T03E11 - Os Cheetaliciosos 20 anos de ‘The Cheetah Girls 2’ | Nem Zapping Nem Zone
O podcast "Nem Zapping Nem Zone" é uma homenagem do Cassio Neves e Lucio Pozzobon ao Zapping Zone, programa clássico do Disney Channel dos anos 2000. Cada programa terá muitas indicações e comentários sobre artistas, séries e filmes do canal (e muito mais!) ⭐
Estamos prontos para gritar DE-TO-NOU! 🗣️
Neste episódio do Nem Zapping Nem Zone, viajamos para Barcelona para relembrar o filme ‘The Cheetah Girls 2’ que bateu recordes de audiência e marcou a última vez que Galleria, Chanel, Dorinda e Aqua cantaram juntas. Além disso, comentamos sobre a trilha sonora icônica e as novidades sobre 'The Cheetah Girls: Next Gen', que será lançado em 2027.
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- Comemoração dos 20 anos de 'The Cheetah Girls 2' e seu legadoThe Cheetah Girls 2·Disney Channel·Deborah Gregory
- A importância da trilha sonora e coreografias de Kenny Ortega em 'Cheetah Girls 2'Kenny Ortega·The Cheetah Girls 2·Trilha sonora·Coreografia
- O sucesso de audiência e a produção rápida de 'The Cheetah Girls 2'The Cheetah Girls 2·High School Musical·Cadete Kelly
- A representatividade e a rivalidade feminina nos filmes 'Cheetah Girls'The Cheetah Girls·Rivalidade feminina·Representatividade
- Detalhes sobre 'The Cheetah Girls: Next Gen' e o retorno de personagensThe Cheetah Girls: Next Gen·Raven-Symoné·Adrienne Bailon·Sabrina Bryan·Kylie Williams
- O impacto cultural de 'The Cheetah Girls' e a influência em novas geraçõesThe Cheetah Girls·Keke Palmer·Representatividade
Olá, sejam muito bem-vindos! Esse é o Nenzap Nenzon. Estamos aqui no nosso 11º episódio da terceira temporada para falar sobre os chitaliciosos 20 anos de The Cheerios Girls 2, né, que foi comemorado no dia 25 de agosto de 2026. Cássio, como você está?
Tudo bem, você como tá?
Eu estou um pouco triste porque hoje não tá frio o suficiente, Cássio, para eu gravar com meu blusãozinho, né? Semana passada, no dia 25, eu usei porque tava frio. Deixa eu mostrar para o público. Olha que lindo, né?
Olha, desse daí nem vende aqui, mas você sabe muito bem disso.
Eu sei, mas nem no Brasil vende, porque eu comprei na Shein, né? Inclusive, ele é um tamanho masculino, só que eu achei ele meio curto mesmo pegando o maior tamanho. Né, então ainda me sinto um pouco estranho nele porque parece que ele tá sempre curto demais, mas tá tudo bem, né? Não é cropped, mas também se fosse não seria um problema. Mas ele está aqui do meu lado, né, fazendo essa representatividade do nosso blusãozinho do Tira Girls.
E Tira Girls, né, Cássio? Ah, muito antes de começar a falar sobre o assunto, tem coisas, uma coisinha que a gente não faz faz um tempo, né, Cássio? Que é pedir para as pessoas se inscreverem no canal do YouTube. Seguir nas plataformas de áudio.
Por mais que tem um aviso deste tamanho, a gente sempre esquece.
Tá sempre em vermelho. Aí hoje eu botei uma marcação em amarelo para não esquecer.
Mas é isso, é 20 anos de Cheetah Girls 2. O tempo voou, não é mesmo?
Demais. E só para lembrar, para quem não sabe, o Cheetah Girls O original, né, foi criado numa série de livros da Deborah Gregory, que são uma série de 16 livros, né. Ele foi lançado entre 99 e 2011, mas a estrutura dos filmes é, na verdade, só pega a base, né, da história ali da Deborah Gregory, que ela é uma pessoa ainda muito presente nas redes. É muito legal ver o Instagram dela, quem tiver oportunidade, porque ela tá sempre usando alguma roupa de Cheetah, meio na temática Cheetah.
Então ela, apesar de não escrever mais sobre, ela nunca deixou esse universo de lado, né?
Ela é muito fã, né?
Muito demais, né? Também fã dela mesma. Eu adoro quando ela posta os sapatinhos dela com temática cheetah, acho muito bom. E Cássio, uma coisa que eu tava nessas buscas, né, ainda sobre o filme, esse é um filme que ainda foi produzido pela produtora da da Whitney Houston, né, que produziu o primeiro filme e seguiu nesse segundo.
No terceiro que elas não participam mais, mas tem que fazer uma piada com o terceiro filme. Pode fazer. E quem seria? Nem o Kenny Ortega foi, né, amados?
Mas, né, o que acontece, esse filme, uma coisa que eu achei muito chocante, que na verdade a gente vê hoje nas produções, por exemplo, quando a gente assiste agora as produções de Descendentes Zombies, que eles fazem com um ano de diferença, né, com as gravações. Esse filme, ele teve as gravações das músicas iniciadas ali no final de 2005, eles gravaram o resto da trilha sonora em 2006, e eles gravaram de 11 de março de 2006 a 7 de maio de 2006, e o filme foi lançado em 25 de agosto.
Ou seja, era uma produção muito rápida. E assim, eu Se a gente vai pensar, é muito maluco porque era gravado em outro país, né? Provavelmente equipes estrangeiras da Disney, contratadas pela Disney. E mesmo assim é um dos maiores sucessos de audiência da Disney naquele ano, né? Tanto que se a gente vai olhar os índices de audiência, o último filme que tinha atingido uma audiência tão alta tinha sido em 2002 com Cadete Kelly, que tinha sido 7,8 milhões de espectadores.
E o Tira Gross conseguiu 8,1 milhões na estreia. Né, depois só foi no mesmo ano teve High School Musical 1, que teve 7,7 milhões, e mas depois só foi superado por Jump In em 2007 com 8,2 milhões e High School Musical 2 com 17,2, né. Aí ficou realmente muito difícil de superar qualquer audiência que fosse difícil.
E um dado interessante também é que o primeiro filme de 2003 Então é uma sequência de 3 anos depois, né? Não é uma sequência que aconteceu, ela já foi anunciada logo em seguida e já começaram a trabalhar no ano seguinte e 2 anos depois aconteceu. Não, foram 3 anos ali de diferença, o que deixa esses 8,1 milhões de espectadores aí com um grande feito, né? Uma marca de grande feito alcançado E diga-se de passagem, com um filme totalmente atemporal e muito bom, né?
E sem dúvida, né, movimentou. Agora a gente como adultos movimenta também o imaginário das pessoas no momento de vai programar uma viagem, vai visitar esses espaços, né? A gente tem vários vídeos na internet das pessoas fazendo meio que um tour, né? Até o Mateus Maggi, que a gente já comentou aqui, fez esse tour também. Ele acho que até tem registrado nas redes, vou ver se ainda tem essas informações para deixar os links. E é muito interessante também como as pessoas mantiveram isso no imaginário, né?
E até muito interessante como as pessoas, quando estão reproduzindo, sei lá, as danças lá em Barcelona, essas coisas assim, para muita gente ainda é um pouco estranho porque não se tornou algo tão popular como High School Musical, Cheetah Girls, né? Mas se mantém no imaginário muito de muitas pessoas, né?
Eu acho que infelizmente o Cheetah Girls, e aí eu boto um pouquinho da culpa na Disney, Ele sempre foi vendido como uma coisa muito feminina. Na verdade, o Disney Channel no geral sempre foi muito vendido como feminino. A gente que cresceu nesse meio, a gente entende muito bem isso, né? Apesar de não ser, os filmes eles são, eles não têm gêneros específicos, né? E o Cheetah Girls, ele sempre foi muito segmentado ali para o feminino e acabou ficando na bolha feminina, entre muitas aspas, né?
E aí eu acho que isso atrapalhou um pouco também dele furar um pouquinho da bolha, igual High School Musical teve. Sabe, tive raiva de comer biscoitinho, a música, mas tive sorte também.
Sim, mas eu acho que assim também trazia um aspecto que se tornou muito comum nesses filmes femininos, principalmente da Disney e outras produtoras também, mas nesse segmento adolescente, que era trazer uma certa rivalidade feminina, né, entre as protagonistas, né. A Tira Gross 2 tem um quê nesse segmento, mas não acho que seja o grande, né, o grande destaque do filme. Mas era algo que era colocado muito nessas histórias, né? Eu acho que era talvez muito comum da época a gente também fazer essas correlações.
Sim. E aí, esse é um ponto legal de você trazer, porque o André não conhecia Cheetah Girls, então eu apresentei a ele, né? Ele assistiu recente e assistimos recente os dois últimos filmes, né? E ele falou uma coisa que ele falou é: todo filme elas rompem, todos os filmes da Cheetah Girls acabam. Sim, todos os filmes da Cheetah Girls acabam. Em todos os filmes elas brigam, a banda acaba, depois elas voltam. E sempre tem essa rivalidade feminina ali sendo— e aí é um ponto que eu trago, é de que sempre tem alguém por trás causando essa rivalidade feminina.
Sempre tem uma terceira pessoa ali que traz essa, que fomenta ali essa briga entre elas.
No primeiro filme era o Jekyll, né, que era o produtor, aquele que queria transformá-las em uma banda de bichos com máscaras, né. O segundo filme era a Marisol, que eu nem vejo ela exatamente como uma vilã, meio que a estrutura tornou ela como uma vilã. E no terceiro filme eu não lembro quem era. Tu quer assistir?
Era o diretor do filme. Que elas estavam gravando em Bollywood, que tinha o tio do rapaz que foi lá para os Estados Unidos.
Tem a música Dance If You Can, né, que elas fazem a batalha ali para decidir quem seria a protagonista, verdade?
Exatamente, que ele só tinha orçamento para uma e o sobrinho queria as três.
Mas, Cássio, eu acho que num sentido comemorativo, né, dos 20 anos de Cheetah Girls, acho que dá para destacar que os perfis do Disney Channel, do Disney Plus Fizeram uma boa divulgação com conteúdos, trechos de vídeos, carrossel, né? Não foi também tão grandioso assim. Eu acho que uma coisa que falta nesses filmes famosos do Disney Channel é ter exibição nos cinemas. Obviamente a gente sabe que aqui seria mais difícil, mas lá no exterior a gente sabe que seria mais possível.
Acho que seria um filme que seria muito visto nos cinemas, mesmo que sessões especiais, sejam elas sing-alongs, sejam elas normais. Então acho que talvez falta esse posicionamento da Disney de olhar para esses filmes e dizer assim: podemos fazer uma exibição desses filmes aqui, sabe? Exibir eles de outra forma, como High School Musical 3 foi exibido. High School Musical 1 também ganhou exibição, mesmo que limitada, ganhou exibição.
Seria ótimo porque daria visibilidade para esses filmes que vivem tão, ainda mais hoje em dia, acalorados na mente aí da nossa cabeça, de que crescemos com eles, né? E sobre apresentar para novos públicos também. Então é a oportunidade perfeita. As Cheetahs estão sendo ali, não tá sendo feito um reboot, tá sendo feito um novo filme, é uma nova geração. Seria muito legal apresentar esses 3 primeiros filmes para essa nova geração que às vezes não faz ideia de que já existam 3 filmes anteriores a ele.
Pois é. E eu acho que é interessante também como a Raven tem feito isso, né? Ela tem falado com muito orgulho: estamos trazendo uma nova geração. Ela ressalta muito nesse sentido de precisamos que as pessoas entendam que existe aquela versão do passado, mas a gente também precisa trazer esses novos personagens para que uma nova geração fique interessada, né? Assim como eu acho que Descendentes faz isso muito bem, de fazer essa busca dos vilões, de fazer com que as pessoas assistam os filmes originais, as animações, para que se encaixem, né?
As informações. E Tira Gross também tá fazendo, seguindo esse mesmo protocolo, né?
É, e o próprio Camp Rock 3 também, que trouxe ali os Jonas Brothers e a Demi Lovato de volta, mas não no protagonismo. Os Jonas Brothers até apareceram muito, mas ainda assim não foram os protagonistas do filme. Eles foram uma engrenagem importante, mas não centro das atenções, né? E deu ali aos protagonistas foco total E o filme desenvolveu muito bem com eles, apesar de tudo que a gente já falou. E assistam o nosso episódio anterior que é sobre o Ken Brock 3.
E, Cássia, eu acho que também é interessante ver como lá nos Estados Unidos a Disney se importou em alguns momentos de fazer algumas coleções específicas para esse momento de 20 anos de Tiger Claws 2. Algumas lojas lançaram camisetas especiais, mas nada assim com grande divulgação, né, que a Disney tenha feito um post, digamos, ah, compre na loja tal. Isso meio que tu descobria acompanhando rede social dos fãs repostando e mostrando quais lojas tinham, quais eram as opções.
Aqui no Brasil, a Uzi Poppins, né, que é uma loja de camisetas feita por fãs para fãs, né, sem vínculo com a Disney oficial, fez umas camisetas muito legais. Inclusive comprei uma, né. Então achei muito bom como também foi visto isso também de uma maneira positiva, né, de tentar trazer esses personagens de uma forma inteligente também.
Totalmente. Aqui no Brasil as Cheetahs elas não têm tanta força, né? Ficou muito de nicho, né? Tanto é que nos Estados Unidos as Cheetahs viraram uma banda, uma banda real, saíram em turnê e tudo mais sem a Raven, porque tava Raven, tava nos compromissos das visões da Raven. Mas as Cheetah Girls foram uma banda real, uma girl band, né, que saiu dos filmes e virou é o protagonismo, né?
É, no caso, tanto a Adrienne Bailon como a Kili Williams, elas vieram de outra girl band, né, que é a 3LW, e que já era uma banda de R&B, né, ali dos anos 99. Elas foram, né, incluídas no mundo Tira Gross e depois se mantiveram, com que teve até o álbum, né, pós os filmes, que era o TCD, que eu acho um álbum incrível. Que, né, tem Fuego, umas músicas muito legais que eu acho que na verdade não foi bem aproveitado, né. Até tem uma entrevista muito legal da Adrienne Bailon para People em abril desse ano que ela fala que ela acha que hoje em dia o The Party Just Begun e até o próprio álbum do Tira Grossos 2 mereceria um Grammy, né, poderia concorrer nas categorias que existem hoje em dia de trilha sonora de filmes ou de mídias, né, digitais.
Então foi algo que na época talvez não era oportunizado porque não via um filme de televisão como filme de televisão, não é filme de cinema, né? Então era meio que cortado isso. Então a gente vê hoje em dia como é importante também essas mudanças nas categorias de premiação valorizando também esses projetos que às vezes são menores, né? Nem tão menor assim porque é um filme gravado em Barcelona, mas que também carrega nessa trajetória e carrega essas possibilidades de incluir outros públicos.
Mas, Cássio, antes da gente pular para falar da história, eu queria só deixar registrado que no mesmo dia da comemoração dos 20 anos de Tira Gross teve o falecimento, né, o anúncio do falecimento da Dolly Parton, né, que faleceu ali no dia 25 de agosto. E a gente também tava numa expectativa de ver como é que a Disney vai reagir, né, porque a Dolly foi muito presente dentro do universo Disney E naquele dia só a D23 e os Muppets fizeram dentro dos seus perfis oficiais homenagem.
E nos outros perfis da Disney, Disney Channel, foi só no dia seguinte, que foi uma coisa assim meio, pô, não era difícil fazer um corte, né? Mas foram lentos demais, o que não surpreende também muito a gente, que a gente sabe muito bem como funciona.
Disney e internet é uma coisa que não dá liga até hoje, né?
Pois é, não sei o que falta, né? Se é uma equipe, se é vontade.
Às vezes eu fico me perguntando, acho que nem equipe, porque impossível alguém da equipe não ter pensado, putz, Dolly Parton, Hannah Montana participou várias vezes, a tia Dolly, vamos fazer um corte.
E sem contar, Cássio, que tinha cortes de perfil de fã com qualidade melhor que eles postaram.
Nossa, exatamente.
Mas agora já, né, ficamos muito tristes com a morte da Dolly. Uma coisa que o Léo Francisco, né, nosso amigo que já gravou aqui, já é muito fã da Dolly. A gente até comenta, eu e ele, de algum dia ir para o Dollywood, que é o parque da Dolly. Então vamos ver em breve o que que isso acontece. Mas é muito legal ver a trajetória dela e também ver como as pessoas que ainda mantêm o legado dela, né, seja a Miley, seja os seus parentes, que vão manter os seus projetos em vida.
Mas seguindo, né, então Tira Girls 2, ele foi um filme que se passou em Barcelona, né. As Tira Girls, depois do fim do primeiro filme, né, se passou 3 anos ali dentro da história. Elas estavam finalizando o ensino médio e tinha essa viagem para Barcelona, que também tinha um concurso musical no meio do caminho. Que as mães delas não estavam muito felizes com essa possibilidade, né, que elas fossem ali participar desse concurso musical ou criar uma possibilidade numa carreira musical.
Mas aquela história, né, mãe às vezes não concorda totalmente, mas tá lá participando, né, a maioria, né. Não vamos falar por todas, mas a maioria delas são assim. Então é muito interessante como eles trouxeram essa narrativa um pouco familiar também, né? Porque ali dentro do contexto familiar a gente não conhece as mães da Aqua. A mãe e o pai da Aqua eu acho que nunca apareceram no primeiro filme, pela minha lembrança. É, a mãe adotiva da Dorinda aparece, né, no primeiro filme, mas nos seguintes elas não são incluídas nisso.
Então a gente tem só a Doroteia e a Aqua aqui. Desculpa, A Doroteia e a Ronita, né, que a Doroteia é a mãe da Galeria e a Ronita que é a mãe da Chanel. E temos também o retorno da Kenny Ortega, né, que tinha acabado de sair do grande sucesso Reggae Sumiu School 6, né. Na sequência do lançamento ele já entrou para viagem de gravação para o Tira Gross 2, então já estava nos seus planejamentos essa viagem, essa produção. E também o Kenny Ortega, como sempre, entrega ótimas coisas. Mas eu acho que uma das principais dele é coreografia.
Cara, eu amo que tudo que esse velho bota a mão vira ouro. Cara, Cheetah Girls ganhou uma vida. Ele, como diz a cariúcha, ele deu uma carreira para as Cheetah Girls.
Elas pintam Barcelona, pintam.
E é muito incrível assim, eu concordo com você que o forte do Kenny é sempre a dança e tal, e que acaba fazendo total diferença para o enredo, né? Tanto é que eles são assim, eles só se envolvem, não, eles se envolvem mais em projetos musicais. E assim, é nitidamente, a gente consegue ver nitidamente o crescimento do Cheetah Girls 1 para o 2, sim, tanto o salto da qualidade de tudo. Músicas, dança, enredo, enfim, foi um amadurecimento muito grande.
É, e eu acho que é interessante também perceber como o Kenny Ortega, né, ele nunca deixou de fazer as coisinhas que ele gosta, né. Teoricamente ele tem um projeto com a Disney em andamento, que é uma versão adolescente musical do Fantasma da Ópera, que não se sabe o quanto está, né, se sabe que está em pré-produção, mas aquela história até que ponto, né, até quando vai ser lançado. Teoricamente um musical também. E a gente sabe que, né, ele sabe muito bem adaptar essas coisas aí.
Sim, até esses tempos ele postou, né, que ele foi visitar os ensaios do pessoal que tá indo para o Worlds Collide, a nova turnê do Worlds Collide. Então é interessante como ele não larga o osso, né, ele tá sempre ali observando olhando para as coisas. Então acho que é muito legal ver como o Kenny Ortega, ele não, não tem medo de arriscar, né? Porque eu acho que esse é um ponto muito interessante dos filmes dele. Porque Tira Gross traz uma trilha sonora um tanto quanto complexa, né, Cássio?
São músicas muito animadas, mas também entram em músicas que trabalham com um estilo de música diferente, né? Trazem um pouco dá uma latinidade ali que a gente não vê nos outros filmes, né? Elas adaptam isso, que eu acho que é muito interessante, as narrativas, a também o estilo de música que vai ser presente ali.
Sim, é uma trilha sonora bem completa, bem diversa e completa, né? Tem ali os tons, obviamente tem que ter, o meio tango, meio gitano, sabe? É bem vivo, é bem presente esse sentimento, né? A gente pode falar da latinidade.
Tem uns tons de dança do flamenco ali que ele traz também para dentro da dança. Então acho que ele consegue olhar num todo, né? Tipo assim, temos uma hora e meia de filme, o que que podemos apresentar para o público aqui? Então ele apresenta os pontos turísticos que vão virar referência para o público, ele apresenta músicas em formatos diferentes, ele apresenta ali também uma música que é um clássico, né, o Alananitanana, que é um dueto que a Chanel e a Marisol fazem, que é uma música que é clássica já, ela não é uma música original do filme, mas eles trazem uma nova versão ali.
É uma canção de ninar, né, típica.
Então é interessante como eles conseguem olhar para a história e dizer assim, que elementos a gente pode trazer aqui para construir uma narrativa que seja interessante e fazer conexões, né? Porque, por exemplo, vai falar ali no momento que vai cantar numa canção de ninar, vai falar obviamente da relação da mãe e filha Chanel e Juanita, né? Então é um pouco impossível deles não conectarem isso de certa forma.
E tem um pouco a ver com a história também, né? Porque a Chanel, ela não aceita muito o casamento, novo casamento da mãe. Ela não gosta muito, é que não gosta, ela não aceita muito o novo padrasto, né? E aí elas estão justamente na casa desse padrasto, então ali vivendo os dias a dia ali junto com ele, essa nova família riquíssima.
Riquíssima.
Mas para ela ali é uma questão, né, porque ela não consegue aceitar ainda. Ela tá naquele momento de aceitação, né. E enfim, a mãe vai casar e não tem volta atrás. E também não é uma decisão dela, uma decisão da mãe dela.
Não, e Cássia, sem contar que esse momento, né, de termos essa casa riquíssima, né, desse palácio, né, É um palácio. Garante pra gente também aquela cena icônica do It's Over, né, que é a música mais dramática do filme, que como tu tinha falado já lá, sempre arranja um jeito de terminar. E tem aquele momento que elas abrem a porta do varandão do quarto e fica assim, ai, nossa, gente, que lindo! É muito novelesco aquilo, mas é o tipo de coisa que fica assim, era necessário, sabe? Não era uma batida de porta, a gente precisava fazer, abre e voa a cortina, né?
Sim, tem que ser dramático, sabe? Tem que ter essa coisa de novela.
Então acho que é isso também, é eles conseguirem entender que as músicas, né, eu acho que muita gente ainda questiona de por que assistir um musical. Eu acho que isso é uma referência muito interessante, por exemplo, estou assistindo musical porque as coisas se conectam, a música tá me contando uma história, né, não tá avulsa ali no enredo.
É entender que a música dentro de um filme musical ela é como se fosse uma passagem, ela é como se fosse uma transição ali, não uma passagem, uma transição. E que cada música ela tem uma história e que ela faz sentido ali naquela cena, naquele momento e tudo mais. E eu acho que o Cheetah Girls, assim como o High School Musical, acho que a gente pode dar esse mérito para o Kenny Ortega, né? Sempre faz muito bem, né? Sempre muito ligado.
Não é uma música aleatória no meio do nada, tirando Rumo Rumo no Quapoá, não faz muito sentido, mas ele ficou sentadinho.
Felizmente é uma cena extra, né?
É isso aí. Mas que ele liga ali as histórias, porque as histórias, por que que é tão dramático para as chitas ali representarem? Tem uma dramaticidade, tem uma interpretação, tem uma dança às vezes uma um pouco mais forte, enfim, mais intensa, né?
E eu acho muito bom que, como o Kenny Ortega é coreógrafo, né, Ele, esse filme também traz bastidores, né, aquela parte ali de ensaios, né, que eu acho uma coisa que realmente acho muito aleatória nesse filme é a hora que elas estão ensaiando Step Up lá na sala de dança e de repente tem um letreiro do nome delas no salão. Eu fico assim, gente, compraram, compraram, né? Tinha as letras avulsas, montaram ali, penduraram. Como é que foi isso?
Essa parte para mim é muito avulsa. Sempre quando eu assistia, eu ficava assim, gente, não faz muito sentido, sabe?
Aí um pouco é o que a cenógrafa conseguiu fazer no momento.
Mas aí também, falando nessa parte dos ensaios, tem uma parte ali que é, acho que é muito importante, né, que tem a Dorinda ganhando um destaque sozinha, que ela tem a música Dance With Me ali. Então acho que é uma cena muito legal também demonstrar essas interações. No fim, se a gente vai perceber, a Aqua é sempre a que fica mais deslocada dentro das narrativas. Sim, até acho que é por isso que ela não volta, não só pelas brigas que ela tem com o elenco, mas também é por isso que ela não volta para o próximo filme, né, o Next Generation.
Então acaba que tu entende, né, que existe essa necessidade de contar essas histórias Mas às vezes tem personagem que tu não consegue dar sequência.
Sim, às vezes ela também é o alívio cômico, né?
É isso. Mas um alívio como meio dramático, né? Porque ela sempre foi dramática.
É, mas ela é a personagem também, né? Sim, é não só o personagem.
Mas seguindo nas músicas, Cássio, acho que a gente tem algumas músicas que são muito marcantes na história, né? Abrimos o filme com Party Just Begun. Que é ali o show que elas estão fazendo, que já mostra, né, todo o potencial do filme, né. As roupas já, digamos, uma reconfiguração de roupas, né, que elas saem daqueles pijaminhas de plush para essas roupas já com uma marca mais forte, então mais adulta também, né. Também a gente tem que pensar nisso, que esse filme, apesar de falar de fim do ensino médio, a gente já sabe que é uma fase mais adulta das personagens também.
E é também de mostrar que as Chitas deram certo, né? E que já tava ali de uma, já não era mais uma banda de casa, né? Elas já estavam estabelecidas ali no mercado.
É, de festival de colégio.
Exatamente, exatamente. E aí é muito difícil a gente falar dessa trilha sonora porque ela é muito boa, na minha opinião, uma das melhores trilhas. Ela entra ali nas top melhores trilhas de filme Disney Channel. E digo assim que é meio difícil esse top, né, porque tem, são vários hinos aí. Começa com The Party Just Began, e aí depois a gente tem o strut, que é o, que aí elas apresentam nas ruas de Barcelona. E a gente tem aquela icônica cena da Raven abaixando o bueiro.
Que é o ponto que todo mundo se pergunta quando as pessoas vão visitar e fazer as fotos dos espaços da Triad Growth. O que tem ali? Nada.
Nada, gente. Gente, é só um bueiro. Eu não sei se é bueiro, se é calabouço, se é... Enfim. É um buraco na parede.
É o tipo de coisa que eu fico muito curioso de entender. Aquilo ali foi um improviso? Aquilo ali estava planejado?
Raven, por que que você fez isso?
Isso é uma coisa que eu já vi várias entrevistas da Raven falando sobre o filme e nunca ninguém pergunta. Eu fico assim, por que que ninguém nunca pergunta, né? Se algum dia a Dizzy der oportunidade pra gente, estarei com essa pergunta como a primeira da lista. Primeira.
Se quiser levar a gente pra Cheetah Girls 4, com toda certeza a gente vai aceitar e vamos fazer essa pergunta pra Raven. Mas enfim, além desse momento, tem ali vários pontos de Barcelona que são mostrados, ruas, pontos turísticos, obras de arte na rua. Enfim, é o momento que apresenta a cidade e também aproveita para fazer aquela drama de cidade ali das garotas.
E também depois segue mais para o fim do filme, né, temos Amigas Chitas, que é uma música que marca a apresentação final delas, né, que tem toda uma referência de dança, principalmente focando nessa dança mais flamenca. Trazendo também referência nas roupas que elas estão usando. Tem a referência do grande chapéu da Raven, que vira meme, e toda vez que as pessoas vão fazer uma brincadeira, o chapéu vai aumentando e aumentando e aumentando, né?
Nunca acaba.
Eu vim aqui para ver se tinha alguma coisa para representar, mas não tem. E também marca a última aparição da Raven como grupo, né? Como dentro do universo, como Matilha Girl. É a última vez que ela está junta com as meninas cantando algo, né? Porque a dela ali das Cheetah Girls, de fato, é porque desde o início a mãe dela já tinha também deixado claro que você vai viajar e depois você vai para faculdade. Já tava definido isso, não era uma questão dela decidir, né?
É isso aí.
E mesmo indo bem no concurso, ela já tinha essa noção. E também isso acaba sendo o fim ali dessa parceria que acaba levando para o Cheetah Girls One World, um mundo depois, em 2008. Que foi gravado na Índia, né? Mas esse foi o último momento da Raven-Symoné com o resto do elenco. E caso temos também, né, coisas que foram geradas a partir desse filme de produtos, né? A trilha sonora, além da trilha sonora normal que foi lançada e ficou em 5º lugar na Billboard 200 na época, vendeu mais de 1 milhão de cópias, ganhou disco de platina.
O álbum ganhou versão karaokê, que era muito comum dentro dos produtos Disney, né? Lançar as versões karaokê. Então teve Tira Gross 2 karaokê e também teve o CD mais DVD, que é uma edição com a capa prata, era bem limitada, que tinha algumas músicas extras, né, inclusive uma música para o filme Carros que elas fizeram, e também um pocket show e entrevistas. Tudo essa parte do pocket show e entrevistas não tem Raven dentro dos conteúdos. Já caracterizando, né, digamos, ela não está aqui para fazer parte do grupo.
Exatamente.
E mais uma coisa interessante, que após, né, o filme, elas já entraram numa turnê, né, que ela chamou The Party Just Began Tour. Então elas mesclavam músicas do primeiro e do segundo filme, e a turnê passou pelos Estados Unidos, Canadá, Porto Rico, e teve várias estrelas Disney como show de abertura. Então teve a Miley como Hannah Montana, teve vários artistas da Disney daquela época ali, 2006, 2007, que estavam fazendo esses shows de abertura com as Cheetah Girls.
Então também é um ponto interessante de ver como foi algo, né, importante também para Disney comercialmente.
Resumindo, Cheetah Girls 2 se consolida aí como um um grande marco na história do Disney Channel, na nossa história também, que cresceu sendo criança Disney, né? O quanto eles trouxeram de cultura para gente. É, primeiro filme é feito na cidade delas, Nova York, mas os outros filmes são sempre feitos em outros países com outras culturas. Temos a Espanha, e aí depois a gente tem a Índia. E por mais que tem um pouquinho, seja um pouquinho caricato, ainda tem um respeito muito grande pela cultura, né?
E de trazer a cultura, de representar a cultura por uma forma, por uma geração de crianças, que a gente pode dizer, né, que é público Disney, é criança, adolescente. Sim, de introduzir a cultura desses países para essas crianças e adolescentes de uma forma muito respeitosa, trazendo logicamente para o drama de cidade, porque é um filme, e para música pop. Mas no geral, Cheetah Girls 2 se marca, se consolida como um marco, como um grande hino hoje, após 20 anos.
Não envelheceu mal, a trilha sonora também não envelheceu mal. A gente pega o pop de hoje em dia, tem grandes referências. A música latina que cresceu muito, inclusive nessa época já vinha crescendo, né? Depois, ali junto, até mesmo junto com a Cita Girl, tivemos grande representatividade latina crescendo. Foi na mesma época do RBD que explodiu, saiu da bolha latina, foi para Europa, foi para os Estados Unidos. E hoje em dia a gente tem artistas tão importantes como Bad Bunny, a própria Anitta aqui no Brasil, que fez uma carreira internacional, tem uma carreira internacional grande, levando a música brasileira e o ritmo latino para fora do Brasil e para fora da América Latina.
E é muito legal a gente ver que lá no comecinho elas foram meio precursoras desse movimento, podemos dizer assim, talvez.
E, Cássio, acho que também é muito interessante, essa semana eu comentei contigo que saiu um episódio no podcast da Raven, da Miranda, né? A Raven e a Miranda são casadas. E tem o Tea Time with Raven Miranda no YouTube e plataformas de áudio. Isso aí é um episódio da Keke Palmer, né? E um corte que se destacou muito foi da Keke Palmer cantando um trechinho de Cheetah Sisters. E ela fala muito também sobre isso. E quando ela foi fazer as primeiras entrevistas na Disney, a referência dela era Cheetah Girls, né?
Muitas vezes perguntavam para ela qual era a maior referência de girl band para ela. Será Destiny's Child, será Tira Girls? E ela disse assim que da Destiny's Child ela acompanhava as integrantes separadamente, ela observava elas separadamente, mas fã mesmo ela era de Tira Girls. Afinal, na época ali ela era uma adolescente, né, ela tava recém-iniciando carreira. Então é interessante ver como a Keke Palmer também cresceu com essas referências, que é uma atriz que tem basicamente uma idade muito próxima da nossa, e também entende que aquilo ali foi importante para ela, não só por ser uma mulher negra que também via aquela representatividade em tela, via também aquelas possibilidades, né, de olhar para Raven e dizer assim, ela é minha maior referência, sabe?
De saber que ela passou por alguns projetos que não deram certo na Disney, né? Ela deu muito certo no Jump In, mas era para ter tido uma série que ela fez episódio piloto e tudo mais, não deu certo. Logo na sequência ela foi para Nickelodeon fazer True Jackson. Então acabou que algumas coisas não deram certo, mas também possibilitou que ela conhecesse essas pessoas, né? Estivesse perto e pudesse ter essa proximidade, né, que é muito interessante como o universo ali possibilita também para elas tudo isso.
Totalmente, totalmente. E é isso que a gente falou, as Cheetah Girls, elas tiveram uma importância muito grande, né, hoje um marco na cultura, vamos dizer assim. Porque tem toda essa questão de trazer culturas de outros países e tem a questão da representatividade. A gente tá falando de um filme de 2003 que traz duas protagonistas negras, né, duas adolescentes negras, né, uma latina e uma pessoa adotada, sabe, né. É uma É uma representatividade muito grande de muitos tópicos, e uma época que não se falava sobre isso.
A gente já comentou sobre isso várias vezes, sobre como antigamente as coisas eram muito caricatas, as coisas eram muito, né, tinha um estereótipo muito grande. E com a Chica Girls não, era sempre tudo muito natural, sabe? E hoje tínhamos a Raven, né, ali, que era uma referência muito grande, tava no seu auge. A Raven viveu ali com As Unhas da Raven e Cheetah Girls momentos assim incríveis, né?
Enfim, tem muito também. Se a gente vai olhar a trilha sonora na parte de composição de Cheetah Girls, as músicas que a Raven canta sozinha, porque tem algumas músicas dentro da trilha sonora que não são cantadas pelas Cheetah Girls, né? São músicas que ela também sempre se envolveu na produção e na parte de escrever, né, de composição. Então é interessante também ver como a Raven também se tornou esse marco ali dentro de entender que ela não podia ser só atriz, ela tinha que entender de produção, entender de direção, que é uma coisa que ela já fala muitas vezes que ela gosta muito.
Até na verdade me surpreende ela não ter se oferecido para dirigir esse filme. Né, não sei se chegou a rolar essa conversa, né, porque o próximo filme ali ele vai ser dirigido pelo Billy Woodruff, que ele fez— obviamente entendo a necessidade da Disney ter ele dentro da produção desse do Tira Gross New Next Generation, porque ele fez Honey no Ritmo dos Sonhos, que é um filme clássico de dança, e vários clipes da Britney Spears.
Então se a gente for botar dentro desses tópicos, a gente já pode criar uma leve expectativa, né, que pelo menos as partes de dança vão ser boas.
Não que a gente não tivesse criando, né?
Mas sim, porque assim, como eles estão indo para África, quer dizer, já estão gravando na África do Sul, né, eles estão com esse filme em produção aparentemente desde o ano passado, né, de muito— quando começou a surgir os primeiros boatos já existia essa conversa internamente ali. Né, então acho que é muito interessante como a Raven e a Adrienne, que são as principais que vão estar na produção executiva do filme, né, e vão estar no filme também, elas conseguiram fingir muito bem por muito tempo, né, que as perguntas sempre vinham e elas diziam assim, não, quem sabe, né, nada era tipo muito bem, é sempre era um jeito.
Até, Cássio, lembra que eu tinha comentado contigo que o marido da Adrienne Bailon, ele tem aquele grupo de coral gospel que ganhou Grammy esse ano, nesse último ano, e eles já passaram pelo Brasil agora. Acho que era início de agosto, se eu não me engano, que eles viriam para o Brasil. Eu até comentei contigo, será que ela vai vir? E eu fiquei assim, não vai, não vai vir mais, ela não vem mais. É porque bateu bem nas datas que elas estavam na África do Sul gravando, né?
Até foi um período que foi interessante como a Disney também se despertou nesse sentido, né? Que já tinha acontecido em Camp Rock 3, que eles tinham levado influenciadores para fazer conteúdo lá com o elenco durante as gravações. Obviamente conteúdos que tu tem que guardar num drive e esquecer, porque só pode postar depois que o filme for lançado. Mas foram levados alguns influenciadores que fazem conteúdo e que citam muito o Tira Girls, né, principalmente a parte de dança.
Então eles levaram 4 ou 5 influenciadores, agora exatamente quantos eu não lembro quantos foram, mas para acompanhar as gravações. Eles não mostraram nada assim, nada, nada, nada que pudesse dar uma pista para gente, né, nem comentaram se conheceram o elenco, essas coisas assim, nada, né. Então eles ficaram acho que uma semana por lá pelo, aquela história, o que mostram nos stories é ali o ao vivo, né? Quanto tempo de diferença tem naquela postagem? Será que a Disney pediu para aprovar? Então fica essa curiosidade também.
Fumaça para alguma coisa.
É, pois é. Mas falando nisso, né, Cássio, falando já no Cheetah Girls Next Generation, ele tá previsto para 2027, né? Provavelmente vai seguir como foi esse ano, né, Descendentes, depois Camp Rock. Ano que vem vai ser Zombies e Tira Grooves. Eles vão fazer esse jogo dos filmes, provavelmente vão manter a mesma lógica ali por julho, agosto. E vai ser aquele mesmo esquema, lança no Disney Channel. Quer dizer, né, vai saber o que vai acontecer com Disney Channel até lá, mas se ainda continuar existindo, né, Disney Channel, e no dia seguinte no Disney Plus.
Isso aí, para a gente é só no Disney Plus.
Exatamente, né, só se resolverem voltar, mas duvido muito.
Disney Brasil já abriu mão. Pois é, eu fico me perguntando se o Disney Plus amanhã vai existir aqui no Brasil.
Mas, Cássio, pelo menos nós temos um desconto na Renner a cada R$159, né?
R$179. Me faltou R$20. É sobre, né?
Mas o que nós temos já, que a gente sabe sobre Cheetah Girls Next Generation, né, no caso Temos o retorno da Raven-Symoné e da Drani Baylan, né, como vão estar ali no universo das personagens. Não serão protagonistas, mas estarão por ali, né, também farão parte da produção executiva. Vamos ter uma participação especial da Sabrina Bryan como a Dorinda. A gente já supõe que vai ser um Zoom, né, porque aparentemente ela não foi para África do Sul, então Não sabemos como é que vai ser isso, né?
Ou se eles gravem nos Estados Unidos depois algumas coisas, né?
É, eu acho que vai ter alguma coisa de escola, talvez, não sei, né?
É como geralmente era, né? O início do filme sempre era na cidade e depois iria para viagem.
É, pode ser isso. Talvez se a Dorinda tiver uma família, alguma coisa assim, talvez já inclua isso, né? E depois também nós já sabemos que a Kylie Williams não vai participar, pelo menos até o momento tudo indica que não, né? Porque tem aquelas brigas dela e tem a briga da mãe dela com a Adrienne Bailon, né? Todo mundo, os vídeos de live da pandemia que a Raven cai na gargalhada. Então sempre foi uma relação muito complexa. Então a gente não sabe exatamente como vai seguir isso, se teremos uma referência dela. Eu imagino que pelo menos visualmente uma foto talvez apareça, né?
Eu acho que igual fizeram com a Raven, né? Foi para faculdade. Ah, ficou na Índia, casou com um indiano. Enfim, vamos ver, né?
E nós temos também o retorno das— agora vão virar, né, mãe, as mães da galeria e da Chanel, né, que retornam ali. A Doroteia e a Juanita, elas retornam. No caso, a Juanita não volta só como mãe da Chanel, como volta mãe da Dior. Eu adoro que ela bota o nome de marca, né? É, vou botar a Renner e C&A nos meus. Tem que ser das marcas que a gente tem possibilidade, né, cara?
Claro, vai que, né?
É, C&A, como diria, né, a Kate da Vozes Abusadas.
C&A, meu amor! C&A, meu amor!
Mas aí vamos ter o retorno delas também. E a nova geração, né, que nós já temos ali dentro da história, já divulgado até. Inclusive, Cássio, tem sempre aquele ponto, né, que a Disney tenta: ah não, isso não é assim, não vai acontecer dessa forma, né? Tenta despistar. Tem os perfis da Disney ali que conseguem informações exclusivas. Que uns bons dias antes da Disney anunciar em vídeo quem era o novo elenco do Tira Gross, já tinha divulgado quem era o elenco.
E a Disney conseguiu cair o post nas redes, conseguiu derrubar no Twitter e no Instagram. Então, só que assim, é o tipo de coisa, derrubou como se fosse uma informação falsa, mas era exatamente o que eles estavam dizendo.
Exatamente. O problema é que eles têm um jurídico forte, essa é a questão.
Mas chega um pouco, chega a ser um pouco vergonhoso, né? Ainda se tivesse uma informação que não tivesse ali correta, Meta, é, né?
Não é o caso, não era o caso, né?
Então nós vamos ter nessa nova geração a Lia Sava Jeffries, que faz a Faith, que é a filha da Galeria. Nós temos a Carmen Sánchez, que vai ser a Dior, que é irmã da Chanel, também filha da Juanita. E nós temos a Kaylin Chang e a Sophie Lennon, que eu não vi se já tinha os nomes dela, não botei na pauta. Mas também são parte do elenco e não tem conexão teoricamente com personagens que já fizeram parte daquele universo, né? São amigas ali dentro do grupo aparentemente lançado.
Temos também uma atualização da semana passada, que a atriz Sofia Bush foi escalada no papel da Jenny Free, que não tem sinopse, não sabe o que que ela vai ser ainda. E é isso, não temos uma sinopse, né, do que que vai ser, de como vai ser. A gente já imagina que eles vão seguir a estrutura de sempre, como tu comentou, né, Cássio, de ter um período escolar e depois uma viagem. Então fica essa dúvida do como vamos contar essa história, mas eu já, como falei, crio expectativa por bons números de dança.
Tudo que a gente tem um sonho E falando em sonhos, né, esse mesmo perfil que já tinha divulgado sobre o Tira Gross, que é o perfil Descendentes Fan Updates, eles já divulgaram que a Disney e a ANG, que as mesmas empresas que coordenam Worlds Collide, já estão em pré-produção da temporada do ano que vem, né, no caso para essa nova turnê, que a gente não sabe se vai se manter com Worlds Collide, mas eles já definiram que vão ser com os elencos de Descendentes: Hiding Heroes e Cheetah Girls: Next Generation.
Por aí. Enfim, vamos desejar sucesso para esse projeto.
Ah, sim, com toda certeza. São coisas que não chegam aqui oficialmente, digamos, para a gente ir como público, né, pagante. A gente vai assistir provavelmente só a gravação do Disney Plus. Mas eu acho que são coisas que dá para ver que são formatos e coisas que estão funcionando para atrair público, né? Eu acho que isso é uma coisa que a Disney deixou de lado por muito tempo e tem entendido que eles precisam buscar outras alternativas.
Que inclusive, assim, se a gente for lembrar lá da nossa época, da nossa época, a gente só teve o High School Musical nesse grande evento assim para fora dos Estados Unidos. E o Camp Rock 2, que teve, enfim, a turnê do Camp Rock 2 foi completamente bizarra. Só que do High School Musical, que era o grande auge do momento, só teve do primeiro filme. Do segundo, do terceiro, não teve nenhuma promoção em show, né, em concerto especificamente.
Muito provavelmente por conta de agenda dos artistas, que eles já estavam em outros momentos. E é isso assim, a gente não tá nem recebendo o que é latino, imagina o que vem dos Estados Unidos, né?
Pois é. Ah, agora eu me lembrei que eu não falei muito sobre a participação da Dolinda. Da Dolinda, olha a loucura! A Belinda. Exato, Dolinda. Misturei a Dolinda com a Belinda. Mas vale lembrar que a Belinda ela fez essa participação no filme, né? Foi foi logo pós as informações que vazaram que ela também tinha feito teste para Serrana Montana, né? Então nesse momento aí, é, teve aquele momento que vazou as informações quem seriam as possíveis finalistas, que seria a Belinda, a Taylor Momsay, a Daniela Monet e a Miley Cyrus, né?
A gente sabe que ficou a Miley Cyrus, né? Daniela Monet migrou para Nickelodeon, a Taylor Momsay foi para Gossip Girl. E a Abelinda seguiu fazendo sua carreira no México, né, que ainda se mantém como uma das principais artistas do México ali. E fez uma participação muito legal. Acho que na verdade ela não teve tanto tempo de tela para desenvolver uma personagem. Alguns enredos ela fica meio que num subtexto, né, não fica uma coisa bem declarada.
Mas eu acho que ela teve uma participação boa. Parte musical é meio difícil de falar mal dela porque ela canta muito bem. Sim, então foi meio que uma participação assim, né, vamos agradar o público do México gravando na Espanha.
Mas a Belinda, ela é espanhola, né, ela é espanhola, nasceu na Espanha, mas vive no México, carreira dela no México.
É, eu nunca parei a pensar onde é que ela tinha nascido. Ah, é verdade, Madrid.
Ah, olha, eu coloquei Pois é. Não, mas assim, você não está errado, porque o nosso pensamento é de que ela é mexicana a nossa vida inteira. Para mim, eu descobri isso recente. Eu descobri isso na Copa do Mundo, inclusive, que eu fiquei assim, ué. Aí o locutor, o narrador da Copa falou, Belinda, grande artista de sucesso, nasceu na Espanha, mas fez a sua carreira no México. E de fato, ela nasceu na Espanha, mas a vida dela, a carreira dela foi no México.
Televisa deu uma carreira para ela, apesar de cúmplices de um resgate, né, e trocou no meio da novela.
Mas foi culpa dela.
Não, mas vamos, né, queriam trocar o salário da coitada. Ela não é uma galera para aceitar uma coisa dessa.
A nossa Hilary Duff latina.
Verdade, né? Mas agora, para ceder casa não vou ganhar dinheiro? Que isso?
Não, tá certíssima. Certa tá a mãe da Hilary Duff, que não baixava a cabeça para Disney.
Capricorniano, né, Cássio? Deve saber muito melhor que eu.
Exatamente. Eu boto o pé para fora da minha casa, eu quero ganhar dinheiro.
Eu tenho só no mapa, ó, tem que estar ali no mapa o Capricórnio.
Daí, né, o meu é o sol.
Mas eu fico no campo das ideias, o libriano.
Exatamente. E aí, falando sobre ideias, falando sobre sol, vamos seguir aqui para o nosso quiz. E aí é um desafio bem desafiador. Se você pudesse escolher apenas uma música da trilha sonora do Cheetah Girls 2 para ouvir para o resto da sua vida, qual você escolheria?
Ai, Cássio, eu que criei a pergunta e agora eu me pergunto por que eu fui botar uma só.
A mente criativa do Cipriano é isso. Você achou que você ia me pegar com esse quiz? Eu falei, nada ainda não, eu vou fazer para você.
É aquela história, posso criar categorias? Digamos assim, um dia que eu estiver triste, um dia que eu estiver animado.
Válido, é válido, porque é uma trilha muito diversa, como a gente falou durante todo o episódio.
Eu acho que assim, para um dia de animação mesmo, quer jogar para cima, é The Party Just Began. Não tem como discutir, né? Strut é boa, mas eu digo que Strut é música para esteira, né? Então vamos correr na esteira com Strut ali, velocidade 7.2.
Inclusive, você tira desculpa de cortar fazendo aí, Strut tá lá na nossa lista, nossa playlist, né? Ah, é verdade, do Disney Genie, volume 1 parou aí, mas logo logo vai lá.
Se você esperou o 2, talvez não tenha, mas né, falta músicas ainda. A gente vai jogar Desculpa Que Faltou Música, cara. Mas assim, para uma coisa mais triste, eu acho que mais um dia mais dramático, It's Over, né? Quero ter um dia a possibilidade de ter portas grandes o suficiente para jogar, né, e ter uma Cortina balançando ao meu fundo. E deixa eu pensar que mais que eu gosto. Tem uma música que eu acho que ela é muito de finalização mesmo, que finaliza o filme ali, que é o Cherish the Moment.
Eu gosto muito dessa música porque eu acho que ela é meio que uma— eu acho ela mais despedida do que o It's Over. Não sei se também pensa assim, porque tipo é meio que cherish the moment, né, que valoriza esse momento, né, como se a Raven estivesse valorizando enquanto história. Aqui, queridas.
Ó, um beijo para vocês, tá? Minha última vez aqui, aproveita.
Agora, minha querida, eu sou daqui 20 anos na África do Sul.
É, olha, eu concordo com você, eu acho que a gente tem que criar categorias, mas eu gosto, incrivelmente, eu sempre falei que eu sou muito mais apegada às músicas tristes, melancólicas, Mas no Cheetah Girls 2, as músicas que eu mais gosto são as mais animadas. The Party Just Began, Strut, Dance With Me também eu gosto bastante. Mas eu acho que a minha preferida vai ficar na Amiga Chitras. Amiga Chiras. Amiga Chitras, nada a ver.
Amiga Chiras, eu acho, ah, eu acho que ficou meio marcado, sabe? Eu achei que ficou uma marca registrada.
E eu acho que traz uma coisa que o Kenny Ortega, voltando a ele, faz muito bem, que é os momentos de break nas músicas para trazer coreografia, né? Então, tipo assim, tu olha já com a expectativa: quero ver o break delas ali. Traz um elenco também de dançarinos junto, então faz um conta. Até, na verdade, isso é uma coisa que eu gostaria muito que esses filmes musicais tivessem às vezes, Cássio. É, sei lá, nos extras, uma versão da música só com a câmera aberta para a gente ver toda a coreografia, sabe?
Como foi, né, o todo.
Tipo, uma câmera fixa paradinha só com a coreografia ali completona. Isso é uma coisa que ia ser muito legal.
Totalmente.
Mas, Cássio, terminamos esse nosso episódio especial dos 20 anos, 20 anos de Chile Girls 2. Né, me lembrei dessa palavra hoje, vou botar no título do episódio. É chitalicioso, né? É uma coisa assim que eu acho muito boa. Eu acho que também esse jogo de palavras que elas sempre trouxeram, né, no primeiro filme, pra adornar da mama nara, né? Na verdade é uma expressão muito popular já nos Estados Unidos, mas eu acho que é muito interessante como elas fazem essas apropriações ali também para trazer o enredo delas ali e fazer as conexões, né? Eu acho que é muito rico nisso.
Mas assistam Cheetah Girls 2, revisitem esse clássico. Entrou aí no rol de clássicos do Disney Channel, com toda certeza.
E já ficamos nessa expectativa para o próximo filme, que será lançado ano que vem, e provavelmente estaremos aqui para falar sobre ele também, com toda certeza. Então tá, Cássio. Relembrando, já que temos o alerta amarelo lá em cima, não esquece de fazer sua inscrição se você tiver no YouTube. Nas plataformas de áudio, siga e avalie, que é muito importante para a gente também. E lembrando que você pode comentar no Spotify e no YouTube.
Isso aí. E nos vemos num próximo capítulo, próximo episódio do nosso programa. É isso, Lúcio. Boa noite, boa noite, boa tarde, bom dia, dependendo do horário que Estamos gravando à noite, né?
Vou lá ver quem é Macuída agora. Tchau, galera!
Tchau, tchau!
O Nem Zap Nem Zone é um podcast All Pop Stuff criado e apresentado por Cássio Neves e Lúcio Pozzobon. Edição de áudio e vídeo de Lúcio Pozzobon e disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
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