Episódios de Aulas de Teologia

STBM Introdução ao NT I #09 | 3ª aula parte c 05.05.2026

06 de maio de 202627min
0:00 / 27:52

Aula publicada no dia 05.05.2026 por Raimundo Alcântara Menezes | Nossos podcasters nos links: https://podcasters.spotify.com/pod/show/missionariaseminario https://podcasters.spotify.com/pod/show/raimundoalcantaramenezes | Assista em nosso canal do Youtube: https://www.youtube.com/raimundoalcantaramenezes | Nos acompanhe nas redes sociais: Instagram: https://⁠⁠⁠www.instagram.com/raimundoalcantaramenezes Facebook: https://www.facebook.com/raimundoalcantaramenezes ⁠⁠⁠Twitter: https://www.twitter.com/raimundoameneze Site: https://www.missionaria.org | Maiores informações nos e-mails: raimundoalcantaramenezes@missionaria.org ou seminario@missionaria.org | Seminário Teológico Batista MISSIONÁRIA (STBM) nossa escola de teologia patrocinada pela Igreja Batista MISSIONÁRIA em Ferraz de Vasconcelos | SP | Livros textos indicados nessa matéria: 1) https://amzn.to/4vGCWcR Panorama do novo testamento por Robert H. Gundry; 2) https://amzn.to/4cqhJMz O período interbíblico: 400 Anos de silêncio profético por Enéas Tognini; 3) https://amzn.to/42jT8Dc Janelas Para O Novo Testamento por Enéas Tognini e João Marquem Bentes; 4) https://amzn.to/4sRxqBu Merece confiança o novo testamento? por F. F. Bruce

Assuntos9
  • Livros de MacabeusSegundo Livro de Macabeus · Teologia do martírio · Resistência ao helenismo · Antíoco Epifânio
  • Fundamentação Teológica em PauloPecado oculto e amuletos pagãos · Oração pelos mortos e a doutrina do purgatório · Sacrifício expiatório de Judas · Contrariedade com o Velho e Novo Testamento
  • Resistência armada e intervenções divinasJudas Macabeu e a cólera de Deus · Táticas de guerrilha · Ameaça de Eliodoro ao tesouro do templo · Ameaça do exército de Timóteo · Ameaça de Lízias contra Jerusalém
  • Teologia Cristã - Morte e RessurreiçãoFundamentação para os fariseus · Perspectiva cósmica da mãe · Exemplo do ancião escriba
  • Retribuição divina e o castigo de Antíoco EpifânioOrgulho desmedido de Antíoco · Castigo divino com dores e vermes · Pedido de perdão sem arrependimento
  • Igreja Primitiva e presença de imagensPerseguições e era dos mártires · Diferença de contexto (Jesus) · Luta armada vs. vitória espiritual
  • Poder sobrenatural e milagresCavaleiro em armadura de ouro · Guerreiros celestes montados em cavalos · Livro histórico vs. livro de fé · Questionamento de testemunhos
  • Transferência de autoridade e a espada de ouroVisão de Onias e Jeremias · Entrega da espada de ouro · Vitória milagrosa de Judas
  • O falso sacerdote MenelauPrevar
Transcrição71 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Vamos lá, meus irmãos, continuando aqui, nosso terceiro dia de aula de introdução ao Novo Testamento 1. É o último bloco, a última parte, nós estamos estudando aqui sobre os livros e o período chamado História dos Macabeus. Estamos estudando especificamente aqui o segundo livro de Macabeu, esse livro aqui para nós é histórico. Tá bom? As nossas aulas estão sendo gravadas. Tudo bem até aqui então, meus irmãos? Estão entendendo? Vamos prosseguir?

A teologia do martírio, resistência espiritual, o suplício terreno e temporal, a fidelidade à lei garante a ressurreição para a vida eterna. Perspectiva cósmica da mãe. Leia para nós, Tomé, essa parte. Perspectiva cósmica da mãe. Aqui, lembra que eu falei que vai ser um livro mais teológico e passional, mais visceral? É por isso. Tem pessoas que estão morrendo.

dizendo nós não vamos ceder ao helenismo, não vamos ceder a essa nova lei dos selêucidas. Antioquo Epifânio pode ser governante, rei, imperador, mas para nós ele não manda mais do que Deus. Então leia para nós, Tomé, por gentileza. A perspectiva cósmica da mãe exorta os filhos na língua materna. Não fui eu quem vos deu a vida.

Criador do mundo, vos retribuirá tanto o Espírito como a vida. Qual é a história que... Bom, leia, continua aqui para nós. Eu vou fazer uma síntese. Os sete irmãos e a mãe, a doutrina, torturados diante do rei, respondem com uma nova teologia radical, a ressurreição corporal. Do céu recebi estes membros. Dele espero recebê-los um dia de novo. Qual é a base aqui, meus irmãos?

Esse texto vai dar aqui uma das fundamentações mais boas, vamos dizer assim, para os fariseus sobre a doutrina da ressurreição. O que acontece aqui? Diante das perseguições de Antíoco Epifânio, acontece que Antíoco Epifânio pega, por exemplo, uma mãe com seus filhos,

e começa literalmente a arrancar as peles da cabeça, cortar os braços, colocar uma grande, como se fosse uma frigideira, e fritá-los vivos. E a mãe, ao ver tudo isso, ela encorajava os filhos a não desfalecer da fé.

Por isso que aqui nascem essas declarações, dizendo, olha, assim como eu estou morrendo, Deus me fará viver ao lado dele. Dando essa ideia da vida após a morte. E é aqui onde muitos vão defender, inclusive entre os fariseus, a ideia da ressurreição. E aqui também acontece um outro episódio muito curioso, que é sobre esse ancião. Leia para nós, Tomé.

Ele azar o exemplo. Um escriba de 90 anos recusa a carne de porco, rejeita o fingimento para preservar os jovens. Deixo aos jovens um nobre exemplo.

dar a vida pelas veneráveis leis. Ou seja, esse escriba, quando ele foi questionado e foi obrigado a comer carne de porco, porque, percebam, irmãos, aquilo que outrora era só apenas questões culturais, agora deixaram de ser questões culturais e se tornaram imposição. Esse senhor foi obrigado a comer carne de porco.

para demonstrar fidelidade a Antíoco e aos Seleócidas. Os soldados, conhecendo ele, disseram o seguinte para ele. Olha.

Finge, pega carne de vaca, de boi, come lá na praça e a gente vai falar que você está comendo carne de porco. E ele disse, mas que exemplo eu vou dar para os jovens mais novos? Prefiro morrer. E assim ele é morto também, juntamente como os outros aqui que fizeram essas declarações de fé.

Estão vendo aqui que aquilo que o primeiro Macabeu não registrou, o segundo livro de Macabeus está registrando algumas histórias de perseguições, mas pessoais. Então, percebem como aquilo que Matatias vai fazer lá na frente é uma investida contra tudo isso. Estão entendendo? Está bom até aí? Está dando para compreender?

Pastor, nesse ponto aí da perseguição, esse pessoal, os macabeus, não está muito parecido com a igreja no primeiro século? Exatamente, exato. As perseguições, né? Da era dos mártires, bem parecido. Exatamente. Agora, olha que curioso, o contexto é muito diferente.

porque no primeiro século ali eles já tinham a pessoa de Jesus. Mas aqui no Velho Testamento eles tinham aquela ideia ainda de luta armada. Mas percebam que mesmo diante da morte eles agiram como Daniel e os seus três amigos. Como Esté, lembram? Perceba que a fé pura, mesmo que alguns vão dizer que eles vão estar defendendo, Beatriz, aqui a questão da ressurreição, que nem um problema.

Porque quando a gente vê Daniel e os seus três amigos, Mesaque, Sadraque e Abidinego, o que eles estavam falando, se não o discurso da ressurreição? O que Esther tinha dito diante de todos, quando ele disse para o seu padrasto, que era o seu tio que cuidava dela, dizendo, olha, orem e jejuem. Porque se eu morrer, eu morri. Em outras palavras, eu morro com Deus, mas eu vivo para Deus.

Não deixou de ser discurso da ressurreição. Esses discursos a gente vai ver também no Velho Testamento, com outros personagens. Então perceba que aqui a única diferença é que eles estavam vendo o inimigo vencendo aonde? No templo.

diante deles mais uma vez. Só que aqui, mais uma vez também, né Beatriz, a gente tem que admitir que um judeu piedoso sabia que Deus governava sobre a história e que isso estava acontecendo mais uma vez como uma permissão. Mostrando que Deus estava punindo o seu povo mais uma vez porque o povo tinha se inclinado às práticas pagãs.

Mesmo que aqui e agora fosse um pouco diferente. Veio em nome da cultura, do conhecimento, da prosperidade, mas não deixou de ser pagão da mesma forma. Perceba, o diabo sempre vai dar um prato. Ora é um prato ruim e ora é um prato nobre. Mas sempre são pratos.

Tá bom? E é exatamente isso. Agora se iguala com a era dos mártires. Só que na era dos mártires, a gente já tinha a figura de Jesus, a vitória espiritual. E eles estavam olhando para algo que eles não conheciam, né? Mas perceba, a fé sempre nos impele a agir da mesma forma. Com renúncia, com abnegação, com sacrifício, né, filha? Entendeu? Interessante, né? E aqui a resistência armada. Ali é pra nós, Beatriz, por gentileza.

Judas Macabeu, a cólera de Deus convertida em misericórdia. Enquanto o sangue dos mártires clamava aos céus, Judas Macabeu retira-se para o deserto. Vivendo nas montanhas como animais selvagens, para não os contaminarem, ele reúne seis mil homens fiéis. Deixa eu fazer um adendo aqui, meus irmãos. Lembram dos decênios?

A gente fala muito que João Batista era um essênio. Estão entendendo aqui o surgimento dos essênios? Estão entendendo aqui o porquê as comunidades vão se reunir nos desertos, em vários períodos da história de Israel? Porque muitas vezes o templo poder corrompe. Estão entendendo? Então aí vemos aqui mais uma vez aquilo que a gente já viu no primeiro slide, táticas de guerrilhas.

Ataques noturnos imprevisíveis às cidades e aldeias. O foco, vingar a carnificina de inocentes e as blasfêmias contra o nome sagrado. A mudança de maré. O terror se espalha entre os gentios à medida que Judas acumula vitórias improváveis, provando que Deus voltou a lutar por seu povo.

É a história de Judas Macabeu. Registro das intervenções divinas. A ameaça. Eliodoro tenta roubar o tesouro do templo sagrado. A resposta. Um cavaleiro aterrorizante.

em armadura de ouro, e dois jovens fumegantes açoitavam Eleodoro, protegendo o tempo. Aí aqui, meus irmãos, esse livro vai ter aqui algumas atuações miraculosas. Então, assim, agora, por isso que também nós não acreditamos nele como um livro de fé, regra e prática, entenderam?

Mas para a tradição dos judeus, era um livro que aconteceu. Outra ameaça aqui. O exército de Timóteo e as suas numerosas cavalarias asiáticas cercam os judeus. A resposta. Aparecem no céu cinco magníficos guerreiros celestes montados em cavalos, lançando raios sobre os inimigos e protegendo Judas. Ou seja, aqui a gente vê um toque um pouco mais poético dessa narrativa. Por que eu falo poético, meus irmãos? Obrigado.

Porque nós não acreditamos nisso. Isso para nós é um livro histórico. Então se dentro de um livro histórico está narrando isso, a gente pode questionar, tá bom? Não tenha medo de questionar, tá bom, meus irmãos? Sabe aquela ideia? Vem o irmão e dão um testemunho? Um testemunho, assim que você olha, você fica assim ressabiado com o testemunho. Qual o problema de duvidar do irmão?

Nenhum problema de duvidar é do irmão. Eu não duvido de Deus, mas do irmão eu duvido. Porque muitas vezes o irmão conta coisa que não foi. É ou não é, meus irmãos? Quem é aqui de uma matriz pentecostal e avivado sabe disso. Os irmãos têm visão, têm não sei o quê, têm revelação. E quando você vai pesquisar a fundo, vai orar, você vê que não foi outra coisa senão sonho de barriga cheia.

Ou senão, visão de pessoas que não têm muita seriedade. Porque falar em nome de Deus algo que não foi é perigoso. Por isso que nós não acreditamos aqui, tá bom? Mas eu não duvido que Deus possa ter feito muitas coisas. Mas, para nós, não serve como um livro de fé, regra e prática, tá bom? Continuando aqui, né? A ameaça. Lízias.

Marcha com 80 mil homens e 80 elefantes contra Jerusalém. A resposta, um cavaleiro vestido de branco, empunha armas de ouro, lidera a carga judaica, resultando na aniquilação das forças de Lízias. Aquele episódio, inclusive, que morre um dos irmãos de Judas. Tá bom? Então, perceba, a gente não vai dar muita margem para isso. Eu só estou passando o que o livro traz, tá bom? A transferência de autoridade, a espada de ouro. Leia para nós, Beatriz, por favor.

Às vésperas da batalha decisiva contra Nicanor, Judas narra uma visão que infunde coragem imortal em seus seis mil soldados. 1. O sumo sacerdote Onias, o intercessor, visto de mãos levantadas, orando fervorosamente pelo povo judeu. 2. O profeta Jeremias, a majestade, um homem de cabelos brancos e magnífica majestade, apresentado como amigo de seus irmãos.

E três, a entrega. Jeremias estende a mão e entrega a Judas uma espada de ouro, dizendo, Tome essa santa espada que Deus te concede, com a qual esmagará os inimigos.

Meus irmãos, olha só, então. Pode ter sido o que aconteceu? Pode. Vamos duvidar? Não. Uma coisa é fato. Judas vence milagrosamente os celêucidas. Será que isso aconteceu? Não sei, a gente vai saber. Percebam, é um livro baseado na história, nos registros desse povo. Não vamos julgar dizendo se sim, se não. Para nós não serve como regra de fé e prática. Mas Deus pode ter feito isso sim. Tá bom? Tudo bem? Até aí?

Arquitetura teológica do capítulo 12. Aqui é bem interessante. O evento, o pecado oculto. Após a batalha, Judas encontra amuletos pagãos consagrados aos ídolos de Jânia, sob as túnicas dos soldados judeus mortos. Fica claro por que caíram. Ou seja, é aqui que nasce a oração pelos mortos, que os católicos vão defender.

Porque o que acontece? Nesse texto, no capítulo 12, mostra que Judas encontra esses ídolos pagãos, esses amuletos, nas roupas dos soldados mortos. E agora, o que você faz com isso? Seus soldados estão lutando com você, estão com os ídolos e morreram.

Vamos lá, Beatriz. Você, como líder, o que você faria numa hora dessa? Tomé, o que você faria? Irmã Sônia, Diego, o que vocês fariam? O que vocês fariam? Ficariam quietos? Ou tentariam criar alguma coisa?

Difícil a resposta, né, irmãos? Nós que somos conhecedores do Velho Testamento e do Novo, para nós é até um pouco fácil dar uma resposta. Mas segundo o livro, olha só, a ação, o sacrifício expiatório. Judas faz uma coleta de dracmas e a envia a Jerusalém para oferecer o sacrifício pelos pecados dos soldados caídos. Agora...

Esses soldados caíram querriando conosco, mas estavam com amuletos pagão. Então vamos interceder por eles. Entenderam? Criou uma solução. Levantam aqui uma coleta de várias dracmas, um valor muito, e entregam aos sacerdotes para que orem por eles. O alicerce aqui é a crença na ressurreição. Se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teriam sido... ...

vão, em supérfluo, rezar por eles. Ou seja, ele acredita, segundo o capítulo 12, de que esses mortos vão ressuscitar. Se Judas aqui teve uma atitude de interceder por eles, logo, aqui já nasce aquilo que nós vemos que os católicos praticam, que é o purgatório. Está entendendo, não é, João? É aqui que se baseia a doutrina do purgatório católico.

Tá bom? E aí, pra nós? Não serve de jeito nenhum. A atitude de Judas aqui não tem base nenhuma com o Velho Testamento. Morreu, morreu. Vamos lá, Acã pegou a capa babilônica. Josué fez alguma coisa por ele?

Só entregou a palavra, foi Deus quem os puniu. Então aqui é nessa hora que a gente vê que esse livro, de fato, ele é apócrifo. Ele não é um livro canônico, tá bom? Ele não é, tá bom? Porque aqui contraria todo o ensino do Velho Testamento e do Novo.

Tudo bem? Mas como literatura judaica, era crendice deles. Ou seja, o resultado, a doutrina, estabelece a base bíblica para oração pelos mortos. Um bom e religioso pensamento para que seja liberto dos seus pecados antes da ressurreição. Ou seja, para quem crer nisso. E nós, cremos nisso, irmão? Pelo amor de Deus, vai dizer que alguém aqui crê nisso.

Está entendendo? Ficou claro aqui? Está entendendo, meus irmãos? Estamos lendo aqui, estudando esse livro, e isso já prova que é um dos fatos, né? Tá bom? Mas tudo bem até aí? Tudo bem?

Continuando, né? Esse livro também vai tratar, segundo a Macabeu, sobre a retribuição divina. Antioquo Epifânio, o soberbo. Olha que interessante. O pecado, o orgulho desmedido, torturou as entranhas dos mártires, julgou-se igual a Deus. O castigo divino.

cai da carruagem quebrando os membros, suas entranhas são tomadas por dores atrozes e seu corpo vivo é consumido por vermes, seu mau cheiro torna-se insuportável até para o seu exército. Esse livro também narra esse castigo, que ele foi morto dessa forma. Ele praticou maldades contra os servos de Deus, agora Deus o castigou.

também de forma cruel. Por outro lado, o livro relata que ele pede perdão, mas ele não pediu perdão porque estava arrependido, ele pediu perdão porque estava sofrendo. Mas Deus não o perdoa, tá bom? E aqui vem também Menelau, o falso sacerdote. Olha só, o pecado, prevaricação constante, profanação do fogo puro e das cinzas do altar sagrado. Menelau era um...

sacerdote profano. Castigo, condenado pelo próprio rei, lançado à morte numa torre giratória de 50 côvados, cheia de cinzas. Nega-se a ele qualquer sepultura e ele morre lá no meio das cinzas lentamente. Assim como ele profanou o altar sagrado, contaminando as cinzas, porque tanto sacrifício era santo, que as cinzas eram santas.

Ele não profanou e agora ele morre castigado em cinzas, lentamente. Então perceba que esse livro vai trazer essas linhas também. Por isso que eu disse que ele é mais passional, ele é mais visceral, tá bom? Então, só para a gente concluir.

Triunfo definitivo, a queda de Nicanor. Nicanor era um general Seleucida. Nicanor ameaçou arrasar o santuário de Deus e ergueu o templo a Dionísio. Judas, confiando inteiramente no auxílio do Senhor, trava a batalha. A batalha de 35 mil inimigos cai por terra. Nicanor é encontrado morto com a sua própria armadura.

Aí também a cabeça de Nicanor é suspensa na cidade como sinal palpável da proteção divina. A mão direita, a mesma mão de Nicanor, havia insolenemente estendido contra a morada do Todo-Poderoso, é decepada e exposta.

A ameaça helenística contra o templo é fisicamente desmembrada. E também dizem que a língua de Nicanor foi arrancada. Ou seja, assim como ele fazia isso com os fiéis, agora aconteceu com ele a mesma coisa. Interessante, né? Tá bom? A purificação e a festa das luzes, né? Aqui ele repete de novo. Perceba que, segundo a Macabeus, é uma repetição de primeira Macabeus, só que agora com mais detalhes.

o porquê caíram, porquê os sacerdotes se tornaram corruptos, e aqui vem a festa das luzes.

Purificação e a festa das luzes. No dia 25 do mês de Casleu, o exato aniversário da profanação feita por Antioquo, o templo é finalmente purificado. A destruição dos altares pagãos, fogo novo extraído de pedras nuas para reacender as lâmpadas e oferecer incenso, oito dias de celebração, festa prolongada moldadas na festa dos tabernáculos,

Em vez de se esconderem como animais em cavernas, os judeus carregam ramos verdejantes e palmas cantando hinos de vitória. Um édito publicado decreta que toda a nação judaica solenize esses dias anualmente. A origem do Hanukkah, a festa do Hanukkah, festa das luzes. E o livro termina fazendo uma síntese e uma comparação, uma analogia da água e vinho.

antigamente as mães faziam muito suco

para as crianças, que era suco de vinho. Não sei se vocês já chegaram a tomar quando criança. Eu mesmo tomava quando era criança. Pegava um pouco de vinho, uma dose de vinho, colocava 10 doses de água e adoçava. Ficava literalmente um suco. Sabe quando você pega algumas laranjas, ao invés de tomar um suco de laranja, mistura com água e adoça, vira uma laranjada, não é assim?

muita água com limão vira limonada. Então, o autor faz uma síntese, dizendo o seguinte, que essa mistura entre avaliação teológica e sentimentos passionais e acontecimentos é uma mistura que ele procurou fazer. Olha só o que diz o texto. Assim como é nocivo beber somente o vinho ou somente a água,

Mas é agradável e verdadeiramente proveitoso beber a água e o vinho misturados, assim também a disposição agradável do relato. É o que causa prazer aos ouvidáveis do relato e o que causa prazer aos ouvintes do leitor. Jasão de Sirene, segundo a Macabeus.

1539. Dando essa ideia de que é... Sabe quando você toma água sozinho? Eu, particularmente, gosto muito de água. Mas quando a água tem um paladar, é agradável, né? E o vinho sozinho, ele é forte, ele é intenso. Mas misturado com a água, ele fica um refresco. Então, dando essa ideia, perceba aqui a mistura da água e do vinho, né? É uma síntese final do livro.

A história nua, água e árida, e a teologia pura, vinho, pode embriagar. O segundo livro de Macabeus mistura magistralmente o rigor dos fatos com o fogo da revelação divina, forjando um código eterno de resistência, fé e restauração. Tá bom, meus irmãos?

Tudo bem? Então fica aqui a nossa aula de hoje. Terminamos aqui. E aqui depois leiam o material do professor Jair, que está aqui. Período Macabeu, a luta contra o herenismo. Não deu tempo de nós lermos, mas seria esse material, tá bom? Aqui está o slide, todos os acontecimentos. Só estarei passando agora.

Mas é a síntese de tudo que nós trabalhamos. Na última aula que eu dei aos irmãos, no ano de 2023, nós ficamos apenas aqui nesse slide. E hoje eu fiz questão de trabalhar no resumo dos livros para mostrar que esses slides que estão aqui em 11 páginas, que é uma pérola criada pelo professor Jair, mas a história dos livros traz mais detalhes, tá bom?

Na próxima aula, eu vou ler esse slide com vocês, porque vai falar um pouco aqui sobre a ascensão erodiana, tá bom? Logo depois dos asmoneus, o declínio asmoneu, ascensão erodiana, tá bom? Tá jóia, meus irmãos? É isso. Então, na próxima aula eu leio com vocês esse material, é rapidinho, a gente deve gastar uns 20 minutos com ele, porque eu quero destacar agora Herodes. Opa! Então, peraí, pastor.

O senhor falou dos fariseus, falou dos saduceus, falou dos elotes. Então, percebam, temos os asmoneus. E agora temos a família erodiana. Está entendendo de onde vai saindo tudo? Quando a gente olha o Novo Testamento, há uma diferença tão grande do velho, é por isso. Todos esses acontecimentos. Está bom? Alguma pergunta, alguma dúvida?

Então, na próxima aula, a gente vai, de fato, agora para a história dos Herodes, a sociedade judaica, as instituições judaicas, e já vamos logo na sequência para o cano. E aí, sim, logo na sequência, a gente começa Mateus. Está vendo? É bastante informação, né? 400 anos em quatro aulas vai ser bom. Está bom? Beleza, meus irmãos, minhas irmãs?

E ouçam depois o material, como eu disse para vocês, lá do resumo do notebook LM, de primeira Macabeus, segunda Macabeus, mas façam a leitura de Macabeus também, porque vale a pena, tá bom? O resumo lá eu já ouvi. Gostou? Sim, muito bom. Muito bom, né, irmão? É isso aí. Portanto, no finalzinho ali, da leitura que o senhor fez, sobre o... me parece que é o Rei,

A língua é cortada e dada aos pássaros, né? É dada aos pássaros, exato. Ele praticou tanta maldade quanto os servos de Deus, né? E agora, segundo o livro de Macabeus. Mas perceba como o livro histórico responde bastante, né? Isso aí. Beatriz, Tomé, Diegão, comentar alguma coisa?

Alguma dúvida? Não, nem boa. Joia? Um último detalhe, percebam que aqui nasce uma ideia do nascimento do mártir ideológico. Como assim? Percebam que aquele ancião escriba de 90 anos, aquela mãe com seus filhos. Ou seja, vale a pena morrer por uma ideia.

Mas é aqui só que nasce? Claro que não. A gente já viu essa atitude no Velho Testamento. Como eu disse, os amigos de Daniel estavam dispostos a morrer. Vamos pegar outro exemplo aqui. Nasce de uma forma, eu diria, nova. Mas lembram de Isaías que possivelmente foi cortado ao meio pelo rei Manassés? Ali já é uma arte ideológica ou não? É, foi aquilo que eles creram.

Mas a cultura judaica ainda não tinha isso com tanta ênfase. Aqui nesse período nasce isso, essa resistência. Se precisar morrer, vamos morrer. Então, historicamente, é interessante isso. Tá bom, meus irmãos?

Que Jesus, que é a luz do nosso viver, é a luz do mundo, continue nos iluminando para que a gente possa aprender com a história, com a vida, com os apócrifos, a cada dia. Tá bom?

Deus abençoe, querendo Deus, nos vemos quinta e com as ovelhas, ovelhinhas queridas, nos reunimos amanhã na casa do pai, na casa do Supremo Pastor. Tá bom? Deus abençoe minhas irmãs, meus irmãos e até aqui. Até amanhã. Amém. Amém. Boa noite, pessoal. Boa noite.

Anunciantes1

Igreja Batista MISSIONÁRIA

Seminário Teológico Batista MISSIONÁRIA (STBM)
external
STBM Introdução ao NT I #09 | 3ª aula parte c 05.05.2026 | Castnews Index — Castnews Index