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CBN MOTOR Temporada 2026 – Episódio 12

09 de maio de 202625min
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Programa CBN Motor exibido no dia 09 de maio de 2026

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Assuntos6
  • Lançamento Chevrolet SonicEstratégia de eletrificação da GM · Investimento em carros híbridos flex · Preços e versões do Sonic · Design inspirado no Equinox EV · Produção nacional do Sonic · Competição com SUVs compactos e elétricos
  • Lançamento GAC GS3Estratégia Multipathway da Toyota · Lexus como marca 100% eletrificada · Tecnologias híbrida plena e plug-in · Garantia e rede de concessionárias Toyota · Soluções de financiamento e recompra garantida
  • Mercado Automotivo BrasilCrescimento de vendas de elétricos · BYD Dolphin Mini e BYD EX2 · Participação de mercado de elétricos puros · Competição com marcas chinesas
  • MG no Brasil e Centro de Design em LondresTradição britânica e tecnologia chinesa · MG Cyberster · MG4 Urban · Estratégia de produto e mobilidade
  • Volvo XC60Objetivo de vendas da Volvo no ano · Preço do Volvo EX30
  • Calço hidráulico em motores a combustãoRisco de alagamentos em ruas · Funcionamento do motor a combustão · Consequências da entrada de água no motor · Dicas para evitar o calço hidráulico
Transcrição68 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Ladies, I'm in here tonight, no fighting! Fala caronas! Começa o CBN Motor aqui na 105,7, CBN Recife. E hoje eu quero celebrar com vocês, inclusive com essa trilha musical de lançamento do novo Sonic. Porque, gente, o Sonic vem aí pra poder mexer muito com a Chevrolet. Comentei isso ontem no programa com o Geraldo Freire, fiz isso lá em Caruaru com o Jaira, com o Magno também. E a gente sabe que o Sonic...

é a grande aposta da GM para 2027. Então, esse carro começa agora sem a eletrificação. A gente entende isso, mas espera que a Chevrolet, dando um próximo passo, ela traga a tecnologia Mihev. Eles devem anunciar um investimento.

sobre a eletrificação, trazendo o primeiro carro híbrido flex da firma, da empresa em todo o mundo, que vai nascer no Brasil. Isso foi dito pelo vice-presidente Fábio Rua, que a gente conversa com ele hoje no programa. E tem muito para falar, porque o Corredor X está super animado. Gustavo Schmidt, Luciano Aldor, que faz uma participação hoje aqui, trazendo um pouco da saudade de ter participado com a gente durante todos esses anos. E o CBN Motor...

está acelerado ao som da Shakira que passou pelo Brasil e transformou o Rio de Janeiro na capital da música latina e como é o Rio de Janeiro nessa cidade maravilhosa. Então, caronas, estamos juntos vou ser bem breve nessa minha largada porque tem tanta coisa pra gente contar

E a agenda está cheia para a semana que vem, porque tem o lançamento do Volvo EX60 em Barcelona. Vocês vão acompanhar o que eu vou trazer por aqui e nas redes sociais também, assim como o que vem por aí de novidades e investimentos por parte da Stellantis. Acompanhe e estamos juntos, acelerando com os trabalhos técnicos de Evandro Chaves. J. Geraldo nessa supervisão e manda muito. Eu sou Jorge Moraes aqui com vocês no CBN Motor. Roda essa vinheta, Evandro.

CPM Motor Apresentação Jorge Moraes

Uma semana cheia, que começou com a Lexus trazendo o primeiro elétrico para o mercado brasileiro. A gente conversou com o Gabriel Aguiar, ele vai fazer um papo conosco aqui na CBN, vai falar um pouco sobre essa nova estratégia, é o novo coordenador de produto, marketing, e claro, vai falar muito sobre a chegada desse produto elétrico, a Toyota, quem diria, investindo em carros elétricos, começando com a Lexus, já já tem Toyota.

e silenciando a boca daqueles conhecedores de tudo, aqueles que falavam que a Toyota nunca entraria no segmento. O Brasil é mútua energia, pessoal. O Brasil consome o etanol, a gasolina, as baterias, e é desse jeito que vai continuar. Vamos ouvir o papo agora com o Gabriel na nossa largada aqui da primeira ignição. Ignição

Gabriel Aguiar está com a gente aqui no microfone da CBN, é o novo coordenador de produtos, projetos e marketing da Lexus e da Gazoo Racing, que é a marca super esportiva do grupo Toyota, e vai falar do seu maior desafio de largada nesse momento, que é implantar o primeiro...

Lexus ou Toyota elétrico no mercado brasileiro, hein, Gabriel? A marca amadureceu e está pronta para chegar nesse novo desafio? Bom dia. Bom dia, Jorge. Bom dia a todos os ouvintes. Que prazer estar aqui com vocês. Para a gente, na verdade, é um caminho que a gente já vem estruturando há algum tempo, não só como Lexus, mas como grupo Toyota. A gente sempre reforça que acredita numa estratégia chamada Multipathway, ou seja, diferentes soluções para diferentes necessidades de clientes e diferentes...

cenários de mercado. A gente já vem como Lexus no amadurecimento de eletrificação, desde 2020 é a primeira marca de luxo 100% eletrificada do Brasil. Não só isso, a primeira marca de fato 100% eletrificada do mercado brasileiro. E agora...

que a gente já tem as tecnologias híbrida plena, híbrida plug-in, que inclusive você conhece aqui do nosso portfólio. Agora a gente chegou com esse modelo, o RZ500E, trazendo esse novo passo de eletrificação, não só para a nossa marca, mas como você bem disse, também para o grupo Toyota.

A Nancy Serapião, que é a Red da marca, da divisão Lexus, da Gazoo, ela pontuou na apresentação que a empresa já vem ocupando praticamente todo o território nacional, com 15 pontos de vendas, abrindo mais novos pontos e atendendo a um padrão Toyota de assistência, com até 10 anos de garantia e tudo aquilo que vocês preconizam no trabalho de vocês.

O desafio do carro de meio milhão vai ser novidade para o portfólio Lexus? Não, porque você já tem os produtos híbridos nessa categoria. Mas como é encarar esse novo mundo elétrico? Quando a gente olha aqui para preço, realmente, como você bem disse, a gente já tem produtos com ticket médio, inclusive mais altos do que o próprio RZ. E hoje a gente está com 90% do que é mercado premium no Brasil.

E um ponto muito importante, que além das nossas 15 concessionárias, a gente conta aqui com o suporte de toda a rede Toyota, com mais de 300 concessionárias do Brasil, e que a gente entende que esse é de fato um diferencial, não só para a RZ, mas para todo o portfólio da Lexus, trazendo mais tranquilidade para o nosso cliente.

junto com os 10 anos de garantia, que é um benefício exclusivo da nossa marca, com a pronta entrega de peças, com 5 anos de assistência 24 horas, e no caso do RZ, aqui a gente também gosta muito de reforçar a tranquilidade quando se olha do lado financeiro, com soluções que a gente oferece de financiamento com taxa 0%, aqui também com uma modalidade de recompra garantida.

com pelo menos 80% do valor da FIP, ou seja, a gente traz a tranquilidade não só do investimento que esse cliente faz num produto agora, num novo segmento, mas também a garantia de liquidez desse produto, com a certeza de que numa eventual troca, numa eventual revenda, ele com certeza vai ser atendido ali no prazo que ele quer.

Quem compra a Lexus troca por Toyota ou vice-versa? A gente é muito integrado como marca, a gente é muito integrado como grupo, mas a gente tem sim uma migração natural de clientes de Toyota para a Lexus. Inclusive, quando a gente olha aqui nas propostas de produtos e preços, as duas marcas acabam se encaixando. Mas um ponto interessante é que, para além dessa migração natural, a Lexus tem aumentado ainda mais a sua presença, conquistando novos clientes, inclusive novos clientes.

do mercado premium e de outras marcas também. Conversamos com o Gabriel Aguiar nesse papo aqui na CBN. Ele é o coordenador de produtos, é o coordenador de marketing das marcas Gazoo Race e Lexus no Brasil. Gabriel, até a próxima. Obrigado. E a gente continua por aqui trazendo mais notícias do mundo automotivo. Gustavo Schmidt vai fazer uma análise já já sobre a chegada do Sonic. Como a Chevrolet vai fazer um trabalho de investimento.

ante aos carros elétricos que estão dominando esse segmento de R$ 130 mil. É o preço do Sonic, R$ 129,900. Mas é uma aposta a combustão, com o uso do etanol. Então está tudo misturado para a gente entender que o mercado consome os SUVs compactos. A prova está aí de Tera, de Pulse, de T-Cross. E Schmidt vai fazer esse papo com a gente. Mas antes disso, eu quero chamar a Fábio Rua, que é o vice-presidente da General Motors, super empolgado com a chegada do Sonic. Em seguida vem o Gustavo Schmidt.

Vamos lá. Ignição. Fabio Rua, vice-presidente da Chevrolet, no dia de lançamento do Sonic, em duas versões. Eu vou ser bem direto, já começa com R$ 129,900, cravei o preço. R$ 135,900, o modelo RS mais esportivo, numa General Motors que reestiliza a gravata, repagina o seu momento e reprograma a maneira de como ela vai enxergar o Brasil desde já. Aliás, já começou com a eletrificação.

e agora com um produto que é essencial para chegar nesse mercado dos SUVs, digamos, compactos, que estão cada vez mais presentes no Brasil. Fábio, bom dia. Prazer estar com você aqui na CBN. Bom dia, Jorge. O prazer é sempre meu. Muito bom ter você aqui conosco. E a gente vai falar sobre um carro que significa Nova Chevrolet no Brasil?

Eu diria que é um renascimento importante. A gente começa esse ano, é o nosso segundo centenário no Brasil. No ano passado concluímos o primeiro e a gente precisa, obviamente, se reprogramar, ressignificar a forma como a gente desenvolve veículos, inclusive no Brasil. Esse é um carro desenvolvido, fabricado com um projeto de engenharia nacional. A gente tem nesse carro o equivalente a 80% de conteúdo local. Peças que são desenvolvidas e trazidas para as nossas fábricas.

feitas por fabricantes, desenvolvedores nacionais. Você está quanto tempo na GM? Vai fazer quatro anos que eu estou na GM, Jorge. Quatro anos que você está na GM, acompanhei a sua entrevista nas redes sociais. Eu nunca vi você tão empolgado num palco.

significa que é uma reprogramação da vice-presidência, da diretoria, do presidente, de todo o corpo da Chevrolet e dos próprios concessionários que aplaudiram muito os valores anunciados? Esse é um movimento que já vem acontecendo há alguns anos, Jorge. A gente tem uma nova visão de desenvolvimento, uma visão de marketing, de comunicação e cada vez mais acompanhando essa competição, que é uma competição agressiva, uma competição nova. A gente tem novos players do mercado, a gente tem que se reposicionar.

E esse reposicionamento vem agora, como talvez o primeiro de outros que vocês verão aí pela frente, com preço competitivo, com um carro com design totalmente novo e que, como diz a nossa propaganda, não vai sair da sua cabeça. Um bilhão de reais de investimento nesse projeto.

E tem 7 bilhões voando por aí, né? Significa que vem muito mais pra gente enxergar uma Chevrolet que investe no polo automotivo do Ceará, com o Spark, reprogramado em preço, em volume de negócios, mostrando que passou a vender muito no Brasil. A GM...

se torna uma empresa nacional multi-energia, Fábio? Vamos falar primeiro de um bilhão de reais investindo num carro, porque isso é muito grande, é muito representativo. Isso tudo foi no Brasil, na nossa planta de gravata aí. São milhares de pessoas que trabalham lá. São 46 fornecedores responsáveis por trazer esse carro às ruas e ao coração dos brasileiros. Isso não é pouca coisa, não. É uma demonstração do nosso compromisso com o Brasil. Isso é parte, sim, dos 7 milhões.

bilhões, só que esses 7 bilhões não param por aí. Eu já falei isso algumas vezes para vocês, essa foi a primeira fase do nosso novo ciclo de investimentos 2024-2030. Uma nova fase virá em breve, nos próximos meses, ainda este ano, vocês podem esperar, isso mostra não só um renascimento, mas o fortalecimento da nossa relação com o Brasil, com o setor automotivo e com as multi-energias, como você coloca aí.

Fábio Rua conversou com a gente aqui no dia do lançamento do Sônico e marca o início dos 200 anos da GM no Brasil, segundo o vice-presidente. Fábio, até a próxima. Obrigado, até a próxima. Um abraço a todos. Papo com o Schmidt.

Schmidt, agora com você para discutir com a gente e trazer um pouco da sua opinião sobre a chegada do Chevrolet Sonic. Olá, Carolina CBN. Bom dia, Jorge. É um prazer mais uma vez estar com vocês nesse nosso bate-papo de todo o final de semana. É, Jorge, será que a GM acerta agora com o Sonic a partir de 129.990? Será que temos no Brasil uma divisão entre veículos a combustão nessa faixa de preços e os elétricos compactos?

Bom, na verdade, Jorge, hoje, e mais precisamente com o que aconteceu em abril, o Dolphin Mini foi líder no varejo como o modelo mais vendido. E o EX2 da Dili também se posicionou muito bem em termos de venda, sendo o sétimo veículo mais vendido no varejo. Ou seja, estão batendo os modelos SUVs, Nivos, Tera, Pulse e Cardian e até...

nas versões compactas do Polo e do Onix. Ou seja, realmente os elétricos compactos estão fazendo no mercado um barulho bastante grande. Aliás, no mês de abril, Jorge, os elétricos puros responderam por 7,4% da indústria. Um número bastante relevante.

Mas vamos falar do Sonic, com um design inspirado no Equinox EV, com traços fortes e marcantes na dianteira, seguindo a nova filosofia de design da GM, e na traseira o caimento do teto junto com o spoiler entrega muita harmonia e uma pegada de SUV Coupé compacto bastante moderno. Motor será o 1.0 turbo de 115 cv com torque de 18,9 kgf.

e um câmbio automático de seis marchas equipando o Sonic que será produzido na fábrica de Gravataí, lá no Rio Grande do Sul, em duas versões. A versão Premier, por R$ 129.990,00 e a versão esportiva RS, por R$ 135.990,00.

O modelo é baseado na arquitetura do Onix, mas ganhou novas proporções, com 4,23 metros de comprimento, 1,77 metros de largura e 1,53 metros de altura. Segundo a montadora, o modelo faz 14,8 km por litro a gasolina.

e 10,4 quilômetros por litro no etanol. No interior, recebeu um cluster de 8 polegadas e uma tela multimídia de 11 polegadas. O modelo estreia também no interior o novo logotipo da marca. O Sonic, como os modelos mais equipados da marca, tem também Wi-Fi nativo e um sistema OnStar.

Destaque para o quesito segurança ativa. O Sonic tem uma câmera dianteira que permite frenagem automática de emergência, auxílio de permanência na faixa, auxílio para evitar evasão de pista e alerta de ponto cego. O veículo aposta tudo com esse pacote de design marcante e interior bastante tecnológico para poder brigar contra pulse, cardia.

Nivus que, na minha opinião, vai acabar brigando muito mais com o Volkswagen Tera. Enfim, os principais concorrentes de SUVs compactos nessa faixa de preços de R$ 129.990,00 que a GM acabou de divulgar durante essa semana. Esse preço posiciona o modelo em uma faixa acima do Onix.

ative e abaixo do tracker. É uma faixa de preços com uma disputa muito acirrada entre os modelos Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Cardian e os compactos elétricos BYD Dolphin Mini, Dili EX2 e, em breve, outras marcas chinesas irão trazer também elétricos urbanos compactos para acirrar ainda mais a disputa entre os consumidores que estão dispostos a gastar entre R$ 130.000 para ter o seu veículo zero quilômetro.

A montadora americana precisava muito de um modelo assim para voltar a ser considerada entre o público mais jovem, especialmente nos grandes centros urbanos. Hoje, em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, a Gêmea está fazendo apenas 5% de share, na oitava posição do ranking, quando há pouco tempo atrás chegou a ser líder absoluta. É isso, meu amigo. Um abraço e até o nosso próximo bate-papo.

Corredor X, vamos lá, né? Você que tá louco pra participar do programa, então já tá querendo... Aliás, me buzinou porque eu tô demorando a chamar você. Vamos ao Corredor X na sua primeira participação. Corredor X

Olá, Jorge Moraes, caronas da CBN, Jorgeão. Essa semana eu fiz uma viagem a trabalho e estive lá em São Paulo com um amigo que tem um BID Song Plus. Detalhe, ele comprou esse carro há aproximadamente 3 anos e meio e ele roda diariamente no carro.

Jorge, eu fiquei de queixo caído. O carro, muito íntegro, sem bater nada. Não tem nada solto. Ele é um apaixonado pelo veículo. E diz que tem um carro desde 2022, usando todos os dias, enfrentando aquele trânsito travado de São Paulo, aquelas longas distâncias, porque os carros paulistas têm uma quilometragem muito extensa, diferente aqui da nossa cidade.

E o que eu mais me impressionei, Jorge, não é só a integridade da suspensão do veículo, o desempenho. Eu quase pedia para dirigir. Eu fiquei apaixonado pelo carro dele. E ele não é aquele dono de carro tão cuidadoso como nós, que carregamos os nossos carros nas costas.

Ele usa normalmente. E eu fiquei impressionado porque eu perguntei várias coisas para ele sobre o funcionamento do carro. E tudo estava funcionando em perfeita ordem. Ele disse que às vezes o GPS ficava um pouco, dava um bug, mas ele até se culpou por isso. Ele disse, ó, isso aqui tem que fazer uma atualização. E eu não fiz, não tive tempo. Enfim, então eu não vejo isso como problema do carro. E ele me disse que, assim, estava mais do que satisfeito com toda a autonomia.

E por que o carro simplesmente não tem manutenção e não quebra? Ele disse, é ridículo a ida para a concessionária. Você vai lá só para carimbar o livre. Então, eu trago essa experiência aqui, porque a gente tem essa grande interrogação. Será que esses carros vão aguentar o futuro? E nós já estamos aí com uso há quase quatro anos. Daqui a pouco a gente volta.

E Luciana Aldorff traz uma participação especial aqui no programa. E na China esteve comigo na nossa comitiva e vai celebrar com a gente trazendo uma entrevista. Vamos lá. Olá Jorge Moraes, olá ouvintes da CBN. Jorge, como você está, é bom por aí? A gente conversa agora aqui direto de Londres, a gente está no Centro de Design.

da MG por aqui, a gente conversa com Bernardo Moutinho, ele que é vice-diretor de produtos aqui e a gente teve a oportunidade de ver de perto os produtos, onde são desenvolvidos aqui, como é que é o centro de design, a gente chegou a entrar e conversar com algumas pessoas aqui e a gente vive um momento muito interessante, MG no Brasil, né Bernardo, bem-vindo aqui a CBN e fala um pouco dessa marca centenária que hoje está no Brasil desenvolvendo um novo momento.

Apesar da AMG ter iniciado a operação no Brasil há pouco tempo, é uma marca de 102 anos de idade. Ela foi fundada em Oxford em 1924 e é uma marca britânica com muita tradição em veículos acessíveis, mas veículos de uma condução mais esportiva, veículos muito bons para o seu segmento.

E desde que a marca foi adquirida pelo grupo SAIC, eu acredito que a gente tem uma combinação muito interessante, até um pouco única, que é toda a tradição britânica com a tecnologia de ponta chinesa. Então temos produtos como, por exemplo, o Cyberster, que é o primeiro veículo elétrico conversível de produção em série, com portas do tipo tesoura.

Algo que ninguém nunca trouxe no mercado e fomos os primeiros a trazer em 2024. Então é uma marca que tem um potencial imenso e esse potencial tem sido refletido em todos os números e principalmente na Europa que tem crescido rapidamente. A gente veio do Salão de Pequim, então a gente anunciou as novidades que vocês vão trazer o MG4 Urban.

E a gente tem também a outra novidade, que é esse momento, a AMG com a IEM trazendo esses modelos mais de luxo para o mercado nacional. Esse é o início também de uma nova fase da AMG no Brasil? Sim, sim. Os veículos da IEM são tecnologia de ponta em todos os sentidos, em performance, em carregamento, em plataforma, em conectividade. É uma plataforma altamente tecnológica e esses veículos representam...

É um potencial imenso para a marca, para a gente competir com os principais, talvez, atuantes de cada segmento elétrico. E são veículos que foram recebidos inicialmente muito bem aqui na Europa, na Inglaterra e em alguns países. E tem um potencial imenso e acredito que vai ser um ótimo produto na range da AMG no Brasil.

Para finalizar, a gente fala aqui direto em Londres, como eu falei no início para os nossos ouvintes. A gente tem esse centro de design aqui. Qual é o foco de vocês? Vocês aqui estão trabalhando, olhando para o futuro da marca? Quem é que os designers hoje trabalham aqui? Os designers, eu não posso dizer muito o que eles fazem ou o que eles estão trabalhando, mas eles estão constantemente olhando para o futuro da marca, para a estratégia de produto, para a estratégia de mobilidade, não só elétrica, mas de tudo.

e eles estão aqui no centro de Londres e tem uma equipe muito diversa e trabalham em diversos produtos, não só da AMG, mas também como outras marcas do grupo. E eles trazem um valor muito grande para a marca, eles estão realmente reimaginando o futuro de mobilidade.

E como, por exemplo, o Cyberstudy Novo foi um projeto que começou com eles, então eles têm um potencial imenso e acredito que tê-los no grupo é um grande diferencial também.

Agradeço a sua participação aqui na CBN. Bernardo, volto para o estúdio com vocês, Osmo Moraes. O programa está acelerado, porque tem tanta gente conversando com a gente hoje. Já já tem mais Corredor X, mas como eu falei no começo do programa, vem uma agenda aí super bacana, internacional, com a Volvo, trazendo a X60, Volvo que manda muito nesse segmento dos carros elétricos. É a variação elétrica do XC60.

Um carro super atualizado. Vai ser lançado em Barcelona, assim como foi lançado o XC40. Eu estive por lá e depois vieram as atualizações, como o XC40 elétrico, agora o X40. O EX30 fazendo parte do portfólio. A Volvo, que tem o objetivo de chegar a 10 mil carros esse ano. É um objetivo forte. O ticket médio aí é grande, hein? Então, o carro mais barato custa quanto, gente?

220, 230 mil reais é o EX30 na sua versão de largada já muito completa. Então tem Volvo para a gente acompanhar e tem mais também, porque nesta segunda acontece a eleição dos mais admirados, prêmio que eu já tive a honra de receber.

quantas vezes participar, então estar lá sempre recebendo o título ou a menção de alguma forma, estando entre os jornalistas mais admirados do Brasil. Isso para mim é motivo de muito orgulho, de trabalho, na confiança de vocês, na confiança da CBN, que também deposita toda a credibilidade sobre aquilo que a gente está conversando com você, ouvinte, que prestigia o programa. Corredor X

Corredor X, você está quase falando chinês, hein? Quer falar de caminhão aqui com a gente? Então, a palavra é sua. Vamos nessa. E aí, Jorgeão, estamos aqui de volta para falar de uma coisa que a gente fala todo ano. É o tal do calce hidráulico. Nossa cidade enche, como aconteceu em data recente, aí no 1º de maio, né, Jorgeão? Eu vinha na minha super high lux e tive que enfrentar água acima dos pneus.

E o que é o calço hidráulico? Para quem está nos ouvindo e esquece, porque a gente já falou disso várias vezes, todo motor a combustão, ele respira o ar para fazer a mistura dentro da câmara de combustão lá do motor e fazer com que a explosão aconteça e o calço se movimenta.

Quando você passa por uma rua alagada, principalmente quando você se desespera, acelera, e essa água sobe no capu do carro ou fica na altura dos faróis, essa tomada de ar pode beber água, literalmente. E o que acontece? Um cálcio hidráulico. Porque a água entra no lugar do ar.

chega a câmera de combustão dentro do motor e a água é muito mais densa do que o ar. E o que é que acontece? Esse cálcio, que a gente chama hidráulico, porque a água é hidráulica, e ela bate na cabeça do pistô e empena a biela que rompe.

e quebra o bloco do carro, ou seja, o motor do carro entra num processo de explosão, que pode ser interna ou externa. Há situações que o motor se despedaça, ele rompe a lateral do motor, e a perda do motor é total, o prejuízo é catastrófico. Então o que fazer? Qual é a grande dica? Não enfrente...

ruas alagadas que estejam acima da metade do pneu do seu veículo, você já está correndo um grave risco sem contar que se você vier mesmo devagar e passar um ônibus do seu lado e fizer uma onda, seu carro pode aspirar água mesmo você andando devagar então é preciso estar muito atento a isso, tchau

CBN Motor CBN Motor fica por aqui, valeu pela sua audiência um forte abraço, feliz sábado pra todo mundo, foi muito bom estar com vocês durante esse tempo, vem aí o Repórter CBN e a gente se encontra, tchau pessoal

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