosso estudo do livro de Hebreus nos lembra da importância de manter o foco na eternidade, de não permitir que as coisas desse mundo nos prendem, porque nós desejamos uma pátria celestial. Vamos continuar essa caminhada com a determinação de estar com Deus na eternidade.

Obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelas escrituras. Volte amanhã para ouvir mais uma mensagem do podcast Estrangeiros e Peregrinos.

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