MPPE realiza visita a comunidade quilombola de Castainho em Garanhuns
Maxwell Vignoli
José Carlos Lopes da Silva
Wilson Gomes
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- Visita à unidade da FunaseAcompanhamento de adolescentes em socioeducação
- Comunidades quilombolas no BrasilPolíticas públicas para ensino · Dados do IBGE
MPPE Notícias.
A educação no campo em comunidades quilombolas e indígenas tem ganhado atenção especial do Ministério Público de Pernambuco, principalmente no interior do Estado, por meio do projeto Rota MPPE, que busca fortalecer o diálogo com promotorias de justiça que atuam diretamente nesses territórios, como destaca o coordenador do Centro de Apoio e Defesa da Educação da instituição, Maxwell Vignoli.
O Rota MPPE tem essa possibilidade de chegar perto do promotor do interior. E o Caio Educação trouxe isso numa perspectiva de a gente observar as escolas quilombolas, indígenas e do campo, que são aspectos muito pertinentes do direito à educação.
do interior, das promotorias do interior. E assim também nós fizemos uma visita à unidade da Funase, que tem uma proposta de acompanhar os adolescentes que estão em socioeducação internados. Essas duas visitas mostram a importância da gente estar perto do interior, perto dos promotores e das necessidades muito locais de cada uma dessas promotorias.
Garanhuns, no agreste pernambucano, cedeou a mais recente visita do projeto e a programação incluiu uma visita à escola municipal Virgília Garcia Bessa, localizada na comunidade quilombola de Castanhinho, na zona rural do município. Para o líder comunitário José Carlos Lopes da Silva, essa presença institucional tem sido importante para garantir que as demandas da população sejam atendidas.
Nesse momento de ações com o Ministério Público de Pernambuco, nós tivemos muitos ganhos, até porque se nós não tivéssemos fazido isso, se nós não tivéssemos esse conhecimento, nós não tínhamos chegado o que chegamos hoje, o avanço da escola, o avanço da melhoria da merenda. E para nós, o Ministério Público fez um trabalho e está fazendo de grande importância, de crescimento para a comunidade.
Dados do IBGE mostram que o Brasil possui mais de 1,3 milhão de pessoas vivendo em comunidades quilombolas, o que reforça a necessidade de políticas públicas específicas para garantir permanência e qualidade no ensino. Wilson Gomes para a Rádio MPPE