Episódios de Discopatas

Michael Jackson

04 de maio de 20261h39min
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Oportunistas que somos, aproveitamos todo o barulho que está acontecendo em torno do filme do Rei do Pop e fizemos essa edição para falarmos dele.

Michael Jackson fez parte das nossas vidas, vimos muita coisa acontecer, por isso falamos bastante sobre nossas experiências ouvindo as músicas do ídolo.

Assuntos3
  • Homenagem a Michael JacksonMaior artista após Elvis Presley · Impacto na cultura global · Vendas de discos e abrangência · Comparação com artistas atuais (Taylor Swift, Lady Gaga, Bad Bunny) · Fenômeno cultural e concursos de sósias · Influência em programas de TV · Reconhecimento póstumo
  • Filme Michael JacksonOportunismo em torno do filme · Dificuldade em contar a história em 2 horas · Necessidade de uma série ou múltiplos filmes · Apelo comercial do filme · Escolha de recorte para cinebiografias · Filme feito pela família · Abordagem das polêmicas no filme · Acordos judiciais e sigilo · Recepção do público versus crítica
  • Dança e performance de Michael JacksonMoonwalk · Movimentos icônicos de dança · Influência de dançarinos históricos · Performance no aniversário de 25 anos da Motown · Coreografia de Smooth Criminal
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Discopatas, retornando, estamos aqui hoje nesta noite para trazer para vocês mais papo de tiozão, mas um tiozão legal, um tiozão da suquita. E estamos aqui, eu e o Robson hoje no programa, traremos um convidado hoje.

Já já apresentamos ele. Hoje vamos aqui com o programa Michael Jackson. Só que assim, né? Já tivemos uma pré-conversa aqui. A gente, lógico, oportunistas, mas não é o filme. A gente quer falar do... A gente vai conversar do filme também. Mas a gente vai conversar do Michael Jackson geral. Michael Jackson, eu acho que... Não sei como que é um programa só. O Michael Jackson devia ser cinco a dez programas. Não sei porque nós nunca fizemos, mas na verdade acho que era...

Tem coisas que a gente fica pensando em não mexer, né? Por exemplo, a gente vai mexer em Beatles quando o Wilson apareceu. Então, o filme acho que deu esse empurrão, ou pelo menos a barulheira. Robson, um programa só nem é. Agora que a gente abriu, talvez a gente pegue uma série, né? Ah, eu acho que deve dar mais uns dois programas. Se a gente for falar de Família Jackson, então, vai dar vários programas, né?

Mas dá pra falar de Jackson 5 separado. É, o rei do pop, né? A gente tá falando do maior artista que surgiu depois do Elvis Presley, né? E até hoje...

Não é papo de tiozão falando que, ah, no meu tempo que era melhor e tal, mas do tamanho do Michael Jackson não surgiu e não surgirá, porque o mundo é outro, agora é tudo muito diferente, essa questão da venda de discos e tudo mais, mas do tamanho do Michael Jackson, com a abrangência dele, o impacto dele na cultura.

eu acho muito difícil existir. Mas a gente tem um convidado hoje, né? O Michael Jackson, que vai participar? É com M, cara. É com M. É, então é o Michael Jackson, né? Estamos aqui abenantados pela presença de uma pessoa que eu ouvi falar que até já ouviu a gente. Estamos com o Mário Sereda. É, então, é igual o Michael Jackson, ressuscitou, né? Toma aí. Que honra ser convidado pra esse programa, cara, que é isso.

Eu sou um ouvinte ativo, cara. Comento todos os episódios com vocês, tá vendo? Mas depois a gente faz a CPI da geladeira aí, porque me colocaram na geladeira aí, depois a gente faz a CPI. Mas assim como o Michael Jackson, eu tô vivo. Mas é legal fazer a fotinha tua, assim, no Michael, e o convidado embaixo, assim. É, o convidado de hoje do programa é Mário Sereda.

Pois é. A gente, estamos de olho, assim, na participação dele pra gente ver se, né, se é interessante pro futuro, né, Rolso? Vamos ver. Ah, sim, a gente tem chamado outros convidados, né, daí a gente vai chamando pra próxima gravação que a gente vai fazer com um convidado, o Sereda não aparece. É ele mesmo, não aparece por autoimposição, às vezes, né, mas enfim.

Ô, Mário, fala pra nós aí se apresenta ou apresenta o Michael Jackson. Não, peraí, peraí. O Mário tá sumindo mesmo, né? Porque ele tomou o Zenpik e já perdeu aí uns 150 quilos já, cara. Tá, é. Entrou na onda da caneta aí. Vi uma foto do dia nas redes sociais, quase não reconheci. O cara entrou forte aí na onda do Zenpik, hein?

É IA, Robson. Não, aqui, na verdade, é assim. O Mário Sereda agora é só cabeça. Não tem mais corpo, é só cabeça. Precisamos falar sobre isso, inclusive. Porque, assim, um, eu sou pão duro o suficiente pra não gastar dinheiro com o Zenfiki. É...

É mais barato emagrecer não comendo do que usando ausentia. Mas, cara, eu sou aqui a prova da transformação do Discopatas, cara. A gente fez um programa sobre músicas para correr, onde eu me comprometi a voltar à regularidade de exercícios e corrida, cara. Estou aqui 21 quilos a menos depois e conseguindo correr 5 quilômetros de novo já, hein.

Já podemos fazer outro programa com a Flávia agora, podemos fazer outro programa com a Flávia agora pra eu contar vantagem que pelo menos eu cumpri a promessa. É isso. Bom, falando em procedimentos estéticos, então o programa hoje é Michael Jackson, é nada mais adequado, né? Exatamente. Mas, ó, falando de corrida, também estamos na semana que, pela primeira vez, correram a prova oficial abaixo de duas horas de maratona.

E já quero comprar o tênis da Adidas lá que faz correr mais rápido. É, a minha opinião sobre isso é a Nike tentou primeiro, né? Então, nove anos atrás, a Nike foi a primeira empresa a pensar nisso, a botar o carro na rua e falar, vamos tentar baixar esse tempo aí.

Pra quem não sabe, o ser humano nunca tinha corrido 42 quilômetros e 195 metros, que é a distância oficial da maratona, abaixo de duas horas. Então isso, no começo da década passada, começou a virar um questionamento entre os corredores, os atletas e tudo mais, se algum dia algum ser humano conseguiria fazer isso, né?

A gente teve um brasileiro, inclusive, o Ronaldo da Costa, o gigante Ronaldo da Costa, que correu em Berlim em 98, 2 horas e 6, que foi um absurdo na época, um dos maiores maratonistas de todos os tempos. Ele tem uma medalha com o rosto dele, em homenagem a ele, que foi feita na Alemanha. Então, vira e mexe quando tem maratona de Berlim, ele é convidado para ir lá, ele é endeusado lá na Alemanha, muito respeitado.

Mas no começo da década passada começaram a pensar, bom, e aí? Será que alguém consegue? A tecnologia está melhorando, etc, etc. E aí a Nike começou com... investiu no projeto dos tênis de placas de carbono. Não foi ela que inventou, mas eles conseguiram começar a... conseguiram viabilizar isso de forma comercial. E criaram um projeto para tentar quebrar essa barreira. Então, em ambiente controlado, no autódromo de Monza.

Eles levaram o Eliud Kipchoge, que é o maior maratonista de todos os tempos, criaram todas as condições para ele tentar abaixar esse tempo de duas horas. Naquela época ele não conseguiu. Se não me engano, ele ficou a 30, 40 segundos do tempo, que era uma coisa assombrosa já naquele momento.

Depois, em 2019, o Kipschurge fez uma nova tentativa e conseguiu correr 42 km, 195 m, abaixo de 2 horas. Mas tudo feito em ambiente controlado.

Então tinha condições climáticas ideais, era um percurso 100% plano, enfim, várias tecnologias ali que permitiram que ele corresse abaixo das duas horas. Mas o tempo não era oficial, era um evento feito para aquilo. E aí, domingo passado, a gente está gravando esse programa em 30 de abril.

esse tempo foi quebrado o recorde foi quebrado na Maratona de Londres dois corredores quebraram o recorde o que é mais assustador ainda no primeiro e segundo lugares conseguiram quebrar a barreira das duas horas só que correndo com tênis Adidas

mas obviamente sem tirar o mérito dos caras é uma coisa fantástica o vencedor estava hoje lá sendo homenagem recebido como herói no Quênia foi um negócio absurdo que ele conseguiu

mas o Kipchoge parabenizou ele porra, reconheceu e tudo o mundo todo reconhece mas quem pensou nisso primeiro foi a Nike com o Kipchoge, então foi incrível sem dúvida, incrível, histórico maravilhoso, mas isso já tinha de certa forma acontecido há uns anos atrás

Mas é absurdo, né? Parece que houve um alinhamento de condições também absurdos nessa prova, né? De temperatura, umidade e tudo isso também que ajudou a galera toda, né?

Não, não, não. Na verdade trata-se de dois atletas gigantes. O vencedor é um cara que o ano passado ele ganhou Londres. Ele ganhou essa mesma maratona no ano passado. É um cara recordista dos 10 mil metros, dos 5 mil metros. É um cara que bateu o recorde da maratona, da meia maratona. Ele fez a meia maratona abaixo de uma hora.

E ele nem correu tantas maratonas assim, né? Ele é relativamente novo, né? Não, não. Ele já correu algumas maratonas. Porque a elite não corre maratona direto. Não é igual esse povo imbecil que fica correndo maratona todo fim de semana. É o cara que corre duas ou três provas por ano. No máximo duas, vai. Um maratonista profissional. Mas ele é um cara que já tem um pulo. Ele correu a São Silvestre aqui.

É um cara que já tem uma carreira consolidada. E o segundo colocado, mesma coisa. Ele estreou na maratona agora e já abaixo das duas horas. Mas é um cara que tem um baita currículo, baita vencedor de pista, Diamond League, um cara recordista de várias provas. Então o pessoal olha assim e fala, nossa, que legal, olha só o cara. Não, peraí, não é só as condições, é o tênis.

O cara é um puta atleta já. O cara já é um super atleta. O cara é um super recordista. É que todo mundo olha só, claro, a maior conquista do cara. Mas ele é um super atleta. A gente não tá falando de um cara que acordou de manhã e falou, ah, beleza, igual o Sebastião Vettel, que correu a Londres também. Acordou, falou, vou lá ver qual que é e foi correr.

entendeu? E correu a maratona. Outro cara que fez isso foi o cara do Clash, ele fez isso também, correu a maratona de Londres no final dos anos 70, mas assim, não é assim, a gente tá falando de um cara que tem um puta currículo, dois caras que tem um puta currículo. Pô, muito bom. Vamos fazer músicas para correr três, porque eu tenho muitas perguntas sobre corrida e depois eu quero fazer pra você.

Vamos falar do Michael Jackson, que era um grande corredor também. Então, esse programa... Pergunta, Michael Jackson corria?

Ah, bom, ele corria, mas, né, atrás de... Bom, deixa quieto. Michael Joseph Jackson, né? O maior artista de todos os tempos, na minha opinião. E a gente tá fazendo esse programa por causa do filme, né? Que lançou. Pessoalmente, eu quando vi...

o primeiro trailer, eu falei, eu não vou assistir essa merda. Tipo, eu falei no trailer, eu falei, eu não vou assistir, porque não vai dar certo, é impossível você contar a história do Michael Jackson em duas horas. E aí, nesses casos, cara, você tem que fazer escolhas e vai deixar alguma coisa de fora. Mas serão dois filmes, né, Robson?

Cara, o Michael Jackson tem que fazer uma série. Não tem como você fazer um filme, dois filmes. Cara, é muita coisa. Se você for pegar o Michael Jackson, só a parte dele do Jackson 5, até formar o Jackson 5, já dá um filme. Se eu for pegar Jackson 5, é outro filme. Se eu for pegar o início da carreira solo dele, é outro filme. Se eu for falar do Thriller, só o Thriller dá um filme inteiro, sozinho, só do Thriller.

Se eu for falar da fase de pós-thriller, do Bad, do Dangerous, é outro... Você entende? Não dá pra fazer um filme.

Tem como. Eu divido esse sentimento, desde quando anunciaram o filme, eu fico nisso, eu falo assim, pra que mexer num negócio que vocês sabem que não vai muito certo? Óbvio, tem todo o apelo comercial da coisa, mas é muito complicado, é muito complicado fazer. Não, mas eu acho que tem que mexer, tem que fazer. Só que tem que ver o que fazer. Na minha opinião, é o que fazer.

Tipo, Michael Jackson, puta, vamos fazer um filme do Michael Jackson? Vamos, mas qual filme do Michael Jackson a gente vai fazer? Puta, vamos fazer um filme dele sobre o Thriller. O período do Thriller, depois o Off the Wall, até o Thriller e tudo que aconteceu ali e tal, não sei o que. Cara, isso é um filme. Agora, agora você... Porra, vou contar a história dele inteira.

Não vai contar, cara. Então, eu acho que tem que fazer. Eu sou super a favor de cinebiografia. Tem que fazer. Em geral, fica ruim? Fica. Mas se o diretor for esperto... Se o diretor for esperto... O cara é um puta diretor, a culpa nem foi dele. Mas, sei lá, se o produtor... Aí é mais culpa do produtor, nesse caso. Chegar e propor pro roteirista um recorte correto... Dá pra fazer um puta filme.

O meu maior, assim, vocês estão falando das expectativas antes do filme, a minha era... O problema do filme era o filme do Bob Marley. Bom, esse eu não assisti, vocês me desmotivaram a assistir. Olha.

Passável, mas o que eu acho que o Bob Marley foi mais, não semelhança em nada, eu acho que foi uma escolha, pra não ter comparação, mas dá uma estranheza, assim, igual quando a gente viu a primeira vez o ator que ia fazer o Fred Mercury, né, então isso daí já deu uma...

um negocinho assim mas ele também que eu vou fazer a história para um filme só que é uma filosofia toda né um país é uma religião é um monte de coisa

Eu gosto um pouco do... Assim, eu gostei, por exemplo, falando em cinebiografias aqui, eu gostei as duas que eu assisti, as duas últimas que eu assisti, gostei, cara, gostei da do... Bob Dylan, gostei da do... Puta, com o cara do urso lá, a do...

do Bruce Springsteen, porque eu gostei, porque elas pegam um recorte de um momento e elas falam sobre aquele momento, e aí eu acho que é um caminho mais fácil de fazer, é um pouco o que o Robson falou, não dá para você condensar tudo uma vida inteira num filme, fica muito complicado.

E essas duas são recortes, assim. Eu estaria mais a fim de assistir um filme do Michael Jackson que pegasse um recorte de um disco, de uma fase, de alguma coisa, assim. Eu acho que tentar fazer um resumão assim não dá, cara.

Então, o caso do filme do Bob Dylan é isso, é um caso bem feito. É a parte onde ele fica elétrico, é a parte de quando ele chega em Nova York, de quando ele vira o Bob Dylan.

Então pegou exatamente esse momento. Não foi querer contar a infância, eu não sei o quê, relacionamento com os pais, sei lá, com mais quem, porque aí você tem que fazer tudo correndo. E aí quando você vai fazer tudo correndo, você tem que cortar muita coisa. Mas falando de um personagem do podcast de hoje, Michael Jackson, a gente tem uma audiência que é pifiamente jovem, mas tem. Foi até chamada a atenção nos comentários do Spotify.

Então pra você que é jovem e ouve o Discopatas, o Michael Jackson, pra você tentar mais ou menos entender o tamanho dele, você junta a Taylor Swift com a Lady Gaga, mais o... Ariana? Não, como é que chama? Não, não, não, calma, calma. Como é que chama aquele cara que fez o Super Bowl?

O The Weeknd, não. O Bad Bunny. Bad Bunny. Você junta esses três, enfia no liquidificador, bate, e aí você multiplica por 150. Esse é o tamanho do Michael Jackson. Ele era muito gigante. Muito gigante. Era um artista que todo mundo ouvia. Quando saiu o Thriller, tinha esse disco em toda casa. Tocava Michael Jackson o dia inteiro. Existia concursos de sósias de Michael Jackson.

Tipo, tem os programas de TV, igual tem o programa hoje do Luciano Huck, o programa do Marcos Mion na Globo. Então, naquela época tinha Barros de Alencar, tinha Raul Gil, tinha outros programas, o programa do Bolinha. Todo programa tinha um concurso de sósia do Michael Jackson. Inclusive, o concurso de sósia do Michael Jackson do Barros de Alencar era a Maica Jeca. Muito bonita, um pouco racista. Não tem que crer.

Era pouco racista o Barro de Alencar. Os programas ainda tinham divisão por idade, porque você ia ter criança, depois o jovem, e ia ter o adulto depois, né? É, então... Era pouco racista o Barro de Alencar nisso, né? Então era Michael Jack, a gente sabia exatamente onde queria chegar. Tinha concurso de sócio de Michael Jackson na escola. Eu lembro lá no Fadlo, Luciano, teve concurso de Michael Jackson. Tinha um cara na sua rua.

que ele ganhou esse concurso. O cara era igual o Michael Jackson. Apareceu lá vestido com a roupa do Thriller e tal. Nunca esqueço disso. O cara ganhou o concurso. Esse cara é famoso. Depois eu conheci ele quando eu fui pra noite pras quebradas ali.

Inclusive esse cara abriu meu supercílio com um soco uma vez Você tomou um soco do Michael Jackson? Do Michael Jackson, cara Um corre ali Não tinha aquele centro cultural que subia a João Batista Conte ali à direita? Tinha, tinha, tinha Então ali tinha um bar gótico, nós entramos numa época num bar gótico E esse cara me deu um socão no olho, abriu meu supercílio, sangrou pra caramba

acabou com a minha moral com a minha vida passados alguns anos entraram no bar um punk e um Michael Jackson num bar gótico o que que aconteceu pois é e aí, bom, enfim isso tudo era o fenômeno Michael Jackson o meu pai deu de presente pra minha mãe de presente de aniversário pra ela, o thriller

Tipo, é isso O Michael Jackson era o grande Artista, era o grande Depois que o Elvis morreu O Michael Jackson assumiu o lugar dele E Pelo menos pra nossa geração Ele foi gigantesco Guardadas as devidas Não precisa nem de guardar as devidas proporções Ficaram do mesmo tamanho E

Michael Jackson e Elvis Presley uma coisa gigantesca vendeu disco pra caralho vendeu muito disco e o Michael Jackson ele teve uma primeira passagem no Brasil com os Jackson 5 nos anos 70 muita gente fala as fotos de praia

É, tem foto deles na praia, mas eles foram em programas de TV. Teve show do Jackson 5 e... Ah, eu não lembro se foi no Corinthians ou se foi no Palmeiras. Que eram os lugares que geralmente tinham esse show de preto, né?

mas eles vieram nos anos 70, Jackson 5, então Michael Jackson esteve aqui nos anos 70, né? Então, é mais ou menos, é esse cara que a gente tá falando, é esse cara que é gigante, não é à toa que o filme tá sendo aí, tá indo bem nas bilheterias, os críticos tão odiando, mas o povão tá curtindo, né?

você olha as notas nesses sites aí Rotten Tomatoes e MDB no próprio Letterboxd o público tem adorado inclusive tem feito coisas patéticas como ficar dançando na frente da tela do filme

É uma coisa ridícula, mas, enfim, é um fenômeno. Só prova que o cara já morto há, sei lá, 15, 16 anos, 17 anos quase, ele continua sendo gigante por tudo o que ele foi. Também, né, mano? O tiro também não foi dado pra errar, porque é um filme feito pela família.

com o sobrinho, não é um filme feito pra falar mal, nem as ver... Isso aí, por isso que é até esperado uma parte 2, porque aí ela vai entrar nessa fase que tem as polêmicas. Mas ele não tem como dar errado, porque ele não é feito pra cutucar, ele é feito pra emocionar. Mas segundo a produção do filme, eles não podem entrar nas polêmicas.

segundo a produção do filme, segundo a produção do filme, tá? A produção do filme disse que fez um filme que abordava as questões de pedofilia, toda aquela loucura.

mas que aí foram ler lá, ah, olha só, uma das vítimas lembrou aqui que se isso aí for pro ar, ela vai poder processar e ganhar milhões de dólares porque o acordo judicial implica que esse assunto não pode ser comentado jamais em cinema, em filme, em documentário, blá, blá, blá, blá, blá, blá. Entendeu? E aí, supostamente, a produção teria cortado essas cenas e remontado o filme.

E isso é o que a produção está dizendo. Ninguém sabe se isso realmente aconteceu. Mas, segundo eles, eles filmaram, fizeram e depois tiveram, antes do filme ser lançado para o grande público, eles editaram o filme, reeditaram e remontaram o filme. É, vamos aguardar essas coisas assim. Se for verdade, uma hora aparece alguma coisinha, né? Nada fica escondido nesse mundo de agora, tecnológico. Então, vamos ver. Mas...

Tudo bem, né, meu? É o que você falou, Robson. É bom ter esses filmes, é bom ou ruim, é bom que as pessoas saibam de coisas que elas não viram, porque elas não tinham nascido ainda, do que é legal. Então, nesse mérito, tem coisas que eu não gosto, mas eu aprovo a existência, né? Então, porque nem todos os filmes aí. E eu, como o único pessoal do mundo que parece que gosta do filme de Alton John, mantenho isso. Bom, vamos ouvir música, então, logo.

Bora. Você é o primeiro, Robson, pela lista. É isso? Beleza, então. Então vamos lá. Eu escolhi pra tocar pra galera. Hoje o programa é Michael Jackson, especial Michael Jackson, por causa que a gente tá fazendo por causa do filme.

Eu escolhi pra gente ouvir primeiro Human Nature, que é do Thriller. Human Nature é a minha música preferida do Michael Jackson. Eu gosto pra caramba dessa música. E claro, eu gosto de todos os outros hits, etc, etc. Mas a minha música preferida...

é Human Nature. Eu acho que ela tem um... Ela tem um clima, ela tem uma... Ela tem uma ambiência, uma coisa meio diferente. Ela vai... Ela é totalmente diferente das outras músicas do Thriller.

E é uma música que eu curto pra caramba E por isso que eu Escolhi Tocar essa versão Essa versão Em vez de pegar, sei lá Podia ter pego outras músicas Do Thriller ou do Off The Wall Mas eu optei por essa E eu também gosto E aí pra colocar Sempre uma polêmica E aí

e eu também gosto na verdade, é que assim, também é foda a gente já sai do tema mas eu não ia colocar essa música do Michael Jackson o Michael Jackson cantando Human Nature eu ia colocar uma outra versão uma outra versão a versão de Human Nature feita pela Dulce Quintal que chama eu tava pensando nisso, cara você vai perder esse cara cara, eu amo natureza humana e aí

É natureza humana, cara. Você falou o nome, mas eu tava aqui. É natureza humana. Eu acho muito foda essa versão da Dulce Quental. Eu amo a Dulce Quental. Acho ela uma baita cantora. Eu gosto do jeito que ela... Do jeito que ela canta. E eu acho ela tão... Assim, a música é tão fácil de traduzir.

Que ela... Mano, ela mandou brasa ali. E ficou muito legal. Eu adoro. Mas aí eu falei, pô, é foda, né? Tipo, vamos tocar o Michael Jackson, né? Porque se não, também... Aí também é foda. Qualquer coisa, Robson, na edição aí você mete o bônus. Não, não, não, não. Depois eu vou esquecer isso e aí não coloco. Vamos arrumar a desculpa de um programa, então. Não, não, não.

Mas eu amo, se esse programa chegar na dos Quintal, dos Quintal eu te amo, tá? Eu acho a versão de natureza humana fantástica. A quantidade de vezes que a gente já falou dela aqui, eu tinha que ter um programa dos Quintal já. E aí sim, eu escolhi uma música que não é exatamente do Michael Jackson, é uma música do Rockwell, que é Somebody's Watch Me, que muita gente acha que é do Michael Jackson.

E aí sim, eu escolhi essa pra fugir um pouco do tradicional, né? Do clichê. Mas a história de Somebody Watch Me é muito legal. Porque o Rockwell, ele era filho do dono da Motown. Do Barry Gordy, o gênio da Motown, né? Motown.

a maior gravadora de artistas negros da história lançou todo mundo nos anos 50, 60 70 Marvin Gaye todo mundo lógico, tinha Stacks também mas cara, a Motal era a Motal e tava todo mundo lá e o Barry Gordy um puta gênio e etc, etc né

E ele tinha esse filho, né? Que na época já era saindo da adolescência, já entrando na fase adulta, e o cara queria cantar. E ele fez essa música, Somebody Watch Me.

e apresentou pro pai a fita demo. Ele falou, ó, pai, eu fiz essa música, que tal? Aí o pai ouviu assim, né, mas pra não dar um... pra não fazer igual o Frank Sinatra, né, pra desculachar a filha, né, ele falou, não, filho, é... continua tentando. Tá no caminho, é isso aí. Ele, lógico, percebeu, né, falou, puta, meu pai odiou, né.

Aí ele foi na Motown, né? Sei lá, ele não era conhecido do público, não aparecia muito por aí. E levou a demo pra Motown. E os caras da Motown falaram, pô, vamos gravar, tem potencial. E aí ele gravou a demo na Motown e pegou a fita e foi na casa dos Jackson, da família Jackson.

E, cara, assim, a família Jackson tinha trabalhado na Motown, né? Tinham sido artistas da Motown, Michael Jackson, Solo, Jackson 5, e ele cresceu naquele ambiente, ele cresceu na casa da família Jackson. Então, sei lá, tomava o lanche da tarde dele lá. E ele era seis anos mais jovem que o Michael Jackson.

Então ele tinha total intimidade ali. Ele era uma criança da casa. Era quase um filho. Quase um irmão do Michael de primo. Aí ele chegou lá com a fita, tal. Uma tarde lá, né? Foi tomar um todinho com um bolo de tarde lá com a mãe do Michael Jackson. E tava toda a família lá. Michael Jackson, os irmãos. Aí ele falou assim, ah, então. Eu gravei essa demo aqui. Eu queria mostrar pra vocês. E aí todo mundo se reuniu em torno dele. Falei, ah, que legal. Vamos ouvir, né?

E aí tocou. E aí o Michael, com aquele gênio total, já chegou pra ele e falou Hey Rockwell! Ah, essa música é linda! Você já tem alguém pra cantar com você? Ele nem terminou de responder. Aí a Janet Jackson chegou e falou assim Porra, por que você não grava com ele? E aí foi isso. O Michael Jackson entrou em estúdio com o Rockwell e gravou Somebody Watch Me.

Mas com uma condição, desde que ele não desse o crédito para o Michael Jackson, não colocasse o nome do Michael Jackson na faixa.

Ele falou, ó, eu não quero que meu nome apareça. Ah, mas por que não? Porque, pô, você sabe, né? Eu tô em outra gravadora, tô na CBS, porra, depois teu pai vai ficar puto. E, sei lá, não precisa colocar meu nome aí. As más línguas dizem que o Michael Jackson fez isso porque, assim, ele teria ido gravar na base da amizade. Porque, no fundo, no fundo, ele não acreditava na faixa. Ele foi pela brodagem.

E falou, mano, se isso aí for um fracasso e eu tiver com o meu nome aí assinado, como se ninguém fosse perceber a voz dele na música, né? Quem já ouviu a música sabe, que acha até que a música é do Michael Jackson e não do Rockwell. Ele falou, cara, se essa porra for um fracasso, eu nem apareço, né? Inclusive no clipe de Somebody Watch Me, o Michael Jackson não aparece. Ele não aparece em lugar nenhum, né?

Bom, só que a faixa estourou, foi número um na Billboard, explodiu e foi um mega sucesso. E só aí que o pai ficou todo orgulhoso, levava o filho pra tudo. Ah, esse aqui é meu filho, aí ó, tá bombando, não sei o quê. Aí o Michael Jackson tirou foto do lado dele e tal, não sei o quê. Mas aí o cara já tinha explodido, já tinha feito sucesso.

Então é isso, vamos ouvir Human Nature primeiro, e depois a gente vai ouvir o Michael Jackson fazendo os backing vocals pro Rockwell em Somebody Watch Me e daqui a pouco a gente volta.

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Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí

E aí

A cidade começa a se abrir Rechando a mão Eu toco a mão

E aí

Tchau, tchau, tchau

E aí

O que é isso?

Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

E aí

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Bom, voltamos aí, então a gente ouviu Human Nature com Michael Jackson no disco Thriller e o Rockwell com Somebody Watch Me. Uma única coisinha que eu queria falar, quando vocês forem assistir o clipe de Somebody Watch Me, reparem na cena patética do Rockwell tomando banho de bermuda. Coisas da época.

Micos da época, parece que tinha micos programados. Fica aí sugestão de pauta pra nós mesmo, tá? Covers ou adaptações em português. Aí a desculpa também pra lançar essa música. Boa pauta. Boa ideia. Eu gostei. Isso aí, boa. Uma do Róxia da Gasta, natureza humana. E dos quintal também.

Também merece pauta. Uma coisa que eu sempre gosto de perguntar para vocês, porque vocês têm histórias que se entrelaçam. Quando bateu o Michael Jackson para vocês? Quando vocês descobriram o Michael Jackson?

o marco ele vem assim a gente é a nossa data de vida ela dá muito certo com a carreira na 30 né meu então assim você cresce junto né cara você cresce já com esse som é que quando você cresce já com roupagem você cresce a capa do thriller eu lembro do thriller

do off the wall a capa do off the wall é aquela capa que ela pega a gente criança olhando os discos da família né aí você vai chegar nesse disco a mesma coisa que eu falei daquele disco dia da capa que o Robson dele do Martinho da Vila o meu pacote de família que você ia andando aí você vai passar por aquele você ia chegar no off the wall

Pô, que esse cara aqui com cara de novo bem preto, tá ligado? Que esse vestido desse jeito. Então, ela... A imagem já entra no seu imaginário, tá ligado? Já desde cedo. Então, você, quando chega o Off The Wall, é uma coisa que você já sabe, já vai sabendo que você tem que ser aquilo. Que aquilo é o certo. Que aquilo é o gostosinho. Aí, a nossa cidade, ela pega o thriller saindo, né? O thriller pra... Porque quando... Você não tem...

direito de respirar e ouvir outro som cara você não tem chance de ouvir outro som e e é quando você acostuma com clipe Michael Jackson Trilha ele aquele clipe do Fantástico mano aí você espera esses filmes né tanto clipe do do tríneis do clipe do Paul McCartney

você sente assim também, Robson? Ele acompanha a nossa... 6 anos, 8 anos. 8 anos é quando nós chegamos aqui no Bonifácio. Mas já está esse negócio, né? 10 anos dá 84.

É, o Michael Jackson chegou pra mim nessa edição do Fantástico, quando eles exibiram o thriller na íntegra, o clipe, né? É uma obra de arte esse clipe, pra mim é o maior clipe de todos os tempos, mais bem produzido, mudou a história do videoclipe, é um filme, é um curta-metragem.

É absurdo esse clipe. E foi nesse dia aí que eu descobri esse artista chamado Michael Jackson. Ele já existia antes, óbvio, mas a gente era criança, não tinha acesso. Não tava ligado. E ele surge pra gente no thriller, né? Então, pra mim também foi no clipe do Fantástico. Você falou da capa do Off The Wall?

Já vou aproveitar e deixar uma dica aqui. Tem um documentário num canal que tem no Prime Video. É um canal chamado Stingray. Sempre dou essa dica. Peguem esses canais aí, assinem por uma semana que vocês conseguem ver tudo que presta de graça. Vocês não precisam pagar. E lá tem um documentário chamado The Album.

onde eles contam várias histórias de capas de disco. Como o documentário é meio ruim, porque é tudo muito corrido, então eles vão, assim, podia ser uma série, seria incrível. E uma das capas comentadas no documentário é justamente a capa do Off The Wall, né? O fotógrafo que fez a capa conta a história. Que, puta, ele tava lá, era no estúdio, o Michael Jackson chegou e tal, vamos fazer a capa isso e aquilo e tal, e tal, uma bosta as fotos.

Não tava legal, não tava legal. Ele falou assim, porra, mas o nome do disco... Ah, o nome do disco vai ser Off The Wall. Tô fazendo essa vozinha porque o Michael Jackson falava assim, né? E aí o fotógrafo pensou, falou, caralho, Off The Wall. Aí ele falou, chega aí. Aí saíram, saíram. Aí tinha lá aquela parede de tijolinhos do lado de fora do estúdio fotográfico.

E aí ele falou, encosta aí, levanta a manga, levanta um pouco as meias e tal, levanta um pouco a calça. Agora, põe a mão no bolso e faz uma pose. Ele deu, foi um clique e saiu aquela foto. Só tem um clique. Não tem um rolo de filme, é um clique. E saiu a foto espetacular do Off The Wall.

Contexto é tudo, né? Era o contexto pro coitado fotógrafo, o cara resolveu. É, e por a gente ser criança na época, pelo menos eu só fui ver milhares de anos depois o momento que eu acho que é tão importante quanto a chegada do homem na lua.

que é a primeira vez que ele fez o Moonwalk, que ele andou de costa, arrastando os pés. No Pelidinho. É, no... Foi no MTV, foi no... No evento MTV, ou no Grammy, não lembro. Não, não. Foi no aniversário de 25 anos da Motown. Ah, da Motown, é mesmo. Tinham tido shows de vários artistas da Motown.

Inclusive teve um show do Jackson 5, antes da apresentação dele, aí ele vai se apresentar. Ele se apresenta, sozinho. E aí ele faz o moonwalk pela primeira vez. É um negócio assim... As pessoas conseguem reação, porque ninguém tava esperando aquilo. O cara parece que tá deslizando no ar. É um negócio absurdo. Fica todo mundo chocado. Ninguém entendeu. Caralho, que isso? O cara é mágico.

O Michael Jackson não era exatamente um inovador. Ele copiou diversos dançarinos da história do cinema. Fred Astaire. Tem um vídeo no YouTube que pega os caras todos que o Michael Jackson copiou. Copiou mesmo. Todos os passos de dança do Michael Jackson eram copiados. O mérito dele foi juntar tudo isso numa coisa só.

E aí o cara falou, puta que pariu, o cara, meu, ele era um gênio, tá, gênios roubam. E ele roubou de um jeito muito inteligente. Mas quando ele faz o Moonwalk, é tipo o homem pisando na lua mesmo, assim, um negócio bizarro, assim, fala, mano, a história mudou naquele exato momento no show de 25 anos da Motal. Beleza, Florent. Muito, Florent.

E eu nesse processo todo aí, o Michael é importante, é ídolo, é... Tem assim, né? A gente tem um discernimento pra pisar com calma nas coisas ruins, mas eu acabei também nesse processo tendo a maior fã de Michael Jackson do mundo, né? Que é a Aline, né? Cresceu nesse ambiente de... A Aline gosta de Michael Jackson, né? A Aline é aquela que tem tudo, cara. Que gosta de ter, de acompanhar, de falar que você é fã, de chorar, de...

Pô, que demais, cara. Tomara que a Aline ouça esse programa. Eu sou fã da Aline, eu adoro a Aline. Acho ela fantástica. Eu sigo ela no Letterboxd. A Aline é minha filha, pra quem não sabe, tá, pessoal? Sigam a Aline no Letterboxd. Agora ela não vai mais falar comigo, porque eu tô falando pras pessoas seguirem ela. Mas sigam a... Sempre olhem o que a Aline tá assistindo. As notas são sempre baixas. A Aline é realmente muito crítica. Sempre nota 1, nota 2.

Vou procurar ela aqui agora. Agora eu tenho... Exigente, né? Eu tenho o Leatherbox pago até. Pô, tô curtindo demais usar. Você é rico, né? Eu sou pobre e tenho a versão gratuita. Nunca vou pagar o Leatherbox. Não, eu usei... Vou dar uma dica então. Vou dar uma dica para usuários Android.

Usa o Google Rewards lá, fica respondendo a pesquisa do Google, ganha crédito no Google Play Store, e depois você vai comprando apps com crédito que você só doou seus dados para pesquisa. Mas vamos falar abertamente, que o Luciano está cheio de dedo para falar, mas é o seguinte, o Michael Jackson era uma personalidade controversa.

No começo, no meio dos anos 90, descobriu-se que ele tinha, supostamente, tido relações com crianças. Era pedófilo e tudo mais. Por que eu estou dizendo supostamente? Porque ele foi processado, ele foi julgado e foi considerado não culpado.

Not guilty. O que significa ser não culpado nas leis americanas? Significa que eles não conseguiram provar a culpa. Mas não que você não é totalmente culpado. Aliás, inocente. Não é que você é inocente. É assim, ó. Você vai sair fora porque a gente não conseguiu provar, beleza?

É tipo assim. Então você fica a dúvida. Mas foram feitos os acordos, ele pagou uma grana para diversas vítimas, né? Mas ele tinha lá o rancho dele, Neverland, era aquela coisa loucura, né? Aí é quando o artista fica louco, né?

Ele levava as crianças pra lá. Ele adorava. Enchia a casa de criança. Enchia a casa de criança. Entendeu? Tô rindo, mas é triste. Enchia a casa de criança. Um homem adulto, certo? O Michael Jackson já era velho naquela época. Apesar de a gente ver as imagens dele sempre jovem, o Michael Jackson já era velho. Né? E ele levava as crianças pra lá.

pro rancho dele, levava as crianças pra comprar brinquedos, saia com um monte de crianças pra lá e pra cá, entendeu? Construiu um parque de diversão pras crianças. Construiu um parque de diversão dentro de Neverland. Qual que era o nome do parque? Era Casas Bahia? É. Neverland. É, então, é. Mas, não, é que Casas Bahia tá mais pra Jeffrey Epstein, né, do que Michael Jackson. Então ele era esse cara. Tem a história dele com o Macaulay Culkin.

que até hoje não é muito bem explicada, enfim. Enfim, as suspeitas realmente ficaram muito grandes de que ele fosse um pedófilo. E, enfim, teve a acusação dele de ser homossexual. Tudo bem que ser homossexual não é crime, né? Mas, e também não tem nada a ver com pedofilia, tá? Mas ele era acusado de ser esse cara... Ele era um excêntrico.

né, era um excêntrico, e aqui eu não tô falando isso pra passar pano, tá, eu acho que se ele fez o que ele fez mesmo, e aparentemente fez, porque pagou vítimas, etc, etc, fez acordos e tudo mais, se o cara é inocente, ele não faz acordo, né, ele só não foi condenado, mas o Michael Jackson é um daqueles casos onde você tem que separar a obra do artista, da pessoa, o artista da pessoa, você tem que separar.

Porque se você for misturar, você não vai ouvir nada. Porque você fala, pô, cara pedófilo, cara maluco, não sei o quê. Não, cara, você para. O Michael Jackson era um gênio da música. Ele foi um gênio da música. Foi o maior artista que a gente viu depois do Elvis Presley. Provavelmente o maior artista do século XX. E, mano, ah, mas no privado ele fazia tudo aquilo. Bicho, você não vai ouvir disco. Sério. Você começar a entrar na vida de artista, você não ouve disco. Você para de ouvir música.

Então, o Michael Jackson é esse caso. Eu assisti o programa, eu vou até deixar indicado aí, que é um programa muito cabeçudo, muito bom, que é o Normose, no YouTube. O Normose fez um programa sobre o Salvador Dalí. Fica a minha indicação. Normose, o programa do Salvador Dalí.

e é um problema muito complexo muito bom que pega essa questão do Salvador Dali um cara arrombadaço e como a Espanha toda como é passado um plano para esse artista por causa do da integração dele tanto na arte como na na fisiologia de algum dia de países né então é passado um plano e não é vice não é olhado

não tô com pô nos dois como igual mas eu quero falar da solução que eles dão lá que é no caso por exemplo se você for usada de que rolin é de você você acha você encontra as coisas da parte arrombada da pessoa na obra né então porque lá ele consegue você consegue ver aspectos nos quadros do Picasso e do das coisas zoadas da de que rolin que é quase tudo na obra dela

e aqui a gente tá num dia aqui olha as moças que a gente escolhe né Carol olha ou procura alguma coisa lá e o maneiro então eu sou o cara que diz que não consigo separar obra da artista mas o botão vai com o dia que vai sempre passando no caso de você ter esse viés da obra

Não, você não vai ouvir disco, bicho. Eu tava... Eu li agora, terminei de ler a biografia do Roger Daltrey. Do vocalista do The Who. Né? Aliás, recomendo. A capa é uma bosta. O título é pior ainda. Chama Obrigado, Mr. Kimball White. Esse é o título da biografia do Roger Daltrey.

Depois que você lê os primeiros capítulos, faz todo sentido. Mas até você ler, você olha aquilo e fala assim, puta, eu vou ler esse livro. Aí você, né? Mas eu recomendo, tá? Leiam. E cara, assim, ele conta a passagem do Pitauson, quando o Pitauson foi processado por ter acessado a pornografia infantil.

Entende? A defesa do Pitausen, de acordo com o Roger Daltrey, foi que quem acessou os conteúdos foi o filho dele, e não ele. Com o cartão de crédito do Pitausen, entendeu?

E aí? A solução do cara é jogar o filho na fogueira? Então, mas essa foi a defesa e o argumento aceito. Pergunta. Você vai parar de ouvir o The Who por causa disso? Esse é o ponto. O Black Sabbath, na biografia do Tony Iommi, ele fala que ele e o empresário quase jogaram uma adolescente do 15º andar do hotel porque eles fizeram lá, aprontaram com a adolescente à noite, a menina desmaiou, eles acharam que a menina estava morta, eles iam jogar a menina pela janela, a menina acordou.

E aí, vamos parar de ouvir Sabá? Precisamos comentar do Led Zeppelin? Você entende? Então não tem jeito, não tem pra onde correr. Se você não separa a obra do artista, você não ouve nada. Não passa ninguém, ninguém é santo. É, mas que o Discopata mudou meu jeito de ouvir Van Halen, ou Van Halen, pra sempre mudou. Por quê? O do... O do...

Do Ed, do Alex? Do Ed, né, respondendo lá, sendo racista lá com o... Com o Pat Smear? Ah, então. Pois é. Então, é isso. Aí você não vai ouvir mais Van Halen. Ah, pô, não vou ouvir Van Halen porque o Ed Van Halen era racista. Puta, bicho. É foda, entendeu? Você para de ler, você para de consumir música, você para de ver filme. Eu li o livro sobre a nova Hollywood, E

Cara, os caras eram piores do que Estrelas do Rock, meu. Você viu o que esses caras faziam no bastidor com mulher, com atriz. Cara, era uma loucura total. Você não assiste filme. Você fala, mas não vou assistir filme. Por quê? Ah, meu, puta. Meu, a história da menina do exorcista, a entrevista dela pra ela fazer o papel, é loucura.

A menina tem a Linda Blair, né? O nome dela. Linda Blair. Chegou lá na sala com o diretor, o diretor olhou e falou assim, bom, olha só, sei lá, a menina tinha a idade da minha filha, 14 anos provavelmente. 14, 15 anos. Chegou e falou assim, então, vai ter uma cena que você vai ter que se masturbar com um crucifixo. Eu acho que masturbação, a menina falou assim, ah não, eu sei o que é. Beleza, eu topo fazer. Era esse nível.

Tá. 2026. Você acha que uma criança vai ficar sozinha com um diretor adulto tendo uma conversa sobre masturbação? Com crucifixo. Pois é, naquela época tinha. E fez. Pergunta. Você acha que... Ah, então não vou mais assistir o Exorcista, o William Friedkin é um filho da puta. Bicho.

Não tem jeito, cara. Você tem que separar a obra da pessoa física. Senão você para de consumir tudo. Copola. Cara, não tem como. Música. Vou pro meu bloco, então. Eu escolhi uma música do primeiro disco e uma música do último.

Não foi nem a que eu mais gosto, nem do nada, foi mais nessa emblemática e também, para ganhar tempo e sei lá, pode ser didático isso. Então, escolhi, do primeiro disco, poderia ser a... Qual o nome daquela música? Toca mais de toda festa de samba rock tem que tocar, do primeiro disco é...

Eu sei que tem o single que toca ali. Se você comprou um CD de Samba Rock, ela vai vir. Mas peguei a Got To Be There pra ilustrar o agudo do Michael, o menininho cantando, esse som que você vê que é uma... Ele fura o seu ouvido e entra em algum lugar que é alma mesmo, que você fala esse menino quando ficar adulto vai ser o maior de todos.

não gosto de der é peço desculpa a Carla que ela odeia Jackson 5 o dia eu dei o Michael Jackson criança eu dei qualquer coisa sobre a voz dele dessa época mas eu quis fazer essa situação tá igual te der e eu creio que em algum programa como adoro muito que foi a música que eu perdoei o dia assim para o resto de todos os pecados passados e futuros a lovinha é lovinha ver filho

Acredito que eu passei em algum programa, mas essa versão é a versão original que é só com o Michael. Então agora a gente vai ouvir uma música do primeiro e uma música do último. Got to be there e Love and After Feel So Good.

Gente

E aí E aí E aí E aí E aí E aí

E aí Tchau

E aí

E aí

E aí

E aí Tudo bem, isso é bom.

Tocamos aí Got to be there Love Never Feel So Good Original Vocês curtem o último disco? Não, eu parei no Dangerous E pulei o Bad Mas você não chegou a ouvir? Você não ouve? Você não gosta? Não, eu não gosto Não, eu não gosto

Michael Jackson pra mim é Off The Wall, Thriller e o Dangerous. O Bad, eu acho péssimo aquele disco. Eu não gosto. Acho que ele que tentou fazer um Thriller parte 2 e ficou uma berda assim, sei lá. Eu não gosto. Eu não gosto. Muita gente gosta, galera. Tem gente que gosta mais do Bad do que do Thriller. Conhece gente que prefere, assim.

Mas eu não gosto desse disco e eu prefiro Dangerous, que foi a volta dele depois de vários anos. Já estava começando toda aquela polêmica das plásticas, né? Porque também teve isso, né? Pra quem é mais jovem ainda não sabe. Eu também não sei se aborda no filme, mas ele fez uma série de plásticas no nariz.

É que o filme para antes, né? Ele deixa pra entrar na parte 2 depois, né? Ah, tá. Bom, então vamos dar spoiler, né? Ele fez uma série de plásticas no nariz que assim, o Michael... Bom, de novo, era um sujeito excêntrico, né? Ele tinha obsessão pela Diana Ross. Ele era obcecado pela Diana Ross.

A Diana Ross, grande dama da música, uma mulher absurdamente incrível, deve estar com 80 anos já, a Diana Ross, maravilhosa, uma lady. E o Michael Jackson era obcecado por ela a ponto de que ele fica parecido com ela.

e tem apresentações dos dois juntos, quando ele era criança, e ela meio aqui ali, pegando ele no colo, ele era assim, obcecado por ela, e aí ele começou a ficar implicado com o nariz dele, preto, nariz de batata, como todos nós que somos pretos temos, esse nariz mais achatado,

Temos uma fornalha. É, exatamente. E ele começou a afinar o nariz, porque a Diana Ross, apesar de ser uma mulher negra, ela tem o rosto fino, né? Ela tem traços finos, traços refinados, né? Até o Nile Rogers conta na biografia dele, o dia que ele conheceu a Diana Ross, assim, ele ficou apavorado, assim, de falar com ela, porque ela é uma entidade, né? Ela é fascinante.

E o Michael Jackson meio que queria ficar parecido com ela. E aí fez as cirurgias.

Teve a polêmica depois do vitiligo, que ele começou a ficar com a pele mais clara, mas ele tinha uma doença. E muita gente associou o fato de ele querer afinar o nariz com o vitiligo, dizendo que ele não queria ser preto, mas ele queria ser branco. Mas ele era um cara doente, mas toda aquela excentricidade dele virou tudo uma bagunça só e, enfim, chegou uma hora que ninguém entendia quase mais nada, né?

Mas eu não gosto dessa fase aí meio maluca do bad, pós-bad, só quando ele volta com Dangerous.

Eu sei, Mário. Não, eu... Assim, eu não dou os saltos que o Robson dá. Eu vou até o Dangerous de mãozinha abraçada com ele, porque eu gosto de todos. Aí, dali pra frente, acabou, né? Mas... Eu tenho um lance, cara. O This is Leech, pra mim, assim...

Eu fiquei muito triste em assistir o This Is It, porque eu acho que se ele fizesse essa turnê, sairia algo bom depois. Me deu a impressão de que ia rolar legal esse negócio, sabe? Foi muito triste ver, depois que o cara morreu, que ele estava com vontade de fazer um negócio legal. Tinha passado, eu acho que a maluquice toda.

Eu acho que se ele tivesse sobrevivido àquilo, ele estaria gigante hoje, de novo. Acho que ali foi um azar, né?

é assim cara quando você assiste o desistir assim você consegue entender porque assim eu não sei se vocês têm essa impressão a impressão que eu tenho assim ao longo dos anos conforme eu fui conhecendo um pouco mais né obra do oi Mário apresenta fala aí para o pessoal que que é o desistir aí

O Desistir é um documentário que eles gravaram enquanto o Michael estava preparando o que seria a turnê da volta dele. Então ele passou por todos os problemas de saúde e tudo mais, ele estava ainda relativamente debilitado, mas é um documentário que se passa durante os ensaios da turnê. Então o que é legal ali para mim...

É que assim Eu tinha a impressão E ao longo da carreira do Michael Enquanto você não conhece tão bem Ele parece como qualquer coisa do pop Que ele é um produto Que veio de um monte De gente De uma indústria que está colocando aquilo ali Depois você vai conhecendo E você vai vendo que não Que o cara realmente é um gênio Mas ali Você vê o gênio Obrigado

o gênio em operação, assim, né? Cara, os pequenos detalhes, a preocupação dele com detalhe, a produção musical, ao mesmo tempo a dança, o negócio é muito doido, assim. E pra mim...

um conjunto de documentários, assim, eu acho que vai tornando o que eu acho legal, assim. Eu vejo, eu via o produto final do que o Michael Jackson fez, uma dobradinha, né, muito grande dele com o Quincy Jones, né. Acho que o Quincy é um cara que entendeu o Michael muito cedo, né, e extraiu o melhor dele, né.

Mas, cara, eu tô numa fase Paulinho da Costa também absurda, e eu vou dizer que é quase uma tranca, cara.

o que também contribuiu no conjunto da obra o Paulinho da Costa. Então, acho que o Michael, ele cresceu, a gente viu o Michael crescer ao longo da carreira, e ele foi ficando dono daquilo que ele estava fazendo, ele sempre teve muita propriedade no que ele estava fazendo.

Se o Robson não gosta do Bad, porque ele acha que tiveram decisões erradas ali do Michael, eu acho que essa é mais uma das provas de que, puta, ele era um cara que tava tentando fazer aquilo que... que... que na cabeça dele ali ia funcionar e tal, né?

E então, porra, teve um conjunto de fatores, pessoas e movimentos ali que foram bem positivos, né? E eu fico com isso, assim, cara, eu gosto até o Dangerous, depois ali tudo é uma coisa muito estranha.

E aí, puto, o cara morreu. Aí depois que ele morre, vem o Dizizit, e aí você vai assistir o Dizizit, e assim você fala, puta que pariu, ele ia voltar, ia ser foda, assim, ia ser foda. Eu acho que a gente ia ter, sei lá, se ele tivesse conseguido se recuperar e voltado ali...

Acho que agora a gente estaria falando de um puta disco que o Michael soltou, sei lá, um, dois anos depois dessa turnê, e de novo ele revolucionou o pop, assim, sei lá. Eu fiquei com essa, com essa tristezinha no coração.

O Dangerous, pra mim, eu acho que é o último grande disco dele, porque sei lá. É muito bom, é muito bom. É, e foi um disco também, um projeto ambicioso dele, e o clipe, o lançamento do clipe mundial, foi um clipe lançado ao mesmo tempo em diversos países, né? A MTV... E era um clipe que você é evolucionário também. Mais um, né?

A MTV queria exclusividade, ele não deu exclusividade pra MTV e soltou pra VH1. Se não me engano, acho que foi a única vez que a MTV e a VH1, que eram canais concorrentes tipo Globo e SBT, tiveram que lançar ao mesmo tempo o mesmo videoclipe. Enfim, a Fox também lançou, foi uma estreia mundial.

E também estreou no Fantástico, né? Então, se não me engano, o videoclipe estreou num sábado, no Hemisfério Norte, né? E a Globo lançou no domingo, no Brasil. Na época, no T-Internet. Então, a gente só sabia que ia estrear no domingo.

o clipe, todo mundo ansioso, e eu lembro bem daquele domingo também, que foi quando meio que todo mundo parou, parecia final de novela, assim, importante, que todo mundo foi assistir Black or White, falavam que era um polêmico, e foi a música que ele escreveu meio que pra responder as pessoas sobre aquela questão de ele tá ficando com a pele mais clara, né?

E o clipe é fantástico, né? Tem o Macaulay Culkin, é dirigido pelo John Lenz de novo, né? Que dirigiu o thriller. A tecnologia dos rostos, ela estreia ali nesse clipe, né? Não, até hoje é fantástico, assim. Se você assiste o clipe hoje é muito foda, sabe? Tem o Slash tocando guitarra, aparece o Bart Simpson, é um videoclipe, assim, muito, muito bem feito. Eu acho muito foda também.

E o Dangerous é um puta disco também por causa disso. Acho que ali ele tava no auge de ser o rei do pop. Tipo, puta, eu sou o cara mais foda do planeta, né? E falando em shows... Alguém aqui foi no show de 1993?

Não era nem a passar perto disso, não. Minha vida não passa. Bom, explicando também. Oi, Mário. Não, não. Eu não tinha... Não, eu tinha 12 anos para 13 e eu pedi, mas não tinha recursos para tal.

Eu expliquei explicando pra galera mais jovem, o Michael Jackson veio ao Brasil de novo, né? Então ele tava voltando dessa vez sozinho, em 1993, no verão de 1993. Hoje que vocês veem esses shows no Rio de Janeiro, teve o da Madonna, da Lady Gaga e agora vai ter o da Shakira. A gente teve um verão de 93, foi histórico.

Porque em um final de semana a gente teve Michael Jackson e em outro a gente teve a Madonna. Só isso. Em um espaço de sete dias. Isso aconteceu em São Paulo. Tipo... É um negócio que hoje você fala. Como isso foi acontecer?

todos os shows no estádio do Morumbi eu fui nos dois shows eu fui no show do Michael Jackson e era turnê do Dangerous e tudo mais e o da Madonna era o The Girlie Show os dois no auge os dois no topo do mundo era a rainha do pop e o rei do pop

no espaço de uma semana em São Paulo. O negócio... Aquele verão foi louco. Aquele verão de 93... Não vai ter nada mais igual, assim, em termos de shows. Não vai acontecer de novo. Então, realmente, a gente... Cara, o show do Michael Jackson foi um negócio assim... É, alguém tem que fazer essa covardia. Robson, qual foi o melhor?

Eu acho que o show da Madonna foi melhor. Eu acho que o show da Madonna foi melhor. Eu acho que o show da Madonna foi melhor porque, cara, a gente precisa lembrar que a Madonna estava exatamente na época do lançamento do Erótica, do livro Sex. Então a Madonna chegou no Brasil nesse contexto.

e o Michael Jackson tudo bem ele já tinha lançado o Dangerous enfim tinha toda a história do Thriller naquela época parecia que fazia 20 anos que o disco tinha saído, mas tinha saído há menos de 10 anos então cara, eu acho que o show da Madonna foi mais foda, eu acho que foi eu acho que foi

É, eu acho que a Madonna tava pendurando, tava em cima do momento mais revolucionário, assim, de comportamento mundial. Inclusive, porque se você olha em retrospectiva, a Madonna ainda depois, tudo bem, que ela lançou aquele lixo do Bad Times Stories,

Mas depois ela veio com Ray of Life, teve aquela coletânea que fez bastante sucesso, ela ainda continuou. Então se você coloca o show dela nesse contexto, nessa linha do tempo, parece melhor ainda. O Michael Jackson meio que tava ali, ele já tava quase entre aspas desaparecendo, né? Ele ainda voltaria pra gravar o clipe, né? Lá no Rio de Janeiro, né? Qual que era o nome? É They Don't Care About Us, né? É isso. Ele voltou em 96, 97?

veio com o Spike Lee o famoso acordo do Spike Lee com os traficantes do Rio de Janeiro pra poder filmar no meio da favela e tá lá o Michael Jackson no meio da favela já, todo branco, né o Vitiligo tinha comido toda a pele dele já e tipo, mas foi fantástico, aquilo também foi fantástico, né, então tipo

Ele vim pro Brasil e filmar um clipe ali em Salvador, né? Com o Holodun. Ele acabou levando... Tudo bem que o Paul Simon também já tinha colocado o Holodun no mundo, né? Mas o Michael Jackson deu uma aumentada nos caras, né? Puta que pariu, né? Foi gravar lá onde os caras tocam e tudo mais. Então, pô, o Michael Jackson é foda. Mas, respondendo a sua pergunta, Luciano, eu acho que o da Madonna foi mais foda o show. Eu acho que tinha mais hits.

Eu acho que foi mais animado, assim, foi uma coisa mais... Sei lá, tem essa decisão.

As pessoas que quiser acompanhar Se me achar no Spotify Eu tenho uma playlist chamada Acha é Mundo Que ela É uma playlist de cinco Músicas, tá? Então fica ali David Burney Don't Faint Me In Obvious Child, Paul Simon Michael Jackson, Don't Care About You Pet Shop Boys, Se a Vida É E pra terminar A Miss Hair do Holodun Entendedores entenderão essa playlist E a Miss Hair do Holodun

Então, mas agora eu vou destruir a sua playlist. Vou destruir a lógica da sua playlist. Você sabe que na música dos Pet Shop Boys não é o Holodun que toca, né? Não, é mais por os caras estarem com português, com brasileiro, pois não é. Ah, tá bom, mas não é o Holodun, tá? Muita gente acha que é o Holodun, não é. Não é. É, por isso, eu até não pus aqui nessa playlist Duranduram com...

Com... Ai meu Deus, canto em português também É a música dele com o Milton Nascimento? Isso, isso Do The Wedding Album Sim, é uma música legalzinha, eu gosto, eu gosto Bom, eu ia falar um negócio aqui Mas a gente não tem dinheiro pra pagar advogado Então deixa quieto

Eu correria o risco. Não perderia uma boa piada. Procurem aí. Alguém deve ter escrito essa história aí. Milton Nascimento mais o cara do Duran Duran. Não vou falar mais nada. É com você agora, mano.

minhas músicas? Pode ser. Vamos lá. Então vamos às considerações finais. Cara, eu queria só deixar recomendações, assistam o This Is It, assistam o documentário do

do Quincy Jones e assistam o documentário do Paulinho da Costa, eu acho que é uma trinca que explica o quanto Michael Jackson é grande, assim, e como ele realmente era fora de série.

Eu vou assistir o filme, sendo bom, sendo ruim. Por que não, né? Por que não? Eu assisto. Eu também assisto o do Michael Jackson. E assim, eu de tempos em tempos eu tenho um ritual, que é botar os biscos do Michael na ordem. Eu tenho quase tudo em vinil, né? Então, muitos comprados no Sebu Cabo, inclusive.

Meu Dangerous eu comprei do Luciano, inclusive. Que é ouvir tudo na ordem, assim, não sei, acho que tem um, sei lá, tem algum tipo de, deveria ter algum tipo de religião que o código de contuta é ouvir os discos do Michael Jackson na ordem pra você voltar pro centro, assim. Então, façam isso. Considerações finais aí, Luciano e Robson, antes de eu chamar minhas músicas.

Você me implantou vontade de assistir o This Is It, acho que vou assistir ele agora quando terminar. Eu vou deixar de indicação para o pessoal procurar. A mesma coisa que eu deixei da outra vez, que eu acho muito louco, eu não pensei nada com antecedência, mas o...

o Chris Tucker, o stand-up do Chris Tucker sobre o Michael Jackson. Procure isso, vocês vão achar, o Chris Tucker é amigo pessoal dele, e ele imita o Michael muito melhor do que o Robson. Fiquem pensando em um encontro de Michael Jackson com o Anderson Silva, mas essa piela deve ser velha. Claro que você, Robson.

Bom, as minhas dicas, duas dicas rápidas assistam, procurem no Youtube tem lá em alta qualidade o clipe dele o clipe não, né, o pedaço do show da Motal, dos 25 anos da Motal onde ele faz o Moonwalk pela primeira vez e sigam a filha do Michael Jackson no Instagram, quer dizer eu segui ela um milhão de anos atrás não sei se ela ainda tem Instagram não sei se ela

mas era a pessoa mais anormal do mundo, anormal não, era uma pessoa maluca, né, então eu gostava de seguir o Instagram dela eu ficava olhando pra cara dela e falava caralho, ela é filha do Michael Jackson, mano, como assim? e eu não sei se ela ainda tem o Instagram, mas enfim, procurem lá, de repente ela deve ter ela não é só filha do Michael Jackson ela é a neta da Elvis Presley

Exatamente, né? Faltou a gente falar isso. O Michael Jackson casou com a filha do Elvis Presley, só isso. E gerou uma filha. A mulher é simplesmente a neta do Elvis Presley, filha do Michael Jackson. É uma coisa inacreditável, tipo um mutante, um super-humano. Quem quiser ver essa mulher, assista aos filmes. Corra que a polícia vem aí.

É, no caso, a... Você tá falando da Lisa Presley, né? Isso. Isso. É, belíssima, né? Lindíssima. Já falecida, né? E... Mas a filha dos dois é uma coisa assim... O Instagram dela era muito bom. Eu não uso muito o Instagram mais, né? Mas eu lembro que em 2019, ali, eu comecei a seguir. Ela era bem divertida. É, muito bom.

Muito bom. Bom, vamos lá, então. Eu... Eu trouxe duas músicas, assim, pô, eu trouxe minha favorita...

do Michael, mas eu fiquei pensando, assim, a gente fica, a gente liga muito o Michael, esse lance da música pop e o dançante e tudo mais, mas, cara, tinha muito, tem uma lista muito boa de baladas, assim, eu gosto desse lado mais sentimental, então, acho que é a minha preferida também, Mário.

Man in the Mirror eu acho uma música muito foda, assim, então eu trouxe ela justamente para trazer esse lado, e minha música preferida, porque, puta, cara, não tem jeito, eu ficava, eu joguei no Master System, e eu terminei umas 18 vezes o joguinho do Michael Jackson no Master System, e Smooth Criminal, que era, era...

A música da cena de abertura do filme também, né? Do Moonwalk ali e tudo mais. Então, eu tenho isso... Toda vez que eu ouço, eu vou lembrar do Mário, molequinho lá, vendo o filme, jogando joguinho no videogame e me relacionando com isso. Mas, ô Mário...

é maravilhosa gosto também mas é um chicletinho também danado né quando tudo não tá na cabeça e aí assim como o que ficou ficou gravado na história aí como um clássico

o a a quase deitada em pé do Michael Jackson nos no criminal também também é outro movimento de dança icônico do cara né então já fica mais um fica mais um movimento clássico do Michael Jackson

Até semana que vem, galera. Vamos ouvir, então, aí, Man in the Mirror e terminar com Smooth Criminal. Deixa eu só deixar um... Pode só deixar uma última dica aqui. Quem for ouvir o thriller aí no Spotify, pega a edição especial do thriller que tem uns extras com o Quincy Jones comentando as faixas. É muito foda. É quase um documentário em áudio.

Ele vai contando os detalhes, tem as demos. Você ouve o Michael Jackson ali brincando em algumas faixas. E tem o depoimento do Vincent Price, que fez a voz lá, que ficou famosa e tudo mais. E ele conta a história de como ele foi parar na gravação. É uma história inacreditável, muito engraçada.

e tem o bastidor dele gravando com o Michael Jackson, aí você vê a voz fininha do Michael Jackson cantando, tem um trecho inédito ouçam a versão do trailer que tem no Spotify com esses extras assim, é maravilhoso muito bom, muito bom, é isso? temos? até semana que vem galera, até semana que vem galera

E aí

E aí

E aí

Música

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E aí Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip Filip

E aí E aí

O que é isso?

E aí

Tchau, tchau.

Tá com mim, tá com você, baby, tá com você Tá com você, baby, tá com você

Michael Jackson | Castnews Index — Castnews Index