MASSQTV PODCAST - Luís Araújo - Ep. 175 - VIDEOCAST
🫠 ENGENHARIA QUE PROTEGE A ESS Engenharia, Segurança e Saúde é uma apoiadora da MSA - The Safety Company no Safety Summit 2026 que irá acontecer em São Paulo e online para toda América Latina nos dias 06 e 07 de Maio e eu conversei com o CEO da ESS o Luís Araújo que além de contar um pouco sobre sua história e trajetória, deu um spoiler da participação da ESS no MSA Safety Summit 2026.
Imperdível esse convite!⌚ E lembre-se, para fazer sua inscrição é só acessar o link abaixo: 👇 https://br.msasafety.com/safety-summit?utm_campaign=lar-pt-safety-summit-2026&utm_medium=social&utm_source=linkedin#MSA #SAFETYUMMIT2026 #ESS
Romulo Contígio
Luís Araújo
- Segurança no TrabalhoIntegração de sistemas de segurança · Ergonomia e exoesqueletos · Sinalização e automação · Telemetria e segurança
- MSA Safety Summit
- Cultura de segurança nas empresasImportância da NR12 · Treinamento e aceitação de tecnologia
- História e trajetória de Luís AraújoEmpreendedorismo de Luís Araújo · Carreira na área de segurança
Olá, eu sou Rômulo Contijo e esse é o Masque TV, o podcast que você quer ver, ouvir. Muito obrigado pela presença, muito obrigado por acompanhar os nossos episódios. As pessoas que passam por aqui são incríveis, pessoas que trazem informações, histórias importantes para o desenvolvimento nosso, para o seu desenvolvimento.
Você pode seguir o Romulo Contijo no YouTube e dar um like, tocar o sininho, participar do nosso engajamento, é super importante. Hoje eu estou fazendo um episódio especial, aliás com uma pessoa muito especial. Ele vai participar do MSA Safety Summit, aliás ele é um apoiador importantíssimo. E como você sabe, o MSA Safety Summit é o maior evento de HS da América Latina, vai acontecer agora, 6 e 7 de maio.
E claro, ter a presença dele no evento é um orgulho para a MSA, é um presente para nós. Eu vou conversar com o Luiz Araújo, uma história linda na área da prestação de serviço de sistemas e tecnologia para a área da segurança. Muito obrigado por estar aí, seja bem-vindo, seja bem-vinda. Luiz, prazer recebê-lo aqui, viu? Prazer é todo meu, Romulo, de estar aqui participando desse...
tão importante evento, que é o MSA Summit, e ser convidado por você, para estar aqui nesse tão importante veículo de comunicação com o pessoal da área de segurança, do XI, do IHS. É verdade. Agora há pouco eu te vi lá na Amstel, analisando o teu espaço de stand, tive até a felicidade de te conhecer rapidamente ali com o Fábio. É, foi uma coincidência. Uma coincidência. A gente estava na preparação porque...
para esses dois dias realmente vão ser intensos, né, de muita informação, e a gente quer já apresentar o que tem de mais moderno na tecnologia para o pessoal da segurança. Maravilhoso. Eu fui lá também para fazer a avaliação, porque nós vamos fazer um podcast ao vivo com todo mundo, inclusive com você lá, e foi muito bom te conhecer. Prazer é todo meu.
Eu sempre começo o meu podcast, você vai ver sempre isso com uma pergunta muito clássica, e não vou deixar de fazer ela para você. Quando que você chegou na Terra e por que que você veio? Bom, eu já estou aqui na Terra, nessa Terra aqui há 57 anos, né? E eu estou aqui para viver essa vida, né? Então eu vivo ela a cada dia e...
Desfruto, desfruto da vida. O garoto de 1987, técnico de manutenção, mudou muito hoje? Ah, sem dúvida, sem dúvida. Eu acho que lá eu era mais conduzido. Hoje eu conduzo mais, mas ainda tenho... Me dedico a ouvir e prestar atenção em muita coisa, mas...
Lá eu fui abrindo portas sem saber o que eu ia encontrar. Então, eu entrei nessa área técnica, seguindo amigos, seguindo colegas. E aí eu me desenvolvi e realmente faço o que eu gosto desde então. É interessante, porque quando a gente olha, hoje a gente tem o LinkedIn para avaliar currículos e ver a carreira de todo mundo, mas a gente percebe que você é um empreendedor nato.
Você já nasceu ali empreendendo, buscando oportunidades dentro desse mecanismo há quase 40 anos atrás. Eu comecei cedo a empreender, mas eu tive o apoio de pessoas maravilhosas que passaram e fazem parte da minha vida. Mas eu sempre digo, eu sou um empreendedor sim.
Mas o começo estava no lugar certo, na hora certa, e as pessoas maravilhosas certas que estavam do meu lado e me chamaram para essa viagem. Luiz, quando você era menino, você tinha o pai, a mãe te apoiando. Como que era a tua composição? O que você sonhava? O que você pensava quando você estava lá, 10, 12 anos de idade?
Ah, eu... Essa idade, a gente tá falando do final dos anos 70, começo dos anos 80, né? E comparando... Hoje eu tenho uma filha de 24 anos, né? Então, comparando, acho que o meu comportamento nesse desenvolvimento, né? Eu...
Menciono aqui que eu sou psicólogo e a matéria que eu mais gostava, né, que eu mais gostei no curso com a professora Fernanda foram as aulas de desenvolvimento humano. Então, eu sou muito feliz de ter participado nessa etapa da infância da minha filha, né? Mas voltando aqui para a parte da minha infância...
De novo, era uma outra década, né? Eu acho que a gente era mais, entre aspas, largado, né? Mas não faltava carinho, amor, atenção. Eu acho que era diferente, né? Mas eu me sinto cheio desse carinho, desse amor, dessa atenção. E o apoio que me fez, sem dúvida, evoluir.
buscar o que eu tive na vida, o que eu tenho. Naquela época tinha segurança, você tinha alguma relação com segurança, pai, mãe, que te aproximasse de um cuidado, seja doméstico ou seja no trabalho ou não? Acho que desde o início, né?
Antes de não engatinhar, no começo a andar, no próprio berço, né? Então, sempre, a segurança já está aí. E é interessante você falar isso, né? Porque é um ponto que passa desapercebido, realmente. Mas é, desde o início, a segurança já está presente. A análise de risco, né? Ah, essa quina, esse degrau. A tomada. A tomada. Então...
Que interessante, nunca tinha pensado isso, hein?
Eu sou da mesma época que você, eu sou realmente apaixonado pelos anos 70 e 80, realmente tem um, acho que era uma época muito boa, tem todos os seus aspectos, como essa também tem, mas era muito gostoso a gente poder reviver esse momento, ver um profissional que teve a trajetória que você tem, e você está envolvido com tudo isso. Você é o CEO da ESS, para quem não conhece, o que é a ESS?
Bom, eu gosto de apresentar a ESS como uma empresa de engenharia. E aí, um subtítulo é um integrador de sistemas, porque eu sou da área de automação industrial. Minha carreira toda, desde que eu saí do colégio técnico lá em São Bernardo, a minha carreira foi feita na área de automação industrial.
Então, a SS é uma empresa de engenharia onde a gente desenvolve e integra sistemas em prol da segurança das pessoas, né? Aplicada a equipamentos e a processos. Então, é isso que a gente faz. E no decorrer dos anos, a gente agregou outras tecnologias.
junto com a NR12 vamos assim que é o berço da o berço da da SS né então já já para para cerca de 7 8 anos a gente começou a agregar novas tecnologias que também foram inventadas não existiam né então a gente vai poder detalhar mais com certeza e tudo isso vai poder ser visto lá no no MSA
Summit, Safety Summit, agora, semana que vem. Quando você fala de NR12, é tão importante você falar por esse viés da norma, porque ela também é uma norma nova, vamos falar assim, mas, ao mesmo tempo, ela chegou dentro das empresas com uma necessidade. Hoje, quando você vê uma proteção ali que garante que aquele colaborador, hoje, minimamente, possa sair com a sua integridade física preservada.
Eu acho que tem esse valor dentro do serviço, dentro dos sistemas que a ISS também leva para o cliente. Ah, nesses 20 anos a gente já, vou dizer assim, adequou milhares de máquinas em centenas de empresas, né? E o que vale muito, além do trabalho desenvolvido, além de cada trabalho entregue, é ver...
a importância que a segurança foi tomando, principalmente nos últimos 15 anos. Eu costumo dizer que quem apostou contra a NR12 perdeu FEI, porque a NR12 é uma das coisas que realmente deram certo no Brasil. Eu, podem até achar que não, mas eu considero que ela é muito respeitada, porque em cada reunião que eu vou, você tem um representante da segurança, a voz da segurança nas empresas.
Eu digo na minha área de projetos, ela é muito ouvida, né? Então, isso também faz o sucesso da ISS ter esse nome que tem no mercado, né?
Eu acho que é uma das normas mais respeitadas que existe. Eu acho também. Eu sou especialista em cultura, não que a NR10 a eletricidade não seja, a NR35 não seja, mas a NR12 tem uma cultura dentro das empresas que a gente que está todo dia ali percebe o valor dele. A SS entrega que tipo de produto hoje para o cliente? Eu sei que fala de sinalização, mas que tipo de serviço hoje você está mitigando na parte de riscos?
A gente começou falando da NR12 e há 20 anos nem a NR12 tinha, mas já era ali um embrião. Então, realmente a ISS nos seus primeiros 15 anos, ela estava baseada no que a gente chama hoje de pilar da NR12. Então, a gente entrega todo o ciclo de NR12 desde a...
Desde a análise de risco, passando por projeto conceitual, projeto executivo, fabricação, instalação e certificação. Tanto de projetos de máquinas já existentes, máquinas que estão em construção aqui ou fora do Brasil. Então, a gente já tem trabalho desenvolvido em toda a América Latina, Estados Unidos, Europa. Na China, a gente já fez projeto.
E recentemente a gente agregou mais três pilares nessa oferta, que são essas tecnologias mais novas. Uma que eu tenho orgulho de dizer que a ISS é pioneira é da ergonomia. A partir de viagens que eu fiz para a Europa, para os Estados Unidos, a ISS passou a representar algumas empresas na parte de exoesqueletos passivos, que são vestíveis.
que auxiliam na manipulação de cargas, não vai tornar o ser humano um robô, como a gente vê no cinema, mas ele está ali para reduzir fadigas e lesões. E a EACS é pioneira há sete anos trabalhando com essa tecnologia. A gente tem produtos da Suíça e do Japão que são de excelente qualidade.
E o mais interessante é ver, porque eu estou dentro do mercado logístico, da qual você também participa, de grandes players. E eu estou também há 25 anos e eu via o cara que a gente falava de bater caixa sem nenhum aparato de proteção ergonômica.
Aí chega o exoscoleto, que faz com que ele consiga minimizar aquele impacto e que só a gente que sabe o impacto da dor muscular de um cara que passa oito horas subindo e descendo caixa, né Luiz? Olha, é onde a gente se baseia...
é na qualidade de vida. O que a gente quer entregar é qualidade de vida. Por quê? Se depois de oito horas trabalhando, carregando caixa de um lugar para o outro, ou movimentando as caixas, e a gente tem lá mais de 500 quilos, às vezes uma tonelada por dia,
como que você vai pegar uma criança de 4 quilos no colo a hora que você chega em casa? Você só quer cama. Então, em princípio, é a qualidade de vida mesmo que a gente quer entregar. A partir da ergonomia, a gente tem mais dois pilares. Um que você mencionou, que é a sinalização. Essa é uma tecnologia italiana que é muitíssimo interessante. Onde a gente até...
Focando também o meio ambiente, além de outras características, a gente substitui as pinturas e adesivagens do piso com projetores LED para fazer a sinalização. E a partir daí ainda a gente ganha a possibilidade de automatizar esse sistema de sinalização. Então a gente consegue criar faixas de pedestre, caminhos seguros.
pictogramas e sinalização e aí através da automação que é o forte da da ESS a gente combina isso com cancelas com pórticos com pontos cegos aonde a gente pode ter a presença de empilhadeiras e
apagar e acender uma sinalização, e isso, a sinalização horizontal, é claro que combinada com a vertical, você tem mais sucesso, mas a horizontal, aquela luz que acende e apaga, realmente a gente incrementa a segurança. Tem uma coisa muito interessante, que é outro ponto importante que você está dizendo da sinalização, a gente que vive esse movimento. Eu também participo de muitas indústrias que não tinha, e a partir do momento que ela aparece,
Você consegue inclusive provar para aquela empresa como ela é eficiente na redução de acidentes, a sinalização, a LED, a iluminação, ajuda, mas é visível. Eu acho que um dos grandes objetivos quando você é chamado por um grande cliente é mostrar no indicador que o acidente foi reduzido. Sem dúvida.
e a gente tem que agora o quarto pilar que é da a gente engloba soluções de logística e aí a gente a gente tem tecnologia embarcada já nos veículos os veículos de movimentação de carga né para quê para evitar principalmente os atropelamentos que a interação homem-máquina
ou no recebimento, na expedição, até mesmo na produção, ele é gigantesco. Então, a gente tem tecnologia embarcada, que hoje...
Basicamente, o que há de mais moderno são as câmeras com inteligência artificial, que reconhecem pessoas, reconhecem outras máquinas. Eu posso até ler placas e saber qual velocidade a máquina tem que andar naquela área, se eu quero reduzir a velocidade, se eu quero liberar a velocidade. Ou dependendo da distância que um pedestre está da máquina, eu posso reduzir ou até parar a máquina.
E em tudo isso ainda tem a telemetria, que eu consigo identificar em quais pontos da planta eu tenho mais interação homem e máquina, e eu posso, com a gestão de dados, ou fazer uma modificação de layout, ou fazer uma modificação de processo. Então, quando você me pergunta a DSS, é isso, é engenharia.
E até é interessante falar, ESS, o que é, né? Antigamente era Engenharia de Sistemas de Segurança. Hoje é Engenharia, Segurança e Saúde, ESS. E o nosso slogan agora para os 20 anos é Engenharia que Protege.
E protege, viu, Luiz? Protege. Você pode ter certeza do que eu estou dizendo. Primeiro que você está falando com um profissional que está há 25 anos vendo isso acontecer. Protege mesmo. E o mais interessante é na tua história, né? Quanto tempo a gente viu essa mudança daquela empilhadeira, porque eu já vi acidentes com empilhadeira, de todos os tipos que você pode imaginar.
E quando o sistema de telemetria, o sistema de colisão, que são sistemas que você tem, foram melhorando e mitigando. Quando você entra com um sistema desse, você também capacita aqueles profissionais para o desenvolvimento dessa ferramenta nova? É essencial, porque a máquina em si vai receber a tecnologia, mas ela precisa que...
não só o ambiente, mas que as pessoas aceitem aquela tecnologia. Com certeza, a implementação da tecnologia, seja ela do exoesqueleto, ou seja ela da câmera, ela vai influenciar no processo.
E aí, então, a gente tem que adequar ao processo para que aquilo seja bem aceito, né? Porque um exemplo das câmeras, se eu tiver muita interação e reduzir a velocidade da empilhadeira, ah, mas aí eu vou perder tempo no carregamento de um caminhão. Bom, então a gente vai ter que entender isso.
o ser humano é totalmente capaz de entender que olha se eu trabalhar aqui numa certa distância o processo vai continuar o mesmo mesmo e eu diminuo como você falou é a mitigação do risco apesar de que nossa tecnologia também é antibura não consigo tampar não consigo virar a câmera e ela identifica isso daí e a máquina é ficar praticamente impedida de trabalhar se não tiver com a segurança apropriada
Interessante você falar de burlar o sistema, porque a gente sabe que tem um ser humano por detrás de tudo isso. E você, como psicólogo, é tão legal, você é um engenheiro eletricista, formado com todos os aspectos da automação, numa logística 4.0, 5.0, que tudo... Robótica. Robótica. E você é psicólogo. Então, assim, é claro que além de uma técnica, além de um mecanismo de educação...
Você sabe que é um valor mental ali muito grande que você tem que acessar essa pessoa também, né? Não é só mostrar para ela todas as ferramentas daquela empilhadeira. É saber se ele tem interesse em fazer aquilo da melhor forma possível, né? É, porque aquilo é uma parte de um todo, é uma parte do dia a dia dele, né? Então, ele tem que primeiro identificar que aquilo lá é em prol da saúde, da...
da capacidade dele, do aprendizado dele. A partir daí, ele também tem que querer, tem que querer trabalhar num ambiente seguro. Por isso que o todo da cultura de segurança das empresas, que é diário isso, é muito importante. Não é uma simples solução pontual ali. Tem que fazer parte do todo da cultura da empresa, a empresa voltada para a segurança.
É verdade. E o mais interessante é ter uma empresa como a SS, que tem a segurança psicológica já no DNA, faz toda a diferença. Então, assim, eu estou trazendo um mecanismo importante para dentro da minha estrutura, mas que vem com treinamento técnico e com uma soft skills. É isso mesmo. Isso é fantástico, Luiz. E o nosso time... É...
Eu gosto de ser... Todos os engenheiros lá têm uma primeira formação, que seja elétrica, mecânica.
mas também são engenheiros de segurança. E a engenharia de segurança traz o soft skill, né? O engenheiro eletricista, o mecânico, está lá no cálculo, né? E a segurança também, realmente, ele tem todo o embasamento técnico, mas também tem que ter aquela experiência ali, do ser humano e do ponto de trabalho. A mesma coisa vale para os ergonomistas que trabalham com a gente, né?
Você chegar com um equipamento que ele vai vestir, pô, mais um equipamento, agora isso aqui vai me incomodar. Você tem que ter realmente a aproximação do ser humano para, primeiro, ser aceito, para o pessoal ver o valor daquilo e acreditar que aquilo lá é...
É para o bem, né? É para o bem. É essa habilidade que, na verdade, você tem que formar suas equipes. Por mais que você tenha conhecimento, mas se você transfere isso para as equipes que estão indo para os clientes, para eles entenderem essa necessidade humana, faz toda a diferença. E eu gosto muito do contato com o pessoal de...
de XI, de EHS das empresas. Poxa, porque as primeiras reuniões são fantásticas, porque é onde você faz a sintonia do desejo com o que você oferece. E aí realmente a gente entra em discussões, tem muito histórico para contar.
que nem a gente estava aqui antes do podcast, a gente estava contando um monte de história, né? Então, a gente tem vários, vários pontos, seja da empilhadeira, seja da prensa, seja de movimentação. Então, e quando a gente chega com uma possível solução, né? Eu não falo que é a solução, porque é um caminho, né? Inclusive o...
o da cultura da aceitação né mas quando a gente chegou até aqui temos essa solução aqui é a gente pratica bastante projeto piloto isso é um ponto que no Brasil eu tenho sentido muito é
Ainda não se acredita muito. Resistem, né? Eu não diria que é uma resistência. Querem, mas tem que... Será que é? Será que eu vou investir dinheiro nisso daqui se não tiver resultado? Então, o que a gente está tendo muito é o que a gente chama de projeto piloto. Vai, instala, instala em uma, em duas. A ergonomia é o que tem mais dado certo. Então, a gente já tem um pacote de...
de projeto piloto, a gente tem um estudo do posto de trabalho, o operador testa, aí a gente tem 20, 30, 45 dias de teste, e aí o projeto vai para frente. E aquela pergunta que todo mundo faz, quanto custa o acidente, quanto custa prevenir.
E você prova que a prevenção realmente tem o maior valor agregado para a empresa. Rômulo, e já faz tempo que eu falo isso, hoje eu não ouço tanto assim, mas o pessoal falava, olha, aqui essa máquina e tal, nunca aconteceu nada, mas só precisa uma vez. Então, cada dia que não acontece, está mais próximo do primeiro. Mas eu sempre falo assim, olha...
Não precisa de muitos, é só um que precisa para você justificar essas medidas. Por isso que eu digo que a NR12 realmente é o que você falou, é um sucesso no Brasil. E é outra coisa, a gente disse que uma novela é uma novela de obra aberta, a segurança é uma obra aberta.
Sempre nós vamos ter ali na área da segurança alguma possibilidade ou alguma probabilidade de algo acontecer. Por isso que ela está sempre aberta, por isso que você está sempre levando mecanismos, treinamentos, ferramentas, sistemas que possam, de uma certa forma, ir fechando essa parte tão vulnerável da área da segurança.
E por isso que um evento como esse da MSA Summit, a hora que você... Bom, é tão de altíssimo nível que a hora que os painéis que são falados, ele é tão diversificado e aquelas pessoas no networking, na hora do café, visitando os estandes que vão estar lá, um deles é o da SS.
e é só terceiro que a gente participa né e com certeza vai ter gente que nunca viu nunca vi isso daqui ou tô precisando disso então é isso que que faz esse esse evento aí um sucesso realmente e e todo mundo quer voltar né todo mundo fica depois esperando o próximo porque realmente a troca é muito
Você sabe que você disse uma coisa super importante, a gente aproveita para falar do MSA Safety Summit agora, e você disse algo muito pertinente, você tem uma evolução, você participou de 2022, 2024, agora está em 2026. Agora com a América Latina toda envolvida, com uma curadoria de profissionais que se prepararam para construir, curadores que participaram de 2024, estavam fomentando 2026.
E a gente tem realmente dentro dos painéis dos palestrantes uma diversidade de tema neste ano incrível. E eu acho que realmente para uma empresa estar com seu stand ali num evento que realmente é considerado esperado por muita gente do setor. É muito esperado.
E é muito direcionado. Os 300 convidados são pensados antes de serem colocados ali naquele local. São formadores de opinião, né? Exatamente. E são formadores que são decisores. Eles sabem exatamente o que é necessário para aquela empresa. Grandes empresas participam.
Quem te convidou, Maurício Alvarez? Como foi a sua relação com a MSA? Quando surgiu isso? Bom, eu, desde o primeiro, já tinha um relacionamento com o Fábio Carvalho.
né e quando eu apresentei a SS para ele ele falou pô isso dá um match total a nossa proposta porque é por causa da tecnologia exatamente falou olha a gente precisa levar para o pessoal de de HS que tem tecnologia voltada para segurança né não é só teoria ou ou ou
artigos né não você tem tecnologia hoje que pode auxiliar os técnicos os engenheiros na gestão de dados e na prevenção na mitigação de riscos e a prevenção de acidentes né então de cara né era um evento tá grandioso esse ano eu acho que só a tendência sempre crescer era um era um evento menor
não vou lembrar agora o número de empresas mas também do mesmo do mesmo que lá te os participantes né então foi ali foi foi esse contato já de mercado que a gente foi convidado de cara a gente já já participou então é interessante ele sebia anual então a gente intercala uma feira no ano e o MS e o Samit é sempre a gente vai estar presente
Fico muito feliz, né? O Fábio e o Maurício falaram, Romulo, convido o Luiz para bater um papo. E olha que nesse pouquíssimo tempo que a gente ficou aqui, quanta coisa legal você levou para aquelas pessoas, não só para aquelas pessoas que online, porque tem uma transmissão online para a América Latina.
do evento como um todo, então vai conhecer a SS o tempo todo ali, toda aquela comunidade online, e também os convidados internos. Mas é a possibilidade de uma vitrine, com uma sinergia muito grande com o que a MSA faz. Então, assim, eu acho que esse é um valor para a participação que vai contribuir demais, até no desenvolvimento de quem não conhece tecnologias, de quem nem imagina que a inteligência artificial é uma das maiores aliadas de vocês.
ela tá presente ela tá presente nas nossas câmeras, né? Então, realmente e olha que ela já tá há alguns anos não é essa inteligência que a gente vê hoje que tá estourando aí nos computadores, mas ela já tá presente e realmente tem feito a diferença, né?
e tá junto com uma marca como a MSA é muito interessante porque eu eu visitando as empresas o pessoal da MSA visitando as demandas vão aparecendo Olha eu não tenho isso daqui mas eu sei eu sei quem tem então a gente vai disseminar outro ponto muito importante que eu queria falar que a gente visita muito
Os técnicos e os engenheiros de segurança, eles acessam muito o nosso site, a gente tem, em média, quatro reuniões por dia, por solicitação, né? Então, a gente tem diversas ofertas, né?
Agora, às vezes, o decisor, ele não está com esse conhecimento. Então, esse evento, ele... Ah, então é isso aqui que vocês estão oferecendo para a gente? Não, é isso aqui. Vai ter a chance de realmente ver e de expandir até o conhecimento do que há, não só aqui no Brasil, como no mundo todo, nessa parte da segurança, da tecnologia aplicada à segurança. Eu concordo com você, Luiz.
Olha, primeiro, eu receber você aqui hoje, é claro que foi só um bate-papo por causa dessa incrível participação de vocês no MSA Safety Summit, que acontece agora 6 e 7 de maio. E a SS vai estar lá com um stand maravilhoso, isso que ele acabou de dizer.
Você vai conseguir desmistificar os sistemas de tecnologia para segurança no olhar de um psicólogo, de um engenheiro eletricista que tem mais de 20 anos de experiência. E aí eu peço nessa câmera aqui para você convidar as pessoas para participarem desse movimento e conhecerem o estande.
Reforço para vocês, na semana que vem, o evento da MSA, ali no site da msa.com.br, o link do MSA Summit. Ele vai ser um evento totalmente transmitido online, então você vai poder participar daquele painel que você se interessar mais. Mas vai ser um evento grandioso.
A ISS está nas redes, você entrando no nosso site, www.ess.ind.br, você já vai ter contato com todas as tecnologias que eu mencionei aqui, que a gente falou. Tem ali o nosso contato para você solicitar uma...
uma reunião online, ou uma própria visita, um dos projetos pilotos que a gente falou, mas reforço o convite para a semana que vem vocês participarem do evento da MSA, vai ter muita coisa interessante mesmo, viu? Excelente, Luiz. Eu te agradeço. Um orgulho para mim conhecer, saber um pouquinho sobre você, saber um pouco sobre a SS, eu sei que você tem outras empresas, eu quero ter oportunidade de te trazer de volta, para a gente poder conversar e mostrar para todo mundo, toda essa carreira sua que é brilhante,
E é apaixonante. E você tem isso nos seus olhos. Eu estou muito feliz de ter batido esse papo com você. Olha, foi uma hora maravilhosa aqui. Eu agradeço muito o convite, essa oportunidade de te conhecer também, de a gente conversar. Muito obrigado, viu? O slogan novo? Engenharia que protege. Eu conversei com o Luiz Araújo, da ESS, a engenharia que protege. E até o próximo episódio.
MSA - The Safety Company
MSA Safety Summit 2026