Boletim Olímpico Milão-Cortina 2026: DIA 07
Confira os destaques olímpicos do sétimo dia de jogos olímpicos de inverno! Destacando Patinação Artística, Hóquei, Patinação em Velocidade e muito mais!
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Olá e seja bem-vindo ao Boletim Olímpico, que destaca o 7º Dia Olímpico em Melão Cortina. Dia demais de Brasil em ação! No esqui cross-country tivemos a participação das brasileiras Bruna Moura e Eduarda Ribeira. Bruna ficou na posição de número 99, enquanto Eduarda não completou. No bobsled, Edson Bindilati realizou os 2 treinos oficiais das duplas masculinas, ficando na posição de número 24 nas 2 ocasiões. Falta de neve em Milão-Cortina.
Dados resumidos pelo Instituto Talona mostram que 85% da neve usada nas competições de 2026 será artificial, tendência que se intensifica desde os Jogos de Sochi, em 2014. Para viabilizar as provas, os organizadores vão produzir 2,4 milhões de metros metros cúbicos de neve artificial, operação que exige 946 milhões de litros de água. Para efeitos de comparação, o volume equivale a transformar o Estádio de Maracanã, no Rio de Janeiro, em um grande reservatório com um terço do espaço cheio.
Para garantir as pistas de competição, foram instalados mais de 125 canhões de neve em locais como Borneo e Livigno. Eles estão apoiados por grandes reservatórios de água em altitude. A dependência da tecnologia para gerar neve domina os jogos de inverno recentes. Em Sóchi, foi cerca de 80% de neve produzida artificialmente. Em PyeongChang, o índice chegou a 98%. E lá em Pequim, 100% das competições ocorreram com neve artificial.
Parte do problema se deve que o número de localidades com confiabilidade climática para sediar os jogos está encolhendo rapidamente. Mesmo com tecnologia, o aquecimento global tem encurtado os invernos, dificultando a manutenção da neve e aumentando a incerteza para competições ao ar livre. Entre 1981 e 2010, 87 locais no planeta eram considerado climaticamente confiáveis. Nas projeções para a década de 2050, esse número vai cair para 52, e até 2080 pode chegar apenas 46, mesmo com um cenário intermediário de redução de emissões de gases do efeito estufa.
No bobsled, o brasileiro Edson Bindilati realizou os primeiros treinos oficiais nas duplas masculinas. Ele terminou na posição de número 24. Destaque para os trenós pilotados pelos alemães Francesco Triaditi e James Locher, que se revezaram nas duas primeiras posições. No monobob feminino também foram realizados dois treinos oficiais. Destaque para a estadunidense Elana Myers. No curling, jogos da equipe feminina. Primeira sessão já teve disputa.
A Coreia do Sul ficou com apenas 4, enquanto os Estados Unidos somou 8. Mesmo placar da vitória da Suécia contra o Japão. A Suíça venceu a Itália por 7 a 4 e o Canadá fez 10 a 4 em cima da Dinamarca. A equipe feminina também fez a sua segunda sessão. A China venceu a Grã-Bretanha por 7 a 4. A Coreia do Sul venceu a Itália por 7 a 2. O Japão também conseguiu 7 pontos, mas levou 10 da Dinamarca, que venceu o jogo. A Suécia fez 9 a 4 em cima dos Estados Unidos.
Já na equipe feminina, a gente teve a segunda sessão. A Alemanha venceu a Noruega por 5 a 4. A Suíça venceu os Estados Unidos por 8 a 3. E a Grã-Bretanha venceu a Suécia por 6 a 3. No esqui alpino Super-G feminino, ouro para a Itália, prata para a França, bronze para a Áustria. Já no esqui cross-country, 10 km livre feminino, largada intercalada, a Frida Karlsson levou o ouro, prata para a Ebba Andersson e bronze para a Jessie Diggs, dos Estados Unidos.
A Bruna Moura do Brasil ficou na 99ª posição, enquanto a Eduarda Ribeira não completou a prova. No esqui estilo livre, mogul masculino, ouro para a Austrália com o Cooper Woods, Prata para o Canadá com Michael Queensbury e bronze para o Japão com Ikuma Urashima. No hóquei teve jogos válidos pela rodada preliminar masculina. A Suíça venceu a França por 4 a 0. O Canadá venceu a Tcheca por 5 a 0. Já no Grupo C, Estados Unidos goleou a Letônia por 5 a 1 e a Alemanha fez 3 a 1 em cima da Dinamarca.
O jogo válido pela rodada preliminar feminina que acabou sendo cancelado foi também jogado no dia de hoje. A Finlândia perdeu de 5 a 0 para o Canadá, jogo válido pelo Grupo A. No luge teve revezamento misto por equipes. Ouro para a Alemanha, prata para a Austrália, bronze para a Itália. Patinação em velocidade. A gente teve os 5000 metros feminino. A Francesca Lubrigida, da Itália, levou o ouro. Prata para os Países Baixos, bronze para a Noruega.
A italiana, que conquistou o bicampeonato olímpico em Milão Cortina, conseguiu vencer essa disputa dos 5.000 metros da patinação em velocidade. A francesa conversou com a imprensa e falou um pouco sobre a conquista e o objetivo de tentar se divertir enquanto compete e sobre a prova de largada em massa. Grande nome dessa Olimpíada na patinação em velocidade é essa multicampeã, a Francesca Lubrigliotta. A patinadora nunca havia conquistado um ouro olímpico antes e já levou 2 títulos nos 3.000 metros e também um nos 5.000 metros.
Os demais resultados foi uma prata e um bronze em Pequim em 2022. Sobre o título dos 5000 metros, ela disse o seguinte: Dia perfeito sim, depois de não ter dormido absolutamente nada, não ter fechado o olho hoje, mas eu sei, talvez eu estivesse nas nuvens. Os 3000 metros são a minha prova favorita, estou muito contente de ter vencido os 3000 metros. Os 5000 metros conquistaram meu coração também, porque ano passado eu venci o título mundial dos 5000 metros.
Então, agora é confirmar novamente um ouro olímpico. Na patinação em velocidade em pista curta, nesta quarta-feira foi de quebra de recordes na disputa feminina. Chandra Voshober, dos Países Baixos, quebrou os recordes olímpico e mundial e assegurou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina de 2026. Ela superou a italiana Arianna Fontana, que ficou com a prata, e a canadense Courtney Saltz, que ficou com bronze.
James van Wout venceu a final dos 1000 metros masculino e garantiu outra medalha dourada para os Países Baixos. As principais marcas da prova caíram já nas fases classificatórias, e foi justamente com a neerlandesa Chandra Veeuwzeber a responsável por quebrar os recordes. Ela bateu o primeiro recorde com um tempo de 41 segundos e 583 milésimos nas quartas de final, e em seguida unificou a marca dos recordes mundial e olímpico ao conseguir a marca de 41 segundos e 399 milésimos.
A final não teve novo recorde, mas mesmo assim a neerlandesa não deu chance para as oponentes, fechando com 41 segundos e 609 milésimos. Arianna Fontana fechou com 42 segundos e 294 centésimos, enquanto o bronze ficou com a marca de 42 segundos e 427 milésimos. No esqueleto masculino, Com as duas das quatro descidas realizadas, Matthew Weston lidera, Alex Jung fica com segunda colocação e Christopher Groter fica com a terceira.
O ucraniano Valerii Hrysiarev foi desclassificado por usar um capacete proibido por conter propaganda política, que é proibida pelo COI, o Comitê Olímpico Internacional. No snowboard cross masculino, ouro para Alessandro Ramontz da Áustria, prata para Eliot Grunzing, do Canadá, e bronze também para a Áustria com Jakob Duske. Halfpipe feminino, Choi Gong, da Coreia, ficou com ouro, prata para os Estados Unidos e bronze para o Japão.
O quadro de medalhas está assim: a Noruega lidera com 7 ouros, 2 pratas e 5 bronzes. A Itália vem na segunda colocação com 6 ouros, 3 pratas e 8 bronzes. Os Estados Unidos fecham na terceira colocação com 4 ouros, 7 pratas e 3 bronzes. E assim a gente encerra o boletim de mais um Dia Olímpico. Te espero amanhã, aquele abraço e até lá!