CBN MOTOR Temporada 2026 – Episódio 11
Programa CBN Motor exibido no dia 02 de maio de 2026
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Jorge Moraes
Roger Coraz
- Economia da ChinaInvestimento e avanço das montadoras chinesas · Comparativo com o mercado brasileiro · IA no gerenciamento e segurança dos carros · Eficiência de motores híbridos · Qualidade da robótica e automação em fábricas
- Modelos e tecnologias Almoda JeicoChegada do Jeco 7 com preço acessível · Tecnologia P&V e autonomia · Expectativa de volume de vendas · Omoda 4 com design disruptivo e motorização híbrida · Impacto da Inteligência Artificial nos carros
- Salão de PequimTecnologia e Inteligência Artificial · Novos automóveis do futuro · Eficiência energética e autonomia · Segurança veicular · Domínio chinês no mercado automotivo
- BYD Denza ZDesign inspirado em carros alemães · Potência e aceleração de supercarro · Tecnologia de carregamento rápido · Previsão de chegada ao Brasil
- Relações Brasil-ChinaDongfeng e sua estratégia de mercado · Baí e seu foco em SUVs premium · Competição e saturação do mercado · Potencial de saída de marcas não chinesas
- Picape Mako da BYDProdução em Camaçari, Bahia · Plataforma e motorização híbrida Flex · Lançamento previsto para setembro
- Lotus chega ao BrasilHistória e legado da marca · Portfólio completo e planos de longo prazo · Comercialização e estrutura de concessionárias
- Produção de carros no NordesteMG4 Urban fabricado no Ceará · Expansão de marcas para a região
Fala, caronas! Começa o CBN Motor em nosso estúdio móvel aqui direto da China para a gente trazer um pouco do apanhado dessa cobertura do Salão do Automóvel de Pequim. Eu tenho uma conversa com o vice-presidente da Almoda Jeico do Brasil, Roger Coraz.
Eu conversei também com Felipe Boutros, Marlos Ney Vidal e Fábio Trindade, esse trio de jornalistas que colaborou com a análise que a gente está fazendo aqui de Pequim. Tem Gustavo Schmidt, tem o Corredor X, tem tudo de bom nessa mostra onde a China dá uma galopada tão grande em termos de tecnologia e inteligência artificial na formação do novo automóvel do futuro no Brasil.
porque aqui já é presente. E a gente vai debater isso já já para você acompanhar comigo, direto de Pequim, onde acontece o salão do automóvel mais relevante do mundo. Eu estou por aqui. Caronas, se é para falar de carro, é para falar com a gente em ritmo chinês. Vamos juntos com trabalhos técnicos de Evandro Chaves, da supervisão de J. Geraldo, que assina essa mesa de criatividade. Comigo, rodando essa vinheta do CBN Motor para a gente acelerar juntos. Vamos nessa.
CPM Motor. Apresentação, Jorge Moraes. E eu já começo o programa criando um debate, que é quase um podcast com esse trio de jornalistas que contribuíram para que a gente chegasse aqui e trouxesse essa análise aqui de Pequim. Vamos juntos acompanhar o papo com o Boutros, com o Marlos e com o Fábio Trindade. Roda a ignição, é vamo. Ignição.
CBN Motor, direto da China, em nosso estúdio móvel, conversa com a colaboração de Felipe Boutros, que é o editor do Autopapo, um dos maiores portais, técnico, e que traz também a assinatura do meu colega Boris Feldman.
Estou aqui também ao lado do Fábio Trindade, que é o CEO do MotorOne, que trabalha muito nessa área de comunicação direcionada ao mundo automotivo. É um dos maiores portais do país. E Marlos Ney Vidal, o grande Marlos Vidal, o maior caçador de segredos automotivos do Brasil. O homem câmera está aqui com a gente, que está lá no Auto Segredos também.
com uma relevância gigante, colaborando com essa nossa participação da China e falando mais sobre o atual momento do mercado chinês. Eu vou começar com o Boutros e a análise dele é bem direcionada a esse abismo, a essa catombe que eu acho que a gente vai encontrar pela frente nos próximos anos. Boutros, bom dia, um prazer falar com você.
Bom dia, Jorge. Obrigado pelo convite. É o que você falou, é o abismo. As montadoras chinesas estão investindo, já estão um passo além. Enquanto no Brasil a gente ainda discute novas formas de mobilidade, de combustível, de eletrificação, aqui já estão falando em IA. E não é IA, inteligência artificial, no entretenimento. É no gerenciamento dos carros.
em preservação de bateria, em aumento de autonomia e pode respingar no Brasil. Por exemplo, o grupo DILLE apresentou um motor a combustão, um conjunto híbrido, que tem uma eficiência energética de quase 50%, 48%, enquanto a média do mercado é 42%, 40%.
Esse gerenciamento está fazendo com que o mundo enxergue esse planeta carro de uma outra forma, Fábio Trindade. Muito bom dia, Jorge, ouvintes. Assim como o Boutros falou, o que me surpreendeu mais nessa visita ao salão aqui e também à fábrica da Dili foi a incidência da IA em todas as fases do processo de desenvolvimento do carro. Então você tem mais eficiência energética, isso se traduz ali.
em economia de combustível, economia de energia. Mas o que me surpreendeu, Jorge, aqui, é o nível de segurança que eles estão trabalhando. Porque a gente tinha uma visão, até algum tempo atrás, de que seriam carros mais simples, mas sem segurança. E hoje, os protocolos, principalmente aqui do Grupo Dili, eles estão acima dos padrões americano, europeu e até chinês.
da América Latina também, para oferecer carros cada vez mais seguros. Nós vimos um crash test, vimos o que a engenharia está sendo capaz de entregar aqui na China. Então, eu acho que temos uma situação bem complexa do domínio chinês frente a todos os mercados, não só o mercado americano, nem europeu, mas todos.
Então todo mundo tem que ficar de olho aqui para entender o que está acontecendo, o movimento que está acontecendo aqui. Marlos, a gente está falando de futuro. A gente viu um crash test na fábrica da Ziker. A gente acompanhou todo um processo de visita à montadora e nos impressionou muito a qualidade da robótica.
quanto a fábrica é automatizada. Impressionante, uma planta com capacidade para 300 mil carros. A Zicker, por exemplo, vendeu ano passado cerca de 245 mil em 2025. Mas quando a gente trata de futuro, Marlos, você que é um futurologista, que consegue enxergar os carros antes de todo mundo, inclusive, o que é que você analisa diante de tudo aquilo que a gente está conversando aqui, eu, Felipe Boutros, do AutoPapo, e o Fábio, do MotorOne.
Bom dia, Jorge e ouvintes. Eu concordo com os meus amigos. E é aquilo que você já tinha falado, Jorge. A gente vai ter um hecatombe lá na frente, porque as marcas tradicionais não estão preparadas para a evolução chinesa que vai acontecendo a cada minuto.
Eu gosto muito de observar as pessoas e no salão, Jorge, eu vi executivos de marcas alemãs indo no salão, indo nos stands das marcas chinesas, melhor dizendo, e saindo com aquela cara de espanto, sabe? Isso acho que diz muito, se você vê um executivo de uma marca tradicional.
saindo espantado de um stand de uma marca chinesa é porque eles estão sentindo o incômodo, estão sentindo o baque. É um movimento inverso, na sua opinião? Acredito que sim. Foi bom para eles quando vieram para cá ganhar dinheiro, mas agora que os chineses estão querendo invadir o mundo, estão querendo criar barreiras. Conclui esse nosso papo sem falar daquelas que chegaram primeiro, as marcas iniciais, porque não vamos esquecer, quem desbravou e primeiro do que BYD... ...
E GWM foi a Shell. E se dá o fato da indústria chinesa agradecer muito a Carlos Alberto Oliveira Andrade. Acho que o Caoa teve um papel fundamental na construção desse, digamos, império automotivo chinês no Brasil, né, Bouto?
Foi pioneiro, foi precursor, oferecendo carros que rapidamente caíram no gosto do brasileiro, ajudaram a vencer esse preconceito do brasileiro com o carro chinês, mas indo além da questão do custo-benefício, oferecendo qualidade de construção, oferecendo design bacana.
Então, abriu as portas para que outras marcas... Eu brinco assim, segunda geração dos carros chineses. A gente teve aquela primeira que foi uma tragédia, que criou uma imagem ruim. E o Kaoa, o grupo Kaoa, conseguiu romper, quebrar esse paradigma que foi criado de carro chinês sem qualidade. Obrigado pela participação de vocês aqui. São meus caronas, meus amigos de muitos anos, que gozam de muita credibilidade para emprestar a voz e tudo para a audiência aqui do CBN Motor. Valeu, até a próxima.
Corredor X E tem a primeira participação do Corredor X aqui com a gente. Olá, Jorge Moraes, caronas da CBN. Jorge, um lotos confirma a chegada ao Brasil prometendo trazer portfólio completo. É a notícia que está lá no estado de São Paulo de 29 de abril, ou seja, essa semana.
Olha, isso já tinha sido anunciado desde dezembro, mas a gente não acreditava em tão boa notícia. Porque Lotus é para quem realmente gosta de carro. São carros históricos, vamos dizer assim, porque é uma empresa, uma fabricante que existe desde 1958, sob a batuta do seu fundador britânico Colley Chapman, que fez história principalmente na Fórmula 1.
Ele é o pai do efeito solo, de todas as soluções aerodinâmicas que muita gente até hoje continua praticando na construção de veículos superesportivos. Nós nos lembramos também da época de Amazfit Paul de 1972, pilotando um Lotus, um Fórmula 1 John Play Special. Ou seja, é um carro que é uma marca que é alucinante para quem é apaixonado por carro.
Quem é proprietário da Lotus hoje é a Gelli, que tem também outras marcas muito interessantes, a Zerch, a Volvo, a Hidara, ou seja, é muito interessante que essa marca venha para o Brasil. Ela está sendo trazida por um piloto brasileiro, que é o Clemente Faria Júnior, e vai trazer todo o portfólio. E ele diz, eu estou fazendo um trabalho de longo prazo, não estou preocupado em vender carro no dia seguinte.
A empresa que vai comercializar os veículos é a LTS Brasil e promete abrir concessionárias em todo o país, trazer toda a linha de carro, como eu falei, tem carros esportivos lindíssimos, são carros muito otimizados, não são tão caros, e dá aí todo um suporte técnico e estrutural para isso. Poxa, que boa notícia. Daqui a pouco a gente volta. E Gustavo Schmidt faz uma análise da chegada de novas marcas ao Brasil, como a...
Dongfang e a Bike. São os chineses que estão chegando. Será que eles mudam muito o cenário do que está por aqui? Vamos ao Papo com Schmidt. Papo com Schmidt.
Olá, carona CBN. Bom dia, Jorge. É um prazer mais uma vez estar com vocês nesse nosso bate-papo de todo final de semana. É, Jorge, as montadoras chinesas Dongfeng e Baik estão se preparando para entrar no mercado brasileiro acompanhando o movimento de expansão das marcas chinesas. Quem são? Dongfeng fica em Wuhan, na província de Hubei, na China, e foi fundada em 1968.
Em 2025, o grupo vendeu aproximadamente um milhão de veículos eletrificados. Tem subsidiárias e joint ventures com Nissan e Honda para quem produz veículos em seu país, em suas fábricas. Deve basear sua estratégia em carros elétricos híbridos com maior foco em volume e competitividade. Acredito que dois modelos têm bom potencial para o nosso mercado. Um hatchback elétrico, Dongfang Box, carro que...
Deve ser de volume para brigar com o Dolph Mini e deve trazer também um SUV elétrico ainda este ano. A linha M-Hero de SUVs grandes com tecnologia Off-Road Premium deve ficar para 2027. Acredito também que em um segundo momento, provavelmente a partir do segundo semestre de 2027, a marca deve trazer a sua marca Premium, chamada Voyage.
Já realizou várias reuniões com grupos de concessionários interessados em investir na marca e deve definir os vencedores do processo ainda no mês de maio. Já a Baí, que é uma das montadoras mais antigas da China, fundada em 1958 com sede em Pequim,
Vendeu em 2025 1,75 milhões de automóveis, dos quais aproximadamente 1,1 milhões das suas próprias marcas e destes 390 mil eletrificados. Tem joint ventures com a Mercedes-Benz e a Hyundai e em veículos comerciais uma joint venture com a Photon, fábrica de caminhões na China. A Baiki deve iniciar suas operações com o lançamento previsto para o segundo semestre deste ano e seu foco deve ser em SUVs mais premium.
Acredito que sua linha BJ30, 40 e 60 tem bom potencial no segmento de SUVs premium e provavelmente terão também um hatchback elétrico de uso urbano para brigar com a famosa BYD e seu Dolph Mini.
A grande dúvida é se teremos mercado para todos. Minha impressão é que não. Não me surpreenderia se algumas marcas no futuro próximos acabarem saindo do Brasil e falo inclusive de marcas não chinesas. É isso meu amigo, um abraço e até o nosso próximo bate-papo.
E a gente continua, mas sabe com quem? Conversando com o vice-presidente Roger Coraça. Já, já a gente vai chamar ele nessa entrevista. Mas eu quero adiantar que a Comexport vai fabricar no polo automotivo do Ceará o novo MG4 Urban.
Você acompanhou comigo durante a semana, eu trouxe essa notícia aqui em primeira mão e estou reforçando. Mais um carro feito no Ceará, onde era a fábrica da Trollers, vocês lembram disso aí ou não? Lá eles já fazem um Spark LV da Saik General Motors e vai vir a Saik MG, que é a marca inglesa que vai ser representada no Recife. O concessionário já assinou tudo e vamos ter marca inglesa aqui na cidade.
estão espalhando mais para o Nordeste, isso é o que é importante. A gente segue para confirmar um outro ponto, que é o nome da picape Mako da BYD. Mako é o nome do tubarão mais rápido do mundo. Eles fizeram homenagem, primeiro a Shark, agora a Mako vai ser direto de Kamaçari. Em setembro ela começa a chegar no seu lançamento, acho que a produção já acontece em agosto e nas lojas no mês 9. Vai, Mako.
derivada do Song Pro, com a mesma plataforma, com a estrutura e híbrida Flex, feita na Bahia. Vamos juntos. É isso aí, carona. CPM Motor E a gente chama Roger Coraça, o vice-presidente executivo da Almoda Jacob do Brasil, que respondeu as perguntas aqui no Salão de Pequim. Ignição
Roger Coraça, vice-presidente da Almoda Jeico do Brasil, conversa com a gente. Aí eu já perguntei se pode adiantar, Roger, parte dos planos da Almoda Jeico no Brasil com a chegada do Jeico 7, 2027, numa versão mais em conta. Olá, pessoal da CBN. É um grande prazer estar com vocês aqui para falar da Almoda Jeico.
as novidades aqui no salão de Beijing e o que vem pela frente com a marca. Tem muita coisa boa, muita novidade. Eu tenho certeza que vocês vão gostar muito. Nós estamos falando muito rápido na tecnologia PRDV no Brasil com o JECO 7 e com o Moda 7. E agora temos a oportunidade de nos posicionar abaixo dos 200 mil reais, onde a gente tem mais acessibilidade do cliente a esse segmento.
O P&V é uma tecnologia que democratiza muito para o cliente a questão de solução e autonomia. No nosso caso do J7, nós temos autonomia de mais de 1.200 quilômetros, com os sistemas todos funcionando. E agora a gente tem uma ambição maior de volumes para o Brasil e trouxemos a oportunidade de um carro abaixo dos 200 mil reais.
Quando eu falo abaixo dos 200 mil reais, imagina-se que seja 199 mil reais, mas o preço vai ser abaixo disso. Eu acho que a gente vai surpreender muito o mercado com o posicionamento de preços desse veículo e a sensibilidade a essa tecnologia. O cliente vai ficar muito satisfeito com o que ele vai ver.
O carro tem alguns poucos itens que a gente não tem na nossa versão mais completa nesse momento, muito poucos itens, mas para o cliente, visualmente, talvez somente um, que vai ser mais impactante, mas não se faz muita diferença. Do mais, os sistemas de segurança, toda a concepção do veículo, o carro com uma grande autonomia, muito torque.
Então, acho que a gente tem boas possibilidades. Eu, de fato, imagino que num primeiro momento a gente consiga já passar das mil unidades de JQ7 vendidas já no mês de maio para junho.
com essa versão e a partir daí a gente tem chances realmente de escalar e ser o JQ7 Elite, um carro que vai nos trazer 60% do volume total, eu calculo que seja através das três versões que a gente vai ter, que seja através do JQ7 Elite, pelo posicionamento que ele vai ter, pela quantidade de itens que ele vai ter e pela solução de autonomia.
de sistemas super hybrid systems que temos, de tecnologia. Eu acho que a gente vai surpreender muito o mercado em relação ao posicionamento de Omoda JECO com o JECO Satellite. Prometo que não vou falar de fábrica, mas gostaria de saber mais do Omoda 4. O que você está pensando aí? O que o ouvinte pode saber desse novo carro da Omoda no Brasil? A minha expectativa particular com o Omoda 4 é um carro que...
Eu já vinha vendo ele nas redes sociais e estava bastante impactado com o design dele e posicionamento de preços e conteúdo.
Mas eu tenho que reconhecer a vocês, sou suspeito para falar sempre, mas eu fiquei, não somente eu, mas 100% da rede de funcionárias, extremamente satisfeita com o carro. Tamanho do carro, posicionamento do produto, qualidade dos materiais. A gente via muito carro por fora.
Ele sabia que o design dele era muito disruptivo, mas não tínhamos tido acesso ainda ao interno do carro. E tivemos acesso ao interno do carro e também dirigimos o carro. Então o que eu trago a vocês é que as novidades são bastante positivas. Acho que a gente vai dar muito trabalho no mercado com esse carro na entrada do segmento B.
Acho que o público brasileiro vai adorar o estilo de design. Um design, as linhas são muito agressivas. É um carro que eu posso adiantar a vocês, com várias possibilidades de motorização, mas posso confirmar que ele vem híbrido, com 800 km de autonomia. Vem muito bem posicionado de preços, com uma entrega incrível.
E mais do que eu falar, esses 48 concessionários que estiveram aqui com a gente testando o carro, eles ficaram muito surpresos com a dirigibilidade do carro. Muito surpresos. Estão saindo daqui bastante satisfeitos com o que viram em relação ao Muda 4 e outros produtos também. Mas o que eu digo a vocês é sim, a expectativa de volume nossa é, claro que, ambiciosa. É um carro que entra, então, num segmento que é muito competitivo.
Eu acredito muito que o design, mais o conteúdo, mais a questão de ser um híbrido full com 800 km de autonomia e aí mais de 200 cavalos de potência, mais a questão do acabamento interno, do conforto e a dirigibilidade, esse carro vai realmente mudar o eixo da entrada do segmento e nós vamos fazer muito barulho no mercado com esse produto. Eu estou muito satisfeito com o que eu vi aqui.
Mas mais do que eu, jornalistas e concessionários que tiveram acesso comprovam realmente que o carro vai ter um grande diferencial de posicionamento, imagem de marca e potencial de vinho. A gente está conversando com o Roger Coraça, que é o vice-presidente da Almoda Jacob do Brasil. E deu para aprender um pouco mais sobre o que a China está apresentando para a gente nesses dias por aqui? Olha, Jorge, mais uma vez, a China nos surpreende, de fato.
Todos nós, a cada ano que viemos para cá, conhecemos mais produtos, mais tecnologias, mais segurança, melhores interiores, telas, acabamentos, sistemas de hadas. Tem muita coisa acontecendo, mas o que eu percebo realmente é que essa nova etapa nossa, como o Omo da Dico e Veja aqui, vem do salão.
Eu acho que a gente vai começar a ter agora uma nova etapa, não somente do que a gente teve em contato com marcas chinesas e a própria moda JECO, como acabamento, posicionamento de preço, diferencial de tecnologia, telas, controles, qualidade e segurança.
Acho que a próxima etapa a vir já é a AI, a inteligência artificial nos carros, trabalhando fortemente em vários aspectos, no aspecto de software do carro, acessibilidade.
tecnologia, segurança dirigibilidade, chassi autonomia, isso realmente vai impactar a vida de todos nós e vai impactar de uma forma extremamente positiva Eu quero agradecer muito ao vice-presidente Roger Coraça e até a próxima, meu amigo Muito obrigado Corredor X, tem mais uma participação sua Corredor X
E aí, Jojão, estamos aqui de volta para falar da Vedete, né, do Salão de Pequim, que você nos presenteou com tantas informações. Olha, a Vedete, para quem gosta de supercarro, de carros esportivos, é um BID.
Densa. Olha só em que mundo estamos vivendo. A BID apresentou o Densa Z. Z de Zorro. É um carro desenhado, desenvolvido por Wolfgang Eger. Ele é um design ex-Audi. Então o carro parece muito com um Porsche Boxster, com um Audi conversível, ou seja, parece um carro alemão. E não parece um super carro.
Por que nós chamamos de supercarro? Porque o carro entrega mais de mil cavalos de potência. Um detalhe, ele acelera de 0 a 100 em menos de 2 segundos. Ou seja, é um míssel hipersônico.
Denza Z. Você olha para o carro, você acha que é um carro de passeio, um carro de turismo, não vê nada de tão agressivo. Linhas fluídas, lembra muito um Apox Boxster. Mas o que é que esse carro traz para mim de mais incrível? É a tecnologia, Georgiou, de carregamento. Estão prometendo ele chegar ao Brasil ainda esse ano, e a bateria...
ela é capaz de levar a carga de 10% a 97% em apenas 9 minutos. É um carro que eu acho muito perigoso, porque é um carro conversível, é um carro pequeno, para ter uma potência dessa e uma aceleração tão brutal. Isso é superior, Jorge, superior a, por exemplo, uma Ferrari S90 Stradale.
aonde nós chegamos. Meu Deus, é inacreditável. Tchau. E a semana que vem a agenda está cheia, porque tem evento de entrega de Golf GTI em Velocitá, viu? Isso eu estou esperto. Além disso, a gente vai correr para poder trazer lançamento de Lexus elétrico no mercado brasileiro.
Tem uma pré-apresentação do Sonic. Aposto a fazer uma apresentação também de um carro que ninguém sabe. Porque quanto menos bola ela der para o Nordeste, vai ser pior. Mas a gente está de olho. Então, ficar atento aos lançamentos que acontecem na próxima semana. Porque na outra tem muito mais. E daí por diante, viu? CPM Motor.
Caronas, feliz sábado, feliz domingo, tudo de bom. Espero que você tenha curtido aqui direto da China. E segunda-feira a gente volta já no Brasil, às 7h50 da manhã, com Geraldo Freire, na terça com Aldo Vilela, e daí por diante. Um abração, pessoal. Tudo de bom. Fiquem com Deus e bom sábado, bom domingo. Espero que todo mundo esteja gostando desse feriadão. Um abração.